FC Porto: radiografia de um Campeão
E ainda: luta pelo 2°, equipas em apneia para não descer…e decisões europeias!
- Futebol Clube do Porto conquista Liga Portuguesa31º título de campeão nacional · Vitória por 1-0 contra o Alverca · Segunda época de André Villas-Boas · Aposta em Vítor Bruno e Anselmi · Contratação de jogadores de qualidade · Ideia de jogo de Farioli · Defesa menos batida · Reforços de inverno · Liderança desde a quarta jornada · Comparação com Sporting e Benfica
- Reconstrução do FC PortoAposta de Villas-Boas e reforços · Ideia de jogo de Farioli · Impacto dos reforços de verão e inverno · Primeira volta inacreditável do Porto · Adaptação da equipa e do treinador · Discurso de André Villas-Boas · Pressão e exigência no Porto · Erro de casting de Anselmi
- Festa e linguagem dos jogadores do PortoSurpresa com o desempenho de Farioli · Potencial e maturidade de Farioli · Impacto de Fofana e Rosario · Crescimento de Varela e Pepê · Segurança e liderança de Pepe · Importância de Diogo Costa · Ressurreição de Zaidu · Expectativas sobre Rodrigo Mora · Evolução de Rodrigo Mora no jogo sem bola · Pedagogia de Farioli com Mora · Papel de Jorge Costa
- Luta pelo segundo lugarEmpate do Benfica em Famalicão · Expulsão de Otamendi · Estratégia defensiva do Benfica · Erros defensivos do Benfica · Escolha de Enzo Fernández como central · Posicionamento defensivo do Benfica · Desempenho de Sudakov · Contratações de inverno (Rafa) · Gestão de plantel e motivação · Situação do
Pedro, Pedro, Pedro. Rebeleiro. Pedro. Barbosa. Pedro. Enriquez. Pedro, Pedro, Pedro. Pedro, Pedro, Pedro. Os três na área muito fortes. Numa jornada em que já temos campeão, o Futebol Clube do Porto arranjou um 31, mas não se queixa. É o 31º título de campeão nacional para o Futebol Clube do Porto. Ganhou 1 a 0 ao alverca e acabou por ser emblemático o jogo que carimbou a conquista do título porque é ganhar por 1 a 0.
com um golo de Bednarek. Eu acho que isso também resume grande parte daquilo que foi a força deste Fóculo Porto ao longo desta época. Justo campeão e com um segundo ano de André Villasboas que não podia ter corrido melhor, Pedro. Sim. Depois, na primeira, várias coisas não correram bem, tendo ele apostado no Vítor Bruno para dar ali alguma continuidade, mas aquilo foi visto por demasiada gente, e até se calhar dentro do balneário, como uma traição.
São mentalidades. Depois a escolha do Anselme é um casting falhado. A equipa não era boa e o treinador não conseguiu fazer um bom trabalho. E então rasgou tudo. Um bocadinho como às vezes fazem na política. O que está para trás rasga tudo e vamos fazer com outros. E montou uma equipa nova. Foi contratar jogadores de grande qualidade.
mas no fundo o que ele contratou foi uma ideia boa. Ele diz que já seguia o Farioli antes da questão do Ajax, em França também, e aquela questão do rigor, ter sido também em França a defesa menos batida, não é a melhor ou a pior defesa, porque isso defender não faz parte só das quatro defesas e do guarda-redes, mas a equipa que sofria menos golos. Portanto, o Farioli criou ali uma ideia forte.
com recursos bons, a ideia de jogo é muito boa, há questão da pressão, da agressividade, da intensidade, mesmo perdendo os avançados, os dois pontas de lança titulares, ou o titular e o suplente, foi ao mercado de inverno e reforçou ainda aqueles pequenos ajustes que era preciso fazer, portanto eu diria que foi um grande, grande trabalho do Fariol e dos jogadores do Porto, no André Villas Boas, em relação a comprar uma ideia de jogo e depois dar os recursos necessários ao treinador e mesmo se o Porto...
imaginando que pudesse ter tropeçado na parte final, a ideia teria sido igualmente boa, porque faz todo o sentido o treinador, a competência que ele tem, e a ideia de jogo, e depois o rendimento, aquilo que a equipa mostra sobre o trabalho que é feito durante a semana, passando por cima das dificuldades, tendo jogadores importantes.
como todos têm, mas a equipa claramente é a mais estável, é a mais eficaz na finalização e isso os dados mostram que o Porto é campeão, é campeão com o médico e consegue ainda a pontuação acima, ainda não acabou, em relação aos últimos dois anos do Sporting e até da outra vez que o Benfica ganhou o campeonato. Não dando hipótese a Benfica e a Sporting, foi líder desde a quarta jornada.
Desde a altura em que ganhou em Alvalade. E a palavra que o Pedro mais utilizou foi rigor. É uma palavra que eu acho que se ajusta bem àquilo que foi esta época e àquilo que trouxe Farioli. Sim. O Pedro já resumiu basicamente aquilo que foi este porto, mas eu diria que, reforçando um bocadinho aquilo que o Pedro disse, eu acho que é o segundo ano de Vilas Boas.
E apostou tudo. O que se pode dizer é que apostou tudo. E ainda reforçou em janeiro. E, portanto, a preocupação clara, a única prioridade era...
Regressar aos títulos, regressar às vitórias. E eu acho que o Pedro, por um bocado, falava que escolheu uma ideia de Farioli, mas já a tinha escolhido com Anselmi. O problema é que às vezes isto não resulta. E por vezes é preciso ter as condições todas. Eu acho que se reuniram ali uma série de condições. Ponto 1. A ideia de Farioli agradou a Vila Esboa.
deu-lhe os recursos humanos para isso, deu-lhe qualidade, acrescentou qualidade à equipa do Porto, que não tinha, ou pelo menos tinha menos daquilo que era normal. E nós já falamos aqui várias vezes. Esses reforços foram impactantes, entraram.
Quer no verão, quer em janeiro. Exatamente, mas vamos começar pelo verão. Foram impactantes, entraram na equipa e a ideia de Farioli resultou desde a primeira hora. E portanto, quando assim é, quando tu começas com confiança, faz-me lembrar um bocadinho a André Velasboas quando foi treinador e pegou na equipa e o Benfica tinha sido campeão.
Campeão. E Vila-As-Boas pega na equipa e começa logo a vencer. Ali algum... Se não me engano, tropeçou no início e o Porto foi sempre a andar. E aqui também, a primeira volta do Porto é inacreditável. É melhor de... Sempre foi só um empate. Sim. E portanto, acho que a ideia resultou em pleno. Claro que a meia da primeira volta...
Aquilo teve que mudar um bocadinho para as equipas também. Começaram a perceber um bocadinho como é que funcionava e o Porto também baixou um bocadinho. Mas não teve nenhum problema em baixar. Já falamos sobre isso em termos de posicionamento defensivo. Mas claramente a ideia resultou. Os jogadores agarraram essa ideia. Havia qualidade e, portanto, começou. Em janeiro eu acho que houve aqui...
juntando às lesões e mais alternativas para aquilo que estava em disputa, houve esse reforço e, mais uma vez, acabaram por ser impactantes esses reforços. No meio disto tudo, juntando isto tudo, eu acho que resultou, tudo aquilo que estava pensado e planeado resultou em pleno. Portanto, o Porto acaba por vencer com justiça esta liga.
em que André Vilas Boas não pode deixar de ser também uma das figuras deste ano, é certo porque criou as condições para que isso acontecesse, Farioli no campo, acho que...
Muito bem, muito bem. Eu não sou, já o disse aqui várias vezes, não gosto do discurso, mas gosto daquilo que ele apresenta no campo. Portanto, a prática é realmente, tem sido, ou foi, ao longo desta época, muito boa. E depois já vamos aos jogadores, não é? Acho que não temos tempo. Mas pronto, basicamente estas duas figuras, eu acho que André Vila esboa, acho que não gosto do discurso também, um discurso muito para dentro, muito para as bancadas, como tu costumas dizer e bem, acho que foi um discurso claramente para as bancadas. Acho que...
