Grindingcast 136 - Cyberpunk 2077
Sejam bem-vindos a mais um Grindingcast!
Neste episódio, exploraremos as ruas de Night City em Cyberpunk 2077 para falar sobre o RPG futurista que coloca poder, tecnologia e sobrevivência no centro de uma metrópole dominada por corporações.
00:00 - Intro
02:58 - Desenvolvimento
42:04 - Recepção
50:08 - Parte Artística
01:41:14 - Jogabilidade
02:47:46 - Narrativa
03:28:19 - Notas
03:57:12 - Zona de spoilers
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- Cyberpunk 2077Anúncio e desenvolvimento inicial · Teasers e trailers · Expectativas de marketing · Adiamentos e crunch · Lançamento conturbado e bugs · Reembolsos e reações da indústria · Atualizações e correções · Impacto da COVID-19 na produção
- Enredo e Personagens de Cyberpunk 2077Protagonista V e sua integração narrativa · Johnny Silverhand e sua relação com V · Missões secundárias e sua qualidade · Personagens secundários memoráveis (Jack, Panam, Judy, Rogue, Takemura, Victor) · Opções de romance e suas consequências · Antagonistas (Arasaka, Yorinobu, Adam Smasher) · Finais possíveis e suas variações · Influência da DLC Phantom Liberty
- Aventura em CyberpunkDesign visual e estilo cyberpunk · Night City como personagem · Influências do gênero cyberpunk · Modelagem e caracterização de personagens · Trilha sonora e efeitos sonoros · Dublagem e localização em português brasileiro
- Jogabilidade e Elementos de RPGExploração em mundo aberto · Sistema de combate (FPS, melee, hacking) · Progressão de personagem (atributos, skills, implantes) · Customização de personagem e builds · Veículos e dirigibilidade · Minigames (hacking, descriptografia) · Variedade de inimigos e bosses
- Cyberpunk 2077: Edgerunners e Expansão Phantom LibertyImpacto da animação Cyberpunk: Edgerunners · Patch 1.6 'The Edgerunners Update' · Anúncio e expectativa para Phantom Liberty · Novos finais introduzidos pela DLC
- Vendas e Recepção de Cyberpunk 2077Pré-vendas e vendas iniciais · Queda nas vendas após o lançamento conturbado · Aumento nas vendas com atualizações e DLCs · Descontos e mídia física encalhada · Recepção crítica e prêmios pós-lançamento
- Concorrentes de RPG em 2020Final Fantasy VII Remake · Yakuza: Like a Dragon · Genshin Impact · Nioh 2 · Wasteland 3 · Assassin's Creed Valhalla
São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
Sejam bem-vindos a mais um Grinding Cast, o seu podcast de RPG eletrônico. Eu sou o Manuel e eu insulto esse jogo ser um jogo cyberpunk, você poder configurar o seu pinto e não ter a opção de ter um pinto como um míssil. Ou pelo menos aquele lá igual do Drink do Inferno, né? Não sei se vocês já assistiram. Sim. Cara, tem tipo uma metralhadorinha no pinto. Mas eu acho que não tem isso pra você não ficar que nem o Virilhas Fumegantes.
Pô, mas aquele do Drinking do Inferno é uma ideia boa, né? Pinto biônico, cara. Pinto biônico é vida. Um sabre de luz no pinto, cara. Você tira o pinto. Uma prótese ali, assim, pelo menos. Uma katana. E aí o cara do The Boys, que ele tem um pinto esticável, né? Um chicote de pinto. E ele comanda, né? Ele vai lá e enforca o cara e tudo. Esse é um chicote laser de pinto. Sim. Um pinto com corrente. Algo a se pensar aí pros próximos, hein? Faltou aí, cara. Fá!
Fala, galera! Aqui é o Guido e farei uma declaração extremamente forte aqui, tá? Hum! Digo pra vocês que nenhum outro RPG vai conseguir fazer um trabalho de localização pra português brasileiro melhor do que Cyberpunk 2077. Forte! Mas eu concordo! Concordo!
Depois teremos um momento pra falar disso e eu vou explicar o porquê. Eu gostaria, cara, de ter jogado esse jogo antes de fazer a minha localização. Teria tido umas ideias mais interessantes pra poder acrescentar ali. Porque ele é muito bem localizado. Esse é o ponto. Demais, cara. Demais. É gosto, cara. Só do lembrado e da vontade de pegar pra jogar de novo. Só da localização. Blu, blu, yeah, yeah!
Exatamente. Então, fala galera, eu sou o Ferraz, estou aqui novamente e a minha maior preocupação é saber se eu vou ter que esperar até 2077 para poder ter Neurodanças.
Eu acho que talvez em... Daqui a uns quatro anos já começa a aparecer. Os caras estão acabando com a água do mundo. Acabaram com a memória RAM e ainda não fizeram isso, cara. Só função inútil, né? Porra, só pra fazer gerador de Lero Lero e aquelas animações pra terceira idade no Instagram. Não é, cara. Novelinha de fruta. Puta que parede. Não, e novelinha de fruta. Não gosto de como piorar, né? Sempre tem.
E se você clicou nesse podcast e não leu o título, saiba que nós vamos falar hoje dele. Do polêmico, do famoso, do famigerado Cyberpunk 2077.
O jogo de tiro em primeira pessoa, extremamente popular, extremamente famoso, estreando Keanu Reeves. Várias pessoas ficaram vendo em loop aquele trailer do Keanu Reeves tirando os óculos. E não tem essa cena no jogo, que engraçado é isso. Você está sentindo.
Agora vamos para as informações técnicas de Cyberpunk 2077. Ferraz, você é o nosso convidado. Puxa aí pra gente. Então, vamos lá. Tem muita sorte pra ler esses lomes em polonês. Ah, vamos lá. Minha sorte é ser alemão. Isso, eu vou conseguir me dar bem. Eu tenho um amigo que tem um sobrenome pior que esse aí. Boa.
Perfeito, então. Data de lançamento, 10 de dezembro de 2020. Caralho, já faz tanto tempo assim, cara. Eu só me sinto velho com isso que eu joguei no lançamento, né? Desenvolvedora, ela, CD Projekt Red. Aquela que até agora só tem acertos. Distribuidora, eles mesmos, né? O pessoal ali da Polônia não é fraco. Gênero, RPG de tiro em primeira pessoa. Ou o famoso numerozinho. Subgênero, GTA Simulator.
Gostei, tem as estrelas ali. Plataformas. Aqui era quase mais fácil tu dizer pra onde que ele não saiu do que pra que que ele saiu, né, cara? O pessoal... É verdade. Quer fazer dinheiro. Saiu, ó, pra PC, Mac OS, Play 4, Play 5, Xbox One, Xbox Series S e X, Google Stadia, que Deus o tenha.
e Nintendo Switch 2. A direção foi por conta de Adam Bartowski, Conrad Tomaszkiewski e Gabriel Amatangelo. Compositores PT, Amandansowski, Marcin Zbillowski e Paul Leonard Morgan. Esse time tem um fácil.
Caracteristas, Marcin Blacha e Thomas Marchelka. O design ficou por conta do Gregor Mokarski, Matheus Tannik, Matheus Tomaskiewski e Pavel Sasco. Parabéns pela pronúncia em ponês do nosso amigo Ferraz. Como ninguém entende, ninguém vai saber se você tem. Eu sei errei, né, cara? Mas eu caprichei.
Exatamente Gustavo, nosso cavaleiro desnudo Cyberpunk, diga pra nós o que você achou sobre a produção conturbada desse jogo Cara, essa parte aqui de produção vai ser bem rapidinha, né, porque ela foi bem tranquila Hahahaha
Não teve aí muito o que falar sobre ela, assim, então vai ser bem tranquilo. Polêmicas. Nada disso. Suave. Foi rapidão também o tempo de produção, né? Nem ficaram aí desde muito tempo fazendo. Bom, começando aqui, trabalho preliminar de Cyberpunk 2077. Ele começou após o lançamento do The Witcher 2, Assassin of Kings, a Encanted Edition, em 2012. Exatamente.
A CD Projekt Red entrou em contato com o Mike Poundsmith, que é o escritor do Cyberpunk, que é o RPG de mesa. É o jogo de RPG de mesa chamado Cyberpunk, do gênero ficção científica distópica, que foi publicado pela primeira vez pela R. Talsorian Games em 1988. É nessa obra que o Cyberpunk vai se apoiar. E logo ali no início de 2012, eles também enviaram uma cópia.
do The Witcher 2, o Assassin of Kings, para o Mike como um cartão de visitas. Aí, posteriormente, a equipe se juntou com ele para conversar sobre o próximo projeto deles. E o Mike ficou impressionado com um enorme conhecimento do universo cyberpunk que o estúdio demonstrou na época. E daí o Pound Smith e a CD Projekt Red fizeram um acordo para licenciar a história de cyberpunk para a CD a partir do ano de 2077.
Então, tudo o que seria antes disso, ficaria sobre o controle do Pound Smith. Ele tem os direitos sobre as mídias ambientadas no universo Cyberpunk dos anos anteriores a 2077. E a partir disso, ele deixou com a CD. Todos esses personagens que tem no jogo, eles tem no RPG de mesa também? Cara, eu acho que aquelas coisas, tipo, sabe quando eles falam, ah, a grande evolução que teve em 2023, sabe umas coisas assim? Eu acho que isso aí é tudo coisas de lore do universo do RPG de mesa, sabe? Referências temporais apenas.
referência de coisas, é como se você pegasse, eu não sei exatamente o que tem e o que não tem, mas é como se você fosse fazer um jogo, por exemplo, Baldur's Gate, te apoiando em tudo que existe no universo de D&Ds. E lembrou muito até o processo deles conseguirem a licença, né? Sim. A Lara Studio teve que ter o Divinity 2 como cartão de visita pra conseguir convencer o Wizard of the Coast, né? Eu aprendi isso tudo ouvindo o Grandcast, o episódio, que são dois longos episódios sobre o Baldur's Gate. Então, fica a dica aí também.
eu só não lembro o número do episódio depois vocês complementam pra mim, mas pode ouvir aí o Grindcastle Baldur's Gate que tem essa curiosidade lá, e aí me lembrou muito, o Gustavo falando apresentou o jogo 2 lá como cartão pra convencer o cara, a diferença é que eles já chegaram assim, né, a Larian teve que fazer o 2 pra mostrar que era capaz, né é um pouquinho diferente nisso
Larga se fudeu mais. É, bem isso. O pessoal da CD Projekt, ele ainda conta que o Pound Smith, pegaram ele como alguém pra ser um consultor, né, dentro do jogo. Pra garantir que a história de Cyberpunk era permanecência coesa durante o desenvolvimento, eles chamaram o Pound Smith pra ser o consultor. Além de ficar só na parte de consulta, ele também quis participar um pouco de algumas coisas, né? Então ele fez a voz do DJ da estação de rádio do jogo, sabe?
Então ele teve essa contribuição também. E o pessoal da CD Projekt Red fala que a experiência de trabalhar com o Paul Smith foi muito boa. E que ele trouxe bastante contribuição e insight pro desenvolvimento. Porque assim, além de tudo, ele já tinha trabalhado com desenvolvimento de jogos também. Ele ajudou no desenvolvimento de Crimson Sky e Blood Wake pela Microsoft. E ele trabalhou no Matrix Online de 2005, que é da Monolith Productions. Oh, bacana! Então...
Ele já tinha essa experiência de trabalhar com jogos. E também Matrix é uma obra bem cyberpunk, né? Então ele tava bem dentro do gênero dele, né? E é interessante ver que é um autor... Gente boa, né? Ao contrário do autor de The Witcher, né? Que é o Andrei lá, que é um filho da puta. Inclusive, eu até falaria isso, né? O pessoal falou que teve, tipo assim... Ele era um consultor bem ativo e que gostava de contribuir e participar, sabe? E o pessoal da CD Projekt Red tava acostumado...
Com o pau no cu lá do André de Sapakrowovski lá. E tratava-se com indiferença pra caralho durante a produção do The Witcher 1 e 2. Não queria nem saber. Depois ficava reclamando, enchendo o saco. Ele é muito estrato. E assim, uma coisa que veio de conceito logo assim, desde o começo, é que eles queriam meio que fazer com que os jogadores que conheciam o universo do Cyberpunk, eles assegurassem que o RPG de mesa que eles conheciam iam estar presente lá, assim, sabe? Na parte da ambientação, assim.
Tem uma coisa da CD que já é meio que padrão, que eles fazem lá, que acho que até a gente comentou isso no podcast de The Witcher, que eles escrevem primeiro o roteiro inicial inteiro em polonês, e depois eles vão traduzindo pra inglês. E essa aí ficou com o Matheus Tomasz Kegs. Tomasz, que é... Não vou conseguir falar certo o nome, mas ele que ficou a cargo dessa missão. O Matheus. É o Matheus. É o Matheus aí. São dois Matheus. Ele, pessoal.
Mateus 1. E eles decidiram, logo assim no começo da produção, por querer fazer a perspectiva do jogo em primeira pessoa, pra você ter essa imersão maior do jogador dentro desse mundo. Então eles pensaram nisso também, enquadrando as cutscenes em primeira pessoa.
E que pra ela ter... pra ela que se misturasse, assim, perfeitamente com a gameplay. Então a gameplay, os momentos de interação e as cutscenes, elas estão na mesma perspectiva, assim, sabe? Isso acaba também trazendo mais imersão pro jogo, né? Foi a ideia que eles trouxeram esse conceito. Ele não sente esses cortes abruptos, sabe? É uma transição entre cutscene e jogo. Eles estão usando os models do próprio jogo a todo momento.
Mas vocês conseguem ver em terceira pessoa quando você vai dirigir o carro ou alguma coisa assim. Ou também vocês conseguem ver o personagem do jogo quando você estiver aí na frente do espelho, câmera de segurança, qualquer coisa assim. E a equipe responsável pelas missões implementou diversas mudanças em comparação com o sistema de The Witcher 3, The Wild Hunt. Que ele usa uma lógica que foi adaptada para permitir que várias dessas missões secundárias chegassem até o jogador ao invés do jogador ir até elas.
Então, enquanto o jogador está fazendo outras coisas pela cidade, explorando, andando por aqui e por ali, o uso do celular foi uma importante ferramenta para manter esse fluxo funcionando, sabe? Do jogador fazer o que ele está fazendo e, na verdade, ele recebe uma ligação com alguém, propõe um negócio para ele. Procura o quadro de avisos da cidade, do local, pelo celular. Exato. E aí você deixou de ser passivo e passou a ser uma questão ativa.
Às vezes, você tem que ir lá procurar, seu celular toca ou vem a mensagem, você começa a receber as quests ali. Exatamente.
As missões vão avançando, você termina uma parte Depois você espera um tempo O personagem te liga pra você continuar Mas uma coisa que eles queriam manter As sidequests de The Witcher 3 É aquela filosofia de Revir a volta nas missões Então é aquela missão que você vai achando que é uma coisa E de repente começa a acontecer umas paradas E você fala, caralho, não estava assim
É isso todo tempo. É aquela coisa boa que não tem a missão de coletar 10 flores pra velhinha lá da casa. Não tem que levar a carta pra não sei quem, entendeu? Não tem nada disso. E se tivesse, ia ter um plot twist no meio, sabe? Ah, eu tenho que coletar as 10 flores pra velhinha. De repente ia acontecer alguma merda no meio. As plantas iam ser carnívoro, ia te atacar, a velhinha era uma mulher fazendo chá psicodélico pra matar alguém, alguma coisa ia acontecer.
sim, e assim e por que que também as side quests elas são tão boas? Porque elas reutilizam coisas da história escrita no desenvolvimento do jogo sabe, então partes que não foram utilizadas na história principal, acabavam se transformando em elementos de side quests
Por isso que elas são tão coesas. É, então, e eles pegavam, às vezes, uma ideia que eles tinham curtido e falavam, não, vamos reaproveitar isso aqui, sabe? O projeto do Cyberpunk, ele foi anunciado pela primeira vez que eles estavam trabalhando em cima de algo de um projeto do Cyberpunk em maio de 2012. O primeiro teaser do jogo, ele foi lançado em 2013, janeiro de 2013. Não sei se vocês lembram.
Mas é aquele teaser que é uma mulher estática. Uma mulher estática loira, assim. Que ela é ciborgue, ela tá com os implantes, assim. Daquela lâmina de louva-a-Deus pra fora. É uma imagem estática, com umas balas indo no corpo dela, assim. E acertando e se desintegrando, assim. E ela fez uma chacina no chão. E tem um policial com uma arma apontada na cabeça dela, assim.
É basicamente só isso, o teaser. Que é uma imagem estática, mas ela vai se movendo e mostrando elementos, assim. E a galera já pirou nisso aí, né? Falou, pô, olha que foda esse conceito e tal. Cyberpunk é um gênero que não é muito utilizado em RPG, né? Em jogo. Sim. Eletrônico no geral. Em jogo até que tem, assim, mas RPG com essa proposta, assim, é bem raro, né? E daí meio que o pessoal já ficou bem interessado, assim, né? Só que depois disso...
Sumiu. Nunca se falaram mais nada sobre isso. Só tinha esse pequeno teaser. E depois de quatro anos de puro silêncio, em 2017, a CD soltou uma nota que tudo estava progredindo bem conforme o planejamento deles. E, finalmente, chegaram informações novas com o lançamento do trailer na E3 de 2018. O trailer que mostrava ali...
dos revevedores apresentando Night City e o protagonista V. E uma primeira olhada nessa ambientação, sabe? E é engraçado que esse trailer, ele não trouxe datas, previsões de nada, porque eles tinham como premissa de que o jogo seria lançado apenas quando estivesse pronto e que a qualidade era o que mais importava pra eles. E eles não queriam impor condições ruins aos seus funcionários.
Guardem bem! Guardem bem essas informações. Porque isso estava escrito, foi dito pela empresa. Esse trailer já não é o que parece o Ken Reeves, não, né? Não, não. Chegaremos lá. Chegaremos lá. Esse foi o primeiro trailer que apresentou mais a cidade e o protagonista. É, o V. E daí, no ano seguinte, tivemos o trailer de 2019, novamente na E3. Que aí sim, revela no final do trailer ali, a participação do Ken Reeves no projeto.
Apresentando ali o Johnny Silverhand, mas também não dando muitas informações logo de cara, né? Quem vê ele ali fala, ah, olha só o Ken Rees fazendo um mocinho. Um mocinho! Fazendo um cara legal que vai te ajudar.
E é aquela cena lá que logo depois do trailer ele entra no palco, né? O que não estava lá? Ele entra no palco e o cara fala que... Ai, que você é de tirar o fôlego. Não, você que é e tal. You are breathtaking. No, you are breathtaking. Exatamente. E esse trailer também traz algo muito importante. Revelação da data de lançamento do jogo. 16 de abril de 2020. E aquela era E3 de 2019. Então...
Ano seguinte, tinha um ano para o lançamento do jogo. O que todo mundo pensou? Ah, o primeiro teaser é de 2013. Estamos em 2019 para o ano que vem em 2020. O negócio já está praticamente pronto. Sete anos de jogo, desenvolvimento. Vai dar bom. Era o que a galera tinha em mente. Beleza. Cara, um dos desenvolvedores primeiro achou que se tratava de uma pegadinha, de uma piada quando eles lançaram a data de lançamento, tá? Que ele falou assim, 2020 não é possível, não é possível.
Os caras estavam participando do projeto, né? Eles sabiam que estava o jogo. Ele falou, puta que pariu, 2020, nem fodendo. Eles avisaram isso sem falar para os desenvolvedores? Cara, sim. Caralho. E daí, cara, você realmente, conversas entre eles, eles já começaram a falar assim, cara, vai ter que ter adiamento. Vai ter que adiar, não tem condição. Eles conversando entre eles e tal. E tipo...
Meio que até começaram a fazer aposta, né? Quando que você acha que eles vão avisar pra gente que vai adiar, não sei o que, sabe? Mas uma coisa, eles também tinham certeza. Em breve, teria que começar a crunch. Eles já tinham certeza. Quando eles viram, você vai falar, mano, fudeu, fudeu, assim, sabe? Ou seja, a declaração anterior era sabor cuidar dos funcionários. Exatamente. Exatamente.
E é aquilo. Após esse trailer da E3, o estúdio também soltou alguns trailers mostrando como que seria a gameplay do jogo. Certos momentos do trailer eram de fato de gameplay. Porém, teve outros momentos que eram de cutscene gravada dele andando na rua, sabe? Então, como era uma cutscene, meio que todos os NPCs estavam se movendo de maneira programada, sabe?
Eles não estavam, de fato, jogando. Era como se fosse uma animação. Então, eles podiam controlar muito mais cada como o elemento estava disposto e tal. E daí, cara, esses trailers, eles impressionaram as pessoas porque eles achavam que, de fato, aquela era a IA dos NPCs no jogo. Eles achavam que a cidade ia se comportar daquela maneira enquanto o jogador estivesse explorando, sabe? Que ela parecia realmente estar cheia de vida. Então, o marketing do jogo estava...
meio que martelando certas coisas de que ele seria revolucionário pra época dele. Então teve isso, teve um modo de criação de personagens, os caras falando que era uma customização absurda. Quando veio a notícia, tipo, ah, você vai poder modificar tal coisa, vai poder colocar implante do seu personagem, vai poder pôr não sei o quê. E depois de um tempo saiu aquela notícia, você vai até conseguir modelar os órgãos genitais do seu personagem, isso que tá todo mundo esperando que você fosse fazer uma customização absurda. Pinto atômico. Exatamente, exatamente. Tipo,
o lance deles falarem que o background dos personagens faria uma enorme diferença dentro das interações do jogo, suas escolhas ao longo do caminho, sua build, tudo ia fazer uma gameplay bem única. Cara, como se não bastasse o prazo apertado e o crunch, os desenvolvedores, eles tinham que lidar com a pressão que começou a ser criada em cima deles, porque eles tinham que não só alcançar as expectativas de como seria essa fluidez, a animação criada por esse trailer que foi lançado, como também pelo marketing, que tava tipo assim...
martelando em cima dessas coisas e lidar com esse prazo irreal. Estabelecendo ideias que nem eram do jogo, né? Nessa das cidades, movimentando os personagens, essa parte assim, né? Os caras estavam se promovendo, criando a expectativa que não era real. Os caras montaram no javapor com o cibernético. Bonito! Exato. Tipo assim, cara, os nossos IAs não estão prontos para se comportar dessa maneira, sabe? Não é isso que a gente...
Nem isso que a gente está fazendo agora, porque os caras estavam cuidando de outras coisas, sabe? Então...
meio que foi gerando, né, cada vez mais o hype do trem tava subindo e os caras sabiam do problema que eles tinham, né isso que tava foda. Antes desse trailer da E3, eles achavam que o prazo de lançamento seria, tipo assim, lá pra final de 2021, final de 2021-22 então eles...
De repente foram pegos de calça curta com um ano e meio de diferença do que eles estavam achando. E eles sabiam que adiar era inevitável, mas eles não sabiam quanto tempo eles iriam ganhar com isso. Os adiamentos que eles receberam foi de muito pouco tempo, para eles conseguirem concluir. E assim...
Quando eles fizeram o primeiro anúncio desse adiamento, já não teve uma recepção muito legal, sabe? Já foi uma coisa meio tensa. E aí quando tiveram o outro, assim, cada adiamento que tinha a recepção da notícia era extremamente negativa. Tanto internamente, dentro da empresa, os acionistas fazendo pressão, quanto externamente, com o público, né? Principalmente por quê? Porque muitas pessoas tinham feito pré-venda do jogo em junho de 19.
Junho de 2019, então você anunciou o jogo pra daqui a um ano praticamente, né? Então em junho de 2019 a galera já tava esperando que o jogo fosse lançar em maio. E de repente começou, ah, joga cinco meses pra frente, joga mais dois, joga mais um. O pessoal começou a alucinar, sabe? Imagina se fosse cumprir o prazo que os caras precisavam de verdade. E vamos para os adiamentos em si, né? Então no começo de 2020 o jogo, ele acabou tendo a data.
16 de abril, indo pra 17 de setembro de 2020. Isso foi no comecinho do ano, né? Eles não sabiam ainda que ia ter um negócio chamado Covid-19. Quando veio a Covid, além dos prazos apertados e o crunch, esses desenvolvedores começaram a ter que trabalhar de casa, cara.
fazendo seus trabalhos em home office, de forma remota, e atrapalhou ainda mais a produção dessa reta final. Então houve mais um adiamento, que daí foi para 19 de novembro. Então de setembro foi para novembro, e eles afirmaram categoricamente que esse seria o seu último adiamento, pois isso não teria como mais. Mas, cara, eu acho que ser PR da CD Projekt Red nessa época devia ser um trabalho ingrato, porque o cara falou isso...
E depois de alguns... De um tempinho aí, depois de alguns meses, ele teve que vir a público para falar, então, tá chegando a data e eu tenho que falar pra vocês que a gente vai ter que rediar o jogo para 10 de dezembro. Isso é, começou a ficar foda porque... Imagina, esse foi o ponto mais crítico, porque a credibilidade da empresa tava cada vez mais sendo colocada em xeque. Os comunicados da empresa estavam cada vez mais se contradizendo em relação a informações anteriores. E onde tem fumaça tem fogo, né? Pra dizer...
Sequência de adiamentos, todo mundo já imaginou. Vai ter problema no lançamento. A bola já tava cantada. Tá tendo algum problema, né? Porque adiar uma vez, de maio pra setembro, beleza. Quando foi chegando e o jogo jogou mais pra frente, jogou mais um pouquinho pra frente, a galera falou, hum, os caras tão com problema. Tá tendo algum xabu que eles não tão falando. Algo de errado não está certo.
Exatamente. A gente está vivendo isso hoje com GTA 6. Tem data, vier, adiou, tem data. Eles continuam afirmando, não, é para essa data, mas até chegar lá, ninguém sabe. E grandes players, assim, jogos com grandes expectativas, que são para vender de rodo, eles atingem não só o próprio público, como toda a cadeia em si, desde venda de console até data de lançamento de outros jogos. A gente está vendo quantos jogos sendo adiados esse ano.
Pra não cair no mesmo ano ou próximo do lançamento do GTA VI, que daí a gente sabe que não vai vender. E o GTA é o caso que, tipo assim, a gente sabe que eles nunca lançariam um jogo que não estivesse pronto, sabe? Eu acho que a Rockstar tem essa noção que, tipo assim, se chegar perto da data e os caras falam, viu, vai adiar mais seis meses, todo mundo vai meio que aceitar, sabe? Porque eles sabem que é um negócio que eles vão pôr a né, errar o pé. Só que aí que tá. A CD Projekt Red, ela não tinha mais...
esse recurso, ela não tinha mais como ir adiar além disso, e chegou num momento mais crítico também, porque depois do último adiamento, começou a aparecer ameaça de morte pros desenvolvedores pra pessoa chegar pra eles sempre tem maluco, né, cara? chegou a esse ponto, cara, então eles sabiam que tipo assim, cara, a gente não tem mais escolha e a gente vai ter que lançar merda no ventilador e rezar, rezar e trabalhar muito não foi aquela coisa tipo, ah, entreguei um projeto puta, nossa, agora é descansar não tinha isso, cara não tinha isso, cara, então
Os caras sabiam que eles iam lançar o jogo e no dia seguinte eles iam ser massacrados e eles iam ter que sentar a bunda e continuar trabalhando nele durante o próximo ano inteiro. Lança agora e corrija depois. Eles sabiam que esse jogo ficaria pronto em 2021. Então temos o lançamento do jogo aí, com o jogo saindo primeiro para PC, PS4 e Xbox.
One, com as versões de console estando em condições mais precárias do que a de PC. E o resultado disso foi um dos piores lançamentos da história dos videogames. Com as versões de console que depois o Ferraz vai trazer, sofrendo mais com a situação. Cara, milhares de bugs. Personagem entrando dentro do cenário, sendo sugado pelo chão.
Os model bugando, perdendo animação, entrando em tipose, sabe? Física do carro que não funciona, é arma, é granada, nada, nenhuma física funcionando. Quest tendo problema, travando, não conseguindo avançar. Item bugando na mão de personagem. NPC. Crash no save. Crash no save, desempenho terrível. Personagem dirigindo o carro invisível, sabe? Os caras se projetando pra fora do veículo do nada.
carro brotando na estrada da TT1, que eu nunca esqueço, está fazendo uma missão, uma missão, está passando pela cidade, está a cidade movimentada como é para ser, carro ali, do nada brotam, sabe, cair e quicar daí a física funcionou nisso, os carros da polícia caíram do céu, você vê o amortecedor deles assim, quicando
E daí era a polícia que ia atrás de ti na sequência da missão. Eles foram spawnados ali, assim, na frente do jogador. Eles se expondo. Foram spawnados, cara. Mas eles caem, realmente. Se tu vê, ele cai. Tipo assim, não exatamente do céu, mas um veículo tem um impacto no chão. Ele fica quicando o amortecedor. Mas daí, do nada, tem a polícia que era o momento que triggerava isso, né? Dava o gatilho pra polícia atrás de ti. Cara, é muito louco.
E aquelas coisas, tipo, sabe? Muro invisível. Você tá andando, não tinha nada. E aí, pensa, o carro arrebenta no nada, sabe?
Então era tipo assim, cara, um monte, um monte, um monte de coisa assim. E desde que o jogo foi lançado, os desenvolvedores continuaram trabalhando em cima do jogo durante o ano seguinte, lançando diversos patches para as correções desses bugs aí. Mas é aquela coisa, o estrago já estava feito, né? Inúmeros pedidos de reembolso, ações da empresa caindo e junto com o prestígio e a reputação que a CD e Project Red tinha criado até então, né?
Mas ela criou um estigma bem grande de lançamentos, porque se lembrar o lançamento do Witcher 3 também não foi de onde. Exato, teve problemas também. Não tantos. Eles ficaram com uma pecha. A gente sabe que lançamento da City Project Red, o cara aguarda patch day one, espera mais uma semana. Ficou essa lição. E a gente teve na época do Witcher 3, que eu também comprei ele no lançamento, como o Cyberpunk.
Aí tu pensava, não, pô, o tamanho do estúdio agora, né? Deram um passo maior, normal ter isso. Aí com essa experiência, não esperava isso no Cyberpunk. Mas aí eu falei, porque ele já ligou um alerta. Quando adiou, adiou, adiou. Opa, ó. Será que eles não querem que não aconteça aquilo que foi com o Itcher? Será que é um capricho? E na verdade não era. Era porque tava... Tava dando ruim de novo. Uma merda. Dessa vez foi bem pior.
E eu não sei exatamente dizer quantas pessoas tinham na produção, porque assim, beleza, começou os concepts do jogo em 2012, mas eu acho que eles tiveram que esperar o pessoal terminar as coisas do The Witcher pra vir com o full time capacitado, o mais pica o capacitado pro Cyberpunk, né? Então os caras estavam desenvolvendo o jogo ao longo desse tempo, mas a produção mesmo pesada do jogo deve ter começado quando terminaram o The Witcher 3. Também.
Eu imagino, né? E, assim, no caso, no final, aliás, no final de tudo isso, ficou como um estudo de caso pra indústria dos videogames, assim, sobre como a sucessão de erros cometidos, no final, consegue comprometer o produto, seja desde o marketing exacerbado e fora da realidade, até a pressa por abrir pré-venda e promessa de prazo impossível.
Cagada atrás de cagada, não clareza de pessoal ali que dava as declarações, não tinha uma claridade, uma transparência com o público. Então foi uma sucessão de cagadas, assim, que hoje em dia você vê que muitos jogos, assim, eles acabam tendo adiamentos sem datas definidas, né? Isso muito veio por causa do Cyberpunk. Eu lembro que teve um problema com o Cyberpunk, sei lá.
Um mês depois, Vampire Bloodlines 2, pá, adiou sem data definida, sabe? Algum outro jogo, não sei o que, pum, adiou sem data definida. Ele foi boi de piranha da indústria. Não ocorreu o que aconteceu com esses caras, porque é uma lição, sabe? Ficou marcado na história, todo mundo vai lembrar disso aí.
tem uma data, mas ela não é definitiva, não dê. Foi isso, que foi, já deu quatro dias menos, aquele ainda de mais, quase mais um mês no último ali. Cara, se não é definitiva, não consegue, realmente é isso, cara, vamos lá, vamos até dar dez dias de margem pra garantir. Isso serviu de lição pra City Project Red, né, porque ela teve, além, ela tem dois jogos que ela tá em produção. Um.
É o remake do The Witcher 1, que eles anunciaram há bastante tempo. E o outro é o The Witcher 4, porque você vai jogar com a Siri e tudo mais. The Witcher 4. Os dois, a gente não tem muita notícia dele. Não tem nem previsão de lançamento. Eles já falaram, nós não vamos fazer com The Witcher 4, porque o The Witcher 1 remake, ele tá sendo terceirizado. A empresa que fez o The Traumaturg, tá ajudando a fazer ele e tudo mais. Então, tem outras empresas, tá meio que uma autarquia, né?
Tipo, uma empresa que é parte de serviço público, parte de serviço privado. Tá mais ou menos isso. The Witcher 4, que é o principal carro-chefe deles, eles vão falar, agora, a gente não vai fazer igual a gente fez com o Cyberpunk. Então, nós vamos desenvolver com calma e o jogo vai sair quando ele tiver que sair, quando ele tiver pronto.
Eles já fizeram com The Witcher 4 uma coisa que foi aquele trailer de gameplay, mas que eles avisaram que foi gravado. Sim. Exatamente. Dessa vez eles avisaram pra galera não achar que o jogo era aquele nível de interação de NPCs. E fluidez também. Lição aprendida. Lição aprendida. Eu acho que a transparência é algo que eles também mudaram muito em relação a isso. Mesmo que eles mostrem mais coisas posteriormente, eu acho que eles vão querer deixar a galera ciente exatamente que pé que tá as coisas do jogo. E bom...
A partir do que o problema estava posto na mesa, chegou lá o PR da CD Projekt Red fazer declaração. Falou que eles estavam dispostos, né? Abertos a fazer reembolso e todo mundo estivesse insatisfeito. Só que eles estavam tão perdidos que eles não tinham um planejamento nenhum concreto sobre como fazer esse reembolso. Então meio que cada um teve que se virar de um jeito, sabe? A Steam é fácil fazer reembolso. Mas cada console teve que se virar de um jeito, sabe? A Playstation, por exemplo, ela tirou o jogo da Play Store.
Fez o reembolso de todo mundo que pediu. Só que, assim, é algo muito difícil da Sony fazer isso, sabe? Tem que ser exceção da exceção. Só que esse jogo, tipo assim, era meio que... Foi um negócio mundial na indústria, que todo mundo viu um problema bizarro, assim, sabe? Já teve que abrir essa exceção e tirou o jogo da loja. Acho que na Xbox eles não chegaram a tirar o jogo da loja. Então, ainda assim, dava pra pessoa... Não chegaram a tirar. Só teve o reembolso também, o escrevo ali, mas a PSN deixou ele fora.
algumas semanas fora pra não vender até ter um patch de correção, parar essa onda de reembolsar todo mundo que tava pedindo e até vez, outra coisa, o reembolso do Playstation não era tão claro, tão fácil, não é um esquema tipo da Steam, eles facilitaram ele, eles mudaram o sistema de reembolso por conta disso
Exatamente. Porque eles precisavam lidar com o problema, né? O cara falou assim, não, gente, quem estiver insatisfeito pode fazer reembolso. Beleza, mas como que vai fazer, né? O pessoal da Sony não tinha esse esquema. Eles não tinham esse esquema e ninguém tinha. Eles tiveram meio que correr ali com a situação, porque veio uma bomba pra todo mundo. E tem mais um ponto, né? Onde ele mais vendeu? Nos consoles, no lançamento? Então. A maior parte das vendas dele foi digital.
Sim, exatamente. Já começava ali, já era isso. Tu vem numa economia, pô, aprendendo a viver com Covid. Sim. Entende? Então tu tem todos esses fatores aí, cara, foi, assim, a verdadeira tempestade perfeita. Demosta, né? Mas foi a tempestade perfeita.
Juntou todos os fatores Pra dar ruim, cara E assim, um estrago desses Ele dificilmente consegue ser reparado Mas, por sorte A CD Projekt Red Já era uma empresa grande E com bastante recursos E correram atrás do prejuízo Pra não deixar que esse grande projeto afundasse Porque no final, cara, era um produto Que os caras começaram a pensar Ele em desenvolvimento em 2012, sabe?
conversaram com um cara que eles eram fãs, que conheciam o universo pra caralho. Eles não queriam deixar esse projeto ficar desse jeito, porque eles sabiam que não merecia isso. O projeto tinha um puta potencial, ele era um produto foda. Só que ele tava inacabado, né? Então eles correram atrás pra dar essa volta por cima.
pra entregar o que eles tinham prometido, cara. Porque é o que se esperava de uma empresa desse calibre. Então começa o arco de redenção da CD Projekt Red, que eles tinham que correr atrás do prejuízo. E, cara, alguns anos antes, No Man's Sky já tinha mostrado pra indústria que uma equipe dedicada e comprometida era capaz de salvar um jogo com lançamentos desastrosos, sabe? Através ali de trabalho duro, umas metas concretas, foco e transparência com o público.
