A Visinha da Porta (302)
— Você gosta? — ela perguntou, de pé, abrindo as pernas um pouco. — Muita mina hoje em dia tira tudo. Eu acho que perde a graça. Perde a… personalidade.
— Eu amo — disse, e era a verdade. A visão daquela negritude profunda da pele contrastando com o rosa-violeta úmido e a textura selvagem dos pelos me deixou completamente hipnotizado.
- Sexo, Fetiche e IntimidadeDinâmica sexual intensa e variada · Uso da máquina de lavar · Encontro no elevador · Encontro às cegas no sofá · Exibicionismo pela janela · Momentos de intimidade doce · Sexo durante apagão com velas · Sexo na piscina
- Encontro com a Mulher no AcostamentoPrimeiro encontro no elevador · Entrega de pacote por engano · Encontro na piscina · Mensagem de WhatsApp · Primeira noite no apartamento 302 · Gabriela
- Preferências SexuaisCódigo do varal para encontros · Atração nuclear e acordo de prazer · Mudança na rotina após o apagão · Atividades conjuntas além do sexo · Transformação de vizinhos em algo mais
Relatos Eróticos apresenta: os contos eróticos são um convite ao prazer da leitura, misturando sensualidade e emoção. Aqui a gente vai explorar como essas histórias podem apimentar a imaginação e ajudar a soltar mais a mente provocativa. Pronto para essa viagem de tesão?
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Ela sempre com um sorriso largo e branco que iluminava o rosto e um corpo que parecia esculpido para testar os limites do lycra. Se chamava Gabriela, mas todo mundo no grupo do condomínio já chamava de G, a letra inicial, que era também um suspiro de desejo coletivo. A G era negra, daquela tonalidade ébano profundo que parece absorver e refletir a luz ao mesmo tempo. Alta, com quadris que balançavam como um pêndulo hipnótico, seios generosos e, como eu descobriria mais tarde, uma bunda que era uma obra-prima da anatomia.
Mas o que primeiro me prendeu a atenção foram os olhos dela, desafiadores e inteligentes, que pareciam rir de um segredo que só ela conhecia. O primeiro contato direto foi por causa de um pacote. O porteiro me entregou por engano uma encomenda grande dela, daquelas caixas de assinatura de lingerie. Levei até a porta dela, a 302. Ela abriu a porta usando apenas um roupão de seda curto, amarrado frouxamente. O cheiro de jasmim e pele quente invadiu o corredor.
Obrigada. Vizinho, disse ela, a voz um contralto aveludado. Você é um salvador. Tava ansiosa por essa aqui. Ela pegou a caixa e, ao se inclinar, o roupão abriu um pouco, revelando a curva superior de um seio escuro e pesado e um flash de uma calcinha de renda preta. Não foi acidente, foi um convite. Eu apenas balancei a cabeça, atordoado. E voltei para meu apartamento, a 304, com o pau latejante e a mente acelerada. O prédio tinha uma piscina na cobertura.
Foi lá que o jogo começou de verdade. Um sábado de calor insuportável. Eu fui para pegar um sol e ler. Ela chegou depois, sozinha. Usava um biquíni fio dental minúsculo, cor de bronze. Aquele pedaço de tecido era uma ofensa às leis da física. Os seios dela quase transbordavam por completo, os mamilos escuros e eretos marcando o tecido. Mas era a parte de trás que me paralisou. O biquíni sumia completamente entre as nádegas, que eram redondas, altas, firmes e enormes.
Cada passo era uma declaração de guerra à modéstia. Ela se deitou de bruços ao meu lado e suspirou: Que calor, né? Dá uma vontade de ficar pelada. Não era uma pergunta, era uma provocação lançada ao vento. Eu não consegui ler uma linha do meu livro. Meu olho estava preso naquele corpo de deusa negra, na linha da coluna que descia até a fenda profunda da sua bunda, onde o tecido do biquíni desaparecia. Você tá me olhando muito, vizinho da 304, ela disse sem abrir os olhos, um sorriso nos lábios.
