COMO FAZER PARCERIAS QUE GERAM NEGÓCIOS - Pérsio Oliveira da Backlinks Global
No episódio de hoje, recebemos Pérsio Oliveira, Sócio e Diretor Global de Sales & Marketing da Backlinks Global, profissional com mais de 20 anos de experiência em parcerias estratégicas, vendas B2B e expansão de negócios, com passagens por gigantes como Google e Waze.Nesta conversa, vamos explorar como construir parcerias que realmente geram negócios da criação de conexões estratégicas até a execução que transforma relacionamento em resultado.🔔 Se inscreva no canal e ative as notificações para não perder nenhum episódio!📢 Patrocinadores 🚀 theCMOS: https://thecmosmarketers.digital/🚀 Human SA: https://humansa.com.br/📈 Agência Omamori: https://agenciaomamori.com.br/📈Govcorp: https://govcorp.com.br/📱 SIGA O MARKETING THE PODCAST:Instagram: https://www.instagram.com/marketingthepodcast/
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Pérsio Oliveira
- Parcerias EstrategicasDefinição e importância das parcerias · Tipos de parcerias (comercial, estratégica, relacional) · Pilares para o sucesso de parcerias · Alinhamento de interesses e objetivos · Papel do Google e Hotmart em parcerias · Redução de CAC e aceleração de vendas · Parcerias B2B e crescimento de receita
- Plataformas digitais e marketingEvolução do Google e perda de market share · Impacto das LLMs no mercado de busca · Importância do conteúdo e autoridade online · SEO e Link Building para ranqueamento · Backlinks Global como marketplace de publishers · Estratégias de conteúdo e storytelling · Crise do imediatismo no marketing digital · Custo de mídia paga (Ads) e alternativas
- Trajetória Profissional de Pérsio OliveiraExperiência em Telecom (American Express, Nextel, Telefônica, Vodafone) · Passagem pelo Google e Waze · Fundação da Fogers (desenvolvimento mobile) · Experiência com negócios e empreendedorismo · Formação e aprendizado contínuo · Valores aprendidos no esporte (disciplina, resiliência)
- NBA e basqueteInfluência do esporte na vida e carreira · Experiência em Akron e a figura de LeBron James · I Promise School e legado social de LeBron · Estrutura esportiva nos EUA vs. Brasil · Valorização de ídolos e atletas brasileiros · Histórias de jogadores brasileiros (Marcelinho Huertas, Oscar, Hortência, Paula) · O papel do esporte na sociedade
- Inteligência ArtificialAscensão das LLMs e o impacto no Google · Diferenças entre buscadores e LLMs · Rastro Neural e monitoramento de presença em LLMs · IA como ferramenta e o futuro do conteúdo orgânico · Previsão sobre o uso de IA e anúncios
- Gestão e LiderançaDiferença entre líder e gestor · Importância de mentores e bons líderes · Valores e aprendizados na carreira · Cultura organizacional e compliance
Quando a gente olha pelo lado do cliente, também tem um aspecto que é muito importante hoje, principalmente com o surgimento das LLMs, que é a narrativa. Você construir a narrativa de você construir os textos, você colocar suas palavras-chave, você entregar o que você quer de informação para o mercado.
e não simplesmente deixar que o mercado te enxergue ali do jeito que ele quer enxergar. Então isso tem uma postura muito relevante hoje, eu diria, as marcas estão enxergando isso, os profissionais de marcas estão enxergando isso. Quando você olhava para o mercado, Bruno, 10 anos atrás, eu pegava quase ou menos 2 mil.
respondia por 96% das buscas no Brasil, ou seja, nadava de braçada, tranquilo. Cinco anos depois, vem a pandemia, as pessoas estão em casa e começam a acessar outros aplicativos e tudo mais, o Google perdeu 2% de market share, caiu para 94%.
Fala pessoal, boa tarde. Vocês sabem muito bem que o Bruno não gosta, eu sempre vou falar isso. Eu não sou um cara que gosta de acordar cedo. Não gosto, eu gosto da noite, 10 horas da noite é o melhor horário para falar comigo. E eu estou aqui.
e também um invite para um síndico do meu prédio, porque eu quero jogar bastante na madrugada do meu prédio, e eu quero usar academia no meu prédio na madrugada. E é isso, tá? Então, gente, o mundo é silencioso depois das 10. Vocês não são obrigados a me conhecer?
Mundo de mês, manager, marqueteiro e comunicador agora, né? A gente vai acumulando funções na vida, mas nada mais, nada menos do que um eterno aprendiz, um estudante, e como eu sempre falo aqui no podcast, eu sento na primeira fileira da sala de aula e sou aquele aluno chato que levanta e diz e fala, não entendi, é isso que eu faço aqui no podcast.
Hoje, pô, prazer demais. Vocês sabem que o mercado, ele é uma coisa de um, de uma gente. Muita gente, consequentemente, é muito legal, porque é apaixonada por muitas coisas que a gente também é. Então, a gente não vai jogar paixão no meio disso, porque a gente vai ao longo do meio.
falar, mas eu estou trazendo aqui um tema para vocês, que é o parcerias que eu quero um negócio, como fazer. Para quem não sabe, eu fui Head de Parcerias durante dois anos, fiz ali uma boa carreira dentro disso no mercado criativo.
E a gente traz aqui hoje o Pérsio Oliveira, sócio-diretor global da Backlinks Global. E aí eu preciso ler para vocês todo o currículo do Pérsio. Muita coisa, resumir. Mas o Pérsio Oliveira é um profissional com mais de 20 anos em parcerias estratégicas e vendas B2B. Com passagens por Google e Waze. Eu vou perguntar para ele...
Por que às vezes o Waze erra o caminho meu? Já que a gente está falando de marketing, não vamos falar de marketing, vamos tirar para o outro. Onde liderou a expansão de programas de canais na América Latina. Atualmente é sócio-diretor global de Sales e Marketing da Backlinks Global, o maior marketplace de publishers da Latam, com mais de 70 mil publishers em 40 países. Sua expertise abrange desde SaaS e Martec,
e até produtos baseados em AI, ou IA, se a gente vai falar aí em português, né? Dividência artificial, sim. E construção de parcerias de longo prazo. Muito bem-vindo, Marcelo, ao Marketing The Podcast.
Se tiver tempo nesse podcast, a gente vai falar bastante. Mas é isso, cara. Sou um amante do marketing, da área de negócios, da área do esporte, que a gente sabe bastante. Então, acho que vai ser um papo muito legal. Obrigado pelo convite. Já queria, de antemão, dar parabéns pela conquista do prêmio que vocês receberam recentemente. Então, assim, muito justo pelo trabalho que vocês estão fazendo há mais de cinco anos. Também vi recentemente que vocês foram eleitos um dos cinco melhores podcasts de marketing.
marketing, né? E, obviamente, isso é uma referência no mercado e, obviamente, o parabéns principal, porque você virou papai, então é isso aí, felicidade para a família.
Muito obrigado. A gente está aí, Persão. Assim, aqui, convidado é sempre mais inteligente que o host. Sim, estou copiando o Tecnologia Limitada. Sim, até um abraço, Vilela. Mas, no final da semana, a gente faz aqui um aprendizado. Tem uma frase que eu falo aqui no podcast desde o primeiro episódio.
Eu acho que é só o primeiro episódio, então procurei lá. Mas até dá plays, procurei porque dá mais plays, inclusive. Mas no final das contas, eu falo que só sei que nada sei foi a frase mais inteligente que alguém já falou, tá? Então, Marcelo, cara, eu acho que eu vou te perguntar muitas coisas aqui, tá? Vamos lá, vamos lá. Antes de qualquer pergunta, no off a gente bateu um papo aqui de quase uma hora.
Qualquer pergunta, cara, tu fez não vai dar uma especialização pelo que eu vi lá em Acron. Pra quem não sabe, gente, Acron, Lebron, Lebron é tipo o dono de Acron. Então, no final das contas, eu só vou chutar aqui pro basquete, eu quero chutar aqui o...
Nessa pergunta, eu já faço aqui que o nosso mercado, existe uma coisa do Marcha Refúrgicas que eu não gosto muito, por isso que eu sempre falo, que eu sou jogador de basquete, sou pai de menina, sou lutador de jiu-jitsu e talvez seja o papapá de rodou. Mas, assim, é a questão do crachá.
Ah, o que você faz? Ah, qual que é o seu nome? Ah, isso, aquilo, que às vezes enche muito o saco, e me encheu o saco, nesse mercado. Eu acho que é a pior forma de você fazer networking, inclusive. Mas a gente quer saber, mas depois a gente quer o Pércio. Tira o crachá, o Pércio Oliveira. E fala de Anchor aí, que eu estou curioso, nossa audiência também agora. Cara, eu sou esse cara que você conhece aí, um cara que é bacana. Eu vim, cara, eu nasci de São Paulo, nasci aqui em São Paulo.
Sou de família bem humilde e falo com muito orgulho nisso, porque acho que a base que tive, apesar de ser uma educação muito humilde, me impulsionou para depois buscar outras áreas e conhecer, chegar a estudar em boas universidades, conseguir.
ter a oportunidade de estudar e fazer um curso em April, por exemplo, viajar, passear para alguns países, fazer intercâmbio, enfim. Então, sou um cara que sempre gostou do esporte, e eu acho que, inclusive, o esporte, Bruno, eu comecei muito cedo, né, cara, no esporte, e eu acho que ele foi um...
drive, para mim, bem interessante de direcionador. Não vou nem falar de carreira, porque quando a gente joga, quando a gente é moleque, você fala assim, pô, eu quero ser atleta. Então era isso, minha cabeça era isso. Eu não tinha a segunda opção, Pércio. Para mim, a cabeça era A, B e C. Era B e C, né, cara? Eu acho que eu estava nessa mesma linha, só que chegou um belo dia, né, a gente vai começar a ficar mais velho, e eu comecei a perceber que, pô, eu falei, cara, não, acho que não vai ser isso. Mas...
Tudo que eu aprendi no esporte, cara, me ajudou muito, me ajudou muito mesmo nesse crescimento de carreira. Então, hoje, se eu tenho conhecimento no mercado, o que eu aprendi, o que eu consegui de contribuir nas empresas que eu passei, e hoje estou levando para a empresa que eu sou sócio e tudo mais, foi grande parte disso são os valores.
A disciplina, a resiliência, o trabalho em equipe. Tem uma série de coisas que foram plantadas ali no esporte. Quando eu comecei, ela foi com 13 anos de idade e isso até hoje funciona.
funciona muito bem. Então, eu sou esse cara aí que gosta de socializar, gosta de falar de esporte, gosto muito da área de marketing, de tecnologia, acho que a gente vai passar por isso tudo, e gosto muito da vida, de falar com os amigos, você vê, a gente foi fazer a introdução nossa, a gente ficou quase uma hora e meia conversando aqui, antes de começar o podcast. Então, é isso aí, cara, esse sou eu.
Eu acho que isso é o mais saudável, Pérsio. Quando a gente olha... A gente frequenta muitas rodas de networking em comum, a gente frequenta, a gente conhece muita gente ali, e o que eu vejo do pessoal colocando uma máscara para poder falar com os outros é meio maluco para mim.
Eu não consigo entender Eu já ouvi muito do mercado Você não pode ser você Você não pode Falar da forma que você quer Óbvio pessoal, existe uma Cortesia, existe um respeito Existe um linguajar Que por favor evoluam
de educacional. A gente vai para um educacional. Inclusive, temos um patrocinador que passou aqui, agora, porque é da UMSA. Temos o Simons, os marketeers também, que tem os cursos de marketing. Então, gostem disso. Mas sejam vocês, pessoal. Fala, todo mundo gosta de alguma coisa. Eu posso dar um complemento aqui, Brunão, nesse tema que você falou? Já vou puxar uma coisa bem polêmica. Você tem aqui tapete do digital.
Cara, eu vou dar um tema que é polêmico, que é o seguinte, cara. Você sabe que no passar dos anos eu fui trabalhando em grandes empresas, tive a oportunidade de trabalhar na Nextel quando ela chegou no Brasil, fiquei 10 anos no Telecom, só na Nextel, depois passei por vivo, e quando eu entrei no Google...
