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Patsyando #13 – Al Bait Al Arabe – BH/MG

24 de julho de 202620min
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Patsyando #13 – Al Bait Al Arabe – BH/MG

Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas!
Hoje temos mais um episódio do Patsyando, podcast onde Patsy divide com os #ouvintesincríveis os passeios e viagens físicas e mentais! Neste Patsyando #13, Patsy conhece as delícias da culinária árabe! Bora alí ouvir! Afinal, agradecemos à todos vocês ouvintes! #papodelaspodcast #podcast #patsyando #culináriaarabe
Porque Quem ama ouve, quem ouve comenta!

Texto e Voz
Patsy
Edição
Cafeína 

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Participantes neste episódio1
P

Patsy

Host
Assuntos7
  • Comida e culináriaBaba Ganoush · Falafel · Comida Libanesa
  • Gastronomia e eventos especiaisAvaliação sensorial · Combinação de temperos
  • Experiência no Al Bait Al ArabCulinária Árabe · Al Bait Al Arab · Formação em Belo Horizonte
  • Experiência em restauranteAmbiente aconchegante · Atendimento rápido
  • Custo-Benefício e Preços AcessíveisPreços acessíveis · Valor total da conta
  • Bebidas e Doces ÁrabesBala de damasco · Barra de cereal com nozes · Cerveja Beirute
  • Guia Michelin e restaurantes recomendadosAvaliações online · Google Gemini na Volvo
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
PPatsy

Olá pessoal, esse é o Pátiano, meu diário de viagens para onde quer que eu vá. Venham comigo, galera! Primeiramente, eu gostaria de mandar um beijo na boca da Gabi Vieira, tá? Te amo, sua linda! E segundamente, eu gostaria de mandar outros beijos para a equipe do All Base Al Arab. Se eu não me engano, eu tô falando certo. E aí agora eu vou explicar o porquê, tá bom? Então, galera, eu pretendia começar esse episódio mencionando primeiramente o orgasmo gastronômico, mas achei que poderia soar muito grosseiro ou muito repentino, né?

Então eu decidi ser mais delicadinha, como a princesa que eu sou, né? Mas onde que a Gabi Vieira entra nessa história? Esses dias a gente tava conversando e ela mencionou que nesse momento ela e o Gabriel estão com um foco muito grande em comida libanesa. Aí eu comecei a perguntar, né, quais eram os pratos típicos que ela normalmente pedia e tal, porque eu particularmente nunca tinha pesquisado sobre essa culinária específica, o que que compunha essa culinária, né.

E aí ela foi mencionando alguns pratos que eu já tinha comido na rua, falou alguns outros que inclusive eu já cheguei a fazer em casa, tipo baba ganoush, e que eu amo inclusive, e que eu não sabia a origem, eu só sabia que eu gostava. E outros mais que eu sempre tive curiosidade de provar, mas nunca tinha provado, eu não sabia que era da culinária libanesa. E aí ela mencionou que é tipo falafel, que eu nunca tinha provado. Eu sabia como é que era, mas nunca tinha saboreado.

Beleza. E quando ela foi trazendo esses exemplos, foi colocando em mim o quê? Uma vontade imensa de experimentar no restaurante próprio, né? Não em restaurante que serve de tudo e tem isso. E no restaurante onde a culinária é libanesa e eles fazem lá os produtos para eu poder provar do produtor, né? Aí eu fui procurar no Google onde que tinha por aqui. Aí eu encontrei o Albeit no Google lá no Belo Horizonte e eu fui olhar as avaliações porque eu não conheço muito bem assim como que funciona a questão dos bairros de Belo Horizonte.

Eu sei que tem outros que eu já costumo ir, tipo Prado, Gutierrez, mas eu não tenho muita noção de localização de bairros de maneira geral. Castelo também é uma região que eu já vou com mais frequência. Tava num bairro chamado Padre Eustáquio. Não sei que barra é esse, mas beleza. Aí eu fui olhar as avaliações, todas 5 estrelas e todo mundo lá rasgando elogio, né? Teve um cara que falou que ele levava o pai dele, que é libanês, para comer lá e que o pai adorava.