Então, pra quem não sabe, o No Man's Sky, mais ou menos o trabalho que a equipe de marketing fez ali, de estragar o produto, o Cyberpunk, o CEO da empresa fazia. Ele ia dar entrevista e falava um monte de merda. Ele ia lá e cada vez experimentia mais coisas, os caras se olhavam tipo assim, não tem isso no jogo, porra, o que tu tá falando? E daí eles experimentaram multiplayer, tá na cap...
do jogo no lançamento no Playstation. Aí os caras foram testar online, cada um foi pro mesmo planeta. O cara tem 50 bilhões de planetas mas combinado se encontrar o mesmo. Rodaram o planeta todo, um não achava o outro. Ou seja, ele não era online, não era multiplayer, não tinha nada disso, ele só gerava procedural. Foi assim, o estrago, ainda mais pro indie, né, foi pior do que o do Cyberpunk.
Mas a correção foi a inspiração do Cyberpunk, né? Foi a lição também aprendida. Exatamente, cara. E nos meses que se seguiram, a equipe foi lançando diversos patches de correção entre esses problemas, focando principalmente em correção de bug e problema de instabilidade, né? Que tinha muito crash, muito que era de FPS, sabe? Problemas assim. Então, era uma longa jornada, sim, mas...
Nos seis primeiros meses foram os patches mais pesados, assim, sabe? E eu acho que foi a partir desse momento, na verdade, que ele voltou na plataforma da Playstation. Ficou, na verdade, seis meses fora. Eles só voltaram depois de tudo isso, cara. Não sei se ele chegou a ficar tudo isso, eu lembro que ele ficou um tempo fora, mas eu não lembro a quantidade.
Pelo que eu vi, eu acho que foi isso, cara. Até eles aceitarem, até, tipo, ter um número de pets suficiente pra eles falarem assim, não, ó, vamos colocar de volta aqui, sabe? Mas, assim, depois de um ano de melhoria, o jogo já tava com um desempenho, assim, muito melhor e começando a ganhar confiança de volta da galera que tava querendo dar uma segunda chance, sabe? Ó, quatro meses foram, pesquisei. Boa. Ó o fact check aqui, direto.
Ele foi lançado ali, aí algumas semanas depois teve, aí ele chegou a voltar oficialmente com tudo ali, ele disse que foi 21 de junho, mas ele não tem a data exata que ele saiu da PSN. Ah, tá, entendi. Então se ele conclua em média quatro meses, deve ter sido ali por janeiro e fevereiro.
Mas o maior patch é o que trouxe, além de correções, foi o que daí começou a aprimorar o jogo também, melhorar a IA de NPC de maneira geral, e também adicionou mais elementos de qualidade de vida e melhorou certos aspectos do jogo, e que veio junto com a atualização Next Generation, na próxima geração, Red PS5 e Xbox Series X.
Isso tudo foi no começo de 22. É, e junto com isso também trouxe... Esse é quase um reboot do jogo, né? Que daí ele muda sistemas, ele muda muita coisa. Ali a gente pega que é o Cyberpunk 2078, né? Ali tem muita coisa nova. Ele tem essas melhorias de qualidade de vida, melhoria de progressão. Eles não viram só os defeitos da produção do jogo que a gente estava citando até agora.
Eles reviram mecânicas, reviram as IAs, interação, muita coisa pra, bom, não vamos só corrigir, vamos fazer o jogo melhor. Exatamente. E também, como ele tava vindo com coisas pra desempenho da próxima geração, eles também colocaram diversas ferramentas também pra alterar o nível de gráfico, melhorar desempenhos, né? Coisas assim. E foi depois da chegada desse patch, foi...
quando os jogadores começaram a apostar assim, olha gente, o jogo finalmente está dentro da expectativa que a gente esperava, foi quando a avaliação da Steam já estava de, ela não estava extremamente positiva, mas estava o anterior acho que é majoritariamente positiva, né, começou a ter essa o pessoal voltar a falar dele, né, de voltar a falar, olha gente, vale a pena e tal e isso foi em 2022, né, no final de 2022 e aí
Foi quando a CD declarou que o jogo tinha vendido mais de 18 milhões de cópias. E foi aproveitando isso daí que veio também um anúncio de algo que ia ajudar muito eles. Porque ele voltou a ser muito comentado e instigou muitas pessoas aí atrás do jogo. Em 2022, principalmente, porque foi quando foi lançada aquela...
animação, feita pela Netflix ali, o Cyberpunk 2077, Edgerunners, que ela é de setembro de 22. E a partir disso, a procura pelo jogo aumentou consideravelmente. Foi lançada no momento certo, né? Porque o jogo já tinha alcançado o patamar que eles queriam, né? Então é tipo... Pô, agora que a gente vai lançar isso aqui pra chamar a galera, eles vão chegar com o jogo pronto do jeito que a gente quer, sabe?
Agora dá pra ter um reforço de marketing. Vocês que estão escutando aqui, eu e o Christian e o Torrente, nós vamos gravar um Griding Cross sobre o Cyberpunk Edge Runners. A nossa pretensão é que ele seja lançado bem próximo aqui desse podcast de Cyberpunk 2077. Então, quando você estiver escutando esse podcast, ou já vai ter o Griding Cross do Edge Runners, ou ele vai estar bem próximo de sair. Então, dê uma conferida lá no nosso site, lá na nossa página no Spotify, lá nas nossas redes sociais pra ver se...
Se ele já saiu, e se ele ainda não saiu, só aguarde. Ele vai sair, aí nós vamos entrar em mais detalhes e meandros do desenvolvimento, da recepção e tudo mais sobre o Cyberpunk Edgerunners. E o Manuel está fazendo uma promessa e ele não vai adiar em jeito nenhum.
ao lançamento do Grand Crosshead Runners exatamente isso, porque daí se for o caso ele adia o lançamento do podcast com os dias data ele consegue manipular
E, obviamente, como o pessoal da CD não é bobo, junto com o anúncio do anime veio o patch 1.6 com o nome de The Edge Runners Update, que adicionaram conteúdos inspirados em coisas que o anime trouxe, fazendo com que essas pessoas que viessem por causa do anime sentissem familiaridade com algumas coisas, pegassem algumas referências e tal. Então também pensaram nisso, né? Que é pra...
Agradecer a turma que tava chegando. Foi, cara. Tem skill, ícone de skill, que tem a Rebeca, que tem o protagonista, que tem a gorila de cabelo azul. Exatamente. A habilidade de monofil, se eu não me engano, veio por causa do Edge Runners. Acho que ela não tinha antes. Sim. Então, é um grande... Não sabia a referência. Eu não vi o anime, mas eu não sabia a referência. Mas não tinha antes, não. É um grande caso de onde uma obra, um spin-off, acabou influenciando a obra principal. Isso é maravilhoso. Exatamente. Isso é o cross-media na prática. Exatamente.
E foi nesse momento que o jogo atingiu o pico de jogadores simultâneos, desde o seu lançamento. E para aproveitar esse momento de alta, quando eles estavam ali tendo o seu momento de redenção, foi o momento perfeito para eles anunciarem a sua DLC, Phantom Liberty. Pô, foram espertas. Agora eles foram espertas. Aí eles já garantiram que o público estava voltando e que eles estavam em alta de novo. Agora eles gostam de nós de novo. Exato.
E dessa vez, né, com um conteúdo que foi cuidadosamente planejado e que os jogadores poderiam confiar que sairia de acordo com o novo status que o jogo tinha alcançado. Então, é isso, cara, sobre toda essa novela que foi aí a produção e o lançamento de Cyberpunk 2077.
Lembrando que neste podcast nós falaremos apenas do jogo base. Tal como nós fizemos com The Witcher, tal como nós vamos fazer com Elder Ring, nós eventualmente, talvez ano que vem, não sabemos. Calma com as promessas. Talvez, não sei. Não vou fazer igual... Eu não vou dar datas igual a CD Projekt Red. Eu não vou CD Projekt Redizar aqui no podcast.
eventualmente nós teremos um podcast específico sobre a Phantom Liberty. Então se você tem interesse, manda aí pra gente um comentário. Se a gente tiver bastante feedback, a gente pode dar uma adiantada nele. Exato. Você que é fã do Idris Elba, quer ver a gente falando sobre ele, manda aí pra gente. E você quer que a gente jogue o Phantom Liberty. Eu tô com muita vontade de jogar o Phantom Liberty, tá?
Eu vou comprar ele ainda, eu não tenho. Eu tô parado ali na DLC pra começar pra esperar o podcast, ó. Eu só vou jogar se vocês votarem pra ter outro. Senão eu não vou jogar. Joguei dinheiro fora, me ajudem. Vai ter, nós não sabemos quando ainda. Vai depender do se o público mostrar muito interesse. Precisamente, se vocês quiserem ajudar o Ferraz, demonstra aí o interesse pra gente gravar um conteúdo aí do Phantom Liberty.
expansão. Eu acho que um ponto legal pra gente só botar pra encerrar aqui da questão da produção, que a gente vê claramente que eles produziram o jogo pensando na versão pra PC, que era tipo assim, no ultra, no nível mais forte, cara, tem todo o cabelo. Quem tinha um PC da NASA não se incomodou no lançamento, tirando bugzinhos eventuais e tal, mas de performance não teve problema. Nos consoles o problema foi a performance, e daí era tipo tu rodar ele no PC da Xuxa.
Sim. Tanto que na minha experiência eu não sofri tanto porque eu tinha o Xbox One X, que era aquela versão 4K HDR do Xbox One. Então ele conseguia dar conta do jogo, eu sofri com os bugs mesmo que o jogo tinha. Agora, quem jogou no Play 4 base, quem jogou no Play 4 Pro também rodou bem. Quem jogou no Play 4 base, quem jogou no Xbox One base, ou quem tinha um PC da Xuxa, eles se fuderam pra caralho. A performance dele do Medium pra baixo, se não fosse no Ultra, ele era horrível, horrível, horrível. Então.
Eu joguei no lançamento também e joguei no PC. Eu tive um pouco de sorte, na verdade. Eu não tive problemas com o bug. Mas o Mac daí sofreu com os bugs, o que ele tinha mesmo ali de coisa. Quem sofreu no Witcher também. Mas quem jogou no console, eu lembro dos videozinhos da galera mostrando os play desligando. Super aquecimento. Sim, bizarro, bizarro. Entende? Era o jogo pra travar ter um videogame. Caramba. O que aconteceu no Xbox ainda teve isso. Teve um que ele chegou a desligar o console. Nossa.
Você tá... Iniciou, você vai ter aquele... Aquele símbolo do Xbox na tela. Meu Deus do céu. 3RL, né? Uns 3RL. Ô, traumas, traumas.
Mas o cara que era herói, de lado ele troca. É o polvo de uma asa, o seu nome é Zé Piroca. Fala, ouvintainha do Grandcast, aqui é o Leão do Galinha Viajante. Você já ouviu minha voz e a voz do Samuka aqui no Grandcast várias vezes. E se você quiser conhecer nosso podcast que também fala muito de RPG, ouça o Galinha Viajante. Só se você não tivermos episódio de Final Fantasy VII, Kingdom Hearts 2, Digimon, Bloodborne, além de EPIs passados aí, como Metaphor, Dragon Quest, Persona, Ni No Kuni, mais uma cacetada de coisa.
Busque por Galinha Viajante no Spotify ou em qualquer plataforma de áudio
Quanto às vendas, Cyberpunk ele recebeu em torno de 8 milhões de pré-vendas antes do seu lançamento. Nossa senhora. Em todas as plataformas, com mais de 70% dessas sendo digital.
Jesus Cristo Falei que era a Tempestade perfeita Então cara, é isso Os caras tinham 8 milhões de jogos já vendidos E tipo, não tinha alguma de A a mais Porque a galera ia ficar maluca Porém, após ser lançamento conturbado As vendas caíram Contudo, mesmo assim Em dezembro de 2020 O jogo já havia chegado Chegado na marca de 13 milhões De unidades vendidas Mesmo com esse tanto de bug 13 milhões São 24 milhões 24 24
Em setembro de 2022, o jogo já havia chegado a 20 milhões, com as vendas tendo um aumento considerável devido à animação do Netflix, o Cyberpunk Edgerunners. E, mais recentemente, em novembro de 2025, ou seja, ano passado da data de gravação desse podcast, as unidades vendidas já somavam 35 milhões, tornando o Cyberpunk 2077 um dos jogos mais bem vendidos de todos os tempos.
Ou seja, apesar de todo o problema de desenvolvimento, o jogo vendeu muito, muito bem. Tem um detalhe legal das vendas, que eu não sei se vocês lembram, como eu sou do console, eu acompanhei muito isso, e aí eu indicava pro pessoal comprar, que a mídia física em lojas tipo americanas, coisas assim, era R$19 o pessoal tava vendendo. Porque encalhou. Encalhou, é. Com o problema do lançamento, os caras fizeram estoques gigantes, porque ia ser o jogo do final do ano de 2020.
Era o jogo pra vender milhões. E aí encalhou. E aí chegou o outro ano, começaram a me dizer...
Começou, acho que na época era 249, um lançamento, se não me falha a memória. E aí já começou, 199, 149, chegou a 49, chegou a ter a mídia física por 19,90. Caralho. 20 quanto. Bem jogo que encalhou, os caras precisando desovar, estavam ocupando espaço do CD, estavam mandando aquilo embora, pra botar outra mercadoria no lugar, vamos só desovar, vamos vender encarando prejuízo. E eu indicava o pessoal, compra, compra que o jogo é bom, já tem patch, já...
melhorou, vale a pena, eles já tinham anunciado mais patch, mais correções, eu indicava muito pro pessoal, e muita gente comprou e depois curtiu, teve uma experiência boa com as coisas, e falaram, o ruim já passou gente, o pior, quem comprou na pré-venda passou, pode levar, instala os patchs, tudo que vai se divertir, então muita gente comprou esse jogo a preço de banana na mídia física.
E assim, o que salvou esse jogo também foi que ele saiu numa época que existia como você arrumar depois, né? Imagina se ele tivesse saído anos 90, começo dos anos 2000. Acabou, acabou, já era. Imagina isso em cartucho, morreu, né? Meu Deus, morreu, já era. E quase ninguém usava, os consoles que vieram pra cá eram sem modem, né? Era o japonês que...
com o molinho de fábrica. A gente comentou no podcast do Pokémon Firehead e Leaf Green que teve uma atualização que eles fizeram pro jogo. Pra eles inserirem no jogo era uma gambiarra desgraçada, velho. Quanto aos prêmios, né? O Cyberpork 2037 ganhou por dois anos consecutivo o prêmio de jogo mais esperado do Golden Joystick Awards em 2018 e 2019 respectivamente.
Eu tenho certeza que era, tipo assim, o pessoal do marketing super, né? Nossa, os caras vão fazer um boost pra mim nessa empresa, olha só. Nosso trabalho é mó foda, cara, a gente tá ganhando prêmio com o nosso marketing. Errado não tão, né? Exato, mas... A função do marketing é essa, tava funcionando. Tô esquecendo de combinar com o resto, né? Tô esquecendo que eles estavam fazendo uma bomba relógio.
E, olha só, na 2018, Electronic Entertainment Expo, o título recebeu mais de 100 prêmios. Da E3, essa E3 de 2018. Exatamente. Após seu lançamento, o jogo recebeu várias nomeações para prêmios, incluindo no The Game Awards. Mas por algum motivo que nós não citamos anteriormente.
Ele só veio ganhar a premiação em 2023 como Best Ongoing Game, que é o melhor jogo em andamento devido aos seus upgrades e a sua expansão Phantom Liberty. Ele também ganhou vários prêmios anos após seu lançamento, como em 2024 quando ganhou o British Academy Games Hour, An Evolving Game, que é jogo em evolução.
em dezembro de 2025, ou seja, final do ano passado, ganhou o prêmio de Mac Game of the Year no APP Story Awards. Que eu acho que é um prêmio aqui da loja da Apple, né? Isso. Ou seja, ele ganhou muitos prêmios posteriores quando o jogo já tava refinado, bonitinho, pronto, que é a versão que a gente vai falar aqui. É que pra Mac não sai muito jogo, né? Daí mesmo eles ali, ó, 2025 ele sai no premiado, porque não tem muita opção não.
E pro Stadia? A versão do Stadia vendeu quanto? KKK Os fãs do Stadia, por favor, mandem um feedback aí, tá? Sim Ó, se algum fã do Stadia, alguém que jogou essa versão no Stadia comentar Vai ser antecipado em um mês o podcast da Demi Mas tem que provar Tem que provar, eu também
E aí, Gustavo, diga pra gente quais RPGs que saíram em 2020, junto com o Cyberpunk 2077? Cara, ele teve concorrentes interessantes aí, grandes, né? Na cena oriental aí, nós tínhamos o Final Fantasy VII Remake, e a Kusa Like a Dragon, que nós já gravamos podcast, o Grandcast número 87. Saiu também o Genshin Impact e o Hylix 2, que a gente também tem em Grandcast aqui, é...
o número 129. E já no cena ocidental, nós temos o Nioh 2, o Solasta Crown of the Magister, o Wasteland 3 e o Assassin's Creed Valhalla. Bastante coisa esse ano, hein? Pois é.
Mas ele era o que a galera tava realmente mais esperando mesmo, assim. Ele era o grande lançamento. Ele até, tipo, na época... Da cena ocidental era só ele mesmo, né? Porque o Assassin's Creed, porrala, é o que cansou de vez a forma. Sim. O Wasteland é bem nichado. Sim. O Solasta também. O Neo 2 é só os like, mas aquele negócio, os que não são da From não é a mesma coisa, né? Não adianta.
Não tem o mesmo. Não se chamam Lies of P, né? É isso, exatamente. Quer dizer, se eu tenho exceção, confirma a regra, né? Que é o Lies of P. O resto é só o wannabe, né? Não tem jeito. Se você deitar ali o Yakuza, acho que foi a grande surpresa. Yakuza Like a Dragon. É que esse também... Ninguém tava com grande expectativa e tal. Era uma mudança, né? Porque o Yakuza sempre foi um jogo de beaten up, praticamente.
E o Final Fantasy VII Remake que era o que tinha grandes expectativas mesmo, né? Que era o... O Oriental era o mais aguardado. Sim. E é aquela... Com certeza. E o Genshin Impact é jogo gacha da vida online. Mas é aquela coisa, né? O Final Fantasy VII Remake, ele era o que a comunidade do RPG tava meio esperando uma parte da comunidade, né? Que gosta do Final Fantasy e tal.
Mas o Cyberpunk, apesar de ser RPG, tinha a galera de fora, né? Sim, ele furou a bolha, né? Ele era o tipo de jogo que já puxava a galera que não necessariamente joga RPG e queria jogar ele. Engraçado, né? A qualidade da CD Projekt, o Witcher, que também furou a bolha. Sim. O Witcher não furou a bolha do RPG.
E também por ele ser um FPS. Exato, exato. E daí também tá dessa galera. Então ele atingiu várias bolas. Ele tinha um cenário mais macro, né? Ele tinha realmente isso. Ele era o mais esperado, não só no RPG, ele era o mais esperado no cenário geral de jogos. Sim. Ele era tipo o que o Skyrim foi na época dele, né? Nesse sentido. É interessante. A expectativa dele, assim, que nem todo mundo espera o GTA pra 2026, é o que o pessoal esperava em 2020.
Cyberpunk. Cyberpunk. Era o jogo, todo mundo queria fugir do lançamento dele também. Interessante que 2020 foi o ano do Cyberpunk, né? Porque saiu Cyberpunk.
E saiu Final Fantasy Remake, que é a primeira parte que é em Midgard, que é Cyberpunk. É Cyberpunk, exatamente. Depois virar a casa da mãe Joana, como todo JRPG. Mas no começo é Cyberpunk, mas ali é. É verdade.
Parte artística Começando com o design visual O jogo conta com o visual em três dimensões realista Com a visão do jogador sendo em primeira pessoa por todo o tempo Os cenários são, em sua maioria, futuristas E bem no estilo cyberpunk Mais ou menos Contudo, também temos paisagens naturais Favelas, galpões abandonados Áreas inundadas Entre outras São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
Cara, uma coisa que ele tem que é marcante e controverso ao mesmo tempo é a customização do protagonista. Tu pode ter o V ou a V, né? Tu monta, ou tu pode fazer ele híbrido. Ele te dá até essa opção. A minha primeira jogatina ali da hora. Mulher de rola ou homem de xeré? É, eu fiz... Pra mim, eu pensei que o V era de Vitar, né? Daí eu fiz o Pablo Vitar. Era uma mulher com uma estrovenga, né? Eu tinha feito assim. Estrovenga! Estrovenga é foda.
Eu fiz assim. Agora na minha segunda jogatina eu fiz uma mulher à moda antiga, né? Com o instrumento feminino ali. Porque, spoiler, eu queria pegar Judith e não dava, né? Então eu queria ter essa experiência que me fez falta na primeira, então eu mudei meu personagem.
Mas vamos lá. Por que eu digo que é controverso? Cara, tu tem um monte de customização pra fazer. Cabelo, corpo, formato, tamanho. Se for fazer a personagem feminina, os seios, o tipo do órgão sexual. Se é masculino ou feminino, você consegue fazer o híbrido e tal. Pode mexer num monte de coisa. Mas aí ele entra naquele clássico do jogo em primeira pessoa. Tu faz tudo isso e tu não vê. Aí tu vai ter visual da tua customização.
O quê? Quando tu interage com o espelho. Que tem a opção. Que é mais, aí tu interage mais quando for pra se recostumizar. Tu mexe ali, troca.
a roupa, essas coisas, quando tu acessa uma câmera e tu aparece ali e no veículo, na moto, que daí a câmera vai pra terceira pessoa. Mas de resto tu não vê. Então tu tem um monte de customização, um monte de coisa legal, mas pra 100 horas ali, tu vai observar isso, tu vai ter isso em tela por 3, 4 eu não sei até que ponto que vale a pena, entendeu? E tem o modo foto também, né? Isso.
Isso aí é uma moda atual, né? Que antigamente eu que sou mais 40 aqui quase não uso esse tipo de recurso porque não era a minha época, né? Entende? Ah, eu também não uso. Estou acostumado a só jogar e deu. Eu quase não uso esse recurso, então... Eu tiro muito print automático por causa da minha mania de fazer análise. Então toda hora que eu vejo uma parte legal no jogo, F12, F12, F12, F12 aqui no teclado aqui da Steam. Eu também...
É, e hoje em dia nos consoles tu tem o botão de share também que ele já faz automático. Não precisa nem entrar no modo foto, né? O modo foto é se tu quer realmente gourmetizar o negócio, né? Que é fazer com a palavra que eu mais odeio, né? Que é transformar isso em instagramável. Eu tenho um ódio dessa palavra, cara. É que sim, eu também tiro muito print, né? Sempre. Mas com o modo foto eu não tenho o costume de usar.
Mas alguns jogos que eu vi que tem algumas coisas legais de modo foto pra fazer, eu usei, sabe? Nesse aqui eu usei até. Tinha coisa que eu tirava print normal, mas algumas coisas eu falava, deixa eu fazer uma fotinho mais maneira aqui, eu vou mostrar algumas pra vocês depois. Olha, confesso que eu entrei em modo foto de alguns jogos quando ele dava uma conquista, um troféu, alguma coisa assim, sabe? Eu parecia ali a Liz. E olha que eu nem sou de platinar, nem nada disso.
Eu cago pra essas coisas. Mas quando é fácil, tá no caminho, só vai fazer ali pra pipocar, eu fazia, entendeu? Mas eu não dou muito bola pra isso.
Mas sim, a customização é legal, na minha opinião é boa, mas não acho muita vantagem prática. Mas o que tu usa, o que tu customiza é muito bem feito. Cabelo, detalhe do rosto, tu pode montar cada um um personagem diferente. Até o Manuel comentou antes do começo o Talmaturga, um negócio que eu comentei ali no grupo, que os caras reaproveitam o mesmo personagem, só mudam o detalhe, puxam o olho daqui, mudam o nariz, e é tudo a mesma cara.
Cara, e tu não tem isso aqui. Se tu quiser montar teu personagem, vai ser completamente diferente. Se nós botassem um print aqui na cara da V ou do V de cada um, seriam completamente diferentes. E se você abre o inventário, também aparece. Eu ia falar agora. Se você abre o inventário, aparece. É porque chegou num ponto que eu falei... Cara, eu gostava de entrar e trocar roupinha do meu personagem, dependendo do que ele ia fazer. Eu cheguei nesse ponto de imersão.
Eu também. Eu acho assim, a customização do jogo da hora. Sim, tem o ponto que você não vai ver tanto do seu personagem assim. Mas é aquela coisa, né? Como você tá moldando o seu V de várias formas, né? Enquanto você joga. Eu acho que o fato de você conseguir criar ele. Te dá uma sensação mesmo de que você tem o controle de quem é essa pessoa, sabe? Não que ele vem com uma aparência mais fixa ou padrão.
Só que mais do que isso, eu acho que... Eu vi algumas pessoas falando que... Ah, eu até jogaria esse jogo, mas ele é a primeira pessoa. Ah, eu acho um desperdício de primeira pessoa, porque a gente que quer ver o personagem. Mas, cara, eu acho que esse jogo faz uso da primeira pessoa tão bem, mas tão bem, mas tão bem, que eu realmente... É o que eu comentei ali na produção, que o pessoal queria que a gente ficasse imerso nesse jogo.
E eu sinto que exatamente essa proposta deles, pra mim, se cumpriu muito, sabe? Porque eu tava muito imerso, muito, muito imerso.
Graças à maneira com que eles usaram a primeira pessoa, sabe? Seja na exploração, seja nas interações, assim, sabe? Ele tem uma coisa bem cinematográfica, assim. Então, o fato de eu estar imerso nessa coisa, assim, fez com que eu meio que também me importasse com outras coisas que mesmo que a gente não conseguisse ver toda hora como tá o seu personagem, eu queria deixar o meu personagem da hora, sabe? Se eu pegasse uma calça feia pra caralho, eu não ia usar ela só porque eu não tô necessariamente olhando, sabe?
Eu queria que o meu ver entrasse no Afterlife e a galera olhasse e falasse, caralho, esse mercenário é bezica? Olha esse cara. Se vocês escutarem uns podcasts mais antigos aí, quando era o outro Manuel que foi embora junto com a banha, eu era uma pessoa que sempre falava que nunca pegava, eu nunca gostava muito de customização. São jogos que tinham muita customização de personagem, customizava rosto, ruga, não sei o que.
E normalmente eu vou um personagem, eu costumava ir um personagem mais padrão. Mas recentemente eu comecei a brincar mais nisso. Tanto que quando eu peguei o Baldur's Gate 3, uma das reclamações que eu tive lá no podcast foi que o jogo não tem tanta opção de customização quando eu pensava. O Dragon Age Inquisition tem muito mais que ele. Então aí nesse jogo, não, eu, peraí, é um jogo cyberpunk? Beleza. Eu quero fazer uma guria, porque já tinha me falado da Judy. Eu falei, menina bonita, eu vou fazer uma guria. Ok.
Dois. Falei, eu quero fazer ou a Motoko Kusanagi ou a Alita de Beethoven de Alita. Motoko Kusanagi de Ghost in the Shell. E a Alita é essa guriazinha aqui, beiçuda, com um cabelão Black Power. Vou mostrar aqui na câmera aqui pra vocês. Cyberpunk total. Uhum.
E eu tava procurando lá as opções, eu falei, se eu pegar uma Motoku Zanagi, que ela é cabelinho curtinho, preto, azul, vai ficar genérico, né? Não vai parecer que eu tô me baseando na personagem. Já a Alita, ela tem esse cabelo, ela tem os lábios mais carnudos, ela tem essa faixa metálica aqui debaixo do olho. Eu falei, o jogo vai me permitir eu fazer isso.
E eu consegui fazer. Eu só não consegui deixar os braços metálicos, tipo aquele cara do Mortal Kombat. O Jax. Porque eu usava roupa. É, tipo o Jax. Porque a Alita, ela tem isso. Porque ela usava roupa, né? E a build de braço era mais build física e a minha build era outra. Mas eu fiquei satisfeito. E juntando isso...
Com o que a gente vai falar na narrativa, como o V, no meu caso a V, ela funciona na narrativa. Cara, isso me deixou imerso pra caralho. Claro, o jogo é em primeira pessoa, você não vai ficar vendo o seu personagem igual acontece com o Geralt, por exemplo. No The Witcher 3, eu sempre usava um set bonitinho porque eu não queria ficar usando o gibão. Aquelas roupas lá, tudo atrapalhadas, sabe? Aquelas pedaços de armadura diferentes.
Meu Geralt fica feio que dói. Eu gostava de usar o set de armadura, tudo bonitinho.
Então aqui no Cyberpunk eu falei, olha, eu vou, eu fiz isso também. Por mais que eu não veja esse personagem, quando eu abri o menu ela tava lá. E se ela tivesse tudo mulambenta, sabe, eu deixei ela com uma roupa colorida de palhaça, eu falei, não vai dar certo, não vai dar certo isso daí. E assim, Manoel, antes do update, uma coisa que mudou no jogo é que as roupas do jogo tinham defesa, tinham status. Então você era obrigado às vezes a usar umas roupas medonhas, cara.
Porque elas tinham status melhores do que o que você estava usando, sabe? E depois eles trocaram isso, né? Eles colocaram isso pra outra coisa. Eu joguei essa versão, então eu só olhava pra status. Eu caguei pra estética ali, entendesse? No meu jogo. E aí eu acostumei com isso. A decisão deles por primeira pessoa, assim, foi acertada pelo jeito que eles usaram, sabe?
Eu senti que ele era um jogo que era uma coisa muito... A interação com os personagens era uma coisa muito cinematográfica, sabe? Então, por exemplo, eu lembro quando eu fui conversar com o primeiro maluco lá que vai te dar um... Começou o jogo, o cara vai te dar uma missão pra fazer lá. Vai fazer um corre pra ele pra ajudar o barman que tá devendo dinheiro pra ele. Vocês lembram? Comecinho do jogo. Lá no Afterlife, né? O gordão lá.
Isso. Não, não, o Neném Afterlife. O cara que fica na missão é o bordão, né? É, é. Antes disso. É a missão que você vai fazer antes de conhecer o Jack. É a primeira coisa do jogo. Ah, que tu vai pra ganhar moral, tá certo? Você tá lá, com o nariz quebrado, você acerta seu nariz, o cara do bar fala pra você que tá com uma dívida com o cara e você vai lá em cima falar com ele.
Eu lembro que eu cheguei, aí, tipo, tava o gordão sentindo, tinha o cara e tinha o parceiro dele que era um gordalhasse. Aí você chega, o cara sai, aí quando você vai, você senta pra conversar com o cara, daí o gordão senta do seu lado pra meio que trancar você ali, sabe? Pra ficar, tipo, te intimidando, assim.
E eu lembro que o cara sentou do meu lado e eu ficava, tipo, com a câmera, porque você fica com a câmera livre daí, né? E eu ficava olhando pro cara e eu olhando pro outro cara, que ficava com o olhar me ameaçando, assim, sabe? Então, tipo, isso vai te colocando dentro do jogo. O fato de você estar ali nas interações podendo mover o olhar do personagem pra qualquer lado, faz com que você se coloque na situação de você estar ali, olhando ali, olhando os detalhes dos ambientes, sabe?
Quando o cara que você falou, o Gordão lá, o Dexter, chama você pra fazer a missão do roubo, que daí você entra na limusine pra conversar com o cara, tá ligado? E o ângulo da câmera te deixa ele enorme na sua tela, assim. E é aquela coisa muito de você sentir como se você tivesse realmente sentado ali, trocando ideia com o cara. Eu acho que a escolha da...
A primeira pessoa foi perfeita mesmo. Isso não tinha como ser melhor. Se tu imaginar só essas cenas que tu relatou, se tu tentar imaginar ela no ângulo terceira pessoa, não ia ter o impacto, não ia ter isso daí. Por mais que tu tem uma direção de arte, uma coisa legal, não ia ser legal como é dessa maneira. E o gameplay também ficou muito bom em primeira pessoa. A escolha da câmera realmente não... Eu não tenho nada pra reclamar.
Eu falei, só a questão, essa é uma opinião minha sobre personalização daí como primeira pessoa. Sim, o fato da customização é que você não vai ver quase nunca, né, vamos dizer assim. Mas acho que faz parte, eu acho que ter acrescenta mais do que não ter, sabe? Mesmo que você não vá frequentemente ficar se vendo.
É que nem tem um meme sobre isso, né? Essa questão da customização em primeira pessoa. Se não dá bola pra customização em primeira pessoa, então por que que tu corta o cabelo, tu se veste, tu faz a barba, entendeu? Tu vive em primeira pessoa, seu animal. Tu vive em primeira pessoa, é isso. Exatamente. E aí, por exemplo, lá...
Marquei a reunião com algum corp foda num restaurante. Fica lá. Ah, vou trocar uma roupinha. Colocar uma roupinha mais decente. Vou chegar aqui com essa roupa de mercenário que acabou de sair de um... Sei lá, de uma missão de sequestrar não sei quem e levar no matadouro. Só que de repente eu volto, eu chego no restaurante assim, tudo zoado, tudo sujo. Falo, não, pôr uma roupinha aqui, pá.
É igual o The Witcher 3, né? Quando antes do Geralt ia em algum lugar, você fazia barba, passava da barbeira. A galera fala pra ele, a gente tá indo numa festa. Coloca um gibão ao invés de você ir de armadura e espada. Tem uma opção que aí a Jennifer fica puta com a senhora, com roupa merda. Exatamente.
Aproveitar que a gente tá falando, assim, dessa coisa de você querer estar bem... Como é que fala? Bem condizente com o ambiente que você tá. Condizente. Vamos, então, falar sobre a ambientação do jogo, cara. Aí que tá. Como os caras foram no cerne da coisa, eles foram atrás do material base, não tinha muito como errar, né? Os caras foram atrás do cara que criou o RPG de mesa do Cyberpunk.
E que, pô, eles tinham um conhecimento enorme sobre o negócio e tinham ali um puta consultor, sabe? Então, pô, você vê a cidade ali de Night City, ela respira a Cyberpunk. A moda das pessoas na rua, assim, você vê que também é o puro suco do Cyberpunk, né? Que é aquela coisa que vocês fizeram personagens, assim, que elas têm aquela cara retrô anos 80, só que com o toque do... São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
desse mundo, né, do neon, das cores, do não sei o que, sabe? E todas essas coisas tecnológicas que são colocadas juntos, né? A parte da normalização dos implantes, normalização dessa tecnologia que acompanha em tudo, sabe? Então, pô, isso é muito massa, sabe? Você tá conversando com um cara na sua frente, o cara fala pra você que, ah, pode deixar ver, eu vou fazer a transferência pra você do seu dinheiro. E você vê que o olho do cara, ele brilha azul, assim, e de repente some e na sua tela aparece.
transferindo um dinheiro pra você. E acho que a Gaudê, que chama aí a Hilde, quando você tem as coisas dispostas na sua tela, elas conversam também muito bem com isso aí, sabe? Tipo, numa coisa cyberpunk de ter essas coisas aparecendo na sua tela, que seria como se você estivesse vivendo no mundo se você tivesse implante de olhos. É o que tu consegue hoje com aqueles óculos da meta. Isso.
Exatamente, é uma prévia do que foi. Idade aumentada. Idade aumentada disso aí, uma prévia. E cara, isso é muito massa. Só que Cyberpunk também é sinônimo de tecnologia suja. Não sei se vocês têm essa impressão, né? Porque quando você vê algumas obras futuristas, você vê aquelas coisas high-tech, super clean, super que funciona direito e tal. E Cyberpunk é muito aquela coisa do tipo...
Pô, você vai pegar um binóculo e aquele binóculo que, tipo, dá aquelas piscadas, sabe? Dá aquela falhada. Tudo que você vai envolver, assim, tem muita coisa caseira, né? Você vê que chegar num lugar que tem um negócio tecnológico, mas ele ligado pra um monte de fio. Fio pra caralho. Você vai se conectar nas coisas, você tem que puxar um fio daqui pra ligar ali, enviar um negócio na cabeça, sabe?
