199: MagWoven
Nesta semana, Marcus Mendes e Filipe Espósito comentam o reinício da produção do processador do MacBook Neo, falam sobre o acordo da Apple com a Intel, e repercutem os textos opinativos do Filipe sobre o iPad, Apple TV e iOS 26.
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Links do Episódio
- Apple volta a fazer chips A18 Pro para o MacBook Neo
- Apple agora só oferece uma opção do Mac Studio com M3
- Apple faz acordo de US$250M em processo sobre Siri com IA
- iPhone Air não aparece entre os 10 mais vendidos do mundo
- iOS 26.5 traz referências a sideloading no Brasil
- iOS 26.5 ativa criptografia ponta-a-ponta no RCS
- Apple e Intel fazem acordo preliminar para produção de Apple Silicon
- The iPad desperately needs its MacBook Neo moment
- Apple TV needs a reboot
- iOS 26 broke my iPhone. A fix is coming (I hope)
Links do A Fonte
Marcus Mendes
Filipe Espósito
- MacBook Neo laptopChip A18 · Chip A19 · TSMC · MacBook Air · MacBook Pro · iCloud · HomePad · Apple TV · Touch ID
- For All MankindSirens of Titan · Vale Espaço · Missão a Marte · Pouso em Titan · Nave Russa · Ataque ao habitat · Irina · Dev · Kelly Baldwin · Brave New World
- Mac Mini e StudioRAM de 96GB · RAM de 512GB · RAM de 256GB · RAM de 32GB · RAM de 64GB · SSD
- MagSafeiPhone Math · MagSafe 3 · Protocolo Qi · Magnetic Safe
- Apple Intelligence e Processos LegaisBella Ramsey · iPhone 15 Pro · iPhone 16 Pro Max
- WWDC 2026iOS 27 · MakeOS Novo
- Apple TV PlusWidow's Bay
- iPhone AiriPhone 17 · iPhone 17 Pro Max · iPhone 16 · Galaxy A07 4G · Galaxy A17 5G · Galaxy A56
Olá, está começando o centésimo, nonagésimo, nono episódio do A Fonte da Gigahertz, patrocinado nesta semana pela ExpressVPN. Quem fala aqui é o Marcos Mendes e essa encontro da semana o Felipe Espósito também está por aqui, beleza?
Tudo certo, Marcos. E aí, como é que vai? Tudo bem também. Contagem regressiva iniciada para a WWDC, hein? Pois é, agora falta menos de um mês. Então, para a galera que está ansiosa para a iOS 27, MakeOS Novo, quem sabe outras novidades, está chegando. Pois é, dia 8 de junho. Para quem não anotou no calendário, anotem. Quanta notícia para chegar. Agora começa o ano, né?
É, agora, pra quem acompanha a Apple, agora começa o ano. E é sempre assim, né, demora pra chegar a WWDC, mas quando chega também, você pensa, pô, daqui três meses já tem iPhone novo. Aí o negócio vai rápido. É, exatamente isso, né. Pensar que o ciclo do iPhone já tá pra renovar, então pensou nesse fim de semana, que já tá perto de setembro. O iPhone atual já é o...
Tá mais velho do que mais novo, né? É, já passou do meio do ciclo dele, né? Exato. Muito doido com isso. Vai rapidinho. Enfim, vamos começar aqui, antes dos follow-ups, é claro, começar falando sobre o episódio dessa semana de For All Mankind. Como é que chama? Acho que é aquele Sirens of Titan. Isso, é. Sirens of Titan, exatamente. Preciso começar a notar.
No fim da temporada o cara conclui que ele não vai lembrar o nome de cada episódio pra você começar a notar. Enfim, então pra quem não assistiu ainda, eu vou mostrar alguns spoilers aqui, pra quem não liga pro Formankind é só pular o capítulo. Mas, Felipe, tivemos mais de um vale-espaço nessa semana, fiquei feliz.
Eu lembrei de você na hora, porque teve ali no comecinho, eu falei, ó, o primeiro Vale Espaço. Mas aí toda a parte final do episódio também foi sobre espaço e foi um período longo, não foi uma cena de dois minutinhos, né, não? Tivemos ali bastante Vale Espaço nesse episódio. Pensei, nossa, o Marcos vai ficar feliz.
Por termos aí essa divisão maior entre a novela e o espaço. Então foi um episódio que eu gostei justamente por isso. Porque nós vimos ali toda a decisão deles de volta para a Marte. Não, a gente vai pousar lá em Titan mesmo. Então teve todo aquele momento de tensão. Foi bem bacana. Pois é, e o episódio começa...
Eu não lembrava que tinha uma nave russa na frente dos americanos. Eu não sei se isso não foi reforçado o suficiente na série, se eu tava com um sono quando eu assisti, e aí inventaram uma nave russa lá pra cair lá dentro. Bom, se der errado, é isso que pode acontecer. E aí, por conta disso, assim, tirando as coisas meio... Sei lá, não vou reclamar.
Por conta disso, o sósia do Sheldon de Big Bang Theory decide que não, a gente vai voltar mesmo lá pra Marte, vamos abortar aqui a missão, porque eu não quero que isso aconteça com a gente. Enquanto isso, lá em Marte, eles deram um salto de seis meses entre o último episódio e esse, então se passaram seis meses sem muita coisa acontecendo, aí tudo tá acontecendo no mesmo dia, né? O povo lá indo pra Titan e talvez voltando, e...
culminando em um ataque do... Sei lá, a resistência são os que estão contra o estabelecimento, né? O ataque do sistema contra o habitat do povo que tá morando ali em Marte, justamente no resto do suprimento de comida que ainda ia dar comida pra eles, justamente quando tá rolando um flash mob lá pro aniversário do neto do Baldwin.
inclusive teve algumas coisas que eu gostei que eles fizeram nesse episódio que foi o contrário daquilo de ficar explicando pra você o que vai acontecer aí acontece, depois explica pra você o que aconteceu pra garantir que todo mundo entendeu, né, isso eles botam a TV pra fazer, ah agora, resume o que tá acontecendo com a TV, né
Mas na hora que mostrou o tênis da jovem russa, aí daqui a pouco mostra o tênis dela mostrando que ela morreu, mas sem mostrar, sem falar nada. Ficou só no subentendido. Ah, legal. É assim que uma série bem escrita faz isso. Não fica ali. É só pra quem tá prestando atenção. Isso eu gostei. Quer dizer, não que a russa morreu, mas sim que eu gostei da forma como eles contaram essa história, mas foi um ataque, né? Um raro ataque de verdade, assim, que tem consequências, né?
Exato, e a gente vê ali que o Dev, que o episódio anterior terminou com o Dev, e agora a gente vê que ele se juntou mesmo a aquele guarda também, vamos chamar de guarda do mal, não lembro o nome dele agora, o guarda do mal, e aí eles estão ali tentando brigar com essa galera da resistência, tentando destruir ali o que eles ainda tem de alimentos, pra tentar forçar essa galera a desistir do plano.
porque teve um salto de seis meses logo no começo do episódio e meio que pra falar, passaram seis meses e nada aconteceu, eles estão ali ninguém cedeu nenhum dos lados e o prazo tá apertando e aí o episódio termina com eles com a a filha do Baldwin que eu também nunca lembro o nome a Kelly, isso, a Kelly Baldwin
E aí ela tá ali, ela não é a comandante da missão do Titan, mas aí ela olha lá a plaquinha da lua no final, né? Lembra de toda a história e fala, não, a gente precisa chegar lá. Aí ela vai no sigilo, muda o rumo da nave e eles pousam em Titan. Então acho que isso também vai ter um impacto muito grande pro que vai acontecer agora lá na galera em Marte. Mas novamente, achei um bom episódio com muitos vales espaciais, mais do que um vale que a gente tá acostumado, então...
já é super legal. E o desenrolar da história também dá pra ver que já vai já vai caminhando ali pra um possível final, né? Isso. Então, eu ainda tô torcendo pra ter mais um salto grande temporal entre as duas temporadas, porque se a expansão espacial for ainda maior, não dá pra pousar Júpiter, aquilo tem que pousar. Mas ainda assim, estando ali em Titan, buscando vida, talvez essa temporada culmine em uma descoberta maior de vida, pra se uma temporada seja... ...
Não sei quando eu iria explorar isso, mas a humanidade lidando com o que significa a vida. E toca muito em religião, mas eu não quero tocar nisso aqui, porque o povo vai ficar bravo. Mas tocaria nisso também. Então pode ficar interessante esse aspecto. Talvez voltar para as origens mais de astronomia numa última temporada seria lindo. E uma coisa também, um aspecto mais político que teve nesse episódio foi a mensagem da esposa do governador de Marte.
que eu acho que não foi transmitida para a Terra inteira. Foi só para ele, para ele se juntar à... Como é que chama a russa? A Irina. Irina, muito obrigado. Ela deve estar armando isso tudo, fez ali a mensagem para ser só para ele. Ele com a esposa tem um pouquinho do Navalny, que era o opositor do Putin. Aí o Putin prendeu ele, aí ele acabou morrendo na cadeia. Ele tinha um lance também que a esposa era muito visível publicamente. Então eu saquei um pouquinho disso.
Com a diferença de que o Navalny e a esposa eram uma unidade. E no caso aqui de Formencard eles eram até não ser. Mas eu acho que essa mensagem ela gravou só pra ser mostrada pra ele. E não pra grande toda a população russa desse país, etc, etc. Pra ver... É o golpe da Irina. Vindo as contas pra ela acumular poder ali. Fica aqui o meu chute. Você teve essa impressão também? Não.
É um bom chute. Toda vez que aparece as cenas dela tentando falar com o governador, parece mesmo que ela tá mexendo os pauzinhos ali, tentando fazer uma manipulação pra talvez ela dar a volta por cima, pra talvez ela assumir. A gente já viu que ela é uma pessoa que ela conseguiu sair da KGB, né? Então, assim, é meio que... Pra eles mostrarem isso, acho que já é um sinal de, ó, ela é capaz de tudo, hein? Então, toda vez que ela aparece, eu tenho essa impressão mesmo de que ela tá arquitetando alguma coisa maior.
Exatamente. Então, foi uma boa armação pra perna final dessa temporada. Tem mais o quê? Três episódios? Três episódios. Vai sair o oito agora, geralmente são dez, então tem mais três episódios. O próximo se chama Brave New World, e como o próximo é nome de livro, e esse atual foi nome de livro, será que todos eles foram nome de livro e a gente não tinha sacado? Eu vou procurar. É, tem uma chance, viu?
É, exato, né? Brave New World é do Aldous Huxley. Mas um bom episódio. Eu vi aqui nas notas do MDB, ele teve a nota 8.1. Geralmente a nota flutua um pouquinho logo depois da publicação, né? Então deve mudar um pouquinho pra cima e um pouquinho pra baixo. Tá só atrás do terceiro episódio, que é o Home dessa temporada, que é justamente o episódio que o Ed Baldwin morreu. Então, eu até tava vendo. Falei, putz, será que as pessoas estão meio frustradas com essa temporada tanto quanto a gente? As notas estão até que boas. Lá no MDB tá tudo...
