Ep12 - Concerto Chico da Tina; Assaltos na Foz e comidinha da boa como sempre
Comi comida em que o prazo de validade acabou no ano 2023
- Jogo AVS vs PortoCampeonato português de futebol · Condições meteorológicas adversas · Preços dos bilhetes · Porto
- Farinha vencidaValidade de alimentos · Receita do TikTok
- Homenagem a Michael JacksonFilme sobre a vida do artista · Polêmicas e acusações
- Concerto Chico da Tina na Queima das Fitas
O Big Show está no ar. Olá! Sejam muito bem-vindos a mais um episódio deste grande podcast que fica ainda mais grandioso quando a Diana está presente. Hoje não está presente, Diana. Saudades, meu amorzito.
para vocês também sentirem saudades. Não posso, coitada, também não posso usar sempre a voz dela de graça, não é? E tenho que perceber isso. Ela disse não. Não. Nestas condições. Não dá. E não dá. Pá, eu estava aqui nos apontamentos, que eu até estava a cantar Michael Jackson antes de começar esta gravação, só que depois percebi que talvez o micro estava um bocadinho baixo. Pá, vocês foram ver o filme do Michael Jackson?
O filme tem boa imagem e tal, não conta as polémicas, pelo menos nesta primeira parte, e digo a primeira parte porque eu não sabia que era um filme que tinha duas partes, ou várias, sei lá. Eu só vi a primeira, não é? Então o filme acaba assim do nada. No meio de um concerto, e pumba. Acabou o filme. Créditos. Pronto. Não tenho grande coisa a dizer do filme. Parece, sei lá, parece uma playlist, sabem? De ele a cantar e tal, mostrar que ele era maltratado pelo pai.
o crescimento dele, pronto, e é isso, que era muito usado, pronto, e não contaram mais nada. Já sabemos que Michael Jackson é uma figura muito polémica, há quem acredite que ele foi pedófilo, há quem não acredite.
Eu já nem sei no que é que acredito. Mas que foi um artista do Queralho. Foi. Desculpem as palavras. Estou aqui um bocado sem filtro. Vamos lá. Começar isto. Porque isto aqui era só uma introdução pequenina. Vamos ver que tópicos. Ah, já que falei da Diana. Não é que outro dia a Diana estava a cozinhar. Disse, ah, estou aqui a fazer uma receita.
que vi no TikTok, ou aqui meter uma farinha no frango, e eu assim, mas que, acho que era farinha, era farinha, mas que farinha é que nós temos aí, tu não causas farinha para nada? Ah, tinha ali uma na dispensa, e eu olhei assim para o pacote da farinha, e eu olhei para os outros, e eu assim, este pacote, este pacote está aqui desde que eu vim para esta casa viver.
E ouçam, eu vim viver para esta casa em final de 2022. E olhei para o pacote e disse, olha, não acredito. Fui ver a validade e a validade acabava em 2023. Já não me lembro do mês, mas acabava em 2023.
Estava aqui a tentar confirmar a data que eu ia aqui morar Mas pronto, é mais ou menos isso E eu fiquei assim especado a olhar para ela E ela diz-me assim Farinha Não tem validade Farinha Eu disse, não tem validade, porque é que metem? Vocês concordam com isto? Vocês comiam? Digam-me Agora sim, é o episódio ideal Para vocês comentarem Em força Vocês comiam Farinha de 2023 E-mail
Imaginem a minha cara nesse jantar. Vem, isso vai dar merda. Isso vai me fazer mal. O estômago. Pá, realmente não fez. Mas vocês comiam. Se vocês estivessem a ver, ah, então o que é que estás a fazer e tal? E o vosso amigo, o vosso namorado, o namorado dizia assim, estou aqui a cozinhar com uma farinha. 2023. Eu comi. Mas pronto, estou vivo aqui, por isso.
Está tudo bem. Vamos à atualidade neste telejornal. Vamos começar... Ah, vou começar primeiro pelo jogo do Porto nas Aves. Meus amigos, apanhei a maior molha da minha vida a ver um jogo de futebol. Eu jogar futebol na tanga com amigos. Já apanhei mais. Muito mais fortes, muito mais ventoso, muito mais chuvoso.
