Bate papo sem filtro ft. Samuel Cavalcante | Parte 2
Muitos de nós fomos condicionados a entrar na igreja com a mentalidade de um consumidor: avaliamos a qualidade do "serviço", o conforto das cadeiras e o quanto aquela experiência nos faz sentir bem. Mas, neste segundo episódio com o Pr. Samuel Nova, confrontamos essa lógica perigosa. Você não foi chamado para ser cliente de uma igreja; você foi chamado para edificá-la.
Existe algo que só podemos fazer hoje, nesta brevidade chamada vida terrena. No céu, viveremos em adoração perpétua, mas o privilégio de servir com sacrifício e de evangelizar o perdido é uma exclusividade do agora. Se você gasta seus dias apenas "assistindo" ao mover de Deus sem colocar as mãos na obra, você não está apenas descansando — você está desperdiçando a sua existência.
Vivemos em uma era que elevou o bem-estar (wellness) ao status de divindade. Se a nossa fidelidade a Jesus depende de como nos sentimos no dia, então o nosso Deus não é Cristo, é o nosso próprio conforto.
Amadurecer no Reino significa abraçar ambos. Não pregamos uma mensagem baseada na aceitação do público ou no que gera "likes", mas na verdade que transforma. A pergunta que deixo para você neste podcast é direta: quem ocupa o trono do seu coração? O seu bem-estar momentâneo ou a soberania de Cristo?
Nesta continuação da nossa jornada no podcast, mergulhamos em uma conversa sobre a responsabilidade da nova geração. Não estamos aqui para oferecer um entretenimento gospel, mas para convocar construtores.
Assista agora ao segundo episódio com Samuel Nova e entenda por que o seu serviço na Terra é o investimento mais estratégico que você pode fazer para a eternidade.
O Ídolo do Wellness e a Teologia do Conforto
- O ídolo do confortoMentalidade de consumidor na igreja · Chamado para edificar a igreja · Servir com sacrifício e evangelizar · Desperdício da existência ao apenas assistir · Bem-estar (wellness) como divindade · Fidelidade a Jesus baseada em como nos sentimos · Amadurecer no Reino abraçando ambos · Mensagem baseada na verdade que transforma · Quem ocupa o trono do coração · Responsabilidade da nova geração · Convocação de construtores · Serviço na Terra como investimento para a eternidade
- Estrutura de liderança em igrejasExperiência de Samuel e Fabiola em Maceió · Movimento contrário de ir para o Nordeste · Trauma de Fabiola com a igreja · Decisão de parar um ano para buscar Jesus · Impacto da pandemia no planejamento · Leitura de livros sobre plantação de igreja · Fome de aprendizado e humildade · Execução rápida de aprendizados · Aprendizado em conferências (Descende) · Envolvimento dos ministérios na igreja · Organização de eventos (conferências, estádios) · Importância de datas significativas no ministério · Valnice Milhomens · Ana Paula Valadão · Crítica ao Descende e a causa da adoção · Nick Bilman · Missões e causas sociais · Adoção · Justiça social · Ministério na internet vs. mundo real · Crítica e polêmica como meio de ascensão · Erros de caráter vs. erros tentando acertar · Comparação com a igreja de Corinto e John Wesley · Idolatria do pastor · Crescimento orgânico e maduro da igreja · Importância de pequenos grupos (houses) · Pastor Samir · Pastor Everton · Plantação de nova igreja em Maceió · Leitura anual da Bíblia pela liderança · Coerência e imposições na igreja · Servir a igreja vs. assistir culto · Jesus no Jardim Getsemani e o wellness · Desafios pessoais do pastor (ansiedade, depressão) · Mordomia do chamado e pregação do evangelho · Martírio e luta moderna · Teologia do sofrimento · Dani Simão · Perda de patrimônio e sacrifício pelo Reino · Sacrifício como necessidade para o avanço do Reino · Sofrimento como formação do pastor · Azeitona esmagada e unção · Visão otimista da igreja brasileira · Cumprimento de promessas na igreja brasileira · Avivamento no Brasil comparado a outros países · Andy Bird · Despertar em universidades (Asbury, Flórida) · Valorização do que Deus faz no Brasil · Crescimento da igreja em Maceió
O brasileiro em si tem um espírito de crítica horrível. Em qual sentido? Você olha a trajetória e aí você procura o erro pra escalar em cima do erro. Mas também tem um lance do povo idolatrando o pastor. Então, quer dizer, ninguém quer um ídolo caído. Então, da mesma maneira que o cara critica, é no mesmo ímpeto que o cara iria adorar. Certeza. Se eu disser pra você, Théo, que eu concordei com todo mundo. Não concordo. Um evento plural é natural. Nem eu concordo.
É natural que você discorra de alguém. Até porque se a gente concordar com todo mundo, talvez a gente esteja numa seita.
Fala galera, Tel Hayashi aqui, sejam bem-vindos ao podcast do Tel. É isso aí, estamos aí com um episódio fresquinho aqui para vocês, como de praxe, toda segunda-feira, saindo conteúdo de liderança, de cosmovisão cristã, a gente fala sobre o reino de Deus aqui, a gente fala sobre assuntos atuais e como um cristão, jovem evangélico deve encarar...
o mundo dos dias de hoje. E esse episódio aqui tem algo bem especial pra você, tá? Então, antes de eu entrar no episódio, você que é primeira vez aqui com a gente, nossos iniciantes, sejam bem-vindos. Dá aí um subscribe, dá um like, dá um comentário. A gente quer escutar o que Deus tá falando com você. E você que é de casa, que bom que você já voltou aqui de novo. E também, só pra trazer aqui uma...
um ponto de atenção, a gente tem visto, tem muita gente consumindo nosso conteúdo que ainda não se inscreveu no canal. Então se inscreva aí porque daí a gente vai direcionar cada vez mais conteúdo diretamente pra você que tem te edificado e eu sei que vai continuar te edificando. Bom, galera, sem mais delongas, hoje eu tenho um convidado especial pra gente bater papo.
E a gente vai ter uma conversa do reino. Eu sei que vai te abençoar. E a minha oração é que essa conversa venha te esticar e te expandir. Toda vez que eu estou com ele, a gente se diverte. Mas não só se diverte, a gente tem um tempo na presença de Deus sabendo...
que aquilo que nos une é só o reino de Deus. Ele é lá do Ceará, mas está pastoreando no Alagoas. E a última vez que a gente fez um podcast junto, nós estávamos lá no Pernambuco, quando eu morava no Pernambuco, lá no Recife, e a gente teve um tempo incrível. Então, agora, aqui em São Paulo, seja bem-vindo, Samuel. Que bom que você está aqui, cara. Muito obrigado, viu? Muito bom voltar aqui.
Glória a Deus, cara. Samuel é marido da Fabiola e os dois pastoreiam em Maceió, Alagoas, né? Isso, Maceió, Alagoas. Faz três anos e meio que a gente foi começar uma igreja nova lá, uma igreja linda, Deus tem feito milagres. Estamos plantando a segunda igreja hoje dentro de Maceió. Então, muito empolgado, cara. Jesus está salvando, rapaz.
E cara, a gente é suspeito porque a gente ama o Nordeste, mas Deus tá fazendo alguma coisa incrível no Nordeste, né? Muito lindo, muito lindo. O Nordeste é um celeiro para o Brasil, acredito que o Nordeste é um celeiro para as missões. E muita coisa boa já saiu do Nordeste, teve muita gente que plantou.
Mas eu vejo no Nordeste uma nuvem nova, né? Por exemplo, eu fui um cara que eu fiz um movimento contrário agora. O que é que acontecia muito? Você começava a estar no Nordeste, no sertão, ou até em alguma capital, e aí você mudava para São Paulo. Porque em São Paulo as coisas são melhores, vai acontecer. Mais rápido. Mais rápido. E eu fiz esse movimento. Quando a gente começou, eu e Fabiola... Não, tanto é que eu te conheci quando você estava aqui em São Paulo. Morando em São Paulo.
