99Vidas 719 - Na TV: Game-Shows e Gincanas da Televisão Brasileira Anos 80, 90 e 2000
Essa semana, Jurandir Filho, Felipe Mesquita, Evandro de Freitas e Bruno Carvalho relembram os game-shows e gincanas mais icônicos da TV brasileira! Tem Show do Milhão, Roletrando, Passa ou Repassa, provas malucas, tortadas na cara e muito mais. Do suspense do Roletrando à bagunça das gincanas do Gugu e Faustão, exploramos a história, as curiosidades e o impacto cultural dos programas que paravam o país nos anos 80, 90 e 2000.
Essa é mais uma edição da nossa série Na TV!
🎧 Quer ouvir mais 99Vidas? Apoie e acesse mais 400 episódios exclusivos. Assine agora em 99vidas.com.br/bonus
Acompanhe o 99Vidas:
➡️ Site | Instagram | Twitter | Youtube
- Televisao BrasileiraPassa ou Repassa · Banheira do Gugu · Show do Milhão · Soletrando · Play Game · Mega Senha · Guerra dos Sexos · Silvio Santos · Gugu Liberato · Luciano Huck · Celso Portiolli
- Crítica vs. Público no CinemaDisparidade entre notas da crítica e do público · Michael Jackson · Super Mario Bros. O Filme · FNAF · Rotten Tomatoes · Metacritic · Review bombing
- Homenagem a Michael JacksonPopularidade global · Impacto cultural · Beatles · Jackson 5
- O Papel da Crítica e do PúblicoValorização do entretenimento · Crítica especializada vs. Opinião popular · Impacto da crítica na bilheteria
- Videogames e FilmesFoco no público fã · Qualidade técnica vs. Fidelidade à obra original · Mortal Kombat · Street Fighter · He-Man · Sonic · Pokémon
- Cinema e StreamingImpacto do streaming na frequência ao cinema · Reinvenção do cinema para atrair público · CinemaCon
- Nostalgia no cinemaConexão emocional com filmes · Filmes como máquina do tempo · Influência da época de assistir um filme · Ratatouille · Matrix · Donnie Darko · Interestelar · 500 Dias com Ela
A moda agora é agradar o fã. Acabou o negócio de fazer com qualidade. Pela arte, não tem mais fazer pela arte. Não tem pela arte. Meio que nunca teve, né? A indústria sempre tem o dinheiro, exatamente.
Só que aí talvez perceberam que agradar o fã também vai trazer muito dinheiro. Exato. É porque existia o balanço crítico, né? De, não, vamos fazer um negócio de qualidade e, ao mesmo tempo, agradar o fã. Estamos falando aqui que a gente teve a MCulização da cultura pop.
O MCU é um grande exemplo desse de vamos agradar o fã. E aí, de vez em quando, saia uma pérola, né? Algum filme que você fala, caraca, que filme bem feito da peste e tudo. Mas nos últimos anos, a gente tá vendo sucessos como...
Na nossa área de videogames aqui, né? Tipo Minecraft. É um filme horroroso. Um grande sucesso de bilheteria. Temos o FNAF, que é um grande sucesso também aí de bilheteria. Mas também é um filme, né? Horrível. Precário, né? De qualidade, né? Técnica. A gente tem o caso, por exemplo, o Receite aí. O filme do Michael.
Michael Jackson chegou aos cinemas, o rei do pop, e é um filme cheio de problemas estruturais, de decisões questionáveis. Um filme extremamente higienizado sobre a carreira do Michael Jackson. Em que as pessoas estão pirando nos cinemas.
Galera fazendo... Parece que tá um nichou, né, cara? Eu não assisti ainda, mas eu vi vídeos do... Porra, muito foda. Galera comemorando no cinema, parecendo o estádio. E aí você pensa assim, quem é que tá errado nessa história? Existe alguém errado? Pra turma que se importa em nota, um dos principais agregadores de crítica é o Rotten Tomatoes, né?
E aí o que tá muito saindo nas notícias é esse gap entre a nota da crítica especializada e do público. No caso do Michael, a nota da crítica tá 38% e a do público tá 97%. É, é que mais uma vez a gente tá vendo essa disparidade entre crítica e público. A gente falou recentemente, por exemplo, do filme do Mario, né? Sim, que também rolou isso, né? Tipo, 90 a mais pelo público. Os dois, né? Aham.
Os dois filmes do Mario tem isso, essa disparidade da crítica e do público. E aí você fica com esse questionamento. Às vezes parece uma birra da crítica, de assim, caraca, você viu o filme, esse filme nem é tão ruim, tá com a nota tão baixa, como é que pode? E tudo.
Tem alguns casos que se justificam que os filmes são ruins mesmo, assim, analiticamente, né, se você for pegar ali pra analisar. Só que cinema, arte, não é assim, né? Qualquer pessoa pode gostar de um filme medíocre, ruim.
E ele ia assistir e falasse, cara, gostei. Que satisfeito aqui. A franquia Pânico, Julandir. E a franquia Veloz e Furioso, Julandir. Então, é que cinema, né? A gente tá falando especificamente aqui de filme. Isso é tão relativo, né? Essa parte da qualidade, assim. Porque às vezes a galera só quer um entretenimento. Acho que o filme do Michael Jackson. A gente tá falando do Michael Jackson, né? O rei do pop, o maior...
O maior nome da música, da história, se... Que sá, né? Extremamente midiático, né? A popularidade do Michael Jackson. Acho que era só Michael Jackson e Beatles. Os dois nomes da música, assim... Famosos globalmente. Mas, então, o Beatles é uma banda, né? A gente falou no Happy Hour recente lá sobre que era o mais famoso do Brasil e tal. Se você falar mundialmente, o Michael Jackson é bizarro, cara. O que ele representa. Como um avatar, sabe? De...
De esse cara, o que ele fez aqui como artista pop é algo assustador? Não, e olha que é um artista que morreu tem mais de 15 anos e depois ali do final dos anos 90, começo dos anos 2000, ele sumiu, né? Sim. Então a gente pode dizer que é um nome...
que ele tem muita importância ali nos anos 80, 70, né, por causa do Jackson 5, mas é 70, 80 e 90, mas ele tem um gap, mas não é um gap que parece afetar muito, né? Porque depois que ele morreu, o nome dele voltou muito à tona, né, das pessoas escutando as músicas e tudo. Acho que o nome e as músicas do Michael Jackson nunca sumiram.
E aí você sai um filme que tem diversos problemas, assim, de estrutura narrativa mesmo, assim, né? Você colocar ele como... Tipo assim, ele nunca teve culpa de nada, né? A gente sabe que o filme só vai até 88 ali, que é quando ele lança Bad.
E vai começar a turnê de badge, né? A parte das polêmicas, isso fica pra uma continuação, se vier a acontecer. E pro futuro. Eu acho que vai, hein, Júlio? Eu acho que eles fizeram uma aposta ousada e vai, porque... Eu também acho que vai, mas eu acho que são temas muito sensíveis. Ah, tá, você disse isso, se a sequência vai abordar esses temas. Isso, porque eu acredito que o objetivo aqui é capitalizar mais ainda em cima do nome do Michael Jackson, né? Porque os produtores são os irmãos lá.
A galera do espólio, né, do Michael Jackson, o que é que eles querem? Eles querem que o nome dele volte à tona e todo mundo volte a ouvir. Coisas do Michael Jackson, compre produtos dele. Tanto que no Spotify tem mais de 10 músicas do Michael Jackson de volta. No top global do Spotify, sabe? Então as pessoas estão buscando muito, né? E Jura, sabe um bagulho que foi impressionante?
Na sala de cinema você vê molecada, cara. Foi o que você falou, porque assim, pra gente faz sentido, porque a gente acompanhou a carreira do Michael Jackson, a gente viveu o auge, pô. Você falou, nos 80 e 90 ali foi o auge da carreira dele. A gente tava lá, né? Exato. Então, pô, a gente viu o clipe de Black or White surgir, a gente viu...
sabe, o trailer era um pouquinho mais tarde mas a gente viu acontecer a carreira do cara Remember the Time, a gente viu vários momentos icônicos da carreira dele ali, a gente presenciou só que o que me espantou foi ver na sala de cinema, uma molecada e falaram assim, a molecada é porque o pai levou a mãe levou, não cara, tinha uma molecada tipo, seus 15 16 anos ali em grupinho, tipo grupo de jovem mesmo, tá ligado? É, é multigeracional né, o Michael Jackson É
É muito louco isso, ele quebra barreiras, é foda, né? É até difícil você comparar com qualquer outro nome da música, assim, que chegue minimamente perto. As pessoas, pelo filme, você assiste e tem lá a popularidade toda, mas não dá pra dimensionar o...
tamanho da popularidade do Michael Jackson. A gente que é filho aqui dos anos 80, a gente acompanhou muita coisa na TV, né? Finalzinho dos anos 80 e começo dos anos 90, as turros globais, o quanto de multidão que ele arrastava. Galera fala assim, ah, tem a Taylor Swift hoje em dia que é extremamente popular, mas não calça o chinelo do que é.
O Michael Jackson, cara, que qualquer pessoa de uma criança até um idoso sabe quem é Michael Jackson e conhece as músicas, sabe? É desproporcional qualquer tipo de comparação. E aí, Evandro, o tema que a gente tá falando aqui de existir essa cisão entre a crítica e público, vamos ser honestos aqui? Quem sustenta cinema é público, né? Total. Crítica não sustenta cinema de forma nenhuma, tá?
Quem paga ingresso, né? Normalmente crítico não paga ingresso. Não, e muito desse público é o cara que tá passando ali no final de semana, que foi no McDonald's e vê um pôster. Fala assim, ô, esse filme aqui tá em cartaz, vou ver. Ou agora, ou depois, sabe? A importância da crítica, ela tá muito mais relacionada à construção desse pensamento crítico, né? Que há em cima da arte, da gente sair um pouco da caixinha do básico, né? De tentar enxergar além do que tá sendo mostrado. É mesmo a...
você dissecar a arte, de você encontrar sinais e coisas que são colocadas pelos artistas ali, pelos diretores, roteiristas, atores e tudo, e você ter uma compreensão melhor sobre a arte em si, mas antigamente a crítica tinha um poder muito grande de tirar
As pessoas do cinema. É normal a gente pegar um jornal e ver assim. Ih, sai esse filme novo. Nossa, estão falando tão mal aqui. Não, vou ver outro. E hoje em dia não tem mais isso, cara. Ah, aquele que está falando mal. Foda-se. Foda-se, vou ver. Foda-se, vou ver o Mario. Sucesso de público. Ano passado teve o Lilo Street, que é um filme bem marromeno. Live action. Sucesso de público. Tem vários desses, né? Que estão sendo sucesso. A gente tem no universo de videogames aqui.
O filme do Mortal Kombat, o filme do Street Fighter, o filme do Heime, filmes que são claramente focados em agradar o público. Eles não vão... Não é o objetivo forçar... Agradar o crítico, entendeu? Você vê o trailer do Street Fighter e do Mortal Kombat a galhofa extrema. Exato. E o povo provavelmente vai pro cinema e vai se divertir, cara. Vai.
O He-Man, o He-Man, vocês viram do He-Man também? Sim, sim. Galilofada Master. Cara, eu tô muito empolgado pelo filme do He-Man justamente por causa disso, porque ele não tá se levando de assumir, né? É, de falar, não, cara, a gente é isso aqui, a gente não vai se levar muito a sério, não vai tentar. Sabe o que é, Bruna? Antigamente a turma tinha vergonha de estar lançando esse podcast na semana da estreia do filme do Mortal Kombat. A galera tinha vergonha de colocar determinadas coisas E aí
Que tinham nos produtos originais, né? Ali, pega o rimê, colocar esse rimê colorido, com breguice e tudo. Não, tem que fazer um filme mais sério, né? Cara de filme, né? Tipo o Duff Lunderman lá no... Na Estação da Tarde, né? Que passava várias vezes. Mortal Kombat, não. Tem que ser um negócio sujo.
pesado, né? Os personagens estranhassem e tudo. Eu sei que nos anos 90 a gente teve uma quebra disso, com o Paul W.S. Anderson fazendo aquela adaptação do Motocombate, que por mais que tenha diversos problemas, a gente como fã a gente se divertiu bastante, né? O primeiro é um filme honestíssimo. O primeiro é honestíssimo. O segundo deu uma desandada.
