Episódios de Inquietações

Transmissão do Retorno à Fonte

03 de maio de 202638min
0:00 / 38:08
Participantes neste episódio2
M

Madalena Almeida

Host
S

Serafim Vieira

Convidado
Assuntos6
  • Transmissão do Retorno à FonteConceito e origem da TRF · Experiência pessoal de Serafim Vieira · Aplicações da TRF em doenças e problemas · TRF à distância · Níveis de formação em TRF
  • História de vida de Serafim VieiraDiagnóstico médico e preocupações de saúde · Busca por curas alternativas e terapias · Experiências com Reiki, Cura Prânica e Reconexão · Recebendo a indicação para o nome e logotipo da TRF
  • Aplicações e resultados da TRFCura de doenças mentais e físicas · Melhora em relacionamentos e empregos · Interação social e autoconfiança · Uso da energia para o bem
  • Formação em TRF: Níveis e conteúdoPrimeiro e segundo níveis: iniciação e teoria · Aplicações práticas: curas, energização, situações cotidianas · Intuitividade e bailado de mãos na terapia · Nível 3: Sintonização com a totalidade dos seres e aumento do DNA
  • Terapia à distância e conexão energéticaNão há barreiras de distância para a TRF · Sensibilidade e receptividade à energia · Confirmação de verdade através de sensações
  • Guias e ajuda invisível na TRFPresença de seres de luz e guias espirituais · Percepção de guias através de sensações e visões · Correção de falhas por seres de luz
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Inquietações Com Madalena Almeida Porque há sempre alguma coisa que está para acontecer

Olá a todos, então hoje estamos de novo no Inquietações, o podcast, e hoje temos connosco Serafim Vieira, que nos vem falar sobre TRF, Transmissão do Retorno à Fonte. Bem-vindo, Serafim, obrigada por ter aceito o convite.

Eu é que agradeço por ter sido convidado. Então, claro que a primeira coisa que nos salta à vista é o que é que é TRF? O que é que é isto da transmissão do retorno à fonte? Portanto, é uma terapia, como tantas outras que existem, dentro da nova energia que está no planeta e a mim fui incumbido chamar esse nome transmissão do retorno à fonte.

quando recebi essa indicação, perguntei à pessoa que me estava transmitindo isso o que é que queria dizer, transmissão, estou retornando a fundo, ela disse, é o que me estão dizendo. E ficámos os dois assim a pensar o que seria isso. E depois, um pouco mais tarde, depois de começar a funcionar, ou depois de integrar um pouco melhor, portanto, transmissão é aquilo que se faz, que é transmitir a energia ou pela palavra.

ou pela cura, portanto é a transmissão. Retornar à fonte é voltar ao lugar de onde viemos. Essa fonte, afinal não está tão longe de nós, como antes parecia que estava muito longe, ela está em nós, está dentro de nós, está em cada célula do nosso corpo, e portanto é uma maneira de tomarmos consciência e de ligarmos a essa energia. Pronto. Sim, senhor.

Muito bom. E há quanto tempo é que o Sr. Vivera faz este trabalho? O trabalho faz-se desde janeiro, não, de março de 2011. Ligado a terapias, ao conhecimento que realmente havia energias, desde 1998. Sempre fixei bem porque fui o Andeias, foi a partir daí.

Portanto, houve várias etapas para chegar aqui à transmissão do retorno à fonte, mas os primeiros contactos que eu tive com a energia, sei lá, por exemplo, o rei, que é o que toda a gente conhece, foi em 1998.

Portanto, isto foi um percurso, na verdade é quase como todas as pessoas começam, começam por subir um degrau e a partir daí vão avançando e acabam por chegar a algo novo e muitas, até algo muito próprio. Eu até posso dizer algumas coisas, não posso fazer uma história muito grande, mas posso fazer uma história grande, mas quer dizer, neste momento não vou fazer uma história grande, mas então estávamos em 1998, havia a Expo e eu precisava de ir até lá.

