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AVANTE, VINGADORES! #22 – NINGUÉM SEGURA O EFEITO DOMINÓ

30 de maio de 20261h16min
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Avante, jagunçada!

Começamos nesta edição nossa releitura da fase do Jonathan Hickman nos Heróis Mais Poderosos da Terra! Sim, parece que o  Luiz Cláudio decidiu dar uma chance pra essa fase, depois de tanto criticar, e ainda convenceu o Maurício Dantas grande hater crítico do autor, para iniciar essa série de programas!

Com o reforço do vingador reserva Daniel Neto, do Canal Poptopia, mutuninha e krakoer, o trio comenta o início da fase, a construção do Mundo de Vingadores, as megalomanias do Hickman e pra que lado vai essa fase, a partir das leituras de Avengers (2012) #1-#17 e New Avengers #1-#6.

Abra o PowerPoint, dê o play e se prepare pra acompanhar os Vingadores poderosos como poucas vezes antes!

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Assuntos3
  • Fase Hickman nos VingadoresConstrução do Mundo de Vingadores · Megalomania de Hickman · Leitura de Avengers (2012) #1-17 e New Avengers #1-6
  • Quarteto em Cy 1964Fundação Futura · Morte do Tocha Humana · Tudo Morre
  • Realidades Imersivas e MultimodaisEfeito dominó das realidades · Vácuo e implosão de realidades · Sistema de defesa contra incursões · Cisne Negro · Manifold
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Chegou um dia, diferente de qualquer outro, em que os heróis mais poderosos da Terra se uniram contra uma ameaça comum. Naquele dia, eles se tornaram os Vingadores.

E aí, Jogonçada, bem-vindo ao novo episódio do Avantes Vingadores, o seu podcast mensal do site Arte Final. Acesse lá, www.artefinalhq.com.br, para acessar todas as edições do Avantes Vingadores, Pilha de Gbis. E nós estamos também com nossos arquivos do 7 de agosto, Omniverso e da Pilha da Aranha. Nós estamos também no YouTube, Orelo, Spotify e no seu agregador de podcast favorito. É só procurar por Arte Final que você nos encontrará nelas.

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Avante, Jagunçada. Chegou o momento mais temido desse programa, desde que a gente pensou em começar a fazê-lo. E vamos com esse especial aqui, de falar dele, e ele vai falar dele. Luiz Claudio, um momento aí de incursão. Nós estamos gravando hoje sobre as bênçãos de Rabon Alau.

Lá longe E nessa jornada aqui Complexa e confusa Tracemos também o nosso amigo E editor Daniel, nosso grande Sebar Logan Neto, etc O mestre e Porta-Bandeira do Poptopia

Queridos amigos, cá estamos para defender o meu Rickman. Não falem mal do meu Rickman que eu apareço. Eu senti que haverá maledicências nesse podcast, portanto aqui estou. Mas eu vou te dizer, vou começar logo, vou te ar, esse elefante da sala, vou dizer que esse aqui é o bom Rickman.

Apesar do Daniel ser o... Vai ser o... O que o Daniel? Nada. Apesar do Luiz Claudio ser o vilão aqui dessa série, decidimos, né? Tínhamos comentado desde um tempo já, o Luiz já sofreu algum hate aí no Twitter por conta disso. Mas precisamos falar... Precisamos falar, Luiz, dos Vingadores do Rickman, né? Exatamente. O que acontece? Eu fiz uma...

Um estudo aí prévio, né? Porque dizem que uma das grandes fases dele, além da fase Caracol, que eu não acompanhei, é esses Vingadores e antes o Quarteto Fantástico dele. Então, já há uns meses aí eu tenho me preparado para o Paladar, né? Uma outra versão do Rickman que eu não gosto assim tanto, acho assim tão genial como o pessoal pinta essa fase dos Vingadores.

O pessoal aí que não lê tanto Vingadores diz que é a melhor que tem da história, meu Deus, que sensacional, e li o quarteto, legalzinho, não é tão assim também, mas li essa fase também, o que seria aqueles dois omnibus que a Panini lançou, mas eu tenho mensal, não me impressionou.

E assim que eu li esse começo aqui, que a gente vai comentar quais quadrinhos a gente vai comentar nessa fase, porque tem que ser vários episódios, já que ele foi uns 4, 5 anos na revista, eu achei muito melhor esses Vingadores, uma coisa muito mais expandida, quase que, sei lá, 10 vezes mais ambiciosa do que a fase que ele fez no quarteto.

Pareceu pra mim um grande tapa-buraco. Não tô falando que é ruim não, mas ele deu uma continuidade ao que o Miller tinha feito antes, né, na fase anterior, né, então não foi uma coisa assim tão em escala alfobética, né, mas essa fase aqui é uma coisa realmente grandiosa, uma catedral, né. Eu voltei a concordar com você aqui, em relação ao quarteto também, apesar de ser uma fase que eu gosto bastante, teve ali um date complicado por conta do dos jeitos do quarteto, com a Fox e tudo mais, né, teve Fundação Futura, quarteto todo de peito branco,

A Morte do Tocha, enfim. Uma série de coisinhas ali pra desnaturar o quarteto, mas eu acho que é um gibi legal, mas não é também essa coisa toda quando a gente olha pra trás, não. Eu acho que o quarteto é um gibi bacana pra construir coisas pro resto do universo Marvel, mas também deixa muita confusão ali no meio. E você, Daniel, o que é que acha desse quarteto aí, antes da gente entrar nos Vingadores?

Cara, eu recentemente reli toda essa fase e eu confesso para vocês que eu encontrei muito mais semelhança com aquilo que o Rickman faz depois nos Vingadores e em Cracô do que eu imaginava.

Então eu não lembrava que ele já usava o negócio do Tudo Morre na boca do Red Richard, já ali na passagem dele do Quarteto Fantástico. Então, quanto mais eu conheço do Rickman, mais eu consolido a ideia de que ele planeja realmente as coisas a longo prazo, essa construção, e fica evidente essas pistas que ele vai dando. E eu fiz um caminho justamente reverso. Primeiro eu termino o Cracô, depois eu vou ler...

O quarteto. E agora eu estava relendo aqui alguns episódios desses de Vingadores para gravar aqui com vocês. E a coisa ainda faz sentido, mesmo numa ordem confusa como essa. Então, assim, eu gosto também por eu ter uma boa vontade com o Rick, mas tem coisas dele que não dá, indefensável.

Mas nesse contexto aqui, eu acho que funciona muito bem, viu? Apesar de ele ter sido extremamente audacioso nisso de expandir os Vingadores, de maneira que talvez ele não conseguiu desenvolver também tantos personagens no elenco. Acho que tem esse...

esse prejuízo. Agora, voltando para quarteto, que desculpa, o ponto inicial é o quarteto fantástico, eu gosto muito do começo, o arco do Red Richards é muito bom, a coisa toda ali que leva até a morte do Thornton Manor também é bem bacana.

Eu só não sei se a conclusão está à altura de tudo que ele propôs, mas a Fundação Futura é algo que ficou, acabou sendo até adaptado agora para o cinema. Não existia essa Fundação Futura anteriormente, né, Maurício, nas coisas clássicas lá? Ou ele só resgatou? Não conheço essa parte do Quarteto Fantástico, mas eu acho que foi uma boa ideia.

Não, é... A Influenção Futura vem de agora mesmo, aí dessa fase, desse agora, desse momento aí que a gente tá falando, o Rickman, né, ele usa o FF, né, Fantastic Four, Future Foundation, como uma brincadeira e ao mesmo tempo ele expande essa ideia pro resto do universo do quarteto ali, né. Depois ele dá até uma diversificada maior, o Match Factory vai escrever ali com...

Acho que é o Michael Wedge Desenhando E aí a gente tem aquela menina que usa a armadura do Coisa Lá da fase do Simmons Sonhantes até Tem o Scott Lang Vai ter a Medusa Enfim, ele pega ali um apanhado Da história do quarteto Pra ser os metores Dessa galera

E isso é muito legal mesmo, assim, sem dúvida, como eu falei, ele pega ali uns limões e faz uma limonada, junto com personagens que são conhecidíssimos, creidíssimos dos fãs, que são o quarteto. Quem não gosta do quarteto é maluco.

Agora, voltando aqui a nossa GB, a gente faz um link bacana aí com isso que você falou, Daniel. Eu queria puxar esse ponto mesmo do Hit falando do Tudo Morre, né? Que é o que começa aí a Novos Vingadores dele, que pela ordem de leitura aqui que o Daniel estabeleceu. Não foi o Daniel que estabeleceu não, a gente tá seguindo. A gente tem ali os Vingadores dele, do 1 ao 4, e aí a gente vai para os Vingadores, que é o GB mesmo, né?

título principal, vamos chamar assim. Apesar de que em importância e em escala, em tudo, eu acho que os dois gibis se igualam, tanto o Vingador quanto o Novo Vingador. A gente tem ali histórias que convergem e vão se afastando, vão chegando aqui e ali, mas construindo essa tema maior que vai chegar.

infinito e até o final do Vrã, do... ou da Vrã, né? Tocou esse problema agora, não sei se qual será o pronome do termo aí, mas aqui a gente já começa com o Hitch falando que tudo morre, mas ele não aceita que as coisas sejam adiantadas, né? Que essa morte seja antecipada, prematura.