E teve um outro cara que começou a review dele falando obrigado por existir. E aí esse obrigado por existir me pegou demais, né? Porque eu falei assim, caraca, obrigado por existir é tipo chegar para uma pessoa e falar assim parabéns para quem te fez. É esse o nível de comparação. Aí eu fiquei curiosa, né, esse restaurante especificamente, tinham outros mais caros, outros mais fancy, sabe? Como é que se fala isso? Mais chiques, mais cheio de guerre-guerre.

E esse era o que tinha disparado os melhores reviews. Eu falei assim, eu vou nesse, que eu gosto do feedback de quem tá comendo e não só de quem vai para tirar foto para o Instagram. Aí fomos, e meu amigo, parabéns para quem te fez! Assim, primeiro que quando a gente chegou estavam todas as mesas cheias, o que eu particularmente achei uma boa propaganda, porque é um local que não tem assim letreiro imenso, é muita papagaiada falando, olha, aqui é um restaurante.

Não, ele tem um bannerzinho na entrada, você entra por uma escadinha, parece que você entrou numa casa, e o restaurante é numa área tipo um terraço nessa casa. Então assim, não é uma coisa chamativa, e mesmo não sendo chamativo por estar cheio, eu falei assim, realmente o negócio aqui é bom. Porque sem papagaiada, a galera vem não tão muito curioso igual eu. Eles vêm porque eles gostam. E muita gente com crachá, ou seja, pessoas que trabalham ali, que estão ali frequentemente e que comem ali frequentemente.

Achei isso sensacional. Falei assim, é, a galera daqui vem, eles escolhem vir comer nesse lugar. Isso é bom. Aí beleza, né? Esperamos uns 5 minutinhos, foi muito rápido. Uma das mesas já liberou, o pessoal que tava comendo lá terminou de comer e nós pudemos sentar para poder fazer o nosso pedido. Aí quando a gente sentou, a garçonete ela já veio para anotar o nosso pedido. Provavelmente, pessoal, é tão fiel a ir lá que o pessoal já tem tipo pedido padrão.

Então quando ela chegou, eu falei assim: calma que eu nunca vim aqui, eu preciso olhar o cardápio, ver o que que tem aqui para eu poder escolher o que eu quero. Ela: ah não, então tome seu tempo, fique à vontade, eu vou atendendo as outras mesas. Quando vocês tiverem escolhido, vocês me chamam que eu anoto o pedido de vocês. Aí eu: tá bom. Eu fui notando enquanto eu olhava o cardápio que o atendimento ele era rápido. Toda hora a moça ia na cozinha, voltava e tal.

Tinha uma garçonete e alguém lá dentro fazendo, alguém de não sei quantas pessoas. Não sabia na hora, né, quantas pessoas. Mas era tudo muito assim, bora! Toda hora a mulher entrava, toda hora a mulher saía e trazia negócio, e bem rapidão assim. E isso eu também gostei, porque não há nada pior do que você ir num restaurante, você ficar uma hora lá porque você pediu, sei lá, um espetinho. Já aconteceu comigo com o Bergs certa vez.

Tudo bem que o restaurante estava muito lotado, mas esse é papo pra outro dia. Vamos falar aqui do Albeit. Albeit, Albeit, acho que é Albeit. E aí beleza, a gente ficou nessa, gostamos. Gostei de ver que o movimento era rápido, o atendimento era rápido, tudo isso. Fizemos os nossos pedidos e meu parceiro, que delícia! Eu já vou especificar o que que a gente pediu pra vocês entenderem a variedade de coisas que a gente Comeu. Mas sabe quando você— mas eu quero tentar explicar, porque eu até tô pensando, tô vendo com o Bergs, né, da gente comprar talvez uma câmera.

E esses paticiando onde eu vou, em restaurante, em lugares assim, a gente fazer videozinho para botar no YouTube. Mas a gente não tem nem a câmera, então calma aí. Porque eu acho que o que eu vou tentar explicar em palavras aqui, se tivesse filmando, vocês iam entender na minha reação, porque era tão saboroso. A comida era tão gostosa, tão gostosa, tão gostosa que quando eu mordi a primeira vez— e gente, eu sou nutricionista, né?

