Delírios Coletivos nos Animes
Em um dos episódios mais caóticos e psicológicos do podcast, mergulhamos nos maiores delírios coletivos dos animes — tanto dentro das histórias quanto no fandom.
Falamos sobre teorias que viraram “verdades”, personagens presos em realidades distorcidas, fandoms que enlouqueceram com interpretações malucas e obras que brincam com a percepção do público. De Gakkou Gurashi até as obras de Satoshi Kun, passando por Dragon Ball AF, Pokémon e muitas teorias absurdas da internet, discutimos quando uma comunidade inteira começa a acreditar em algo… mesmo sem sentido.
Prepare seu chapéu de alumínio e venha enlouquecer com a gente.
- Delírios Coletivos em AnimesTeorias de Fandom · Personagens em Realidades Distorcidas · Interpretações Malucas de Fandoms · Obras que Brincam com a Percepção · Gakkou Gurashi · Obras de Satoshi Kon · Dragon Ball AF · Pokémon · Teorias Absurdas da Internet
- Satoshi Kon e suas ObrasPaprika · Perfect Blue · Millennium Actress · Paranoia Agent · Tokyo Godfathers · Cisne Negro · Inception · Conceito de Potência de Vida e Morte
- Efeito Mandela e DelíriosPikachu com Ponta Preta na Cauda · Super Saiyajin 3 no 11 de Setembro · Digimon 02 Comercial Globo · Slayers Comprado pela Globo · Ash em Coma · Dragon Ball AF · Pokémon Proibido · James com Peitos · Ash Capturando 30 Tauros · Yu-Gi-Oh! do Demônio · Kaiba de Cabelo Verde · Episódio Zero de Yu-Gi-Oh!
- Gakkou GurashiApocalipse Zumbi · Ilusão da Protagonista · Sobrevivência · Plot Twist no Primeiro Episódio
- Shipps e Teorias de FandomShipp Bakugou com Uraraka · Shipp Zoro com Perona · Shipp Zoro com Robin · Shipps em Bleach · Shipps em Re:Zero · Teoria de Crocodile ser Mulher · Luffy Gear 4
Delírios coletivos. O que será que a gente acaba todo mundo pensando que aconteceu, mas na verdade não aconteceu? Coisas que talvez todo mundo fala, mas isso na verdade nunca existiu. Essas coisas a gente vai ver nesse podcast.
Sejam bem-vindos a mais um podcast aqui no Subaru Show. Eu sou o Mugi e hoje a gente vai ver um pouquinho animes que aconteceram, os delírios coletivos, seja eles dentro do anime, seja eles, por exemplo, em coisas que aconteceram no fandom, o pessoal fica teorizando muita coisa. Será que isso tudo realmente aconteceu ou não? Vamos falar sobre isso. E comigo está o Sage. Aqui é o Sage e a fandom já vive num delírio coletivo. De fato. De fato.
E também comigo está o Jim. E aí, tudo bem? O meu delirio coletivo favorito dos otakus brasileiros é que Death Note é bom. Polêmico. Já começou a ser cancelado. Já, pô, já. Já sendo cancelado aí. Eu curto Death Note, mas enfim. Também curto. Mas eu gostar e ser bom são duas coisas diferentes. Eu não vou entrar nessa pauta agora.
Mas enfim Antes de qualquer coisa, não esquece de seguir a gente Nas nossas redes sociais Arroba Sobra Show no Instagram Sobra Show no Spotify Arroba Sobra Show em quase todas as redes Eu acho que é só TikTok que não é Arroba Sobra Show, é Arroba Sobra Show Podcast Podem seguir a gente, dá like Comenta que ajuda muito, por favor É isso aí E pessoalzinho, vamos lá, Delírio Coletivo Tá
O que vocês lembram aí de delírios coletivos que aconteceram, que marcaram mais vocês em animes aí? Quando você vai falar de delírio, a gente só vai lembrar especificamente de um diretor, cara. Não tem como não falar, porque acho que praticamente todas as obras dele, ele fala de delírio. Tirando Talk Food Fathers. É, eu tô falando do... Não, mas ele também tem um pouco de delírio. Não, porque ali é a magia do Natal, ali realmente aconteceu.
Ah, mas... Ah, mas tem uma personagem que vive num delírio. Mas você tá falando do Satoshi Kon.
Olha todas as obras do cara, praticamente todas envolvem um pouco de delírio. Páprica, Perfect Blue, Millennium Actress, o Paranoia Gente, Talk Godfathers e um pouco outro que eu falo que tem uma personagem que acha que é mãe Maria. Tá dentro dos Reis Magos ali, sabe? A Divina Maria, cara. É um pouco complicado essa história. Enfim, cara. Ele é um cara que...
trabalha bem essa questão da psicose ou psiquiatria ou sei lá, a mentalidade dos personagens ou a realidade. É um negócio para muito sonho com realidade esse é o rolê. É uma confusão sobre o que é realidade e o que não é realidade e uma coisa misturada com a outra e a profundidade. Tanto que tem obras que acabam sendo inspiradas com obras de Satoshi Kon.
que a gente vem do filme de cinema. O Cisnei Negro, por exemplo. É chupinhado do Perfect Blue. É o roteiro de Perfect Blue adaptado pro acidente. O Inception é copiado do Paprika. O Inception é copiado. Eu vou falar de um anime aqui pra mim que em questão de... Não chega a ser delírio coletivo, mas fala sobre delírio. Na verdade tem dois animes aqui na minha mente, né? Porque não é um delírio coletivo, porque é um delírio só da pessoa ali, tá? Um, eu quero falar sobre Tokyo Magnitude 8.0. Tá, sem spoilers, por favor.