E aqui a gente tem uma mudança dessa visão do Reed. E vamos ver uma coisa que é... Poxa, eu não queria começar recriticando, mas vou ter que começar criticando aí. A coisa do por acaso que acontece, o T'Challa em Wakanda, estamos aqui depois de Vingadores X-Men, né? Wakanda foi praticamente destruída.

No crossover E tem uma rixa aí Entre o Patera Negra e o Namor E há uma Uma reunião dos Illuminati Aqueles Illuminati lá do Bentes Pra lidar com essa situação Então adendo Também que na fase do Rickman No quarteto Eles tornam o rei daquela necrópole Eles descobrem a necrópole É rei dos mortos É rei dos mortos Obrigado

É isso, então ele não é o rei de Wakanda, é a Shuri que está como rainha ali, e ele está como o rei dos mortos. E ele vai encontrar ali uns cientistas participando de uma competição interna ali cheia de referência a Star Trek, curiosamente, e vai encontrar um ponto de incursão, onde ele encontra a Cisne Negro e alguns outros personagens, e ele encontra um... Como é o nome desse personagem? O Manifold aqui? Ficou Dobber, né? É o Dobber. Dobber, é isso mesmo. É o mutante aí da moda.

Não, é um mutante... Ele é uma criação do Rickman, né? Ele apareceu lá atrás em Guerreiros Secretos do Rickman, um pouco na época da Invalidão Secreta, um pouco antes ali. Aquele belo gibizinho do Rickman também. Ele não é aquele mutante pessoal da Austrália? Aborigine. Aborigine? Não? É outro? Eu achei que foi desse jeito. Ele é aborigine. Ele é o teleporter bombado. É, mas ele é descendente do teleporter, né? Ele é descendente do teleporter.

Foi mostrado em algum HQ de Caracol que ele tem essa conexão com o aborigine original lá.

Ah, tá. É, o teleporter. Aquele teleporter fica rodando a pedrinha e abrindo portais pra lá e pra cá. Só que o Dobby parece ser um mutante ômega, né? Nesse aspecto aí. Porque ele vai pra qualquer ponto, de qualquer lugar, sem o mínimo esforço. Pelo menos é o que o Rickman mostra, principalmente no GB principal, né? Do Vingadores. Mas aqui a gente vê uma versão, né? É um personagem branco. O Dobby, como a gente falou aqui, é uma aborigiene, né?

E ele serve como sacrifício para ser releiro, evitar a incursão das terras. E aí, ao longo desse primeiro arco, a gente vai entendendo o que é essa incursão. Em algum momento, em uma terra, houve um...

desequilíbrio que causou uma implosão daquela realidade, né? E com isso criou um vácuo e é como se as téticas estivessem sugadas para esse vácuo. Uma vai batendo na outra no efeito dominó. E me lembra muito quando eu tinha aqui na Bahia, Daniel vai lembrar, o biscoito Coquinha da Bahia, que é um biscoitinho de casca, que ele é louco, né?

E a gente, quando era pequeno, a gente gostava de ficar batendo um no outro. Aí o que quebrava, a gente comia. É o que acontece com as terras. Uma terra bate na outra e uma vai ser destruída. Ou as duas são destruídas. Então houve esse... Se propaga como um câncer aí, né? Ao longo do multiverso, essa... Já dizia Xuxa, ninguém segura o efeito dominó. A gente tentando aqui falar sério, o cara me vem com dominó, mas tudo bem.

E aí, bicho, o Illuminati, esses novos Vingadores aí, vão tentar criar um sistema de defesa contra isso para evitar que a Terra seja destruída e a gente vai ter no começo uma grande discussão, né, Luiz? De ética, quanto ao Capitão América, a participação do Capitão América nesse grupo aí. É engraçado que sim, que um dos grandes motivos que eu alardeava, que eu não gostava dessa fase,

Que tornou os Vingadores assassinos, né? Mas eu relendo... Engraçado que, como é que eu sou rei, é a quarta ou quinta vez que eu já tô lendo esse quadrinho. Terceira vez encadernado e eu acho que eu lido uma vez em Scrum e uma vez em Mensal. Quem tá fazendo isso, na realidade, são os Illuminati, né? São os novos Vingadores, porque o Capitão América...

Em algum momento ele fica sabendo, depois a memória dele é apagada, né? Então, assim, os Vingadores nem estão sabendo dessa situação toda aí. É até meio que uma coisa em paralelo, né? Parece que nesse aspecto da incursão não tem tanta conexão com a mensal Avenger.

Eu só queria fazer um adendo de duas coisas. Os conceitos que o Rick e o Mabota aqui são tão grandes que tem coisa que só vai ser explicada lá nos defensores, nos ultimates, que os jogadores...

hiperpoderosos cósmicos, né? Na fase do Will, e depois que o Rickman sai, depois de Guerras Secretas, de tanto conceito que ele bota ali, uma coisa assim meio espetacular, né? Espetaculosa ali, demais. Alterando conceitos básicos, mitológicos, da própria criação e fundação do universo Marvel, né? Eu sei que essa fase começou em 2012. Tinha acabado de sair o Vingadores 1, mas assim, tem um pra mim que o Rickman já faz a parada pensando tudo.

se essa fase cósmica da Marvel no cinema vai ser uma parada de joia do infinito, desafio infinito o que eu vou fazer que seja maior do que isso? Porque assim muito do conceito que ele está usando aqui hoje estará sendo usado no cinema essa coisa é curiosa, inclusive os personagens aquele grupo do Thanos que é a Ordem Negra isso, Ordem Negra e aí

Porque assim, qual é a coisa mais Maior que tem possível De acontecer, que não aconteceu no universo Marvel Aconteceu na DC E a crise nas infinitas terras Quer dizer, a destruição da própria existência Na entropia multiversal Que é o que está acontecendo aqui Essas incursões Eu acho também que tem Um tom mais sério Obrigado

não aventuresco na revista dos Illuminati do que a noavendes pelo grau de... Só que eles não têm esse conceito... Essa... Essa gravidade toda no começo, porque eles nem estão entendendo direito o que está acontecendo. Aí eles ainda vão capturar a... A serva lá do Deus, que está acontecendo isso tudo no universo, que é a Cisne Negra.

E aí eles vão começando a conversar com ela durante toda essa fase, e ela, olha, vocês não tem como evitar isso. Isso aí é, uma hora vai acabar. Ah, vamos ver. Eu acho também um pouco arrogante dos principalmente do Reed e tal. E assim, eles, não, nós vamos conseguir resolver, nós somos os heróis da Terra, nós ganhamos de todas as pessoas que tentaram invadir a Terra e destruir o universo, o universo conhecido da...

A gente sempre lê da Marvel e que dirá do próprio multiverso. Não, não. A gente vai conseguir salvar, sim. E ela ri, né? É uma alteração de escala muito grande. Acho que na fase do quarteto, como também é o tom de ficção científica legalzinha e é a própria revista do quarteto em toda a história, eu acho que nem lá, na fase dele mesmo, teve um tom assim tão grave.

de, ah, eu encontrei meu tio de uma outra realidade, ele vê aqui, meu avô, e volta no tempo. As pessoas não têm preocupação nenhuma de nunca mais vão se ver, porque sabem que são os fodas da ciência, dos gênios da ciência, então eles vão e voltam no tempo, alteram a realidade. E tudo rir sorrindo, parece conversar de cigarro.

Agora, esse, eu acho que principalmente nessa revista dos Illuminati tem um tom muito... Vou dizer mórbido, mas assim, um tom muito... Uma inevitabilidade, né? Da coisa. E é uma inevitabilidade, né? Tipo, a entropia, o fim de todas as coisas, que é o que ele fala no começo, né? Tu morre. O universo, o sol, tudo isso onde já vai acabar. Isso é a entropia do...

da realidade, até na própria teoria de que o nosso universo uma hora expande uma hora se contrai e depois vai criar um dos ciclos infinitos de multiverso da própria física que nós temos no mundo real aqui tem um conceito que seria isso que vai acontecer ou que acontece, enfim ciclos infinitos de renovação e destruição

Mas essa parte que eu acho muito melhor do que a fase dos Vingadores. Por exemplo, vocês estavam comentando no começo da Fundação Futuro.

Ali eu também percebi que a revista da Fundação do Futuro era muito mais legal de ler e muito mais... Não vou dizer que a outra era chata, mas assim, eu passava 20 páginas sem sorriso. Tem uma hora que é alternado, né? O Fantastic Four com a FF, né? Que é a Fundação do Futuro. Eu ficava deslumbrado, assim, meu Deus, agora voltou a Fundação do Futuro. E ele, sei lá...

Não sei se existe esse subgênero de escrever criança gênio, mas ele é o melhor que tem. A revista era muito boa. E aqui também sempre dá um tom de maior grandiosidade. Sei lá, acho que ele caprichou melhor a pena nos Novos Vingadores do que nos Vingadores, né? Enfim.

