Episódios de Auto Rádio

Estes carros PODEM VALER MAIS e ainda NINGUÉM percebeu

06 de maio de 202652min
0:00 / 52:48

Vocês pediram, nós ouvimos e agora entregamos: esta é a segunda parte do Auto Rádio sobre automóveis que, eventualmente, podem valorizar. Infelizmente não temos uma bola de cristal — se tivéssemos, a nossa garagem oficial seria bem mais exótica —, mas boas apostas não faltam.

Tal como na primeira parte, deixámos os Ferrari e Bugatti de fora e focámos a nossa atenção em propostas bem mais terrenas e acessíveis.

O Guilherme Costa e o Fernando Gomes, juntamente com o João Delfim Tomé — que regressa à equipa da Razão Automóvel após três anos ausente — dão a conhecer mais um conjunto de máquinas razoavelmente acessíveis que, devido a uma série de fatores, poderão revelar-se como bons investimentos. Vejam quais foram as nossas escolhas.

Estrutura:
00:00:00 Introdução
00:04:00 Carros que vão valorizar
00:51:54 Notas Finais

Moderador: Guilherme Costa
Equipa: Fernando Gomes e João Delfim Tomé
Régie: Pedro Alves
Edição: Pedro Contreiras
Grafismos: Pedro Contreiras

O Auto Rádio é um podcast da Razão Automóvel, com o apoio do Pisca Pisca, o portal de usados onde podem encontrar o vosso próximo carro: https://bit.ly/3YXSWGn 

 

🎧 Disponível no YouTube, Spotify e Apple Podcasts

Participantes neste episódio1
G

Guilherme Costa

HostModerador
Assuntos5
  • Carros que valorizamFiat 500 Sport · Suzuki Swift Sport · Punto Abarth · Opel Corsa OPC · Toyota GR Yaris · Alfa Romeo Junior Veloce · SEAT Ibiza Cupra 1.8 Turbo · Peugeot 406 Coupé · Peugeot RCZ · Peugeot 205 GTI · Peugeot 309 GTI · Ford Puma 1.7 · Citroën Saxo Cup · Cabrios e Roadsters · Golf Cabrio · Renault Twin · Renault Megane RS · Toyota GR86 · Hyundai i30N · Porsche Cayman · Golf GTI
  • Fatores de valorização de carrosEscassez · Desportividade · Design e apelo emocional · Histórico desportivo · Desaparecimento de modelos
  • Evolução do mercado automóvelDesaparecimento de hot hatches · Aumento de preços de carros desportivos · Transição para elétricos · Sazonalidade do mercado de cabrios
  • História da Razão AutomóvelRegresso de João Delfim Tomé · Evolução editorial
  • Eventos automóveisE-Car Show · Cobertura do E-Car Show
Transcrição142 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

O que é que faz um carro ser memorável ou que seja desejável vários anos depois? Eu acho que um desses carros é sem dúvida nenhuma o Fiat 500 Sport, que é Sport apenas em Portugal, nos outros países todos é Sporting. Há aquele tipo de carros que eventualmente se compra porque...

o sexo oposto vai achar graça e depois há carros que apenas quem gosta de automóveis é que olha para aquilo e diz assim que carro espetacular e eu acho que isto é um desses casos Suzuki Swift Sport eu acho que ali mais é o pão com manteiga do Norburgo Rio atenção à manteiga, que a manteiga esprega queria falar de um carro que eu adorei conduzir e aí já existia a razão automóvel

Aqui na Razão Automóvel é assim que funciona. Vocês pedem e nós naturalmente ouvimos e fazemos segunda parte de um episódio do Autorádio totalmente dedicado a carros que eventualmente podem valorizar. Naturalmente nós não temos aqui uma bola de cristal para adivinhar aquilo que poderá acontecer no futuro. Caso contrário, seguramente já teríamos alguns carros diferentes na nossa garagem, mas infelizmente não é isso que aconteceu.

Com uma particularidade, não vamos falar naturalmente de Ferraris, de Porsche, talvez falemos de um ou outro Porsche, não vamos falar daqueles carros que valiam 600 milhões de euros e agora valem 1 milhão de euros, não. Vamos falar de carros que eventualmente vocês podem ter na vossa garagem e que vos poderão entreter, como por exemplo uma espécie de investimento.

que vos coloca um sorriso no rosto até porque nem todos os investimentos não é Fernando, não é João tem esta capacidade de nos enfim, levar do zero ao 100 em menos de 6 segundos e coisas assim desse género

Mas olhem, sejam muito bem-vindos a mais um episódio do Autorádio, um podcast da Razão Automóvel que conta com o apoio do piscapisca.pt, o portal dos dados onde podem encontrar alguns destes carros que nós vamos falar nos próximos minutos. E este é um podcast que me deixa particularmente feliz por dois motivos. Um, vamos estar a falar...

de carros que nos aquecem o coração e que nos colocam às vezes em problemas lá por casa, sobretudo com a nossa esposa. Mais um carro que, enfim, pronto, por vezes não tem muita racionalidade associada. E em segundo lugar, porque é o regresso do João Delfintomé ao estúdio da razão automóvel e mais concretamente à razão automóvel depois de um interregno de três anos.

João, muito bem-vindo de regresso à equipa. Obrigado, Guilherme. É um prazer estar aqui. Acho que consigo transmiti-lo. É um prazer e um orgulho de estar de volta à equipa. E coloco um tema destes a abrir. É sempre bom. Sim, mas não vamos falar de Opel Score Saber.

É isso que eu temo O regresso do João À razão automóvel É também o regresso de um Defensor acérrimo da Opel Dos Corsas Dos motores Isuzu Ou vens uma pessoa diferente, João

Venho um bocadinho diferente, já me rendi a algumas tecnologias. Apple CarPlay, Android Auto. Continuas a ter carros muito, vamos chamar-lhe assim clássicos, na tua garagem ou não? Não, menos, muito menos e até já tenho um carro atual.

Uau, o que é que fizeram ao João? Não sei, gostava de fazer. Não sei, mas nas próximas semanas, meses e anos, vamos ter a oportunidade, exatamente, Fernando, de descobrir, enfim, a evolução, o facelift que o João sofreu.

