A igreja brasileira perdeu o zelo evangelístico? | Maycon Barroco #154
Neste episódio do PleniCast, recebemos Maycon Barroco, missionário, autor e diretor da JesusCopy School, para uma conversa profunda sobre missões, vocação, povos menos alcançados e o papel da igreja brasileira no avanço do evangelho.Maycon compartilha sua trajetória missionária, desde o início do seu chamado até experiências marcantes no sertão, no Oriente Médio, na Europa e em projetos de formação de novos missionários. Ao longo da conversa, ele levanta uma reflexão urgente: se o Brasil tem tanto potencial missionário, por que tão poucos estão indo aos lugares onde quase não há testemunho cristão?Um episódio para quem ama missões, deseja entender melhor o chamado de Deus e quer ser despertado para participar daquilo que o Senhor está fazendo no Brasil e nas nações.📖 Conheça os livros de Maycon Barroco e outros conteúdos disponíveis na Plenitude: https://plenitudedistribuidora.com.br/search?q=Maycon+Barroco- - - ✨ Conheça um pouco mais da nossa missão:• Site: plenitudedistribuidora.com.br• Facebook: @plenitudebiblias• Instagram: @plenitudedistribuidora• TikTok: @plenitudedistribuidora
- Experiências missionáriasExperiência de conversão no baile funk · Amor pelas nações · Discipulado pastoral · Evangelismo pessoal e estratégias · Estudo e leitura sobre missões · Missões no Norte do Brasil (Amapá, Pará, Amazonas) · Conhecendo a esposa em conferência missionária · Trabalho missionário em Cabo Frio · Missões no Sertão do Brasil (Piauí, Alagoas) · Livro 'Testemunhas'
- Missões no Oriente Médio e a Fé em Meio ao PerigoViagem à Jordânia e trabalho com refugiados sírios · Viagem ao Iraque durante o domínio do Estado Islâmico · Mossul e a Planície de Nínive · Encontro com o sacerdote assírio Joseph · Fé e coragem diante do martírio · Presença de Deus em meio à guerra · Evangelismo para soldados islâmicos · Igreja destruída pelo Estado Islâmico · Missões em países fechados
- O corpo de Cristo e a interdependência missionáriaTodo cristão é missionário ou impostor · Chamado à missão de Deus vs. missionário enviado · Missão local e extra-local · Separação de Barnabé e Saulo em Atos 13 · Missão ligada à comunidade local · Analogia do poço de Poche · Salvação para a glória de Deus · Modalício e Sodalício · Ser testemunha em Jerusalém, Judéia, Samaria e confins · Evangelho como nutriente para quem conhece
- O papel da evangelização em instituiçõesEvangelismo através de negócios · Plantação de empresas em países estrangeiros · Exportação de frutas como meio de evangelismo · Cafeterias como ponto de encontro e relacionamento · Estratégias para países fechados · Projeto de cafeteria em Portugal (Coimbra) · Dificuldade de sustentar missionários na Europa
Daqueles que são despertados na missão, apenas 3% que vão para onde que não tem nada. E a gente precisa falar mais sobre isso. Trazer dados, estatísticas. Pensar sobre os povos menos alcançados. Eu sinto que investimento missionário diminuiu. E aí a gente pode gravar mais uns três podcasts só para falar sobre isso. O que impede alguém de encontrar um amigo no trabalho e revelar Jesus a ele? Eu creio que o Brasil hoje já é um celeiro.
se pensar no que um celeiro é, né? Um celeiro é aquele que junta, né? Então, acho que o potencial nosso é muito grande.
Fala aí, pessoal, tudo bem? Sejam muito bem-vindos aqui ao Plenicast, que é o podcast da Plenitude. Que alegria te receber aqui no nosso humilde podcast. Quero me apresentar, meu nome é Diogo Scremin, eu sou o host aqui desse podcast. E aí, pessoal, como vocês estão? Tudo jóia? Meu nome é Hugo Scremin.
Eu sou outro host aqui desse podcast. O podcast anterior estava sem ele, agora está... Senti saudades, eu voltei. Está de volta aqui. Bom, a Plenitude Distribuidora é uma distribuidora de bíblias e livros. Atuamos aí na distribuição, na venda, na editoração de bíblias e livros para o Brasil e para as nações da Terra. Onde tiver um brasileiro aí que quiser comprar um...
um livro nosso, a gente manda, uma bíblia a gente manda, onde você, se chegar um transporte aí pra entregar o livro, ele vai chegar. Então, pode falar com a gente aqui, que a gente viabiliza isso pra você, tá bom? Se você quiser comprar produtos da Plenitude pra revender, pra sua igreja, pra dar acessibilidade ali pras pessoas, ficar mais acessível esses livros e bíblias, acessa aí plenitudeatacado.com.br E aí
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útil para o coração das pessoas, para a alma das pessoas. Então, compartilhe aí com o máximo de pessoas que você puder. Beleza? Bom, quero apresentar o meu convidado aqui que eu estou muito feliz de conversar hoje porque a gente tem muita coisa em comum. Muita coisa em comum.
Já tive o prazer de sentar com ele aqui na empresa e já aprendi um monte. Hoje a gente vai aprender muito mais. Estamos aprendendo agora. Estamos aprendendo agora. Vamos começar o podcast. Contou uma história tão boa, Henrique, que eu vou querer que ele conte para vocês também. Hoje estou recebendo aqui meu irmão Marco Barroco, que é diretor da Jesuscop School e parte da família Jesuscop.
Ele atua como missionário há mais de 21 anos, com ênfase na implantação, na plantação de igrejas e de projetos de desenvolvimento comunitário. É casado com a Vívia Barroco e é pai do Estevão e do Samuel. E é autor de diversos livros, inclusive esse da Rick está na minha mão, A Igreja e os Sertões, Guia Prático para Evangelização, Testemunhas. Deve ter faltado mais algumas, o Marco já fala.
Marcos, seja muito bem-vindo. Bem-vindo, meu amigo. Obrigado, uma alegria estar aqui com vocês. Conhecia só de ouvir falar, agora meus olhos podem ver. Agora de gravar. Isso aí, agora de gravar. E vai ser uma alegria grande compartilhar com vocês hoje. Sei do coração de vocês e falar de missão vai ser o tema nosso aqui hoje. Coraçãozinho até bate bem forte.
Como tudo começa na sua vida, essa questão de missões, esse desejo por missões, como tudo isso desperta no seu coração? Sim, eu conheci Jesus numa situação um pouco inusitada, eu conheci o Senhor num baile funk de uma favela.
E eu estava numa favela, Rio de Janeiro, né? Então, eu tive uma experiência com Deus ali. Eu lembro que eu saí daquela comunidade, fui até onde eu morava, 40 quilômetros, chorando desesperadamente, porque eu falava mal de Deus e agora eu conheci Deus. E eu cheguei em casa, minha mãe deixava a Bíblia no Salmo 91 aberto.
Era o salmo protetor. E eu lembro que eu cheguei em casa e li a Bíblia pela primeira vez. Ia completar 18 anos.
E eu li a Bíblia a primeira vez, aquelas palavras saltaram o meu coração. E o Espírito Santo me convenceu e eu entreguei a minha vida ao Senhor ali. Mas desde o começo eu sabia que o Senhor não tinha me alcançado à toa. Eu sabia que tinha um propósito ali. E o Senhor me deu uma palavra, bem no começo, sabe aquelas impressões que você tem? E o Senhor me falou assim, amor pelas nações.
E eu via que todo mundo tinha um ministério, alguma coisa, eu achei que era um nome para colocar no Ministério do Futuro. E eu anotei aquilo ali e comecei a pesquisar.
E eu conheci missões, porque até então eu nem imaginava que tinha gente que saia de uma cidade para outra, para outras nações, eu não tinha ideia sobre isso. Eu nem tinha nem pisado em alguma igreja ainda ali por conta disso. Mas eu lembro que logo após eu procurei uma igreja, eu via...
um pastor que eu conhecia na cidade, que era um cara sério e tudo. Então eu fui para lá e conversei com ele e comecei a caminhar com ele. Rio de Janeiro mesmo. Rio de Janeiro. Na verdade eu morava em Xerém, na Baixada Fluminense.
E esse pastor falou comigo assim, Maico, para onde eu for, você vai comigo. Então você vai caminhar comigo. Ele fez um discipulado bem de perto ali. Então, nascimento de criança, velório, casamento. Eu estava ali do lado dele, tipo coroinha dele. E acabou que eu comecei a conhecer um pouco mais a vida pastoral ali, o trabalho, o evangelismo e tudo isso.
Mas ele me falou algo importante. Ele falou assim, Maico, a melhor maneira de você se apegar a Deus, para arraigar em Deus, é você falar dele.
E eu não entendia bem o porquê, mas eu comecei a fazer isso. Então eu comecei a convidar os meus amigos, eu promovia churrascos e convidava eles e testemunhava. Então eu tinha algumas estratégias minhas. Naquele tempo tinha aquelas lojas onde jogava, eu esqueci o nome, Lan House. Lan House. Isso.
Aí eu pagava uma hora para cada um para eles prestarem atenção para que eu pudesse pregar. Então eu fiz isso diversas vezes. Inclusive esses dias um irmão entrou em contato comigo e testemunhou que se converteu lá naquela época. Eu nem sabia. Que legal. Ele veio fazer uma escola missionária nossa e lá durante o meu formulário ele contou a história e eu nem sabia. Então isso eu falo de mais de vinte e poucos anos atrás. Ele veio fazer escola com Jesus Corp. Isso, isso. Que legal. Ele veio fazer uma escola durante as férias.
Ele contou o testemunho, eu lembrava dele, mas eu não sabia que ele tinha convertido para onde ele estava. Ele trabalha em plataforma hoje de petróleo. E logo após, quando eu comecei a compartilhar Jesus, eu vi que tinha algumas necessidades sobre isso. Não era só falar, eu tinha que conhecer. Sim. Então eu comecei a estudar sobre ele e comecei também a orar.
