O FUTURO DA SELEÇÃO BRASILEIRA | JNEC 35
Achou que sem jogo da copa não tinha JNEC? Pois o banco de horas do Vidane respeitosamente discorda! Neste episódio especial, chamamos Filipe Figueiredo, do Xadrez Verbal e Nerdologia, para debater os rumos do Brasa após a traumática derrota contra a Noruega, e o que nos aguarda no próximo ciclo do Mr. Ancelotti.
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Jovem Nerd Esporte Clube. É comigo mesmo, enorme audiência do Jovem Nerd, agora também no Jovem Nerd Esporte Clube. Saudações, torcida brasileira! Um abraço, amigas e amigos de qualquer canto desse nosso amado e pálido ponto azul. Que tenhamos um programa espetacular nessa quinta-feira. 9 de julho de 2026. Abro agora o microfone esportivo mais famoso da cultura pop, nerd, geek, ao lado dos meus queridos colegas de bancada. Bom dia, Marcelo Bassoli! Marcelo Bassoli segue de greve.
Ainda não é hora de comemorar, não é hora de— hoje é hora de refletir. Vamos refletir aqui.
Se você trouxesse um espelho, seria ideal, viu, Marcelo? Você refletindo seria foda.
Tá bom.
Bom dia, Tucano! Tá no mudo.
Ah, é de propósito, é só para representar aqui que talvez seja assim nos próximos programas, que o que eu vou falar aqui vai ter gente querendo censurar o nosso—
Olha aí, gostei, gostei!
Chegou, estamos na Argentina em 78, será?
Não, não podemos falar da Argentina porque tem ouvinte mandando mensagem falando: nossa, se seguir essa toada, vou parar de ouvir.
Mas ele te segue, Príncipe?
Nem me segue e veio reclamar. Ah, cagar também! Bom, quem tá aqui com a gente Guruja, ele querido lá do Xadrez Verbal, o especialista Professor Felipe Figueiredo. Professor Felipe Figueiredo! Fui numa vibe mais Sidney Magal pra você, viu, Felipe?
Pô, achei que tinha sido o Sidney Magal mesmo que gravou.
Não, fui eu. Incrível.
Bom dia, boa tarde, boa noite. Olá a todos os nossos ouvintes. Além do Xadrez Verbal, também sou do Nerdologia e também participo do Nerdcast, né? Então tô em casa.
E é colunista, né? É colunista também.
Estou aqui com meu amigo de Cabo Verde. Olha aí, olha aí, a caráter. E enfim, um prazer estar aqui com vocês.
Bom demais. Bom, hoje é um dia diferente. Hoje não temos bola rolando, não tem jogo pela Copa do Mundo, não teve na verdade na quarta-feira. Hoje à tarde até que tem, mas iremos discutir então o futuro da seleção brasileira no nosso novo modelo aqui de programa, que nada mais é do que a discussão com os especialistas. Na opinião são artistas, mas nem todos são jornalistas. Do esporte são analistas, discussão com especialistas.
Discussão com especialistas, né? A gente se coloca nessa posição sem vergonha nenhuma de errar. Lembrando, assista a gente em vídeo no YouTube, no Spotify, Siga, curtam, hypem, etc., interajam aí. E hoje temos uma missão importante, que é ditar os rumos da seleção brasileira. Uma missão simples.
Depende de nós aqui, nosso quadro.
Começa dependendo da gente, e aí depende de ouvirem a gente depois.
Depende de nós.
Exato. Até hoje, Marcelo, não dependia de nós e deu no que deu. Então vamos tentar.
Exato, acho que é melhor a gente pegar as rédeas então, é isso que você tá dizendo?
Exatamente. Tá sem comando esse barco, vamos pegar o leme e vamos tentar virar pra algum lugar. E lembrando sempre que estamos na torcida pelo Brasil.
Gente, desempenho pífio na Copa do Mundo, agora dá pra dizer de uma maneira mais sóbria, menos ressacada de domingo, né?
A gente tá aí... Dá pra dar?
Acho que dá um pouco mais, vai. Já passaram 3 dias, 4 dias, Marcelo. Pô, acho que dá. Mais uma queda nas oitavas de final no 5º jogo, né? Passamos só de metade da Copa, mas mais uma vez caímos no 5º jogo. Se a gente pegar pelo número de jogos, é a mesma performance das últimas 2 Copas, né? E repetimos, mas eu acho pior porque 16avos de final se pega babas, né? A gente pegou o Japão, tudo bem, né?
A gente não pegou baba, né?
É, mas também não pegamos nenhum bicho-papão. Dá pra dizer isso? Não. Na Copa inteira?
Não, a gente pegou, a gente pegou dois times que estão na— não, a gente pegou dois times que estão nas quartas, né? O Marrocos e a Noruega. Assim, acho que nenhum time jogou melhor, né?
Não sei.
Quem quer ser campeão tem que ganhar de todo mundo, independente.
Mas a não ser que você seja Argentina, que aí você pode, né? Vai.
Eu queria fazer até uma retificação que eu não sei se eu já fiz aqui, que eu falei que o caminho da Argentina é Avenida da Praia no domingo, fechada para pedestres. Só que não é, né? É a Avenida da Praia no domingo, fechada para pedestres, mas com um caveirão na frente, com um monte de tropa de choque dando porrada em todo mundo na frente.
Só pra garantir, né?
Pros argentinos desfilarem.
Pois é, cara.
A parada, né? A média dos adversários até as quartas de final é tipo assim, é a mais... usando o ranking da FIFA que o Tucano tanto aprecia aí, é a menor Tipo, de longe, assim, acho que é... A média é 38º, 28º, uma parada assim. De todos os times que a Argentina... Somando todos os times que a Argentina já enfrentou aí. Mas tudo bem, vamos falar do Brasil. Vamos falar do Brasil.
Exato, Brasil. Quero saber de Felipe Figueiredo como foi pra ele. Porque nós já aqui choramos, reclamamos. Felipe, como foi pra você essa trajetória do Brasil na Copa do Mundo? Como é que você encarou? E qual o tamanho do buraco?
Olha, se a história nos ensinava alguma coisa é que a Noruega ia ser o ponto mais complicado. Né, já que o Brasil tem esse tabu com a Noruega. E inclusive, infelizmente, eu não fiz isso em público, mas eu acho que eu comentei isso com o Matias antes do jogo com a Noruega. Eu vou comentar aqui, né, no seu programa, Vidani, que é, acho que o primeiro passo do novo ciclo da seleção tem que ser arrumar um amistoso com a Noruega no verão de Cuiabá, entendeu?
Pra acabar com essa pressão psicológica que é enfrentar os caras. É muito curioso, né? Assim, nós integrantes desse programa que tem referências de velho somos pessoas que duas vezes vimos o Brasil cair para Noruega na Copa do Mundo. Isso é muito surreal.
Cair assim, cair no sentido de perder, né? Porque 98 a gente perdeu, mas caiu fora.
98 foi fase de grupos, mas mesmo assim foi uma derrota que pegou todo mundo ali de surpresa, né?
E o Brasil nunca venceu uma Copa em que ele perdeu pra Noruega, já dá pra admitir isso.
Mas a gente tinha chegado na final da Noruega, né?
E tem o lance dos europeus também, né? De perder pra eles é pior.
É tabu.
Eu até falei isso um dia antes, né, Tucano? Que pra mim era uma oportunidade do Brasil quebrar esses dois tabus de uma vez numa Copa do Mundo. Oportunidade perdida, a gente não vai ter outra tão cedo de quebrar, de um jogo tão importante que desse moral, né? De uma vez, era um jogo pra alavancar. E a gente perdeu da forma que perdeu.
Eu ouvi muita gente É, não brasileiros inclusive, tá? O pessoal de fora, ex-jogadores, jornalistas, falando que o Brasil sempre jogou diferente, jogou como brasileiro, e que isso era o diferencial. E que nos últimos anos o Brasil tenta ser um time, uma seleção europeia, jogar como europeu, e que isso perde a imprevisibilidade do Brasil. É claro que a gente jogava com brasileiro porque a gente tinha as peças, né? A gente tinha o talento e agora não é tão abundante, né?
Eu não sei sinceramente se é isso, porque assim, em 94 que a gente ganhou, a gente não jogava como o Brasil. Todo mundo falava que era um time retranqueiro, que não sei o quê, não sei o quê lá. Em 2002, não, mas tudo bem, mas jogava, lembra dos laterais, né?
Era diferente de, o técnico da Itália chegou e falou, o Brasil não joga com 2 atacantes, joga com 4, porque eles laterais deles são atacantes.
É, mas a gente jogou com 4 também nessa Copa e não, né, jogamos no 4-2-4 ali, faltaram as peças.
Eu entendo seu ponto, apesar de você não me considerar o monarca, eu entendo seu ponto, porque eu acho que não sou eu que não te considero.
Príncipe não faz parte da monarquia?
Não, não foi, não é isso. Ó, os cara muda as palavras, velho, os cara muda. Não, não, não, não, não, não, não, não, não, o que eu disse é que o príncipe Não é um monarca por ser príncipe, a não ser que seja um principado igual vocês falaram ontem. Mas o príncipe Harry não é um monarca, ele é príncipe, certo?
É isso.
E parte da monarquia.
Não, da monarquia, mas eu não neguei a monarquia. Ah, vai se catar, porra.
Cara, mas a frase da ouvinte era a única monarquia que respeitamos, não era o único monarca que—
Não, tudo bem, mas aí eu disse, mas príncipe não é monarca.
Mas aí você tá, ó, você, Marcelo, tô duro com vocês.
Vocês não estão deixando o Felipe falar.
Não, acho que o Marcelo Marcelo, ele quer usurpar o título de volta para ele.
Caraca, é isso, é tão fácil. O cara chegou agora e já leu a tua. Ele deu golpe no Grupo Abacatito já, mas não deu golpe, você renunciou.
Falando da questão dos laterais que vocês estavam conversando, acho que tem um exemplo muito interessante sobre isso, que é o seguinte, né, a gente vai entrar na discussão aí sobre o futuro do futebol brasileiro, a tal crise do futebol brasileiro, etc. Mas, e falando de laterais, uma coisa acho que muito interessante de visualizar, né, sobre esse problema hoje do Brasil, e esse problema é, talvez seja um problema, o Brasil vende os seus jogadores cada vez mais cedo e eles vão ser formados de acordo com as necessidades dos seus clubes europeus.
E aí eu não tô nem falando de mentalidade europeia, mentalidade brasileira, tô falando da necessidade do clube. E a maioria dos jogadores brasileiros hoje não é mais vendidas para clubes de ponta. Então nós temos uma seleção que tem a maioria dos jogadores formados para jogarem não pela seleção com mais títulos de Copa do Mundo do mundo, mas com a mentalidade de estarem jogando no, como já diz o meme, né, com todo respeito, Newcastle, Wolverhampton, e por aí vai.
E um exemplo do que a gente tá conversando é o caso do Roberto Carlos. Roberto Carlos disputou 3 Copas do Mundo pelo Brasil, chegou em 2 finais, é um dos maiores laterais esquerdos da história do futebol. E quando ele foi vendido inicialmente para o futebol europeu, né, do Palmeiras para Inter de Milão, ele foi por meses utilizado como ponta na Inter de Milão, até o ponto em que ele pediu para sair, brigou para sair e foi para o Real Madrid.
E naquele momento, claro, ele conseguiu se transferir para 2 clubes de ponta o futebol brasileiro tinha ainda um outro status. A limitação de contratações de estrangeiros no futebol europeu fazia com que os clubes, né, sempre buscassem peças pontuais no futebol sul-americano, não peças hoje desde a categoria de base, como acaba na prática acontecendo, né. Vide o caso do zagueiro Vitor Reis, que era do Palmeiras e foi comprado pelo Manchester City, foi comprado pelo Manchester City e terceirizado pro time filiado dele na Espanha.