É difícil não olhar, admiti sem rodeios. Ela virou a cabeça, apoiando o queixo nos braços. Os olhos percorreram meu corpo, parando na ereção evidente sob meus shorts de banho. parece que o calor afetou a gente dos dos dois lados. Foi o início. Começamos a conversar, rimos, flertamos descaradamente. Naquela noite, ela me mandou uma mensagem no WhatsApp do condomínio que todo mundo tinha. G: Acho que deixei meu óleo de bronzear aí na beira da piscina.
Você viu? Eu: Vi não, mas posso ajudar a procurar. G:— Pode vir aqui ajudar então. Porta 302. Tô precisando de uma mão, ou duas. Meu coração acelerou. Era um convite claro. Tomei um banho rápido, coloquei uma roupa casual e fui até a porta dela. Ela abriu quase imediatamente. Dentro do apartamento, o cheiro de jasmim era mais forte. Ela estava com shorts curtos e um top cropped, sem maquiagem, ainda mais linda. Entra, ordenou, puxando-me pelo braço.
A verdade é que não perdi olho nenhum, só tava com vontade de te ver. Não houve mais conversa, nos beijamos ali mesmo na entrada. O beijo dela era feroz, com a língua exploradora e dominadora. Suas mãos desceram e apertaram meu pau através da calça. Em seguida, ela me levou para o quarto. A luz do abajur era suave, mas suficiente. Ela tirou a roupa lentamente, como se fosse uma performance só para mim. Primeiro top, libertando aqueles seios magníficos com auréolas largas e escuras.
Depois os shorts, revelando uma cintura fina e os quadris amplos. E então Finalmente, a calcinha. Foi quando eu tive minha segunda revelação. A buceta dela era peluda. Não era uma penugem. Era uma mata fechada, exuberante, de pelos crespos e encaracolados, de um negro azulado, tão escuros quanto sua pele, formando um triângulo perfeito e espesso. Era uma afirmação poderosa, primitiva, Linda. E no centro daquela floresta, seus lábios eram de um rosa violeta profundo, já inchados e úmidos.
Você gosta? Ela perguntou de pé, abrindo as pernas um pouco. Muita mina hoje em dia tira tudo. Eu acho que perde a graça, perde a personalidade. Eu amo, disse, e era verdade. A visão daquela negritude profunda da pele contrastando com rosa violeta úmido e a textura selvagem dos pelos me deixou completamente hipnotizado. Então, vem cá, ela ordenou, deitando-se na cama e abrindo as pernas completamente. Vem conhecer a personalidade da sua vizinha.
Eu não precisei ser convidado duas vezes. Ajoelhei-me entre suas pernas e Mergulhei meu rosto naquela buceta peluda. A textura era incrível, os pelos eram macios e sedosos, esfregando meu nariz e queixo. O cheiro era intenso, doce e terroso, puramente ela. Separei os pelos com as mãos e encontrei seu clitóris, já duro e pulsante. Lambi, chupei, dedei. Ela gemia alto, sem qualquer contenção. Emoção, seus quadris bombeando contra meu rosto.
Seus gemos eram guturais, uma música crua que me excitava ainda mais. Isso, vizinho, come essa buceta peluda, é sua! Ela gritou, puxando meus cabelos. Foi rápido e intenso. Ela gozou na minha boca com tremor violento, seus músculos internos se contraindo. Eu bebi tudo, lambendo-a limpa, passando minha língua por cada dobra, cada fio molhado de seus pelos. Ela ficou ofegante, mas seus olhos ainda estavam cheios de fogo. Virou-se de bruços, apoiando-se nos cotovelos e joelhos.
