Passaporte Orlando Ep. 320 - Shows Noturnos da Disney - Parte 2: Fantasmic, Luminous e Happily Ever After
Olá amigos! Bora continuar com nossa jornada pelos shows noturnos da Disney, e nesta Parte 2 vamos fazer um detalhamento bem caprichado pra destrinchar e contar tudo sobre os shows em exibição atualmente (2026), estamos falando do Fantásmic! no Hollywood Studios, do Luminous, a Symphony of Us, no EPCOT e do Happily Ever After do Magic Kingdom.
Contamos tudo que se passa nos shows, suas histórias, seus enredos, seus compositores e criadores, falamos das músicas, das narrações, ou seja, tudo pra que sua próxima visita em Orlando fique ainda mais mágica quando conhecer todo o significado por trás desses maravilhosos espetáculos!
É daqueles episódios recheados de música pra dar saudade em todo mundo que tem memórias afetivas de alguns desses shows que certamente deixaram muita saudade.
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- A jornada de imaginação do Mickey no show Fantasmic do Hollywood StudiosMickey como herói central·Vilões da Disney invadindo o sonho do Mickey·Batalha épica para retomar o controle da imaginação·Bruce Haley·Hollywood Hills Amphitheater
- O espetáculo Luminous Symphony of Us no Epcot e sua narrativa da humanidadeHistória da humanidade através da música·Mensagem de união e semelhança entre as pessoas·Heartbeat Symphony·Adrian Jumalcillo·Walt Disney
- A jornada do herói e a busca pelo Happily Ever After no Magic KingdomMonomito·Espectador como protagonista da história·Ação para realizar sonhos·Adam Watts·Melissa Pierce·Andrew Dodge
- A importância da amizade e do amor na jornada para o final felizSuporte e companheirismo·Vínculos românticos e familiares·Robin Williams·Alan Menken
- Superação de adversidades e o renascimento do castelo no Happily Ever AfterConflito e provação·Vilões e forças do caos·Reconstrução do castelo·James Earl Jones
Este episódio do Passaporte Orlando é um oferecimento dos nossos colaboradores. Bem-vindos ao Passaporte Orlando. Olá, amigos! Bem-vindos a mais um episódio do Passaporte Orlando. Eu sou Felipe e eu sou a Ju. Então vamos lá para a parte 2 desse nosso grande especial sobre os shows noturnos dos parques da Disney. Se você chegou aqui agora nesse episódio 320 e quiser entender exatamente como que a gente chegou até esse ponto, volta no episódio 319 que a gente contou toda a história de todos os shows noturnos que já tiveram nos parques da Disney de Orlando.
E agora nesse episódio aqui a gente vai seguir especificamente falando dos 3 grandes shows em andamento, né, em exibição atualmente no Epcot, que é o Illuminations, no Hollywood Studios, que é o Fantasmic, e no Magic Kingdom, que é o Happily Ever After. Então bora lá para continuar e terminar aqui esse papo legal sobre shows noturnos dos parques Disney. E a gente dá aquelas miuçadas mais detalhadas com musiquinha e tudo mais, que vai ser bem legal.
E vou tomar um monte de flag do Spotify porque eu não vou resistir, vou colocar um monte de música aqui. Bom, mais uma vez lembrando aqui do nosso email, que é o podcast@passaporteorlando.com.br, para você mandar sua sugestão, crítica, elogio, momento mágico, perrengue, o que quiser compartilhar com a gente, fica à vontade. Você também pode mandar para esse email seu pedido de cotação para você fazer sua viagem aqui com a gente do Passaporte Orlando, né, Ju?
Com certeza, estamos aí já todo vapor aí para o segundo semestre, já começo de 2027. Já temos muitas festas de Halloween esgotadas, da Disney. Então quem quiser ainda, tiver esperança, tem algumas datas em outubro, poucas, tá? Agora reta final, tá? Halloween Horror Nights também, esse eu não costumo esgotar, mas já é bom ir comprando também. Festas de Natal, Mickey's Very Merry Christmas Party e o Dollywood Nights também temos à venda.
Lembrando que tá com promoção de hotel da Universal, acima de 5 diárias tem desconto. Promoção vai para hospedagem até mais ou menos o primeiro trimestre de 2027, então tem bastante tempo, tá valendo muito a pena. Sempre, né? Hotel Disney, locação de casa, locação de carro, tudo para fazer a sua viagem acontecer na melhor época do ano, que é o final do ano e começo do ano, porque é frio, é frio. Então, se você quer curtir de fato o parque sem ficar suando, melado, vá a partir de outubro aí até março, que você vai pegar um climinha delícia.
E é isso. Se você também entrar lá no nosso site passaportoholanda.com.br, tem lá os links para nossa loja online de ingressos. Lembrando que se você quiser um atendimento um pouco mais personalizado, fala aqui com a gente, fala aqui com a Ju. Você pode falar com a gente tanto pelo email podcast@passaportolando.com.br quanto também pelo nosso Instagram, né? Entra lá em contato com a gente pelas mensagens, conversa com a gente por lá, que depois eu passo o número de WhatsApp, coisa pra gente falar de forma mais rápida e direta, pra de repente você fazer sua cotação e comprar seu serviço de viagem aqui com a gente. E aí participa lá do nosso Momento Boa Viagem e tudo mais, não é verdade, Jota?
Exatamente.
Então vamos lá, Ju. Então na primeira parte desse episódio aqui, né, dessa grande especial dos shows, a gente falou do histórico de todos os shows que tem nos 4 parques da Disney, na verdade.
Falamos, falamos.
Então agora, neste episódio, a gente vai focar bastante em falar dos 3 grandes shows, a gente pode chamar do Big 3, que estão atualmente, né? A gente tá gravando esse episódio aqui em setembro de 2026, né? Então se você ouvir esse episódio daqui a 10 anos, pode ser que as coisas tenham mudado um pouquinho. Mas atualmente a gente tem os 3 grandes shows ainda em operação nos 3 parques. Então Fantasmic lá no Hollywood Studios, o Luminous lá no Epcot E o Happily Ever After lá no Mad King.
Então a ideia agora, a gente vai pegar e vai falar bem detalhadamente de cada um desses 3, né? A gente vai fazer aquela narração explicando exatamente tudo que vai acontecendo enquanto a gente vai colocando a musiquinha dele aqui para vocês acompanharem, entenderem a história, o enredo que tá sendo falado, certo?
Certo.
Então vamos lá, Phantasmic, João. Opa, qual que é a história do Phantasmic?
É enrolada. Eu digo que é o roteiro de milhões de centavos.
Você sempre fala isso do Phantasmic, mas ele tem um roteirinho bonitinho, funciona.
Qual é o roteiro?
Me fala.
Então, a ideia geral dele, qual que é? Que é um show que tem como herói central o Mickey. É o único, né? Que é o chefe, o rato, o chefe da bagaça toda. Ele é o herói central. A gente não tem outro show em Orlando que seja o Mickey, né?
Sim.
Qual que é a ideia? É o show que é uma viagem, literal, uma viagem, né? Você diria uma viagem na maionese?
É uma viagem na imaginação.
É uma viagem literal dentro da imaginação do Mickey, especialmente o Mickey na figura do Aprendiz de Feiticeiro lá do Fantasia, que É o Mickey símbolo do Hollywood Studios, mas especialmente desse show, né.
Sim.
Meio que o enredo começa mostrando, assim, o quanto bela e criativa e poderosa, obviamente, é a mente do Mickey. Que ela pode ser povoada por maravilhas e sonhos. Só que aí, obviamente, no meio do caminho, os vilões da Disney percebem que o Mickey tem esse poder, né, da imaginação na mente dele. E aí, eles invadem o sonho dele. Oh, não! Transformando esse sonho num pesadelo, pra tentar dominar a mente do Mickey. E aí, obviamente que tem uma batalha épica do Mickey pra retomar o controle da sua própria imaginação.
Provando que o bem e a coragem são mais fortes do que o medo. Ó, você viu? Viu? Eu falei que tem um enredo bonitinho.
Então, assim, na hora lá assistindo, tudo bem, é imagination, isso é uma imagination. Mas você não tem essa noção tanto desse roteiro, mas você vai mais assoprado de momentos Disney, né? Isso que você tá me contando, assim, não que seja uma super novidade, mas é algo que tá na cabeça de alguém. Na prática, você enxerga isso aí?
Ah, dá pra enxergar, lógico que dá. Inclusive, a própria narração dos personagens, você vai pegando aqui.
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Inclusive, agora quem tá ouvindo esse episódio já editado vai perceber que toda vez que a gente falar algumas coisas aqui dentro da história, você vai ver que tem algum texto, alguma coisa que vai encaixando com esse roteiro, entendeu?
É, ok. Acho que eu fiquei devendo então na interpretação de texto ao longo do tempo.
Você costuma fazer isso.
Para mim é um grande apanhado de momentos Disney.
Nunca deixei de ser.
Então, e esse apanhado de momentos Disney, para mim, antes dessa explicação, não fazia muito sentido, né? Mas vamos lá, vamos lá, vamos lá.
Todo show da Disney é um grande apanhado de coisas Disney, é um grande coxa de retalho de coisas Disney que eles vão costurando para contar a história. Mas assim, o lance é fazer isso direito para contar essa história, e aqui eu acho que eles até fazem bem assim.
Eu acho que melhorou, melhorou. Acho que essa versão atual ela tá mais legal.