Nos últimos tempos, que começou, pronto, fechando aqui o capítulo do João naturalmente, que é um regresso que muito nos orgulha, porque ele começou a sua carreira na Razão Automóvel, nos últimos três anos esteve no Automóvel Clube de Portugal e agora regressa a uma casa que sempre foi dele, portanto, sempre foi dele. Portanto, João, muito bem-vindo e recai sobre ti a responsabilidade de falar sobre o primeiro carro desta lista.

até foi aflorado no primeiro episódio que é o Punto Abarth mas daqui a pouco vão haver carros diesel elétricos, não vão haver mas vamos começar com um carro que infelizmente teve uma carreira comercial até, diria passou a amar discreta no nosso país

Sim, mas foi um carro algo esquecido, pelo menos naquilo que nós vemos de vendas e tudo. E é pena, porque acho que tinha todos os ingredientes para um hot-atch de sucesso. Na época os rivais estavam alinhados em termos de potência, em termos de visual. E é um carro que passou muito por baixo do radar.

atenção, passou por baixo do radar mas não por baixo do radar do autorádico nós já o tínhamos é assim mesmo são estas nuances que eu sentia falta eu achava-lhe muita piada tenho que admitir e pronto, faço aqui o meia culpa na altura se tivesse que optar optava pelo Corso OPC

Tinha de ser aquela azul elétrica É verdade, nós não colocamos o Corso OPC nesta lista Não, eu ainda não tinha colaborado na elaboração da lista É isto Já começa aqui A alterar Os caminhos editoriais da razão automóvel Não, mas sem dúvida O OPC até era deste segmento Eventualmente o mais potente Retirando se calhar o mini-idea da equação 192 cavalos não era Bom

192 cavalos, se não estou em erro. Mas na versão Nurburring é um pouco além aos 200. Mas é outro esquecido hoje, já ninguém se lembra desse carro, mas é um pouco aqui como o Punta Bart. Eu acho que o maior problema aqui do...

do Punto Abarth foi haver um Abarth 595 e um 695 que basicamente meteram tudo o resto na sombra e acho que é por isso que passou assim debaixo do radar dá uma sensação que alguém entrava por exemplo na Motor Village e olhava e dizia assim, olha um ponto desportivo e depois olhava para um Abarth 500 e dizia olha que tão lindo acho que é mais por aí e não vai para casa

Porque em tudo o resto o o ponto era mais carro. Plataforma, motor naturalmente era o mesmo e depois ainda havia umas versões mais vitaminadas. Como defeito o carro tinha, não dava para desligar o USB.

segundo li num dos comentários que vi nas revistas dos anos 80 e 90 uma página de Instagram que nós seguimos religiosamente está lá, tiras o fusível e também parece que a direção não era propriamente um poço de comunicação com o condutor infelizmente ainda não havia razão automóvel nessa altura mas eu lembro-me de gostar muito deste carro seguramente se estivesse indeciso entre um...

um 500 e um ponto eu ia para o ponto, aliás é hoje esse esse o trade-off, nós conseguimos encontrar pontos à parte com preços muito convidativos em várias plataformas, entre elas naturalmente também no Pisca mas é a fórmula de um carro que entretanto está esquecida na atualidade e é isto que faz grande parte destes carros também valorizarem, qual é que é o equivalente atual no mercado para este carro, Fernando?

Boa pergunta, porque os hotheads ou os pocket rockets estão a desaparecer do mercado. Nós temos por acaso um lá fora. Eu não considero um pocket rocket, mas pronto. Aquilo é um animal diferente. Estás a falar, claro, do Toyota GR Ares, com aquele kit, como é que aquilo se chama? O kit track... Bom...

eu já soube o nome do kit agora esqueci-me sempre que aquela câmera acende aquela luzinha vermelha mas é o Aeropack acho que é assim o nome daquilo tem um visual ainda mais espetacular e no interior tem aquele travão de mão que auxilia muito nas manobras mais apertadas sobretudo

em locais onde não há mais carros esse é o problema antigamente nós conseguíamos ter carros muito interessantes deste segmento abaixo dos 30 mil euros aliás bem abaixo dos 30 mil euros e hoje isso não acontece parte da culpa que tem a ver com a história das emissões

e apesar de as marcas agora estarem a tentar substituí-los com propostas 100% elétricas, que apesar de terem muita potência e terem um chassi também já à altura, pelo menos no lado da Stellantis, que nós temos visto sobretudo no lado da Stellantis o preço acho que está um pouco ainda fora daquilo que se calhar estaríamos dispostos a pagar, nós com clientes e também pois falta a questão de atrair e

Este consumidor exigente que é o Petroled Que não há petróleo Não há petróleo nos elétricos Não é, mas olha Eu estive agora no Circuito Varano Em Itália Com a Alfa Romeo Estive na escola de condução da Alfa Romeo E um dos carros que eles lá tinham Era o Alfa Romeo Junior Na versão Veloce É pá, muito interessante Foi um dos carros mais giros que lá estavam em tensão Tinha outros carros ao lado Muito interessantes Obrigado

Doutro campeonato naturalmente. O Giulio quadrifólio e também o Stelvio quadrifólio, mas a potência não é tudo e o sentimento de leveza que o carro transmite e o facto de ter um diferencial autoblocante mecânico à frente...

faz toda a diferença na forma como o carro baila de um lado para o outro mas não vamos falar de carros novos pelo menos hoje neste autorádio eu tenho mais um carro que não está nesta lista e nós não podemos continuar a fazer isto senão este podcast vai ter 3 horas, portanto lançamos já

Novamente a questão, se quiserem uma terceira parte, vamos ter uma terceira parte deste nosso périplo pelos carros acessíveis e que eventualmente poderão valorizar no futuro. Podem já ter atingido aquela fase que tem uma espécie de plano alto, pelo menos em termos de valor de compra.

naturalmente depois carros estamos a falar de carros com 20 anos ou com 15 anos e poderão ter uma fatura ou outra de mecânico que não está prevista mas vamos manter isto aqui no secretismo sobretudo das nossas esposas queria falar de um carro que eu adorei conduzir e aí já existia razão automóvel o SEAT Ibiza Cupra na versão 1.8 Turbo

foi o último foi o último Cupra e tem um motor à prova de praticamente tudo super interessante de conduzir já tinha o tablier bem melhor do que na geração pré-facelift e acho que é um carro que também não recebeu o amor que... há uma série de pocket rockets e hotheads que estão esquecidos, ficaram esquecidos no...

e só quem os tem é que sabe o que é que tem basicamente mas olha isso é um cara interessante também olha nem me lembra a fatiga João, achas que nós éramos felizes e não sabíamos? Acho, acho, e acho que este modelo em particular, o Ibiza sofreu entre aspas de uma transição, pelo menos uma transição que eu acho que a Seat passou de uma marca muito associada a propostas manifestamente esportivas de repente acho que entrou numa fase que eu considero a Seat séria