Muito, porque eu tinha que falar de algo com propriedade. Então eu entendi o que o pastor falou, para que eu pudesse me apegar a Deus, arraigar a Deus, eu tinha que orar, ter uma vida de intimidade, relacionamento ali com ele, e eu tinha que estudar sobre ele. Aí eu comecei a ler livros e livros, Caçadores de Deus, todos esses livros que marcaram muito, eu lia todos. Então eu sempre fui um leitor nato assim, então eu comecei a ler, a ler, a ler, a ler, a ler.
e eu comecei a aprender sobre ele. E logo após, passou-se um tempo, eu comecei a trabalhar ali na minha própria cidade, evangelismo sempre foi uma paixão, então a gente começou ali primeiro a trabalhar em praças, e depois começamos a ir aos hospitais, e o trabalho ali, evangelístico, até que surgiu uma oportunidade para fazer uma missão lá no norte do Brasil.
E eu fui para fazer essa missão e acabou que eu fiquei um bom tempo trabalhando ali, plantando igrejas ali no norte do Brasil. Então, nessa época eu estava fazendo seminário e eu fiz ainda o seminário, continuei a terminar o seminário, mas agora lá na parte norte do Brasil. Aí morei primeiro no Amapá e depois no Pará e depois no Amazonas. Jovenzinho de tudo. Jovenzinho ainda, não tinha casado.
Foi quando que depois de um tempo trabalhando ali com missão, eu senti falta, falei, senhor, eu quero ter uma esposa. É uma varoa aqui. Quero ter. Que é a minha costela. Até deixando como assim, o testemunho, eu falei, senhor, eu quero ter uma esposa que ame o senhor, mas que seja envolvida com o trabalho missionário. Porque eu moro em casinhas aqui de palafitas, todos os dias enfrentando desafios, recursos financeiros, então tem que ter alguém que ame o propósito e esteja aqui.
aí a história é um pouco longa mas eu conheci a minha esposa numa conferência missionária do Gregório McNutt que é um evangelista que trabalhou no Brasil e marcou aqui um tempo bastante gente e eu conheci a minha esposa lá e ela estava vindo de uma tribo no Paraguai também com o trabalho que ela tinha feito lá e era apenas uma amiga então a gente se conheceu e tudo e aí
E depois a gente foi fazer um trabalho evangelístico juntos. Aí nesse trabalho evangelístico eu fiquei apaixonado por ela e ela por mim também. E depois ela falou comigo que ela já orava dois anos para poder casar lá comigo, né? Aí eu falei, puxa, você é uma mulher de sorte. Você está com moral, hein? Deus ouviu você. Um ano após a gente casou e eu fiquei morando em Cabo Frio, onde ela morava. Ela é carioca também. Isso.
E eu doido pra voltar pra parte norte do Brasil pra continuar o trabalho. E ela falou, Maicon, eu sinto que a gente tem que ficar um tempo aqui. E aquilo pra mim foi uma crise. Porque eu queria ir embora pra onde o evangelho não tava sendo pregado. E agora ficar numa cidade com 60% de cristãos evangélicos. Eu falei, cara, eu quero ir pra lá. Nossa, Cabo Frio é tudo... Era bastante. Eu não sei como tá hoje. Mas na época era.
Então eu comecei a ter uma certa crise no meu coração, mas eu compreendi. Porque antes eu era o missionário lá no campo, reclamando que as igrejas não estavam ajudando e cooperando. E agora era o contrário, agora eu era um pastor numa cidade, tendo que separar vocacionados, treinar vocacionados, enviar e sustentar.
Então eu conheci o outro lado ali, então eu fiquei cinco anos fazendo isso. E depois de cinco anos, começo uma jornada nova, porque eu fiz uma viagem a curto prazo para o sertão do Brasil. O nosso coração ficou ali.
E a gente voltou, preparou as coisas. É uma história também longa, mas a gente voltou e moramos 10 anos no sertão do Brasil. Piauí primeiro e depois Alagoas. Começamos a plantar igrejas ali. E assim foi desenrolando a nossa carreira, a jornada da missionária.
Você foi o primeiro a se converter na sua casa, Michael. Você falou que tinha a Bíblia na sua casa? Tinha. Na verdade, os meus pais, eles converteram. A minha mãe, ela já era crente. O meu pai, não. Quando eu tinha 12 anos, eles converteram. Só que, na época, o meu pai, ele tinha bastante coisa, né? Ele tinha, assim, bastante negócio e tudo. Ele quebrou financeiramente. E ele teve Parkinson.
E meu pai teve que trabalhar num evento onde aconteceu o carnaval. O irmão passou e viu meu pai trabalhando lá, contou pro pastor lá na época. E o pastor foi e excluiu a minha família toda. Nossa! Na verdade, ele convidou a gente pra poder procurar uma outra igreja.
E naquela época a gente ficou bem chateado, a família e tudo. Eu não conhecia o Senhor ainda, eu tinha 11 anos, 12 anos, não sei, para adolescente. Não tinha tido uma experiência com Deus e nada. Eu ia lá na igreja porque era obrigado a ir e tudo. Só que eu não tive uma experiência com Deus. Eu creio que sementes estavam ali no meu coração já. Sim. Mas eu não tinha uma experiência com Deus não.
Mas, pela graça do Senhor, depois, quando eu tinha por volta de uns 24 anos, eu tive a oportunidade de pregar numa igreja, em Xerém mesmo, e convidar eles para poderem estar lá. E naquele dia eles voltaram para...
Eles, no caso, voltaram ao Senhor, eles voltaram a congregar e tudo. O meu pai faleceu há quatro anos atrás, faleceu no Senhor, nos caminhos do Senhor. Então, foi uma jornada entre altos e baixos. Aí você escreve esse livro aqui, que é o Testemunhas, que são as suas testemunhas de missão de anos. Sim. Então, esse livro, na verdade...
ele começou por conta de trazer uma clareza para quem está começando missão. Então esse livro, indico muito para quem está começando a jornada missionária, porque eu vou trazer fundamentos, é um livro de fundamentos.
Então eu vou falar sobre a missão de Deus, como que a missão de Deus acontece. Vou falar sobre a vocação. Então eu falo sobre algo amplo e trago para dentro de si. Então eu falo sobre a vocação, a vocação específica, a vocação comum, a vocação celestial e como que nós podemos adentrar na missão de Deus, ou como nós podemos participar da missão de Deus.
E vou falar sobre os desafios que temos hoje no mundo. O mundo com mais de 3 bilhões de pessoas que nunca ouviram falar do Senhor Jesus. Então eu vou trazendo os fundamentos ali para você ir trabalhando. E esse livro são 20 anos de anotações, estudos e tudo. Eu consegui compilar ali em 232 páginas um pouco daquilo que eu falo, ensino em escolas missionárias.
e também voltado ao despertamento do missionário. Agora, Marco, hoje é um desafio, ainda que o Brasil seja o segundo país que mais manda missionários, perto dos Estados Unidos, né?
Ainda hoje é um desafio você gerar novos missionários, principalmente para povos não alcançados. Eu acho que aí está uma questão que a gente precisa pensar muito. Porque se a gente tem umas três cidades, se uma ela tem comida, bastante comida, se uma tem...
a metade da comida e a outra não tem nada, se a gente tem umas cestas básicas, o certo é levar para onde não tem nada. Ou também para onde está com a metade da comida e não para onde já tem comida. Então hoje, o percentual daqueles que são despertados na missão, apenas 3% que vão para onde não tem nada.
Então, de 100% que o Brasil envia missionários, apenas 3% vão para onde não tem nada.
E 97% aonde tem ou aonde tem menos. Então, eu creio que a gente precisa falar mais sobre isso. Precisa trazer dados, estatísticas, realidade, de pensar sobre os povos menos alcançados. A janela 10, 40, onde está a maioria naquele meio ali.
E hoje o desafio é grande. E contra a partida, a gente tem um pêndulo. Então a gente fala de Europa, por exemplo. Europa, nós temos amigos que estão trabalhando em Paris. Aí para muita gente fala assim, poxa, é missionário em Paris? Aí é moleza. Missionário é uma fadinha. É. Ele falou que ele trabalha nas escolas. E ele disse para mim, Maico, nas escolas a maioria do que a gente está hoje trabalhando não conhecia Jesus.
Por conta de quê? A migração, a diáspora. Tem gente do mundo todo espalhado agora. Por exemplo, a França está se tornando muçulmana. Então a gente vê o prefeito que mora em Londres, o prefeito de Londres, ele é muçulmano hoje.
Nova York, o prefeito de Nova York, o sumano. Então a gente, aconteceu uma diáspora grande, por causa de guerra, por causa de fome, por causa de perseguição religiosa, e hoje é como se Deus colocasse a mão num mundo assim, desse uma mexida. Então tem gente, eu morei em Nova Zelândia um tempinho, e na minha casa, meu vizinho era do lado direito, afegão, do lado esquerdo, iraquiano.
É pessoal do Senegal perto, então assim, é uma mistura. Então a gente vê hoje uma grande necessidade da gente falar mais sobre isso, trazer mais literatura sobre isso, a pensar sobre isso, fazer conferências sobre isso, para que a igreja seja de fato despertada a investir e ir para onde o evangelho não está sendo pregado.
Hoje é muito mais fácil fazer missão. Você faz missões hoje, fez quando você tinha 20 anos. Hoje é muito mais fácil do que aquela época, tem muito mais recursos. Como que você coloca as duas épocas? Recursos eu creio que sim. Mas eu sinto que investimento missionário diminuiu.
E aí a gente pode gravar mais uns três podcasts só para falar sobre isso, o porquê sim e o porquê não, mas diminuiu. Parece que as igrejas pararam de falar sobre missões. Isso, pararam de falar, mas acontece um outro fenômeno também, que existe o lado bom, mas existe o lado que não é tão bom assim.
Por exemplo, missões a curto prazo. A gente faz missões a curto prazo, a nossa igreja, a gente vai, ajuda algum local. Se você tem um propósito pra fazer isso, é top. Cara, você vai num lugar, ajuda a construir, chega lá, anima os missionários, anima a igreja local. Se você tem propósito, é maravilhoso.
Mas se não tem propósito, vai só para ter um carrego de consciência, uma experiência e tal. Se você ficar só a vida toda fazendo isso, mas sem ter um propósito para o real, você acaba minando recursos de quem vai ficar para o longo prazo.