Então, é uma coisa bem industrial, né? Metal pesado, aquela coisa assim, né? Não é um visual clean, não é um padrão Apple, assim, sabe? É um negócio bem metal, pontas aparecendo, como tu falou, fio aparecendo. Não tem acabamento, é rústico, né? É moderno, mas é rústico no visual. E muito daquele do-it-yourself, né? Você chega, tipo, sei lá, numa casa do cara, o cara tem uma bancada lá.
Hoje em dia, você vai, sei lá, no lugar desse, o cara deve ter uma marcenariazinha, assim, caseira, sabe? Ah, o cara tem ali uma mesinha com uns equipamentinhos que ele faz umas coisas, né? No mundo do Cyberpunk, você vai lá e o cara tem os negócios pra poder, sei lá, operar um implante que ele tem no braço, tá ligado? O cara vai corrigir o braço metálico dele porque ele tem na casa dele uma máquina de solda, vamos dizer, umas coisas assim.
E é tudo aquela coisa suja, você vê? Night City também é aquela cidade que ela é suja, ela é, não sei o que, mas ela é. Ela é.
E é aquela coisa que nunca dorme, né? Aquele movimento, é luz, é gente, é tudo. O que mostra bem o que tu falou agora, dessa daí também, é os medicânicos. Os médicos lá que... Medicânico, né? Os medicânicos. Pode ver, cara, é um... Parece clínica clandestina, assim, né? É, cara, um tiozão na puta que tá rindo, cara. É um açougue, né? Um negócio feio pra caralho. É um açougue, é um açougue. O Victor Vector tem um das clínicas mais suaves que tem, né? A dele é a mais limpa.
Era um negócio que a vigilância sanitária fecharia toda. Com certeza. Com certeza, total. E é muito massa, porque sempre que você tá olhando pro horizonte tem alguma coisa, né? Então, por exemplo, você vê que aqueles carros voadores não são tão frequentes, mas tem vários deles passando assim. Por exemplo, naquela primeira missão que você faz, que daí chega o time de médicos lá, o Traumatrige também, né?
É trauma alguma coisa, né? É trauma time, trauma time. Isso. Que é muito louco, cara, que tipo assim, eles são tipo uma ambulância, assim, com um negócio de médico, mas eles também são meio que militares, né? É tipo uma corporação que tem isso aí pras pessoas que são extremamente ricas, então, você vê que chega um carro equipado, um monte de gente que vem, assim, fazer um serviço de ambulância.
Só que desse, mano, cinco caras fortemente armados, de metralhadora, assim, com roupas militares absurdas, assim, pra, tipo, extrair o corpo que precisa ser levado, sabe? Isso é muito louco. É bem serviço de extração, né? Eles sabem com o que que eles estão lidando, né? Ah, pro cara ter uma emergência, ter que ir lá buscar, tu sabe que o negócio foi feio. Uhum.
E é muito louco isso. E você vê... Todo esse mundo sempre tem aquele lance de uma grande corporação por trás, né? Você vê a Arasaka em tudo aqui. Em tudo, tudo. Ela respira a Arasaka, sabe? Mesmo ela sendo a sede dela em Tóquio, lá na puta que pariu. A Arasaka em Night City, ela ainda assim é... Não tem nem briga por corporação. Ela é Night City.
O que eu acho incrível na ambientação desse jogo. Já fez eu me apaixonar pelo jogo logo de cara. Assim que eu comecei em Night City, sabe? Como liberou pra eu poder explorar essa cidade. Que eu sou bem acostumado com obra cyberpunk. E o que eu acho interessante do gênero cyberpunk? Recentemente eu com o Christian, a gente gravou um Grading Cross sobre fantasia japonesa. Como a gente falou lá, a fantasia japonesa, ela bebe da fantasia medieval ocidental. Só que ela se difere totalmente dela.
Ela usa ela como base, mas ela cria algo novo. Agora, Cyberpunk, não existe Cyberpunk ocidental e oriental. São o mesmo Cyberpunk. Sim, isso é verdade. Quando você pega um Ghost in the Shell, tu pega um Beethoven de Walita, tu pega o próprio Final Fantasy VII em Midgard, e você compara com obras ocidentais, você percebe que ambos são bem similares. Por quê? Existe uma retroalimentação do gênero. O expoente que a gente pode pegar, por assim dizer...
É o Blade Runner. Claro que tem aquele livro, né? Ovelhas. Das ovelhas elétricas, né? Isso. Alguma coisa do tipo. A gente comenta no nosso... Ovelha é em guia... O que é que é que é o nosso? É em guias elétricas. Tem um nome que é só lá em isla. Em guias elétricas. Em guias elétricas a gente tem um questionário com esse nome. Deixa eu só ver o nome certinho. Androides sonham com ovelhas elétricas. Isso. Que ele é a base pro Blade Runner. E tem o Neuromancer também, né? Do William Gibson. Isso, Neuromancer também.
Sim, essas duas obras ocidentais Elas influenciaram pra caralho Ghost in the Shell, Batman e Angel Alita Ou pegar principalmente Ghost in the Shell, né? Que é o mais famoso, principalmente por causa daquele filme Que saiu ali nos anos 90 E aí o Matrix é extremamente baseado Em Ghost in the Shell E Matrix é meio que a obra que catapultou Cyberpunk pra muita gente, né? Perfeito, perfeito Porque ele explodiu várias bolhas São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
Porque o Blade Runner, ele é nicho. Mesmo na época ele não fez muito sucesso. Ele virou um clássico cult posteriormente. Ghost in the Shell, até dentro do público que acompanha anime, ele é nicho. Normalmente ele é aquela obra que tipo, eu sei que é foda, mas eu nunca vi. É difícil pegar as pessoas que assistiram realmente. É Ghost in the Shell e pega um Baito Angel Alita e ainda é mais difícil ainda. E outra obra também é o Akira, né?
Akira, perfeito. Eu ia falar agora. Akira também. Então você tem esse gênero que ele se retroalimenta do ocidente com o oriente. Isso se reflete perfeitamente aqui no Cyberpunk 2077. Não é à toa, não é coincidência que a organização que comanda a cidade é uma organização japonesa. Em várias obras Cyberpunk, sempre o Japão é um dos lugares que mais está em alta. Mesmo que seja uma obra ocidental.
Exatamente. Sempre porque Toca é meio que um berço o Cyberpunk, sabe? Mas é por causa da fama do Japão com tecnologia e tudo mais, né? Eu que fui criança nos anos 90 o sonho era ir pro Japão conhecer pra saber que o que tinha de mais moderno tava lá, entende? Sim, com certeza. Com relação anos 90, anos 80 ali, depois de Blade Runner, né? Junto com Ghost in the Shell tiveram várias obras japonesas ali Cyberpunk que saíram, né? Tem o... Um que é o Bubble Room Crisis, né? São umas gostosas com armaduras.
que é Cyberpunk, sabe? Então... E você percebe, não tem essa diferença, né? Você compara ele com Matrix, você vai conseguir perceber coisas muito parecidas de um com outro. Isso quase que é maravilhoso desse gênero. E aí, quando eu chego nesse jogo, eu vejo isso tudo refletido na minha frente, cara. Eu posso interagir com tudo isso. O mundo, apesar de parecer idiota isso que eu vou falar, mas Cyberpunk 2077 é muito Cyberpunk. É.
Não fica só no nome, né? Com certeza. E você vê isso refletido também, sei lá, até nas armas, né? Quando você pega as diferentes armas, diferentes modos, as armas tecnológicas, as katanas, você vê que, tipo assim, tem a katana que ela tem um design um pouquinho mais clássico, mas aí tem aquelas katanas, tipo, mais, tipo, com a lâmina com neon, tá ligado? Outras coisas assim. Caralho, é exatamente isso que eu queria.
Tem algumas coisas que eu senti falta. Eu ia deixar pra falar na parte de gameplay, mas como é uma parte estética, acho que eu posso falar aqui na arte. Olho com visão infravermelha. Com visão de calor. Você não tem visão de calor, visão de vermelho. A gente tem só... Cara, ia ajudar pra caralho nas missões. A gente tem só na Neurodansa editada, né? Sim, na Neurodansa editada tem as duas. Isso, que daí tu tem a parte pra calor, ruído e a visão normal, né?
Isso não vai claramente afetar a minha nota, mas quando eu joguei eu senti falta, sabe? Assim como piroca de míssil. Eu vi que dependendo da sua build, do caminho que você foi, tem como você ter armas tecnológicas que elas conseguem ver através de parede e atirar através de parede. Eu consegui uma habilidade, eu sou de hacker, né? Eu fui hacker, que dá pra você hackear através da parede. Tem algumas formas de... Trilha rede. Trilha rede.
A trilha é redícia, mas assim, visão infravermelha e de calor é só na neurodança, né? Quando você vai editar e tudo mais. Eu senti um pouco de falta, mas assim, como é cyberpunk, sabe? Eu já tô acostumado com esse gênero. Mas eu crio umas coisas meio loucas. Não tem tanta loucura assim, mas o que tem te deixa satisfeito, cara. Consegue deixar perfeitamente. E como tu mexe tudo, né? Com a questão da edição do teu corpo ali. Tu troca olho, tu troca a parte de coluna, de pera, com essa parte aí. Realmente poderia ter isso. Seria um aditivo legal. Seria.
Continuando aqui na parte artística, eu acho que é importante a gente também falar da modelagem e da caracterização dos personagens. Cara, esse jogo manda muito bem na modelagem dos personagens, cara. Puta que pariu. Eu, a priori, né, eu pensando aqui, falei, cara, o design dos personagens deve ser baseado no RPG de mesa, né? Aí eu fui olhar o design aqui na Wiki, o design do RPG do Johnny Silverhand. Velho, não tem nada a ver, velho. Caralho.
Ele era muito aqueles personagens de, sei lá, de quadrinhos dos anos 80 mesmo, né? Tipo, de cabelo e tal. Aquele cabelo Patrick's Face, né? Aquele negócio assim. E o model dele era todo tipo, sei lá, de super-herói mesmo, né? Tipo, a calça, assim, as coisas.
E quando você para pra pensar na cabeça, pragmaticamente, o Johnny Silverhand, como é o design dele? É um cara de barba, cabelão, óculos escuro, regata e uma correntinha. É isso. É o Guido de roupa? Cara, eu falei pro Guido. A gente tem os nossos avatares ali. Eu falei, Guido, se você colocar um óculos e colocar uma regata preta, você vai virar o Johnny Silverhand. Vou falar pra turma trocar.
É, troca o avatar com eu, se tira no óculos assim. É só botar o braço mecânico, fechou. Velho, nós temos o nosso Johnny Silverhand desnudo aqui. Exato. Gui do Silverhand, hein? Mas assim, não só o Johnny Silverhand, claro, tem o Keanu Reeves e tudo mais, que é o modelo que é, que é ele ali, né, ele que foi usado como base. E dublou também, né? Mas independente disso, cara, sim, e dublou também. A caracterização é...
maravilhosa. Johnny Silverhand, a Judy, a Panam, a Rogue. Os vilões também, cara. A The Smashers, você olha pra caia daquele cara, você caga de medo. Por exemplo, um que eu acho foda, que eu sempre achei foda o design desde quando eu vi, foi o Takemura lá também. O Goro. Sim. Que ele era o guarda-costas do Saburo Arasaka, né? Do velho.
O outro design dele com as roupas também, eu acho bem da hora. Sim. Ele sem as roupas, ele é... É da hora também. Mas você só vê ele se você fizer algumas escolhas. Sim. Fala que eu não falei só de mulher aqui no jogo. Também tem o Carrie Rodine, né? Que é o amigo do Johnny Silverhand. Que o design dele é foda também. Jack também é legal. O Jack é legal, é? O Jack...
O Jack me lembra aquele Jack do Tekken. Tá ligado? Aquele robôzão do Tekken. Tem um merdão lá também. Ele lembra isso, cara. Ele tem um estilo um tanker. É aquele cara que vai na frente, aguentar as balas e sai batendo atrás. O policial também, o River. Porra, foda também, cara. Eu gosto daquela policial que te dá sidequests. Aquela que tem um tapaúlio. Porra, foda, velho. Tu vai lembrando que é tudo personagem muito foda. Todos eles, cara.
Até o Della Man, cara, que é o... O Taxi. Que é só uma fotinho. O Taxi. O Della Man é massa, cara. E claro, o grande Ozob, né, velho? A gente não pode deixar de falar dele. O conceito dele é muito mais... Cansado, o Ozob chegou. Eles conseguem, assim, diferenciar muito um personagem do outro, né? Então...
O design de maneira geral, não só poucos detalhes, mas você vê que, por exemplo, a cara da Judge é muito diferente da cara da Panam, que é muito diferente da cara da Evelyn Parker, que é muito diferente da Misty, que é a mina do Jack. Você vê que elas têm rostos muito diferentes, não é só o cabelo que muda, não é só o quê, até o model delas são bem diferentes.
E tudo bem caracterizado pras coisas, sabe? Então você vê o Riverward, ele parece um detetive mesmo, sabe? Parece o cara da polícia. E é da hora que ele tem... Aconteceu algo que a gente não sabe o que que é, mas ele tem aquele olho dele que não é um olho biônico qualquer. Ele parece aquela coisa fixa só, né? Mas com certeza deve funcionar.
E que eu mandei esses tempos aí também pro Manuel, que o Adam Smasher, o vilão, ele é baseado num vilão de uma obra cyberpunk também, de um jogo, que ele é baseado num dos vilões do Deus Ex. Sim, cara, eu ia falar, eu não sabia que ele tinha essa referência.
Diferente, às vezes ele é muito Deus Ex. Tem muito Deus Ex em tudo ali, tem bastante Deus Ex também, bem nessa questão do Cyberpunk, do implante e tudo mais. Mas o Adam Smasher, ele é o mais Deus Ex de tudo. E ele é o cara que mais tem implantes que você vê o jogo inteiro, né? O cara, tipo assim, toma cuidado com o implante, senão você pode virar um cyberpsicopata. O cara é, sei lá, 5% humano, né?
E ele não é um cyberpsicopata, né? Ele é tão psicopata... Que ele é normal. Que ele não é descontrolado, igual os outros cyberpsicopatas que a gente encontra. Ele gera psicopata antes do cyber, né? Antes de virar moda. Exatamente.
E eu acho legal, você não precisa nem ir pros personagens principais. Tu vai, por exemplo, lá na boate das Mox. Como varia bastante, como tem isso, como tem muito detalhe nisso. Acampamento da Panam, cara. Isso, eu falo também agora, com a galera da Panam, muda tudo ali. Todo mundo, eles têm aquele capricho. Tem aquele personagem que só vai falar, mano, eu vou interagir com esse cara porque eu tô vendo que ele é diferente, tá?
E é esses personagens menores do mundo, assim, mas que estão presentes ali. Já tinha isso no The Witcher 3, só que ficou...
Como é um mundo muito maior, eu não sei de tamanho exatamente, mas como é um mundo muito mais complexo também, mais elaborado, que o do The Witcher, você consegue perceber o cuidado e o esmero que eles fizeram. E aí é mais uma vantagem pra primeira pessoa, né? Tem mais detalhe, você tá vendo de perto e tudo mais, o nível de detalhismo vai lá em cima. Com certeza.
Até os pessoais que te dá side quest, né? São personagens que você vai encontrando aí ao longo do caminho. Também tem uns que estão bem diferentes. Tem aquela véia lá. Clavéia da... Clavéia lá sabe coisas. Eu esqueci o nome dela. A Okada? Isso. Tem uns haitiano que eram os filhos da puta também, que o design deles é foda também. Eu ia falar, tá tentando lembrar o nome deles, né? Os garotos voodoo. Os voodoo lá, como é que é? Os voodoo é pra jacu, né?
Eu vi aquele cara lá, que eles eram muito cuzão, né? Mas eu vi aquele cara comandante deles, eu falo, mano, eu quero a jaqueta desse cara.
Eu vou matar ele pra roubar a jaqueta dele. Eu matei ele depois. E roubei a jaqueta dele. Se fosse o Skyrim dava. Não, eu peguei a jaqueta dele. Só que ela era diferente da que tava no corpo dele. Eu fiquei triste. Falando em jaqueta, quando tu faz a missão pra recuperar as roupas do Silverhand também? Sim. Nossa, jaqueta toda do Silverhand. Silverhand faz uma tatuagem de bode. O bodão, ele vai gostar.
Verdade, e eu fiz o bodão, porque tinha opção de fazer outra coisa, né? Eu também fiz o bodão, cara. Mas eu escolhi o bodão. Ah, cara, como não gostar do Johnny Silverhand? Cara, como não gostar? Não tem como, né?
Agora vamos para a parte sonora, sonoplastia. O jogo, como é de costume de RPGs ocidentais, conta com diversas músicas ambientais feitas para situar o jogador nas mais diferentes situações. E, por se tratar de um jogo de tiro, o som ambiente também é muito importante para a própria gameplay. E, claro, o jogo tem um trabalho absurdo de localização, com o título inteiro tendo dublagem em português brasileiro, além de várias outras línguas também.
Cara, começando aqui falando um pouco sobre as músicas temáticas do jogo, a gente sempre gosta de mencionar nos podcasts aqui, que normalmente RPG ocidental tem uma visão diferente de como funciona a trilha sonora. Normalmente eles pensam na trilha sonora como um tema para ambientar e para agregar na experiência do jogador em certos momentos da história.
Os RPGs japoneses também fazem isso, mas normalmente eles fazem os temas mais épicos, mais loucos, de uma batalha específica, de um personagem específico, tema de personagem, tema disso, tema daquilo. Normalmente você fica mais com esses temas na cabeça. E às vezes, você jogando um RPG ocidental, a música tá tocando de fundo e você não tá nem prestando atenção. Dificilmente vai ser uma música que você vai colocar no celular e você vai querer ficar escutando, por assim dizer.
Mas não quer dizer que essa música não faça um bom trabalho. E é justamente aqui onde o Cyberpunk brilha.
Eu acho que, disso que tu falou da questão do ocidental, a música ocidental é a música de elevador, é a música de consultório. Ela tá lá, tu quase não percebe, mas se ela fosse diferente, tu ia perceber e estragar a experiência. Sim, perfeito. Tá no consultório médico esperando, é aquela musiquinha calma, aquele negócio, a música de elevador. Tu já toquei um heavy metal, um pagode, o que fosse, não ia combinar com o ambiente. Então eles têm esse capricho de combinar com cada ambiente, né? Ambientação da música com o cenário. Uma coisa...
a ser levada em consideração, que esse jogo tem, que eu não sei o quanto que vocês se envolveram com isso ou não, mas as músicas que tocam nos rádios do carro e das motos, elas são originais. Sim, as do Samurai, né? As do Samurai. Não só das Samurai, as músicas que tocam nas diferentes estações de rádio, elas são originais. Isso, esse ele quis ser bem GTA.
Sim, cara, tem as músicas das idolzinhas lá, né? Só que o GTA pega músicas que existem. Ele inventou as músicas. As músicas fodas, velho. Mas tem essa diferença, né? Porque a música que vai estar tocando em combate, geralmente, assim, é uma outra mais ambiente. Tem como você deixar meio que um, entre aspas, aí, tipo, um Spotify tocando na cabeça do seu personagem? Porque você pode sair do carro e continuar a música? Tem, tem como. Ou você pode tirar?
Mas eu sim, a música, às vezes vai ter alguma música assim, que é aquelas músicas pro Cyberpunk que são mais de música eletrônica, né? Alguma coisa assim, uma coisa mais puxada pra esse lado. É bem eletrônica as músicas. Algumas até de rave, assim, dependendo de como for. Inclusive eu tevo ali quando tu vai naquele senhorzinho lá, que começa a missão do Silverhand de resgatar os discos, as fitas, as coisas, né?
Aí ele comenta esses lixos de hoje em dia, tu vem falar isso, que tu cita o nome de uma banda lá, ele fica bravo contigo. Aí tu fala, não, eu sou do samurai, eu gosto de rock. Ah, aí sim, coisa antiga que é bom. Cara, é assim, tem muita música no jogo, viu? Muita, muita, muita música no jogo. Além das músicas...
autorais, né, que tem voice, né, que tem voice acting, que essas músicas tocam no rádio, às vezes você tá andando de carro e começa a tocar essa música, e você passa num lugar, tá o rádio tocando essa música, né. Acho que uma das primeiras que eu escutei foi a música do grupinho lá de idols, né, que é os cracks. Eu ouvi o cartaz desses gurias e falei, vai ter alguma missão que elas vão aparecer. Com certeza, mas eu não me ajudava que seria essa.
É muito bom, velho. E aí, eu falei, cara, legal. Uma música autoral, né? Que eles fizeram propriamente aqui pro jogo. Tem várias, várias, várias. Não, tem todo um esmero do jogo nessa parte musical também. Isso, e só concluindo aí, falando da música, inclusive o tema ali da abertura virou o meme, né? Além de virar meme, ele é muito bom, cara. Eu acho ele muito bom. Ele fica na cabeça, você lembra dele na hora, assim, sabe? E associa e virou meme porque a gente mora no Brasil e Brasil é a terra da gambiarra, né?
A gente já era cyberpunk antes de 2077. Exato. E aproveitando que a gente tá nesse tema aí, os efeitos sonoros também são um capricho, né, cara? Dependendo de como tu anda, se tu tá ali em silêncio, se tu tem peso, o barulho dos tiros, do movimento, a cidade viva, tu tá andando, tu tá escutando conversas, tu tá escutando coisa acontecendo. Às vezes tu sabe que tem um crime pra resolver porque tu escutou tiros. Eu acho que ele tem uma ambientação... Outra coisa que a gente pode dizer é a cidade é um personagem, né?
Porque a cidade é muito viva. Com certeza. Então, tu vai pro interior, tem um tipo de sonarização. Tu vai pro lugar mais moderno, tem outra. Tu vai ali pro pessoal que é como se fosse mais os latinos, daí já tem outra pegada, cara. Meu, é muito legal isso. E é aquela coisa, né, da cidade de vida, que todo lugar que você vai tá tendo algum barulho, tá tendo alguma coisa. Seja conversa entre NPCs, seja o som tocando, que nem o Mandão falou do rádio.
Seja, sei lá, algum vendedor gritando alguma coisa, sabe? Então tá sempre alguma coisa acontecendo, sempre algum som ambiente, sempre algo. Às vezes eu já parei pra ficar vendo conversa de pessoas aleatórias na rua, assim, sabe? Cara, já teve vez, muitas missões, eu vou andar num galpão, normalmente pra matar máfia, né? Sempre que eu passava, eu tava viajando, e eu vi uma caveirinha, eu vi uma barrinha de vidro, eu falei, ah, aquele ali eu posso matar, eu ia direto e ia matar os caras.
E aí às vezes eu entrava num balcão, cara, e tava um rádio. Eu falei, rádio filha da puta, eu tinha que desligar o rádio, porque quebrava totalmente o clima, velho. Eu fazia isso também, como eu dava, cara. Ou às vezes tu usa o rádio, tu liga pra destruir o inimigo, né? Exatamente. É uma coisa relacionada à arte, que não tá a pergunta aqui na pauta, que eu lembrei aqui agora, mas que também faz parte dessa parte musical de som, os noticiários, quando a tela tá carregando, cara.
sempre tem alguma notícia de alguma coisa que tu fez na main quest e no final tem o comentário sarcástico do Johnny Silverhand sim, sim, é verdade, muito bom os comentários de notícia, as telas de loading essas coisas ali, o cara da estação no elevador, você tá andando já teve vez de eu ficar meia hora lá no elevador vendo a notícia, era uma entrevista que tava lá, sabe? entrevista com a chefe de polícia, né?
É, então tu entende como o que tu faz impacta na cidade, né? Tu vê as consequências dos teus atos. É, não é um Fallout New Vegas, mas você consegue ver um pouco dessa influência que você tem no jogo. Cara, eu acho que os efeitos de combate também funcionam muito bem, né? Das armas, dos tiros, das diferentes armas, né? Porque mesmo que você esteja usando o mesmo tipo de arma, por exemplo, ah, tô dando tiro com uma metralhadora de assalto.
Você troca por uma tecnológica, você já ouve que ela foi pensada com um som diferente, porque essa tecnologia está influenciando naquela munição, sabe? Coisas assim. Muito bem utilizadas para o combate. As armas de blunt que tem alguma coisa modificada nela, seja uma coisa que ela dá choque, sabe? Esses sons são muito bem aplicados durante o combate também. Tem aquela tecnológica que a arma fica conversando contigo, né? Tem a bala que parece o clipe do World lá.
Sim, sim, mano. Aquela que tem IA junto. Outra coisa que eu acho legal é o barulhinho de quando tu é notificado, né? Que eles te acharam, né? É, meio metalguido, né? Aquela exclamação pra tu saber opa, fudeu, agora eu vou ter que fazer alguma coisa. Vai, vai. Faz um somzinho assim, tu fala e aí, caralho.
E agora vou puxar algo que foi o que eu disse lá atrás na minha introdução, que é a parte de dublagem e localização do jogo. Começando pela localização, cara. Calma, escra. Dizer pra vocês por que essa localização é boa, eu vou ter que, tipo assim, primeiro justificar por vários motivos, né? Ela não é apenas boa porque ela faz um trabalho...
acurado e competente, mas ela cara, ela se inspira e traz referência de tanta coisa diferente, mas tanta coisa, é aquela coisa que tipo simplesmente a galera pegando desde referências de coisas da cultura pop, quanto de memes específicos, quanto de coisa de internet, quanto de coisa de programa antigo, sabe? Coisa de provérbio brasileiro, sabe? Você vê que os caras foram em tudo. Tem desde coisa do Chaves e aí
Até coisa do Sérgio Malandro E de repente tem um memezinho de internet Que tinha na época que você reconhece Então os caras eles souberam pegar o suco O suco do Brasil O que que é o Brasil E incrementar, sabe? E saber colocar isso nas horas certas E não é apenas em expressões assim Do que os personagens falam Mas por exemplo, o nome das missões O nome da missão você vê que era em inglês e em português É algo que vai te arremeter a isso Só que é um meme que a gente já conhece Sim, cara, esse nome é muito bom, velho
O Du é pra chacu, o Edson é o quê, é muita coisa boa. É, cara, tem um monte, assim, tem um monte que... Welcome to Terreno! Hahaha!
Shop Saints. Shop Saints, é. Então o cara foi buscar na porra da música do Mamonas. É aquela coisa, né? Quanto mais você conhece do coisa, mais do coisa você pega, né? Tem uma criançada aí que vai jogar Cyberpunk que não vai sacar o que é o Shop Saints, né? Faz parte, mas... Não vai ter a referência, mas a gente quer. É, assim como... É, assim como... Polícia para quem precisa, cara. Exato. E daí você...
Pode acontecer de um tiozão boomer não pegar um memezinho de internet, sabe? Uma coisa que foi bem honesta. Fuscão preto. Fuscão preto, né? Tô vendo meus prints aqui. É, da Manan. Amigo estou aqui, cara. Porra, velho. Sabe? Então os caras souberam saber muito como usar isso daí, sabe? E isso é difícil. Nossa, é difícil pra caralho. É muito difícil de fazer. Às vezes você tem memezinho de internet que é tipo assim, por exemplo... E ainda falaram que eu tava na pior.
Você tá na pior, porra. E quer dizer tá bem, né? Tipo, os caras soltam umas dessas do nada e você fala, caralho. É porque é o seguinte, a gente já comentou um pouco lá no nosso podcast da tradução do Demon's Rits. E a gente comentou um pouco no podcast de Demon's Rits também. Que é o jogo que a gente localizou aqui no Trading Cast. Trabalho de tradução é um trabalho de você ceder. Você vai perder alguma coisa quando você tá traduzindo e quando você tá traduzindo pra outra língua.
Você vai perder. Às vezes uma palavra que tinha um sentido aqui, ela vai perder esse sentido quando vai pra outra língua.
E aí que vem a localização. É você adaptar aquela ideia, aquele conceito para outro público. E por que é difícil essas partes que o Gustavo tá falando? De você inserir dentro de um jogo. Você inserir dentro de uma mídia e vai pra vários públicos. Porque essas piadas, elas têm que vir no momento certo. E a fala do personagem não pode perder o sentido se a pessoa não pescar referência. Por exemplo, quando você tá falando com o Johnny Silverhand e ele começa a soltar o glu-glu-ie-ie do Sérgio Malandro.
Se você não conhece Sérgio Malandro, você viveu debaixo de uma pedra nos últimos 50 anos, você não sabe o que é glu-glu-ie-ie, ou você é jovem, né, tem isso também, porque a gente aqui é tudo velho, a gente lembra da Porta dos Desesperados, essas porra, a hora do capeta, essas cacetas aí. Essa é a nossa época. Você não vai estranhar quando o Johnny Silverhand falar aqui
Porque o John Silverhead é pirado Ele é louco, ele é maluco Talvez você vai ficar um pouco boiando em alguns nomes De missões, né? Você não vai entender piada Você não vai entender Shopping Center, mas você vai entender que é de Shopping Center Will come to Terreiro Porque tem alguma coisa a ver com os caras do Voodoo Voodoo é pajacu, sabe? Tá relacionado ali e tudo mais Então o trabalho de louco
A essência do que é, exato. Tu entende? Um exemplo muito ruim que eu dei no nosso podcast de The Boots Earths é um jogo que se chama Lunarlux. Eu nem vou culpar os caras porque é jogo indie. E saiu em português, ou seja, os caras localizaram com um toco de pão. Mentira, vou culpar sim porque a gente localizou de graça e fez um trabalho melhor. Ahem.
Tem uma hora que a personagem, ela tá brigando com outra protagonista. Ela derrota a guria e ela solta um. Já acabou Jessica. Exato. A personagem chama Jessica? Não. Se ela chamasse Jessica, seria perfeito. Perfeito. Seria o momento certo pra usar esse meme. Mas ela não chama Jessica. Não tem ninguém que chama Jessica naquele mundo. Jessica não significa nada naquele mundo.
Essa piada só vai fazer sentido Pra quem conhece o meme Já acabou Jessica Então por isso que o trabalho de localização Ele é complicado Você tem que saber o momento certo Pra você usar determinadas expressões Determinadas referências, determinadas piadas
E o Cyberpunk faz isso? É o MySplame que tem uma validade tão curta, né? Os memes duram dias, já passou. Eu tava tendo uma discussão sobre isso com o meu filho esses dias, que agora tá a moda do 6-7, as crianças. Vocês vão velho, não deve ter ouvido, né? Acho que isso daí é só quem tem filho escutou.
Qualquer coisa que fala 6x7, as crianças ficam balançando a mão pra cima e pra baixo. Cara, não faz nem sentido. É meme que Kling inventou, não faz o menor sentido. Mas agora o meme da moda é esse. Aí já tem até um funk brasileiro sobre isso. Mas cara, vai passar a semana que vem, ninguém mais sabe sobre isso, ninguém mais lembra, acabou. Vai usar isso como uma referência?
Só quem viveu nessa bolha na época vai saber. Esse caso aí da Jessica que tu disse é emblemático, né? Quem lembra desse meme da época, ou quem não viveu, quem não tava nessa bolha ali de acompanhar memes da época, vai pegar porra de referência nenhuma e não faz sentido como o nome da personagem não é esse. Outro ponto, tu falou ali do humor, de encaixar, que o humor tem isso, que é o punchline, né? A hora de tu encaixar a referência, a pegadinha. E aí que eu acho que é o supra-sumo do Cyberpunk.
E por exemplo, a missão da Panam de você é pegar aquele carro blindado gigante, Fusca um preto. Ele não é preto e ele não é um Fusca, mas é um carro grande que parece um Fusca. E por mais que você não conheça a música Fusca um preto, é uma expressão que é comum pra gente aqui no Brasil. Sim.
Todo mundo conhece o Fusca, Fuscão. Ah, é um Fusca grande preto. É por isso que tá aqui, parece um Fusca. Entre várias outras referências, piadas que o jogo faz, não apenas nos nomes das missões, como nas falas dos personagens. O sotaque dos personagens.
Os caras terem a sensibilidade de entender que, por exemplo, os nômades, eles são caipiras, cara. Caipiras que moram na estrada, sacou? E eles chegarem e falarem, mano, o que se a gente dá um sotaque de interior pra eles? Pô, mas a gente podia pegar alguma coisa, mas bem característica legal, tipo, interior de Minas, assim, pô.
E os caras são mineiros pra caralho, pra caralho. Eu imagino o Manuel... A panela solta um busanha do nada. Eu imagino o Manuel, tipo assim... Nossa, sentindo em casa várias referências de coisas que o pessoal que ele conhece na rua fala. Eu queria ter colocado um pinto na V pra eu pegar pra nada.
Eu peguei na primeira ali o meu Pablo Vittar. Eu até tentei, mas ela não quis. Ela gosta de mandioca. Mas cara, ela é o Chico Mineiro falando, né cara? É igualzinho, igualzinho, cara. É muito bom, é cheio das referências ali. Aí tem um regionalismo também. Tu vai pra cada região da cidade, eles falam de uma forma diferente, tem sotaque e tem expressões. Se tu for tu reparar, cada bairro, cada distrito que tu vai, a polícia é chamada por uma gíria diferente.
Os tira, os homens, os porcos, né? Tem os pés de porco. E tem uma, cara, que é muito interior de Santa Catarina, que é daqui de onde eu sou, né? Meganha. Meganha. Os Meganha, cara. Quando ele fala Meganha, eu me afinei. Eu falei, porra, cara, esses capricharam no dicionário de sinônimos de gírias, né, cara? Não é só sinônimo, é gíria, é regionalismo, é ter muita referência, muita coisa. E referências assim...
Aí tem a Quest que faz lá do cara que é pra ser o... Na versão original, ele é um redneck, né, cara? Ele é um texano, republicano, conservador, pra zoar. Aqui que eles fizeram ele, o cara fala igual o Bolsonaro. Não tem referência melhor, entendeu? O problema acabou, tá? Ficou maravilhoso isso. Foi demais, cara.
exatamente isso, sabe? Então, e é que nem o Manuel tava falando, né? Então, você vê se alguém vira pra alguém e fala assim, porra, mas tu é o bichão mesmo, hein, doida. Mesmo que você não tenha referência disso aí, você vai entender, né? Então, é muito bem aplicado. Muito bem aplicado.
Cara, a TV é uma evolução, né? O que eles fizeram no Witcher 3 já foi assim, parecia o ápice da localização, eles falaram, não, dá pra fazer melhor. Ficou lá e fizeram melhor, cara. Eu concordo plenamente com a frase de abertura aí do Guido, cara, melhor localização da história dos games. E assim, cara, eu acho que vai ser difícil os caras conseguirem outro RPG, por exemplo, conseguir chegar nisso daí.
Porque esse é um mundo que ele se passa no nosso mundo, sabe? Então, não é todo RPG que tem esse lance. Então, o mundo do Cyberpunk aí... Ele tem facilidade de conexão, né? É, porque lá os Estados Unidos existem, o Japão existe, o Brasil existe. O Ozob fala que é do Brasil, aí ele vai falar onde que fica o Brasil, vê, fala, eu sei onde. O Brasil, porra, ele fala, sei lá, gringo é bicho burro, né? E tipo assim, por que isso? Porque o Brasil existe nesse mundo, então...
Os nossos memes talvez existam naquele mundo, sabe? E é por isso que eles estão lá. Agora não tem como, sei lá, o próximo jogo da CD vai ser um jogo medieval. Pô, aí é mais difícil de encaixar, sabe? Aqui às vezes o cara, tipo, consegue usar certos tipos de gíria, certos tipos de coisa e funciona, sabe? Funciona. Cara, o Johnny, nesse jogo, ele é uma metralhadora de merda. E de referência também. Ele tem...
muita fala icônica, velho. Tem mais que ele fala, você tá me lembrando de mim há 50 anos atrás, menos o carisma e a... Tem mais que ele começa a contar. É tipo a história, quando você tá pegando uma irmã. É tipo aquele caso, você tá pegando duas irmãs, você tá pegando duas meninas e você descobre que elas são freiras e irmãs. Isso aconteceu com você? Não. Você poderia?
te trola lá quando tu vai falar com aquele velho lá do começo da missão, ah, o que aconteceu no terceiro show, né? Ele põe em uma outra história, tu fala o que ele, porra, é, não tem nada disso. Ele te estorra, né, cara? É muito bom. Os diálogos são muito bem escritos. Eu lembro de uma missão que, tipo assim, a gente começa a fazer a missão e ele fala, porra, isso aí não vai dar em nada, isso aí é uma bosta. Você tá indo atrás de um cara que tá deixando um monte de pista pra você, isso aí não vai ser nada.
Ele falou assim, você vai chegar no final e vai ser um caralho alado que você vai encontrar numa parede. E você fala, não, é, né?