Uma coisa que eu reparei muito era isso, que é o seguinte, não estou falando do ambiente lá, que é espetacular, a gente pode explorar isso e tudo mais, mas quando você vê a relação das pessoas que trabalham na empresa dos Google com o mercado, é uma relação muito esclusa. As pessoas parecem que se bloqueiam para não falar. Elas querem que você saiba que você trabalha no Google.
mas quando você vai procurar alguém para falar, ninguém te atende, internamente sim. Óbvio que existe um compliance forte, eu posso falar, e isso não tem problema nenhum, porque qualquer empresa tem suas regras, e lá a gente não pode falar em nome da empresa. Então, isso é muito claro, uma regra clara da empresa e tudo mais. Então, é óbvio que tem que evitar esses conflitos e tudo mais, porque você pode ser finalizado, e ninguém quer isso. Mas, ao mesmo tempo, cara, mas...
alguém me manda um e-mail ou me manda uma mensagem e pergunta alguma coisa, eu simplesmente vou ignorar. Por que que eu vou ignorar? Não, cara, eu respondia, então eu comecei a fazer do meu jeito, dentro dos limites que eram sucedidos, mas eu percebi que eu podia fazer diferente, porque quando eu não estava na empresa, eu passei por isso. Eu tentava, às vezes, falar com as pessoas e era simplesmente ignorado, sabe, eu entendi e tal.
Eu entendi que não, assim, existem as regras e você consegue trabalhar dentro das regras, né, mas você também não precisa ser um cara que...
Não, não falo com ninguém, não. Então, fui bastante nisso. Eu tenho uma lição. Hoje é patrocinador meu. Um cara que me conhece desde que eu sou menino. Desde que eu tenho meus 17, 18 anos. Para quem não sabe que houve podcast, acho que eu já devo ter comentado esse episódio.
eu sou formado na Whirlpool. O meu primeiro trabalho foi a Whirlpool. Então, ali, os purificadores de água da Brastempe. Foi a primeira operação dos purificadores de água da Brastempe. E justamente ali eu atendi a William Bonner.
Era bem divertido, tem várias piadas que eu fazia com isso, mas assim, no final das contas, eu atendia, eu era atendimento VIP da Whirlpool. E aí, nessa parte, eu fui lá perto. O que aconteceu? Que é uma coisa que eu sempre falo para os jovens, em relação a você conhecer pessoas, não pensando que a pessoa faça nota de 100. Conhecendo pessoas, eu conheço pessoas.
ele estava lá, jovem, eu também, Pércio, eu sempre falo isso, eu até falei isso dentro do FBGA, o podcast faz parte do FBGA. Então, é bianual, então, no final das contas, ali, é bienal, né? Então, no final das contas, ali, a cada dois anos, tem o FBGA e o marketing de podcast, ele está lá presencial. E teve uma conversa com a ONU,
com a diretora da ONU, que até o episódio está aqui no podcast, um periférico, pobre, e, cara, o basquete mudou a minha vida. Se não fosse o basquete, eu pegar a minha bola, você passa a chuva, passa a sol, eu lá arremessando com a minha camisa do Colby surrada.
Eu não sei o que seria da minha vida, por várias complexidades familiares, por várias complexidades de fragilidade financeira, eu não imagino. Mas lá eu não tinha nem o que comer direito, mas eu estava trabalhando na URBAL. E eu lembro que todo mundo tinha medo de um gestor lá, chamado Luiz Escavarda. Por quê? Só pelo fato de ser gestor.
Antigamente, eu sei como é que é Passei por essas fases aí E eu lembro que esse cara passava Todo mundo se comportava Todo mundo arrumava ali a sua gravata Baixava a cabeça Baixava a cabeça E chegava e me falava Faço um trabalho bom, devo nada pra ninguém Não é? Não é verdade isso? Não é que certo E aí eu falei Você quer um escavarda?
Aí comecei a puxar um papo. Gente, muita coisa aconteceu. Esse cara me ensinou. Uma vez, gente, não repitam os erros do mundo. Eu só queria ser promovido. Eu falei, pô, peraí, você é o braço direito meu. Um dia ele falou. Falei, pô, então eu não posso errar. Só que eu nunca tive computador. Porque lembrem-se, eu tive uma infância pobre. Eu não tinha computador. Eu tinha uma bola de basquete sonrada.
Nessa hora, eu falei, toca meu PABX, Pérsio. Brunão, preciso de um documento impresso, traz a minha mesa aqui, porque a Brastemp está fazendo tal negócio. Falei, pô, vamos aí. Eu não sabia imprimir. Passou 40 minutos ali. Brunão, cadê o papel? Saiu, calma aí. Calma aí.
Eu lembro que ele pegou, e aí está muito sobre gestão. Ele desceu, todo mundo congelado, ele... Você não sabe imprimir, né? Aí eu virei e falei, olha...
Não. E nisso, ficou uma amizade. E a vida toda teve amizade. E era muito engraçado, porque todo mundo era aquela questão da caneta cair, Pérsio, 5 e meia. Aí eu... Ah, caiu minha caneta 5 e meia, mas no trabalho está feito. Eu comei um lá para jogar bola pela Brastef. E aí, Bruno, não trabalho não. Hora da bola. Hora de jogar a bola.
Isso, rolou uma amizade. Passaram-se muitos anos, pessoal. Nessas conversas todas, ele se tornou CEO da Fundação Renova. Ele deve estar ouvindo esse podcast. Com certeza. Com certeza. E ele dá muita risada quando eu falo essas coisas. Mas, no final, ele se tornou CEO da Fundação Renova, um dos CEOs mais queridos do mercado, um dos grandes executivos da Vale. E hoje, com a Yuma S.A., ele saiu... Obrigado.
e agora voltou para uma iniciativa que a gente aqui no Marketing The Podcast confia muito, que é a Iuma SA, que é uma das principais pós-graduações, treinamento em company, voltado à saúde mental e de acordo com a NRU. E para o senador do Marketing The Podcast. Ska, muito obrigado por aguentar esse menino desde os 17 anos até agora. Que história, que história, hein?
Mas isso é um network, porque no final das contas, não é sobre o que você pode me entregar, é sobre genuidade. Sim, e você falou um negócio que eu achei super bacana, que é o seguinte, você vê a diferença do líder e do gestor, porque como líder, ele poderia simplesmente ter ligado para você e falado assim,
não entregou ainda, não sei o que tal. E como gestor ele desceu, foi lá, você não sabe, provavelmente ele deve ter pegado e falado, deixa eu te mostrar aqui como é que faz, foi lá e ensinou a fazer e tudo mais. Então, no mundo da gestão hoje, você vê que isso é a diferença, faz toda a diferença. E o melhor foi a resposta do Bruno, agora pede de novo que eu levo lá.
Mas o final das contas, Sérgio, é muito sobre isso. Mas, Pérsio, como que foi chegar no Google? Você, tipo, Google, Waze, conta um pouco da sua trajetória profissional. Por quê? Muito da nossa audiência é de estudantes de comunicação. Estudantes de comunicação, profissionais, entusiastas de comunicação, agências e por aí vai. Mas, sim, tem muitos estudantes. Eles vão olhar o teu LinkedIn, já saiba disso.
e vão olhar lá e falar, cara, como é que eu vou pedir emprego do Perso? Brincadeira. Mas como que eu vou pegar e eu vou seguir os passos do Perso? Porque trabalhar no Google, trabalhar e tudo mais, é o sonho de todo mundo. Não é para trabalhar no Google. Foi o meu sonho também. Foi o meu sonho também, assim como o deles. Exatamente. Exato. Então, é só que assim, agora conta um pouquinho aí como que é isso, como que foi essa trajetória toda aí. Foi legal. Mas foi uma história bem bacana.
E é legal você falar isso porque a gente faz um review da memória ali e conta porque não tem uma fórmula mágica. Então, cada um tem a sua história, né? Mas a minha foi muito interessante porque foi assim. Eu vim, como eu te falei, eu vim do mercado de telecom. Então, fiquei ali, construí uma carreira praticamente. Eu entrei como analista júnior.
antes da Nexpress eu trabalhei na American Express, então também foi uma baita de uma escola para mim, foi numa área de... Amex. A antiga Amex, né, comprada ali para o Bradesco e para o Março, então foi uma baita de uma escola mesmo, assim, que foi o meu primeiro emprego formal ali, né.
Eu era estudante de curso técnico, na época, eu fiz o curso técnico de processamento de dados. Por quê? Porque a gente jovem olhava para a área de internet e era o futuro. Então, hoje a gente fala, é dependendo da exágena. Como a gente era novo, que não tinha internet, então a internet era o futuro. E eu fui estudar processamento de dados. Trabalhei isso aí da American Express, entrei na Nextel, peguei a lei chegando no Brasil. A Nextel, para quem é novo, para essa audiência que a gente tem da galera nova,
Só para você ter uma ideia, ela era o primeiro iPhone, porque a Nextel foi o aparelho que integrou o short message, que é o ICMS, ela tinha a chamada de voz e ela tinha o PTT, que era um botãozinho que você apertava e fazia uma comunicação de rádio.
E isso num aparelho só, porque você tinha isso desmembrado em aparelhos, que era o pager, que era só de mensagem, ou só o telefone ou só o rádio, né? Então, aí pegou os três, então aquilo era o iPhone da época. Você imagina pra juventude, a gente teve uma época, eu mesmo, quando eu tava na Whirlpool, que eu mencionei pra vocês, quando eu ganhei meu rádio pra comandar as operações, eu falei, nossa, subi de vida.
Era demais. E eu peguei toda essa evolução. Eu peguei desde o... Era um aparelho que era um tijolão. Parecia um aparelho de segurança. Parecia um bloco. E até depois os aparelhos modernos. Até toda a transição para chegar o aparelho colorido. A parte da internet. A parte do home. Que são coisas que você fala assim...
hoje quem nasceu no ano 2000 dá risada disso, porque já veio tudo pronto mas lá não, era implantação passei noites em Claros com o pessoal de home com transmissão de dados para poder testar fazer a interconexão entre países conectar falando via áudio
coisas muito bacanas da época. Mas aí, enfim, quando eu saí da Nextel, eu fui para os Estados Unidos. Na verdade, fui para a Inglaterra. Fui para a Inglaterra, fui estudar. E aí, por ser um ano estudando, fiquei focado estudando arte digital, estudando inglês, porque eu também tinha que aprimorar o idioma para poder continuar crescendo na carreira.
Volto para, ainda assim, no mercado de telecom, então, logo que eu cheguei, já foi absorvido ali para uma área de negócios na telefônica. Depois de uns dois anos ali, teve uma fusão da telefônica com a Vivo. Então, a telefônica compra a Vivo.
E aí, eu saio, quando eu vou para a Vodafone, aí foi uma experiência muito legal, porque eu fui convidado ali, na época, por um ex-diretor comercial, e aí ele chegou e tudo mais, me chamou para essa área de negócios, e a gente fazia parte de machine to machine, que é o famoso M2M, a gente vendia soluções de dados, cada uma solução.
ambiente também super bacana, de muito aprendizado, e infelizmente o mercado brasileiro não estava preparado ainda, Bruno, naquela época, temos de conexão de banda de dados e tudo mais. Tem muito o que é isso, em 2014 eu fundei a Fogers, que era desenvolvimento mobile. Em 2014, desenvolvimento mobile era uma coisa, muito diferente.
Hoje em dia, você pega essa aplicação e você vai mexendo assim, conectado e está pronto. Naquela época, você chegou na época que era tudo mato, como falam. E foi basicamente isso. Então, o que acontece? Nesse intervalo da Vodafone, eu tinha visto...
eu montei um negócio parecido na área de educação, como se fosse um Uber da educação, e eu montei esse negócio, comecei a tocar também, na época eu estava casado, e eu montei muito com a minha esposa, a gente montou o negócio, o negócio foi crescendo bastante e tudo mais, depois...