É porque tem um lance em Novos Vingadores, Luiz, que é a sustentação muito mais pelo diálogo sofisticado do que pelas cenas de ação. E eu acho que o Hickman é um escritor muito disso. Quando ele gosta de determinados personagens, ele faz uma cena, que eu acho que é no segundo volume dos Vingadores, que é a cena da reunião onde eles chegam, todos eles, com a joia.

para verificar se eles são quem eles dizem ser, né? Namor, Doutor Estranho, o Raio Negro, o Pantera Negra, o Capitão América e o Homem de Ferro. E por que eles precisam fazer isso? Porque eles lembram que houve a invasão secreta, né? E aí tem uma hora que é muito legal, que o Doutor Estranho chega a falar pô, eu não vou mostrar a minha porque a minha dá um trabalho danado de pegar, tá?

dimensão não sei o que, de não sei aonde. Então, isso é uma preocupação, uma cena que ajuda o leitor a entrar na história de um jeito que outros escritores, outros autoristas não conseguem. Então, agora, quando você vira esse mesmo cara para a história dos Vingadores, ele precisava contar a história de uma equipe que estava sendo remontada, que estava lidando com uma ameaça após a outra no planeta e fora do planeta.

Uma dinâmica completamente diferente, enquanto Novos Vingadores tem esse tom mais conspiracionista, né? Eles se reúnem na necrópolis, eles não podem ser vistos, eles tratam de temas que ninguém deve saber. Então, assim, eu já vejo as duas séries como...

Ah, uma é para andar na rua de mão dada e todo mundo saber, e a outra é para você consumir escondido e secreto para não ter o constrangimento de ter que explicar o envolvimento com isso, sabe? Eu acho que é mais nessa linha, assim.

Bom, antes de chegar no ponto que eu queria falar, os dois IBIs, né, eles têm propostas completamente diferentes, eu concordo. Convergentes lá na frente, mas com identidades não de nem complementares, mas que você não imagina que um vai encontrar com o outro dessa forma que ele encontra lá. Nesse ponto, concordo com isso que você falou, Daniel. O Rickman tem um apoio na escrita desses momentos, assim, de apresentação.

que é muito bacana. Eu não gosto, muitas vezes, do palavreo dele, né? Vamos usar esse termo aí. No sentido de que, às vezes, soa muito... não é nem clichê, mas eu acho que, às vezes, é canastrão. Alguns personagens dele. O namor dele é insuportável. O namor é um personagem chato, já, por natureza, mas o namor dele é insuportável. E ele tem um gosto, assim, por uma dematicidade exacerbada.

E que, às vezes, é muita paixão, sabe? Muita pilha que é colocada naquela coisa ali. A Cid Negra, por exemplo, ela tá sempre dizendo, rapaz, vai dar merda, mas ela não tá falando assim. Ela tá falando com uma grande eloquência shakespeariana, sabe? Tipo assim, vocês vão se fuder lá à frente. Vocês vão ver que... E ela fala também pelo conceito mitológico da religião dela. Porque ela também não sabe a verdade do que realmente tá acontecendo, né? Ela fala o que ela...

Ela sabe o que ela viu das outras incursões, ela fala que existem pelo menos sete meios ali de enfrentar, não é de impedir nem vencer, mas de enfrentar as incursões. Então, em momento, não é dada nenhuma esperança ali. E nesse ponto também, chamar a atenção. Vocês falaram da arrogância deles, eu concordo, mas vocês também não acham o Capitão Meca arrogante aí?

E dizer que, ah, não vamos nos comprometer, vamos vencer. A gente sempre dá um jeito. E recusar dessa forma várias opções, pelo menos, de manter a mente aberta. Você não acha que tem muita arrogância dele ali? Eu acho que o papel que cabe do Capitão América na história... Tu tá falando o quê? No caso dele, em Novos Vingadores, né? Em Novos Vingadores, sim.

Eu acho que Na Vingadores Eu acho que é estranho quando tem Infinito ali depois que a gente vai comentar Todos os grupos Alienígenas que se odeiam Meio que não estão obedecendo Capitão América, mas assim O que ele fala é a lei Não, realmente é o lógico que vão fazer isso Então assim, tem o Tom ali de Marechal do Universo Que ele tem, né, o Capitão do Universo Não sei qual é o cargo aí mais alto que Capitão Major, não sei, enfim Aqui

Mas em Vingadores eu não vejo assim com tão destaque assim que eu possa comentar não. Logo depois ele é usado ali, eles usam as joias. A América que seria a pessoa que tem a vontade suprema ali, o propósito suprema ali, ele já pulveriza as joias que aquilo ali também deve ter editorial da Marvel falando, olha, depois vai ter uma saga que vai precisar das joias do infinito.

E aí guarda isso aí que uma joia sumiu Porque eu não vou destruída Porque a gente vai usar esse depois lá Entendeu? Todas as joias aparecem se desfazendo Menos a joia do tempo, né? Ela some apenas

Tem o lance de... A joia do Xavier está desaparecida porque o Xavier está morto. Isso aqui acontece depois de Complexo de Messias, né? Então, não quero ficar fazendo muita referência de ter que ter lido isso ou aquilo, mas quanto mais coisa da Marvel a pessoa conhece, mais divertido, principalmente nessa fase ali, 2000 e...

2012 a 2014, eu acho que esses dois anos aqui que isso vai acontecer, vai cumprir esse grande arco de histórias que o Rikman propôs ali até as guerras secretas, eu acho que é fundamental, não fundamental, mas ajuda muito você entender o panorama de tudo que está acontecendo.

que depois o Fera vem fazer parte dessa equipe, o Wolverine tá lá na equipe do Capitão América, e eu acho que a gente precisa falar um pouquinho sobre essa outra equipe, né? Uma equipe muito mais da porradaria, que é a equipe de Vingadores, a máquina, né? Que é um projeto ambicioso do Tony Stark com o Steve Rogers, enquanto nesse outro lado aqui, o Steve Rogers, cara, eu não sei, mas...

Aqui eu sinto que o Rick uma meio peso à mão em dar a última palavra para o Steve Rogers de vamos atrás das joias e reconstruir a manobra. Eu acho isso um pouco meio forçado. Talvez, ele sendo um estrategista justifique isso, recorrer ao recurso mais...

poderoso que eles tinham, né? A arma mais poderosa. Mas eu acho que isso caberia de qual o Red Richard propôs, sabe? Não faz sentido pra mim vir do Capitão América essa proposta. Ah, eu não sei, Daniel. Porque, assim, considerando que ele é um soldado, ele pensou na arma mais... na maior arma que ele tinha, né? E a joia do infinito. Ele lembra que eles têm a guarda dessas joias. Então é até óbvio, né, que eles reúnam ali naquele momento.

Se o Capitão não tivesse, não soubesse das joias, aí sim eu concordo com você. Mas diga, Luz. Eu acho que nada do que o Rickman usa é à toa. É a arma de Chekhov. Tá aí por algum motivo. Eu acho que ele usa isso só pra ter aquele conceito que eu não sei nem se isso era...

Já existia pré essa fase, porque isso é falado na série do Loki, e é falado nessa fase dele também. E assim, as joias só funcionam no próprio universo. Talvez até para mostrar que não adianta usar essa armadilha, esse McGuffin aqui, que isso não vai adiantar. Então ele já destrói as joias para falar assim, não vai ser desse jeito que eles vão conseguir.

Ganhar ou perder. Não vou conseguir tentar nem resolver isso com essa joia aqui. Então ele já mata essa possibilidade que um leitor, eu acho que um leitor também passaria nisso, né? Igual é a arma suprema aqui. Porque acontece, eu não... Se eu não me engano, é uma crossover com uma revista

título que nem existe mais, que a gente nem no Brasil leu, e essas joias, na realidade, são o estilhaço de uma realidade, um universo que existiu e que morreu. Eu não sei se foi o primeiro ou o segundo firmamento. Enfim, ou seja, isso seria a força do próprio universo. Então, serviria, né? Mas, enfim, quem lê eu acho que nem sabe. Isso é uma coisa que eu mesmo só descobri lendo aqueles Marvel Weekend da Vida, né?

Mas assim, eu acho que ele usa só pra poder dizer que vai descartar esse conceito, entendeu? Já da frente, né?

Nesse ponto eu dou muito amarelo para o Rickman porque ele usa as regras já estabelecidas no universo Marvel, né? Essa questão das joias funcionais no seu universo de origem, está ligadas a ele. Isso também se conecta com o que o Rickman vai fazer lá em Vingadores. Já antecipando aqui um pouquinho, que ele está falando ali de ferramentas da existência para se proteger.

E sim, os Vingadores mesmo, o Gibi principal, ele é uma extrapolação do que os Vingadores eram até então. É o que ele chama ali de mundo de Vingadores, que é uma ideia que eu acho muito bacana, que é de estabelecer os Vingadores como uma organização global, quase O'Relliana, né?

ter uma equipe específica para cada... Você tem uma base, você tem expansões ali, né? Pets para cada tipo de missão, para cada momento ali. Então, eles recrutam os Vingadores, os principais, os grandões e vão trazendo ali, não necessariamente Vingadores Reserva, mas camadas de Vingadores que vão...

ampliando e a cada edição ali, né, o Rickon que já gosta de um PowerPoint, já gosta de um gráfico, ele vai mostrando como é que aquela formação daquela edição, daquele arco, enfim, está se aposentando. E a gente tem umas edições curiosas aí, né, chama a atenção do Homem-Aranha, foi meio de tudo, não por ser curioso, mas pelo que acontece.

porque esse gibi é quase contemporâneo, é contemporâneo, na verdade, da fase superior. Então a gente vai ver um homem mais calado, mais chato, comendo o lanche na janela, parecendo aquele colega de trabalho que vai comer seu almoço. Por quê? Porque ali é o Otto Otávio, e ele diz, tanto desse gibi quanto do próprio gibi do superior, que o interesse dele é ter o acesso ao banco de dados dos enga-dores e poder fazer o que ele faz ali no gibi do superior.

