CMO O QUE FAZ E QUAL SEU PAPEL NA EMPRESA - Gustavo Hardt | 6 Temporada #MTP
No episódio de hoje, recebemos Gustavo Hardt, CMO as a Service e membro do The CMOs Marketers, profissional com mais de 10 anos de experiência em liderança nas áreas de marketing e dados, atuando ao lado de grandes empresas do varejo e sendo reconhecido entre os principais líderes de marketing de Santa Catarina.Nesta conversa, vamos explorar o verdadeiro papel do CMO dentro das empresas, entendendo como esse profissional impacta crescimento, posicionamento de marca, dados, tecnologia e estratégia em um mercado cada vez mais orientado por performance e inovação.🔔 Se inscreva no canal e ative as notificações para não perder nenhum episódio!📢 Patrocinadores 🚀 theCMOS: https://thecmosmarketers.digital/🚀 Human SA: https://humansa.com.br/📈 Agência Omamori: https://agenciaomamori.com.br/📈Govcorp: https://govcorp.com.br/📱 SIGA O MARKETING THE PODCAST:Instagram: https://www.instagram.com/marketingthepodcast/
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- Papel do CMOTransformação digital · Decisões baseadas em dados e tecnologia · Experiência do cliente · Inovação de produto · CMO as a Service · CMO Part-Time
- Marketing e Criatividade vs. VolumeComparação com filmes antigos · Marketing com mais volume, menos criação · Importância da criatividade baseada em dados
- Marketing e VendasConfusão entre os cargos de CMO e chefe de vendas · Vendas como coração da empresa · Integração entre marketing e vendas · Importância dos dados para a equipe de vendas · Agentes de IA substituindo SDRs
- Trajetória Profissional de Gustavo HardtStartup de genética · Oktoberfest · La Moda · Porto Belo · Next Group
- O Poder do Conteúdo e da NBANBA como case de transição geracional · Conteúdo e difusão de conteúdo · Posicionamento de marca · Roblox como canal de mídia para Gen Z · Criação de ídolos pela NBA
- Contratação de CMO e CMO Part-TimeEmpresas de médio porte contratando CMO em estagnação
A criatividade caiu muito. Caiu muito, acho que no geral, tá? Não só nas aplicações de marketing, assim. Eu comparo muito o marketing, a propaganda, com o filme também, né? Porque, tipo, os filmes de antigamente, na minha visão, tá? Tinha produções, tinha uma criatividade, assim, excelente. E hoje tem alguns que são bons, mas tem mais volume. O marketing virou um pouco disso. Mais volume, menos criação.
Marketing, the podcast.
Fala pessoal, Bruno aqui do Marketing The Podcast. Vocês devem já lembrar quem eu sou, mas só que a questão aqui do Bruno, quando ele fala quem ele é, ele acha que ninguém é necessariamente saber quem ele é. Então eu entendo que eu preciso explicar para vocês quem eu sou. Até porque me apresentando e sendo educado. Pessoal, Bruno Gimenez aqui, arroba bruno.s.gimenez.
Host, fundador do Marks the Post, que é há cinco anos fazendo isso aqui, dez anos de mercado de comunicação, vendedor de natureza e comunicador, sei lá, acho que sempre fui, gente, eu sempre precisei ser na minha vida. Então,
Estamos aqui para um papo muito bom. Então, hoje é um tema. E é um tema que desperta interesse, inclusive. E é um tema que desperta interesse porque também todo mundo quer saber um pouquinho desse tema. Todo mundo é um cargo que, dentro da nossa área, todo mundo quer chegar, mas não sabe como chegar.
E hoje tem N variáveis. Qual que é o tema hoje? A gente vai falar do papel do Simão e o que ele faz. Simples, rápido e prático. E a gente está trazendo o quê? Um grande Simão do mercado. Um grande Simão do mercado. Um cara que vive na ilha da magia. Então a gente já vai falar aqui que vive bem.
Muito bem. Então, a gente está trazendo aqui, e se eu errar também o sobrenome dele, ele me perdoa. Gustavo Hardt, Simo Part-Time, Simo Digital, e membro do The Simo Marketeers, tem que fazer esse jabá, porque são nossos patrocinadores.
está entre os top líderes de marketing de Santa Catarina, com mais de 10 anos de liderança nas áreas de marketing e dados, atuou com grandes empresas de varejo. E um amigo pessoal também. Gu, seja muito bem-vindo ao Marketing Depô, esse papo devia ter acontecido presencial. É verdade. Primeiro, muito obrigado.
pela oportunidade. Eu acho que desde o momento 1 que a gente se encontrou, a gente não parou de falar, não parou de trocar ideia e falar sobre negócios e sobre vida. Então, para mim é muito importante estar aqui, eu estou empolgadaço aqui e bela apresentação aí também a tua, né? E assim, já falando um pouco de mim, eu sou malésinho, então eu estou aqui em Floripa, já passei por várias cidades, mas eu estou aqui em Floripa com mais de 10 anos de marketing.
E estamos juntos para falar um pouco de CMOs e CMOs part-time, como faz isso, como é, como funciona na prática, como é o dia a dia, e tem muito assunto pela frente. O que a gente tem é assunto, né? Se tem uma coisa que a gente tem muito é assunto.
Isso já desde a primeira vez que a gente se encontrou ali. Para vocês não sabem, porque a gente conhece um pouco do mercado, mas a gente teve aí uma maior... Um alinhamento, né, Gu? Ali na DigitalX 2025, onde a gente bateu um papo ali, a gente começou a conversar e não parou, como o Gu falou. Mas também eu aprendo muito. Pessoas como o Gu...
me ensinam muito. É um prazer ter aqui no Marketing The Podcast, porque é algo que a gente aprende demais. Você tem uma trajetória, uma carreira que é invejável. Então, todo mundo quer saber como chegar nesse cargo. Já ficou maluco? Já teve burnout? O que já aconteceu aí? Boa!
Nossa, na minha carreira de marketing, eu comecei a começar pelas loucuras. Comecei já com uma startup de genética. Lá em 2015, que nem startup ainda não era... Estava começando realmente a ganhar força, a ganhar investimentos e tudo mais. Eu fazia parte de rede digital e comecei a fazer as campanhas, fazer algumas coisas. Depois fui para uma agência.
aqui de Florianópolis, e aí trabalhei com a Oktoberfest, que já era um evento gigantesco. Fui muito! Fui muito, Gu! Fui muito! Então, só para lá. Então, que ano isso, Gu?
Foi em 2017, acho que foi. Ah, não, fui antes. Falei para se sentir velho. Fui em 2012, 2013. Cara, tinha uma camiseta, eu lembro até hoje, eu deveria ter enquadrado essa camiseta. Tinha uma lá. Para cada chope que você bebeu, você escreve um X na camiseta. Já tinha uns 20 X. Eu lembro que eu estava escrevendo na frente e que não tinha espaço.
Então, é um dos eventos mais marcantes, assim, do início da minha carreira, porque o que tinha para acontecer, aconteceu, né? A gente tentou de fazer um chatbot, não deu problema, o site caiu na hora de comprar os ingressos, mas, assim, o mate foi sensacional. E aí eu fui nessa jornada, fiz outros trabalhos com varejo também, fui para a La Moda, trabalhei com moda e com franquias, né? E aí eu comecei a pegar gosto para o varejo.