Cara, é um anime muito antigo, cara. Eu acho que... Eu acho um pecado você falar de Tokyo Magnitude e dar o spoiler do final. Esse é o único que eu não dou spoiler do final, pra quem não viu. Mano, é que... Sabe o que eu acho? Sabe qual que é o problema? É que as pessoas não vão assistir mais Tokyo Magnitude hoje. Entendeu? É isso? Por isso que eu falo.
Não sei se é que lançasse na Crunchyroll. Exatamente, exatamente. Mas mesmo que lance, cara, é muito difícil, cara. Eu acho que Tog Magnitude, infelizmente, ele ficou esquecido para as pessoas atuais, entendeu? Não é um anime que pega, tipo, a... Eu acho que é Juventude Atual, porque ele é um anime lento. Você vai tendo...
os viés que vão acontecendo e tudo mais ali. Mas é difícil, acho que hoje alguém parar pra assistir Toque Mano de Tude sem que alguém indique e fale, você vai assistir. Mesmo que a pessoa indique hoje, eu acho que a pessoa não vai assistir, sabe? Eu acho que eu falaria pra, assim, novamente, eu acho um pecado falar de, sem dar um spoiler. Então a melhor recomendação que eu sempre falo, ó.
Assista e não procura o spoiler. E eu não vou te dar o spoiler. Então beleza. Então eu não vou seguir nesse, vou falar de Gakou Kurashi, que é uma coisa que a gente já tinha falado aqui nesse podcast há uns episódios atrás. Esse é marcante. E eu acho que dá pra falar até porque o plot twist acontece no primeiro episódio.
Não, sim, isso aí na verdade é o que é conhecido É, exatamente, Gakogurashi é o que A protagonista, ela tá Vivendo um dia lindo Na escola, e no final do episódio A gente vê que na verdade esse dia lindo Tá só se passando na cabeça dela Porque na realidade estamos passando Um apocalipse zumbi Eu vejo que Gakogurashi Ele veio na época onde tinha Tenta mil coisas de zumbis Cara, zumbi tava muito em alta naquela época Cara, tem oitenta mil coisas de zumbis Desde os anos dois mil E aí
Não, mas cara, eu vejo que naquela época especificamente estava tendo muito... Cara, eu não vou lembrar exatamente. Ah, 2010? Dez anos atrás, acho. É o que é o que começou também Walking Dead. Não, Walking Dead não começou em 2010, gente. Walking Dead começou lá nos anos 2001, 2002. Não, cara. Impossível ser 2001, cara. Não, tá falando da velha, Mug. Não, cara. Dos quadinhos ou da série de TV? Da série. Da série? Impossível ser 2000. Em 2010, não, cara.
Enfim, eu não vou entrar muito em datas aqui, mas, cara, eu lembro que The Walking Dead estava muito em alta. Não estou falando que tinha começado, mas estava em alta, tá? Eu vou falar que tinha muita coisa de zumbi na época. Eu lembro de Zumbilândia. Lembro que muita coisa saiu... Zumbilândia é legal. Zumbilândia é muito da hora.
Eu lembro que saiu muita coisa zumbi naquela época, tá ligado? Só pra falar aqui, ó. 2015, uns 10 anos atrás. Cara, 2011 há 11 anos, velho. Kakukurashi. Ah, não, Kakukurashi. E The Walking Dead. Dá uma olhadinha aí, dá uma olhadinha aí. Ah, meu Deus. Não é realmente 2011 há 11 anos. Exatamente, cara. Eu acho que não chega a ser isso, tá ligado? Você tá saindo lá pra 2010 mesmo. É, pô. Você está correto.
Enfim, Gakou Gurashi, cara, é um episódio atrás do outro de revelações e revelações, tá ligado? Enquanto a gente tem uma protagonista que tá tudo mil maravilhas na cabeça dela. E eles têm que lidar com essas consequências, cara. Eu acho que esse é um anime que eu indicaria facilmente pra todo mundo assistir. De zumbi que não é tão pegado no zumbi, mas sim nos problemas que as pessoas estão lidando. É, exatamente, exatamente.
É, porque na verdade você começa com... Te engana, na verdade. Musiquinha bonitinha, abertura lá tranquila, o cenário feliz da garota que está com os problemas no clube escolar. A primeira opening de Gakugurashi é mó bonitinha, tá ligado? Na verdade ela continua bonitinha, só que à medida que vai acontecer nos eventos, ela vai ficando mais sombria.
Mas o primeiro episódio ele já te engana, porque tá tudo feliz. O problema da garotinha ali com o cachorrinho, o problema passando em vários lugares, as coleguinhas de classe ali, vendo os problemas de uma escola tranquila. E aí a gente vê o final do episódio, o que acontece? Eles estão dentro de um apocalipse zumbi, a garota protagonista tá vivendo de uma ilusão, dizendo que tá tudo bem, tudo maravilhoso, e todas as outras estão tentando sobreviver naquele inferno.