Não gostei ao longo da temporada. Acho que Vilas Boas sentiu necessidade de ir para esse discurso? Eu acho que sim. Acho que a pressão é demasiada. Acho que o ano passado foi uma época bastante má. Por variedíssimas razões. Porque a exigência do Porto é muita. Porque a qualidade não era aquela que se esperava. Vítor Bruno sofreu com isso. Apesar de... Foi ao Nacional 18ª jornada. Acho que tinha a possibilidade para passar para o primeiro lugar, se não estou em erro. A 18ª jornada.
E se ele acreditava devia manter, acho eu, isto é a minha modesta opinião. Mas a verdade é que isto depois não aconteceu. Anselmi acaba por ser, como o Pedro disse, um erro de casting, ou pelo menos perante aquilo que existia não correu bem. Este ano ele inverteu tudo e, portanto, meteu tudo. E apostou em tudo. Não era o discurso, porque o discurso que ele falou à presidência era muito contrastante com este.
Esse discurso que levou à presença era mais refrescante, era mais, sei lá, era diferente daquilo que estávamos habituados. Era uma alfada de ar fresco. E portanto, pensávamos nós. A verdade é que acho que este ano se revelaram muitas coisas e eu, do meu ponto de vista, acho que não gosto daquele discurso.
Não gostei, não tenho gostado ao longo da temporada, mas naquilo que é essencial para o Porto e para aquilo que tinha que dar à equipa. Acho que doutou a equipa das melhores armas, não só em termos de treinador, mas também em termos de jogadores e de qualidade. Não só qualidade e quantidade. E isso, para uma equipa que fez a época que fez, acho que foi muito importante. Conseguem identificar dois ou três momentos-chave nesta conquista do Porto ao longo da temporada?
Talvez a demonstração de, logo no início, no jogo com o Sporting, a demonstração de capacidade que o Porto chegou ao avalado e impôs frente ao campeão. Frente ao Sporting, que é um Sporting forte, e era forte na altura. Eu acho que esse é um momento determinante em que mostra os adversários e, na verdade, o Porto não perdeu qualquer jogo no jogo entre os quatro primeiros. O Porto não tem qualquer, só o Benfica.
Empatou duas vezes. Tens os mesmos pontos que o Benfica. Fez seis pontos em doze. Se não errou. Sim. E Sporting fez dois. Também a capacidade que a equipa demonstrou. Mas diria que esse momento é chave.
E há vários pequeninos momentos nos jogos naquelas vantagens do Porto por um. Por um golo em que, por exemplo, o jogo com o Estoril, no Dragão também acho que é um jogo. Com o Estoril e com o Braga. São jogos em que, em condições normais, e até com o Famalicão, em condições normais o Porto perderia pontos.
Mas aqui, pá, acabou por não. E aí pode ser um bocadinho da estrela, que existe um bocadinho de sorte em alguns momentos do jogo, que é uma coisa que não depende de, por exemplo, o jogo com estrela, os jogadores de estrela, em cima da habilidade, acertarem nos postos. Portanto, ali nem é o guarda-redes, não?
Mas eu lembrei-me desse jogo do Estoril, em que o Estoril é claramente melhor durante grande parte do jogo, mas mesmo... Porque muitas vezes as equipas campeãs têm que ganhar também os jogos em que não são melhores. Sim, todas têm esses momentos. Ou pelo menos não são tão bons e tão fortes. Ou não são tão dominantes. Não foi melhor, o Estoril foi mais evidente do que o Famalicão. Já que o Famalicão, mas a verdade, o Famalicão conseguiu o empate, mas o Estoril foi melhor. A diferença entre o Estoril e o Porto...
Foi significativa. A ver o jogo, se o Porto não perdeu este jogo, e até o ganhou. A questão não é não perder, ganhou. Porque às vezes, ah, não jogas bem empatas, não. Não jogou bem o Porto, o Estoril jogou muito bem, só que o Estoril, há uma coisa que é importante no futebol, que é que conseguís meter a bola dentro da baliza.
com sorte ou com azar, e o Estoril não conseguiu, algumas por mérito do Porto, outras claramente por falta de eficácia e de qualidade da finalização do jogador Estoril naquele momento. Portanto, eu diria que esse jogo em avalado, o jogo com o Estoril, no Dragão e talvez até o do Braga, que é uma equipa que criou muitos problemas, talvez tenham sido chaves.
Eu acho que há dois momentos. Eu dou claramente esse, que é uma afirmação. A parte da jornada em Alvalade. Claramente é a afirmação do Porto. Dizendo, meus amigos, nós estamos aqui para ganhar. Aquilo que fizemos nas três primeiras jornadas, vamos dar continuidade. E sobretudo o Porto do ano anterior acabou. Sim, sim. É a demonstração de que isto é outra coisa. Exatamente. E eu vou dizer o segundo jogo exatamente contra o Sporting também.
Eram quatro pontos de vantagem. Isto, para mim, serve para o Porto e serve para o Sporting. Se por um lado há uma afirmação, do outro há...
Como é que tem de explicar? Acho que lá do Sporting não foi competente o suficiente para discutir. E isso, para mim, revela muitas coisas. E, portanto, o Porto, num primeiro momento, bem, afirma-se, ganha a liderança e nunca mais de lá saiu. E o segundo, com quatro pontos de vantagem, era a hipótese, no momento em que o Porto não estava tão bem, o Porto não estava tão bem, e só viste Sporting a partir dos 81 minutos, enquanto sofre o golo.
E eu acho que aí competir ao Sporting, ir para cima...
Do meu ponto de vista, competiu ao Sporting por cima porque era quem estava atrás. Isso só aconteceu a partir do momento em que sofre o golo do Porto. E, portanto, esse jogo acaba por decidir, acaba por manter os quatro pontos de vantagem, que na prática eram cinco. Então isso é uma questão de mentalidade. Porque quem consegue a partir dos 81 poderia ter conseguido. Eu acho que a grande diferença entre os três grandes foi a mentalidade. Outra estratégia.
Sim. Ou de abordagem ao jogo. Nós falamos aqui na altura. Mas o Porto também me pareceu bastante conservador, por exemplo, na luz. Sim, mas... Também tem o... Mas estava em vantagem, não é? Eu acho que o Porto, por não ser conservador, que não ganha aquele jogo, o Porto entra, a primeira parte faz gato de sapato. É toda, mas depois...
só com aquela ideia que nós vamos agora, vamos estar e vamos acabar com isto. Empolgou demais. O Porto não era uma equipa que empolgasse tanto. A segurança defensiva, a organização era uma coisa que foi quase sempre vista, até às vezes exagerada ou muito, na equipa do Porto.
E aquilo é um jogo louco Na segunda parte Que não é a imagem da época do Porto O Porto era uma equipa Menos rigor Aí, pareciam brincadeiras de puta Os indígenas e os cowboys Atacava o Benfica, atacava o Porto
E vias várias vezes equipas desequilibradas. Que o Benfica estivesse desequilibrado, ok, estava a perder, agora o Porto é a ganhar por 2. E continuar a desequilibrar a equipa, e talvez aí tenha sido o momento em que o treinador perde um bocadinho o contropo, não consegue controlar. Às vezes é difícil, não é? Eu sei. Às vezes é difícil, porque entras num ritmo em que a equipa não consegue reagir e pensa que o bom jogo é...
Frente, trás, frente, trás e não haver um líder ou alguém que diga porque o treinador muitas vezes não chega lá. Não chega lá. O ritmo é de tal forma elevado e a desorganização acaba por estar instalada. É difícil muitas das vezes. Precisavas de ter ali um time-out e dizer, vamos parar isto. Sei lá, mandar o guarda-redes para o... Ao chão, como acontece muitas vezes cá, em 10 de semana. Uma goça agora. E fazer uma coisa dessas e...
Acalmar. Às vezes isto não é fácil. E, portanto, se calhar esse jogo levou para o campo que o Porto não queria e que o Benfica, como estava em desvantagem, lhe agradava e tinha que o fazer. É difícil escolher um jogador que tenha surpreendido no Porto, na medida em que a maior parte deles eram desconhecidos no início da época. Mas, já a semana passada falámos aqui dos jogadores-chave desta conquista, mas vou pelo lado da surpresa. Quem mais vos surpreendeu nos jogadores do Porto?