Rondando o sete, exceto o home e esse, que ficaram ali no oito. Então o pessoal tá até gostando. Eu tava resumindo essa temporada pra Lari no fim de semana. E ela fazendo uma cara assim pra mim. Eu falei, é, eu sei. Ela tem sorte de estar confirmada ainda mesmo pra próxima temporada. Mas se for assim, eu vou gostar. Eu achei muito boa a cena de quebrando, da hora que quebrou ali as estufas. O jeito que eles contaram toda aquela história ficou muito legal. A edição ficou toda legal. E eu falei, tá.
assim, vamos lá, né? Essa tem que ser a régua pra gente ver daqui pra frente o que vai rolar, né? Eu gostei. Eu também gostei. E pra fechar também o assunto, eu tava olhando aqui de curioso no top 10 do Apple TV Plus essa semana. Eu não sei se isso aqui é regional, se é global, mas tem um top 10 ali dentro do Apple TV. E... A Fórmula, em que a gente tem quarto. Tá bom?
galera assistindo. Eu, particularmente, não conheço nenhum amigo que assiste, mas tudo indica que tem uma galera assistindo. É, ele tava sempre que eu entro na Apple TV eu olho isso aí, tá quarto, quinto. Teve um dia que ficou em sexto, depois voltou pra quinto, então ele tá nessa região aí. Agora, a gente viu ontem o primeiro episódio de Widow's Bay. Eu gostei bastante.
importante, muito legal. Não que a gente vá fazer aqui um episódio, episódio, semana a semana, mas a Lari não é o estilo dela, não curtiu, não. Mas olha, eu gostei, recomendo assistir. Muito legal.
Eu tava vendo, antes até pra postar sobre isso, etc, né? Que era tipo um horror comédia. Eu falei, mas um horror comédia? E cara, é. É. É. Interessante. É muito legal. Vale a pena dar uma chance. Primeiro episódio, tá? Pode ser que, sei lá, os próximos vão ver o que acontece. Mas esse de estreia, eu falei, tá. Vai estar na média, vai estar na das séries boas aqui da Poutib. Bacana. Talvez eu considere ver o primeiro episódio também.
Boa. Muito bem. Então vamos começar com os follow-ups aqui sobre as últimas semanas. E o Vanderlei Gadot falou o seguinte. Felipe foi mencionado, dessa vez na semana passada, lá no Upgrade. Incrível. Às vezes esquecemos de reconhecer o trabalho alheio. O Felipe é um orgulho. Talvez esteja colocando palavras na boca dos ouvintes, do Marcos também. Mas como ouvinte, é uma honra poder acompanhar toda semana. E se eu fosse o Marcos, também acharia uma honra poder ter um co-host, um colega.
Tão bacana que nem o Felipe. Marcos fez certinho. Se rodeou de pessoas que além de profissionais incríveis, são seres humanos incríveis. Felipe, Rambo, Fabrício, Adorno. Tenho orgulho danado. E eu vou colocar a Bia aqui também. Espero que o Felipe participe do Bola de Cristal ADT para a WWDC. Opa, valeu, Vanderlei, pelo feedback, pelo comentário. E realmente temos uma galera boa aqui, né? Rambo também. Abraço, Adorno, que foi lembrado pelo Vanderlei.
E, como eu disse na semana passada, toda vez que eu vejo alguém falando meu nome, por aí, eu fico, nossa, que legal, tá falando de mim. É sempre divertido. Pois é. E na cola disso, o Rafael Soares falou, Felipe é mencionado no Upgrade, Marcos mencionado no Accidental Tech Podcast, é a Gigahertz pautando as discussões tech dos gringos. Tá vendo só?
É, olha o peso. Exato. E, é claro, para o comentário do Vanderlei, quando o podcast chama a fonte por conta do Felipe, porque ele sempre foi muito bem relacionado. Ele era a nossa fonte para o mundo, porque ele sempre teve as fontes lá dentro da Apple. Então... E aí
A escolha desde o início foi justamente essa. E o Wanderlei sacou. O segredo do sucesso é se cercar de pessoas muito talentosas. Então foi exatamente o que a gente fez aqui no Gigahertz. Boa. E sobre o fim do MagSafe, o Rambo falou o seguinte. Será que isso não é mais um caso de compreensão errada por barreira de idioma? Estilo iPhone Math. Lembra do rumor do iPhone Math?
E outra possibilidade que eu imaginei, ele segue, seria estarem debatendo acabar com o MagSafe como marca e não como tecnologia em si. Foi mais ou menos o que a gente circulou aqui, mas eu falei para o Rumble, eu queria ter lembrado do lance do iPhone Math. Nossa, verdade. Foi longe agora. Quando ia ter o primeiro iPhone Plus, por conta da tradução e vazamento do China, etc., você traduz, o Plus virou Math, de fazer conta. Porque era o mais, era o Plus.
Então aconteceu, mas não era exatamente isso. Então o Rambo está dizendo que está junto da gente aqui no lance de que pode ser mais um telefone sem fio, uma tradução errada essa história do que de fato a Apple acabar com o MagSafe. Tudo nessa indústria de rumores vira um telefone sem fio, principalmente porque boa parte dessas informações vem da China, daí a tradução não é perfeita, daí alguém traduziu o jeito errado, e aí quando chegou no ouvido de quem publica a matéria... ...
ou de quem publica lá no Twitter, sei lá, já está de um jeito completamente diferente. Eu acho difícil a Apple acabar com o MagSafe, já comentei isso, mas pode ser, talvez, que eles estejam considerando acabar com a marca MagSafe, até porque, como eu já tinha comentado em outro episódio, a Apple transformou o MagSafe no padrão aberto do Tia, ela meio que forneceu ali o padrão, falou, olha, isso aqui, agora vocês podem, todo mundo pode adotar, não chama MagSafe, mas basicamente é o MagSafe que a Apple criou com os Zimas, mas...
com carregamento rápido, então pode ser que ela só pare de chamar de MagSafe, pode ser que ela desista de algum tipo de licenciamento, ou pode ser que ela esteja inventando o MagSafe 3, e aí é diferente do 2, aí estão falando, ah, a Apple acabou com o MagSafe, não sei, é um mistério, mas eu acho muito improvável que o MagSafe suma, porque é um recurso que as pessoas gostam,
Até também falei isso. O iPhone 16e não tinha, foi uma das maiores reclamações. A galera pediu o MagSafe. Se teve uma coisa que a Apple atendeu com o 17e, foi trazer o MagSafe. E a marca... E assim, lembrando que... Por que chama MagSafe? Porque ele é Magnetic Safe. Porque quando ele apareceu no Mac...
Era o plugzinho com imã pra passar a energia que se passasse o gato, alguém desse um chute no cabo, o cabo saia voando, não o Mac inteiro saia voando, ele desconectava, porque era só imã, então isso tornava o carregamento, essa conexão segura, do ponto de vista de integridade.
De hardware mesmo, né? No caso do iPhone, é mais mag do que safe, porque ele é magnético e etc. Então já tinha esse nome e virou a marca de que as coisas da Apple têm uma tecnologia de carregamento. Tecnologia com T maiúsculo, né? Tem um avanço tecnológico de carregamento. Aí quando a Apple doou esse mag safe do iPhone para ser o protocolo T, isso evolui meio junto, né?
Ela manteve como um diferencial de nome, porque Apple tem MagSafe, mas até como marca eu fico meio... Apesar do MagSafe do iPhone não ter nada a ver com o MagSafe do Mac, se alguém esbarrar nele carregando, ele vai cair no chão mesmo assim. Não é o carregador que vai cair, versus só o cabo que voa.
Então, semanticamente, tem uma diferença. Mas como marca, é uma marca muito forte. Só a Apple tem. A Apple adora dar nome para as coisas dela, porque isso ajuda a comunicar diferencial. Então, ainda estou... Não sei, ainda estou tentando fazer sentido desse rumor, no fim das contas. É, um rumor meio questionável mesmo. E talvez, de novo, duvido...
Mas tem uma coisa que pode ser provável também, que eu já trouxe essa hipótese antes, é a Apple tirar o ímã do telefone para deixar o telefone mais fino, sei lá, e colocar nas capinhas. Então pode ser algo assim também, né? Aí ela está testando um iPhone, um protótipo que não tem o ímã, e o chinês me fala, ó, Apple vai acabar com o MagSafe. Às vezes o MagSafe vai vir na capinha, porque se tirar o ímã, consegue fazer o iPhone mais fino, é o que a Apple quer, então vai saber, né? Ou MagWalvin. É.
E falando agora sobre o MacBook Neo trazendo aqui no follow-up aparentemente a Apple fez o que a gente falou que era óbvio que ele ia fazer e está retomando a produção dos chips A18 pra ela poder ter mais Macs pra vender, porque outra coisa que a gente falou aqui, eu comentei que eu duvidava que ela achava que ia vender 3 a 5 milhões que ia ser muito mais, agora ela prevê o dobro
de Macs que ela vai vender, e que ela, de fato, está reiniciando ali a fabricação, ao invés de botar um A19, que ia ser um MacBook Neo 2, ou então que ela ia... Sei lá, o pessoal deu várias hipóteses aqui? Não. A hipótese mais óbvia vendeu. Ela falou, vamos lá, TSMC, fabrica mais, eu pago isso aí, se vier com a GPU ativa a mais, a gente desativa e bota aí nos Macs, e ela vai engolir esse custo.
Que é o que a gente tinha até especulado aqui na fonte, justamente que ela engoliria esse custo. Porque eu entendo que está difícil o mercado tão caos agora. A própria Apple teve que subir preço em outros produtos. MacBook Pro, com os lançamentos agora, ficou um pouco mais caro. MacBook Air ficou um pouquinho mais caro. Mas o Neo fez muita questão de colocar no vídeo de anúncio dele para a imprensa o preço dele bem grande.
Então eu não acho que ela ia descontinuar o modelo base, como alguns falaram. Não acho que ela ia mexer em preço. Não agora. Numa geração 2, talvez. Daí fica mais, tipo... Fica menos feio, né? Ah, lançou novidade, preço novo. Mas mudar o preço, assim, no meio do jogo é meio...
É meio feio, então eu acho que ela não faria isso. Faz mais sentido, ó, engolir ali, né? Diminuir um pouco a margem dela. Com certeza a margem da Apple vai continuar muito grande. A Apple trabalha com margens muito grandes. Então, ao invés de lucrar 50%, ela vai lucrar 40%. Tadinho do Tim Cook, né?
mas é isso, eu acho que ela vai trabalhar com margens um pouquinho mais apertadas do que ela está acostumada, porque no fim das contas faz sentido, nós já comentamos aqui na fonte, o MacBook Air está trazendo uma galera, uma enxurrada de gente que nunca teve, às vezes não produto Apple, às vezes a pessoa não teve nem um iPhone,
e achou o MacBook New legal, barato, está comprando, é a porta de entrada para uma galera chegar agora no ecossistema da Apple, então ela come essa margem agora, ela ganha depois de assinatura do iCloud, ganha quando essa pessoa trocar de Mac, comprar um iPhone, comprar um AirPods, acho que faz muito sentido. E assim...
Ela ter retomado a fabricação agora do A18 pode significar também que a gente vai ver outros produtos com a A18. Ela pode aproveitar isso em, sei lá, lança iPad A18, bota A18 no HomePad, bota A18 na Apple TV. Então, ela...
