No episódio de abertura da série O Homem que Perdoa, Carlos Eduardo desmascara os disfarces sofisticados que a mágoa não perdoada usa para escapar de confronto. Ancorado em Hebreus 12:15 ("rhiza" — raiz que cresce invisível) e Jeremias 17:9 (o coração enganoso), este episódio nomeia os três disfarces mais comuns: "só sendo realista", "não tenho raiva, só não procuro mais" e "já superei isso". Para o homem que nunca diria "eu não perdoei" — mas que precisa admitir que ainda dói.