O outro se emocionava, era até lá. Tinha-me preparado até em despoa para poder ser bem acomodado comigo e com a família. Só que antes disso, resolvi ir ao médico. Agora já não sei bem o que é que sentia nessa altura, mas a verdade é que foi um médico que é um médico de operação. E ele nessa altura disse-me que, depois de um determinado exame, que as coisas não estavam bem.

Bem, eu fiz uma prova de esforço, não correu bem, pensei, isto não vai ser tão difícil como o médico está dizendo, e o outro não quero acreditar muito no que ele está dizendo. Então, como mostrei incrédulo, ele disse-me, então daqui a dois meses volto cá para ver como é que isso está. Digo qualquer coisa para tomar, dali a dois meses voltei lá, fiz novamente a prova de esforço e...

igual ou pior. Então nessa altura fiquei realmente preocupado, ele se expondo que tinha que fazer determinado tipo de alimentação, determinadas dietas, ter mais cuidado comigo e tal. Bem, eu comecei a ir à Expo, um determinado dia regressei à Madeira, e eu vivo na Madeira, e quando cheguei à Madeira...

Alguém me disse que havia uma senhora aqui que curava tudo, que fazia tudo, que via tudo. E eu, a pessoa que me estava dizendo disse, que era uma pessoa que trabalhou muito comigo, eu perguntei se podia ir a essa senhora. E ele disse, ah, ela foi ontem para o Brasil. Quando ele disse que foi ontem para o Brasil, fiquei assim um pouco preocupado. Ele disse, ah, mas daqui a dois meses ela volta. Então, eu...

Dali a dois meses, arranjei maneira de ir até ela, fui até ela, cheguei lá no lugar onde ela atendia, estava muita gente, mas como eu era conhecido da pessoa que trazia essa senhora do Brasil, passei numa moeda multidão, sentei-me numa mesinha, ela de um lado e eu do outro, e a primeira coisa que ela me disse assim, meu gatinho, todo entupido. E eu fiquei lá armado com aquilo. Como fiquei lá armado? Ela disse assim.

Ah, eu dou um jeito. Pois é, dou um jeito, como? Então, dou um jeito, venha daqui a dois dias aqui que eu vou operar. Começa a ver, mas vai-me abrir o peito aqui? Eu, que é assim um pouco, um pouco reticente, mas ao mesmo tempo eu queria me livrar daquela situação e dali a dois dias apareci. E no dia que eu apareci, ela passou um bisturé aqui no pescoço.

E esse procedimento foram várias vezes. Pois eu comecei a ir ao Brasil, onde ela trabalhava, vi que ela assistia a muita gente, que tirava temores, que fazia curas, que as pessoas ficavam curadas, que não infectava, não sei como é que funcionava, que nada infectava do que ela estava fazendo. Então, vamos a pensar que havia mais coisas para além do que os médicos que fazem.

E então comecei-me a endereçar por todas as terapias que foram aparecendo. Por exemplo, reiki, depois cura prânica, corpo espelho, é muitíssimo mais. Reiki apresentado de várias maneiras, porque eu disse sempre reiki, mas era de várias maneiras. E a outra primeira altura apareceu a reconexão. Então eu fiz a reconexão.

Quando estava a aplicar esse trabalho que tinha aprendido sobre a reconexão, fui até a Amadora, estavam lá umas senhoras à minha espera, e a coisa que foi tão bem que elas disseram, ah, eu vais-te mandar dizer ao mestre que está no Brasil que o Serafim faz este trabalho, e realmente fizeram isso. O mestre disse que vinha a Portugal para fazer a reconexão comigo, e eu disse, não é preciso que eu vou ao Brasil. Olha, eu fui ao Brasil.

