Quando alguém de quem gostamos está a sofrer, o nosso instinto é resolver. Trazer soluções. Conselhos. Perspectivas.
Mas e se isso estiver a fazer exactamente o oposto do que queremos?
Neste episódio falo sobre a compulsion to fix — o fenómeno psicológico que nos faz querer resolver o sofrimento dos outros, muitas vezes a custo de os incapacitar.
E sobre o que Carl Rogers identificou como os três pilares da escuta verdadeira: presença genuína, ausência de julgamento, e empatia real.
Às vezes ajudamos não fazendo nada. Às vezes a melhor coisa que podemos oferecer são os nossos ouvidos e o nosso coração.