Então parte da minha formação acadêmica envolve avaliação sensorial de produtos. Tem esse detalhe. Berg sabe, eu sou muito chata quando eu vou comer alguma coisa. Eu mastigo muito, eu presto muita atenção, eu tento notar sabores. Eu não falo nada, eu fico guardando pra mim. Mas eu faço isso tudo ao mesmo tempo. Se eu noto alguma questão de textura, minha cara já muda. Isso é natural meu. E a formação acadêmica piorou isso em mim.

Mas assim, quando eu dei a primeira mordida no primeiro prato que chegou, porque a gente pediu alguns, eu fiquei 3 segundos de olho fechado, respirando. E eu acho que eu gemi de leve. Porque às vezes acontece. Quando a comida é muito gostosa, eu dou uma gemidinha. Porque... Como que eu consigo explicar isso, gente? Os temperos, o azeite, a páprica, o hortelã... Tudo tava tão perfeito na combinação. De sabores que eu dei uma leve transcendida ali.

Eu acho que eu tive um pequeno orgasmo gastronômico, porque esse é o termo que eu consigo tentar mensurar para vocês. Foi, eu, eu, sabe, sabe quando você tem um orgasmo que você fica em alfa alguns segundos até sua alma voltar para o seu corpo? Foi essa sensação que eu tive com a comida ali. E eu fiquei tanto que quando eu voltei, que eu abri o olho, olhei para frente, o Berg estava com um sorrisinho. Ele falou assim, você foi muito longe agora, né?

Eu falei assim, foi. Eu tô sem palavras. Eu tô tentando, pra vocês verem a dificuldade que eu tô tendo de tentar colocar em palavras a sensação que foi. Porque eu fiquei sem palavras, por isso que eu pensei. E aí isso tá mais forte na minha cabeça, a questão de esse tipo de ação a gente fazer filmando. Porque a gente já tem o microfone de lapela, tudo bonitinho. Então dá pra fazer. Porque eu não consigo— eu tô tentando buscar as palavras certas pra vocês entenderem qual foi a sensação.

E aí foi delicioso! Delicioso, delicioso. E aí o que a gente pediu? Só pra vocês entenderem. Porque não foram coisas muito complexas, não foi nada muito absurdo. Mas tá justamente aí a questão. Não era uma coisa fora da casinha que a gente pediu. Não, era uma coisa com ingredientes simples, mas bem feito. Bem feito. E aí, o que a gente pediu? Vamos lá. Eu pedi um almoço, que tem as opções de almoço onde você escolhe os componentes do prato separadamente, né?

Tipo, ah, é esse prato, é arroz, feijão, não sei o quê. Não, você vai falar, o meu prato tem que ter um disso, um disso, um disso, um disso, um disso. Você vê no prato lá. No meu eu pedi um arroz com lentilha e cebola caramelizada, falafel, húmus, baba ganoush e fattoush, que é uma salada com salsinha, tomate, pepino, alface, hortelã, cebola, azeite, limão, sal e pãozinho sírio. A saladinha tem tudo isso. E eu pedi também uns charutos feitos com repolho, recheados com carne, um pouquinho de arroz e tal, uns temperinhos.

Aí fazem vários charutinhos assim, você vai comendo um por um. O Bergs, ele pediu o quê? Um combo, tipo de fast food, sabe? Só que feito com shawarma de carne. Um molho de alho também. Batatinhas fritas. Ele pediu um kibbeh grande. E pediu um manakish de haris, que é um manakish de uma pizzazinha feita com massa de pão sírio. E esse haris, perdão, ele é um queijo árabe com hortelã, cebola, azeite e páprica. Inclusive foi esse manakish de haris que foi o primeiro prato a chegar, antes de vir os outros.