Ouçam, mas apagar bilhete para ir ver um jogo ao estádio, e atenção, com os preços praticados para ver este AVS Porto foram loucos. Vocês sabem quanto é que custou cada bilhete? 27€, 27€ para ir ver o AVS Porto com tudo resolvido, Porto campeão, AVS na segunda divisão, 27€, mas... Dizem-me assim, amigas, tu foste porque quiseste.
obviamente, dizem-me assim quando é que compraste o bilhete? ou quando é que estavas a combinar a ir ver o AVS? eu achava que o AVS ia ser o jogo do Porto campeão depois o Sporting lá antecipou a festa porque empatou ou perdeu, já não me lembro e o Porto foi campeão em casa mas toda a gente estava a pensar que era ali naquele jogo então combinei, ia ver aquele jogo e tal e claro que fui na mesma porque eu gosto sempre de ver o Porto
E diz-me assim, viste a meteorologia? Vi, claro que vi. E disse, isto vai dar merda. Ainda por cima, fui com a Diana, já sabem que a Diana é a grande adepta de camarote, fui com a Diana e disse, pode ser que não chove. Às vezes, a meteorologia, ou a previsão da meteorologia, está errada.
Mas não estava. Acho que aguentei para aí dez minutinhos, a não chover ou a chover muito pouco, e de repente, as pingas, sentias as pingas pesadas nos ombros, taca, taca, taca, não era granizo, mas era quase tica, tica. E eu, toda de encharcado, a primeira parte ainda aguentei, na segunda parte estava com um casaco,
impermeável, só que depois na ponta do casaco embaixo, na calda vá aquilo estava a pingar e de repente olho para as minhas calças ouçam, e tinha as calças completamente ensopadas, aliás eu na viagem de regresso a casa
vim sem calças peguei num casaco que a minha mala é sempre um guarda-fatos peguei um guarda-fatos um armário e meti o casaco à cinta como se fosse uma saia e lá vim eu para casa, porque eu estava completamente molhado as minhas sapatilhas também todas encharcadas as calças, minha nossa senhora aquilo que parecia que tinha é
Sabe, peguei nas calças, mergulhei numa piscina e tirei-as. Olha, na parte de trás era assim que estava. Mas pronto, ainda por cima foi um grande jogo, não é? Minha nossa. Mas eu encaro isto como pré-época. Claro que eu queria que o Porto tivesse ganho o jogo, mas perguntam-me assim, do eu-te a derrota? Zero. Do eu-me zero.
Para mim, o Porto é campeão, o campeonato acabou. Isto é pré-temporada, pré-época, os outros estão ali a lutar pelo segundo lugar, para não descer, mas para o Porto acabou. Pá, refresquem um bocado. São aqueles jogos que, dar minutos a quem não jogou, para ver, ok, será que eu quero ficar com este para a próxima temporada? Quero. Ou então, já sei que não quero ficar com este, mas ao menos, olha, vou dar aqui uns minutinhos para vender o miúdo, não é? Pá.
Joga aqui uns minutinhos, algum clube pode gostar e assim abre um bocadinho de mercado. Temos aí algum puto para meter a jogar minutos também? Pá, Tiago Silva, vais jogar. Grande promessa da formação do Porto. Boa. É isso que eu gosto. Nos últimos jogos. Agora, é, pá, eu não sei o quê, mas temos que fazer o recorde de Porto. Pá, ok, era fixe. Mas eu não sou esse. Eu sou campeão, missão, mais do que cumprido. Pá, podem perder o resto dos jogos todos.
Vou gostar? Não vou. Mas fico... Ai, fico triste? Não. Não fico triste. É normal, pá. Siga. Campeões, já está. Eu sei que na bancada havia muita malta a dizer que tem uma vergonha. Como é que vamos perder com o último? Acabou o campeonato, malta. Acabou. Já está. E pronto, foi assim que eu encarei esse jogo. E está feito. Antes disso...
acredito que muitos de vocês viram, tive grande evento na minha carreira musical, enquanto bailarino, coreógrafo, seja lá o que for, porque Chico da Tina, grande chiqueza da Tina, Chico da Concertina, convidou-me para ir ao palco na Queima das Fitas.
e eu fiquei muito lisonjeado ao mesmo tempo muito burrado porque isto é assim falar para uma câmera falar para este lindo microfone que eu estou aqui falar em direto na televisão
É fácil. Não é, mas estou habituado. Estou habituado. Agora, falar para uma multidão, olhos nos olhos, dentes nos dentes, orelhas nas orelhas, aí, aí, minha gente, aí, aí, aí aperta. Aperta. Pelo menos comigo apertou. Aperta porque a reação é logo ali. É logo ali. Diz uma merda, se alguém reage...