O Farault, porque eu lembro-me, até porque faço no meu trabalho a questão do mercado, quem vem, quem não vem, e falas de 150, e vêm em dois. E, portanto, onde foi a questão? Havia a questão do Rios, do Sudakov, do Gabri, nós já tínhamos mais ou menos uma ideia do que era em Espanha, mas depois aparece o Farault.
E nos dados, porque fazia muito esta questão com o goal point, ver os dados, a questão de eficácia do passo, as chegadas à área, golos, assistências. E o foro tinha números interessantes, mas depois ver o miúdo, com aquela idade, com a intensidade no seu jogo.
E acho que o mercado do Porto de inverno é muito no momento em que o Froldo tem ali uma pequena quebra de rendimento e a equipa do Porto vai atrás, ou seja, quebra também, e daí vem a questão do Fofaná e o Rosário ser mais importante, às vezes até fazer também aquela posição, mas eu diria ao Froldo eu não esperava, havia o potencial porque senão o Porto não teria contratado por aquele valor mas vimos essa história do potencial temos o exemplo de Lifica Sim, mas o valor, mas tu olhas para o valor do Froldo é um poema de poema
Pagas mais porque é mais jovem e, portanto, estás à espera do potencial. Mas depois ver aquela maturidade, qualidade, um jogador completo, que ataca bem, que defende bem, que assiste, que marca golos, é um médio completo. E que não se cansa.
É isso? Parece que não se cansa. E, portanto, eu diria que é... É o mais surpreendente. É o mais surpreendente. E tu, Pedro? Eu não posso... É assim, eu falei a semana passada, há aqui dois elementos para mim que são fundamentais, que é for all, por tudo isso, pela juventude, pelo que dá à equipa, pelo que entrega, pela dinâmica que criou, e nós sabemos que...
Numa equipa, quando as equipas estão bem, eu acho que há jogadores que destacam, naturalmente, mas outros também vão atrás. Não assumem um destaque tão grande, mas vão atrás. É normal. Eu acho que Varela cresceu.
Gabri, bom jogador. Dos que estavam, dos que estavam, PP e Varela foram os que cresceram com a equipa. E que ajudaram, e que ajudaram claramente o Porto a ser melhor e a ser forte, mas dos que chegaram, Frold e Bednarek. Bednarek já falei, acho que o Porto tinha uma...
Uma deficiência ao nível da zona central E acho que Bednarek e Kivior entenderam-se muito bem Mas Bednarek principalmente Bednarek não é capitão, mas é um bocado É, é como tu dizias, acho que lhe chamo o xerife O xerife, não é? O capitão tem essa deira Mas a verdade é que a liderança que ele tem atrás E a forma como muitas vezes vê alguns comportamentos Durante o jogo De...
cabeça fria de falar com os jogadores e com os colegas, e tu percebes quem viveu isso, percebe que há ali alguns indícios de liderança. E a verdade é que pode ser liderança, mas ele tem liderança e qualidade. E veio acrescentar segurança à equipa do Porto, e isso acho que faltava à equipa do Porto. Faltava alguém, uma voz de comando atrás que garantisse que eles podem vir. Nós estamos cá para resolver. Eu acho que foi um bocadinho isso. Acho que Bednar é aqui for a old.
acho que são os melhores para mim, e Varela e PP, do ano passado, regressaram aos níveis que já tiveram noutros tempos. E, portanto, acho que isso foi importante. Acho que foi um Porto que valeu fundamentalmente pelo seu coletivo e por não veres ninguém...
Dizer, e aquilo joga pouco, ou aquilo está com pouco rendimento. Não, era uma equipa ganhadora, era uma equipa forte. Exigência. Quando tu estás com um nível elevado, são poucos aqueles que estão abaixo daquele nível. E isto passou só ao longo do tempo. Eu acho que Diogo Costa...
Muito importante Também, também E depois alguns menos óbvios, mas que eu acho que foram importantes também O Alberto Costa, por exemplo A inesperada ressurreição de Zaidou A dada altura da época Já não contava para ninguém E de repente aparece ali Tinha uma pergunta para vocês Que é se esperavam ou não mais de Rodrigo Mora?
Sim, eu esperava e há aquelas discussões, diria, quase académicas, daquela malta mais saudosista, que há que uma hora tem que jogar. Não eram bem guerras, porque há coisas que eu depois não discuto. Chega ali uma parte, eu pego no meu táxi, vou fazer ali na praça e saio de cena, que era uma hora tem que jogar, o treinador tem que se adaptar, tem que se adaptar o quê? Isto não é assim.
Porque na verdade havia uma ideia e aqui a questão era o Mora vai jogar, Porto não joga com dois homens na frente, no Porto não joga com o Benfica que joga um ponto de lança mais um e que pode ser um médio a fazer aquilo, ou um avançado, ou um segundo avançado. Portanto o Mora só tinha duas possibilidades, ou joga encostado à linha e usá-las do Porto, o Borja na fase inicial que estava muito bem, jogava aberto.
Portanto, o Mora não tinha a capacidade para fazer o que o Borja faz, fundamentalmente quando perde a bola, não é possível, não era possível, ou jogava numa das duas posições do meio campo, que era o Gabri e o Frolt. Foi alternando algumas vezes com o Gabri e eu acho que ele cresceu enquanto jogador no sentido de a outra parte do jogo, que é jogado sem bola, e quem continuar a dizer que o talento, jogadores talentosos, não pode ser, ele tem que decidir.
Eu vou recomendar, com redes sociais ou não, que oi, sou o Luís Henrique. E aquilo que o Dembélé diz, quando lhe perguntam, como é que tu consegues estar a pressionar o guarda-rede do jogo todo, e vais e corres? E ele, é fácil, eu ou faço isso ou não jogo.
E é o Dembélé, que tem dois, não vou dizer, a gente tem brincado de dois pés esquerdos, para os não canhotos. Ele tem dois pés direitos, dois pés... Um balador. Portanto, ele diz que ou é assim ou não joga. E no Porto, ou fazes aquilo, dizendo um baixamento, não teve tão bem, não teve tão bem, sai. Entra outro, entra aos 45, entra aos 60. Há uma parte que é inegociável.
E o Mora, nessa parte inegociável, não tem essas características. E tem que as ganhar, porque se não as ganhar, vai entrando no Porto. É um jogador com grande qualidade, mas o futebol de hoje já não se coaduna tanto com só o momento da bola. Isto era no tempo do Romário, do Ronaldo Fenómeno, ou do Ronaldo do Cristiano.
ou do Ronaldinho, desse tipo de jogadores que não é o caso, ou do Messi mesmo assim, há funções perante a ideia de jogo que tu tens que cumprir, e o Rodrigo não consegue chegar a esse nível, ou seja, ofensivamente consegue competir e criar, mas defensivamente pelas características que tem, ainda não está pronto para esse tipo de jogo, acho que está mais completo hoje do que estava no início da temporada
Mas eu estava à espera que ele conseguisse um bocadinho mais, mas os companheiros também. Do lado de Deus era um grande hipótese. Do lado de Deus esquece, não dá para ninguém. Ali com o Gabri, ele foi alternando, mas não conseguiu superar o espanhol. Eu acho. É um miúdo com qualidade, com potencial, com talento, mas a ideia de jogo naquela fase inicial, a ideia que Farioli tinha...
Rodrigo não podia jogar. Não podia jogar porque os outros estavam mais preparados. E aquilo que tu dizias parece-me importante. Eu acho que houve um crescimento claro. Há aqui um processo evolutivo, fundamentalmente no jogo sem bola e naquilo que é a ideia de Farioli, da rápida pressão, da rápida reação à perda da bola. E eu acho que isso ele ganhou. Eu lembro que na quarta jornada é a hora que joga em Alvalade. Gabri não está. E vês o miúdo a correr atrás. E vês o miúdo a pressionar.
