Zema defende regras mais rígidas para benefícios sociais e fala em 'marmanjões' que recusam emprego
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- Críticas ao Governo LulaCritérios mais rígidos para benefícios sociais · Marmanjões que recusam emprego · Romeu Zema
- Propostas de Romeu ZemaPrivatização total de empresas estatais · Críticas ao Poder Judiciário e STF · Mandato de 15 anos para ministros do STF
- Sucessão Governo Chapa PresidencialPossibilidade de vice de Flávio Bolsonaro · Candidatura como cabeça de chapa
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O Felipe Igreja, ele tem informações sobre declarações de Romeu Zema, ex-governador de Minas, pré-candidato à presidência da República. Ele criticou o Bolsa Família de hoje, como é aplicado esse programa social hoje.
Felipe Igreja. Exatamente, Sadenberg. O pré-candidato à presidência da República pelo Partido Novo, Romeu Zema, afirmou que pretende adotar critérios mais rígidos na concessão de benefícios sociais, como Bolsa Família, para evitar que marmanjões que recusam ofertas de emprego possam ainda assim ter acesso aos recursos. Zema concedeu uma entrevista ao programa Canal Livre ontem à noite.
Ainda nessa entrevista, o ex-governador de Minas reforçou o discurso marcado pelo liberalismo econômico, defendendo a privatização total de empresas estatais e voltou também a fazer críticas ao Poder Judiciário e aos ministros do Supremo Tribunal Federal, mas sem citar nomes.
Segundo Zema, alguns ministros usam a corte para enriquecer e defendeu que eles tenham no máximo um mandato de 15 anos. Ao tratar da questão social, Romeu Zema defendeu uma revisão no Bolsa Família para que o programa exclua jovens que recusam propostas formais de emprego e que preferem receber o dinheiro do benefício.
Com carteira assinada e marmanjão em casa, na internet, nas redes sociais, no Netflix, que prefere receber o auxílio governamental. Não estuda, não trabalha, vive às custas do governo e de vez em quando faz um bico para complementar a renda. Para mim, na hora que for dito, tem aqui uma oferta de trabalho, não aceito. Esse vai perder o auxílio do governo para mim.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de compor uma chapa como vice de Flávio Bolsonaro, do PL, o ex-governador de Minas foi taxativo categórico ao afirmar que vai manter a sua candidatura como cabeça de chapa. Sardenberg.
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