Muito bom. Sem prejudicar a mentalidade da garota que tá lá. Coitada, é, nem com jeito disso. Eles estão presos numa escola, né? Isso. E aí tem também a professora, e tem os alunos que estão ali, tipo, tentando sobreviver. Então, a pergunta, sincera, a Nohanna entra nessa categoria? Eu acho que não chega a ser tanto, tá? Mas, é... Se a gente pensar que as pessoas...
fora do grupinho de amigos nunca viram ela? Pô, eles estão... É um delírio deles ali. É, de fato, de fato. Não, todo aquele grupo, veio o protagonista falando, estou vendo fantasmas. É verdade, o protagonista está vendo metade. É, a Norrana entra. Aí pensa, coitado, esse cara está vendo fantasmas da garota que morreu há 10 anos atrás, coitado. Deixa ele... O que a gente faz com esse cara? Embarca nesse problema do delírio coletivo, do delírio dele?
Eu não sei. É curioso como eu pensaria em ser um psicólogo em algum momento, assim, a gente começar a ver. Agora eu queria perguntar pra vocês. Vocês lembram de algum anime antigo, antigasso, que vocês assistiram? E vocês até pensam assim, pô, realmente, será que isso existe? E fica na cabeça de vocês? A existência do anime? É, porque, tipo, às vezes você lembra de um anime que existiu mais ou menos isso. Não. Entendeu? Não, eu... Não.
Eu vou até falar de um, não é um anime, o comercial, o Mario vai saber disso aqui, cara, que é a propaganda da Digimon 02. Tá. Ele existe. Eu mostrei pra ele. É o da Globo, em que tá todo mundo fazendo uma série de poses, assim, com cosplay e feio pra cacete, né? Cara, eu tenho certeza absoluta. E existe esse comercial.
Isso é loucura, velho. O primeiro Digimon, antes de lançar na TV aberta, ele lançou uns 3 ou 4 episódios na Fox Kids. Ok. E uma versão de Butterfly em português. Ah, isso daí é uma boa teoria. É uma boa teoria. Eu lembro que você tem visto. Isso não é foda, pode botar uma vela. Porque assim, na Globo nunca teve o Butterfly, né? É a versão da Eliana.
Pode ter tido uma versão em português, só que eu também não vi, tá? Porque eu não vi Fox Kids nessa época. Tá, eu não quis ter visto, mas... Mas o bizarro é que foi, tipo, 3, 4 episódios, aí lançou na TV aberta e eles trocaram pra TV aberta. Por algum motivo, então... Tá.
E existe um delírio coletivo também do passado, que é as pessoas acreditarem que... Gente, vou falar de um negócio pesado, mas enfim, é um evento que aconteceu pesado no passado. Mas que 11 de setembro aconteceu no dia do Super Saiyajin 3 do Goku. E não, gente, não foi isso, não aconteceu isso. Eu não sei nem se tava passando... Dragon Ball, cara.
Não, foi num sábado de manhã que aconteceu. Foi num sábado? Não foi num sábado. Foi num sábado de... Não foi num sábado, foi no meio da semana. Eu não sei, eu sei que... Cara, eu fui pesquisar isso daí e não foi no... De fato, não aconteceu quando o Goku virou Super Saiyan 3, tá? Não, não, mas... E as pessoas até hoje associam isso. A programação das criançadas.
E eu lembro que eu tava vendo desenho, aí começou a passar isso, eu trocava de canal e não tinha. Eu não tinha. Só eu tive que ir pra escola. Não, não. Foi numa terça-feira. É porque eu tava de... Eu não tava na escola esse dia. Olha só. Não, é porque eu fazia E-Tech e eu estudava de tarde. Então, por exemplo, eu confundi que foi sábado. Não, foi numa terça-feira, mas todo mundo lembra do que tava fazendo no ano de setembro, né? É o que dizem, 2001.
Eu lembro que eu tava lá no quarto dos fundos trocando uma lâmpada, cara. Cara, eu tava na aula.
Eu estava de tarde. Eu estava de manhã, eu estava na aula. Cara, é isso, tá ligado? Só fui saber, tipo... Então, eu não estava vendo TV naquele horário que aconteceu as coisas. Enfim, mas... É o efeito Mandela, na verdade, a gente está falando. O efeito Mandela era? Não, foi de manhã agora, não sei quando, né? Assim, a gente está falando do efeito Mandela, né? O efeito Mandela é aquele efeito coletivo lá de que... Todo mundo fala...
Não, todo mundo tem uma memória coletiva que nunca aconteceu, de verdade. Na verdade, é até engraçado, porque é relativamente fácil você implementar o efeito Mandela. Alguém sabia disso?
Como? É simples, eu vou dar um exemplo verídico. Você lembra que uma vez caiu o avião ali em Congonhas, lá na avenida? Sim, sim, sim. Uma pessoa vira e fala assim, não, o avião estava soltando fumaça. O avião não estava soltando fumaça, tem gravação. Todo mundo ali que depois que eu vi o avião estava...
a cabeça. Mas eu digo até mais, nessa época tinha muito pouco também em questão de internet e de fusão de informação, tá? Então naquela época era muito mais fácil ainda de ativar um efeito Mandela por boca a boca das pessoas. Não, não, sim. Na real é engraçado, tem uma amiga minha que ela tem um problemão de memória. Às vezes quando eu faço uma sacanagem dela, eu implanto memórias na cabeça dela.
inofensivas, claro. De ir manipulando aí as pessoas. Às vezes é boba, do tipo, ah não, você deixou na direita em vez da esquerda. Nada demais. Quer ver um efeito Mandela que eu li aqui, que todo mundo se confunde também? Assim, pra vocês ouvintes também, fiquem pensando na cena, imagina. Imagina o Pikachu. Pikachu, ele amarelo e a cauda dele amarela. A pergunta é que fica a ponta da cauda dele é preta? Não. Não. Não. A ponta do rabo do Pikachu não é preta. Porque... Tá bom, é marrom. Não.