E portanto, o Mora foi crescendo Acho que foi crescendo ao longo da temporada Eu acho que ele está mais jogador agora Claro que está, claro que está mais jogador É que tu me dizias, ou é este caminho Ou vais chegar para trás E portanto ele percebeu, não sendo Parte das suas características O de ter que correr atrás, o de ter que pressionar Porque já com a bola europeia às vezes é mais fácil Tens que resolver, e o ano passado No meio daquele Caos Termina
Aqueles maus jogos, daquela má qualidade, ele sobressaía dos demais. Porque tinha toque de bola, porque fez dois ou três lances para dentro e arrematar e golo. E às vezes as pessoas vão muito atrás disso. Mas o talento só não chega. E eu acho que foi isso, não tenho dúvidas. Acho que Farioli foi, mesmo no início questionaram-me muito sobre isso. E eu acho que ele foi ali, teve uma pedagogia para com o miúdo e para com os adeptos. E não amou, trabalhou, acho que disse também.
E eu acho que lhe deu essas valências para que ele pudesse discutir o lugar no 11. E hoje, claramente, está muito mais próximo de poder jogar do que há um ano atrás. E, portanto, agora, o Porto tem um plantel extenso e não há...
Claro que há sempre mais... Há jogadores que são mais titulares que outros. Vai ser sempre assim. E nós olhamos este ano no Porto. Há o Fraule que joga sempre. Há o Varela que joga sempre. Mas se não há o Varela, joga o Pablo Rosário. E bem. E bem. Mas há ali jogadores que são mais titulares que outros. É os Bad Narex, é os Kivyors, enfim. Há jogadores que são mais titulares que outros. O Mora, acho que cresceu muito. Acho que percebeu o que é que tem que fazer.
Diria, hoje, a esta distância de 4 ou 5 meses, se continuar lá no Porto, vai estar na mesma posição, eu diria. À partida, eu acho que parte na segunda linha, diria. Sim, atrás do lado. Mas eu acho que isto é um processo evolutivo. Ele teve este ano, eu acho que as coisas vão continuar a evoluir, diria. Falta-lhe uma parte, porque nesta história, este tipo de jogadores conseguem ser, a questão de reação à perda para o estabelecimento, eles conseguem ser reativos em 3, 4 metros. Mas o modelo do Farioli...
Pede muito mais. Depois tens que vir atrás a acelerar, não é a trote, ou a ver os outros passar. Tens que vir em pico para trás, atrás deles até à tua área. E isso já é puxar por outras fibras. Eu acho que ele melhorou muito. Melhorou mesmo muito. E fundamentalmente esse aspecto que lhe dá também...
que o faz crescer como jogador. Fica mais completo e um bocadinho à vontade daquilo que são as opções de Fariol. E vai chover. Tu falaste dos ajustes de janeiro. Pietro Zewski e Fofaná foram muito importantes a determinada altura. E acho que foram...
Também há ativos importantes. E depois há um outro, vou chamar-lhe de forma simbólica, jogador que percorreu toda a época, que é Jorge Costa. Acho que o facto de Jorge Costa ter sido uma figura muito inspiradora do plantel e da nação portista, acompanhou a equipa o ano todo, pode ter mais ou menos importância, mas eu acho que teve a importância que teve e foi um dos momentos mais bonitos da noite do Dragão. Foi a homenagem ao...
ao bicho que lá onde estiver estará também a fazer a festa. No segundo e terceiro lugar continua a novela entre a Benfica e Sporting. Há sempre cenas dos próximos episódios. Nesta jornada o Sporting ainda vai jogar com o Vitória, ainda não jogou.
e poderá apanhar em pontos, em número de pontos, o Benfica, que empatou em Famalicão, depois de estar a ganhar por 2 a 0, e sobretudo o jogo muda, parece-me, Pedro, com a expulsão do Otamino. Muda, claramente. Eu acho que o Hugo Oliveira, treinador do Famalicão, explicou um bocadinho bem o que se passou. A dificuldade que o Famalicão teve, por mérito do Benfica, convém dizer isto,
Não é de mérito do Famalicão. É mérito do Enfica. Aquela primeira parte é mérito do Enfica. Não é de mérito do Famalicão. Porque a exigência, a obrigação está do lado do Enfica. E o Enfica fez o seu papel. Mas a partir do momento acho que... Ele disse que a conversa ao intervalo fez Acreditem naquilo que vocês têm a fazer. Nós não podemos sair daquilo, nem podemos fugir daquilo que é a nossa ideia. E o jogo começa mais ou menos repartido. Claro que a expulsão aos 55 minutos, acho eu.
Acho que faz, ponto um, acreditar o Famalicão e dizer vamos atrás disto, que eu acho que é possível. E ponto dois, acho que um remeter demasiado defensivo por parte do Benfica fez com que...
as coisas pudessem acontecer. Quando uma equipa está muito atrás, normalmente as coisas vão sucedendo. Até pode não entrar nenhum golo. E vimos o Porto várias vezes ao longo desta época em que se remetia atrás, com 11 é certo, ou pelo menos com 10, ou com 8, ou com 9, não tens que defender com todos. Mas eu acho que ali, se calhar, eu não diria que abdicar, não houve nenhum abdicar. Mas a verdade é que o Benfica sentiu-se confortável naquela posição. Claro que o golo aos 67.
a diferença mínima faz mudar um bocadinho aqui o curso do jogo. Portanto, se olharmos para os golos, há aqui erros defensivos. É muita gente, mas pouca concentração defensiva. Quer no primeiro golo do Dio Amorim, quer no Abubacar no segundo. Portanto, acho que era um jogo para o Benfica vencer.
As circunstâncias do jogo fez com que saltasse e vimos o melhor famalicão, do meu ponto de vista, aquilo que temos visto ao longo da temporada. Acreditou a jogar bem e acabou por empatar, fruto de erros defensivos, mas fruto também de uma ideia que está claramente implementada do lado do famalicão e que bem fica também naquela metade da segunda parte ajudou a que isso fosse possível.
E o Famalicão repete assim o resultado que tinha conseguido na pedreira e no dragão, 2 a 2. Devolvo-te a questão, a expulsão muda tudo, mas também, acho eu, aquilo que o Pedro abordou, a maneira como José Mourinho olhou para o jogo a partir daí, tirou o Sheldrup e tirou o Prestiani, ao contrário, primeiro o Prestiani e depois o Sheldrup, e foi um recolher à...
ao seu último terço defensivo, muito cedo Sim já explicou o que aconteceu eu agora diria a partir da expulsão o que é que em condições normais tu com menos um jogador tu consegues defender bem
E não precisas dos 10. E não precisas dos 10. Depois o problema é atacar. Agora, o que o Benfica fez, eu acredito que tenha sido por uma reação, um reflexo da equipa, não foi uma coisa pensada, porque aquilo não faz sentido. Primeiro, duas coisas. O Enzo não é um bom defesa central.
Ele não é defender a central. Pronto. Portanto, o Benfica... Mas não há mais? Espera. Mas o Benfica, nós não podemos andar só no sentido... Ah, está aqui este central da equipa B, que é muito bom, e vai aos trans, e dá muita moral. Mas qual era o central que estava no banco? Que não entrou.
Então, mas é bom, é bom, mas vai o Enzo? O Enzo é melhor jogar a central do que os jogadores da equipa B? Não é? Não é do meu ponto de vista, mas se calhar para o Mourinho é. Portanto, há ali um problema logo à nascença. À nascença, que é, tens que ter um central no banco, porque uma coisa é teres um rosário.
faz bem de central. Outra coisa é teres o Enzo, que se viu, é que o Benfica sofreu o gol ali, mas podia ter sofrido antes, dois iguais. Há um do Gustavo Sá, que o Dalo tem essa dificuldade, igualzinho, mas é de cabeça, que é antes dos golos, e houve mais lances a entrar por ali.
Portanto, essa é a primeira questão da escolha, do critério da escolha da eleição dos jogadores. Depois, o Benfica, muitas vezes, se fosse ver os lances, o Benfica encostou no último, não vou dizer quase, no último terço ou no último quarto do campo, quase, com linhas de sete, ou seja, tinha as quatro defesas, depois o Rios e o Orsens, metiam-se no meio das defesas também, portanto, no meio.