É o Doutor Topos com a chave da frente da Mansão dos Vingadores, que não é só uma mansão, né? A gente já está aí mais falando de um prédio, a esfera de Dyson, a esfera de... Henrique já gosta dessas coisas de tecnarquia, a esfera de Dyson, umas coisas assim de livro de ciência que só ele lia no colégio.

É, conceito do Asimov de sociedade, né? O nível de sociedade. Se ela já usa estrela, já usa galáxia, se usa aquela coisa, né? Aquela escala de fundação, né? É, o próprio Reed Richards, né? Quando vê a esfera de Dyson sendo construída e tudo mais, é sempre um nome pra essa arma. Aí ele fala, assim, o martelo do Sol, né? Sol's Hammer. Ele usa essa... Que pro americano, né? A língua inglesa não é comum chamar o Sol de Sol, né? Só quando vai se referir mesmo de forma astronômica. Então é Sol's Hammer.

E aí a gente vai ter essa máquina de Vingadores aí mesmo, como o Daniel bem falou. E eu gosto, agora é um gibi bem papum. Você não sente não uma coisa de Warren Ellis nessa pegada desse gibizinho aí, um pouco de massa velho, bastante de estrutura e bastante de foreshadow ali, né? Dizendo, olha, isso aqui vai se ligar àquilo ali, fiquem ligados.

E construindo uma estrutura complexa Maior E ligando com o novo universo A gente vai ter ali o Nightshade Como é que ficou aqui? É sombra da noite? Você está falando do cara que usa saia? É máscara noturna Máscara noturna Eu estava lendo aqui Mas essas equipes Elas variam A cada edição E eu fiquei intrigado Com a sutil participação Do Shang-Chi Que é

Que é uma versão interessante do Shang-Chi, mas que eu acho que ele não chegou a explorar todo o potencial que o personagem tinha, André. Criou uma polêmica aí, né? Na verdade, o Rick vai ressuscitar com essa polêmica do Shang-Chi, veja você, né? Só assim pra falar do Mestre Kung Fu nessa época. Aliás, o Mestre Kung Fu já tinha a parceira em Ilha das Aranhas, onde ele treina o Homem-Aranha, né? Em Kung Fu, pra ele poder desenvolver melhor ali, quanto é uma melhor as habilidades que ele desenvolve no ar.

Mas o Shang-Chi tá sempre ali no musicantinho do universo Marvel. Sempre tem um escritor que gosta dele, que tem uma lembrança, um efeito Mandela ali, que o GB original do Shang-Chi é bom. Estou sendo xingado nesse momento por pessoas ouvindo o podcast. Mas eu não sou fã do personagem, não. Apesar de ter o bonequinho aqui. Isso não quer dizer nada, né? Eu tenho o bonequinho. E o Shang-Chi, ele vai ter um upgrade ali, né? De poder. Ele vai ter o poder de se multiplicar. Ele vem um homem múltiplo.

ali no meio desse... no comecinho aí, nessas primeiras duas edições dos Lunga 2. E isso vai levar uma participação dele no espaço, sim, o México no espaço, atacando bases Skull e dando cacete em alienígenas na mão. Além daquele nunchaku bacana aqui, que dão pra ele lá no gibi também.

Chega que vai aparecer depois em Vingadores Secretos do Bill Baker, né, Daniel? Com o Deodato, parece que o Deodato gostou de desenhar ele mesmo ali. A gente vai ter aquela parte que o Steve Rogers volta com o Cavaleiro da Lua. Esse quadrinho aí dos Vingadores Secretos, bicho, é uma pena pra mim não ter encadernado isso ainda, porque era um material muito bom.

Eu lembro de ter me interessado justamente porque tem a participação do Capitão Britânia, uma das poucas séries que o Capitão Britânia participou fora do Excalibur, e eu gosto do personagem e é bem escrito aquele material. É um gibizinho muito bom e ele pega personagens que aparentemente não tem nada a ver. Capitão Britânia com o Cavaleiro da Lua, México com o Lifú.

Viúva Negra, o Nova também tá no gibi, então é uma coisa bem eclética mesmo, vale pauta, Luiz. Tem uma edição da Viúva Negra também que é excelente, eu só queria fazer um andendo aí do desse nível de poder que é usado, o meu único problema é que assim, a partir do momento que você escalona porque assim, não sei se vocês concordam comigo, mas o que tá sendo feito aqui de botar as pessoas hiperpoderosas nas suas escadas de poder e...

Num grupo hiper poderoso de Vingadores Basicamente transforma os Vingadores Na guarda Shiar Da Terra As pessoas mais hiper poderosas Que existem Pelo menos naquele império intergaláctico Que é o Império Shiar Inclusive tem um membro Que é a Esmagadora É a Esmagadora E ela é um personagem legado Ela é neta De um personagem Da época da Segunda Guerra E ela é um personagem legado

que é amiga do Capitão, né? A esmagadora, ela entra nos Vingadores porque o avô diz pra ela, né? Pega esse contato aqui. É o Capitão América lá. Ela dizia, fulano, se precisar de qualquer coisa, é só ligar. E aí ela é chamada pelo Capitão pra fazer parte dos Vingadores.

Eu tenho uma dificuldade com essa rotatividade do plantel, porque parece aqueles times que fica rico e quer contratar todo mundo, sabe, o Flamengo da vida, assim. Porque, porra, está todo mundo na equipe, bicho. E além de estar todo mundo, o Rickman me tira da Cartola, a Capitão Universo.

O Máscara Negra e o outro menino lá, que é o Stigma, né? O Stigma. Que são os três personagens novos que ele inclui. Aí depois, mais adiante, ele tem essa obsessão com gente de pele branca, com gente com desenho no peito. O rapaz dourado lá, que tem um chifre.

Ed Martin, então a equipe vai inchando de um jeito que daqui a pouco tem 25 Vingadores e isso lá em Infinito faz sentido, mas na série mesmo ali regular tem hora que você diz, onde a outra equipe tá, onde o resto do elenco foi parar, eu não vejo ele gerenciando muito bem todos esses personagens, até porque eu acho exagero usar todos esses personagens e fulubububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububububub

fazer esse adendo aqui, que assim, a ideia é fazer o Daniel falar o máximo possível que ele é o convidado, né? Mas só fazer um adendo, essa parte que você fala que o amarelo é o Axne Hillu. Ele meio que é jogado, e uma coisa que eu achei ruim, por conta de que o Ewing que vai explicar na fase lá do The Ultimates ao quadrado, e na dos defensores, que vem depois, é que o Ewing.

E eu também nem vou me adentrar nisso nesse episódio, ou em nenhum, talvez, no próximo, não sei. Porque, assim, eu tive uma dificuldade tremenda de... Eu li cada verbete de cada um desses grupos aí, das incursões no verbete no Marvel Wiki, suivem a referência de cada revista, e eu não entendia. Porque, assim, é...

Acontece que morreu um homem molecular, que é uma bomba, dos Beyonders. O conceito é isso, né? Fazendo o caminho contrário aí, que só explicado depois da Guerra Secreta pra cá. E aí tem os Beyonders, quando eles foram no segundo firmamento do universo, isso foi o que eu entendi.

Houve o primeiro firmamento, o primeiro firmamento, que é o primeiro universo, morreu quando criou-se o segundo, que aí no caso é o multiverso. As cras celestiais que são pais dos beyonders, porque teve uma guerra. Então esse segundo firmamento, o segundo universo, o multiverso agora, porque o primeiro virou o segundo porque virou o multiverso. Houve uma guerra entre os celestiais coloridos e os preto e branco ali.

E os coloridos ganharam. E aí eles criaram, para ajudar eles na criação das coisas, da vida e tal, os Beyonders. Então os Beyonders são os ajudantes dos Celestiais. Só que eles criaram com tanto poder, que os Celestiais viraram só aqueles robôs que ficam flutuando nas histórias. Tem muita função, né?

Toda a revista que tem do Stalin fica aquele negócio de, nossa, o amor e o ódio, a ordem e o caos. Nossa, apareceu todo mundo pica aqui, né? Todo mundo, o guardião, o jardineiro, o Galactus aparece também. Pô, o Galactus, se você pensar nessa escala, ele não tem...

Ele só é sobrevivente do sexto cosmo, né? Que aí, no sétimo, né? Enfim. Pronto, é isso que eu não gosto. Sim, o Galáxias é reduzido a um... Ah, ele como planeta. Sabe? Que bagaça, sabe? Não tem. Tudo ele é, sabe? O Defensorismo e o Ultimates ao quadrado. E ele gosta muito. Ali é um negócio muito...