Ainda vai conseguir achar jeitos de aproveitar esses A18. Claro, se sobrar, né? Que a demanda do MacBook Neo tá grande. Mas se sobrar, o Tim Cook sempre acha um jeito de aproveitar chip, como ele achou o MacBook Neo pra aproveitar os A18 que já estavam lá parados no galpão da Apple. Então, pra tudo se dar um jeito, mas eles terem retomado. É um indício que, primeiro, a demanda do MacBook Neo realmente tá grande. E, segundo, que, de fato, a Apple sentiu que não era hora de já lançar um Neo 2 com a 19 ou qualquer coisa assim. Que?
realmente o ciclo dessa primeira geração do Neo deve durar por mais tempo. A gente vai falar de Apple TV já já, mas ela é um excelente alvo para isso. Ela tem o A15, Bionic hoje, lembrando, o A18 Pro, isso foi feito para o iPhone 16, ela tinha lá de sobra para poder fazer esse produto. Então, como o Felipe me lembrou, isso define...
A Apple do Tim Cook. Tudo que tem de peça, você inventa um jeito de enfiar outros produtos e você otimiza a peça sem sobrar nada. E agora ela certamente vai ter chip de sobra, porque se ela, de fato, previu errado a demanda, porque o produto tem muito mais sucesso do que ela tinha previsto, que é sempre o que ela comenta. A Apple passa 50 anos sendo surpreendida pela demanda. Eu acho que está na hora de prever melhor essa demanda.
Mas é um jeito de você transformar uma má notícia em uma boa notícia. Não é que a gente não tem o suficiente, é que vendeu muito mais do que a gente esperava. Então é o blá que ela está dando aí para o mercado. Mas certamente ela vai ter... Agora, ou que fazer uma conta muito precisa de quantos chips ela vai ter que fabricar e usar, ou é isso. Acho um jeito de...
desovar esses chips, assim como ela achou no MacBook Neo um jeito de desovar esses chips, né? Mas se ela vai, sim, agora retomar essa fabricação... Uma coisa que eu vi de especulação, eu também não acredito que a Apple vá fazer isso, mas eu quero saber do Felipe o seguinte...
Assim como ela tem feito essa escolha de acabar com algumas opções de memória para concentrar só em outras, eu vi o pessoal especulando que agora que ela está fazendo de novo o chip A18, A18 Pro, ela pode acabar com a versão de 128GB do MacBook New e passar a vender só de 256GB. Aí eu penso, mas se todo o ponto desse produto é de ser 600 dólares de entrada, por que a porta de entrada é isso que...
Porque no longo prazo a pessoa vai comprar iPhone, vai comprar iPad, vai comprar HomePod, vai comprar iCloud, vai comprar um Macbook Pro. É isso que ela tá... A primeira de graça que a Apple tá fazendo, né? Não faz sentido ela aumentar essa barreira de entrada, sendo que o principal benefício dele era começar de 600 dólares. Mas você vê... É isso só do que eu tô achando, né?
Você vê, Felipe, uma possibilidade da Apple cortar esse armazenamento de base para que a nova base seja um pouco maior e ela pelo menos ganhar um pouquinho de volta nessa margem que ela vai passar a perder porque tem que fazer o chip de novo? Eu acho improvável. A gente está vendo isso acontecer com outros Macs. O Mac Mini, Mac Studio principalmente estão sendo super afetados. Mas é o que eu também já trouxe aqui em outro episódio.
Eu acredito que a Apple está cortando não porque acabou o SSD, mas porque ela está priorizando justamente outros produtos que estão saindo mais ou que são mais importantes, como é o caso do MacBook New. Inclusive, Max, você falou 128, 256, 256, 512. Isso, é, é, é, obrigado.
o de 256 é a versão sem Touch ID, e no de 512 tem o com Touch ID, e alguns analistas já falaram que uma possibilidade para a Apple equilibrar ali a questão de margem, continuar com uma margem grande, é tirar o modelo de 256 e vender só o de 512, porque para a Apple o SSD custa muito pouco, mas ela cobra 100 dólares a mais para você fazer esse upgrade. Mas eu não acho que ela vai mexer nisso de novo, porque ela deu muito destaque para o preço do MacBook New. Ela fez muita questão de falar para o mundo todo,
que ele comece R$ 599, que para estudante é R$ 499. Então eu não acho que nessa geração ela vai mexer. De novo, ano que vem lançou o New 2, talvez ela invente alguma coisa para aumentar o preço. Ah, melhorou tanto, não sei o que lá, ou a inflação, sei lá.
Tudo bem, de geração para geração a gente até entende mudança de preços, mas eu não acho que ela vai, de surpresa, em questão de três meses depois, já mexer no preço de um produto que está vendendo bem, justamente porque ele tem um preço que é considerado muito em conta.
principalmente lá fora. Então, eu acho bem provável que eles vão mexer em questão de armazenamento, que vai descontinuar o modelo base e fica só o modelo de entrada. Pelo contrário, de novo, a notícia que a Apple está voltando a fabricar o A18 mostra que justamente eles querem deixar as coisas rolando do jeito que está. Que o New está funcionando exatamente como a Apple lançou e que a Apple vai dar seus pulos para continuar mantendo o New nas lojas.
Agora, só uma curiosidade que me chamou a atenção, que eu fui abrir agora aqui o site da Apple para checar a atenção.
fui abrir o site da Apple agora aqui pra checar as informações, os modelos, e me chamou a atenção que o Neo não tá mais em destaque na home da Apple, nem nos quadradinhos pequenininhos. Tá lá, MacBook Air, iPhone, iPad Air, e não tem nenhum quadradinho do Neo. Não sei se é que já tá vendendo tanto que a Apple nem anuncia mais esse negócio que já é sucesso de vendas. É um detalhezinho, mas me chamou a atenção não ver mais o MacBook Neo na home da Apple.
A gente sempre mediu o quanto a Apple quer promover alguma coisa justamente pela posição que isso está em destaque lá na Home. Se está ou não, a gente ficou acompanhando como é que estava o destaque do iPhone Air, por exemplo, que vai ser assunto aqui mais para frente do episódio. Então isso faz diferença sim. A Apple tendo os dados em mãos, ela sabe exatamente quanto a mais ela vai vender se ela colocar em primeiro, segundo, terceiro lugar. É que nem a iFood manda notificação de cupom.
Pra bater uma meta ali, sabe exatamente como é que vai ser a conversão, então tá meio na mesma. Então, isso é relevante sim, né? Ela vai vender o suficiente, claro que vai. Mas ela sabe que ela colocando na Home, vai vender mais do que tá vendendo agora. Mas se não tiver pra vender, aí não tem por que colocar, né? Você tá desperdiçando essa Home, você bota o iPhone que tem de sobra aí e tudo bem. Então eu acho que é meio por aí mesmo. Agora, mais ou menos nessa pegada também, a Apple removeu...
mais uma opção de customização do MacStudio, e agora só dá para comprar ele com 96 GB de RAM. Ela tirou da disponibilidade de venda o de 256 GB, ela tinha tirado faz um tempo de 512 GB, e é de memória RAM mesmo, não é de SSD, é o MacStudio, que é aquela coisa absurda de parruda. Então agora só dá para comprar o MacStudio com M3, se você for comprar a opção de 96 GB de RAM, justamente por conta dessa falta de memória do mercado todo.
Cara, é bizarro pensar que isso está acontecendo, né? Tipo, cada dia que você abre a Apple Store, tem um modelo a menos de Mac Mini, Mac Studio disponível, e ela vai eliminar, né? Não tinha mais RAM de 512, caiu para 256, agora também não tem mais 256, então você só consegue comprar ali com 96 GB de RAM.
E o Mac Mini também foi afetado de novo. Os modelos com 32 e 64 também estão sold out na Apple. Então agora acho que só tem, né, o modelo base já não tinha mais, porque ela parou de vender mesmo. Agora tinha lá as versões com 32 e 64, sumiu. Então...
Eu chuto que, assim, mais um mês não vai ter mais Mac Mini, não vai ter mais Mac Studio. Vai estar completamente sold out. E aí tem aquela especulação que a gente já fez, que talvez ela está guardando SSD, está guardando RAM para lançar uma próxima geração, né? Tudo indica que ela vai demorar para lançar justamente porque ela quer ter estoque suficiente, mas quem sabe na WWDC ela faz algum anúncio ou mais lá para setembro, junto com os iPhones, porque...
Novamente, no ritmo que as coisas estão, ela vai ficar sem Mac Mini, sem Mac Studio logo mais. É, eu tenho uma... Minha aposta é forte nisso de que o que ela está fazendo é segurar esses componentes para ela poder anunciar e ter para vender. Porque o que vende mais? O Mac Mini que foi anunciado há um ano ou que foi anunciado há três dias? Na hora que ela anunciar, vai vender um monte. Então ela tem que ter disponibilidade.
A única coisa que me deixa, eu achava que ia ter novidade sobre isso na WWDC, mas como na divulgação do relatório fiscal a Apple falou, isso aqui vai durar meses e ela está tirando o produto de disponibilidade, eu já não tenho mais tanta essa certeza. Eu acho que vai ser mais para frente no ano mesmo, justamente para ela ter mais componente. Então já estou menos seguro em relação a isso.
Mas é muito irônico a carreira inteira do Tim Cook ser definida por conta disso, e justamente os 45 do segundo tempo ele ter que lidar com esse desafio. E não estou dizendo que ele está fazendo um péssimo trabalho, tá? Porque vai saber, se não fosse o Tim Cook, como é que estaria? Se ia estar pior ainda. Isso de fato é o melhor que dá para fazer, ele está fazendo algum tipo de milagre.
E que assim como todo o trabalho bem feito, ele se torna invisível, né? Não sei. Mas é muito irônico, justamente isso tá caindo na mão dele. Mas que bom que é na mão dele que tá caindo, no fim das contas, né? Exatamente. Pode ser que a situação esteja é pior sem ele. Mas é curioso mesmo, que ele é conhecido como o cara da logística, das operações, que sempre soube calcular certinho tudo que ele ia precisar. E agora a gente tá passando por um momento que nem o Tim Cook tá conseguindo ali, né? Contornar de uma maneira que...
que não afete os clientes, porque chegou num ponto que a Apple tá tendo que tirar a Mac de linha, porque não tem mais, não tem mais peça no mercado, mas eu ainda acredito que é isso, que ela tá segurando peça pra lançar uma próxima geração, né? Deixa esgotar o que tem, até porque esses tanto Mac Mini e Mac Studio já são mais antigos, então...
Deixa escutar o que tem, prioriza outros Macs mais novos e aí segura pra lançar modelos novos talvez mais pro final do ano. E um follow-up rápido, porque não diz respeito aqui ao Brasil, mas é relevante, é que a Apple fez um acordo pra acabar com um processo relacionado à carangueja com o IA, que nunca chegou. Então lá nos Estados Unidos foi aberto um processo coletivo acusando a Apple de ter enganado os consumidores, falando que ia vender uma coisa que não existia e...
anunciou lá na WWDC de 2024, fez a campanha lá com a Bella Ramsey, etc., uma coisa que nunca chegou. Abriu esse processo e Apple, ao invés de seguir com acusação, defesa e vai saber como é que é essa condenação, ela fez um acordo e ela vai pagar um total de 250 milhões de dólares dividido entre...