E a gente dividiu o manakish, comemos cada um metade dele, porque o pão sírio é grande. E aí, além disso, né, eu também pedi um cafezinho árabe, que ele tem aquela— ele é preparado naquele, naquela cafeteira diferente. Não sei o nome daquele utensílio, me perdoem, mas é uma cafeteira que você esquenta e você ferve o café dentro dela, e depois você espera um pouquinho, decanta um pouco o pó e é servido. E aí no fim da xícara fica até um pouquinho do pó.

O café árabe é feito desse jeito. A gente também pediu bebidas pra acompanhar a comida, né, que o cafezinho eu tomei depois. E pedi também... Junto do café vinha uma bala de damasco, que eu perguntei pra dona, depois que eu descobri que é uma moça que fica na cozinha, que é a dona, acredito eu, porque ela é gringa. E aí eu perguntei a ela, que tinham vários doces ali pra venda, né, doces industrializados mesmo, não eram doces feitos ali na hora, não.

Aí eu fui perguntando o que era cada coisa, o que tinha, e ela falou, olha, temos aqui uma balinha de damasco, ela é muito gostosa e ela não é... Muito doce. Isso foi uma coisa que eu notei e eu gostei muito. Os doces são doces, mas não são muito doces, eles são gostosos. E aí ela falou, tem essa balinha de damasco. Mas aí eu tava pensando em comprar a balinha para poder provar. Ela falou assim, você pediu café, vem uma balinha de damasco junto do café.

Então você não precisa comprar a balinha para saber o sabor, porque você já vai saber porque você comprou já. Aí eu comprei uma barra de cereal feita com nozes apenas, sem a adição de açúcar, sabe? É feita com... tem um outro produto que eles usam pra poder ficar em formato de barrinha, mas não é sacarose, essas coisas assim. Aí, a bala, que é um produto industrializado, também é uma delícia, porque ela tem sabor de damasco. Não tem a textura, obviamente, da fruta daquele jeito.

Ela tem uma texturinha assim meio de bala, só que ela é uma bala que você vai desenrolando, ela fica tipo um quadradinho. E você vai comendo o tanto de bala que você quiser. Você não precisa comer aquela bala inteira. Eu comi inteira, eu comi inteira, que tava uma delícia. Mas se não quisesse, não tinha necessidade. Você podia enrolar depois e comer o resto depois. Porque ela é comprida, não é redondinha igual a gente compra bala aqui.

E a barrinha de cereal eu trouxe pra casa. E nós comemos à tarde aqui. Também muito gostoso. Sabor de nozes sobressaindo, obviamente, porque ela era basicamente nozes. E também comprei duas cervejas sírias. Pilsen comum, sabe, chamada Beirute, que eu nunca tinha provado. Achei ela muito leve, gostosinha, tá? Achei ela bem gostosinha, muito geladinha ficou. E aí, gente, todo esse nosso pedido, tirando os doces e a cerveja que eu comprei quente para poder trazer para casa, que eu comprei no final, tudo isso que a gente pediu foi chegando muito rápido.

Isso foi uma coisa que eu já tinha notado por conta da velocidade com que a moça que era responsável por servir as mesas entrava e saía. Só que a título de comparação, quando a gente sentou, quando eu consegui fazer o meu pedido, era por volta de 1:29 da tarde. A gente chegou antes, sentou, demora olhando cardápio, refletindo. Eu sou bem, eu sou chata. Aí quando a gente decidiu tudo que ia pedir, nosso pedido foi feito 1:29. Pedido chegou, a gente começou a comer.

Aí eu falei assim, ih, menino, não olhei a hora não. Aí eu olhei o relógio Aí era 1:54. Então assim, foi muito rápido o atendimento. Com alimentos muito bem preparados, refeições deliciosas e refeições leves, um detalhe importante. Porque uma coisa que eu também me incomodo às vezes é quando a gente vai comer fora e aquilo que a gente optou por comer faz parecer que a gente comeu um mundo de coisa. A gente fica pesado se a gente comer à noite.