Então, hoje, os jogadores brasileiros são vendidos cada vez mais cedo e são formados cada vez mais cedo pra se adequarem às necessidades táticas dos clubes onde eles vão jogar, que normalmente não são clubes de ponta, que têm a pressão de jogar na seleção brasileira, que têm a pressão de jogar num clube grande brasileiro e que não têm a cobrança ou a necessidade de conquistar títulos, né?
Mas aí... Não precisa nem ir longe, né, Felipe? Tipo, o próprio Vini Jr., ele foi... É todo o brasileiro dizendo quando ele foi, ah, esse cara aí, puta, no Real Madrid não vai jogar. E realmente no começo não jogou, que é hoje o cara que mais representa esse futebol brasileiro, futebol arte e não sei o quê. E a gente mesmo aqui falava que, puta, lá na Europa ele não vai, como se dar certo na Europa fosse tipo assim, é o que a gente precisa, a gente precisa que ele dê certo na Europa, porra.
É, mas o contraexemplo disso, que para mim foi o melhor trabalho inicial, né, de gestão de carreira desse, Foi o próprio Neymar, né? Neymar, ele ficou no Brasil até conquistar uma Libertadores. Eu acho que ele foi exceção a essa regra, assim. Ele foi pra Espanha com 21 anos, em 2013, né? Foi em 2013 que ele foi, 2013 pra 2014. Então, assim, ele tinha ganhado uma Libertadores com o Santos, disputado a final de Mundial, ganhado Copa do Brasil, feito o Brasileirão incrível que ele fez, foi Bola de Prata, foi exaltado, era titular da seleção.
Quando ele chegou no Barcelona, ele era o 11 da seleção, tinha virado 10 na... Naquela Copa das Confederações.
Ô, Vidani, só um adendo. Você falou que ele foi pra Europa com 21 anos. E pro nosso ouvinte aqui que não acompanha o futebol, parece que ele foi cedo. Mas não, é tarde porque ele já era do time profissional do Santos desde os 17.
Isso, exato.
Ele jogou bastante aqui.
Não, e é isso, Tucanelli, ele foi titular da seleção brasileira desde o meio de 2010 pra frente.
O padrão seria ele com 17 já tá indo pra lá.
Se não for certo, Felipe Coutinho foi vendido para Inter de Milão antes de estrear no profissional pelo Vasco. Assim, já era regra na época dele, sabe?
O Vini Júnior, quando a torcida do Flamengo realmente foi, foi curtir ele, ele já tava, ele já tava vendido também.
Aquela Sul-Americana que o Flamengo perde com ele em campo, ele arrebenta no Flamengo, ele tava jogando super bem. Foi um momento que ele já tava vendido, ele já era do Real Madrid, tava esperando ali dar o prazo para ele ir embora.
O Inter ficou vendido. Então, mas assim, tem uma, tem uma coisa que eu queria perguntar para vocês, que é um fenômeno recente daí, é que talvez também esteja atrapalhando, que é o seguinte: o futebol brasileiro, por questões, X questões, é principalmente as bets e tudo mais, virou um meio que o que era o futebol mexicano uns anos atrás. É um futebol que tem muito dinheiro, tipo, a gente contrata um monte de jogador estrangeiro hoje aqui, né?
Tanto que, pô, a seleção do Paraguai, quase inteira não, mas muitos jogadores jogam aqui. Jogadores importantes do Uruguai, jogadores importantes, enfim, de outros times sul-americanos. Essa é— e quanto mais jogador de fora você tem, menos oportunidade você tem pros jogadores que estão surgindo na tua base, né? Enfim, aqui nos clubes brasileiros. Vocês acham que isso também não é— não pode ser um fator aí pra gente revelar menos, talvez?
Não sei. Eu acredito que é um pouco a ordem inversa das coisas, porque E aí entra talvez o grande problema disso tudo, que na minha perspectiva, que é nós aqui e boa parte das pessoas, boa parte dos brasileiros em geral, estão vendo o futebol brasileiro num momento de crise, num cenário de decadência ano após ano, decadência falando de seleção brasileira. Mas paradoxalmente, o Campeonato Brasileiro está girando cada vez mais dinheiro.
O Campeonato Brasileiro tem movimentado muito dinheiro os programas de sócio torcedor, vários estados estão lotados e os clubes estão vendendo como nunca.
Fora isso, Felipe, a gente nunca dominou o cenário continental tanto quanto hoje, né?
Exatamente.
A Libertadores e a Sul-Americana são nossos.
Exatamente. Aí, como o clube tá vendendo cada vez mais e cada vez mais cedo, nós estamos buscando o substituto do jogador que nós não revelamos nos países vizinhos. Então não é um jogador do país vizinho que tá tirando o lugar do jogador brasileiro, ele tá preenchendo o lugar do jogador brasileiro que sai cada vez mais cedo. Hoje a posição do futebol brasileiro é muito parecida, e o exemplo que eu vou usar agora de propósito, com a posição do futebol italiano, que parou de revelar jogador para depender de jogador comprado do exterior. E a Itália está há 3 ciclos sem participar de uma Copa do Mundo.
Quer dizer que daqui, quando a gente tiver bem velhinho, a gente vai ter que ficar falando Brasil não foi para Copa ao invés de—
mas eu acho que o O grupo que trouxe é muito, cara, é uma parada que me preocupa muito. Será que o Brasil não tá mais perto da Itália do que a França?
Eu acho que o que nos salva, se eu puder trazer um negócio otimista, é nós somos um país bem maior que a Itália e a nossa probabilidade de gerar jogadores é maior. Acho que essa é a nossa salvação no fim das contas. E disputar eliminatória na América do Sul, que são só 10 times também, isso nos ajuda.
Parafraseando o Lito, Aviões e Músicas, né, um acidente de avião não é por uma causa, é um monte de causas que vão se somando até acontecer a tragédia. Então é tudo isso que a gente tá falando. E mais, a CBF, né, é impressionante o que acontece na CBF. Não que algum dia tenha sido, né, um paraíso, alguma coisa, mas hoje a gente tem os Mais, talvez mais presidentes da CBF que foram presos ou têm seu mandado de segurança, de mandado de prisão, do que governador do Rio.
E o jeito que eles foram, o jeito que o atual foi para Copa pensando em mais em outras paradas, como que você pode ir para sua, o seu projeto mais importante em 4 anos e você tá com a cabeça em outros lugares, né, cara?
Então esse ciclo é uma bagunça histórica mesmo, pensar esse ciclo de Copa em particular é bizarro.
A gente, segundo, não sou eu que estou falando, segundo matérias jornalísticas, né, existiu uma guerra entre as famílias Sveiter e Mendes, né, do Luiz Sveiter, desembargador do Rio de Janeiro, Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal. Essa briga ficou bem caracterizada na presidência do Edinaldo, que não foi no meio desse ciclo, né, na verdade foi o começo do ciclo, do ciclo passado e o começo, exato, antes e depois. É, com, com a família Sarney no meio também.
Então assim, a CBF, ela é um poço de ganhar dinheiro, né? É muita grana mesmo. E a galera tá muito preocupada com quem vai dominar isso. Só que agora, é, após, após a família Mendes apoiava o Edinaldo, né? Eles largaram de mão e agora estão meio que juntos, a ponto o filho do, do, segundo o jornalista Lauro Jardim, né, o filho do Gilmar Mendes falar: quem convocou o Neymar fui eu.
E ele nem tem cargo na CBF, mesmo se tivesse não poderia fazer isso, né?
Mas assim, eu acho que eu entendo, concordo, mas ao mesmo tempo, desde que eu sou moleque, todo mundo critica a CBF, né? Desde a época do Ricardo Teixeira.
Saudade do Ricardo Teixeira, hein? Gosto. Saudade.
Que ficou 23 anos no poder, tinha mandação tem mandado de prisão nos Estados Unidos, na Espanha, né?
Mas eu perdoo já.
Pois é, não pode, não pode ir para Disney.
Porque além da corrupção, além da corrupção, da suposta corrupção, hoje existe outros problemas, né, que envolvem essa briga e que fica o futebol fica de lado, a seleção brasileira.
E vale dizer, Tucano, que a gente passa agora por um momento novo de seleções que é a questão das datas FIFA mudarem, né? Tem agora a questão da Super Data FIFA, né, que vai ser nessa primeira data agora em setembro, que vai ter um período maior, né? São 15 dias de concentração entre 21 de setembro e 6 de outubro, e nós vamos ter 3 amistosos em vez de 2 nessa data FIFA.
Então, mas isso é bom, não? No sentido de temos um treinador que tá, já vai ser ele, né?
Então é bom, não tô criticando, mas é um cenário novo que nós vamos trabalhar a partir de agora. É bom pra terra arrasada, que eu acho que a gente precisa em algum nível, né. Acho que a gente precisa começar a construir uma seleção nova, com novas lideranças. Quem vai fazer o batizado desses novos jogadores não pode ser mais Casemiro, Alisson e companhia. Que já fizeram todo um ciclo que nós vamos falar daqui a pouco quando a gente fizer o tier list dos jogadores.
Mas assim, tem pra mim um ponto agora que é um trabalho de uma forma nova de se trabalhar com um treinador que enfim é o que todo mundo dizia na boca miúda, na imprensa esportiva. Esse ciclo pro Ancelotti é um ou vai ou racha. Porque o próximo ciclo que é o dele, de fato, que é o que ele vai trabalhar. Então, a partir de agora, ele tem condições. E aí, eu quero ver se de fato o Ancelotti é o Ancelotti que a gente imagina. Ou se ele vai ser um simulacro de treinador brasileiro.
Que é, pra mim, o que ele foi até agora. Porque a própria convocação do Neymar nessas condições é algo que eu não esperava do Ancelotti. Talvez minha maior decepção com ele, ele ter cedido a esse clamor Seja popular, seja midiático, seja do filho do Gilmar Mendes. É um clamor externo que eu não achava que o Ancelotti fosse ceder, e cedeu, né. Então vamos ver como vai ser o trabalho a partir de agora. Tem uma lista aí pro final, pro meio de setembro, pra esses amistosos.
Vão ser 2 contra a Austrália, inclusive. E um terceiro adversário que a gente não sabe quem é, né.
Eu acho o Brasil... Porque tem outras seleções que não têm tanta oferta de jogadores. E eles acabam meio que virando um time, né. Então é sempre os mesmos caras, a convocação... Não foge muito ali. Inclusive, Felipe, já estou preocupado para 2030, quando a gente pegar a maior Geórgia de todos os tempos com o Kivaraskéia, né? Já tô, já, já fico preocupado. Mas assim, esses times, como não tem muito o que escalar, eles viram meio que equipes que são sempre os mesmos caras.
Eu acho que o Brasil, e principalmente nesse ciclo, a gente girou tanto os jogadores, a galera, se você, né, os treinadores também. E o jargão, o jargão, ah, se você for na rua, galera não sabe quem é a escalação da seleção brasileira. Não tem uma continuidade. Por exemplo, eu tô aqui com a lista dos campeões olímpicos de 2021, que o Brasil ganhou a Olimpíada, ganhou da Espanha, né, por 2 a 1. E daquela seleção, os únicos caras que foram para Copa foram o Bruno Guimarães e o Matheus Cunha.