Aí ok, correu bem. Imagina que eu dizia, como eu disse ali, não é? Malta!
diziam que jogámos muito pouco. E ninguém reagia. Imagina a mim. Eu sou uma merda. Só que ali, vou explicar o sentimento. Não, posso contar o dia também. Então o dia também. Eu nem sei o que é que fiz no dia da queima. Deixa eu ver se tem aqui na minha agenda. Porque eu fui ter com toda a equipa de Chico da Tina.
por volta das oito e meia. Jantamos num restaurante em Matosinhos, já não me estou a lembrar do nome, mas era aquele jantar já pré-encomendado, tudo rápido, porque eles fizeram o sound test e depois foram a um jantar e voltaram para aqui. Então convidaram-me, muito simpáticos, da parte da equipa do Chico, para jantar com eles.
ainda era uma equipa grande não tinha noção que era tanta tanta gente apostava para aí pelo menos 15 pessoas mas eram, eu acho que eram para aí 30 não sei se estou a exagerar mas acho que estavam 30 pessoas na mesa então já estamos lá olha calhei ficar à frente do Chico foi fixe porque deu para fazer ali algumas perguntas e olha o Chico pá o que é que eu faço quando tu me chamares
e pronto, era só subir ao palco nós vamos sair antes, vamos fazer o concerto todo não vamos tocar a última dança foi o que o Chico me disse, não vamos tocar a última dança saímos e depois o pessoal fica não tocou este e isso aqui e nós voltamos e havia a dúvida se o Lucas, o Lucas Maia que é o cantor de referão ia chegar a tempo, porque o Lucas teve um concerto em Lisboa e achava que não ia chegar só que de repente a coisa diz pá E aí E aí E aí E aí
se calhar vai dar, e Lucas chegou faltava 20 minutos para o concerto acabar era mesmo 20 minutinhos para o concerto acabar, chegou
Ainda deu tempo, mas há que preparar, meter o retorno, um género de um fone que o pessoal tem no ouvido para ouvir a voz e tal, e deu, ainda bem. Porque para nós portistas, aquele refrão do Lucas a cantar vai ficar na história. Então ele chegou, eles entram primeiro, antes de eu entrar, até de Lucas chegar,
nunca tinha essa experiência na queima. Eu entrei sempre pela porta de bilhetes normais, não é? E aquilo, quem tem credencial, lugar de estacionamento, entramos de carrinho, assim sim. Assim é uma experiência premium. Uma experiência, pá, como deve ser de queima. Porque a experiência normal de queima, muitas vezes chove, não é? É chegar já toda decidida.
já está demolhado, vais de metro, vais de táxi, e depois para arranjar um Uber ou um táxi para voltar para casa. Quer dizer, eu era dos finos, porque há muita gente que tinha que ir de metro outra vez. Eu ainda tinha amigos para dividir o táxi na altura. Acho que nem havia Uber, claro que não havia Uber. Então era isto, mas era tudo uma luta. Para arranjar um táxi na altura, vi gente a andar à porrada para arranjar um táxi. Não agora, estou a dizer há uns anos.
Mas esta experiência, isto sim. Isto sim é ir à Caima. Credencial, entrar de carrinho, estacionar mesmo atrás do palco, era só subir para o palco que estava no palco. Percebi que mudaram a posição do palco. A última vez que eu fui à Caima foi há 11 anos e o palco estava de lado para o mar.
Acho que estou a dizer bem. E agora está de costas. Acho que é isso. E depois já, mesmo ao longe, vi que há zonas de comida contendam, não chove. Antigamente não havia. Não sei se é novidade esta ou não. Mas é novidade dos últimos anos. E pronto, cheguei de carrinho, li o backstage com os contentores para estar lá um bocadinho. Depois começa a chover. Staff da queima também a tirar as televisões e tal para não estragar. Tudo que era eletrónico.
Baixo e com a Tina e eu e a Diana, a Diana foi comigo, ficamos ali no lateral, a ver o concerto. Pá, ouve-se muito mal ali de lado, ouve-se pessimamente. Dá para perceber quais são as músicas, mas o som é muito abafado, sabem? Porque as colunas estão viradas para o público e não estamos de lado. Então ouve-se muito mal.
O concerto do Chico tem a piada de ser... É uma desorganização organizada, que é insufláveis, bolas gigantes, patos gigantes, boias de piscina e depois eles atiram para o público. Eu nunca tinha visto um concerto do Chico. Tinha essa curiosidade, nunca tinha visto. Então ali, quando eu estava lá de lado, era... Será que quando o Chico me chamar, quando o Chico me chamar eu vou perceber? E pronto. Aquilo passou, é uma hora de concerto.