Ah, com certeza, com certeza.
Aquela versão antiga que tinha aquela cena imensa da Mulan, aquilo para mim não entrava na minha cabeça.
Mas vamos lá, vamos começar agora com o Show Fantasmic, com essa trilha sonora maravilhosa composta por Bruce Haley.
E aí já vai um elogio para a versão nova, que foi o incremento das luzes, né? Antigamente assim começaram mais apagadinha, agora tem tem luz até na alma assim, deve dar para ver da lua o Fantasmic.
Sim, e é o estádio maravilhoso com palco todo próprio, cheio de chafariz na frente, com muita holofote. Então visualmente é um show espetacular assim, né?
E é legal o Fantasmic de Orlando por ser um estádio com uma estrutura legal, né? Porque o Fantasmic original, né, da Califórnia, ele é um sofrimento, né? Basicamente só quem chegou 2 da tarde consegue ver bem o Fantasmic, aqui não. Ele é muito legal de assistir porque tá plateia imensa, imensa, imensa, imensa.
Esse show Fantasmic, ele tem atos, ele tem alguns atos que a gente vai vendo a história se desenrolar, né, ao longo dela. E a gente começa o show pelo ato que é o Despertar da Imaginação, onde a magia, né, floresce ao som do tema original ali do Fantasmic, né, e do Aprendiz Feiticeiro, do Fantasia. Com o Mickey ali orquestrando águas dançantes. E é muito legal ver esse começo aí, justamente por isso. Porque entra o Mickey com um terninho bonitinho.
E aí, ele começa a fazer as águas subirem e tal. É muito legal, né. Até o momento que... Isso vai acontecer em vários momentos do show. Que eles abrem umas cortinas de água, que é jogada assim nas 3 direções principais. Centro, esquerda e direita. E aí, eles projetam filmes, imagens nessas cortinas de água. Então a gente, logo de cara, depois dessa abertura do Mickey em pessoa no palco ali, regendo as águas, a gente vê essa cortina de água.
E a gente vê a presença do Mickey Feiticeiro também, fazendo ali suas magias. Dias e regendo a água. Você mistura, muito legal, você mistura o visual do Mickey na projeção projecção com água real espirrando ali na galera, que é muito legal.
E já teve fogo saindo da mão do Mickey, né?
Sim, ele solta fogos da mão. Eu achei esse show muito legal, ele é muito caprichado. Logo depois dessa música, quando entra o Mickey Feiticeiro, ao longo desse show vai ter muita referência visual ao filme Fantasia, justamente por ser o Mickey Feiticeiro, ser do filme Fantasia. Acho que esse show bebe muito da fonte do filme Fantasia. A gente vai ver várias referências visuais ali projetadas na água ao filme fantasia. É bem legal, eu acho bem legal.
E aí a gente, logo depois desse momento com essa música aqui que vai ficando mais levinha, a gente transiciona para o segundo ato, né, para o segundo capítulo desse show, que se chama O Reino Animal e a Selva. Onde a natureza vai ganhar vida na imaginação do Mickey e traz alguns personagens e músicas clássicas ali, por exemplo, do Rei Leão ou do Rei Louie, do Mowgli. E é quando a gente vê no palco aparecendo vários animais. Esses animais neon, é um negócio muito legal. Não é neon, ela é luz negra, né? Luz reflexiva, né?
Fluorescente.
Fluorescente, essa palavra.
Um monte de coisa de luz fluorescente. Aí é uma alegria, aparece primeiro o barco com os macacos. É o mesmo barco, será?
Acho que é diferente. Não, porque eles não é uma decoração, tem outra decoração.
Em tão pouco tempo.
É diferente. O visual é muito bonito, tudo neon ali, é bem legal. E aí não tem como errar quando você tem a trilha sonora do Rei Leão, né?
É só instrumental, né?
É só instrumental. A gente tem projeções ali na cortina de água com umas bolhas subindo, bem legal, com vários personagens, especialmente personagens animais, né, de vários filmes que tem animais.
Tá chamando o Mogli de animal?
Não, mas o Mogli vive com vários animais.
Tá chamando anões de animal?
Pois é, agora que eu percebi, começou a aparecer outros também. Eu vi que começou a aparecer outros também. Eu errei, eu errei, errei feio e rude. Temos referências a Pinóquio, vários, até seres míticos aparecem nessa sequência.
O Mushu, Mulan. Agora é a fase da apresentação dos personagens queridos, né? Até os pratinhos da Bela e a Fera. Aí é um mix, né, de músicas e os personagens e momentos queridos.
Ele transicionou, ele saiu do que tava falando só de selva animal e começou a falar de todas as animações.
Aí elogia o roteiro. Gente, não fiquem bravos, eu adoro esse show.
Sabe o que eu acho legal? Quando tem essa projeção nas cortinas de água, que fica tudo meio 3D, porque tem uma névoa que é formada ali, né? E aí ele fica uma coisa meio 3D assim. E aí a gente tem mais uma transição para o próximo. Quem finaliza essa sessão é o grilo falante, né, numa cena do Pinóquio, obviamente. Que entra um momento até meio tenso ali da baleia monstro do Pinóquio, meio como se ela tivesse atacando ele ali.
Aí vai entrar na parte do nervoso, né? Clima mudou, agora é tipo de ansiedade.
É, a gente entrou no momento que ele— acho que no sonho ele começa a se afogar lá com a baleia monstro ali atacando ele, né? E aí ele pede realmente o suporte dos heróis. Então agora a gente entra no próximo capítulo, que é a jornada dos heróis, onde o sonho vai focar na coragem de lutar pelo que é certo. Aí entra algumas cenas épicas de alguns heróis aí.
Aí é live, tá?
Aí é ao vivo. A gente saiu da animação ali projetada, né? E a gente entra no primeiro heroína que vem acudir o Mickey, é a Pocahontas cantando Riverbend.
A Pocahontas ao vivo, mas os outros heróis aparecem também, dão ar da graça aí de projeção.
Sim.
E a música continua fazendo um mix de músicas de heróis. Então antigamente era um trecho longo só da Pocahontas, né, que tinha uma guerra e tal. Esse para mim era o ápice do roteiro estranho, cambólico. Mas agora não, agora ficou mais legal.
É porque eles fizeram o que era um trecho só da Pocahontas, eles trouxeram vários outros personagens. Então da Pocahontas ela aparece rapidinho e aí a gente transiciona para uma cena da Mulan ao vivo. Aí entra a Mulan e o o general namorado dela, que eu esqueci o nome dele agora, lutando, né, fazendo uns movimentos de kung fu ali no palco com a música da Mulan tocando ao fundo também, bem legal.
Aí vem o nosso próximo herói, que é o Aladim.
Então a cena do Aladim já é um pouco mais longa, mostra o Aladim fugindo dos guardas e tudo mais.
Aí já tem até dublê, né? Dublê, porque ele faz uns malabarismos. Os bandidos, né, que estão atrás dele—
não, os bandidos são os guardas, são os guardas, né? São os guardas, ele é o bandido.
A história do Aladim, ela é É um pouco controversa, né? A gente torce pro anti-herói, né?
Exatamente. Mas aí eles ficam fugindo, sobe ali, escala a parede, e aí o Aladim pula com uma corda. É bem legal. E logo depois do pulo do Aladim, a gente vai ver um pouquinho mais de Aladim projetado ali. Em seguida, a próxima heroína que entra logo depois do Aladdin é a Frozen, a Elsa cantando Show Yourself. Que apesar do Frozen 2 para mim ser um filme extremamente esquecível, Eu gosto dessa música, eu acho essa música muito boa. E aí, Dina Manzel manda bem para caramba no vocal, para variar, né?
Essa canta.
Aí aparece a Elsa. Ali no palco mesmo, fazendo ali a mágica dela. As águas se movem com ela como se fosse gelo, então é bem legal. Aí, obviamente que depois da Frozen, depois da Elsa, a heroína que nunca pode faltar, temos Moana. É, a gente entra com uma narração da avó da Moana do filme. Projeção ali na cortina de água da Raya, né, que é a avó dela depois que ela reencarna. Aí a Moana entra no palco, bem legal. Ela vem ao vivo ali, ela pisa na água, parece que ela vai pisar na água, mas na verdade tem uma plataforminha ali.
Aí ela passa pelo meio dos chafariz de água, bem legal a sessão da Moana. Usando ali o poder dela de controlar água, né? A água que é amiga dela, os oceanos, né? O mar que é amiga dela, né, no filme.
E aí é a conclusão, né, que os heróis— aí volta às projeções dizendo que os heróis estão lá, estão presentes na imaginação do Mickey. Tudo na imaginação do Mickey.
E a gente já emenda, né, depois da essa sessão dos heróis, vem o próximo capítulo, a próxima sessão desse show, que é o conto de fadas, onde o romance ilumina as águas com barcos flutuantes carregando ali os casais. Então a gente entra no momento romântico do show, certo?
Tudo é na imaginação do meio.
É, você viu só?
Agora virou um romântico. Ele teve um pesadelo, aí os heróis ajudaram, aí agora ele ficou animado e tá romântico.
Exatamente. Aí as cores ficam mais avermelhadas, ali nas luzes que iluminam os chafarizes. Tem até projeção de raio laser da rosa da Bela e a Fera ali no palco. E aí entra os barcos com os casais. Quais casais aparecem, Ju?