Sua bunda enorme se ergueu no ar, um monumento de carne escura e firme. E então ela fez algo que me deixou fôlego. Com as mãos, ela abriu suas próprias nádegas, expondo tudo. Entre as curvas perfeitas da sua bunda estava seu cozinho, e era rosado, um rosa surpreendentemente claro e suave, um botãozinho delicado e apertado que contrastava dramaticamente com a pele ébano ao redor. Era a coisa mais erótica que eu já tinha visto. E esse aqui Ela perguntou, olhando para trás por cima do ombro, um sorriso de rosa nos lábios.
Tá esperando o quê? Lubrificante tá na gaveta do criado-mudo. Eu estava em transe. Peguei o lubrificante, apliquei em mim e no seu anelzinho rosado que pulsava sob meu toque. A pressão para entrar foi imensa, uma resistência gloriosa. Ela gritou quando a cabeça do meu pau rompeu o esfíncter. Um grito de dor transformada instantaneamente em prazer. Agora vai, porra! Come o cozinho rosa da sua vizinha preta! Ela rosnou e eu fui.
Fudi aquele cu rosado com uma força que vinha das profundezas do meu desejo. A sensação era de calor e aperto inacreditáveis. Minhas mãos se agarravam às suas nádegas enormes. Afundando na carne firme. Meus olhos viam tudo: a bunda negra gigante balançando, a buceta peluda e úmida balançando abaixo e acima, meu pau entrando, saindo daquele portal rosa surpresa que agora me pertencia. Ela gemia sem parar, palavras soltas em um mix de português e algo que soava como yorubá.
Ela estava possuída pelo prazer e eu estava possuído por ela. Vou gozar! Vou gozar dentro desse cu lindo! Gritei, perdendo o controle. Faz isso! Enche o cozinho da G! É seu! Ela respondeu e então gritou seu próprio orgasmo, seu corpo todo tremendo. Eu explodei dentro dela, jorrando meu gozo no seu reto enquanto a segurava firme pelos quadris. Desabei ao lado dela. Ofegante. Ficamos em silêncio por um tempo. Então ela se virou e encostou a cabeça no meu peito.
Então ela sussurrou: acho que agora a gente é mais que vizinho, né? Muito mais. Concordei, minha mão descendo automaticamente para acariciar a maciez da sua bunda. E amanhã? Ela perguntou com um tom de desafio. Amanhã, disse eu, beijando seu ombro, a gente descobre o que mais a Dona G da 302 tem para oferecer. Porque hoje eu só comi o cozinho e a buceta peluda. Tenho a impressão de que o catálogo é bem mais extenso. Ela riu, um som profundo e satisfeito.
Pode apostar que é, branquelo. Pode apostar. E assim começou o meu caso com com a Gabriela, a G, minha vizinha negra gostosa de buceta peluda e cozinho rosado. A mulher que transformou o simples ato de pegar o elevador na mais eletrizante das aventuras. E tudo, tudo começou com um pacote entregue no lugar errado. O caso com a Gabriela não era mais um segredo, tornou-se um ritual, uma rotina clandestina que tingia de puro desejos corredores cinzas do prédio.
A relação era baseada em duas verdades simples: uma atração nuclear e um acordo tácito de que nada daquilo era sobre amor, mas sobre prazer puro, descomplicado. Nós éramos vizinhos com benefícios, no sentido mais literal e ardente possível. Após aquela primeira noite, estabelecemos um código, um código de varal. Se As luzes da varanda dela, a 302, estivessem acesas 21 horas, era um sinal verde. Se estivesse apagada, era um não perturbe.
Era discreto, eficiente, e evitava mensagens comprometedoras no grupo do WhatsApp do condomínio, onde Dona Célia, a síndica, reinava com mão de ferro. A primeira semana do código foi uma série de noites com a luz acesa. Eu ia até lá após o expediente, sempre com o coração acelerado. Ela nunca me recebia totalmente vestida. Às vezes era um kimono aberto, outras só uma camiseta larga que mal cobria metade das suas coxas. E sempre, sempre aquele olhar de predadora, aquele sorriso que dizia: eu sei o que você veio buscar.