Então, na época da empresa da Dilma, que por mais o mercado ficou ruim, a Vodafone não conseguiu evoluir, porque a banda não era muito boa aqui no Brasil, para fazer conexões de machine-to-machine, de rastreamento veicular, de algumas coisas que a gente vendia para o mercado, soluções de maquininha que hoje tem uma briga de máquinas, de transação de finance que é correndo no mercado, mas naquela época já existia uma visão que isso ia explodir.
para sinal, por exemplo, para ter banda larga aqui em São Paulo. Então, até eu falava, para você ter banda larga aqui em São Paulo, você tem que ter o sinal também lá em Roraima, porque senão você não digita mais algo para isso.
foi um processo muito lento. Acabei saindo de lá, a empresa minha também estava na crise, a área de serviço diminuiu bastante, e eu falei assim, cara, eu vou focar na área das big techs. Eu falei assim, eu tenho conhecimento de marketing digital.
eu tinha estudado, feito inglês, trabalhei na redmart, falei, vou focar e comecei a mandar os meus currículos para essas áreas, né? E no começo, quando você falou de Google, eu lembrei que assim, né, eu comecei a pesquisar e comecei atrás de ver como é que fazia para entrar, como é que mandava o currículo, quem eram as pessoas que tinham entrado, quem estava lá, como é que fazia.
para ver as redes sociais deles, que tipo de teste, se tinha livro, se não tinha. Eu fui atrás de tudo, Bruno, de tudo. E aí fiquei assustado, porque quando eu via, eles falavam muito uns testes americanos, que era assim, tipo assim, quantas bolinhas de tênis cabe dentro de um container?
E você tem... Ele responde aqui de bate e pronto. Não é que assim você vai ter um tempo para fazer cálculo ou não. Me fala aí. E no final, hoje, a gente passou desse tempo, a gente vê que, na verdade, eles estão testando essa linha de raciocínio. Não tem resposta certa. Eles não estavam querendo ver isso. Mas tinha muitos desses testes que são reais e isso aconteceu em UDT, onde? Nos Estados Unidos, por conta de contratação de engenheiros. Não usei essa lógica.
para lógica, para uma série de coisas. Só que, obviamente, depois eles trouxeram isso para o Brasil, começou, obviamente, a não fazer sentido esse tipo de teste, para esse tipo de coisa, então começou a mudar. E eu lembro de uma época que a diretora de RH do Google, a Mônica, um dia ela fez uma palestra, a gente tinha um momento lá do Alhens, que reunia toda a empresa, algumas reuniões ali, e uma dessas ela comentou, que ela falou assim, tem algumas vagas que...
chegou e falou assim, tá, me fala por que que a vaga precisa de, sei lá, um analista de marketing que vai trabalhar com a parte de campanhas, por que que ele tem que falar inglês, francês, alemão, espanhol e português? Por que que ele precisa falar cinco idiomas se ele não vai trabalhar internacional, ele vai trabalhar aqui no mercado e tal? Então, começou a quebrar alguns padrões, ele falou assim, cara, não faz muito sentido, se eu tiver o inglês que a gente vai começar para se comunicar com os outros mercados.
dos hard skills, dos software skills que são necessários. E talvez tiver algo a mais, ok, mas não precisa ser obrigatório, porque você não conseguir fechar as vagas. E ela mudou esse contexto ali, porque senão não ia para frente. Então, obviamente, eu comecei a me empreender, até passei, fui para o processo.
entrei com uma empresa que fazia essa parte do recrutamento do processo, eu entrei com uma área de agências, cara. Então, eu comecei minha carreira lá para uma divisão de agências, onde era uma divisão nova, e tinha o objetivo de ajudar as agências, meio que catequizar as agências com os produtos do Google. Por quê? Porque eles tinham uma dificuldade muito grande.
grande. Você pegava as agências do segmento SMB, elas eram agências pequenas que não tinham muito acesso. Então, o que elas faziam? Elas faziam campanha de Google. Se a campanha der ser certa, ok. Se der ser errado, eu falava para o cliente, olha, o Google não funciona para você. Vamos fazer Facebook? Vamos fazer outra coisa? Então, a gente, o mercado, principalmente o Google como empresa, começou a sofrer muito com isso.
fazer o quê? Capacitar as agências. Então, entrei nesse momento de capacitação das agências do mercado SMB. Me lembro muito bem, inclusive, você deve ter participado, então, da época da capacitação da GoBeck. Sim, sim, sim. Fazer uns treinamentos espetaculares. Inclusive, um abraço para o Daniel, que foi um dos professores da GoBeck, e ele depois montou a agência, e eu tive o prazer de ser o account manager que cuidou da agência do Daniel, que era a agência Mandinga.
Meu primeiro contato com marketing digital, lá em 2015, 2016,
2015, acho que foi, ou antes. Foi justamente com a GoBeck. Foi o curso da GoBeck. Espetacular, inclusive. Espetacular. E você sabe, vou te contar uma curiosidade, quando a gente entrava para você começar a trabalhar, você era obrigado a ter a certificação de todos os produtos.
Então, você passava por um treinamento espetacular, treinamento de todos os portos, de todos os produtos, de todos os serviços, só que você tinha um prazo, você tem que ter as certificações e você tem que ter nota para as certificações. Tudo. Então, era display, Google Ads, YouTube.
Merchant Center, que é a parte do e-commerce. Você tinha que fazer de tudo, né? Mobile. E nessas certificações, a gente estudava com o material para a GoBack. Espetacular. É, eu lembro disso. Eu tive um contato com uma agência. Essa agência fez um workshop que estava ministrando a GoBack. E até eu ganhei um copo do Google, uma caderneta e um copo do Google que foi sorteado. Eu que ganhei. É, eu ganhei.
Nossa, verdade. Olha só como o mercado é pequeno, né, cara? Porque a gente se cruza ali em relações. Foi a minha entrada no mercado, porque eu estava justamente, nessa época, eu estava com a Poggers, com o desenvolvimento mobile. Com o desenvolvimento mobile, eu acabei indo e entrando um pouco nesse mercado. Curioso isso. Você é leve? Desculpa, eu até pergunto, a senhora desenvolvia mesmo? Não, eu era comercial. Comercial, tá. Eu brinco muito, até um dia isso vai virar uma palestra do TED Talks, tá?
Eu brinco muito, Pérsio, que toda empresa, ela começa, ela pode começar, não que ela comece, mas ela pode começar você a vender mais de 100 mil em cima da sua cama. Olha.
Você dá um corte bom, hein, cara? Sabe, toda empresa consegue vender mais de 100 mil com você sentado em cima da sua cama. Eu lembro que da Poggers a gente éramos quatro amigos, um amigo dev chegou e falou, ó, tem aqui, você desenvolveu para o aplicativo. Sei que ele era muito bom, e ele chegou e falou, amigo de infância, sempre foi aquele cara que desmontava computador, sabe?
Sempre tem alguém mais estranho que gosta. Exato. Tinha acabado de sair da Unicamp e tal, dizendo, estou precisando de um comercial porque não sei vender. Aí eu falei, ah, cara, estou precisando empreender, tinha saído da empresa, estava na empresa da família.
Tinha levantado, assim, eu tenho algumas histórias da minha vida de empresas que eu participei. Quando saí da Whirlpool, eu fui para a empresa da família. Fiquei cinco anos na empresa da família. E aí a empresa da família se tornou multinacional, com tradução. Enfim, são os negócios da minha família. Tradução.
E aí eu falei, ah, não quero mais trabalhar com família E outra, gente, quem está ouvindo Ser com família, corre, beleza? É isso Se não for filho do Adib Da CIMED, você corre Beleza? É isso aí E aí eu falei Ah, vou me lançar no mercado, vou virar sócio Montamos a Poggers Porque para o pessoal que sabe É desenvolvimento movido a gambiar
que a gente fez da época, deu muito certo. E chamei, era no quarto de um amigo nosso que a gente fazia festa à noite e jogava a Dota.
era todo mundo do basquete, e tinha um japonês que não sabia o que era da vida, mas que estava aprendendo uma coisa chamada UXY. E aí a gente olhava um para a cara do outro, e o primeiro apontativo... Naquela época não tinha esse nome, né? Não tinha esse nome. Não tinha, não tinha, não tinha. Aí ele era designer. E no final das contas, a gente olhou nessa época, porque eu tinha o Scorch Hobby 96, e eu vou fazer isso.
Meu Scott Robb96 pegou fogo no McDonald's. Outra história que eu conto em algum momento aqui. E eu olhei e falei, poxa, ok, preciso vender. A gente vendeu um aplicativo para tampar buraco em São Paulo, para a prefeitura de São Paulo. Nossa, meu, vocês vão ficar milionários. Você ficou milionário, então, cara. Cara, não.
Não, eu nem sabia o que eu estava fazendo. Eles não fizeram comprar.
Mas aquele aplicativo foi 170 mil reais na época. E a gente olhou e falou, beleza, como a gente entrega? E a gente olhou e falou, vamos trabalhar, vamos olhar que todo mundo trabalhar. Aí foi a minha vida indo, depois a gente acabou indo um para cada lado, mas são histórias da minha vida, foi como eu conheci. Legal, ela nunca me empreendeu, hein, Bruno?
É, loucuras da minha vida. Gente, eu não cheguei no podcast por acaso, tá? Eu falei muito. Minha vida. Mas assim... Santo André ali, eu corria muito. Perciô, a gente está falando aqui um pouquinho disso, da tua história e tudo mais, mas hoje a gente está falando aí de uma carreira hiper consolidada e sócio-diretor da Backlinks Global. Então, poxa, o cara que passou por aí, depois você volta nessa história que a gente quer saber.
Google, Waze falar que mapeou o mercado com Waze é uma piadinha em soça mas tá aqui então assim, no final das contas qual que é o mercado tem uma dificuldade eu falo até agências do que eu acompanhei e até pra mim foi uma época também um problema entender backlinks e entender link building
Então, como que isso funciona, o que a Backlinks Global faz, que eu acho que é o principal, e também você explicar para a nossa audiência isso, a importância para o crescimento do negócio. Legal, legal. Acho que esse é um tema que voltou à tona, Bruno.
até por conta do surgimento das LLMs. A gente vai chegar lá. Então, a Backlinks Global hoje é uma plataforma, somos uma Martech, considerada como uma Martech, somos uma marketplace.
publishers, que hoje tem mais ou menos quase 80 mil publishers da nossa base. O que são os publishers? São os portais, portais de notícias, desde os maiores, os mais conhecidos, como o Exame, o G1, o GR7, o Valor Econômico, pequenas empresas, grandes negócios, até portais regionais, portais locais, de cidades e do interior, então são portais de notícias onde o que a gente quer é pegar o conteúdo, o cliente...
montar conteúdo e publicar. E, basicamente, quando ele publica nesses portais, você tem três finalidades ali. A principal delas e mais conhecida é o marketing, fazer o awareness da sua marca, do seu produto, do seu serviço, ou comunicar alguma coisa para o mercado, levar uma informação para o mercado. Então, no final, tudo isso entra como uma publicidade.
o que o pessoal chamava de público editorial no passado. Você tem que pegar um conteúdo e levar. E aí tem N exemplos de qualquer coisa que você imaginar tem. E a Backlink começou lá atrás, na sua concepção inicial, ela era uma empresa de conteúdo. E aí foi pivotando, começou a ter um certo relacionamento com o público.
a gente já está em entrega de conteúdo, percebemos que tinha uma defasagem no mercado, isso tudo foi bolado pelo meu sócio, eu não estava no negócio ainda, mas eu já sabia do negócio, então a gente trocava figurinhas e tudo mais, e ele teve a capacidade de criar isso, e ela começou fora do país, inclusive, ela começou...
Ele é da Venezuela, meu sócio, que é um empreendedor de serial. E uma curiosidade, uma aspas, aqui a gente trabalhou junto, ele foi meu funcionário quando a gente trabalhava no Waze. Depois a gente conta essa história também, que é muito bacana.
Então ele montou essa empresa, atendia no mercado espanhol, e o negócio foi crescendo, foi pivotando, foi melhorando, foi crescendo, até chegou numa área que, num momento que precisou expandir o Brasil, foi expandido e tudo mais. Então hoje tem essa massa crítica de portais, onde a gente consegue atender mais de 40 países com essas publicações. Basicamente, o cliente, quando publica, ele está buscando marketing, como eu falei, mas ele também está olhando para o lado técnico.