O melhor Thor, a Velha Fera, claro, certo? Aí a Pequena Sereia e o Príncipe Eric, certo? E a Branca de Neve e o Príncipe Encantado, que não tem nome, né? Não tem nome porque é uma menção irrelevante.
Cada hora que passa o barco bem no centro de um dos casais, a projeção de laser reflete aquele casal, tá vendo?
Sim, e apaga, né? Quando tá a música deles, eles estão com o barco aceso. Aí quando troca para música, apaga a luz do barco e o outro barco que ilumina.
Então é bem bonito, é bem legal. Esses laser, essa projeção no fundo é uma coisa nova, né, dessa versão mais recente aí do Fantasmic, né. Então quando passa a Pequena Sereia e o Eric, o laser faz uma concha, né. E quando passa Branca de Neve, parece um lacinho vermelho dela. Só que aí, Ju, a gente já transiciona para o próximo, para o próximo ato, para o próximo ato, que é o Pesadelo dos Vilões.
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Famed is thy beauty, Majesty, but hold, 3 lovelier Então a Rainha Má, ela toma o palco ao vivo ali, logo depois que os casais passam, né? E ela vai convocar os outros vilões para tentar tomar a imaginação do Mickey. Sim, ela chama o— aí vem a projeção ali na cortina de água do espelho da Rainha Má, não é verdade? Sim. E aí ela ela vai convocar a Úrsula, Cruella, o Scar, o Jafar, o Hades, o Chernabog, todos os grandes vilões ali para tentar ali corromper o sonho do Mickey.
Essa é a hora escura, com fogos.
Sim, ela tem um caldeirão ali que ela começa a fazer no caldeirão ali uma magia malvada ali para convocar os outros vilões. A gente tem um show de pirotecnia ali maravilhoso no palco, que a Rainha Má se transforma na bruxa velha, a bruxa que vai dar a maçã para Branca de Neve. Agora ela vai convocar os vilões e a gente vai ver esses vilões aparecendo nas projeções. Eles vão atendendo o chamado, eles vão morfando ali na projeção.
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Let's do the job and take his spirit tonight.
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Fazer uma reclamação técnica aqui que o Gastão nunca tá nos vilões porque ele é bonitão e é errado. O Gastão é muito vilão e ele nunca tá só porque ele não é desses da turma do mauzão assim. O Gastão é muito vilão.
Ele é bem vilão. E aí, acho que o último vilão dessa sessão aí, que os vilões vão aparecendo todos, é o Jafar. E a gente entra pra uma cena do Mickey voando no tapete mágico do Aladdin. Exatamente a mesma cena do filme do Aladdin, só que eles trocaram Aladdin pelo Mickey. Como se ele tivesse sido preso ali pelo Jafar na caverna dos tesouros, né. E a gente aí tem o Jafar aparecendo na forma de serpente no palco, né? Aí tudo acende, você tem uma serpentona ao vivo.
Esse é ao vivo, aí ao vivo. Aí tá o Mickey ao vivo fugindo da serpente gigante ali no palco, bem legal.
Sempre tenho medo quando acende os olhos, a lanterna, os olhos da serpente, é um tipo um farol, uma lanternona assim, né?
Um holofote.
Obrigada, o vocabulário está problemático.
Ele vira para o público, né? Como se ele tivesse caçando a gente, né?
Então fica aquela fecho de luz assim direto do olho da serpente. Aí eu acho sempre me impressiona.
E é um momento tenso que ainda o Mickey ainda está sendo caçado, só que aí no palco ele acha a lâmpada do gênio.
Sorte, hein?
Que sorte, né?
Tava bem na frente dele o tempo todo.
E a lâmpada do gênio que vai salvar salvar o Mickey do Jafar, né, do Jafar Serpente.
Lembrando que é tudo na imaginação do Mickey, tá? Exatamente, o Mickey nunca esteve em risco de verdade.
Só que aí, quando a lâmpada do gênio salva o Mickey do Jafar, quem aparece é o Hades. Aí, de repente, o Hades vira o Chernabog. A gente volta a ter mais uma grande referência aqui ao filme Fantasia. Mickey's thoughts arose so noble.
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Quando Chernabog e quando ele convoca ali uns espíritos, é uma cena bem medonha que tirada diretamente do filme Fantasia. O diabo Diabão. Eu sempre achei bem tenebroso esse Diabão.
É tenebroso mesmo.
Aí vem umas caveiras, uns fantasmas. Eu acho muito doida essa cena, pensar que isso aí tava numa animação infantil lá que o Walt Disney fez no Fantasia e que faz parte de um dos principais shows do encerramento. Exatamente. Mas Pesadelo é isso aí, você não concorda? E é o cheiro na boca que bota até fogo ali na água um pouquinho, né?
Bota e dá calor, hein?
E dá calor. É que na verdade o maior fogo vem daqui a pouquinho.
Ah, é? Não é ainda?
E aí depois do cheiro na boca quem volta para o palco é a Malévola.
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Agora sempre me lembra o Tim do Holy Grail.
Pois é, mas quando a Malévola chega no palco, você vê ela lá ao vivo ali. Ali no teatro, ela começa a fazer um show-off do caceta ali com a projeção ali, né? E aí a gente vê que na verdade ela tá se transformando no dragãozão do filme da Bela Adormecida.
Ainda debochando do Mickey, né, da imaginação dele.
Exatamente. Então a Malévola, enquanto ela tá se transformando no dragãozão, todos os vilões que estão ali estão ali tirando sarro e se juntando ali para continuar o domínio da imaginação do Mickey. E aí, Ju, o que acontece nesse momento?
Aí parece um dragãozão ao vivo, ao vivaço ali, enorme, enorme, monstruoso, gigantão, também com os olhos iluminados que dá medo, soltando fogo pela boca. E aí que vem a hora do calor, ele tá Taca fogo no lago na frente de todo mundo. Fogo na água, essa dá calor.
Bom, eu acabei não falando, mas esse pedaço que a gente tá agora vivendo é o capítulo que é a batalha final, é justamente o momento que o Mickey agora começa a lutar para tentar recuperar o sonho dele.
Começa com ele tentando apagar o fogo.
Sim, ele usa a própria imaginação para controlar as águas. É, ué, eles usam imaginação, poder da imaginação, Ju, para controlar as águas e apagar o fogo que a Malévola tacou ali na gente. E aí ele acha ali, por— olha que sorte, a espada, a espada do Rei Arthur, né, a Excalibur, que tá jogada.
É que nem a espada de Grifindor, ela aparece Quando ela precisa, é que nem a sala do— a sala precisa, aí aparece a espada do Rei Arthur na hora certa.
Ela tá fincada na pedra, aí o Mickey vai lá, pega a espada, e a espada dá um tiro, um tiro de fogos de artifício ali, e derrota os vilões. Derrota o Leilões e o Mickey recupera o poder dele, recupera a imaginação dele.
Será que a espada de Grifinória é a espada do Rei Arthur?
Tá tudo em inglês.
Caramba, é verdade, Fê, é verdade! Na hora que precisa, ele conseguiu tirar a espada da pedra.
Só que o Gasparetto, ele não tinha na pedra, ele tinha no chapéu.
Depende, vai ver que lá atrás não era do chapéu, era da pedra.
Sim, ok.
Será?
Nossa, que tangente que você foi agora, hein?
Imaginação, não é tudo na imaginação? Então eu tô entrando no tema, certo?
Bom, e aí com os vilões vencidos, né, a gente entra na parte final, né, que é justamente a grande final desse show, né? Sininho que puxa ali mais uma vez a música A música sendo grandiosa ali, a música original desse show. E aí, quando a luz retorna, né, todos os personagens, todos os personagens do bem. E aí que a gente tem a crescente maravilhosa, e todos os personagens bons vão vir aqui com ele comemorar. Onde, Ju? No barco, no Steamboat Willie.
Mas eu gostei da minha teoria da espada de Gryffindor ser a espada do Harry Potter.
Nossa Senhora, ok, escreva um paper sobre isso.
Vou fazer. A espada do Harry Potter era a espada do God Gryffindor.
Então entra o Steamboat Willie, o barco a vapor do Mickey original, né, com o Mickey original, o primeiro Mickey da primeira animação do Walt, vem pilotando ali o Steamboat Willie com praticamente todos os personagens possíveis que eles arranjaram no parque e com roupa pra colocar ali. Você quer saber uma curiosidade sobre essa cena do barco, Ju?
Quero.
Sabe de todos esses personagens que estão no barco quem que é o que tem o maior salário? Eu sei, me fala quem.
Ariel.
Por quê?
Por causa da periculosidade.
Exatamente, ela ganha periculosidade porque ela não sai na hora dos fogos, né? Eles cobrem ela, ela tá sentada porque ela tá com o rabo de sereia dela. Então, se por acaso tiver algum problema de incêndio, ela vai ter mais dificuldade pra sair.
E a periculosidade aumenta o salário.
Então, a periculosidade aumenta o salário, exatamente. Porque a gente tem muitos fogos, né. A hora que o barco passa, nossa, sai fogo pra tudo quanto é lado. E depois que o barco termina de passar, né, porque a gente não pode ter 2 Mickey simultâneos no palco, né. Então o barco apaga, os barcos saem. E aí, o Mickey Feiticeira aparece lá no topo da montanha. O Mickey feiticeiro mesmo, com a roupa de Mickey feiticeiro. E aí ele tava dando um showzão ali, controlando os fogos, atirando fogo para tudo que tem para aparecer tá no ar, tá?