Eu acho que ele não é tão boa a revista porque é o conceito atrás do conceito. É basicamente só o leite condensado, não é o leite puro do que seria o Rickman. Ele tira toda a parte da água e fica só o leite condensado. É menos palatável, né? Uma pessoa que lê ficção científica deve adorar aquilo ali.

Mas eu acho, né? Não é um gibi ruim, mas eu acho que é um conceito muito maior. É uma grande nota de rodapé. Tem aquelas notas que tem nos quadrinhos do Alamu. Esse Ultimates 2 e o Defensores, do Ewing, é tipo os contos do Cargueiro Negro do Watchmen, que é a fase do Rickman. Os conceitos que o Rickman usa. Aí tem uma terceira geração, e aí sim é esse pessoal aí do Mapmakers.

E aí depois criou esses robôs aí Que fazem os denamares aí Que é o Incursões em azul E vão lá matando Então assim, é um negócio É uma boneca russa Que tem um conceito dentro do outro Dentro do outro, dentro do outro Ele é contado com uma bonequinha minúscula

Ah, essa bonequinha minúscula aqui, que são os robôs que vão gravando qual terra que tem que ser atacada, ou qual terra que já morreu o homem molecular, que é isso que eu entendi. É por isso que eles... Olha, aqui que já passaram os cisne-negros. É aqui que a gente tem que ir primeiro, porque aqui é mais fácil de achar quem está impedindo o plano inicial, que era de todos os Beyonders... Os Beyonders... Os homens moleculares explodirem ao mesmo tempo.

O que também não faz sentido, porque se eles são Beyonders, se eles são criadores de celestiais, ou filhos dos celestiais, eles têm nível de poder tal. E assim, se eles conseguiram criar um homem molecular em cada universo, eles não conseguem matar todo o universo ao mesmo tempo. É uma coisa também que é um furo do roteiro aí, né?

Eu consigo pegar o ovo de cada galinha, eu não consigo tacar fogo no galinha no mesmo tempo? Eu não precisaria matar cada ovo de cada galinha, entendeu? Não faz sentido o negócio desse. Enfim, isso é uma parada que eu tenho dificuldade de entender. Então aparece Ex-Nihilo, que também é uma pulsão de vida. O universo, que é a Capitão Universo, é uma manifestação desse, que eu acho que é o sétimo universo, o sétimo firmamento que existe.

E aí, depois, Infinito, começa a explicar quem eram esses Nexin Healos. Na realidade, eles são um pulso de vida, criando vida. Só que o problema é que esse Nexin Healos aí, que aparece, que é o chifre de um lado, ele pega a coisa que tá criando vida e ele joga na Terra. Aí dá merda e por isso que os Vingadores vão lá.

Quer dizer, nem ia se saber quem é esse cara, só ia se saber depois. Como ele é uma coisa que é uma anti-vida, né? Que ele é um dos criadores de vida. Deve ter um nome em latim que fale isso, o criador de vida. Aí o Capitão América, vamos chamar ele, porque se o universo está sangrando, está morrendo, vamos chamar um criador de vida, né? Vamos chamar um médico, um médico da vida do universo, né?

Aí você, ah, agora entendi Por que esse cara tá sendo usado Mas é tudo ao revés É tudo mostrar da bonequinha russa Pequena pra depois mostrar que tem Um peixe maior Que tem um peixe maior do que o maior Maior do que o maior do que o maior Até que você chega lá em Deus Que não era um Deus, né? Mas era o Ramon Alau que era o Doutor Destino, né? Enfim Isso aí você tava falando, Luiz Ex in real, inclusive, é do latim Do nada, né?

que é da expressão do nada nada se vem, nada se cria mas ele é o nada que cria vida, o paradoxo é esse aí, então ele e a irmã dele lá, que eu esqueci o nome agora, é tanta gente aí você já chegou lá no Rabun Alau lá ele, mas eles mais aquele o jardineiro lá aquele robô e aí

Eles avaliam espécies que são promissoras ou não, né? E esse jardineiro corta as erradaninhas, espécies que não são interessantes, e os outros dois vão lá semear a vida ou causar a destruição. O que acontece ali, que provavelmente, eu entendi assim, também já é uma falha aí do universo. O universo está morrendo.

E por conta lá daquele evento em uma terra que desencadeou todas as incursões, então o Edson Hill enlouquece, na verdade, dá a entender que ele está louco ali, ele não está compreendo a função dele, assim como o Stigma vai chegar também com defeito, ele chega sem saber o que é que ele tem que fazer, sem memória, e o Stigma é aquela marca, para quem não leu o Novo Universo nos anos 80,

A marca do estigma é aquela meia-lua ali com a estrela que se funde em uma pessoa e dá poderes super-híper-úteres sobre humanos. E aqui, nessa interpretação do rígula, vai parte de um sistema de defesa universal, que é para proteger essa existência criada pelos beyonders também.

o Máscara da Noite é a mesma coisa, Máscara Noturna, Máscara Sober, Night Shade, Night Mask, enfim, eles vão ser esses mecanismos, mas eles estão com defeito, por conta dessa crença, de novo, como se fosse um câncer se espalhando pela existência universal, e que a gente só consegue perceber que as coisas estão nascendo e sendo desenvolvidas de uma forma doente, por assim dizer. Lembra muito o conceito do Stephen King em Torre Negra,

que o mundo seguiu adiante, né? Tipo assim, o que existe hoje é o que sobrou. O mundo foi adiante no sentido do que foi dessa para melhor e o que tem aqui é o que não foi arrebatado, né? Por assim dizer, é o mundo pós-Covid. E a gente tem esses personagens poderosíssimos, essas estruturas com defeito, e o Ex-Hilo que está dizendo assim, ah, ao invés de só destruir vida, porque esse jardineiro aí só quer destruir mesmo.

Eu tentei criar vida, ele joga aquelas bombas ali, né? Meio que aleatoriamente na Terra, nos sete pontos ali, os sete são oito e um que é secreto, né? Para criar formas de vida diferentes. É comunicação, é força, é multiplicação, é isso, é aquilo.

De uma forma inteligente, agora eu concordo com a sua crítica, Daniel. Daniel não, Luiz. A coisa vai escalonando de um jeito assim, de ah, mas tem isso aqui, ah, mas a impulsão vermelha, que é ruim e é boa, é azul, que é boa, na verdade é pior. Porque vai ter, se der a mais, e se der a mais, são dos mapeadores, né, mapmakers. E por isso aqui, então assim, começa a super complicar.

os conceitos, porque não é bem isso, é isso e aquilo e aquilo outro, e aí você começa a puxar, igual aquele livro, os pop-up, né? Que depois que você abriu tudo, ainda puxa uma lingueta aqui, abre o negócio ali, ah, mas calma aí, deixa de ser um D&D para ver um GURPS.

que você tem que jogar dados para tudo e fazer cálculos e ter algoritmos e tudo mais, e uma hora você se perde. E eu me sinto naquele gif do cara montando no quadro lá a trilha da conspiração dele. O Batman gosta muito dessa conspiração, ele gosta dessas várias partes se movendo, né?

E desses conceitos em que tem sempre algo mais por trás ali. E eu acho bacana, eu gosto, claro, todo mundo quer ser envolvido no mistério de um gibi e tudo mais, mas eu acho que ele complica demais muitas vezes. E esse é o caso aqui. Não estou dizendo que não dá para você entender a história, nem nada, não. Quem nunca fez um mapinha do que eu estava entendendo ali, é quem está assistindo aquela série do Netflix Dark. Eu também fiz o meu mapinha aqui para entender quem é filho de quem e quem é quem em que tempo.

Mas o Rickman parece que vai dobrando essa aposta do... Ah, tá complicado, vocês estão perto de desvendar. Pera aí, agora tem isso e tem aquilo. Eu particularmente não gosto muito do que é feito com o conceito do Beyonder, desde o que o Ben desenventou lá atrás, no Ghibli dos Illuminati, que o Beyonder é um mutante inumano.

Ele além de ter um poder, ele tem o outro E aí ele fica poderoso pra cacete E aí é um ser único Aí depois a gente diz que ele já não é um ser único Agora os Beyonders são seres criados Entre uma estrutura multiversal, universal Enfim, e nada disso se encaixa Acho que é o Willing que fala que ele é um bebê Esse Beyonder aí de Guerra das Secretas 1 e 2 Era um bebê Acho que é explicado na frase do Willing Do Defensor, se não me engano

Já é uma costura, né? Um remendo ali que o Ian tá fazendo pra justificar a coexistência desses dois conceitos tão disto pra ir de Bayonders. Bayonders, que no caso são os reis de Marfim. O problema é isso também.

cada ala de cada tipo de pessoa nomeia de outro jeito também, né? Eu acho que os próprios beyonders se chamam de rede de marketing. Pelo menos é assim nos defensores do Willing depois. É, porque o Rickman não tem ansa. Aí ele fica inventando essa monte de coisa enquanto as pessoas normais estão trabalhando, transando, pra não pagar boleto. Ele ia ter uma pessoa só pra pagar os boletos dele. Eu acho que o Rickman leu muito Duna e 100 anos de solidão quando ele era jovem.