E o lado técnico tem muito a ver com o Google, que a gente está falando, que é o que diz você, o mecanismo dos buscadores, enquanto o Google, você pode usar outros exemplos, o Yahoo e tudo mais, eles têm que enxergar as publicações, os sites, através dos seus robôs, os crawlers ali. Então, eles estão enxergando todo tipo de conteúdo. Se esse conteúdo foi formatado...
preparado para que os motores de buscas enxerguem esse conteúdo, ele vai te dar uma pontuação e vai te ranquear e vai colocar na frente. Então, se eu ponho conteúdo bom, preparado, com as palavras-chave, num formato correto, num padrão correto e tudo mais para o buscador, e o Bruno vai um outro conteúdo, pode pôr até o mesmo conteúdo, mas não está preparado, não está adaptado para os buscadores, o meu vai ser buscado e o seu não.
Então, essa é a grande diferença de quem faz o SEO no mercado, né? Porque ele está preparando para que os motores de buscas consigam enxergar aquilo e ranquear você. Toda vez que você é ranqueado, você passa como se fosse uma pontuação. E se você é muito bem pontuado, significa que você é bom. Então, para o mecanismo de Google, olhando mais agora como o olhar do Google mesmo, o Google fala, cara, se esse site...
ele está atendendo esses critérios, eu vou ranquear ele melhor no orgânico. Organicamente falando, eu vou dar mais ponto para ele em relação aos outros que estão pecando em algumas coisas técnicas. Então, essa é a importância de você ter esse lado do SEO, do backlink, do link building. Um outro ponto técnico também é o seguinte, quando você tem...
uma publicação num site que ele tem uma autoridade alta na internet, vamos pegar um exemplo clássico, imagina o portal G1, ele tem milhões de acessos, certo?
Quando ele tem esses acessos, tem muita gente, então ele passa a ser um site que ele é procurado, então ele é visto como uma alta autoridade. E essa autoridade tem uma pontuação, que é feita pelo mercado e tudo mais. Se esse site tem um conteúdo falando, por exemplo, da minha marca, do meu produto,
e ele tem um hiperlink apontando para o meu site, o mecanismo de busca do Google entende isso e fala, opa, se aquele site está referenciando aquela marca, então essa marca deve ser boa. Então, ele ganha mais um pontinho. Então, aí está a estratégia das empresas de criarem conteúdos relevantes, postarem portais estratégicos, portais que tenham autoridade de domínio, autoridade de página, tenham referências.
dentro dessas métricas, e aí, com isso, conseguirem ter um melhor posicionamento através da mídia orgânica, e não depender exclusivamente da mídia paga. Então, a Backlinks veio para isso, para suprir esse mercado e para poder democratizar o acesso das marcas, dos clientes, que seja ele agência, seja ele cliente direto, a ter acesso a seus portais, de uma forma simplificada. Porque você imagina, você, como o Bruno, é dono de uma empresa de...
calçados, que é fazer uma matéria em cinco, seis portais, você tinha que ficar ligando para cada um deles, fazendo cotação, como você vai fazer de uma matéria, você não tem volume, você não tem prioridade, demorava para sair, às vezes perdi o time, você queria fazer o lançamento na sua loja, perdeu o time no lançamento, você não podia correr esse risco.
Na nossa plataforma está tudo centralizado. Como eu tenho todo mundo lá, todo mundo, é um modo de expressão, espero um dia que a gente tenha uma quantidade muito maior. Mas vamos dizer que os principais players do mercado estão lá, então você consegue...
de uma forma muito simplificada, conseguir setar, saber exatamente quem são os players, qual o segmento que você quer divulgar, qual é o tráfego que eles possuem, por exemplo, qual é a autoridade de domínio da página deles, autoridade...
da própria página, qual é o valor que custa. Então, você tem uma série de informações ali na sua tela e você consegue selecionar manualmente ali, de forma muito prática, muito rápida, e pegar o seu conteúdo e mandar para a publicação nos portais. Acho que você deu uma aula de pós-graduação aqui. Não parece? Mas até a gente é bom endossar como formato de comunicação aqui para a gente.
No final, pessoal, quando a gente fala de estratégia de lançamento, fala da estratégia de comunicação, a estratégia de marketing em si, a gente usar o backlink, como o Pércio mesmo mencionou, esse marketplace, no final das contas é o marketplace de backlinks. Sim, é o marketplace de publishers que a gente fala. De publishers, exato. Então, no final das contas, onde eu vou colocar... Eu lancei um produto novo, colocando exemplo.
onde que eu vou colocar esse produto novo, anúncios, matéria sobre esse produto novo? E aí justamente usar essa segmentação dentro disso, de onde eu quero colocar e obviamente entender, porque cada um tem o seu valor também, não é, Térsico? Sim, sim, cada um tem o seu valor.
quanto fazer ali o orçamento, entender essa distribuição, como é que ela funciona. E é legal, uma coisa que o Pérsio falou também, a gente falou muito de link build, falou das questões ali do backlink, enfim. Mas quando a gente fala também do link juice, né, Pérsio?
Porque, no final das contas, não é só você colocar ali, se você coloca o teu produto ou o teu serviço em um portal ali que não faça sentido para você, o Google também identifica e diminui ali um pouquinho também os dados, tanto do portal, como também pela contextualização, como você também não vai entregar comunicação assertiva para o teu negócio.
Tem essa curadoria que você falou, é importante, a gente ajuda também nessa curadoria. E quando a gente olha pelo lado do cliente, também tem um aspecto que é muito importante hoje, principalmente com o surgimento das LLMs, que é a narrativa. Então, de você construir a narrativa, de você construir os textos, você colocar suas palavras-chave, você entregar o que você quer de informação para o mercado.
e não simplesmente deixar que o mercado te enxergue ali do jeito que ele quer enxergar. Então, isso tem uma postura muito... que está relevante hoje, eu diria, as marcas estão enxergando isso, profissionais de marcas estão enxergando isso. Quando você olhava para o mercado, Bruno, há 10 anos atrás, se eu pegar quase ou menos em 2015,
respondia por 96% das buscas no Brasil, ou seja, nadava de braçada, tranquilo. Cinco anos depois, vem a pandemia, as pessoas estão em casa e começam a acessar outros aplicativos e tudo mais, o Google perdeu 2% de market share.
porque as pessoas começaram a acessar mais Instagram, buscar pelo Instagram, buscar pelo YouTube, e todas as buscas foram mudando um pouquinho, mas 2% mexeu nada. Mas, cinco anos depois, chegamos a 2025, ano passado, caiu 10%, 10 pontos percentuais. Tem muita coisa, entendeu?
que ele teve que remodelar, correu atrás, lançou o Gemini, mesmo dando alguns problemas e tudo mais, mas por quê? Porque estava perdendo espaço no mercado. As LLMs chegaram, as pessoas acharam que não ia acontecer tão rápido, que o poder computacional ia fazer com que ela se desenvolvesse de uma forma exponencial, e aí essa hegemonia começou a ser quebrada, com o próprio chat GPT. Então, e ao contrário...
o técnico que vai usar, depois começou, não, mas não é o técnico, mas também é só jovem que vai usar, quem é mais velho não vai usar. Hoje todo mundo usa. Está muito fácil, porque é uma linguagem conversacional. Então você não põe uma palavra-chave, você pergunta para o chat que você quer, ele te responde. Então o modelo é outro. E também existe a diferença, por quê?
O buscador põe um layer na frente que ele fala o seguinte, eu vou responder para você, vou buscar essa informação na internet e vou te responder. Só que quem pagou para mim, eu ponho na frente, que é a mídia paga, a mídia performance. Na LLL, eu não tenho isso.
Então, você pode ir no chat, no GPT, no Gemini, no Cloud, no Perplex, no Broke, em qualquer um que você quiser, ela vai buscar a informação na internet, ela vai varrer de acordo com a autoridade, com a relevância que tem essa informação e vai trazer para você ali o resumo e os dados. Então, aí entra a importância de você trabalhar muito bem a autoridade na internet através de conteúdo.
E aí é bem legal, você abriu vários leques, tá? Você abriu vários leques para conversa. Eu tive uma conversa com alguns especialistas ontem, inclusive, de mídias sociais e tudo mais, falando de estratégia digital, e a gente estava batendo algumas notícias recentes. As mídias sociais estão mudando muito, devido a estar um pouquinho boring, um pouquinho mais chato.
de você vê e ah, você não sabe o que é verdade, o que não é, o que faz, às vezes acaba tendo... Essa curadoria que você falou sobre fazer o conteúdo, ter a mão humana fazendo o conteúdo, as próximas mídias sociais estão colocando isso para topo de funil. Topo.
Mudou a regra do jogo, hein? Exato, porque no final das contas estão colocando o quê? Que, olha só, a gente vai dar preferência para o conteúdo orgânico, então 30% aqui de atenção eu vou dar para o meu conteúdo orgânico e não pago, desde que ele seja com mão humana. Ou seja, é um incentivo ao humano à autenticidade e a IA ser uma ferramenta.
nessa conversa. E quando você fala isso, você fala um pouco da AI, eu vi um dado, inclusive no M15, onde o nosso amigo lá, o Tiago, até um abraço para ele, mas eu estava dando uma olhada no livro dos insights de 2026, os 60 insights de Simous para Simous em 2026, e tem ali um dado falando, a pesquisa nas AI ainda é muito íntima.
perto dos buscadores, e você vê as AI. Sim, isso é verdade, tem razão. Como o GPT já colocando que vai ter anúncio. Só que tem um porém. Isso é agora. Isso é agora. Assim como eu estou no interior e eu nunca vi o interior evoluir tanto,
tendo uma IA. Eu, assim, o interior, eu amo o interior, eu vivo no interior, mas, obviamente, assim como o Brasil tem um delay para os Estados Unidos... Uma coisa de fora, exato. O interior acaba tendo um delay para conversas que a gente tem que chegar mais perto da metrópole. Mas a IA não teve esse delay.
A IA todo mundo usa, até quem não tem habilidade com a questão digital. Então, é uma previsão, pessoal, é uma jogada de tarô aqui que eu vou fazer, mas no final das contas, isso é uma questão passageira, porque realmente é a primeira vez que os jogadores estão ameaçados.
Sim, sim, sim. E tem muita coisa que sai daí, por exemplo, se olhar aqui para mim mesmo, profissionalmente falando. Então, há pouco tempo atrás, nós lançamos uma nova empresa que era a Rastro Neural. E a Rastro Neural veio para isso, para fazer o quê? Para identificar através de como está a posição da sua empresa em uma busca nas LLMs.
Então, e a partir disso eu consigo identificar se você aparece ou não. Se você aparece, você aparece em qual relação perante aos seus concorrentes? Se aparecem 30 concorrentes, você está em primeiro, você está em décimo quinto, você é o trigésimo ou você nem aparece? Eu já peguei para eles que nem apareceram.
Por quê? Porque as LLMs, elas têm esse formato diferenciado, elas não têm um layer na frente de pagamento. Ela vai olhar realmente quem tem autoridade. E a construção da autoridade passa pelo pilar do conteúdo. Então, ela nasceu justamente por conta da Backlinks, porque na Backlinks a gente atendia clientes que estavam produzindo conteúdo e tudo mais, e aí nessa produção de conteúdo eles falaram, a gente quer melhorar a nossa presença na LLM.
E aí a gente começou a olhar e falou assim, não é só profissional do conteúdo, o que a gente pode fazer para enxergar mais? E aí tem a conexão com o lado do SEO, que a gente brinca, o mercado, há um tempo atrás, brincava e falava, o SEO morreu, e hoje o SEO virou ponta da onda de novo. Por quê?
que está muito relacionado com a construção de conteúdo, que tem todo um lado técnico de olhar backlink, mas tem que olhar a construção do site, o back-end do site. Lembra que os buscadores, as LLMs, elas estão enxergando que está na internet. O seu site está bem configurado.
com as tags direitinho, está bem indexado, tem conteúdo, tem blog relevante, está com as palavras-chaves corretas, está sempre sendo atualizado. E, por outro lado, também tem um trabalho feito com os portais que te trazem esses backlinks que eu expliquei agora há pouco ali, fazendo com que você tenha esse ranqueamento, isso sobe a sua autoridade, você começa a ser enxergado pelas LLMs.
