Episódios de Adriana Calcanhotto - Biografia Relâmpag0:00 / 5:27
Adriana Calcanhotto: a reinvenção artística aos 60 anos (Parte 2)
23 de abril de 20265min
Escuta com o transcrição completa abaixo.
━━━ Transcrição ━━━
Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Invent
This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
━━━ Transcrição ━━━
Keep the vibelive, download TikTok. Aqui é Heltavinho Alencar, e sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estúdio, da música Lusófona. E te trago tudo isso sem perder a aula de quem não viu essas gravações da vitrola do pai, isso é, biografia Relâmpago, no boletim the are sobre os ícones da música do Estão Fazendo barulho Bora Mesmo. Hoje, Adriana Calcanotto, olha só, Adriana Calcanotto é daquelas artistas que não precisa de grandes alardes pra continuar sendo gigante. Enquanto escrevo isso em abril de 2026, ela segue fazendo o que sempre fez melhor, criar música que respira, música que respira, sem pressa, sem barulho e desnecessário, mas sempre presente né, como aquela amiga que não lida todo dia mas quando liga você para todo para ouvir, cara, deixa eu te contar, no silêncio da Adriana nas manchetes das últimas semanas, é quase poético. Num mundo onde artista precisa postar todo dia pra existir, ela simplesmente existe, e existe como na força que poucos têm. É o que acontece quando você constrói na carreira de 35 anos sem nunca ter traído a sua própria voz. Porto Alegre 3 de outubro de 965, da pequena Adriene da Cunha Calcanotto cresceu na cidade que respirava rock gaúcho mas também carregava Melan Cobi do Pampa, filha de Carlos Calcanotto, músico de jazz, e Neusa da Cunha professora professora. O número exato é esse, aos 8 anos já tocava violão, aos 17 largou a faculdade de jornalismo para ser música, e pai, jazista que era, entendeu na hora, a fita conta outra coisa. Em 1990, quando ela chegou no rio com 1 violão e 1 mala de roupas, ninguém sabia muito bem o que fazer com aquela gaucha de voz surrada, que não cabia em gaveta nenhuma. Não era bossa nova, não era a MPB tradicional, não era rock, era Adriana. E isso, meu amigo, levou 1 tempo para a indústria entender. Em Guysso, no disco de estreia, saiu quando o Brasil anula tentava entender o que era ser Brasil, depois da ditadura. E a Adriana chegou naquela voz que parecia conversar com você no ouvido, cantando sobre vaga alunos e inveja. Não foi sucesso imediato, mas quem não ouviu, nunca mais esqueceu. O que me mata na Adriana, e uso mata no melhor sentido possível, É a coragem de ser pequena quando o poder mundo quer ser grande. Era fissura no mundo de gritos, faz álbum conceitual sobre mar, onde todo mundo quer hit de verão. E olha que paradoxo lindo, justamente por isso é 1 imensa, 1998, marítimo, cara pausa vivente aqui. Se você nunca ouviu o marítimo de começo ao fim, ou na tarde de domingo, com a janela aberta pro mar, mesmo que seu mar seja o que é tem, e o sino conhece a Adriana de verdade, você não conhece a Adriana de verdade. Foi o começo de na trilogia que só ela teria paciência de completar em 21 anos. Marítimo em 98, maré em 2019. 3 discos sobre água, sobre movimento, sobre o que fica e o que vai. E número disso tudo sabe o que ela faz? Invent
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