Você começa a fazer e toda vez que você vai atrás disso aí ele vai te xingando. Quando chega no finalzinho ele fica muito interessado. Ele fala, porra, não, agora eu quero ver. Agora eu quero ver a sua cara quando a gente achar o caralho de asa. Não é liga?
é muito bom, sabe um outro detalhe que ficou legal, porque não é o dublador dos filmes do Ken Reaves é outro dublador no jogo e ficou melhor, porque o dublador dos filmes do Ken Reaves é uma voz muito é muito de mocinho e não tem nada de mocinho no seu verão eu vou te dizer mais a voz brasileira do Johnny é melhor do que a dublagem do Ken Reaves
Porque assim, o Kendo Reeves Ele faz um bom trabalho, obviamente Mas ele não tem o punch Que a força, que a voz Brasileira dá pra ele E eu também prefiro a voz do V Brasileiro, tá? Eu já ouvi as duas Eu gosto mais do V masculino O V masculino brasileiro, que foi o personagem que eu joguei Eu gostei mais da brasileira também Eu acho que os dois muito bom A interação entre eles, assim Os dubladores escolhidos A interpretação dos caras eu achei foda E aí
E eu preferi essas vozes, cara, do que a original. Nossa, a voz da Vê. E a Vê Feminina Brasileira também é muito foda. Foda, foda, foda demais, cara. Eu acho que só tem uma coisa que talvez vocês vão concordar. E na localização poderia ser melhor. Que é o dinheiro. Edinho é muito ruim, velho. Isso eu comentei com os caras a primeira vez. Falei assim, nossa, eu acho essa localização perfeita. Porém, Edinhos é muito merda.
Duas coisas que eu acho estranho, esquisito E que não é utilidade Um é o Edinho e o outro é bora dar o Delta Ninguém fala assim, dar o Delta? Que é embora, né? Vamos picar a lula, vamos caçar o lula Vamos vazar daqui A Panam fala
O Edinho, a referência é porque é Eurodólar, ED, né? Aí eles tentaram criar um nome, mas era mais fácil. Usa pila, usa bufumfa, usa grana, né cara? Usa pila, usa grana, qualquer coisa. Podia usar várias coisas, só que sim, o problema do Edinho que eu vejo é que, é uma gíria que eu não gosto particularmente, mas que todo mundo usa. Todo mundo, desde o cara mais ralé até o corp mais alto, todo mundo fala Edinhos. Eles não falam nem Eurodólar, tipo, sei lá, o corporativo alto podia falar, é, os Eurodólares, você quer dinheiro, você quer não sei o que.
Mas eles usam todo mundo o Zedinho, que é uma expressão que eu acho ruim. E dar o Delta também é um negócio que eu nunca ouvi. E eles falam direto, bora dar o Delta, não sei o que. Mas você vê a Panam e fala, pô, vamos simbora. Ela fala, vambora ver. Ela tá mais localizada, melhor aplicada do que os caras, sabe? Outro ponto também que eu acho legal aqui do voice acting, né? É que tem alguns NPCs da cidade que eles falam outro idioma. Normalmente o japonês.
Eu já vi russo, eu já vi russo também. Isso, a legenda em cima da cabeça deles vai traduzindo automaticamente. Muito legal isso. Como se você tivesse implante nos seus olhos e você entendesse logo nos seus ouvidos, você entendesse e traduzisse automaticamente aquilo que a outra pessoa estava falando.
Porque eles falam japonês e aparecem na hora. Você falou isso, do japonês eu lembro de uma coisa. Eu acho foda também os caras que são de outros países e falam a língua comum ali, né? Que pra nós, no caso, é português, mas falam com sotaque. O sotaque, né? O Goro Takemura, porra, ele fala...
o japonês falando português. E é muito aquela coisa tipo de japonês, assim. Você vê, o cara teve um puta trampo pra conseguir fazer essa dublagem, sabe? Porque ele fala daquele jeito característico, sabe? Os personagens que têm sotaque, eles carregam isso quando estão falando a língua comum. Isso eu acho muito foda. A única coisa que eu sei que não é culpa da dublagem, e sim do processo em si, de como é feito dublagem de videogames, que algumas falas... É raro, tá? Não é toda hora que isso acontece, não.
Mas algumas falas, elas ficam meio fora de tom, porque o cara que tá dublando, ele não tem o contexto da cena. Não sei se vocês sabem... Não tem o visual, né? Ele não tem, às vezes, o visual, porque ele não pode fazer a informação, não sei o que. Então, às vezes, ele tem a boca e ele tem... Ah, você vai ter que falar tal coisa. E eles estão numa situação assim.
O que aconteceu com vocês de vocês estarem conversando com uma pessoa na moral e de repente a próxima fala desse personagem vem meio gritada, meio gritada ou meio querendo dizer alguma coisa de mais ação, só que eles estão sentados, sabe? E depois, na próxima vez que o cara vai falar de novo, você vê que ele já muda o tom, muda a altura da voz, muda até umas empolgações.
necessárias, né? É, então, às vezes uma coisa mais impostada, ou às vezes tá numa coisa mais tensa, numa situação de tiroteio, e logo depois o cara fala um negócio pra você que era pra ser algo mais de alguém numa adrenalina, e o cara fala num outro tom, sabe? Então tem essas coisinhas que eu sei que não é da dublagem, não é da interpretação. Que se os caras estivessem fazendo como se fosse um filme, o mesmo processo de filme, não iria acontecer esse tipo de coisa.
O que eu achei que, essa eu achei que foi um erro, tem alguns personagens que quando eles vão falar a coisa em inglês, eles falam errado. O dublador brasileiro
não tem o domínio de inglês aí ele lê literal a palavra sabe? De novo, o cara lá dos discos da Missão do Silverhand o velho lá que gravou o show, ele fala os nomes das coisas em inglês, tudo errado é o Whitney Selfie, sabe? Ele pronuncia no literal as palavras ele vê que o cara não tem um domínio de inglês e só leu as palavras assim, ah é um nome qualquer, foda-se. Ainda que se fosse o véio dos discos e aí
Até podia ser uma pessoa realmente interpretando o velho que não sabe falar inglês. Que não sabe muito inglês. Mas não sei, né? Existem outros casos que não eram o caso, né? Mas, no geral, ela faz um trabalho excepcional.
Jogabilidade e seus elementos. Começando aqui com a exploração. O jogo é um FPS, que é uma sigla para First Person Shooter, ou tiro em primeira pessoa. Um jogador explorando e interagindo com este mundo desta maneira e, portanto...
se comportando como um jogo padrão do gênero, ou seja, você pode andar, andar pelos lados, igual um Siri, o famoso Strife, você pode pular, você pode se agachar e tudo mais. Controlando o V, que é o nosso protagonista, é possível interagir com NPCs, hackear câmeras e afins, descriptografar informações, coletar itens de baús, encontrar cartas de tarô pintadas por aí, entre outras peculiaridades.
Também é possível adquirir carros e motos para se promover entre as diferentes localidades de Night City. O que se torna completamente explorável desde o começo da aventura. Sendo, portanto, Cyberpunk 2077 um jogo de mundo aberto.
Você citou aí o fácil de ser um jogo de mundo aberto. E pra mim, explorar Night City era bem instigante, assim, sabe? Do tipo, muitas vezes eu tava tão imerso naquele mundo que eu optava de ir de carro ou de moto pra um lugar ao invés de usar fast travel, sabe?
Eu usei o Fast Travel consideravelmente, mas eu usava, mas eu me locomovia bem pros lugares também. Porque eu queria ver as ambientações dos lugares, eu queria ver esses diferentes lugares, Japantown, Chinatown, depois você desce pra outro lugar ali, Pacífica, e são lugares bem identificáveis, assim, sabe? Visualmente também. Pô, pra mim, explorar isso aí era legal demais, e nas coisas que você fazia na Quest principal, nos lugares que você ia...
Eu também explorava bastante, sabe? Das, vamos supor, entre aspas aqui, pelo amor de Deus, as dungeons nas quais você navegava. Então, quando você invadia alguma coisa de corporação, né? Algum prédio de corporação. Quando você invadia uma mansão de alguém. Quando você invadia um barracão e tal. As diferentes maneiras de você fazer essas missões. Eu achava muito legal isso, sabe? Como os caras pensaram em diferentes formas de você abordar os lugares que você ia interagir e explorar ali, né?
Então, por exemplo, tem uma missão que eu não sei se vocês fizeram, que era pra resgatar o Saul, que é o líder dos nômades, do grupo da Panam. E é uma missão que tem, tipo, muitas maneiras de você fazer ela, né? Por onde você vai entrar, o que você vai querer fazer, como você vai querer se conduzir ali dentro daquele local, sabe? Isso eu acho que eles fazem de uma maneira bem legal e recompensam.
os jogadores pelas escolhas que eles fizeram da build dele, às vezes, também. Porque, às vezes, você vai tentar entrar no lugar, e se você tá com uma build de força e pegou tanto, você consegue abrir uma porta na marra, sabe? Senão, você vai ter que buscar outro caminho pra você entrar. E, se você for um cara que é o hacker, você vai conseguir abrir tal porta. E tem...
Essas coisas ainda que valorizam as coisas que você fez. Que nem o Ferraz trouxe um pouco antes ali, Night City é um personagem, é uma cidade viva. E a gente consegue sentir isso explorando ela, sabe? Pelas diferentes...
Coisas que ela traz pra você, assim, nos diferentes lugares, etc. Pra mim, foi bom demais, assim, essa parte também. Eu não sei pra vocês o que vocês sentiram, assim. Mas ele me passava uma vibe de realmente, assim, de tá jogando um RPG de GTA na hora que eu tava explorando. Porque a parte de andar pela cidade, eu senti muita vibe do GTA. Fazia tempo que eu não jogava um jogo assim, sabe? Porque a gente joga muito RPG, né? Então, o último jogo que eu joguei nessa vibe foi o próprio...
GTA V mesmo, se eu não me engano. Não tô lembrando se tem mais um outro jogo que tinha uma coisa assim. E eu achei isso bem da hora no Cyberpunk. Essa vibe GTA dele, principalmente com o negócio das estrelinhas da polícia. Se tu faz algo errado que a polícia viu, ele tem isso ali, pode tacar o forço, pode matar qualquer um, pode hackear qualquer um, pode fazer isso até com a própria polícia. Essa liberdade mesmo, ele é um sandbox, né? Ele é muito nessa pegada e tudo tem consequência.
É, tua escolha ali, ah, tu causou acidente no trânsito, se tem polícia, se tu matou alguém, o que que for, tudo pode te dar, B.O. Tem as gangues, né? Então você vai mexer com o garra de tigre que tá fazendo não sei o que ali, sabe? Tem os animais, tem, tipo, cada região tem uma gangue específica, né? Então eles vão estar espalhados por aí. E tu tem nessa de que ele falou, ah, fui explorar de carro, e daqui a pouco vem alguém e te ataca, e tem uma merda, e tu tem que se defender, tem que fazer, sabe?
Muito massa, é muito vivo. Tem muito disso, né? Um detalhe interessante que eu nunca joguei GTA.
Comenta com o meu personal esses dias Porra, você nunca jogou GTA V? Nossa, não, nunca joguei Porque não é RPG Mas você só joga RPG por causa do podcast? Não, também Mas é porque é o gênero que eu gosto Não tem tempo pra jogar outras coisas E RPG consome muito tempo Então essa experiência de mundo aberto Que o Cyberpunk 2077 trouxe pra mim foi único O último jogo que eu joguei de visão em primeira pessoa De mundo aberto foi Fallout New Vegas Mas é assim, totalmente diferente
É, o New Vegas é uma exploração completamente a pé. A intenção dele é você explorar por lugares inóspitos, sem ninguém, e você tá sozinho naquele deserto correndo, sabe? E aqui é o contrário. Sim, é outra coisa. É o completo contrário. Velho, eu tava andando, explorando, sabe? E aí, eu sempre tava andando de moto. Eu fazia igual o Gustavo, né? Preferia andar de moto, porque o carro, a gente vai comentar depois, eu acho movimentos dele horríveis.
E moto, dá pra eu ver uma boneca, né? Pra eu ver a minha vela. E aí, o cabelão dela indo ao vento, assim, o coisa. Porque capacete, foda-se. Capacete é potável. Tem uma placa de... O crânio da galera deve ser feito de titânio, tá ligado? Aí, se cai na... Se tem acidente, e quebra o chão. Nossa, eu tinha acidente pra cacete.
Assim, toda hora era F5, não era que eu tava dirigindo, né? F5, F5, F5. E aí eu tava dirigindo, né? Pra ir pra outra missão, tem as missões de policial, né? E tipo, você impedir assalto e tudo mais. Eu ia lá matar os caras, e aí eu tava andando, e aí eu vi uma gangue lá, paradinha, paradinha. Uns que tinham umas caveirinhas, uns que tinham. Legal, vou hackear. Parecia o negócio de hackear. Hackeava, saia correndo, voltava lá, já tava quase todo mundo morto. Então, essa...
sensação que a gente tem no The Witcher 3 de tipo, que é uma coisa que eles tiveram lá no desenvolvimento que é a regra, eu acho que dos 3 ou 5 segundos o jogador tem que andar depois de 5 segundos, determinado tempo curto, tem que ter alguma coisa pra ele interagir pra exploração de mundo aberto não ficar entediante aqui
Tem muito disso, cara. Nossa, tem demais. Às vezes é um baú que tá lá na puta que pariu que você descobre. Às vezes é um negocinho pra você hackear. Tem uma missão lá pra você fazer, sabe? Tem alguém, aquela velha lá, os contratantes, eles te ligam. Pô, tu tá aí perto, tem uma missão, tem uma dona que tá sequestrada, resgata ela aí. Às vezes é uma missão que aparece, ah, tem uma gangue aí. Ó, descer a lenha neles. E às vezes eu tava batendo em gangue e aparecia os policiais enchendo meu saco, cara. Nossa, cara, policial nesse jogo é muito chato.
Gangue assim no meio da cidade Eu meio que evitava por conta disso Porque as polícias não tão nem vendo o que tá acontecendo Eles vão chegar na borrachada Sim, eles apareciam o rádio A gente tem hackeado o rádio deles Eu evitava de matar policial Porque toda hora que eu ia aparecer policial Eles iam vir atrás de mim Tem o lance de você fugir deles Pra tirar eles do radar
Isso, tem que se esconder um tempo, sair a estrela, daí tu consegue bem em GTA. Lembrou Need for Speed, Total Most Wanted, que eu joguei bastante. É, o GTA é a mesma dinâmica, você foge, esconde, aí passou ali as estrelinhas, depende de quantas tu tem, também o nível de perseguição, essas coisas. Mas, você prometeu, eu me referia aí, eu abri o mapa, o ponto que eu tenho para a visão principal é lá. Aí eu olhava o que o mapa já tinha marcado no trajeto que tinha de paralelas para fazer. Ah, então beleza, aqui vale a pena.
Ou então, ah não, aqui eu vou passar um pedaço que não tem tanta coisa, então até vou pegar um fast travel pra ir ali, mas eu não vou no ponto lá do lado, eu vou um antes que esse pedaço eu vou a pé fazendo as coisas, que é muito dessa dinâmica. Já vou passar numa lojinha de roupa ali e ver se tem um sobretudo mais maneiro. Era muito isso, cara, a exploração desse lugar é extremamente interessante e engajente.
Ainda mais depois que eu tava com toda a minha build feita, que eu tava pulando, de repente eu dava um pulo duplo, um dash duplo, caia nos lugares, mudava. Eu era especialista em parkour também, então meio que mudava a minha dinâmica de como se locomoveria, sabe? Sentia falta, cara, dessas movimentações. Eu fazia tipo assim, às vezes eu tava num lugar, tinha que ir lá pra outro, mano, pulava, pulo duplo, dash, tchum, tchum, tchum, tchum, tava lá, sabe? Nossa, isso pra matar o Adam Smasher deve ter sido uma beleza, hein?
E ajudava a fugir dele também, né? Porque ele é agressivo, ele cola muito no seu também. Só o que a gente tem que reclamar, lamentar na exploração é o veículo. Mas isso assim, eu digo que isso é o estigma de todo jogo que adiciona veículo que não é uma principal função do teu veículo. GTA o carro vai bem, mas a mania das coisas do GTA tu faz no carro.
Entende? Agora tu pega um Halo, cara, dirigir o veículo no Halo é uma merda. Um outro FPS tem isso. Tu jogou um Far Cry, que é um outro FPS que tem veículo. Também, cara, a dirigibilidade do carro é ruim, cara. Não tem jeito. Eu lembrei do Marco no...
No Mass Effect. Mas aí que tá. Eu vou deixar o Ferraz terminar a crítica dele pra daí também pontuar algumas coisas, né? Mas pode continuar. Sim. Então tu percebe que os caras... Mais um... O que é? O Pia Cachorro? O Pia Cachorro?
Também, cara, a parte de carro dele é muito ruim, cara. Então, tu percebe assim, beleza, os caras não são desenvolvedores de jogo de corrida, essas coisas, estão adicionando uma mecânica ali, mas tu percebe que ali faltou um capricho, faltou ficar melhor. E da versão original que eu joguei, que Maria dos Bugues dava carro, dava na estrada,
dava ali, a experiência foi pior ainda. Aí não importava a moto, o carro. Eu falei, acho que o único jogo que adicionou o carro de forma boa, só erraram na dose do quanto que você usa ele, é o Batman Arkham Knight. Eles adicionaram o Batmóvel, e o Batmóvel era a estrela desse jogo, era a novidade, eles erraram na dose do quanto que você precisa usar ele. Eles forçavam o uso dele ali, mas a jogabilidade com ele foi muito boa.
E isso faltou. Ah, tu não vai querer ir, tu vai querer ir a pé, não. Tu vai usar o carro, mas tu sabe que a hora que tu estiver com o carro, não vai ser o melhor momento do jogo, entendeu? Até o meme lá que botaram no grupo aquele jogo, aí tu vai jogar aquela parte, o Cyberpunk é dirigir, sabe? Essa é a parte lamentável. Eu não tive tanto problema com o carro assim, sabe? Eu acho que passa longe de ser o problema com o do Mako, por exemplo, do Mass Effect, sabe? Aquele bug, puta que pariu.
O Marco dava Mortal Twist carapado. Exato. Aqui, o que ajuda bastante, e que se diferencia de Far Cry e de um Dead Island, por exemplo, são jogos em primeira pessoa que você é obrigado a dirigir em primeira pessoa. O que é difícil. O que é difícil pra cacete. Nossa, eu dirigindo no Dead Island eu parecia um... Nossa senhora.
Parece uma criança de 5 anos, virando o volante, batendo e quebrando o vidro. O vidro quebrado fica mais difícil de você ver ainda. Aí aqui pelo menos você consegue jogar a câmera pra terceira, né? O que facilita muito. Eu joguei bastante o jogo no teclado e mouse. Dirigir por teclado e mouse por padrão é uma bosta.
Sempre. Então, às vezes, eu tava com o controle do lado, na hora de dirigir eu pegava meu controle. Já muda a dinâmica. E às vezes eu jogava um pouquinho no controle pra ver como que era a dinâmica ali. E eu gostei também, porque a movimentação do meu personagem era bem... eu me movimentava muito, sabe? Então foi bom jogar nos dois, no controle e no teclado.
Mas pra dirigir, cara, dirigir carro não tive tão problema assim, sabe? Pra mim é meio que o padrão pra essa proposta, sabe? O GTA ainda tem uma física de carro melhor, mas é porque ele é muito voltado pra isso. Porque, por exemplo, GTA não é um jogo que tem um combate bom, por exemplo. O combate dele é bem simples, a parte do tiro, né? E as pessoas vão estar muito mais se deslocando do que em combate, né? Eu acho que o Cyberpunk, a lógica se inverte.
Então, pra mim, dirigir tanto a moto quanto o carro, a moto eu sentia que era um pouco melhor.
Faz sentido. Mas eu não tive tanto problema assim, sabe? Não tive muitas dificuldades porque eu estava acostumado a jogar alguns outros jogos que o carro era realmente uma bosta. Por exemplo, tem até jogo que eu vi que pensou um pouco de fazer uma dinâmica diferente justamente por saber que as pessoas às vezes vão jogar em teclado e mouse, né? Então você vê... Se você já dirigiu no Borderlands...
O Ferraz, não sei se você já jogou. Mas eu só jogo no controle. No controle, né? Eu só jogo no console. Eu não sei se no console muda. Eu já dirigi no controle, mas eu não lembro. Porque aqui eles fazem... Lá eles fazem esquema diferente. Você acelera com o W e dá ré com o S, só que você vira com o mouse, cara. Então, você consegue...
Virar na direção que você quer e ir pra frente e pra trás só, sabe? Então pra quem tá dirigindo é muito melhor do que ter que fazer o ASD. Claro, fica bem mais prático. No console ele é normal, né? Ir ali, vira a câmera e tal, aí se virar a câmera ele já vai meio que puxando o carro pra lá. A última experiência que eu tive dirigindo, jogando jogo de carro no computador, foi Need for Speed Most Wanters quando eu jogava na Lan House.
E eu jogava com o teclado. E era de boa. Nunca tive problema. E quando eu fui, eu pensava, nossa, isso deve ser difícil de jogar no controle, hein? Deve ser uma merda. Aí quando eu fui jogar no Playstation 2, eu consegui me adaptar ao normal também. Mas é um jogo focado em carro, né? Corrida. Então, claro que os controles vão ser mais otimizados.
Eu acho que pra mim o maior problema é que, por exemplo, gente, for speed, a câmera vai estar fixa na traseira do carro. Você vai virar, você tem que se preocupar em virar o carro no movimento e a câmera vai acompanhar. Aqui você tem que virar a câmera junto. Isso, isso ficou muito problemático. A câmera tinha que estar travada no carro. Esse que é o problema que eu vejo. Foi isso que eu cheguei, que eu comecei a estranhar no começo.
Eu falava, nossa, porque eu virava o carro e de repente quando eu vi, meu carro estava de lado e minha câmera estava olhando reto ainda.
E eu fiquei, caralho, daí que eu comecei a virar junto Aí no começo eu dirigia o barbeiro, né Depois que eu fui meio que coordenando junto o movimento de virar e virar a câmera Só que isso eu achei estranho, né A câmera não tá fixa acompanhando o seu carro Isso é a principal reclamação Que ele torna a jogabilidade daí muito, muito ruim Qualquer outro jogo corrida que tu vai fazer, tu não faz assim, entendeu Tu não precisa controlar a câmera A câmera tá fixa Claro, existem diferentes carros pra você conseguir no jogo Você pode roubar carros também E aí
E eles têm maneiras diferentes de você dirigir. Tem alguns que são mais handling, né? Por exemplo, o Porsche do Johnny Silverhand, ele faz curva pra caralho. Então, existem carros diferentes. Por que eu preferi moto? Um, eu sou um barbeiro por natureza. Eu não tenho carteira de motorista por ser daltônico. E por eu não ter dinheiro pra comprar carro. E eu não quiser gastar dinheiro com carteira. Mas, Deus dá asa pra quem sabe voar.
Então, eu não ter carteira, eu acho que é algo natural. Porque eu imagino eu sendo um barbeiro desgraçado. Então, dormir de jogo de carro, eu sou um barbeiro inveterado. E aí, nesse jogo, quando eu tava jogando de carro, eu batia toda hora, meus amigos. Toda hora. Pá, pá, pá, pá, pá. E com a moto, eu consigo fazer um simulador de motoboy em São Paulo. Passando nos vão dos carros. Falta buzinar, né? Falta no... Passando no meio dos carros.
E eu sempre achei moto mais legal. Eu só não tenho carteira de moto, porque eu não sei dar de bicicleta. Aí eles dizem que é bem mais difícil pra você se adaptar e tudo mais. Mas assim, quando eu peguei a moto, eu tinha duas vantagens. Um, ela era mais de boa de dirigir. Se você tiver dificuldade com o carro, a moto provavelmente você vai se dar melhor. Sim, sim. E dois, tu vê o teu boneco.
tu vê o teu boneco, teu boneco aparece lá. Às vezes, por exemplo, quando alguém tá te ligando, você virar a câmera, você vê o boneco, o personagem, o protagonista, ele mexer na boca. Eles colocaram um lip sync num personagem em primeira pessoa no jogo, pra caso, se você estiver em terceira, na moto, aparecer ele falando. Todo esse cuidado. Só aproveitando, acho que é um ponto que a gente não falou ali na hora da localização, o lip sync desse jogo é um negócio de outro mundo, eles criaram uma IA pra isso. Ele tem o lip sync em...
Todos idiomas, exatamente. Bom ter citado que a gente lembrou. Isso é muito fantástico. Isso é um outro ponto que eles fizeram de um negócio muito foda. Mas aí eu tinha moto, cara. Eu tinha a moto que tu ganha de alguém. Tinha uma moto lá que eu comprei. E depois teve outra que eu ganhei de um dos colegas da Panam. Eu também, do Scorpion. Três motonas. Cara, isso.
eu contar um caos pra você. Tem um dia que eu até... Eu tava dirigindo o carro, mas eu tava em terceira pessoa, né? Uma hora que eu até assustei, mano, porque eu tava de boa virando a câmera, aí eu vi que tinha uma pessoa do meu lado. Eu falei, que porra é essa? Quem que entrou no meu carro? Ou que carro que é esse que eu peguei que tem uma pessoa junto? Aí eu dei zoom, assim, virei a câmera, né? Parei do lado assim, dei zoom.
De repente o Johnny Silverhand decidiu ir de passageiro dessa vez, tá ligado? Ele ficou do ladinho ali. Eu esqueci, cara. Na hora dos subgêneros, ele sempre faz uma piada na nossa pauta. Ao invés de só GTA Simulator, ele deve ter colocado simulador de esquizofrenia. Também? É muita esquizofrenia, cara. Então os papos com o Johnny Silverhand. É muito disso. E os melhores diálogos. Exatamente. Não, não morre.
Agora, saindo da parte automobilística, é pra ir pra parte de hack. É de hackear as coisas. Eu não vou entrar na questão do hack, do trilha-rede, no combate. Vai falar no próximo, é um tópico ali. Mas aqui, principalmente, nessa parte da exploração. O que eu achei interessante aqui, quando eu comecei a jogar de trilha-rede. Tem muita câmera no jogo. Muita, muita, muita, muita câmera.
E quando você joga de trilha rede, você pode hackear a câmera, você controla a câmera, você dá zoom com a câmera e você pode hackear as pessoas através da câmera. E você pode ir pra outras câmeras e desligar elas, por exemplo, pros inimigos não te verem. Você pode... Irma a rede, né? Nossa, cara, é muito foda.
Às vezes eu acho até um pouco apelão demais, sabe? Por exemplo, se tiver um galpão cheio de nigos, tu aniquila eles e eles não vão nem te ver. Claro, você começa a hackear, eles vão começar a te rastrear. Aí, normalmente, o que eu fazia? Eu saía correndo, a barrinha de rastrear, ela sumia, e eu voltava de novo e continuava a serviço. Mas, assim, essa sensação, através da exploração, não entrando muito no combate aqui, de você poder interagir com esses objetos, você hackear eles, você poder controlar eles, sabe?
É maravilhoso. A primeira vez que eu controlei uma torreta, cara, com metralhadora, foi lindo, cara. Foi lindo. Se eles tivessem mais inimigos robóticos no jogo, pra poder você, por exemplo, hackear eles e controlar um androide, né? Tipo, porra, ia ser bacana pra caralho. Um robô virar pro seu lado, né? Sim, cara. Igual os robôs. Isso é bacana, tem um pouco disso no IA Automata, né? Os robôs do carry, tá ligado? É porque tem pouco robô no jogo, né?
A maioria dos inimigos são humanos, mesmo. Mas eu gosto bastante dessa parte hacking do jogo na exploração. Exatamente.
É que todo mundo é meio robô, né? Mas o hack eu acho ele bem aplicado no combate, na exploração também. E aí também tem a parte das engenharia, né? Que também tu desenvolve, consegue abrir coisa, ferramenta, que é uma ramificação ali do hack, né? Do trilha-rede. Então tu tem muita exploração e bate muito com aquilo que o Guido falou. Legal, se tu botou o teu personagem em força, tu vai chegar com os dois pés na porta e vai abrir.
Legalmente. Tu tem a parte da engenharia ali, tu vai ter um esquema pra fazer uma chave, pra abrir. Ou se tu é o trilha-rede, tu vai entrar no sistema e tu vai abrir. A habilidade técnica.
Tu consegue resolver a mesma coisa de várias maneiras Conforme a tua build, né? Tem chaves que tem portas que só abrem com A inteligência, né? Que é a habilidade do trilha rede E tem portas que só abrem com a habilidade técnica Eu só fiquei satisfeito quando as minhas duas Tavam treinadas, sabe? Aí eu podia abrir tudo No jogo
um pouquinho do minigame de descriptografia que é Mass Effect-like é, e mais uma referência aí do Mass Effect além do carro lembrar o Marco não tão ruim, mas temos um que eu acredito que seja muito, muito inspirado no Mass Effect, que é o minigame de quanto eu hackei os computadores
que é um XY, que tem que fazer um sistema cartesiano, você escolhe ali um número, ele te dá uma lista, ele tem três opções, duas a três opções, ele te dá, quanto mais avançado, mais difícil a combinação, mais recurso vai ter, você pode ganhar só peças, ganhar dinheiro, ganhar mais coisas.
E aí tu escolhe ali, escolhe a primeira, se tu tá mexendo na horizontal, a próxima sequência é na vertical e assim vai. E aí tu tem que montar aquela sequência ali dos caracteres binários ali que ele te traz. Então tu fazendo isso, vai começar a te liberar extras, né? É uma forma boa pra ganhar dinheiro, pra ganhar os cacos, essas coisas assim tudo.
Eu achei ele divertido. Não acho ruim, não acho ele chato. Quando tinha, sei lá, eu procurava. Tinha computador, tinha máquina que dava. Eu vi essa opção de eu plugar pra dar essa hackeada fazendo esse teminho ali. É engajante. Então é difícil, depois tu pega a dinâmica. Eu acho ele bem fácil, bem tranquilo. Tem habilidades da árvore da inteligência que te dão... Que facilitam você fazer esse hacking. Isso que eu achei bacana.
Por exemplo, uma comparação, que é um jogo mais posterior, eu tô jogando agora o Trails Beyond the Horizon, ou Beyond the Horizon, né? É, Horizon. Que é o que eu chamo de Trails Jota Quest, que é o último, né? Porque tem aquela música além do horizonte do Jota Quest. E tinha no Daybreak 1, Daybreak 2 também, que é um minigame que são baús que você tem que hackear. E quando você abre esses baús, você controla um bonequinho, você tem que passar por um labirinto até você chegar no final, aí você consegue hackear e consegue o item desse baú. No jogo anterior eu fiz bastante desses baús.
Mas nesse aqui que eu tô jogando, o Jota Quest, né, que é o último que saiu. Velho, eu fiz os nível 1. Eu fiz todos. O 2... Você tem que chamar ele de Trails Roberto Carlos? Por quê? A música original é do Roberto Carlos? É? Trails Roberto Carlos. Jota Quest, ele avô. Não sabia dessa. Plot twist, plot twist. E aí eu fiz o nível 1, que é o mais fácil. E quando chegou no nível 2, que eu vi que complicou, eu parei. Por quê? Porque não é tão engajante assim.
Você erra, você faz um erro, aí você tem que voltar lá no começo, depois você tem que começar de novo, sabe? Aqui, como o minigame é muito rápido, ou você vai se fuder rápido, ou você vai conseguir rápido. E existem diferentes níveis de você completar. Às vezes você não completa a sequência inteira, mas você consegue. Você consegue um espólio. Claro, se você conseguir todos eles, você vai se dar melhor. Mas não é algo que eu, como maluco do Save Scan aqui do GrandinCast... ... ...
Eu senti necessidade de ficar fazendo save scan. Eu não senti. Porque mesmo que eu errasse pra caralho, eu ainda ia ter chance de conseguir me dar bem. E às vezes, por exemplo, eu fazia save scan porque às vezes eu errava e era uma tentativa só. Aí eu ia dar load, mas eu não ficava dando load até conseguir tudo perfeitinho, sabe? Não precisa ser perfeccionista, porque tem diferentes níveis de spoilers. Isso que eu acho que é o legal desse minigame.
Além dele ser rápido também de você fazer. E ele sempre te dá alguma coisa. Bem, como tu falou, ele é recompensador e na dose certa de desafio, de perícia, do que for.
Agora vamos para a progressão. O protagonista, V, é formado por cinco atributos principais. Corpo, que define a força física do personagem, tal como a vida máxima. Inteligência, que afeta opções de diálogos além da capacidade de Hacking, do Trilha Rede.
reflexos que afetam a evasão do personagem tal como a possibilidade de acertos críticos seria agilidade habilidade técnica que permite que V abra certas portas e aumenta a resistência a dano e moral que aumenta a furtividade além de várias opções de diálogos cada um destes por sua vez rege um conjunto de 3 árvores de habilidade distintas chamadas de vantagens e quando o jogador sobe de nível derrotando inimigos completando missões e aí
Ele adquire um ponto para aumentar tanto os atributos quanto essas vantagens, quanto essas skills. Permitido assim que o jogador cria as suas próprias builds. Você ganha um ponto de cada, né? Um ponto de vantagem e um ponto de skill. Isso. Também existe um conjunto de habilidades passivas. Matador, Engenheiro, Shinobi, Frila e Engenheiro. Que essas elas são passivas, elas são Skye and Like. Elas vão aumentando assim que o jogador vai realizando certas ações no decorrer do jogo, conforme você for...
Realizando essas ações, exatamente Você vai aumentando essas habilidades passivas E por se tratar de um mundo cyberpunk É possível aplicar diferentes implantes no protagonista Chamados no jogo de cibernéticas Tal como criar e refinar equipamentos e itens
Cara, pra esse jogo eu falei assim, bom, eu posso fazer um personagem, um personagem que vai usar armas de fogo, dar tiro nos outros e tal, como um jogo FPS normalmente dispõe, né? Mas eu vi que ele tinha várias outras alternativas e falei, cara...
E se eu fizer aqui um belíssimo Cyber Ninja? Será que esse jogo também é um bom FPM? No caso, o First Person, o melee? Queria saber se o melee do jogo era bom. Então eu fiz aí uma classe de um samurai, do Street Samurai aí. Um samurai urbano. E com algumas coisas que mesclavam mais a parte de força e agilidade, né? Vamos dizer assim. E depois que eu fiz o personagem e tal, eu usei ele bastante.
e vi também as diferentes possibilidades que tinham de outras builds. Cara, eu acho que ele te dá muitas opções e muitas maneiras de você querer jogar o jogo, de você querer executar. Então você pode querer fazer o cara que nem o meu melee de armas cortantes.
ter o melee de armas de blunt ou Apple, né, que são as de contusão. Você pode querer fazer um cara mais berserker, mais sobrevivência, assim, sabe? Mas, pô, eu vou querer invadir isso aí de peito aberto e pra cima dos carifodas. Você pode querer fazer um cara melee que seja mais ladino, um pouco mais passando discreto, assim, pelos outros, tipo, passando na miúda, chega e executa um, depois executa outro e tal. Tem diferentes maneiras que você pode atuar.
dentro do melee e nas armas também, né? Você pode se especializar em armas de um tipo ou ir pra armas tecnológicas que já funcionam da maneira diferente como você vai atirar, como você vai pensar. E depois aí o Manuel pode falar também da classe de hack dele que ele fez, né? Que ele criou.
E os implantes diferentes que cada uma vai precisar e vai ter, sabe? Então, as possibilidades que tem. Porque os implantes fazem parte da progressão também, assim, pelo que eu vejo, sabe? Então, pra minha classe funcionar melhor, ela tem as habilidades passivas que vão vir conforme eu for usando as coisas. As ativas que eu pego na Skill Tree. E as subdivisões dessas habilidades, né? Que eu fui pegando. E também os implantes que você coloca, né? Vários implantes ali vão fazer parte da build.
E a minha eu sentia que ela funcionou muito bem no geral. Só que, como eu tenho experiência com esse tipo de jogo, eu também sabia que eu não ia só apostar em uma coisa, né? Então eu tinha um canivete suíço de possibilidades, mas o meu foco era geralmente chegar perto das pessoas pra sair executando, sabe? Nesse que se...
Então, acho que o jogo, depois de retrabalhado, fez um bom trabalho. E por que eu falo isso e o Ferraz também vai lembrar disso aí? A parte de skill tree do jogo foi retrabalhada, tá? Nos patches aí, foi refeita, cara. Porque a versão original, pelo que eu me lembro, as skill trees eram muito mais de coisas passivas, tá? Ela tinha muito mais de coisas, tipo assim, você ia na árvore de habilidade, nos perks, e era aquela coisa de tipo...