Seat muito adulta, com carros excepcionais Bem construídos, mas Com menos aquele toque Latino, desportivo Autoemocione E acho que este Ibiza acabou por ser vítima Entre aspas, dessa transição O público acho que começou a olhar para a Seat Como uma proposta mais adulta Mais para carro de família e tudo Por exemplo, imagina Pais com dois filhos em casa Olharem para o Seat Ibiza como uma excelente proposta familiar Acho que isso aconteceu com alguém Olhem

o João trocou os Opel Corsa por um C-A-T-Biz enfim, rendeu-se às evidências dos Isofix dos Apple CarPlay, StartStop e tudo mais, está um burguês portanto

Quando chega a altura de nós colocarmos os nossos filhos nos carros, nós... Outras prioridades. Seguramente deixaste olhar para o lado da Niva. Sim, de todo. De todo, até porque os miúdos cheguem a horas a qualquer local. Muito bem, com esta parte vamos então a reduzir ainda mais o tamanho dos carros e vamos falar de um carro sobre o qual eu já falei várias vezes, já escrevi várias vezes na Razão Automóvel, sobre que tem um motor que...

podemos ter também esta discussão o que é que faz um carro ser memorável ou que seja desejável vários anos depois e eu acho que um desses carros é sem dúvida nenhuma o Fiat 500 Sport, que é Sport apenas em Portugal, nos outros países todos é Sporting, eu já vi carros destes à venda por mais de 10 mil euros Bom, vamos lá

Unidades, naturalmente, que estão em estado praticamente de concurso, mas é um carro do alto dos seus pouco mais de 50 cavalos. O Fernando é capaz de nos aquecer o sangue, como aqueceu o Michael Schumacher no anúncio. Exatamente, eu recordo-me desse anúncio. Eu já andei à pendura neste carro, nunca conduzi.

À pendura tudo parece sempre mais rápido. É a essência que eu tenho. Mas a Fiat criou uma bela ilusão. Este carro tinha 54 cavalos, apenas 1100 centímetros cúbicos. Mas criou uma bela ilusão de que o carro era mais rápido do que parecia porque pôs uma caixa curtinha para explorar todos os 54 cavalos. Então a primeira era muito curta, a segunda era muito curta. Então o carro parecia que estava sempre... Aí este motor... Exatamente. Mas eu acho curioso porque este é um carro que se...

por exemplo, comparando com o Abarth Punt que foi um cara que teve um trabalho bastante sério a nível de desenvolvimento de chassis e suspensões, pronto, e essa coisa toda estes ciclo de suporte eles basicamente chegaram a tomar um motor mil e 100 do Punt meteram mais antes que acho que era do Fiat UnTurbo originalmente se não estou em erro. As originais acho que eram eram do Fiat UnTurbo. Houve uma versão de troféu

deste caso. Exatamente, para o campeonato das rallies. É linda, ao mesmo margem do carro branco, com o quinto ao lado, é pá. Era para os rallies, exatamente. Ou seja, foi o esforço mínimo com o máximo de resultados. Aquilo que a gente também diz aqui, mínimo esforço para ter o melhor resultado possível.

melhor outcome não vamos falar em inglês, eu estava a tentar encontrar mas é o problema de nós lermos tanta coisa em inglês para as gerações mais novas que nos estão a ouvir, aquelas pessoas que enfim, nasceram já nos anos 2000, é verdade houve um tempo em que carros com 54 cavalos eram capazes de nos aquecer o sangue, não porque nós nos chitássemos com um pouco mas porque efetivamente quando os travões não são assim tão grandes, a suspensão não é assim tão eficaz e

e os pneus não agarram tanto quanto isso em qualquer rotunda em qualquer curva nós conseguíamos começar a olhar para a estrada não pelo vidro da frente mas às vezes pelo vidro de trás e como dizia o Alter Holm é quando nós sabemos que vamos efetivamente rápido, no caso deste 500 talvez rápido demais talvez rápido demais sim mas eu recordo dos testes da época

E diziam que o carro era bastante divertido até, claro que não andava muito, obviamente, era pura ilusão e pouco isolamento acústico que fazia que o carro parecia andar mais. É a maneira como a Porsche, João, vende isto, tira isolamento acústico aos carros e temos uma nova versão especial, mais cara e numerada, portanto, é uma maneira de vender melhor o carro. Vamos buscar a receita à Itália.

Por acaso lembro-me em particular deste modelo Porque o primeiro carro de um colega de escola meu Era um 50-gen Sport Que era o carro da mãe E a mãe não fazia ideia do que tinha Tinha o carrinho, era o seu carrinho amarelo E gostou do amarelo, exato Foi literalmente isto Eu lembro-me a primeira vez que eu cheguei à escola Eu disse, pá, tu tens um carro muito fixe É um pocket rocket, é pequenino E ele, ah, não me importa E para não me digas nada que eu testo assim O carro longe por ser amarelo Ele tinha vergonha da cor do carro E eu só me lembro, pensei, pá, se ele quisesse vender o carro ainda Bom dia

Mas olha, falando abertamente até porque não temos ninguém a ouvir-nos há aquele tipo de carros que eventualmente se compra porque o sexo oposto vai achar a graça e depois há carros que apenas, quem gosta de automóveis é que olha para aquilo e diz assim que carro espetacular e eu acho que isto é um desses casos, de um carro que quem não gosta de carros é sério, amarelo, eu por acaso gostava de ter um em vermelho E aí

Os vermelhos eram muito fixos também. O em preto acho que é a versão menos interessante de todas. Mas havia os vermelhos que também gostava muito daquele tom. Aquele tom ficava espetacular. E tinha debaixo do capo, como estava a dizer o Fernando, um motor que tem uma particularidade.

que é ser o motor Fire. Sim, é o motor Fire que vinha do Uno, esteve no Punto. E que não é um motor qualquer. Já escrevi que foi um motor que evolucionou a forma como os motores eram construídos. Um motor... Nós às vezes brincamos, mas efetivamente... Foi um marco. Foi um marco tecnológico. Era um motor muito simples, muito fiável, muito robusto. Com quase tudo construído já de forma automatizada.