Então, eu já passei pela Porto Belo, onde fiquei mais tempo também. A gente fez resultados incríveis junto ao Google. A gente teve campanhas de retorno sobre investimento. Hoje, com maior rentabilidade dentro do Brasil em campanhas Google, dentro do ramo de construção. Baita case, hein, cara? Baita case. Eu até gravei um vídeo para eles mandarem na convenção do Google, falando sobre o case e tudo mais, quanto que rendeu as campanhas.
E a gente foi aprendendo com muita garra e estudo. E aí, tendo a oportunidade certa, a gente consegue acelerar de uma forma incrível. E aí, nessa jornada, toca também com o Next Group, onde tem uma parte de cuidar das outras empresas também, trazer a visão de marketing, trazer a visão de performance para cada uma. E também...
é ter essa parte de ser meu Spartai, que é saber o que está fazendo na hora certa e também trazer muito dado como base para te organizar mesmo cada passo que te dar junto à empresa. Então, essas são as coisas principais.
E outra, né? A visão holística, né, Gu? No final das contas, né? É ter a visão holística, sobretudo, a visão macro. Mas a gente já vai para isso. Porque agora você me lembrou de Oktoberfest. E se tem uma coisa que a gente conta aqui, são histórias, pessoal.
O host de vocês, ele não é um cara engravatado. Sou, dependendo da situação. Mas quando você fala de Oktoberfest, além dessa história, tem uma história maravilhosa. Eu estava no Oktoberfest e eu já tinha tomado esses chops todos, e foi cinco dias lá. E no final das contas, o que aconteceu? Eu tinha um cara de viking, vestido de obelix.
E aí, eu lembro em flash, de eu fazendo isso, que eu fui andando, e ele tava com uma trança. Eu, cara, você é um obelix. Eu puxei a transmação. O cara tinha uns 2 metros e 10, cara. Eu puxei a transmação. O cara, ô louco. Ele tirou. Mas ele não tirou uma caneca. Ele tirou um jarro. Um jarro de cerveja.
Toma uma comigo! Eu, aê! Cara, uma boa lembrança, tá? Eu tô me lembrando que eu fui... No outro ano seguinte, eu trabalhei um ano, aí eu não bebi nada, né? Ia pro hotel e tal, ficava de boa. Isso é culturalmente proibido você gerir a Oktoberfest e não beber. E não degustar, né?
Eu cheguei no outro ano da Outtober, e aí eu estava em um evento e eu cheguei na Outtober atrasado. Então, eu cheguei lá, acho que era meia-noite, uma hora da manhã. E aí eu estava na fila aqui para entrar, que era uma filinha pequena assim.
E aí encontrei meu ex-professor de biologia sentado na escada, já tinha desistido, já tinha desistido de tudo, mas assim, sentado, não sei mais o que fazer. E aí eu falei, oi, como é que tu tá? E ele puxou um chumaço de ficha e falou assim, eu tenho 20 fichas, mas eu não sei mais o que fazer com elas.
É maravilhoso, cara. É maravilhoso. Cara, o October gera esse tipo de oportunidade. Acontece que encontra uma pessoa aleatória e está tudo certo, isso virar um amigo. Eu não sei no mundo de hoje. Na nossa, pelo menos na minha época, não tinha Instagram ainda. No máximo tinha um Orkut com comunidade.
mas assim, quando a gente vai olhar eu tô ficando velho, quando eu falo isso eu me sinto velho mas daqui a pouco eu tô falando de geração prateada e eu tô dentro mas assim, no final das contas eu lembro de Oktoberfest e cara, quanta coisa que rola ali é uma festa que movimenta a cidade, né? de Blumenau e eu quero fazer um adendo aqui o Gu chegou atrasado meia-noite, uma hora da manhã
Para você que chega 9, 10 atrasado no trabalho e acha que está tudo bem, não. O Gu estava trabalhando na festa. Gu, tirando aqui a brincadeira, obviamente, a gente aqui no Marketing Depot, a gente tem uma coisa que é cultural do Marketing Depot.
Eu acho que a gente, nosso mercado, eu tenho uma crítica que há muitos anos eu faço, que é, ah, qual que é o teu crachá? Onde você trabalha? O que você faz? Estou dizendo que não é importante. Estou dizendo que o humano é muito mais importante, fazer amigos é muito mais importante, e que existem CPFs ali, e que às vezes nem são CNPJs ou são CNPJs, mas tem o CPF e isso é a garantia que sempre tem, né? Gu?
Quem é o Gu? O que o Gu faz? O Gu joga picobol? O Gu assiste Cavaleiros do Zodíaco? Quem é o Gu? Conta aí pra gente. Bom, eu, desde pequeno, eu jogo tênis. Joguei tênis até meus 20 e ainda jogo com tênis mais esporádico. Meu irmão, que sou de tênis, eu sempre joguei. Desde pequeno...
Então o Guga faz parte da minha vida, ele morava perto de casa, então rolava tipo carona, ele ia junto quando era adolescente, ele ia até quase a mesma idade do meu irmão. Eles trabalham junto também na escola deles e tem coisas, então eu sempre joguei tênis, gosto de pescar, porque morar na ilha eu gosto de pescar. O Guga, o herói nacional, pegava carona, o cara é bem relacionado, o que é isso aí?
Gosto pescar, não quer dizer que eu pegue peixe, é diferente, são duas coisas distintas. Hoje eu moro aqui em Floripa, moro eu, meu namorado, a gente tem uma cachorrinha já idosa, mas assim, ninguém dá 14 anos para ela, ela tem uma energia... 14 anos? 14 anos?
Ela tem uma energia, assim, surreal. Ela não dá rio pra ninguém também. Chegou perto, ela vai latir, vai falar assim, não chega perto. Mas ela é um amor dedicado, então ela é a nossa parceira aqui. E soa, cara, assim, ó. De anime, eu assisto basicamente...
quase todos, assim, de anime. Eu tenho assinado ele Preach Roll. Assistiu Jujutsu 3, Zé? Assistiu Jujutsu 3? Claro, claro. Que absurdo esse último episódio da Mac, hein, cara? Que absurdo. Cara, tem vários, tá? Que tem o...
Que a gente fica assim, ó, o que aconteceu? Certo, mas por que aconteceu? E fica esperando pro próximo ano e às vezes atrasa, eu fico indignado, entendeu? Cara, eu também sou o cara do current role, sou o cara da série, acho que eu acreditei tanto fim também, porque existe uma coisa no mercado, que é, a gente, é legal fazer negócio, mas fazer negócio com uma amiga é mais legal ainda. É, com certeza flui, acho que flui mais rápido, entendeu?
funciona mais rápido, né? Lu, eu acho que a gente mostrou um pouquinho aí, eu quero... Vocês não sabem, gente, que fica um pouco não tão no mainstream, mas mais no underground. Um dia eu ainda trago pro mainstream assim que o Marketing Depot, que é se ele tiver no nível podpá, no nível globo, aí eu já trago à luz aí o meu programa pop.
Eu resolvi, Igor, com três amigos, fazer um programa chamado Bubacast. Por que Bubacast? Bubassar!
Se vocês acharem isso no Instagram, pessoal, vocês vão ver o real Bruno fora do mercado de business, tá? E esse Bruno, ele se diverte. Não que eu me divirto aqui, mas aí é o lado do Bruno lá. E também tem o 824, pra quem quer saber, tem o 824 podcast, que é o de basquete. Então eu trago todo mundo aí do mercado de esportes e tudo mais, acho que de basquete principalmente, o 824.
Gu, a gente está aí com o tema, que é sobre o Simo, o que o Simo faz, né? Eu acho que não tem como ser mais direto com isso do que o Simo faz. Para quem não sabe, o Simo é o responsável pela área de marketing, pela gestão do marketing da empresa, pela performance, pelos resultados trazidos pelo marketing.