Então eu lembro que lá atrás, quando a gente enviava um missionário, era aquela alegria, a igreja juntava, fazia o sopão, fazia uma feijoada no final de semana, juntava os recursos e aquele cara ia para lá e eu sabia que ele ia ficar 10 anos, 20 anos.
Então a igreja se alegrava com aquilo ali. Hoje, pelo movimento missionário ser mais fomentado, hoje a gente se levanta muito jovens. Então eles vão, mas os jovens hoje não suportam muito a questão do processo. Então eles não conseguem ficar muito tempo numa localidade. Que é doloroso num campo missionário. Isso aí. Porque para você deixar um projeto, estabelecer um projeto, você vai trabalhar pelo menos uns cinco anos.
para você começar a estabelecer, começar a preparar um nativo, porque o sucesso do trabalho na missionária é quando você deixa o nativo, e você vai só para fazer manutenção disso, mas os nativos tomaram em conta de tudo, eu acho que o sucesso é esse. E para você fazer isso requer tempo, tem que ter alguém, você pode até fomentar, sustentar, mas tem que ter alguém lá, tem que ter alguém que vai fazer isso. Então eu acho que a gente tem recursos para poder fazer, e isso pode ser ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug ug
mas hoje ele está mais distribuído. E por isso a gente tem uma defasagem grande. Entendeu? Tem um gap aí. E as igrejas também, cada uma por si. Então assim, não há um ajuntamento de igreja que fala vamos juntar todos aqui, vamos juntar 100 missionários, vamos enviar esses missionários juntos. Isso também não existe hoje. E para o de uma cidade, imagina, para o de um povo. Se você pega, por exemplo, é...
Existe um aplicativo que o nome é Povos Menos Alcançados, ou Joshua Project. Se você for lá, o aplicativo vai ter lá, todos os dias aparece um povo menos alcançado lá. Ele vai te dar a quantidade de pessoas, ele vai te dar se o povo tem alguma literatura.
O método de você ir lá e começar um trabalho entre eles. Então, é um aplicativo maravilhoso. É de pesquisa, missionário e tudo. Legal, não sou um conhecido. Vou baixar. Tremendo, tremendo. Então, fala ali que tem 7 mil povos no mundo que não têm acesso à palavra de Deus. De nenhuma forma.
Cara, você pega sete mil povos. Imagina se somente as igrejas do Brasil fizessem uma divisão. Tipo assim, nós somos aqui três igrejas. Vamos pegar um povo desse? Vamos orar primeiro? Vamos orar para Deus e levantar um vocacionado entre nós?
Vamos ir para lá construir um hospital? Vamos para lá construir uma escola? Vamos começar alguma coisa lá? Então você imagina se a gente consegue fazer isso juntos. Sozinho, eu acho, não é complicado mesmo. É difícil. Sim, é difícil. Mas se juntam mais três forças, ou então se as igrejas de uma cidade adotassem um povo desse, a gente teria completado a grande comissão. Exatamente. Um, dois.
Porque lá em Mateus 24, 14, Jesus vai dizer que vai ser pregado o evangelho em todo mundo. Será pregado o evangelho em todo mundo. E testemunha a todas as nações. A palavra nações ali é a palavra etnos. A palavra que a gente vai usar aqui para colocar para etnias, para definir. Sendo que existe 7 mil etnias no mundo que nunca ouviram falar de Jesus.
Jesus continua dizendo assim, será pregado o evangelho em todo mundo e testemunha a todas as nações, então virá o fim.
Ou seja, o último sinal que Jesus dá ali em Mateus 24, para poder completar aquilo que tem que ter para que ele venha, é a missão de Deus. É completar a missão, é completar a grande comissão. É levar o evangelho a todas essas etnias. Até porque lá em Apocalipse capítulo 5 e 7, a gente vai estar adiante de um culto global ali, com todas as tribos, raças, línguas e nações.
Ou seja, esses sete mil povos que não têm acesso à palavra ainda, estarão lá um dia representados. A questão é quem vai levar a glória de Deus para esses sete mil povos.
Então é algo que é necessário trazer a consciência, é necessário trazer ensino, a trazer literatura. Por isso que eu acho tão maravilhoso o propósito aqui que vocês também têm de levar a literatura, o acesso à literatura para o Brasil e para fora do Brasil também agora. Então a gente tem que dar acesso a materiais também assim, para que a igreja brasileira conheça isso.
O livro é um missionário, né? Que chega onde... O Hernandes sempre fala isso. O livro é um missionário que chega onde e a gente não chega por vezes. A gente não tem ideia para onde que vai, né? O meu livro, o Testemunhas, que a gente está falando sobre ele, ele foi lançado em japonês agora. Que legal, hein? A língua não é japonesa. Eu não entendo nada que está escrito lá. Você sabe que é seu, sabe lá, cara. Você que é meu. Sabe que é um monte de pauzinha.
Isso aí. Então a gente fala de Japão, por exemplo, o Japão tem menos de 1% de cristãos. Não é nada. Não é nada. A gente fala de menos de 1% da população. Se você for colocar os evangélicos, 0.3% apenas, declara a sua fé em Cristo. Então assim, é muito delicado, é um trabalho safe, safe.
feito lá, e a maioria desses 0.3, são todos eles descendentes, estrangeiros, a maioria. Japoneses mesmo, é uma minoria. Então é um povo menos alcançado. Só que a gente pensa Japão, a gente pensa o país, o primeiro mundo, tecnologia, os carros e tudo, mas é um povo que carece de conhecer o Senhor Jesus.
E como esse, tem 7 mil aí esperando um missionário. O Michael, nesse seu livro Testemunhas, são esses anos seus de desafios, de vocação missionária. Qual a história missionária da sua caminhada que mais marca a sua vida quando você lembra dela? Sim. A que mais marcou a minha vida foi no ano de 2016.
Foi 15 ou 16. Eu sou meio ruim de data, mas vamos lá. Eu fui para uma viagem no Oriente Médio, Jordânia. Eu fui fazer uma viagem para lá, para poder conhecer uma missão.
e encontrei um pastor amigo meu, e começamos a fazer um trabalho voltado aos refugiados. Então a gente foi até um lugar chamado Mafra, onde tem um campo com 200 mil refugiados, sírios ali, e começamos a conhecer algumas famílias, algumas casas.
E uma realidade da maioria saindo de lá por conta de perseguição religiosa. Naquela época o Estado Islâmico estava invadindo os lugares e tudo. E eu lembro que quando a gente acabou o tempo ali, ele falou, Maico, vamos orar num lugar? Aí eu fui com ele, que era na divisa, a fronteira onde tinha a Síria. A divisa com a Síria.
e nós estávamos orando ali, e uma das orações que a gente estava fazendo era para o Senhor falar conosco sobre o próximo passo do trabalho ali. E o Senhor falou com a gente para a gente ir ao Iraque. E nós falamos, vamos lá. Precisava de recursos financeiros, de uma forma sobrenatural, o Senhor levantou os recursos lá, ajudou a gente a chegar lá, e nós fomos viajar para lá.
Chegamos em Erbil, que é na parte norte, o Iraque Norte, que o Iraque é dividido, a parte norte é onde fica o Kurdistão, porque é a língua kurda. Onde fica Bagdá é mais árabe e lá em cima é o Kurdistão.
E nós fomos lá e eu lembro que até o taxista para poder levar a gente, ele ficou muito apreensivo. Por que ele ficou apreensivo? Naquela época ali, não sei se vocês vão lembrar, mas o Estado Islâmico estava invadindo os países. Lembro. Aquela época dos homens do macacão laranja lá na praia e tudo. Cortando cabelo.
Cortando a cabeça. É um dos grupos mais cruéis de toda a história. São cruéis mesmo. Cheguei a assistir uns vídeos. Coisas terríveis. E a gente estava lá. Correndo risco enorme. Porque eles estavam sequestrando estrangeiros. Por conta de dinheiro. De poder. Barganha mesmo. Questões políticas. E a gente ia até um povoado.
E a gente ia ajudar um pastor lá. Só que esse povoado ficava em Mossul. Pra você ter ideia, Perbil é a capital de lá, a Kurdistão. Mas pra chegar em Mossul era um caminho longo. Eu não vou lembrar a quantidade de horas, mas era... Mossul é a capital do Iraque. Mossul é onde que ficava Nínive. Ah, tá. A planície de Nínive. É mais pra parte norte ainda. Então, Mossul é onde que o Estado Islâmico estava. O Estado Islâmico entrou em Mossul.
E ele estava dominando a cidade. E tinha uma cidadezinha que a gente queria ir, que ela era a front line lá da guerra. Onde que eles estavam querendo entrar e o exército curdo ali. O exército americano ajudando aqui o exército curdo a não deixar o Estado Islâmico entrar. O curdo é um separatista, né? É um separatista. Só que assim, a gente, para chegar lá, tinham muitas barreiras militares. A gente não podia chegar lá.
Então a gente tinha que pedir um documento a uma igreja de lá, que pudesse dar um documento para a gente passar em cada uma barreira, como se fossem representantes ali que pudesse a gente chegar lá. E naquela jornada nossa ali, a gente tinha que ir até uma igreja assíria, uma igreja que é a construção do século VII, e a gente foi lá para conversar com o cara lá.
Na verdade, o sacerdote de lá, né? Joseph é o nome dele. E nós fomos lá e chegamos para poder conversar com ele, para poder pedir o documento. E o Joseph recebeu a gente muito, muito bem. Viu que a gente era brasileiro? E falou, entra, e conversou de futebol, começou a falar. Todo mundo gosta de brasileiro. Ele já esteve em Salvador, ele veio numa conferência em Salvador.
Ele foi contando sobre o Brasil e conversando lá com a gente. Mandou pegar um café, uma Coca-Cola. Americano? Ele era de onde? Egípcio. Ah, egípcio. Isso. Egípcio com uma história de perseguição. Saiu de lá no meio, no meio de perseguição e estava lá. Só que qual era a questão enquanto ele conversava lá com a gente, passava um filme na cabeça da gente. Por quê? O Estado Islâmico estava invadindo o país.
ele tinha uma estratégia. Qual era a estratégia? A estratégia era fazer a captura do governador, governador para o local, e também fazer a captura de quem liderava o povo de Deus, o sacerdote. Então isso os assírios faziam antigamente.