Aliás, o nome FIRE é um acrónimo para... Full Integrated Robotized Engine. Uma coisa assim qualquer. E a verdade é que este motor FIRE só terminou agora com o Abarth os 595 e 695. Ou seja, teve aqui um legado...

Uma carreira longa. Uma carreira longa, de várias décadas, e soube-se adaptar. Só aqui um detalhe sobre, porque nós temos aqui um anúncio deste Fiat 500 Sport. Este por acaso tem um kit à parte, que dava novos para-choques ao carro, novas jantes, ou seja, até pode haver aqui algum valor adicional. E por quanto é que está o carro?

já agora? eu não tenho aqui o carro 5900 euros um carro que eu lembro-me de estar à procura destes carros há uns tempos esta parte foi mais uma pergunta também lá para casa ou lá para o automóvel, onde quer que nos estejam a ouvir, sou só eu que padeço deste esta parte

Epá, não sei como é que é de chamar isto desta doença, que é andar a ver carros nos classificados que eu sei que depois não vou comprar.

O meu problema às vezes é que às vezes é efetivo mas estamos juntos ou é um problema que eu tenho de me sentar num divã se calhar não é com tanta frequência como tu mas às vezes vou à procura até porque quero ver o preço de alguns carros que estou interessado efetivamente mas não anda a diambular pelos classificados Mas tu não diabulas tanto porque tu estás bem servido, não é? Vamos continuar a falar de pequenos desportivos Pocket Rockets E aí

Tu tens as chaves, a propriedade O usufruto De um carro que Epá, como é que eu ia dizer? É o labrador de Nordslife O mais confiável, não o mais rápido Mas seguramente o mais fofinho O rei do Nuremberg O rei do Nuremberg Um rei que não é próprio Nós quando pensamos em rei do Nuremberg O rei do Nuremberg

estamos a pensar em um Porsche não, eu acho que às vezes o mundo é feito das propostas mais eu acho que ele é mais o pão com manteiga do Norburrinho atenção à manteiga que a manteiga esprega

Porque é aquilo que toda a gente sabe O labrador é fiável É garantido Vamos acabar com o spoiler Vamos acabar com a antecipação Suzuki Swift Sport Suzuki Swift Sport O ZC31S de preferência Que é a geração do meu Traduz por favor É o primeiro Suzuki Swift Sport Apareceu se não estou em 2005 ou 2006 Bom, vamos lá

Era animado por ouvir. Era uma receita também muito simples, tinhas um motor atmosférico, com 1660 metros cúbicos, 125 cavalos e algo que eu gosto sempre de salientar, pistões forjados.

Para dar a fiabilidade. Um dos motivos pelos quais este carro parece que aguenta tudo. Inclusivamente o Pedro Alves, que está no comando desta emissão, já deu umas voltas ao Nordschleife neste Suzuki Swift e o carro aparentemente sobreviveu, ele também. Sobrevive. O que é um excelente selo de qualidade para este carro. Deu uma volta.

E metade da volta foi feita de pisca virado para a direita porque a primeira vez quem comentar este podcast pode-me chamar o que quiser, mas a primeira vez que se conduz no Nürburgring é assustador e na altura tinha um golo de 4 TDI e passo para um Swift com autoblocante, me vi 400 turbos e nada a ver já foi uma geração foi, foi, foi o da

um ou dois a seguir ao teu. Sim, foi dois a seguir ao meu. E já é um novo. Mas é um grande carro. Tudo aquilo que vocês estão a dizer eu atesto como o seu outro convidado de não-piloto. Ou seja, na prática tu foste confrontado com o choque de passar do meio de transporte para um automóvel a sério. Sim, sim, basicamente foi mais ou menos isso. Puseste as coisas bem bem. E diz-me uma coisa. Qual é que foi a sensação de tu entrares num carro olhares ao espelho retrovisor e não ver uma nuvem de fumo? Conseguires ver tudo o que estava para trás.

foi estranho, ao início foi estranho até pensava que o carro tinha variado em certos momentos por outro lado, também desejava para não ver uma nuvem branca e pronto, é isto, podem esperar do Autorádio um podcast da Razão Automóvel conversas muito edificantes sobre a indústria, o comércio e as novidades do mundo automóvel continuando e prosseguindo não, sem dúvida alguma com o Suzuki Swift Sport nas suas várias itinerações, seja com motor turbo, seja com o motor 1.6

6 atmosféricos. Houve duas dessas duas gerações a segunda geração já trazia uma caixa de 6 o que eu recomendo vivamente nem que seja por uma questão de consumos e é um carro que tem conseguido manter o valor para já, ou seja, parece que já atingiu o ponto mais baixo da sua desvalorização. Consegues passar aqui no ecrã algum Suzuki Swift Sport para nós olharmos, Pedro? Desta geração confesso que só... Não estás a pensar vender o teu carro? Pois não. Eu ando...

anda a pensar nisso mas ainda vai ter que esperar mais algum tempo já tens candidato a substituto ou não? epá um MX-5 2 litros, porque um 1.5 não lembram-se do primeiro episódio

o MX-5 para o dia a dia é excelente o litro e meio que ele serve perfeitamente anda mais que o suífo de suporte eu gosto da maneira como tu tratas a versão mais modesta do MX-5, o litro e meio parece que está a falar de uma garrafa de Coca-Cola não falta muito não falta gás é uma verdade

Eu já tive um MG5 com 90 cavalos, por isso eu tive durante 3 anos, era o meu carro do dia-a-dia, por isso os 90 cavalos chegavam perfeitamente e o cara era divertido e era sempre uma... Desapareceu em ferrugem, não foi? Sim, a ferrugem basicamente comeu o carro, o motor parece que ainda anda. É difícil só teres o motor e não ter o resto do carro. Continuando a falar de...

nós até agora temos estado a falar apenas de desportivos eu vou vamos mudar aqui um bocadinho a coisa vamos falar de um carro menos desportivo mas eu acho que tem um GT vamos falar do Peugeot 406 Coupé para mim dos carros mais belos que a Peugeot já desenhou

Pina e farina, sim. Pina e farina, exato, desculpem. Desculpa, deixa lá corrigir. Não, não, é uma conversão que faz todo o sentido. Poderá não ser o carro mais entusiasmante de conduzir. Não. Mas há carros que nós não precisamos de os ver em movimento para ficarmos entusiasmados. É daqueles carros que uma pessoa perde algum tempo a observar. Eu lembro-me, havia um perto da minha escola e era daqueles carros que sempre que eu passava ficava ali.