Óbvio que a gente está falando aí de N empresas de diversos tipos de CMOs. Hoje a gente vai falar muito do CMO as a Service ou CMO part-time, né, Gu? Depende de como vocês querem enxergar essa parte. Mas tem alguns dados para a gente falar do papel do CMO, e aí eu quero a tua visão sobre isso, tá, Gu? Por favor. Porque segundo o Harvard Business Review 2025,
78% dos CEOs consideram o CMO essencial para a transformação digital das empresas. Segundo a McKinsey, aponta que CMOs, um relatório de 2025, aponta que CMOs modernos dedicam 40% do tempo a decisões baseadas em dados e tecnologia.
além das estratégias criativas tradicionais. Eu tenho uma crítica, que eu já deixo aqui claro, que eu vejo pouco tempo dedicado à criatividade, e aí você dá um budget baixo, e a criatividade também é baixa. É difícil, porque se você não tem dinheiro, você tem criatividade. É uma coisa que eu defendo, sempre defendi.
Um estudo da Gartner em 2025 revelou que 65% dos Simons agora tem responsabilidade direta sobre experiência do cliente e inovação de produto. Gu, como que você enxerga isso? Como você enxerga a área? Como você enxerga o papel do Simons nas corporações? E também fala um pouquinho desses dados aí. Bom, primeiro vou falar do papel do Simons, do marketing, que eu considero essencial.
há, digamos, 10, 15 anos atrás, o marketing sempre foi o núcleo criativo da empresa e trazia coisas inovadoras. Acho que por isso que a transformação digital vem do marketing, ele acaba vendendo de uma forma melhor essa transformação digital, a tecnologia.
ao favor da empresa, a favor dos resultados. Então, isso é essencial. Ter os dados ali, ter novas tecnologias junto a empresas grandes, faz que ela cresça de uma forma consistente. Não tem tanta... As empresas que ficam sem estar perto de startups, sem estar perto de tecnologia, acabam ficando para trás.
vem uma concorrente mais atual, mais nova, e eles não sabem como fazer e como rodar. Então, por isso que a transformação digital ali como marketing é essencial, porque o CMO ou qualquer...
pessoa do marketing está atenta às novas tecnologias, está atenta à produtividade e como fazer. Só que, com certeza, a criatividade caiu muito. Mas caiu muito, acho que no geral, não só nas aplicações de marketing. Sim, hoje tu vê... Eu comparo muito o marketing, a propaganda, com o filme também. Porque os filmes de antigamente...
na minha visão, tinha produções, tinha uma criatividade excelente. E hoje tem alguns que são bons, mas tem mais volume. O marketing virou um pouco disso. Mais volume, menos criação.
Eu vi isso recentemente de um grande consultor global de marketing, que ele falou, cara, eu busco filmes de 50, isso aí corrobora muito e muito oportuno, 50, 60, 70 os filmes, porque hoje em dia os filmes não olham mais para a criatividade, de lá você consegue pegar insights. Faz muito sentido isso a falar. É, exato. E aí eu trabalho...
de forma sistemática com os dados. Eu amo os dados e tem que estar mapeado a jornada 100%, tem que estar tudo mapeado, o dashboard claro, conciso, entendeu? Com a estrutura certa de dados para você não se perder, porque não adianta falar um monte de QPI, falar um monte de métrica, se a pessoa não vai entender. Tem que entender, ó, a gente está nesse ponto e vai chegar nesse ponto, ou chegamos nesse ponto. Por causa disso, disso, disso.
Só que sim, se tu não tem um brand, uma marca criativa, uma marca de referência, que ela trabalhe nisso também, trabalhe com a cabeça das pessoas, que as pessoas reconheçam ela como uma marca que está ali, ou que é parceira, ou que é criativa, ou que tu acredita no produto, acredita na empresa.
a performance dificilmente vem, porque, assim, autoridade é uma coisa que se constrói ao longo do tempo. E se tu não fizer isso bem, a marca morra, né? A marca se esvazia porque aí tu apela para... Ah, tipo, vou investir um milhão em mídia. Pô, apela para ficar batendo a mesma tecla sempre, o cara vai cansar, a galera vai enjoar. Um abraço, entendeu?
É, e aí a identificação, né, cara? Hoje eu tive umas discussões, tem umas coisas que eu fico meio, que eu discuto com o mercado em off, e eu sou muito... Não é que eu sou polêmico, polêmico eu não sou, nunca fui, mas no final das contas eu falo o que eu penso em relação... Serão, né?
sincerão é sincerão de uma forma muito educada com respeito sempre mas eu justamente eu conversei muito hoje mesmo com o mercado sobre as coisas a gente precisa olhar não chutar o balde isso era uma negociação que ia me gerar um valor aqui de patrocínio inclusive para o marketing de podcast
E aí, poxa, vamos fazer um evento, que é uma coisa que a gente do Marte de Pôr, que é o que se faz. Vamos fazer um evento, vamos trazer nomes, vamos fazer tal coisa com a comunidade, isso aqui. Eu falei, olha, eu não vou fazer. A gente está falando de uma cifra de três dígitos. Não vou fazer porque não vai dar certo. Como que a gente vai se ninguém te conhece? E isso é o papel muito do podcast com, por exemplo, as marcas que vêm patrocinar o podcast.
Se ninguém te conhece, se a gente não fez uma construção, como a gente vai montar o evento?
Então, isso para mim não fazia sentido. Então, é muito também da verdade que o marketing de podcast e a marca pessoal Bruno Gimenez traz. E isso é muito do que as marcas hoje não entendem, que existe uma questão de credibilidade, a credibilidade leva tempo. E muitas vezes falar não no lugar de sim. Outra coisa que eu falo muito do mercado, e eu não sei se você corrobora comigo, e fica à vontade para discordar, gostamos, aqui é um lugar de debate, inclusive.
e eu estou aprendendo com você, inclusive, a gente olhar para isso e falar assim, olha, Simo, quantas empresas colocam um chefe de vendas como Simo?
e o Simão abaixo do chefe de vendas. E vice-versa. Eu sou um grande defensor de vendas. Eu falo que a vendas é... O pessoal olha para a vendas de uma maneira que não é correta, porque o último que lembro é vendas, mas a vendas é o coração da empresa. Então, uma coisa não faz sentido com a outra. E marketing e vendas vive brigando. Isso é um fato. Só que assim, quando a gente olha...
para esse cenário, as coisas têm que ser delegadoras. Não ter vendas e o marketing embaixo. Não ter marketing em cima, vendas embaixo. Não confundir o cargo de CIMOL com o cargo de diretor de vendas. Não é assim que funciona. Então, você tem o CIMOL, você tem ali, hoje o CBO, o Chief Brand Officer, que algumas empresas já têm.
Já temos aí o CSO, que por vezes ele é sustentabilidade, por vezes agora eu estou vendo como sales, chief sales officer, dependendo da empresa, depende de como usam essa círula, que é o chefe de vendas. Por que vendas nunca teve uma cadeira desse level? Eu nunca entendi isso. Até porque, para mim, o CEO é um vendedor.
A gente tem um amigo em comum, um CEO de grandes eventos, e aí eu falei, sentado com ele, tomando cerveja, eu falei, você é CEO e tal? Cara, o CEO é vendedor. Eu falei para ele, o CEO é vendedor. O CEO é vendedor, não existe você ter um CEO... Só que assim, não estou falando a venda cega, mas sim a venda holística, onde marketing vai fazer com que a performance ocorra.