Chegou o Lucas, eles entram primeiro A cantar E sabem quando dá a música e vem o primeiro Referão, pá, deu-me um arrepio
Porque, é assim, eu sabia que muita gente conhece a música, e sei que a dança também bateu, está tudo bem. Não estou aqui agora com um falso humilde. Eu sabia disso. Sabia que há muita gente que conhece, o Porto também já tinha sido campeão, ajuda à festa, o pessoal está na queima, a maior parte já está com os copos, também já está mais solto, eu sabia tudo disso. Mas o impacto, eu nunca, ainda não tinha experimentado esse impacto daquela música.
com uma multidão a cantar, sabem? Então quando eles entram, e o Chico e o Lucas puxam, já só puxam o quero, e deixam as pessoas cantarem, houve, deu-me um arrepio, disse, pá, o que é isto? Parecia uma música dos Queen, sabem, toda a gente sabe. Era tudo, quero! Eu quero estar contigo. E estremecer. Quero estar contigo esta noite.
Aí, confesso que me emocionei um bocado. Depois, o Chico faz-se propósito para cantar. Para cantar, já tinha cantado ele. Para cortar. E DJ, para, para, para. E chama-me ao palco. E aí, todo borrado, mas alguma coisa em mim, quando me chamam, quando eu já estou ali já picado para pegar no microfone, o nervosismo passa.
Só que deu-me para aquilo, que foi a cena do jogo um pouco, porque é uma brincadeira que eu gosto. Só que a minha referência, eu tinha achado muita piada ao Gabri Veiga a maneira que ele falou. Não sei se viram nos festejos lá no Dragão, quando mal fomos campeões, o Gabri vem com esse discurso meio com uma pronúncia, a pronúncia dele, claro, mas na tanga.
dissiam que o presidente sabia que não íamos chegar lá porque é treinador. Ah pá, ele tinha isto na cabeça, só que achei, pá, não vou imitar a forma do Gabri falar, até porque pode ser mal interpretado, não é? Só que eu acho que a maneira que ele fala é muito engraçada, que é meio um portunhol, não é? Só que, pá, eu na altura já nem sabia bem o que é que o Gabri tinha dito.
Mas tinha aquela cena de... Não, vou dizer a cena de jogam pouco. Até porque tinha comprado a camisola para a Diana a dizer jogam pouco, 31. Então eu só disse, malta, diziam que jogávamos muito pouco. Ouviu bem assim um... Pela primeira vez senti a sensação de um cantor com sucesso, sabem?
E o género, este gajo, pá, este gajo é o maior. E não, não é? Mas, este gajo, pá, o que é que ele disse? Este gajo fala muito bem. Não, não tem nada a ver, mas senti isso. E depois aquilo encoraja-me e eu, muito pouco. Pá, perdoe-me. Foi o meu momento convencido, em cima de um palco. Acho que não vai voltar a acontecer, eu quis aproveitar esse momento. Depois foi só ensinar a dança.
depois toda a gente a fazer o Chico tem muita gente no palco a Diana gravou uns planos de costas no palco e depois ainda muita gente identificou-me nos vídeos estava muita gente a marcar-me e eu vi as imagens que eram melhores do pessoal a marcar-me
Eu respondi, o pessoal que meteu o meu arroba, eu respondi a dizer olha, consegues mandar este vídeo? Pronto, eu consegui reunir os melhores vídeos e fazer aquele Reels que eu postei e pá, quando eu ouço a primeira vez, arrepio-me sempre. Acho que foi o meu momento superstar. E peço mais uma vez desculpa, porque eu não sou esse gajo. Mas foi o meu momento superstar e fiquei mesmo feliz, vai ser uma memória.
Sabem aquelas memórias core, acho que estou a dizer bem, que ficam para sempre? Essa memória de eu olhar para a multidão e atenção. Porque estava a chover a potes. Estava a chover muito. Nem sei como é que tanta malta ficou ali na mesma. São jovens, não é? Nós quando temos 20 anos aguentamos tudo. É mesmo com bastante velho.
Mas é verdade. Claro que houve muita gente que saiu para as zonas cobertas e bem, malta, pelo amor de Deus. Mas ficou, a multidão ficou. Até porque o dia estava esgotado. Se não tivesse a chover, eu acho que ia ser tipo um mar de gente...
quase infinito mas como estava a chover muito o pessoal tentou-se abrigar mas mesmo assim era muita, muita gente então, olha, mais uma vez muito obrigado ao Chico muito obrigado ao Lucas sabem quando eu comecei a fazer esta dança
que não foi nada pensado, foi num jogo que o Porto era difícil, acho que era fora com o Famalicão, depois muita gente dizia que o Porto ia escorregar aí, ia escorregar, ia ser o jogo dos mais difíceis do ano, o Porto ganhou. E eu fiz aquela dança, na altura até no estudo do Porto Canal, que fazem lá uma simulação do balneário, e aquilo pegou, depois fiz outra, fiz outra, claro que percebi que o pessoal estava a gostar e continuei a fazer.