Aí você olha o time da Espanha, a Espanha tem o Unai Simón, o Pau Torres, Cucuretia, é, Pedro, Cucuretia, Pedro, O Iñázarbal e o Dani Olmo, ou seja, uma galera da seleção olímpica. Então assim, é uma, uma, são jogadores que eles vieram crescendo dentro das categorias de base dessa seleção, acostumado também a disputar, a jogar pela seleção e tudo mais. E tudo bem, a Espanha pode ganhar ou não, mas esse time ganhou a Euro 2024, né, esse time da Espanha.
Então assim, eu acho que falta, não sei se eu acho que falta, mas assim, de repente essa continuidade de seleções de base que a gente nunca trabalhou com isso. Sempre tinha um monte de craque que ganhava Sub-20, Sub-17.
A gente, a gente não ganha mais nem na base hoje em dia. Antes o Brasil era acostumado a ir para Olimpíada, ganhar pré-olímpico, ganhar Mundial Sub-17. A gente não, a gente toma taca, a gente caiu na fase de grupos na última. Isso é um sintoma para mim.
Então, mas eu não sei se ganhar, eu entendo, mas às vezes ganhar não é o principal, né?
Tipo, você cair na fase de grupo é um sintoma.
Ah, sim, com certeza. Realmente.
E isso, você não tinha continuidade da base. Eu tô aqui com o elenco que era a Espanha da final contra o Brasil na Olimpíada de 2021, cara. Ou Moisés, ou Pedro e Merino. Merino acabou de fazer gol, né? O Merino acabou de resolver o jogo. Então assim, é uma seleção crescida, né?
Tem uma parada, Marcelo, também, que é para seleção sub-20, para seleção olímpica, às vezes tem cara que tá com dentro do da idade e não vai porque já tá em time grande, já tá na rotação de profissional, não é nem liberado para jogar, né?
Porque não é da data, porque os de lá eles liberam, né? Os nossos aqui que eles não—
é mais ou menos. O Yamal não iria disputar Sub-20 que ele tava disputando a Euro com 17 anos, né? Sim, sim, não iria, é prioridade.
A gente tava falando um pouquinho da CBF, né? Você até brincou de saudade do Ricardo Teixeira. Aí, brinquei, falei sério. Aí entra outro lado lado da mesma moeda que eu tava falando antes, que é, para dar um exemplo besta aqui na nossa conversa, se lá na Seven Kings do Tucano, né, melhor hambúrguer do Brasil, eu posso falar isso como glutão, um hambúrguer fizer muito sucesso, o Tucano naquele mês, o Tucano vai provavelmente pensar em colocar ele de forma permanente no cardápio, alguma coisa assim.
Se um hambúrguer não vender bem, não tiver boa recepção, ele dificilmente vai refazer o hambúrguer daquele Monarca. Aí sim, um Monarca, não um Príncipe. Mas o que eu quero dizer com esse exemplo: nós muitas vezes obedecemos estímulos econômicos. Qual é o estímulo econômico que a CBF tem há 30 anos para mudar alguma coisa?
Nenhum.
Porque a seleção continua jogando fora do Brasil em amistosos que são agendados por outras empresas que compram os direitos do Brasil e pagam rios de dinheiro para CBF, e sabe-se Deus onde vai parar esse dinheiro. Segundo, a CBF continua assinando cada vez mais e maiores contratos de patrocínios com empresas gigantescas, mesmo que completamente fora da realidade. Então nós já tínhamos, por exemplo, né, publis fechadas para caso de Hexa, sendo que acho que que pouquíssimas pessoas de forma razoável acreditavam nessa possibilidade.
Então nós temos, e o presidente da CBF e a diretoria da CBF não precisam basicamente prestar contas à sociedade civil, alguma instituição do Estado, ou então sequer mesmo direito aos próprios clubes do futebol brasileiro, que são o que sustenta o futebol brasileiro. O torcedor brasileiro não torce para seleção o ano inteiro. Torcedor brasileiro torce para o seu clube e gasta dinheiro com o seu clube. O que mantém o futebol brasileiro são os clubes.
Então, a partir dessa ilha de fantasia que o dinheiro jorra cada vez mais, simplesmente não há incentivo econômico. Por quê? Porque esses fracassos esportivos que tiram a paciência, que tiram o sono do Vidani e de vários outros torcedores brasileiros, não refletem em custos econômicos para a empresa que gere a marca Seleção Brasileira. Então eu sinceramente não vejo muito um futuro. O futuro vai continuar sendo o mesmo discurso de, ah, a geração é boa, é ruim, a culpa é ou não do treinador, vamos aqui convocar esse ou esse, aquele.
E todos esses problemas estruturais que existem desde que nós somos basicamente adolescentes vão continuar existindo. Por quê? Porque a grana tá entrando. Enquanto a grana entrar, não vai ter estímulo para nenhum tipo de mudança.
Boa! Você tá querendo dizer então que a gente privatizou a CBF para uma empresa estrangeira e o interesse nacional não é mais a prioridade, né? No fim das contas, é um pouco um resumo meio melancólico, mas faz todo sentido.
Porque não, não necessariamente uma empresa estrangeira. A CBF é uma empresa privada. Quem batia muito nessa tecla era justamente o Ricardo Teixeira na época ali, que teve até CPI, né, para investigar os contratos de patrocínio da CBF no início dos anos 2000, né. Mas lembrando, né, que o Brasil é um país que numa CPI um senador perguntou por que Leonardo estava marcando Zidane no escanteio. Isso está nos autos do Congresso Federal.
Grande momento do Congresso Federal.
E do lado, no arquivo do lado, tem foto de senador com a Virgínia.
Mas Felipe, mas Felipe, explicaram por quê? Porque eu também não entendi até hoje.
Grande senador, quem que é? Eu vou votar nele.
Eu não lembro agora o nome, mas então assim, já tem décadas que a estrutura do futebol brasileiro, pensando na seleção brasileira, ela é completamente descolada do restante do futebol e do torcedor. Novamente, o Brasil quase não joga no Brasil, tá? Tem um livro, né, sobre— vou tentar, vou pesquisar aqui o nome porque eu não me lembro— que reúne textos e crônicas do João Saldanha. E, por exemplo, um dos últimos amistosos feitos pelo Brasil de 82, que foi aquele time que não ganhou nada mas marcou o mundo inteiro, foi contra a Alemanha Ocidental no Maracanã.
Vocês conseguem visualizar o Brasil disputando um amistoso contra a Alemanha dentro do Brasil hoje?
Não, jamais.
Por quê? Porque a UEFA vai reclamar dos jogadores terem que fazer a viagem, a Alemanha vai lutar o calendário deles, né? O Nations League, o caramba, também as empresas que controlam o calendário da CBF vão botar esse jogo em Miami, em Londres, em algum lugar onde vai dar dinheiro.
Sabe, Nova Zelândia, bota, é verdade.
O Felipe falou de desastres aí, né, de catástrofes de resultados, e o Vidani falou do que o Brasil caiu na Sub-20 na fase de grupos. É pior do que isso, Brasil tava no grupo que tinha Marrocos, México, Espanha e ficou em último. Ele empatou com o México perdeu dos outros dois, fez um ponto.
É isso aí.
Não, a gente tá, gente, a gente tá aqui e a gente já falou aqui, o Brasil não tem um camisa 10, tipo, meias. Esse não, eu não tô falando do número, né, tô dizendo mais posição. E mesmo os nossos 9 que a gente tá exaltando aí, a gente exalta o Haaland, o Harry Kane e o Escambau. Há quantos anos a gente a gente não produz esse, esse cara que é um cara de seleção assim, que a gente fala, porra, esse cara vai ser o 9. Porque assim, a gente teve, né, o Adriano.
Se ele quisesse, depois do Ronaldo, o Adriano poderia ter carregado esse manto aí pelo menos até 2014 ali, tranquilamente, né? Não aconteceu. Mas depois do Adriano, eu não consigo lembrar aí nenhum 9.
Tudo bem, teve Luiz Fabiano, teve o Fred, foram, foram bons jogadores, mas assim, mas a gente pode debater gestão de carreira, mas por exemplo, eu acho que a gente produziu alguns 9s que não concretizaram, mas que em algum momento entregaram. Eu vou falar primeiro do Jesus, que apesar de ter tido uma péssima Copa do Mundo, cara, o ciclo dele com o Tite foi— eu sei, mas a segunda era reserva, mas a primeira que ele era titular, que ele era o 9 de fato, ele fez uma eliminatória brilhante, foi artilheiro da era Tite, era um cara em quem se depositava toda esperança.
Felipe palmeirense aqui sabe a esperança que a torcida do Palmeiras colocou no Jesus, cara. Ele surgiu como o Endrick surgiu, meio que como um cara que a base tudo dizia que esse cara ia voar e ele não voou. Ele chegou no City e se tornou um jogador pragmático aquém do que ele deveria ter sido. Aí eu falo gestão de carreira. E eu vou dar o exemplo do Pedro agora. Pedro surgiu no Fluminense, cara, centroavante excelente, tem uma puta esperança nele.
Foi jogar na Fiorentina, foi jogar na Itália num time qualquer, teve que voltar. E aí volta com a rabinha entre as pernas e vira um puta centroavante no Flamengo. Mas ele já tem esse estigma de fracassou na Europa. Mesma coisa o Gabigol, fracassou na Europa. A gente teve jogadores aqui, cara, que tem números, que tem esperança. Eu não tô falando que eles têm a mesma qualidade do Ronaldo, mas até aí, quem tem a mesma qualidade do Ronaldo, né, nas seleções mundiais? Pra cada seleção que tem um Haaland, a Espanha não tem um 9, mas tem o Yabá.
Mas a gente sempre teve, né? Isso que eu, tipo assim, antes do Ronaldo tinha aí tinha o Romário, tinha Bebeto, tinha o Careca. Porra, Roberto Dinamite. Você vai voltando, sempre teve.
Eu não tô dizendo que é justo não ter, eu acho que o Brasil tem que ter. Mas o ponto para mim é, é um momento de fato que talvez a gente tenha produzido melhor em outra posição das pontas.
Mas não é curioso que tipo assim, a gente fala, pô, grandes jogadores que a gente teve ultimamente normalmente é, sei lá, o Thiago Silva, um baita zagueiro, tá assim.
Eu não vou ignorar o Rodrigo e o Vini, que para mim são os caras que mais renderam nessa época.
Você acha que o Rodrygo é tipo assim bom pra cacete?
Muito bom.
Você acha que ele é um cara que fez muita falta na Copa?
Cara, é foda falar isso, mas é porque ele mal foi utilizado com o Ancelotti. Mas eu acho que na geração dele, ele é o segundo. Pô, ele é um cara que no Real Madrid rendeu demais, cara. Pô, ele resolveu jogos contra o Manchester City em diversos anos em Champions League nas costas do Rodrygo, cara. Ele é um jogador que saiu do Santos também com uma marra gigantesca.
Que tá. Eu acho que ele tem que estar no próximo ciclo aí, no próximo ciclo.
Mas o ponto é esse, tipo, eu acho que a gente produziu pontas de qualidade. E aí a gente olha para o lado, mesmo aqui no Brasil, cara. E aí a gente pode falar do Luiz Henrique mesmo, que nós vamos falar daqui a pouco na tier list, que é um cara que faz um ano no Botafogo absurdo, espetacular, e como gestão de carreira escolhe ir para Rússia, escolhe para o Zenit. Cara, o que que ele vai desenvolver no Zenit? Desculpa, Luiz Henrique, eu não sei se você vai desenvolver muita coisa aí.
Então acho que valia a pena ficar no Botafogo. Ou ir para um outro mercado. Não sei, cara, não faz sentido para mim disputar um campeonato de nível técnico mais baixo e querer ter resultado falando em Seleção Brasileira e Copa do Mundo.