Então tu estudaste tonos já agora? Eu estudiço tonos de carros, mas havia alguns carros giro.

não era a primeira terra que eu pensaria havia alguns vizinhos meus que tinham um bom gosto automobilístico e se calhar até me ajudaram a desenvolver o meu gosto porque eu lembro-me havia um é aquilo que eu lembro-me que o meu avô designava o Espada que era um carro vistoso, grande

Andas padalhão E ainda hoje é um carro que eu gosto de ver Já não saíam muitos por acaso Não, são carros Passou por mim um cinzento na ponte Em estado impecável O que é que eu fiz? Cheguei a casa e fui à procura Encontrei Uma versão com motor V6 À venda E estava por 8 mil euros

e estava em muito bom estado é o que eu estou a ver aqui também, estou a ver aqui dois um deles está por menos de 8 mil euros e tem aqui um outro por 8.650 com caixa automática ah não, mas há aqui um manual atenção Pedro, não confundir com o Peugeot RCZ que é o que tu agora estás a procurar

camas das voltas, até porque eu ando aqui nesta lista a subir para cima e para baixo, portanto quem está no comando desta emissão hoje está com enfim, está com um problema grande porque normalmente o Miguel é mais previsível na forma como conduz os autorrádios, mas habituado porque eu vou fazer isto mais vou continuar a conduzir os autorrádios mais vezes este era e

Este é daqueles carros que eu olho, digo, sim, interessante, até porque é um bom...

um bom exemplar da escola francesa, do melhor da escola francesa, mas eu queria trazer outro para cima destas duas mesas. O Peugeot RCZ, que tinha aquela dupla bolha nos... É, o Audi TT francês. O Audi TT francês. E eu acho que é um carro que... Eu tive a oportunidade de estar no Armas em Secreto da Peugeot. Estive no...

Aliás, nós temos vídeo sobre isso, é verdade. Nós temos um vídeo no nosso canal do YouTube com esse momento. Temos dois vídeos. Eu estive lá com dois vídeos, se calhar dois vídeos. Um não, um foi no museu, o outro foi no Armas em Secreta da PSU. Exatamente. E tive a oportunidade de falar com o curador do museu e ele, na altura, dizer-me assim Olha Guilherme, este é daqueles carros, sobretudo na versão R, que está na altura de começares a ponderar a comprar. Eles, para o seu próprio museu, já lá tinham oito.

já lá tinham 8 R6s 8 R's e estava no espólio deles eu acho que ele se entusiasmou

Abriu os cordejables. Eu acho que ele se entusiasmou. Mas o que é facto é que tinha o mesmo motor do Mini Cooper, Salveiro, um motor 1.6 THP, e na versão R... Sim, este motor é diferente dos outros 1.6 THP, porque para chegar aos 275 cavalos, ou seja, o mesmo motor do 308 GTI, para chegar aos 275 cavalos eles fizeram uma série de modificações no motor.

reforçar uma série de componentes, também tem uma série de componentes forjados, e curiosamente, ao que consta, até é o motor mais fiável de todos os 1.6 THP, precisamente por causa desses reforços. E acho que é a única versão do RCZ que se calhar tem esse potencial de...

valorização, porque pronto, os outros acho que infelizmente não captam tanto interesse mas estamos a falar de isso, temos aqui carros é isso que eu estou espantado, eu não me recordava de haver um 2 litros HDI deste carro, mas

Não nos pode espantar porque... Foi naquela altura em que... Tudo era diazante. Aliás... Até o Audi TT também teve uma versão diazante. Não esquece o Audi TT. Íamos para as 24 horas de alemãs e tínhamos carros diesel a correr. Portanto... Ia ganhar. Ia ganhar. Isto fazia sentido. TDI é vida. TDI, pronto. TDI é vida. E não as vias a mandar fumo. Hã? E não as vias a mandar fumo.

nas 24 horas é verdade, não os víamos a mandar passar na rede

Vamos fazer um mito urbano a partir deste autorrádio. Reza a lenda que um motor V12 TDI com que a Audi ganhou as 24 horas de Le Mans, era na verdade 3 motores PD130 1.9 juntos. Naturalmente que se eles estivessem vindo a Portugal e os estivessem reprogramados, não só ganhavam as 24 horas de Le Mans como que ganhavam as 48 e as 72 tivessem ouvido. O tempo está a faltar a voz. Não te pararam de ser tão grande.

Só ninguém ia saber que eles tinham ganho porque a nuvem de fumo à volta da pista não ia permitir a ninguém ver a prova. Tinha de ter uns forões auxiliares para se conseguir ver as curvas. E umas vinturinhas para afastar o ar as nuvens.

O buraco do ozônio e ali à volta era as árvores todas loucas a tentarem apanhar o CO2 que estava no ar. O que é que nós fazemos com tanto elas ali a produzirem no máximo? Ok, mas vamos trazer a seriedade para isto. João, por favor, ajuda-me. Nós estávamos a falar do carro de um carro francês, do RZZ, carro de tração dianteira.

valorizações ou não à parte, ninguém dá lições à APJU no que diz respeito a fazer desportivo de extração dianteira. Não, e desportivo de extração dianteira bonito.

Porque nós tínhamos falado do 406 Coupé, estamos agora a falar do R6 aí, são carros que captam as atenções não só pelas características técnicas, como pelo visual. Eu acho que, ainda assim, ele melhorou com o restyling, deve ser das poucas pessoas que... Ah, estás sozinho. Exatamente. Pelo menos nesta mesa. Não estou... Acho que concordo com ele. Estão sobre o consórcio. Porque ganhou personalidade, porque eu sempre havia algo que me incomodava no R6, era adiante até ao banco do produtor. Não, era um 308. Não, era um 308.