Então, é dessa ideia que surgiu essa empresa, mas que a gente também aproveita a oportunidade até para esclarecer que a gente acabou sendo procurado por fundos de investimento e nessas conversas com o fundo de investimento a gente resolveu dar um...
um passo para trás e remodelamos, pivotamos, porque essa é a prática de startup, de você entender o cenário, opa, tem que ir por aqui, eu tenho que mudar aqui. Então, a gente remodelou, embarcou ela embaixo da própria Backlink Global, em vez de ser uma nova empresa, ela está hoje debaixo da Backlink Global.
até que a gente aprimore novamente o que a gente entendeu que o mercado vai precisar e a gente lança ele como uma empresa apartada. Mas hoje ela está debaixo do nosso guarda-chuva aqui da própria Backlinks. Mas com esse foco de mostrar para as empresas a presença dela nas LLMs e mostrar, monitorar elas, comparar com a concorrência, fazer o ranqueamento e subir ela, mostrar estrategicamente o que ela precisa fazer para ranquear melhor.
E aí são pontos que a gente pode abrir muitas coisas aqui de conversas. A gente pode falar um pouco sobre o mercado de performance que está caro. Então, no final das contas, falando de alguém que foi do Google, que educou ali agências, a gente viu pela primeira vez o mercado falar opa, espera aí, inflacionou o Ads.
Eu vou trabalhar... Gente, pode falar aqui com todas as terminologias técnicas e bonitas que vocês vão ouvir, mas a forma mais didática de falar é o S está caro.
Tá claro? Claro. Na Tuned, que foi a última empresa que eu trabalhei, a gente se encontrou, eu estava em eventos pela Tuned até o ano passado. Na Record? Até na Record. A gente se encontrou também na época do evento do Pinterest. Nós estávamos lá, você estava lá, estavam os amigos nossos lá e tudo mais. Eu ainda estava pela Tuned ali, eu exerci um papel na Tuned, mas tinha, agora a sua salida da Backlink. Mas ali mesmo, na Tuned, eu lembro que a gente fez um estudo que a gente fez um estudo.
comparando, olhando matérias que vêm dos Estados Unidos, e que o Aedes inflacionou, o preço do Aedes cresceu cinco vezes. Então, assim, está muito mais caro, a competição está muito mais agressiva. Então, hoje, se você não tiver estratégia ou se você não for uma bet...
que chega com um canhão de dinheiro para investir em mídia performance, você tem que pensar muito bem, estrategicamente, onde alocar os recursos e o mais importante disso, porque eu não estou falando aqui que você não deva fazer performance, ao contrário, você tem que estar presente nas principais mídias, então você tem que estar na rede social, você vai ter que fazer ads na rede social, mas você vai ter que estar nos buscadores, você vai ter que fazer ads, mas você também tem que começar a olhar para a presença orgânica, tem que olhar para a presença nas LLMs, tem que olhar ali como conseguir esse,
balance entre essas mitas, sabe? É que o Eds por Eds não funciona, né? Na verdade, assim, o Eds obviamente funciona, gente, o Alconcur, o Beabá, do que a gente vai falar de mídia apada, ele funciona. A questão é somente ele não funciona.
somente ele. Ah, sim. Se você depender só dele, difícil. Não entendam como... Ah, eu vou fazer o Google Ads, isso é um erro que eu peguei no mercado.
que eu mais vejo, um dos erros que eu mais vejo. Ah, eu vou colocar 50 mil iets, 50 mil iets resolve o meu problema, aqui eu vou vender. Não é assim. Posso te contar um case relacionado a isso? Por favor, por favor. Por favor. Uma agência parceira nossa, de amigos nossos, eles estavam atendendo clientes de Portugal, que vendem aquelas máquinas de criolipones. Você sabe por que é isso?
Eu sei o que é isso, porque é uma máquina que inclusive o Lebron comprou. É uma máquina de criolipose. A máquina de criolipose, para quem não conhece aqui da audiência, é uma máquina que é muito conhecida nas casas de estéticas femininas. Por quê? Porque ela congela a gordura e ela terrete a gordura corporal. Geralmente as casas de estética feminina, as mulheres, elas vão lá fazer esse tratamento, fica ali algumas horas com o negócio congelando a barriga que ela...
Ela tem um processo químico que ela quebra a molécula ali e tem esse processo de emagrecimento. Tanto que no esporte, grandes esportistas pegaram isso porque também consegue ter maior rendimento e ser caro. Sim, é usado para estético, mas pode ser usado para performance também. O fato é, essa é uma máquina cara. Tem máquinas que custam a partir de 300 mil reais.
máquinas dessas aí. Então, as casas de estéticas aqui no Brasil, por exemplo, tem casa que subloca essa máquina. Por quê? Porque ela tem a dona, um investidor comprou a máquina, ele subloca, então essa máquina fica o dia inteiro numa casa de estética, onde a empresária ali, ela já agenda o dia inteiro, sai uma para outra, sai uma para outra, porque ela alugou aquele dia e ela tem que faturar ali.
para pagar o dia dela. Depois eles pegam essa máquina, levam para outra casa e fica assim. Legal. Então eles trouxeram essa máquina e contrataram essa agência e falaram que eles queriam fazer somente ads. Somente ads. Só fizeram Google e Facebook e Instagram. Era só isso.
e eles não estavam conseguindo performance. Então, você imagina um produto de alto valor agregado, de uma marca teoricamente desconhecida no mercado brasileiro, porque é uma marca internacional, e que chega com uma proposta sem conhecimento de mercado. Então, obviamente, até alertado pela própria agência, mas o dono não queria e tal, e focaram nisso, gastaram uma grana e não tiveram resultado.
E aí, a gente na conversa, e eles falam assim, a gente está querendo fazer uma parte de conteúdo, você acha que vai funcionar? O que você acha que a gente pode fazer? Vamos fazer isso aqui. O que o mercado vai precisar é, primeiro, a gente vai identificar o ICP e a persona. Então, você identificou isso, você sabe que quem está buscando, quem compra isso, ou é empresário, investidor, ou é médico. A gente chegou nesse funil aqui.
Então, quem compra é médico, porque já trabalha na área, acaba comprando para as pessoas, enfim.
Então, a partir desse ECP, essas pessoas, a gente vai focar nos sites, portais, onde essas pessoas se encontram. Então, quando eu falo de empreendedor, eu posso colocar lá no pequenas empresas, grandes negócios, posso colocar uma matéria no portal de franchising, por exemplo, tudo mais. E assim como no portal de medicina, no portal de saúde, de health, enfim. E a gente começou a criar conteúdos focando nisso. Então, a primeira onda de conteúdo era focada em quê? Outra, vamos falar sobre a...
a nova oportunidade de negócio que tem na área de estética que está chegando no Brasil agora. Então, cria-se um conteúdo, fala-se sobre o modelo de negócio e tudo mais que está chegando e tal, e você põe nesses sites.
na empresa, na exame, o cara ali e tal, tudo mais. Depois de uma segunda onda, que é quem são as pessoas por trás desse negócio inovador que está chegando no Brasil. Então você conta no Storytelling também, quem que é a da família do Bruno Gimenez, que construiu a empresa nos anos 90, lá na...
em Portugal, e o negócio foi crescendo, a filha assumiu o negócio, ampliou, começou a vender internacionalmente, chegou na Itália, chegou na Espanha, e agora estão trazendo para o Brasil e tudo mais, e viveu e viveu.
Legal. Falei, passa mais a segunda onda, que às vezes é 15 dias, um mês, sei lá, faz uma nova publicação, mas aí uma publicação mais já com CPA, sabe? Por que você tem que investir nesse negócio que está chegando no Brasil agora? E aí você mostra por quê, porque a área de estética está crescendo demais, porque tem um um payback de tanto tempo.
com faturamento XPTO, que tem esse 20 casos de sucesso, BBB, e você põe nesses mesmos locais. O que você construiu ali? Você construiu storytelling. Você construiu uma história. Para o empresário, para o cara investidor, para o médico que está procurando...
coisa, ele vai buscar, quando ele é impactado, e aí somente nesse momento, depois que você criou a história, que você vai com a mídia de performance, com a mídia de impacto, quando ela é impactada, ele vai pesquisar. Quando ele vai pesquisar, ele está vendo a matéria nesses portais. Então, tem uma matéria na exame falando quem que é a história, quem está por trás da história, o que a empresa faz, por que é bom o teu negócio.
Esse lead chega muito mais aquecido para o cliente final. Então, essa foi uma coisa que aconteceu com a gente, baseado nisso, a parte de conteúdo, criando a história inteira, explicando para o cliente, dando detalhes no negócio, antes de simplesmente criar um ads. E aí que está o ponto, porque isso é branding na veia, é construção de conteúdo. E isso, assim, falar de branding ainda é muito macro, mas isso é construção de conteúdo, mais storytelling com distribuição.
Se você vai pegar essa tia, você vai falar dessa entrega, óbvio, a gente não está falando de uma estratégia de curto prazo. Isso é uma coisa que eu sempre critico, Pércio. Hoje eu fiz uma crítica a um grande player do mercado de agências que critica a gente.
critica agências, mas está lá os stories ali, eu acho que você sabe muito bem até quem é quando eu falo isso. Deixa a pessoa lá no seu story. Vai lá ver lá, porque o mercado já se levanta contra essa questão de imediatismo do marketing há muito tempo. E o imediatismo que o marketing digital trouxe não é o marketing todo.
Marketing, comunidade, comunicação que abrange tudo, tem muita coisa. O imediatismo tem um ponto só que pode funcionar, quando você tem uma demanda reprimida. Aí eu acho que vai ser isso, certo? Aí eu acho que vai ser isso, porque você já tem uma demanda reprimida no mercado para quê? Agora, fora isso, é o processo totalmente inverso, né, Bruno?
Ou então você é um casé da vida que fez um conteúdo lá de React e explodiu sem você fazer um planejamento em cima disso. Até pode ser que ele tinha planejamento, não sei. Mas que ali ele falou, eu tenho certeza que o casé não olhou e falou assim, eu vou bater de frente com a Globo.
eu não acho que ele fez isso eu acho que em algum momento aí teve um tiro que foi certeiro mas quando você fala isso, eu também acredito na demanda reprimida você tendo a demanda reprimida, você consegue uma coisa que é, pô, ninguém tá oferecendo aquilo coloquei beleza, é rápido
Aí o Eds realmente vai funcionar e você nem vai precisar de muito esforço com construção de marca. Até tem que ter também, porque no final, quem não conhece não vai te buscar. Mas, enfim, ainda assim, eu acho que o esforço é menor se você tiver pouco concorrente. A gente está simulando um cenário do mundo ideal. Você criou um produto que tem demanda, você não tem concorrente.
é só eu aqui, eu vou nadar de braçado. Mas quantos negócios a gente vê disso, Berson? Então, essa não é a realidade, é isso aí, essa não é a realidade. Eu vou esperar ser um unicórnio, sabe? Exatamente. Não é assim que funciona, agora, a credibilidade, ela é construída, a reputação é construída. E aí que está o ponto, eu nem considero, vocês nem podem considerar uma estratégia de marketing de fato, se você só se baseia em ads.
é a ponta do iceberg é a ponta do iceberg se eu der minha contribuição aqui eu ia falar para você o seguinte tem um lado bom e um lado ruim da pandemia em termos de marketing
Então, o lado bom é que ele subiu muito, essas pessoas acordaram com o digital. Então, eu lembro que nessa época eu estava no Waze e, cara, internamente mesmo, a gente viu que, assim, projetos que estavam parados, que a gente tentava falar com os clientes, tentava negociar, até os caras, não, cara, não quero ver isso e tal. Aí foi ao contrário, os caras, meu, eu preciso para ontem, me ajuda, porque meu concorrente está na internet, eu não estou, aí eu preciso melhorar meu site e estou parado aqui. Então, era um absurdo, né, cara?
E o lado ruim também foi o seguinte, acabou...