As pessoas que levantaram e falaram Ah, eu comprei, eu fui enganado, eu quero. Então isso deve dar 25 dólares por aparelho, dependendo de como é que for, etc. Quantas pessoas, dá até 95 dólares por aparelho, por pessoa que comprou o aparelho. Então é só um ponto aqui que...
É uma rara situação em que a Apple faz um acordo e deve ser que é um acordo sem admitir culpa. Geralmente tem essas coisas que os advogados negociam, mas ela está aí. Ela, de uma certa forma, admitiu que ela pisou na bola, que acabar com essa conversa, à frente do WWDC, limpa esse histórico, começa de novo zerado mesmo e, quem sabe, com sorte, ela lança o que ela anunciar no mês que vem.
É, nossa, esse fiasco começou com o comercial da Bela Run, porque eles veicularam aquilo quando não tinha nem beta de Apple Intelligence ainda, então a partir dali virou todo um marketing super negativo em cima de Apple Intelligence, porque a Apple realmente estava promovendo muita coisa que ela nem tinha lançado e não lançou até hoje. Então nesse caso ela pode, ela não admitiu, mas meio que admitiu que de fato ela pisou na bola com toda essa situação.
Então foi pra vendas feitas de 10 de junho De 24 até 29 de março De 25, desde o iPhone 15 Pro até o iPhone 16 Pro Max, então se você mora nos Estados Unidos E comprou um desses nesse período Você deve ter algum jeito aí De você conseguir, vai ter o link na descrição aqui Pra quem quiser saber mais, mas tem um jeito aí de conseguir Um gift card
De 25 a 95 dólares, dependendo de quantas pessoas a Apple tiver que dividir. Esse bolão todo aí. E finalizando os follow-ups, um assunto que está de volta aqui, pela sua ausência, na verdade, é o iPhone Air. Saiu de tempos em tempos a Counterpoint Research, com base em fontes que ela tem, de mercado, tem trocentos jeitos diferentes que ela tem de medir isso. Ela publicou o relatório dela.
dos 10 telefones mais vendidos no primeiro trimestre de 2026. E o ranking, o top 10 é iPhone 17, 17 Pro Max, 17 Pro, Galaxy A074G, o Galaxy A17 5G, aí segue com o iPhone 16.
Galaxy A56, Galaxy A36, Galaxy A17 4G, Galaxy A17 4G e Redmi A5. Então do lado dos iPhones, a gente tem o top 3, 17, 17 Pro Max, então o 17 normal vendeu mais até do que o Pro Max, e só o 17 vendeu 6% de todos os telefones do mundo nesse primeiro trimestre desse ano, aí vai pro 17 Pro, e lá na frente o iPhone 16. Foi mais um ranking em que o iPhone Air não apareceu dentre os 10 telefones mais vendidos.
do mundo, o que é mais um ponto que mostra que ele, de fato, não empolgou tanto quanto a gente. Eu, eu achava que ia vender horrores, porque ele é bonitão, mas por motivos que a gente pode especular aqui, não é o caso. Pois é, me chama a atenção também o 17 bases estar no topo, porque...
A regra que a gente conhece vendo os resultados de outras gerações de iPhone é que os modelos Pro e Pro Max sempre são os mais vendidos. O Pro Max no topo, aí depois o Pro, aí depois o modelo base. E aí, às vezes, aparecia ali no finalzinho do ranking o modelo esquecido de iPhone. iPhone Mi, iPhone Plus, sempre teve o esquecido. Agora, da vez eu era.
Mas o base está no topo também, chama atenção, porque reforça aquela ideia de que a Apple fez um iPhone tão bacana que boa parte das pessoas olhou para ele e falou, pô, ok, acho que eu não preciso gastar com o iPhone Pro. Esse aqui está bom para mim, então está fazendo bastante sucesso. Os modelos Pro daí não é nem uma surpresa, mas o Air não aparece aqui. O iPhone 16 aparece e o Air não.
Mostra que realmente o pessoal não conseguiu engolir muito a ideia do iPhone Air. Tem vários motivos. Inclusive, acho que faz uma semana já um desses leakers, foi o tal do Digital Chat Station. Ele postou lá falando que parece que Apple mal conseguiu passar a barreira de 700 mil unidades ou ativações do iPhone Air. Então, Apple não teria vendido nem um milhão de unidades, o que é...
Um número bem baixo. E assim, nós não temos números da Apple. A Apple não quebra por categoria. Mas é o que eu também sempre brinco aqui na fonte. Eu nunca vi ninguém usando iPhone Air na rua. Tirando o dia em que eu fui lá no evento da Apple. E eu vi o pessoal de PR da Apple com iPhone Air. Eu nunca vi a galera com iPhone Air assim na rua. O Pro Max você vê de longe. Pelo cutout da câmera. O laranjão. Esse eu vejo de monte. Agora era assim.
nunca, nunca bate o olho e fala, nossa, o pessoal tem o iPhone Air. Então, realmente, acho que é um iPhone que não... Talvez nem que não empolgou, porque, igual o Marcos falou, ele empolga no sentido de, pô, nossa, que iPhone fino, que iPhone bonito. Mas aí você vai na loja, né? Vamos pensar como... Até a gente mesmo, mas um consumidor normal.
E vai na loja, ele olha o Air, bonitão, aí ele olha o preço. Custa 500 reais de diferença dele pegar um Pro, que tem três câmeras, mais bateria, que é melhor em quase tudo. Não é mais fino, mas é melhor em quase tudo. Boa parte das pessoas ou vai gastar mais, um pouquinho mais, para levar um telefone que é muito melhor, ou vai olhar para o modelo base e falar, pô, esse modelo é muito mais barato e ele também faz mais coisas que o Air. Ele tem duas câmeras, ele tem dois alto-falantes, ele tem mais bateria.
Então o Air fica num limbo, porque ele não é melhor nem que o 17, nem que o 17 Pro, só que ele custa quase igual um modelo Pro. Então, no fim das contas, é um modelo que realmente ficou ali... Nesse limbo, é um modelo que é mais difícil de argumentar a favor dele. O futuro dele está meio incerto. Tem rumor que diz que Apple até está fazendo uma segunda geração, que ela quer tentar colocar mais uma câmera, quer tentar aumentar um pouquinho a bateria.
Mas, com base no que a gente tem de números dessas análises, a coisa tá feia pro Air. Isso de vender 700 mil unidades, eu queria muito saber de fato esse número. Me lembrou, saiu nesse fim de semana, a Tesla teve que fazer o recall de todos os Cybertrucks RWD, que era o mais barato, que ela vendeu e depois ela descontinuou porque não vendeu muito. Aí saiu o número esse fim de semana, 173.
E ela fez o recall de todos os 173 vendidos, porque a roda pode cair. Então, eu fico muito curioso para saber se seria nessa escala. Sabe que só vendeu 100 iPhones Air, mas proporcionalmente o quanto seria. E esse ranking da CounterPoint também é interessante, porque o Galaxy S26 Ultra também não entrou. Ela até falou que foi por muito pouco, mas perdeu para o Redmi.
A5. Então é um mercado que está bem confuso, bem diferente, bem estranho. Mas o fato é que no ranking passado foi o iPhone 17 Pro Max que ficou em primeiro lugar e no trimestre em que saíram os iPhones ele foi o único que entrou no ranking e o iPhone 16 estava lá para cima. Então é interessante que o iPhone 16 segue ali firme e forte enquanto o resto do mercado tenta lutar para entrar nesse top 10 aí, mas no caso do Air e do Galaxy S26 Ultra e
Não rolou. Bom, a seguir tem uma descoberta que o Felipe fez na semana passada que a gente vai comentar a respeito dela. Mas antes disso, eu vou agradecer a ExpressVPN que está mais uma vez patrocinando aqui o podcast e que segue oferecendo um mês de graça para você experimentar o serviço. E aí se você assinar o plano anual...
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os seus dados, o que você está trafegando, os sites que você está acessando, os servidores, qual é o seu dispositivo, quem é você, no fim das contas, porque fica tudo criptografado e nem a ExpertVPN sabe nada do que está acontecendo quando você roteia a conexão por lá. E para streaming é muito bacana, porque dependendo do país que você usar para rotear a conexão, eles têm servidores em coisa de 100 países,
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Valeu, ExpressVPN! Valeu e vamos lá. Saiu na semana... Na verdade, saíram dois, né? Release Candidates de versão de teste do iOS 26.5, que até acho que é seguro dizer que deve sair hoje, Felipe.
Muito provavelmente sai hoje sim. Ok. E lá, enfiado, escondido no meio dos códigos, estão indicações de que, enfim, sideloading está chegando no Brasil. É isso mesmo? É isso mesmo. Até comentamos aqui, no decorrer dos betas 26.5, que...
Tinha, o CAD havia batido o martelo lá em dezembro ainda, que a Apple teria 105 dias a partir da decisão para liberar o sideloading no Brasil. E esse prazo bateria ele mais ou menos com o iOS 26.4 e nada. E nos betas do 26.5 também nada. A gente começou a se perguntar o que estava acontecendo, se a Apple chegou em mais algum acordo com o CAD que a gente não ficou sabendo. Mas, apesar de ainda não ter rolado um anúncio oficial,
A versão RC do 26.5, lá nos códigos da App Store, já consta o Brasil listado juntinho de Japão e União Europeia como regiões suportadas por App Marketplaces. Então, em tese, isso confirma que deve ser no 26.5 mesmo que a Apple vai passar a permitir o sideloading aqui no Brasil.
Dito isso, ainda não está funcionando muito, provavelmente porque não depende só desse código do iOS. A Apple tem que virar uma chavinha lá no servidor dela que vai liberar as instalações, mas o 26.5 já está pronto para isso. Pode ser que mesmo com o lançamento oficial, que seja hoje ou em algum dia da semana, ainda não funcione, porque eu acho que antes da Apple virar essa chave, ela vai soltar uma nota no Newsroom falando tudo.
Aquele blá blá blá de como a App Store é muito mais segura, como ela não gosta do sideloading e tudo aquilo que a gente sabe. Então acho que primeiro vai vir o anúncio da Apple e a partir desse momento eles viram a chavinha. Mas em tese, pensando só em sistema, o 26.5 de fato já indica que está pronto para a liberação do sideloading no Brasil, que agora é mais uma questão mesmo da Apple escolher o melhor momento para fazer isso.
Então a gente até especulou no ADT nessa semana o que significava exatamente que a partir de hoje vai estar disponível? Pode ser, mas tem um sei lá, um intermediário que vai ser da Apple, pelo menos a contragosto, falando o mínimo possível, anunciando que isso vai acontecer, como ela, por exemplo, anunciou na semana passada um anúncio específico lá para desenvolvedores que no Brasil agora é aplicativo desses de batch e tem que ter uma licença específica etc.
Então deve ser nesse blog de desenvolvimento que a Apple deve fazer esse anúncio. Eu não me lembro se teve esse tipo de anúncio quando foi em Japão. Na Europa sim, porque era uma coisa super high profile. Mas se no Japão especificamente ela fez esse anúncio. Mas deve ter algo assim. Minima informação possível, só para marcar ali essa transição. E a partir de agora poder as lojas todas começarem a oferecer isso. Teve uma distinção que o Rango fez que eu achei interessante no ADT. Eu queria entender, pelo que você entende, é...