É chafariz, é laser, é luz, holofote, é fogos. E o Mickey lá em cima fazendo um showzão dele ali.
Essa é uma hora forte candidata já ter gente chorando.
Faz tempo já, se botou ele, a galera já tá se pulando ali já. Só que é o Mickey, ele faz uma magia, eles aparecem lá de cima e aparecem embaixo. É muito doido, é muito legal. E aí a galera vai à loucura, a galera vai à loucura com Mickey Mouse.
E aí a frase que é a frase Que é só uma imaginação. Então quer dizer, na verdade, na verdade, ele tava dormindo, aí ele sonhou tudo isso e a gente acompanhou, porque na verdade ele não tava acordado, certo? Nada disso aconteceu de verdade. Sabe aquele filme que você assiste, que você sofre, que você vai, chega lá no final, era tudo um sonho? Tipo Twilight, a última parte. Aconteceu tudo isso, tudo isso, e era tudo na cabeça do Mickey.
Olha, mas se você pensar no filme do Freddy Krueger, que se você morre no seu sonho você morre na vida real, é aí complicava. No Matrix, se você morre dentro da Matrix, você morre no mundo real, tá vendo? E vai que a imaginação do Mickey, o poder da imaginação dele é tão forte que se ele morresse na imaginação, ele morria na vida real.
Mickey não morre, Mickey é imortal.
Mas e se os vilões tivessem dominado a mente dele, ele não tivesse conseguido revidar, e aí os vilões iam tomar o corpo do Mickey?
Nossa, era muito grave, você viu? Era muito grave. Imagina os vilões com do lançamento do Mickey.
Exatamente, esse é o verdadeiro luta do bem contra o mal nesse show.
Viu como é importante a imaginação do Mickey?
Viu só? Mickey venceu. Mas é isso, então assim termina esse maravilhoso show do Hollywood Studios. E só com uma curiosidade aqui, né, Jô? Esse teatro que a gente vê o Show do Fantasma, que chama Hollywood Hills Amphitheater, ele acomoda cerca de 10 mil pessoas. Então cabe gente para caramba nessa plateia. E isso quer dizer o quê? Aqui é um desses shows que assim, acho que tirando dias de altíssima lotação, você não precisa chegar tão cedo assim para ver ele, concorda?
Normalmente uns 20 minutos, né?
Tem que andar bastante porque você entra, a entrada do Fantasma que fica ali entre a torre, a Tower of Terror, e o palco do show da Bela e a Fera, né? E aí você vai andando, é um corredor longo que você anda para caramba para chegar lá. Se você chega muito tarde, você vai acabar acaba sentando muito nas laterais. Aí às vezes não é a melhor visão que você vai ter do show.
É, mas uma dica é tentar chegar lá já com a sua snack, porque até vende ali, mas a fila é insana.
Sim.
Então já pega ali na praça central sua pipoca, o snack que você vai querer comer, seu refri, para sentar e assistir, porque as filas que ficam lá são muito grandes.
São, exatamente. Vamos falar agora então, Ju, do Luminous Symphony of Us, o show que está em ativo hoje lá no Epcot para encerrar nosso dia. Sim, muito bonito, muito bonito, muito bonito. Bom, qual que é a história do enredo do Luminous? É um espetáculo que ele não tem uma narrativa muito tradicional ali focada em um herói, né, mas ele conta na verdade um pouco da história da humanidade. Realidade, né, da natureza humana. O enredo, ele vai levar a gente, por isso que ele fala Sinfonia Avança, é uma sinfonia, ele vai contar a história da humanidade através da música.
Ele leva a gente ali por partes da vida que são inevitáveis, que todo mundo tem que lidar, né, do nascimento, infância, passando por descobertas de amor, amizade, pelas dores inevitáveis de luto e perda, de coração partido, até retornar ali a um sentimento de superação e unidade coletiva. Isso é o que o Harmonious não tinha, entendeu? Essa coisa, essa alma que o Luminous tem, que é muito bom. É bonito mesmo, é muito bonito, é muito bonito.
Então o mote principal do Luminous é justamente isso, é mostrar que não importa de onde viemos, nós todos somos muito mais parecidos do que somos diferentes. E o show, ele começa muito parecido com o que tinha antes, todo o ambiente ali em volta do lago do World Showcase. Ele vai se preparando para a gente ver esse show ao redor ali do lago. Então quando tá perto mais ou menos, né, de começar o show, acende as tochas ao redor do lago ali e entra uma música, uma pré-música, uma música de pré-show que eles chamam, né?
E fica tocando várias músicas de vários estilos, muito assim. Dessa vez é uma música um pouco, vai, lounge music, é uma música meio genérica que ela não remete a nada, mas ela remete a vários estilos musicais de países que estão no World Showcase. Se você for ouvir o playlist inteiro, loop completo dessa música, você vai ver que tem vários estilos de música músicas meio genéricas, mas música meio de lounge assim, eletrônica, mas sem cantoria nem nada, meio que para já colocar no clima.
Então agora que está ouvindo ao fundo aqui dessa nossa conversa, tem um pedacinho de algumas dessas músicas do pré-show. Aí quando realmente o show começa, né, diminui as luzes do ambiente todo, cai aquela música e entra a abertura do show, que é uma saudação em várias línguas diferentes, especialmente mais uma vez ligado aos países e aos povos que estão representados ali no World World Showcase. E se você notar, enquanto está tendo essa saudação na linguagem de cada um dos países, olha em volta da lagoa do World Showcase, você vai ver uma estrela cadente, um tiro de fogos de artifício saindo de cada um dos países.
Na hora que ele fala naquela língua, sai daquele país. É incrível como eles fazem essa sincronização, né? E aí quando termina, quando dá o último, quando vai entrar a narração, explode tudo, acende o meio do lago, dos holofotes. E aí começa o show de fogos de verdade.
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Welcome! Bem-vindos! Velkommen! Karibu! Hoi nhiên! Velkommen!
Bienvenidos!
Welcome!
E esse show, né, ele também é dividido em alguns capítulos, em alguns movimentos, como uma sinfonia.
Na verdade, chama, né, Sinfonia Vassa.
A Sinfonia Vassa, exatamente. Exato. Você viu só que coisa? Não é coincidência, né?
Que coisa, né? E as músicas, elas têm um arranjo diferente, né? Então todas as músicas, elas têm, tirando a música oficial, né, elas têm um mashup.
Tem um mashup, sim. Não, a seleção das músicas para cada um dos capítulos também E o arranjo, é o arranjo. Esse show eles capricharam de verdade. Aqui eles, toda cagada que eles fizeram no Harmonious, aqui eles se desculparam com louvor, assim, sabe? A Disney mandou bem demais. Então quais que são esses capítulos do show do Luminous? Tem o primeiro que se chama O Grande Encontro, que é a união das diferentes nações do parque, né?
As vozes de cada pavilhão dão boas-vindas antes do primeiro grande ato ao som da música original, né, que se chama Heartbeat Symphony, que pô, é maravilhosa. Eu gosto muito dessa música original aqui.
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Então aí, nessa abertura desse grande encontro, né, o Great Gathering, vem a narração, né, da narradora falando aqui o texto que dá o tom de todo esse show. Eu já vou fazer a tradução aqui para português do que que ela fala. Então ela diz assim: cada pessoa nesta terra é parte da nossa grande sinfonia. Cada um de nós é um instrumento único tocando em harmonia uns com os outros. E embora todos estejamos tocando partes diferentes, é o nosso batimento cardíaco unificado que nos conecta, lembrando-nos de que somos mais semelhantes do que diferentes.
Uma rapsódia de ritmos que nos une e nos conecta por meio de afinidades do coração. Ou seja, uma mensagem belíssima que esse show traz e que ele vai contar pra gente a partir deste momento através da música. Essa é a primeira música original desse show, né? Belíssima música chamada Heartbeat Symphony, composta por Adrian Jumalcillo. Dilli, Scott Hoying, Sheila McDonald, e com arranjos de Steph Fink, Pinar Toprak, David Pierce.
E quem performa esse vocal maravilhoso é a própria Sheila McDonald. E aí, depois desse primeiro encontro, né, a gente vem para o primeiro ato ali dos muitos momentos da vida humana que eles estão querendo celebrar. Então é nascimento e paternidade. Então apresenta ali o início da vida e os cuidados que as pessoas têm que ter com as outras. E na abertura deste ato, né, de nascimento, né, o birth, a gente volta com a narração para mais uma vez dar o tom dessa próxima sessão, né, desse próximo capítulo.
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Quando a narradora fala: quando nascemos, viemos a este mundo como um ruído bruto, embalados em ternura. Nós nos afinamos com o mundo ao nosso redor. As músicas que embalam esse capítulo vem muito do filme Tarzan e a música You'll Be in My Heart, num arranjo ali também cheio de línguas diferentes. Como a Ju falou, eles mudam um pouco o arranjo com as línguas. Então nada mais justo aqui, né, para começar esse ato, como You'll Be in My Heart com o Tarzan.
Já o segundo ato é um ato chamado Laços Familiares, que justamente é para falar do orgulho das nossas raízes dentro da nossa família. E aí a narradora volta mais uma vez para introduzir o próximo capítulo e ela diz o seguinte: começamos a entender o que o nosso instrumento pode fazer. Encontramos a nossa voz e adicionamos ao conjunto dos nossos antepassados, a nossa família. E obviamente que ela fala espanhol para já trazer o tom do que vem depois.