Hoje eu já tenho uma dúvida sobre o CEO ser vendedor, não tendo esse cargo de CSO, sendo que o CEO tem que ter uma visão mais holística. Porém, queria a tua visão nisso, e essa confusão de marketing com vendas, e vendas ser a mesma coisa que marketing, marketing ser a mesma coisa que vendas, branding entra ali e tudo mais, não faz sentido, não faz sentido e não é correto. Mas eu queria que você desse a sua visão sobre isso. É, cada um com a sua especialidade, e mais assim, ó.
digamos que temos três cargos, cada um com essa especialidade, mas os três focados para a mesma entrega, que é, no final, rentabilizar. Então, tem que passar por marketing, tem que passar por vendas. Por exemplo, na Porto Belo a gente fazia isso muito bem, tinha um núcleo gigante de comercial e um núcleo de marketing gigante também. Fazia reunião de alinhamento.
E trazia, daí, claro, ia um volume grande de lead para as lojas, e a gente conseguia fazer um mapeamento de 100%. Ah, esse aqui clicou em tal lugar, daí pegou uma promoção X e foi para a loja. E aí foi lá e comprou. Ou não. Putz, a margem de compra está 1%. Está muito ruim. Peraí, peraí. Vamos se reunir. A gente, pelo menos naquela estrutura, funcionava de uma forma mais clara. Porque aí eu pegava o head comercial.
Vamos para o aquário, que eles chamavam. Aqui e também trazer os dados. O que eu fazia muito? Treinamento de dados para o pessoal de vendas. Porque aí uma coisa é eu entregar assim, toma aqui 100 lites, te vira. E agora outra coisa é eu entregar, olha só, tem 100 lites aqui. 3 vieram do São Paulo, 4 vieram do Rio de Janeiro, tem esse perfil aqui.
Ele está empolgado, então na hora que ele clicou, ele já queria falar com alguém no WhatsApp, trazer essas informações, o cara vende rápido, entendeu? E aí a pessoa se empolga quando ela tem realmente uma conexão e uma informação antes de poder trabalhar. Porque senão vira assim, ó, vira mais trabalho. Fala, lá vem o cara que vai trazer mil leads para mim. Eu não vou querer falar com todo mundo. E agora tem...
também os agentes de IAA que estão substituindo esse primeiro contato, de SDR e tudo mais. Aí eu tenho uma outra visão que, sem os dados necessários, o agente de IAA não dá conta, ele vai se perder no meio do caminho e vai não saber o que fazer. Então, é um ponto crítico. Tem uma solução e ela não está madura o suficiente ainda. Tem algumas empresas que já...
estão fazendo a estruturação de dados dentro da empresa para que esse agente de IA faça um papel mais claro e mais preciso de leitura desse cliente para poder falar de uma forma mais correta, mas ainda está na superfície. Porque o pessoal acha que tem IA, vai, põe a IA e vai.
Pega a ladeira e vai.
E não é bem assim. A IA vai buscar uma série de fontes, pessoal. Então, existe o treinamento de IA, existem as fontes que a IA vai buscar. Então, para cada empresa, e é uma coisa que é realidade hoje, cada empresa, até o futuro da IA, a realidade da IA, né, Igor? Hoje em dia, que é justamente treinar a sua IA e ter sua IA proprietária. E a sua IA proprietária ser uma extensão da empresa, uma forma de otimização, mas a tua marca interna, a tua máquina interna, vamos colocar dessa maneira.
para operacionalizar. Uma coisa que me chama atenção, que eu também queria a tua visão nisso, e eu acho que você foi muito assertivo, até voltando um pouco para não pular tão rápido, teve uma coisa que me chamou muito a atenção que você falou, ensinar a equipe de vendas sobre a questão de números.
A partir do que o vendedor olha ali, e eu passei por empresas que tiveram isso, ele olha e fala, pô, sua conversão está nisso aqui, está nessa taxa. Se sua conversão for 1% a mais, você ganha 10 mil reais a mais. Você ganha 20 mil reais a mais. 100 mil reais a mais.
Então, é uma consciência que vai fazer entender aquele vendedor de que o número é importante, o quanto o marketing está trazendo. Então, é uma integração, é uma forma, um ponto de integração entre as áreas. O que precisa acontecer no final dos pontos? Pode falar, pode falar. Eu ia falar também do papel do CEO como vendedor e como...
que a gente fala aí, o founder do Growth, é uma parte que também tem crescido dentro das empresas, mas ele também tem que estar munido dessas informações, para saber onde e o que está dando certo e o que está dando errado, porque só fazer por fazer, às vezes, não vai. Tipo, a CIMED hoje pegou, não é o CEO, mas pegou o Togoro para fazer. Com certeza, ele está munido de informação.
para fazer barulho, entendeu? Ah, beleza, chegamos a 2 bilhões de impressões, ou de visualizações, no caso ali. Beleza. O que reverberou mais? Isso eles não contam ali, mas é importante ter esses dados para... Beleza, para onde escorreu esse investimento? Para onde escorreu? Escorreu para as lojas? Escorreu para as vendas?
foi para lá, entendeu? Então, é um ponto crítico, mas que tem que fazer, tem que estar ali junto. Acho que você pegou um ponto aí que as redes não param de comentar, que é justamente, primeiro que no World Media, a mídia ganha da CIMED com o Toguro foi gigante, além de você fazer um lançamento já vendendo, sem você precisar tracionar uma venda, foi gigante.
O Toguro, ele vem, por mais que... Eu gostei muito de como o Shibata, que foi o Shibata que trabalhou a marca do Toguro. Gênio, né? Como ele trouxe essa situação de o pirata, ele pegou o arquétipo e ele colocou o pirata alienígena em relação ao arquétipo. Faz muito sentido. E para o pessoal que realmente tem até um preconceito sobre o conteúdo do Toguro, por vezes, ou só nicha ele na questão do maromba, essas coisas... Toguro Toguro
O Toguro, ele emplaca Hit Trends desde 2022. Em pleno 2022. Quem nunca viu, né? Em relação... Agora, aí teve outros. Cada ano ele emplaca um. E você falou da questão da CIMED, né? Hoje eu ouvi uma... Eu vi um desses cortes, que estão sendo vários cortes.
saindo dessa questão do Toguro, e também na comunidade do Market Depôts, pessoal, vai ter o link aqui, se vocês querem à vontade para entrar na comunidade do Market Depôts, debatam, conversem com a galera lá, e é isso, a gente está buscando tracionar a comunidade.
Eu fico um pouco ausente, vou ser mais ativo, mas a gente estava conversando sobre isso ontem, o bicho pegou falando justamente dessa questão do Toguro. Eu participei de episódios de podcast, onde, olha, como que o Toguro, ele é o Simo, ele não é o Simo. E aí um levantou a mão e falou, mas que moral a gente está tendo de marketing hoje, em pleno 2026?
para falar em relação ao simul da situação que a gente está tendo, se hoje a criatividade nossa está em baixa. Faz sentido? E aí houve um corte hoje que faz muito sentido. Eu acho que faz sentido em determinados tempos, porque se a gente olhar pela questão corporativa, a cultura corporativa, isso está muito dentro.
O Toguro falando justamente nesse corte que, olha, eu sentei na mesa da CIMED, umas 15 pessoas ali hiperformadas, formações que eu nunca tive na minha vida, falando óbvio que uma linha resolveria. Olha, em determinados momentos eu vi isso, mas existe ali uma questão corporativa, uma cultura corporativa para isso. Não sei muito o que pensar sobre isso, eu deixo mais para discussão nesse momento.