Aí, ampliando um pouco a bolha do digital ali, começou a ter muita influência, muito, vamos dizer assim, aqueles mentores e tudo mais, que começaram a mostrar que o marketing digital era simplesmente mídia e rede social. Sim. Então, eles ignoraram a construção de marca, ignoraram a gama amplificada que tem de comunicação, que envolve desde o...
passa por um relacionamento que pode ser por N canais, que pode ser por telefone, que pode ser por e-mail, que você desenha aquela régua de ações, de relacionamento que você tinha. Então, eles cortaram, encurtaram aquilo, falando assim, não, cara, o marketing vai funcionar se você fizer mídia, performance e rede social. Não sei se você tem essa visão, isso é uma visão muito particular minha, tá? Não, não, não. Eu concordo, concordo.
Eu tenho uma crítica ao mercado que ele estuda, até do imediatismo, voltando à questão do imediatismo, o marketing digital foi bom para o mercado, mas ele foi ruim a partir do ponto que ele falou, olha, você consegue fazer tudo pagando.
sim, você paga na hora que você vai contratar alguém, mas só que você vai contratar e as estratégias de médio e longo prazo é o que mantém empresas hoje em dia em pé. E as empresas que estão a curto prazo, e eu até vejo empresas de curto prazo hoje com uma crítica que eu fiz lá no History, lá, né,
conseguindo se manter, mas de uma forma que não é a correta. Tem algumas coisas aqui que a gente pode pensar, trabalhar em cima disso, mas uma coisa que eu queria entender com você, é um cara especialista em parcerias.
Eu, com o passar do tempo, me especializei na sua parte de parcerias também, e é uma parte que me apaixonei, porque eu vejo que... A gente viu, até foi o cerne dessa discussão que a gente foi, que é tacar o Ads e a gente tem um CAC muito alto, ou seja, custo de aquisição de cliente muito alto, hoje em dia cada vez mais alto se a gente for depender da mídia paga.
E as empresas estão buscando alternativas, estão buscando outras formas de tanto de ter um CPL, um custo por lead. Gente, não tem como, são siglas do mercado. Às vezes, as pessoas falam, se são essas siglas de marquetesca, não sei o que. É nossa, do mercado. É igual eu chegar no mecânico, eu que não entendo nada de carro, ele começar a falar de 300 coisas bem tuinha.
que eu sei lá o que é, entendeu? Então, no final das contas, o CPL, o custo por lead, que é o que você trazer o lead, o seu lead, hoje ele é muito caro se você envolve os custos de ads. O custo por acaso, onde o cliente, que é ali, pô, conquistei o cliente, o cliente ali, ele fechou comigo. Cara, esse custo que você teve, ele está muito alto, ele também tem o ads.
Então, no final das contas, eu preciso, por mais que esteja alto, também preciso fazer aquele performance. Tudo bem estar alto, tudo bem mais ou menos, mas a partir do ponto que ele está alto, mas eu também estou performando, ok, mas e o meu lucro, e o meu EBITDA? E muitas coisas que envolvem aí dentro disso. Tem várias discussões nisso.
Só que quando a gente fala isso, o mercado está ávido a achar outras formas de anunciar. E é justamente aí que entram essas questões, tanto com backlinks, quanto construção de conteúdo, distribuição, porque tudo isso faz com que o CAC abaixe, o CPL baixe. E, consequentemente, existe um setor que eu me apaixonei, que é o que eu estava falando, que eu, inclusive, entendi, que iria fazer baixar o meu CAC, que é a parceria.
E aí, eu trabalho com parceria, Pérsio, eu entendo parcerias, depois de dois anos sendo head de parcerias, eu entendi algumas coisas dentro do mercado criativo, eu consigo hoje dividir em três pilares, que é justamente a parceria comercial, a estratégica e a de experiência, que é a relacional também. E quando eu falo disso, aí eu abro outros leques. Mas o que... Nossa, é...
a sua opinião e também trazer um dado, que é, segundo a Gartner, a famosa Gartner... Uma consultoria estratégica, né? Uma consultoria maior do mundo, mas a maior do mundo, junto da McKinsey e tudo mais, 60% das empresas B2B planejam implementar programas formais de parcerias estratégicas até o final de 2026, reconhecendo esse canal como essencial para a situação de mercado.
Em 1975, os estudos já apontavam isso, né? E aí a gente vê que teve ali, cresceu o mercado B2B, de parceria estratégica B2B, cresceu 28% nos últimos dois anos, sendo responsável por até 35% das receitas de empresas de tecnologia em 2026. Falando de tecnologia, mas também tem outras. Como você vê isso de dentro, Pedro? Você é um cara que sempre trabalhou com isso e monetizou isso.
Eu trabalhei bastante tempo com essa parte de parceria e a gente tem inaprendizados aqui, mas acho que assim, se eu desse uma frase de impacto aqui para dar aquele corte, parceria comercial, ela não é network, ela é um canal de crescimento, basicamente é isso. Eu acho que você resumiu bem, porque você falou, parceria, quando ela é bem estruturada, ela reduz o CAC?
ela acelera vendas, ela abre portas do time comercial, que às vezes demoraria anos para acontecer. Então...
só que tem uma fórmula assim, muita gente pensa o seguinte, eu vou fazer uma parceria, aí eu vou ligar para o fulaninho, para a empresa tal, oferecer para ele vender meu produto, vou dar um material, vou explicar o preço tal, beijo, abraço e estou esperando o resultado.
não vai ser assim que vai acontecer. Então, tem todo um trabalho, tem toda uma estratégia para fazer acontecer. Então, tem uma parte, acho que de alguns pilares, tem uma parte que é o alinhamento real de interesse. Então, assim, quando comecei nessa área de...
atuar na divisão de parcerias estratégicas lá no Google. Então, a gente tinha alguns pilares que era, por exemplo, enxergar clientes que tivessem sinergia com o nosso negócio. Então, não adianta eu querer fazer parcerias. Se o nosso negócio é o digital, a gente buscava empresas que estivessem atuando dentro do digital. Então, por exemplo, se eu pegasse lá, um dos parceiros de sucesso foi o lançamento de parceria com a Hotmart. Por que a Hotmart? Porque a Hotmart é um marketplace de...
que vendia o CD, que vendia um artigo, que vendia materiais, cursos, treinamentos e tal. E esse cara, ele vendia só dentro da Hotmart. Só que, aonde que tinha oportunidade? A gente falou assim, poxa, se a gente fizer um processo de automação para que esse cara que está vendendo dentro do marketplace e possa vender na internet, de uma forma rápida, prática, que ele não tenha custo, então, óbvio que a gente tirava ali, para esse cara que é muito pequeno, que ele não é um empresário, ele é um...
vendedor de marketing, não é produto digital, né, cara? Não é uma empresa. Ele não tem grande... É um lançador, né? É um lançador. É o Erico Rocha, do 6 em 7. Ou, às vezes, até menos, porque, às vezes, você está vendendo um curso que você fez, não era nem lançamento na época. Comprei vários, Pércio. Vários, inclusive, que estão lá.
Eu fui comprador disso, eu comprei muito curso, e o que eu acho fantástico, esse cara, quando ele é muito pequeno, ele não tem grana para pagar uma agência. O budget que ele tinha para fazer de mídia é só o fim da agência, da agência pequena. Então, ele não tinha condição. Quando a gente faz uma parceria dessa, por exemplo, a gente está fazendo um modelo que nós chamamos de win-win. Por quê? Porque eu fazia uma automação com esse parceiro, no caso, foi a Hotmart.
usando um exemplo público, posso falar o que aconteceu. Então, a Hotmart, a gente se conectava na plataforma, criava uma automação, um botãozinho de imagem, falava, quem custa o nosso produto? Quero. Qual budget você tem? Eu tenho R$100, R$200. Qual é a palavra-chave do seu negócio? Curso de inglês online? Qual região você quer colocar? Põe um...
Target geolocalizado aqui, um CEP e um raio de quilômetros aqui. Pronto. Colocou a palavra-chave em três botões, ele estava divulgando na internet. Então, ele não estava vendendo somente dentro de quem estava ali, dentro daquela bolha do Hotmart, e sim para todo mundo que estava procurando. Então, isso é um modelo muito interessante de parceria. Você tem um alinhamento de interesses, de tecnologia e tudo mais. Então, você resolve um problema conjunto, você gera receita para todo mundo, você satisfaz o cliente.
O seller fica feliz porque ele consegue vender mais. Se o seller vende mais, a plataforma que era a Hotmart ganha mais dinheiro, porque ela ganha um percentual dali. E se ele está vendendo, no caso, via Google, que é o que a gente estava fazendo, a gente também fica feliz porque ele está usando o Google para vender o produto. Então, faz sentido para todo mundo. Relacionamento e facilidade.
Exatamente, facilidade, comodidade. Mas tem uma parte que é muito importante dentro da parceria, que é você ter os responsáveis muito bem definidos, quem são os pontos de contato, quais são as metas claras de cada parceiro que você tem que ter, desenvolver quem são os stakeholders, a preparação desse parceiro, desde a escolha, a definição de quem vai ser o parceiro, mas a preparação dele, as rotinas.
desde aqueles QBRs com a...
o board ali, os responsáveis, mas também tem a parte da operação, quem que cuida no dia a dia, porque às vezes você está falando ali com o dono da empresa para fechar um dia, mas o cara da ponta, ninguém está sabendo dele e ele nem está sabendo do negócio. Então tem que ter esse envolvimento de todo mundo. Obviamente tem toda aquela parte comercial que você sabe que é o pipeline, a parte de ativação, enfim, cobranças. E, por fim, a facilidade de vender.
Porque pensa o seguinte, não adianta ser um produto complexo demais. Então, se você não ajudar o cara a vender também e facilitar para ele, ele não vai conseguir e essa parceria vai arruinar no começo. Não vai nem sair do lugar. Então, você vai ter melhores práticas, só para concluir, você vai ter melhores práticas, você vai ter oferta simplificada, empacotada para ele, material de apoio, material de suporte, aí envolve tudo, desde um PTT.
a ter um vídeo explicativo. Ou seja, esse cara está vendendo você, está representando você. Então, ele tem que ser no mínimo igual a você para vender, porque senão ele vai queimar a sua marca. E alimentado, né? E alimentado. Uma coisa de parceria. Quando você casa, você faz uma parceria. Ela pode... Você casou é uma parceria. É uma parceria. No final das contas, você casou, você vai manter a parceria ou não? Não sabemos.
mas é uma parceria onde ambos se doam para dar certo. Uma sociedade é uma parceria? Que dá certo ou não? Muitas não dão, mas vocês se casam a ponto de as coisas darem certo e um entregar o melhor para o outro e para o negócio dar certo.
No caso da relação B2B entre as empresas, a empresa que é a parceira, se for o caso que está te vendendo, ela tem que ter uma visão financeira, ela tem que ter uma visão de benefício muito clara para ela, porque se ela não tiver isso, ela vai falar que ela não funciona.
dando aqui, tem que dar treinamento para funcionar, mais um produto para ele vender, mais um serviço, tem que gastar tempo, investir para no final ele não ter retorno nenhum, então tem que ser um negócio viável. Então, por isso tem que ter uma preparação muito grande, até antes de começar a parceria, sabe? De pensar em todos esses pontos. E aí, o que eu vejo muito de erro nisso, Pércio, é a parceria do Vem Até Mim.
É o que eu mais vejo no mercado, que é o fechamos uma parceria, agora com você.
Exatamente. Não, cara, é ao contrário. Eu acho que a nossa... Eu trabalhei tanto na divisão de parceria de ads para o Google, e aí a gente buscava grandes players do mercado. Então, eu estava falando de mercado livre, VTX, Hotmart, então tive relação com esses players aí. Mas quando eu fui para o Waze, era o contrário. Então, eu fui falar com agências do meu segmento da SMB. E aí, com uma visão de negócio totalmente diferenciada...
que eu gostei na época, que eu gostava muito e eu criei parceiros que viraram amigos, assim, a gente trocar mensagem no celular até hoje e tal, é que era essa proximidade, então você tem que estar próximo do cara, você tem que estar ouvindo o cara, você tem que saber, você tem que ter o suporte, o cara tem que sentir.
que está dentro do negócio, que ele não está sendo explorado por você, não é só um canal que está lá tentando vender para ele tentar também ganhar um dinheirinho a mais e tudo mais. Não, tem que ter esse cuidado de ambos os lados, sabe? De você dar esse suporte, de estar junto, mostrar para ele que você está ali para ajudar esse cara, para que ele consiga o melhor, representando você, botando a cara, a tapa ali, e que ele pode contar com você na retaguarda. Porque quando dá um problema no produto...
o cliente vai reclamar com ele, não com você, porque ele comprou dele. Então, você tem que ser aquela retaguarda de segurança para ele. E não necessariamente só a venda no final. Porque a venda, geralmente eu falo, que a venda é uma consequência de meios bem feitos. Justamente a gente ter um relacionamento, a gente se conheceu no evento de network.