E aí, que que eles evocam aqui, Ju? Coco, Proud Coração. O som que toca aqui, que é justamente para celebrar. Então todo esse trecho aqui de laços familiares, né, afinal de contas tem algum povo que tem mais laço familiar do que latino, que mexicano, né? Então realmente a escolha aqui também foi perfeita. Eu adoro essa música, essa música é muito boa, é muito boa.
Aliás, difícil, é uma trilha maravilhosa, é algo fora do padrão, né?
Não tem erro, põe música de coco que não erra, né? E aí o próximo capítulo, né, é focado em torno da amizade, né? Então seria alegria de infância dos companheiros e as amizades que a gente faz ao longo do caminho da nossa vida.
Mais uma vez a narradora volta para introduzir o próximo capítulo e ela diz o seguinte: começamos a reconhecer a música nos outros, trocando notas e improvisando. Música becomes play.
Mais uma vez a narradora volta para introduzir o próximo capítulo e ela diz o seguinte: começamos a reconhecer a música nos outros, trocando notas e utilizando. A música se torna uma brincadeira. E aqui, obviamente, que para celebrar isso eles trouxeram filmes como Toy Story e Aladdin. Então a gente tem You Gotta Find Me e A Friend Like Me, né? Nada mais justo. E aí a gente pula pro próximo, que já é o próximo capítulo da evolução da história humana.
Então a gente vai falar de romance, que é aquele momento que a gente celebra que a gente encontrou alguém pra dividir a vida do nosso lado, não é verdade?
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E mais uma vez a narradora volta para dar o tom e ela fala o seguinte: às vezes encontramos outra pessoa e nossas melodias se misturam. Misturam. E de repente, com o vibrar das cordas do nosso coração, nosso mundo se torna um dueto. Aqui essa cordas do coração, ela fala heartstrings. Eu não sei exatamente qual que seria a tradução disso, mas é para dizer que é como se fosse uma corda de instrumento, né, usando o coração, sentimentos como cordas de instrumento se misturando, né.
Interessante, bonito mais uma vez, né. E aí a gente vai vir com mais uma música de filmes da Disney. Qual deles?
Quem?
Quem?
Quem?
Quem? Não Não lembro, me lembro.
Encantada, é a música da Encantada, So Close.
Ah, é verdade que eles lembram quem existe Encantada, que eles lembram que existe Encantada, que é uma princesa da Disney.
São muito boas, são boas. Alan Menken, né, pô, é um baita compositor. E aí eles trazem também essa música de momento, também fica incrível aqui esse momento romântico embalado por So Close. E essa música é linda, essa música é muito bonita.
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Mas, né, infelizmente a vida não é feita só de coisas boas, né? Então a gente também passa, né, todos nós passamos por momentos de perda, de luto, infelizmente. E aí a solidão e as dificuldades que todos enfrentamos serve como um momento assim de maior vulnerabilidade que o espetáculo apresenta ali, que todos nós vivemos.
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When somebody loved me. E é quando a narradora diz: inevitavelmente na vida, o acompanhamento desaparece e vivenciamos uma grande perda. Percebemos que as melodias que estimamos se foram e por um momento estamos tocando sozinhos. E obviamente que depois dessa narração e da música que entra, é absolutamente impossível ficar com os olhos secos nesse momento do show.
Essa tem Remember Me.
Então é mais um momento que eles trazem duas músicas também muito fortes num mashup maravilhoso. Aqui é maravilhoso o mashup que eles fazem. É a hora de chorar, que é When She Loved Me de Toy Story 2 e Remember Me do Coco.
A música da Jessie, You Remember Me, são acho que os, talvez acho que os dois momentos mais choráveis da Pixar. E eles puseram um mashup das duas.
É de arrasar, destruir o coração nesse momento aqui. Você não tem como segurar a lágrima aqui nesse momento.
Só faltou a Up, só faltou um bocado de Up.
Exatamente, faltou só essa mesmo para destruir de vez as pessoas ali no Epcot. E obviamente que depois da perda e luto a gente passa por um momento de superação e de força, que é o próximo capítulo, quando nós encontramos coragem para sair da escuridão com apoio de quem nos rodeia.
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E aí, mais uma vez, a narradora volta, né, para fazer a gente levantar e sacudir a poeira, seguir em frente depois desse momento de perda. E ela diz o seguinte: mas nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Cante grite alto para que outros possam ouvir você. A música que fazemos ecoa de volta para nós em coro, em concerto, em sinfonia. Então aqui a gente tem esse momento todo embalado pela música de Frozen 2, que é Into the Unknown.
Eu gosto dessa música, eu acho essa música muito boa, e ela tem essa apoteose, essa força nessa música do Into the Unknown, de gritar cantando, de que você tá buscando, né? Então ela faz sentido, que ela encaixa perfeitamente dentro do tema ali, na verdade. E a gente começa a caminhar aqui para os finalmentes, né, dessa história, dessa jornada da humanidade, com o último capítulo antes do grande final, e que se chama Unidade. E aí, mais uma vez a narradora volta para contar um pouco mais dessa parte da nossa história.
Ela fala o seguinte: juntos nossas vozes podem iluminar o mundo, se ao menos ouvirmos atentamente os sons uns dos outros. E aí, obviamente a gente vai para o grande final logo depois disso, que é o último capítulo, onde todos se reúnem, né, na grande sinfonia da vida, num crescendo maravilhoso de fogos, que a gente começa com Enrolados e a música Icy Delight. E aí a gente volta para o tema original para encerrar o show, que é Beating of Our Hearts, que é um final maravilhoso.
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A bond, a pledge, a common thread connects us in the unifying sound, like the pounding É uma música escrita pelo trio The Heavyweights, formada por 3 pessoas chamadas Jack Coogle, Jamie Jones e Matt Wong, né, e uma equipe de produtoras ali, todos eles indicados a Grammy, com muitas músicas ali produzidas para Disney. E a música interpretada ali pela Catherine McPhee é a Shallow Melody McDonald's.
Catherine McPhee é do American Idol?
Não sei, será que ela? Tem certeza não. E aí quando acaba o Luminous, o parque já fechou e tá na hora de ir embora, né, já fazer a grande caminhada para ir embora.
A não ser que você esteja de Skyliner, é mais pertinho.
É verdade. Mas aqui também é mais um show maravilhoso de encerramento de parque assim. Quando ele estreou para mim, ele, nossa, eu amei ele de cara.
Ele é no tom, né?
Ele é no tom. Eles, puta, que eles acertaram o tom certinho, sabe? Exatamente. Que até a música original, né, o Beating Over Heart, ela tem uma pegada de Epcot também, lembra um pouco até algumas coisas do Illuminations. Então, nossa, que show, que show incrível! Adoro esse show.
Só algumas curiosidades do Luminous, né?
A voz no Walt Disney na abertura do show, durante os boas-vindas, que ela aparece logo após o cumprimento dos 11 idiomas dos países do World Showcase, é a própria voz do Walt, né, que fala ali a saudação final dizendo welcome, né? Então ali na abertura do show. E ele teve a sua estreia, né, num dia muito simbólico, né? Ele estreou no dia 5 de dezembro lá de 2023. 5 de dezembro nada mais é do que aniversário do próprio Walt Disney.
Aniversário da Alice, minha sobrinha também.
Olha só que coisa! Beijo, Lílio. Esse show, né, diferente dos seus antecessores, que foi o Illuminations e o próprio Harmonious, a Disney optou por não usar nenhum tipo de painel de LED flutuando no lago. Você só tem cortinas de água, laser, projeções, mas você não tem painel de LED. A narrativa é toda expressa só com cores, cores de luzes e com a música, né? E eu acho que funciona, funciona melhor do que aquele monte de painel de LED gigantesco lá do Harmonious, com certeza.
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Ok, vamos lá para o replay agora. Mas é claro, esse show maravilhoso do Mad Kingdom, com composição e letra por Adam Watts, Melissa Pierce e Andrew Dodge, que é interpretado por Jordan Fisher e a Andy Kay, que também tem uma narrativa bem legal do show, né, Joel? Essa você consegue pegar É ou não? Mais ou menos. Você também acha que é só um catadão?
É. Não, não, não, não, não, não, é.
Ok, olha, mas tem zero interpretação mesmo, né?
Não, a música principal e tal eu entendo, mas no miolo do evento é um catadão, entendeu?
É um catadão que conta uma história.
Deve ser a imaginação de alguém.
Dessa vez não é, dessa vez não é.
Eu ser contra contra o roteiro não significa que eu acho o show ruim, entendeu? Eu adoro o show, mas para mim é um, assim, ah, vamos pôr personagem que o pessoal gosta, música que o pessoal gosta.
Todo show é assim.
Então aí você vem falar de, ai, o roteiro, a linha narrativa e tal. Talvez eu seja um pouco rasa na minha interpretação.
Concordo.
Vai, fala, o rei da linha narrativa.
Então vamos lá, a premissa narrativa do Happy Ever After, né, é que ele não tem, diferente do que a gente falou, por exemplo, do Fantasma, que ele tem um herói central que é o próprio Mickey. Aqui no Fantasma, que não é o caso, a gente vai ver uma jornada do herói passando ali, né, inspirada no Monomito. Sabe o que é Monomito? Joseph Campbell, o cara que escreveu, falar do Monomito, onde várias histórias, toda humanidade segue mais ou menos o mesmo padrãozinho, sabe?