Boa. Isso que tu falou, eu fico lembrando de que a maioria dos CMOS que eu conheço não são influencers. E nem gostam de aparecer no Instagram, em qualquer outro lugar. Não gostam mesmo. Eu ainda tento ativar alguns.
aparece mais vezes, fala um pouco do Instagram... Coisa do marqueteiro, coisa do marqueteiro. É, e a galera não gosta, não gosta. Eu já, tipo, falei, pô, aparece aqui, vamos para o evento, vamos palestrar, ah, não, não, longe disso. E é isso, sim. Às vezes tem que vir alguma pessoa fora da caixa para...
para quebrar um pouco isso e fica de aprendizado para o time todo. Pô, por que não... Às vezes tem medo de falar, às vezes teve uma ideia, teve medo de falar e falar a outra pessoa e falou, oi, um que não tem nada a ver, faz aqui esse caminho. Ah, faz sentido, né? Então falta isso, faltam os gênios criativos aí para, de repente...
Dá uma equilibrada no jogo. Faltam mais aliens piratas no nosso mercado, Gu. É, é, é, é, é, é, é, isso aí. Faltam mais aliens piratas no nosso mercado. Eu nunca imaginei que eu ia falar isso, mas faltam mais toguros no nosso mercado. A gente pode pegar um gancho que é de um outro episódio aqui do Marketing Deportes com o Rafa Velar, que é o pioneiro dessa conversa de Creators Economy.
E ele falou bastante disso, e o Toguro é uma comprovação, é uma bomba, é um meteoro que jogou na Terra, ali no mercado corporativo, que você quer começar um negócio. Hoje é muito difícil sem o creator, que hoje é muito mais difundido do que somente um creator. Existe uma estratégia muito grande ali por trás. Enfim, mais uma coisa que eu queria ver com você também, porque todo mundo aqui deve estar pensando, por favor,
Contratar um CIMO, eu não faço um faturamento de 50 milhões no mês. Eu não faço um faturamento de 1 bilhão no ano. E aí, eu peguei um dado que é muito curioso, muito curioso. Tem alguns dados aqui, mas um me chamou muita atenção. Segundo a Deloitte, um relatório da Deloitte de 2025, 82% das empresas de médio porte contratam um CIMO quando enfrentam estagnação no crescimento ou precisam expandir para os novos mercados. Ou seja...
Ferrou, a ponte não existe, eu vou lá investir no CIMO. Quando contratar um CIMO, Hugo, e precisa faturar um bilhão para você, um bilhão, um trilhão, agora já falo em trilhão as empresas, para contratar um CIMO? Não, não. E o quanto antes você conseguir contratar um CIMO, melhor. Porque o CIMO hoje traz marketing, traz dados, traz performance.
Se tem uma agência que te traz performance e não te entrega esses dados de forma que tu aprenda com esses dados, esquece essa agência. Ou pelo menos tenha mais rigor ao pedir os dados e tudo mais. Porque o papel mais importante do CMO é explicar para o CEO o que ele está fazendo, o que está dando certo, o que está dando errado. E para onde ele deve ir, como ele deve caminhar.
Porque senão ele vai ficar preso na caixa de 20 anos atrás, 30 anos atrás, ou desde que ele entrou. Sempre acertei aqui e sempre deu certo desse jeito. Isso aqui muda demais. Todo mês muda alguma coisa, entendeu? E aí eu vejo, pô, vejo propagandas, umas propagandas aleatórias hoje de aplicativo, de jogos.
e tal, e uma coisa descontrolada e a pessoa acha que está arrasando, entendeu? E falta o senso, falta dados para essas pessoas para entender como fazer, como fazer bem, porque cada caso ali de empresa, cada empresa tem a sua particularidade. Então, é essencial que... Por enquanto você está surfando na onda, tudo bem, a hora que você pegou a espuma, digamos, e está parado...
é contrato, contrato para tu aprender também. Não é só contratar para resolver o problema, é para tu aprender a longo prazo como não deixar isso acontecer de novo, entendeu? Então, isso tem que gerar, isso tem que gerar de uma forma muito mais fluida e como um exercício também do ego, tá? Porque, às vezes, ele fica sentado ali na cadeira e fala, não, sempre deu certo. E não é assim que se resolve, a empresa tem que ser...
tem que ser acompanhar o mercado, acompanhar as ações e ter quebrar essas barreiras que elas próprias criam para ficar na sua caixinha. Estar antenada também a tendências. É uma coisa que eu sinto muito hoje, eu sinto que o pessoal não está... Eu sou um millennial, eu assisti Jiraya.
Hoje eu peguei um dado sobre a Gen Z, que o Roblox é o principal canal de mídia. Então teve até, eu até falei em outros episódios disso, que eu fui olhar e falei, pô, peraí, a Gen Z, então acompanha a Roblox, não está tendo, é até engraçado falar, mas está tendo lá as revoluções do Roblox, está tendo ali as greves no Roblox, você vê ali, não sei quanto, eu assim, como pai de duas meninas pequenas.
eu vejo como errado, mas na posição pai, mas na posição cadeira, publicitário, marqueteiro e tudo mais, eu já falo, poxa, está tendo ali um bar, uma balada no Roblox, onde está tendo ali uma música no Nordestino, o João Gomes da vida, não lembro quais eram os contratos, mas João Gomes, essas coisas, pessoal dançando, esses são os decisores de amanhã.
Será que esses simôs atuais estão vendo isso? Porque um exemplo para mim hoje de case, de transição geracional, que é uma coisa que eu bato há um tempo, é a NBA. Eu não nego, sou jogador de basquete desde que eu me conheço por gente amador, apaixonado, tenho tatuado, enfim, por aí vai.
E eu conheço, sou muito amigo do pessoal da NBA, e o Rodrigo Vicentini, que foi o CEO da NBA, ele veio no podcast. Ele é um amigo também pessoal, um grande abraço para ele. E eu vejo que foi um trabalho muito bem feito, de muitos anos, que está reverberando agora. Você pega os dados, a NBA, eu, jogador de basquete, desde novo, apaixonado, era muito difícil você comprar uma camiseta, em 2003, 2004, você achar uma camiseta de basquete no Brasil.
Hoje é muito fácil. Hoje você tem conteúdo para todo lado. É um case de conteúdo. E quando você vai ver os dados na GenZ e GenAlpha, a NB é a terceira marca que mais apaixona esses jovens. Jovens, né? Para mim. Então, assim, no final das contas...
Quando você olha isso, fala, poxa, é conteúdo, é difusão de conteúdo, é posicionamento e muito da tomada de decisão de um simão que ficou 10 anos, que no caso o Rodrigo Centino, ficou 10 anos no cargo e agora um outro, né? Tomando ali as rédeas disso. Então, eu acho que é um grande case para a gente pensar e colocar no mercado como exemplo, Alguém. Sim, total. E NBA, assim, lembro dessa mesma época.