E se alguém me falasse que eventualmente nós dois estaríamos juntos lá no Nordeste, era uma coisa assim que não estava no radar, né? Não estava. E eu nem imaginava voltar, porque aqui as coisas estavam boas demais. Eu vim aqui por causa dos negócios, estava... Sim, para quem não sabe, o Samuel e o Fabíola são do Ceará. Isso. Estão cearense aqui em São Paulo. Mas você não voltou para casa, né?
Não, não, voltei pra Maceió, pra Alagoas. Por que Maceió? Cara, Deus me deu uma palavra. Um dia eu fui pregar em Alagoas. E aí eu gostei da cidade. E eu disse, rapaz, e Deus começou a falar no meu coração que eu ia pra Maceió. E eu disse, não, Deus, eu quero ficar aqui em São Paulo. Porque aqui em São Paulo tava bom demais, assim. As coisas estavam acontecendo. Não, tava acontecendo em termos financeiros, negócios. Cara, tava bom demais.
E aí a Fabiola, ela tinha um trauma com a igreja. A Fabiola dizia assim, ah, não quero ser.
Não quero ser pastora, não quero isso. Eu quero ajudar, eu quero pregar, mas pastoral é uma igreja, eu não quero. E é onde eu dizia assim, Fabíola, vamos lá. Ela, não quero, não quero. Que ano que foi isso que vocês decidiram ir pra lá? 2019, 2020. Antes da pandemia. Isso. E eu falava, cara, naquela época a gente tinha bastante contato, a gente fazia até o supra-sumo junto aqui, né?
Começou aqui. Começou aqui. Eu, você, o Dênio. Pô, a gente tinha um tempo, o Thiago Sugihara, tinha uma galerinha, né? Na verdade, começou, era uma coisa mais íntima, uma mesa, que a gente ia passar o dia aprendendo com o Theo. Um seis, sete? É, um seis, sete pessoas.
A gente ficava lá e ficava de manhã, saia pra almoçar junto, voltava e só falando de princípios de liderança, coisa prática. Tem muita coisa que eu aplico na igreja que eu aprendi nesse tempo. Que da hora. Mas naquela época que a gente tava aqui, era todo mês que a gente fazia? Todo mês, uma vez por mês.
A gente, naquela época, a galera da nossa geração não estava querendo pastorear a igreja. Não, não estava. Queria ser pregador itinerante. Eu fugia muito disso. Eu sabia que eu ia plantar a igreja, só que algo me acendeu um alerta quando eu disse assim para a Fabiola, Fabiola, eu acho que a gente vai ser pastor em Maceió. Aí ela olhou para mim, eu acho que Maceió pode ser. Eu gosto da cidade. Eita, cara, é Deus mesmo que está fazendo. E aí quando veio a pandemia...
A minha esposa, ela sempre foi, ela sempre foi, ouviu, sempre ouviu muito Jesus. Eu sou o cara que, tipo assim, às vezes eu preciso de alguém que me freia, geralmente é ela. Porque se deixar... Então é impulsivo, né? É, se deixar eu vou fazendo, irmão. Eu faço dez coisas ao mesmo tempo, se deixar e aí... É o empreendedorismo dentro de você. É.
E aí a gente tava daquele jeito, e um dia a Fabiola chegou pra mim e disse assim, amor, tô sentindo a gente dar um tempo pra gente ficar um ano só buscando Jesus. Eu disse, não, amor, você tá cheio de agenda aí, tá cheio... Tá cheio de coisa aí, não pode? Como é que a gente vai fazer? A gente vai parar, você vai parar. Ela disse que sentiu de fazer isso, mais ou menos no final de 2019. Cara, quando a gente parou, houve uma pandemia.
E aí, na pandemia... Então você estava já meio que planejado de parar quando chegou a pandemia. Pois, na verdade ela, que eu não queria. Caramba, casou bem. Casou bem. Aí, quando a gente chegou a pandemia e ela parou, a gente parou. E aí, na pandemia, Deus começou a dar a igreja. Deus começou a dar como é que a gente ia fazer, a estratégia. Então, até quando eu fui, nesse período, eu acho que eu li mais de 30 livros sobre plantação de igreja, sobre pastor, vivia ligando para o Theo, perguntando as coisas.
Eu sou um cara que eu gosto de perguntar, eu gosto de aprender. Não, uma coisa que eu posso dizer do meu relacionamento com o Samuel, daqui a pouco vai dar 10 anos de amizade aqui, né, Samuel? É, 10 anos, quase 10 anos. O Samuel sempre teve uma fome de aprendizado. É, eu gosto de perguntar. E num grupo, cara, em diversos momentos a gente já esteve em contextos com pastores jovens.
que tem aquela coisa, não vou perguntar para não passar essa imagem de que... O Samuel está nem aí, cara. Ele não tem temor de homens, né? Cara, e está certinho. Por isso que Deus está te abençoando, cara. Você é um eterno aprendizado. É o que eu falo para mim mesmo. Eu falo, Théo, você tem que ser um eterno aprendiz, não um aprendizado. Você tem um aprendizado para sempre. Mas sempre tem uma coisa nova para aprender. E tem uma coisa que eu levo muito. Eu gosto de escutar autoridade, Théo.
Então, por exemplo, eu vejo o que o Theo Hayashi tá fazendo no Descende. Coisa linda, cara. Parabéns. Uma das coisas que Deus mais falou comigo no Descende foi que, assim, cara, ele deu o Descende pra quem podia organizar também. Cara, ele nunca vai me dar o Descende hoje. Por quê? Porque, cara, eu não tô organizando nem a conferência direito lá da igreja. Eu tô em três anos que eu sou págino.
Se ele me desse o TEC, ia ter B.O., ia sair no Fantástico. E aí, eu vejo, por exemplo, um cara como o Théo Hayashi, porque eu estou aqui na frente dele. Então, ele conseguiu organizar cinco estádios ao mesmo tempo. Você que organiza conferência e igreja, você sabe como isso é B.O., organizar as coisas. É, trabalho. Graças a Deus, Deus me deu uma equipe incrível, né? Não tem como não falar do Denis, da Marcela, do Sazon, mas é a graça de Deus.
E aí, se eu pergunto algo para o Theo, o cara está organizando cinco estádios ao mesmo tempo. Se ele me diz algo para fazer, eu só vou lá e faço, irmão. Eu não fico, eu não... Mas isso aí é até um mérito, Samuel, porque você é um cara humilde e ousado. E para quem está aqui, a gente fala sobre liderança, o empreendedor que é humilde escutar conselho de fora, o empreendedor ou o pastor que é humilde para escutar de um outro pastor mais experiente. E... E aí
E executar, não ficar fazendo tanta pergunta. Não estou falando que você tem que jogar teu senso crítico pela janela. Mas o que eu vejo em você é que você é rápido na execução. Isso, por exemplo, eu estava no Descende, eu estava só aprendendo, irmão.
Eu tava só aprendendo lá no Descente. Então eu ficava observando a maneira de organizar, como é que fazia. Cara, chegou segunda, eu já fiz uma reunião com o meu time, cheguei assim, foi. Não, cheguei, já fiz as segundas, assim, mano. Você tava no... Em Recife, em Recife. Eu passei o dia, mas, cara, ali pra um pastor, ali é um aprendizado muito grande. Você fica vendo a organização, como é que funciona, como é que faz. Por exemplo, uma das coisas que eu aprendi lá no Descente, e foi uma das paradas que mais mexeu comigo.
O cara que estava me conduzindo lá e eu comecei a conversar com ele, ele era o pastor de adolescentes da Zion de Recife. Então o que eu vi? Cara, todo mundo dos ministérios, ele estava totalmente envolvido. Cara, a primeira coisa que eu vi quando chegar, eu chamei meus ministérios e disse assim, mano, eu acho que a gente precisa se envolver mais com a igreja.