Ele quer fazer um filmadilho e um liga 2. Ele quer produzir histórias que tivessem um nível de complexidade e o leitor se sentisse até diminuído perto de tanta coisa que ele apresenta. Por exemplo, vamos pegar aqui. Só a introdução do Hyperion, aquele personagem que vem da outra terra, que é o Superman e tal.

Só a introdução desse personagem renderia um arco gigantesco para os Vingadores explorarem. Mas ele vai mais além, ele introduz uma dezena de outros personagens, introduz uma nova espécie de humanoides primitivos ali na...

na Terra Selvagem, ele vai empilhando conceitos que chegam a uma hora e diz assim... Eu lembro que a primeira vez que eu peguei para ler esse material, ainda quando estava saindo mensal, eu não consegui compreender tudo, porque tinha esse escopo muito grande de você dizer não estou perdendo alguma coisa, faltou alguma peça aqui. Uma hora eles estão enfrentando a imã.

Na outra hora, o Shang-Chi está sozinho indo procurar um artefato e descobrindo um negócio, uma conspiração, aí entra os novos Vingadores tentando impedir uma incursão. É muita coisa acontecendo para o leitor ter a visão do todo que só se passa na cabeça do ícone, que só vai fazer sentido depois, quando chega lá de Guerra Secreta para frente, não é nem infinito. Só em Guerra Secreta que tudo isso...

que mostra a parte de um panorama maior, sabe? Eu gosto, mas eu tenho essas ressalvas também. Mas será que não salvava uma terceira mensal? Até como backup esse pessoal aí do Stigma, do Hyperion. Podia ter uma terceira mensal aí. Não, não, não. Mas veja, de um lado sim. Mas, olha, a gente nem chegou a infinito ainda. Vamos partir para infinito daqui a pouquinho.

Mas eu queria chamar a atenção para isso que o Daniel está falando aí. A gente nem chegou em infinito ainda, que é o primeiro momento de interligação disso tudo. Que a gente vai ter um vislumbre maior do que é, o que não é, o que pode ser, sem querer citar o titã daqui. A gente já teve términos, lembro que teve términos lá na Terra Selvagem, a gente já teve auto-evolucionário, a gente já teve as espécies novas, imã,

Já teve o pod, né? Aquele bicho que vai aparecer ali, que depois a gente vai ver que tem uma hospedeira mulher, que tem uma namorada também, que vai passar pra chapota. Vai aparecer aqueles US Avengers do Ewing, que já vai entrar lá na frente também, nesse bolo doido todo. Então, já rodou tanta coisa aqui, gente. Já aconteceu tanta coisa. O Rickman já cresceu tanto pro lado da história, assim, enquanto ele vai empilhando, com certeza empilhando, empilhando, empilhando.

Que isso, não vou ser injusto aqui não, tá? Não vou dizer que é a mesma coisa, mas sabe o que isso lembra? É bem executado aqui sim, mas isso lembra e eu acho que eu comentei isso nos primeiros pilhas que eu participei, é... Doomsday Clock, o relógio do juiz final, né? O Geoff Jones, em que a gente já estava... É um dos edições, sabia que eram duas edições? Ele ia remolando ali o Watchmen, né? Na edição 8 ele ainda estava abrindo plot, Ele estava abrindo novas temas para...

desenvolver personagem e criando situações que vão para um clímax lá no final. Assim, velho, já está chegando no último ato, né? O terceiro ato ali do Lamarco Cissé. Ele tinha que estar fechando essas coisas aqui, ele está criando mais coisas. Não que o Rickman não feche essas coisas, não é isso. De novo, eu concordo com vocês falarem, né? Tem coisa que foi aparecendo nada, insumido nada também, mas foi bem desenvolvida ali. Eu acho que o Ex-N-Hilo é uma apresentação legal.

bem legal do que ele vai falar depois dos Bayonders, porque ele é uma ferramentinha que vai explicar um pouco dessa estrutura que vai chegar lá nos Bayonders, vai chegar nos jardineiros, tudo mais, na própria Capitão Universo, e nessas relações todas aí. Mas que também fica, se esse Capitão Universo é tão poderosa assim, é porque ela está em maconhada que ela não pode resolver tudo, não pode dar uma resposta certa, e é isso que me irrita, é isso que eu queria chegar aqui, desculpem a volta gigante.

Mas o Rickman complica demais o que ele podia seguir adiante entregando uma coisa e apresentando uma nova. Só que ele está sempre complicando mais. Porque diz assim, ah não, a incursão não, calma, mas essa incursão é azul, a outra é vermelha. Porque essa tem o Cidera Maia, lá vem mais um latim, lá vem mais uma letra diferente ali, uma língua diferente. Tem alto sumério sendo falado pela...

Pela Siria Negra, nesse gibi aí, né? Enquanto no gibi dos Vingadores... Não, novos Vingadores. No gibi dos Vingadores, você tem aquele alfabetinho, né? Que segue a mesma lógica, a mesmíssima. O Rickman aí foi muito picaeta. É a mesma lógica do...

da língua cacoana. E pior, é bobo, você lembra o código herói? Lembra da revista Herói? Que voltou agora aí, né? A revista Herói tinha o código herói. É a mesma coisa, bicho. Cada letra nossa é uma letra deles. É só você memorizar o que é aquilo ali, pra que lado vai a bolinha pra cima, a bolinha pra baixo, aberta ou fechada.

Não existe nada de fonema, não existe... Ah, isso aqui é uma sílaba, isso aqui é um fonema, nem nada não. O homem-universo usa 26 letras e a mesma construção fesal que nós usamos, só muda a fonte. Isso é bobo demais. É para fazer o leitor ir lá na última página e ficar pesquisando qual é a letra que tem a ver com o símbolo aqui.

Pelo amor de Deus, isso é para o leitor da EOE. A gente, quando tinha 13 anos de idade, não condiz nem com a própria complexidade da história que ele está querendo apresentar aí. Aí me desculpe, mas eu vou ser chato. Sei que tem gente que está dando risada à minha cara. O Luig, por exemplo, mas preciso ser chato nesse ponto aí.

considerações, quer partir pra infinito tem um momento também que entidades cósmicas começam a morrer se eu não me engano o tribunal vivo morre, não tem? é porra, não faz sentido dentro de todo o universo Marvel aí, tudo que a gente tinha lido até então, o tribunal vivo morrer e a vida seguir como se não tivesse acontecido

É, porque assim, o Tribunal Vivo é Deus que a gente conhece. O Deus mesmo, que é o Ana Boval, nunca apareceu direito, só apareceu na Herva de Tomei-Aranha, e é o próprio escritor que está escrevendo. Que é a gente do lado de cá. Então assim, Deus? Como é que Deus morre? Eu entendi a gravidade do que ele está falando, meu Deus, o multiverso está sangrando, está morrendo. Ah, já entendi, não precisa...

entendeu? E quem tá matando são pessoas hiperpoderosas, como os netos, eu tô fazendo aspas aqui com uma mão só, tá? Que é o teu... dos beyonders lá, dos celestiais, é um negócio, uns conceitos e, sinceramente, eu acho que já falei no episódio assim, mas não vou nem dizer que foram bem desenvolvidos, porque eram pra ter sido desenvolvidos aqui.

Também, pô, até nessa terceira revista que eu falei aí que poderia ter, ele podia ter desenvolvido ou botado até um glossário, sei lá, sabe se é uma página final. Durante a primeira existência do primeiro firmamento.

O universo quis criar vida Sabe aquela coisa meio bíblica? Meio apocalipse? Ele podia ter feito uma parada dessa Tipo aquela saga da Coelho da Serpente Que a gente comentou no Pile, Luiz Exatamente Uma trama paralela Que aconteceu Aquilo ali O Will faz baseado no Argumento do Rickman Acho Aqui

É o canônico, é o que vale. Atualmente é isso. Enquanto no inventário é outro negócio que não é, isso vai para sempre ser o que existiu. Até porque não é incoerente com todo o resto que foi criado desde o lado de a Kibidu está ali, entendeu? Não é uma coisa tão contraditória assim. Então, não sei. Fica uma coisa...

Oculta demais, oculto do oculto, sabe? É uma coisa meio segredo do segredo. Pra você ver, o que é uma trama segredo do segredo? Era os Illuminati do Bendis, que ele que inventou os Illuminati. Na própria revista New Avengers Illuminati, que é aquela minissérie, ela é totalmente aventuresca, ela não é uma coisa sóbria de pessoas falando frases de efeito como esses novos Jungadores do Rickman.

Mas aí você está exigindo que o Bendis faça uma coisa que ele não é capaz de fazer. Por mais que o Bendis tenha ficado famoso pelos bons diálogos dele, mas acho que construir um projeto macro como esse, que toca em todos os cantos do universo Marvel, o Rickman é muito mais competente. O cara, ele conseguiu.

ele conseguir em determinado momento lembrar que existe a tropa alfa e tratar a tropa alfa com dignidade nessa run dele à frente dos Vingadores, entendeu? Então assim, é algo que...

A Marvel deve ter o quê? 20 mil personagens? Você conseguir encontrar maneiras de encaixar... Wolverine dele é extremamente discreto, mas ele conseguiu encontrar um espaço para os coadjuvantes do Wolverine terem um papel nessa engrenagem que ele propõe. Ele traz essa moça esmagadora para lembrar que lá do outro lado do universo tem uma...