Boné do Chicago Bulls, o Chicago Bulls estava altíssimo, né? Aí tu não achava jeito nenhum. Aí vinha alguém dos Estados Unidos e tu ia lá pedir. E hoje a NBA é global. E antes era, beleza, a gente conseguia alcançar alguma coisa. A gente sabia dos times que eram mais famosos e tudo mais. Hoje ela é global. E tu acompanha, tipo, a fé dos tênis, né?
que são agora, então tu acompanha a construção de tudo que envolve o NB, e todos os profissionais que também estão lá, porque assim, quantos vídeos tu já viu de profissionais falando da carreira deles, de construir, eu vi um que chegou, um dos jogadores falou, eu acordei 4h30 da manhã, pensando que ia ser o primeiro.
e o outro cara já estava terminando o treino dele, e eu falei, meu Deus do céu, o que eu estou fazendo, entendeu? Tipo um gênio, entendeu? E são construções para a vida, e é isso que torna referência e torna uma marca mais comentada ou mais querida. São referências que se comunicam muito bem com todas as frentes, todas as idades, então eu acho isso incrível, porque você fica referenciando isso mesmo, você fica, pô...
Que legal, beleza. Eu joguei tênis, não, joguei basquete na escola, né? Sempre joguei. Não sou bom, mas assim, sempre gostei. Então, quando está passando algum jogo, vou lá e assisto. Mas tudo que envolve, que está em torno desse globo, que se chama basquete, eu acompanho, porque as histórias são legais, são bem construídas.
As marcas são legais, as campanhas, é tudo legal, não tem nada ruim. Aí tu fica apaixonado. Lá em 2000, vou falar de uma forma nostálgica.
e com muito carinho, e eu fico muito feliz com a cena crescendo. Mas lá em Santo André, pessoal, eu sou de Santo André, eu sempre falo isso, lá em Santo André, o jovem Bruno, com a sua camiseta do Kobe Bryant, porque essa história das quatro e meia da manhã, é do Kobe Bryant, né? E aí, quando você pega, você olha para essa história,
lá eu pensava, pô, eu vou fazer, lembro na época do blog, eu pensava em fazer um blog, pô, vou fazer um blog pelas quadras, chamaria Pelas Quadras, e eu andando pelas quadras e filmando com meu celular ali os rachas que eu participava pelas quadras. Nisso estava comigo um tal de Sidney, nessa época, fazia parte um tal de Sidney, hoje chamado 2%. Né?
E aí estava lá o Sidney, era a época de Andy Wan, a gente se divertindo em Santo André, tinha uma história em Santo André do primeiro brasileiro que foi para a NBA que substituiu o Colby, o reserva do Colby, que veio no 824 Podcast, que é o Jefferson Sobral, que é lá de Santo André também. Era uma história meio que, sabe aquela coisa? Você viu ele, ele substituiu o Colby. A gente, pelo amor de Deus, e vai.
E aí, tanto que eu fiquei emocionado quando eu gravei com ele no final do ano passado, ele contando essa história do meu bairro, lá de Santo Andrã, para ser reserva do Colby e tudo mais. Mas a construção de ídolos que a NBA fez foi muito legal, porque isso é um legado da marca.
Vocês veem hoje que muitos criadores de conteúdo da NBA, eles furaram a bolha. O maior deles que furou a bolha é quem? A Ninja. O Ninja é deputado, eu acho. Tivemos uma longa conversa, inclusive, mas ele é. É o cara do Ascete, era jogador profissional e quase... Ele jogava com o LeBron.
na universidade quase foi para o Kebs. Mas aí você vê o poder do conteúdo, o quanto que o cenário ajuda também essa bolha a furar.
Quando a gente vê isso, a gente vê uma marca que entendeu esse momento e tem uma coisa que muito me chamou atenção quando o Rodrigo Vicentini veio no podcast. Eu sempre falo isso porque, até hoje, eu fiz uma série de match esportivo e isso meio que é um norte meu. Eu tenho 1% dos fãs de NBA que frequentam as arenas. 1%.
O que eu faço com os 99% que não têm condições de ir nas quadras da NB? Faz muito sentido, porque aí é o nosso papel de CIMOU.
Nosso papel de marketing, de estratégia, é entender como eu vou atender esse mercado. Estou falando de NBA, mas eu poderia aplicar isso para qualquer cenário, qualquer empresa. Como eu vou fazer? Como eu vou fazer minha empresa estar no mercado e ser vista de uma maneira plausível, de uma maneira vendável? Como eu vou fazer a divulgação? Como eu vou fazer essa distribuição? É muito da mesa do RPG do Simo, né, Gu?
É, total. É de ter a visão macro e de ter o cuidado para poder fazer as campanhas e se comunicar de uma forma bem assertiva. Porque, é claro, no automático, tu vai fazer assim, só quero esse cliente aqui, vou me comunicar com ele, vou vender o máximo.
E aí tu não enxerga outros mercados. Aí perde a oportunidade, e aí quando tu vai voltar pro mercado, a oportunidade já passou, e tu já perdeu, passou um ano, e a gente já não sabe pegar essa galera de novo. Então, é o que tu falou, o RPG, a estratégia, a história que tu vai contar, e ter a comunidade engajada, que é uma coisa que tu faz também de uma forma sensacional, de ter a comunidade engajada, trazer essa galera, trazer pra conversar, pra debater.
Às vezes, não é só vender, não é só trazer um branding que seja mais inspiracional, ou seja, vamos falar de Natal, mas é conversar com a comunidade que quer também ser ouvida, quer trazer outros pontos para conversar. Então, eu, em algumas empresas, consegui construir isso também. Isso faz parte do branding também. É trazer outras coisas que não falam só da marca, não falam só de venda.
É trazer para que todo mundo entenda, ah, legal, isso aqui fez parte da minha vida. Ah, mas tu comprou lá? Não, mas fez parte da minha vida. Eu sempre vou lembrar disso aqui por causa disso. Basicamente é isso, é trazer coisas novas, não ficar só no... Com certeza é importante trazer resultado sobre investimentos, com certeza. Mas a longo prazo, para uma marca, ela tem que se comunicar com todo mundo, faz parte...
do ser social, de fazer bem também e trazer outros pontos para aprendizado, para que alcance todo mundo mesmo. E aí é um ponto legal, porque a gente está falando de emoção. Emoção vende. Emoção vende. E vende muito. Eu quero que você comente dois dados aqui também, já fazendo um gancho.
A gente vive um momento da comunicação, que é o momento da comunicação imediatista. Eu vou te dar uma tarefa que seria 12 meses, mas em um mês você vai ter que entregar nesse mês. Ah, você vai focar só em performance, marca o que tiver de 5% do que sobrar do budget. Enfim, temos aí um imediatismo batendo nisso. E eu trago dois dados para isso.
Uma pesquisa da PwC de 2026, agora início de 2026, mostra que empresas B2B contratam CMOs 18 meses mais tarde que B2C, geralmente quando precisam sofisticar suas estratégias de geração de demanda. Isso, para mim, é muito estranho.
Justamente porque o B2B, a curva de fechamento de vendas do B2B, ela é muito maior do que o B2C. Quando você está contratando o CMO em um espaço de tempo de um ano e meio, que são 18 meses, no lugar de um B2C, que teoricamente é uma venda mais sell-out, mais fast, mais rápido,
você tem ali um problema. E aí eu complemento isso com uma pesquisa da Spencer Stewart, 2025, que reporta que a permanência média de CMOS caiu para 40 meses, comparado a 48 meses até 2020. Ok, a gente está olhando para isso para um curto espaço de tempo, mas quando a gente fala permanência de 40 meses, já não é curto espaço de tempo.
A gente coloca isso pela questão de ter hoje muitos canais, hoje existem muitos canais, existem tendências, coisas são muito mais rápidas e precisa de novos ares. Como que isso vê? Eu não vejo a falta de permanência de Cibou.