E estavam lá várias pessoas à minha espera, as coisas correram tão bem que quando regressei à Madeira, ah, mas neste intervalo houve algo que eu não disse. Quando eu adoeci, a minha mulher adoeci, os negócios onde eu andava o coro mau, e então conheci uma senhora que lia cartas, está bom. E de vez em que fiquei muito confiante nela, o que ela dizia era quase como uma escritura.

ainda hoje tenho contactos com ela e então quando regressei do Brasil depois disso tudo fui falar com ela e ela disse-me, Serefim a sua vida mudou e eu disse-me, mudou como? agora tenho que ensinar o que aprendeu quando ela disse que eu tinha que ensinar o que aprendi fiquei um pouco pronto, não tinha alarmado, mas fiquei assim a pensar, mas como é que eu vou ensinar? pois pensei, tudo tem um dono tudo tem uma marca resistente diz ela, mas o que Deus não tem dono?

E para que não tenha problema com marca, o nome do seu trabalho é transmissão do retorno à fonte, o seu logotipo é uma bola de luz, um mundo de luz com a pessoa lá dentro e outras a se aproximar. Pronto. E eu, ah, e aqui eu já tinha a informação para isso e aqui ia receber mais. Duas meses a seguir de ter dito isso, que é assim um pouco meio como se estivesse doente. Eu fiquei no nome.

a interiorizar aquilo passado dois meses convidei umas pessoas para fazer um curso correu bem e a partir dessa altura nunca mais parei agora com a pandemia parei mas de qualquer maneira já estou fazendo pelo Zoom e tenho corrido muitíssimo bem muita mais é muita gente

têm alterado a sua vida por causa desta terapia. Eu às vezes ponho a pensar, mas o que eu faço para que isso aconteça? Ou pessoas, ou casam, nunca sabe, ou casam, ou descasam, ou mudam de negócios, ou preparam-se para dar cursos, mas eu conheço tanta, tanta, tanta gente que depois de efeito do curso de médico dá tanto curso, dá tanta terapia, que pronto, é sinal que isto...

esta energia e onde despertar para que as pessoas se lancem para a frente sem medo e comecem, portanto, a receber outras informações e a trabalharem profundamente nesta área.

Pronto, há muito mais coisas para dizer, mas não é assim, não trabalha num pouco. Sim, isso é verdade, Serafim, eu também conheço várias pessoas, eu própria fiz formação com o Serafim Vieira para receber a sintonização na TRF.

E de facto parece que há assim, é como se subíssemos alguns degraus e vemos que de repente há um mundo muito maior do que nós estávamos à espera. As coisas mudam completamente, a vida das pessoas muda completamente. Então, Serafim, o que é que nós podemos curar, tratar com o TRF? O que é que é normal as pessoas pedirem-lhe para fazer? Isso é uma pergunta um pouco difícil, pela seguinte.

Porque com, e é difícil e fácil, com o TRF podemos fazer tudo, curar tudo, organizar tudo. Mas, por exemplo, mas agora vamos a doenças, não só doenças mentais. Tenho tido muita experiência de muita gente na área, portanto, que andam deprimidos, que inclusive já estavam internados, tudo isso, recuperaram e...

Estão fazendo uma vida normal. E esta semana me reúnei aqui num café com uma senhora daqui do Funchal, que tinha chegado a estar internada, o médico dizia que era para o resto da vida dela. Ela teve dificuldades em deixar os medicamentos, porque queria a habituação, mas acabou por deixar. E está no emprego que tinha antigamente, está tudo a funcionar muito bem. Está muito agradecida com isso. Por exemplo,

Outras situações, por exemplo, pessoas que me falam que tinham problemas de tiroides e ficaram resolvidos. As senhoras que tinham um problema, por exemplo, o útero descaído e que resolveram esse problema. Outras que tinham outras situações, sei lá, na área da física, portanto, das doenças, pode curar qualquer doença, qualquer uma pode ser curada. Agora não.