Aí você faz um filme sério do Street Fighter, aqueles personagens toscaços do Van Damme ali. E aí você corta pra isso aqui, compara o que é o Guile do Street Fighter lá dos anos 90, com o Van Damme, o cara que era o cara dos filmes de ação daquele momento ali dos anos 90.
E aí corta pra cá o cara do WWE com o cabelo cortado ali, parece um machado, sabe? Eles assumiram a galhofa, né? É, né? Ou seja, foco no público, né? Existe um foco muito grande em... Cara, vamos agradar o público aí? A gente que sempre esqueceu muito essa turma aí, vamos agradar eles, né?
E é isso que tá acontecendo, né? Muitos desses sucessos de bilheteria me deixam a pulga atrás da orelha porque obviamente que eu gosto de ver o quê? Eu gosto de ver os cinemas cheios. Afinal, eu amo cinema, faz parte do meu trabalho também fazer com que os filmes...
eles bombem cada vez mais e que as pessoas têm interesse de ir ao cinema e tudo. E eu queria ver também qualidade nisso, sabe? É muito legal quando a gente vê um sucesso de bilheteria e qualitativamente ele é muito bom. Por exemplo, ano passado teve aquele Fórmula 1 filme, né? O F1 é um filme, que é um filmaço extremamente divertido, né? E deu um grande sucesso de bilheteria, né? A gente viu o filme do Superman e também foi bem legal a gente ver essa nova visão em cima dele, né?
Eu torço muito pra que tenha essa combinação, sabe? De, cara, é um filme bacana, é um filme divertido, ou um filmaço, né? Dá pra existir um... Você ter um filmaço e ser um grande sucesso de bilheteria. Não rola um pouco. Não é muito... Assim, não é muito constante isso, né? Porque pra você agradar...
o público geral, você não precisa de muito esforço, se você pensar assim, né? Agora, pra agradar todo mundo, eu acho que o filme, ele só cresce quando ele é muito bom e ele é um grande sucesso de bilheteria. Não é fácil fazer essa combinação, né?
O Agente Secreto conseguiu, né? Agradar os dois recentemente. É, pega ali anos passados, tipo o filme da Barbie, que é um filmaço. Sim. Aquele Oppenheimer também é um filmaço. Mesmo ano do lançamento do primeiro filme do Mar, em 23 ali, né? Tipo o Guardiões da Galáxia 3, que é outro filmaço, sabe? É muito divertido. Encerra bem o ciclo de tudo. Aqueles filmes lá do Aranhaverso, né? O último, principalmente, que saiu e é um filmaço e é um...
Um grande sucesso de bilheteria também, né? É algo que se espera. No mundo dos videogames tem isso também? A galera, vamos fazer o... Só pra agradar o público e sem pensar muito na qualidade e dar certo. E a galera compra. Eu acho que isso acontece, talvez, polêmica, no Pokémon. Pokémon meio que só existe e tá ok, né?
É, tipo, as pessoas compram só por ser Pokémon. Inclusive a própria comunidade critica algumas coisas, por exemplo, pedindo mecânicas novas, ou mudanças no jogo, ou de visual também, porque Pokémon, pô, a Nintendo é conhecida por ter, a gente falou isso, direção de arte belíssima, e você vê os jogos Pokémon, cara, recente?
Um jogo muito genérico, cara. Aí você fala assim, ah, mas não é uma IP da Nintendo. Não, era da Pokémon Company, da cuja a Nintendo é parte. Sabe, tipo, é estranho. E a maior franquia, pô, tá assim, em termos de alcance multimídia, que tá numa plataforma Nintendo, sabe? Eu fico pensando, Bruno, que videogame é um pouco mais difícil. Bem mais difícil de fazer de qualquer jeito. Só que eu tô dando um exemplo de um que eu enxergo, que poderia ter mais cuidado, sabe?
Mas é Pokémon, vai vender no nome. Ele vai vender na força do nome. Sim. Agora, se você pega ali, o jogo, normalmente pra vender, ele precisa ter qualidades nele, né? Ali de jogabilidade. É dificilmente um jogo horrível. Horrível. Tipo assim, nossa, que lixo de jogo. Vai vender absurdos.
A gente não tem esse parâmetro, né? Pode existir exceções, né? Esse caso, sim. Mas não me parece algo que... Você não olha lá o top dos mais vendidos do ano. E é difícil ter um jogo horroroso. Meu Deus, que... Nossa, esse aqui não tem nenhuma qualidade técnica. E o público ama, né?
E o público ama, sabe? É que pra games tem dois fenômenos que são complicados, que do lado da crítica, muitas vezes a pessoa recebe o jogo antes, tem que jogar antes corrido e muitas vezes ela tem embargo que ela pode falar só até determinado ponto do jogo. Então, essas críticas eu acho que são um pouquinho enviesadas, saca? Por exemplo, no Resident 9 eu vi muita gente que fez, que recebeu antes pra fazer crítica e postar no dia do jogo falando que eles podiam falar só até a primeira parte do jogo, que é a melhor parte.
Então talvez isso induza o cara a falar um pouco melhor do que ele realmente achou do jogo. E do lado do público, às vezes o jogo nem é tão ruim, mas tem um ponto específico que gera o que chamam de review bombing. E aí vai lá. Um monte de chinês, porque é uma população muito grande, fala mal de um jogo porque, sei lá, não gostou de um personagem, sabe? Aí o jogo fica nota 1 no Steam. Então comparar nota da crítica de público para videogame, eu acho que é bem diferente do que no cinema.
É, o Rotetomates, ele sofreu muito com o Review Bomb, né, nos últimos anos, e aí eles tentaram mudar o sistema deles pra parar de ver esse tipo de coisa, né, porque, por exemplo, você tem um ator ou uma atriz que se posicionou politicamente sobre um determinado assunto, aí a galera vai lá no filme dele ou dela e vão tentar derrubar esse filme dando notas baixas, negativas, etc, né.
Isso acontece bastante. Isso acontece no Metacritic também. A gente já viu isso diversas vezes. Com jogos de videogame. E a gente vê também no Rotator Meds. Mas é um termômetro curioso. No mínimo curioso a gente está vendo isso. O Diablo 4 no Metacritic. Nota dos críticos. 86.
Nota do público, 2.6 Não faz sentido, né? Tá tipo assim, calma aí gente, é um gap muito gigantesco Claramente é um review bomb, né? Claramente existe um movimento aí E aí, muita gente se apoia nisso, né? Você pega um recente aí, o Devorador de Estrelas, o filme É um filme que tá sendo muito aclamado, né? É um filme muito bom e tá dando uma bilheteria excelente E aí
E aí é muito massa, você vê assim, extremamente aprovado pela crítica e pelo público. E aí você corta pro filme do Mario, o que é que é usado no marketing. Um filme aclamado pelo público. Sim. E muitos artistas usam isso também assim. É isso que importa. A gente quer agradar o público mesmo. É meio uma fala, meio Dwayne Johnson, assim, sabe, da vida? O The Rock. Ele é o campeão de fazer filme focado no público, né?
Quem lota estádio pra ver show, quem lota cinema pra ver filme é o público, não é a crítica. Eu sei que é o público. Eu sei que é o público, mas quando a gente tá falando especificamente de arte e arte, cabe esse tipo de análise, né? É que é foda. O artista, ó o artista, ele tem um egginho, mano. Você acha que no fim, quando o cara deita, ele não fica bolado? Que o filme dele tá com nota 10 no Rotten Tomatoes?
Sim, e outra, Evandro, que ele tá sendo aclamado pelo público, mas a crítica tá lá destruindo o filme. Isso mexe. Eu acho que mexe. Tem um meme muito bom, que é uma cena do último programa do mundo lá, com o Daniel Furlan e tal. Vou mandar aí, ó. É muito clássico, pô. O cara tá passando mal.
Aí vem o pessoal de Daniel Fornay e fala assim Ele é artista, tem que ficar elogiando ele toda hora Ele tá em crise de abstinência, de elogio E a culpa é sua E o cara tá tipo assim Ai, tem um tempo que ninguém me elogia, tá ligado? Tipo assim, o cara pode falar que não liga Mas eu acho que quando ele deita a cabeça no travesseiro Ele fala, porra
Quero agradar todo mundo, sabe? Eu tenho a sensação que é assim, falando de filme especificamente, é possível você amar e desgostar de qualquer filme. Mesmo os super elogiados, mesmo os super criticados.
Sabe assim? Porque, por exemplo, eu quando fui ver o primeiro filme do Mario, é um filme que é massacrado pela crítica, e eu achei o filme extremamente divertido. Pra mim, ele foi o suficiente. Eu me diverti. Eu não tô procurando mudar minha vida assistindo o filme do Mario. Eu fui buscando entretenimento e achei. Agora, será que o público tem que ter esse super sexo crítico pra todos os filmes que se assiste?
Às vezes as pessoas só querem passar um tempo, se divertir. Não dá pra desconsiderar que cinema também é isso. Não é só isso, né? Era o slogan lá do Severino Ribeiro, né? Cinema é a maior diversão. Aí dá a sensação de que cinema é só isso, né? É só diversão. E na verdade cinema é muito mais do que isso, né? Você pode ter diversas possibilidades de imersão. Tem filmes que me ensinaram diversas coisas. Tem filmes que me fizeram chorar, que me fizeram refletir.
Sobre minha própria vida. Mas tiveram filmes que só me divertiram. E eu fiquei satisfeito com isso. Pra mim é qualidade também. Você conseguir entreter. Você conseguir mexer com as pessoas. Eu sei que o cinema mudou nos últimos anos. Existe a tiktokização do cinema. Que é a galera ir pro cinema. Filmar a tela. Tirar foto. E juntar os amigos e tudo. Antigamente existiam os lanterninhas. Que ficavam olhando assim. Não pode fazer barulho. Né? Shhh.
ficava com a lanterna ali em cima de você, mas, cara, o cinema mudou, eu tô dando braço a torcer aqui, porque eu sempre fui contra o super exagero, mas o MCU trouxe isso, sabe? Foi talvez a franquia que mais popularizou essa parada, a galera gritar no cinema.
de comemorar as coisas, e aí não dá pra reclamar de fã de Crepúsculo, de Harry Potter, de Jogos Horázes, que é a galera que vai ver os shows no cinema, tipo da Taylor Swift, agora chegando o filme da Billie Eilish nos cinemas, vai reclamar, vai assistir um filme de um show, e não quer que a galera cante, que não bata palma? Eu acho que é por isso que tem gente que tá preferindo assistir o filme em casa.
Teve show do BTS no cinema recentemente, né? Que lotou. Todas as semanas. Então? Eu acompanho as bilheterias e as estreias em live. Cara, toda semana tem show do BTS, Evan. Desde que eles lotaram aí. Lotado. Lotado, fenômeno assim. Aí você pensa, ah, não, mas show tudo bem a galera ir lá pra frente, pular e se divertir e tudo mais. Mas, cara...
É isso, a gente não viu Minecraft e tinha um momento lá do chicken jockey? A galera lá, não sei o que e tal, chicken jockey, e aí a galera vibrava e tal. A gente tá vivendo esses momentos, é uma nova fase do cinema. Você gosta ou não gosta? São outros 500. Mas o fato é que o cinema ele tá se reinventando, porque o streaming ele massacrou o público no cinema, no sentido de que ele tirou muita gente do cinema. Antes a gente ia com muita...
com muito mais frequência, né, assistir filme no cinema. Com o streaming, a galera falou assim, pô, se eu posso pagar o valor do ingresso, pagar duas mensalidades de streamings diferentes, eu prefiro ficar em casa. Então, a galera está se reinventando. E bato aqui. Todo ano existe um evento chamado CinemaCon.
que é o evento para exibidores, né? A galera das redes de cinema, junto com os estúdios, para mostrarem lá quais são os planos para lançamentos de cinema e tudo mais. O foco é nesse público aí. O público do Michael Jackson, o público do Mario, o público que lota as salas de cinema. Não é todo mundo que é o Christopher Nolan, entendeu? Que consegue lançar um filme que é artisticamente muito bom e com um público de peso, né?