Guarda Imperial Chiá, que é uma força a ser temida e que mais para frente vai aparecer, sabe? Então, assim, eu tenho sempre boa vontade com o Rikman, mas eu acho que o saldo geral aqui é positivo, porque tem muita coisa aqui que poderia ser explorado mais. Talvez, você falou em terceira mensal, não sei se precisaria em terceira mensal. Talvez esse formato que a gente tem...

de quadrinho americano com 22 páginas, não saiba o tanto de ideia que o Antônio Henrique mantém pra desenvolver. Não, teve menos mensais de novas Vingadores do que Vingadores, inclusive, né? Uma infinita acaba no 12, outra acaba no 22. Então, assim, é 10. Uma acho que era mensal e outra acho que era quinzenal, né?

enfim, três semanas se as duas fossem meio que igualadas quando saia nos Estados Unidos podia ter mais revista de uma delas pra talvez elaborar isso mais, né? É assim claro que é muito mais complexo de escrever, mas assim, o Ben escreveu as cinco mensagens vingadoras do mesmo tempo

Pô, ele não conseguia escrever uma duas e meia aí? Pra ajudar? Pô, Luiz, a gente tem que olhar a retrospectiva e lembrar também que o Bendes é aquele suco aguado, né, cara? Você tinha que ler o encadernado.

para que a história andasse um pouquinho. Então, isso é muito chato. Principalmente assim, o Venge tem um momento muito bom. O demolidor dele é ótimo. Apesar de vocês terem essa descompensão aí. Mas ele tem uma parte ali em Vingadores, principalmente em X-Men e depois, que é muito chato. Ele, claramente, não sabe o que vai fazer no mês seguinte. Então, ele tem um fiapinho de história e vai prolongando. Eu acho que o Rickman, ele rende mais de 22 em 22 páginas. Muito, muito mais.

O problema é que talvez ele renda demais, né? Porque ele quer alongar ou ele quer mostrar como o negócio é complexo e aí ele vai jogando mais conceito, mais conceito, mais conceito. Você ia falando alguma coisa? Não, não.

concordo com tudo que vocês estão falando criticando o que eu falei, mas eu só estava citando o Benji, porque com ele que criou os Illuminati, mesmo a revista dos Illuminati sendo uma coisa grave uma sociedade secreta que está gerindo os interesses da terra de cada subgrupo deles que é o princípio

Vingadores, quarteto 75% Da terra que é Atlântida Mas assim, mesmo ali É uma coisa aventurística, não é uma coisa tão grave Aqui eu acho que O Rickman ele ficou muito no É uma frase de efeito A cada balão, sabe assim Toda página tem uma Eu fiquei lendo Eu fiquei, ouvintes aí Eu quando tava lendo E a gente tem um grupo, nós três Eu falei

pra discutir esses episódios que vão ser sobre até a Guerra Secretas, o advento do filme aí, e assim tem uma hora que eu mandei uma porrada de imagem, uma porrada de entre aspas, de frase que são faladas porque

Ele me anda uma metralhadora De diálogo grave Vocês não estão preparados O que vem aí Não adianta eu falar que vocês não vão Entender Mas pode falar, nós somos os gênios da Terra Nós sabemos sim Resolvemos coisas muito mais complexas Não, vocês não sabem o que vem Mas não estou reclamando não Estou achando que Ele não Aí

Eu acho que é quase uma gata criste, assim. Ele omite informação pra dar o tom do mistério. E ninguém sabe, que nem o Maurício falou. Entendeu? Ah, eles estão quase alcançando o que eu realmente pensei, o que é a verdade. Vou inventar uma parada mais complexa aqui pra não ser bem isso aqui. E ficar botando a régua mais pra cima. O que é bom. O que é bom. O que vai ser ruim depois é quando o Rickman sai,

E aí quem entra é o Mark Waid Acho que é os novíssimos Vingadores Isso

fazer o que? Você estava tratando de deuses. O próprio universo personificado, que era Capitão Universo, era um membro dos Vingadores. Hyperion, que é o Superman equivalente da Marvel, estava no grupo. O Thor hiperpoderoso, a Capitã Marvel, como nunca foi bem usada ali, eu acho que, inclusive, ela está gerindo e brigando e sendo a militar que é, melhor até do que o próprio Capitão América nessa fase aí.

Mas você não tem como dar um downgrade depois. Não pode tornar os vingados... Porque, assim, voltando a falar de Banges, isso é 2012, né? Essa fase dele começa em 2012, do Rickman. A gente tá vindo, desde 2005, ali, com a queda, com, basicamente, fingadores urbanos. Vingadores que são pessoas que, a lá demoridor, resolvem problema do bairro. Por mais poderosos que sejam,

Tem o... Ai, meu Deus. A Era Heroica, que é tipo coisa. Luke Cage, é coisa assim. Não, não. Nova York. Nova York. E aí ele dá um não. Agora não é só a Terra. Não é só a Via Láctea. Estamos falando de toda a realidade. Agora os Vingadores vão ter que se aliar. Guarda-se-ar os Cruz, os Cris. E agora eu não vou lembrar todos os grupos. Eu não sei se é ele que cria aquela moleque que tem cabelo verde. Não sei aquela Brand.

Da espada. A Big Eye Band, eu acho que ela aparece no... é o Zé Oswego, né? Em The Avengers X-Men. Sim, ela estreia lá em Super Avengers X-Men, naquele arco que o Colossus volta à vida, né? Por conta do Grimamundo. Grimamundo. É, eu lembrei só porque eu reli recentemente. Então, mas ela tá sendo usada aqui, né? Sim, sim. Bastante, inclusive, né? É, eu bem desuso ela também. E depois tô sendo usada mais e tal, né? Então...

Assim, você tem que, a partir do momento que você tá tratando de uma guerra, tem que ter toda essa política. Eu acho que, inclusive, até ele é... Enfim, quando a gente entrar aí no infinito, a gente retoma essa parte aí. Vê que dá pra tirar bastante coisa aí, senão...

Vai ficar, o podcast vai ficar umas 3 horas aí. Se vocês querem seguir pra Infinito, porque ele já passou de mal aqui. Dá pra vocês, tá? E aí? Eu acho que Infinito mereceria um episódio... Só dele, né? Só dele. E aí, Luiz? Pode fazer o seguinte.

No próximo, a gente junta com o resto. O que vem depois, aqueles quatro encadernados. Começa com o infinito e segue. Que depois tem dois encadernados. Antes do Times Run Out, que é o tempo que se esgota. Tempo esgotado, né? Porque depois no encadernado sai o tempo esgotado. Tem dois de Vingadores e dois de Novos Vingadores. Entendeu? Não sei se daria pra ser infinito mais esses quatro encadernados ou se vocês preferem...

Daria pra gravar um episódio mais rápido, né? É, porque assim, também o problema de primeiro episódio é que a gente faz um panorama, a gente fala do Rick, a gente compara como veio antes e tudo mais, aí já demora um pouco mais do que a gente demorou hoje. Mas no segundo a gente já pega um ritmo melhor, né? Então, mas eu não tô falando nem da gente gravar cinco mesmo, no próximo gravar, tipo, o episódio, sei lá, quase duas horas, e aí eu dividi na edição em dois. Não sei se teria pra fazer isso. Pode ser também.

Pode ser. Pode ser, Daniel. Pô, gente, desculpa, eu tô falando aqui, tava no microfone desligado. Pode, pode sim. Eu tenho os apoios a fazer sobre arte do Deodato também, algumas coisas depois sobre o Infinito, aquela cena do martelo do Thor. E aí, acho que vai render também. Agora, eu não sei se isso fica deslocado no episódio, mas assim, eu não sei quantas vezes vocês leram isso. Essas fases todas, mas assim, eu tenho uma experiência que eu sei que mas também, eu sei, mas também também também também eu sei o prin princípio da princípio da

quis ter uma fama de hater do Rickman e tal, mas eu acho que nem quem gosta disso leu isso mais 4, 5 vezes que nem eu li. E assim, a cada vez que eu li, eu tive uma visão diferente, sabe? A primeira vez que eu li, eu falei, ah, tipo assim, eu sempre falo que o Rickman não tá nem no top 10 escritores dos Vingadores, porque assim, não é a escala, é a qualidade da história. Aí a cada...

Cada leitura que eu fiz eu tive um entendimento e agora como eu já tinha na minha cabeça que saber esses conceitos do que era verdade no Falando As Contas que eu já não lembrava, aí eu fui correr e ler Os Defensores do Ewing, eu fui ler O Quarteto antes do Rickman, que vem antes disso aqui.

que agora tem uma relação também, tem uma outra parada, além do tocho humano falar tudo vive, tem uma referência ou outra, né? Alguma coisa que acontece também, a barca, a barca que vai ser a salvação do pessoal, que salva o pessoal da Terra antes, né? Pra existir e aparecer lá no reino bélico, né? O mundo bélico, né?

Sim. As guerras é crenta, sim. É o mundo de... War World, né? O mundo de guerra. Mundo de batalha, né? Mundo de batalha, sim, isso é. Então, é a mesma barca que aparece na fase do Rick, mas tem outras coisas que são conectadas, mas acho que é melhor... Assim...