Eu pego tal coisa e depois eu vou pegar isso aqui que ela vai dar mais 2% de dano. Vai dar mais não sei quantos por cento de crítico. Era muito de cálculo, né? Era muito assim, sabe? E pouco de coisa que impactava mesmo, assim, sabe? E depois dessa reformulação, veio coisa, por exemplo, como o Air Dash, que é você conseguir dar esse impulso no ar, sabe? Deflexão de bala, coisa de você, tipo... A minha classe de melee, de katana...
deflexão de bala foi um negócio que, tipo assim, pra mim era super importante. De repente eu aparecia, tinha vários caras atirando em mim, era uma maneira de eu me proteger, sabe? Porque ele vai consumindo o seu vigor, você vai desviando as balas pra elas não te acertarem. Uma ou outra vai passando, claro, mas você diminui muito a quantidade de tiro que vem e depois você aprimora essa habilidade e você até deflete pros inimigos de volta, sabe?
Antes não tinha isso. Até as classes eram diferentes antes, né? Tinha só três, né?
Era o Atlético, até tava lembrando aqui os nomes que era o Siaver. Era tipo um físico, um melee e um hacker, mas muito limitado, sabe? Isso, bem isso. Bem específico. Era Atlético, Annihilation e Street Brawler, né, em inglês. Atlético, Annihilation e Street Brawler. Era só essas três ali que tu mexia.
muito limitado, sabe? Movimentação de finalização, tá ligado? Eu com a Katana minha build tinha muito disso. Eu batia um pouco no cara, já dava uma de finalizar e já ruxava no outro, sabe? Então, quando eu vi isso no jogo depois, né? Porque eu tava jogando, eu parei em 2020 e voltei agora. Quando eu vi o que eles fizeram, eu falei, porra, aí sim, agora ficou legal, agora, pô, vai dar uma puta diferenciada na... E aí
Nas builds e na movimentação. E deu muito mais graça pro jogo, sabe? A parte, por exemplo, de vida, de bomba, essas coisas, era diferente do jogo. Era tipo, você tinha que ficar coletando vários medkits, né? Agora, com esse item de vida, que tem cooldown, ele dá essa dinâmica de você usar a bombinha de asma e saber que você só vai conseguir usá-la de novo daqui depois de um tempo. Você tem que esperar o tempo coisar. É meio dinâmica de flask de Souls, né? Lembra um pouco.
Isso, é. Ela recarrega ali, ela tem o cooldown dela. Não precisa da fogueira, né? Ela recarrega ali, ela tem o cooldown dela, mas você sabe que tem um tempo até você conseguir usar o próximo. Mas você também pode melhorar isso na skill tree. Tem habilidades que te dão mais bombinha, tem habilidades que fazem com que o recarregamento dela seja mais rápido. Tem habilidades que fazem...
Tem plant que muda, tem coisa que faz quando eu matar um cara e eu tiver com menos de tanto de vida, ela recarrega automático. Tem coisas assim que eles pensaram, porque eles viram que a gameplay do jogo deles, enquanto combate, tava uma coisa que tava funcionando melhor, mas a parte da progressão tava meio braca, né? Pra um RPG. Ainda mais que a premissa que eles tinham de querer fazer um RPG com build, com coisa assim. Então os caras foram atrás de poder melhorar no geral, de maneira geral, da maneira que você joga, funciona, sabe? Funcionou bem, assim.
Acho que funciona bem também. Tem problemas que traremos nessa frente, né? Mas no geral funciona bem. Eu fiz de hacker, né? A priori eu só pensei em... Eu coloquei muita habilidade técnica. A minha primeira build foi coloquei habilidade técnica e coloquei moral. Eu falei, eu quero ser furtivo e eu quero ter moral, né? Pra poder ter mais diálogos e tudo mais.
E beleza E aí eu vi as opções de trilha rede Eu falei, porra, isso aqui deve ser muito legal O jogo te dá uma opção de você fazer uma vez De você redistribuir os seus pontos de stats Uma vez você pode redistribuir eles Eu não sei se o jogo permite que você faça isso mais vezes Porque as skills de vantagem, os pontos de vantagem Você pode redistribuir a qualquer hora
E aí eu redistribuí e coloquei inteligência pra poder ser trilha rede. E aí o meu era um trilha rede sniper. Ou seja, o meu personagem era Glass Cannon. Ele morria com dois hits porque eu coloquei no Very Hard. Ele morria muito rápido. Mas ele matava muito rápido. E a minha moral era, eu tenho que matar todo mundo sem alguém me ver. Porque se me ver eu tô morto.
E aí o jogo inteiro, cara, o jogo inteiro, acessa ter alguns pontos que a gente vai comentar mais pra frente no combate, eu consegui me virar muito bem com essa build, cara. É muito satisfatório você conseguir aquela skill contágio, sabe? Aí vai, você infecta alguém, aí um vai infectando o outro. Ou então de superaquecimento o cara queima. Conforme você vai evoluindo, você consegue meter uns 5 hacks. Aí você consegue meter uns 5 hacks, você consegue usar uma habilidade lá que teu HP vira RAM, né, que é a tua barra de MP. E aí tu consegue hackear mais ainda.
Então é muito satisfatório, velho. É muito satisfatório o sistema de builds desse jogo, as possibilidades que o jogo permite e como isso se reflete na sua gameplay, sabe? Eu joguei de trilha-rede também, só que em vez de ser trilha-rede com sniper, era trilha-rede com físico, então eu podia usar. Caramba. Fui ali, dá porrada, tiro e hackear os caras. Tiro, porrada e bomba. Pensa aí. E quando tu pega essa ali do efeito viral, cara, aí o trilha-rede fica muito overpower.
No comecinho, tu tem que ficar gastando RAM pra fazer um por um. Às vezes, tu tem que dar três comandos pra matar um cara, né? Tu bota ali pra aquecer, ligar a cibernética e depois curta o circuito. Aí, tu, beleza, já matou um cara. Mas vai consumindo muito a RAM, tem que esperar recarregar. Quando tu pega esse viral que tu botou um e quem tá perto espalha. Contagem. Então, também, que tu eletricuta o cara e espalha pros outros juntos, cara. Meu, isso ali fica fantástico.
ali o jogo, aí o trilha ele ficou pê, a partir da luta começa a zoar muito com isso mas essa mudança da progressão ali foi realmente muito pra melhor eu gostei muito, no começo quando saiu eu terminei ele na versão original quando saiu esse patch ali da nova geração e veio isso aí tu tinha que redistribuir os pontos que fazia muito tempo que eu tinha jogado e aí
Caralho, como é que eu vou montar meu boneco? Nem sei mais como é que era. O que era antes? Como é que distribui? Tanto que daí eu parei nisso, nem cheguei a distribuir e comecei um save novo pra agora pro podcast. Vamos fazer do zero pra pegar essa dinâmica do começo. Porque era bem diferente.
Ficou muito melhor, muito mais opção, como o Guido falou aqui, era muito, ah, tu ganha mais 2% disso, mais 5 naquilo, era mais essa, agora tem essa skill tree das pets da passiva, antes tu não tinha, né? Era tudo ali junto, aí tu tinha que distribuir dentro disso. Agora ficou muito melhor, aí tu vai botando os pontos, vai liberando ali, ah, tu tem nível 9, libera a segunda camada de skills, né? Aí nível 15, e o seu outro tier, né? Assim vai.
Se tu tiver saco pra ficar abridando, tu consegue fazer teu boneco full. Entendeu? Tanto que no começo pra eu testar agora, quando eu fiquei brincando ali, eu botei nível 10 em tudo pra ver o que que era, o que que eu curtia, pra depois eu fazer um reset e montar minha build do Tira Rede, entendeu? Mas primeiro eu distribuí em tudo pra abrir o segundo tiro, ver, pô, eu gosto disso aqui, eu gosto do outro.
Até na primeira experiência eu não fiz o ninja ali, o shinobi, porque, cara, o melee não era bom no quest. Tu jogou depois, quando tu jogou 2020, aí o melee tava corrigido. Mas luta de boxe, né? Porque aí tu não tem arma, que era o soco. Cara, era muito ruim. Tu mirava e não acertava. E tu pegava, pra esse desafio do boxe, tu pegava a dica do ponto fraco do cara. O final boss dessa quest do boxe...
O ponto fraco dele é as pernas. Se tu mirava pra baixo pra dar soco, tu via teu braço encostando na perna do cara e não tava tirando dano. O hitbox tava zoado. Cara, ali foi foda. Mas agora tá muito melhor, vale muito mais a pena fazer todas essas missões ainda. Então, mas essa progressão, cara, ela não era ruim lá atrás. Mas tinha seus detalhes, não era tão RPG. Tu ia fazendo e ia encaixando com a...
Agora não, agora realmente tu monta a build, tu monta como tu quer, fica uma experiência muito mais de roleplay, fica bem mais legal. Ah, eu quero ser trilha-rede, eu quero ser tanker, eu quero ser ninja, tu vai lá e tu... E poder fazer híbrida delas, né? E assim, é muito louco porque, por exemplo, o meu personagem, todos os personagens vêm com um pouquinho de alguma coisa, então o meu ele vem com um pouquinho de trilha.
eu conseguia, sei lá, desligar a óptica de alguns caras, ou sobreaquecer eles, ou sei o que. Eu usei muito isso. Antes de começar o combate, às vezes eu ligava, ia marcando todo mundo, pra já ir vendo ele. Às vezes eu ouvia e falava, ah, vou compensar eu pegar e explodir esse tanque aqui, aquele lá, já mata dois, ou já deixa dois já desabilitados e começa, sabe?
Tipo, então, eu não fiz um cara que eu não coloquei em nada, em inteligência e trilha, mas eu tinha ali meus três rãzinhos, acho que era quatro, cinco, assim, que eu conseguia fazer, ah, esse aqui vai ser dois, esse aqui vai ser dois, começa e depois a partir daí vão brincar, né? Mas é até engraçado que o começo, eu comecei a fazer na minha build...
Mas é que nem você falou, né? No começo ela tá mais devagar. Então, por exemplo, a build de katana não era tão efetiva no começo, né? Até eu pegar algumas coisas. Então eu lembro que eu usava, mas eu usava muita arma também, sabe? Então no começo eu ia muito de tiro e de repente alguém chegava perto, eu puxava e... Aí depois ela começa a ficar bem efetiva, assim, sabe? Mas logo no começo, assim. E é legal que você carrega três armas pra ter esse dinamismo, né?
Tem a melee, tem a arma curta e a arma longa, né? Sim. Então fica bem prático. Isso que é bacana. E uma coisa maravilhosa que tem nesse jogo é explodir carro, velho. É muito bom.
Você libera a autodestruição Explode E você tem a opção de Colocar até uma perk Que existe uma possibilidade do hack espalhar pro outro Tem uma missão da Panam Que tá três carros te perseguindo Nossa eu morri direto nela Morria bastante nela Que tipo tu tá na traseira de uma van Você tem que meter bala nos caras E os caras tá vindo com um monte de metrana Pra cima do seu carro Uhum
E aí, às vezes, eu liberei essa autodestruição do carro pra essa missão. Quando eu tava conseguindo passar ela. Aí eu usei a autodestruição num carro e espalhou pro outro. Caralho. Sentei essa possibilidade que é 30%, se eu não me engano. Então, é muito bom, cara. Aí virou efeito dominó ali nos carros. Sim, foi muito bom, cara. Falando um pouquinho um pouco ainda dessa parte de build, que você não pode, né? Você só pode só uma vez redistribuir os pontos de stats.
Mas você pode redistribuir os pontos de vantagem a qualquer momento. E a qualquer momento você pode ir lá, que é os pontinhos da skillzinha amarelinha.
Você pode ir lá e redistribuir todos eles. A priori a gente pode pensar. Que isso atrapalha a gameplay. Isso atrapalha. Mas eu acho que não. Isso te permite você se adaptar. Para diversas situações. Claro você não pode adaptar o sistema de stats. Você não pode redistribuir. Sempre os seus pontos de stats.
Não pode. Só uma vez só. Ou seja, é algo bem limitado. Ou seja, por exemplo, se você, no meu caso, que eu era um trilha-rede sniper, Gleskina, eu não podia virar um tanque de guerra de uma hora pra outra. Mas eu podia tirar, sei lá, normalmente, por exemplo, eu ia enfrentar um inimigo. Aí esse inimigo, o Hachner, é muito legal.
E aí eu podia colocar os meus pontos, por exemplo, em arma inteligente. Poderia colocar os meus pontos em outra habilidade, habilidade mais furtiva. Pra eu me adaptar, dependendo da situação. Então eu gostei bastante dessa possibilidade que o jogo te deu. Eu só acho que poderia ser um pouquinho mais limitado, né? Ser assim toda hora, assim.
Eu acho que poderia ter um item, por exemplo, que você usa que permite que você faça isso, sabe? Mas eu não senti que isso quebrou o jogo em nenhum momento. Item ou que custasse algum valor, alguma coisa assim. Mas eu não senti que quebrou o jogo em nenhum momento. E dentro da build, da construção ali do personagem, tem a questão dos implantes, né? E tu tá num mundo cyberpunk e aí que faz toda a diferença, né? Tu vai fazer implante de olho, de perna, de mão, de pele, de...
Coração, sistema... Coração, sistema nervoso. Córtex ali, tem mais algum negócio. Sistema nervoso.
consegue mudar tudo, e aí tu vai evoluindo dentro da tua build, ou adicionando coisas que a tua build não tem. Aí tu consegue montar isso. Vai botar ali, ah, pô, meu boneco eu não botei tanto em atlético ali, em coisa de físico, mas eu preciso de mais velocidade. Consegue botar uma perna que tu corre mais.
o Guido fez o boneco dele que não era trilha rede, mas ele consegue mexer ali pra ter mais RAM. Consegue. Então tu consegue ter mais um fator, tu pode turbinar o que já tá na tua build, ou complementar com aquilo que não tem na tua build, mas te ajudaria. Eu acho que esse daí é mais... Então tu percebe que o jogo tem muitas camadas nessa tua progressão, nessa tua evolução. Tem os stats, tu tem as skills, e tu tem os implantes.
Então tu consegue fazer mexendo bem certinho, pensando em detalhes, dando uma boa tunada, consegue fazer o boneco.
muito, muito foda pro jogo. Sim, cara, exatamente. Ele é... serve como uma progressão e é um bom complemento, né? Complemento de build, assim. E não é um negócio que, tipo assim, você vai abusar facilmente porque é caro pra caralho os implantes. Fortuna.
É caro você implantar, é caro você dar upgrade. Nossa, upgrade é difícil. E tem muitas regiões diferentes, né? Você vai fazer pra mão, pro braço, pra perna, pra corrente sanguínea, pra pele. Então, tem muitas coisas pra você levar em consideração, assim, né? Então, ele vai progredindo junto com você, assim, para lado a lado, sabe? E depende do medicânico que tu vai ainda, os equipamentos que tu ainda muda, né?
Exatamente. E isso, cara, dá um plus assim, né? Dá um sabor a mais pra build que você tá fazendo. E outra coisa aqui também, que também é de customização, coisa que até esqueci de comentar aqui, que é a customização, a criação de itens, né? Você pode criar armas, você pode criar granadas novas, você também pode melhorar suas armas, apesar que você chega em determinado ponto, que algumas armas são quase impossíveis de você conseguir, porque elas exigem
uns itens que são bem trabalhadores. Por exemplo, a pistolinha do Silverhand pra você poder melhorar ela é foda. Mas é aquilo, são armas muito boas, muito avançadas. Armas lendárias. Se fosse fácil você melhorar elas, meu amigo. Tudo de recurso que eu consegui nível 5 foi tudo pra uma arma só. Foi tudo só pra katana. Pra minha katana que eu peguei dos tigres. É dos tigres? É.
dos tigres. Peguei lá, fazendo uma missão lá, a última missão da Judge, que você tem que ajudar ela a tomar o lugar lá. Ah, sei, eu peguei essa katana. Eu peguei essa katana dali. E ela foi a última katana minha e no fim eu usei tudo que eu tinha pra dar uma progressãozinha a mais no dano dela.
Agora vamos para o sistema de combate. Cyberpunk 2077 é um jogo de ação, com toda a movimentação, seja do protagonista ou dos inimigos, acontecendo em tempo real. O título conta com uma míria de armas das quais o jogador pode utilizar para derrotar seus inimigos, indo desde implantes musculares, armas brancas, fios ultra rápidos, rifles, escopetas, pistolas, revolveres, armas, que podem ser tecnológicas, analógicas ou inteligentes.
Existem diversas habilidades de movimentação e também a capacidade de hackear os adversários, superaquecendo-os, possibilitando seus movimentos, aplicando patógenos, entre outras coisas. Esses são diferentes tipos de inimigos.
Com a maioria esmagadora sendo composta por humanos, com algumas unidades robóticas aparecendo esporaticamente, tal como alguns animais. Existem alguns chefes que possuem uma barra de HP bem maior do que o padrão e sendo mais difíceis de se derrotar. E falando em chefe e dificuldade, o jogo conta com 4 modos de dificuldade que podem ser modificados a qualquer momento. Fácil, normal, difícil e muito difícil.
difícil. Eu gostei desse combate, pra caralho, eu achei ele muito foda, todo esse dinamismo que tu quer fazer, né cara, tu quer ser hacker, tu quer ser ninja, tu quer ser sniper, tu quer ser tanker, tu quer ser melee, tu quer ser atirador de pistola, né, tu quer usar arma com inteligência que vai direto no headshot, né, cara, tu tem uma combinação ali muito grande,
e tu consegue variar dentro do teu gameplay mesmo ali, né? Como eu tinha citado antes, tu tem as três armas que tu já consegue carregar e alternar entre elas, né, cara? Uma de melee, uma pesada e uma leve. Então tu tá ali pra ter um pistolão fodido, cara, que dando um headshot ali, tipo a arma do Silverhand. Tu pode ter uma vetralhadora, uma sniper, um rifle. Tu pode ter...
Se você tiver um monofio, ele conta com uma arma extra, ele não ocupa slot das suas armas. Aí fica uma quarta arma. Os implantes lá, o garra de novadeus, o braço de gorila, tudo fica no lugar das mãos nuas, né? Isso. Ainda mais isso, esse daí é muito apelão pra fazer a quest lá do box.
a mão de curula é foda. Você destrói os caras. É, só que daí tem uma hora, acho que se não me engano, depois de ter um livro, tu não consegue ir com o implante, tem até umas paradas assim, que eles botam os limitadores, né, que se não tu ia com a garra lá também, ia fazer o estrago. Mas, essas opções tu tem, isso tudo ali, ah, tu quer jogar de longe, beleza, vai lá. Que nem o Manuel falou que ele fazia que eu tinha dificuldade, se afastava ali, esperava esvaziar a barra do hack para não ser localizado e tu volta.
Como eu fazia, eu ia lá, gastava tudo que tinha de RAM, os caras me achavam, eu ia pro tiro, porque daí eu fiz meu cara tanque também. Então tu consegue ter essas opções e essa variação e é divertido, seja com a arma, com a sniper, com a mira, o que for. Eu acho que assim, ele te dá um gameplay de combate fantástico, fantástico assim. Ponto.
Talvez ali que não é o forte, mas a gente vai trazer isso pra lá, que é as batalhas com os boss, a questão de gimmick e tal, ele não varia muito. Mas tu pega o gameplay como um todo, né? De combate, não tem reclamações. Ah, essa minha experiência foi frustrada, eu tive problemas lá da versão pré, né? A versão pré ou patch e tudo mais, com melee. Mas tu percebia que era bug mesmo, que era tipo hitbox, que não tava funcionando. Mas que as armas funcionavam, o sistema funcionava, a coisa era boa.
Eu gosto de FPS, eu jogo FPS, sou fã de Halo, jogo outras coisas. Joguei o mais famoso dos FPS de tiro, que é o Borderlands. Não terminei, mas joguei, brinquei, gosto, acho legal. Joguei bastante Destiny também, que ele tem a questão dos danos ali, né? No estilo de RPG. Então,
Eu tava em casa, tava fácil pra mim. Joguei bastante também os V3 da Like lá, que também é com arma e com melee e tudo mais. Então, não tive dificuldade. Acho que pra quem for iniciante nesse gênero, o jogo é bem amigável também com a questão das armas, com o que ele tem. Acho que ele pode te trazer uma facilidade nisso também, com essa variação. Eu recomendo pra quem gosta de FPS e até pra quem não gosta. Porque a experiência com ele é muito satisfatória. Cara, é muito bom dar Tio na cabeça nesse jogo.
É muito bom dar headshot nesse jogo, velho. Porra, é bom demais. E conforme a sua vai aumentando a sua build, tem uma opção que a tua câmera, quando tu mira, a câmera fica lenta alguns segundos, sabe? Os inimigos, quando eles te veem, a câmera fica lenta alguns segundos, te dá um tempo de você ter uma reação, de você sair. Normalmente eu misturava o hack, né, por exemplo, o de atrapalhar os olhos, atrapalhar a movimentação, pra eu poder acertar mais o headshot, sabe? Então, normalmente, eu limpava uma sala em...
Quanto mais inimigos tivesse na sala, pra mim, melhor. Porque o hack e o contágio ia passando um pro outro. Aí tinha aquela opção que às vezes tinha mais 50% de chance de passar. Então às vezes um superaquecimento podia passar também. E tem um hack que eu acho maravilhoso nesse jogo. Além de outros que eu já falei.
que é muito bom o cara hackear nesse jogo, que é o cyberpsicose. Tu deixa o inimigo maluco, ele começa a atirar pra tudo quanto é lado, metendo bala nos aliados dele e depois no final ele se mata. Então o inimigo mata os inimigos por você, sabe? É muito satisfatório. E fazer isso junto com as câmeras ainda, né? Fantástico, né? Tu entra na câmera, o andar tu nem tá, mas tu consegue mudar a câmera de chegar lá, tu tá no andar de baixo e tu já limpa o andar de cima com isso, cara. É muito bom.
Eu comecei a jogar na dificuldade normal. Falei, eu vou jogar no normal. Pra eu saber qual que é a do jogo. Eu ia arregaçando o jogo logo no começo. Aí eu mudei pro hard e falei...
tá do jeito que eu quero ainda. Aí eu mudei pro Very Hard e eu falei, ah, agora sim. Porque no Very Hard os inimigos, eles te dão muito dano e eles demoram bastante pra morrer. Não tem grande diferença da IA, pelo que eu percebi, pelas comparações que eu fiz. Eu fiz principalmente com o Boss aí. Eu mudei pro... tava no Very Hard, mudei pro normal. A IA assim não muda muito, mas dá muita diferença do dano. Se do normal pro Very Hard, a diferença de dano é absurda.
Então assim, como eu matava muito rápido O fato de eu estar no Very Hard Me deixava, me dava mais adrenalina Me fazia eu Ficar mais esquivo, esquivar mais Eu entrar na role De sniper, de glass cannon Porque eu não
podia levar tiro. Se os caras me vissem, os dois inimigos me vissem ao mesmo tempo, eu ia morrer. Normalmente as vezes que eu mais morri no jogo é quando eu tava de frente com um inimigo muito forte ou por exemplo naquela missão da Panam, que você tá dentro de uma van em movimento a porta tá aberta, não tem lugar nenhum pra você se esconder e os inimigos quatro carros vindo pra cima do você te metendo bala, velho. Então esses eram os momentos que eu mais sentia dificuldade.
Mas o jogo ele permite que você contorne isso de diferentes maneiras também, né? Então eu não tive muitos problemas nessa questão também.
E essa versão nova aí com o cooldown do Mad Kick também ficou muito bom. E da granada. Antes tinha aquela quantidade limitada, tinha que encontrar tudo, a granada também, agora tem um esse respawn aí dos itens, ajuda muito. Sim. E você falou de IA, de inimigos, a IA dos inimigos foi refeita também, tá?
Antes eles eram bem mais panguão, assim, sabe? Os caras ficavam parados, atirando. Às vezes pegavam o cover, às vezes ficavam parados. Agora você joga uma granada, eles vão ver uma granada na direção deles, eles vão correr, eles vão buscar a cover, eles vão buscar te flanquear. Às vezes eu me escondia atrás de algo, de repente eu já tinha marcado os caras, né? Então eu via que de repente alguém saiu e veio me buscar, sacou?
Então tinha muito disso aí. E ele... A maneira que é disposta aos inimigos ali... Ela vai fazer com que você use algumas estratégias, né? Então, por exemplo, eu era um cara melee. Mas nem sempre eu estava... Tipo, numa situação que era bom eu sair de um cover... Pra ir buscar os caras. Porque estavam me metralhando de longe. Então eu tinha que usar as outras armas... Pra conseguir ou dar uns tiros pra eu poder me movimentar...
Ou poder pegar alguns caras antes de sair pro melee, sabe? Então... Muita coisa do combate é legal...
Eu já tinha jogado alguns RPGs de tiro, né? Ou nesse sentido. Eu quis pegar o melee pra ver como é que tava o melee dele, porque alguns desses jogos de tiro também tem possibilidades melee, mas ainda, alguns ainda eram mais limitados, sabe? Você pega, por exemplo, o Borderlands, que eu gosto bastante. Eu sinto que no 1 e no 2 o melee ainda é bem limitado.
No 3, que ele é de 2019, então ele é contemporâneo ao Cyberpunk, no 3 ele já tava melhor, mas ainda não era aquelas coisas. E depois de o Cyberpunk eu vi que o Tiny Tina já tem uma coisa de melee que funciona um pouco melhor, sabe? Mas ainda assim, eu acho que algo pensando no melee como o Cyberpunk fez, eu acho que seria o ideal, sabe?
esses jogos, assim, eu acho que o Cyberpunk conseguiu, dentro desse gênero, implantar um sistema de melee que funciona legal, sabe? Principalmente a movimentação do seu personagem, assim, junto com isso, sabe? Porque é muito necessário, pra um jogo que você vai ir pro melee, você precisa ter uma movimentação boa, principalmente se os caras estão te atirando, caralho, tem que evitar tiros, sabe? Eu não sei como é que lida tanto quando você tá fazendo uma arma de blunt ou weapon, mas a minha, com a katana, de eu conseguir defletir as balas, me ajudou pra cacete também, sabe?
Mas é um combate bem gostoso, cara. A resposta visual, a resposta sensitiva também do combate é muito boa. É um tiroteio franco legal. Funciona, eu testei todas as armas, todas funcionam legal, assim. E gosto bastante do combate. O headshot é crocante, né? Quando acerta o headshot, o sinal sonoro que ele te dá, as coisas também gostosas. Sim, a resposta é boa demais. E eu que tava de melee também, eu tenho desmembramento, né? Alguns críticos meus vão desmembrando parte do corpo do cara. Então corta braço, corta perna, corta cabeça. É muito satisfatórico.
animações de execução, né? Porque eu, quando chegava, a vida do cara chegava tantos por cento, podia dar um ataque de execução. Então tinha onde erguer, enfiar a katana e erguer o cara, tinha onde cortar a cabeça fora, sabe? Tinha de várias maneiras, e essa resposta também é muito massa.
A variedade de inimigos, eu vejo que, assim, eu acho que poderia ter mais variedades. A gente enfrenta muito... A maior parte do jogo são seres humanos, né? Em alguns momentos a gente enfrenta robôs ou drones, né? Ou coisas assim. Mas a dinâmica pra enfrentar eles é meio parecida, né? Os drones voam, claro, a movimentação deles é diferente. Por exemplo... Mas a dinâmica...
Na pauta, eu coloquei que tinham animais pra se enfrentar de inimigos. Não, tem animal no cenário, tem cachorro e gato. Mas a vida selvagem não tem, se eu não me engano, elas foram extintas no mundo, né? Sim. Então quando você vai pras áreas externas, você não vê nada. Nada, nada, nada.
Mas assim, poderia ter robôs, robôs diferentes. Por exemplo, poderia ter um robô, um animal robô, vamos dizer, entre aspas. Robo aranha. Igual o robô aranha, que nem a cabeça chata, sabe? A cabeça chata de combate. Porque a cabeça chata é aquele que você usa pra fazer o robô, né? Poderia ter um texto de combate. O cara podia ter feito os cachorros do Tesla lá. É da Tesla? Que é os cachorros que atiram lá? Não, né? Mas alguma marca.
Não sei se vocês viram. Era um cachorro que tem uma arma, pô. Igual o cachorro lá do Fallout New Vegas.
o cérebro de fora. Sim, sim, o... Cachorro Cyberpunk. É, nossa, não vou lembrar lá o dele, mas é muito bom. Então, cara, eles poderiam ter investido um pouco mais nisso, né? Ainda mais porque Arasaka podia ter uma boa equipe de robôs, androids, coisas assim, né? Mas a gente enfrenta aí os caras que estão equipados de coisas diferentes, assim, mas não dá muita variação no que você precisa fazer, né?
A variação que tu tem é da gangue que ele pertence, né? E no final é humanoide, é humano com implante. Aí, ah, vai pegar os tigres, eles são mais estilo ninja, né? Eles são mais com arma. Vai pegar outra gangue lá, é mais com arma mais pesada. Vai pegar, tem os do voodoo lá, que é mais trilha rede.
Vai ter essa variação ali na mecânica dos caras, mas uma variação mesmo, tem que ter uma gimmick, alguma coisa diferente, não tem muito, nem mesmo nos pontos. Porque, por exemplo, uma coisa, que é um exemplo legal, que a gente já citou de outros FPS que a gente comentou por cima do Borderlands.
Uma coisa que eu gosto é que ele tem muita diferença de inimigos, né? Ele tem uma fauna bem grande nesse mundo, né? Então existem muitas outras criaturas além de humanos que você mata. E cada criatura tem um ponto de crítico, de dano de crítico em lugares diferentes. Então do humano é na cabeça. Então a gente sabe que o humano, beleza, um tiro na cabeça é onde vai dar crítico, onde vai dar mais hit. Só que diferentes tipos de bichos lá...
se comporta de maneira diferente. Tem inseto, tem bichos bestiais, tem outras coisas assim, sabe? Então você vai ter que mirar em pontos diferentes do inimigo pra poder fazer o maior dano, sabe? Lá também tem sistema de elementos que faz com que, por exemplo, criaturas vivas feitas de carne e osso o fogo é mais efetivo contra elas mas robôs, você precisaria usar uma arma de corrosão lá, sabe? Um elemento assim que vai fazer com que ela seja mais efetiva o fogo não é tão efetivo com robô, sabe?
Umas coisas assim, umas brincadeirinhas que dão um sabor, dão um dinamismo, assim, de você olhar pro inimigo e falar, putz, pra esse inimigo é melhor eu trocar pra essa arma aqui e bater em tal lugar, sabe? Você já muda um pouco a lógica de como se enfrenta, né, de um pra outro, assim.
robô, né, cara, por exemplo, eu vi robô, falei, às vezes, alguns hacks, né, alguns hacks do tele-rede não funcionam em robôs. Por exemplo, contágio não funciona em robô, mas como tem tão pouco robô, dificilmente tu vai sentir essa necessidade, sabe, tu vai sentir esse impacto.
Então realmente, a variedade de inimigos, não apenas no tipo, né, no tipo de inimigo, né, tipo, ah, a gente queria mais inimigos não humanos, que seria legal também, porque afinal é um mundo cyberpunk. Não só nisso, mas também em como você se aproxima e como você tem que lidar com esses diferentes tipos de inimigos. Que basicamente são, os inimigos do jogo, eles se dividem em dois, mob e boss. Os mobs, você lida com eles do mesmo jeito, eles não vão ter muita diferença. E os bosses, eles vão ser mobs mais resistentes.
Alguns vão ter uma guiniquezinha ali Que você tem que enfrentar Como os ciberpsicopatas e os bosses da main quest Mas no geral a variedade de inimigos Poderia ser melhor aqui Claro, ainda é satisfatório dentro do sistema de ação do jogo Dentro da sua experiência na gameplay Mas poderia ser melhor, bem melhor
É, que tem alguns inimigos que você sabe claramente que são mais fortes, né? Eles até aparecem uma caveirinha vermelha em cima. E daí tem aquela coisa tipo, ah, mas eu vou enfrentar um robô que tem o robô normal, né? Que te dá tiro e tem o robô que é aquela coisa mais armadurada, um tanquezinho. Você fala, pô, isso aí vai ser um negócio mais tenso. Quando você tá com a panã, que você tem que ir lá pra pegar o cara. E daí ele tá protegido por um monte de coisa de robô.
Cara, você tem drone passando, mas você tem um negócio que é muito maior. Que é um veículo, sabe? Tem um veículo.
veículo aéreo não tripulado e alguns dronezinhos em volta e vários robôs. E tem um negócio que tá dentro do veículo que tá o cara, que ele tá lançando morteiros, sabe? Então ali eu lembro que foi um ponto do jogo que me marcou porque ele mudou a dinâmica. Então eu tinha que lidar com essa galera por volta sem ficar na mira do morteiro, sabe? E lidando com coisas diferentes do que eu tava acostumado com os humanos. Exige uma agilidade boa ali. Essa parte foi legal.
chegamos ao ponto que a gente já comentou um pouco aqui, é sobre os bosses do jogo. Sim, o jogo tem bosses, ele tem chefes. Eu divido ele em dois tipos, viu? Eu posso dividir aqui. Nós temos os bosses da Main Quest, a missão principal. Eu me lembro de três, mas principalmente dois. Tem uma dona lá, bombada, que tu enfrenta quando você faz a missão pros vudus. Se não me engano, a missão dos vudus é da Main Quest.
a Sasquatch, que é o pé grande. Sim, ela bugou comigo. Ela travou na minha frente. Ficou parada. Headshot, headshot, headshot. Esses problemas aí foi pra eles tentarem reproduzir a experiência original, entendeu? Se o pessoal jogasse hoje ainda tem um pouquinho da experiência original do lançamento. Isso também.
Ela bugou comigo, então eu não tive problemas com ela. E aí tem o segundo boss, que é o Oda. Eu posso falar o nome dele aqui, né? Porque não é nenhuma revelação aqui pra Main Quest, né? E tudo mais. Do plot, que é o Oda. E o outro é o Adam Smasher. Tá na cara que ele vai ser um boss no jogo, né? O pior é o momento que você vê ele logo ali no começo. Uhum.
E tem, é assim, tem mais bosses dependendo da sua escolha, tá? Tem. Por exemplo, eu enfrentei um boss que você não enfrentou, porque acho que provavelmente você não ficou puto o suficiente pra confrontar esse cara, que eu enfrentei o Placid, que é dos voodos, aquele negão enorme com a jaqueta. Ah...
Eu fui atrás dele e falei assim, viu, vai tomar no seu cu, irmão. Você tentou me matar lá ali. Eu, caralho. E daí depois eu fui lá, fiz a missão com a chefe dele, mas depois eu fui buscar ele. Eu falei, ô, irmão, e aí? Ele falou, e aí, cacete, ele tirou uma 12 e falei, vamos lá. Aí ele é boss. Eu matei ele, Placid. Eu matei ele também. E a Sasquatch, ela é opcional. Você pode tentar passar em sneak por ela. Ela tá no caminho, é uma missão de main quest. Ela tá lá, mas você consegue, tipo, se agachar e tentar snicar por ela.
Tentar snickar ela, né? Exatamente. A minha não julgou, a minha funcionou normal. Foi interessante a luta. Então, o boss é obrigatório mesmo, não são dois, né? E tem esses bosses da main quest, das missões, né? E os cyber psicopatas, que são missões extras que tu tem no jogo, que é policial lá...
Ela é uma policial, eu não sei dizer, né? É a do Itapaolho, ela te passa a missão, que ela tá investigando os cyberpsicopatas, que são pessoas que fizeram tantos implantes que elas começaram a surtar, e aí são, não me lembro, são 10 cyberpsicopatas que você tem que lidar com eles. Cada um tem uma história diferente, é muito legal você ver as histórias dos cyberpsicopatas, cada um surtou de uma maneira distinta, e cada um tem uma barra de HP gigante, eles têm movimentações diferentes, alguns deles bugaram comigo.
Eu não sei se eles bugaram ou se eles não me viram. O policial lá me lembra o Goro Majima.
Não é total. Mas como os cyberpsicopatas, eles estão em um ambiente aberto, eu não senti problemas na minha build. Eu consegui adaptar a minha build, o meu jeito de jogar o jogo até então pra eles. Era mais difícil? Era mais difícil. Eu tinha que tomar mais cuidado, eu tinha que tomar mais cuidado. Por exemplo, tinha alguns que eu não consegui. Por exemplo, o jogo você não pode salvar no meio do combate. Você poder salvar, você tem que derrotar todos os inimigos.