Para trás tornava-se um carro particularmente interessante. Quando foi alvo do restyling passou a ser um modelo independente do 308 e sempre achei que ganhou com isso. Quando vias de traseira dizia, ih pá, grande carro. Depois de frente, epá, não é assim tão bonito. Isto acontece várias vezes com vários carros.

na nossa traseiras que são extraordinárias e depois não tem correspondência na frente acontece mas eu pensei que tu ias eu estava a tentar trazer isto para o campo da seriedade Pedro não te risco, eu estou a vir aqui e é difícil manter eu queria que tu mencionasses por favor o Peugeot 205 GTI

Porque é que talvez o mais... Mas isso já está no... Eu sei, mas podes dizer isso. Já está no Olimpo. Exato. É daqueles modelos que já, quando muito, vão continuar a valorizar. Quanto mais raros se tornar. E principalmente, eu acho que o 1600.

em certos aspectos, apesar de ter menos potência ainda sou desse tempo, sabes? tem mais possibilidade em que se via os carros à venda e dizia-se assim se isto fosse 1.9 GTI ainda era assunto, como é 1.6 mas curiosamente há melhor ou seja, as avaliações que eu ouvi dos carros, em matéria de condução davam preferência ao 1.6 do que ao 1.9 mas por falar em 205 GTI, acho que há um carro que é muito esquecido e aí

tinha, salvo a mesma motorização, o 1900, que é o 309 GTI. É um carro cujas críticas, eu já li várias coisas sobre ele, principalmente em meios britânicos, e dizem que era um carro que dinamicamente era muito competente, só que, como era um bocadinho patinho feio ao pé do 205 GTI, foi esquecido. Com aquele aileron. E com aqueles duplos foros no player. Esse carro é o Punta Bart da Peugeot. Mas talvez seja um bom investimento.

Quem sabe. Quem sabe. Não é. Não é. Não é. Se calhar vai ficar sempre esquecido. Olha, estamos muito concentrados a falar de carros, se calhar vale a pena dedicarmos um bocadinho de tempo a isto. Porquê é que estes carros se destacam no meio de tantos carros que entretanto saíram, uns valorizam e outros não valorizam? Avança. Motivos. Porquê?

Eu posso avançar alguns motivos. Preencherem o nosso imaginário. Por exemplo, vamos... Mais exemplos temos nesta lista.

o Ford Puma 1.7 é um carro extraordinário com um motor desenvolvido em parceria com a Yama com uma potência que deixava a concorrência europeia a fazer contas à vida no entanto, há um carro que nos preenche muito mais o imaginário o Citroën Sax Cup devo dizer que o Ford Puma era

mais carro em todos os aspectos mas um preenche-nos o imaginário ou porque tínhamos um vizinho que tinha um ou porque era o carro que nós víamos atravessar de forma um pouco mais rápida o autódromo Vastagama o autódromo Vastagama, exatamente mas a verdade é que foram carros que marcaram uma geração eu acho que isto também faz toda a diferença o desporto também pode ter um um fator importante aqui e

Porque repara, o que é que o Saxo tinha? O Saxo tinha uma versão de competição. Havia o Saxo Kitkar, foi multivencedor na categoria dos rallies. O Puma andou por lá, mas sem grande sucesso. O APJ, a mesma coisa, o 205.

a primeira imagem que nos vem à cabeça o 206, aí já era o 206 não, não, mas ainda recuando o 205, o 209 e o Dakar o Dakar, grupo B tu não tiveste o 309 com grande expressão esportiva deve ter lá andado é nestes pequenos detalhes que se nota a passagem pelo ACP por parte do João Delphine também foi buscar o desporto

E nós estamos à beira de um rally de Portugal, portanto foi muito bem lembrado, João, sem dúvida alguma. Agora, e até porque este podcast, quantos minutos é que já temos de podcast, Pedro Alves? Só para nos guiar, porque... 35. 35 minutos, a conversação com as cerejas e está-se a tornar relativamente fácil nós catapultarmos de um modelo para o outro. Mas como eu acho, fazemos uma parte 3 deste Autorádio?

ou deixamos à consideração novamente dos nossos ouvintes eu acho que merece uma terceira parte porque temos uma lista grande de carros então vamos encurtar, o que é que acham? encurtamos um bocadinho isto e marcamos encontro numa das próximas semanas apenas mais uma a recordar-vos apenas uma coisa a Razão Automóvel vai estar presente no E-Car Show

estão todos convidados a marcar em presença o café fica por nossa conta, vão lá estar em exposição todas as novidades, mas mesmo todas as novidades vão chegar brevemente ao mercado nacional no desrespeito a carros elétricos e também eletrificados a Razão Automóvel vai lá estar não com o Autorádio, mas com o Autotalks vamos ter vários convidados vocês se não...

tiveram a oportunidade de ir ao E-Car Show vão poder assistir a tudo através do nosso Instagram, do nosso website e também do Spotify, nós vamos fazer uma cobertura total, como nunca fizemos do E-Car Show, que é simplesmente o maior evento automóvel, o salão automóvel do país, passem por lá, porque nós gostamos sempre de ter oportunidade.

de vos ver cara a cara e não cara a câmera e é sempre é sempre um é sempre muito bom estar com todos aqueles que nos cheguem todos os dias, seja através de razonalutomóvel.com, seja através do nosso podcast. E com isto, passo então para outros carros que no meu entender

Devido à escassez, e este é outro dos motivos pelos quais muitos destes carros valorizam, não há substitutos, vamos falar de cabrios. Os cabrios são uma espécie em vias de extinção. Está na altura de nós irmos ao mercado usados procurar aquele descapotável que agora parece que é tudo caro. Antigamente tínhamos cabrios em todos os segmentos e agora...

apenas nos segmentos do Luschec nós vemos este tipo de propostas Sim, mas por acaso antes de virmos gravar, estava a conversar com o Fernando sobre isto acho que há cabrios que vão ter sempre dificuldade em valorizar e aqueles CC que havia a pontapé Já falámos, e é com alguns jadinhos que nós até falamos deles Eu tenho pena porque eu até lhes achava piada porque achava uma solução de compromisso interessante

Tínhamos aquela ideia da segurança acrescida de um teto rígido, mas há cabrios, esses de facto, por exemplo um Golf Cabrio, acho que é capaz de ter algum potencial, mas não seja porque desapareceu. Sim, já não há. Isso aconteceu com a primeira geração. Eu gosto muito de Golf, João, mas desculpa, mas não que o carro é tão feio. Eu não gostava do Golf, quando eles fizeram aquele Golf Cabrio, que era na verdade um Golf 3, mas com a frente do 4. Isso fazia muita confusão.

Aquilo fazia-me confusão porque, claramente, mais um exemplo de um carro cuja traseira nos implia a pensar uma coisa diferente daquela que depois tínhamos na dianteira. Mas eu acho uma piada de todo tamanho ao Golf 3 Cabrio. Sim.

