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Quando o servo descansa, as obras continuam

27 de setembro de 20261h57min
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A partir de Apocalipse 14:13 ("bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor... e as suas obras os sigam"), a mensagem ensina que a voz de quem parte se cala, mas o testemunho continua falando. Com base em Efésios 2:8-10, o pregador lembra que a salvação é somente pela graça, por meio da fé em Cristo, e não pelas obras. Mas quem foi feito nova criatura em Cristo é chamado para as boas obras que Deus preparou de antemão. As obras feitas no Senhor são eternas, Deus não se esquece delas (Hebreus 6:10) e um dia elas serão recompensadas.

Ao lembrar com carinho dos irmãos que já partiram e deixaram marcas de amor e serviço, a mensagem usa o exemplo de Abel, que "depois de morto, ainda fala" (Hebreus 11:4). O pregador conta a prova de seminário em que o professor fez uma única pergunta: o que você gostaria que escrevessem no seu epitáfio? Também dá exemplos de obras que muitas vezes ninguém vê, mas que Deus vê: o folheto entregue e jogado fora, a aula para crianças, a oração silenciosa, a oferta anônima. Tudo isso para mostrar que "o vosso trabalho não é vão no Senhor" (1 Coríntios 15:58), já que Cristo venceu a morte.

A mensagem termina com um chamado: o crente não se aposenta da obra do Senhor enquanto Deus lhe der mãos, forças e tempo. Com a pergunta "quem continuará?" e o exemplo de Isaías ("eis-me aqui, envia-me a mim"), a igreja é convocada a sair da inércia, entregar a agenda a Deus e deixar um legado que aponte para Cristo. O convite também alcança quem ainda não recebeu Jesus como Salvador pessoal, porque só as obras feitas em Cristo permanecem para a eternidade.
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