Nem todo mundo é o Nolan. O Nolan consegue fazer isso. É por isso que ele é um dos diretores mais aclamados dos últimos anos. Porque ele consegue fazer essa interseção de arte público. Não é um... A gente falava isso do Tarantino, né? Lembra? Nossa, o Quentin Tarantino é um dos maiores diretores do cinema, não sei o quê e tudo. O filme que mais deu bilheteria do Tarantino foi um filme que... Tipo, deram a bilheteria do Peca, do Pecadores, cara.
Sabe? Ele nunca deu bilheteria de verdade, o Tarantino. Não, mas é outro momento do cinema também, né, Júlio?
Claro, claro, mas a gente tem a sensação do Tarantino ser tão pop, né? E o filme do Tarantino, hoje em dia, se você passar no cinema com essas rapaziadas que toque aí, a pessoa se mata. É, a galera não vai... não existe esse movimento. O cara conversa normal, com uma lerdeza, e cumprimenta, e abre a gaveta. É, tem uma outra velocidade pra esse público médio, né, do cinema, né?
E aí eu fico triste, obviamente, mas o que eu curto é que tem espaço pra todo mundo. É até, né, eu posso até me corrigir aqui, não sei se tem espaço pra todo mundo, porque um filme do Mar, ele ocupa 90% das salas. Um filme do Michael Jackson ocupa 90% das salas. Aí sobra pouco pra aqueles filmes que são mais introspectivos, que são mais densos, e não tem tanto público. Então, às vezes, um filme estreia lá em uma sala, na semana seguinte ele só tem uma sessão pra ele.
E aquela sessão de 10 horas da noite, você liga? Não sobra muito, né? Ele é engolido por essa máquina, né? De filmes populares, né? Pô, aquele Outra Vez no Oeste, Jundir. Teu babu, que brasileiro. Filme foda. Mas você vai botar aquele numa sala de cinema, vai vender o quê? Passou uma semana em cartaz, mano. É? Passou uma semana em cartaz e pouquíssimos cinemas, né? Porque é isso aí. É outro ritmo, outro esquema. Tipo assim, muito mais lento do que você está acostumado a ver por aí.
Aí o cara do Velozes e Furiosos vai assistir? Não vai, mano. Não vai. Mas são públicos diferentes, né? E expectativas diferentes também, né? Eu acho que o ideal é ter a interseção disso. Você ter pra todos os tipos de gêneros. Mas me parece que a crítica, ela pega essa birra, né? Esse negócio de vamos odiar esses filmes populares. E sempre ter essa cisão entre a crítica e o público. Não é algo de agora.
Isso existe desde que o mundo é mundo, né? Essa divisão. E que às vezes beira ao elitismo intelectual, se liga, de assim... Muito. Não sei por que esse filme tá fazendo sucesso. Você não sabe porque você tá falando do Michael Jackson, caralho. Sim, tem que sair da sua bolha também, né?
Você não tá falando de qualquer cantorzinho e de bandinha, não, assim. Tá falando do Michael Jackson, caralho. É óbvio que vai fazer sucesso. Ah, não sei por que tem tanta gente indo. Cara, porque tem as músicas do Michael Jackson, é que tem o filme do Queen. É um filme horroroso? Mas é o Queen, porra. Como é que as pessoas não vão ver o filme do Queen?
E toca todas as músicas. E quem trabalha com crítica também, acho que nem o Júlio Zé e tem o cinema com rapadura por 700 anos e tal, e vive cinema, tem que ter o olhar de, cara, estou indo ver o filme do Mario. Não é o filme do David Lynch, sabe? Eu acho que a galera vai ficando meio amarga conforme vai passando o tempo, e foi até o que a gente tentou falar no bônus lá, quando a gente falou do filme do Mario, tipo assim...
Ok que não é um filme tão bom quanto o primeiro porque não tem a novidade. Mas ainda assim é o filme do Mario. Então a pessoa tem que entender que... O que eu vou esperar do Velozes e Furiosos, porra? Talvez eu consiga me divertir com o Velozes e Furiosos. O cara que é crítico tem que entender. Ele não é o Kubrick toda vez.
E Evandro, esse trabalho ele é tão cruel, porque você não só tem que analisar as coisas, mas você tem que criar algo pra fazer as coisas, querendo consumir o que você tá produzindo. Tô falando isso dos críticos em si. Então você pode até nem ter desgostado tanto do filme do Michael, mas você tem que dizer que, por que o filme do Michael é horroroso? Sim, meteu o pau, né?
Você tem que criar um bait inacreditável. Mas isso é desde que a gente pegava os cadernos lá de cinema do jornal. Tinha lá a chamada, né? O título, ele é chamativo. Porque ele tem que te puxar, né? Ele tem que te atrair de alguma forma.
E aí você acaba colocando filmes em caixinhas, né? É, no do Mario tinha crítica falando aí que o filme do Mario vai acabar com o cinema. Isso, é. Vamos aí, cara. Só o filme do Mario. Vai acabar com o cinema. O cinema lotado. Vendendo, é, um bilhão. Vai acabar, sim. Os caras do Cinépolis devem estar desesperados porque está tendo o filme do Mario. Por eles, tem um 3 por ano, né? Deve estar chorando na cama. O Cinemark, eles vão falar, meu Deus, faz o filme do Kirby, do Donkey Kong, do da Zelda. É. Faz tudo aí, gente. Se for trazer tudo isso aqui toda semana...
É, por isso que sempre vai existir essa divisão entre crítica e público e os gostos também são diferentes, né? Aí tem de novo aquela grande frase que eu falei algum cast mil anos atrás, que eu ouvi o Eduardo Strabbe de falar, nunca se viu uma estátua para um crítico. É. Os caras que realizam a parada tem...
Michael Jackson, então, tem um monte aí. Exato. Pra quem cria e entrega aquela arte ali que você tá julgando, tem um monte de homenagem e estátua. É por isso que eu nem gosto de me considerar crítico de cinema, porque eu não faço crítica de cinema. Eu sou um apaixonado por cinema, que adora falar sobre cinema, discutir cinema.
E consigo fazer essas concessões, que eu acho que a crítica não deveria fazer. Porque o papel da crítica é outro, né? Ele discute outro tipo de coisa. E eu gosto de conversar sobre cinema. É o meu papel. E aí eu dou nota e tudo pra filme. Assim como você vai assistir o filme do Michael e dá a sua nota.
É, como fã, né? É, como consumidor, né? É diferente de ir assistir já pensando em ai, eu vou criticar, vou analisar as atuações, a estrutura. Eu tento fazer essas concessões até pelo meu próprio prazer pessoal, entendeu? Porque eu não gosto de colocar... A gente quando passa a trabalhar...
com aquilo que a gente ama, o seu olhar fica muito enviesado, né? O Bruno, quando começou a desenvolver jogos, com certeza o olhar dele mudou. E parte do prazer dele pela indústria de jogos e por jogos em si, ele acaba mudando também, né? Ele acaba sendo ressignificado, né? E eu não queria perder isso, sabe? Assistindo sério ao filme.
Será que eu sempre tenho que ter esse olhar crítico? Às vezes eu só quero assistir, cara Só quero ficar de boa, sabe? E aí eu consigo fazer isso Não é todo mundo que consegue Mas o fato é que a crítica e o público Nunca vão conversar Mesmo quando Há uma interseção ali Na verdade há um Casamento ali de O Devorador de Estrelas A crítica amou e o público amou Aí tem parte do público que não gostou tanto E parte da crítica que também não acha essas Coca-Cola todas E aí
É, mas isso é meio que pra tudo, né? Dificilmente vai ter uma coisa unânime, tá ligado? Não tem unanimidade nisso, né? Ou 95 mais, sei lá. Exatamente porque a gente tá falando o quê? De arte. Tem um monte de gente que assiste filmes do Kubrick e não gosta. Tipo, 2000 Odisseia no Espaço. Um dos maiores filmes da história do cinema. O cara assiste e fala assim, meu Deus do céu, gente.
Eu acho bom aquele... Chato, a gente fala assim que chato, é. O Tudo em Todo Lugar ao mesmo tempo, Judas. Eu achei genial, ganhei o Oscar, um dos melhores filmes que eu já vi na vida. Eu conheço pessoas que odeiam num nível lá na outra ponta, sabe, de assim... É o maior cocô que já existiu no cinema. Mas porque tem gente que fala assim, né? Que tem o prazer em odiar. Existe o prazer em odiar as coisas. Então, ah, tem alguma coisa que a turma tá gostando? Eu vou odiar. Eu vou colocar publicamente o mesmo óleo.
Não, mas nesse caso nem é isso não. A pessoa só não gostou muito mesmo. E é mais de uma. Tipo, eu conheço várias, umas três pessoas que... Caralho, o que vocês viram nesse filme? Meu Deus, é muito ruim, é uma loucura, não acontece nada. E aí... É loucura. Não são jeitos de ver o mundo, né? Vai ter filme que essa pessoa vai gostar, que a gente não vai gostar.
O importante é que você crie seu próprio senso do que vale a pena, sabe? Às vezes a gente se guia muito pela opinião do outro, né? Nossa, fulano não gostou. É, idealmente a pessoa tem um senso crítico, né? Não vou assistir, não vou jogar, não vou ver.
Eu sei que as coisas são caras, né? Ir pro cinema é caro, muito caro, na verdade. Muitas vezes vale muito mais a pena você assinar um streaming que tem muitas outras opções de consumo ali, né? De filmes e séries e tudo, do que ir pro cinema. Sim, sim. Até porque em pouco tempo esses filmes vão estar disponíveis em streaming, vão sair ali nesses TV Box da vida. Então existem opções, né? Existem opções.
Mas o fato é que o ideal, o mundo ideal, como diria Aladdin, é que as pessoas pudessem consumir tudo e criar sua própria opinião, né? Sobre as coisas. E é cada vez mais difícil isso acontecer, né? E se a gente fala de videogame, então, nossa. Eu acho que é legal quando o cara gosta muito de algo, ou não gosta de algo, ele tentar entender como é que ele chegou naquela opinião, saco?
Pô, por que que... Sei lá, o... Qual o filme que pode acontecer isso? Aquele lá da... Que correu ao Oscar, do monstro lá, que a menina era... Puta, minha memória tá uma bosta, mano. Eu tô pensando em Sandra Bullock, mas nem é Sandra Bullock a atriz, caralho. Que ela tinha uma versão bonita do ovo, Jorandinho. Ah, o Substância? Substância. Eu conheço gente e odiou o Substância.
E aí ela vê, pô, tem mó galera falando que esse filme é genial, que é um dos melhores do ano. Ela precisa entender, não tô falando que ela tem que mudar de opinião, sabe? Mas eu acho que isso enriquece culturalmente o seu senso crítico, se você parar pra pô, por que que tão gostando desse filme aqui? O que que viram? O que que eu não vi? Eu conheço gente que não gostou de Pecadores, porque a pessoa só achou que é um filme de vampiro.
Ela não tem nenhum background pra entender ali qual é que é, sabe? Mas a crítica ela tem esse papel.
Eu acho que no caso dos pecadores, o que eu vi de crítica sabe o que é aquela pessoa. Ah, é uma versão atualizada do Drinco no Inferno. Doideira. Então, mas é isso. Porque a pessoa não entendeu o outro contexto que tava ali. Entendeu? Teve gente que odiou o agente secreto. Pô, aparece uma perna peluda no meio do filme e não acontece nada. Tudo bem que tem o mesmo cara que falou assim, como é que ele aparece de médico no final? Aí me pega um pouco.