E eu vou te dar. Nossa dinâmica sexual era intensa e variada. Gabriela tinha uma energia insaciável e uma imaginação perversa que combinava perfeitamente com a minha. A máquina de lavar. Ela inventou que a máquina de lavar dela tinha quebrado. Preciso usar a sua, vizinho, é urgente, disse na minha porta com um cesto de roupas na cintura. Dentro só havia lingerie preta e rendada. Claro que eu deixei, ela ficou na área de serviço do meu apartamento esperando o ciclo.
Usava um vestido preto justíssimo. Em certo momento, esqueceu uma meia-calça no chão e se abaixou para pegar. O vestido subiu, revelando que ela não usava calcinha. A A vibração daquela bunda negra e perfeita com cozinho rosado em plena exibição, apenas 1 metro de mim, foi demais. A levei contra a máquina de lavar ainda funcionando, a vibração do eletrodoméstico contra nossos corpos. Levantei seu vestido, puxei sua bunda para perto de mim e a penetrei ali mesmo pelo cozinho enquanto ela gemia e apoiava as mãos na máquina tremia.
O elevador foi o risco mais alto. Um sábado à noite, o prédio estava quieto. Entramos no elevador juntos, voltando do mercado. Ela pressionou o botão para parar entre os andares. Tô com saudade, disse simplesmente, antes de se ajoelhar e abrir meu zíper, engolindo meu pau até a base ali na cabine iluminada e com câmera. Desligada, ela garantiu depois. Eu a puxei de pé, virei-a de frente para o espelho, abaixei seus shorts e a penetrei pela buceta peluda com força.
Nossos reflexos no espelho, ela mordendo os lábios para não gritar, eu a foderando com o elevador parado entre o segundo e o terceiro andar. Foi rápido, suado e perigosamente excitante. O encontro às cegas. Ela me vendeu a ideia. Vamos fazer um play, disse excitada. Você vai entrar no meu apartamento às 20 horas. As luzes vão estar todas apagadas. Você não vai me ver, só vai me usar, e eu não vou te ver também. Foi uma das experiências mais intensas.
No escuro total, tateando, os outros sentidos se aguçavam. Encontrei-a no sofá. O cheiro de jasmim era meu farol. Minhas mãos encontraram seus seios pesados, depois a cintura fina, depois a espessura macia dos seus pelos pubianos. Ela não disse uma palavra, apenas guiou minha mão para seu clitóris úmido. Eu a dedilhei até ela gozar, silenciosa, só com a respiração ofegante. Depois Ela se virou de quatro no sofá. Minhas mãos deslizaram pelas suas costas, pela sua bunda colossal, até encontrar o cozinho rosado já lubrificado.
Penetrei-a na escuridão. O som era o principal, o som dos nossos corpos batendo, o som da sua respiração rouca, o som dos meus gemos abafados. Fudia até nós dois gozarmos, perdidos naquele vácuo negro e quente. Só acendemos a luz depois. Nos olhamos suados e rimos como loucos. Gabriela também era exibicionista. Ela adorava saber que podia ser vista. Certa vez deixou as cortinas do quarto dela entreabertas, sabendo que do meu apartamento, com binóculo que ela sabia que eu tinha, dava dava para ver tudo.
Ela se masturbou lentamente na cama sob a luz do abajur, abrindo sua buceta peluda para os dedos, depois brincando com seu cozinho rosado com vibrador pequeno. Foi um espetáculo solo feito sob medida para mim. Eu me masturbei na minha varanda olhando para ela, e tenho certeza que ela viu. Nossa relação também tinha momentos de uma intimidade estranhamente extremamente doce. Depois do sexo brutal, às vezes ficávamos na cama dela comendo pizza fria e vendo séries bestas.