Desculpa, embora vocês falaram do Thiago Silva, e quando ele foi para fora, ele foi para um time do leste europeu, teve o episódio de pneumonia dele e tal.
Eu não sei por que, por exemplo, Ronaldinho Gaúcho, quando ele foi, ele foi para o Paris Saint-Germain também, que não era um super time da Europa nem nada.
Eu acho que você ir para esse time, desde que você, né, é diferente de você ir para Arábia, que aí já é o final da carreira mesmo, ou ir para os Estados Unidos, final da carreira.
Como Oscar passou a carreira inteira dele lá na China, por exemplo, né, que o Oscar era um camisa 10 que também, né, acho que pouca gente lembra, lembra mais dos Alegria nas Pernas, era ele? Não, não, não, não, Bernardo. Não, o Oscar foi que fez o 1 do 7 a 1, né?
Exato. E que o São Paulo quase matou do coração, literalmente. Essa é a verdade.
Ele é, ele era um camisa 10 que poderia ter sido, mas realmente ele ficou, o Coutinho, né? É, o Coutinho foi também desperdiço, entre aspas.
Eu acho que o Coutinho, sim, é foda porque eu sou Vasco, vai parecer tendencioso, mas para mim, da geração do Neymar, ele é o 2. Sim, ele é o cara mais próximo que a gente teve de de criatividade, de entrega. E jogou pra cacete pela seleção, em especial contra a Argentina, jogava pra caralho. Então é foda. Pra quem acompanha o Jovem Nerd Esporte Clube, eu já falei aqui do lançamento do Monopoly Panini Prism FIFA, que leva toda a disputa da Copa do Mundo pra dentro do tabuleiro de Monopoly.
Ele traz uma nova forma de jogar Monopoly, usando o já tradicional tabuleiro, que todo mundo já conhece, que é um sucesso internacional. Mas usando também cards maravilhosos. Nessa edição do jogo, você relembra partidas clássicas de Copas do Mundo. Onde os jogadores revivem esses momentos através da mecânica única desse tabuleiro. E além de jogar, é possível colecionar as cartas através de pacotes extras de boosters. As cartas têm acabamento especial, diversas raridades, versões especiais com jogadores atuais e legendas do futebol masculino e também do feminino.
As jogadoras craques também estão aqui no Monopoly Panini Prism FIFA. É o jogo perfeito para você disputar e colecionar. Tem link na na descrição e QR code aqui na tela, ó. Vamos fazer o tier list logo, gente, que eu acho que a gente tem muito o que discutir dos jogadores, das peças aí. E aí eu fiz 5 categorias aqui, tá? Até nunca mais, né? Acabou. Só por um milagre, que ele volta só por um milagre. Cara, esse aqui tá descartado, mas se der um milagre ele pode voltar.
Qual que é o tipo? Esse é tipo Casemiro voltando agora, né?
Esse daí, isso. Casemiro tava no só por um milagre e voltou. O tem que correr atrás é o cara que briga por vaga, mas Mas, cara, tá bem no meio do caminho ali, não é garantido. O tá na briga por vaga é um cara que deve aparecer nessas convocações próximas aí, mas que não é garantido também que vá ter continuidade. E o a nação depende dele, pra mim, que são os caras que em torno deles vai ter que ser construída a seleção.
Eu acho que essa última categoria ficou um pouquinho hiperbólica, hein, Vidani?
Mas eu sou discípulo de Galvão Bueno, né, Felipe Figueiredo? Eu sou ufanista, aprendi com o homem. Muito bom, não tem jeito. Mas depende. E aí, vamos começar pelos goleiros. Nós temos Alisson. E aí eu vou falar a idade da galera também para a gente ter um norte aqui. O Alisson com 33, o Ederson com 32 e o Everton com 38. Eu imagino que seja unanimidade que o Everton, vou começar por ele, é até nunca mais, né, gente? 38 anos.
E é curioso ele ser tão mais velho assim, né, cara? Mas assim, não dá, não dá mais.
Como na Olimpíada ele tinha, exato, na Olimpíada ele tinha 28.
É, então, porque como eu lembro dele da Olimpíada, eu achei que ele era tipo menor de 23, né?
Tu não botou o Bento aí?
Não, porque eu só botei os que foram para Copa, os que de fato foram. Não botei o— tanto que eu botei o Wesley, tem 27 aqui, mas não botei.
É que tem gente, é que tem gente que não foi porque tá machucado. Esse também você não botou, né?
Não botei também. Não, tinha pré-lista, tinha 55, eu botei só os 27. Mas a gente pode citar os que, né, também, se a gente imaginar, por exemplo, o Bento para mim é um até nunca mais. Ou só volta por um milagre, talvez, o Bento. Porque ele teria que, pela idade, ele até tem espaço, né? Mas ele teria que reorganizar a carreira dele totalmente. O começo dele no Atlético Paranaense é muito bom, mas, cara, se ele tiver no Alnasser, desculpa, não dá.
Desculpa, é assim, já até me adiantando aqui, para mim os 3 goleiros é ali.
Eu também acho, eu também acho. Desculpa, o Everson tá louco.
Quantas Copas esses caras já fizeram? 3 Copas, cara? Já tá bom, não dá, mano.
O Everson na Turquia não dá, e o Alisson até tem idade, você vê, 33, ele até teria idade. Mas eu acho que, cara, o Ederson, o Alisson ter 4 Copas do Mundo, que privilégio é esse?
É, não, não. E para a gente que cresceu vendo o trio da seleção era Dida, Marcos e Rogério Ceni, tipo assim, que qualquer um que jogasse esses 3 aí, pô, esquece. É aí mesmo, desculpa.
Tirando Rogério Ceni, tirando Rogério Ceni, concordo.
Alguém discorda aí? Felipe, tu cansou? Discorda de alguém dos 3 aí de Até Nunca Mais? Ué, descarga mesmo. Os três.
Eu só quero frisar que no caso do Alisson é muito pela idade. O Alisson, infelizmente, hoje ele tem uma péssima reputação pela seleção brasileira, mas ele, eu considero ele ainda um grande goleiro, um ótimo goleiro. Então, por exemplo, eu não sei lá, não duvidaria que ele ainda se mantesse, se mantivesse em alto nível pelos próximos anos, mas na seleção a imagem dele já é muito negativa, né?
Ele é o oposto do Tafarel, graças ao Marcelo. Marcelo tem participação nisso.
O Felipe é convidado, eu vou respeitar aqui, deixa, pode falar.
Não, mas ele é o oposto do Tafarel. Tafarel era o cara que nos clubes todo mundo fugia, ele tinha imagem de frangueiro, etc., e na seleção virava um leão.
Frangaréu, né? Frangaréu.
Exatamente.
O Alisson, inclusive, bem falado aí, Felipe, põe o Tafarel aí também porque ele tá comissão técnica junto com o Alisson.
Já tá saindo, já tá saindo.
Então tá bom, ufa, já valeu pelos serviços prestados, muito obrigado.
Vamos para as laterais, que é um lugar sensível para discutir aqui, que eu acho que é um dos lugares talvez que a gente menos renova e que menos convence, né? Acho que nos últimos anos a gente citou os laterais aí, cara. Eu cresci assistindo Cafu e Roberto Carlos, são duas lendas absurdas, né, do futebol brasileiro. A gente não tem nem o que dizer sobre os dois jogadores.
Que não tinham nem possibilidade de jogar porque o nível era super alto, né?
E jogadores desvalorizados hoje por conta do tamanho de Cafu e Roberto Carlos. Eu acho que o Jorginho é um deles, né? Lateral direito do Tetra, cara.
Mas com o Ancelotti como técnico, não tem nem, não tem nem como a gente avaliar a posição lateral porque ele vai botar um zagueiro.
Mas enfim, vamos pensar no que a gente levou, no que a gente levou.
Eu acho que o Danilo e o Alexandre até nunca mais, hein, gente? Mesma coisa, Alisson, muitos ciclos de Copa, eu não consigo entender. O Danilo reserva do Flamengo, acho que é, caraca, foi uma loucura ter levado ele para essa Copa.
E, né, não quero colocar o Danilo, mas apesar dele ter perdido duas bolas primordiais, ele não fez uma Copa ruim.
Eu também acho, foi uma Copa nota 5 do Danilo aí, não achei uma Copa, o pessoal tava esperando, tava esperando menos do que a gente tava esperando ele não jogar, né? Apesar que os outros jogos, olha, apesar que os 2 gols da Noruega são do lado direito, depois que o Ryan sai ele perde o reforço, né?
Será que ele jogou, não fez uma Copa ruim, ou Ryan que tava limpando a barra dele o jogo inteiro?
Mas acho que se teve sinergia valeu a pena, entendeu? Tipo, eu não vou culpar, eu não vou criticar o Danilo além do esperado, cara. Perto do que eu esperava que ele entregasse.
Porque é isso, a gente não tem como você subir Será, teve sinergia, beleza. Ou será que pelo Rayan ter que apoiar tanto, porque era o Danilo lá atrás, ele não desempenhou tanto na frente quanto a gente esperava?
Com certeza prejudicou o Rayan.
Então pronto, então porra, então é, vai, vai se catar.
Aí vamos falar o seguinte, nós temos aí, vale dizer a idade deles, né, Danilo 34, Alexandre 35. Nós temos aí o Douglas Santos, nosso lateral esquerdo titular, ele tem 32 2 anos já.
Não dá, mano.
Puta, só um milagre. Acho que foi um nome de improviso. Eu também colocaria ele só por um milagre, porque eu acho que nesse começo de convocação ele vai aparecer, mas acho que é questão de tempo. A gente tem nomes como Kaique Bruno do Cruzeiro e tal que tem que ser testado. Juba do Bahia.
Vocês acham que lateral com 37 anos?
Não, não, não dá, não dá. Não, mas é que eu até nunca mais, é, sei lá.
Não, pensando para 2030.
Não, é porque ele não fez, ele não foi mal. Né? O Douglas realmente assim, é, mas eu acho que não é garantido assim.
Eu colocaria ele ou no só volta por um milagre ou no tem que correr atrás, é um dos dois para mim, porque na verdade é uma vaga abertíssima.
É um péssimo milagre, porque se ele voltar com 37 anos quer dizer que, né, não produzimos nada melhor. Deu errado, deu errado, deu tudo errado, né? Então sobe ele lá, pode subir, acho que ou desespero.
Vou botar aqui, ó, só por um milagre ou desespero. A gente vai Beleza. O Wesley, para mim, é um cara que tá na briga por uma vaga. Não acho que a nação depende dele, mas eu acho que, apesar disso, ele acabou não indo, né? Mas ele é um nome que certamente deve aparecer na convocação.
E é jovem, é jovem, né? 22 anos.
Wesley tem 22 anos, cara.
Wesley tem que estar na briga, com certeza, com certeza.
Aí vamos de zagueiros, hein? Tem 5 zagueiros aí que o Ancelotti convocou. Gabriel Magalhães e Marquinhos. Eu vou começar pelo Gabriel Magalhães.
Para mim, quantos anos?
Esse é o nosso 28.
Caraca, ele tem 28 já!
Ele vai ter a idade do Marquinhos no próximo.
Hoje tem 32, né?
Ah, putz, é porque se a gente falar, não é porque assim, se a gente falar que tá, essa assinação depende dele e tal, mas assim, a gente também tá esperando que não vai surgir nenhum outro zagueiro. Então, mas aí que tá, é que ele é um zagueiro realmente.
Hoje não existe zagueiro brasileiro melhor que o Gabriel Magalhães, ponto. Não existe, pelo clube dele, por tudo que ele fez.