Não me digam assim, então vou olhar com o Serafim ou com alguém que mandou comigo e vai ficar curado. Não, não é assim. Ou até que ponho-me a brincar. Se isso fosse assim, íamos para o hospital, passava-me em defeito de enfermaria em enfermaria, e dizia, agora pode ir para casa, agora pode ir para casa. E estava todo resolvido, não. Também não vou dizer que é por merecimento, mas por alguma circunstância, alguns se curam e outros não se curam.

E depois, e tem muitos casos, já aqui falaram, portanto, pessoas que estavam com dificuldade em arranjar um relacionamento. Depois que entraram em contato com esta energia, conseguiram um relacionamento. Pessoas que estavam casadas há muitos anos, com filhos, com tudo isso, fizeram o curso e separaram. Mas é mais do amor. Ainda esta semana recebiam a comunicação de uma... Portanto...

Pessoas que tinham dificuldade em arranjar um emprego, conseguiram um emprego. Pessoas que tinham dificuldade, sei lá, em interagir com outras pessoas, conseguiram começar a interagir com outras pessoas. Sei lá, até a conduzir com mais à vontade, a se sentir melhor no trânsito. Eu digo com o TRF.

podemos empregar em tudo. Tudo, mas é tudo mesmo. Deus sabe porque não vai ser para fazer mal, é nenhuma pessoa que isso não se pode empregar. Portanto, com esta energia e com a informação que recebemos, podemos fazer tudo. Muito bem. E essa terapia pode ser feita à distância? Pode, pode ser feita à distância. Portanto...

Cada vez vamos aprendendo mais que não há distâncias. Tudo está aqui. Tudo tem energia e tudo está ligado. Então, o Crayon está sempre a falar que a nossa alma é da dimensão do universo. Onde a gente põe um conhecimento, lá estamos. Portanto, as terapias podem ser... Eu posso estar aqui na Ilha da Madeira, a pessoa pode estar aí no Porto, pode estar...

em Moscou, pode estar no Brasil, em qualquer parte do mundo e funciona. Funciona que eu tenho experiências aí com resultados concretos, que até posso passar algumas por escrito que eles me mandaram. Portanto, a terapia funciona.

E funciona muito bem à distância. Agora, se me disser assim, é preferível estar presente? É pronto, é sempre agradável a gente estar a conversar com a pessoa, cara a cara, sentir, trocar impressões. É um pouco diferente do que marcar uma terapia para uma determinada hora e fazer. Por outro lado, também eu acho que as pessoas estão ficando cada vez mais sensíveis, as que estão ficando mais abertas para isto, e que sinta a energia. Por exemplo, ainda a semana passada fiz para uma senhora do...

e ela nunca tinha tratado de receber energias, portanto era um pouco mais difícil, mas o que ela relatou, portanto, é sinal que sentia. Nós quando estamos preparando para passar energia também sentimos, sentimos se a pessoa que está receptiva ou não, e portanto, o que eu sei é o seguinte.

Estamos todos ligados, não há distância e tudo é possível como tivéssemos agora aqui. Imagino que a Madalena dizia aí qualquer coisa, agora para eu, para me chamar a atenção de qualquer coisa, e eu podia ter um, que ainda ontem tive essa experiência, ter um, sentir o que estava dizendo.

não sei o que é que pode ser, assim de repente, mas alguém me perguntava ontem assim, é por causa de uma senhora que quer fazer o curso no Brasil, mas já fez a reconexão. Se isto é melhor ou pior que a reconexão? Eu disse, olha, nem é melhor nem é pior. É um pouco diferente. E esse senhor que estava falando comigo, que é que me representa lá no Brasil, disse, ah, eu já fiz os dois, se realmente há alguma diferença.