Side loading é uma coisa. Eu vou acessar um site e vou baixar o aplicativo pelo site. Esse acordo que a Apple fez com o CAD não é específico de side loading. É de lojas alternativas, certo? Eu instalo o aplicativo por meio de uma loja alternativa, que é uma alt-store, uma coisa assim. Então eu baixo a loja, que nem na época do jailbreak, né? Baixava o Cydia.
Big Boss, e a partir dessa loja, que era um repositório alternativo, App Store, poder baixar o aplicativo. É por aí? Tem as duas modalidades. Quando a Apple liberou, a gente chama de side load, que justamente esse está lá por fora da App Store. Quando a Apple liberou isso lá na União Europeia...
era só através de app Marketplace. Então, obrigatoriamente, seu app deveria estar no Marketplace e através desse Marketplace você baixava. Mas, se eu não me engano, foi no iOS 26, teve uma mudança que foi por pressão da União Europeia, que ela também passou a permitir que os aplicativos fossem distribuídos de maneira independente no Safari. Daí sim, é um sideloading mais direto, que você pode abrir o site do desenvolvedor e baixar um aplicativo que não necessariamente é uma loja.
Mas esse aplicativo também precisa ser notarizado, segue o mesmo esquema, mas então ela deu uma flexibilizada ali e passou a permitir. Eu não tenho certeza se essa opção ainda é só na União Europeia ou se no Japão também está. Mas eu acredito que todos esses países que estão com marketplaces, eles seguem mais ou menos as mesmas regras, então também deve funcionar de uma maneira meio parecida.
realmente existem as duas possibilidades. Tem o Marketplace e a Apple também flexibilizou a instalação de apps independentes através do site do desenvolvedor. Então também existe essa opção. Beleza. Eu achei o post aqui no blog da Apple e estava assim, mudanças no iOS no Japão. É o título.
Que mudanças são essas? Você clica e lê. Mudou. É que nem quando tem vazamento de dados, atualizações sobre segurança. Não, vazamento de dados. Vamos falar o que é. Então, mudanças na App Store no Brasil, alguma coisa assim. A gente pode, no iOS no Brasil, a gente pode esperar um post desse quando a Apple virar mesmo essa chavinha, torcer para ser hoje, né?
Eu olhei aqui até também encontrei esse neurozum das mudanças no Japão. Ele foi publicado no dia 17 de dezembro de 25. O iOS 26.2, que é o iOS que precisa para fazer silo no Japão, foi liberado no dia 12.
Então a chavinha foi virada uns dias depois. Pode ser que algo assim role aqui no Brasil, né? Ela lança agora. Aí na semana que vem, vem o post. Mudanças no iOS no Brasil, né? Aí a gente descobre o que mudou. Mas tá chegando. Tá mais perto do que nunca. Afinal, aqui eu lembro que o Tim Sweeney ficava todo mês. Ah, o Fortnite vai voltar no Brasil mês que vem. Agora ele pode postar que realmente tá chegando. É, e o Tim Sweeney eu acho muito engraçado. Tem... Tem...
Eu tenho tentado acompanhar muito de perto e reportar o mais rápido possível quando saem ou decisões da justiça, no caso da Apple e a Epic Games, ou então quando uma das empresas protocola algum pedido, aí vai a outra, protocola a oposição, aí vai a primeira empresa e responde, e a protocolagem fica essa briga. E eu tenho tentado reportar isso rápido, para ficar ali como as matérias de referência sobre isso. É engraçado porque...
Sai o negócio, eu vejo o que é, publico rapidinho, etc. O cara dá três minutos e o Tim Sweeney retweeta. Na N5 Mac, ele sempre vai falando o que é, aí ele comenta em cima. Tem sido engraçado ver como ele acompanha muito de perto isso. É o leitor assíduo do N5 Mac.
Pois é, eu achava muito engraçado também, quando chegava a notificação do Tim Sweeney dando um reposto em alguma coisa, era sempre muito aleatório. Agora, uma última informação que eu encontrei aqui sobre os marketplaces, antes da gente passar para o próximo assunto, eu conferirei que, de fato, é diferente na União Europeia e no Japão, tá? Que tem uma página de suporte da Apple que fala
Na União Europeia, os apps alternativos podem ser instalados tanto por Marketplaces ou pelo website do desenvolvedor. Aí tem uma segunda aba assim, Japão. Aí só fala que os apps alternativos podem ser instalados através de app Marketplaces. Então, de fato, foi ali uma pressão que a Europa fez, a Apple...
flexibilizou só na Europa. Daí eu não sei como é que fica aqui no Brasil, mas se eu não me engano, realmente o CAD falou só sobre lojas alternativas, então eu acho que deve ser mais parecido com o Japão, que liberou o Marketplace, mas também não vai dar para baixar um app direto do Safari, por exemplo.
Foi aquela decisão do CAD, que foi aquela TCC, que é o Termo de Compromisso de Cessação. Eles falam sobre a Apple também deverá permitir a abertura de canais alternativos para distribuição de aplicativos. Aí está entre parênteses, lojas alternativas. Então acho que de fato, acessar Spotify.com e baixar de lá.
Não vai ser o caso. Vai precisar de uma loja, uma outra central distribuindo. Porque se tem um problema, a Apple pode culpar a loja. No fim das contas, é isso que ela quer fazer. Eu imagino. Então, não vai ser só baixar o app. Mas vamos ver, né? Esses legaleses sempre tem um jeitinho diferente de você argumentar o que está dentro, o que está fora. Então, vamos ver como é que é para implementar isso aí.
E uma outra coisa que eu sei que, assim, eu vejo muita gente checar se está disponível, se não está, eu não sei quanto de fato isso vai ser usado, mas o iOS 26.5 aparentemente vai começar a dar suporte à criptografia ponta a ponta para RCS, que é aquela espécie de evolução do SMS, que é o jeito de...
você ter o que seria o WhatsApp, só que entre o iOS e o Android nativo. Então ter suporte a coisas como os anexos, áudio, recibo de leitura, esse bando de coisa. Eu não sou uma pessoa que usa muitos métodos diferentes de comunicação, comunica com muitos grupos, etc. Eu não sei se na vida eu já recebi uma mensagem via RCS desde que isso estreou no iOS. Mas eu sei que ligar àова, ligar àова, ligar àова, ligar àова, ligar àова, ligar àова,
As pessoas sempre checam, né? A operadora tal disponibilizou. Ah, agora depende da atualização. Fica ali o lance a lance dessa implementação. Você usa, é uma coisa que faz parte do seu dia a dia. As pessoas usam, não sei, pelo que você percebe. Como é que está mesmo essa adoção de fato do RCS? Marcos, as únicas vezes que eu usei RCS foi justamente para olhar e falar Ah, legal, funciona. Ah, agora tem uma novidade no beta. Ah, bacana.
E nunca usei para de fato ter uma conversa contínua com alguém porque eu realmente uso aquilo.
Eu sei que nos Estados Unidos a galera usa porque daí lá tem toda aquela coisa que o pessoal é acostumado a usar o app padrão. Aí o padrão no iPhone é o iMessage, o padrão no Android é o aplicativo de mensagens. E aí agora com o RCS a galera acaba usando porque o pessoal aceitou que é assim.
Mas no resto do mundo eu vejo que é uma discussão que não faz muita diferença, tal qual a discussão do iMessage, as bolhas verdes. É um negócio que a galera não liga muito. Mas para quem usa, agora vai ter criptografia e já está funcionando no 26.5. A Apple tinha liberado num beta do 26.5.
4, daí eles tiraram, eles falaram que ia tirar, que era só experimental, aí agora realmente tá na versão RC, então ela vai de fato lançar isso apesar de que tá um parênteses beta que é quando a Apple lança um negócio que ela acha que tá mais ou menos acho que é porque não é toda operadora que suporta inicialmente, tem vários asteriscos
Mas eu já consegui testar aqui na Vivo. A Vivo é uma das operadoras que já está suportando o RCS criptografado. Eu peguei ali um telefone Android que eu tenho, o S26 Ultra, e mandei o RCS, aí fica lá com um cadeadinho. Fica assim, RCS e um cadeadinho do lado, pequenininho, para indicar no topo da conversa só. Ele indica que você está mandando ali uma mensagem numa conversa criptografada. Então...
Para quem usa é uma boa, mas eu mesmo nunca usei no dia a dia assim, senão para fazer esses testes rápidos. Então para vocês que usam para a gente, no dia a dia mesmo, comenta para a gente qual é esse fluxo, essa dinâmica, gigahertz.fm barra feedback. Seguindo o que virou notícia na semana passada...
Quem é acionista da Intel ficou feliz duas vezes, porque em duas oportunidades as ações da Intel saltaram 13%. Então a Intel terminou a semana valorizada, somando esses dois saltos e o resto, sim, e uma semana ela valorizou um terço.
Por conta de, primeiro foi um vazamento da Bloomberg, dizendo que a Apple vinha conversando com a Intel e com a Samsung para passar a contar com essas empresas como uma alternativa à fabricação de chips que a TSMC faz para ela. A gente pode até falar sobre por que ela está pensando em fazer essa diversificação. Isso no dia que saiu essa matéria fez as ações da Intel saltarem 13%.
As ações da Samsung saltaram também, porque isso foi junto até de uma divulgação de dados que ela fez. Isso fez ela ultrapassar um trilhão de dólares em valor de mercado pela primeira vez. E na sexta-feira saiu o Wall Street Journal. A matéria falou que a Apple e a Intel fizeram um...
acordo inicial para que a Intel possa produzir os chips para a Apple. Não é a Apple voltar a fazer arquitetura x86, é usar a Intel como a fabricante mesmo. A Apple passa a receita, a Intel faz o bolo, assim como a TSMC faz no Rio das Contas. E o lance da Apple com a Samsung seria até usar uma fábrica que a Samsung tem nos Estados Unidos, e a Intel, obviamente, de lá também, então tem essa questão também desse acordo.
E se inicialmente a Bloomberg falou que a Apple tinha conversado com a Intel sobre isso e que a Apple tinha visitado uma fábrica da Sissung nos Estados Unidos, a semana terminou com esse acordo preliminar de que a Intel vai passar mesmo a fazer processadores para a Apple aí no futuro. E isso fez a Intel valorizar ainda mais. Ela já valorizou? Ela está mais próximo de 200% do que de 100% desde que ela fez aquele acordo. Acordo não, é que o governo americano comprou 10%.
da Intel, dali pra frente ela, quem é acionista e segurou essas ações por um tempo, já pelo menos recuperou uma boa parte do dinheiro que veio perdendo ao longo de décadas aí, que a Intel deu uma afundada. Mas não tava pro meu bingo aqui de começo de 2026, Apple e Intel juntas de novo, mesmo que sob condições bem diferentes de quando a Intel fazia processadores de 8.6 pra Mac. É, engraçado ver...
pessoal comentando justamente porque uma galera fica, ah, a Apple vai usar a Intel de novo, ah, não é o Mac Intel que vai voltar no iPhone com o Intel, é outra coisa. Assim como, por exemplo, a Apple tem a Samsung já como parceira pra fornecer outros componentes, tela do iPhone, por exemplo, e não quer dizer que o iPhone roda Android, são coisas bem diferentes. No caso, ela só usaria a estrutura de fábrica de chips pra fabricar os chips que ela já usa, os chips Apple Silicon.