E isso é uma das frases mais tristes que eu já ouvi na minha vida.
Mas você discorda, Felipe? Eu quero saber se você discorda.
Eu, olha, eu, eu vou discordar só pela discordância, só pela treta, só pela— porque eu me recuso a acreditar nisso. Eu acho que ele ele briga por uma vaga, mas eu acho que tem que correr atrás. Depende dele. E eu colocaria que ele, ele no máximo deveria ser um reserva de confiança da seleção brasileira.
Eu também acho. Bom, eu vou falar aqui, eu deixaria ele aí no tem que correr atrás, que é isso. Se não aparecer nenhum jovem aí, ele vai ter que continuar jogando num super alto nível para com 32 anos Ele, porque, por exemplo, o Marquinhos, que a gente vai falar dele agora aqui, ele foi campeão 2 anos seguidos como capitão do Paris Saint-Germain, independente da cagada que ele fez na final e tudo mais. Mas assim, ele se manteve em alto nível num time de alto nível.
Então ele correu atrás, isso que eu quero dizer. Ele não foi, ele não é reserva do Wolverhampton e foi pra seleção, entendeu? Ele era realmente um destaque no time dele. Então por isso que eu corri atrás, acho que O Magalhães tem que continuar sendo esse zagueiro.
Cara, eu acho que nesse ciclo, sendo bem sincero, eu tô mais no tá na briga por uma vaga. Porque nesse momento ele é o que a gente tem de melhor. Mas eu concordo com vocês que, tal qual o Alisson, o Gabriel Magalhães não tem uma grande performance pela seleção. Inclusive acumula falhas pela seleção brasileira. Então acho que não dá pra colocar ele como unanimidade, como a nação depende dele. E pela idade, eu colocaria ele aqui no tá na briga por uma vaga.
O Marcelo falou do tem que correr atrás. Vocês acham que é aonde, Tucano e Felipe?
Eu acho que é no penúltimo.
Tá na briga por uma vaga. Aqui? Só por um milagre?
Não, não, não tá na briga por uma vaga.
Caraca, maluco.
E aí, Tucano?
Tá bom, pode deixar aí.
Boa. Então, Marcelo, tô um pouco mais pessimista, mas eu até entendo os pontos do Marcelo e reforço, cara. Pela seleção ele tá devendo muito, muito. Pelo clube dele tá brilhante, pela seleção não. Marquinhos é um problema, hein? 32 anos pra 36 na próxima Copa.
Lá em cima. Ele mesmo falou eles, eles, eles na entrevista.
Tipo, ele já se tirou fora.
Mas você acha que até nunca mais? Até, eu acho que o desespero pode manter o Marquinhos com a gente, tá, cara? Eu acho que a situação dele parecida pelo Douglas Santos.
Mas pera aí, você tá pensando nesse ano e ano que vem? Você já tá pensando 4 anos?
Porque, porra, tô pensando 4 anos, pensando 4 anos.
Não é possível, gente.
Pode ser que a gente não produza nada melhor que o Marquinhos.
É isso aí, né, gente?
Não dá.
Tô sendo honesto aqui. Vocês vão no até nunca mais?
Sim.
Concorda também com Marquinhos?
Eu acho que ele tá no tem que correr atrás, e aí ele pode talvez ter um papel meio Ricardo Rocha em 94, assim, sabe? Ele é o cara de confiança que tá no banco, o cara mais experiente que tá no banco, embora o Ricardo Rocha em 94, mas ele tem que machucar, ele tem que machucar também. É o cara que agita o pebolim na concentração, entendeu? Se bem que hoje em dia deve ser só bet e pôquer, né?
Mas na época, não sei se os cara agita pebolim mais, é, não tem pebolim.
O Ricardo Rocha era craque do pebolim.
O Dunga fala muito isso, né, que os caras conversam pouco hoje em dia, né, na concentração e tal, é cada um mais na tua e tal.
Enfim, ó, como estamos em discordância aqui. Eu vi na série lá do Copa de 70 Tem a concentração, eles na beira da piscina tocando violão, conversando e tal, não sei o quê. Eu falei, caralho, eu duvido que tenha alguma coisa parecida com isso hoje em dia.
Acho que o mais parecido foi quando tinha o gaúcho, cara, que ele levava o tamborzinho lá, tocava e tal. Acho que era o que tinha.
Ó, estamos em discordância aqui. O Felipe coloca ele no meio. Eu acho que é só volta por um milagre, vocês dois até nunca mais.
O jeito não, o jeito que o Felipe falou, de repente um reserva, tipo assim, ele tá indo reserva só para ter uma experiência, porque nós não podemos arrasar a terra também. E aí todo mundo que vai na próxima Copa nunca ter jogado uma, né?
Beleza, mas isso, isso seria então só volta por um milagre. É, se nada der certo, ele volta, tá bom?
Se não deu algo errado, para ele tá ali como a bola de segurança.
Pode ficar no milagre aí então, ou desespero.
Vamos falar de Bremer, 29 anos, um ano mais velho que Gabriel Magalhães, pouco usado no ciclo. Para mim Vou falar uma palavra forte aqui, tá? Injustiçado, tá? Bremer, zagueiro pouco testado, pouco usado. E eu gostei de quando ele entrou, das oportunidades que ele teve. Eu vou incluir outro cara aqui que não tá na tier list, que foi o Alexsandro Ribeiro, o Alexsandro do Lille, né? O Alexsandro tudo junto, que o nome dele escrevia tudo junto.
Ele foi testado e foi bem pela seleção, depois machucou, acabou não voltando. Mas eu acho que são nomes que— o Bremer é um cara para mim que tem que correr atrás, por exemplo. Não acho que é um nome descartável.
No mesmo tier do Fabinho. Fabinho, por exemplo. Tipo assim, eles não tiveram oportunidade.
É, mas o Fabinho já tá 34 anos, o ciclo dele é outra situação.
Então, mas eu acho que também você vai— o Bremer nunca teve oportunidade.
Então, 29.
Então ele nunca teve com 25, não teve com 29. Aí com 33 a gente vai dar oportunidade para ele? Porra, fudeu, né? Tamo na merda.
Como ele tiver, cara, hoje em dia para o futebol 33 anos não é um absurdo não.
Correr atrás, correr atrás.
Discorda, hein? Neymar discorda.
Tô falando de profissional. E aí, Felipe e Marcelo?
Eu concordo com tudo que você falou, Vidani, e não tô sendo irônico. Eu acho que ele merecia mais espaço na seleção brasileira, pensando no nível técnico dele e pensando que ele joga em um clube de ponta que tem muita pressão. E eu vou— eu mencionei isso na minha primeira fala, eu acho que isso é um ponto um pouco subestimado quando se fala de futebol hoje em dia. Porque o futebol hoje, né, como já diria Zagallo, não tem mais bobo no futebol.
Então um dos maiores diferenciais hoje não é mais técnico, físico, é psicológico. E o cara que joga no Newcastle, o cara que joga no Brentford, ele anda de mãos dadas com o fracasso o ano inteiro.
Exato, perfeito.
Ao contrário, por exemplo, de um cara como que joga na Juventus, como Bremer, ou o Pedro, centroavante do Flamengo. O Pedro além dele ser um baita centroavante, ele é provavelmente um dos jogadores que mais sofre cobrança no mundo, porque ele é centroavante do Flamengo. Centroavante do Flamengo, ele sempre vai ser um cara extremamente cobrado, ao ponto de virar meme. Já viu o caso do Bina, se ele for ruim. Então o Pedro, por exemplo, se ele tivesse que bater um pênalti contra a Noruega, ele provavelmente faria 9 de 10.
Então o Brenner, ele joga num joga num clube de ponta, é um ótimo zagueiro. Eu acho que ele merecia mais espaço na seleção.
Fora que é um centroavante que toma leitada dele, e isso me alegra demais, viu? É verdade. Então, mas eu concordo super, excelente. O Bremer caiu, não corre atrás. Então, para o desespero de Marcelo, foi a maior defesa do Bremer.
Acho que nem o Bremer defenderia, família do Bremer.
E banhos, gente, eu não quero perder tempo. Aqui, tá? Não dá, gente, desculpa. O Ibanez, ele tem 27 anos, não é tão velho, mas é um cara que tá num mercado também, pô. Quem inventou Ibanez, pelo amor de Deus, gente? Desculpa.
Não, e foi testado e foi deletado, né? O Ancelotti deletou ele.
Não tava lá.
Uns amigos meus no grupo chegando falando assim, caraca, quem é esse Ibanez? Eu também não sabia, fui pesquisar, eu falei, gente, ele já foi inclusive convocado anteriormente. Sim, pelo menos a gente tá tão desconectado que nem lembrava disso.
Ele era do Fluminense, né, bom, mas é, cara, um cara com a carreira, pô, um ciclo inteiro com a carreira em clubes de menor expressão, não dá para esperar nada dele. Léo Pereira do Flamengo, ele com 30 anos de idade, difícil.
Ele já tem 30? Ele tem 30?
Ele vai até com 34, cara.
Para mim é só por um milagre, eu não boto ele no até nunca mais. Eu acho que é um zagueiro muito bom para futebol brasileiro, ele segue muito bem, é um dos melhores que a gente tem aqui. Acho ele, cara, até habilidoso em outros aspectos de saída de bola e tudo. Eu gosto do Léo Pereira, mas para mim é só por um milagre mesmo. Ele, pela idade dele, é mais para ser um cara, pô, não pode ser titular, entendeu? Esse é meu ponto. Então para ele ir para outra Copa de Reserva, não sei se tem.
Basicamente o que a gente tá dizendo é que a gente tem que achar um zagueiro titular, porque se a gente tá considerando que o Magalhães seja um deles, vai, os outros, o Bremer briga pela outra vaga. Mas não é unanimidade, né?
Não temos nenhuma unanimidade na zaga, senão teria aparecido na ação depende dele. Ninguém é, nem na zaga nem lateral, tá?
Ele tem que correr atrás ainda, se bem que não, né? 34 anos.
Eu acho que é só por um milagre, cara. Vai saber como ele vai estar daqui 4 anos, entendeu?
Só por um desespero.
É. E aí, Tucano?
Não, só por um milagre também.
Eu acho que nem tanto o desespero do caso dele, acho que é mais tipo Ele tem que fazer um puta ciclo de Copa de 4 anos se mantendo no altíssimo nível para poder ser cogitado. Você tem outro ponto, Felipe, sobre Léo Pereira?
Não, concordo com o Príncipe.
Vamos parar de perder tempo e botar o Casemiro na tela nunca mais, já que chegamos nos volantes?
Ah, por favor, por favor.
E o Fabinho também, vamos? Fabinho pode pôr. Casemiro não dá, né, gente? Casemiro já tem seus 34, Fabinho também 34. Não, já tiveram convocado pelo Casemiro, inclusive. Inclusive. Então vai os dois juntos, 34. Na minha lista aqui tem 34, mas mesmo assim, tocando 36, enfim.
Não, não, tudo bem.
32, é verdade, 32.
Caraca, a expressão que eu tenho para usar para o Casemiro é a expressão do grande Zé Boquinha, um dos grandes técnicos e comentaristas do basquete brasileiro: boi cansado.
Boi cansado, mais boi do que cansado, ou mais cansado do que boi, Felipe Figueiredo?
Ambos.
Mas para ele, né, Felipe?