É amarela Não, cara, não tem como ser amarela Vamos ladinho, veja uma foto do Pikachu E me diga Mas não tinha o coraçãozinho Nas fêmeas? Tem, mas não é na pintura? Não, é no rabo É o formato da cauda Foi aí que eu me confundi Olha o som dela em apego, gente E todo mundo pode Com certeza não é É
É amarelo, amarelo. Enfim, já capturei muito Pikachu e Shire pra saber disso. Não, mas eu tenho certeza que um monte de ouvinte deve ter respondido. Sim, a ponta é preta, galera. Não, mas é por causa que as orelhas têm a ponta preta, não a calça. Isso, e aí o pessoal acaba associando, né, cara? É um bagulho bizarro isso daí, tá? Inclusive, eu gostava mais do Pikachu gordinho.
ó, porque o Chuy Gordinho é sempre mais carisma, tá? Tanto é que o Giganta Max dele é ele gordinho, né? Então, enfim. Beleza. Vocês lembram algum efeito Mandela mais algum delírio coletivo maior na parte de infância, alguma coisa do gênero? Ou a gente pode entrar numas paradas de hype e fandom?
Eu não sei se é... Não é efeito Mandela. Existe uma história que vagou entre o... A galera gostava de anime na época. Que Slayers tinha sido comprado pela Globo. Pra parar de passar. Porque tava roubando a audiência da novela das oito. Caraca, cara. Eu acho que eu já escutei essa história também, cara. Agora, se é verdade ou não, cara. Eu já escutei essa história também.
Eu não sei, porque o Slayers passava 8 da noite na Band, e ele só durou uma temporada, que foi o tempo que durou. Pronto, é isso? Passou a primeira temporada. Nessa época, você ficava repetindo infinitamente. Ah, sim, mas a exibição do Slayers na Band foi o que durou toda a primeira temporada. Durou 26 episódios. É isso aí. Então, não tem nada além disso, né? Eu gosto dessa história, mas eu duvido que seja verdade por um motivo muito simples. Se isso fosse verdade e a Globo tivesse comprado, ela ia passar.
Em algum horário. É, porque ela ia saber que aquilo tem alta demanda, né? Enfim. Aí eu não sei disso, não faço ideia. Pra mim, assim, eu vi na Band, depois eu vi depois, normal. E depois eu vi a segunda temporada, terceira temporada, etc, tal. Pra mim tá ok. Beleza.
Gente, o que vocês lembram aí De efeitos, tipo, de Comunidade tá falando Muito sobre isso daí também, né Assim, né, como questão do Super Saiyajin e tudo mais Mas pro lado fandom, teorias Coisas bizarras aí, de tipo Que o pessoal acaba falando E pensando que é Em One Piece tem uma porrada de teoria, né
Por exemplo, o negócio da Crocomon. Muita gente fala do Crocodile ser mulher e tudo mais. Se a gente for entrando em teoria, João, a gente vai repetir de novo um podcast que a gente já gravou e foi xingado. Eu não vou entrar em teoria e pisa aqui não, eu quero sair um pouquinho disso. Mas o que vocês pensam aí de tipo, chip e tudo mais, de pessoal focar muito nisso daí, mas tipo isso, cara, definitivamente é um delírio da cabeça do...
Vamos entrar na primeira coisa. Chip, cara. Chip, o pessoal shipper, ele já tem problemas na cabeça. E eu me declaro, eu entendo mesmo porque eu sou shipper, sabe? O problema do shipper é você ver uma química de personagens que não existem e você quer shippar eles. Esse é o maior problema. É o cara que vê, ah, esse casal aqui interagiu com esse de uma forma diferente. Acho que deu química. Acho que eles podem virar um futuro casal.
Eles serão um casal. Eles terão um filho. E eu consigo ver todo o futuro desse casal.
Eu vou falar de um que, cara, pra mim, isso é mais recentinho, né? Mas é um que me pega muito e eu sou muito contra isso daí. E a comunidade era muito forte porque eles veem, tipo, em uma coisinha só que aconteceu, um bagulho bizarro, tá? Que é Bakugou com Uraraka. E isso daí, pra mim, é um puta delírio coletivo de todo mundo.