Não me importava ter inclusivamente uma versão TDI. Não sei. Quer dizer, agora temos o gás óleo caríssimo. A questão de ter um carro e ter um cabrio diesel. Dá para cortar esta parte? Não, não, pois não. Vai ficar. Porque imaginam um cabrio a passar...

programar o carro. Não, um cabro ia para andar devagar, caramba. É para... Exato, sim. Se eu produz estes quatro lugares são caras de passeio, sem dúvida. Mesmo quando vêm com grandes motores. Mas eu confesso que os cabros não vejo grande poder. Pode haver um ou outro modelo que possa valorizar.

mas no geral, vejo mais um roadster, ou seja, os dois lugares, esses sim, até os modelos podem valorizar, a gente já falou no outro autorádio do Abarth 124, o MX-5 também já sabemos que se valoriza.

Mas não vês um Série 3, um CLK? Já estão alguns carros abaixo dos 10 mil euros? Houve uma altura, sobretudo alguns cabros dos anos 80, que tiveram um grande sucesso na altura, mesmo em novos, e houve uma grande procura por esses carros. Mas depois o fenómeno cabrio, de alguma forma, teve ali... o fenómeno acabou por cair. E só teve ali aquele momento dos CCs, com as capotas metálicas e não sei o quê, mas... Bom dia!

Foi um fenomenozinho rápido, felizmente, porque aquilo era tudo hediondo e não estou a ver a grande procura desses carros não vejo grande valorização nesses carros sinceramente. Eu acho que o potencial de valorização vai estar diretamente ligado ao desaparecimento deste tipo de oferta, porque, e depois há outra questão, eu sinto que estamos a chegar àquela altura do ano em que eu tenho vontade de comprar um descaptável

isto é por ondas a partir de maio começo a ter vontade de ter um descaputável até outubro depois em outubro tenho vontade de ter um jeep até maio, é sempre assim a sazonalidade do mercado automóvel e acho que isso vai acabar, não tanto esta sazonalidade mas quanto menos cabres houver quanto menos modelos com estas características houver se nós olharmos, o Guilherme estava a dizer é verdade se olharmos para o mercado, o que é que há hoje descaputáveis? não há nada eu compreendo isso mas eu acho que não há também não há nada

procura genuína no mercado por esse tipo de carros ou seja, deve ser uma procura marginal, olha se olharmos para o Fiat 500 tinha aquela versão com com a capota o teto de lona sempre tive dificuldade em vê-lo como cabra

porque não é, efetivamente não tens aquele sentimento de... não vais ao ar livre ao ar livre, com as vantagens também tens de não estar ali a ir a conduzir eu tive um Renault Twin que foi da primeira geração foi o carro mais próximo que eu tive ter um cabro e ao contrário dessa sazonalidade que tu falavas

onde tirava-me o maior proveito daquele carro era precisamente naqueles dias em que o inverno não me dava chuva, mas dava-me um céu limpo. E então, epá, deixa-me aproveitar. Aquela escassez de alegria que um bom dia de sol nos dá aproveitavam na sua plenitude com aquele carro. E este efetivamente também é um daqueles carros que está... Aliás, foi vendido um carro que já teve matrícula portuguesa.

um twink de primeira geração por 15 mil euros e temos um 15 mil dólares e nós temos um artigo sobre isso no nosso website e eu recordo-me da primeira vez que ele passou a fronteira, foi vendido em Portugal acho que foi para a Alemanha ele saiu de Portugal por 6 ou 7 mil euros e atravessou o...

O Oceano foi parar aos Estados Unidos e lá vale já 15 mil dólares. Não, ficou quase por 20 mil euros. 20 mil euros. Ou seja, 20 mil dólares. Ou seja, dá 18 mil euros para aí, basicamente. Lá está a escassez, a lei da oferta e da procura. Nos Estados Unidos, quantos carros daqueles é que há? Sim, mas nos Estados Unidos há efetivamente um mercado.

quer comprar aqueles caras que não puderam ter em novos, porque os Estados Unidos nunca tiver Renault Twings à venda lá, não é? É bem feito, eu também nunca tive Moscow Cars a 10 mil dólares a 10 mil euros, portanto meus caros, é o pagamento que a Europa vos faz é este, ah e tal o meu primeiro carro foi um um small block V8

comprei por 4 mil dólares e encontras lá disso sem dúvida nenhuma aquelas pick-ups, eu adorava ter uma daquelas pick-ups americanas, uma Ford uma Dodge Ram uma Dodge Ram qualquer coisa assim, mas daquelas da década de 70, 80 já com a pintura já com a pintura assim meio desgastada mas que dão a sensação que aquilo vai trabalhar a 2.500 rotações até morrer ah sim

Aliás, nós falecemos e ela continua É um daqueles casos que se calhar o motor vai sobreviver à carreceria também Era uma coisa que também acontecia muito na Europa Há uns anos esta parte O primeiro carro da minha mãe foi um Opel Kadett De segunda geração, creio eu Quando a minha mãe o comprou o carro já tinha 20 e tal anos E o que o vendedor lhe disse foi Oh, minha senhora, este carro Tem aí motor para mais de 3 carroçarias Que era uma coisa que era habitual Os carros como não tinham grandes tratamentos anti-corrosão Os motores duravam mais que as próprias carroçarias Bom dia

Eu ouvia falar isso muito nos Datsun Antes da Nissan ser a Nissan Tinha aqueles Datsun 120Y Os Datsun 1200 E os motores Aquilo durava uma vida Mas as carrocerias eram uma desgraça Porque aquilo, o tratamento de corrosão Excelentes carros para corridas Incrível, não é? Também

Meus caros, se calhar damos por terminados este autorádio de hoje ou querem acrescentar mais algum carro? Para fecharmos assim com uma nota artística, um carro de destaque aqui desta lista desde que não supere os 50 mil euros. Querem algum carro? Deixa-me ver. Tínhamos que ir para já para algo mais premium.

Eu posso avançar, avanças com o Porsche, eu vou avançar com aquele que é para mim dos carros mais espetaculares que o dinheiro, ou não tanto dinheiro, pode comprar.

Renault Megane RS, terceira geração. Pronto. Vocês já estavam a ouvir esta... Terceira geração. Terceira geração. Terceira geração, motor 2 litros, 250 cv ou 275 cv, dependendo da versão. Comprem, obviamente, as versões Trophy.

com umas baques recar porque é bom nós termos uma boa zona de contacto com tudo aquilo que está a acontecer com o chassi a direção, aliás a posição de condução do volante é um bocadinho à padeira, por assim se dizer nada contra os profissionais da padaria mas eu estou-me a lembrar por exemplo não é propriamente a melhor posição de todas para controlar a direção, mas tudo o resto é um business caro

Confesso, esse nunca cheguei a conduzir É aquele que tens uma foto dele todo atravessado, não é? Tenho várias fotos do carro É um carro de tração dianteira que se conduz verdadeiramente como um carro de tração dianteira desportivo, que é com a traseira a ajudar-nos a descrever as curvas e nós sabemos, quando nos aplicamos muito que isso pode acontecer

Mas naquele caso era a naturalidade com que movimentos menos naturais noutros carros aconteciam. A geração a seguir também era muito isso. Eu nunca fiz tanta traseirada com um tração de enteira como com...