A vaca deitou, a vaca deitou. Mas assim, para não parecer que a gente só tá tacando pedra nele, embora esse momento eu acho que mereça tacar pedra, talvez quem mereça mais pedras nesse momento seja o Ancelotti. Porque o Ancelotti, ele olha para o Casemiro já no crepúsculo da carreira e ele vê o Casemiro do auge, mega campeão pelo Real Madrid, né? O problema tá no Ancelotti, inclusive. Mas o Casemiro, né, algumas pessoas às vezes quando vão defender, justificar, melhor dizendo, algumas questões envolvendo o Neymar, que a gente vai falar mais dele, costumam falar assim: não, mas o Neymar pegou uma geração horrível, uma geração muito ruim.
A gente pode falar das duas gerações, da atual e da anterior, que é a do Neymar, mas você não pode dizer que uma geração que tinha, por exemplo, um cara como Casemiro Casemiro, que foi titular e campeoníssimo anos seguidos no Real Madrid, é uma geração que também não tinha qualidade e material de qualidade.
Concordo, pelo amor de Deus.
Casemiro foi um ótimo jogador. Casemiro, caraca, jogou muita bola, mas eu estou usando o verbo no passado.
É isso aí, perfeito, perfeito. Bom, vamos falar da dupla de volantes. Bruno Guimarães fez uma grande Copa do Mundo, 4 assistências apesar do pênalti perdido.
Quantos anos Tem 28, 28.
Acho que tá na briga, tá na briga aí, tá na briga por uma vaga, né? Eu acho que ele é um cara que passa ali para brigar pela titularidade. Inclusive iria para sua terceira Copa, Bruno Guimarães.
Infelizmente, infelizmente ele vai ficar para sempre estigmatizado com a hiperventilação na hora de bater o pênalti, né?
Pois é, até porque tirou todo o sangue, tirou todo o sangue.
Até porque ele é um cara que tava fazendo uma Uma ótima Copa, bem regular, fez uma grande Copa.
Até porque ele sofre dessa doença que o Neymar não tem, né, que é sofrer culpa da mídia pelo fracasso, né.
Neymar não sofre isso, mas ele acaba culpando ele por nada. Eu acho que realmente colocaram ele na posição que não era dele ali, né, na hora de bater o pênalti, né. Tô falando, de repente eu vi uma entrevista dele, eu vi uma entrevista dele hoje, que desloca o roleiro. Você, ele disse assim, isso que é foda também, aí a gente vai pegando umas raiva, né? Ele disse, você nunca vai ver, você nunca vai ver eu bater um pênalti que o goleiro vai no mesmo canto que a bola. Ele mandou essa, ou eu erro ou chuto para fora, né?
Mas ele não era numa Copa do Mundo, né?
Não, não era.
Pelo visto ele jogou, ele bateu 4 pênaltis, ele bateu 4 pênaltis nos últimos 12 meses e errou 2 e acertou 2. É impossível ele estar ranqueado entre os 5 melhores pelo que o Ancelotti falou. O Ancelotti falou que nós fizemos uma estatística dos últimos, do último ano.
Não, mas acho que era o ano no treinamento, só pode ser, porque não tem condição. Se for 4 pênaltis, fodeu. Só que, né, se o nosso melhor batedor tinha 50%, fodeu, rapaziada.
É isso mesmo.
É pior que o Shaquille O'Neal tá no nível do Messi.
O cara.
Era melhor apostar num cara com zero pênaltis, né? Era melhor. Bom, vamos ali. Danilo Santos do Botafogo. Esse para mim tá na briga por uma vaga. Foi injustiçado nessa Copa do Mundo com poucos minutos, fez um jogo muito ruim contra a Noruega, mas vinha voando nos amistosos, cara.
Mas ele é um cara que entrou junto com Neymar, não foi?
Exato, teve que trabalhar dobrado, né?
Ele já entrou jogando por 2, né?
É, tá na briga por uma vaga. É bom. Lucas Paquetá, a galera gosta da dancinha do Paquetá.
Tchau, tchau, cara.
Paquetá tem 28 anos também.
Não, não, cara, milagre.
Ele já era, ele já era, ele já era, não era unanimidade, né? Ele era contestado nessa Copa. Ele vai fazer, sei lá, uma revolução na carreira dele? Que não vai, né?
Não, ele até fez falta quando ele se machucou, mas isso só prova que o Brasil tava, né, defasado na escala absoluta.
Com o Felipe Figueiredo nessa, exato, a convocação prejudicou porque a gente não tinha um substituto para um meia de armação de criação, não tinha.
Olha, tinha o Matheus Pereira no elenco, mas eu vou discordar um pouco do Tucano quando se fala do Paquetá e discordar de vocês no geral quando se fala do Bruno Guimarães. Para mim, Bruno Guimarães e Paquetá tem que estar na mesma prateleira. Brasileira, tá? E no momento, inclusive, eu vou repetir o que eu falei antes: o Paquetá, ele chega no Brasil com status, né, de ídolo, com status de o cara que vai, né, que veio para o Flamengo supostamente abrindo mão de dinheiro, etc.
Não vou entrar no mérito se isso é jogada de marketing ou não, mas o fato é: o Paquetá, eu não acho que nem o Paquetá nem o Bruno Guimarães sejam craques. Eu não vou banalizar essa palavra. Concordo, mas são meio-campos, meio-campistas bastante técnicos que têm uma presença em campo muito grande. E ambos não podem ser protagonistas, mas podem ser grandes coadjuvantes. O problema do Bruno Guimarães, ao meu ver, é que se dá um protagonismo muito grande que até o dia 9 de julho de 2026 ele não é merecedor.
Assistidor. Se ele for mês que vem para o Manchester United e virar o líder de assistências da Premier League, ótimo, ótimo para ele, para o Manchester, para seleção brasileira. Mas nesse momento ele não pode ser protagonista. O Paquetá, né, tem que ser ótimos coadjuvantes. E para mim eles estão na mesma prateleira. Eu colocaria o Paquetá no tem que treinar, na categoria do meio, mas eu não descartaria ele dessa forma não.
Mas analisando a Copa O Bruno Guimarães teve regularidade, né? O Paquetá jogava muito bem um tempo, no outro tempo jogava mal, um jogo jogava bem, outro jogo jogava mal, não teve regularidade, né?
Eu acho que tem um lance, outro, que a gente não pode ignorar sobre o Paquetá, que é o lance do escândalo de apostas, né, que prejudicou muito esse ciclo dele, né? Era pra ele ter ido pro Manchester City, como disse o Felipe, aí eu concordo. Se o Paquetá tivesse ido pro City jogar com o Guardiola, talvez ele tivesse se desenvolvido de uma forma muito superior do que a gente jamais imaginou, né? A gente não sabe como teria sido, é um eterno Paquetá hipotético nesse momento que eu tô falando.
Mas esse ponto, pra mim, e que o Felipe trouxe, é real também, né? Nem o Bruno, nem o Paquetá no West Ham. Agora, talvez no Flamengo, ele tenha mais espaço pra assumir algum protagonismo no clube dele, pra conquistar alguma coisa com a marca Lucas Paquetá responsável por isso, coisa que ele não teve no West Ham, apesar da Conference League ali que ele fez parte, mas não é o ponto dele. Eu acho que eu concordo com o Felipe quando ele fala isso.
E o que me leva a entender é que tanto Bruno Guimarães quanto Paquetá talvez tenham que correr atrás. Mudando minha visão aqui, talvez o Bruno deve ir para o Arsenal, né?
O Arsenal vai quase fechado.
A gente vai ver o Paquetá no Flamengo, é interessante ver como ele joga, se comporta aqui no Brasil.
Brasil, né?
E assim, eu só faria um complemento, Vidani. Eu concordo com tudo que você falou, mas antes que algum ouvinte ache, a gente não pode colocar o Lucas Paquetá também como vítima dessa questão da aposta, né?
Ele não foi vítima.
Ele tá colhendo, ele talvez nem tenha colhido tudo que ele plantou, né? Talvez ele devesse plantar um pouquinho mais. Mas falando como jogador, eu acho um jogador muito bom. E ele é um jogador que tem características que o Brasil pouco tem, né, que é um meio-campo que tem criatividade, mas também tem presença em campo, força física, tamanho.
Então, e que arrisca, né, ele arrisca os passes e tal. Mas assim, eu concordo, mas eu tô cutucando no sentido de o Bruno Guimarães entregou mais nessa Copa do que o Paquetá. Paquetá, eu acho que o Paquetá teria que correr um pouco mais atrás aí nesse momento para estar no— eu diferenciaria mesmo o Bruno e o Paquetá, acho que não estão na mesma tier não, na minha opinião.
É, eu acho que o Bruno tá um pouco à frente também, pouquinho à frente, mas é—
mas ali nos dois tem que correr atrás com certeza ali, é por aqui no mínimo.
Acho que ele não quiser subir mais, eu não acho que é por um milagre ou desespero assim, acho que o Paquetá Ele tá, tá nesse momento, ele tá na briga ali, ele tá no correr atrás.
Ele tem 32 anos, ele vai ter isso, 32.
Exato. Ok, bom, Ederson, volante, 27 anos, ele que tá a caminho do Manchester United. Esse aí sim provavelmente vai fechar com o Manchester.
Tem 26, né?
Tem 26, vai completar 27 esse ano, né? Tá com minha lista, tá toda errada aqui, cara.
Ali, não sei, cara.
Assim, quando ele surgiu no Corinthians, ele, beleza, foi para o Fortaleza, fez um excelente trabalho. É no Atalanta, que é um time inexpressivo da Itália. Ele fez parte do grande, da grande geração do Atalanta, né? Fez parte desse time.
E eu acho que foi sede da Copa, né, Atalanta?
Foi, foi a cidade de Atalanta.
Não tem jogo mais lá esse ano?
Não sei. Mas eu acho que é correr atrás, cara. Eu não descarto o Ederson, não acho que ele é um cara desprezível, mas também não acho que ele merece nenhum destaque. Para mim, ele tá ali, ó, me surpreenderia tanto ele ser apertado quando ele ser essencial na próxima Copa. Ele tá lá no meio.
Eu sei lá, cara, eu acho que tem que correr atrás aí, né?
É o do meio, pouco testado também, né, cara? Mal, mal teve, pelo menos com o Ancelotti, né?
Uma apelidade, né?
Apelidade dá. E aí, Tucano e Felipe?
Olha, eu não vou mentir que eu, dizendo que eu já vi mais de 120 minutos de futebol do Ederson, eu devo ter assistido uns 2 ou 3 jogos dessa super Atalanta nos últimos anos. Então eu, como diria Glória Pires, eu não sou capaz de opinar.
E aí, Tucano, tá na mesma?
Eu acho que tem que correr atrás aí.
Agora vamos para os atacantes. Aqui temos nossas 8, 9 opções, começando por Vinícius Júnior. Acho que é o primeiro que vai estrear na Ação Depende Dele, né? Assim, aqui não tem o que dizer, cara. A geração que dividiu—
vamos falar que a gente baba ovo do Vini Júnior, cara, mas A geração depende dele, a geração. Eu sei, eu concordo, eu concordo. É que eu tô falando que depende do cara eleito melhor do mundo.
Eu tô falando com audiência agora, indignado.
Eu não entro no perfil porque eu não quero ver foto do Neymar, mas a galera que tem, essa galera que reclama que a gente baba ovo dele, tava louco.
Não, mas exato, o cara, o cara foi melhor do mundo, ele tem duas Champions, final das duas, como protagonista, né? É, pô, no Real Madrid, que é o que a gente tá cobrando aqui, dos cara ter que jogar em time que, que time grande que se importa com a vitória, se importa com a derrota.
Ele carrega a camisa mais importante do Real Madrid, bicho, que é a 7.
Ele assim, ele cumpre todos os boxes que a gente tem. Fez 4 gols nessa Copa em 5 jogos, certo?