Porque, só porque eu acho que eles tiveram uma dança, eu acho que no filme, tá ligado? É que o Mineta... Mineta? É que o Midori é só um moleque que tá sem graça. Esse é o fato. Coitado da Uraraca. A galera aqui é chipaia de qualquer coisa. Menos com... Mas na época de Boku no Hero, na verdade, todo mundo chipava o Midori com todo mundo. Não, na época de Boku no Hero, todo mundo chipava o Bakugou com todo mundo. Não.
eu acho que nem tanto com o cara que fica duro beleza, com Kirishima faz sentido com o Kirishima faz sentido mas o Midori, o pessoal chipava ele com todo mundo de fato, até com o Mineta
Mas o que eu vi é que a comunidade shipava muito forte era o Bakugou com a Uraraka por causa de uma cena, tipo, de uma dança de um filme, tá ligado? Era isso. E seguiu isso até o final, tá ligado? Eu acho que isso começou na luta dos dois lá na primeira ou segunda temporada. Luta de... Ah, tá, tá. Teve a luta da Uraraka contra a Bakugou. Mas acho que nem foi tanto aí não, cara.
Foi, foi, porque tem uma galera que gosta de gente tóxica. Ele é tóxico todo mundo, mas com ela, ele vai ser o amorzinho, é isso. Mas enfim, isso pra mim, eu acho totalmente delírio de todo o fandom ali. Tem algum outro chip que vocês veem de alguma coisa que, tipo, é bem similar a isso? Sanjus Oro. Sanjus Oro. Não, mas peraí, isso aí é outra questão. Cara, tem chip disso. Não, sim, sim, sem ideia.
cabeça. Não, eu vou, eu vou, se você entrar em lado de One Piece da Força, os chips do Zoro, pra mim, são todos delírio coletivo, tá? Tipo, Zoro com Perona. Perona é bom. Mano, eu gosto. Eu gosto. Eu sou muito fã desse chip. Mas é um puta delírio coletivo, tá ligado? Tipo, é uma parada que, tipo, mano, isso não vai acontecer, tá ligado? Não vai, não vai. Cara, não sei se não vai, ou se vai ser tipo Naruto, tá ligado? Vai terminar, vai mostrar o futuro e por acaso eles estão juntos assistindo uma capa aleatória e foda-se.
É possível. Enfim, eu não sou muito fã. Também tem Zoro com o Robin. Mano, tem Zoro também com todo mundo, né, velho? Galera da tripulação só não rola. Não rola. Eles são família. Concordo. Ponto. É isso aí. Você lembra de algum forte aí, Sandy?
O problema, assim, a gente pode até shippar, mas o autor não ajuda também, cara. Por exemplo, o Bleach. Todo mundo shippa o casal de Bleach e o autor não ajudou, cara. Não, não vai ser esse casal. É isso que você tá falando? É, sim. O Itigo ficou... Cara, esse shippé é melhor que o cara. De fato, aí é um delírio coletivo, mas...
Não é um delírio Porque era a realidade Não, não, é a vontade dos fãs A moda é quando o autor delira, né? É, exatamente E no caso ReZero Ele escreveu uma nova interê dele com a... Ali é um delírio foda, tá? Porque, tipo, era pra ele Ficar com a Ren, tá? Mas, enfim É oficial, o cara delirou Ele fez lá
O spin-off que... É... Seide, e voltando um pouco aí sobre o mestre dos delírios aí, Satoshi Kon. E o que você pode falar e acrescentar um pouco mais aí? Cara, assim, são filmes intrigantes, sabe? E se discutir cada um deles, pelo menos os principais nesse tema, a gente consegue falar de muitas questões sombrias do ser humano, sabe?
Não é só isso, o cara era fera. Sim, eu tenho saudade dele. Tem um canal do YouTube que eu sigo, ele faz muita análise, ele fez análise do Paranóia Gente. Cara, o maluco puxou até Nietzsche pra explicar Paranóia Gente. É tipo, é nesse nível pra mais, é muito maneiro. Eu acho que você precisa até assistir umas duas vezes pra entender tudo, tá ligado? Nossa, Paranóia Gente, eu tive que assistir duas vezes, pelo menos. O primeiro, eu acho que eu pensei.
Eu perdi alguma coisa. Não é possível. E, na verdade, se eu não me engano, o Paraná, gente, ele é cíclico. Sim, ele é cíclico. Porque ele termina, do jeito que quando ele termina, na verdade, o próximo passo é o primeiro episódio. Porque é uma história cíclica. É. É porque ele é uma história cíclica. Voltando, eu vou usar a interpretação ali do... É que faz tempo que eu vi os Paraná. Eu não quero roubar ideia de ninguém. É do quadril na sarjeta, tá? É deles essa interpretação.
Ele é cíclico porque ele faz toda uma ligação de impulso da vida. E qual é é? Impulso da vida, por causa da morte, como é o nome? Ah, eu não vou lembrar, faz muito tempo que eu vi esse negócio. Não, não, não, isso é de filosofia, isso não é do paranoia gente. Fora paranoia gente. Não, assim, a questão do paranoia gente, de fato, ele fala de um garoto assim que ele ataca as pessoas. Lembrei. Potência de vida e potência de morte.
Eu não ia saber essa palavra. É, não, é porque isso é um conceito filosófico, gente, calma. Tá, explica agora.
Então, o que acontece? Eu vou falar do jeito mais rápido do que correto, tá? Até porque, do jeito correto, eu não sei se teria capacidade, porque é bem complexo. Sabe quando você chega em casa e tudo que você quer é pegar, deitar na cama e ser uma pedra? Então, isso é o impulso da morte. Você não quer, de fato, morrer. Mas você tem aquela coisa de você... A potência da... Você quer não estar vivo, mas você não quer morrer, entendeu?