Pô, vamos lá, vamos lá. Então, a gente toma uma cerveja, conversa um pouco, valida ideias. Pô, aqui tem todo um processo que ele não é declarado. A gente está validando ideias. A gente, pô, e aí, Perce, como que está o negócio, a maturidade? Pô, e se isso aqui daria certo? Será que a gente junto não daria certo? Será que dá para monetizar aqui e tal, tal, tal? É isso, sabe? É uma construção em conjunto. Uma construção em conjunto. É horrível, né, Perce?
É o All Hands. É o All Hands, é o All Hands. E com o parceiro, pense o seguinte, muitas vezes, se você deu um exemplo interessante no começo do nosso congresso, você falou assim, poxa, eu estou no interior. A realidade do interior de São Paulo é diferente do cara da...
que está na capital, que é diferente do cara que está lá fora, que recebeu a informação antes. Então, quando você tem um parceiro, você imagina, eu tenho um parceiro regional, numa cidade pequena, que está numa outra realidade no interior, lá do Grande Sul, por exemplo, e eu tenho que ter essa...
a mesma linha de comunicação, de treinamento, de capacitação e tudo mais, como um cara que é vizinho nosso aqui na Falea Lima, que é uma grande agência, que o mercado já conhece, que está super antenado e tudo mais. Eu não posso diferenciar, eu tenho que preparar eles, realmente, eu tenho que manter o nosso padrão ali. Então, isso eu acho que é fundamental também na hora de se criar uma divisão de parceria, sabe?
Acho que a gente definiu bem isso aqui. Infelizmente, a gente está chegando ao final do nosso episódio. As coisas passam muito rápido. Agora, pessoal, vocês devem estar... Sabe o que eu não gosto muito, Carlos? Quando eu vejo o episódio muito faculdade.
Então, sabe, depois da faculdade, depois, ó, uma hora e dezenove. Pessoal ouviu uma aula aqui. E aí a gente não tem uma conversa mais leve. Eu sei que vocês querem saber disso, pessoal. Eu sei que vocês querem saber disso. Quem é o campeão da NBA desse ano?
Cara, olha, essa pergunta, vou te falar. Assim, tem o potencial, que é o previsível, e tem aquele que eu gostaria. Então, vamos lá. Se eu tiver que falar assim, quem que eu acho que pode ser esse ano? Cara, assim, a briga é boa, a briga está boa, mas eu estou vendo ali que, ainda assim, você pode ter um OKC, que foi o...
campeão, né? Nunca vi um time, há muito tempo eu não vejo um time com uma supremacia como o OKC pode ter. Cara, ele tem muito potencial, então é difícil você questionar, mas eu vejo que tem outros times também que estão...
muito grande. Agora, não sou torcedor desse time, mas estou muito fã de ver o Santantinense jogando, cara. Não sou torcedor deles. Eu também não gosto do Santantinense, mas eu estou fã de eles jogando, cara. Está muito legal, cara. Eu acho que não tem capacidade de chegar numa final, mas está muito gostoso de ver o jogo deles. Ainda, né, Perso? Porque o Embi, ele é um jogador que a gente faz um tchokeira.
É impressionante. É impressionante. O famoso é Alien. É o Alien, cara. E assim... E como foi em Eikon, cara? Como que é a questão cultural ali com o Lebron?
Cara, olha, foi uma experiência legal. Você me perguntou e até para a pessoa saber, eu tive a oportunidade de fazer um curso, eu fui fazer um curso na Universidade de Acon, um curso de negócios, na faculdade, na Universidade de Acon ali, em Cleveland. Então, eu fiquei ali na cidade, eu passei um mês ali e tal, porque foi super bacana. Cara, a cidade respira o Lebron, cara. Então, eu tive a oportunidade de visitar... Quantos habitantes, Pércio?
Agora você me pegou, cara, não sabia. Só se olhar o que é o governante aí. Mas pesquisando, eu vou falando aqui. A cidade, ela respira o Lebron, ele construiu um legado muito legal. Ele criou um negócio chamado I Promise School.
que ele pegou uma escola pública e ele vai até lá e ele meio que transforma a escola pública numa escola privada, porque ele dá com uniforme, ele dá material escolar e tudo mais, só que ele bancou do bolso dele tudo isso até as crianças se formarem, até chegar na faculdade. O negócio absurdo não é até o colégio, ele vai até a faculdade, ele vai bancar essa galera. E o estudo nos Estados Unidos é muito caro.
189 mil pessoas, duas casas de orçamento, 189 mil pessoas. 189 mil pessoas. Eu tive a oportunidade de ir lá, visitei um trabalho social que a mãe dele faz, que a família dele faz, que é super legal também. Então, na faculdade, dentro da universidade que eu estava, tem uma área muito próxima ali, que é uma cidade universitária. Então, a minha gente visitou essa área da...
que ele tem essa ONG, tive a oportunidade de conhecer. Fui visitar a I Promise School. Não visitei ela funcionando, ela estava fechada ali, que eu consegui ir no final de semana e tal, mas eu consegui andar pelo lugar e tudo mais, foi super bacana. Na cidade, você vê que tem outdoor, tem...
grafites dele espalhado por todo lugar. É muito interessante. E eu já dei uma vacina, Bruno, porque no período que eu estava lá, ele foi, acho que na St. Mary's School, que acho que é a escola que ele estudou, do colégio, né? Ele estava lá no colégio... Você não foi, Pércio.
Não fui. Eu falei, caramba! Eu vi no dia seguinte. Eu do lado do lugar, eu falei, não acredito que eu não fui. Nem que eu fosse estar na rua, em Botiette, eu estaria... O cartaz, assim... I love you, Lebron! I love you, Lebron! Vai lá, papai, né? Lebron ladrão roubou meu coração! Meu coração, é isso aí, cara! Jogou ao menos um basquete lá?
Ah, foi, joguei, eu bati uma bola com a galera. Na Promises School tem uma quadra, ele montou uma área, acho que são quatro quadras de basquete que fica atrás. Então, como a gente estava lá, a gente visitou, a escola não estava tendo aula, mas você pode visitar e tudo mais. E aí, as quadrilhas, eu bati bola ali, fiz aquela sessão de foto tradicional e tal. Na própria universidade também, é aquela coisa, né? É uma cidade universitária, a Universidade de Aikon.
Ela é como considera-se um grade de dois, vamos dizer assim, ela não é primeira divisão, só que ela é uma estrutura do futebol americano.
E olha que tem toda uma prática de esporte. Eu cheguei a tomar café da manhã e almoçar com os atletas de futebol americano. Então, assim, eu com 1,90m, 110kg, eu me senti uma criança perto dos caras.
realmente impressionante mas conheci as estruturas, bati uma bola dentro do ginásio também, na parte de basquete onde tem o time de Akron que são os Ips, eu sigo eles até hoje um carinho especial ali pelos Ips de Akron é um time de basquete também que também não é D1 que eles falam, não é divisão 1 mas é um time muito bom que conseguiu draftar um jogador draftado para a NBA o ano passado E aí
dentro daquela segunda, terceira rodada, mas conseguir, estou vendo isso, uma vitória, os caras comemoram, isso é muito legal. Eu espero que o Brasil seja assim, porque eles valorizam o mesmo trabalho, o esforço, a dedicação dos caras, é impressionante. Eu vejo que os Estados Unidos se transformam muito através do esporte. Cara, é um balde, cara.
animal. Se um dia você puder ver, você vai ver que assim, quando eu vou para a parte do esporte, lá eu andei tudo. A parte de treinamento de futebol, futebol nosso, futebol só, que é lá. Cara, impressionante. Caramba, cara.
futebol, a estrutura realmente, assim, a parte de natação, articulação, as quadras e basquete, então, realmente, eu estava numa D2, né? Então, assim, só que eu tenho amigos que jogaram nos Estados Unidos, né? E eu tenho amigos que jogaram na D1, amigos que jogaram na D2 e até na D3. As fotos e as histórias que eles me contam, que eles já me mostraram e tal,
terceira divisão, ou seja, são faculdades que são menores ainda, mas que ainda assim têm uma estrutura que eles falam assim, cara, não se compara aos grandes clubes aqui do Brasil, sabe? Em termos de qualidade. É meio... Eu vi uma entrevista do Leandrinho ali falando...
E, pô, lá são 20 técnicos. Nem eu tinha essa ideia, que eram 20 técnicos. Um para o tipo de chute, um para defesa, um para o ataque, um para você bater bola, para o armador, um para o pivô. Aí você chega no Brasil, tem dois técnicos para tudo, que não necessariamente nem formação tem. Exatamente. É uma dificuldade muito grande.
Cara, o que resta para a gente é isso, a gente conseguir provocar, fazer provocações, tentar elevar o nível, levar consciência. A gente sabe que tem muitos trabalhos que são feitos em relação ao esporte.
por pessoas que encabeçam, que levantam a bandeira. Então, quando você vê um César Cielo dando palestra de submatação, quando ele faz um coaching para uma garotada na escola, quando você vê a Janete, que ela tem uma ONG espetacular, que sempre fala na TV e tudo mais, falando sobre esses treinamentos, que ela depende das empresas patrocinarem e tudo mais, tentar melhorar o nível. Essas coisas você fala, cara, ainda bem que pelo menos existe esperança.
tem uma galera que está tentando empurrar isso para frente, e eu, como sou cria do esporte, vim do esporte e trago esses valores para mim, você também, você já contou essas histórias e tal, então a gente vê que, sim, cara, mas o esporte ele educa, ele traz consciência, ele melhora o problema social, ele melhora...
a família, ele diminui a criminalidade, ele influencia em todos os aspectos da sociedade. Então, acho que a gente tinha que realmente olhar com muito carinho mais para o esporte.
A Janete é um... Acho que o que ela fez pelo basquete, pelo menos lá em Santo André, não só em Santo André, é engraçado, porque estou em duas cidades que a Janete é muito ídolo. Justamente ali em Santo André, onde eu cresci, ela tinha o SESI. O trabalho do SESI. Ela tinha a iniciativa ali do SESI, do Janete Arquema.
e também a Kim Ourinhos, que eu acho que é a maior jogadora. Não, ela é espectacular, tá bom. Campeã, não preciso falar nada, ela é só campeã da NBA e também uma das campeoníssimas brasileiras, né, cara? Ela naquele trio, Janete, Paulo e Hortense, cara.
É maravilhoso, é maravilhoso. Tem altas histórias para contar sobre isso. Quando eu era jovem, querendo ser profissional, com meus 14 anos, onde eu vivia com a minha bola ali das 7 horas da manhã até as 10 horas da noite em Santo André, no Della Antone, em Santo André, eu olhei e falei, nossa, olha a mulher ali sentada assistindo, nossa, é a Janete, que jogava nos Estados Unidos.
Eu lembro que minha perna tremeu
Cara, eu vou falar para você, eu tive a oportunidade de ver o Oscar, tive a oportunidade de ver a Hortência, a Paula, o Oscar tive a oportunidade de bater uma bolinha com ele numa festa da Ales, foi bacana, na festa da América do Express, levaram ele e tal. Agora, curiosidade aqui, para nós aqui, que a gente conte, o cara que fez eu tremer a perna que eu vi julgando aqui no Brasil, você não vai conseguir acertar.