E deve, eu vou falar isso aqui, ó, apesar de tudo que ele fez nessa Copa, ainda deve protagonismo, porque ele deve uma sequência em eliminatórias e amistosos Tudo, Vini tem que carregar a geração.
Não, eu gostaria, a gente falou aqui, gostaria muito que ele tivesse pego a bola e batido o pênalti, independente ali do que, o que bateu perdeu mesmo, se ele perdesse, mas enfim, o Messi perde todo jogo aí e continua batendo.
Eu só mudaria a sua frase, Vidani, de ele não deve protagonismo, ele deve desempenho como protagonista, porque é, eu tava discutindo isso aqui num jogo, esse time, essa seleção não tem protagonista, tem, protagonista é o principal, né, numa trama, no elenco, ele é o principal. Não tem dúvida que ele é o principal dessa seleção já há algum tempo. Só que em alguns determinados momentos faltou mesmo ele, ele ter o desempenho desse protagonista que ele é.
É, eu achei que assim, a gente falou aqui já contra a Noruega, ele teve excelentes momentos, né, como a bola que ele deixou o Henrique na cara, por exemplo. Mas eu acho que ele poderia ter tido mais participações nesse jogo. Acho que ficou aquém, não isento ele da catástrofe que foi perder para Noruega. Ele poderia e deveria mais, porque quem são os zagueiros da Noruega? Me desculpa, né? Então assim, só que não tem como a gente passar por uma lista de seleção e não falar do Vini, que ele é o melhor jogador que a gente tem. Não tem condições.
Pois é, acho que ninguém Você discorda, Felipe, do que ele é protagonista desse próximo ciclo aí? Eu vi nem ainda.
Eu não discordo. Eu concordo com o que você falou sobre a geração depender dele, sobre ele ser o grande símbolo da geração. Mas eu acredito que você falou muito de gestão de carreira, né, Vidani, em certo momento, né? Você falou ali de Luiz Henrique e tal. Eu acho que a gestão de carreira também tem que incluir a vida pessoal e evitar certos relacionamentos midiáticos com certas tigresas.
Legal, interessante, interessante.
Mas a gente não vou passar um pano para ele não, porque ele faz propaganda de bet também. Ele não faz do time, mas faz de bet.
Pois é, que dá no mesmo, né? É a mesma plataforma que tem os dois. Então assim, dá no mesmo.
Mas não é ele, não é ele, é o Vini Sênior.
Inclusive, eu quero aproveitar esse momento e pedir para todos os nossos ouvintes que tiverem nos ouvindo, nos assistindo, se você tem um app de bet no seu celular pausa esse vídeo, deleta o app e volta para o vídeo, por favor.
Exatamente. Legal, exatamente.
Excelente. Bom, vamos falar do homem Rafinha, pequeno Rafa, Rafael, Nanico, dá para chamar de várias formas ele aqui.
Eu vou deixar vocês falarem, esse eu vou deixar vocês falarem.
É foda, porque eu vou ser bem sincero sobre o Rafinha, tá? Eu acho que ele, óbvio, a temporada dele é terrível, né, em relação a lesões e tudo.
E quantos anos, me desculpa, quantos anos ele tem?
Rafinha tem 29, vale dizer que ele tem 35, tá? Rafinha tem 29.
Ah, verdade, 29.
Cara, eu já gostei e ainda gosto muito do Rafinha do Barcelona, acho que eu preciso deixar isso claro. Na seleção brasileira ele teve seus momentos e eu mesmo destaquei que ele servia um papel na seleção de bola parada que só ele fazia. E o Neymar depois também teve esse papel por alguns minutos, mas o Rafinha é um bom batedor de bola parada, fez gol de falta pela seleção, é um cara que tem mobilidade para caramba e ele tem entrega.
Dito isso, o gosto é tão amargo na boca que eu não consigo colocar ele em nenhum lugar acima do tem que correr atrás. Para mim ele tá no meio.
É, para mim é só volta para o milagre, desculpa.
Para mim eu tenho que correr atrás, eu não consigo botar ele no milagre.
Acho que ele é um cara logicamente protagonista de Barcelona, tudo que a gente falou de exigência, ele vai travar Hendrik, Estevão, se ele ficar lá de de titular, você quer de reserva, aí beleza.
Ele tem que ir atrás de uma vaga. Para mim, ele não tá, ele não tá hoje estável, ele tem que ir para briga.
Bota os moleque aí, Rayan, esses cara tem que jogar, porra.
Também quero, mas o meu ponto é, não dá para descartar o Rafinha completamente.
O meu ponto é o quão, o quanto ele quer jogar na seleção.
Porque quando ele veio com aquele papinho de que é as férias dele, tu quer, porra, deixa o menino.
No Barcelona eu recebo mais mais carinho, as pessoas gostam mais de mim, tem mais carinho por mim do que na seleção, tal, não sei o quê. Quando começou com esse papinho, eu falei, então volta, cara, vai para o Barcelona, cara.
A torcida do Barcelona chutou o Ronaldo de lá, cara. Espera, espera um ano aí ele parar de jogar que você vai ver o carinho da torcida de Barcelona, cara. Se catar, meu irmão. Aí não quero, bota para mim até nunca mais, tá? Só vou deixar registrado. E é isso aí, vocês põem onde vocês quiserem, mas para mim é lá em cima.
Para mim tem que correr atrás. E aí, Tucano, você botaria ele onde?
Eu, pela primeira vez na história desse programa, vou concordar com o Marcelo Bassoli por ranço, não é pelo futebol não, é por ranço.
Lá para cima.
E aí, Felipe? Olha, o meu lado racional analítico quer concordar com o Vidani, mas o resto foi um pouco convencido.
Mas até o meu coração tá com vocês, gente, não discordo de vocês não.
Assim, pensando na bola, eu colocaria ele ali na categoria do meio, tá? Pensando na bola. Mas ele também tem uma questão aí de imagem com a seleção brasileira que tá no momento, né, não está no seu melhor momento.
Vamos nem assumido nem desassumido, vamos de Agnaldo Timóteo, botar ele por um milagre então?
Desespero. Você não consegue pôr no meio, no meio não dá, né? Não, não dá, não dá não.
Tudo bem, criar uma categoria nova se você quiser aqui. Olha, categoria, ó, eu vou fazer o seguinte, bota categoria Rafinha. Rafinha, exatamente. Caraca, errei tudo aqui, pera aí.
Põe a categoria se não atrapalhar as férias, chama ele.
A categoria Rafinha daqui, pronto. Rapinha, vamos deixar ali, tá tudo certo.
Olha, cara, vou te falar, bicho. Não sabe. E aí, cara, ainda vocês viram o cabelo? Ele tava com cabelo novo, o cara não ia jogar, ele tava com cabelo novo. Olha, eu não sei, cara. A gente tava falando de gestão de carreira e tal. Esse menino precisa de uma também, cara, de uma galera que fala psicólogo. Ele precisa de de um media training aí, sei lá como é que chama essas porras aí. Ele precisa de tudo isso aí, cara. Bom, as paradas que ele fala, inacreditável.
Aí o Marcelo, o Marcelo já tem um ranço mais antigo, que é desde a entrevista para o Romário.
Mas porra, não, não é da entrevista para o Romário. A entrevista do Romário, ok, se tivesse chegado no jogo contra a Argentina e não tivesse tomado de 4, apanhado do Dibu Martínez e saído com o rabo no meio das pernas. Isso que é problema, entendeu?
Bom, vamos de Matheus Cunha, tá? Matheus Cunha, Juventude, falamos aí, campeão olímpico com a seleção em 2021. Ele que tem seus 26 anos, vai ter 30 na próxima Copa. O Cunha é mais velho que o Vini, tá? Só para dizer isso. Deixa eu só confirmar aqui agora.
Eu acho que nesse momento, se a gente criticou das vagas e tal, ele tá na briga aí, tá na briga por uma vaga, né?
Eu coloquei ele ali, pô, acho que ele foi bem, fez uma boa Copa, fez 3 gols, camisa 9, empatou aí com Alisson na última Copa, que tinha o nosso 9 que fez 3 gols também. E aí, gente, eu vou colocar aqui o nosso querido Gabriel Martinelli para a gente discutir. A não ser que Felipe Figueiredo, tu queira o discord do Matheus Cunha. Não, não tiver na briga, uma vaga, beleza.
Eu talvez coloquei, se colocasse ele no tem que correr atrás, mas é apenas questão de gosto pessoal.
Beleza, beleza.
Gabriel Martinelli, eu ponho ele na categoria Rafinha. Já que criou, vamos, vamos povoar essa categoria.
Eu acho que eu vou na categoria Rafinha também, sendo bem sincero, porque eu acho que é uma questão de ele tá no Arsenal, provavelmente de saída do Arsenal, e tudo indica que nem vai sair para um time para fazer um upgrade, vai dar um downgrade na carreira o Martinelli. Ao que parece, pode voltar para o Brasil, não faço ideia de para onde ele vai, pode parar no Marábia. O próprio Rafinha pode parar no Al-Hilal, né? Inclusive Tinha muita boato disso.
Eu não sei o que esperar do Martinelli. Para mim é um cara que, mesmo no Arsenal nessa temporada super campeão, ele foi coadjuvante reservíssimo assim. Não foi um cara que participou diretamente. Não dá, gente. Eu acho que é um quase um descarte, cara, que se não vingou até agora.
Ele tem quantos anos?
Ele tem, o Martinelli, ele tem 24.
Jovem.
Ai, caralho, é foda porque a posição de mais só aparece gente, cara. Quando o Rodrigo, Estevão tiverem bem, como é que esse cara vai ter vaga?
É Rafinha.
E aí, Felipe? Martinelli.
Olha, eu colocaria ele na categoria tem que correr atrás, mas a categoria Rafinha combina também.
É difícil, é difícil. Tem hora que eu acho que a categoria Rafinha tá aqui, tem hora que eu acho que ela tá aqui, ó.
Não, não, não, não, não, não, é ali.
É, não, eu acho que a categoria Rafinha ela tinha que ficar fora da tela, entendeu? O universo é uma coisa, é uma órbita própria.
Vamos para Luiz Henrique, jogador do Zenit. Aí para mim é só por um milagre, gente, não dá para esperar o que vai acontecer com a carreira dele, apesar dele ter feito ótimos jogos com a seleção. De novo, ele não jogou a Copa, bicho, ele não jogou a Copa. Pois é, para mim é só por um milagre.
Mistério, cara. É um grande mistério o que aconteceu com o Luiz Henrique, por tudo que ele tinha feito antes, né?
Ele devia estar treinando muito mal, né? Nossa Senhora, não é possível, porra.
Ou ele reclamava da galera jogando pôquer, eu não sei o que aconteceu.
Trocou de coordenante com o Hendrik, tava ele com bafo de bosta. Só foi isso, porque não dá para entender o porquê que a galera tira. Porque assim, o Tiloti tem essa implicância com o Hendrik, eu já falei aqui que para mim é bafo, né? Mas no caso do Luiz Henrique, mano, vinha usado. Foi um dos melhores do ciclo do Ancelotti para mim, cara, tirando o Estevão, que para mim tinha sido o melhor até ele se machucar. Acho que era o Luiz Henrique.
Eu não sei, cara, acho que tem que correr atrás aí, tem que correr atrás.
Pode ser, né? Sendo mais justo com ele, tem que correr atrás, né?
Ele tem futebol, mas ele tá escondido, então ele vai ter que se mostrar.
De repente uma gestão de carreira melhor, indo para um time melhor, mesmo que seja para o Brasil, ele pode se ajudar, né? Não sei, com certeza.
