Episódios de Mônica Iozzi - Biografia Relâmpago0:00 / 5:35
Mônica Iozzi (Parte 2 — O momento atual)
23 de abril de 20265min
Escuta com o transcrição completa abaixo.
━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo dizer que anos como correspondente para a América Latina e pela Europa e o hábito de olhar que é da figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor e sua biografia Relâmpago o boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono que estão definindo a conversa agora mesmo hoje Mônica Iose no dia 12 março Mônica Iose fez algo que define sua geração de comunicadores gravou 1 vídeo do hospital não era 1 produção era era internada 1 semana primeiro no Beethay Stone depois no Osvaldo cruz diagnosticada quando a fazia após reação adversa ao medicamento coisa muito louca ela disse escrevendo como o corpo não respondia o que está em jogo aqui e mais do que 1 diagnóstico médico É 1 momento em que 1 das vozes mais articuladas da televisão brasileira, perdeu, temporariamente, a capacidade de se comunicar, para qualquer 1 seria assustador. Para alguém que construiu carreira na palavra, no timing, na ironia, no improviso, é existencial. Vemos por partes, Mônica Iose não é apenas humorista apresentadora ou jornalista registrada com luesia. Ele é produto de 1 transformação específica na mídia brasileira dos anos 2000, quando o muro deixou de ser departamento separado, e virou linguagem transversal do jornalismo. Eu cobrei essa mudança de perto quando estava baseado em São Paulo. O CCI não foi apenas 1 programa, foi 1 ruptura institucional, pegou o modelo argentino e traduziu para o Brasil no momento em que a TV aberta aí nos separava rigidamente informacione e entretenimento, e os estava ali e o epicentro dessa mudança a trajetória dela revela como a televisão brasileira absorveu 1 geração formada entre o jornalismo tradicional e as novas mídias não é coincidência que tenha migrado do CC para o vídeo show depois para o domingão estrutura a Globo entendeu que precisava dessa linguagem híbrida dessa capacidade de transitar entre registros a 1 questão que vale a pena olhar com calma que que significa quando 1 comunicadora perdizer ou conhecer essa foram correspondente a fase não é silêncio voluntário é quando as palavras existem na mente mas não consegue chegar à boca para quem vive da espontaneidade verbal é como 1 pianista perdendo temporária de controle dos dedos, mejar convercionação passivo dos dedos, o vídeo que ela gravou do hospital já começando a recuperar a fala, mostra algo sobre como essa geração processa a vulnerabilidade não escondeu não reumatizou não dramatizou não dramatizou estou bem disse e explicou o que aconteceu transparência como escolha editorial eu vi isso repetidamente cobrindo figuras públicas na América Latina o momento em que a pessoa decide quanto da própria fragilidade torna pública nos anos 90 isso seria impensável Hoje, é quase obrigatório. As redes sociais criaram 1 expectativa de intimidade que nos 1 doença não suspende. Mônica e Ozzy representam 1 geração específica da TV
This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo dizer que anos como correspondente para a América Latina e pela Europa e o hábito de olhar que é da figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor e sua biografia Relâmpago o boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono que estão definindo a conversa agora mesmo hoje Mônica Iose no dia 12 março Mônica Iose fez algo que define sua geração de comunicadores gravou 1 vídeo do hospital não era 1 produção era era internada 1 semana primeiro no Beethay Stone depois no Osvaldo cruz diagnosticada quando a fazia após reação adversa ao medicamento coisa muito louca ela disse escrevendo como o corpo não respondia o que está em jogo aqui e mais do que 1 diagnóstico médico É 1 momento em que 1 das vozes mais articuladas da televisão brasileira, perdeu, temporariamente, a capacidade de se comunicar, para qualquer 1 seria assustador. Para alguém que construiu carreira na palavra, no timing, na ironia, no improviso, é existencial. Vemos por partes, Mônica Iose não é apenas humorista apresentadora ou jornalista registrada com luesia. Ele é produto de 1 transformação específica na mídia brasileira dos anos 2000, quando o muro deixou de ser departamento separado, e virou linguagem transversal do jornalismo. Eu cobrei essa mudança de perto quando estava baseado em São Paulo. O CCI não foi apenas 1 programa, foi 1 ruptura institucional, pegou o modelo argentino e traduziu para o Brasil no momento em que a TV aberta aí nos separava rigidamente informacione e entretenimento, e os estava ali e o epicentro dessa mudança a trajetória dela revela como a televisão brasileira absorveu 1 geração formada entre o jornalismo tradicional e as novas mídias não é coincidência que tenha migrado do CC para o vídeo show depois para o domingão estrutura a Globo entendeu que precisava dessa linguagem híbrida dessa capacidade de transitar entre registros a 1 questão que vale a pena olhar com calma que que significa quando 1 comunicadora perdizer ou conhecer essa foram correspondente a fase não é silêncio voluntário é quando as palavras existem na mente mas não consegue chegar à boca para quem vive da espontaneidade verbal é como 1 pianista perdendo temporária de controle dos dedos, mejar convercionação passivo dos dedos, o vídeo que ela gravou do hospital já começando a recuperar a fala, mostra algo sobre como essa geração processa a vulnerabilidade não escondeu não reumatizou não dramatizou não dramatizou estou bem disse e explicou o que aconteceu transparência como escolha editorial eu vi isso repetidamente cobrindo figuras públicas na América Latina o momento em que a pessoa decide quanto da própria fragilidade torna pública nos anos 90 isso seria impensável Hoje, é quase obrigatório. As redes sociais criaram 1 expectativa de intimidade que nos 1 doença não suspende. Mônica e Ozzy representam 1 geração específica da TV
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