O Bergs, por exemplo, tem dificuldade de dormir porque ele fica com a barriga muito dolorida. Ele pode ter refluxo à noite se ele comer algo pesado, mesmo que a gente espere horas pra dormir. É da digestibilidade nossa, que a gente tem uma alimentação reduzida em gordura. Então quando a gente come algo mais gorduroso, a gente passa mal. É nosso. E aí lá não aconteceu isso. A gente comeu bastante, na verdade, porque vocês viram, a gente pediu um monte de coisa.

E tudo que eles servem é de uma forma que você pode dividir. Então eu comi um pouco do meu prato, pegava um pouco do prato do Bergs, tinha coisa de fora que a gente pegava. Aí chegava outro negócio, ficava o prato do lado onde pegava com garfo. Vieram uns 4 pratos, mais ou menos, com tudo. 4 ou 5, não lembro. Com tudo que a gente pediu. Então foi bastante comida em volume, com uma digestibilidade maravilhosa. Vocês lembram que eu reclamei do coreano?

Lembra? Que é, mas assim, a comida ser pesada ou a gente pagar muito caro e não vir quase nada, tudo isso são coisas. Ou a comida ser mal feita, o que não foi no caso, o caso da comida coreana foi muito gostosa, mas foram minhas reclamações, foram outras aqui. Era tudo delicioso, era tudo muito bem servido, com atendimento muito rápido, tudo com uma digestibilidade muito leve. Gente, tudo maravilhoso, tudo maravilhoso, tudo maravilhoso.

Caraca, comer ali foi maravilhoso. Inclusive, a gente já saiu de lá pensando: quando que a gente volta aqui? Porque foi nesse nível, tudo delicioso. Eu fiquei assim em choque. Para vocês terem noção, De tudo que a gente pediu, o que tava menos comparativamente, era o menor, foram os charutos de repolho, que também estavam muito gostosos. Mas é porque comparado com os outros tava tudo tão estupendo que os charutos eles estavam gostosos.

E aí vinha limãozinho, a gente jogava o limãozinho. Quando botava o limãozinho no charutinho de repolho recheado, dava aquele tchan do azedinho do limão, e aí deixava ele mais gostoso ainda. Ele sem, só no azeite e tal, também tava bom. Com o limãozinho misturado com todos os temperos, que ele vinha com os temperos por cima, ele vinha com za'atar salpicado em cima. E assim, za'atar, ou você gosta ou você odeia, não tem meio termo, né?

Tipo uma páprica, que se você reduzir e tal, às vezes, se tu não gosta de za'atar, a comida vai ficar meio assim. Tanto que quando o Bergs provou o charuto, ele virou e falou, tem alguma coisa aqui que tá com sabor que eu não sei reconhecer, que para mim é diferente. Aí eu, provavelmente é o za'atar, porque eu já comprei za'atar para fazer comida em casa, eu errei completamente a mão. Eu desisti dessa parte. Aí eu falei assim, esse é um tempero muito usado em culinária árabe, muito gostoso.

Se souberem usar igual souberam usar aqui. Eu não sabia. Aí ele, ah, então deve ser isso, porque é um sabor novo que eu tô descobrindo agora. Eu falei assim, é ele. Então assim, o que tava gostoso era o repolho recheado. Todos os outros estavam deliciosos, era absurdo de bom. E aí Todo esse rolê eu tô falando pra vocês sem sequer mencionar valores, porque sinceramente a questão dos valores aqui é o menos importante, considerando o que a gente comeu.

Só que se não bastasse, esse restaurante também é um restaurante com preços acessíveis. Não é aquele restaurante que ele entrega muita coisa, mas ele também vai cobrar de você 3 órgãos. Não, ele tem preços praticáveis, por exemplo, pra pessoas que queiram comer lá todo dia. E aí, só a título, eu não peguei valores exatos, eu peguei valores aproximados. Alguns é porque eu procurei até o cardápio aqui na internet, achei alguns cardápios de 2 meses atrás e tal, mas eu não lembro exatamente se esse é o valor que tava no dia lá, mas tava próximo, tava muito diferente não.