Por exemplo, Jonas. Por que Jonas achava que o povo assírio era um povo mau? Porque o pai de Jonas era um sacerdote e por sete vezes tentaram sequestrar o pai dele. Então ele conhecia o povo. Então não era porque Jonas era covarde, era porque o povo era mau mesmo. Ele conhecia de perto a maldade do povo. E nós estávamos agora próximo a Nínive.
Agora, conversando com um cara que era o sacerdote, que seria o próximo alvo deles. Você estava na linha de tira. Você estava de frente com o futuro mártir. Você poderia ser um alvo também. Eu poderia também ser um alvo. Mas ele muito mais do que eu, porque ele era o cara procurado. Mas a gente também. E começamos a conversar com ele, e até que um amigo que estava lá com a gente faz uma pergunta para ele. Ele fala assim com ele, né? Pô, Joseph.
Você não tem medo, porque o Estado Islâmico vai entrar aqui. Eles vão te sequestrar. Você não tem medo, porque a cidade onde eles estavam, onde tinha petróleo. Então era o grande alvo deles.
Aí o Joseph olha pra gente, sorri, um homem de aproximadamente 50 anos, por aí, olha lá pra gente, sorri e fala assim, se o Estado do Exame quer entrar aqui, eu vou ter que batizar eles. Gente, batizar? Como?
Aí ele foi, mostrou pra gente a água e falou assim, ou com água, ou então usando o próprio sangue, falando do martírio dele. Aí ele vai e chama a gente e falou assim, vem cá. Levou a gente lá no lugar onde ficava o templo.
templo lindo assim, histórico, lindo. Abriu a Bíblia, ele pegou assim, né, pra Bíblia dele e começou a cantar o Salmo 20, 23. Ele cantou em aramaico. Cara, a presença de Deus veio naquele lugar. Sabe como se faltava alguma coragem no coração da gente continuar a viagem? Eu estava numa escola de fé, eu estava de frente a um herói.
O herói é o panônimo da fé, que ninguém conhecia ele.
E, cara, fomos encorajados ali pelo Senhor ali, cara, a presença de Deus veio ali no nosso meio, assim, de uma forma tão tremenda, tão maravilhosa, que fomos, né, constrangidos pelo próprio Espírito, sabe, a viver uma fé semelhante. Porque até então eu estava num seminário de fé ali, eu estava numa escola de fé com alguém que estava disposto a dar a vida por causa de Cristo.
E a gente foi, vivemos aquele momento ali e continuamos a jornada nossa. Chegamos na cidade e a gente foi atrás de um pastor que estava lá. Só que nessa cidade, lá no vilarejo, tinham 14 mil cristãos.
Sendo que desses 14 mil, 7 mil foram todos mortos, dizimados. A gente não sabia como estava a cidade. Já tinha sido dizimado recentemente. A gente sabia que tinha acontecido algo lá, mas não de tão terrível assim, de tantas pessoas que foram mortas e tudo.
e a gente começou a passar as barreiras militares. Então a gente viu que era um negócio bem tenso, porque a cada uma barreira militar, o cara olhava todo mundo, pegava documentos de todo mundo e tal, até que chegamos na última barreira militar, onde a gente ia entrar na cidade.
E ele mandou a gente descer dos carros e entrar no carro que eles tinham. Então algumas pessoas foram lá no carro deles e outras continuaram no carro para novamente ir. Enquanto que a gente entrava lá na cidade, para as ruas, o Oriente Médio tem uma marca para a maioria, que é aquelas casas que são bem cor de barro mesmo. Cor de barro.
Lembra muito aquele filme chamado Sniper Americano. Sniper Americano. Lembra? Eu tinha acabado de ver o filme e eu estava no local do filme agora. E quando eu estava entrando...
A gente viu muitas marcas de bala na parede. Eles marcavam muitas casas, botavam um símbolo que a pessoa era cristão. Botavam um símbolo lá. A gente via os símbolos e as marcas de bala na parede. Um lugar completamente vazio agora, porque os outros 7 mil fugiram. A cidade estava fantasma. E a gente pensando, cara, o que a gente está fazendo aqui?
Então nós fomos, aí os soldados levaram a gente até uma casa onde que era a base militar deles. Enquanto isso, a gente perguntava sobre uns carros que passavam no morro, era tudo Estado Islâmico. Então eles estavam ali, guerreando o tempo todo, tiro para poder entrar e tomar o país. Mas a gente estava na front line lá da guerra. Resumindo a história,
Para que o Senhor nos levou ali? Nos levou para a gente falar dele para aqueles soldados. Então a gente teve a experiência de falar sobre o amor de Jesus para aqueles soldados ali, para os islâmicos, porque o exército curdo tem diversas alas. Ala cristã.
e existe a ala deles, então a gente foi para a ala deles, então correndo risco de muitas coisas, por estar ali falando sobre o amor de Jesus, mas a gente viveu essa experiência maravilhosa, depois eles levaram a gente até uma igreja, onde tinha sido totalmente quebrada a igreja, o Estado do União que quebrou a igreja toda.
levou a gente lá e vivemos uma experiência muito ímpar ali. Então aquela experiência me marcou por diversas coisas. Primeiro, pela experiência de fé que a gente teve ali no caminho. Segundo, para saber que, cara, não importa onde for, o lugar mais fechado e mais difícil que for, cara, o Senhor pode nos levar e nos conduzir até lá.
Eu aprendi outra coisa também, que missionário é imortal. Até que se cumpre os propósitos de Deus. Então, o propósito não foi cumprido na nossa vida ali, ainda tem muita coisa. Então, a gente voltou bem, com saúde, vivo, né? Correndo risco enorme. Enorme mesmo, assim, talvez um dos lugares mais perigosos que eu fui na minha vida. E olha que eu trabalhei em favelas, comunidades, mas lá foi o lugar mais complicado, risco de tudo.
Mas, e eu creio que a última coisa é, cara, assim, existe uma paz de Deus que excede todo entendimento. É a paz em meio à guerra. Eu senti que eu estava ali...
o exército lá, né, combatendo, e a gente ali naquele lugar, mas entendendo que eu tava no centro do propósito de Deus. Sabe? Então, isso me fez perder qualquer tipo de medo e de sentir paz. É uma coisa que a gente não consegue, né, pra explicar. É a paz de Deus, né, e de viver aquela experiência marcou muito a minha vida.
Muito. E o Joseph? Teve notícias? Então, na verdade, o exército curdo parou e o Estado Islâmico perdeu a força dele ali. Depois disso, você não vai escutar mais um avanço deles, entendeu? Eles ainda têm células ativas, né? Funcionando e tal. Mas hoje é bem mais... É, eles estavam com um domínio bem forte e tudo, mas o exército curdo ali parou ele ali, né? Os pesce megas pararam eles ali, eles não continuaram mais.
Então houve... Ele não, ele está vivo ainda. E lá no lugar onde a gente foi, que mataram as pessoas, e mais para cima um pouco, em Mossul, eles saíram, o Estado Islâmico não está lá mais, tomaram o Nepal novamente.
E esse mesmo amigo que levou a gente lá, ele plantou uma igreja lá. Então existe uma igreja plantada hoje lá. Eu não tive a experiência de ir, eu espero poder voltar lá. Mas ele tem uma igreja plantada hoje lá. Brasileiro? Brasileiro. Brasileiro, guerreiro, guerreiro. Foi o amigo seu que foi junto com você, que vocês estavam lá orando. Ele trabalha já uns 15 anos lá no Oriente Médio.
Ele está morando lá na Jordânia, mas ele faz o trabalho de plantação de igrejas ali, Oriente Médio todo. Agora, Maicon, uma pergunta que eu acho que muita gente faz, e é dúvida das pessoas. Todo mundo tem um chamado missionário? Todo mundo pode ser um missionário do campo assim? Como é isso? Porque tem essa vocação missionária, tem pessoas que têm mais esse desejo. Como você tem visto isso durante esses anos? Sim.
Tem uma frase do Charles Spurgeon, que ele diz, todo cristão ou é o missionário ou é o impostor. Existe um contexto sobre isso. Então eu não acho que todo mundo é missionário.
da palavra, nomenclatura ali, dizendo, aquele que é enviado, o apostolê ali, aquele que é enviado. Que você pega em Antioquia, em Atos capítulo 13, os irmãos estavam ali, reunidos, trabalhando, servindo a igreja, e o Senhor separa Barnabé e Saulo para uma obra específica.
ali começam as viagens na missionária de Paulo. Então, eu creio que todos nós somos chamados à missão de Deus. Então, a missão de Deus é bem ampla. A missão de Deus é local, ela é extra-local, existem diversas funções, mas tem pessoas específicas que o Espírito Santo separa, a igreja local reconhece.
que eu não acredito em missão separado da comunidade local. Não existe. Eu estava até escutando um podcast com vocês, e estava aqui, o Brandão, e o Brandão falou sobre isso, eu não creio em projetos desligados da comunidade local. Então eu creio que
Atos capítulo 13, para mim, é o protótipo. O Senhor fez questão de colocar ali. O Espírito Santo separou Barnabé e Saulo. A igreja local vê isso, reconhece. O presbitério local põe as mãos, despede e o Espírito Santo envia. Então, eu creio nisso. Então, eu creio que o Senhor vai separar pessoas entre nós.
Assim como ele vai separar pessoas para poderem enviar alguma localidade, ele vai separar pessoas para poder gerir os recursos necessários para que a missão continue para aquela obra. O Poche faz uma analogia bem assim, legal. Ele fala que a missão acontece assim, ele fala que existe um poço
E tem muita gente perdida ali no poço. Elas estão caídas ali no poço. Elas não conseguem sair, ela não tem força. Ela está cega, ela não consegue sair. Ela está ali perdida no poço. E alguém tem que ir lá e descer o poço para poder retirar as pessoas. Mas se aquela pessoa for sozinha, ela pode ter complicações. Então ela vai ter que descer o poço, ela tem que ter força para subir e resgatar as pessoas. Então ele falou assim, o cenário certo seria alguém ir para o lado de fora segurando a corda.
para que aquela pessoa possa descer no poço e a daqui puxar a corda. E ele faz uma comparação, dizendo, ou você está de um lado da corda, ou você está do outro lado. A única coisa que você não pode ter é falta de cicatrizes nas suas mãos.