Sendo que ele conhece as estratégias da empresa boa, então eu vejo que 40 meses é um tempo bom, mas eu não sei se hoje, eu estou vendo cair esse número, como mostra que cair esse número é uma coisa preocupante. E quando você fala do B2B demorando mais que o B2C para contratar um CMO, sendo que dessa curva que eu falei, a gente tem um problema crítico. Como você vê isso?
Para mim, todo mundo devia ter o olhar de varejo, que é para o BTC. Começou a dar ruim, cara, te agiliza. Te agiliza para ter uma outra visão para fazer. E esse problema do imediatismo, né? Os CEOs e gestores da empresa falam, putz, deu dois anos, três anos, já não serve mais para mim. Vou contratar alguém mais novo ou algo assim.
E, na verdade, nem sempre isso vai, porque ele acaba indo mais na moda, no fluxo de, ah, o meu concorrente contratou um CMO novo e eu vou contratar um também para não perder espaço, porque ele vai trazer mais tecnologia. Mas é assim, é a ausência de acompanhamento dos CEOs, na maioria dos casos. Estou bem assim, não quero olhar para o lado, vou continuar pagando, também não vou dar aumento, não vou estigar o carro.
Eu vejo muito o CEO do iFood que, para mim, ele acaba trabalhando de uma forma mais sincerona e acompanhando, então funciona até uma certa parte.
ele tá mais à frente quando falaram a por que que tu não manda todo o presencial e falou bom tem dado que que colabora com isso para mim tá funcionando bem entendeu foi uma matéria feita inclusive pelo primo rico né se não me engano que foi justamente no YouTube eu vi esse episódio e é muito bom recomendamos né então e são algumas coisas que não faz sentido e na verdade eu faço alguma è E aí
ou conselheiro ou outra pessoa que fala não, desse jeito, não tem base, só tem vontade e está lá no poder, né? E acaba fazendo. E também, às vezes, mantém uma pessoa que está lá porque está lá e acha que vai resolver a vida do lado, tipo, está lá 20, 30 anos e, às vezes, não está acostumado com essa nova movimentação. Então, são vários poréns, né?
Mas, assim, mediatismo atrapalha os negócios, essa agonia e esse ego de ter os resultados lá em cima sempre atrapalham porque tu não cresce de forma exponencial. Eu falo para todos os meus clientes. CMO ou CMO part-time vai te ajudar a não torrar o teu dinheiro de uma forma rápida. Vai construir, daqui para frente tu vai construir algo saudável. Tu vai ter retorno sobre investimentos, vai construir branding e vai ser assim.
E quem vem com muita sede ao pote ali, ah, não, eu só quero performance, só quero crescer mil por cento, calma, não é assim, vai torrar o teu dinheiro. Eu já falei, semana passada, tu tem um aporte, ela recebeu um aporte alto. Se tu não escolher bem, se pegar uma pessoa que só tem a vontade de te prometer um super growth, ela vai torrar o teu dinheiro, um abraço, entendeu?
Então, essa é a parte essencial. E cabe a nós também falar, vamos manter aqui, vamos construir, vamos fazer um plano de dois anos. Eu gosto de um plano de dois anos. Vamos fazer um plano de dois anos, para a gente construir uma marca boa, sustentável, que não queime cartucho à toa. Então, acho que é isso também.
Bater um pouco de frente, não só falar sim, sim, sim. Concordo mil por cento com você. E se vocês estão querendo uma nova visão, o Simul Part-Time é a melhor solução para vocês. Se você não tem um faturamento de um bilhão, se você tem um faturamento de cem milhões, o Simul Part-Time ele vai trazer uma visão de fora. E outra coisa, que eu acho que é uma coisa que é muito legal. Ele não está dentro do ecossistema e amarrado alguma coisa. Ele vai realmente indagar.
E o indagar é bom para os negócios, certo? É, exato. Tira um pouco fora da caixa, né?
Exato. E outra, já vem com a bagagem de mercado, já mostra coisas atuais e faz a sua empresa não estagnar, que é o que está acontecendo com quem toma uma decisão mais demorada para a contratação de um CIMO Part-Time, um CIMO Asa Service, ou seja, a gente tem essas nomenclaturas, mas é um chefe de marketing para justamente tomar conta e construir. Marketing nada mais é, pessoal, de uma maneira professoral, didática e simples a construção de ponte do teu produto, serviço até o teu cliente. Acabou.
Acabou. Não tem muito mais o que explicar sobre isso. Gu, a gente está chegando aqui ao final do episódio e tem aqui uma última pergunta que tem a gente fazer para a gente chegar aqui à última parte.
2026 está aí a gente já está passando rápido estamos em fevereiro já chegando no carnaval inclusive, por favor, vá pular carnaval entendeu? eu vou estar aqui pelo meu interior jogado na minha bate-caverna jogando The Witcher em algum momento e trabalhando nos outros momentos
mas como você vê, o que você vê de tendência, o que você vê de coisas que estão saindo, notícias, coisas que estão vindo para ficar no marketing de 2026 e talvez até 2027. O que você vê como um marketing de resultado, não só a curto prazo, mas o marketing de resultado a médio e longo prazo.
Bom, dos básicos que eu vejo aqui, muito relacionado à produtividade e inteligência artificial referente às automações. Isso está todo mundo cansado de saber e já está acontecendo. Algumas estruturas ainda vão penar porque tem alguns programas que precisam de um computador próprio para poder rodar e tudo mais para fazer essas automações. Mas eu estou indo muito...
para um lado ao contrário, onde todo mundo fala de um crescimento exponencial, de um growth, e eu estou indo mais para a criatividade. Quem está fazendo, e quais são os poucos que estão fazendo, e fazendo de uma forma mais efetiva. E não só a criatividade por...
Tirei uma ideia daqui, criatividade baseada em dados. Então, trazer nuances desses dados, eu sou formado em Big Data aplicado ao marketing. Então, trazer esse volume que a gente não conseguia ler antes, e a gente hoje consegue ler 100%, basicamente, dos dados, do digital e do off, para onde a pessoa foi, qual o fluxo, e acompanhar e trazer essa criatividade para esses pontos de experiência com o cliente.
Então, tem algumas coisas que, por exemplo, o Rio, agora que anunciaram a Shakira, eu fui no ano passado da Lady Gaga, tinha pontos das marcas que traziam a experiência dela, cada uma na sua jornada. E desde que eu pisei no Rio de Janeiro, veio essa experiência. Então, esse tipo de criatividade através de todas as mídias, mas não de uma forma massiva, eu vou botar o mesmo anúncio em todo mundo.
mas trazendo essa experiência é o que vai fazer a diferença. Para mim, até 2030, é isso que vai se destacar demais, porque mais ou menos está um volume gigante de empresas que estão fazendo. E aí, hoje, até para corroborar com isso que você falou, hoje eu tive uma discussão que eu vi um termo, que é um termo do nosso do marketing, mas que eu não uso no meu dia a dia, agora eu vou usar mais até em relação a questões de vendas e ações que eu tenho. Lead Experience.
Ou seja, você gerar uma experiência para o teu lead. E para isso, você precisa do quê? Criatividade. Ok, quando você olha para dados, uma coisa que eu tenho uma visão que é muito clara para os profissionais hoje é justamente olhar os dados e cruzar esses dados e interpretar esses dados.
Eu vejo muita gente, Igor, acompanhando os dados, usando os dados sem cruzar os dados e sem usar o racional para esses dados. E aí se torna um data freak, onde o dado A vai te induzir ao erro junto ao dado C. Porque você só quis olhar para esses dois dados e viés dados. Você não olhou para o dado B, você não olhou para o dado F, nem um W no final.