Não, é o negócio da... É porque existe... Eu vi essa cena, Bruno. É porque tem uma parada, que é importante, é que tem alguns filmes que precisam de um pouco mais de bagagem, ou um pouco mais de experiência. Então é diferente você assistir um Fórmula 1 filme, um Superman, e você assistir um filme que requer um pouco mais de esforço intelectual pra você, ou um pouco mais de bagagem cinematográfica e tudo.
Joandir, eu lembro que era um Evandro Adoli. Adoli não, vai, jovem adulto. Eu assisti Donnie Darko e não entendi uma vírgula daquele filme naquela época. Mas aí o que eu fiz? Eu fui atrás e falei, pô, o que tá acontecendo aqui? Eu sou burro? Eu lembro, Evandro, quando eu assisti Matrix lá em 99 no cinema, na primeira assistida eu também não entendi absolutamente nada. Matrix entende pouco também, é.
Que filme não explica nada, não sei o que. Mas por quê? Era o contexto. Pensa aí. Em 99 nem existia rede social. É muito mais fácil em tempos de internet você entender Matrix. Sim, sim. Depois, né? Você ter a compreensão. Ali a gente estava em 99. Era até difícil imaginar o que era esse estar no mundo. No mundo virtual. A Matrix ali, virtual. Os seus avatares. Era difícil compreender esse tipo de coisa.
E aí eu tive que assistir mais de uma vez pra entender isso, sabe? Não, mas aí é o que eu falei. É o visto do Clóvis de Barros lá. Você tem brilho? Eu não posso sentar minha bunda na cadeira, ficar uma hora e meia, duas horas assistindo um filme, não entender e tá ok com isso. Tá ligado? Eu sou assim. Eu sou assim. Pô, calma aí, gente. Eu sou tão jegue assim, eu vou atrás, tá ligado? Eu acho paia você assistir um filme que precisa de um pré-requisito, sabe? Eu não gosto.
às vezes tem, não tem o que fazer. Acho que o filme tem que se bastar por ele mesmo. Ele tem que explicar o seu mundo, as suas coisas, as suas histórias, por ele mesmo. Ou não explicar. Ok, ok. A dúvida também é muito importante, né? Você ficar lá. Por isso que eu falo de Woody Lodge, né, Bruno?
Não, não tem dúvida no Lost. Não vem defender Lost, não. Não existe dúvida nenhuma no Lost. Vai de novo. Olha como o mundo é cíclico. O Lost é só ruim. O Lost só pegou o final, pegou a última temporada e cagou em cima de todo o trabalho que eles tinham feito até então. Bruno, não entende a jornada. Quem não entende a jornada, mano? Bagulho, é a saída... Nossa, esse final foi o final mais covarde. O Lost é a vida, caralho.
Não, o Lost é o final mais covarde Tem coisas que a gente não vai ter resposta Não é questão de ter resposta não O final é covarde É um final covarde É covarde demais Agora, eu vou dar um exemplo de um filme que eu amo E em geral odeia Magnolia É um filme incrível Magnolia é um filme excelente Só que a galera fica focando no que?
Ah, mas choveu sapos. A galera foca nos bagulhos. Mano, os caras focam nos bagulhos. Falei, cara, mano, não é isso o filme, mano. E o pior é que a chuva de sapos, ela faz total sentido metafórico, né? Não só faz sentido de fato, Girandir, como de fato isso teve uma notícia. Choveu sapos. Então os caras estão falando assim. Tanto que eles falam, isso de fato aconteceu. Essa chuva de sapos aconteceu, cara.
Mas não é sobre a realidade dos fadus. Não, não, o que eu tô dizendo é isso. Mesmo se o cara fosse tentar sair do espectro do filme e criticar o bagulho que ele acha que é o mais absurdo, ainda assim, isso aconteceu. E o filme não é sobre isso. Não é sobre a chuva de sapo, mano. E é um baita de um filme. Então, mas aí o cara assiste e ele não entende porque choveu sapo e ele vai falar, o filme é ruim. É?
Tipo, é. É isso que eu tô falando. Eu me recuso a não entender algo que eu consumi. Eu fico lá que eu tenho um idiota. Mas é, cara, existem filmes que são mais fáceis, existem filmes que são mais difíceis. E o que eu tô falando, mesmo você tendo conhecimento sobre diversas coisas, tem filmes que precisam de bagagem. Por isso que cinema é um negócio maravilhoso, porque você pode assistir um filme agora e você simplesmente não ter E aí
essa conexão. Eu, por exemplo, quando assisti o Interestelar pela primeira vez nos cinemas, o filme do Nolan, eu preferi focar nos problemas técnicos do próprio Nolan, nas nolanices de se auto-explicar demais, de tentar justificar tudo.
E ele ser um diretor que, na parte sentimental, ele tem muita dificuldade de elaborar as suas ideias. E aí eu assisti ano passado, em 2025, em outro momento da minha vida, com muitas experiências vividas, com perdas na família e tudo mais.
O filme foi ressignificado na minha cabeça de uma forma completamente diferente. Então, sim, cinema ele é atemporal nesse sentido e ele é atemporal porque às vezes você está assistindo ali e você não tem tanto conhecimento. Se liga aquele filme 500 dias com ela que é uma comédia romântica e fala um filme, apesar de ele dizer que não é um filme sobre amor ele é um filme sobre relacionamento.
Cara, dependendo do momento em que você tá na sua vida amorosa, esse filme vai bater de uma forma diferente em você. Se você tá namorando, você vai enxergar o filme de uma forma. Se você terminou um relacionamento, você vai enxergar um filme de outra forma. Se você acabou de superar de vez um término de um relacionamento, você vai enxergar de outro jeito também. Então, depende muito da época que você assiste. Por isso que cinema é um negócio tão mágico assim, né? Depende muito da época que a gente tá vendo as coisas, né?
Não tô falando do filme do Mario, não tô falando do... São filmes mais... Mas até o filme do Mario, cara, se a pessoa não tiver assistido nenhuma animação, ela vai achar animal. Tipo, quanto mais produto de entretenimento a gente consome, mais besta a gente vai ficando, eu acho. Mais difícil é a gente ficar impressionado. A gente ficou impressionado quando a gente assistiu pela primeira vez o primeiro filme do Mario.
O filme do Sonic, por exemplo. Sim. Ele leva a gente pra um local, a gente que cresceu jogando esses jogos, leva a gente pra um local que é difícil uma pessoa que não tem nenhuma conexão com Mario e Sonic, que não tenha jogado nenhum dos jogos, é um local nosso. Nosso aqui, sabe? A gente que viveu esse mundo dos videogames, cresceu com isso e ama de paixão os videogames, você assistir esses filmes...
É quase uma máquina do tempo, né? Ele te leva pra um momento ali de, caraca, meu Deus do céu, que se a gente conseguisse se colocar assim, nossa, o Juras, de 10 anos de idade, que tava jogando lá o Super Nintendo, ele iria enlouquecer se esse filme tivesse um cinema, sabe? E aí a nossa parte criança, porque a gente cresce, mas, gente, o Juras criança, o Evandro criança, o Bruno criança aqui, eles permanecem com a gente.
A gente só cresceu. A gente só amadureceu. Mas o nosso pedaço infantil, que enxerga as coisas até com outro olhar, continua com a gente. Filme, música, livro, vida, conectam a gente, comida, conectam a gente com as nossas várias versões, né? Eu tenho muito essa relação com comida. Eu...
Voltei a beber refrigerante recentemente, né? Aí eu fui tomar, Evandro, a cajuína São Gerardo é zero, né? Boa. Porque eu amo, amava o refrigerante de caju daqui de Fortaleza, né? Do Ceará São Gerardo. É São Geraldo, né? Mas a gente chama São Gerardo.
E aí, eu só de sentir o cheiro, eu voltava no tempo. O cheiro do refri. O cheiro é foda mesmo. Te joga, vem na sua cabeça toda a nostalgia daquela época, né? E aí tinha muitos anos que eu não tomava um desse. Aí eu fui tomar o zero. Meu irmão, eu voltei no tempo, cara. Eu voltei no tempo. E eu falei assim, ok? Estou aqui no... Né?
Conectei com a parte meia que, sabe divertidamente, né? Que aquela bolinha da lembrança tava escondida ali no cantinho, na prateleira e ela... O Ratatouille, porra, sendo o cara comendo comida no Ratatouille. Exatamente, exatamente. Esse tipo de coisa, esse tipo de sensação e esse tipo de referência que você usou aí do do Ratatouille, todo mundo tem isso. Todo mundo tem isso escondido em algum momento. E o cinema faz muito isso, né? Então...
Por que que eu vou falar assim, ó, uma pessoa que tá indo assistir um FNAF e tá se divertindo, tá indo o Minecraft, eu vou querer desmenecer. Você vai achar melhor, porque se... Você vai se achar melhor porque você já teve outras experiências que são mais, na sua visão, complexas que aquilo, né? Complexas e completas. Exatamente.
A cena do Matrix lá é genial por isso também, mano. A ignorância é uma bênção. É. Tipo assim, se o cara nunca liga muito pra cinema e tal, mas três vezes por ano ele vai assistir Velocity Furiosa com os amigos dele. Ele tá felizasso, Bruno! Ele vai passar no Mac e comer um lanche no Mac felizasso também! Ele não tá nem aí pra um hambúrguer gourmet com o aguil, tá ligado?
E aí a gente checar, ai, meu Deus, como eu sou superior. Agora, agora sim. E aí você é papo pra um outro comentário em algum outro podcast. Comportamento na sala de cinema aí é foda mesmo. Tem algumas coisas que realmente atrapalham a sessão. Eu não gosto quando eu ligo o celular com aquele brilho máximo. Mas quem sou eu pra jogar? Eu já contei aqui que a gente ia com caixa de pizza do Habibs, mano.
Ué, eu levei um galeto pro cinema, caralho. Eu levei um galeto, eu levanto pro cinema. Mas beleza, você fazia isso quando adolescente, agora que a gente tem noção. Mas aí a gente é velho e o adolescente chega lá e puxa o celular e começa a ver tigui-tog, eu vou reclamar, Bruno. Adolescentes continuam existindo, né? Essa é a verdade, né? Ah, mas não, tem coisa que, pô, dá pra se tocar, velho. O foda é o velho puxar o WhatsApp do nada pra ver as mensagens dele.
Aí me pega. É, aí realmente... Mas esse é um assunto que a gente pode conversar depois, é.
40 minutos de filme e a véia acha uma boa dar uma olhada no WhatsApp com um brilho que parece um farol de LED na sua cara. Não, e escutar o áudio que alguém mandou. É maluquice. É loucura, meu Deus do céu, né? Eu tinha noção. Meu limite foi a caixa de pizza do Habibs infestando a sala de cinema inteira com chefe. Enfim, gente, vambora. Eu sou Júlio de Filho. Eu sou Evandro de Freitas. E eu sou Bruno Carvalho. E esse são 99 vidas.
E aí, vamos!
Morreu! Relaxa, a gente tem 99 vidas.
Meninos, estamos aqui juntos mais uma vez para mais uma edição do 99 Vidas. E dessa vez estamos de volta com a nossa série Na TV. Você teve uma abertura sobre cinema, mas sobre cultura pop de uma forma geral. Combina muito com o assunto aqui do Na TV.
Essa série maravilhosa que faz parte, é uma subsérie dentro do Estilo 99 Idas. O Estilo 99 Idas é um podcast clássico aqui do nosso queridíssimo 99 em que a gente fala sobre coisas fora do mundo dos videogames.
A gente se permite, olha, não que a gente não faça isso com muita frequência, mas aqui, especificamente, o estilo 99 vidas, a gente sai um pouco do mundo dos videogames e vai para aquela época mais nostálgica, por alguns momentos especiais, que resgatam um pouco das nossas adolescências, das nossas infâncias. Dentro dessa série, dessa grande série estilo 99 vidas, a gente tem subséries. Uma delas é o Aventuras e Perrengues.
em que a gente fala sobre as aventuras e perrengues de alguma coisa, de, sei lá, sair de casa, da época da faculdade, né? A gente fala sobre as nossas desventuras aí. Tem o próprio estilo 99 vidas, né? Que a gente fala de brincadeira de criança, a gente já falou de board game, a gente já falou de história de escola, né? Muita coisa maneira.