E quando estávamos a falar com o outro, e que ele, ou ele ao fazer a afirmação, eu senti, depois eu disse para ele, está sentindo? E ele disse, estou. Portanto, eu só me ensinei isto para dizer que não há distâncias, e portanto, até mesmo neste preciso momento, eu com a Madalena, estamos numa sintonia muito grande, que não há distância, que eu estou sentindo.

porque eu não sei o que é que está acontecendo, mas eu sei que ela é que está sentindo. Mas isso é difícil de passarem palavras para as pessoas que estão a ver isso. Sim, eu sei que as pessoas quando não estão, que ainda não entraram nesta caminhada das terapias, acham muito estranho como é que nós sabemos, como é que as pessoas sentem, como é que deixam de sentir, como é que sabemos que é sim, que é não.

Às vezes só o facto de ouvirmos algo que é verdadeiro provoca assim um ligeiro arrepio, isso é confirmação, é o sim. Às vezes estar a ouvir alguma coisa que até nos parece um pouco disparatada, mas na verdade bem lá no fundo nós sabemos que aquilo é verdade, aquilo ressoa connosco. Então esses pequenos arrepios, esse formigueiro que acontece é confirmação, é o sim. Ainda hoje tive uma experiência dessas, uma minha irmã...

casada, se eu lhes ouvir isto também não vou dizer nenhum, ela disse, olha, a sobrinha Ana veio aqui e disse, o meu marido, o teu marido tem isto, e eu,

e disse, ou até mesmo, pronto. É isso. Agora, se alguém me perguntar, mas como é que sabe, não sei isso. Foi o sinal que eu recebi. Sim, sente-se. Enfim, eu percebi que no TRF, eu sei que no TRF há a primeira sintonização e aí todos ficamos aptos a fazer a terapia, é isso, não é? Exatamente.

Portanto, com o primeiro módulo, digamos, do TRF, todos ficamos aptos a fazer terapia aos outros, a nós próprios, à distância. É assim, não é? Portanto, o meu curso tem três níveis, mas o primeiro e o segundo nível confundem-se, não tem assim uma separação muito grande. Portanto, há uma iniciação que eu considero que é o...

no primeiro nível, e depois, logo a seguir, no segundo nível, eu apresento a teoria do curso, desta formação, e depois ensino como é que vamos fazer curas para nós mesmos, para os outros, para os animais, para energizar as plantas, algo a medicamentos, a nossa habitação, a nossa viagem.

do Porto para Braga, a nossa viagem do Porto para a Ilha da Madeira de Avião, tudo isso, tudo isso, ou então, ou vamos a uma entrevista de emprego, ou algo que temos que resolver no tribunal, portanto, no curso eu ensino tudo isso. E depois, cada um, com o tempo e com a prática, chega ao…

começa a funcionar muito bem. Nunca ninguém reclama do meu trabalho. Mas o primeiro e o segundo módulos, como diz, são feitos num único fim de semana. Num único fim de semana, exatamente. Eu gosto sempre de fazer num fim de semana, podia até fazer só num dia, mas torna-se muito, muito, muito cansativo. E também preciso que as pessoas durmam, durmam, portanto, que descansem um pouco,

que se sintonizem aquela energia, que tenham algumas ideias durante a noite, que tenham alguns sonhos, que tenham algo, no outro dia nós possamos trocar impressões sobre isso. E portanto, o segundo dia, em muitas coisas, repete-se o que se fez no primeiro dia. E também para quem nunca trabalhou com energias, precisa de algum tempo para saber como é que vai mexer com as mãos.

Embora nesta terapia não há uma coisa assim, agora tem que ser nos pés, agora tem que ser na cabeça, agora tem que ser na barriga, não. Portanto, mas tem, quer dizer, se vão para uma formação, tem que ter um princípio, um meio, enfim, portanto, não, se não, se diz assim, agora estão prontos a fazer, as pessoas que sentiam-se abandonadas.

Portanto, para começar tem técnica, mas depois de estar a treinar, depois de começar não tem técnica. Dá para entender? Sim. Primeiro, se nós dizemos a alguém que pode ser como ela quiser, a pessoa não vai saber como iniciar, como terminar. E precisa ali de um fio condutor, saber como é que há de fazer.