É o que inclusive George Lucas usou muito para o Star Wars, né, totalmente baseada na jornada do herói. Então, quer dizer, Quer dizer, o espetáculo ali, o Repleto de Raft, ele não se limita ali só a apresentar uma sucessão desordenada de cenas e filmes, como a Ju imagina que é, né? Mas ela—
eu não vou mais gravar esse programa, eu tô sendo ofendida. Sim, no meu próprio podcast.
Exatamente. Então, quer dizer, o show vai colocar nós, nós que somos ali os espectadores, como protagonista da história. Para fazer isso, ele vai utilizar, né, toda a trajetória dos personagens da Disney como espelho da experiência humana. Olha aí, tá vendo?
Tá vendo?
Você viu só?
É, parece o do Epcot.
Não deixa de ser, é um pouco diferente, mas é parecido através de trechos da Disney.
Sempre, sempre tá me ofendendo aí. É um picadão de trechos da Disney. Essa música é um espetáculo, né?
Então, exatamente. O show começa no primeiro capítulo, na primeira sessão desse show, que se chama A Descoberta do Desejo. Each of us has a dream, a heart's desire. It calls to us, and when we're brave enough to listen and bold enough to pursue, that dream will lead us on a journey to discover who we're meant to be. All we have to do is look inside our hearts and unlock the magic within. E a primeira parte desse show, né, que seria, a gente pode chamar da abertura, né, ou do prólogo, que a gente pode chamar de A Descoberta da Magia Interior.
E aí o narrador abre o show, né, com a narração já para dar o tom desse show. Então eu já vou traduzir aqui para o português o que ele fala para todo mundo entender. Ele fala o seguinte: cada um de nós tem um sonho, um desejo do coração. Ele nos chama, e quando somos corajosos o suficiente para ouvir e ousados o bastante para perseguir, esse sonho nos levará em uma jornada para descobrir quem somos feitos para ser. Tudo que precisamos fazer é olhar para dentro de nossos corações e libertar a magia que existe em nosso interior.
É uma coisa que eu acho legal, a gente até falou disso no episódio antigo aqui, que a mensagem desse show, e ela vem desde o começo, é exatamente realmente, como o Fê falou, da jornada. Que essa é uma diferença significativa do show anterior, que era o Wishes. O Wishes, que eu acho um espetáculo, e a música é a música mais linda da história da Disney. Mas ele era muito assim, ah, desejo, seu desejo vai se realizar. Aqui a mensagem, ela é muito mais essa de você tomar a ação para fazer os seus sonhos realizarem. Então é você ser o agente de fazer a sua vida virar o happily ever after.
Sim, é meio que a letra da música original, né, do show.
Então é legal essa diferença assim. Eu confesso que eu vejo mais o espetáculo pelas sensações e eu gosto dos recordes e tal, mas é legal saber essa mensagem. O Happy Ever After, ele tem essa: você tem que agir, né, para você realizar os seus sonhos, para você ter o seu Happy Ever After.
É por isso que ele fala na letra: reach out and find your happy ever after. Reach out é vá atrás, Procure, alcance, pegue, sabe? Então é essa, mas essa mensagem mesmo de essa coisa da jornada, né?
O Wishes, apesar de eu achar a música mais bonita da história da Disney, ele talvez seja uma mensagem assim muito mais acomodada, do tipo: ah, deseje, seu desejo vai se realizar. Mas na vida não é assim.
Exatamente.
Na vida você pode desejar, mas você tem que tomar ação, né?
Exatamente.
Então eu acho legal essa mensagem.
Sim, é muito legal mesmo, né? E como é que então esta mensagem toda que a Ju falou, ela é representada no show. A gente começa na primeira sessão, no primeiro capítulo aqui, que a gente pode chamar de abertura, onde a narrativa fala de que cada indivíduo possui um desejo profundo guardado no coração. E aí o castelo ali surge já todo trancado, com uma imagem toda bonita, vem uma projeção nele todo vermelho e tudo mais, simbolizando o potencial adormecido que precisa ser desbloqueado por causa de nós. Tá vendo, Ju? Exatamente o que você falou.
Tá vendo, Felipe?
Isso só demorou, né?
Eu não vou mais gravar isso aqui não. Essa música é espetacular também. Eu não entendo de música, mas ela tem uma energia lá no alto, né? Tem total, dá vontade de sair cantando.
Ah, essa é para cantar a plenos pulmões mesmo. E aí, gente, logo depois que acaba esse prólogo, a gente entra no capítulo 1, que a gente pode chamar do show, que se chama Sonhos ou Dreams, onde alguns personagens vão aparecer. Crescer, que eles estão ali, digamos, num estado inicial de limitação. Eles estão sempre expressando um anseio por algo maior além do seu cotidiano. Então eles querem sair, por isso que eles estão sonhando. Então essa é a partir do sonho que começa com a Tiana cantando.
Aí tem um mashup de temas, né, da Disney.
Então são várias músicas, inclusive, né, que são várias músicas das famosas I Want Songs, né, porque todas as animações clássicas da Disney musicais tem em algum momento a personagem principal, ela tem uma música do I Want, né. É uma música que tá querendo alguma coisa a mais.
Tem Part of Our World da Pequena Sereia e os fogos lá embelezando o céu.
Sim.
Então a gente tem nessa sessão sonhos, a Tiana aparecendo, Ariel aparecendo, o Remy do Ratatouille aparecendo, a Rapunzel, o Quasímodo. E eles cantam trechos, né, a gente ouve trechos das músicas do Down in New Orleans da Tiana, When You Wish Upon a Star, Part of Your World da Ariel. E termina com Out There do Quasímodo cantando, que eu acho que é bem legal, a parte bem emocionante da mesma música, com todo o castelo projetado ali, até imitando um pouco do design da Notre Dame.
E aí a gente já passa para a próxima sessão, o capítulo 2, que é a jornada. Ou seja, é dar o primeiro passo. É o momento que a gente faz a transição do desejo para se transformar em ação. Aí os personagens ganham coragem para sair da sua zona de conforto e aventurar-se pelo mundo desconhecido. E falando de aventura, quem que é a personagem que abre logo essa sessão?
A Mérida.
Mérida, que aliás essa música também espetacular, é maravilhosa. Mérida é sinônimo de aventura mesmo, e é muito legal que ela aparece aparece, projeção no castelo, ela dá um tiro de flecha, essa flecha sai do castelo e vira um tiro de fogos de artifício real ali do lado, né? Sim, é muito legal. Então nesse momento, nessa sessão da jornada que temos aí, a coragem de exploração do desconhecido e aventura, nós temos personagens que aparecem que são Merida, Flik, Lightning Queen, o Carl e o Russell e o Doug, Nemo, Dory, Crush, Moana.
E a Moana também, que ela é uma aventureira, né, João? Na verdade, ela é uma Pathfinder, é uma desbravadora dos mares, como os polinésios eram, na verdade. E aí ela também é uma aventureira, então ela tá abrindo caminhos ali. Por isso que ela aparece, ela meio que encerra essa sessão da jornada, um trecho maior de música dela também. E aí, acabando o ano, a gente entra na próxima sessão que se chama Amizade, né, que fala bastante de suporte, companheirismo, onde o reconhecimento de que nenhuma jornada, Jô, se realiza em isolamento.
Então nesse momento a gente vai ter uma celebração da alegria e camaradagem, o alívio cômico que é trazido pelos amigos e aliados ao longo do do seu caminho, da sua jornada para encontrar o seu Happy Ever After, tá vendo?
Muito bem, então não faça sozinho.
Esse é o momento mais animado, né? Sim, o castelo fica muito colorido, fica a música alegre, a música alegre, a gente vê coisas mais engraçadinhas ali nas projeções.
É a hora dos sidekicks, exatamente, Timão e Pumba.
Então aqui a gente vai ter alguns personagens aparecendo, né, como Woody, Buzz Lightyear, o Baloo e o Mogli, o Ralph e a Vanellope, o Baymax e o Hiro, a Judy e o Nick de Zootopia, Alegria e a Tristeza do Inside Out, do Divertidamente, o Mike e o Sully, o Tarzan e a Terk, o Simba e o Timão e o Pumba, claro, e o Gênio e o Aladdin, né, obviamente. A gente vai ouvir um medley gigante de várias músicas desses personagens desses filmes.
Então, o Trash in the Camp do Tarzan, You Got a Friend in Me, o Bear Necessities, Hakuna Matata, That's What Friends are for. Friends like me, I mean.
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Hoje maravilhoso. O castelo, ele ganha vida, ele abre uma bocona e ele canta. Muito legal, né? Ele já emenda na música do Aladim, que é muito— essa hora a projeção do castelo fica maravilhosa, porque parece que ele tem um monte de luz assim nas beiradas, nas arestas dele. Parece um cassino, é verdade, é muito legal. Eu adoro essa música, o Robin Williams cantando Friend Like Me, eu acho maravilhoso.
Deve ser a melhor dublagem ever.
Com certeza. E aí, acabando essa sessão da amizade, a gente entra no próximo capítulo, que é o capítulo amor.
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Ou seja, que fala do vínculo profundo onde a evolução das relações humanas e românticas, destacando obviamente vulnerabilidade, afeição familiar e união como os pilares de sustentação emocional ali da sua jornada pela sua busca pelo happy ever after. E quem que começa a sessão? Quem que abre ela?
As irmãs Anna e Elsa. Pois é.