Tem o Músicas dos Anos 90, que é, infelizmente, uma série que não vai ter continuidade. Ela existiu. Foi muito divertido. Graças a você, Spotify. Obrigado, Spotify.
Não só eles, né? Porque a gente recebe flags de todos, né? O YouTube, da Apple, todos eles dão flag. Tiveram algumas edições muito bacanas, que infelizmente muitas delas nem estão mais no ar nas plataformas, mas no nosso site. Continua no ar. Então, né? Se você quiser ir lá...
Ai, porra, pop dos anos 90, ver o Bruno lá feliz cantando Spice Girls, cantando... A gente cantando NSYNC, cantando Backstreet Boys, Britney Spears, a edição 82, lá no ano de 2013, que a gente lançou. Ah, sobre dance dos anos 90, a edição 228. Pô, são muito bons esses programas, mano, meu Deus.
Axé anos 90, a edição 352, é um clássico, eu lembro disso, porque meu irmão mais velho falecido, Sandro, ele ouviu esse podcast, foi a primeira vez que ele ouviu um podcast meu, foi desse da Axé dos anos 90, porque ele ama Axé, e ele falou assim, nossa, que podcast legal, eu escutei tantas, relembrei tantos clássicos, foi muito divertido, inclusive as conversas.
Pagode Anos 90, edição 433. Uma das melhores capas da história, Bruno Costa. Mano, essa capa é incrível. Edição 460 sobre Mamonas Assassinas. Fizemos esse podcast aí, tá bem divertido. E 474, Rock Nacional Anos 80 e 90, parte 1. Não vai existir a parte 2, infelizmente, porque a gente não vai continuar essa história.
Vai ficar um gap, um legado aí. Porque conversar sobre essas músicas e não poder tocar nenhum pedacinho dessas músicas é muito triste, né? Pro formato que o 99 se propõe. Ou não, né? Ou a gente pode repensar isso no futuro. Vamos deixar em aberto aí, né? Mas é uma série que não existe mais e infelizmente dificilmente vai continuar.
E dentro do estilo 99 vídeos tem o Na TV. E esse podcast é que a gente fala sobre a televisão dos anos 80, 90 e 2000. A ideia era sempre fazer 80 e 90. Mas com a entrada do Kid Felipe, Kid Mesquita, no 99 vídeos ali em 2020, ou seja, faz muito tempo,
Tem uma geração de ouvintes do 99 Vidas que é o Felipe, né? É tipo assim, o quarteto é com o Felipe, né? A gente vai fazer 80 e 90. E aí com a entrada do Felipe, pô, vamos colocar 2000, né? Já que ele é o mais jovem do bando. Não mais tão jovem assim, né?
convenhamos, mas ele não tá aqui hoje porque ele tá cuidando de... ele tá tão adulto que ele tá cuidando de coisas de trabalho, além do 99 anos, né? E não pôde estar aqui com a gente. Mas, o objetivo do NatV é falar sobre programas, sobre coisas que passavam na televisão, a gente já fez podcast, por exemplo, sobre Street Fighter 2 Victory, aquele anime maravilhoso, edição 429, aí falamos sobre a TV Colosso, DuckTales, apresentadores da TV brasileira,
Por exemplo, a Xuxa. A gente fizemos um podcast sobre a Xuxa. Lá na edição 559. Fizemos um podcast, por exemplo, sobre Pesca e Companhia. Sobre Siga Bem Caminhoneiro, Globo Rural, Pequenas Empresas, Grandes Negócios. Edição 579, clássica aí. TV Globinho. Tem muita coisa maneira aqui na TV. Acesse a nossa série aí. Tem diversos podcasts maneiros, divertidos. Essa é a 26ª edição do Na TV.
E dessa vez, decidimos falar sobre os game shows que passavam na TV. Essas gincanas, né? Esses programas que entretiam com artistas ou pessoas não famosas, né? Mas normalmente tinham artistas no meio aí participando dessas brincadeiras. Eram programas bem comuns. Até hoje tem, né? Brincadeiras de gosto questionáveis como sentar com a bexiga no colo do outro. Mano, esse é o domingo legal, né, mano?
Domingo legal, cara, é você ter um balãozinho e aí você tinha que ficar correndo de um lado pro outro e sentando no colo. E aí era o Gugu, né, mano? O Gugu era um taradão, né, mano? Essa é a verdade, né? As coisas que ele colocava, a banheira do Gugu, era o Gicano, né? A banheira do Gugu, pegar sabonete de baixo. Era, era, era. Luiz Zambiel. Sim, pode ser considerado, né?
cara, não era só o Gugu domingo na TV era complicado botar na conta só do Gugu na diversão diversão é pouco é porque gincana, qual o significado de gincana? é uma competição recreativa
Esse é o objetivo. Existe a competição. Qual era o objetivo da banheira do Gugu? Pegar mais sabonetes. Coloca os sabonetes lá e o objetivo era o tempo, né? Você tinha um minuto, dois minutos, sei lá. E você tinha que pegar os sabonetes que estavam debaixo lá do... Aliás, no fundo da banheira.
O negócio é que alguém ia impedir. E normalmente era gostoso pra caralho, que tava só de biquíni e ia impedir você de pegar os participantes. O Tiririca, a galera lá do Alexandre Pires, o salgadinho do... Era um negócio, né, cara? Domingo, duas e meia da tarde, peitos na TV. É isso. Mano, né?
Um negócio surreal. E aí, isso aconteceu bastante. O Gugu fazia isso bastante no Domingo Legal. Fizemos já uma edição sobre o Gugu, né? Já fizemos? Fizemos, ó. Edição 390 sobre Gugu Liberato. Depois que ele faleceu, né? A gente fez um especial aí em homenagem a ele. Que não tá na TV, curiosamente. Tô vendo a banheira do Gugu aqui. O Tiriri que entrava na banheira com o chapéuzinho dele, mano.
E respeito, pô. E do nada caiu o chapéu. O personagem tem o chapéu, ele não vai tirar o chapéu. A gente já fez um podcast também quando o Silvio Santos morreu, né? O Silvio Santos, ele pereceu ali em 2024 e a gente fez um podcast especial edição 632. O Silvio Santos era campeão dos game shows, né? Praticamente o domingo do SBT era fazer competições entre famosos e tudo.
Mas o game show especificamente. O show de calouros, ele não é um game show, né? Não, a pessoa vai lá e se apresenta, né? Ele é um show de calouros. Ele é uma competição entre os calouros, mas não... É, é um game show, não. Não chega a ser uma gincana. Eu não sei se é um game show, porque eles vão lá pra cantar só. Não existe uma outra competição. Eu acho que, por exemplo, um que canta e aí tem competição é o qual é a música.
Que aí, o objetivo ali não é a música em si, mas é a competição em torno da música. Entendeu? Então, quando você tem lá, qual é a música? Aí você vai lá e dá uma notinha. A música Pabllo, Maestro Zezinho, Bruno. Isso, exato. Aí você fala assim, uma nota. Aí você fala assim, ó, eu adivinho com três. Aí, não, eu adivinho com duas. Tipo, vira meio que um leilão de quem consegue descobrir qual é a música primeiro, né? É.
Isso aí é uma gizana em torno da música. É difícil você conseguir com uma nota você adivinhar a música, cara. Não, tem música que dá, mano. Tem música que dá. Tem música que dá, pô. Tem um site aí hoje em dia que você toca um trechinho. Eu já joguei que teve música que eu adivinhei em meio segundo.
Não teve aquele... Não teve aquele... Uma febre, uns anos atrás, aliás, muitos anos atrás, do aplicativo chamado Song Pop. Inclusive, você jogou comigo e você ficava impressionado do quão psicopata eu era. Não lembra... Não era... Era maneira aquele aplicativo, né? Era o Song Pop, é. Ele tocava pros dois, ele era meio que por turno, mas ele via isso, quem respondeu mais rápido. Existe, existe, Song Pop 2, tá aqui os aplicativos.
É que o Sog Pop é muito diferente de uma nota. Porque o cara faz... Aí você... É, vê quem é mais rápido. É diferente. Você precisa de, pelo menos, umas duas notas. Três notas, sei lá. E aí você... Opa, pera, pera. O cara manda assim... Céline Dion, My Rato e o Go On. Caraca, mano.
Que? Não é por isso que alguém não tenha soprado isso, né? Se a gente fizer a live aí, vocês vão ver. Eu sou bom nesse bagulho de ver a música, mano. Se for música da época que eu ouvi a música mesmo, caraca, tem várias que eu adivinho nesse... Vamos fazer isso com videogame? Vamos fazer um quadro? Dá, dá, dá. Dá live, dá. Live do 99 vidas, hein? Em breve, fiquem ligados. Tem um site que chama Bumble, e aí ele deve ter categoria games lá. Bumble é um aplicativo de namoro, né? Não, é Bundle, com D.
A banda. Esse aí eu falei errado. De banda, né? Esse aí é de banda. A gente faz isso com música de videogame. Três notas. Aí tem que falar de onde é o jogo e qual o videogame. Mais coisa. Silvio Santos, pra gente sair do bloco Silvio Santos, o maior de todos, talvez o maior game show da história da TV brasileira, o Show do Milhão.
Bem, senhores derrotadores, nós estamos iniciando o tão comentado, o tão propagado jogo do milhão.
E vocês que durante muito tempo viram os anúncios, os 22 dias estão chegando, os 22 dias chegaram. Começam hoje e terminam no dia 28 do mês de novembro. Durante 22 dias, às 10 horas da noite, logo após o programa do Ratinho, nós estaremos realizando o Jogo do Milhão. E você pode participar do Jogo do Milhão comprando a revista SBT nas casas lotéricas.
ou nas lojas do baú da felicidade comprando a revista se você for sorteado você ganha 100 reais se você vier ao programa você ganha 200 reais e se você participar do jogo de respostas e perguntas você poderá ganhar até um milhão de reais em barras de ouro que valem mais do que dinheiro
Vai começar. Invitação que você é de Bruno. Show, Rubelão. Barra de olha só você, mas você está... Você está certo disso? É. Você está certo disso? Aí, certa resposta?
Pô, sabe o que eu amava de Show do Milhão? Aquela música do Pânico que eles fizeram de paródia. Show do Milhão. Ah, Show do Milhão. É, ficava usando o samplezinho da voz do Silvio, mano. Show do Milhão. Muito foda. Sabe o jogo do Mega Drive, né? Do Show do Milhão, né? Loucura isso, tecnóide. Não, não. Tivemos dois, acho que, jogos do Show do Milhão, cara. Porque cada cartuchinho vinha com um número limitado de perguntas, né? Aí você tinha edições do Show do Milhão pro Mega Drive. E era muito legal porque ele trocava.
Ele tocava o sample de áudio do Silvio Santos, tá ligado? Próxima pergunta... Pô, Mega Drive é muito do futuro, mano. Mano, tem um negócio... Eu vou dizer que a filha do Silvio Santos é uma boa apresentadora, hein? Eu pensava que... No começo eu não curtia. Achava que não ia vingar. Eu acho que ela manda bem, mano. Ela tem o carisma. Ela tem um negócio do Silvio ali, dentro dela ali, sabe? É curioso.
É assim, você pega o começo, mas o Silvio Santos foi esperto, porque ele sabia que ele não ia continuar ali pra sempre. Então, ele já começou a inserir as filhas ali justamente pra começar a acostumar elas. E realmente, você pega o começo, elas eram bem ruimzinhas e tal, mas elas melhoraram bastante, cara, de verdade. É a Patrícia e a outra é a Renata, que são as duas que apresentam o programa.