Então, por exemplo, tinha uma que ela tava num barco, que era um casamento que tava num barco. E ela sai do barco, ela pula lá pro alto, ela começa a te meter bala. Um.
E aí essa, essa eu tive que matar na moral, não tinha por onde eu fugir. Alguns eu tive que tancar, alguns eu corria, escondia, matava, escondia, dava dano, escondia, dava dano até o caboclo morrer. Alguns eles me seguiam até na cidade, aí eles paravam, voltavam, eu metia bala neles e fazia esse esquema. Mas nesses dois bosses da main quest, que é o Oda e o Adam Smasher, não. Por quê? Quando eles te encontram, você tá em uma sala, você entra na sala, ele tá a dois palmos da sua fuça.
É que o Oda, ele é full melee, com um pouquinho assim de ranged. O Oda Smasher é tudo, né? Exatamente. E o Oda, tipo, o Oda na sala que ele tá, é uma sala que se fecha, você tem que derrotar ele. Ela tem algumas câmeras, eu olhei pra aquelas câmeras, e eu pensei, ah, já sei, eu acabei de jogar Dark Souls.
Eu tô entendendo o que essas câmeras estão aqui. É pra eu hackear através das câmeras, me esconder e hackear. E eu tentei fazer isso. Só que tem um problema do Oda. Ele fica invisível. E ele começa a se curar. Então o Oda se tem que matar rápido. Porque senão ele vai se curar, a batalha vai virar um círculo infinito. Tem que ser bem árvore. O Oda Smasher...
Ele é tudo, velho. O A2 Smash é tudo. Você tem que fugir dele e dar dano nele ao mesmo tempo. Ele tem um contra-ataque de Hacking. E te deixa cego. Então eu me dei mal nessas duas batalhas. Na do Oda, eu apanhei pra caralho. Eu falei, cara, eu cansei. Cansei. Eu vou mudar pro normal. Eu vi na internet eles falando que o Monofi era bom de dar dano nele. Porque você tem que ter algum ataque melee pra poder bater nele. Você tem que ter. Porque ele é muito rápido. Ele vai colar no C muito rápido, Oda.
E ele deflete bala também, se eu não me engano. Ele deflete bala, exatamente. Algumas. E aí, minhas armas eram tudo analógicas. Então ele defletia tudo. E aí eu fui, derrotei ele. Mas sabe quando você tem aquela sensação de...
De derrota. Eu não quero isso. De derrota. Eu derrotei ele, mas eu tô derrotado. Eu não quero isso. Aí eu saí, porque a missão não dá pra você sair do mapa, né? Ela te trava até você terminar tudo. Eu voltei um save de, sei lá, umas duas horas atrás. Fiz várias quests, coloquei os implantes tudo top. Melorei, meus implantes não estavam. E aí eu derrotei ele. Com o monofio, com tudo.
Eu hackeava principalmente a visão dele, né? Aí ele travava alguns segundos, metia fio, ele saía correndo e eu corria atrás dele. Pra não deixar ele se curar. Aí eu consegui derrotar ele. Eu até ia perguntar se tinha algum hacking que você podia impedir que ele ficasse invisível, qualquer coisa assim. Não, não tem. Ele fica invisível de todo jeito. Tem que correr, seguir as luzes, né? Que elas vão mudando de cor. Pra não deixar ele se curar.
Sim, sim. Então você tem que ter arma melee. Você tem que ter alguma arma rápida pra você poder dar dano nele. Porque senão você não consegue. Só no hack você não consegue derrotar ele.
Ah, sim, sim. Mas eu digo, tipo, beleza, uma granada, talvez você conseguia achar ele e jogar, sabe? É, eu não sei se tem, pelo menos na experiência que eu tive, eu não tive, eu não achei essa possibilidade. E o Adam Smasher, o Adam ainda consegui, eu tava despreparado pra enfrentar ele no momento, eu consegui...
Me melhorar as minhas habilidades e voltar lá pra derrotar ele. No Adam Smasher, eu senti um pouco mais de problema por causa que... Você tem que correr dele. Você não pode ficar perto. E não dá... Meter hack nele não dá muito certo porque ele te dá o contra-ataque de hack. Você fica parado, ele vai chegar. E a sala brota de inimigo. Os inimigos vão tudo pra cima de você. Você tava sozinho nessa luta? Só pra saber. Eu fui do lado da Rogue. Então aquele cara lá, o ajudante da Rogue, ele tava me ajudando. Aham, sim.
Tem uma que o Oda te ajuda, dependendo das suas opções. Meu dedo é o de ficar correndo, sabe? O que eu tinha que ficar correndo, eu não tinha habilidade de pulo, porque eu não tinha ponta em corpo. Eu só tinha uns ponta em corpo o suficiente pra eu poder, com meu HP, recuperar sozinho, depois de certo tempo. É que tem essa opção.
E aí, tipo, eu tinha que ficar correndo, metendo um hack nele, metendo alguns tiros, granada, e eu tinha que ficar fazendo isso. Então foi uma batalha que me cansou mais a minha mão. Eu senti também, depois de ver nossa experiência, que, assim, por eu ter experiência com outros jogos do gênero, eu meio que, tipo assim, na verdade, eu tenho uma coisa que, tipo, eu tenho, mesmo que não seja meu foco, eu tenho uma arma de cada tipo sempre, sabe? Então, por exemplo, a minha build era de katana. Eu tinha umas...
10 armas de tiro Eu tinha um revólver Uma pistola, um assalto rifle Uma SMG Uma sniper e uma 12 Só que eu tinha, tipo, às vezes Nossa, tem essa 12 que é muito boa e essa aqui também Elas são diferentes e uma complementa a outra Nisso, ah, vou ficar com as duas Sniper é a mesma coisa, né? Então São 24 24
dependendo da situação, por mais que minha build fosse de katana, eu sabia que compensava eu trocar pra pegar uma salt rifle, sabe? Eu compensava eu trocar pra pegar uma 12 pra certos momentos, sabe? Então, por exemplo, pô, eu vou ficar 12, eu tô perto, mas não perto o suficiente pra tomar um soco na boca do smasher, sabe? Então eu consigo dar um tiro, aí ele vai dar, ele vai dar dash em mim, né? Aí eu conseguia dar, tipo, dois dash pra trás pra escapar de alguma coisa dele.
trocar pra minha arma pra ir pra bater, sabe? Então, tipo, eu ficava nessa dinâmica de trocar de arma dependendo da situação, sabe? E meio que fazer isso, assim. Eu imagino que, tipo, se você tivesse só com um sniper... Acho que você tinha um sniper ou um revólver, né? Fica muito mais difícil, né? Porque você tem que... Pistola e monofil. Você tinha a pistola do Silverhand, um sniper...
E o Phil, é isso? E o Phil, exatamente. Eu não gostava do rifle de assalto porque ele tinha... É, dependendo do bot dele, é muito ruim. De repente, alguns eram ruins, sim. Mas às vezes se tivesse uma 12, alguma coisa assim, pra quando ele chegasse muito perto, né? Vai meio que circunstancial. Mas é aquilo, a minha reclamação não é da dificuldade dos dois bosses. Eu acho que eles são bons desafios, eu acho que eles são. Dá aquela sensaçãozinha de... Eu consegui, quando você derrota eles. Com satisfação.
Pra mim o meu problema com o jogo é que na ManQuest Só tem os dois É a falta de te preparar pra esses momentos Porque é uma coisa que Dark Souls Faz bem, cara, Dark Souls ele come teu cu Com o boss desde o começo do jogo Então tu sabe que tu A qualquer momento tu pode morrer
Eu não tô exigindo que Cyberpunk seja um Dark Souls, porque a proposta dele é totalmente diferente. É outra. Mas, se o jogo vai ter esses bosses que são esponjas de dano, que vão te trancar em uma sala, que vão te exigir pensar de uma forma diferente do mapa, dos inimigos do mapa, deveriam ter mais bosses assim na main quest. Pra te preparar gradualmente pra você chegar nesses desafios. É isso que eu senti falta no jogo.
Um boss melee, um boss ranged, né? Porque, por exemplo, o Placid que eu enfrentei, ele não era melee. Os outros que a gente enfrentou lá, o Sasquatch, o Oda, o coisa, eles são melees, né? O Placid, ele tinha uma 12. E ele, tipo, fazia uso de se esconder, de vir, tipo, dar um dano massivo de uma vez. Só que ele ainda mantinha a distância, né?
Eu que ia pra cima dele pra chegar na distância de milica, katana. Então é um pouco diferente, mas... Eu estava uma metalhadora pesada, daí de longe era uma festa de tiro. É uma coisa, por exemplo, poderia ter tido um boss que era um trilha-rede sniper também, sabe? Pra gente aprender a fazer... Sim, cara.
pro cara ficar, tipo, te zoando sua movimentação e de longe te pau, pau, te marcando. Ou algum cara que pudesse, tipo, fazer, usar arma inteligente pra você ter que, tipo, driblar esse lance da mira automática dela, sabe? Ou um cara que ele tivesse muita movimentação pra fugir de você, sabe?
umas coisas assim, dar uma dinâmica diferente, né? Dar uma dinâmica diferente pra te preparar pra esses desafios e eles serem mais satisfatórios na hora que você for jogar porque é um susto na hora que você vai, sabe? Porque muda o teu ritmo totalmente e é legal mudar o ritmo no jogo, mas eu tô sentindo falta demais disso no jogo, sabe? É isso que eu tô pedindo
Eu quero me fuder mais vezes aqui. A cyberpsicose não serve pra isso, né? Eles são só esponja, né? Na verdade, eu enfrentei um cyberpsicopata que ele era tipo o Oda, só que mais fraco, né? Então ele era um cara que tinha implante que ele se movimentava mais rápido. Ele era de katana. E ele também, quando eu cheguei na metade da vida dele, ele joga uma bomba ninja e some. Sei, coquei.
e ele some. E some, sabe? Então ele tinha um pouco dessa dinâmica, só que ele era bem mais fraco, né? Então, tipo, quando chegou o Oda, eu já tinha enfrentado esse cara, então eu meio que lembrei disso, né? O Sasquatch lá... Eu enfrentei esse cara. Eu enfrentei todos os cyberpsicopatas. Só que os cyberpsicopatas, eles estão em ambiente aberto. Sim.
E eles são mais hackeáveis, etc. Então eu metia dano nele, saía correndo, esperava as coisas terminar, voltava, fazia um esquema que não dá pra você fazer isso no... Ué, da Smasher com o Oda, né? Você pode até tentar fazer isso com o Oda, mas aí ele vai ficar recuperando HP, ficando invisível e tu se fode.
Falando um pouco do Sasquatch, que bugou pra você, vou te contar como que é o combate com ela. Que é interessante até, porque a primeira vez que eu vi, eu fiquei meio me aproximando assim, chegou numa distância, eu falei, ah, já vou meter aqui um sobreaquecer e outra coisa aqui e já começar daqui já, né? Aí eu comecei a bater nela, do nada ela vira pra você, ela dá um urro, ela dá um grito assim, tipo...
E daí ela pula, de repente, pra um canto no mapa e pega um martelaço gigante, gigante, enorme, assim. E daí ela veio pra cima de mim, aí eu fui lutar com ela e quando eu tomei o martelo, mano, explodi. Morri, né? Falei, caralho. Falei, mano, vou colar lá e vou roubar esse martelo. E foi exatamente o que eu fiz. Eu fui no sneak, fui, fui, fui, fui, fui, tchum. Cheguei até lá, roubei o martelo, daí eu comecei a lutar com ela. Aí ela não tinha mais o martelo, que era a arma lendária dela.
Que era uma arma absurdamente pesada, absurdamente devagar, mas ela destrói todo mundo, né? Ela explora. Desarmou ela antes do ataque. Desarmei ela antes e eu lutei com ela e ela foi na mão daí. Ela vai no soco. Ela é forte também, só que a dela não tava com a arma dela. O jogo, tipo, permite que você faça isso. Ela é um anime que ela é tipo assim, uma mulher gigante, fortuna, cheia de anabolizante. E ela vai recuperando vida numa taxa baixa, assim.
Mas ela, tipo, você começa a bater, por exemplo, ela chega a 10% da vida dela. Se você demorar muito e sem bater nela, ela vai recuperando um pouquinho, tipo. 91, 92.
Então você tem que estar direto causando dano nela pra evitar essa recuperação passiva delas. E tomar cuidado com os ataques dela, porque ela continua sendo forte só na mão também, né? Mas é divertido. Ah, mas você podia ter grindado também e ficado overlevel. Caramba. Ah, não.
Tu teria, né? Tem uma coisa que o jogo não precisa, né? Tu vai fazendo as quests que tu acaba fazendo naturalmente Porque é legal, tu vai ganhando nível Tu vai distribuindo ali Tu pode usar as outras coisas, o cibernético, etc Tu consegue compensar, né? O grind não é necessário nesse jogo E o equipamento, ele Dropa conforme seu nível também, né?
Enredo e seus personagens. Em um mundo futurista controlado por um grande conglomerado, a corporação Arasaka se ergue estonteante e, ao mesmo tempo, tenebrosa, a cidade Nardsere. Nesse ambiente hostil, diferentes facções se digladiam todos os dias e a dicotomia entre ricos e pobres é descarada e a tecnologia faz parte do dia a dia.
com o biológico se unindo ao artificial, com pessoas no geral possuindo implantes cibernéticos, seja para repor membros ou simplesmente para conseguir sobreviver naquela sociedade. Neste cenário, o indivíduo chega no ano de 2077. O protagonista vê, após os eventos envolvendo seu amigo Jack.
Ele acaba assimilando um chip da Arasaka que contém os dados de outro indivíduo, o lendário cantor e também terrorista Johnny Silverhand, que passa a viver literalmente dentro da sua cabeça. Contudo, esse chip também sela o destino de V. Se ele não remover o chip de alguma maneira, irá morrer em pouco tempo e será assimilado completamente por Johnny.
Sendo assim, o jogador precisa descobrir uma maneira de lidar com a situação, o que envolve lidar com a poderosa Arasaka, que domina toda a Night City. Quanto à proposta, o jogo conta com uma narrativa linear, a qual o jogador terá de avançar e, dependendo das suas escolhas, conseguir um dos finais possíveis.
Contudo, apesar do seu grande foco na história principal, ele também possui uma infinidade de missões secundárias bem detalhadas, que ajudam a entender e a emergir ainda mais nesse mundo distópico. Assim, antes da gente entrar nos aspectos aqui que regem a narrativa do jogo, eu quero falar, eu acho que o ponto, o primeiro ponto que mais me chamou atenção aqui e que mais me deixou impactado. Claro.
A gente já falou bastante aqui do Johnny, né? A gente vai comentar bastante sobre ele. Mas assim, que foi o ponto que mais realmente... Que quando eu tava jogando eu falei, peraí. Esse jogo aqui, ele vai ser uma experiência diferenciada nesse sentido. É o protagonista V. Que pra mim é a protagonista V.
A gente recomendou um pouco aqui, bastante da customização, mas é bem interessante citar a forma incrível como esse protagonista, eu vou falar essa protagonista, né, porque a minha é uma mulher, eu não consigo enxergar a V como um homem, acredito que com o Gustavo vai ser diferente, como a V, ela se encaixa nessa narrativa, ela se encaixa nesse mundo.
Porque a gente viu aqui na história do Gradging Cash, nesses sete anos que a gente já tá falando e discorrendo sobre RPGs eletrônicos, que nós temos a fórmula do protagonista que fala, o protagonista falante da narrativa, e do protagonista mudo. Ambos são ferramentas que o desenvolvedor terá que utilizar pra criar aquela experiência que ele quer passar pro jogador.
Nós vemos muito em RPGs japoneses. Eles não sabendo utilizar bem o protagonista mudo. O último exemplo que a gente teve. Foi o Digimon Storytime Stranger. Que faz isso muito mal. Mas os RPGs acidentais. Como eles tem. Acredito que eles tenham mais experiência. Eles tem uma visão de design diferente. Do que é ser um RPG. Principalmente ali nos primórdios. Eles desenvolveram melhor essa fórmula do protagonista mudo. E eles começaram a desenvolver diferenciações. E peculiaridades nessa fórmula.
E a refinar essa fórmula até chegar no que eu considero a primeira grande mudança ali, né? Do sistema de protagonista mudo, que foi com o Mass Effect. Porque o Shepard, com o Shepard. Porque o Shepard, ele não é um protagonista mudo. Mas o Shepard, ele age e ele fala conforme as escolhas do jogador. Eu até chamo de protagonista Shepard-like, né? Porque não chega a ser bem um protagonista falante, igual o padrão que a gente vê normalmente nos JRPGs.
E ele não é um protagonista mudo. Ele é uma entidade ativa e presente naquela narrativa. A narrativa não funciona sem ele. Mas a Effect não funciona sem o Shepard. Mas ao mesmo tempo ele depende das escolhas do jogador pra poder funcionar. E eu acho que essa fórmula... Eu acho que é o pulo do gato dessa fórmula. E a Bioware, ela foi refinando esse sistema com o passar do tempo. Tanto nos Mass Effect quanto no Dragon Age. Na série Dragon Age.
Que no Dragon Age 2 o protagonista sim. E no Dragon Age Inquisition também assim, né? O Inquisitor.
E a CD Projekt Red, ela jogou todos esses jogos. Eles tem bastante referência de RPG ocidental. A gente viu isso na produção do The Witcher 3. A gente viu isso aqui na produção do Cyberpunk 2077. Como o Gustavo falou, com a da Smasher, ele foi baseado em Deus Ex, que é um RPG de tiro. Então eles procuraram RPGs de tiro pra poder fazer o RPG de tiro deles. Isso é muito bacana.
E o que a gente vê aqui na V do Cyberpunk 2077? A gente vê uma mistura desse sistema do Shepard com o sistema que eles utilizaram no The Witcher 3 com o Geralt. Então eu vejo um outro refinamento dessa fórmula. Porque lá no Shepard, tanto o Shepard quanto o Inquisitor do Dragon Age Inquisition.
Eles eram personagens, eles tinham a personalidade, só que eles ainda eram meio que travados. As ações deles, as falas deles, ainda elas eram muito pragmáticas. E não tinham muitas variações nas expressões deles. Eles eram muito truncados esses personagens.
Quando a gente chegou no The Witcher 3, não tem como o jogador mudar as ações do Geralt. Por quê? Ele é o Geralt. Ele é um protagonista, abre aspas, padrão JRPG, fecha aspas. Ele é aquele protagonista que tem personalidade. Ele é importante pra narrativa, ele é um ser ativo dentro de tudo que tá acontecendo. Mas, nas opções de diálogo lá do Geralt, você escolhe as opções. E dependendo da opção, ele vai falar alguma coisa ali.
Ou seja, o jogador ainda tem uma agência dentro do personagem. E aqui nós temos essas duas coisas. Você tem a customização, você customiza o seu V, a sua V com como você quiser. Você tem três histórias de introdução diferentes. E por mais que elas não vão mudar muita coisa no decorrer da narrativa principal. Elas vão, ela vai interferir nos diálogos do personagem. E como o personagem vai ver certas coisas naquele mundo. Ou seja, vai ter uma diferença ali. E quando eu comecei a jogar...
E eu vi a forma como a V. Ela interagia com os outros personagens. Como você fazia suas escolhas. Cara. Eu fiquei impressionado. Eu nunca me senti. Nesse todo esse inteirinho que eu jogo RPG. Um protagonista nesses moldes. Que é um protagonista que eu criei. De uma forma tão incrível. De ele fazer realmente parte daquele mundo. Eu senti que a minha V. Era essencial para tudo que estava acontecendo. Eu sei que é. Eu sei que é.
Mas eu não me imagino, por exemplo, fazendo outra vez a lenda que eu fiz. Eles conseguiram integrar tão bem esse protagonista com essa narrativa que tu se sente muito imerso, sabe, em tudo que você tá fazendo. É um personagem que você fez, é um personagem que você criou, mas ao mesmo tempo ele é um personagem carismático. Ele tem atitude, ele tem ações, ele faz piada. Nossa, eu não sei como é que é o homem, eu acredito que vai ser a mesma coisa.
Mas, nossa, a V faz piada pra caralho, fala palavrão. Então, eles conseguiram desenvolver uma fórmula excelente com esse jogo, sabe? E isso realmente engrandeceu a minha experiência aqui, vivendo esse mundo, vivendo essa narrativa aqui do Cyberpunk 2077. Assim, ele é a evolução do self-insert, né? Com a questão das escolhas.
Tem ali, tu criou um background dentro do que te dava de escolhas, né? Das tuas limitações ali, que tu tinha, ah, é isso. Tu é corpo, tu é... É corpo e marginal e qual que é o terceiro? E nomad. E nomad. E nomad. E nomad. Isso, que é a tua origem ali. Tu vai escolher isso mesmo.
mais algumas coisinhas. O que vocês escolheram? Mas dentro dos diálogos, aí ele vai abrir aquela opção, baseado na tua origem, dependendo do que for, ele dá um caminho diferente. Mas tu entende que, por desenrolar do personagem, das conversas, das suas escolhas, importa, né? Tu tem ali as opções. Então esse é um self-sincer de verdade bom, que não é o efeito do que a ideia original do protagonista Mudo queria trazer, que era tua, fica tu com os teus pensamentos. Não, ali tu tá aplicando isso.
E acho que o Manuel falou, tu se sente parte daquele mundo Não que o mundo gire em torno de ti Mas que tu tá envolto em tudo Que os acontecimentos são contigo Aquilo que a gente comentou de tu tá no elevador E no noticiário da TV, contando sobre o que tu fez Tu é o V, porra Tu é o V, caralho A V A V, no meu caso Pra mim também era a V agora
Sim, é muito louco isso, que tipo assim, como você falou, o mundo não gira à sua volta, mas as pessoas que orbitam você, você é meio que, além de ser importante, você é meio vital pra uma caralhada de coisa, assim, né? Realmente você faz parte daquele mundo e a sua jornada, ela impacta diretamente muita coisa, né? Isso que o Manuel falou, eu senti também, com certeza, sabe?
Ele é alguém que tá bem integrado dentro desse mundo, dentro desse lugar. E pela maneira que ele se expressa. E, por exemplo, o Manuel perguntou o que a gente escolheu. O meu personagem, ele é marginal. Eu sabia um monte de coisas sobre as ruas de Night City, sabe? Como ser um mercenário, etc. Porque ele vive lá. Ele vive, ele entende, ele conhece um monte de coisas. E isso integra muito com a parte das interações, assim, sabe?
É aquela coisa, você tá escolhendo as coisas que o V vai responder, né? Conforme que você acha mais propício pra cada situação, pra cada coisa. Mas ele ainda assim tem uma personalidade muito forte, sabe? Marquei. Ele ainda assim, quando ele vai responder, ele imprime a personalidade dele nas respostas das coisas, sabe? E isso é foda o jeito que elas trabalharam isso no jogo. Que é um personagem que você fez desde a concepção dele até o background.
E como ele imprime a personalidade dele nesse mundo, né? Como ele se comporta. Só que é o que o Manuel falou, cara. É o refinamento da fórmula que faz com que esse personagem seja... Além de se criar esse vínculo com ele, faz com que ele tenha carisma por si só, sabe? Por mais que vocês dois fizeram haver mulher, né? Por mais que vocês tenham uma imagem, uma imagem física diferente da personagem, ainda assim é a mesma personagem pra vocês dois, sabe?
É, esquece que é doido. Olha o origem que te fez pra tu, Manuel. Nômade. Eu fiz Corp na primeira vez e agora fiz Marginal. E é bem aquilo que o Gustavo botou agora, cara. Aí a Tori já, ela sendo Corp, quando é um assunto ali com araçaco, essas coisas, ela tem as manhas. Ela tem os cabinhos. Não, não, aqui tem que ser assim, tem que ser assim. A personalidade tá ali, por mais que seja...
desbocada, seja da vida, ela tem os caminhos dos corpos, entendeu? Aí depois com o marginal é outro caminho. Então com o nômade tem... Nossa, nômade, cara, quando tu interage com os aldecados da Panam é outra coisa, velho. Tu fala uns papos que só eles entendem. É muito bom, é muito bom. Tanto que eu senti vontade de... Eu senti, porra, eu queria ter tido romance com a Panam porque, porra, tinha muita coisa em comum, sabe? Por causa que os dois eram nômade e tudo mais. E ela é mineira.
e ela é mineira, só que ela gosta de piroca minha V não tinha, não tava armada e assim cara, e por exemplo se um dia eu quiser rejogar esse jogo eu vou querer fazer uma V mulher pra ver como que é né essa interação e eu vou fazer o homem isso e mudar a origem mudar a build etc e eu sinto que vai ser um jogo tipo
que eu vou ter uma experiência diferente nesse sentido, sabe? Ainda mais se eu optar por um V que vai seguir por um outro caminho, assim. Isso é muito... É muito da hora. Muito gratificante, assim. O jeito que eles fizeram protagonista do jogo, assim, pra esse tipo de jogo, eu acho que é a melhor opção possível, sabe? Eu acho que sim, cara. Um cara que tem uma puta personalidade do caralho, mas que você ainda consegue moldar, escolher coisas para como vai ser o desenrolar da sua jornada no jogo.
E a gente falou bastante do V agora, mas ele não está sozinho nesse mundo, nessa jornada aí que a gente percorre, cara. A gente falou bastante do Johnny já, mas trazer um pouquinho dele aqui só pra falar mais de umas coisinhas, que é a hora de falar deles, e daí vou puxar os outros personagens que eu mais gosto, assim, e a gente vai puxando aí, né? Mas começando com o Johnny, cara.
Ele é o cara que mais vai acompanhar você ao longo do jogo, porque ele tá na sua mente, né, cara? Ele tá na sua cabeça. Ele aparece e ele conversa com você. Conversa por aí. Constitucionalmente. Então é todo momento. As interações dele são muito boas, cara. E você, claro, você tem várias opções de coisas pra responder por ele. Você vai bolar como vai ser a sua, não só a sua interação com ele, mas como que vai ser o relacionamento de vocês, né? Porque... Sim, cara. Eu fui bonzinho com o Johnny, cara.
Tem hora que eu ia escroto com ele, porque ele era escroto comigo, mas normalmente eu era bonzinho. E os diálogos eram muito bons. Teve um lá, falou assim, aí eu não sei, ele elogiou a V, né, a V, pô, não vou dar pra você não. Aí ele, porra, eu tô na tua cabeça, seria masturbação. Então, é, e deve ser diferente a dinâmica pro Johnny com algumas coisas, porque eu era um cara, né? Eu era um... É diferente, toca em algumas coisas, né?
Uhum. Muda pouco, mas muda. Aham, sim, imagina. Imagina o trabalho de dublagem, velho. Puta que pariu.
E o Johnny é o cara que, tipo assim, ele é o revolucionário da época dele, né? Ele era um músico, mas que também era o terrorista, que era o cara que queria derrubar as corporações e tal. Então ele tem essa estigma do rebelde, do revolucionário e tal. Então ele é sempre bem extremo, bem... Queria meter o foda-se e a gente descobre da história dele que ele era um cara extremamente egoísta e que só faria as coisas que ele queria por ele, sabe? Desculpa pra caralho.
E a gente vê muito disso com o V, mas dependendo de como você vai construindo o seu relacionamento com ele, ele vai mudando, vendo outras perspectivas, te tratando de outra maneira, sabe? Essa construção ao longo do jogo é muito massa. A construção de relacionamento com ele e com alguns personagens, elas acabam por evoluir ao longo do jogo. A gente tem de personagens aqui, nosso primeiro amigão do jogo, Jack, né?
É o cara que ele vai... Porra, Jack é foda. Trazer muito dessa vida do mercenário, como é um mercenário em Night City, né? Então a gente se alia com ele, faz várias quests junto com ele e tal. É o primeiro cara que a gente sente uma proximidade, uma amizade, assim. Ele é muito simpático, né? Ele é muito carismático. O sotaque hispânico dele. Ele é tipo um mexicanão enorme.
ou aquele, as palavras que ele usa ali, as gírias as gírias em espanhol no meio, o Torrente jogando esse ele deve ter apaixonado pelo pelo Jack pelo Jack em primeira vista, cara, certeza sim, e cara
As opções de interesse romântico, eles são legais porque eles são personagens legais, divertidos, interessantes pra além do romance, né? Então, por exemplo, eu sabia que eu não ia ter um romance com a Judy, mas eu sempre fazia as missões com ela. Eu sempre ia lá, trocava ideia, ligava, não sei o quê. Ia fazer as coisas porque ela era uma personagem legal que eu queria interagir, sabe? Então tinha ela, tinha o Riverward, o Carrie, esses caras aí que tipo...
Eu queria fazer missão com eles, eu queria ajudar eles, queria ajudar os anseios deles, os conflitos deles, sabe? Pô, tá numa puta situação de merda, deixa eu ajudar esse cara aqui, sabe? Tipo, na parceria mesmo, assim. E outros personagens que a gente vai conhecendo ao longo do caminho, né? Então, o Takemura mesmo, ele demora muito pra começar a se abrir com a gente, sabe? Depois de um tempo, você já começa a entender mais a história do cara, já cria já um relacionamento e tal. Falou no Goro aí, e as piadinhas, do jeito enigmático dele de falar.
E aí tem a opção lá nas mensagens de texto que tu manda pra ele de zoar ele com isso. Eu sempre zoava, né? A raposa está no caminho atrás do galinheiro e não sei o quê. Tu tá falando em código ou tu tá me zoando, Vê? Daquele jeito dele, né? Que é muito bom.
Bom demais. E tem os personagens que a gente acaba se apegando por um motivo ou outro, que eles até tem um papel um pouco não tanto de destaque, assim, mas a gente gosta, por exemplo, eu gosto muito do medicânico dele, o Victor. Nossa, o Victor é bom. Eu acho ele um personagem muito massa. A gente tem interação com ele mais no começo e no final, né? No meio, assim, não tem tanto. Claro, se você quiser ir lá mexer em alguma coisa, ele vai colocar implante em você e tal, mas...
É um cara que ele te ajuda muito no começo, assim, que você já cria essa afeição por ele logo de cara, né? Então, pô, ele traz muitos personagens interessantes, assim, ao longo do nosso caminho, que vão nos dar side quests ou que vão acompanhar a gente em algumas quests e tal. Interagir com eles é sempre bom, cara. Às vezes, toda vez que eles estavam ligando, eu atendia, aceitava as quests e tal. E o meu interesse romântico foi a Panan, obviamente. Eu, na primeira jogada, fui ela também. A Mineirinha Caipira.
É, o meu foi a Judy. Eu peguei a a V sem giromba só pela Judy. Porque o Ferraz me falou, falou assim, nossa, não, tem a guria aqui que eu queria ter pegado ela, mas ela só pega a guria, eu vou fazer a guria só pra pegar. Eu falei, essa personagem deve ser bacana. Todo mundo que não pegou lamenta, entendeu? Esse daí eu já te dei a letra antes. Mas eu na minha versão Pablo Vitara ali, que daí tinha o Kinder Ovo, né, tinha a surpresa.
Aí consegui a Panam, era corpo de mulher, mas tinha a Giromba ali e a Estrovenga, a Panam se interessou. Eu lembro que teve todo esse away por causa da Judy, porque um monte de gente via ela nos trailers e falou, pô, nossa, essa mina é mó da hora, a mina é mó da hora, só que quando viram que ela só pegava a mulher...
Alguns caras aí, eu lembro deles reclamarem. Eu sabia que era só pegar uma mulher, mas eu fiz o personagem de alma porque eu falei, ah, vai ter personagens outras mulheres pra pegar no jogo que vai ser interessante, com certeza. Então, no jogo principal tem alguns personagens, já tocando aqui um pouco no date scene do jogo, né? Antes da gente seguir ali pros vilões, já que a gente já tá falando, tem alguns personagens que você pode trepar sem compromisso. Tem alguns ali.
divertir. Ter um caso. Pode ter um caso com a pessoa. É, tem um caso e também temos os profissionais e os profissionais do Meretricio. Também. Estão lá presentes ali em vários locais. Mas sim, são quatro personagens ali que você pode ter esse romance. Primeiro, ajude pra você conseguir ter um romance com ela. Até o V. Tem que ter um corpo feminino, tem que ter uma voz feminina. Ponto. Ou seja, ela gosta de mulher 100% mulher.
A panana tem que ter um corpo masculino, ou seja, tem que ter características masculinas do seu corpo. Tu tem que ter piroca. Eu não sei se um homem de buceta ela vai aceitar. Não, só a mulher de piroca ela aceitou, que era o que eu tinha. Homem de buceta, então, será que ela não aceita?
Eu não sei. A minha era mulher e piroga, tinha teta e tinha piromba e ela aceitou. Os caras também aí, mano. O River Ward, ele só aceita corpo feminino, ou seja, eu acho que ele aceita homem de buceta. Eu acho que essa definição do corpo masculino e feminino é só o órgão. Ah, então pode ser. Pode ser só o órgão. Ele aceita homem de buceta. Porque ele tinha corpo feminino, o meu V, só que tinha o casatão. Aí não foi. Ele tentou me comer, aí eu dei folga nele e falei, não, meu filho.
Ah, eu acho que ele talvez seja... Minha vez já tem... Eu acho que talvez ele seja bi, porque apareceu a opção de eu beijar ele. Quando eu tava trocando ideia com ele em cima da caixa dela. Não, aparece a opção, por exemplo, comigo com a panã também aparece. Mas aí se você vai, ele... Te barra. Ele não aceita, ele te barra.
E o outro é o Kerry Erodine, que precisa ter corpo masculino e voz masculina. Ou seja, ele só gosta de homens 100%. Também teve a opção de eu beijar ele. Mas aí se eu fizesse isso, ele não ia querer, porque ele gosta de homens. A gente comentou isso lá no Baldur's Gate 3. Então no Baldur's Gate 3 é poliamor. Todo mundo é pansexual, todo mundo vai com todo mundo. Isso ajuda pro jogador poder fazer o que ele quer, pegar o personagem que ele quiser. Mas isso não agrega em nada pro personagem.
Essas opções, eu acho que agregam pro personagem. Por exemplo, o Ferraz, ele fez outro gameplay, fez uma personagem feminina, só por causa da Judy. Eu tenho vontade de fazer um personagem masculino só por causa da Panam. Então eu acho que isso agrega pra experiência do jogador, sabe? Ter essas variedades dos personagens, porque a vida é assim. As pessoas não são iguais, as pessoas não têm gostos distintos.
Não é todo mundo eterno, não é todo mundo bi, não é todo mundo gay. Tem essa multipluralidade aí no mundo. Cara, o sistema de DTC em si, eu acho ele bem interessante. Porque você vai desenvolvendo as quests, você tem algumas opções. E a opção aqui que eu tive com a Judy é que os diálogos, eles vão mudando. E eles vão começando a ter mais teor sexual. Um dos últimos diálogos com ela, antes de ter aquela missão que você entra dentro da água, sabe? Pra ver a cidade dela ali e tudo mais.
Ela já tava falando com a minha V de um jeito diferente. Eu já falei, ah, essa menina tá criando o corpinho da minha V. Tu percebe pelo subtexto das falas da personagem. Então, da forma como isso vai progredindo, eu achei muito legal. Eu não sei se os outros romances também são assim. São sim. É, né? Com a Panana também. Aquela hora tem uma cena lá que ela coloca as pernas no teu colo. Aham. Aí eu senti, cara, tá cheirando sexo essa cena aqui.
Se a minha V tivesse piroca, já era. Mas não é nessa hora não. Eu não sabia em fazer.
Não é ali, mas ele começa os flertes, né? Porque aí começa o flertes, mas se você tenta alguma coisa, ela fala, ah, não, não sei o que, tal, de boa. A cena com ela é no... Tanque de guerra lá, esqueci o nome, mano. No basilisco. Porque vocês se ligam neuralmente e você começa a sentir o que o outro está sentindo, tá ligado? Porque os dois se ligam no basilisco, um dirige e o outro atira, né? Só que vocês ficam muito mais sensíveis um ao toque do outro. Então esse é o momento que tem a cena.