Quem? Vou dar uma palhinha pra você. Jogou em franca. Mas, tipo, não o jogador foi pro exterior. Brasileiro. Não, jogador gringo jogou em franca. Larry Taylor? Não, tá quase. Dexter Schaus. Putz. Aí você foi longe, mas também tá com isso. Tá com isso, na mesma época. Mas é que o Dexter Schaus é o famoso Dexter Show.
lembra que ele fazia 30, 40 pontos por partida, era um armador que arremessava de três, dava dunk na cabeça de todo mundo, e ele era nível NBA, né, cara? Então ele já jogava, ele jogou no Phoenix Suns e tudo mais, aí veio para o Brasil e aí mostrou a diferença que é um jogador profissional lá do jogador aqui no Brasil.
no Brasil ele nadava de braçada por inspiração eu acho que a gente aqui no Brasil deveria valorizar mais os nossos idos a gente não a gente chama esse clitor aí técnico da NBA hoje que animal que animal né
E ninguém liga, cara, o brasileiro não olha pra isso, e isso é muito gigante, cara, isso é muito grande. Você olha o Leandrinho, o que ele fez, o quanto ele é respeitado até hoje. Até hoje, e tá lá, né, tanto que os caras empregaram ele e tá lá. Exato, treinando os americanos. Treinando os americanos, cara. O próprio bebê. Marejão.
É ídolo, é ídolo lá em Clívera. É ídolo, as pessoas têm o negócio da peruca dele lá até hoje. Exato, aí você vai pegar tudo isso daí, só que a gente esquece que naquele jogo que o Colby fez aquela coisa de 60, eu estava assistindo em pé aquele jogo dos 60 pontos. O da despedida?
A despedida. Eu estava na sala da minha casa, lá em Santo André, em pé, chorando, e sim, eu estava chorando, pessoal. Vocês não sabem, mas eu tenho meu braço inteiro tatuado de Kobe. E todas as camisas, não todas, mas uma boa parte de camisas, desde que o Kobe entrou na NBA, eu tenho aqui na... Foi uma das maiores...
o jogo dele, cara, depois de ter tido lesão, de já estar velho e tudo mais. E quem era o armador dele? E quem era o armador dele? O armador que estava lá era eu acho que tinha um brasileiro chamado Marcelinho Hertas que jogava ali, né?
Aqui é a hora do meu jabá. Pessoal, temos lá o 824 Podcast, que é o que o Bruno fala. Ele tá meio parado, tá? Porque o Bruno precisa aqui fazer o Marketing The Podcast. O 824 tem lá a Kaká, amiga minha do Projeto da Janete, que vai para as Olimpíadas como armadora.
Tô cravando, tá? Não tem informação, mas eu tô cravando aqui. Ela vai para as Olimpíadas como armadora da seleção brasileira feminina. Um beijo, Kaká, pra você. Obrigado por todo o carinho. Quando tiver por Ourinhos novamente, a gente se encontra de novo pra bater uma bolinha.
Temos ali episódio com o Frajola, diretor da CBB. Temos ali vários episódios. E ainda, Bugarelli, você está me devendo o meu episódio lá no 824. Mas ele também vai lá.
lá, né? Então, no 824. Cara, eu quero muito Marcelinho Hurtas. Eu já falei, já fiz o convite. A história dele deve ter muita resenha, cara. Esse é aquele episódio que tem que ser inesquecível, cara. Eu tive a oportunidade de trabalhar, quando eu sei entrevistar, eu tive a oportunidade de trabalhar com o irmão dele. O irmão dele trabalhou comigo na Nextel.
E eu não sabia que era irmão dele na época. Ele jogava, já jogava basquete, mas, obviamente, o basquete era um hobby ali, né? Mas, depois de um tempo, acabei descobrindo que eles eram irmãos e tal. Muito bacana também, um profissional alto nível, um profissional de marketing também, inclusive, deve estar aí na audiência. E aí tive a oportunidade de conversar com o Marcelinho ali no...
do Fluminense, que eu ia assistir ali, e aí ele tava por lá, às vezes nas férias ele treina ali também no Clube Paulistano, então eu tive a oportunidade já de conversar com ele, cara super simpático, e assim, com certeza quero ouvir as histórias que esse cara, esse cara jogou com o Kobe, velho, não tem o que falar, só quero sentar e ouvir.
E ele é MVP com 41 anos na Espanha. MVP com 41 anos na Espanha, basquete alto nível, não tem o que falar, cara. Quando você colocar ele no ar, você só me avisa que eu só vou sentar e ouvir. Entenda uma coisa, pessoal, o Bruno é fã de armador clássico, Jason White Williams, White Chocolate Williams.
Eu sou fã de Jason Kidd, eu sou fã de Steven Nash, eu sou fã desses caras. E para mim, Marcelinho Huertas está nesse hall. Ele é. Ele consegue jogar em alto nível com um estilo de basquete que ainda é considerado old school, que é mais clássico dessa galera aí. Muito bom, muito bom. Ele é muito bom.
Então vão lá acompanhar o 824, acompanha o Marcos de Podcast, e depois vão lá acompanhar o 824 lá, que tem conversas bem legais, né? E também, não pode esquecer, Raulzinho também estava nesse jogo, pelo lado do Utah, né? Exatamente, estava em quadra, Raulzinho, exatamente. Esse jogo de despedida.
Gente, Pércio, quero suas considerações finais. Muito obrigado por ter topado estar aqui no Marketing de Pódicas. Eu não sei mais, já passou de 150 episódios travados, eu já não sei. Ah, já. Que belo histórico, digo a gente de passagem, né, cara? Fantástico, meu parabéns, viu, Bruno? E continue aí perdurando por muitos e muitos anos, cara. E ouça o episódio. Quero você aqui para falar de outras coisas.
E já acreditava de basquete, ouça também com o Vicentini, que é o CEO da NBA. Gravei com ele também. Ouça também. Espetacular também, que aliás fez um trabalho para a área de marketing ali, espetacular, que é o posicionamento da NBA aqui no Brasil. Então também é uma aula, eu já vi muita coisa dele, é uma aula, o cara é espetacular também. Não conheço, não tinha o prazer de conhecer pessoalmente ainda, mas é um profissional de primeira linha também.
Ah, eu cheguei pra ele e falei, eu jogo basquete, olha a minha tatuagem. Ele disse, eu não jogo, eu não jogo. Eu falei, é verdade, né, paixão. O Bruno, quando era mais novo, há cinco anos atrás, falou isso, mas hoje é um grande amigo aí que apoia o podcast incondicionalmente, inclusive.
que bacana. Por favor, considerações, sinais aí, e fala onde o pessoal te encontra, onde encontra Backlinks Global, como contrata e tudo mais. Poxa, bacana, cara. Primeiro, agradecer pelo convite, Brunão, foi sensacional, assim, você é convidado para um dos podcasts mais referenciados de marketing no Brasil. Cara, você que é brother, puta parceiro, eu já vi tantos episódios com um grupo tão seleto de pessoas, hoje, já.
cabareto aqui no mercado, fico super lesungiado de estar aqui batendo um papo com você, ambiente super legal, eu agradeço demais pelo convite. Minha consideração é a seguinte, cara, uma reflexão que eu fiz aqui, eu pensei assim, cara, uma...
falando de liderança e tudo mais, hoje, eu estou aqui falando e tudo mais, mas eu fui bem preparado, eu tive grandes líderes que eu admiro, e esses profissionais que eu admiro, eu faço questão de ressaltar, então assim, trabalhei com a Maria Angélica Mar, que foi Grupo Abril, espetacular gestora, Ricardo Macedo, foi meu primeiro
primeiro gestor na American Express, muito bom, aprendi muito com ele. Trabalhei com Cristiane Sacucci, Nextel, muitos anos, aprendi muito com ela. Ricardo França Araújo, que hoje está nos Estados Unidos, trabalhei também na Saúde do Guadalupe, além de um baita de um gestor, uns caras mega inteligentes e super parceiro, amigo até hoje, manda mensagem, a gente troca ideia e tal.
e Ademir Acef, também, que foi um baita profissional da área de telecom, muito bacana, aprendi muito com ele, foi um gestor na época de vivo, e o Daniel Fuchs, que é um cara, assim,
foi um dos donos da Vodafone que trouxe a marca para o Brasil, e é o cara mais inteligente que eu conheci, e ele chegou já a fazer eventos na NASA, é um cara fora da curva mesmo, se um dia você quiser trocar uma ideia com ele, eu vou te falar, ele é outro padrão, é um cara que...
Tem algum trabalho que ficou bem reconhecido? Eu conheço de nome. Cara, ele fez muita coisa. Para você ter uma ideia, ele soltou satélite, ele mandou satélite no espaço. Ah, só isso. E o exército brasileiro chamou ele.
Porque, assim, como é que ele mandou o satélite sem ninguém saber nada? Ele soltou, ele conseguiu jogar um satélite no espaço aqui no Brasil. Isso eu estou te falando há muito tempo atrás, 2013, 2014, naquela época. Ele ganhou um campeonato de... Sabe das coisas de luta de robô? Ele foi para lá, participou disso, ganhado também. Ele é um cara muito fora da cor, assim, e tal. Um cara com muito bom coração, muito humilde, mas, assim, é o QI mais elevado que eu conheci, cara.
Não, queremos ele aqui. Queremos ele aqui. Vamos ver se a gente consegue agitar isso aí. Vamos ajeitar umas coisas em off, mas queremos sim, até porque agora a gente tem 12 programas. Conto em off e depois para vocês, audiência. Eu conto depois. Obrigado a você do convite. Muito feliz de estar participando aqui com vocês, com essa audiência bacana. As pessoas me encontram no LinkedIn, perso.oliveira, perso.oliveira ali no LinkedIn. Está fácil de achar. A Backlinks Global.
Também está nas redes sociais, então backlinksglobal.com, você acha no LinkedIn, acha no Instagram, no próprio site. Então aqui atendendo o mercado, a gente atende todos os segmentos de negócio, todos os portos de negócio, pequenas empresas, médias, grandes, são especialistas também para atender as maps. Então assim, cara, e presente em 40 países. Então se você também está aqui no Brasil e está querendo publicar fora do Brasil, pode contar com a gente também.
Isso aí. Então, distribuição de conteúdo, reputação, então vocês podem contar aí com a Backlinks, tá? Buscando autoridade aí, também distribuição do conteúdo de vocês. Comunicação de verdade, né, Pérsio? Não só das coisas. Gente, muito obrigado, tá, por vocês acompanharem a Marcha de Podcast, como aí o Pérsio mesmo falou, como eu também quero ter passado em algum momento desse podcast, a gente já foi listado entre, eu não falo na frente,
porque eu não gosto desse termo na frente, por mais que eu seja do esporte, eu falo que é entre vários podcasts que eu acompanho, então eu mesmo ouço. Muito prazeroso, né, cara? Muito prazeroso isso, né, cara? Prazeroso.
É prazeroso, Pé, mas mais que seu reconhecimento de trabalho. E é o reconhecimento de trabalho. É o reconhecimento de trabalho, mas é uma coisa assim, eu nunca imaginei na minha vida estar atrás da minha mensagem, e do Roy Hunters, e também, consequentemente, ter ali estar na mesma prateleira do João Branco, sabe? Do Desmarket Teases.
Então, tem muita coisa legal aí que aconteceu, mas isso é graças, não é ao Bruno, isso é graças à comunidade do Mark the Bold, de vocês que estão nessa proposta do Bruno, do maluco do Bruno, que sempre coloca aqui a forma dele de falar, que é uma forma mais gostosa, pelo menos ao meu ver, uma forma mais gostosa de a gente conversar, uma forma mais gostosa de colocar pontos, uma forma que seja mais agregadora.
sempre aquelas coisas de pontos de inflexão ou discussões que são coisas que eu não sei se faz sentido tanto mais para o mercado atual. É uma forma mais agregadora de ver negócios. Então, eu tenho a agradecer. A gente chegou aqui a tantos episódios e a gente vai ter muito mais, muitos mais anos com isso, muitos outros.
programas, depois eu vou contar isso pra vocês em um outro vídeo e lembrem-se, só sei que nada sei e já que a gente falou tanto nesse episódio disso, eu não posso encerrar o episódio sem esse termo que vocês sabem que eu faço quando se referencia a minha maior paixão com a basquetebol Mamba out Isso aí
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