Ela ficava deitada de bruços, a bunda enorme exposta, e eu massageava seus pés ou brincava com seus cachos. Nessas horas, ela não era a G, a fera sexual, era só Gabriela, uma mulher cansada que gostava de friends e azeitonas gretas na pizza. Você é um bom amante, sabia? Ela disse uma vez, de olhos fechados, enquanto eu massageava suas costas. Não é só pau, tem técnica. E você é uma deusa, respondi sinceramente. Um pacote completo: buceta peluda para me perder, cozinho rosa para me prender.
Ela riu. E a bunda grande? A bunda grande, eu disse, dando um tapinha leve na nádega esquerda, é só o cartão de visita. O ponto de virada, o momento em que percebi que aquilo era mais do que só foda, foi durante uma tempestade, um apagão geral no bairro. O prédio ficou às escuras, só com a luz fraca das lanternas dos celulares. Ela me mandou uma mensagem Tá com medo do escuro, Branquelo? Eu respondi: tô é com medo de não te achar nesse breu.
Então vem, cuidado nos degraus. Subi as escadas no escuro até o terceiro andar. A porta dela estava entreaberta. Dentro, ela tinha acendido várias velas. A luz tremeluzente dançava na sua pele negra, criando sombras sexuais nas curvas do seu corpo. Ela estava nua, só com colar de contas coloridas. A eletricidade caiu, mas a minha não, disse ela, puxando-me para dentro. O sexo naquela noite foi diferente, mais lento, mais tátil.
Com a luz das velas, cada detalhe era amplificado. A textura dos seus pelos contra minha pele, O brilho úmido do seu cozinho rosado quando eu beijava. O peso dos seus seios na minha boca. Fizemos amor. Sim, era a palavra certa naquele momento. Por horas, até as velas se apagarem uma a uma. No escuro final, ainda estávamos entrelaçados, suados, exaustos. Se o prédio nunca mais tiver luz, ela sussurrou no meu ouvido, A gente se vira.
Na manhã seguinte, a luz voltou, a rotina também, mas algo havia mudado. O código do varal continuou, mas agora às vezes a luz ficava acesa só para nós assistirmos a um filme, ou para ela me ensinar a fazer um prato da Bahia, ou para eu ajudá-la a montar um móvel. Uma tarde de domingo, estávamos na piscina. Sozinhos. Ela usava aquele biquíni fio dental escandaloso. Nadamos, rimos. De repente, ela nadou até onde eu estava, na parte rasa, e se encostou em mim, suas pernas envolvendo minha cintura debaixo d'água.
Sabe o que é engraçado? Ela perguntou, os braços em volta do meu pescoço. O quê? A gente nunca transou aqui na água. É um desperdício, concordei, minhas mãos descendo para apertar sua bunda molhada por baixo d'água. Pois é, e o pior, ela aproximou os lábios do meu ouvido, é que eu tô sem biquíni agora. Ela tinha tirado o biquíni debaixo d'água. Minhas mãos confirmaram, encontrava apenas pele quente, a curva da sua bunda dela, e logo abaixo a densidade macia dos seus pelos pubianos molhados.
Gabriela, você é— Comecei sem palavras. Eu sei o que eu sou, ela interrompeu beijando-me. Sou a sua vizinha safada, a negra gostosa do 302, a da buceta peluda e do cozinho rosa. E hoje ela guiou minha mão sua buceta já aberta e pronta. Eu sou a que vai te dar o melhor domingo da sua vida, aqui, com risco de todo mundo ver. E assim foi. Fizemos amor ali na parte rasa da piscina, com sol quente nas nossas costas, escondidos apenas pela água turva e pela nossa própria ousadia.
E quando ela gozou, seus gritos abafados ecoaram pelo vazio da área da piscina. E eu soubi com uma certeza absoluta que aquele caso tinha virado algo muito mais profundo, muito mais perigoso e muito mais perfeito do que eu jamais poderia ter imaginado. Ela era mais que uma vizinha, era uma obsessão, e eu estava disposto a pagar qualquer preço para manter a chave do apartamento 302 e de todo o corpo incrível que ele abrigava. Esse episódio de Relatos Eróticos é um patrocínio de Rosa Estimuladora.
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