E o Olaf também. E agora sim, música do Frozen 1, agora sim, o único que é Love Is in the Air, né?
Aí vem uma música que eu amo, que é o Be My Heart do Tarzan.
Então nessa sessão a gente tem várias personagens e momentos românticos, né? Afinal de contas, a gente tá falando de vínculos românticos, mas vínculos não só entre casais, às vezes são sobre irmãos e sobre famílias. E a gente vai ter personagens como o Wall-E e a EVE, o Simba e a Nala, o Tarzan e a Jane, o Dumbo e a Senhora Dumbo, que é a mãe dele, afinal de contas, né?
Nossa, que trauma! A Judy Hopps e os pais infantis que eu tenho com o Dumbo, meu Deus!
Judy Hopps e os pais da Judy Hopps, a família Família dos Incríveis, o Carl e a Ellie.
Tá, a gente só parar e falar das lanternas subindo no castelo. Eu já falei isso mil vezes nesse podcast, a Disney precisa pôr as lanternas do Enrolados em algum lugar.
Com drone, né?
Com drone. Isso é um ar assim, é urgente. Eu sonho em ver essas lanternas subindo em algum lugar.
Seria muito legal mesmo.
Disney, por favor.
Eles tentam emular com os fogos ali acima, né?
Mas só as lanternas subirem na projeção do castelo, eu já fico arrepiada. E a lanterna última é a deles, né?
Exatamente, é dos dois que eles soltam a lanterna, que ela vai até lá a pontinha lá em cima do castelo, que é justamente O que fecha essa sessão romântica é a música I See the Light da Rapunzel, com a Rapunzel e o Flynn Rider soltando as lanternas. É maravilhoso, acho muito bonito, lindo. E aí a gente em seguida já passa para o próximo capítulo, que é a diversidade.
De novo veio o mashup dos vilões, sempre tem que ter, sempre tem que ter mandatory villain time.
Que é um momento de provação, de confronto. O surgimento ali do conflito é inevitável, afinal de contas, na busca pelo seu happy ever after, né? Então o castelo ali, ele vai ser atacado, simbolicamente destruído por vilões de forças do caos, que representam a perda de esperança, né, os obstáculos e os momentos mais sombrios da vida que a gente tem nessa busca pelo nosso happily ever after.
Legal, eu gostei porque é um simbolismo, né?
É um simbolismo, exatamente.
Sempre vai ter alguém querendo destruir o que a gente constrói.
Tanto que quem abre essa sessão é o imperador da Mulan, que fala justamente a frase dele, né, que a flor que desabrocha na adversidade é a mais rara e bonita de todas. Por isso que esse momento é importante na vida de todo mundo, porque Ninguém consegue ter a felicidade logo de cara assim sem passar por dificuldade, perrengue, não é verdade? Exato. E aí entra o momento de batalha, ou como a Ju fala, o mandatory villain time. Então, ao longo de todo esse trecho, né, que a gente vai ter essas projeções ali de momentos de briga com vilões, a gente vai ter a aparição da Mulan, do Síndrome com o Homem-Nedroide, a Úrsula da Pequena Sereia, o Scar, Mufasa, Jafar, a Malévola, o Capitão Jack Sparrow e o Barbossa, todos eles brigando ali nesse momento de adversidade para tentar superar ali as dificuldades. E realmente parece que tá pegando tudo fogo, né?
Sim, sim, é muito legal.
As projeções são muito legais ali das batalhas. A gente parece realmente que tá vendo tudo pegar fogo. E a gente tem a Malévola também com suas chamas verdes. A Disney meio que adotou a cor verde como a cor de vilão. Você já reparou nisso? Você vê que a música dos cara é verde, o olho dos cara é verde, a Malévola tem fogo verde.
Uma vez eu não sei se é verdade, mas eu fiz umas aulas de cinema e tal, que eu tava curiosa. Falaram que, que achei uma curiosidade, que o desenhista do Scar era brasileiro e por isso que o olho do Scar é verde e amarelo.
Eu já vi isso aí também, achei legal, interessante. E aí a gente tem o final, né? Depois de toda essa batalha que acaba com o Jack Sparrow ali lutando no castelo, o castelo termina todo destruído, ele tá pegando fogo, tá todo quebrado, todo detonado mesmo.
Porque a gente já vai para o próximo capítulo, obviamente não vai ficar tudo detonado, porque afinal a gente tá na terra do Mickey, né?
Exatamente.
Então agora vem a hora, a hora que a jornada vai ser a virada.
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É quando a gente entra no gran finale, onde a gente tem o renascimento, o triunfo e a concretização. Ou seja, após a queda, após a batalha, o herói que somos nós todos que estamos vendo o show. Lembra que esse show é meio que para nós, né? Sim, vai reencontrar a força interior para resistir. E aí o castelo, ele vai começar a renascer a partir das cinzas, no estilo todo de vitral iluminado, culminando ali na mensagem final de que a coragem para seguir os sonhos é a chave para alcançar o seu próprio happily ever after.
E começa meio que um mashup ali da voz do Mufasa projetado ali, né, dando aquelas mensagens de incentivo ali. Só o James Earl Jones, né?
Exatamente, uma pequena voz.
A voz do James Earl Jones desperta qualquer um, que ele fala: lembre-se de quem você é. Que é essa questão da força interior que ele tá puxando para nós, né? E aí o castelo começa a se reconstruir com a música maravilhosa do Hércules ali. Mais uma Composição do Alan Menken, I Can Go the Distance, exatamente. E a gente vai vendo personagens aparecendo, né, o Hércules, os heróis, a Ceninha, Tinkerbell. E o castelo vai se erguendo, ele vai se reconstruindo, todo dourado, cheio de vitrais.
Aí já, puta, aí já era, você não tá enxergando mais nada, você já tá chorando já.
Exatamente. Quando os heróis estão aparecendo, que tá tocando a música do Hércules, é maravilhoso, é muito épico. A porta óptica, a gente nem chegou ainda no Apse total, cara.
Já era, já tá chorando, já tá chorando, Santa Alma. A partir daí é tudo um blur. Nossa, é fogo para tudo que é lado, coisa mais linda!
E aí, com o castelo todo reconstruído, com os heróis nos vitrais, todo bonito nas projeções Ali, heróis, princesas e as heroínas. E aí nós vamos para o encerramento, né, com toda essa jornada aí concluída, com o narrador, o Tom Kane. Ele volta para passar uma mensagem muito importante. Então, Tom, que que ele chega dizendo? Que a nossa jornada chegou ao fim, mas a sua continua. Quando ele fala sua, somos nós, né? Ele fala: você tem que tomar conta dos seus sonhos e fazer com que eles virem verdade, porque você é a chave para você destravar sua própria magia.
Então vai, deixa que seus sonhos te guiem, busque pelo seu happily ever after, pegue, consiga o seu happily ever after, seu conquiste, conquiste seu feliz para sempre. Aí a música volta, a gente volta com a música original tema do happily ever after, né, a música happily ever after, e aí começa mais uma crescente, né, com a cantoria. Ele fala que todos nós temos coragem para voar. E aí o can fly, o can fly, aí o que acontece?
Aí vem assim, aí vem assim, aí já era. E se você perceber, a projeção do castelo tem uma grande fechadura na na frente, tá vendo?
Que você tá destravando ali, unlock your happily ever after, né? Unlock your dreams. Então é porque ele fala, né, de destravar, de desbloquear. Então o castelo tá com essa fechadura enquanto tá subindo essa música maravilhosa com a Sininho voando e um monte de fogos, e a música crescendo, crescendo. O castelo tá sendo destrancado, né, para você chegar no seu happily ever after.
Travou.
Aê!
Bem no momento do happy ever after final, ele destranca e nós chegamos no nosso feliz para sempre. E é laser e fogos e um monte de coisa.
Que coisa mais linda!
Que convenhamos, né, se você tá dando Magic Key, não vendo esse show, você provavelmente já tá lá mesmo.
É verdade, é verdade, né?
A vida não fica muito melhor que isso não, né? É muito legal, porque assim, eu confesso que eu não costumo fazer esse tipo de análise. Então foi muito interessante ver realmente que tem uma linha de raciocínio, uma progressão de ideias na forma como eles montam esses shows. E é uma coisa que realmente passava batido para mim. Gostei muito de acompanhar essa jornada.
Você já tinha notado da questão da fechadura do castelo no final?
É que lá, primeiro, né, lá a gente— eu não fico desde as 4 horas antes sentada esperando. A gente dificilmente tá tão bem localizado pesado para ver. E você fica com cabeça na frente, né? E essa parte mais debaixo do castelo você acaba não enxergando tanto, né? Eu confesso que eu não sabia, por mais que eu já tenha visto. É isso, para mim sempre foi uma montagem legal, mas nunca tive essa linha de raciocínio que a gente passou aqui.
Eu fiquei positivamente surpreendida. A do Phantasmic eu sempre questiono muito, mas o do Happily eu achei muito lindo.
É muito lindo também. Então acho, acho muito legal assim, por mais a gente tenha essa nossa memória afetiva com Wishes, que é uma música maravilhosa em termos de música, eu acho que ainda ela é uma música maravilhosa, e tem a questão de ser o show que a gente começou a ver a Disney por esse show, né?
Sim.