Ou seja, você tem que estar segurando a corda em algum lugar. De algum lado. E ele é mais ousado e ele diz assim, se você não está de um lado a corda ou está no outro, é bem provável de você estar no poço. Legal. Porque você não conseguiu compreender. Porque automaticamente, quando a gente nasce de novo, a gente já recebe uma missão.
Ninguém foi salvo apenas para ser salvo. Para ser um crente bonitinho de domingo à noite. A salvação não é um fim em si mesmo. A gente é salvo para algo. Nós somos salvos para revelar a glória de Deus.
Então, por isso que Paulo de Paulo falava, quer você coma ou beba, faça qualquer coisa, faça para a glória de Deus. Então, a nossa vida é para a glória de Deus. Então, isso pode ser em um ambiente de trabalho, isso pode ser na faculdade. Eu falo muito no outro livro, Evangelho e a Vida Comum. Esse livro eu falo bastante sobre isso.
é tomando um café, porque a gente ouve o evangelho, mas onde o evangelho fica entre os domingos? Entre um domingo e outro, onde fica o poder do evangelho? O evangelho é o poder de Deus. Então, para mim, nem todos são missionários.
usando a palavra correta ali, mas todos são chamados à missão de Deus. Independente de onde estão, fazendo o que for, nós temos que sermos participantes daquilo que Deus está fazendo.
E entra nisso, porque no dia a dia, as pessoas por vezes deixam de... As pessoas imaginam, para eu fazer missão, eu tenho que ir lá para o outro lado do planeta, eu tenho que ir para o sertão nordestino, eu tenho que ir para algum lugar longínquo. Mas se esquece que a missão é todo dia também, né, Michael? Sim, sim. Existem mais duas estruturas, em missiologia a gente ensina isso.
Uma chamada modalício e a outra chamada sodalício. O modalício é a comunidade que fica. O sodalício é a comunidade que vai. Ou seja, às vezes se levanta um vocacionado entre nós. E às vezes a gente fala assim com ele. Cara, para que você vai trabalhar em Angola, por exemplo? Você não tem tanto trabalho aqui em Campinas? Já cansei de ouvir isso daí.
Só que a ideia é que aquele vocacionado que o senhor chamou, que está desenvolvendo o trabalho local...
ele possa ser enviado debaixo de um processo, é lógico. Eu entendo que tem que ter um processo ali. E ele vai, mas a igreja que fica, ela trabalha onde ela está. A gente não vai terceirizar o serviço. Não é alguns entre nós separados para falar sobre o amor de Jesus. Todos nós somos chamados. Porém, dentre todos, o Senhor vai separar pessoas para poder ir.
Então, os que ficam, que é a maioria, eles precisam desenvolver onde Deus plantou eles. Entendeu? Exato. Porque quando Jesus fala lá em Atos, capítulo 1, versículo 8, ele diz para a gente ser testemunhas, tanto em Jerusalém, quanto ali para Judéia e Samaria, até chegar nos confins.
E ali é algo simultâneo. Ele fala tanto quanto e depois até. Então ele fala sobre algo que precisa acontecer ao mesmo tempo. Então a Jerusalém é uma preocupação nossa. Ela precisa acontecer. Porque nós podemos cair no outro extremo também. De falar assim, não, missão é só fora. Só Jerusalém. E esquecer que o evangelho, ele não é só para aquele que não conhece. Ele é nutriente para quem conhece.
Então nós precisamos ouvir o evangelho sempre. Que é o momento em que o missionário está no campo, ele para de valorizar a igreja, ele começa a criticar a igreja. Eu sei que a igreja dá mancada também, não manda recursos por vezes. Mas a gente também teve um problema, a gente faz o trabalho do missionário, mas a gente também sustenta missionário lá na ponta. E às vezes também tem o problema do missionário, que não te dá um relatório, não fala o que está acontecendo, não te dá um feedback, fica difícil também, né?
Existem falhas, e eu acredito também nisso, eu acredito que o missionário que vai e que tem pessoas ali, as pessoas tem que se sentir parte daquilo ali, ninguém quer se sentir usado, porque está chegando o dia 25, que é o dia que o mantenedor manda o dinheiro...
Aí ele manda, oi, tudo bem? Como você está, Dio? Como você está? Está tudo bem com vocês? Aí você já sabe que o cara só entrou em contato porque... Por causa do recurso. É, ou porque eu esqueci um dia de mandar para o recurso. Então assim, o missionário tem que ter uma consciência. Até se tiver algum missionário escutando a gente, cara, você precisa trazer todos a participar daquilo que você ainda está fazendo. Porque você só é parte. Eu falei aqui, você está lá no final do poço. Sim.
Mas se alguém largar aqui a corda, você fica em mais lençóis lá. Entendeu? E eu falei aqui no começo, eu sei o que é fazer emissão com 300 reais mensais para poder pagar... Eu pagava a comida para o aluguel.
E tinha que ir na cidade ainda pra poder estudar. Então assim, era bem difícil. Escasso. Escasso. Então eu sei a dificuldade que é. Mas também eu sei o que é ter muitos amigos ajudando a fazer a missão. E como isso alivia. Sabe? A melhor coisa, tipo assim, cara, eu só vou me preocupar em pregar o evangelho. Eu não vou me preocupar se eu tenho que ter o dinheiro pra poder pagar o aluguel. Cara, e como isso deixa a gente mais aliviado a cumprir o trabalho que Deus confiou a gente.
Então Deus levanta muitos homens para serem homens que vão gerir recursos também, gerar recursos para que a obra seja feita. E hoje a gente vive também um outro planeta, né, Marco? Porque quando a gente pensa em missões, e até a questão do business as mission também, de você...
Ir pra um lugar, você vai exercer um trabalho e nesse trabalho você vai fazer conexões, você vai conhecer pessoas, que é o caso do Evangelho e a vida comum. Sim. Não é ser esse missionário, eu quero ir pra outro país. Cara, vai, mas seja um missionário lá, vai pro teu trabalho, fala de Jesus, vai no supermercado, fala de Jesus, comece um trabalho, né? Sim.
A gente tem um amigo que foi à Espanha, ele foi ser missionário lá. Começou lá o evangelismo, tentar... Cara, a Espanha é um país que tem um percentual de cristãos evangélicos.
Queno. É um desafio a Espanha. Não é fácil. São milhares de cidades que não tem uma igreja. Isso aí. Sete mil cidades. Sete mil cidades. Então, cara, a Espanha é um desafio missionário hoje. Então, ele começou a fazer o trabalho, só que ele viu que ninguém dava ideia pra ele. Ninguém se importava com o que ele falava e tudo.
E ele era um empresário no Brasil. Só que ele foi para lá não como um empresário. Aí ele voltou e teve uma conversa com outro amigo nosso. O amigo falou assim, cara, eu acho que você está indo pelo método mais complicado. Por que você não planta uma empresa sua lá? E ele exporta frutas. E ele foi e começou a levar a fruta que ele já vendia em Portugal. Começou a levar para lá também.
Então ele começou a lidar com pessoas por conta de negócios e ele viu que as pessoas convidavam ele para casa. Ele tinha uma relação com pessoas que ele não tinha antes. Um cara carismático. Os funcionários dele. Ele começou a relacionar com pessoas por conta do negócio.
que foi o meio pelo qual o Senhor estabeleceu para que ele pudesse ter a documentação lá, para que ele pudesse levar o Evangelho. Então, assim, isso trouxe uma outra cara para o trabalho dele. Ele começou a alcançar as pessoas através disso. Então, essa é uma questão relacionada ali para a Europa, porque é muito difícil uma igreja do Brasil sustentar o missionário lá.
Cara, estou falando aí a 6 por 1. Por mais que esses dias caiu um pouco, mas é 6 por 1. Então é mais difícil. Já chegou a 7, ou até mais. Então assim, é bem complicado. Mas se a pessoa tem...
tem alguma habilidade, ou então ela pode ser intencional e começar algo. Eu tenho visto muitos amigos também começando em cafeterias, porque é o lugar de você conversar com pessoas, fazer relacionamento. Em países fechados também, que você não pode entrar lá com a carteirinha, missionário, pastor, teólogo, você tem que entrar ali através de negócios.
É algo que hoje está abrindo portas e vale a pena a gente estudar sobre isso, pensar sobre isso também. Legal. O Davi Botelho está indo para Portugal, né? Sim. E tem um projeto de uma cafeteria. Isso. Se não me engano, na região de Coimbra, onde que fica a faculdade de Coimbra. Sim. Então é uma estratégia.
É uma estratégia fantástica. Até para você contratar missionários. É verdade. Porque se você pegar o missionário, ele não vai gastar o dia dele todo em rua falando com pessoas. Em Portugal, trabalha dois missionários para a gente. Na plenitude. Olha que maravilha.
que venham outros. Exatamente. Tem que pensar mesmo nessa realidade, como a gente pode viabilizar, até por questão do documento, porque é bem difícil. E através do trabalho, isso acontece. Marco, e depois tem o seu livro que fala do guia prático para evangelização. Isso é algo que eu quero ouvir muito aqui de você. Porque... É...