Eu acho que se você é pastor de adolescente, se é pastor de jovens, se é pastor da família, cara, vocês têm que estar aqui mais dentro. Você não pode encarar só isso. Vai ter a conferência de aniversário da igreja, é você que vai receber o cara no aeroporto. Então, eu já peguei isso, irmão. Já cheguei fazendo reunião e aplicando. Então, a organização que foi também... Eu aprendi muito ali no DECEN. Fiquei observando. Muito bom.
Cara, a gente pôde estar lá no Zacende, eu comecei o dia lá no Recife, depois eu terminei o dia em Belo Horizonte. Mas, cara, eu vou falar pra você, os dois foram poderosíssimos, né? E eu sei também que os outros três estádios que eu não consegui visitar também, os relatos e os testemunhos foram muito fortes. Mas uma coisa que eu observei, assim, tinha alguma coisa fresca lá no Recife.
e tem algo sobre o Nordeste olha essa história que bizarro que foi eu cheguei lá isso aqui não tem nem como você ensaiar planejar, arquitetar eu
A gente começou na jornada do The Sun, que era a gente vai pegar o estádio do Recife, que inclusive você fez parte de tudo isso aí lá do início. Ó, isso aqui é uma coisa pro Nordeste, inclusive eu falei pro Samuel, mobiliza aí Alagoas, mobiliza Maceió pra estar lá com a gente, né? E daí a gente pensava, vai ficar só aqui na Arena Pernambuco.
De repente o negócio foi, pum, Belém. O negócio foi indo. Daí a gente foi para Sudeste, Belo Horizonte. Quando chegou em Belo Horizonte, uma das pessoas que eu liguei foi Ana Paula Valadão. E eu falei, Ana, a gente vai fazer o The Sand. Eu queria muito que você estivesse em Recife e também estivesse em Belo Horizonte.
Tem como? Ela falou, qual que é o dia aqui que eu já vou marcar na minha agenda, vou bloquear? E isso, estou falando de 2025, talvez mês de abril, por aí. Abril, maio. Ela falou, me fala rápido aqui porque eu já vou bloquear porque eu quero estar lá.
Eu falei, vai ser no dia 31 de janeiro de 2026. Dela começou a mandar na mensagem os emoticons de choro. Falei, o que aconteceu? O que eu falei de errado? Cara, você acredita que exatamente naquele dia era o aniversário de 30 anos do Diante do Trono? Amém, amém.
Cara, para de pensar nisso, cara. Ela vai estar cantando no estádio em Belo Horizonte, ministrando em Belo Horizonte, exatamente 30 anos depois da cidade, no local que Deus gerou aquele negócio. Faz de novo, né? Faz de novo. Se liga. Isso aí. Beleza. Chega lá no The Sand. Já estou, assim, impactado com isso, porque eu vejo, cara, isso aqui é um relógio de Deus. Isso aqui não é uma coisa que você planeja. É uma coisa que Deus faz. E daí eu cheguei lá no estádio da Arena Pernambuco, Apóstola Valnice Milhomens.
que é do Recife. Ela é pernambucana. Ela chegou, me abraçou, falou assim, Deus me trouxe pra terra que me enviou pra eu completar 40 anos de ministério no dia de hoje. Uau.
Imagina isso. Cara, você tem Valnice Milhões, Ana Paula Valadão, todas no mesmo dia completando datas significantes de seus ministérios que literalmente o ministério dessas duas mulheres tocaram o mundo. Eu falo para as pessoas aqui, o nego não sabe o impacto que Valnice Milhões teve no Brasil. As futuras gerações vão começar a ter um entendimento. E a mesma coisa eu digo da Ana Paula Valadão.
A Ana Paula Valadão e a Valnice são referências. Elas plantaram muita coisa para que a gente pudesse estar colhendo. Com certeza. Com essa graça que tem hoje. E é importante a gente ficar repetindo, porque a molecada pensa que tudo começou aqui. Não é isso não, cara. Não tem nada novo debaixo do sol. Então, quer dizer, tem algo que a gente está colhendo de sementes que a gente nem plantou. Mas eu queria só dizer isso por conta do Nordeste. Quando eu estava lá...
Cara, eu senti que tinha alguma coisa naquele estado acontecendo no Nordeste. Assim, primeiro sobre o decente. Cara, eu acho que é impossível olhar pro decente e dizer que não é de Deus. Acho que é, primeiro assim, a pessoa que fala que não é... Ah, mas tem muita gente que fala. Não, mas aí eu... Cara, eu nem escuto essas pessoas. Primeiro, eu só escuto três tipos de pessoas. Só tem três tipos de pessoas que eu escuto. Primeiro é quem me ama.
Tipo assim, se minha mãe me falar alguma coisa, ela pode até não entender, mas eu acho que eu escuto. Minha mãe falou, ela me ama. Segunda, quem é autoridade. Eu escuto autoridade. Terceira, quem eu perguntei.
Eu perguntei. Eu digo assim, a pessoa não me ama, não é autoridade. E eu não perguntei, eu não vou escutar não. Mas a pessoa para criticar, é porque o brasileiro em si tem um espírito de crítica horrível. Em qual sentido? Você olha a trajetória e aí você procura o erro para escalar em cima do erro. Se eu disser para você, Théo, que eu concordei com todo mundo, não concordo. Um evento plural é natural. Nem eu concordo.
É natural que você discorra de alguém. Mas é porque se a gente concordar com todo mundo, talvez a gente esteja numa seita. Certeza. Só que assim, eu até fiz um vídeo no outro dia que eu falei sobre isso. Eu disse assim, cara, a pessoa que critica o decente, mas não fala da causa da adoção que foi falado lá. Irmão, eu me emocionei vendo o Nick lá falando.
Da causa de adoção. É, o Nick Bilman, eu me emocionei. Ele não fala da causa da adoção, ele não fala dos missionários perseguidos, ele não fala das universidades, ele não fala da escala, da causa da Bíblia que foi lida. Cara, tem tanta coisa boa, e aí o cara vê uma coisa ruim, é teus olhos que é ruim, irmão. É isso aí, cara. É teus olhos que é ruim, então eu não paro, não paro pra isso. Sim, sim. Porque é impossível você olhar, irmão. Eu vejo cinco estádios cheios de jovens.
Cara, eu fico emocionado. Para mim é uma coisa boa. Nós oramos por isso. É resposta de oração. Os nossos pais oraram por isso. Aí vai dizer, ah, mas eu quero ver depois. Irmão, você cobra depois. Não é responsabilidade do Theo e do Descende, não. É isso. A responsabilidade dele é pregar e jogar a semente.
Assim como um dia eu tava num evento, eu me lembro que eu fui na... Quando era mais um, eu fui um negócio do Juliano Son, né? Do Livres. Do Livres. Foi eu e quatro amigos meus. Cara, aquilo mudou minha vida. Lá no Nordeste. Aquilo mudou minha vida. Mudou minha vida. E a partir daquilo eu comecei. Agora teve três amigos meus que continuaram do mesmo jeito. Aí a culpa é do Juliano Son desse ter continuado do mesmo jeito.
É injusto isso. A culpa não é do Juliano Sando. O cara fez a parte dele. Ele foi para o Nordeste e lançou para o Samente. E até Paulo fala isso, cara. Quem vai fazer é Deus. Então o Descende, ele trouxe para o centro do debate coisas que muitas vezes estão esquecendo. Aí o pessoal diz assim, ah, mas você é contra o aborto totalmente. Mas essas crianças que nascem e os crentes não cuidam. Nós estávamos lá falando de adoção, mas esse cara que está criticando que os crentes não cuidam,
Ele não vê que nós falamos sobre adoção. E eu sou testemunho. Eu caminho com o Theo há 10 anos. Eu acho que o Theo é um dos caras que eu mais conheço, que fala de justiça social e fala da causa da adoção. São poucas pessoas que eu vejo falando de justiça social e da causa da adoção como o Theo. Então, cara, a adoção estava lá. O jovem que... Nós oramos por isso, irmão. Então, é impossível você olhar para o descente e não dizer, cara, é de Deus.