E a potência da vida é o contrário disso. É o exato oposto disso. E por que ele é cíclico? Porque nós, seres humanos, na teoria, temos tanto a potência de vida quanto a potência de morte, e elas vão se equilibrando. O Shonen Bato, na obra, ele representa a potência de morte. O bichinho rosa... Você lembra o nome do bichinho rosa? Não lembro. O bichinho rosa é a potência de vida.
Só que os dois são lados de uma mesma moeda. E é por isso que é cíclico. Porque as pessoas são cíclicas. Quando você tá com muita vontade de se acordar animado, você tá exalando o potência de vida. Só que uma hora você vai... Entendeu? É um resumo mais rápido que correto, gente. Calma lá. Eu lembro que esse anime me dava medo, cara, em alguns momentos. Ainda mais a abertura dele, cara. É tenebrosa, aquela abertura. Ela é assustadora.
Não é minha obra favorita, é só do Jicom, tá? Eu prefiro mais os filmes do que a 07 TV. O meu favorito é o Millennium X. Millennium X é maravilhoso, mas eu ainda prefiro o Paprika. Paprika, eu acho que é um... Acho que geralmente quando a pessoa pensa em... Não sei. Você viu o Pai da Jicom, Mug?
Cara, eu assisti muito pouco de Satoshi Kon. Eu assisti Páprica e eu comecei Perfect Pro. Paranóia, gente, eu assisti porque você me falava muito de assistir Paranóia, gente. Você não gostou, né? O dia me empurrou. O dia me empurrou muito. O dia me empurrou. Me empurrou absurdamente pra você assistir. É legal, mas eu acho ele me assustador. O Mug não gostou, ué. Acontece. Enfim. É que assim...
da linha Satoshi Kon você tem de fato o Perfect Blue, tem um outro antes que eu não vou lembrar o nome agora fazia parte de um três filmes ali dentro eu assisti há muito tempo atrás também acho que foi na época é rosa alguma coisa o primeiro de impacto é o Perfect Blue porque você tem uma discussão sobre o que é a realidade ou não porque tem uma Idol
que ela está sofrendo ataques de algum fã maluco passando mensagens assustadoras pra ela, e ela não consegue dormir ela tá olhando, qualquer um ela vê um vulto, acha que é aquele fã maluco que tá atrás dela, né, e na verdade ela descobre que na verdade é a própria...
Ela mesma que está fazendo isso. É uma outra personalidade que está atacando ela. Não, você está maluco. Não é isso não, gente. Perfect Blue? Não, não. É uma outra personalidade. É a menina. É que assim, é um trio de idols. Uma das idols fica maluca e acha que é a idol que está fazendo sucesso.
Não, sim, sim, sim. É ela que é a outra personalidade. É que assim, na verdade, ela fica... E na real... Ela fica louca. Ela fica louca. E na real, o filme todo, se você prestar atenção, a gente tá olhando pela perspectiva da Idol errada. Sim, é isso mesmo. A Idol certa, que é a verdadeira, que tá sofrendo ameaça e tal, a gente não vê, a gente vê só a da Idol que enlouqueceu e acha que é a outra.
Não, sim, sim, mas a questão é assim, não é que é só uma pessoa que tá querendo me atacar, é assim, tô louca, é porque ela não consegue distinguir o que é real e o que não é, na cabeça dela, porque ela acha, tem uma pessoa maluca me visando, só que ela pensa, não, peraí, mas cadê essa pessoa, não tô vendo. Aí de repente tem uma mensagem no espelho, mas não tinha ninguém dentro dessa sala, só tinha eu. De onde veio esse negócio?
Então ela fica louca, porque ela não consegue perceber a realidade ou não do que que tá acontecendo. É, por isso que a gente fala que ele é uma espécie de cópia, ou suga muito...
Ou na verdade uma inspiração do Cisne Negro. Não, é uma inspiração. Tem cenas que são iguais. Exatamente. E no Cisne Negro é isso. É a bailarina que ela tá louca, que ela tá conseguindo, tá surtando. Por quê? Porque na verdade é a própria mente dela que tá enlouquecendo ela. É, a diferença é que no Cisne Negro a bailarina principal é a protagonista que tá ficando louca. No Paraná é a gente. Não, não. No Perfect Blue, perdão. Quem tá ficando louca é a idol que era amiga dela. A outra lá tá vivendo normal.
Mas aí tem um devaneio nessa história, tá vendo? Essa questão, porque você não consegue distinguir o que é a realidade e o que não é, de uma delas. É a mesma coisa que tem no Paprika também, só que de outra história, outra forma. Porque você tá embergulhando num mundo que seria o sonho, e às vezes você entra num sonho dentro do sonho e você não consegue mais saber o que é a realidade e o que não é. Por isso que ele é muito o Inception, cara. Inception, Sugoi e Paprika. É isso que a gente fala.
O Millennium Actress já tem aquela questão da atriz, que ela tá contando o passado dela, e você não sabe se o que ela tá contando é o que aconteceu de fato, ou se aconteceu num filme. Na verdade é os dois. Então, só que a gente não sabe. O público fica... Quer dizer, ela não foi pra Lua.
O público é enganado. Por quê? Não é passado isso pro público, mas é visto meio que as pessoas entendem. Porque a fala que ela narra são coisas da história que a gente... Tá, mas isso é de fato aconteceu? O que ela tá falando? Ou não? Isso é de fato num filme que ela contou, que ela estrelou.