Não sei se vocês pensam isso, mas eu acho que a maior criação artística de criação de mídia que existe no mundo é o universo Marvel. Porque são 70 anos de milhares de escritores escrevendo coisas até que se contradizem, mas tem uma certa coisa entre si. Que outra coisa tem uma coesão parecida?

A DC meio que desconsiderou tudo que veio antes de crise Então não seria o universo DC a maior coisa Não sei se vocês pensam isso aí também Então é uma coisa complexa E eu acho que o Rickman Por mais que não seja Uma avesso perfeita aí na costura É muito bem costurado Com o que vem antes, o que vem depois Os conceitos, todos os personagens que ele usa assim Eu acho que também Ninguém foi tão ousado

Vai pegar tanta responsabilidade Sobre si De grande eloquência do que ele tá fazendo Como ele, né? Então assim, eu acho que é um 8,5, 9 Se vocês pensam assim também Olha aí O Luiz já tá começando aí A nossa série de programa Mandando um 8,5, 9 pro Rickman Concorda, Daniel? 8,5, 9 pra essa saga toda? Isso

Ou até aqui, Luiz? Eu acho que o daqui pra frente é bem melhor do que o que a gente comentou até agora. Tá bom, tá bom. É porque tem uma barriga ali naquele arco da Terra Selvagem, a coisa da imã. Faz sentido, sim. Tem umas coisas que eu cortaria se eu fosse editor dessa série. A imã era o que eu tava esquecendo. A imã é o que acontece na fase do quarteto.

Ele puxa pra quê? Que é a Ima comprando Barbados. Não lembro qual país que é. Acho que é Barbados. Eles compram Barbados. Não, não. Eles compram Barbuda, desculpa. É antigo e barbu do país. Eles compram Barbuda. E, sei lá, o pessoal de Barbuda deve ter ido pra Antigua. Deve ter sido isso que aconteceu. Eles compram a ilha e passa essa base da Ima. E isso é um conceito que depois é resgatado.

Quando eu acho que o Shang-Chi que invade a ilha Lá para meter porrada de todo mundo, né? Também, é. Isso, ele vai com uma equipe ali Olha, eu Eu confesso Assim, eu assino embaixo o que o Luiz falou Agora há pouco aí Que você relendo Sabendo onde ele quer chegar Você entende melhor as coisas Mas numa primeira leitura É mais difícil, talvez até você Lendo e voltando, lendo e voltando Antes de chegar até o final e poder voltar no começo É confuso também Aí Aí

por conta dessa bonequinha russa aí que o Tevore citou também. Não dá para você entender ali o escopo do que ele está fazendo, não é só porque ele é grandioso, não é porque ele é confuso também. Ele é grandioso, ele é grandiloquente ali, como o Luiz disse, e depois disso, ele que faz o quê? Já chegou no ápice ali, reconstruiu a realidade e agora?

Quem é que vai chegar à altura disso? Então tem que dar uma desescalada gigante, concordo. Agora, ele faz também a exaustão, isso a ponto do Celeste A se tornar em nota de rodapé ali, né? Dedinho do pé do esquinho lá.

Homem Universal dele. Eu estou usando repetidamente o Homem Universal porque não tem nada maior que isso. É assim que eu consigo imaginar agora. Só sei o Reginaldo já, mas só consegui pensar algo maior que isso aí. Grandes mentes que são. Mas vamos parar por aqui hoje. Vamos deixar o gancho aí porque, como eu falei,

a gente não chegou nem infinito ainda infinito que foi um GB que eu tive que penar pra comprar, conseguir comprar na CCXP lá de Recife só e um preço salgadinho pra depois vender a preço de banana mas esse eu conto no próximo episódio vamos encerrar por hoje, Daniel nosso convidado aqui, considerações finais, melhor é a mesma daqui em diante

Do que eu me lembro melhor, eu acho que é o tipo de série que não é para iniciantes, essas duas séries dos Vingadores são séries que se complementam, mesmo sendo muito diferentes, mas que exigem do leitor uma atenção um pouco mais apurada. Portanto...

Se eu tivesse que avisar a quem caiu de paraquedas aqui, se prepare para uma longa jornada com muitos conceitos e uma infinidade de ponderações, porque o Rickman não economiza. O meu metralhador é de ideias e ele estava em grande forma aqui nessa passagem à frente dos Vingadores.

Luiz, então, mudou de ideia, foi convertida ao Rickmanismo. Realmente é muito bom. Ainda acho que ele não está no top 10 de fase da equipe. Porque tem fase do Bunny, fase do Sterne, fase do, enfim, do Shooter. Fase do PEN, é bem água de salsicha que você falou assim, mas é uma coisa que ele escreveu durante muitos anos. Tem muitas...

pagas aí e tal, mas assim, é digno é digno, botou os Vingadores, eu acho que também, não sei se vocês concordam comigo, é um gibi de Vingadores pra quem não é fã de Vingadores ler se por exemplo um fã porque isso foi primeiro que cracoa, mas assim, um fã de X-Men

Quando ele foi anunciado, deve ter lido a fase dos Vingadores pra pensar Nossa, vai ser uma coisa tão grandiloquente assim nos X-Men O que será que nos prepara, sabe? O que virá por aí? Foi uma coisa grandiosa também nos X-Men, né? Tanto que tem viúva até hoje dessa fase, né? Eu acho que ninguém é viúva na fase do quarteto, do Rickman Eu acho que ele vai numa crescente que agora ele vai escrever o quê? Eu não sei o que ele tá escrevendo de mensal agora

Ele vai pra onde? É? Não, é porque assim, quarteto é que se não é em vingadores que não tem outro grupo maior ou equiparável. Ele não vai escrever defensores, que o Ian já escreveu ali. Foi uma coisa grandiosa.

Os Vingadores dos Vingadores Do Ultimate, os Supremos ao quadrado Que o Ian também escreveu O Marvel Azul A Capitã Marvel Monica Rambeau A América Chata Também é um negócio hiper multiversal É um negócio assim Que eu não teria nem capacidade intelectual Pra explicar o que foi aquela fase ali Quem leu sabe que é um negócio assim Caralho, que porra é essa? Pra você ver o E aí

O Galactus era o arauto deles lá, era o boy lá que fazia as paradas pra eles. O Galactus teria um nível do que era hiperpoderoso de explicação do conceito que teve. Então, assim, eu não sei pra onde iria. Eu acho que só sobrou o Rickman, escrever coisa do oral ou escrever personagem solo. Eu acho que ele seria um muito bom escritor se ele escrevesse, tipo assim, uma aniquilação...

contido entre si, surfista prateado. Eu adoraria ler em surfista prateado, por exemplo. Nova, Argenta Galáxia, teria uma parada assim, mas se ele tivesse escrito Aniquilação, seria uma parada melhor do que Aniquilação foi. Não vou dizer Aniquilação a conquista, porque eu não li. É isso que eu ia dizer, eu lamento informar, Luiz, mas ele escreveu agora e Aniquilação teve no espaço e é uma merda, tá? É só se fala de outra coisa, igual a esse gods dele.

E há boatos aí, esperanças, né, do fandom, que ele vai escrever para descer a Legião, que ele já disse aí que ele gosta muito da Legião dos Super-Héóis. Conheço três ou quatro dos cinco fãs da Legião existentes no Brasil que estão empolgados com essa ideia aí do rico na Legião.

Eu concordo que a releitura foi mais legal do que eu lembrar, como eu falei, essa coisa de voltar sabendo onde ele quer chegar e reconstruindo alguns pontos, lembrando de alguns detalhes, né? Porque...

Diferente de quando a gente é moleque e liam os gibizinhos que conseguiram comprar na banca, hoje a gente tem um acesso limitado através de internet e das próprias editoras, né? Chega muito mais material aqui, você tem acesso à internet, enfim, de diversas formas. Então, a gente... e o ritmo da vida mesmo, né? Você pega um cara como o Daniel aí, trabalha... A gente tem seu trabalho formal e ainda vai cuidar da editora, ainda vai cuidar da família.

fazendo filho direto, né Daniel? A povo anda aumentando o fandom dos X-Men. Fazendo filho, gravando vídeo, editando o gibi. E lendo o gibi. E lendo o gibi também. E ainda conversando sobre o gibi nas horas vagas. Quanto pouco tempo a gente tem pra ficar relendo coisas, né? Então se a gente não for gravar sobre isso, a gente não acaba não relendo.

Seja reler Infinito, Vingadores do Rico, seja reler Epic Collection do Wolverine, como o Daniel soltou aí há poucos dias dessa gravação, falando sobre a primeira época do Wolverine, da Panini. Então, é difícil a gente ficar matando e lembrando, como a gente lembra de gibis, de quadros, de falas, de passagens todas, completas, assim, de gibis quando a gente era moleque. Então, é muito bom essa oportunidade aí.

Não vou me alongar muito mais não, porque já esticamos aqui bastante, o Rick não perde essa lucubração toda. Mas o próximo programa, infinito, e além o perdão aí da Disney não me reno-processo. Mas, então, até a próxima. Até a próxima. Muito bom estar com vocês, mas prometo que quando vocês agendarem o próximo, vou tentar gravar na primeira oportunidade, sem remarcações.