Mas sabe que eu acho que também tem uma questão aí, Samuel? A gente vive hoje na era disso aqui, da informação. Então a internet dá palanque para quem tem conexão de Wi-Fi. E se o cara não consegue construir alguma coisa no mundo que não é o virtual...
o cara vai construir um ministério na internet criticando aqueles que estão fazendo no mundo real. Certeza. Entendeu? Então, assim, eu fico vendo assim, cara, se não tiver polêmica, tem gente que não sobe. E é isso. Entendeu? Tem gente que não teria ministério se não fosse... O teu ministério é ser crítico.
E não só isso, cara. Se você for procurar algum erro, você vai achar. Lógico. Se você for procurar a minha vida, o meu ministério... Qualquer lugar. Eu já errei demais. Esses três anos de igreja, eu errei muito, mano. Pedi perdão. Cheguei, teve um dia que eu reuni todo o pessoal que trabalhava na igreja. Assim, gente, me perdoe. Eu errei com vocês. E tal. Cara, eu errei muito. Então, é aquela coisa. E só que... Aqui.
A gente às vezes quer cobrar atualmente um nível de acerto que a gente nunca cobrou nas histórias do avivamento e toda história de avivamento. Se você for olhar, eu digo assim, a igreja de Corinto. Paulo escreveu uma carta para Corinto por causa de uma igreja que estava rachada, dividida e cheia de panelinha. Aí eu fico pensando, a igreja que Paulo pregou.
discípulo, fundou, tava junto, era cheio de panelinha, imagina a minha que no caso nem a sandália de Paula minha vai ser cheia dessas coisas também, irmão. É isso aí. John Wesley, lindo avivamento dele, mas o cara falhou com a família muitas vezes. Então a gente cobra algo.
atualmente, que não teve nas gerações passadas. Não, é uma utopia, né? É uma utopia. É uma coisa assim, é um idealismo. E daí, no fundo, no fundo, eu acho que não tô querendo isentar os pastores das suas responsabilidades, porque a gente tem que ser responsável e nós seremos cobrados por mais. A própria palavra diz isso.
responsabilidade está mais sobre nós mas também tem um lance do povo idolatrando o pastor ninguém quer um ídolo caído então da mesma maneira que o cara critica é no mesmo ímpeto que o cara iria adorar porque vem da mesma raiz então aquela coisa esse sentimento anti
na mesma intensidade, na mesma raiz desse sentimento de idolatria. Eu acho que você tem que separar o erro de caráter com o erro tentando acertar. Por exemplo, o cara traiu a mulher. Isso é erro de caráter. A Bíblia é totalmente contra. Não tem conversa. Agora, vou dar um exemplo. O cara errou tentando acertar. Ele errou tentando reunir jovens. Se eu disser pra você que nenhum momento não desse sem se acertar, você é...
impossível você acertar tudo. É lógico. Mas você errou tentando reunir, e o descente conseguiu reunir jovens que vão sair com vocês. Muitos vão se envolver na causa missionária, e aí tem aquelas pessoas que a gente não vê, mas muitos vão chegar nas nossas igrejas e vão dizer pastor, eu quero me envolver mais, eu quero ter um ministério, eu quero abençoar aqui, e é isso daí.
Samuel, então a gente estava lá no Recife, não sei se você teve essa mesma impressão, mas eu tive uma impressão que Deus está trazendo um renovo lá. Eu vejo isso todos os dias lá. E você está vivendo lá. Eu morei lá e a gente estava lá no Recife. No meu caso, você lá em Alagoas, a gente se via mais frequente. Mas sempre que a gente estava junto...
com os outros pastores nordestinos lá também, a gente sempre estava falando, cara, Deus está fazendo uma coisa... Deus está fazendo algo novo. Era como se fosse a sensação da nuvem do tamanho da mão de um homem. Assim, eu suspeito para falar que eu estou em Maceió. Cara, eu estou vivendo coisas que, assim, só pode ser Deus, velho. Não tem como. E nem o quê? Tipo assim, eu fiz um culto... O que vocês estão experimentando lá? Vou dar um exemplo.
Eu fiz um culto agora, há duas semanas atrás, que em um culto foram 60 pessoas batizadas no Espírito Santo. Uau.
no domingo, 60 pessoas batizadas com o Espírito Santo, e tipo assim, não tinha ninguém de fora, não tinha, era gente...
a igreja e pessoas que tinham acabado de aceitar Jesus sendo batizadas com o Espírito Santo. Coisa linda. Pessoas chorando. Aí as pessoas saem e vão para a House, que é o nosso pequeno grupo, sendo batizada. A gente está vendo um crescimento que não é aquele crescimento fazendo eventos. De entretenimento. É um crescimento das pessoas. Cara, eu quero Jesus. É algo maduro, orgânico. Tanto que os nossos pequenos grupos não é para multiplicar os nossos pequenos grupos, é para ter relacionamento, mas multiplica.
porque é orgânico, assim, uma facilidade das pessoas que estão vindo. Eu olho assim, porque o sucesso, eu acredito muito, o sucesso do que Deus tem feito no nosso ministério são as pessoas que estão vindo. Cara, eu tenho um pastor, que cara incrível, mano. O nome dele é Samir, Pastor Samir. Esse cara é incrível. Esse cara é um pastor, ele prega, ele canta, ele ensina e ele é muito gente boa.
Mano, Deus mandou um cara desse pra nos ajudar. Só pode ter sido Deus e a esposa dele ainda é uma intercessora. Pensa, um cara incrível que eu admiro. Deus mandou o pastor Everton, a pastora Xuxa. Cara, o pastor Everton é um cara incrível, mano. A mesa dele, ele é um pastor muito melhor do que eu, Don Raja. Que às vezes ele vai sentar com uma pessoa...
Eu me lembro que teve uma pessoa que foi conversar comigo, aí eu estava com dor de cabeça, aí eu disse assim, o Everton vai sentar com você. Aí o Everton me liga no outro dia chorando, dizendo assim, cara, a gente estava lá no The Rooster, que é uma hamburgueria, em uma hora da manhã, nós chorando lá na mesa, Jesus veio, e eu olhei assim, eu falei assim para ele, Everton, graças a Deus que foi você, viu, que eu acho que não tinha ficado até uma hora da manhã, não.
Mas, cara, são pessoas melhores do que... E aí você vê Jesus mandando essas pessoas, mano. A fome, então, o louvor, a adoração, a maneira como flui, a como não precisa fazer esforço, você está entendendo? Quer dizer, naturalmente cresce. E quando cresce, você vai ter que trazer um pouco de estrutura para a expansão, né? Isso. O que vocês estão já sentindo e entendendo de Deus para o futuro?
Cara, a gente vai começar uma igreja nova agora, em outra parte da cidade. Vocês vão plantar uma outra igreja. Uma outra igreja em uma parte nova da cidade. Na verdade, a gente já tem muitas houses, que é o nosso pequeno grupo, nessa região da cidade. Então, a gente pegou um local lá porque tem muita gente que não ia dessa parte da cidade porque é longe. Então, a gente está começando a plantar lá. O que a gente tem feito muito é... Primeira coisa, a gente tem estudado muito mais a Bíblia.
Então toda a igreja está na leitura anual da Bíblia e eu peguei toda a minha liderança. Toda a igreja. Eu cheguei para o pessoal e falei assim, gente, vamos ler a Bíblia toda. E se você não for ler a Bíblia toda, você não vai ser líder da gente. Mas está certo. Então, se... Ah, mas, cara... É o mínimo. É o mínimo. O mínimo que eu espero de você é que eu escrevi a Bíblia. Então, é obrigado.