Ah, esse é o momento da Jeromba E aí depois que você tem relação Por exemplo, a Judy começou a vir da minha casa Ela me ligava, posso ir aí? Beleza É legal, né? Tem interação Vocês dão uma atrapadinha e tudo mais Vocês podem ficar conversando O que foi o problema que eu vi Que me incomodou um pouco Os diálogos não mudam
depois de uma vez que ela vai lá é a mesma coisa cara, podia ter mais variação de diálogo não precisava ser tipo, vários infinitos diálogos, mas uns 3, 4 diálogos pra dar uma variada porque aí fica muito repetitivo, aí não tem mais nada você não ganha um power up, você não ganha um buff você não ganha nada, eu gosto do date sim dentro do RPG eletrônico, quando ele te agrega alguma coisa pra tua gameplay eu acho que seria interessante você ganhar uma skin skillzinha ali, sei lá, ela te ajudar ou teu parceiro te ajudar na missão final a
Mas aí foi a escolha do seu personagem. A Panam me ajudou na missão final. Não é, mas eu posso escolher a Panam, né? Eu também podia pedir a ajuda da Panam, porque eu fiz as quests dela, né? Sim, mas poderia eu liberar pra Judy. Sim, podia liberar pra Judy. Eu já achei, juro por Deus. Quando eu cheguei lá, podia pedir a Panam e os altercados pra me ajudar na última quest. Eu falei, ah, se eu tivesse feito romance com a Judy, eu pensei, com certeza seria a Judy e as Moxies no lugar dele.
Na hora eu pensei nisso. Depois que eu fui ver que não... Ah, Judy é uma hacker, velho. Ela podia te ajudar pra caralho.
E as Moxes depois, se você termina a quest dela, as Moxes, elas tomam a Clouds, né? Vamos dizer, ela cria aquele chip que coloca nas bonecas e as bonecas ganham habilidades, né? Então ela podia, sei lá, juntar você, vai tipo você, a Judy e mais algumas bonecas lá com implante pra te ajudar na quest final, sabe? Eu jurava que era...
só que não então tipo a Judy a Judy não a Panam me ajudou e eu porque eu concluí as quests dela né mas poderia ter pra todas opção pra todos os romances né o River e o Carrie ajudando sabe quando você faz romances com eles poderia ter é o Carrie tem
dinheiro, ele podia contratar mercenário, né? Exato, exato. E assim, eu entendo o que você tá falando, mas assim, em WRPG, o lance do romance nunca afeta em gameplay, assim. Geralmente, né? Tu pode ver todos os jogos de WRPG com romance e não tem esse lance. O foda é que o dos JRPGs, a maioria também não...
Também não, é. Alguns exploram isso daí e eles acabam se destacando por isso, né? Mas a média, no geral, não tem essa interação. Mas eu achei que depois também, depois que você libera pra elas visitar lá, não tem muito mais depois da primeira vez, né? É, exatamente. Aí fica aquela coisa de, tipo... Legalzinho, é legal. É legal, no fim é legal, mas meio que... Se você faz isso, tipo, too early no jogo, né? Vai ficar esse gap de tempo aí só com isso pra você fazer.
Mas eu achei interessante o jeito que foi desenvolvido as coisas, assim, o desenvolvimento dele, né? E no meu final, no final eu escolhi ficar com a Panana, tipo, ela foi me ajudar na quest e depois eu fui, depois continuei junto, né, na vida depois. Mas isso comentaremos mais na zona de spoiler quando a gente for falar sobre o nosso final. E agora falando um pouco do, falando rapidinho dos antagonistas, não tem muitos antagonistas do jogo, né? Assim, das missões ali, da main quest ali.
É basicamente os Arasaka, que é os dois, né? O velho lá, que se fode ali no começo do jogo. E o novo, né? Que ele mal aparece. E o Orinobu. É, eu acho que assim, a gente tem o antagonista, a Arasaka em si, como antagonista, a gente tem a corporação. A companhia.
É, a companhia, a corporação como o principal antagonista, a gente vê isso, né? Eu acho interessante que tivesse mais rosto esses antagonistas, porque pra mim ficou o Yorinobu, né? Falei, ah, beleza, esse cara é o cara que eu tenho que, no final das contas, é ele que eu vou cobrar, é ele que eu vou matar, né? E pra passar por ele, eu sei que eu tenho que passar pelo Smasher, que é o guarda-costas dele. Então, beleza, eu tinha isso na minha cabeça ao longo do jogo. Só que o Yorinobu, ele não é mais...
presente, né? Ele não é presente na nossa aventura. Ele é citado, mas ele não é presente, inclusive ele, dependendo do final que você for pegar, ele nem aparece mais, né? Então... Ele nem apareceu no meu. Então eu sinto que, assim, faltou mais outras pessoas da Arasaka envolvidas juntas, né? No final é mais um lado. Outros snogs, outros rostos, né?
É o Adam, ele é o principal. Faltou, né? Eu senti que poderia ter tido mais... Que nem a gente falou, a gente não queria mais bosses, né? Faltou mais inimigos intermediários ao longo do caminho, sabe? Ou seja, faltou um antagonista. Eles poderiam fazer, cara. Esse elenco foda de personagem podia ter mais antagonista.
É o Oda mesmo, a gente interage muito pouco com ele. A gente interage uma vez e a próxima já é o momento que a gente enfrenta ele. O próprio Smasher mesmo, a gente enfrenta ele na missão do roubo. Enfrenta não, a gente vê ele na missão do roubo e depois... Só depois que a gente enfrenta ele de novo. A gente tem uma sidequest que envolve meio que... No flashback, né? Parece o flashback do... Do Johnny, é. Esse é o ponto de que quem jogou, em quem assistiu o Cyberpunk é o que é dos Runners.
Se a pessoa vier do Edge Runners pro jogo, ela vai ter uma raivinha a mais do Edda Smash. A gente tem mais vontade ainda de matar ele. O anime ajudou nisso, cara. O anime ajudou nisso. Sim, mas faltou um pouco dessas interações ao longo com vilões, assim, com antagonistas mais presentes. Além da corporação em si, né?
Mas uma coisa que tem muito e com qualidade top é missão secundária. Porra demais, né? É gostoso. Como eu falei, é o contrário do jogo da Ubisoft. Olha que diversidade de saco. Pelas missões repetitivas, pé no saco, de fazer tudo igual ali. Tu olha que massa. Ah, vou fazer essa.
Ah, eu vou pegar, achar aquelas cartas de tarô criptografadas nas paisagens. Ah, eu vou fazer o cyber psicopata lá. Ah, eu vou fazer as missões de assalto policial. Ah, eu vou fazer a luta de boxe. Eu vou fazer a de corrida. Eu vou fazer... Cara, tudo tem... Ah, tem alguém pra te resgatar no lugar. Vocês fizeram aquela do cara que...
o implante da giromba e deu problema. Vocês fizeram essa de resgatar o cara? Não, não. Não fiz. Ah, que eu falei, então vocês não pegaram a referência. O nome da missão é Virilhas Fumegantes. Tu tá passando no lugar, escuta alguém gritando desesperado, o cara abanando-se na direção do instrumento. Me leva pra um medicânico, por favor. Eu instalei um produto aqui do Mercado Negro e não tá dando certo, tá pegando fogo.
Aí você tem que pegar um carro, levar ele pra lá, pro cara consertar o instrumento dele. Aí ele te liga agradecendo depois, te manda a grana, entendeu? Cara, tem muita, muita coisa assim pra te fazer de missãozinha que é divertida, que é legal. Uma mais simples que nem é essa, levar o cara do ponto A ao ponto B, ainda assim, pela história, ela fica divertida, entendeu? As duas obras assim, né? Você leva ele de um lado pro outro, ele fala umas merda e te dá a grana e vai embora.
ou aquela que eu fiz ali que aparece o Bolsonaro lá o cara, o Redneck meu Deus, é só missão louca só coisa massa e aí tu tem a recompensa do XP da progressão, do que tu recebe prêmio, tudo, então tu fica fazendo isso, claro já é o normal do WRPG
do WRPG, né? Tu não ganha ainda, tu faz sidequest. Mas ali tu tem tesão de fazer a sidequest. Elas são legais de fazer, são divertidas. Elas são show à parte como já era no The Witcher, aquele negócio que a CD Projekt Red tem uma equipe só pra fazer sidequest, pra não ser chato, pra fazer sentido. Eu tenho isso só pra sidequest.
Que nem eles colocaram na proposta ali, né? Que a gente tava vendo na produção, que é o twist, né? É você às vezes fazer um negócio e você não sabe que vai ter aquela virada que de repente vai mudar. Alguma coisa sai de coisa e você vai falar, opa, nossa! E ela vai pra um caminho diferente, ou ela tem um final que vai te arrancar uma risada, né? Alguma coisa assim.
E, cara, é muito massa, assim. E tem dois tipos de sidequests que eu vejo, assim, principais. Umas que são side mesmo e tem outras que parecem nível de quest principal, né? Então você fazer as sidequests da Judge, da Panam, elas já são mais elaboradas e com personagens que já são bem mais presentes, né? As do policial, velho. A do River. É... É...
sinistra, velho, aquele desenho. Puta que pariu, velho, que negócio bizarro. Tem todos os canais que te dão quests, né? Tem, tipo assim, o padre lá, o Sebastião, alguma coisa. Tem a velha lá, japonesa. Tem todos esses
o pessoal dos canais que dão quests tem as que aparecem de mapa e tem as também que são as quests principais, que não são principais mas tem a progressão ali na tela quando tu pausa que é a do Goro e do Johnny, né? Então tu faz as que são as que alteram o final vai fazendo isso ali. Então o jogo te convida a fazer isso Sim, cara. E o jeito que eles fizeram isso realmente é muito bom, de tipo claro, tem quests que você vai ter que achar E aí
Não tem como. Você vai ter que ir até algum ponto e lá vai ter algo que vai te trazer. Mas várias vão chegar até você enquanto você tá explorando. Alguém te passou, passou o seu contato pra alguém. Tem muito disso, cara. Tem uma missão que eu fiz que era mó brisa, que era de um cara que era candidato a prefeito de Night City. E que daí a galera tava não só vigiando a casa dele, mas a galera começou a implantar memória na cabeça dele. Sim.
dele e da esposa. E daí, cara, era uma brisa muito assim, ele tinha uma sala, ele tinha um quarto dentro da casa dele que ele não sabia, que era tipo um quarto de comando, assim, sabe? Ah, eu fiz essa. Vigiavam ele e tal. E daí, de repente, tipo assim, esse cara tá concorrendo a prefeito. Se ele ganhar, tem alguém que tá começando a querer controlar esse cara como fantoche. Implantar coisas na memória dele, sabe? Implantar coisas.
Vai querer controlar o cara. E daí, de repente, Night Seed vai estar sendo controlado por alguma organização X, sabe? Então...
Fiz essa interferência, porque esse era o cara que tava, tipo, em primeiro na pesquisa, sabe? E é muito louco. A partir de quando você começa a fazer essa quest pra esse cara, é quando você conhece o River, né? O policial. Então, é muito louco porque uma side quest abre em outra. Porque eu fiz a side quest pra esse cara, e daí apareceu o River e eu conheci o River. Aí o River tem o próprio problema dele, que é o sobrinho dele, né? Então, tipo assim...
A quest do prefeito abriu, né? Ela bifurcou pra duas, pra tipo... Uma você continua ajudando o prefeito e outra você continua ajudando o River, que foi introduzido na quest dele. Isso acontece em outras quests também, sabe? Por você estar fazendo side quest pra alguém conhece outro NPC que vai futuramente te dar mais quest, né? Então isso é muito massa também.
Vocês fizeram as duas dela, amém? Eu ia falar disso agora, cara, é muito E legal quando tu é atacado Ele te manda um e-mail corporativo Todo bonitinho, né, pedindo desculpa E tal, cara, o texto é muito bem feito Nesse jogo Algumas unidades, que é uma IA, né É um serviço de IA, de táxi, né De Uber, e aí ele te manda uma mensagem Fala, olha, tem alguns dos meus táxis Que eles não estão funcionando direito Vai lá pra Pucar a Spamers Uns anos são cinco ou seis E aí
São 10, eu acho. Não, 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8, 8. Velho, e aí, qual que é o problema, entre aspas? Aí ela criou vontade própria. Cada um dos carros criou vontade própria. E tem uma personalidade diferente. Sim, tem um que tenta te bater, você tem que estraçalhar ele pra ele parar. Tem outro que quer se matar, velho. Vai se jogar no penhado. Ele que cai do precipício, é muito...
suicida. Doido, você tem que convencer e como vocês terminaram a quest? Eu consegui convencer a ziar tudo e se fundir e aí virou um Delamain só e aí esse Delamain que surgiu, né? Ele me deu o filho dele e ele virou um carro meu. Cara, você tinha inteligência pra isso, eu não.
Porque eu não tinha opção de fazer isso aí, porque eu não tinha o conhecimento. Eu meio que dei um reboot ali nele, meio que muda a personalidade dele no sentido de tudo que eu vivi com ele, ele não lembra, né, porque ele é meio que resetado, mas ele tem um backup, então, tipo, ele consegue acessar isso aí e ver as coisas que eu fiz pra ele. Só que o que eu interagi com ele era meio que não é com ele, né, porque ele meio que deu um reboot nele mesmo.
É uma brisa tipo assim, sabe? Ele é tipo um cara novo, mas ele sabe que tu ajudou a companhia. É, ele sabe...
tudo que eu fiz e todas as outras coisas, mas ele é um novo cara, então... Só que ele me deu um carro também, ele me deu um táxi, dos que ele arrumou lá, né? Ele arrumou um dos táxis lá, ele deu pra mim, e daí eu tinha a opção de usar o serviço dele ou o carro. Eu fiz a mesma do... Esse carro é o Delamain Jr., aí quando ele batia no outro carro, ele comentava, dizia os comentários, ah, eu dei um beijinho no outro carro, fazia os comentários sarcásticos. E é bom de dirigir o carro, aliás.
E é outra quest que tem o nome icônico, né? Valditaxi. Valditaxi, é, cara. Tem umas quest de música, né? Tipo, Dois Passos do Paraíso. Não sei se vocês chegaram a ver. Tem umas coisas assim. Amigo é coisa pra se guardar. Amigo também tem essa. Nossa, velho, muito bom. Então são várias e várias quests, né? Icônicas, bem boladas, que a gente encontra ali no decorrer do jogo. Se a gente ficar falando de todas elas, a gente vai ficar aqui a noite inteira. Sim, com certeza. O jogo manda muito, muito bem. Tchau, tchau.
esquema de sidequest film. Eu acho que uma boa parte das pessoas sabem, mas só pra... A gente comentou algumas vezes sobre o Ozob, é muito legal a gente falar porque ele é um personagem brasileiro, né? Ele é criado por um dos donos do Jovem Nerd ali, o Azaghal.
Ele criou esse personagem muito tempo atrás, nos anos 90. Só que ele só conseguiu jogar de fato com esse personagem no RPG de mesa Cyberpunk que eles jogaram. Que acho que saiu em 2012, se eu não me engano. E daí eles conseguiram ir pra Polônia num evento de The Witcher e conversar com os caras lá e apresentar o personagem pra eles, sabe? E eles não sabiam exatamente o que eles iam fazer. Se iam fazer alguma coisa, mas eles conseguiram apresentar o personagem. Só um resumo da história.
E no fim, os caras falaram assim, ah, acho que vai dar pra fazer alguma coisa com ele, sim, talvez. Fazer algum NPC e tal. Porque primeiro eles apresentaram pra, tipo assim, ah, você quiser fazer um grafite na rua com esse personagem, só pra ele desistir no jogo? Tipo, jogou assim, ah, de repente vai ter uma arte que é um palhaço com uma granada vermelha no lugar do nariz, beleza. Aí depois os caras falaram que talvez dava pra fazer um NPC, tipo um vendedor de armas. Pô, vendedor de armas é legal, ele é especialista em bomba, né, os homens.
Então ele poderia ser um cara que ia vender várias mods de granada, né? Coisa assim. Só que depois, muito depois, os caras revelaram que acharam o personagem interessante de verdade e quiseram fazer um NPC. Um NPC com uma quest. É uma quest simples. Ele te liga, você para com ele num lugar, você leva ele até um ponto, que ele vai fazer um negócio, né? Ah, vou negociar ali com a turma. E o negócio dele, de repente, vira um tiroteio, explosão e foda-se, tá?
É uma quest simples, mas é muito legal essa valorização, né? De um personagem brasileiro nosso conseguir ir até o final do jogo, assim, sabe? E eu conheci o Ozob porque eu já tinha ouvido o Nerdcast, né? Que é com ele. E eu conhecia já o personagem e tal. E quem dublou ele foi o próprio Azaghal, né?
Foi? Legal isso. Ele teve a oportunidade. Ele falou assim, quando a galera falou pra ele, ele falou, ó, gente, eu não sou dublador e, assim, eu quero que saia um resultado foda, tá? Se eu for tentar e não ficar bom, cara, não tem problema nenhum em chamar outra pessoa pra dublar. Eu quero que o resultado final seja bom. Mas, no fim, tipo, saiu algo legal, assim, sabe? Deu pra ele conseguir fazer e...
ir pro jogo, sabe, de uma forma legal, assim. E outra frase com nome icônico, né? Sim. Alô, criançada, o Ozob chegou. O Ozob chegou, exatamente. Que, inclusive, o Ozob é bozo ao contrário, né? Sim, é bozo ao contrário. Bom demais. E é muito bom, e tem as frases icônicas dele, né? Dá uma bitoca no meu nariz. Ô, seu babaca.
Mas é isso aí, pra quem não tava ligado dessa referência, é isso, é um personagem BR Cyberpunk. Eu sei que é muita loucura pra falar das quests, da main quest aqui do jogo. Eu lembrei do negócio agora, eu comecei a rir, cara. É as missões do Johnny Silverhand. Quando você conhece o Carol Rodine, tu chega na casa de uma mulher, a gente tem que juntar de novo o Samurai.
um caminhão na piscina. O ex dela, né? A mulher tá puta. Não, o problema não foi ele tacar o caminhão. O problema que era um caminhão de cimento. E, tipo assim, metade da piscina da mulher foi, tipo, concretada, tá ligado? Concretou, né? Ah, velho, é muito bom.
Você escolheram o cara ou a mulher? A mulher, né? Eu falo, mano, você cagou no pau, velho. Era só não se juntar pra tocar, mano. Você meteu, concretou a piscina da mina, velho. Como é que eu vou escolher você? Eu vou escolher a piscina. Os caras já estão rindo muito quando eu escolher essa piscina. Muito bom. Nossa, muito demais. Aí chega lá o Kerry e fala assim, vai lá conversar com ela, eu tô meio com receita.
É com ela que você ganha um porrete dourado, né? É? Um taco de beise. Porque ela explodiu, cara. De repente ela só taca no concreto. Então a gente vai embora. Ah, cara. Boa demais. Eu curtia muito fazer a side quests, assim. Mas eu lembro de certos pontos do jogo. De às vezes eu estar tão envolvido com a main quest, assim. De estar tão foda que eu falava. Cara, puta, eu vou continuar pra ver o que vai acontecer. Depois eu volto pra fazer um pouco da side quest, sabe? Aí, às vezes, enquanto eu tava esperando...
ou desenrolar de algumas sidequests, eu ia fazer na main, e depois acontecia deles me ligarem e eu falava, ah não, beleza, pode deixar, vou aí. Mas vou já já. E agora eu tô ocupado aqui. E tem esse esquema que eles fazem, né, que quando você termina esse primeiro ato do jogo, e o jogo dá uma abrida em opções pra você fazer, ele te dá meio que três caminhos pra você seguir.
E esses três caminhos, eu diria que eles são tipo, main quest, só que você pode fazer na ordem que você quiser, né? Você não fica travado pra tipo, ah, vou fazer agora o que o Takemura tá me pedindo. Não, você tem mais de uma pista, vamos dizer. Você pode ir atrás da Evelyn, você pode ir atrás do que o Takemura tá te pedindo, ou tentar sua chance na Afterlife. Ir lá na Afterlife e tentar pegar alguma informação com a Rogue, qualquer coisa assim.
Então você tem essas três coisas, e as três coisas vão ter sequência de eventos que são muito boas, cara.
E aquilo, por exemplo, se você vai atrás de informação com a Rogue, nesse caminho que você conhece a Panam. Então você continua na main quest com a Panam e de repente abre side quest pra ela, sabe? Então você abre side quest pra uma puta personagem grande que estava seguindo esse caminho. Só que beleza, só que ainda tem os outros dois, sabe? Ainda tem um monte de coisa pra fazer. E eu tava sempre muito envolvido pra tentar juntar o quebra-cabeça, né?
Porque também as coisas, no final das contas, cada um ia pra uma direção, mas você ia pegar coisas pra...
juntar informações, né? Então, enquanto você precisava, o Goro ia atrás de um cara específico que tinha desenvolvido o chip que tava na sua cabeça, o outro você ia atrás da Evelyn, que encomendou o roubo com você, sabe? Então, ela encomendou o roubo com você.
Mas alguém que falou pra ela sobre o negócio que tinha marcado o roubo pra ela, né? Então tinha alguém por trás dela. Então a gente tenta achar quem quer essas pessoas, sabe? Ao mesmo tempo que as sidequests são muito ricas, a história principal não é aquela coisa que você tá, tipo, deixando ela em banho-maria de lado só pra ficar fazendo sidequests porque elas são mais legais, né? Tem jogos que acontece isso. O pessoal fala muito que, tipo...
Pô, a graça desse jogo é ficar fazendo side quest e a main story é nem tchum. Esse jogo, cara, é os dois. É meio que você fazendo um... Eu não diria um malabarismo, mas é meio que você assim, fazendo aquele gerenciamento, né? Tipo, nossa, agora eu vou um pouco aqui na principal, beleza. Nossa, terminei essa parte aqui grande. Putz, deixa eu dar um... Fazer uma side questzinha e pega um negócio legal pra fazer de algum personagem que você tava esperando a continuação dela e chegou, sabe? É uma boa dinâmica que eles conseguiram fazer, sabe?
Ainda mais pelo fato de você poder escolher por onde da main quest que você vai, sabe? Em três caminhos, assim. Tem uma que não tá te pegando tanto, você vai por outra e continua num negócio que é intrinsecamente ligado com o seu problema pessoal, sabe? Isso é muito bom.
Agora vamos para as nossas notas. Aqui no Gradincast, nós não utilizamos um sistema numérico de notas, e sim um de letras, com cada uma delas e um de EAS, representando um nível de qualidade diferente, um conceito sempre relacionado com a experiência que tivemos com o jogo em questão. Também dividimos os títulos em três quesitos diferentes, com cada um deles recebendo uma nota à parte.
Parte artística, englobando gráficos e trilha sonora. Jogabilidade em seus elementos, englobando sistema de combate, progressão e exploração. E rede de seus personagens, englobando todos os aspectos narrativos presentes na obra. E, no fim de nossas elucubrações, iremos fazer uma média das três notas, com essa sendo a representação da nossa experiência com o RPG que está sendo analisado. Isso aí é uma explicação sobre cada uma delas.
A nota E representa quando o elemento em questão é tão ruim, mas tão ruim, mesmo se tiver alguma coisinha positiva, não dá muita diferença pra proposta do título, ao qual ele pertence. A nota D, por sua vez, ela ainda representa um aspecto negativo. Com todos os seus pontos positivos, apesar de poucos...
Conseguem fazer com que a experiência não seja tão ruim. Você consiga tolerar ela ainda de alguma maneira. A nota C já é o equilíbrio, né? É a nota que representa a mediocridade. Quando algo nem é bom e nem é ruim. Fica ali no meio termo. A nota B, contudo, representa quando a alimento em análise já possui mais pontos positivos do que negativos. Proporcionando uma boa experiência. Claro, né? Com pontos de melhoria e tudo mais.
Mas que ainda tem um resultado bacana ali na experiência do jogador. Já a nota A representa o estado onde o elemento em questão possui muito mais pontos positivos. Seus pontos negativos são bem poucos e praticamente irrelevantes na experiência como um todo. Ela não representa perfeição, mas ela significa que o elemento em questão tem uma excelente execução.
E por fim a nossa nota especial, a nossa nota S, que representa quando aquele aspecto do jogo vai além. Ele não apenas cumpre sua proposta com maestria, mas também cria novos paradigmas para o gênero ao qual pertence, sendo algo além do seu tempo. Seja por ter criado algo único ou mesmo por sua execução simplesmente sublime.
Então vamos lá, notinha de Cyberpunk 2077 pela parte artística do jogo. Eu vou dizer uma coisa pra vocês, tá? Pode até parecer loucura, eu sabia que esse jogo ia ter uma nota S pra parte artística lá em 2020.
Em dezembro de 2020. Porque por mais que eu tivesse pego o jogo no lançamento. Ele tivesse com problemas visuais. Bugs, etc. Eu sabia que o jogo não estava finalizado. E eu tinha visto o puta potencial que esse jogo tinha no final do primeiro ato. No sentido de o quão bom ele era nos quesitos artísticos dele. No sentido da imersão dele. No sentido das interações dos personagens. Como ela se dava visualmente. De como o jogo ele te... Tchau, tchau.
expunha as coisas, agora tem umas coisas que a gente esqueceu de comentar no podcast que eu lembrei agora, como o jogo fazia pra você, sei lá, quando ele ia te expor alguma coisa, sabe, por exemplo a missão do roubo, eles iam e falavam coloca esse caco aqui, né, eles colocam tipo um, dá um pendrive pra você enfiar na sua cabeça, e a maneira que eles te apresentam como que vai ser o roubo, sabe, então eles te mostram um mapa 3D, e o robô aqui o robô ele vai vir de assim e tal, e tem toda a maneira como eles usam essa tecnologia pra te apresentar as paradas, sabe e aí e aí
Se fosse alguém com uma noção de direção artística mais fraca, ia fazer tipo um slideshow, um pixelzinho, sabe? Isso é uma coisa muito mais pobre. E aqui eles sabem muito bem como fazer. Essa maneira de mostrar as coisas pra você como jogador, sabe? Tem o lance das neurodanças editáveis, que você entra, tipo, a pessoa grava um negócio e você entra pra editar, e você consegue ver em primeira, em terceira pessoa, você muda.
pra calor e tal, pra fazer a parte de investigação, né? Seria a parte de investigação que tinha no The Witcher, pra cá eles fizeram de uma forma diferente e muito boa pra proposta, porque lá você era um mutante com instintos. Aqui você não vai sentir um cheiro de um cara normalmente. Aqui você vai ter a tecnologia pra te auxiliar, você conseguir ouvir algo que não dava pra ouvir antes, sabe? Isso é um negócio da parte artística, assim, implementada com gameplay, que eu acho muito e aí
E de tudo, assim, eu lembro de quando eu fui pegar as primeiras missões, as conversas com o Jack, as conversas com o Dexter, que é o seu primeiro canal, sentiu o quão especial era o que eles estavam fazendo, sabe? Tanto pra imersão, quanto pra cutscene em si, nesse lance da cutscene acontecer ao mesmo tempo, junto com os models do jogo, e não ter essa transição, sabe, de você... Simplesmente você entra dentro do jogo demais, assim, sabe?
E isso eu achei foda. E a dublagem e a localização do jogo, né? Eu vi o ponto e isso era bom. Então, logo em 2020, de eu ter jogado, acho que tinha 20 horas, se eu não me engano. Cheguei a jogar 20 horas na época. E... Assim, 20 horas, mas eu devia ter uma de gameplay mesmo, umas 15, sei lá.
Nisso aí eu já tinha certeza que esse jogo, na parte artística, era uma nota S. E até foi por isso que eu decidi esperar. Porque eu olhei e falei, cara, eu quero aproveitar isso aqui quando ele estiver em sua plenitude. Seus plenos poderes. Então eu não vou deixar que, sei lá, o fato dele estar incompleto, cheio de bugs, zoado, atrapalhe. Porque eu sinto que vai vir um negócio foda aqui, sabe? Então pra parte artística desse jogo, com certeza, tranquilamente, é um S. E pra parte da gameplay, eu gosto...
de como funciona a gameplay do jogo. Me envolvi pra caralho, acho o combate legal, acho a progressão do jogo muito legal. A exploração também é bem engajante, a gente queria ir pros lugares sem o fast travel, né? A gente queria explorar, queria ver as coisas e tal.
E ela se integra muito bem com os outros elementos. Acho que ela faz um trabalho bem competente. E assim, eu acho que o que faltou a mais aqui pra gente seria esse lance de você ter mais variedade de inimigo, ter mais quantidade de bosses e você ter que lidar com eles de maneira diferente, né? Então é mais... Eu achei muito pontual no jogo a maneira que eu tive que pensar e lidar diferente e bolar estratégias, assim, diferentes do que eu tava fazendo, sabe? Eu acho que...
Esse ponto poderia ser o ponto de melhora pro jogo pra ele chegar no West. Mas faltou um pouquinho aqui, que eu já vi em outros jogos anteriores que fazem isso. Mas no mais, eu acho que as coisas estão bem aplicadas, sabe? Para o combate em si, para a progressão em si, depois que eles mexeram. Eu acho uma boa progressão, que te dá muitas oportunidades de build, de montar personagens diferentes.
E realmente jogam diferentes. Sem você necessariamente fechar eles. Em classes pré-determinadas. Consegue fazer bastante coisa legal. E acho que uma nota A. É uma nota boa. Para essa parte de gameplay. Porque ela faz.
bem feitos os três esquisitos. Indo para a parte de narrativa e personagens. Cara, os personagens desse jogo são extremamente memoráveis. Mais do que isso, você tem muita vontade de interagir com eles. Você quer saber mais deles. Você quer ajudar eles. Você quer fazer a missão deles, porque elas são interessantes. Os personagens são interessantes. Os desdobramentos das histórias deles são interessantes. A gente falou bastante que da SideQuest, Z da Quest principal...
Então esses personagens, cara, são personagens que você realmente cria uma relação dentro do jogo, sabe? Desde o começo com o Jack até os outros personagens que você vai conhecendo ao meio do caminho, assim. Até o Johnny, cara, que várias vezes ele foi muito cuzão com você, mas você vai entendendo o cara aos poucos. Você revive memórias deles também ao longo do caminho, sabe?
E isso que eu falo que parte artística é foda, sabe? Os caras, eles não apenas te contam, sabe? Eles fazem você viver a parada com o Johnny. E até muito louco que quando você é o Johnny, eles mudam a cor das coisas da HOD, que é pra você ter essa resposta visual mais fácil. Então esses personagens trazem muito pra cima. Só que pra mim não é só os personagens, porque os eventos que se sucedem na narrativa são muito bons também.
O que você faz nas missões, eu acho foda. A sucessão de eventos... São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
que acontece além, para além desses personagens, eu também gosto, sabe? Eu não acho que é simplesmente tipo, ah, é legal porque os personagens estão presentes, estão ali. Não, cara, realmente a maneira como eles conduziram isso daí, né? Porque é uma premissa meio tipo, beleza, você tem um negócio na sua cabeça que está te matando e você tem que buscar uma maneira de tirar isso daí, sabe? E daí você tem todo o caminho até você achar uma maneira de fazer isso.
E dependendo das suas escolhas e do que você fizer, você pode ter diferentes finais. E os finais são muito bons, cara. Os finais são realmente muito bons, assim, também. Os desdobramentos deles, as consequências, né? De várias coisas que você faz ali, elas se pagam dentro do jogo, sabe? E acho que ela fez isso com um nível de excelência, sabe? Então acho que pra Enredo e Personagens, uma nota S também cabe muito bem. Pra mim, Cyberpunk 2077 é um jogo que, em 2026, é um jogo duplo.
S
Cara, Cyberpunk. Eu lembro a primeira vez que o jogo sai foi bem no comecinho do Redencast, né, que ele foi lançado ali. Eu lembro que é um jogo que eu não tinha muita vontade de jogar por causa que eu era o cara do JRPG. Então lançamentos de RPG ocidental não me interessavam muito. E aí eu falava, porra, tem o Geralt, que é um protagonista de JRPG. Eu tinha mania de falar, né? Geralt é um protagonista de JRPG, é como se não tivessem WRPGs com protagonistas no estilo do Geralt.
E aqui eles estão fazendo de novo. Ah, é um jogo em primeira pessoa. Ah, é um jogo que saiu todo bugado. KKK, que jogo tosco. E aí foi passando o tempo. Eu fui jogando umas RPGs ocidentais, né? Tem coisas que eu gosto muito mais dos RPGs ocidentais do que dos orientais.
E aí chegou a chance, o momento, de eu jogar aqui o Cyberpunk 2077. Gostei bastante que ele tá aqui nesse ano, né? Eventualmente eu ia jogar ele mais cedo ou mais tarde. Mas legal que eu pude jogar ele e fazer esse conteúdo aqui pra vocês. E agora vamos pras minhas notinhas.
Eu vou mudar um pouco a ordem aqui das notas, porque a última ainda tô meio indeciso. É um desses esquisitos aqui. Vou decidir agora, nesse dado momento. Começar com a parte artística S, velho. S. Ah, o jogo ele é perfeito na parte artística? Não, mas ele não precisa ser perfeito pra ganhar um S. Se a gente analisando os dois aspectos dele, a parte artística, o design com a sonoplastia, o jogo manda muito, muito bem.
A trilha sonora dele, as músicas estão bem encaixadas. Você tem a sonoplastia do jogo, ele é muito bom, os efeitos sonoros. E a dublagem que é maravilhosa. E como a gente volta a salientar, como a gente falou no decorrer de todo esse podcast, é uma localização incrível. Incrível, incrível mesmo.
Eu queria ter jogado esse jogo antes de ter feito a minha localização. Sabe? Eu acho que eu ficaria mais inspirado naquilo que eu poderia ter entregue ali na localização que a gente fez. Essa localização maravilhosa. A dublagem brasileira é incrível. The Witcher 3 já tinha um trabalho muito bom. Esse é que eles conseguiram fazer algo mais incrível ainda. Design dos personagens é maravilhoso. A ambientação é linda, linda, linda. Tipo, eu adoro Cyberpunk.
Esse jogo aqui, Cyberpunk 2077, é extremamente Cyberpunk, por mais idiota que isso seja, e eu tô repetindo isso pela segunda vez, mas é uma nota S aqui pra parte artística. Cara, enredo e seus personagens, quando a gente pensa em enredo, normalmente a gente pensa no plot, começo, meio e fim definidos, igual nós temos em um livro, por exemplo.
E tem alguns jogos que a gente viu aqui no Gradcast, como Shadow Blade Chronicles, Demon's Roots, o Clerob's Crew Expedition 33, que eles funcionam dessa maneira. Eles tem esse plot, mas no sentido tradicional da palavra, eles tem uma execução muito, muito boa.
Porém, no caso do Cyberpunk 2077, ele não tem apenas o plot principal dele, que é um bom plot. Como a gente já comentou aqui, a gente já comenta mais andando de spoilers. Como ele também tem um elenco excelente e muito, muito bom. A gente tem essa integração da V com o mundo e com tudo aquilo. Você se sente extremamente imerso. Como o Ferraz falou, o ápice do self-insert, das experiências que a gente teve até agora.
E você também tem esse sistema de quests secundárias que é simplesmente maravilhoso. É o melhor sistema de quests secundárias dos RPGs ocidentais que eu já joguei. Eu não sei, eu teria que pensar. Pensando aqui de supetão, não sei. Mas é certamente um dos melhores.
E devido a tudo isso, a forma como o jogo utiliza a sua mídia, essa mídia interativa para você interagir, para você vivenciar essa narrativa, eu não consigo pensar em nenhuma outra nota para dar aqui sem ser esse.
Jogabilidade dos seus elementos. Aqui que a coisa complica um pouquinho. Que é a nota que eu tô ainda mais indeciso. Eu tenho problemas com o gameplay desse jogo, como eu já disse. Por exemplo, eu acho que o jogo deveria ter mais bosses. De fazer você se acostumar com esses desafios progressivamente no decorrer da sua aventura. Eu acho que os carros, eles têm problemas de direção. A própria moto também, o dinamismo ali não é muito legal.
Eu também acho que precisavam ter mais tipos de inimigos, mais variedades de inimigos, mais inimigos diferentes para você lidar de formas diferentes. Eu joguei no Very Hard, sabe? Mesmo no Very Hard ele não é um jogo extremamente difícil. Porém, eu percebi algumas coisas, eu notei algumas coisas que eu não tinha notado até a gente gravar aqui o podcast e ficar conversando sobre. Isso que é tão interessante esse trabalho aqui que a gente faz de você compartilhar as suas experiências e a gente gravar o conteúdo aqui pra você.
Por isso que é tão legal você jogar alguma coisa, você vivenciar, mas experienciar alguma coisa e conversar com outras pessoas a respeito. Você pode acabar percebendo coisas que você não tinha percebido ainda, sabe? É maravilhoso, é maravilhoso. E várias coisas antes de eu começar esse podcast falavam, vou guardar essas coisas porque são pontos que eu tenho a criticar no jogo. Mas conforme a gente foi conversando aqui, eu comecei a pensar, cara, mas isso não, eu vou criticar o que aqui, sabe?
Claro, tem alguns pontos de melhoria, mas isso atrapalha a minha experiência. Não, não, não.