À medida que nós vamos trabalhando com o TRF, na verdade aquilo acaba por ser, é muito intuitivo, nós vamos mexer as mãos e vamos quase, aquilo é muito divertido fazer uma terapia, porque vamos, acabamos por, é um bailado de mãos em cima da pessoa e não dá para explicar, é isso mesmo, é fantástico. É muito divertido, vou pegar nessa palavra, é que há dias uma menina minha estava a dizer assim, ah, eu...

Hoje estou muito cansado, não sei o quê, e depois era preciso fazer uma terapia. E eu disse, oh, então se está cansado aí vai fazer terapia. Não imagina esta energia como um trabalho. Imagina como se fosse a brincar, a se divertir, tudo isso, e portanto não se vai ficar cansado. Então eu fiquei convencida e continuo a fazer o trabalho. Porque não é um trabalho, quer dizer, é um trabalho mas que não...

A experiência que eu tenho é assim, eu posso estar muito cansado, eu posso trabalhar um dia inteiro, mas enquanto eu estiver ligado à energia, eu posso trabalhar, posso ficar com as pernas a doer, isso é diferente, mas eu posso trabalhar de manhã à noite, não tem acontecido isso agora no momento, mas quando eu ia ao Brasil, tinha muita gente no mundo, eu podia trabalhar de manhã à noite e não me sentia cansado. É, às vezes, só fazer um ou dois, parece que já está cansado, mas não está.

Eu não sei o que a Madalena tem, qual a experiência que tem nessa área, mas o que é que sente, mas eu não me sinto cansado.

Não, porque quanto menos nos focarmos no que estamos na pessoa, quanto mais nós deixarmos fluir a energia, mais energia temos. É isso que eu sinto. Portanto, não damos nada de nós, nós recebemos e passamos. É apenas isso que nós fazemos. E, Serafim, acha que trabalhamos sozinhos ou que temos guias?

Eu não percebi agora. Nesta terapia nós trabalhamos sozinhos ou acredita que temos guias, que temos outras ajudas invisíveis? Agora tive uma dificuldade em ouvir, não foi só isso. Não, ou não ou sim, quer dizer, nós não trabalhamos sozinhos, temos muitíssimas ajudas. Eu não costumo ver muito, mas costumo sentir.

E quando, nos últimos tempos não tem acontecido isso porque não tem havido trabalho, não tem havido trabalho assim tão, mas quando eu me deslocava para cursos, como aí à Esfera ou no Brasil, tanta gente me dizia assim, ipá, aqui à volta estava um grupo de seres, uns muito grandes, outros diferentes, às vezes vêm catedrais de… catedrais de…

de pedras, de pedras preciosas. Portanto, viam isso, viam... Portanto, tanta gente que me disse ao olho, não sei se já aconteceu consigo, as pessoas dizem assim, quem é que estava mais aqui dentro da sala, que andaram aqui a correr à volta da Marquês? Portanto, é um sinal que não estamos sós. Eu tenho essa... Ainda ontem à noite fiz curas, e tenho a certeza que não estava só. Pela quantidade de energia que passou.

para o número de pessoas que eu tentei, fez chegar a energia, portanto não estávamos sós. Agora há uns que têm mais facilidade em ver determinados seres e outros não têm tanta facilidade, mas eu não tenho muita facilidade em ver, mas de sentir.

estou cada vez a sentir mais. Portanto, pela quantidade de pessoas que já me falaram, mas uma coisa mesmo que sobreviver determinados seres, não posso, embora eu não tenha visto, mas eu não posso duvidar.

de que eles realmente ajudam. Mas não é só ver, é que eles dão indicações para ir fazer. Sim. Por exemplo, um dia perguntaram assim, porquê é que no nível 3, que ainda temos que falar, porquê é que no nível 3 tem que ser os desenhos feitos em dois dias? Então, uma senhora perguntou isto num determinado dia no Brasil, num domingo de manhã, e eu, pensamos, não tinha resposta. Eu disse, olha, foi assim que eu aprendi.