Pastor, eu sou obrigado a ler a Bíblia. É, você é obrigado a ler a Bíblia. Mas sabe que esse discurso teu aí, essas imposições, que as pessoas vão falar, na verdade eu acho que é coerência. Mas essas imposições, Samuel, eu acho que assim vai muito contra a narrativa do bem-estar, do wellness, né? Que tem entrado na igreja. Você tem observado isso lá em Alagoas? Eu falo muito isso até nos casamentos. O pessoal quer casar pra ficar bem, mano. Você não casa pra ficar bem. Não, não, porque eu vejo aqui em São Paulo,
Ah, não, não posso servir demais porque eu tenho que preservar meu wellness, tenho que cuidar do meu bem-estar. Você tem observado isso? Muito, muito. Eu começo dividindo assim, né? Primeiro, você tem uma cobrança pro pastor, você tem uma cobrança pro líder pouco abaixo, e aí você vai diminuir. Tem uma pessoa que quer só assistir culto. Aí eu disse assim, mano, se você quer só assistir culto, você tá desperdiçando a sua vida, irmão.
Porque a gente vai até fazer uma série agora Em maio Que o nome da série é Discípulos ou clientes Você não foi chamado para ser cliente de uma igreja Você foi chamado para edificar uma igreja Então você foi chamado A única coisa que você pode fazer hoje Que você não vai fazer no céu É justamente
servir sua igreja e evangelizar. Porque lá no Sá, você não vai precisar abraçar as pessoas, você não vai precisar limpar... Orar pelo enfermo. Você não vai precisar fazer isso. Você não vai precisar liderar os jovens. Não vai precisar. Então, a hora é agora.
Só que as pessoas, elas querem se sentir bem. E, mano, e nem tudo a gente se sente bem. É que nem num trabalho. A pessoa diz assim, o cara quer trabalhar e quer que tudo seja bom. Mano, tudo que você vai fazer na vida, você tem o lado bom e tem o lado ruim. Então, você tem que abraçar o lado bom e o lado ruim. Cara, a Fabiola... Você tem falado isso para os jovens lá? Tenho, tenho. E o pessoal aceita?
Rapaz, alguns não aceitam, né? Mas tem que continuar pregando do mesmo jeito, porque a vida não é do que a pessoa aceita, né? A vida não é feita só de coisa que aceita. Nem eu concordo comigo muitas vezes, irmão. Porque, assim, às vezes eu acho que o pessoal tá idolatrando o wellness, cara. Não, com certeza. Mas quem que é teu Deus, cara? É teu bem-estar ou teu Deus é Jesus? Porque eu tava falando pra você em off...
que eu dou graças a Deus que no Jardim Getsemane Jesus não ficou pensando no wellness dele. Senão ele tava tudo lascado. Já pensou, Jesus lá, ah, mas e o meu bem-estar? Eu tenho que cuidar do meu tempo. Meu tempo. Entendeu? No inglês a gente fala I need my me time. Meu tempo pra mim.
Se eu fosse pensar no bem-estar, eu não tinha nem começado a igreja até. Eu comecei a igreja. Olha como eu comecei a igreja. De março de 2021 a março de 2022, a gente perdeu três gestações, meu pai morreu e os pais da família se separaram. Os pais da família eram grandes pastores. Em um ano e um mês, aconteceu tudo isso com a gente. Um ano e um mês. Na mesma semana que meu pai morreu, eu perdi a terceira gestação.
E aí, cara, a gente foi um mês depois de começar a igreja. Aí chegou lá, Fabio, ainda tem depressão. Mano, eu sou cheio de problema emocional. Você que tá vendo aí? Eu sou cheio de problema emocional, irmão.
Eu tenho que lidar diretamente com ansiedade, tenho que ter cuidado para não desenvolver esse domínio do pânico. E aí tem um dia que eu ligo, eu ligo assim, cara, eu vou entregar a igreja, eu não aguento não, eu vou ligar para o Théo Hayashi, vou dizer, cara, o que você quer para assumir as igrejas aqui? Eu não estou dando conta disso, é muito problema. Eu estava até falando com o Denio, um dia eu liguei para o Denio, Denio, estou pensando de verdade em entregar a igreja, não estou conseguindo.
Ele falou isso, hein? Falei para ele. Aí no outro dia eu ligo para ele, mano, acabei de alugar outro prédio.
E ele tudo ia entregar a igreja Pois é, se um dia eu for entregar Eu vou entregar duas Mas o que eu acredito Cara, não sou bem emocionalmente Tenho um bocado de coisa, eu tenho que tomar remédio Fazer terapia, eu não condeno essas coisas não Só que essas coisas Não definem o meu chamado Imagina eu chegar pra Paula e dizer Não vá pra Roma porque você vai morrer As pessoas dizem, mano, não pregue Porque você vai morrer, doido
Eu acho que a gente cai sempre nesses desequilíbrios. Certeza! Tem gente que se enfia no ministério de um jeito que detona a saúde física, detona casamento, detona vida financeira, vida que tem que deixar para os filhos.
Mas daí os caras vão lá para o outro extremo, cara. Certeza. Eu estou vendo uma geração naquele outro extremo hoje, idolatrando o wellness, falando, não, eu não posso servir. Como é que você pensa que você vai fazer um impacto no mundo? E é justamente esse ponto. Então, o que eu faço? Cara, eu me cuido. Eu vou num psiquiatra, eu vou num psicólogo. Só que, cara, eu tenho que pregar o evangelho.
Você está fazendo uma boa mordomia daquilo que Deus te deu. Se o custo de eu pregar o evangelho sei que eu vou ter que conviver com ansiedade o resto da minha vida, de boa. Eu pago esse preço. Uma vez eu falei lá na igreja e tal, é difícil, ansiedade. E você trocaria tudo isso? Não. Por quê?
porque não tem nada melhor do que pregar o evangelho e ver as vidas se convertendo e viver o propósito para o que Deus me chamou. Porque Deus te chamou para isso. Te chamou para isso. E assim, hoje é impossível o pastor dar conta de tudo, irmão. É muita coisa. Você sabe o que eu estou falando. Eu com certeza. Você sabe que às vezes você tem que chegar lá e tem que... É difícil. Não é o leão podia, cara.
Só que aquela coisa, novamente, eu não estou dizendo que você não tem que se cuidar, eu me cuido constantemente. Agora, o que eu estou dizendo é que, por mais que eu tenha isso, cara, eu continuo pregando o evangelho, porque não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim. Eu dizer, quando eu digo para mim, não pregar mais o evangelho, não ser mais pastor, por causa dessas coisas que eu estou lidando hoje, é a mesma coisa eu dizer para Paulo, Paulo, não vá lá para Roma, porque você vai morrer.
Porque era a realidade. E Paulo foi sabendo que ia morrer. Exato. Então eu acho que essa, quem sabe, é a morte moderna, irmão. É a luta moderna. É o coliseu moderno. Coliseu da mente. E eu acho que talvez a gente está faltando em pregar e falar sobre martírio. É isso. Entendeu?
E eu tava conversando, você conhece o Dani Simão lá de Quito, né? E no Equador, ele pastoreia lá. E ele tava escrevendo um livro, cara, que assim, eu falei, cara, escreve esse negócio rápido aqui que eu vou passar pra todo mundo. Muito bom. Que ele tá falando sobre teologia do sofrimento. É isso aí.
Porque, cara, você vai expandir o reino, vai ter muita coisa incrível, você vai glorificar Deus, só que você vai sofrer, cara. Não tem como você fazer ministério e ver conquista, e ver frutos. Sem você ter baixas, você vai ter baixas, você vai ter sofrimento. Jesus tem. Pode dizer uma coisa aqui que eu acho que falei pra poucas pessoas. Cara, quando Deus me chamou, foi muito difícil, ainda hoje é muito difícil.