Não havia ninguém, era bar aberto O Famalicão foi andando Aquele remate aos 90 e pouco do Rodrigo Não há ninguém E a questão é Como é que a bola bate do trubim Não entra é uma coisa inacreditável E portanto Depois é mais fácil Mas são coisas que eu acho que me fica preciso De corrigir Que é tu podes defender Há a questão do 4-4-1 Termina
para dar os tais novos jogadores de campo, mas também podes baixar um, mas ficar com três no meio. Fazer cinco, três, um. Acho que não estou a meter jogadores a mais, se estiver. Está bem. Depois emendamos com o VAR alguns tipos de VAR. E, portanto, o Benfica não fez isso. Não sei se amadrontado, se foi estratégico, e se foi estratégico, do meu ponto de vista, não faz sentido. Vês o lance do canto do segundo golo.
Para além do Enzo, eu não sei o que é que ele estava a marcar, ele estava a marcar o jogador por trás. São princípios básicos. Não é uma questão de ele ganhar uma frente. Não, ele está à frente, a bola está daquele lado, ele está aqui e ele fica atrás. Ou fica, para já está a colocar toda a gente em jogo, ou fica entre ele e a baliza...
que é o normal naquelas situações, ou ele à tua frente dentro da área não pode ficar, porque ele desvia a bola, foi o que aconteceu. E outra questão, que é uma questão de comportamento aqui, é muitas vezes, durante esse tempo todo, desta expulsão, a dificuldade de encurtar. Os jogadores da Famalicão executavam à vontade quando há o canto, o canto curto.
não está ninguém para o canto curto e o sorriso levanta a cabeça e, portanto, vão ter que ver a repetição do lance porque no canto curto está a filmar o sorriso, não mostra que é o Diamorim que se aproxima. Os jogadores do Benfica não estão a ver o que está a acontecer no jogo. Estão desconcentrados, estão agarrados à posição. E o que acontece é que quando lá vai um jogador do Benfica, já está o passe a entrar. Outra coisa, não sei se o Barbosa se lembra disto, qual é...
das primeiras coisas que é importante fazer quando há um canto que vai para o big da área a linha defensiva, encurta para não haver é muito difícil de defender em cima da tabuliza mais a mais com a dificuldade que Bifica tinha ninguém encurtou, ninguém deu dois passos à frente
não vou dizer que tenha que ser para a linha da bola, mas pelo menos à frente do penalti. Não, ficaram todos perto da pequena área. Portanto, há aqui alguns comportamentos que são precisos de trabalhar por parte do Bifiga, porque isto não é uma situação virgem, não é questão da expulsão, que isso baralha. Até porque o Mourinho, e lembro-me numa altura do Porto, em que o Mourinho, e depois acabou por tirar partido disso, diz que trabalhava as equipas de jogar 10 contra 11. Não me parece que a equipa do Bifiga tenha estado preparada.
e não vou discutir aqui das questões dos erros de arbitragem, mesmo sem erros ou assumindo que existiram erros que prejudicaram o Benfica, para lá disso, porque essa parte os jogadores não conseguem controlar. E o treinador, o que conseguem controlar é, com estes erros, como é que nós vamos ser mais competentes no futuro? Porque isto pode acontecer outra vez, e se eles vão meter todos uma linha de sete?
em deixar que o adversário joga à vontade e vá pingando bolas para dentro da área. Portanto, acho que são esses comportamentos do encurtar, do subir e manter uma estrutura de uma equipa organizada, não me parece que tenha acontecido, apesar dos contratempos todos, acho que era possível o Benfica melhorar nestes aspectos que eu referi aqui, o sair a encurtar, empurrar a linha defensiva e não ficar sempre encostado cá atrás na linha da área.
Era possível que quando a bola esticava um bocadinho na frente, o Benfica tinha que fazer subir a sua linha e não o fez.
Sendo que o Benfica, no fim, Pedro, acho que é justo dizer, salva-se da derrota. Sim, tem esse lance do Rodrigo Pinheiro. Mais uma vez já falei aqui sobre esta questão. Eles não pressinaram. Ele está claramente à vontade para poder rematar.
e podia ter sido mais feliz no remate e a bola entrava. Normalmente uma bola que bate na trave e vai às costas do guarda-redes normalmente entra. Ali a felicidade para o Benfica que a bola não entrou. Eu acho que era demasiado penoso para o Benfica uma derrota por tudo o que se passou.
Estava aqui a ver uma notícia, desculpa da bola, agora, sobre um jornalista, um podcast na Ucrânia, um jornalista muito conhecido lá, que diz que tem informações que Sudakov está cansado do futebol. Não é do Benfica, está esgotado e cansado do futebol, não sente prazer a fazer aquilo que é a sua vida. Porque num jogo como este, olhas para o Banco do Benfica e se calhar seria uma aposta interessante, mas há muito tempo que não é.
Isto é difícil. Quando os jogadores não fazem aquilo que gostam, que é jogar, a insatisfação é evidente. O caso de Sudakov é vens como estrela...
vens com um número, não é só teres qualidade, vens com um número. No caso de Sotakova, há muitas situações iguais, mas o caso dele são 28 milhões, se não estou em erro. 27 ou 28. E esta questão de tu não chegares, e há bocado que nós falamos de, relativamente ao Porto, que eu acho que é a grande diferença do Porto para o Benfica e para o Sporting, na grande maioria das contratações, é o impacto que elas tiveram nas equipas. E no 11 e na...
E na qualidade que apresentaram do lado do Sudakov, é isso a ele.
chega, não rende, estás à espera de outra coisa, as pessoas estão à espera de outra coisa, a exigência é grande, porque as pessoas querem... Os adeptos, de uma forma geral, pedem e exigem mais a quem tem qualidade. Se essa qualidade vem acrescida de um número elevado, ainda mais. Estás sempre à espera de algo mais. Mas ele gostou tanto, ele gostou tanto, mas ele é bom jogador, mas não faz isto e não faz aquilo.
Eu acho que Janeiro marca também um bocadinho mais uma... É mais um cravo, que é... Rafa. Portanto, não dá para jogar os dois. Nós falamos aqui que provavelmente Rafa iria ocupar aquela posição, porque Rafa está habituado àquela posição 10. Não é 10, é ali entre o avançado e o meio campo. E Sudakov é ali que joga. Ele pode jogar na meia esquerda, mas a verdade é que Mourinho queria outras coisas. Portanto, foi ficando para trás.
Eu compreendo e percebo a falta de prazer em ter... Mas a tua profissão é esta. E portanto, não há mais ninguém...
a não ser tu próprio, que tens que dar ao pedal para inverter esta tendência. Tens que mostrar a quem direito, neste caso o treinador, que és a opção. Isto não é do Sudakov, é os Sudakovs da vida. Os jogadores que não jogam têm que, sei lá, se eu não pressiono tanto, eu tenho que passar a pressionar. Se eu corro 10 metros, tenho que passar a correr 20. Se eu remato uma vez, tenho que rematar 5. Eu tenho que mostrar ao treinador que quero ser a opção, que quero jogar.
Eu não sei, eu não vejo os treinos. Isto eu não estou a falar especificamente de Sudakov. Estou a falar de todos os jogadores que não são opção. Há de ser sempre assim. E por isso é que tu vês, e eu recordo-me perfeitamente no meu tempo de jogador, que tive a felicidade de jogar sempre, ou quase sempre, que havia jogadores importantes nos planteios que jogavam pouco, mas que eram muito importantes.
pela competitividade que davam durante a semana, pela luta que davam, pela oportunidade que tens para a equipa. Pedro, de certeza que tiveste jogadores com essa característica que dão tudo, mesmo não sendo opção. Mas que os chamam para jogar um minuto e ele vai atrás. Que os chamam para jogar vinte e ele vai atrás. Depois temos também o inverso, que há jogadores que... Um minuto, só um minuto. Vinte minutos. Mas eu se calhar mereço mais. E portanto...
E depois compete, acima de tudo, o jogador é o principal responsável, mas compete também ao treinador fazer a gestão. E portanto nós falamos que cada vez mais isto não é de hoje. É de há muitos anos atrás. Gerir pessoas é dificuldade. Tu tens toda a gente motivada. Eu diria que é quase impossível manteres um plantel totalmente motivado quando não estás a ganhar. Quando estás a ganhar tudo é mais fácil. O trabalho de treinador torna-se mais fácil.