E teve, de fato, esse report da Bloomberg, depois a Wall Street Journal falando que é um acordo prêmio eliminar, como o Marcos bem notou. Então, não é que já está tudo certo, que já vai começar amanhã. Mas tudo indica que vai. Em algum momento, acho que ainda vai demorar, mas tudo indica que realmente esse acordo vai rolar.
E dá para ver essa notícia de duas formas. A primeira delas é a Apple diversificando a cadeia de suprimentos, porque estamos passando por um momento, está faltando chip, está faltando componentes, e a Apple tem uma demanda muito grande, então para ela faz sentido ter mais de uma fornecedora de chips. Se a TSMC não conseguir atender toda a demanda, ela recorre a Intel, recorre a Samsung, que também vão conseguir entregar mais uma quantia de chips para a Apple.
E a segunda aqui também, bem observada pelo Marcos, é que tanto a Intel e a Samsung têm fábricas de chips nos Estados Unidos e com isso a Apple consegue mais uma vez fazer um teatro, um agrado ao Trump que sempre insiste para as empresas voltarem para os Estados Unidos para fazer investimentos. A Apple fica prometendo isso o tempo todo. Toda vez que rola uma ameaça de tarifa, vai lá o Tim Cook no jantar do Trump e fala não, Trump, a gente vai fabricar mais produtos nos Estados Unidos.
Então, querendo ou não, a Apple se beneficia, claro, de ter mais fornecedoras, mas ela também consegue usar isso como propaganda para falar para o Trump, olha só, a gente está fazendo chip nos Estados Unidos, como a gente prometeu para você e tal. Então, ela consegue se beneficiar dos dois lados com...
com essas possíveis parcerias aí, tanto com a Intel e também com a Samsung, para fazer essa produção de chips e depender menos da TSMC e de outros fornecedores da Ásia. O lado da Ásia dessa conversa é interessante porque das pessoas que passaram a vida inteira estudando isso e que eu escuto dar entrevistas, então eu confio na opinião delas, a TSMC é basicamente a única coisa que impede a China de invadir Taiwan. Porque o mundo inteiro...
depende da TSMC pra ter processadores, que se isso acontecer, interromper a produção, não tem telefone, não tem computador, não tem TV, não tem carro, tem nada. Então é isso que salva Taiwan de não ser invadido pela China. A Apple é uma coisa só, é um ponto, né? Não é iPhone que vai fazer a China invadir Taiwan. Mas essa diversificação, ela tem dois pontos do lado da Apple. Ela fica muito mais tranquila. Vamos ver quanto que vai ser de produção, né? De não estar 100% ou quase 100% dependente do lado da Apple.
de lá, para poder ter os chips dela. E do ponto da TSMC, a Apple fazer isso significa que o resto do mercado deve também seguir essa diversificação, porque vai também passar a ter mais confiança. Se a Apple fez isso, dá para a gente caçar também uma coisa assim, começar a negociar, contrato, etc.
Então isso é interessante. Eu vi o pessoal do Night 5 Mac no podcast deles comentando uma coisa que eu não vi ninguém comentar, que é o seguinte. Que o que a Apple fez foi meio arriscado. Porque a Apple tem esse acordo com a TSMC. Ok. Quando ainda estava aí, a Apple está conversando com a Intel, conversando com a Samsung, e não é certo, porque ela não tem a confiança de que a Intel e a Samsung consigam entregar a quantidade e a qualidade que a Apple precisa no volume que a Apple precisa.
Caso isso desse errado, na hora de renegociar o contrato com a TSMC, a TSMC podia falar, olha, vou aumentar o meu preço, porque ela ia ter a certeza de que a Apple não tinha alternativa, ia depender dela 100%. Então foi um vazamento arriscadíssimo de ter acontecido, porque se desse errado, o poder de barganha da TSMC teria aumentado vertiginosamente. Caiu. Aparentemente deu certo. Para a Apple e para a Intel, pelo menos. Mas foi...
Sim, essa semana inteira, semana passada, sobre esse assunto, foi totalmente tudo sobre esse assunto. Foi bastante inesperado. E é claro que isso ainda vai ser um longo caminho. Até o primeiro chip sair lá, de fato, da linha de produção. Bonitinho, tá, no aparelho. Vai levar meses. Mais de um ano. Eu imagino. Vai se acontecer mesmo.
golaço para a Intel e para o Lipe Butan, que é o CEO novo da Intel, que em um ano de cargo já fez muito mais do que os outros CEOs juntos nas últimas décadas, né? Que coisa. Pois é, um grande acerto que é isso. Então eu vim em declínio e agora como você também bem notou, as ações subindo, então...
Se der certo mesmo, vai ser uma boa. Mas de novo, também não é um acordo que já vai sair do papel amanhã, que já vai ter iPhone 18 com chip da Intel. É coisa assim que eu diria lá, chip A21, A22. A gente está falando aí de iPhone 20. Então deve levar um tempo até eles fazerem os testes, verem se está tudo de acordo com o que a Apple esperava, para daí isso de fato entrar ali na linha de produção que a Apple realmente usa.
Mas é um baita acordo. Pois é. E lá do Dental, outra coisa que é curiosa, assim, né? Essa treta toda começou com o Trump tweetando lá no social dele. Não, tem que mandar esse CEO da Intel embora porque ele é chinês. E ele tem ligação com empresas chinesas que tem ligação com o governo chinês. Então esse bando de comunistas aqui na Intel, isso nunca pode acontecer.
Foi uma matéria que tinha saído lá. Aí o Leap Butin foi lá e falou, Trump, vamos conversar. Aí acabou, foi lá, bajulou, bajulou, bajulou, bajulou. Deu 10% da Intel pro governo. E aí ficou tudo bem. Então ele soube jogar esse jogo, né? Que época. Enfim, vamos falar sobre o iPad. Agora, na verdade, eu vou ouvir sobre o iPad, porque foi um dos assuntos que o Felipe comentou nessa semana, em colunas lá na Macworld. Por que o iPad precisa desesperadamente do seu momento MacBook New, Felipe?
Eu escrevi esse artigo um tanto opinativo, com base no sucesso do MacBook New, e também no fato de que a Apple não atualiza o iPad base há algum tempo. E a ideia do artigo não é nem falar que a Apple vai lançar um iPad New, mas a Apple tem hoje um iPad de entrada, mas que está meio esquecido ali na linha, e que quando a gente compara com a ideia do MacBook New...
Dá pra ver que esse iPad não faz mais tanto sentido assim. E eu pego principalmente no preço. Porque hoje o MacBook New está custando a partir de 599 dólares. Vamos falar de preço nos Estados Unidos, porque aqui no Brasil os preços são muito fora da realidade. Mas 599 dólares, você tem um computador completo, 256 GB de espaço, tela de 13 polegadas, já vem com seu tecladinho, trackpad, tudo bonitinho.
E aí se a gente pega o iPad de entrada, que é o iPad de 11ª geração, iPad 11, a Apple não chama ele de nome nenhum, mas o iPad 11, que ainda tem um chip A16, ainda não roda a Apple Intelligence, é um produto que está defasado, ele começa em 350 dólares. Mas a gente sabe que o iPad, para ele funcionar, você tem que comprar capinho, tecladinhos, aí você compra a Apple Pencil.
E aí nessa simulação, para você montar um iPad base, para ele funcionar igual um laptop equivalente ao Neo, que é 256 GB de espaço, isso já dá 700 dólares. E o Neo custa 600. Então você paga 100 dólares a mais para ter um iPad que tem um chip mais lento e que tem um software mais limitado que o MacBook New, que é mais barato. Então toda a ideia do artigo é essa, é mostrar como que esse iPad base está muito defasado.
em relação ao MacBook New, e que talvez está na hora da Apple fazer alguma coisa para esse iPad voltar a ser uma opção interessante, porque até a gente vê agora nos resultados fiscais, é sempre uma disputa, às vezes o Mac está mais em cima, o iPad está mais em cima, mas dessa vez o Mac realmente ficou ali com um market share, uma representação maior, não é nem market share, mas uma representação maior da receita da Apple, então acho que a Apple poderia dar um...
Dá um upgrade mais considerável. Numa próxima geração desse iPad de entrada. Porque na situação atual. A gente vê que o Neo está fazendo muito sucesso. Porque ele é um produto bom. Que tem um preço decente. O iPad de entrada. Se você coloca ali na ponta do lápis mesmo. Vale a pena você gastar 700 dólares. Num iPad com chip antigo. Você tem que comprar tudo separado. Então. Eu acharia que seria. Penso que seria bem bacana. A Apple.
Talvez aumentar o armazenamento do iPad de entrada. Talvez... A gente sabe que a Apple nunca vai oferecer acessório na caixa. A Apple não faz isso, né? Mas o preço dos acessórios do iPad mesmo é um negócio muito absurdo, né? Só o teclado já é quase o preço de outro iPad. Então...
Fica muito desproporcional. O MacBook New evidencia o quão esse iPad de entrada está meio perdido e está bem defasado na linha de produtos da Apple, não só de iPads. Tem só uma questão que eu fico sempre pensando quando o assunto é o iPad, é o seguinte, que essa conta de que para você ter um iPad minimamente utilizável, você tem que comprar o iPad, o teclado, a caneta, etc, etc. Isso não...
diz bem a respeito do iPad. Porque tudo bem que todo produto migra, ele muda, ele evolui, o caso de uso troca e etc, mas ele sendo o dispositivo autocontido com a tela, se você precisar acabar comprando tudo pra você poder usar a tela e tirar o máximo proveito dela, e tudo isso ser acessório, e ser modular a ponto de você ter que comprar tudo separado, não ser parte de uma coisa só, isso me incomoda.
Eu sempre, e tudo bem que o objetivo da Apple é fazer dinheiro. E ela vender o iPad, a capinha, o teclado, o acessório, não sei o que, a caneta separado, ao invés de vender um pacote só, que seria o iPad Book, e você comprar isso tudo com um pacote fechado, com descontinho, pra até promover você usar dessa forma, poderia ser interessante. E acho que até o Grama vazou um tempo que a Apple até considerou fazer isso, mas ela falou, tá vendendo? Por que a gente vai mexer?
Mas poderia vender mais. Tem outros pontos aqui. Então eu concordo com você que ela precisa de um reboot estratégico. Isso é da Apple TV, que a gente já comenta. Mas é o iPad que precisa ser salvo. E não nesse... É isso que me incomoda. Ele está vendido na jogada porque para você tirar proveito dele, você precisa de todo o resto. Sendo que o propósito dele era ser esse display autocontido para fazer. Então... ...
Eu não sei, sei lá, tempão eu escrevi sobre isso no Mac Magazine, que tudo sobre essa linha, essa sobreposição do iPad Air, o iPad Mini, o iPad normal, o iPad Pro, tudo faz meio que a mesma coisa. O teclado apareceu para um, agora tem para todos. A caneta foi para um, agora tem para todos.