mas foi zero pensado, na altura até tive algum medo porque eu sabia que, ok, vai dar mais views e mais plays à música e isso é sempre bom para o Chico, é sempre bom para o Lucas mas também, de certa forma, estava a associar muita música ao Porto, a futebol
e eles podiam não querer, eu não sabia sabem quando também pegam numa música sei lá, a Vodafone por exemplo, uma marca, pega numa música e mete numa publicidade, num anúncio a música quase que passa a ser da Vodafone e já não é uma música, é um anúncio eu tinha esse medo que eles ficassem chateados, mas não
foram impecáveis comigo, eu sei que também há um lado que eu ajudei, claro, mas esse lado, o outro lado, eu percebo muito bem que eles pudessem ficar, não digo chateados, mas que não gostassem tanto da música estar tão associada a uma cena de futebol, pronto, não interessa, não os conhecia de todo.
Mas eles ficaram muito felizes, porque também a música subiu bastante, no Spotify, essas coisas, e correu tudo bem. Fiquei com uma boa relação com o Chico, uma boa relação com o Lucas, dois bons gais, gostei muito de os conhecer. Então queria-vos também contar um bocadinho dessa minha experiência, porque foi...
Muito fixe. Que horas são? São 8h31. Já não tenho muito tempo para gravar isto. Quanto tempo vai? Já vamos em 20 minutos. Até porque tenho que ir jantar. Mas ainda tinha aqui uns tópicos para falar com vocês. Mas era tudo muito rápido. Deixa-me ver aqui o que é que eu tinha. Ah!
sabem aquele post que o Porto colocou dos jogadores a chegarem depois das folgas eu tenho que dizer isto porque fiquei mesmo muito fodido estou numa fase de bloquear a gente sempre que vejo um anormal a comentar eu bloqueio porque não quero aquela energia para mim, não sei se estou certo estou errado, mas estou nisto
E nesse post, o Vasco Souza, que é um jogador do Porto, teve uma lesão muito grave, estava emprestado ao Moreirense, e voltou para o Porto para recuperar. O Porto também, claro, é jogador do Porto, deu todas as condições para o Vasco recuperar, continua a recuperar.
Foda-se, estava lá um gajo a comentar e a dizer Vais que souza, não me merece estar aqui. Foda-se, o pessoal não tem mesmo noção. Põe não. Era só para desabafar, também não quero estar a dar aita aqui a ninguém. Mas olha, mal vi aquele comentário e bloqueei aquele gajo.
Um puto que sempre mostrou ser super portista, vestir a camisola, dar tudo em campo. Depois podem pensar, ok, se calhar o Vasco tem qualidade para estar no posto, se calhar não tem, se calhar teve oportunidades suficientes, se calhar não teve. Cada um tem a sua opinião. Mas naquele momento...
em que o miúdo está a recuperar de lesão o Porto foi campeão vai lá um gajo dizer é uma vergonha, acho que sou de estar aqui como é que é possível o Porto ainda ter vai-te foder meu, desculpem foda-se a malta mesmo é normal olhem, comida deixa-me ver o que é que eu andei a comer esta semana isto é um podcast de comida, já sabem ah, fui aos ciclos presuntos
nunca tinha ido, não sei se vocês conhecem já devem ter visto assim uma sand que vem com muito presunto até parece demasiado mas não é e o Chico dos Presuntos abriu não é uma loja, um espaço novo que eu nunca fui ao original o original é de sentar, uma mesinha, comer não é só sande de presunto, tem mais coisas mas abriu ali um na Praça dos Palveiros no Porto e eu ia lá almoçar com um amigo meu e ao Gazela dos Cachorrinhos e aí
E outro nosso amigo estava a demorar e disse, olha, abriu aqui uns 5 de presuntos, vamos lá, pedimos uma santa, comemos meia cada um, bemos um fino e siga. Eu tinha curiosidade. E aquilo realmente, aos meus olhos, parecia muito presunto. Dizer, pá, eu vou abocanhar isto. Sabem quando o presunto vem colato, não consegues separar o presunto do pão e vem o presunto todo e depois só fica o pão? Não, mas aquele presunto é mesmo, não sei se é a palavra certa, mas é mesmo tenrinho.