Porque toda a gente tem que estar envolvida do mesmo. É difícil se calhar ter momentos de azias, como nós costumamos dizer.
porque a equipa está a ganhar, a equipa está bem, quando as coisas estão menos bem. É mais fácil aparecer este tipo de comportamentos ou estas atitudes que depois prejudicam. Portanto, compete ao líder, gerir da melhor forma possível. Sabemos, esse é o papel dele.
Gerir bem os recursos que têm a satisfação. Uns mais satisfeitos, outros menos satisfeitos. E esta gestão tem que ser feita. Agora, depende sempre do jogador. O jogador é que tem que dar tudo de si. Nos treinos, dizer ao treinador eu estou disponível para isto. Esta é a minha função. Se vou jogar ou não, depende de ti. Mas esta é a minha função. Eu percebo a insatisfação, mas ele tem que...
Tem que fazer tudo para poder jogar. Tem que dar ao pedal para usar a tua expressão. Estou aqui a ver que esta luta pelo segundo lugar, que é muito importante, do ponto de vista financeiro, é muito importante para o Benfica e Sporting. Hoje, como digo, no dia em que estamos a gravar este episódio, o Sporting vai receber o Vitória.
depois vai a Vila do Conde jogar com o Rio Ave e fecha o campeonato em casa com o Gil Vicente. O Benfica recebe o Sporting de Braga e depois vai ao Estoril. Cá estaremos para analisar essa luta pelo segundo lugar, mas estão animadas as coisas no fundo da tabela?
O já despromovido Aves, ninguém lhe explicou que já está despromovido e acordou agora para a vida. Empatou com o Sporting na semana passada e agora foi ganhar à Chopin, ao Nacional. O Nacional está em 14º. Em princípio estará fora das contas, em princípio, da despromoção, mas atrás de si tem Estrela da Amadora.
Que perdeu a Embraer de Córnicos 3-2 depois de estar a ganhar 2-0. Tem 28 pontos, mais 2 que o Casa Pia. Que está a ter um final de época horrível. Perdeu, eu diria, perdeu o jogo que não podia perder. Em casa com o Tom Dela. Foi o décimo jogo seguido do Casa Pia sem ganhar. Terceira derrota consecutiva. Contra o penúltimo que agora está só a um ponto de distância. Só para percebermos o que aí vem nas duas últimas jornadas. O Casa Pia vai a Guimarães e recebe o Rio Ave.
O Tondela recebe o Murairense e vai a Aroca. Pelo meio, atenção ao Estrela da Amadora, que também está em Apneia. Só tem mais dois pontos que o Casapia e três que o Tondela, mas repare-se nos dois jogos que faltam ao Estrela da Amadora. Vai a Famalicão, aliás recebe o Famalicão e depois vai a Braga.
Não estou a ver onde é que o Estadual da Moldora vai buscar pontos e, portanto, fica numa situação muito, muito vulnerável. Quem é que se safa? Quem vai ao playoff? Quem acompanha o Aves na descida? Aceita apostas, Pedro. És capaz de fazer essa aposta? O Tom Dela é o rei dos milagres. Mesmo? Já não é a primeira vez. Sim. E tem o último jogo do Tom Dela. É com a Roca.
não é um mau jogo para um milagre mas é fora o Casapia também foi fora certo o Estrela pode acender umas velinhas porque dificilmente vai ganhar pontos com o Braga e com o Famalicão pode acontecer
acender uma velinha para que as outras também não vençam se as outras não vencerem eles estão, ok, eles para já estão com água, a água está aqui está a me amolir ainda não está a tapar a boca o Casa Pia, curiosamente com esses resultados todos consegue ser uma equipa que empata duas vezes com o Benfica
E ganha o Porto E ganha o Porto A única é Mas é assim, o que tu esperas do Casa Pia Ou dos Casa Pias da vida Não é que tirem pontos aos grandes É que naqueles que são os confrontos Com os teus, ganhas aí Isso só precisa de outras coisas Casa Pia não podia perder este jogo Tu falaste dos jogos O Casa Pia perdeu o conto dela Olhamos ali para os últimos jogos O Pedro falou nos 12, não é? É só derrotas e empates Termina o Termina
E não foram todos contra o Benfica nem com Porto. Não, não, não. É por aí. É por aí.
O teu campeonato, nós costumamos sempre dizer isto, o teu campeonato não é aquele. Claro que tens zero a perder e vais para o jogo de peito feito. Acho que deve ser assim, devia ser assim, dos clubes mais pequenos com os grandes. A verdade é que é nos outros confrontos que tu ganhas a manutenção. Se tem ganho, condenava o tom dela. Sim, sim. E mesmo para questão de play-off, ficava à frente do Cheval da Amadora. É mesmo que eu converso que o Casa Pia se safa. Desde o dia 23 de Fevereiro. Desde o dia 23 de Fevereiro. Não é assim tanto.
Drota, empate, empate, Drota, empate, Drota, empate, Drota, Drota, Drota.
Boa leitura São muitos jogos E vais ao Tondela Isto é uma equipa que claramente tem perda E o Tondela Apesar de tudo parece que respirou Está ligado às máquinas Mas está ali Também tem isso Desde o dia 1 de Março Tem um empate, derrota Empate, derrota, empate, derrota Mas agora tem empate em Alvalade Termina
Vitória num concorrente direto E isto dá-lhe Estes quatro pontos Ninguém contava com eles Ganhar ao Casa Pia Fora e empatar em Alvalade Ninguém contava com estes quatro pontos Depois de estar a perder dois erros com o Sporting E a folha um penalti
Se o tom dela é para os milagres, de facto. O tom dela é claramente para os milagres. Bom, cá estaremos. Temos que falar do Braga, que claramente parece ter metido férias para o campeonato, mas atenção que matematicamente o quarto lugar não está garantido. Está a pensar na segunda meia-final da Liga Europa. A equipa de Carlos Vicente empatou um a um com o Estoril. O Friburgo também empatou um a um com o Vô-se-Gurgo. Está tudo a pensar no mesmo. Quinta-feira o Braga leva a vantagem de um golo, que levou da pedreira.
achei graça o boletim clínico não sei se viram essas declarações feito pelo Carlos Vicente ele dizia, Vítor Gomes foi operado à mão, vamos ver o Gabri também está ansioso por voltar o Ricardo está a chatear os médicos está a pressioná-los, claro está a pressioná-los que braga vamos ter na Alemanha na quinta-feira
Eu acho que o Braga joga sempre da mesma forma. O Braga vai tentar anular aquelas melhores armas do Friburgo, a questão da qualidade que também tem, a intensidade do seu jogo, a questão de, para saltar a pressão que o Braga também fez em casa, não sei como é que vai jogar na Alemanha, vai ser um ambiente diferente, está a partida mais difícil, mas faz parte do jogo.
para tentar melhorar na questão de quando a bola entra no tanque, no ponto de lança, Matanovic, tem-se um nome, mais rapidamente os jogadores que estão a pressionar chegarem perto, porque eles depois juntam mais gente no meio, e aí começam a tirar vantagem do jogo, acredito que vão fazer de forma semelhante, é porque uma coisa é tu observares o adversário e preparares o jogo, como é que eles fazem. Mas a melhor receita para isso tudo é depois em confronto direto no jogo.
como é que as dificuldades que sentiram. Portanto, eu acho que o Braga vai ser mais competente nisso. Ou pelo menos estou a torcer para que seja mais competente. Mas o inverso também se verifica. Eles também perceberam o que é que o Braga fez, quais são as dificuldades que o Braga tem. Resta aqui saber quem é que se vai adaptar melhor ou evoluir mais em relação ao jogo que aconteceu. O Braga tem uma vantagem, portanto está a ganhar.