E é um overlap tão grande que eu acho que é mais uma organização da linha que precisa do que necessariamente resolver o de base. A base é um dos problemas. O iPad é um problemão. Toda empresa queria ter esse problema, eu sei. A gente sempre comenta isso aqui porque acho que é sempre um ponto de... É um dado muito válido. O faturamento de iPads é...
proporcionalmente, tirando quando tem open clock e faz vender muito Mac, muito igual, parecido, idêntico ao de Macs. Todo trimestre fiscal, 8% de iPad, 8% de Mac, no faturamento total. 9%, 9%, 6%, 6%. Então, varia 1% ou 2%, mas ele é... Mesmo confuso assim, ele vende bem. Esse é o meu ponto. Mas poderia vender melhor. Mais ainda, mais direcionado. Mas parte disso é repensar essa linha de iPad. Por isso que eu acho que quando trocar...
de CEO, um monte de decisões legado às quais o Tim Cook tem um certo apego, talvez não sejam levadas a cabo, porque você com um olhar relativamente novo, tudo bem que o cara tá lá já faz um tempo, não nasceu ontem, a gente falou isso semana passada, né? Ele tá chegando lá com o contexto histórico de decisões das quais ele participou. Mas ainda assim, acho que vai ser um pouquinho mais fácil abrir um monte de decisões que estão lá históricas porque ela foi tomada e é assim, porque é assim desde sempre. Não.
Um olhar novo, uma liderança nova. Essa quebra, eu acho que seria o melhor momento para repensar mesmo o que significa o iPad. Para que ele serve? Para quem ele é? Ele durante boa parte...
do reinado do Tim Cook. Ele era o próximo Mac até não ser. E aí o Mac ressurgiu por conta de Apple Silicon. E isso vazaram lá para o pessoal do upgrade. De fato, a decisão tinha sido o iPad se tornar a nova central de computação da Apple e o Mac ia ser o dispositivo legado. E evoluía, ia ser excelente, ia ser bacana, mas estava...
Tava lá. Os véi igual nós que usa. A juventude, a nova geração, ia usar. Lembra, What's a Computer? Lembra que a Apple fez essa campanha imaginando um futuro não muito distante em que o computador era tão pouco utilizado que a criançada não sabia nem o que significava que a iPad tinha matado o computador? Não foi isso que disse a campanha, mas foi isso que ela transmitiu. Mudou. Já não é mais assim. Então a iPad tá nesse...
É o futuro do pretérito, sabe? É o potencial do que nunca foi e tá nesse meio do caminho. O que é uma pena, porque eu queria muito que ele tivesse dado mais certo ainda do que ele deu. Eu sei que tem gente que trabalha com ele, que adora, o iPad não é ruim. Poderia ser melhor. Acho que parte disso é essa confusão da linha. Uma parte disso é achar a estratégia certa pra cada um dos modelos, sendo que nem precisa de todos eles. Acho que esse é o meu ponto macro aqui, né?
Da hora que você começar a resolver um, tipo, desembolar um nó. A hora que você acha que consegue um pouquinho ali...
o resto vai mais fácil. Uma das possibilidades pode ser justamente o que você trouxe nesse artigo. Então, desse ponto, eu concordo 100%. É, a linha de iPad, a gente sempre fala que ela é muito confusa e tem esse overlap mesmo, porque quando você compara com a linha de MacBook, nem olhando para todos os Macs, são os MacBooks, a linha de MacBooks faz sentido. Tem o New, que é o baratinho, mas que é um baratinho que é bacana, as pessoas estão gostando, que é um modelo suficiente para boa parte dos usuários comuns.
Aí quando você é o usuário que você precisa de um pouquinho mais, ou que você quer um design mais moderno, tem o MacBook Air, que de fato é Air porque é fino. É que isso já não acontece no iPad. E aí se você é o usuário parrudão que precisa de um computador mais potente, com mais portas, MacBook Pro, é muito claro. Agora o iPad é isso, você olha para a linha, tá, eu quero um iPad novo.
O iPad nada, o iPad Air, o iPad Pro, eles fazem a mesma coisa, rodam os mesmos softwares. A diferença de chip deles não é tão grande assim. O Air tem o M4, o Pro tem o M5, mas o iPad iOS nem faz uso de tudo isso. É muito parecido, as diferenças são poucas para você justificar. O upgrade do Air para o Pro mesmo, você está basicamente pagando para ter uma tela melhor.
Em questão de funcionalidade, eles fazem a mesma coisa. Os dois têm a porta USB-C mais rápida, os dois suportam o monitor externo, o Magic Keyboard. Então, essencialmente, você está pagando para ter uma tela melhor. E aí o iPad de entrada fica nessa, porque o atual modelo é esquecido, tem um chip muito antigo. Ele é um baratinho, mas um baratinho muito. Você vê que ele é claramente capado. Parece que a Apple capa ele de propósito para conseguir deixar ele na linha por um preço mais barato, que é diferente do MacBook New, que ela faz questão de falar que a gente fez um MacBook que... E...
É um MacBook, tem coisas de MacBook e ainda assim a gente conseguiu fazer ele num preço mais em conta. Quem sabe John Ternos faz aí uma limpa nessa linha de iPads, uma reformulação. Isso que eu nem falei de iPad Mini, porque toda vez que eu falo de iPad eu lembro nossa, é verdade, ainda tem um Mini que está lá perdidaço na linha.
É um negócio absurdo. Então acho que se tem um produto que na direção nova da Apple precisa de uma atenção pra ver qual é a desse produto. É o iPad. E o Marcos também lembrou de uma coisa bem interessante. Como que as campanhas da Apple foram mudando. Porque por muitos anos ela bateu no WhatsApp Computer, iPad como substituto de computador. Quando lançaram o nome iPadOS, separou o iOS a versão de iPad e virou uma entidade própria.
Ela por muito tempo tentou vender S10. E se você olhar para os últimos anúncios de iPad, ela meio que parou de fazer isso. Porque acho que eles enxergaram o sucesso do Apple Silicon, o sucesso que os Macs voltaram a fazer. Eles meio que...
eles ainda fazem, mas de maneira muito mais sutil, né, essa ideia de tentar vender o iPad como um computador. Então, talvez eu só me decidi se o iPad é só o iPad e o seu iPad é o computador do futuro e eu também adoraria ver um bundle que você compra já o iPad, com teclado, caneta, tudo com desconto. Mas, no fim das contas, a Apple tem os números de vendas, ela deve saber que tá vendendo mesmo assim, então, se tá vendendo, deixa lá, né, mas adoraria ver essas mudanças.
Agora, um outro artigo que você publicou nessa semana também, Opinativo, é sobre como a Apple TV precisa de um reboot. E o trocadilho com o reboot de fazer reboot de série é intencional?
É, um pouquinho. Ok. O que isso significa? A ideia também desse... Eu estava muito opinativo essa semana. Eu adorei. Manda mais que está pouco. Mas a ideia desse era justamente... Porque é isso. Eu tenho... Eu sempre uso muito a Apple TV. Eu tenho a Apple TV nas duas TVs aqui de casa. É um produto que eu gosto.
Mas toda vez que eu olho para a Apple TV ou que alguém me pergunta, principalmente quem vê em casa e vê, fala, nossa, que legal isso aqui. Aí o pessoal pergunta, vale a pena ter? Aí eu olho e fico...
Olha, se tem dinheiro para jogar fora, é muito gostoso de ter uma Apple TV. Mas você fala que vale a pena, ainda mais no Brasil, que custa mil reais uma Apple TV, mil e quinhentos reais. Aí você fala, é o preço de você comprar uma Smart TV nova. E lá fora o pessoal vê que também a galera é menos cara, mas a galera ainda acha caro. Porque eu trago até essa comparação no artigo. Você tem aqueles Fire Stick, esses outros, o Amazon Fire TV, ou outros concorrentes.
que custa 50 dólares. E o Apple TV custa mais de 100, custa 130, o modelo mais barato, e aí tem uma versão com mais armazenamento. E a Apple sempre brincou por muito tempo que a Apple TV era um hobby. Desde a época do Steve Jobs, ele sempre falava, ah, esse aqui é o nosso hobby. É um produto que está ali. A gente faz, ele lembra dele de vez em quando, está ali para quem gosta. Mas é um produto com potencial, porque, de novo, eu adoro a Apple TV, eu gosto da interface, é bacana, é mais bonito que usar a interface da Smart TV.
Mas primeiro, é isso. Acho que o preço já não condiz muito com o que o produto oferece. É difícil de justificar você pagar R$ 1.500 numa caixinha que serve para você instalar a Netflix e ver uma animação mais bonita na hora que você abre o aplicativo.
é complicado. E aí eu abordo também a questão da IA, que a gente sabe que a Apple tá atrasada com IA, agora talvez a coisa deve andar, toda a estratégia de casa, lembrei do HomePad, que também é um produto que supostamente não veio ainda por conta da IA e que...
A Apple TV também é um prato cheio pra Apple colocar a Apple Intelligence, né? Aproveitar melhor. De repente tem aquelas, as buscas visuais. Você tá assistindo uma série, no meio da série você perguntar o que é aquilo, que produto que você tá vendo. Igual como se fosse o Circle to Search, só que versão TV. Enfim, tem um potencial enorme pra Apple TV que ela poderia aproveitar mais. Mas eu sinto que é um produto que eu gosto muito, mas que ficou muito estagnado. Tanto em questão de preço, em funcionalidades, acho que...
deu uma parada no tempo e seria muito legal também ver uma nova Apple focando mais na Apple do John Ternos, focando mais em repaginar toda essa questão da Apple TV também. Eu sempre achei que, assim, não é típico da Apple, mas a gente vê algumas vezes isso acontecer que seria o contrário, que ele ia lançar o Fire Stick Apple TV, sabe, uma coisa mais baratinha, tipo o HomePod Mini, que...
Ele foi a tentativa da Apple de salvar essa categoria, que na verdade ele ficou esperando a carangueja pra poder lançar em outros países e tentar fazer decolar. E o motivo pelo qual ela não lançou até hoje o HomePad também, tá tudo dependendo disso. Mas, por muito tempo, a brincadeira foi que a Apple TV era um Netflix player. E sendo um Netflix player, que ela tentou agrega... Lembra quando todo lançamento de Apple TV agora é joguinho?
E mostrava o mesmo jogo de carro, a pessoa usando aquele controle e vira pela PC, que não colou. Tem o lance de armazenamento, que para quem usa muito, compra muito filme, armazena no local. Sei lá, acho que para quem tem criançada em casa, é mais fácil ter lá o negócio da Disney baixado já, ao invés de ter que ir.
Fazer stream da Let It Go pela milésima vez, né? Ok. Mas eu achava que a gente ia ver uma estratégia dessa de uma Apple TV Neo. Sabe? Uma coisa um pouquinho mais barata de entrada mesmo um palitinho de stream e só mesmo, sabe? Mesmo o formato dela mais fininho, alguma coisa assim.