Porque assim, mano, eu fui pra Maceió, fui cuidar da minha esposa, fui me dedicar nessa estação. Cara, eu perdi 70% do meu patrimônio. 70% do meu patrimônio foi embora. E as pessoas dizem, e eu e você farei tudo de novo? Tudo de novo, por quê? Porque eu sinto que eu sinto o dom doido da prata. Muito bom. Ele pode até me dar mais, mas se ele não der, foi pra esse tempo que ele me deu esse patrimônio. Quem sabe ele me deu esse patrimônio pra eu me queimar com ele, pra eu me queimar pra ele.
Porque daqui você não leva nada. Eu não levo nada. A minha semente, ela é eterna. Então, eu perdi 70% do meu patrimônio.
Se eu for calcular o que eu deixei de ganhar em três anos e meio que eu estou lá, porque cara, eu saí dos meus negócios, antes eu me dedicava 100%. Cara, se eu for calcular, eu perdi alguns milhões aí nesse negócio que eu deixei de ganhar. Samuel, se você se arrepende, de jeito nenhum. Porque o Deus que eu sirvo pode me dar um negócio novo, pode fazer alguma coisa. E se ele não der, eu estou fazendo para ele. Então, você vai perder alguma coisa.
Você vai sempre perder. E aí, isso aí é sacrifício. Entendeu? E o reino de Deus, você não tem como avançar no reino sem ter sacrifício. Abraão teve que sacrificar. A gente começa a ver todos os grandes homens de Deus. Moisés teve que sacrificar. Então, quer dizer, não tem como. O sacrifício é necessário para o avanço do reino. Faz parte do sacrifício. E o sofrimento é muito pedagógico, né? Com certeza.
Essa fase que eu passei da perca dos três bebês, divórcio pai da família, perca do meu pai, um ano e um mês, cara, foi essa fase que fez eu ser o pastor que eu sou hoje. Né, te forma? Foi, foi isso que fez o pastor. Você vai ser mais formado no sofrimento que na conquista. Com certeza. Eu até estava, eu sempre conto muitas minhas histórias na pregação, né? Aí teve uma irmã da igreja que chegou para mim e disse assim, pastor...
Já conheço todas as suas histórias. Eu vou pedir para Deus te dar novas histórias. Não, irmão, não peça agora, não. Estou sofrido, já sofri bastante. Deixa eu sofrer. Me dá um respiro aqui. Me dá um respiro de três anos. Eu vou passar. Porque essas histórias aí que tu conta, é tudo no choro, é tudo no sofrimento, é tudo na lágrima. Mas é desse esmagamento, cara, que Deus tira...
O melhor, irmão. Mas não é assim que a unção vem? É. É isso. O óleo vem quando a azeitona é esmagada. É isso aí. A próxima vez que estiver sendo esmagado, se enxergue como uma azeitona. É o melhor. É o melhor. Gente, o sofrimento é pedagógico.
Você não tira tudo que você viveu, mano. Você não consegue tirar. Mas essa mensagem, obviamente, é totalmente bíblica. Só que não é uma mensagem muito popular hoje em dia, né? E assim, eu acho que nunca foi popular. Porque o ser humano normal não é masoquista. Mas eu fico vendo assim, você tava aqui em São Paulo, foi pro Nordeste. E eu tava no Nordeste e vim pra São Paulo.
Na nossa ótica hoje, eu vou dividir um pouco o que eu penso, mas como é que você está enxergando a igreja evangélica no Brasil, liderada pela nova geração? Qual é o cenário? Lógico, você vai ter bolsos de alguns extremos, tem tanto o negativo quanto o positivo, mas de uma maneira geral, como é que você está enxergando? Porque eu sei que você viajou muito lá atrás, continua viajando para ministrar, agora você está nessa função de pastor local.
Só que você tem óticas por ter morado aqui e por ser do Nordeste. Estou viajando bem menos, mas ainda viajando de vez em quando. Mas assim, eu sou suspeito porque eu gosto muito de ter uma visão otimista. Sim. Eu sou um cara que eu sempre... Porque é muito bom. Eu sempre tenho a visão otimista da igreja brasileira. É aquela coisa, a igreja brasileira, ela tem seus problemas.
Só que eu me concentro naquilo que Jesus estava fazendo, naquilo que ele está fazendo hoje e naquilo que às vezes as pessoas não querem ver. Vamos voltar lá na década de 80. Sua mãe aqui. Se você chega para sua mãe lá na década de 80 aqui e dá um filme para ela de tudo que...
o Brasil estaria vivendo hoje, ela ia dizer assim, cara, o Brasil estar vivendo o que está vivendo hoje, só pode ser Deus. Não tem outra coisa. Então, o que é que eu vejo? Eu vejo que nós estamos vivendo o cumprimento de muitas promessas que foram feitas na década passada. Com certeza. Eu nunca esqueci, uma vez que eu estava na Nova Zelândia, e eu fui em 2018, foi 2019 para Nova Zelândia, e o pastor Sam Monk, ele me disse algo que me marcou muito, que ele disse assim, cara, a igreja do Brasil está vivendo avivamento.
Eu disse assim, não, mano, a igreja tem muitos problemas, né? Eu estava com essa visão, né? Aí ele falou assim para mim, Samuel, você não está entendendo. Eu começo uma igreja hoje, em qualquer país. Se eu tiver, depois de dois anos, 80 pessoas, eu tenho uma grande igreja.
hoje vocês começam a igreja as pessoas estão com sede, elas estão querendo 80 pessoas é a igreja que o fulano está começando agora porque as pessoas estão com sede então o mundo olha pro Brasil hoje e vê que eles querem viver o que a gente está vivendo aqui só que uma das coisas que a gente tem que superar é esse espírito de vira-lata que queira que tem de olhar pra cá e conseguir criticar
Mano, eu achei muito lindo aquele cara lá, o Andy Bird, né? Falei direitinho no inglês? É, Andy Bird. É, Andy Bird. É, eu já estou melhorando a inglês aí. O Andy Bird olhando para nós e assim, nos lidere. É isso. É uma parada. É humildade, né? É, é uma parada assim, mano, o mundo está olhando para o Brasil. Exato. E está vendo algo incrível. Esses dias eu estava com um pastor americano me mandando mensagem, perguntando as coisas assim, mano, esse cara é um cara incrível aqui, um doidinho aqui.
na Odédia aqui, mas os caras olham pro que a gente tava vendo. Lógico, até porque cara, você começa a olhar, recentemente teve uma o que eles chamaram de um avivamento lá numa universidade na Flórida, entendeu? E assim eu tenho pessoas lá dentro que eu conheço, que estão lá dentro participando, inclusive eu tenho um discípulo meu que tava lá Certeza
E quando eu vi isso nas redes sociais, eu falei, caraca, meu, um outro avivamento em uma outra universidade, porque a gente teve lá Asbury. Que, por sinal, a gente teve pessoas aqui da nossa liderança que foram pra lá e falaram, cara, tem uma coisa aqui muito genuína.
Então eu falei, cara, um outro? Deus, você tá fazendo outro lá? E daí eu mandei mensagem pra ele, eu falei, e aí cara, o que que tá acontecendo aí na Flórida? Tal, nessa universidade, e pelo visto aí, tá tendo aí uma coisa muito extraordinária.
E ele falou assim, é extraordinário para os Estados Unidos, para ir para o Brasil, isso aí é que nem um culto vox. É comum. O culto vox é o nosso culto de jovens. É isso. E daí, sabe o que eu falei? Ele não falou assim, desprezando o que Deus está fazendo lá. Mas sabe o que eu senti? Falei, a gente não valoriza o que Deus está fazendo aqui. Com certeza, cara. Deus está fazendo alguma coisa aqui. Os de fora reconhecem e falam, vocês estão vivendo o despertar.
Os de dentro estão falando, ah, mas... Não é normal, por exemplo. Lá em Maçã não é normal. A gente está acabando o terceiro culto e a pessoa não quer ir embora. Gente, eu tenho que acabar por causa da vizinhança, porque senão eles vão chamar... Não é normal. Eu já fui lá na fazenda, lá no... Sim, no Dumis. Lá na farm, né? Já fui várias vezes. Ah, Dumis Farm.