E aí tem um outro ponto que é muito curioso, que o pessoal acha que tudo tem que ter um data lake, ou seja, um lago de dados que tem que ter ali uma coisa mais expressiva, uma coisa mais sofisticada, como um CDP ou coisas assim. Não é bem assim. O que é um dado, pessoal? Vocês podem fazer uma coisa que é revolucionária. Peguem, acordem cedo.
Abram um meio mensagem e leiam. É uma coisa muito prática de se fazer. Abram um meio mensagem, abram um portmark. Tem um dado que é... Assim, a gente pode falar de números, porcentagens, aí ok. E lá nessas matérias tem. Mas tem uma coisa que eu falo, é um dado. Um clipping de notícias. E fontes dessas notícias.
E vocês buscarem isso para vocês se atualizarem. Vocês não precisam ir muito longe em termos de ter um dashboard hiper expressivo que faz piruetas no circo de Solé. Não, não é. Muitas vezes você pode buscar algo mais singelo, mais sucinto, que ajude você na sua tomada de decisão. Chancela a informação, Gu, ou discorda. E fica à vontade para discordar.
Não, eu concordo. Eu trabalhei em duas empresas que faziam exatamente isso. Teve uma que era de moda, e aí, digamos, os vestidos e as roupas eram um ticket médio de 700. E aí a gente resolveu vender um vestido de 15 mil. Quatro unidades. Só que eu tinha feito toda a jornada e tinha acompanhado quem era o potencial desse grupo que compraria.
e traria uma experiência especial. É esse tipo de coisa que tem que pensar. Ah, beleza, pô, tem um desafio. O que eu vou fazer com ele? Ah, e como eu vou fazer? Beleza, vamos lá procurar os dados. Esse aqui, esse aqui, esse aqui, esse aqui é um grupo bom para a gente vender. Em uma hora a gente tinha vendido os quatro vestidos. De forma, já via e-commerce, com promessa de produção daqui a três meses.
Por quê? A gente sabia quem estava ali e quem tinha potencial. Os dados não servem para falar, olha, a gente cresceu na base em 500%. A gente está com alcance gigante, como a mídia patrocinante faz um alcance gigante. Mas é o que eu falo, para onde que escorreu? Para onde que foi o restante?
E é esse tipo de dado que é importante, trazer esses comportamentos, entender qual é o momento de acionar eles, de acionar uma experiência, né? Então, isso é que eu concordo totalmente.
Show. Então, estou aqui chancelado, pessoal, vou mandar alguns currículos aqui e anotar que o Gu assinou. Gu! Cara, eu só tenho a agradecer, eu tenho a agradecer aqui publicamente o carinho que você teve com o Marketing de Podcast na Digital.
A gente, nesse momento, nesse momento, deve ser 18 horas agora, já perdi a noção, mas está saindo ali mais um conteúdo nas mídias sociais sobre a DigitalX, ali com algumas declarações, e você foi muito carinhoso com o Marketing Depot de que assina a DigitalX. Só tenho a agradecer, tenho a agradecer a você estar disponível, senti muito, quando acabou a DigitalX, eu não te falei isso em off, mas acabou a DigitalX, eu falei, pô, eu queria ter conversado com o Gu.
eu queria ter conversado com o Hugo. E aí eu trouxe para esse papo, você está super convidado, já é parte da nossa comunidade. E também, obviamente, eu quero que você volte para os novos programas do Marketing de Pódicas. Aí, pessoal, vocês vão querer saber quais programas e tudo mais? Em breve eu compro.
Mas é justamente Tem aí outros programas que vão ser bem legais Que a gente vai andar A gente vai andar pelo interior do Brasil Vai ser uma coisa bem bacana Que a gente vai fazer com o podcast itinerante Tem eventos Que a gente vai participar E vai levar o podcast Para estar dentro do stand das marcas Tem bastante coisa que a gente vai fazer nesse ano Mas, Gu
Muito obrigado por todo o carinho, obrigado por você ter vindo. E, pô, papo maravilhoso, vai render aqui 222 cortes. Por mais que a gente fale de dados, eu já suspeitei a matemática faz tempo aqui. É, eu também. Vamos falar de os cortes, começa da Oktoberfest, daí depois em diante, já não sei mais. Esse é o corte 1, esse é o corte 1. Eu vou colocar o peça da firma.
Suas considerações finais, Gui, onde te encontram? Tá, eu quero muito agradecer o teu tempo também, acho que desde o momento, como eu falei ali, é incrível a conexão e a conexão também com a comunidade, a gente está junto e está conversando e debatendo sobre outras coisas que não são só pragmáticas, só de dados e tudo mais, trazer uma chancela, isso é incrível, porque todo mundo aprende de uma forma bem mais tranquila e não fica aquela informação massiva, né?
Então, obrigado e estamos juntos para fazer esse 2026, é incrível, com muito sucesso. E para me encontrar, eu estou no LinkedIn, Gustavo Hart, ou no Instagram, Gu Hart, pode me chamar lá também, e podemos conversar, eu adoro conversar sobre marketing, CMO, então, eu também faço mentoria de startups, então, podem me chamar aí, eu estou super disponível.
E contratem o Silo Part-Time. Contratem o Google como Silo Part-Time. Então, conversem com ele, porque com certeza, pelo know-how que ele tem, ele vai trazer muitas soluções para vocês.
Bom, é isso, pessoal. Então, agora é hora de eu agradecer os patrocinadores. Tenho que agradecer que a gente está... Dia 19 agora, enfim, já foi para o ar, já até finalizou a série do DigitalX na hora que vocês estão ouvindo isso. Mas a série do DigitalX foi lançada no dia 19 do 2.
E é uma série ali com 18 episódios, tá? Ficaram muito legais, são episódios edificantes, são episódios que ensinaram muito, eu aprendi muito, saí de lá aprendendo muito, e que eu vou replicar em muitos outros episódios, muitas outras temporadas, porque sim, a gente vai até depois de 2030, se Deus quiser, aqui com o Marketing The Podcast.
E se eu não estiver aqui, saibam que estará em boas mãos e que eu estarei isolado em algum lugar, talvez na praia da Daniela, com os jacarés que tem lá, inclusive. Mas justamente a gente vai ter que agradecer o que eu e o Gu fazemos parte, que é do The Simons. Eu aqui tenho o Simons como patrocinador, o Gu já faz parte da comunidade e também dos cursos, também é amigo do Stork, grande Stork, um grande abraço, inclusive obrigado por confiar.
desde sempre há quase dois anos aqui no projeto do Marketing The Podcast. Agradecer, porque a maior comunidade do Simol, se você não sabe, tem o Market Chat, que é ali uma ferramenta de IA maravilhosa, onde inclui todas as ferramentas de IA que vocês conhecem em um único lugar e tem a sua proprietária para validar o prompt. Então, acessem lá e também acompanhe os cursos do Simol Marketeers. Eu só tenho boas referências, até porque eu me atualizo muito por conteúdos ali.
A Iuma SA, que também nos ajuda em absolutamente tudo aqui. Iuma SA que está ali com a sua formação executiva, sua pós-graduação executiva e treinamentos em company, voltados à saúde mental, segurança mental, muito aderentes à NR1.
Então, também procurem a Nia Yuma. E estamos aqui. E só sei que nada sei. Não se esqueçam disso. Sempre que o ego subir, lembrem-se. Só sei que nada sei. E é isso. Um grande abraço e até breve. Marketing. The Podcast.
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