É algo difícil o evangelismo nessa vida corrida hoje. Sim. As pessoas te dão menos atenção, as pessoas estão mais aceleradas, as pessoas estão mais apressadas. Hoje o que é um evangelismo efetivo? Sim. Eu escrevi o livro por conta de algumas coisas. Aí eu vou entrar nesse assunto. A primeira coisa, eu fui ministrar nos Estados Unidos uma conferência. Uma conferência missionária e eu fui falar sobre o tema específico.
eu comecei a falar sobre a vida de Jesus, que Jesus tinha durante a caminhada dele, após a jornada dele, ele era um evangelista. Ele encontrava com pessoas, revelava o amor dele às pessoas. E quando eu terminei a conferência ali, o pastor me chamou no canto e falou, Maico, eu não acredito muito mais sobre essa questão de evangelismo pessoal.
eu acredito que a gente tem que usar as redes sociais acredito que a gente tem que usar estratégias de aplicativos e tal mas o evangelismo pessoal, eu não acredito mais que isso possa acontecer eu falei com esse pastor eu respeito o entendimento seu mas pra mim eu acho que não está certo porque Jesus fez isso o tempo todo
Jesus fazia questão de parar num poço e conversar com uma mulher ele fez questão de estar no meio de uma multidão e pousar na casa do cara que cobrava pro imposto, então ele fazia questão de parar pra pessoas então ele tava nos mostrando como a gente tem que aplicar esse, tudo aquilo que ele ensinou a gente de uma forma ali pra relacionar, então a melhor coisa sobre isso é olhar no olho da pessoa estar com ela, sentar com ela e dar tempo às pessoas isso
Talvez a moeda mais cara que tem hoje é tempo. Então, cara, você dá tempo a alguém, ouvir a pessoa, e eu falei isso com ele, e aí eu voltei para cá, aí eu voltei para cá, Brasil, e fui em várias igrejas, e comecei a ver que o zelo evangelístico foi diminuindo com o tempo.
eu vim de um tempo onde tinha muitas cruzadas, impactos em ruas, em praças, as igrejas iam servir sopas, ia levar casaco, ainda tem, mas antes era muito mais, então a gente tinha uma ação evangelística bem mais forte e tudo, não era somente algumas igrejas, a gente esbarrava na cidade com muitas igrejas que estavam fazendo aquilo ali.
E eu vi que foi diminuindo. E eu começava a perguntar aos pastores. Eu fiz uma pesquisa assim, né? Põe louco. Eu perguntava assim, pastor, como é que funciona o trabalho aqui, né? É evangelístico de vocês. Pastor, ah, não. A gente não tem nenhum, assim, né? Evento. Eu falei, não, tá. Mas vocês têm, assim, alguma ação de ensinar a igreja a fazer isso? Aí ele, não, não tem. Aí eu perguntava, ou também não, ou também não, ou também não. Eu falei, cara, a gente perdeu esse zelo evangelístico.
E não generalizando, é lógico, tem muitas igrejas que hoje são super ativas nisso, mas a maioria que eu estava indo, não. E eu pensei assim, cara, quais são os impeditivos para que as pessoas façam isso para o evangelismo? O que impede alguém de encontrar um amigo no trabalho e revelar Jesus a ele? O que impede alguém de estar em uma faculdade, se posicionar na faculdade e levar o amor de Jesus às pessoas?
Aí eu comecei a escrever o medo, a falta de coragem, a falta de conhecimento bíblico. E eu comecei a notar tudo isso e como a gente pode quebrar os medos, as barreiras e tudo. E comecei a escrever ele em diversos artigos. Então eu fui escrevendo os artigos separados e tudo. E no tempo certo, juntei tudo e escrevi o Guia Prático para Evangelização.
Então, eu creio que no meio dessa vida corrida, a gente tem muita dificuldade mesmo. As pessoas não querem também entregar o tempo delas. Mas a gente tem que estar atento às oportunidades que Deus lhe dá. Eu costumo dizer que o mundo está mais preparado para receber a mensagem do que a gente a falar a mensagem.
Então, às vezes, você está no trabalho e você vê que alguém está triste. Cara, o cara está ali. Ele está triste. Está acontecendo alguma coisa. E, às vezes, tudo que a pessoa quer é que você chegue do lado dela e pergunte aí, cara, como é que você está?
eu estou vendo que você não está bem, e a pessoa começa a abrir o coração dele ali, isso é uma oportunidade de você levar o acalento que só o Espírito Santo pode dar. Sim. Foi tão simples, eu posso aqui orar para você?
Cara, dificilmente uma pessoa falar assim, não, não quero. Difícil, difícil. É muito difícil uma pessoa falar assim, não, não quero. E mesmo se a pessoa falar não, você pode orar por ela. Exato. Eu lembro de quando eu não era cristão, um amigo nosso lá na faculdade falava assim, cara, vocês têm que conhecer Jesus. Eu falava, cara, não quero.
não quero, detesto aí ele falou assim cara, aí um dia ele trouxe assim pra Bíblia pra poder dar pra gente cara, eu vou queimar isso aqui, tira a Bíblia daqui agora ele falou assim você pode, você pode queimar a Bíblia você pode contra as minhas palavras mas contra as minhas orações não olha aí um tempo atrás eu fui pregar numa igreja quem tava no primeiro banco? ele, o Marco Aurélio um amigo meu, aí na hora que eu tava ele falou assim, eu não disse um dia
Jesus, eu te pego. Você não venceu as minhas orações. Então, a gente, eu até explico, o bem legal do livro, é que esse livro é muito bom pra você poder estudar em grupo. Então, tem várias igrejas aqui do Brasil que compraram muitos pra poder estudar a igreja toda. Legal. É porque, primeiro, eu vou falar, eu vou terminar ali, né, o capítulo e eu vou deixar ali como se fosse um caminho, né, pra uma jornada. Então, assim, primeiro você vai escolher pessoas e orar por elas.
depois você vai marcar um encontro. Então eu vou dando passo a passo até levar a pessoa assim para o conhecimento de Cristo. Então assim, é bem legal, ele está didático e está sendo muito usado em cursos para as pessoas fazerem as igrejas, ensinar a igreja a evangelizar. Ele está bem legal mesmo. Eu acho que escrevi, eu tenho que falar que está legal.
e o Carioca fala tá maneiro eu perdi, eu não tenho mais o Carioca
Perdi total. Esse daqui também, esse foi em coedição com o Jesus Cop. Também. Esse em coedição com o Jesus Cop. Isso. Esse e o Testemunhas. Marco, e como você vê, você está muito anteado na questão de missões, esses dias mesmo você veio aqui, você estava em um congresso de missões. Sim. Como você vê a questão missionária do Brasil para os próximos anos, dois, três anos, o Brasil realmente vai ser esse... É isso.
Esse celeiro de missionários que existem tantas promessas sobre isso. Sim.
Eu creio que o Brasil hoje já é um celeiro, se pensar no que um celeiro é. Um celeiro é aquele que junta. Então, eu acho que o potencial nosso é muito grande. Então, se você pensar até com todas as atrocidades políticas e tudo, o senhor guardou um pouco a gente. Então, hoje a gente consegue entrar nos países que outros não conseguem entrar. A maior potência missionária do mundo hoje é os Estados Unidos.
E o americano hoje já não é mais bem visto em muitos países do mundo. Metade do mundo ele já não é bem visto. Então hoje a gente consegue entrar. A gente entra hoje no país mais fechado do mundo hoje. A gente consegue entrar. A Coreia do Norte. Então a gente tem acesso. Então...
Eu vejo com bastante otimismo a igreja brasileira, nós temos palavras sobre nós, nós temos profecias sobre nós. Não que a gente seja melhor, mas porque o Senhor fez algo aqui na nação. Eu vi o Jim Stey, que fundou aqui a Jocum no Brasil, ele dizendo que há 50 anos atrás, o Brasil era um alvo missionário.
nós tínhamos 3% de cristãos evangélicos. Isso era nada. Não era nada. Era estranho você dizer que você era um crente. Era um Portugal hoje. É. Eu lembro que eu via crente na rua, andar com a Bíblia de baixo do braço, era a maior zoeira. Não era? Olha o Bíblia. Cara de terno, né? Isso aí. Na praça. E, olha, eu conheci histórias no sertão de homens que foram assim, cara, tiraram de casa, jogaram ele pra fora da cidade, apedrejaram eles.
Então assim, eu estou falando de 50 anos atrás. No sertão brasileiro.
E você pega hoje, nós tivemos um avanço incrível. Eu não quero nem entrar nos pormenores se tem hoje cristão evangélico praticante ou não praticante. Não é isso, mas foi disseminado o evangelho no Brasil. Sabendo que ainda existem muitas cidades, povoados, vilarejos, tribos indígenas que não foram ainda alcançados. Mas o Brasil hoje, a maioria é cristão.
Então a gente bota a maioria cristão, os evangélicos, 60 milhões hoje. Então a gente tem um potencial enorme. Então hoje o Brasil, no último encontro que teve em Lausanne, na verdade na Coreia do Sul, que foi um encontro de 50 anos que aconteceu para o Lausanne, deram lá para a notícia que o Brasil chegou ao segundo país que mais envia missionários do mundo. Cara, isso é fantástico. Mais pelo percentual.
de crentes evangélicos que temos hoje, é muito pouco ainda. Porque a gente não ouve na igreja. Eu espero que eu vou em várias igrejas. Eu não ouço falar da igreja que tem um missionário daquela igreja no campo. Eu não ouço. Eu creio que, até se você é pastor e está escutando isso, a gente tem que se preocupar se a gente não tem nenhum missionário enviado e sustentado pela nossa igreja no local.
Então nós precisamos avançar nisso, então é necessário um despertamento sobre isso. Por isso que a gente estava uma semana atrás reunidos, o Davi Boteiro estava, o Flávio Ramos e outros irmãos, reunidos para a iniciativa 2033.
que é mais ou menos uns 2 mil anos após ali a grande comissão. Então, assim, a ideia é que a gente tenha, pelo menos em 2033, 50 mil missionários enviados aqui do Brasil. E nisso a gente tem trabalhado. A gente tem sentado à mesa, anotado, conversado, como a gente pode fazer para servir as igrejas, para que as igrejas venham cumprir o papel.
Se são 60 milhões de crentes no Brasil, a gente fala que não é nem 1%. Isso aí. Imagina a força que a gente tem de recurso financeiro, material para o humano.
E muitas coisas ainda estão encobertas que ainda pode as pessoas conhecer. Por exemplo, os negócios mesmo. Eu creio que as igrejas ainda não conhecem tanto como nós podemos usar tudo aquilo que Deus entregou a gente de conhecimento, de expertise, usar em prol do trabalho missionário. Então, isso é algo que precisa ser colocado no megafone, para todo mundo ouvir.
para todo mundo saber que é possível. Entendeu? Porque às vezes você pega um cara, por exemplo, que o cara é um...
Um gênio, sabe? Um cara, ele sabe empreender, ele sabe criar para um negócio. Aí esse cara chega lá na comunidade nossa, ele fica 10 anos lá na portaria. Não é que a portaria não seja algo bom, entendeu? Mas, cara, ele pode ser aproveitado de uma forma sobrenatural para a gente expandir o evangelho. Mas a gente se contenta em colocar esse cara ali na portaria ou para fazer alguma outra coisa. E o cara também aceita enterrar o talento dele, né?