Mas o rap, ele, por fato dele ter as projeções, ele complementa essa história de uma forma melhor. A gente entende melhor essa história toda que tá sendo contada se você consegue ver. Então por isso que você que tá ouvindo aqui, eu recomendo um dia, caso você nunca tenha feito isso, pega no YouTube, tá cheio de filmagem 8K maravilhosa, linda, cristalina, coisa que você não vai conseguir fazer você mesmo quando você tiver no parque, sabe?
Infelizmente não.
Então vai no YouTube, pega o Happily Ever After filmado em 8K, bababá, não sei o quê, com som, que você vai conseguir enxergar essas projeções enquanto você tá vendo a progressão da história. É muito legal porque dá para ver bem bonitinho isso, essa história toda que eles contam, tá? Recomendo, é uma experiência bem legal. Foi o que a gente fez inclusive enquanto estávamos gravando aqui.
É, a memória falha, mas eu achei muito construtivo mesmo assim de acompanhar direitinho com o roteiro e sabendo o que quer dizer. Mudou minha visão dos shows, de verdade.
Legal, muito bom. É para isso que a gente tá aqui.
Eu tô aqui para aprender.
E é isso, Ju, passamos pelos 3 grandes shows, passamos com muita alegria aqui. Eu fiz uma reflexão ali, né, no começo do primeiro episódio, da primeira parte desse episódio, falando sobre como todo visitante que vai Sky, na Disney, passa por um dia maravilhoso de parque, acaba algum desses dias com um show desse, né, acaba saindo de lá com uma memória especial, né, desses shows. Eu acho que você vê, você lembrar das vezes que a gente foi as primeiras vezes, você fala do Wishes, por exemplo, né, que foi uma das nossas primeiras vezes.
Sim.
Então toda vez que você pensava em Wishes, não dava aquela quentinha no coração de falar, puxa, eu quero estar lá de novo? É um momento muito coletivo, muito maravilhoso, que faz o público todo ali olhando para o mesmo lugar, vivendo esse clímax junto. E acho que a gente, quando trouxe esses 3 shows aqui, deu para sentir um pouco disso, né? Dessa primeira história que é contada e levando esse clímax final e mostrando que não tem como não se emocionar com esses shows.
É verdade, é verdade, é verdade, é o gran finale.
E pensa que assim, esses shows, esse padrão desse storytelling que a gente falou desses shows, eles sempre terminam ali num tom ali de esperança, de sonhos realizados, né? O Felizes para Sempre, ou seja, o Happily Ever After, né? Que é meio que em sintonia com que a nossa própria viagem, né, a gente tá viajando para lá, representa para nós, né, nós viajantes, nós que estamos visitando ali o parque, que é essa desconexão com rotina, reconexão com a própria família que tá ali junto com você, ou reconexão com a sua própria infância por causa de nostalgia e tudo mais, né.
Então eu acho que é isso que faz desses shows momentos muito, muito especiais para todo mundo que vai por lá. Concorda?
Concordo, assino embaixo.
É É isso aí. Mais alguma coisa?
Não, vamos embora, bora, bora!
Então é isso aí, a gente fica aqui nessa segunda parte desse grande especial aqui sobre os shows noturnos da Disney. Esperamos que tenha gostado. Eu tomei um monte de flag aqui do YouTube, um monte de flag do Spotify para poder trazer esses dois episódios para vocês aí, recheado das músicas. Então aproveitem bem. Espero que tenham gostado, e se gostou, vai lá no nosso Instagram e comenta falando, poxa, olha só, eu gostei muito, o meu show favorito é esse, o que eu tenho mais Insider é esse?
Conta lá pra gente, né, Jô? Com certeza, a gente vai gostar muito de receber lá seus comentários. Então é isso, vamos ficando por aqui. Muito obrigado pelo seu download, pela sua audiência, e a gente se vê no próximo episódio. Um grande abraço, tchau tchau tchau! Então vamos lá para o agradecimento nominal a todos os colaboradores que estão com as suas assinaturas ativas na Apoia.se ou na Orelo e recebem aqui o nosso muito obrigado.
Tô começando aqui pelo grupo Busch Gardens com a Ana Rucos, Paula Basílio, Thaís Rodrigues e Vanessa Fagundes. Do grupo Disney Springs, Alana Cerqueira, Alanis Comparoni, Alex dos Santos, Aline Bornioldi, Alyson Rize, Amanda da Silva, Ana Beatriz Freixeiro, Ana Luiza Araújo, Ana Paula Mangrich, Ana Reis, André Augusto Schoma, André Luiz da Silva, André Menegotto, André Delgado, Andréa Maria Ribeiro, Andressa Costa, Andressa Angela Pretolon, Arjuna Conde, Bruna Mesquita, Bruno Cavalcanti, Bruno Fernando Macedo, Cadu Griebler, Camila Milen, Carol Simeão, Caroline Soares, Cássia Lucov, Cris Tavares, Cláudia Rego, Cláudio Cravo, Daniel Campos, Daniel Gideão, Daniele Lourenço, Danilo de Queiroz, Erika Vinco, Bah Almeida, Fausto Mastrella, Felipe Aluoto, Gabriela Muniz, Giorgia Fradick, Gisele Teixeira, Gregório Fonseca, Guilherme Volvão, Guilherme Lupe, Gustavo Sendai, Gustavo Souza, Hélio Inagaki, Ildebrando Cortonese, Isabel Matos, Isabela de Oliveira, Isabela Tebaldi, Jansen Araújo, Jennifer Alvarenga, Jéssica Macedo, João Godói, João Vitor Silva, Jobson Amâncio, José Henrique de Medeiros, José Rebouças, Júlia Martins, Juliana Argueira, Juliana Esteves, Juliano Ribeiro, Karina de Oliveira, Cauã Sarati, Lara Santana, Laura Soni, Leonardo Faustino, Letícia Zimmer, Lilian Cardoso, Liziane Chontag, Lívia Polly, Loretta Bretos, Lu Pimenta, Luciana Helberg, Luciana Paglia, Luiz Eduardo Laguna, Luiz Eduardo Vasconcelos, Luiza Cristina Nastari, Luiz Eduardo de Novaes, Luiza Bilos, Lidiane Poti, Marcelo de Barros, Márcio Brandes, Marcos Vinícius, Maria Clara Martins, Maria Eduarda Furtado, Maria Eduarda Lopes, Mariana Carolina, Mariana Gouveia, Mariana Lopes, Mariana Taqueno, Marlon Souza, Mateus Martins, Maiara Blanco, Michele Mirko, Milena Barata, Natália de Lima, Natália Drago, Natasha Baldam, Neila Oliveira, Olavo Fettbeck, Pamela Nylander, Pamela Roriz, Patrícia Kosugi, Patrícia Ribeiro, Paula Silveira, Paulo Loventhal, Poliana Rodrigues, Rafael Mota, Regis Diego Garcia, Renan Calvejane, Renata Abdala, Renata Corbo, Renato Henrique da Silva, Roberta Rodrigues, Rochelle Rodrigo Amorim, Rodrigo Garrido, Rosalice Barros, Samanta Betts, Sheila Leonel, Tássia Nascimento, Tatiana Campos, Tatiana Lovental, Thaís Nascimento, Thaís Toledo, Thaís Achaves, Thiago Nascimento, Thiago Espina, Vanessa Krolikowski, Vanessa Maria da Silva, Vanessa Nascimento, Victor Lima, Victor Schniffer, Vinícius Rizzola, Vitor Yoshida, Vitória Panhussati, Viviane Bernardo, Varley Tosh e William Monteiro do grupo Universo Estúdios.
Alexandre Chapa, Ana Bárbara Levenspool, Ana Paula Pereira, Babi Carvalho, Daniel Maia, Daniel Story, Daniele Silveira, Diego de Meira, Diogo Fedose, Diogo Macedo, Evandro Faina, Evandro Grenzi, Evilene Belo, Felipe José Golar, Fernanda Leão, Fernando Matos, Felipe Schwenk, Fred Linhares, Gabriel Macedo, Gilberto Alves Filho, Gustavo Ledor, João Rua, Joatã de Souza, José Brasileiro, Juliano Isidoro, Leandro Caimets, Leonardo de Assis, Leonardo Franco, Lucas Carneiro, Marielle de Siqueira, Nanda Caminha, Paulo Vítor Lacerda, Pedro Henrique Cambrais, Priscila Milhomen, Raquel Gabrieli, Raquel Wellers, Rafael Cidrini, Rafael Lopes, Raquel Cardoso, Ricardo Bertoli, Rodrigo Bautista, Rogério Martins, Rogério Vidal, Simone Lopes, Sofia Fajardo, Thaís Del Papa, Thiago Costa, Vitor Sérgio Rodrigues e Wilton Guimarães.
E do grupo Walt Disney World, Bernardo Almeida, Caio Emiric, Carolina Marques, Cássio Rodrigues, Daniela Carrizo, Dairton Moreira, Eduardo Neri, Felipe dos Santos, Flávio Antonangelo, Carla Jans, Laura Contieri, Leonardo Cabral, Lucas Pires, Márcia Tavernari, Márcio Fernandes, Marcos Silva, Mariana Herrera, Maurício Geronasso, Maiara Sampaio, Michele Machado, Mirelle Calderari, Natália Neto, Pedro Romero, Rafael Silva, Rodrigo Celulares e Thiago Aquino.
A todos vocês, o nosso muitíssimo obrigado por nos apoiarem financeiramente e permitirem aqui que o Passaporte Orlando siga produzindo conteúdo firme e forte da melhor forma possível. Um grande abraço a todos!
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