Porque é um mercado que ele... Esse se incomoditizou horrores. Hoje você comprar a TV, ela vem com os mesmos apps que você vai baixar. A Amazon é Disney, a Netflix é o da Apple TV. E é isso. O valor que ela tentou agregar para a Apple TV, acho que não se traduziu. Mesmo quem usa muito, não usa o equivalente até que pagar essa bala que ela custa. Especialmente no Brasil, mas a gente sempre releva esse fato, porque senão a gente não sai do lugar com as conversas. Então eu concordo com você que precisa de TchauGo. É um produto que...
Duvido, eu não olhei aqui na transcrição, mas duvido que ela tenha sido citada na divulgação do relatório fiscal. Os serviços, sim. Assinatura, sim. Beleza. Mas como hardware, nem a Apple lembra que existe.
entra e vai WWDC, tem vezes que ela não aparece. Teve um ano que foi muito engraçado, que durou, sei lá, 30 segundos. O TVOS. Assim, falta. Eles colocaram no slide, assim, e eu acho que o Craig falou assim, ah, e vocês vão ouvir muito mais depois. Passa o próximo slide, nunca mais foi falado do TVOS.
É, exato. E é um produto difícil de evoluir porque o que as pessoas querem é a coisa mais básica possível. Eu quero abrir o menu, eu quero ligar o Disney Plus e quero assistir o que eu estou vendo. Só. A parte da experiência dela é muito boa. A integração, só a Netflix que não deixa, mas a integração dos players todos ali. E a Apple vive fazendo aqueles acordos nos Estados Unidos, de se você assinar o Peacock com a Apple TV e ficar mais barato, esses...
a TV a cabo, sem a TV a cabo, né? Mas como um produto mesmo, a estratégia dele, daria pra ser melhor. Acho que esse é o meu ponto, né? Que jogo não virou? A parte da experiência, por mais agradável que seja, não é isso que vai segurar as pessoas lá, né?
Eu tenho uma Apple TV em casa. Eu comprei porque você tinha tweetado muito quando a gente usava Twitter ainda, que estava em promoção, sei lá, na Vivo, sei lá, e eu comprei. Era, eu lembro. E é ótimo por quê? Porque eu não uso a internet na TV, porque aí tem toda a parte de privacidade, negócio da LG lá, com assistente dela, controle fica escutando, não quero isso.
A do quarto? A gente não tem Apple TV. A hora que tiver promoção, eu compro. Mas não tem. Então a gente usa a Smart TV mesmo. Cara, é péssimo. É a diferença entre você usar sei lá, internet tipo fibra e usar da EOA pra acessar a Home Dual em 98. Sabe assim? É muito ruim o sistema. Mas...
Não é o suficiente para eu abrir a carteira e pagar quatro dígitos só para ter uma interface mais bonitinha. Para o ponto até que você trouxe, sabe? Então, eu tendo a necessidade e a vontade de ter, eu falo, cara, não vou pagar essa bala para poder ter isso.
Então, tudo sobre isso é relevante. É um mercado que ficou muito... O pessoal fala que a corrida para o mais barato ficou na App Store, que não, ficou no streaming de TV mesmo. Porque o benefício é gratuito. Você compra TV, vem com isso junto. Então, você abrir a carteira para substituir isso é um atrito gigantesco. Então, concordo com você que precisa...
precisamos ver algo. Vida, movimentação nesse segmento. Isso, sem dúvida. E pra finalizar, a trinca de artigos opinativos que você trouxe na semana passada, você falou que o iOS 26 quebrou o seu iPhone e que você esperava que voltasse ou que viesse uma correção do que estamos falando.
Eu, de novo, uma semana de artigos opinativos, resolvi também dar meu pitaco sobre como tem sido agora que a gente já está quase no fim do ciclo do iOS 26, está para sair o 26.5, o WWDC já está aí, estamos chegando no próximo iOS, e eu sei que tem gente que fala que está tudo bem, mas, cara, eu sinto que o iOS 26 é um update muito quebrado, que a gente está na versão 1.5, e tem umas coisas que eu olho e falo, putz, é sério que a gente chegou na versão 1.5 e tem esse bug ainda, está desse jeito ainda?
que na primeira versão que saia falava ok, a Apple vai corrigir isso e nada. Então eu vou citando ali, desde problemas de bugs mais simples, questões de performance, bateria, até o Liquid Glass, que eu tenho uma foto que eu deixei ali dos emojis, que aquilo me apavora alguém na Apple ter aprovado isso.
Porque tem um fundo laranja, que inclusive não é um fundo meu, é um fundo que é da Apple, que você pode escolher por iMessage. E aí quando você toca, quando você digita palavras, o iMessage dá a opção de você transformar em emoji, ele reconhece. E ele grifa essas palavras de laranja.
E aí não dá pra você ler o texto quando tá com fumo laranja, fica tudo laranja com laranja, você não vê nada. Eu penso, pô, cadê a empresa que era a número um de acessibilidade? Sumiu, né? Não dá pra você ler mais nada no sistema, questão do contraste, a Apple tentou mexer em muita coisa, mas tem muita coisa que ainda ficou pra trás. Então todo o ponto do artigo é realmente bater em como...
O iOS 26 foi um release meio conturbado, teve a grande mudança de interface, mas que eu sinto que talvez a Apple ficou meio perdida em fazer o overhaul completo do sistema e também corrigir os bugs. E no fim das contas ficou tudo que meio mal acabado. A interface meio mal acabada e a questão de bugs também meio esquecida. Inclusive fiz uns comparativos que eu acho bem legal.
de trazer aqui de consumo de energia. Aí eu fiz isso no Mac, porque é muito mais fácil medir consumo de energia no Mac do que no iOS, porque no Mac tem aplicativos para isso. E é muito bizarro o quão algumas animações simples, como você abrir a central de notificações, a central de controle, elas disparam no uso de GPU e no consumo de energia por conta da renderização dos efeitos do Liquid Class.
Você vai abrir ali a central de notificações, a central de controle. O Mac é assim, os Apple Silicon, o meu M4 mesmo, quando ele está em idle, ele gasta 2 watts de energia, 3 watts. Aí você clica na central de controle, ele gasta 15, 20, aí volta depois. Só que assim, isso, principalmente no iPhone, fazendo toda hora, você puxando notificação, você está ali quase rodando um jogo 3D para rodar os efeitos do sistema.
Então o que eu trago nesse artigo também é que, pô, eu espero que, e que é o que tudo indica, que Apple arrume a casa com o próximo release, porque tá precisando. Eu não acho que tem que desfazer o Liquid Glass, a Cancel, o Liquid Glass acaba.
Mas ele precisa de polimentos visuais e também de polimentos em questão de performance, porque principalmente a galera que tá em iPhones mais antigos, se eu que estou no 17 para o Max, eu sinto que tem umas horas que o telefone dá umas esquentadas do nada, assim, que eu tô com a iMessage aberta, eu falo, pô, imagina a galera que tem o iPhone 12, como é que essa galera não tá, né? Então...
Também espero que o próximo iOS seja mais sobre arrumar o que a Apple prometeu antes, que isso também inclui a Apple Intelligence, do que de fato ficar trazendo muito mais coisaradas novas e esquecer de arrumar o que ela precisa. Que até teve a coluna do Gama essa semana que ele falou que o macOS 26 vai focar em arrumar a interface Liquid Glass, vai focar em arrumar bugs, que ele já vem falando isso há algum tempo.
E eu espero que seja o caso. Eu tô muito curioso sobre o print que você publicou do texto laranja sobre o background laranja. Entre eu e você e só quem escuta aqui o Afonte, o quão trabalhoso foi, de fato, tornar invisível o texto que estava ali? Ah, ali na foto, olha. Até que não foi muito, viu?
Você pode fazer o teste, pega uma conversa sua do iMessage, coloca o fundo laranja e faz esse experimento de ou marcar alguém, de usar o arroba da pessoa ali no iMessage, ou fazer essa dos emojis. Cara, o texto quase some, você não consegue ler quase nada, é bizarro. É muito bom. Eu até joguei no Photoshop e mexi nos níveis, nas cruz, pra tentar extrair o texto que tava ali, não dá. Que difícil.
É, e eu acho que esse artigo veio de um timing muito bom. Teve mesmo essa coluna do fim de semana do Grama falando do macOS. A gente até ia falar sobre isso aqui, mas o episódio ficou cumprido demais, então a gente pode deixar para a semana que vem, caso não tenha acontecido mais coisas. Mas no caso do iOS, que foi onde a Apple mais passou tempo nesse ano resolvendo os problemas que ela trouxe para si própria com a introdução do Liquid Glass, ainda tem mesmo muita coisa que melhorou, claro que sim. No começo...
Era muito fácil você se deparar com situações em que era difícil você ler alguma coisa por conta da sua preposição, do texto que estava no fundo. Melhorou. Hoje em dia, ainda dá para tirar prints pouco lesonjadores? Dá. Na App Store, esse tipo de coisa. Você vai scrollando, scrollando, na hora que você achar um branco no branco, pronto. Você tira o print e fala, ah, aqui é por aquele liquid glass. Aí está forçando a barra.
É mais difícil você naturalmente lidar ou se deparar com esse tipo de situação, mas ainda acontece como você mostrou. Então, eu também torço para que no iOS 27 isso não só melhore, mas seja uma coisa que seja por todo o ecossistema, alguma decisão de design.
que ajude, não é voltar atrás, como você falou, isso não vai acontecer, mesmo porque o Steve Lamey foi um dos caras que participou ativamente do desenvolvimento e foi um defensor, um proponente, ele estava a bordo da ideia do liquid glass, não vai voltar como era antes, não vai mudar drasticamente, porque não deu tempo de fazer isso. Mas uma melhoria que seja notável, do jeito mais literal possível do notável, isso eu espero que, também eu espero que aconteça assim.
Mas a gente quer ouvir de vocês, como é que estão as impressões de vocês a respeito disso, se vocês já acostumaram, se vocês se deparam com situações tipo essa desse print do Felipe, que eu adorei. Vocês mandam pra gente em gigahertz.fm barra feedback. Vocês podem ver os links do que a gente comentou em gigahertz.fm barra fonte barra 199. Semana que vem é o 200, hein? E aí
ou no seu player de podcasts. Obrigado, ExpressVPN, pelo patrocínio do episódio de hoje. A vocês que deixam os reviews, obrigado para quem tira uns minutinhos do dia para deixar review lá, deixar comentário no Spotify, lá no Apple Podcasts. Obrigado a vocês também que recomendam a fonte. Muito obrigado para quem recomendou a fonte.
E a você, Felipe, por semana após semana, ajudar todo mundo, inclusive eu, a fazer sentido do que está saindo lá de Cupertino. Valeu, Marcos, e obrigado, audiência, por ter ficado com a gente até o final de mais um episódio do A Fonte. Se você quiser me encontrar nas redes sociais para a gente bater um papo, é só me procurar na roupaflipe.esposito, lá no Instagram e no Threads. Boa, pra falar comigo, MVC Mendes, apresento por aqui o Área de Transferência e o Área de Trabalho, apresento pra Lura o IA Sob Controle, e os meus textos vocês encontram 9to5mac.
Há um ano, fez um ano esse fim de semana que eu comecei a escrever. Olha só. Tá vendo só? Passou rapidão. Obrigado mais uma vez pela audiência de vocês. E a gente volta na segunda que vem. Um abraço e até a próxima.
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