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Domingo o dia do Senhor
27 de setembro de 20261h14min
Continuando a série sobre o dia do Senhor, a lição começa com uma recapitulação: Deus santificou o sétimo dia na criação, mas a obrigação legal de guardar o sábado foi dada a Israel no Sinai como sinal da aliança mosaica. O cristão, que vive sob a nova aliança, não deve ser julgado por festas, luas novas ou sábados. Fontes históricas como a Didaqué (fim do século I) e os escritos de Justino (por volta do ano 150) mostram que a igreja já se reunia no domingo, o primeiro dia da semana, muito antes de Constantino, que apenas oficializou uma prática existente. Não adoramos o domingo: adoramos no domingo o Cristo ressuscitado.
Em seguida, a lição trata do que a igreja recebeu das raízes judaicas. Jesus tomou elementos da Páscoa e instituiu a Ceia do Senhor, e Cristo é a nossa Páscoa. No Concílio de Jerusalém (Atos 15), diante da exigência de que os gentios fossem circuncidados e guardassem a lei de Moisés, os apóstolos e anciãos concluíram que a salvação é pela graça do Senhor Jesus Cristo, sem impor aos gentios o jugo da lei. Jesus é a porta; o gentio não precisa tornar-se judeu para chegar a Cristo.
Por fim, a lição reconhece o papel de Israel: guardar fielmente as Escrituras e ser o berço do Messias, nascido na humilde Belém. Mas pertencer etnicamente a Israel não salva; Cristo é o fim da lei para todo aquele que crê e cumpriu a lei em nosso lugar. Em Cristo não há diferença entre judeu e grego, e ele derrubou o muro de separação. Os gentios foram enxertados na oliveira. A conclusão: nem judaizar a igreja, nem desprezar Israel, que continua tendo seu lugar no plano de Deus.
Em seguida, a lição trata do que a igreja recebeu das raízes judaicas. Jesus tomou elementos da Páscoa e instituiu a Ceia do Senhor, e Cristo é a nossa Páscoa. No Concílio de Jerusalém (Atos 15), diante da exigência de que os gentios fossem circuncidados e guardassem a lei de Moisés, os apóstolos e anciãos concluíram que a salvação é pela graça do Senhor Jesus Cristo, sem impor aos gentios o jugo da lei. Jesus é a porta; o gentio não precisa tornar-se judeu para chegar a Cristo.
Por fim, a lição reconhece o papel de Israel: guardar fielmente as Escrituras e ser o berço do Messias, nascido na humilde Belém. Mas pertencer etnicamente a Israel não salva; Cristo é o fim da lei para todo aquele que crê e cumpriu a lei em nosso lugar. Em Cristo não há diferença entre judeu e grego, e ele derrubou o muro de separação. Os gentios foram enxertados na oliveira. A conclusão: nem judaizar a igreja, nem desprezar Israel, que continua tendo seu lugar no plano de Deus.