Atrapalhou a minha experiência. Tá. Eu atropelei. 99% do jogo. Sendo um trilha rede. Mas. É um resultado. Do esforço que eu tive. Com a minha build. E. Ah. Mas chegou nesses bosses aqui. E eu tive que mudar. Totalmente. O meu modo de jogar. Mas. Se eu pego um. Dark Souls. Se eu pego um. Elden Ring. É assim que funciona também. Eu tenho que mudar o modo de jogar. Quando eu chego em boss. Porque eles são desafios diferentes.
Tanto que a priori, antes da gente Tá na gravação aqui, eu cheguei a conversar Várias vezes com o Gustavo, cara, eu acho Que os bosses do jogo Eles são desequilibrados, eles são inimigos com Muito HP, eles são esponjas de dano Mas conversando aqui eu percebi que O problema não são os bosses, é a falta deles
Mas os bosses em si são desafios legais São bons desafios Se um dia eu rejogar esse jogo Eu vou enfrentar eles de uma forma diferente Eu já vou ter em mente as minhas builds E já vou fazer dinâmicas diferentes Pra poder lidar com eles Quando eu for pra Phantom Liberty Que eu quero jogar a Phantom Liberty Porque foi um jogo que eu gostei bastante Eu vou com essa mentalidade diferente Eu já vou ir mais preparado, né? Eu cheguei com essa mentalidade De levar dois tipos de arma Mas eu poderia ter me preparado Feito as modificações de uma personagem Pra eu me adaptar de diferentes maneiras São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São São
Mas é um gênero que eu ainda sou muito novo. Com poucos RPGs de tiro que eu joguei. O Gustavo aqui, o Ferraz, eles têm experiência no Borderlands também, né? Que é uma série que ela é bem mais RPG de tiro. Ela é bem mais... é focada nisso. Ela é bem mais experiente. Ela é bem mais complexa nessa questão. E aí eu tava pensando, gente, qual nota que eu vou dar pra esse gameplay? Qual nota que eu vou dar?
E aí eu me lembrei um pouco do meu podcast de Baldur's Gate 3. Eu tava entre dúvida, entre dar a nota, uma nota pro jogo. Uma nota, se eu não me engano, da narrativa. Eu tava em dúvida até na hora ali do final da nota. E aí o Gustavo falou, pense na nota final que você acha que o jogo merece. E molde a sua nota pra que essa nota final, ela seja aquilo que você pensou.
E foi onde eu cheguei na conclusão que eu dei. Um S lá pro Baldur's Gate 3. Ou um duplo S. S. E eu vou fazer isso aqui também. Eu acho que esse gameplay, ele é perfeito. Eu não acho. Tem vários pontos de melhora. O que o Gustavo comentou, eu assino embaixo. O que a gente comentou aqui, eu assino embaixo.
Mas tem algumas coisas que eu acho muito, muito foda que esse jogo fez. Ele conseguiu, ele teve um lançamento desastroso. E eles conseguiram, através de updates e com o passar dos anos, transformar um jogo que eles lançaram em algo extremamente jogável, extremamente refinado e extremamente divertido.
extremamente funcional. Como o Gustavo e o Ferraz falou, o gameplay ficou praticamente outra coisa. Mudaram completamente a dinâmica de como você encara as skills, como você encara todos os inimigos, como as builds e tudo mais funcionam.
caras estão de parabéns, os caras estão extremamente de parabéns no que eles fizeram. Então, no fim, a minha nota pra jogabilidade e seus elementos também vai ser um S. Isso aqui, a minha nota final, ela fica com um triple S, o meu primeiro triple S do Grading Cast.
Porque aqui nessa instituição eu fui compelido a dar um S aí em outros podcasts. Porque eu não pensei dessa forma, mas agora eu pensei dessa forma. Sim, estou falando com você, senhor editor. Mas dessa vez eu não vou cair nisso. Estou na história, olha só. Estou participando do podcast do primeiro SSS do Manuel. Eu lembro quando eu mandei o feedback falando como é bom ouvir um podcast quando o Manuel gosta do jogo. Que foi o do Witcher.
Foi o único podcast, o único feedback que eu escrevi. Eu já pensei, o milhão de que ele falava esse, não, cara. Como foi bom ouvir um podcast onde o Manuel estava apaixonado pelo jogo. Entende? E olha a honra que eu tô participando do Triple S, cara. Olha que incrível. Primeiro Triple S, eu vou deixar o... O jogo merece, cara. Vou deixar o Cyberpunk 2017 como um Triple S.
Então tá, eu vou falar na sequência do peso do menor pro maior ali, né? Então, o Artística 1, o A Jogabilidade 2 e o Enredo dos Personagens 3 na lista. A parte artística, seguindo a premissa do que gere as notas aqui do Greencast, eu acho que ele é digno do S, porque ele faz melhor, ele é o creme de la creme, já na dublagem, localização, só isso ali ele já fez mais do que qualquer um fez. Então já merece.
Mas ele tem muito exímio nos gráficos, na trilha sonora, na sonoplastia e tudo mais que compõe a parte artística. Então ele é muito, muito bem feito. E eu acho que no geral uma coisa que define o Cyberpunk é o cuidado com os detalhes.
O cuidado que ele não teve no lançamento, por questão de prazo, grancho, etc, ele tem nessa versão final. Tu já via que tinha muita coisa lá pra trás que ele é minucioso. Ele é no detalhe, ele tem essas coisinhas ali tudo bem, bem cuidadas. Então, da parte artística, acho que é o consenso dos 3.0s ali, porque não tem muito o que questionar. Ele faz algo muito acima dos demais. O The Witcher já estava num nível incrível, ele foi lá e não, cara, esse aqui não é o teto, tem mais. Tem pra onde subir, tem pra onde ir.
A jogabilidade e seus elementos. Se eu avaliasse o jogo de 2020, eu ia dar um C. Pela frustração, o gameplay bugado, pelas travas, por problemas com a progressão que acontecia. Claro, eu não teria referência do sistema novo, de como melhorou. Talvez isso eu não criticaria tanto, porque eu não achei ruim lá. A Skirtree e tudo mais. Mas essa é muito melhor. Então daí tu tem duas bases, né? Tu tem um benchmark, tu tem uma referência, tu vê diferente.
Então isso vai me fazer melhorar a nota dele. Aquela lá eu daria um C, porque...
Como eu falei, quando eu fui fazer a missão do box, o soco não pegava, o hitbox não funcionava. Fazer a missão da corrida, eu ficava travado nas corridas. Fora as milhões de coisas que aconteceram ali, de travamento e outras coisas. Mas ele melhorou muito, ele evoluiu. E mais um ponto, ele é um RPG, mas eu não jogo só RPG. Eu tenho bastante experiência com FPS, então eu analiso ele também como FPS.
Então eu acho que nesse ponto ele tem mais a melhorar, ele tem espaço, ele melhorou com essas evoluções. Eu até fiquei naquela entre o B e o A, mas como a gente tem o benchmark do que ele era e do que ele foi, eu vou deixar um A, o gameplay, mas ele tem muito para melhorar. Tipo assim, é um A menos, como se ele tivesse A. O padrão americano de notas, ele seria o A menos.
mas longe de ser ruim o gameplay dele é bom, ele é gostoso tem os problemas ali que a gente falou dos chefes, de faltar gimmick mas o resto dele é tudo tão bom é tudo tão gostoso que esses problemas não sobem a superfície, eles não ficam em destaque, entende?
tu vê que tem uns problemas, eles estão lá dentro da água mas não é o que mais aparece, eles não brilham como um defeito, então ele merece o ar, e no enredo de seus personagens acho que o que a gente falou aqui só o Johnny Silverhand já valia o S, só o S de Silverhand ali, nesse Jair ali, eu acho que ele é um show
Mesmo quando ele é babaca, ele é legal porque é o personagem, o tiozão do jogo é ele, que é o cara que ficou congelado ali 50 anos e voltou, acordou na tua mente num mundo que mudou, um mundo que ele tentou mudar e não mudou e ele tá puto com isso. Cara, sabe o que eu acho muito louco que eu tava pensando? Agora, eu consegui completamente não enxergar o Keanu Reeves ali. Eu enxergava o Johnny.
o Johnny, tipo assim, ele não era o John Wick, tá ligado? Ele era o Johnny eu via ele, eu não via o Ken Reaves, isso é muito massa, velho foi muito foda de conseguir fazer, porque é um cara icônico o personagem é muito foda e é um ator icônico, então você conseguir fazer isso cara, é muito foda e querendo ou não, o ator ainda combinou ele ficou numa questão boa, ficou legal, bateu foi uma, juntou bem ali escolha excelente
A dublagem ainda ficou melhor do que se fosse o dublador do ator dos filmes. Ficou uma dublagem muito fodida no Brasil. Então, ficou um jogo maravilhoso pra jogar dublado. E todos eles, né? A conversa com a Judy, as vozes são legais. Tudo é muito bom. Então, o enredo ali, só de ter essa...
a bifurgação que ele tem, as bifurgações da sidequest, como o Gustavo lembrou muito bem ali, ah, tu fala teu personagem e ele tem outro. Ah, quando tu conhece a Panam, também tu tem as outras sidequests dos caras ali que são nômade e vai ir se abrindo, entendeu? Uma coisa leva a outra e vai indo, se expande e tu tem uma teia
muito bem ramificada, mas que tudo se conecta, e a cola que faz tudo se conectar é o V, ou a V, entendeu? É ele que faz a cola, que faz isso aí. Então, como eu falei lá, é o ápice do self-insert, tu cria um background dentro das opções que tu tem, tu não é protagonista mudo, tu as escolhas fazem diferentes.
Tem as escolhas ali, as amarelas, que é o que vai seguir o caminho. E as outras escolhas, só pra te conversar, jogar papo fora, também são legais pra te entender o contexto, as escolhas azuis. Seleciona ali pra entender, vai. Cara, algumas vezes tu perde horas, tu perde tempo ali, porque tu quer ver isso, porque é interessante. Eu tava no final do jogo, sim, tipo, precisando zerar ele, sabe? Mas ainda apareceu coisa que eu queria ir ver o que mais de interação nas falas azuis, sabe?
eu rejogando, tava clicando de novo, porque, pô, eu queria ver, porque a trama tá legal, o negócio tá legal, algumas frases até lembrava o que eu ia falar, mas tu acaba clicando de novo, porque é bom. Então, eu acho que nessa parte do enrede seus personagens, se tivesse a nota maior que S pra isso, ele ganharia o duplo S ali dentro, entende?
não dou o triple S que o Manuel fez por causa do trauma que ele me trouxe lá do lançamento, se ele tivesse lançado essa de agora, eu acho que ia pro mesmo lado e daí eu não ia ter esse, como assim, como eu tenho o benchmark positivo da melhora, da progressão e tudo mais, eu tenho o benchmark negativo do lançamento, dos bugs, da travação, dos problemas do console toda essa história aí, eu falei, eu recomendava o pessoal, ele tinha um filme tão queimado que era difícil, o pessoal não queria jogar, não queria comprar, quem aproveitou, comprou por 19 reais na americana, tá feliz da vida depois quando saiu o
upgrade, que daí pra versão pra nova geração, né? Saiu a atualização gratuita. E ainda daí começou a... Corrigiu tudo, saiu a versão final, o jogo voltou pro preço cheio. Tanto nas lojas digitais como as físicas. Quem comprou, comprou. Quem não comprou, não compra mais, entendeu? E os caras viram que realmente eles tinham uma pérola ali. Eles limparam ela, né? Só tinha que limpar. Eram pérolas jogadas aos porcos inicialmente, mas tiraram do chiqueiro, limparam e devolveram a pérola.
Então é isso, Ferraz com uma nota também em duplo S. Temos dois duplo S's e um triplo S. A média final do jogo é um jogo do caralho. Um jogo excelente. Você que está escutando a gente, você gosta de um bom jogo? Você gosta de dar valor no seu tempo? Dar valor na sua vida miserável?
Choque Cyberpunk 2077. É um jogo com arte muito boa. É um jogo com gameplay bom. É um jogo com narrativa excelente. Personagens muito bons. Johnny Silverhand é o filho da puta mais legal dos jogos de videogame. Provavelmente. Ele poderia se chamar filha da puta júnior, né?
segue um bom filho da puta, Júnior. É um jogo que com certeza vale muito, muito a pena você jogar. Eu fiz 100 horas na versão bugada, pra ver como ele que trende, entendeu? Se não é porque eu fiquei bugado, travadão. 100 horas fazendo coisa, jogando mesmo, porque o jogo é muito foda. É muito, é muito.
Mas antes de nós irmos para a zona de spoilers, gostaria de agradecer os ouvintes, você que está escutando a gente até o final desse podcast, muito obrigado. E também agradecer os poços padrinhos que sustentam a máquina do Gradiencast, principalmente os Grão Mestre RPG-os.
E se você escutou a gente até aqui, mande um feedback pra gente. Queremos saber a sua experiência sobre Cyberpunk 2077.
Você jogou na época? Você jogou depois? Você jogou as duas versões? Conta aí pra gente que a gente quer saber. Você pode mandar feedback tanto lá pelo Spotify, quanto pelo YouTube, se você estiver escutando pelo YouTube, quanto pelo nosso site, gridcast.com.br. Você entrar lá, vai ter um botão enorme, enviar feedback, você pode enviar o feedback pra gente. Ou também pode mandar e-mail para contato, arroba gridcast.com.br.
E além dos nossos conteúdos em podcast, nós também temos nosso canal do YouTube que estamos postando os shorts, né? Que também estamos postando no nosso Instagram e lá no nosso TikTok, que é a rede social dos jovens, né? Eu escuto que TikTok me dá até dor nas costas, assim, que eu não faço a menor ideia como aquilo funciona. Temos lá os nossos shorts de RPGs lá que estamos lançando toda semana.
E nós também voltamos a fazer lives. O Caio está fazendo a segunda, já nas segundas-feiras. E, se eu não me engano, nas terças e nas quintas, o Muriel e o Christian também estão jogando algumas coisinhas lá. Alguns RPGzinhos diferenciados ali pra vocês. E não se esqueça de curtir as nossas páginas nas redes sociais. A gente já falou, no Instagram, no TikTok, no YouTube, no...
e também tem a nossa página do Alvanista. O Alvanista voltou nos marcos. Mas a nossa página, na data de gravação desse podcast, ela ainda não voltou. Mas em breve ela voltará. E talvez vocês achem e encontrem a gente lá no Alvanista. Que voltou agora. Tá bonitão.
E se você escutou esse podcast. Você gosta de jogos localizados. Nós também temos a nossa localização. Que é a localização que nós fizemos. Do Demon's Roots. Que é um RPG extremamente narrativo. Se você quiser dar uma conferida nele. A história dele é excelente. Você pode ir lá no nosso site. E baixar a tradução. Mas o jogo você tem que comprar. Pelo amor de Deus. É um desenvolvedor independente japonês. Provavelmente vive algum porão estranho. E o jogo é só 40 conto.
Na promoção fica bem mais barato, né? Exatamente. Às vezes a gente fica até por R$20,10. Você quer ajudar o nosso projeto? Você pode ser um apoiador. Você pode ir lá no nosso catarse.com.br GrindingCast. Nosso link lá do Catarse. Provavelmente vai estar aqui na descrição desse podcast. E ir lá conferir as nossas recompensas para os apoiadores.
Também não vamos esquecer dos nossos parceiros, que no momento são o mundo dos animes, que o Cristian volta e meia vai lá pra falar de algum desenho japonês, e a galinha viajante. Nesse podcast nós também tivemos nosso querido parceiro Ferraz. Faça sua propaganda. É, não tem mais muito o que propagandear, né? Quem sabe um dia o Game Mania volta, né, cara? Eu brinco que ele tá mais parado que a vida sexual do Thelmo, né, cara? Então...
A gente tá tentando fazer um comeback, mas a vida adulta é difícil, né, cara? Todo mundo aqui é gamer mais 40, pai de família e coisa rata. Um dia a gente volta. E não se esqueça também, se você gostou desse podcast, você tem aquele seu amigo que adora cyberpunk, que gosta de jogo de tiro. Mande esse podcast pra ele. Compartilhe e espalhe a palavra.
Do RPG eletrônico. Agora vamos entrar na zona de spoilers. Quem não quer. Ah, quem ainda não jogou o jogo. Nós ficamos por aqui. E até a próxima. Boa. Valeu pessoal. Até mais. Eu não quero spoiler. Eu estou indo.
Beleza, galerinha? Zuna de spoiler. Quer puxar pra gente, Gustavo? Começando com o guri aí que morre no começo do jogo. Vamos lá, então. Cara, nós começamos a nossa... O Red Jack. É, exato. O Red Jack. Então, nós temos o começo do jogo aí, a V voltando para Night City, traçando o caminho dela aí, pegando missões com o mercenário pra fazer o nome dela.
ou dele, né? E no caso, acabamos conhecendo o Jack Wells através de uma missão que a gente acaba entrando em conflito com ele ali numa situação, nós dois a gente se pega e se fode junto e acaba fazendo amizade, né? Então as próximas missões ao longo do jogo, deste começo, são feitas junto com o Jack. E ele é tipo um parceiraço nosso, né? E ele descola um trampo, que é um canal que é com o Dexter de Shaw, e ele vai fazer um trampo e ele vai fazer
Que seria, tipo assim, aquele trampo pra você... Se você quiser, se aposenta, tá ligado? É um negócio absurdo. E é aquela coisa, você vai roubar um item, que eles não sabem direito o que que é, mas é da Arasaka ali, um negócio de tecnologia absurda dele, que é um chip, que é a maior companhia ali, a maior corporação em Night City. E provavelmente do mundo.
E beleza, né? Vocês se armam pra essa missão, vocês se preparam Só que ela dá ruim Porque era pra você colar lá e roubar as coisas Sem que ninguém soubesse Só que no meio dessa missão Do nada, o Yorinobo Arasaka Que é de quem você tá roubando Que é o filho do CEO Ele volta pro quarto dele, né? Ele volta ali pra suíte e você tem que se esconder
E você acaba testemunhando algo que não era pra ninguém ter visto. Que é ele assassinando o próprio pai. O CEO da Arasaka, o Arasaka Moore, ele aparece. E daí ambos dispensam os seus guarda-costas, né? Que é o Takemura e o Adam Smasher. E tem a cena da gente ver... Saboru Arasaka. Isso, Saboru. E a gente tem a cena aí do Yorinobu, que é o filho mais de ovo, assassinando o pai Saboru Arasaka.
Ainda bem, porque ele tem uma verruga gigante na cabeça. É estranho, incômodo. E você e o Jack testemunham isso e depois disso ele fala assassinaram meu pai, não sei o que, chamem segurança no prédio inteiro, os sogras não sabiam que a gente tava lá, então a gente se fodeu nessa história, porque nessa da gente tentar fugir, a gente vai ser os caras que vão ser incriminados, né, por ter assassinado ele. E a gente ainda tem que fugir com a parada, então...
Nessa fuga, que é extremamente intensa, tem uma sessão de eventos, uma sessão de combates bem intensas, e no final, na hora de fugir, nosso querido Jack, ele é baleado, né, cara? E ele tá tentando lutar pela vida dele, mas acaba por falecer. E vai de Vasco.
E antes dele falecer, ele dá pra nós o Helic, né? Que é esse biochip que a gente tava roubando. E o lance é, o biochip, na verdade, ele tava dentro de uma caixa, né? Ele tava protegido. E de repente a caixa, ela foi comprometida. Então, começou a comprometer o material lá de dentro. Se continuasse dentro da caixa. Então, eles tinham que fazer alguma coisa, né? Então, eles colocaram na cabeça. Tipo, ah, vou pôr o biochip na cabeça. Que daí, depois, eu só tiro e dou pra eles quando chegar a hora certa, né?
Só que, no fim, o Jack morre e nós nos encontramos com o nosso canal que arranja esse trampo, o Dexter LeSean, e ele nos trai porque eles estavam procurando a gente, né? Porque, em teoria, nós matamos o Saboru e ele entrega a gente de mão beijada para os Corvus, falando, ó, quem fez foi esse cara e ele morreu aqui, ele dá um tiro na gente, né?
Só que a gente não morre. E o Takemura salva a gente. Porque ele quer respostas, né? Ele acha que o Saboru não foi envenenado, como o Yorinobu diz. E ele quer respostas e por isso ele tá atrás da gente. E por que a gente sobrevive, né? A gente toma um tiro na cabeça. Porém...
O biochip que estava na nossa cabeça era um constructo do Johnny Silverhand, que é esse cara, que é esse terrorista, que há 50 anos atrás tinha atacado a Arasaka. E eles tinham simplesmente feito um engrama do cérebro dele e guardado ele. E posteriormente colocaram ele nesse biochip, que era tipo um protótipo da Arasaka, né?
E agora a gente tem esse cara na nossa cabeça. E foi ele que, graças a isso, que a gente conseguiu voltar, né? Porque no próximo momento que a gente morreu, o biochip dá um estalo com um engrama e ele volta. E a gente volta junto, né? Porque se tu morrer, ele morreria também, né? Ele precisava daquela bolsa lá, vamos lá, tipo um órgão sendo transportado, né? Ele precisava ficar lá pra sobreviver. E aí aquela paleta de transporte estragou. A forma de manter o chip funcionando era colocar na... Na cabeça, na cabeça.
E aí a V leva o tiro e vai morrer. E o Bioship também tá vivo e ele quer viver. Ele ativa, ele regenera. É um parasita, né? Então pra ele manter, pra ele poder viver, ela tem que viver. Então ele age. Sim, mas logo após isso a gente descobre que, na verdade...
O objetivo desse vídeo é ele copiar o engrama para o cérebro do usuário. Então, no caso, além de a gente ter esse cara na nossa cabeça agora, esse cara vai deletar a nossa existência para tomar o nosso corpo. É realmente um...
parasita tomando o compo daquele corpo, né? Tendo copiado pra dentro daquele cérebro. Então a gente começa a nossa jornada, a nossa busca por tentar remover esse chip, porque do jeito que tá a situação ali, é... A gente sabe que o Johnny Silverhand, pra ele não é vantajoso a gente morrer, porque se a gente morrer, ele também vai morrer. Então é algo que ele tá tentando ajudar a gente a ficar vivo, apesar de ser um escroto. Só que a gente sabe que a gente tem que fazer algo para remover esse chip com segurança. Porque se a gente tentar arrancar ele, a gente temprei.
vai morrer também. Então a gente meio que tem que ir atrás de tipo, tá, quem que construiu? Quem que fez esse chip? A gente tem que tentar falar com esse cara, será que a gente tem algum contato no Afterlife que pode levar até ele? E a pessoa que encomendou esse roubo, a gente for atrás da fonte, será que eles têm alguma informação? Por que que eles queriam esse meu chip, sabe? Então começa toda essa jornada para resolver esse problema.
E depois de uma sucessão de eventos ao longo do jogo, nós temos os finais possíveis, né? Se vocês quiserem comentar o final que vocês escolheram e as consequências dele. Eu fiz o mesmo do Manuel, né? Que é o Sol, né? Pode falar aí, Manuel, que tu fez recente e vai estar mais fresco na memória. Então.
Esse final é o seguinte. Você tem uma última missão na Arasaka. Depois de várias coisas que você faz, né? Como o Gustavo falou. E você tem várias maneiras de você se infiltrar na Arasaka. Você entrou em contato com a Hanako. Hanako Arasaka, né? Que é uma gostosa milfifilha do Saburo. E irmã do Yorinobu, né? A gente consegue se aproximar dela e conseguir contar, né? Na verdade, o que aconteceu pra ela.
E ela fala, tipo, eu posso te colocar lá dentro pra você resolver a situação aí. E aí eu tiro esse chip da sua cabeça, né? Mas você só vai conseguir tirar esse chip com o computador lá, o supercomputador, dentro, que tá na Arasaka, tá lá dentro da Arasaka. Subsola.
Isso, e aí você precisa dar... No subsolo deles, eles têm um laboratório secreto. Tipo, aí você precisa da ajuda da Alt, né? Que é uma ex-namorada lá, uma peguete do Johnny Silverhand, que ela virou tipo uma IA super poderosa. Aí ela te ajuda a resolver essa situação.
aí, e aí você tem várias maneiras de você se aproximar, você adentrar ali você pode se aliar a Hanako, você pode deixar com o Johnny, de vez em quando em determinados momentos do jogo você dá o controle do teu corpo pro Johnny, esses momentos são os mais engraçados do jogo, porque o Johnny faz muita merda, ele chama uma puta, ele quebra o carro cara
Ele tatua o bode, o bodão, ela vai gostar do bodão. É muito boa a voz da ave mulher com o Johnny falando, cara. A do Flanão faz uma voz meio grossa, sabe? E tá a voz do Johnny por cima. Fica muito foda, velho. É muito foda. E aí você pode fazer isso, né? Dar o controle pro Johnny. Aí o Johnny vai lá junto com a Rogue na Afterlife. Os capangas da Afterlife que vocês invadem. Tem a maneira, se você fez a quest da Panan, de você pedir pra Panan te ajudar. Panan te ajuda. E os Odecados te ajudam. Ou tem a opção...
de tu chutar o balde e tu fular sozinho. Sozinho. É que, na verdade, tem algumas variações, né? Tem você com a Pananhos Aldecados, tem você com a Rogue. Esse de você sozinho... Esse de você com a Rogue e você sozinho, você tem que ter uma boa relação com o Johnny, tá? Se você não fez a sidequests dele, se você não tem um bom relacionamento com ele, essas opções não aparecem.
E esse daí, com a Rogue, sem a Rogue, aliás, ele sozinho, é um final meio secreto. É. Você tem que demorar pra responder, que daí o Johnny vai te dar uma opção nova, né? Que é só vocês dois, sem colocar a vida de outras pessoas em risco, né? E tem o final, que é o Bad End, né? Que é o mais amargo de todos, que é o final do suicídio, que o V se mata, na verdade. Que ele opta por nem tentar resolver o lance do engrama, que ali no final ele decide por dar...
Tem outras pequenas variações também, né? Por exemplo, nesse Dahanato, se você fez, no meio da missão lá, você salvou o Goro, né? Se você salvou o Goro e não deixou ele morrer, o Goro ele te ajuda e o Oda, ele te ajuda na batalha contra o Adam Smasher.
O Wod é o NPC que te ajuda. Aí o bagulho é louco. Aí o bagulho é louco, velho. Aí é o Adam Smasher no modo easy, né? Não é? Aí deve ser muito de boa, né? Mas enfim. Aí qual a opção que eu fiz? Eu escolhi o Johnny. O Johnny dá o controle pro Johnny pra ele ir lá com a Rogue. Mas aí você vai junto com a Rogue e tudo mais. Mas é até de boa. Aí você chega no Adam. O Adam mata a Rogue.
E você derrota o Adam E aí no final ali Mas ela joga uma granada dentro do corpo dele E diminui consideravelmente A vida dele, exatamente Ainda bem que ele não recupera a vida igual o Adam Graças a Deus Aí depois você derrota o Adam Smasher Aí você tem essa opção Você entra dentro do computador Você tem a opção de Você tá controlando o Johnny E aí lá dentro você conversa com a V Com o V Isso é engraçado, né? Você conversando com o seu personagem E aí
Aí você vê o seu personagem ter essa pessoa conversando com ele ali e tudo mais. É bem interessante. E aí você tem algumas opções, por exemplo. Você pode ficar no corpo da V. E aí você termina como Johnny. Ou você pode desistir, né? Largar a mão e deixar o corpo com a V mesmo. Que foi a opção que eu fiz. Termina a V como dona da Afterlife, porque a Rogue morreu.
E aí ela tá vivendo lá de boa Com a Judy, só que a Judy fala Olha, essa vida aqui tá boa demais Eu gosto de viver na merda Você tá muito estranha Tchau, obrigado. Porque aquilo lá, né A V, ela não tem mais o Johnny, mas o Chip Ainda tá fazendo mal pra ela. Pelo que dá a entender Pelo final é isso. Ela ainda não vai viver muito tempo A impressão que eu tive é essa, esse final do sol Não é nem tipo a impressão, eles te falam
Sim. Porque, por exemplo, no meu caso, eu fui com os Aldecaldas e a Panam, né? E daí, cara, fui invadir com eles. Quem entra comigo lá é a Panam e o Saúl. Você lembra o Saúl? Sim. E no caso, o seu que morreu foi a Rogue, né? No meu é o Saúl que ele morre. O Saúl que morre é a Rogue e a Panam vira a Chefe. A gente também causa um estrago no ADA, que nem a Rogue faz.
Ele causa, mas ele causa menos. Ele dá um tiro de 12 nele antes de morrer. E eu vi, eu peguei pra ver os finais, né? Eu vi o quanto de vida que tira a Rogue faz um estrago maior com a granada dela. É o poder da Milf, né? Exato, mas ele dá um tirinho ali pelo menos pra te ajudar.
E depois, no final, eu tava controlando o V, né? Eu tava controlando o V, não o Johnny. Então, no final, tem a mesma coisa, só que a interação é o contrário. Eu tô sentado como eu e vendo o Johnny. Só que o lance que acontece é que a Alt fala que ela não levou em conta como o corpo tava reagindo a tudo isso, né? Ao DNA e etc. E ela viu que... E o tempo que ficou fundido, né? É, com o passar do tempo, né? Do tanto tempo que já passou.
O corpo tava vendo o V como algo a ser expulso, sabe? Ele tava rejeitando o V e abraçando o Johnny. Isso é, se a gente continuasse como o V, a gente teria mais seis meses, mais ou menos, de vida. Tipo, uma estimativa, assim, né? Se a gente não...
Com a Alt, tipo assim, tentando fazer o que ela fez. A Flora tem mais seis meses. E daí você pode escolher ou isso ou você dar o corpo pro Johnny. E o Johnny vai viver uma vida normal, uma vida longa. Porque ele teria todo o futuro pela frente. Porque o corpo não tá rejeitando ele, né? Tá rejeitando a gente. E eu escolhi por continuar sendo o V mesmo. Porque pra mim era o que faria sentido dentro do personagem que eu fiz. Mas o final do Johnny é muito da hora também, tá?
Já comento ele. Mas assim, no caso, eu saí, né? Tipo, depois eu saí como vê. E daí eu e os Aldecaldos, a gente se mandou. A gente falou, vamos embora de Night City, vamos para o Night City e vamos para o sul. Daí a gente foi lá, acho que para algum lugar colorado, acho que eu não lembro que eles falam. Cara, eu senti vontade de fazer isso, porque como eu tenho origem nômade, eu me senti em casa ali com os homicados, sabe?
Sim, aí tipo assim, eu fico com a Panam, porque se eu optasse por Afterlife, de virar o chefão da Afterlife, a Panam não ficava comigo, ela ia embora. Não. Então no final eu fico com a Panam, porque eu vou junto, eu fico junto com os Nomads, ela é tipo a líder deles, mas eu sou tipo o braço direito ali, vamos dizer. O primeiro damo. O primeiro damo, e eu fico junto com a galera e a gente tem tipo, vai embora, tem as cenas da gente ir embora de carro e uma tempestade de areia vindo assim. Só que daí, cara...
E depois eu peguei para o final do Johnny e eu achei muito massa, assim, que é o Johnny, tipo, se dando uma segunda chance, sabe? E nessa segunda chance ele tá em paz com ele mesmo, sabe? Ele meio que... Você vê que ele tem um moleque que ele conhece, ele começa, tipo assim, a conversar com esse moleque, o moleque quer se tornar um músico, e ele começa a dar, tipo, umas dicas, assim, né? De tipo, de pessoa já vivida por um moleque.
instruindo ele a ser verdadeiro, ele acreditar na música dele e tal, e tipo assim, dando bons conselhos, sabe, não sendo o cuzão arrombado que ele foi o jogo inteiro, a interação que ele teve com o V mudou ele, sabe, eu sentia que o Johnny mudou muito por nossa causa, e quando ele tem essa segunda chance, vai viver uma vida diferente, sabe, tanto que ele sai de Night City, vai embora, e ele vai sem equipamento nenhum, cara.
E ele não leva nem uma guitarra. Ele vai numa loja, compra uma guitarra, e o moleque acha que é porque ele tá comprando pra ele, né? Só que ele deixa no carro do moleque, e tipo, quando o moleque vem e fala, ah, você esqueceu sua guitarra, senhor. Ele falou, não esqueci não, mano. Faça bom proveito. Você vai ser o... Vai alcançar os seus sonhos e vai ser quem você quer ser e tal. Só que ele, tipo, instruiu o moleque pra um caminho da...
e não pelo caminho autodestrutivo que ele teve a vida inteira, sabe? É bem massa, assim. Tem a pessoa que aprendeu com o Zeno. É, o meu foi melancólico. E se deu uma segunda chance de viver em paz, sabe? O meu foi melancólico, porque, tipo, aí a V, a Wifu abandona ela, né? Vai embora. E termina a V fazendo um trabalho pra adentrar e... Acho que roubar alguma coisa num satélite que está em órbita. Aí você vai pro espaço e termina ela indo pra estação espacial, assim. Pro satélite, assim. É bem melancólico. Ah, pode crer. É, eu vi isso aí.
E tem a versão desse aí, caso você pegou o final secreto lá de esperar e foi sozinho, a Rogue tá nesse final seu daí, né? Porque ela não foi junto e não morreu. Hum, bacana. O Don't Fear the Reaper, né? E tem um novo agora com a DLC, né? Consegue fazer um novo final. Hum, você fizer a DLC antes? Depois da Phantom Liberty, né? Tem o spoiler do spoiler, né? Daí tu consegue salvar a vida, consegue tirar o o Engram. Ah, você tá brincando. Tem, tem o final bom agora. É.
Pô, vou fazer a expansão e vou fazer o final de novo.
Porque quando você zera o jogo, não tem pós-game, né? Quando você zera, você loada o save antes de você fazer a escolha. Sim, você pode fazer a missão de novo, então você pode fazer vários finais, cara. Bacana, cara, bacana. Legal. Aí, ó, você aí que escutou a gente até agora, você vai querer um podcast da Phantom Liberty. E você quer ajudar o Ferraz, que comprou a Phantom Liberty. Você quer ajudar eu e o Gustavo, que vamos comprar a Phantom Liberty.
Então, mande comentários aí pra gente, mande feedbacks querendo um podcast da Phantom Liberty, porque eu...
O Prado já falou, queremos adiantar um mês a gravação do podcast. Mas que mês que vai ser? Nós não sabemos. Não sei, mas tem que provar que jogou no Stadia. Exatamente. Provou que jogou no Stadia, vai ter um mês antes. É isso aí, galera. Ficamos por aqui. Vocês têm mais alguma coisa pra acrescentar da história, da narrativa ali, principal do jogo? Eu acho que de resto é o pessoal jogando mesmo. Tem muitas escolhas de caminho. Acho que o que leva até aí é isso.
Acho que é legal falar o desfile lá da Arasaka, lá quando tu vai pra falar com a irmã, é uma hora muito foda, né? É uma parte muito massa do jogo. Tudo nos negócios voando lá, nos aéreos voando. Então, o que a gente comentou que sentiu falta era que devia ter uma missão que era com a Jude e a Asmode que você tinha ajudando, né? No lugar da Panam, caso você tivesse romanceado com ela ou o River, né? Eu acho que isso aí seria massa, né?
Você ter essa pessoa que tá ao seu lado. O River ia junto com o C.M. de qualquer maneira, né? Que te ajudaria de qualquer maneira, né? Nossa, fácil.
tranquilo. Não, o leite sim é só pra te colher qual buraco vai ser tempo. Exatamente. Se vai ser o seu buraco ou o buraco do seu parceiro. Tudo envolve o buraco. Exato. Então ficamos por aqui depois dessa buracada, meus queridos. É isso. É isso aí, galera. Muito obrigado por ter escutado até aqui. Se você, mesmo depois do spoiler, você ainda não jogou Cyberpunk, você escutou? Faça o favor, vai lá e escute, porque a sua experiência vivenciando esse mundo também é extremamente importante. E dá diferença pra sua experiência e vale muito a pena. Exatamente.
Então geral é isso, muito obrigado aqui para o Sr. Gustavo e o Sr. Ferraz que me acompanharam nessa epopeia pro meu primeiro triple S aqui do Branding Cast. Que histórico. Boa, verdade né, especial. E falou galera, até a próxima. Valeu. Não coloquem chips nas suas cabeças. Boa.
Um detalhe interessante aqui, isso aqui vai ficar fora da edição, viu, o editor. É que é o que eu tô vendo aqui na pauta, né, tá a fotinha do Gustavo e tá a fotinha do Ibex Anônimo, que é um bodão. O Ferraz é o bodão aqui. É o bodão, velho, muito bom. É o bodão. Pra mim não aparece daí. Não é um print lá no chat, eu quero ver. Pra mim aparece só a tua, como do Grandcast, e a do Gustavo.
E aí
Galinha Viajante
Mundo do Animes