Tem uns anos que eu não vou lá, mas quando eu ia lá, quando o Igor comandava, eu sou muito amigo do Igor, eu ia lá pra ficar um tempo. Eu achava muito massa que o pessoal ia orar, e ficava entrando madrugada orando. Eu disse, mano, que legal negócio esse aqui. Isso aí, há seis anos atrás.
6 anos atrás já estava acontecendo mas é um espírito de vira lata de olhar e não ver o que está acontecendo olha o que a gente está vivendo aqui nós temos grandes pastores no Brasil vivendo coisas incríveis pessoas como Eib Ube Carlito Paz Théo Hayashi, Leandro Barreto tanta gente boa vivendo coisas genuínas aqui
E a gente quer olhar lá para os americanos e não estou dizendo que a gente pode aprender muita coisa com eles. Mas o mundo olha para nós e está acontecendo. E eu tenho essa boa visão da igreja brasileira. Eu vejo que algo está acontecendo. Então, eu sou daqueles que eu olho assim, está acontecendo, vai ter erros, porque sempre vai ter. Só que se a gente for olhar somente o erro, a gente deixa de olhar o que está acontecendo de bom.
É isso. Theo, eu não tenho jeito de pastor. Eu sou meio louco. Na verdade, eu sou totalmente louco. Você sabe disso. Mano, eu... Olha a igreja que a gente está começando. Se a gente fosse contar a igreja assim. Primeiro, imagine que você está vendo uma igreja onde o pastor é meio louco, totalmente louco. Ele é hiperativo, fala muito. A pastora é blogueira. Quando a gente foi para a Vaceió, a Fabi... Uma igreja desce de tudo, mas não dá certo. A pastora está amazada com a igreja.
o pastor meio louco, e aí vão lá, ela tá sofrendo, passa por uma depressão, no pior momento da vida deles, cara, o que faz um negócio desse? É Jesus, irmão. É isso. Agora, imagina se você vai lá na Europa, na Europa você não pode nem pregar. É.
É um outro contexto. Então, cara, glória a Deus. Eu vejo muito. Nós estamos colhendo muitas sementes que foram plantadas pelos nossos pais. Pela pastora Sara Hayashi, Valnice, Ana Paula Valadão. Por tantas pessoas que vieram antes de nós. E aí a gente tem que agora... Agora eu vejo isso. A gente também tem uma responsabilidade.
Nós temos que, e eu aprendi isso muito com você, você sempre me falou isso, nós temos que dar mais Bíblia para essas pessoas. Essas pessoas, a gente tem que ter Bíblia, a gente tem que chegar ao momento que conscientemente nós temos, ó, a gente pode até não crescer mais, a gente pode até perder pessoas, mas a gente precisa da Bíblia para essas pessoas. É isso, alimentar. Eu vejo assim, eu já vejo isso acontecendo, as igrejas começando suas escolas da Bíblia.
Eu vejo as bases missionárias que estão começando no Nordeste. Eu, inclusive, estou sonhando. Depois do decente, estou sonhando até com a base missionária no Nordeste. Vambora, mano. Estou sonhando. É isso, é isso. Então, eu vejo que isso está acontecendo. Se você pega o Brasil há 20 anos atrás, se você quisesse fazer uma escola de missão, você só tinha que achar o cumprimento.
É, pouquíssimas, né? Pouquíssimas. Além da Jocum. Hoje você tem várias opções e continua crescendo, nascendo. E o Brasil é o celeiro de missões. A realidade é que a gente está em 2026. Até esse século terminar, você tem 74 anos.
E tudo indica que o Brasil, nos próximos 74 anos, não vai parar de enviar missionários e vai ser a nação que mais vai enviar missionários. Assim como os britânicos foram no século XIX, assim como os americanos no século XX, eu estou declarando profeticamente que o Brasil vai ser no século XXI. E essa é uma das coisas que eu mais oro para a gente ter um governo que venha a ajeitar a economia. Cara, é isso que eu queria falar. Política, me conta. Fala aí, o que você está pensando aí?
Sobre política? É. Você está orando falando de governo? Pois é. Tem que ajeitar a economia? Eu quero que venha um governo que a gente... Mas você não está com a picanha em dia? Como é? Não, a picanha não está em dia, não. É porque eu acredito que se vier um governo que ajeite a economia e faça o brasileiro, ele perdeu muito o poder de compra dele.
E claro, isso reflete em toda a cadeia da igreja, em tudo. E eu não estou falando na questão da igreja, sobre os bens e os afetos. Eu acredito que se a gente passar por uma prosperidade econômica, automaticamente o brasileiro, o crente, já ajuda muito.
Já ajuda muito. A igreja brasileira é muito comprometida. Muito pelo que ela tem. A igreja brasileira é o pobre que dá mais do que tem, porque não é a igreja rica. E aí eu acredito que se a gente tiver isso, a gente vai viver muito mais. Então eu tô orando que venha um governo sério. Mas se você quiser falar...
política abertamente e a gente fala que não. Não, cara, o que eu tô falando é o Brasil tá cheio de problema, tá? Tem muita coisa incrível, mas também tem muita coisa que tem que ser consertada. Mas o que eu tô esperando, assim, independente de quem for ganhar, é pelo menos ajeita a questão da impunidade e dá um jeito da economia, é o que você tá falando. É isso. A gente tem que ter um sistema de justiça que funciona minimamente. Certeza.
E tem que ter uma economia que me dá condição de crescer. É só isso. Parar com essa taxação maluca que está acontecendo. E sabe o que eu oro? Eu oro muito assim. Nós estamos há 12 anos em guerra.
Tem 12 anos que a gente está em guerra no Brasil. Desde a eleição da Dilma, que em 2014 começou uma guerra, uma polarização que vem até hoje. Cara, o que eu mais oro é que vem alguém que realmente chega e passa a dizer assim, cara, vamos parar aqui, vamos construir. Foi prometido, né? Nas últimas eleições, o vencedor tinha prometido que iria pacificar e não pacificou. Vamos pacificar o país, vamos cuidar. Judiciário, você vai votar só, ser judiciário, não vai aparecer mais.
legislativo, você vai voltar a legislar e deixa que a executiva aqui vai trabalhar. Eu oro pra alguém que consiga chegar no Brasil e pacificar o país nisso daí, e claro, sem abrir mão dos nossos valores. Mas assim, eu apesar de ser um cara de direito, eu sou de direito, isso eu nunca escondo em ninguém, né? Eu sou de direito.
Mesmo sendo do Nordeste, eu sou de direita. E por sinal, quando eu estive lá no Nordeste, eu conheci muita gente que não concorda com essa política populista que o Sudeste pelo menos taxa. Certeza. O Nordeste como é, lá no Nordeste é tudo esquerda.
Não, não é. O voto do Nordeste não é ideológico para começar. O voto do Nordeste não é um voto ideológico. Mas assim, eu não sou aquele cara que eu acho que o Bolsa Família, por exemplo, de tudo ela é ruim. Eu acho que ele precisa ser reformulado para que, tipo assim, é matemática. Se eu tenho mais gente recebendo o Bolsa Família do que trabalhando...
Não vai dar. Isso nunca deu certo em local nenhum. Então, uma das coisas que eu oro pelo meu estado é que eu quero mais gente trabalhando com carteira assinada do que simplesmente recebendo Bolsa Família. Senão não tem liberdade econômica. E aí eu fico imaginando, porque a gente não faz uma zona fônica no Nordeste onde a gente tira a área de imposto e leva as indústrias e o cara entre aspas, ele vai fazer um curso. Eu não sei.
quem tem que pensar é o governo, mas a gente tem hoje, por exemplo hoje, por exemplo, fenomenal construção civil que eu também sou construidor, cara, tá muito difícil contra mão de obra, tá muito difícil então eu oro pra... É, porque o cara já tô ganhando aqui do governo, pra que vou sair de casa pra trabalhar? Certeza, certeza e aí eu oro pra que venha esse cara pacificar e que... E eu oro também sabe, assim, eu vejo
que não tem como a gente sonhar com o Brasil melhor se a gente não construir o Brasil em cima de verdade. Certeza. E eu oro para tudo que está escuro vir à tona. Independente. Pode ser o pessoal lá da ala conservadora ou da ala progressista. Está errado, tem que vir à tona. Está errado, tem que vir. Pode ser Lula, Bolsonaro, tem que vir à tona tudo. Esse negócio do INSS que vem à tona tudo.