Ela foi para a Marquesa, para uma sala à parte, deitou-se na Marquesa, desprendeu-se do corpo, foi olhar para cima para o tete, começou a ver o corpo em baixo, e eu que estava desenhando as linhas, era uma marionete, quer dizer, à frente da minha mão e a outra mão a desenhar linhas, as linhas tinham uma determinada espessura, vou dizer assim aqui, mas uma determinada espessura.

mas depois de desenhadas ficavam com outra espessura. Portanto, sinal que no primeiro dia tinham sido desenhadas, tinham sido abertas e que no outro dia tinham sido ampliadas. Um senhor no Brasil disse-me assim, Serafim, disseram, para lhe dizer, que...

O trabalho que está fazendo estava bem feito, para continuar a fazer, mas não se preocupe muito se algum dia ficar alguma linha ou algum ponto para trás, que não seja deixado de propósito, porque eles compõem isso.

Agora, não vai dizer assim, vou fazer assim tudo muito rápido e não… mas por qualquer motivo… Se alguma das sequências falhar, elas são corrigidas por seres luz. Elas são corrigidas por seres luz. Muito bem. E ainda não falámos no nível 3? É verdade. Portanto, este… depois de fazer o nível 1 e 2, quem quiser pode dar mais um… subir mais no grau…

E há algo que eu chamo o nível 3. O nível 3 é um pouco diferente, porque já envolve… Enquanto na terapia, no nível 1 e 2, quando se aprende, podemos executar um trabalho de qualquer maneira. Quer dizer, não tem… Não é de qualquer maneira, é com as… sem regras rígidas. Fazer a terapia à nossa… conforme nós sentimos. Sim. No nível 3.

O que aprendemos, portanto, aprendemos, há, mas antes disso eu vou dizer, há determinadas linhas e pontos no nosso corpo, que são aquelas linhas da acupuntura, esses pontos que, por muitas razões, ao longo de centenas ou de milhares de anos, fomos recebendo informações contraditórias, dizendo que não servimos para nada, que não era ninguém, que...

só tínhamos que trabalhar para os que mandavam, para servir o castelo ou qualquer coisa assim, e então, e mesmo a própria Igreja Católica, me diz hoje na Igreja que não somos dignos quando vão comungar, então se fazia com que o nosso ADN fosse diminuindo. Portanto, nós fôssemos tornando cada vez menos...

pensando que não tínhamos força, que não servíamos para nada. Então, o nosso ADN teve, noutra época, nos Lemurianos, por exemplo, a 70, 80, 90% da sua capacidade, e foi andando para trás até chegar aos 30% que temos hoje. Podemos alterar isso.

temos que fazer com que isso seja aumentado. Então, no nível 3, nós aprendemos como, conversando com o nosso adíquivo, como é que ele pode ser aumentado. Vou beber uma coisinha de água. E também aprendemos...

a desenhar determinadas linhas e pontos, que têm princípio, meio e fim, e com essas linhas e pontos concluímos o nível 3 e demos o tal salto nos tais degraus da escada deste trabalho. Muita gente também relata muitas coisas interessantes que acontecem durante esse tempo, mas é assim o que lhe relatam.

Eu também agora não tenho praticado muito a tarmacionária que dizem, mas tem muita coisa guardada, escrita sobre isso. Sim, é verdade. Nesse trabalho do terceiro módulo, que o Serafim Vieira chama a sintonização com a totalidade dos seres, são desenhadas linhas. As linhas têm cor, nós conseguimos, muitas pessoas, muitos de nós conseguimos ver.

as linhas em azul fluorescente, não sei explicar, mas é a cor que as linhas têm quando saem das nossas mãos, é como se fossem fechos de luz que desenham linhas, e mais do que isso elas têm um som que nós podemos ouvir, as linhas imitem um som, não há outra forma de dizer isto, não é? É uma vibração, é um som. Eu não tenho a experiência de ver assim.