Isto é muito curto, o Braga vai e tem que entrar como se estivesse 0-0. Há muita esta expressão, às vezes quando a gente marca um golo e a gente diz, malta, está 0-0. E às vezes a gente é maluco. Não, mas é para tentar convencer-se a ti e aos outros que, olha, estamos a ganhar um 0, mas isto não serve de nada. Nós temos que fazer, é como se estivesse 0-0. Temos que manter aquilo que temos. E o Braga tem que manter.
a sua ideia de jogo, e vai começar o jogo 0-0, mas como se não tivesse vantagem na eliminatória. E se conseguir fazê-lo, eu fico a torcer pelo Braga, mas é uma eliminatória 50-50, mesmo estando o Braga a ganhar. Difícil. Difícil, muito difícil. Eu acho que, eu estou com o Pedro, se vais para lá com o pensamento que tens uma vantagem, e vais defender, pode correr mal. Porque eu não tenho dúvidas nenhuma que o Freiburg vai entrar com tudo. Sim. Vai entrar com tudo.
Tem uma desvantagem de um golo, portanto, ele quer rapidamente resolver essa parte. Portanto, compete ao Braga dizer, não, nós também estamos aqui para marcar. Portanto, é fácil falar, é fácil falar e tirar às vezes da cabeça dos jogadores, mas nós temos aqui uma vantagem, não é? Nós temos aqui uma vantagem. Tens uma coisa a defender. Será que estarmos juntos, a gente não consegue? Por muito que às vezes, e nós...
E eu já vivi isso, e imagino que tu também. Muitas vezes sabes que tens uma vantagem, estás confortável, se calhar, vamos ficar por aqui, as coisas não surgem, e tu estás bem, deixa-te estar. Mas às vezes a ideia é outra. A ideia é que tu saís rápido, a ideia é que tu tens posse de bola, a ideia é que tu assumires, às vezes não consegues. Ou porque o teu subconsciente também não permite que tu faças, ou porque outra equipa também não te permite isso. O que eu acho é que se o Braga...
E eu acho que o Braga... 50-50, estou com o Pedro. Mas se o Braga vai com um pensamento mais defensivo que o normal, acho que isso limita a equipa e faz com que a outra equipa também cresça, mesmo não querendo. Mas eu acredito que o Freiburg vai com tudo, diria eu. Pelo menos nos primeiros minutos.
Olha, já vamos ao assunto final de cada um de nós, mas não resiste, é porque esta semana também há outros dois jogos na Europa de certa maneira interessantes. Um é mais ou menos. Mais ou menos. Amanhã o Arsenal e o Atlético-Madrid. Eu acho que vai passar Atlético. É a minha pronóstica. Vai passar Atlético, apesar dos jogos serem no Arsenal, em Londres. Mas depois temos a segunda final antecipada. Bayern de Munique com o PSG.
Vocês são capazes de avançar aquilo que vai ser a equipa vencedora desta meia-final, Pedro?
São duas equipas que eu gosto muito Uma porque tem o treinador Luís Henrique E os jogadores portugueses E outra porque é o Bayern Múnich, tem o Luís Dias E não só Mas é um jogador fenomenal E que passou por Portugal E como é que o Liverpool também o deixou fugir Não sei se aquilo foi a seguir Um vírus qualquer Que passou ali na cabeça Não sei o que é que lhes deu E vender o Dias para ficar com o Viert Presente
Convém lembrar Nós não temos na posse os dados todos E às vezes os jogadores Também querem Por qualquer razão Ou porque querem ganhar mais Eu não sei Eu estou a falar sem saber Eu sou fã de Liverpool E como é que deixam sair o Luís Dias? Não consigo entender Que resolvia
Mas às vezes os jogadores também são peça-chave nesta coisa. Às vezes não é só... Eu não acredito que o clube quisesse vender Luís Dias. Sim, mas podia ter outra ideia. Porque para contratar aqueles jogadores todos, eles iam ter que jogar numa posição e também que ia bater no Dias. O Dias sobrou para ele. Mas o Luís Dias joga sempre. Essa não é a questão.
Acho eu, mas pronto. Mas essa, eu deixo isto para... Mas é, estávamos a falar de um momento. O PSG também tem um gol de contato. Sim, mas esquece. Esquece porque eles não sabem jogar. E o Luís Henrique tem estado a bater nisto. Nosso jogo é ofensivo, nós não conseguimos jogar. E aquela questão das duas equipas...
Mas do ficar sempre um para um com aqueles animais Fazer assim as aspas É uma loucura Mas ainda bem que fizeram aquilo Porque quer de um lado quer do outro Acho que vamos ter muitos gols outra vez Acho, acho, diria 5-4 outra vez Não sei para quem, ou 4-5 ou 5-4 É um gols tremendo Não sei se o Bayern
vai ser um bocadinho diferente, mas acredito que não, porque aquilo que eles mostraram em Paris é que são duas equipas que antes quebrar que torcer, antes quebrar o adversário pelo ataque, do que segurar. Agora, se o Bayern... E aqui eu acho que o PSG não consegue fazer isso, não sabe fazer isso ou não quer, mas se é ao contrário, no sentido, se o Bayern consegue virar a eliminatória, imagina como aconteceu com o PSG, tinha três gols de vantagem.
Se isso acontecesse ao Bayern Múnich Eu acho que eles viravam o bico ao prego Ou seja, eles ajustavam E aqui não entram Tenho essa sensação Vamos esperar para ver se o Bayern estiver a ganhar por hoje Mais favorito o Bayern, apesar de estar a perder
Não tenho favoritos. Não tenho favoritos. Não tenho. Eu disse na Dazone que era Bayern. Passava? Disse eu. A gente diz muita coisa. Sim, mas não paga os impostos ainda por isso. Mas, mas, são duas grandes equipas. Mas aquilo que tem sido a trajetória do PSG, do Bayern, eu diria que é mais equipa. É mais consistente. Tem um jogo, claramente, tem uma ideia clara, e é um jogo...
Totalmente ofensivo. Eu acho que se passou isso no jogo. Arrisca um para um. Tu vias sete, oito jogadores no meio campo adversário e ficava só o Tá e o Pamecano.
1 para 1, 2 para 2. E o Paris também. E os outros 8. O problema é esse. O Paris tem uma coisa, o PSG tem uma coisa que não conseguiu fazer neste jogo, na minha maneira de ver. Ter bola. Ter bola. E é uma equipa que controla o jogo com bola. Não sabe defender como as outras equipas. E se calhar por isso, não tendo isso como... Sendo a raiz do seu jogo, acho que isso dificultou e... Eu acho que...
colocou a nu algumas deficiências que o Bayern, como grande equipa que é, fez. Porque só uma equipa com uma mentalidade forte e com um jogo completamente definido é que vai dos 5-2 para os 5-4 e podia ter outro resultado. Portanto...
A minha dúvida no jogo de Munique é saber se o PSG consegue ter mais bola do que a que teve. Porque se tiver mais bola vai obrigar o Bayern a correr atrás e a haver espaço, porque eles estão lá, os espaços estão lá. O Bayern vai muito atrás, o lance do golo do Kvara Tiskaya. Kvara Tiskaya. Tiskaya.
Há aqui um arrastamento do Pamecano, bola metida nas costas do lateral, se está nisites, acho que é assim. Os espaços estão lá, têm que ser criados. Há um arrastamento do OE, se não estou em erro, que leva o Pamecano, ficou o buraco lá todo nas costas. Para o Georgiano entrar e resolver.
Eu acho que os espaços estão lá, as equipas não são, são grandes equipas, mas também têm pontos fracos. Portanto, é nessa exploração, diria, que quem conseguir ser mais forte a ir atrás disso, acho que vai ganhar. Mas eu diria que é o Aéreo.