Ou então acha, faz uma divisão, põe uma dicotomia ali entre o que é o sagrado e o secular. Entendeu? Aí dá uso. Não, isso aqui meu trabalho não é secular. Aí a gente volta em Paulo, depois de novo. Quer com mais ou bem mais, ou façasse qualquer outra coisa, façam para a glória de Deus. Então o trabalho nosso pode servir para a glória de Deus. E como eu posso usar, cara, a habilidade que Deus deu.
de gerar entendimento, recursos e negócios em prol do reino de Deus. A gente pode fazer isso. Pode, no caso, sustentar a casa e ao mesmo tempo servir o que o Senhor está fazendo em nações. Eu creio bastante nisso. E como o Jesus Cop, você tem trabalhado lá no Jesus Cop School. Como que o Jesus Cop School tem trabalhado isso? Porque eu acredito que o Jesus Cop School não é uma escola de missões só para quem é do Ministério Jesus Cop. Não.
Todas as igrejas. Todas as igrejas. A gente começou a escola em 2024. A ideia lá da escola, a gente morava ainda no Nordeste, né? E o Douglas teve uma palavra de Deus relacionada à Antioquia. Ele pensou de que maneira ele podia servir a igreja ali em Bragança e a igreja no Brasil em treinamento em prol da missão.
Então, a gente foi morar lá e desenhamos a escola juntos. E a escola tem quatro pilares. A missão de Deus, a plantação. A gente vai cooperar para poder plantar novas igrejas, estudar sobre isso e preparar as pessoas. Nós temos espiritualidade.
A gente vai trabalhar ali, né? Os dons, as disciplinas espirituais. E nós temos também a parte que a gente acabou de falar, né? O empreendedorismo. Então a pessoa passa lá, ela chega lá em fevereiro e fica até em dezembro morando lá com a gente na Embragança Paulista. Estudando lá, né? Todos os dias. Eles vão estudar as matérias ali de manhã. Durante a tarde eles vão estudar barismo, as técnicas ali do café, o manuseio do café.
Eles vão ter uma profissão ali que pode ser aplicada em qualquer lugar do mundo.
pensando justamente na plantação de cafeterias e tantas coisas. Eles vão estudar também para agricultura, que também é algo que você pode aplicar em qualquer missão no mundo. Isso tem no mundo inteiro. No mundo inteiro. E vai estudar comunicação e marketing.
tanto para ele saber fazer o trabalho para poder comunicar aos mantenedores e também surgir negócios ali, TI e tantas outras áreas que podem surgir e abrir portas também. Além disso, eles vão estudar também inglês, espanhol e libras.
E também são ferramentas para que eles possam utilizar. E vão ter o treinamento em loco de plantação ali também. Então a gente, eles passam ali o ano todo. Eles servem conosco ali, para a igreja local também. E é bem legal para a dinâmica ali, porque a gente tem o tempo para poder trabalhar eles, para discipular. A nossa escola a gente não envia ninguém. Na verdade a gente devolve a igreja local deles, a igreja local que faz isso.
Então a gente não é uma escola que vai enviar, mas é uma escola formadora. Então a gente vai formar as pessoas ali e tem sido incrível. Na primeira turma passaram 93 alunos, na segunda 89 alunos e agora temos 110 alunos. Uau. Vem gente do Brasil todo. Do Brasil todo. A gente está na lotação máxima nossa agora.
Então a gente está com muita expectativa, já tem muitos frutos já espalhados no mundo. E a gente está com essa expectativa aí. E já já em setembro abre uma nova turma para o próximo ano. É lá no sítio onde o Pastor Josué fazia também o Conte Casais? Isso aí, é lá mesmo, o Catavento. Ah, que legal. A gente tem um sítio para alojamento, refeitório, salas de aula.
Aí tem um campo, uma piscina também, para os horários e tempos deles, para o livre também. E é muito bacana. A gente tem uma baixa de alunos mínima. Então, pessoas que desejaram sair porque não gostaram do curso, a gente não teve ainda. Então, passaram já 300 alunos agora, mais ou menos, a gente não teve. Então, é bem legal a dinâmica e tudo. Teve aluno que voltou por questões voltadas à saúde, ou parentes que estavam mal e tal.
mas tem sido ótimo, a gente tem servido muitas igrejas também, às vezes a igreja não consegue ter uma escola de treinamento, e a gente tem ali 30 staffs trabalhando com a gente, diariamente, voluntários, a gente dá uma ajuda de custo, mas eles são voluntários a estar ali servindo.
Nossa escola toda é certinha, documentada, registrada. A gente tem cozinheiro profissional trabalhando. É bem legal a dinâmica. E a gente está ali na Embragança Paulista e servindo o Brasil. E tem muitos alunos que vieram também de fora. Estados Unidos, Chile, Bolívia. Então a gente está servindo as nações. Deve ter uma fila de espera para quem quer.
Tem. A última agora, que tem 110 alunos agora desse ano, foram 400 e poucos candidatos. Uau. É gente, hein? É gente. Aí a gente faz uma triagem, é lógico. A igreja local, ela tem que assinar para que a pessoa possa... Tem que enviar, né? Tem. A gente não faz. Se a pessoa quiser ir sozinha, a gente não faz. Aí tem todo um processo, a entrevista, a gente dá para entrevistar cada um deles.
para realmente a gente não fazer a pessoa perder tempo, que nem também a gente. Então realmente é o vocacionado que queira ir lá e trabalhar. E a gente tem alguns alunos que a gente tem pós-ajudado também. Então tem sido bem interessante esse tempo.
A gente sabe que campo missionário acontece muito milagre. A gente já presenciou vários, a gente já presenciou diversos. Você vê aquele milagre extraordinário acontecendo. Quando você lembra de um milagre extraordinário que você viu no campo, qual que vem na sua mente? Sim, são muitos. Abriu várias janelinhas, né? Desde multiplicação de comida.
Mas tem um que me marcou muito por conta do que desencadeou. Nós fomos num povoado do Piauí e tinha uma senhora que tinha um problema numa mão. Ela esteve lá para um derrame e a mão dela ficou torta.
E nós fomos lá um dia fazendo um culto, um amigo nosso falou assim, Maico, Deus quer orar para aquela mulher. Mas sabe aquela coisa que a sua fé está tão pequenininha assim, mas a fé dele está tão grande. Esse cara está de calma. E eu falei, é. Cariocou agora.
E na hora que ele falou, eu falei assim, cara, eu vou na fé dele. Eu sei que Deus faz, eu já vi muito acontecer, mas eu vou na fé dele. Então, falei, cara, vamos lá então orar. Cara, enquanto que a gente estava orando, a mão da mulher voltou normal. Assim, sobrenatural, ela estava assim há anos. A mão dela com derrame e tudo, ela não conseguia. E a mão voltou normal, os movimentos também. Então, foi algo que a família dela viu, ninguém ali era crente.
E quando o Senhor curou ela, o marido e os filhos ficaram assim, pasmo com aquilo ali. E a gente ali no meio da adoração acontecendo e aquilo tudo, num culto lá na casa dela, no quintal lá da casa dela, com um violãozinho pequenininho, um carrão e alguns missionários. Então, depois que isso foi para acontecer, ela entregou a vida dela a Jesus.
E depois que ela entregou a vida para Jesus, ela já sabia o que ela iria enfrentar. Porque uma família de uma tradição bem forte, católica, então ela tinha... Era um catolicismo misturado, muito sincretismo. Então ela sabia que ela ia ter que enfrentar uma tradição da família sobre isso, porque agora ela estava se posicionando.
relacionada ao evangelho, aquilo que Deus falou com ela, ela viu o Senhor manifestando através dela, e ela foi e assumiu essa postura, e nisso a família toda abandonou ela. Ela sim, a família dela, o marido, os filhos, mas se manteram firme, e indo de encontro à família e pregando o evangelho. Ou seja, a gente construiu uma capela lá no quintal dela,
Onde funciona até hoje uma igreja lá, começou a alcançar os parentes dela e tudo. Mas ela falou assim, tem um povoado aqui perto, aonde que moram os meus parentes, a maioria deles. Vamos lá visitar. Esse era um povoado bem assim, carochil, porque tinha lá um feiticeiro. E não tinha igreja. Então o feiticeiro é que comandava o lugar.
Então, para você ter ideia, todos os cultos, a gente começava o culto lá com louvor, era manifestação de demônios, assim. Era muito, muito, muito, muito. E o interessante é que essa mulher que foi na Pau Cansada, ela foi a maior evangelista lá naquele povoado. A mulher samaritana. Isso. Então, hoje, resumindo a história, 70% do povoado lá agora, são todos eles convertidos. A gente construiu uma igreja, uma escola...
e está construindo outros projetos agora lá. Então, assim, teve um avanço sobrenatural, mas partiu desse lugar onde Jesus curou ela ali. Então, isso foi para... Marcou muito, assim, a história de milagre dela, assim, a Dona Isabel. Ela até hoje está lá.
Tá viva ainda? Tá viva, firme, a igreja na casa dela e a igreja no povoado e de lá eu fiquei sabendo agora que eles foram pra um povoado novo já. Então, o evangelho tá sendo proliferado ali naquele lugar. Eu tô indo agora no mês que vem. Tá indo? Manda foto pra gente. Chega lá, eu mando. Mês que vem eu tô indo, a igreja tá fazendo aniversário lá, a igreja lá da cidade, do centro lá que a gente plantou, tá fazendo aniversário lá em Acauã, no Piauí.
Sertãozão do Piauí mesmo. Quantos km da capital? 450. Mais de Petrolina em Pernambuco a 150 km. A gente desce lá em Petrolina e vai de carro pra lá. Fazer merchan dos livros do Michael? Bora. Ah, e também tem o da Red Bear aqui pra gente falar, mas vamos fazer o...