e tu mordes e é como se mordesses, sei lá um bom bife um bom bife a carne que tu queres que venha para a boca vem e a carne que tu queres que fique no pão fica, acho que é uma boa explicação pronto, foi isso e fiquei agradado, uma santa acho que é 3 horas e tal sem queijo
eu acho que aquilo é um grande snack vais lá, bebes um fino, pão, começando por zon, siga e eu, olha, gostei da experiência depois fui ao Gazela, o Gazela já sou fã há muito tempo, o Gazela abriu mais um espaço que é ali um bocadinho abaixo não na rua do Coliseu na rua paralela, Praça dos Palveiros não sei se estão a ver, tem lá um par de assinamento eu deixo sempre lá
e depois deixo, e abriu outro gazela, já tinha aí um gazela, não um original, o original é mais lá para baixo, que tem só o balcão, e abriu outro gazela, como foi o primeiro eu nem sabia, entramos logo nesse e comemos, eu gosto sempre de comer aqueles cachorrinhos, sabem bem, ainda encontrei o dono chefe, o grande chefe do gazela, que é um grande sucesso, no Porto foi muito engraçado, porque ele veio falar comigo e dizer, amigas pá, fiz a tua dança.
E eu acho sempre muito fixe que vêm mostrar vídeos a fazer a dança porque eu acho que isto ficou mesmo descontrolado e a dança também já não é minha, a música também já não é do Chico e do Lucas, a música é de todos, toda a gente que dançou, que cantou, eu acho isso muito fixe e acho que a arte musical é para isso mesmo. Então vi isso, ele quis tirar uma foto comigo.
para meter na parede também lá do restaurante eu até estou curioso eu adoro restaurantes de fotos na parede, dos famosos adoro, adoro claro que tem ali um lado que eu até acho paroulo mas ao mesmo tempo muito fixe adoro restaurantes que têm fotos de famosos famosos ou pessoas queridas não interessa funcionários, adoro fotos nas paredes
E ele disse que ia meter na parede, então eu acho que esta semana vou lá só para ver se ele meteu. Porque eu adoro isso. Até queria fazer, estive a falar com a Diana, queria fazer uma série só de... já há muitas séries, séries, pá, formatos, vá, conteúdos, da avaliação de restaurantes. Só que eu queria fazer uma série da avaliação de restaurantes só...
dos restaurantes que têm fotos na parede então eu adorava fazer isso e o meu objetivo era ter uma foto nas paredes daquele restaurante só ficava feliz quando aquele restaurante não tivesse uma foto minha na parede há uns tempos até eu e um amigo meu que é o Rodri quem me segue há muito tempo se calhar conhece o Rodri, ele vai ficar feliz de ouvir isto porque ele vive em Singapura
é treinador de futebol, está lá a trabalhar e ele diz que sempre que vai correr acho que é terça ou quarta de manhã que vai ouvir o podcast, ele não vai estar à espera então vai ficar feliz. Nós há muito tempo num restaurante que nós gostamos, que é a Fidalguinha em Espinho, que é conhecida pelas Lulas nós há muito tempo aquilo tem muitas fotos e saímos assim pá, vamos tirar aqui uma foto
comprar uma moldura parecida e colocar aqui sem ninguém notar e vamos ver quanto tempo é que vai demorar para o pessoal notar só que nunca concretizamos, chegamos a tirar a foto no restaurante eu acho que tenho aqui essa foto até depois posso meter no isso, estava muito diferente cara muito mais bolachuda, lembro-me perfeitamente dessa foto
então foi isso mas nunca chegamos a meter a foto e deu-me essa ideia também de de fazer uma avaliação de restaurantes com fotos vou ver se não vai para a frente temos que falar do assalto do Baird Narek felizmente não aconteceu nada demais não sei
nenhum pormenor nem quer saber, o que interessa é que está tudo bem eu sei que há muitas versões muita gente quis falar e pronto também faz parte de fazer conteúdo sobre isso na televisão eu não quero falar disso só dizer que estou feliz porque ninguém se magoou mas ouçam, o que é que se passa na Foz?
O que é que se passa na Foz? Eu já fui assaltado duas vezes na Foz e rapidamente posso-vos contar a história. Há também um restaurante que eu gosto muito da Foz, um italiano, que é o Casa da Foz. Adoro ir lá comer um bife Wellington. Opa, e fui-me a primeira vez aí completamente inocente. Não sabia que era assim a Foz já há algum tempo. Estacionei lá perto do Casa da Foz, aquela é Foz Velha.
estou a voltar para o carro, vidro partido, eu não tinha nada no carro de grande valor, só tinha um blazer, uma camisola, e levaram isso. Pronto. Vidro partido, trabalhando caraças, para meter o vidro, aquela sensação, eu pelo menos sinto esse nojo, teve alguém aqui no meu carro, não sei quem, a tocar nas minhas merdas, sinto sempre esse nojo, e pronto, fui logo, fui logo levar o carro, pronto, não aconteceu nada. A segunda vez.