Mas acho que a Patrícia Abraão, né? Porque ela é muito boa. Não, a Patrícia é bem mais desenvolta e tal. Mas elas melhoraram bastante mesmo, né? Teve um dela, que ela era... Ela que tava apresentando. E aí... Ela sempre entrevista o cara, né? No começo, assim... Ah, qual o seu objetivo? Se você ganhar um milhão, não sei o quê. Não, que eu quero viajar pra Itália. Quero realizar o sonho da minha família. E não sei o quê. E pra Disney. E aí, a primeira... Mas a pergunta número um...
vídeo, é. É aquele, aquele pergunta assim, qual desses é uma expressão... Comprimento, né? É. Com comprimento regional, não sei o que. Mineiro. Aí tinha lá um Oi, um Olá, um Ei e um Uai. Não, era um nem um comprimento não, era uma expressão, alguma coisa assim. Isso, expressão tradicionalmente mineira, isso. É.
E aí o cara manda um olá. E aí se pede, o cara erra no primeiro. A primeira pergunta. A viagem pra Itália, pra Disney. Desmoronando, fizeram vários memes com isso daí. O Show do Milhão era um clássico. Eu lembro que saiu o jogo de tabuleiro do Show do Milhão, né? Era divertido, né?
que eram perguntas lá e tinham coisas que você descobria, né? Era legal assistir, porque... Você aprendia também, pô. Interage com você, né? Exato. Você tá lá assistindo e simplesmente tem lá a pergunta. O que é Via Láctea? E aí você... Aparece as opções, é você. Não, é a Galáxia, é alguma coisa assim. E aí, quando você acerta, olha aí, viu? É, rapaz, porque eu sou inteligente, rapaz.
existe um negócio que mexe com o público que acompanha por isso foi um fenômeno o show do milhão muitas temporadas e tinham perguntas que eram sacanagem você falava assim eu vi o vídeo aqui de Rolão eu fiz uma dela na sua explicação do cara da Itália manda aí, manda aí na verdade uma das alternativas era o ai mas a pergunta que ela faz é qual dessas alternativas é uma forma de cumprimento só isso aí tem ai, oi ó
ui e uai. E ele respondeu uai. Caraca, que forma de cumprimento. Era oi, pô. Cumprimento é oi, né? Sim, é isso. E ele fala, ai. Tipo assim, imagina você encontra alguém na rua e fala, ai. Se ele vai no uai, aí ele ainda teria a... Desculpa que ele é mineiro, né? Mas ele respondeu número um, ai, mano.
Tá o link aí, ó. Ah, não. Cara, peraí, peraí, peraí. Sabe o que eu pensei agora? Não, Bruno. Não veio defender vagabundo. Não, pensa, mas pensa o seguinte. Ele não pensou ai. Ele pensou ai. Entendeu? E o oi? E o oi fica onde nessa sua história aí? Não, tudo bem. Mas o cara viu errado. Tipo, o cara entendeu que esse ai era ai. Entendeu? É a geração que não gosta de usar acento. Porque o ai, ele não tá com acento. Ai. Mesmo assim, ai é esquisitíssimo pra cumprimentar alguém, mano. É. Ai você fala se estiver contando uma história.
Ah, não sei o que, aí eu fui lá... A primeira pergunta normalmente é muito básica, mano. É muito básica pra você aquecer, né? Pra você entrar no jogo ali e tudo. O cara conseguiu o mais difícil que foi chegar lá pra participar. Não saiu com um realzinho.
Tem um aqui que é muito bom. O que é Via Láctea? E aí a mulher colocou marca de leite. Via Láctea, caralho. Caraca. Eu lembro que o primeiro cara que chegou na pergunta do milhão, a pergunta era quantas letras tem na frase que tá escrito na bandeira brasileira, que é o Ordem e Progresso. E se eu não me engano, ele errou porque ele esqueceu do E.
Ah não, você tá falando do do cara que ia ganhar um milhão que foi o ordem ele confundiu porque ele contou ordem ou progresso ao invés de ordem e progresso tipo ele contou uma letra a mais mas é foda porque a gente no nosso sofá em casa lá você tá com Silvio Santos você tá com luz na sua cara pressão, tempo tudo isso E aí
É complicado, mano. A gente adora julgar. É que nem o jogador de futebol que a gente fala assim, se fosse eu não perdi esse gol. Perdi não, perdi não. Só tem craque aqui, meu Deus do céu. Não, o gol, não perder ainda eu acho da hora, Jandil. O foda é... Sei lá, Neymar foi pro Catar pra ganhar 70 bilhões por semana. Aí a pessoa, eu não iria não. Tá maluco. Iria nada. Prefiro ficar aqui no Brasil.
Prefiro ficar no Brasil sendo criticado toda semana. É melhor estar no Catar, ganhando dinheiro e sendo criticado, né? A pessoa nunca ganhou uma proposta nem para comer um pastel, saca? E ela... Eu? O quê? Eu? Eu? Eu, Evandro? Eu? Eu mesmo não ia, não. O quê? Prefiro ficar aqui no Brasil. É.
Esse é genial. Mas isso é verdade. Esse tem um novo de pergunta do Luciano Huck lá, Jund. The Wall. Direto com o meu pai, ele tá assistindo. E é isso aí. Fiquei eu e ele lá responder. Os caras são muito bons, meu Deus. O The Wall é um show do milhão, né? É um show do milhão like. É um show do milhão com o Bet. É, ele tem a etapa de jogar os negocinhos lá que é bem esquisito, que só cai no lugar que favorece o Luciano Huck. Tigrinho, mano. Que não é um tigrinho, caralho. Que dali, não?
Caraca, maluco. É tipo um tinguinho. Negócio aleatório, cassino da porra aqui dali, mano. Muito na sorte e tudo, né? O Luciano Huck é campeão de pegar essas competições, né? Desde do programa H. Lembra do programa H que ele apresentava na Band?
Mas o show do milhão é licenciado, né? Ele não é daquele... Who wants to be a milionaire? É, who wants to be a milionaire. O Silvio Santos topou pagar. É da Endemol? O formato é tão bom. Eu não sei se é Endemol, mas é assim. O Silvio Santos é campeão de pegar esses game shows americanos e trazer pra cá. O próprio Roda Roda, que era o antigo Roletrando.
É, mas ele dava uma roubada, né, Bruno? A casa dos artistas é um BBB não licenciado. Sim. Com regra deles. Exato, é. Mas o show do milhão é bem igual o formato, né? É, não é da Demona, não. Não, mas eu tô falando até de outros. O próprio Roda Roda, que era o antigo Roletrando, é o Wheel of Fortune, dos Estados Unidos.
Mas o menino, o Luciano Hulk, é campeão de pegar esses game shows, né? Que o objetivo ali, né? É fazer a galera passar uma vergonha, né? Muitas das coisas que a gente vê ali no programa do Luciano Hulk, vamos botar tudo pra passar uma vergonhinha, né? Na TV. Tem muitas coisas sociais que são interessantes, mas tem muitas coisas questionáveis ali. Mas o Soletrando é um clássico do...
do menino aí, né, do Luciano Huck, né? A competição que deu o que falar está voltando. O Soletrando 2008 no Caldeirão. A, B, 1, S. A galerinha já está brigando por uma vaga nessa disputa nota 10. Mais de 2.500 escolas se inscreveram em todo o Brasil. É difícil o letrando, hein?
Eu acho muito bom do Soletrando um que uma menina corrige ele, mano. Que ele fala aquela entonação errada. É maravilhoso, pô. A menininha fica desesperada. Vou achar o vídeo aqui. A gente bota nos comentários aí. Ela pedindo pra ele repetir de novo. E ele falou, vou repetir pela última vez. Mas aí ele fala errado. Ela fala, então, é isso aqui, né? É que isso aqui é isso aqui, né? Tipo, nossa, é muito... Mano, é sensacional isso aí.
Como é esse? Não sei qual é esse. Mas eu não lembro a palavra, mas é assim, sei lá, ânsia. E aí ele tá lendo ansia, um bagulho assim. E aí não tem como a menina... Caraca, você tá lendo errado, cara. E aí ela percebe. E aí ela corrige ele pra pronúncia correta. Achei, achei, achei. Deixa eu ver qual que é a palavra. Ele lê infrepático.
Isso, o que ela fala é infraepático Isso, é tipo ele fica Infraepático ela, infraepático Infraepático É, ele vai ficando meio puto E ele tá errado, tipo assim, até eu que nunca tinha escutado Essa palavra na vida Dá pra perceber que ele tá errado Até que ela pede, dá pra outra pessoa falar Aí a pessoa fala, aí ela meio que dá uma finetada nele Agora fala você de novo, Luciano Aí ela fala assim, é que vocês tão falando diferente E aí
Aí ele, não, então, quando ele percebeu, ele falou assim, não, então pega a pronúncia do professor, né, tipo, ele tava falando errado. Caraca, eu vi agora. É bom demais, mano. Meu irmão, bota o trechinho aí. Infrepático. Repete a palavra, por favor. Infrepático.
Significado, por favor. Que está abaixo do fígado. Aplicação de uma frase. O cirurgião fez um corte infra-hepático com o bisturi. É infra-hepático ou infra-hepático? Infra-hepático.
Luciano, repete a palavra por mim, por favor. Pela última vez, porque o professor já repetiu uma. Infrepático. Eu quero aplicação na frase de novo, por favor. Você não pode dar, você pode pedir aplicação numa frase, você pode pedir definição, você pode pedir classificação gramatical e sinônimo. Você já pediu aplicação numa frase.
As duas vezes que eu posso repetir... Já pedi a definição. Já pedi a definição. Pode pedir sinônimo se você quiser. E tem como eu pedir alguma coisa para você repetir a palavra? Não, já repeti duas vezes e o professor uma. Mas a pronúncia foi diferente. Eu li com... Se for discutir a pronúncia se a minha é a do professor ou a do professor, você não vai estar certo. É, mas é ruim isso, né? Então, professor, por favor. Infraepático.
O nome do vídeo, Juras. Programa soletrando. Mais uma vez, o Luciano Hulk é humilhado. Caraca, os caras... Internet é isso aí. Internet é isso aí mesmo, compadre. É isso aí. Olha o comentário aqui, ó. Professor, litro de leite. Luciano, litro de leite. É tipo isso. Soletro aí, Bruno. Litro de leite.
Leite e leite. Leite e leite, né? Tem vários comentários, mano. Professor, o milho estourou. Luciano, o milho estourou. Ele tava desse jeito. Caraca. Mas esses derivados de Luciano com Soletrando em Criança, esse atual lá, acho que Pequenos Gêneros é o nome. Mano, é assustador, pô, molecada. Que ele vai falando assim...
É, 742 vezes 24, dividido por 94, vezes 1052, não sei o que. E o moleque fala na hora a resposta. Esse programa não vejo que eu só me sinto humilhado. Eu entendi o negócio que a gente falou na abertura de, pô, eu preciso entender o que está acontecendo aqui, mesmo sabendo que eu nunca vou fazer isso. É porque eles fazem a conta mentalmente usando aquele abaco. Então ele não está usando a cabeça que a gente faz 10 mais 10 igual a 20, como se fosse uma calculadora.
é por isso que às vezes alguns deles ficam mexendo na mão assim como se tivesse teclando uma parada imaginária na dentro da cabeça deles eles estão visualizando um ábaco e aí a conta pelo ábaco então dá para você entender como é que é como funciona o álbum qualquer pessoa consegue aprender fazer aquilo ali não é nada tão tipo ele tem um álbum comentar ali
Exato, tem uma lógica, os moleques não são um calculador humano, mas tem os negócios de país, aparece uma pontinha de um mapa, aí o moleque, Eslováquia, é bizarro, mano. Ah, é, mas é o pessoal do como é, gel, não sei o que, dos... Não, é criança, por favor, pequenos gêneros. Não, eu sei, mas não tem um jogo aí que é bem famoso, né? Geogers? É, Geogers, né? Geogers?
É, Geoguers. Tem até o brasileiro que é bom pra caralho lá. O cara vê lá... O cara tá dentro do carro, uma foto e aí tem uma placa de algum lugar. Cara, isso aqui eu sei onde é. No Oriente Médio, aí vai baixando. Aí ele chega lá no país. E na cidade. Na rua. Caralho, mano. É possível. É um desconhecimento foda. E aí, de novo, a criança tá com o HD limpo, né? E aí ela só estuda pra participar disso daí, ela vai lá e dá show, cara. Esse eu acho muito impressionante.