Mas muita gente já me relatou de visões, de ver as cores, de ver os seres de luz olhos de hora a compor as linhas. Muito interessante. É verdade. E então, vamos saber uma coisa. Se alguém quiser fazer uma terapia com o Serafim, ou se quiser fazer uma formação, iniciar o seu percurso no TRF, como é que o contacta? Eu sei que está na Madeira.

Bem, primeiro eu tenho um site, não sei se eu olho, mas ainda estava à espera que me fizesse essa pergunta agora, não sei de cor, mas é, se for lá por... Se puder, TRF. Terá TRF, Transmissão do Retorno ao Fundo, vai aparecer o site. E depois tem, nesse site tem os contactos, portanto pode contactar por via e-mail, pelo Facebook, ainda estou a responder a uma senhora que me contactou pelo Facebook de uma cura à distância.

portanto pode contactar por Telemova por Facebook agora é WhatsApp é o que está mais corrente por estes meios que há à disposição muito bem

Mas de cor não sei nem... Sim, mas basta procurar na internet, colocar TRF Serafim Vieira e é fácil aceder ao site do Serafim e lá terá toda a informação para... Eu não tenho saído da Madeira quase há dois anos, mas eu quero... Estamos todos presos em casa. Mas quero brevemente...

a desamarrar as asas e voar, porque sempre na madeira fica...

Muito bom, e eu espero que seja para breve, porque precisamos de si, eu sei que a terapia, tudo, a formação, tudo pode ser feito online, porque na verdade não há tempo nem há distância, mas é muito mais agradável para quem faz e para quem recebe, porque quem…

quem faz recebe imediatamente o testemunho do que aconteceu ali, é o fazer, e muitas vezes nós não sentimos nada que estamos a fazer, mas a pessoa que está a receber diz coisas que nós dizemos, como é que isto é possível? Como é que as pessoas… Mas penso como é que isso é possível, mas é assim. Mas pronto, mas é assim.

É, é muito giro. Às vezes é tão divertido fazer a terapia, mas muito mais divertido ouvir o relato das pessoas, as coisas incríveis que elas nos relatam. Uma coisa que eu gosto muito nos cursos é a gente trocar energia uns com os outros, depois eu costumo fazer uma roda, e por cada um a falar, e aparecem relatos muitíssimo, muitíssimo, muitíssimo interessantes. É assim, no...

No Zoom também há pessoas que relatam, mas quer dizer, falta sempre um calor humano, que não é tão fácil de passar por aqui. Portanto, como eu já disse há pouco, não há distâncias, todos estamos ligados, sabemos todos uns dos outros, mas, por enquanto, ainda estamos um pouco agarrados a estarmos mais juntos.

Sim, ainda valorizamos muito o contacto pessoal e eu fico contente que assim seja, porque é importante, o nosso contacto é fundamental.

E pronto, chegamos ao fim da nossa conversa com o Serafim Vieira. Agradeço ter aceito o convite, ter estado aqui connosco. Já sabem, se precisarem saber o que é, ou ter um primeiro contacto com transmissão de retorno à fonte, é procurar Serafim Vieira e ele cá estará para vos ajudar.

Estou fazendo uma experiência para ver se depois, quando a Madalena voltar a ver, ver se realmente, sei que está funcionando agora, daqui uma semana ou duas, daqui a um mês, sei se está funcionando. Sim, senhor. Olhe. Obrigado por me ter convidado para este trabalho. Trabalho não para esta conversa.

Não estou assim muito treinada a entrevistas, mas é uma maneira também da gente treinar e de pôr as ideias mais alinhadas. É verdade. E é muito mais interessante receber a informação da pessoa que está na origem da terapia. Obrigada, Serafim, e até breve. Até breve.

Com inquietações. Porque há sempre alguma coisa que está para acontecer.

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