O Megane FS que eu ia seguir. Já tinha o eixo. É verdade que já tinha o eixo. Eu sei que tu não eras... Não, não sou o maior afíncipe. Só percebi isso quando depois conduzi o carro por uma segunda vez, mas a velocidades moderadas. A velocidades moderadas sentias mais esse efeito do que a andar a abrir. Pronto.

O Trophy R, pronto. Sim, isso não tinha outras artesanhas. Aliás, tiraram para reduzir o peso. Eu acho que aquele carro tem esse ponto. Tinha um motor, ele não era extraordinário. O motor não era memorável. Faltava, como um bom motor, ou como um típico motor, dois litros de turbo daquela época, lá em cima já estava em esforço. E o problema era que tinha uma...

uma faixa média de rotação muito reduzida tínhamos de andar ali numa janela de oportunidade muito pequena, mas não é sobre potência, é sobre aquele fácil essa característica que falaste de ele rodar a traseira, que é aquilo que eu também aprecio muito nos Meganex, acho que é uma característica das várias gerações dos Meganex acho que isso atravessa as várias gerações e acho que foi espetacular a Renault Sport ter mantido essa característica, que é aquilo que dá aos carros

É o ADN. É o ADN. Há um carro em Portugal que eu agora não me recordo o nome do proprietário, mas é um Megane terceira geração, que já, pronto, ok, tem ali muito material, mas bem, anda com uma bolina nos track days. Eu vi um vídeo, o carro também é impecávelmente bem conduzido, no circuito solo, e é impressionante, o carro a ir para cima de carros com bem mais potência. Mas...

quando eu penso na minha garagem no futuro de desportivos, o que é que eu lá vejo volto a referir um carro que já falei no primeiro episódio deste Autorádio

Toyota GR86, sem dúvida, Megane RS terceira geração, Hyundai i30N. Veja, estes três são carros, ok, estes dois últimos têm alguma coisa a ver um com o outro, mas são três fortes candidatos, porque são carros mesmo que, ok, não têm potências avassaladoras, mas têm um feeling que nos entusiasma. Se quisermos ir para outro campeonato.

Um Porsche? O Cayman. O Cayman. De que geração?

É assim, qualquer geração tem potencial de valorização, não é? Mas eu acho que a primeira geração neste momento já está a chegar àquele ponto de quase caramelo, ou seja, quem o comprou novo já se está a desfazer dele, já usou o que queria usar e se calhar está a chegar àquela fase em que vai começar agora a ser comprado por quem aprecia já, não tanto para utilizar, mas como potencial investimento. E sendo um Porsche, um modelo que nós sabemos que conjuga e Turkê

Qualidade de construção Qualidade dinâmica Um pedigree de uma marca Que não precisa de apresentações E acho que ainda é Um Porsche relativamente Acessível Um Porsche relativamente acessível Tens de meter o Relativamente em caixa Muito alta Este carro já esteve muito mais barato

Já se dá a chegar a valores que o aproxima de 911, nomeadamente o 996, de outras gerações, mas sem dúvida alguma que o 987 é um carro memorável de se conduzir. Quem já conduziu mesmo a versão normal de 245 cavalos, ok, é pouca potência, o sweet spot talvez esteja no Cayman S.

que já oferecia, creio eu, 295 cavalos de potência mas o tato da caixa o tato da direção a forma como o carro se comporta em curva, não denuncia a idade que este projeto já tem, e não é de estranhar que este carro em algumas unidades já aflore os 50 mil euros, por acaso ou abaixo disso está lá fora parado um micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr micharr mich

987, não é meu, não o comprei calma, mas acho que vai estar brevemente à venda no no Pisca e é uma versão S com tudo certo e o dono está lá em cima neste momento e não sei vou ali à nossa copa buscar uma faca vou buscar uma faca para, já estás a querer saber demais Fernando, tens de estar atento ao michael

de uma forma mais... Foi uma troca... Desculpa interromper-te. É manual e foi um... Para acaso é uma coisa engraçada. Porque ele tinha antes um Golfo 8 Club Sport, carro com dois anos, e trocou para um Caiman já com alguns anos. Precisamente pela parte da condição. Da condição. Pois. É que esteja diferente. Já agora. O que estás... Bom...

Pedro, novamente aqui na emissão. De repente parece que o mercado automóvel português está a ser inundado por o Golf GT. E o que é que se passa? São baratos lá fora. Tu hoje em dia consegues ir buscar um Golf 7 legalizado, tudo e mais alguma coisa, o Golf 7 Performance. Vais buscar a Alemanha, trazes cá, metes cá o carro de tipo 18 mil euros. Tens um carro que tem 245 cavalos de origem ou 230 cavalos, não salvo erro. Fazes uma reprogramação, tens 300 cavalos e tens um carro que faz quase 300 com DSG.

então és o rei da vasta gama uma coisa assim do género muito rápido não chamem a polícia não chamem a polícia mas eu acho que é o motivo principal boa relação há muitos e isto faz com que é um carro que entrega mais do que aquilo que custa, mas com esta referência ou não chamem a polícia nós vamos por terminado

Mais um episódio do Autorádio, um podcast que tem o apoio do pisca, pisca.pt. Passem por lá para encontrar alguns destes modelos. Um podcast que fica marcado pelo regresso do João Delfinto May à Razão Automóvel. Um regresso que nos deixa muito satisfeitos. Portanto, João, muito bem-vindo a casa. Temos encontro marcado na próxima semana aqui no Autorádio. Então...

Na próxima semana cá estamos com este tema ou com os temas que estão a marcar aquele que é o presente e também o futuro desta indústria que está a conhecer tantas transformações. Mas há coisas que felizmente não se transformam. E um Punta Bart, um Suzuki Swift Sport, continuam a ser tão chitados hoje como foram no passado. Espero que tenham gostado de estar na nossa companhia. Um abraço e até ao próximo Auto Rádio.

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