A conta parece óbvia: contribuir no teto máximo do INSS deveria render um salário-maternidade maior. Mas quando existe apenas uma contribuição, o cálculo da RMI trabalha contra o segurado — e o dinheiro investido na alíquota de 20% se perde.
Neste Café com Prev, você aprende:
- Por que não compensa fazer uma única contribuição na alíquota de 20% sobre o teto para fins de salário-maternidade
- Como funciona o cálculo da RMI do salário-maternidade para a desempregada, a contribuinte individual e a facultativa — apuração sobre os últimos 12 salários de contribuição, dentro de um período não superior a 15 meses
- O efeito prático de existir só um recolhimento nesse período: a média cai drasticamente, porque não há outras competências para compor o cálculo
- A escolha mais eficiente nesse cenário: uma contribuição no valor do salário mínimo, na alíquota de 11%
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