Eu quero é que não magoem os nossos meninos Isso é que eu quero Mas olha, dificuldade ali para o Nuno Mendes Que o Alize Minha Nossa Senhora Minha Nossa Senhora É impressionante E a suplex com que o Alize faz as coisas Quase provocatório Ele não anda e ele desliza Vou dizer craque O teu tema para fechar, Pedro Era uma vez O futebol Também estás cansado Termina
Mas eu regenero rapidamente. Amanhã já vai ser diferente. Eu te vou ouvir hoje. Esse é o pensamento. Com alguma frequência o podcast Olínica, The Rest is Football, que é com o Shearer e com o Mika Richards. E eles, de facto, têm malhado no VAR. Mas o meu objetivo não é malhar no VAR. Eles estão desiludidos com o que é hoje um jogo de futebol. E eu também, à exceção desses hinos ao futebol, de uma forma geral, eu acho que há uns senhores.
que a coisa mais parecida que chutaram redonda foi o melão no verão, que é do IFAB, são aqueles senhores que criam as regras, no fundo são os que mandam no futebol, que criam as regras. Ah, e o braço tem que estar atrás das costas, qualquer dia as camisolas são de manga comprida e têm costurazinhas, têm velcro para tu.
colados aos calções e portanto é tudo, a pisadela é amarela mas se for uma pisadela mais forte o menino magoa já é vermelho portanto nós andamos aqui de regra em regra de evolução em evolução na opinião deles a destruir o jogo no fundo eu às vezes olho isto não é bem futebol
A quantidade de cartões amarelos, a quantidade de cartões vermelhos, a quantidade de golos anulados, o tempo que se perde, 5 minutos, uma televisão a ver, ou é ou não é? Se não é logo, segue. E, portanto, diria isso, que é a questão do IFAB e das regras que dão aos árbitros e a margem, não vou dizer a zona cinzenta ou cinzenta verde, ou vermelho ou azul.
já não sei, não sei se vão ter que meter uns slides com o ângulo do braço, aqui não é aqui pode ser, não dá aqui já é, aqui claramente que é para depois os árbitros quando estiverem no monitor, metem a fotografia ao lado e assim
Mas tu não estás contra a existência do VAR. Não, não, não. Eu estou é com as regras que continuam a acrescentar ao jogo. A questão das pisadelas, qualquer pisadela, e depois vem-me dizer, ah, o jogador não foi prudente. O futebol joga-se com os pés. Não se joga com as mãos.
Se a bola vem no ar e eu vou cabecear, eu não sei como é que eles imaginam que há uma posição natural do braço. Mas isto, quando uma posição natural de um corpo em movimento, vão lá dizer ao rapazinho lá da maratona, que comeu as torradinhas com mel, para ele correr com os bracinhos aqui.
Calhar já não faz aquelas... Calhar duas horas não chegam para ele. Duas horas e dez. Portanto, essa história do... Ah, imprudente, pisou, não teve cuidado, força excessiva. Quem cria essas denominações para os lances nunca jogou um jogo de futebol. Só na praia. Porque tu não consegues. Tu quando divides um lance, divides um lance. Depois, há a questão de raspas a bola e o pé passa por cima ou ele chega primeiro e tu pisas. Como é que querem fazer?
Não há bolas divididas. Quando chega, travamos os dois e fazemos braço de ferro. A ver quem é que ganha o lance. Portanto, isto já não é bem futebol. E há uma corrente mais dentro. Não sei o Pedro. O Pedro, se calhar, era mais criativo do que combativo. Se calhar pode ter uma leitura diferente. Mas a malta mais antiga não é muito antiga. E de várias dimensões dos jogadores. Estamos a falar dos jogadores de altíssimo nível, nestes que eu referi.
Sendo que o Mika Richard fica um bocado longe dos outros dois. Mas foi na mesma um jogador de alto nível.
É que isto já não é bem Sobre futebol Isto já é outra coisa e estão a complicar demasiado um jogo Que tem tudo para ser um jogo simples Teu tema, tu tinhas muitas hipóteses Tu vieste numido de várias possibilidades E agora? Tinha várias hipóteses e ainda não decidi qual Ah bom, temos tempo Quanto tempo temos? 55 Mas vou-me assingir mais para a frente Faltam duas semanas e falarei sobre
Sobre outro tema. Eu hoje vou falar porque estamos no fim e tu falaste da luta pela desciação de divisão. O senhor da Amadora. O AVE já fez isso ano passado. Contratou José Mota para as duas últimas jornadas. E lá se safou.
Lá se safou. E à oitava jornada desta época, acho eu, foi despedido José Mota. Portanto, isto não tem a ver com o José Mota, nada contra o José Mota, mas contra estas decisões. E o senador Amador contratou agora o Batschi para as últimas três jornadas. Despediu o João Nuno depois do empate com o... Em que podia ter ganho o Porto. Depois do empate com o Porto.
Com o impacto, desculpa, depois do jogo com o Porto, que perdeu. Foi contratado ao Bolenenses, há uns meses atrás, por 500 mil euros. Quer dizer, se contratas um jovem treinador, dá-lhe tempo. As coisas até estão bem. Está acima da descida, dos lugares de descida.
E vais buscar o Batsy. O Batsy este ano já tornou... Esta é a terceira equipa. Quais? Quais é que foram? O Panser Raiqus, acho que é assim, na Grécia, acho eu, 11 jogos. Depois foi para o Tondela, 16 jogos. Agora vai fazer 3. O ano passado, passou pelo Boa Vista, 21, e depois terminou no Moreirense com mais 11 jogos. Portanto, nada contra o Batsy, nada. Mas a minha questão é, o que é que vai na cabeça dos dirigentes?
Para contratar alguém por três jogos. É aquele choque a perceber que... Vamos lá ver. E estava 2-0. E a gente podia dizer no final, 2-0, ganhou o Morense e já está. Pronto, o trabalho dele está feito. Mas não, acabou por perder 3-2. E agora tem dois jogos que dificilmente... Jogos muito difíceis, mas a vantagem pontual pode-lhe dar. E acredito que possa dar para se manter. Mas eu não continuo.
Eu tenho sido muito crítico aqui. Continuo a não entender estas mudanças. Não consigo entender. Olha, vou fechar com o meu tema desta semana, que é, não sei se virou o Manchester United. O futebol é incrível, de facto. Ganhou o Liverpool 3-2. Estava a ganhar 2-0 e ofereceu dois golos. Mais uma vez, pessoas... Não marcas o pão de pés baliza assim. Não vejo vantagem nenhuma. E depois, se o guarda-reja se atrapalha, deu o segundo gol do Liverpool. Mas muito bem jogado à posterior. Quando há o erro,
Soboslai Gabco Não, Gabco finaliza Aquilo é McAllister Soboslai e Gabco Claro que não pode Por amor de Deus Mas rápida Eu acho que esses Ponta Bés Beliza deviam ir ao VAR Marquem de novo Isto é pervoíso Bate na frente
Mas eu queria falar de Bruno Fernandes. 19 assistências, 8 golos. Está a uma assistência para golo. De igualar o recorde de assistências para um golo na Premier League numa só época. Thierry Henry, esse jovem, é quem fez mais assistências para o golo numa só época. Em 2002, 2003 fez 20 assistências. Gavin de Bruyne também fez 20 assistências em 19-20.
E depois veio o Bruno, dois jogos do fim, com 19 assistências numa só época. Vai fazer. Tem o mesmo número de assistências que o Mesut Ozil. E está numa galeria dos jogadores que passaram pela Premier League. Todos eles com menos assistências numa época, assistências para golo, do que o Bruno Fernandes. Já ultrapassou Fabregas, Frank Lampard, Mohamed Salah e um tal de Eric...
Eric Cantona Exatamente O Bruno vai fazer 32 anos em setembro Tem 227 jogos E 70 golos pelo Manchester United Sétima época nos Red Devils Estava a vê-lo a jogar e a pensar Se este rapaz estivesse na Champions E com esta vitória O United duas épocas Vai voltar à Champions Isto era material e com um bom mundial Termina
Era material para o bolador. É uma época extraordinária. Mas depois quando penso no Mundial eu penso, mas qual será o papel que a Roberto Martínez terá reservado para Bruno Fernandes na equipa? É médio. É médio, não é? É médio. É médio. Em princípio vai ser isso. E isso diz tudo. Que não seja só médio, que seja um bocadinho mais. Falta dois segundos para uma hora? Pronto.
Foi a hora dos Pedros na área Para a semana há mais Grandes decisões nas competições europeias Esta semana, também na Liga Portuguesa No próximo fim de semana Cá estaremos na próxima segunda Em podcast na Rádio Comercial e em videocast No jornal A Bola Pela nossa parte, almocinho Pela sua não sei, até para a semana