fui a jantar eu acho que não sei se fui sozinho não, não, acho que foram com os mesmos amigos depois foi, estou-me a esquecer um casal amigo, que é o Maneli Atrezinha que fomos ao Casa da Força, fui assaltado e até comecei a pensar que eram eles porque depois de passar uns tempos desculpa então vou estar-me a atacar a tosse depois de passar uns tempos, fomos a outro restaurante já não me lembro qual era o restaurante E aí E aí
e eu estacionei lá e era numa altura que eu tinha um programa no Porto Canal que era o Azul Porto e na altura os convidados levavam uma prenda para ficar no cenário o cenário era todo feito de coisas antigas, do Porto e quando iam lá os jogadores
levava uma camisola, pronto, e no fim do programa achei por bem, a minha boa ação para depois não ir para o inferno, achei por bem eu distribuir muitos daqueles presentes, primeiro pelos meus colegas de trabalho, nós fizemos um sorteio, fizemos uns papelinhos, imagina a camisola do Eva Nilsson era o número 10, alguém que saísse o número 10 ficava com a camisola do Eva Nilsson.
O número 8 era uma toalha gigante do Porto. O número 5 era os calções do Gonçalo Alves. Pronto, estou a falar dos jogadores do Porto e famosos que foram lá. E esse evento foi muito fixe. Fizemos isso no escritório e eu fiquei muito feliz com esse evento. Só que depois também guardei uma coisa ou outra para dar amigos meus. E eu sabia que a minha amiga Teresinha, não sei se ainda faz, fazia coleção de camisolas. Então eu tinha uma camisola do Wendell, lateral esquerdo, e abria a mala.
E era numa altura que nós estávamos para mudar de casa, eu e a Diana. Então eu tinha, pá, estupidez minha, mas tinha muita coisa na mala. Tinha puxadores das portas, para as portas todas da minha casa. Tinha tomadas para a casa toda. Tinha as minhas raquetes de pádel.
tinha a minha mochila com coisas valiosas, iPad, tinha o meu passaporte, tinha sapatilhas, tinha roupa, tinha imensa roupa, eu não sei porque eu tenho esse defeito, eu deixei imensa roupa na mala, porque pode me dar jeito de um casaco, uma camisola, tinha blazer, o blazer que eu apresentava os programas todos no Porto Canal, tinha muita coisa, e abria a mala.
Abro a mala e a Diana viu um arrumador e disse aí, olha, não abras aqui a mala porque ele pode ver e depois vai querer assaltar o carro. Pronto. Eu disse, oh, deixa de ter esses preconceitos. Eu abri a mala, dei a camisola à Teresinha e realmente quem estava ali atrás dava para perceber que eu tinha imensa coisa na mala. Dei a camisola à Teresinha, opa, não vou dar agora que ela vai ficar toda contente. Pronto. E a Teresinha até disse assim, ah, vou levar a camisola para o restaurante, não vou deixar aqui no carro porque podem-me roubar.
E eu, oh, lá estás tu. Ouçam, estou a voltar do restaurante, tinha outra vez o vídeo partido e não tinha nada no carro. Não tinha nada no carro. Fiquei sem nada. Ouçam, e eu fiquei assim até meio parvo, até acho que reagir muito calmo. O Manel a olhar para mim e dizer, opá, estás bem, se fosse eu, estava aqui todo fodido, todo nervoso. E eu disse ao Manel, pá, são só coisas, olha, estamos bem, estamos com... ninguém se magoou, estamos com saúde.
Pronto, nesse dia, a dor de cabeça, a dor de cabeça que era tentar recuperar as coisas, o meu passaporte, um documento importante que tinha-me roubado, ficaste sempre com aquela ideia, para o que é que vão usar o meu passaporte, também tinha na altura o documento, o cartão de funcionário do Porto, já nem sabia que documento sei que eu tinha.