O Merchan, são três? São três? Tá aqui, são três seus, né, Marco? É isso? Então, beleza. Vou fazer o kitzinho. Pessoal, tá aqui, ó. Quer aprender sobre missões, sobre evangelismo? Tá aqui, ó. Não lhe faltam ferramentas. É claro que eu queria ter o Michael comigo o dia inteiro pra me ensinar e me treinar, mas a gente não tem essa disponibilidade, então aqui estão os livros. Não conseguimos mais ir por Jesus Copio Escuro. É, exatamente. Já passamos da idade, né?
Passamos da idade, então, agora, irmãos, olha aí. O livro é um missionário. Assim como diz o Reverendo Hernandes Dias Lopes, uma palavra que marcou muito. Adquira um livro. Ou se você conhece uma pessoa que tem a chama de missões no coração, compra um livro. Olha aqui, aqui tem boa literatura para você poder indicar e para você ter também. Aproveita aí, entra no site plenitudistribuidora.com.br e adquira o seu. Beleza?
Cupom de desconto. Isso aí, cupom de desconto. Evangelismo. Tá aparecendo o nome do cupom aí pra você. 30 dias após o lançamento desse podcast, esse cupom vai estar ativo, te dando um bom desconto aí pra você adquirir. Porque é que o livro chegue na sua mão. Porque é que o livro chegue até você. Então, se o problema é desconto, tá dado aí o desconto, cupom evangelismo. Vai ter o kit lá também com os três livros, tá bom? E o cupom também vale pro kit.
Beleza? Marco, dois livros que marcaram a sua história, sem contar a Bíblia, claro. Ok. Um deles está aqui, sem preverar o suficiente da Heide Baker. Eu vou explicar o porquê. Eu estava lá no Mapá, ainda trabalhando com a emissão, e vivendo uma escassez financeira ali, com dificuldades mesmo, e orando ao Senhor.
E de repente um pastor visitou a gente lá, ele me deu um envelope, envelope grande. E cara, missionário quando ganha envelope, ele acha que é dinheiro, né? Grande ainda. Eu fiquei todo alegre, falei, poxa senhor, obrigado, a provisão chegou e tudo. Na hora que eu abri o envelope, era o quê? Um livro. Na hora que eu abri, eu amo livros, mas naquela hora eu queria dinheiro, né?
Mas quando eu olhei o tema, eu precisando de grana, o tema era sempre haverá o suficiente. Eu não conhecia a missionária, a Hyde Baker, e eu falei assim, cara, eu não conheço, mas eu achei interessante o tema e eu vou ler o livro.
E esse livro, ela fala muito de como ela começou a missão dela em Moçambique, durante a Guerra Civil, quando que Moçambique era o país mais pobre do mundo. E ela alimentava uma multidão de crianças com baldes de comida, e o senhor ia multiplicando a comida ali, e eu vendo aquelas histórias, eu falei, cara, era isso que eu precisava, melhor do que eu ter dinheiro agora.
Saber aumentar a fé sobre isso e pensar que, cara, Deus realmente faz isso. E a Raide falava o tempo todo, porque Jesus morreu sem preverá o suficiente. Então...
Eu fiquei com aquilo ali na minha cabeça e eu comecei a ler o livro, fiquei apaixonado ali na história dela e eu não sabia que... Isso era o ano de 2006 para 2007. Eu não sabia que no ano de 2014 eu iria trabalhar ali com ela. Que legal, né? E de 2000 e...
14 até o ano passado, eu trabalhei junto com o ministério dela, ministério incrível, né, Paul Iris Global, tem uns trabalhos aqui no Brasil, tem 14 bases aqui no Brasil, está em 40 países, isso é um trabalho incrível, e esse livro é do começo, contando a história dela assim, então, é um livro inspirador e que me marcou muito, e a minha esposa leu na mesma época, eu não conhecia ela.
Então é um livro que fala muito a nossa casa, a nossa família, e também para muitos homens de Deus hoje esse livro falou muito ao coração, e agora está aqui disponível também. Na plena entende, eu vou levar ele, vou viajar, vou levar ele comigo para ler.
Sim. Então esse livro, o outro livro que me marcou muito foi o Fator Melquisedeque. Que é um clássico, né? É um clássico, esse livro me marcou muito e me ensinou muito com o trabalho missionário. Então, eu nunca chego em algum lugar como se eu fosse um professor pra poder ensinar alguma coisa. Eu vou pra poder ouvir as pessoas.
E eu vejo na história delas aonde Deus já falou alguma coisa, ou já manifestou alguma coisa. Eu uso esses ganchos para poder pregar o evangelho. Então esse livro marcou muito a minha vida. E é um livro que é de cabeceira também. Eu sempre estou lendo novamente. É um livro que falou muito comigo. Entre tantos. Esse já vai comigo para... Vamos ter bastante tempo para ler. Bastante. Marco, quero te agradecer.
Obrigado. Pela honra de te receber. Quem tentou combinar tantas vezes, né? O cara tava pro lado, eu tava pro outro. Um vai pra China, o outro vai pro Japão, o outro vem da Angola. Não dá. Ô, Gabriel. O Gabriel gosta de fazer umas perguntas difíceis, Marcos. Ele quer tá me apontando, ele tá fazendo assim ali, ó. Gabriel, pode falar. Beleza. Gabriel, tem até o microfone ali pra ele já. Tem o microfone. Pensei que o Diogo ia esquecer de mim.
Bom, o pastor Michael citou bem no começo do podcast o pastor e missionário Paul Walsher. Ele influenciou muito a minha vida cristã desde os meus 18 anos. E um livro dele chama O Poder do Evangelho, a sua mensagem. Ele relata no livro que ele foi missionário no Peru durante 10 anos.
E ele acabou relatando que na sua vida missionária, ele encontrou vários missionários, principalmente americanos, né, vindo do país dele, que vinham em massa pro Peru, aqui pra América do Sul, principalmente no Brasil, só que eles nem sabiam o que estavam fazendo lá. Não conheciam a mensagem do evangelho. E o que ficou muito popularizado no evangelho americano foi o evangelho da prosperidade e aquela famosa jargão, né, Deus tem um lindo plano pra sua vida.
Eu gostaria que o pastor Michael abordasse um pouco essa questão da igreja, preparar seus membros em um evangelho bíblico e não raso para enviar missionários para os campos. Acho que seria aprofundando um pouco o guia prático para a evangelização. Legal, muito bom. Eu tive o privilégio de ir nas igrejas onde o Paul Oste plantou no Peru. Legal. Eu fui para visitar um amigo em Piura.
que é bem no interior, no deserto quase ali, né, peruano. E esse amigo, ele tinha uma agenda de algumas igrejas, e eram as igrejas que o Poote plantou, só que ele ficou doente. Então eu fui pra poder ajudar ele, e fui pra fazer essa jornada de pregação nessas igrejas, né. Então eu pude poder conhecer, né, as igrejas.
fundamentadas biblicamente, então, bem bacana o trabalho que ele fez lá, e deixou um legado. Eu lembro de uma história, que eu acho que cabe bem assim, que um jovem entrou em contato com ele e falou assim, pastor Paul, eu quero muito ser missionário aí no Peru.
Quero muito, quero muito, aí eu quero dar a vida por eles e tal. Aí o Poche pergunta para ele assim, mas quem é Deus? Aí ele, ô pastor Poche, você não está entendendo, eu quero dar a minha vida por esse povo. Ele falou, não, tá bom, entendi, mas quem é Deus?
Aí ele ficou meio assim, faz assim o seguinte, você vai estudar primeiro para saber quem é que Deus é, porque muito mais do que um coração queimando, essa nação precisa aqui conhecer Deus. Então, fazendo um paralelo sobre isso, a missão, o evangelismo, ele pede muito da gente o conhecimento bíblico.
Então assim, eu estou com o meu coração ardendo. Isso é muito bom. Eu amo os evangelistas. Eu não sou evangelista. Por mais que eu escreva sobre isso, eu tenho medo, eu tenho dificuldades e aprendi a quebrar as barreiras. Eu faço não é porque é confortável. Eu faço porque eu sou obediente. Porque eu tenho que fazer. É, porque ele me deu a missão.
Igual o Paulo fala sobre a necessidade de pregar o evangelho. Ele fala assim, ai de mim se eu não pregar o evangelho. Então, com o Paul Osho, eu aprendi bastante isso. Cara, nós precisamos conhecer e saber o que a gente está falando. Então, durante o livro, por guia prático, eu vou enfatizar isso. Porque quanto mais a gente conhece um assunto, mais a gente tem facilidade de falar dele.
como a gente vai apresentar um trabalho numa faculdade. Se você não sabe nada, você vai ficar tateando ali, você não vai saber falar, mas se você tem o conhecimento daquilo é natural. A boca fala e o coração está cheio. Então você precisa ter o conhecimento da doutrina bíblica, daquilo que Jesus ensinou, daquilo que a palavra diz e ter essa completude para que a obra seja feita. Então, muito pertinente a pergunta. Hoje, para falar de missões aqui, a gente não precisa nem de pauta.
Sim, é natural, né? É o que a gente vive, então... Tá na ponta da língua. Isso aí. Marco, obrigado. Obrigado, meu amigo. Eu que agradeço. Receber aqui foi uma honra. Eu que agradeço a oportunidade, a parceria, e estamos juntos nisso. Espero que Deus prepare muitas coisas pra gente fazer juntos aí. Tenho certeza disso. Algumas viagens juntos. Isso aí, quem sabe uma missão juntos? Isso aí, seria maravilhoso. Vamos lá. Fazer uma missão juntos aí, fazer um trabalho. Lugar que não falta. Até aqui.
tem muito lugar só de não alcançados já tem 7 mil pra gente ir e aqui as portas estão abertas pra você a gente tem a parceria com os livros agora pra gente é uma alegria poder distribuir os seus livros também de alguém que é engajado com a causa missionária que é tão importante pra nós também pastor, muito obrigado vamos despedir do pessoal aqui agora pessoal que papo gostoso hein
Aquele favorzinho que o Diogo te pede no começo. Eu vou te pedir aqui no final. Então curte aí, compartilha. Tem o botão do hype ainda? Não tem, né? Mas só se você compartilhar aí e curtir, comentar, já vai nos ajudar para que este conteúdo seja relevante e possa o YouTube entender que ele possa enviar para muito mais pessoas. Tá bom, meus amigos? Deus te abençoe. Um beijo no seu coração. E até a próxima. Valeu.
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