Um exemplo bem claro é o seguinte. Porque no começo do filme, antes de ela ser atriz, não tem esses delírios. Depois que ela vira atriz, começa a misturar. Mas ela é uma atriz do milênio, na verdade, dos anos 2000 que acontece, né? Então ela já está bem velhinha e tal. E ela já estava relativamente adulta na época da Segunda Guerra. Isso, e ela está atrás de uma meta, atrás de um pintor, um carteiro, que tem uma chave ali, né?
E aí tem uma cena que é bem... Que é assim, começa com ela sendo alverjada, aí é um filme. Depois corta e já não é mais o filme porque ela tá na cidade que foi bombardeada na Segunda Guerra. Nossa. É meio... É, não é a bomba atômica, é só a bombardeada. Não, não, não, mas é meio brusco, assim, de acontecimento.
Então, é brusco, mas é refinado. É de uma hora pra outra, mas você percebe, mas os dois contextos estavam muito parecidos. Porque no filme teve uma explosão. Ah, tá, tá, tá. Aí voltou lá, entendeu?
Entendi, então fica nessa não entendimento de ser o filme ou não, né? Fica ainda e voltando, até algumas horas isso é muito claro, tem uma hora que ela tá vestida como uma princesa da, sei lá, da Era Tukugawa. É assim, então, dessas do Satoshi Kon a gente fala desses três, na verdade, né, de delírio.
Até o Toca Godfather eu falo, porque na verdade é uma alusão da história. Na noite de Natal, três mendigos encontraram um bebê. E aí tem aquela relação na verdade Jesus Cristo e os três seis magos. Então na verdade o delírio é a alusão de uma das pessoas achando que é a mãe daquele bebê. E que ela deu a luz.
só que na verdade é uma pessoa trans ou mendigo trans a luz é sua mãe e eu vou cuidar dela mas não, a gente precisa entregar esse bebê aqui pras autoridades pra que se tiverem cuidados eles vão atrás da mãe de fato da mãe biológica
devolver a criança. Esse é o grande objetivo. Mas a graça tá em você conhecer os personagens. A natureza dos personagens, porque são três mendigos, eles têm cada um uma situação. Uma garota jovem que fugiu de casa, o outro pai que foi abandonado pela família, e outra garota que nunca teve uma questão familiar construída. Então, assim, ela ficou desiludida. Você me lembrou uma coisa que é um delírio coletivo muito forte entre os otakus. Achar que o Japão é perfeito.
Não, não é. Não. Isso não chega nem a ser, eu acho que é um delirio coletivo, é uma má interpretação, né? Mas enfim, é um delirio coletivo. É coletivasso. Eu vou a mais, assim, já que eu sou de família japona, achava que a sociedade japonesa é perfeita. É. Pelo amor de Deus, nossa sociedade japonesa é decadente lá, cara, é difícil, cara.
É bizarro. Em coisas que aconteceram, tipo, na vida real, novamente aqui, vocês lembram de mais alguma coisa? Tipo que existe, tipo, o delírio coletivo que, na verdade, obviamente é uma teoria, né? Mas, enfim, que o Ash tinha entrado em coma, né? Vocês lembram dessas coisas? Ah, eu lembro.
Tipo, mano, eu lembro que, e principalmente nessa época que não existia muito internet e coisas afim de se ir atrás, isso acabava virando realmente, tipo, um pouco mais além do que até teoria, tá ligado? Eu lembro que nas revistas heróis eles publicavam qualquer coisa. É. Mentira, verdade. É, era mega, tipo, embasado em nada, né, cara? É.
Eu lembro de uma revista, pode ser o meu nesse caso, né? Falando de Dragon Ball, falando que no Japão tava muito à frente e que o Goku já tinha três filhos. Não, é. Lembra do Dragon Ball F? Dragon Ball F, eu ia falar disso agora, cara. Super Saiyajin, na época...
não exigiu o Super, né? Mas enfim, então a gente acabou o GT, vamos continuar com agora o Dragon Ball F Eu lembro o Dragon Ball F, o pessoal fazia o Super Saiyajin 5, o Goku com cabelo cinza, grandão tipo, pique Super Saiyajin 3 não sei o que, mano, esse Dragon Ball F foi uma pique, uma das paradas mais delírico coletivo que eu já vi na vida, velho É, mas eu não sabia que era mentira
Mano, acho que, assim, na época de criança, eu não acho que todo mundo sabia, tá ligado? Alguns, tipo, às vezes eu acreditava falando, aí, onde será que eu assisto, tá ligado? Porque às vezes a pessoa... Você que soube que a F era de Ip First? Mano, não sei, eu acho que eu consigo ver claramente pessoas que pensavam que existiam, só que não chegava pra cá, pro Brasil assistir, entendeu? Eu não sei, cara. Assim, Delírio Coletivo, eu penso mais em Cripe Pasta também, né? Então, tipo, que nem a do Ash, né?
Não, por exemplo, aquele do Pokémon proibido, sabe? O jogo proibido que... Existe um bagulho que as pessoas pensam que é um delírio coletivo, mas não, que foi real, que é o James com peitos, tá ligado? Ah, aquilo foi real. É, isso foi bem real. É, esse delírio coletivo que eu não acho que o Ash tem 30 Tauros. Não, mas ele tem 30 Tauros. Nunca vi capturar.