A gente fez um podcast do Natv que tem um pouco dessas de competições, né? Edição 629, que a gente falou de videogames na televisão. Que são os programas de videogame e o Gugu tinha aquele programa, o Play Games, né? Domingo é todo alegria!
No programa Silvio Santos, o Gugu apresenta o Play Game. Uma empolgante competição pra ver quem é o craque no videogame. Muita ação, um show de efeitos. A garotada na tela do computador participa de incríveis jogos e enfrenta perigosos inimigos. Play Game com o Gugu. No programa Silvio Santos. Depois do cinema de domingo.
Que era uma competição, né? Usando videogame, fazendo uma competição lá entre a galera que entrava dentro do jogo e era uma loucura e era uma diversão e tudo mais. Mas, se for pra falar de um dos maiores game shows da TV brasileira, dos mais clássicos ali, criado ali no final dos anos 80, ou passa ou repassa.
E nós vamos tirando pro nosso programa Passa ou Repassa E quem participa ganha todos estes prêmios, olha só
E se fizerem todas as provas em até um minuto e meio, levam a Calai Cruiser Chroma e a Cruiser Ventura.
Esse é competição, né? Esse é icônico, né, cara? Não, esse é muito competição. Esse é icônico, pô. Torta na cara virou brincadeira em festa direto. E era muito legal. Esse é um que é bem legal. Que é o programa que tem a fase de pergunta, aí você vai lá, responde ou passa, e outro time repassa ou paga, né? Aliás, é repassa e outro responde ou paga.
E aí você tem que fazer, tipo, paga, você vai fazer uma provinha pra ver se ganha os pontos e tal. E aí o ápice do programa era o torta na cara, que era um contra o outro de frente pra frente, era a mesma pergunta, aí corre pra bater no botão, né? Não teve um recente aí com o Galvão Bueno? Teve, pô. Galvão Bueno levou uma torta na cara. Então levando a galera da internet e a galera do próprio SBT, né? Que agora o Galvão tá me expliquei.
Caraca, quem foi que deu a torta na cara do Galvão Bueno foi a torta na cara de quem? É um dos repórteres.
Não é o... É o Tino? Não, não é o Tino. É o Mauro... Mauro Beto? Mauro Naves. Mauro Naves, Mauro Naves. Ele me ame, Mauro Naves. Ele mentiu um clássico, o Galvão Beno levando uma tortada. Porque o Galvão Beno, né? Quando ele saiu da Globo, vai se aposentar com a Galvão, não sei o quê. O cara feio. Tá trabalhando mais fora da Globo do que... Tá curtindo a vida. Vai narrar a Copa de novo. É, mano. No SBT, hein? No SBT. Olha o gol. Olha o gol.
Não, o cavão boiando no SBT é tipo... O SBT vai passar um jogo por dia, da cor. O Sonic é saindo num videogame da Nintendo. O Sonic no Switch, então. Já saiu, amigão. Eu sei disso. Eu sei disso. Por isso que é estranho. Caralho, isso. Era coisa que a gente não imaginava acontecendo e simplesmente rolou. Mas o passo-re-passa era divertido porque quando foi criado ali no finalzinho dos anos 80, quem apresentava era o Silvio Santos. E aí, os prêmios.
Você lembra o que eram os prêmios ali? Porque eram transeuntes, né? Eram pessoas comuns, assim. E aí os prêmios? Jogo de tabuleiro, rádio de pilha, relógio de pulso, panela de pressão, máquina de escrever, videogames e bicicletas. Eram os presentes. Eram esses presentes daqueles álbuns que a gente colecionava, né? Né? Bola vinte de leite. É.
Não tem nada a ver com o Gincana, mas em relação ao presente, eu achava maravilhoso os programas de esporte que davam, tipo assim, o cara que é uma bateria mou, velho. Um negócio muito inútil, sabe? O cara participa e pega um sapato 49, nem é o número dele, ele tem que levar aquela merda embora. A bateria, assim, ela não é inútil, mas daqui que você precisa de uma bateria, caralho, é uma loucura. E quem vai sair de lá carregando a bateria, irmão?
É pesado sua porra, né? O cara vai num ônibus carregando a bateria. O programa do Milton Neves, tá ligado? Que ele recebia as coisas do patrocinador e ele tinha que falar do patrocinador. Aí tá lá o jogador participando. Agora você vai ganhar aqui um torno mecânico. E o caralho, mano. Não, mas é que nem a gente colecionando aqueles almozinhos regionais de figurinha lá dos Cavaleiros Odíacos e você preencheu uma página lá, a página premiada. Preencha essa página.
E eu não sabia nem o que fazer, que nem o tipo cachorro correndo atrás do caminhão, assim, sabe? Se ele chegar no caminhão, o que é que vai acontecer? É, você completar e aí, né? Com quem que você fala? O cara do bar vai te dar uma bicicleta? É, eu vou falar com o quê? Eu vou falar com o tiozinho, o senhor Roberto da mercearia? É. E aí, senhor Roberto? E ele disse assim, sei lá, mano, eu só vendo aqui, cara, eu não sei nada não. E aí o presente era o padrão de pressão. E aí
Pega o número do saque da sua revistinha aí. Uma bola dente de leite. É, tinha muita dama, uma bola dente de leite. É, dominó, tinha uns bagulhos assim. Baixíssima qualidade todos. Mas é engraçado, porque quando eu lembro do passo-repasso, na minha cabeça vem o Gugu.
Ah, sim, né? O Gugu apresentando. O Gugu imperado. É. Hoje é o Celso Portioli, né? Celso Portioli. Celso Portioli que foi preparado a vida toda pra ser o novo Silvio Santos, né? Sim. Pois é, cara. Mas é que nem você, tipo, preparar o novo Pelé, cara. O Silvio Santos era o Pelé da TV brasileira, né?
Mas o seu esporte show, ele é um bom apresentador, cara. Como apresentador, ele é um bom apresentador. É bom apresentador, sim, sim. Mas essa pressão aqui, acho que atrapalhou, né? Atrapalhou, inclusive, o imaginário popular das pessoas, assim, né? De esperar mais dele, né? Mais. De algo...
E eu até acho que isso foi depois O negócio do Silvio Santos de colocar as filhas Foi de propósito, sabia? Porque ele sabia que se fosse o Celso Portioli O pessoal ia bater muito Ah, você nunca vai ser o Silvio Santos Porque aí tiraria o Celso Portioli De ser o apresentador que ele é Pra ter que virar o Silvio Santos A pressão, né? A pressão de ser o Silvio Santos É, ia ser muita pressão
O Celso Pochiorno, ele é, tipo assim, ele joga em todas as posições, cara. Onde você coloca, ele fez todos os programas ali. Domingo Legal, né? Ele tá fazendo aí. O Passa Repassa. Se deixar o domingo inteiro, ele faz, mano. É isso aí. O bicho é pau pra toda obra. E ele tem uma persona vendável comercialmente pra caralho também. Sim. É engraçado a internet ele, né? É bem divertido.
E o SBT tá voltando com alguns... Não é gincano, mas programas clássicos. Por exemplo, eu vi esses dias um anúncio. Não cheguei a ver o programa. Mas o Viva Noite voltando com o Silvio Ricardo, mano. É o Silvio Ricardo? Olha aí. É o Silvio Ricardo? Não é o Silvio Ricardo? É, não é? O que fazia o Bozo? Como é que é o nome dele, mano? Não é Paulo Ricardo, né, Paulo? Luiz Ricardo. Luiz Ricardo, isso. Ele que tá apresentando o Viva Noite agora. Ele é o cantor do DuckTales, exatamente.
O SBT tá voltando vários programas... Assim, também não dá pra ocupar o SBT de falar que não tá tentando. Eles estão tentando muita coisa aí, porque inclusive estão tentando resgatar programa clássico e estão criando vários programas novos com essa galera da internet aí também, né? A Virginia tem programa. Aí tem programa dos caras de comédia agora.
Voltando ali pra Globo, tinha aquele videogame da Angélica, que era um bloco dentro do video show, né? O video show aí. Sim. Fui assistir o filme do Michael Jackson, que toca lá a música do Michael, do Off The Wall, do disco. E simplesmente a galera... Caraca, a música do Jornal Nacional. É o Jornal Nacional, mano. O Jornal Nacional, mano. O Jornal Nacional, mano. O Jornal Nacional, mano. O Jornal Nacional, mano.
Eu falei não do vídeo show, mas é porque a música... É muito parecida com a música... O tema do Jornal Nacional também, sabe? Assim, a batida, né? Mas era a música do vídeo show clássica, né? Na época era apresentado pelo Caca Antibes, lá o Miguel Falabella, né? Miguel Falabella. E aí a Angélica tinha um quadro dentro do vídeo show, que era o chamado Videogame, que eram famosos das novelas da Globo, apresentadores e tudo, competindo lá. E depois ele ganhou um programa próprio.
E depois foi cancelado, né? Chegou até a ser apresentado pelo André Marques, hein? O Mocotoro. O Bruno aí, o cospel do Bruno, é. Sabe um que eu achava muito bom pelas pérolas que ele proporcionava? É. Um bom mega senha da RedeTV.
Mega Senha. Mega Senha e aquele interligado também, né? Interligado eu não lembro o que era, não. Lembro não do interligado? Mas é o que? O da Fernanda Lima? Fernanda Lima, interligada. Vi a fotinha aqui e lembrei. Mas o Mega Senha era bom porque a ideia é a pessoa dar uma senha e a pessoa descobrir qual que é a outra palavra. E aí como que é a arropada máxima? É falar o antônimo, normalmente. Então, sei lá, a palavra é baixa, a pessoa fala alto.
E aí tinha várias, muito absurdo, mano. Tipo, o nego não conseguia... A palavra era... Eu estou vendo o vídeo aqui. A palavra é bril. Aí a dica da menina é maio. Não, não é possível. Está aqui o vídeo, pô. Caraca. O nome do vídeo é Os Piores Mega Senha. É a esposa do Carlos Alberto. Eu não sei o nome dela, mas eu sei quem ela é.
Maio é foda, cara. A palavra é Mandela. Aí o cara, Nelson. Aí ela, Ned. Bom pra caralho. Caralho. Rede TV. Contudo Rede TV. Mas é que tá, por exemplo, eu consigo enxergar esse tipo de coisa. Bruno, tem o cagado, que é a tartaruga, né? Aí a mulher, sujo.
É, pode ser qualquer coisa, mano. Caraca, é cagado. Porque é tipo cagado, né? É. Não, mas é desesperador. Por exemplo, ó. Eu avancei mais um pouco aqui. Aí a palavra é chorar. Aí o cara deu a dica. Rir. Faz sentido, né? O maluco respondeu. Palhaço. E aí começa. Você vai pra onde depois disso? Aí ele poderia falar triste. Aí poderia, entendeu? Ele falou lágrima. Aí o outro respondeu escorrendo, Bruno.
O cérebro do ser humano é muito foda, pô. Caraca, mano. É muito bom esse programa, mano. Tem uns da Nicole Balls, que é maravilhoso as dicas. James e a Ruddall. É só um povo peculiar também. Mas eles pegam pra isso mesmo, né? Sim, sim. Sabe o que vai render? Se fosse hoje em dia, e é o caneta azul, o luva de pedreiro. Imagina você recebendo a dica do luva de pedreiro, filho.
Mano, o abuso que eu tô desse caneta azul, meu Deus do céu. Candidato, tá? Seu futuro deputado aí. Não, o de vocês aí, né? Daqui não vai ser, não. Ele tá candidato aqui. Parece que é federal mesmo, né, mano? Puta que pariu, né? Como é o nome desse cara, mano? Manuel Gomes. Você é de esquerda e de direita. Eu sou na minha.
É muito, mano, a política brasileira é um cíclico, meu Deus do céu, cara. Deputado federal em São Paulo, vai ganhar, é isso aí. Quais são os seus projetos? Minha equipe tá vendo aí. É, tamo vendo aí. Qual o seu objetivo com a saúde brasileira? A gente tá, a equipe tá pensando aí.