Não importa quem seja, a gente tem que limpar. Porque se não tiver em cima de verdade, o Brasil não vai prosperar de verdade. Agora, de todos que você falou, eu acho que o que mais mexe comigo é o INSS.
principalmente ele, porque assim, o que é o INSS, cara? É você pegando o aposentado, mano. É muito antibíblico, né? É. Deus, ó, se você ver, Deus, ele tem uma aliança eterna. Não, quando a roubalheira é antibíblica, mas essa aí... É pior. É porque assim, Deus, ele tem uma aliança eterna com dois tipos de pessoas.
Com o off e a viúva. É isso. Ele tem uma lença até. Então, eu até digo pra você que tá assim, você quer ser abençoado, cara, cuida do off e da viúva. É isso. Aí você vê um país, mano, que pega da viúva, mano, do off, que muitas das pessoas que recebem o benefício, também é um off que recebe. Não, é por isso que eu tô falando. Tem que trazer à tona. Tem que trazer à tona. A gente tá em ano de eleição, a gente tá aqui, ó, mês 4, né? Mês 10 as eleições. Então, a gente tem aí coisa de 5, 6 meses ainda.
Cara, a gente tem que estar em oração. Com certeza. A gente tem que exercer nossa cidadania terrena, mas a gente tem que estar em oração. O pessoal pergunta para mim, você está orando para o fulano ganhar, ciclano ganhar? Não, eu estou orando para que tudo que estiver obscuro venha à luz. É isso. Eu estou orando para que a justiça de Deus venha imperar no Brasil.
E eu estou orando para que Deus venha estabelecer o reino na nossa nação. É isso, é isso. E eu sei qual é o governo que não tem permitido isso acontecer. Eu não vou votar nesse governo. O meu voto muito mais é ante aquilo que atrapalha do que em favor de um nome. E minha outra oração que eu faço é que, assim, o Brasil tem muito tempo que ele vota em que ele não gosta.
Por exemplo, eu voto tipo assim, o voto é muito mais tipo assim, eu não voto da rejeição. Tipo assim, eu votei no Bolsonaro na eleição passada, mas eu votei muito mais no voto anti-Lula do que por amar o Bolsonaro.
Eu acho que é um pouco do retrato da falta de opção. Certeza. Tipo, cara, me dá aqui. Eu tô falando assim que a gente é beneficiado aqui em São Paulo porque a gente tá com um governo hoje que tem um propósito. Cara sério. É uma direção, tem um plano de governo, a gente tá indo pra lá. Enfim.
Eu sou fã dele, eu queria botar até ele para presidente, para falar abertamente. Para a gente que está em São Paulo, a gente está feliz que ele vai continuar. Só tem que ganhar, né? Tem que ganhar. Tem que trabalhar. Ganha só quando ganha mesmo, né? Um dia eu mandei uma mensagem para ele, ele disse assim, rapaz, eu acredito muito em você, eu estou orando para você, eu oro para o governador aqui, os caras que eu oro, eu sou suspeito. Muito bom.
Galera, a gente tá chegando no nosso fim, do nosso episódio. Eu espero que isso aqui tenha te abençoado, tenha te edificado. Samuel, você sabe que isso aqui foi o nosso segundo, né? Pelo visto, tem muito mais assunto. Tem muita coisa. Vamos fazer um terceiro daqui a pouco. Deixa surgir mais B.O. pra gente comentar. Muito bom. E daí a gente volta aqui pra parte 3. Eu gosto daqui que a gente comenta sem medo, né? E eu já digo logo. Eu sou daquele que assim, cara...
você, que é... Eu admiro quem se posiciona. Não tem coisa que você tem que se posicionar mesmo. E eu vou falar uma coisa pra você que tá assistindo a gente. A questão não é nem coragem, sabe? As pessoas falam, Deus, você é corajoso, você se posiciona. Eu falo pras pessoas, não é que eu sou corajoso, é que eu não sou burro.
Porque, cara, como é que você vai viver num Brasil? Daqui a pouco a gente tá batendo 40% da população evangélica. Você é pastor. Quem que é o líder do evangélico? É o pastor. Como é que você vai se isentar de falar de um tema onde 40% da população precisa de uma direção? Como é que eu vou exercer minha cidadania? Então, quer dizer, eu vi isso acontecer. Você falou sobre as eleições, né? Esse é ano de eleição. Quatro anos atrás e oito anos atrás. Eu vi a diferença.
de 2018 pra 2022 de quantidade de pastores se posicionando. Então tem os caras que ficam em cima do muro
e tem colegas nossos lá, que é tudo em cima do muro do nosso grupinho lá, fala, meu irmão, para de ficar chutando contra os aguilhões, que nem diz lá em Atos 9, você não tem pra onde fugir, você vai ter que se posicionar. Então eu já saquei esse negócio lá em 2018, falei, eu não sou burro, é melhor já me posicionar aqui de vez, porque pra onde esse negócio tá indo, não tem como ser pastorear e liderar sem se posicionar politicamente.
É porque tem coisas que, tipo assim... E quando eu falo posicionar politicamente, eu não tô falando que tem que votar no fulano ciclano. Mas você tem que ensinar o povo. É assim que se vota. Não dá pra você ter um pessoal que ama Jesus voltando na agenda woke.
Não dá, não tem como. Por isso que eu estou falando, não é em cima de candidato, tem que ser em cima de princípios. Então você tem que ensinar a igreja. Somos a favor da família, da liberdade. Essa pauta é bíblica e você nunca vai ter um candidato que vai estar 100% bíblico. Infelizmente, no mundo falido que vivemos, você escolhe o menos pior.
Eu defendo isso, cara. Se posicione, defenda seus princípios. É isso. Família. Não é em cima de candidato, é em princípios. Liberdade. Mas você tem que votar a próxima vez aqui, a gente vai continuar esse papo aí, quem sabe depois das eleições ou depois do Brasil ganhar a Copa. Tomara que sim, né? Tomara que ganhe. Galera, fica aqui mais um episódio. Obrigado, Samuel. Valeu.
Eu tava tentando terminar, agora você tá me cutucando pra gente continuar. Tá bom a conversa. Tem que convocar o Neymar, Sérgio, tem que convocar.
Eu acho que sim, velho. Eu acho que tem. Acho que tem que levar ele. O Neymar tem que entrar, tipo assim, ó. Deu 15 minutos do segundo tempo, 20 minutos do segundo tempo, tem que botar um cara, velho. Eu acho que o Neymar é o cara que ele assusta, né? Só joga 30 minutos. Só dele estar lá, o técnico já muda a estratégia, você tá entendendo? Não, ele intimida. Ele intimida. É isso. Não, e o cara é craque, mano. O cara é bom, viu? O cara é bom. Eu concordo.
Tem que levar o Neymar, vamos torcer pro Brasil ser campeão. É isso aí. Flamengo campeão de novo. São Paulo não vai chegar em local nenhum. São Paulo precisa de um avivamento, velho. Eu falei pras pessoas, alguém falou, ô, o São Paulo precisa de um avivamento. Eu falei, não, o São Paulo precisa de uma ressurreição. Já não é uma... É muito tempo, né? Não tá dormente mais, já morreu, cara. Você tem noção que faz mais de 21 anos que vocês foram campeonatos da Libertadores?
É muito tempo, viu? Mas não precisa ficar esfregando isso aqui. Não no meu podcast, cara.