Mas ele tem 30 Tauros Porque Quando ele volta Se você não me mostrar o episódio dublado Não existe Vai que tem um episódio japonês que nunca chegou no ocidente Disso aí E quando ele vai É que ele capturou no episódio do Porygon os Tauros Não sei Não foi isso Ah não, foi no outro episódio Porque aparecia a arma
O James Bond O Tamar Pode até ser É que do Poli Igual o episódio Do Ataque Epilético É Ataque Epilético Inclusive eu tinha que assistir Pokémon Escondido Que Biama Mano Era muito uma parada Tipo naquela época Pokémon Yu-Gi-Oh Tudo era do demônio Né velho Então tipo Cara Tá aí Yu-Gi-Oh Do demônio
O cara dele é o Gilberto Barros, né? Isso daí é uma parada que foi um delírio coletivo feito pra pros pais, assim, né? É, cara, é que vamos combinar que o Yu-Gi-Oh! também não ajudava, né? Eu vou puxar aqui meu demônio da cabeça laranja. Não, eu tinha o Rei Caveira, velho. Puxava o Rei Caveira com bagulho, um monte de coisa. Tipo, não. Tem outro delírio coletivo em Yu-Gi-Oh! também que é o Caiba de Cabelo Verde, tá?
Ah, mas esse é o primeiro da Toei, né? Esse existiu, só que ele nunca saiu do Japão. Ele coletiu. Não sei o que você tá falando. Existe o oposto do delírio coletivo também, que é pensar que as pessoas não sabem, né? Mas a primeira temporada que a gente assistiu de Yu-Gi-Oh! não é a primeira temporada de Yu-Gi-Oh! Ah, não, que existe o episódio zero. É. Daquela... Desse aí do Dona Monstra.
Exatamente. Não existe o episódio 0 do El Monstro, gente. Inclusive, curiosidade aleatória de saber que El Monstro era pra ter sido o Magic, né? Sério? É. Não foi por conta de direitos? A Ozark não quis fechar. O que o cara falou assim, não, eu quero fazer aqui, que a ideia dele era passar por vários jogos. Tanto que no começo é assim, ele passa por roleta, jogo de bebida, aí chegou, ah, eu quero fazer joguinho de carta. Qual joguinho de carta tem? Tem Magic.
Será que eles dão o direito pra mim usar... Não. Não. Não, tá bom, então tá. Bom, e vou fazer o meu aqui, peraí. Você tinha falado, Seide, sobre quando o próprio autor entra em Delirio Coletivo, eu vou falar de um anime que realmente foi isso. Pra mim, o autor entrou... Na verdade, não é um Delirio Coletivo, é um Delirio singular, né? Enfim, só que, tipo, quem lê entrou no Delirio. Você não sabe quantas pessoas tem na cabeça dele. É, você não... Caraca, você foi forte. Rapaz, você... Rapaz, você foi forte.
Mas vira um delírio coletivo a partir do momento que as pessoas leem aquilo que não era pra existir. Que eu vou falar de Usagi Drop, tá? Aquele, pra mim, o mangá é um delírio coletivo pra mim, tá? É, a autora foi forte criticada com a segunda fase do mangá. É, o mangá, tipo, esquece, só assiste o anime e tá tudo certo. O que me deixa muito triste é que a segunda parte poderia ter sido boa. Se ele tivesse feito o cara ter ficado com a mãe do outro menino. Ah, sim.
Ah, tá, tá, tá, tá, boa, boa Gosto, gosto E aí os dois viravam de bonzinhos Porra, show, fechou, mostrou Fechadinho É, de fato Mas enfim, pra mim, cara Delírio Coletivo, tipo, também entra nessa questão Entrou uma obra
Muito, tipo, boa, mas aí cagou e depois virou um delírio coletivo. Pra mim, todas as obras do Algrace, ele entra num delírio, cara. Não, cara, o Algrace não sabe fazer roteiro, cara. Ele conversa muito bem e... Air Gear virou um delírio coletivo. Tem que eu também. Tem que eu também.
Então é isso. Ah, peraí, tem o último delírio coletivo de One Piece. Veja bem, calma lá. Vamos lá. Que é o Luffy Gear 4, aí que saiu o Gear 4 de verdade. Não, ah, não, é. Todo mundo achava que ele ia ser lá e que ia ficar todo pretão aqui. Não, o pessoal pensava uns negócios muito bizarros, cara. Nossa senhora, o que foi aquela época?
Eu não sei, cara. É a mesma época que tinha Dragon Ball F, então, tipo, o pessoal fazia uns bagulhos bizarros. É, então é o mesmo naipe. É o mesmo naipe, é o mesmo naipe. Bem, pessoal, é isso. Se vocês lembram de mais alguma coisa, tá? De delírios coletivos que aconteceram no meio de anime e tudo mais. Algumas coisas aí aconteceram e talvez não aconteceram, né? Talvez esse podcast nem aconteceu. É isso.
espero que vocês tenham gostado comentem aqui, caso vocês estejam no Youtube, no Spotify, ou se está assistindo a gente por algum lugar que dá pra comentar curta a gente no Instagram segue a gente no TikTok, e é isso aí pessoal, até a próxima apostar quanto que alguém vai virar e vai falar eles não falaram de seriam experimenti LEM cancela eles, nossa a gente não falou de LEM é verdade