Ontem eu assisti um episódio antigo do South Park e aí eles estavam, na época, parodiando o Trump e a Hillary. E aí o personagem que faz o Trump, eles estavam ganhando muito na frente nas pesquisas. Aí ele começa a ficar desesperado que ele vai ganhar. E na cabeça dele era só uma zoeira. Aí ele chama a equipe e fala assim, gente, se a gente ganhar, o que a gente vai fazer? Aí os caras da equipe, ué, mas não é você que devia saber disso?
E aí é isso aí. Tipo assim, o Manuel Gomes é isso aí, tá ligado? Ele não faz ideia do que tá acontecendo. Mano, o negócio é surreal.
Mas, cara, o Mega Senha é um bom entretenimento você ir no YouTube e colocar melhores momentos Mega Senha. Tem gente que dá a resposta, ela buga e em vez de ela dar a dica, ela dá a resposta. Antigamente tinha muitas dessas competições, era menino contra menina, né? Já começava desde cedo, né? Criar essa competição entre homens e mulheres. Até tem os adultos ali, aquele guerra dos sexos.
que tinha uma novela, né, depois criaram um programa, né, pra competição entre homens e mulheres. A Xuxa, né, a Xuxa tinha um clássico, né, de menino e menina, né, competição aí, aí simplesmente aí, a vitória das meninas, as meninas gritando na plateia e tudo. Então era um negócio que era muito de competição, né, de colocar pra competir. Sim. E aí o povo se odiava absurdamente, né, brigava demais aí.
Tinha uns de escola também, né? Que era uma escola contra a outra. É, de escola é legal, porque é a rivalidade. Parece interclasse, né, mano? Parece aquele negócio lá da galera se xingando, mano. Acaba a torcida gritando de um lado, a torcida gritando do outro. Meu sonho era participar disso aí, mas isso aí era só pra escola particular, né? É, escola pública lá, é.
Se vocês participassem, qual categoria que vocês acham que se garantiriam pra responder? Mano, é foda porque aquele negócio do show do milhão, você fica assim, pô, não é possível que a pessoa não saiba disso. E aí é foda porque tem algumas coisas que você realmente não sabe. Não, mas tem, sei lá, dorama. Eu não vou saber nada de dorama, por exemplo. É. Novela. Mas tipo, entretenimento. Mas é, então, eu iria no esporte, com certeza, mano.
Cara, não, eu oriento... Porque esporte pode ser qualquer coisa. Quem foi o último campeão... O que eu mais me garanto, eu acho que é esporte. Tipo, futebol, Evan? Futebol? Não, futebol com certeza absoluta, mas geralmente é esporte, né? Ah. Tipo, na Suécia, quem foi o último campeão de bocha, tá ligado? Aí... É, aí é...
É mais complicado mesmo, né? Futebol, acho que seria mais fácil, assim. Uma competição dessa de videogame. Videogame é muito difícil, mano. É muito difícil o videogame. A galera... É porque a gente acha que não, a gente jogou. A gente sabe tudo, não sei o quê. A gente sabe nada, mas se a gente for coisa técnica e nomes e datas, talvez a gente saiba de alguns jogos, assim. Eu tenho uma boa memória com o filme.
Mas aí se o cara for lá, anos 40, 50, anos 30, e começar a falar ali movimentos, falar de novela e vaga e tudo mais, aí me perde mais, assim. Meu conhecimento, ele beira mais o generalista, né? De pegar mais as coisas gerais e mais populares também, né? Então eu acho que... Mas eu gosto desse de perguntas, essas competições de perguntas.
É, porque você se acha esperto. Você tá respondendo na calminha, a gente já falou, né? É, mas é, numa competição de verdade, essa é difícil, né? Luz em cima. Puxar da memória. Tempo. E aí é foda, porque às vezes a gente tá em casa assistindo esse negócio, a gente pega o celular e responde e acha que... Não, esse era fácil. Puxa.
Era fácil. Imagina a pessoa lá, caralho. E com o famoso perguntando ainda, você esquece tudo, mano. Tem gente que vai, se prepara pra palestrar e quando chega lá na frente de todo mundo esquece tudo. É bom quando a pessoa quer render o bloco também e aí ela fica igual no que é o Senhor Milionário no filme, ela fica explicando porque ela sabe aquela resposta.
no do Luciano Huck, às vezes acontece isso o cara, qual foi qual o país foi a primeira Copa do Mundo, aí o cara Luciano, uma vez eu fui pro Uruguai com a minha ex e aí a gente comeu a carne muito boa não sei o que, e aí eu fui no museu que falava que era a Copa, em vez de só responder, tá ligado? tem os caras que ficam palestrando sobre a resposta também. O cara tem que dar uma farmada né, o cara tem um que é um programa que é
Que é bem louco, assim, de assistir. Eu nunca assisti em um inteiro, só vi trechos dele. Que é esse supermarket, né? Que é a galera que tem um tempo pra pegar coisas de supermercado. O cara invade o supermercado. Aqui no Brasil fizeram a versão disso com o velho da Havan. Eu acho que existe até hoje, é. É o Sasportioli que apresenta, inclusive. É. Aí os caras fazem na Havan, é.
Pois é muito louco, né, esse supermarket, porque... Qual é o setor que você iria? Eu vi um que o cara foi direto nas carnes e o cara pegou todas as picanhas. E, manchê, tinha muita picanha. Bom demais. O cara foi nas picanhas, nos filé mignon e tudo mais. Era o Lula, pra me intrigar pro povo. O nome do brasileiro é comprar é bom, levar é melhor. É, é. Patrocínio da van. Aí o César Portiolito na van.
O cara deu um prejuízo no supermercado, assim, de uns 100 mil reais, cara. É, porque se você pensar, pegar uma TV de 70 polegadas, acabou o seu carrinho, né? Então, qual o mercado? Depende. Qual que é o mercado? Sabe o que eu faria? Essa técnica do cara é boa, mas eu faria pra ganhar dinheiro. Eu ia pegar aquelas peças de Ramon, filho, de presunto serrano, esses bagulho caro, que é tipo, 100 gramas é 2 mil reais.
tá ligado? É bom, hein? Puta, mas é caro pra caralho. Mas esse bicho não tem no supermercado popular, né? Assim, ele é só nesse supermercado mais chico, né? Não, eu tô falando, depende do mercado. Vai ter no pão de açúcar. Exato. No seu marché. Se for no... Mano, eu já vi de 10 pau, pô. No marché. É. Um pedaço, uma peça gigantesca, 10 conto. Maluca, né? É, cara. Se eu botar umas 10 essas aí no carrinho, imagina. Deu arrancar 100 mil reais, o velho da vó.
Mas esse do mercado é curioso, né? O cara... É o pessoal pegando arroz. Mano, você tem que... Arroz é foda. Uma vez eu tava no mercado, Bruno, que tava dando degustação de Ramon. Que na fila 70 vezes a menina até percebeu. Ela deu aquela olhada assim de... Ô, calma aí, cara. Você não acha que você tá abusando, não? Você nem tentou botar um boné pra disfarçar nada. Eu pôs seis vezes, tá ligado? Pô, bom demais, tá maluco.
Ramon Ibérico. É bom. Caríssimo, mas é bom. 14 mil reais. É, filho, eu tô falando que é caro, mano. É possível que uma comida custe 14 mil reais, mano. Faz nem sentido isso. Uma perna do bicho. Mano, que nem um amigo falou assim pra mim. É um absurdo a gente... Em 2026 a gente paga a...
por comida. Foi isso que ele falou. Ele quer pagar por comida? Ele quer fazer de graça? É que ele falou assim, uma coisa que sempre não entra na minha cabeça é a gente pagar por comida.
Uma ideia dele era o quê? Que fosse distribuído por aí, de graça? Não, é, não, é, é, múltiplas interpretações, entendeu? Mas ele, ele disse que isso permeia a cabeça dele, assim, de caraca, maluco, a gente precisa de comida pra sobreviver e a gente precisa gastar dinheiro pra sobreviver. Eu sei, mas é o, é o pensamento da chatação, né? Ou gasta, ou planta sua própria comida, então aí, caralho.
também é uma possibilidade aliás, a galera esse assunto é polêmico, mas tudo bem a galera que critica o agro critica a agricultura, eu entendo mas, pense no seguinte o mundo tem mais de 8 bilhões agora de pessoas vai ver o Agrepop
Não, aí eu vou falar o seguinte, vocês realmente acham que daria pra 8 bilhões de pessoas viver cada um plantando suas coisas? E outra... A sorte do estado de Vale, Bruno. Você teria a capacidade de comer só o que você planta? Qual que é o seu preparo pra isso, né? Expertise em criação de porco pra fazer Ramon. Exato. Eu acho que é uma discussão muito complexa que não vai ser desenvolvida. Eu também acho.
E é só um bait fraco, inclusive. É só um bait fraco. Não é um bait, é só comentar, falei assim que é polêmico e só, acabou, só falei isso. Tem um aqui, ó, pra fechar, tá? Porque streaming começou a produzir diversos desses negócios, né? Um deles tem aquele A Batalha dos 100. Vocês viram esse A Batalha dos 100? Não, não. Não. É um coreano. É o que é? É um coreano. É aquele 100 homens e um gorila? O que é isso? Não, não, não. Não, não. Não, não. Não.
Tipo, alguém decidiu fazer de verdade. São 100 pessoas com um físico absurdo e de diversas profissões. É, tipo, tem bombeiro e tem um... Brigando na mão? Saindo na mão? Não. Competindo, competindo. Competindo por diversas coisas. Tipo assim, ai...
20 pessoas puxando um navio no cabo. E aí, quem faz em menos tempo? Uma parada dessa assim, você liga... E aí eles vão se eliminando, né? A galera vai eliminando até chegar no grande vencedor.
teu Mr. Beast, que ele faz em Beast Games, né? No Prime tem uma série dele que é... É tipo o Round 6 da vida, assim, né? Ah, o Round 6 é um exemplo, né? Um grande game show aí de... Com coisas de infância, né? Que virou uma série, né? Uma série... E tem um reality também, né? É uma competição dentro da própria Netflix, né?
Tem um joguinho de quiz, a gente tava falando sobre esses de responder aí, pergunta, na Netflix tem um jogo que você consegue jogar com o GoTrolley. Aí. É quiz, você busca quiz lá, vai aparecer. Eu lembro, eu lembro. É trivia quest, achei aqui. Ele conta até uma historinha que você tem que salvar os bonequinhos e tal, é bem legalzinho, mano. É sobre conhecimento geral, você escolhe o tema, aí você fica na pele de um participante de um show do Milhão da Vida.
Esses quizinhos são legais. Eu gosto de quiz. É, porque dá uma dopaminazinha quando você sabe a resposta. É, é. É legal pra testar conhecimento, né? Esse tipo de joguinhos, assim, eles estimulam, né? É que nem aquelas revistinhas cocktail, lembra? Revista cocktail? Tinha muito desses joguinhos. Só que lá era de marcar, né? De preencher, né? De uns passatempos, assim.
gente, fechamos aí fechamos mais um 99 conversamos sobre game shows e programas de competição em gincanas, deixamos algum de fora? coloca nos comentários quais são os mais clássicos, os mais famosos que a gente quer saber a sua opinião, espaço aberto no nosso site, 99vidas.com.br espaço aberto também no Spotify, se você estiver acompanhando aí no Youtube também, fica à vontade para participar
99vidas é um pontapé na conversa. Continuem conversando sobre essas coisas. Muitos assuntos em um podcast apenas. Quer assinar o 99vidas? 99vidas.com.br barra bônus. Todas as semanas a gente lança um podcast extra exclusivo para assinantes. Em que você pode conferir lá. Podcasts variados, divertidos. E sobre os mais diversos... ... ...
assuntos que vão desde filmes, desde séries, desde perguntas introspectivas, desde perguntas divertidas, desde assuntos sobre videogames, trailers, tudo que você pode imaginar a gente discute no bônus. Também tem uma visão complemento a esse podcast aqui, além de você fortalecer o nosso trabalho, obviamente. É isso! Até a próxima semana! Tchau!