À noite, nesse dia, tive que ir à polícia, claro, fazer queixas. À noite, nesse dia, um rapaz manda-me mensagem a dizer assim Amigas, olha, eu moro no bairro da Pasteleira, um drogado, um janadito, um drogado, chegou-me com um saco para vender coisas que tinha roubado, eu realmente comprei as coisas, comprei tudo por 50 paus, meio que deve ter tirado as coisas, não é? O que seria comprar isto tudo por 50 paus? Comprei tudo por 50 paus, tenho aqui o teu passaporte.
eu vi que és tu que queres te louver as coisas e eu disse isto é tanga, não é? a Dianar, ai não, isto deve ser até deve ser para te assaltarem outra vez vão combinar contigo e vão-te roubar mais coisas eu disse, não, vou combinar num sítio ali na rua não vão fazer nada combinei na altura à porta do Dragão Arena e chega-me o rapaz
super simpáticas, eram amigas, olha, desculpa lá, eu moro ali no bairro da Posteleira, isto é normal lá, há muitos assaltos e depois os drogados, nós vemos alguma oportunidade e damos um dinheiro e o gajo vai à vida dele, claro que vai logo comprar droga e nós ficamos com as coisas. É a realidade, estou-te a contar a verdade. Comprei isto tudo por 50 paus e dei 50 paus e queria-te devolver. Ouça.
Claro que esta história parece um bocado demorada, não é? Mas se ele me tivesse pedido 500 paus, eu tinha-lhe dado, porque só o iPad valia 500 paus. Só o iPad. E ele sabia o que é que estava lá. Estava o iPad, estava raquete de paddle, na altura tinha uma raquete de paddle que valia 200 e tal euros, tinha uns óculos, pá, de uma marca que não é muito conhecida, na altura foi uma parceria que eu fiz, os óculos, pá, nunca na vida comprava, mas os óculos valiam, pá, 400 paus.
Só que a marca não era, imagina, não era uma Gucci, não era, pronto, não era uma marca conhecida.
valia 400 paus, tinha o meu passaporte, que tem valor também, imagina o trabalhão de tirar o passaporte, tinha todos os meus puxadores, já não me lembro, mas também era uma quantia grande, puxadores para uma casa toda, as minhas tomadas.
Pessoal, eu acho que tranquilamente eu tinha 2 mil euros naquela mala. 2 mil, 3 mil euros. Eu acho que tinha tranquilamente. Sapatilhas. E o gajo disse, olha amigas, mas eu não quero que me dês mais dinheiro. E eu devolvi das escutapaus. Fiz logo um embegoe de escutapaus. E na mala tinha muita roupa do Porto.
Na altura, eu tinha direito a dois bilhetes de funcionário, os funcionários do Porto tinham direito a dois bilhetes, eu dei-lhe os meus dois bilhetes para ir ver um Porto Braga, disse, puto, pá, pega os meus dois bilhetes para ir ver o Porto Braga, ele ficou todo contente, ele era portista, dei-lhe mais uma camisola que tinha na mala.
Acho que era uma camisola do Varela, se não estou enganado. Era uma das que eu queria ficar, mas dei-lhe, olha, pega esta camisola do Porto e pega também um casaco do Porto e aqueles quispos grandes, pega também este casaco do Porto, dei-lhe um casaco, dei-lhe uma camisola, dei-lhe os bilhetes, devolvi-lhe os cotapaus e agradeci-lhe. Dizem-me assim, será que não foi ele que te roubou? Opá, não.
Porque se fosse ele a roubar-me, tinha pedido muito mais dinheiro, não é? Por amor de Deus. Então, olhem, o Safão me desce, as raquetes, ele só ficou com uma raquete de paddle, as outras duas raquetes de paddle, que eu na altura fiz stories nisso, para perceber se alguém tinha, as outras duas raquetes de paddle foram encontradas naquelas lojas que vende e compra cenas.
Mandaram mensagens e disseram, amiga, tem aqui duas raquetes que eu acho que pela tua descrição devem ser as tuas. E eu fui lá buscar as raquetes. Elas tiveram que fazer um papel para a polícia a dizer que compraram aquilo roubado. Claro que não sabiam. Depois não sei muito bem como é que é esse procedimento. Mas para terminar, o que é que se passa na Foz, meus amigos? Se houver aí, malta que vive na Foz, presente a câmara, pá, que me esteja a ouvir.
metam um travão, porque eu não sei o que é que se passa lá. Não sei se é... Eu não percebo nada disto, não é? Não sei se é meter mais polícia nas ruas, não sei se é meter mais controle, mais câmaras, não sei. Mas, por amor de Deus, é que eu agora quando vou jantar à Foz, eu já nem levo carro. E nem quero ir à Foz. Eu já não quero marcar jantar na Foz. Eu só vou mesmo a restaurantes que gosto muito, como a Casa da Foz, e vou de Uber, ou então peço boleias. Eu vou, mas vou de boleia. E pronto, já desabafei.
Mais uma segunda, mais um episódio, um abraço para todos. Tenho que jantar, já são 8h46, já vou publicar isto. E para a semana estamos nos aliados, não é? Estamos nos aliados para a semana. Um abraço, malta.