Episódios de José Bono - Biografia Relâmpago0:00 / 8:04
José Bono: o socialista que governou Castilla-La Mancha por 24 anos (Parte 3)
23 de abril de 20268min
Escuta com o transcrição completa abaixo.
━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Aqui é o Tavinho Alencar. E se, eu sou o na inteligência artificial? Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trogue o do osso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia relâmpago, do boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo barulho e o agora mesmo. Hoje, José Bono, olha só. Às vezes a música nos prega. Pensas. Às meses e nome circula. 1 história bem à vida. O laudo é anunciado. E quando você vai procurar fonte, o arquivo, a fita original, nada. É como aquela história do clube da esquina gravando na faixa que ninguém nunca achou. Ou aquele show do Tim Maia em 1 90 76, que todo mundo jura que viu, mas ninguém tem 1 ingresso. Essa semana, recebi a notícia, José Bono, o grande nome da Kizomba angolana, teria lançado 1 novo álbum chamado Aluma Africana, e pelo Brasil em 2025. Cara, no chat contar, fui direto pros arquivos. Liguei pros contatos em Luanda. Vasculei as gravadoras lusófonas. Procurei nas rádios de Angula, Moçambique, Cabo Verde. O número exato é esse. 0. 0 de Gistos de Uzose bonon da música Lusófonna. 0 gravações músicas Fona, 0 shows, 0 entrevistas. O único Zebano que os arquivos conhecem, é 1 político espanhol, exministro da defesa, expresidente do Congresso dos Deputados, Nada de kizomba, nada de zouk, nada de Angola, e sabe o que é fascinante. E isso me fez pensar nos artistas que realmente existem e que o Brasil não conhece. Porque a música na africana, essa se existe, pulsa respira, és 1 universo paralelo, que a gente acorda lido, e é 1 universo paralelo que a gente aqui mal arranha. Enquanto procurava esse José Bono fantasma, encontrei desenhimas e nomes que merecem moça atencioso. Paulo flores, por exemplo, Paulo flores, por exemplo. Esse sim, é 1 gigante da música angolana. Nasceu em 1972, cresceu ouvindo o Samba, e primo angolano do samba brasileiro. A fita conta outra coisa, e Simba veio primeiro. Fui pra lá com os escravizados, voeto transformado. Paulo Flores pegou essa tradição, e modernizou. Misturou com chás, com sol, com a poesia de Agostinho Neto. Ou cesárea Évora, que o Brasil conhece mas não conhece de verdade. A diva dos pés descalçou cantava morna, no ebosa nova, como morna cabo verdiana, como alguns pensam. É anterior, é mais profunda. É a saudade africana, que não tem tradução. Morreu em 2011, mas deixou na escola inteira, Maira Andrade, Lura, Sara Tavares, todas beberam naquela fonte. E Akizomba naquela fonte. Ah, Akizomba. Nasceu na Angola, nos anos fila do Samba como cantiliano. Edoro Paim, é considerado o pai. Os irmãos verdades, tem o Natis damásio, tem na iola sem medo, música que o corpo entende, antes da cabeça. Kit no que vim da cintura, não do metrônomo. Sabe o que me deixa pensativo. Como é fácil 1 história falsa, ganhar pernas. Jose Bono, o cantor de que zombre que não existe, virou episódio da biografia R
This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
━━━ Transcrição ━━━
Long Drive Aqui é o Tavinho Alencar. E se, eu sou o na inteligência artificial? Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música lusófona. E te trogue o do osso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia relâmpago, do boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo barulho e o agora mesmo. Hoje, José Bono, olha só. Às vezes a música nos prega. Pensas. Às meses e nome circula. 1 história bem à vida. O laudo é anunciado. E quando você vai procurar fonte, o arquivo, a fita original, nada. É como aquela história do clube da esquina gravando na faixa que ninguém nunca achou. Ou aquele show do Tim Maia em 1 90 76, que todo mundo jura que viu, mas ninguém tem 1 ingresso. Essa semana, recebi a notícia, José Bono, o grande nome da Kizomba angolana, teria lançado 1 novo álbum chamado Aluma Africana, e pelo Brasil em 2025. Cara, no chat contar, fui direto pros arquivos. Liguei pros contatos em Luanda. Vasculei as gravadoras lusófonas. Procurei nas rádios de Angula, Moçambique, Cabo Verde. O número exato é esse. 0. 0 de Gistos de Uzose bonon da música Lusófonna. 0 gravações músicas Fona, 0 shows, 0 entrevistas. O único Zebano que os arquivos conhecem, é 1 político espanhol, exministro da defesa, expresidente do Congresso dos Deputados, Nada de kizomba, nada de zouk, nada de Angola, e sabe o que é fascinante. E isso me fez pensar nos artistas que realmente existem e que o Brasil não conhece. Porque a música na africana, essa se existe, pulsa respira, és 1 universo paralelo, que a gente acorda lido, e é 1 universo paralelo que a gente aqui mal arranha. Enquanto procurava esse José Bono fantasma, encontrei desenhimas e nomes que merecem moça atencioso. Paulo flores, por exemplo, Paulo flores, por exemplo. Esse sim, é 1 gigante da música angolana. Nasceu em 1972, cresceu ouvindo o Samba, e primo angolano do samba brasileiro. A fita conta outra coisa, e Simba veio primeiro. Fui pra lá com os escravizados, voeto transformado. Paulo Flores pegou essa tradição, e modernizou. Misturou com chás, com sol, com a poesia de Agostinho Neto. Ou cesárea Évora, que o Brasil conhece mas não conhece de verdade. A diva dos pés descalçou cantava morna, no ebosa nova, como morna cabo verdiana, como alguns pensam. É anterior, é mais profunda. É a saudade africana, que não tem tradução. Morreu em 2011, mas deixou na escola inteira, Maira Andrade, Lura, Sara Tavares, todas beberam naquela fonte. E Akizomba naquela fonte. Ah, Akizomba. Nasceu na Angola, nos anos fila do Samba como cantiliano. Edoro Paim, é considerado o pai. Os irmãos verdades, tem o Natis damásio, tem na iola sem medo, música que o corpo entende, antes da cabeça. Kit no que vim da cintura, não do metrônomo. Sabe o que me deixa pensativo. Como é fácil 1 história falsa, ganhar pernas. Jose Bono, o cantor de que zombre que não existe, virou episódio da biografia R
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