E aí, por exemplo, o meu almoço com arroz, lentilha, baba ganoush, hummus, falafel, eu paguei R$36, mais ou menos. Aí, uma naquiche do Berg's foi por volta de R$13. O kibe tava uns R$9. O combo dele que veio shawarma, batata, o molho de alho e um refrigerante tava R$43. E era o shawarma de carne, porque o shawarma vegetariano de frango ele é mais barato. Não lembro quanto é, R$30 e pouco, né? R$40 e pouco não. Os charutos de repolho estavam R$20 e pouquinhos.

As bebidas eu não lembro quanto foi, mas era preço de latinha, que a gente pediu latinha. E é, pediu latinha. Eu pedi uma latinha porque o dele já veio com uma latinha e depois a gente pediu um outro, uma garrafinha pequena para dividir. Teve também o café. Café foi, sei lá, preço de cafezinho, R$4, R$3, R$5 nessa média. E o doce de nozes e a beirute. Eu pedi duas beirutes. A beirute eu lembro que foi R$15 cada uma. No total, somando tudo que a gente pediu, deu R$200 e pouquinho os dois juntos.

Então R$100 e pouco cada um com esse monte de coisa que a gente comeu. Sinceramente, eu não achei caro não, porque qualquer coisa que a gente faz por aqui a gente vai pagar R$80. Ter pago R$200 em tudo isso que a gente ficou ali, papo de umas 2 horas mais ou menos comendo, 2 horas e pouco mais ou menos, comendo com calma, não precisou comer com pressa porque a gente tirou o dia para isso. Então assim, eu não achei caro, R$100 e pouco para cada um, com toda essa variedade e tudo extremamente delicioso.

E aí assim, O lugar em si também, que é uma outra coisa legal mencionar, tipo, ele é um lugar pequeno, ele é um lugar modesto, sabe? Muito aconchegante, tem uma casinha, tem uma carinha de casa, sabe? De família. Provavelmente ali era uma casa de família que uma parte dela foi adaptada para receber num âmbito mais de alimentação mesmo, de restaurante. Mas é um lugar muito pequenininho assim, são... eu acho que são 15 mesas. 16 mesas ao longo de todo o terraço, separadinho, tudo bonitinho.

É um lugar aconchegante, tem umas musiquinhas árabes tocando, achei isso muito legal. Então assim, é um ambiente muito gostoso. A gente depois teve tempo de conversar um pouquinho com a moça que tava servindo as mesas. Eu até comentei com ela depois que a gente tinha comido tudo que eu ia fazer o paticiano sobre isso. Pude conversar um pouquinho com a moça que era responsável por preparar. Eu falei assim, moça, Obrigada por existir, parabéns para quem te fez.

Porque tava tudo delicioso, ela agradeceu, ela falou assim, poxa, obrigada, não sei o quê. Todos muito simpáticos, sabe? Ai, gente, que lugar maravilhoso! Eu queria muito falar dele, eu até pensei um pouco antes de gravar, porque no dia que eu cheguei, eu cheguei muito emocionada. Se eu tivesse gravado, talvez eu tivesse xingado uns 15 palavrões para tentar elogiar. E aí eu tô tentando controlar meu vocabulário para ele não ficar ofensivo, porque eu não sei se se eu usasse muitos palavrões poderia ser ofensivo, caso o pessoal do restaurante ouça esse programa, porque eu tô encantada.

Eu tô, ai, eu nem sei se eu quero em outros restaurantes libaneses, eu quero só nele. Uma delícia, gente, delicioso, tudo maravilhoso. Então assim, eu já esperava uma experiência boa porque eu havia lido isso nas avaliações online. Quando o cara falou obrigado por existir, eu esperava que fosse muito bom, mas eu não esperava que fosse tão bom quanto foi. E a única coisa que eu consigo fazer é fazer coro com o homem que fez esse comentário, que me deu a curiosidade de conhecer lá.

Então assim, pro All Bayt Al Arab, muito obrigado por existirem, suas lindas. É isso que eu tenho pra dizer. Quem puder, que esteja em Belo Horizonte, vai lá. Vocês vão ver, é um lugar pequeno, um lugar modesto e tudo delicioso. Maravilhoso, recomendo demais! Nossa, só vão! Beijo, galera!

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