Eu acho que na bola, para mim, ele tava na segunda categoria, né, não tá na briga por uma vaga. Mas é o que você falou, ele joga no Zenit, tá escondido, talvez tem alguma birra do treinador, o que também às vezes não é bom, não é saudável, né. Às vezes os treinadores têm birras que são completamente injustificadas.
Sim.
Então eu concordo plenamente que ele talvez deveria ir para um clube maior, um clube com mais visibilidade, seja um clube grande do futebol brasileiro. Acho difícil que ele fosse conseguir um clube de ponta na Europa Ocidental hoje. Então talvez um retorno para um clube grande no futebol brasileiro fosse o ideal para ele.
Boa, algo a se pensar. Agora vamos para os últimos 4 nomes. Igor Thiago, do Brentford, 21 anos. 24 anos, 25 anos na verdade, né? 25 anos recém-completados.
Até nunca mais, não acho não, viu, mano?
Não acho não.
25 anos de idade, ele surgiu, ele surgiu do nada e foi pro ganimô, e pode sumir pro nada também.
É, exato.
Essa é uma, essa é uma, é uma, é, mas eu acho que até nunca mais. A gente que já teve o ciclo e o ciclo acabou, entendeu?
Pra mim ele foi um milagre, um milagre, um milagre.
Teve, não, para, Marcelo, é muito malvado, pô. Que isso, cara cretino?
Não, põe milagre, cara.
Quero saber tua visão do Igor Thiago aí.
Minha visão do Igor Thiago é parecida com a sua. Eu coloco no só por um milagre pela idade, mas eu acho que convocar um jogador do Brentford para seleção brasileira para uma Copa do Mundo deveria render algemas no do tamanho da pessoa, mesmo que seja o melhor Brentford de todos os tempos, né? O melhor Brentford de todos os tempos não vai chegar aos pés do Corinthians rebaixado de 2007.
Concordo também.
Não, e é isso, a gente falou várias vezes do Pedro aqui, né? Porra, para que vai levar o Igor Thiago? Leva o Pedro, caralho.
Teria sido mais útil, né?
O Pedro é mais jogador, o Pedro joga num clube imensamente maior, melhor, sob muito mais pressão. Quando eu falei do Corinthians de 2007, só para deixar claro, a gente tá no programa, né, entre pessoas que se conhecem, numa coisa de humor, claro. Mas assim, não é que todo time brasileiro vai ser melhor que todo time inglês, mas o Brentford é uma coisa minúscula, né? Não dá para você colocar ele, né, no mesmo patamar da seleção brasileira.
Precisa algum sheik árabe querer comprar o Brentford, que leva lavar dinheiro nele, e depois de 10 anos de lavagem de dinheiro talvez ele se torne um time competitivo, mas ele não é um clube que pode render um jogador para futebol brasileiro. Que nem o Heerenveen dos Países Baixos, o Igor Thiago é o novo Afonso Alves.
Exato, bem lembrado, hein? Bem lembrado, cara.
Eu acho um pouco— eu entendo a comparação, acho um pouco injusta porque ser vice-artilheiro do inglês é bem diferente de ser vice-artilheiro do holandêsão, mas dá para entender a comparação e dá para concordar também. E tá lá, tá no Só por um Milagre, e é isso aí. Ele tem que fazer uma revolução na carreira dele para mim para ele chamar atenção nesse novo ciclo aí.
Ainda mais lembrando que ele pretendia jogar pela Bulgária.
É verdade.
Assim, o fato dele ter parado, dele ter ido da Bulgária para seleção brasileira, loucura, hein? Eu não consigo não pensar que tem alguma questão aí de bastidor, que não rolou alguma coisa nos bastidores, alguma coisa talvez não muito transparente, porque denúncia Não tem explicação.
Boa! Sobe ele pro Rafinha aí.
Vou deixar ele no Milagre. Não, acho maldade, maldade. Bom, menino Rayan, meu garoto, eu vou dizer pra vocês, sendo bem sincero e pouco clubista, tá? Esse cara tem potencial de protagonismo, potencial, mas hoje é briga por uma vaga porque ele joga na ponta direita, onde joga também o Estevão por vezes. E para mim o Estevão é o meu favorito a camisa 10 da seleção, pelo potencial que já demonstrou, pela forma como joga, por ser um cara criativo.
Para mim o Estevão é o meu 10. Dito isso, Rayan, no mínimo na briga por uma vaga, no mínimo.
O melhor, o melhor momento da seleção brasileira foi Vini, Rayan e Endrick, né?
Exato.
Foi um segundo de lance, mas foi o melhor momento.
Foi.
Eu acho inclusive, Tucano, que o meu quarteto ofensivo para o amistoso é Estevão de 10 centralizado, Rayan na direita, Vini na esquerda e Endrick na frente. Esse seria o meu.
Perfeito, perfeito.
Para mim são os 4. É, mas assim, eu acho exagero botar o Rayan de protagonista nesse momento. Eu não sei se eu coloco ele, já é protagonista para mim, ele tá na briga por uma vaga, mas ele larga na frente dos outros.
Não, eu acho que tem que estar na briga, eu acho que tá na briga, tá na briga. Mas é justo que a gente botar ele junto com Matheus Cunha, é É foda, né, cara?
É, mas ele tá na frente do Mateus Cunha na fila, entendeu? Tipo, vem, você tá no mesmo patamar.
Desculpa, eu vou pôr, eu vou pôr na nação depende dele. Eu vou dizer por quê, porque assim, a gente tá, ele tem 19 anos, né? Então a gente espera que nesses quadros, nesse ciclo, ele, ele se desenvolva.
Concordo com você, eu vou mudar também.
Ele se desenvolva como atleta e chegue na próxima Copa como o Vini Júnior.
O Vini, o Vini Júnior não pode ficar sozinho mais uma Copa. Então a nação depende dele se desenvolver e se tornar um protagonista. Então eu acho que é isso.
E ele mostrou que nessa Copa que ele tem potencial de ajudar muito a seleção, apesar de não ter feito gol nem nada. Mas eu acho que a gente tem que acreditar, é o que a gente tem no momento, é isso aí.
Boa!
Eu concordo com tudo que o Vidani falou e eu concordo com as observações que vocês fizeram sobre do futuro. Mas para esse futuro se realizar, ele precisa ir para um clube grande antes que ele se acostume com o fracasso, como foi o que aconteceu com o Bruno Guimarães. Então eu não coloco— eu, eu acho que a nação depende dele, mas esse depender também passa talvez pelo empresário dele e ele não se conformar em ser o craque do Bournemouth, que é o time que vai comemorar a permanência na Premier League, é o que vai, se eles forem, sei lá, para uma Europa League, as ruas do clube serão tomadas pelos 15 torcedores do time, entendeu?
Então ele precisa ir para um time grande, ele tem um enorme potencial. Eu acho que ele saiu cedo do Vasco. Pensando no que o Vidani falou antes sobre o Neymar, eu acho que ele talvez devesse ou ficar mais tempo no Vasco ou então ir para outro clube brasileiro que seja igualmente grande, mas que esteja brigando por títulos. Se eu for ser clubista, eu vou falar que eu adoraria ter visto ele do Vasco para o Palmeiras, mas eu não consigo colocar ele na última categoria porque ele joga num clube pequeno.
Eu concordo total com o teu ponto. Eu acho que tem um ponto aí adicional, que é uma chance de ouro que ele tem agora com a ida do Iraola para o Liverpool, né? Inclusive o treinador que era dele, do Bournemouth. Se eu fosse ele, o agente dele Brasília tá ligando para o Iraola todos os dias, todos os dias.
E tem, e tem o lance aí da idade, né? 19 anos, ele tá na faixa de idade mais menor, faixa de idade aí de todos aí, ele e o Hendrik, né? 19 anos. Eu acho que a tendência é que ele realmente vá para um time melhor e que desenvolva a carreira, mas é uma incógnita, é uma incógnita.
É, eu vou botar na ação dele mesmo, pela esperança, pelo sentimento de esperança.
E até emendando, eu acho que o Endrick é o mesmo, é o mesmo, é exatamente o mesmo caso para mim.
Ainda mais porque é diferente um jogador, um jogador de 28 anos, né, que tá no time pequeno, é uma coisa para mim. Um de 19 que acabou de ir para um time pequeno na Europa é outra.
Eu acho que é outro, mas o Felipe alerta essa questão do tempo, né, de você Fica muito tempo e precisa acostumar com as derrotas.
Eu concordo, não, concordo, concordo.
Mas por exemplo, no caso do Endrick, o Endrick tem uma cancha maior do que até o próprio Rayan. Ele foi campeão brasileiro, ele foi protagonista em vários momentos do título do Palmeiras e tudo mais. Então assim, ele foi para o Real Madrid, então ele já sofreu também, ele já não chegou meio que igual o Vinícius passou, né? Chega aí, não joga, aí vai para o Real Madrid B, não sei o quê. Aí vai para o, agora foi para o Lyon. É, tudo bem, não é a primeira prateleira da Europa, mas é um dos maiores times da França.
E ele fez um salseiro lá, mano, não fez qualquer coisa no Lyon.
Ele fez bagunça lá, ele fez bagunça. O Endrick, ao contrário do Ryan, ele também, não tô falando que, mas assim, o Ryan tem uma parte tática e defensiva muito mais importante, digamos assim, do que o Endrick, que não marca ninguém, né?
Mas ao mesmo tempo tem que parar de encarar o Endrick como que ele não é.
Isso, mas ao mesmo tempo ele tem que fazer gol.
E enquanto ele tiver fazendo gol, enquanto ele tava no meio, a função dele é pressionar a saída de bola, recuar um pouco, tá bem. Agora, como o Marcelo falou ali, é exatamente o Rayan. O Rayan tava segurando as pontas do Danilo. Aí quando foi para o Hendrick fazer esse papel, não é a dele, não vai conseguir, como não conseguiu e vai tomar, pode.
E aí, o primeiro combate, o senhor Ancelotti, ele talvez, né, como o Vidal brinca, ele não gosta muito do Endrick. E faltou assistir alguns jogos anteriores do Endrick, porque o senhor, né, Abel Ferreira, também conhecido como Pedro Álvares Pardal, já tinha estragado o futebol do Endrick quando ele botava o Endrick de ponta para marcar lateral. Mesma coisa que ele chegou a fazer com Estevão, né? Porque para o senhor Pardal Ferreira, o que mais importante ali é a marcação.
Então o Endrick, ele quando vai para ponta, quando ele tece muito essa obrigação de marcar, ele pelo menos ainda não rende. Pode ser que ele depois vire um ótimo secretário de lateral, não sei, mas a posição dele é no meio para criar e receber em condições de chance. Perdeu aquele gol? Perdeu aquele gol, mas Quando ele entra, o Brasil tem um aumento de criação de chances, tá? É isso. E assim, todo goleiro vai frangar, todo centroavante vai perder gol, tá?
Antes que alguém fale, tá passando pano, tá? Não é passar pano, é ele perdeu o gol, foi um gol desperdiçado, ele tinha obrigação de fazer aquele gol. Obrigação. Mas um centroavante que joga 90 minutos, vai, você tem muito mais espaço inclusive de cobrança do que o cara que Entra ali, jogou 20, uma chance, né?
Isso, exato.
A gente falou várias vezes aqui, o Mbappé, ele perde gol para caramba também.
Ele perde 9 para fazer chance, porra.
Ele faz, ele faz. Não, mas vocês lembram o primeiro jogo da França? Até ele fazer o primeiro gol dele, ele tinha perdido uns 3 ou 4.
Foi terrível, não dominava uma bola, não dominava nada.
A galera falando, porra, Mbappé, péssimo jogo do Mbappé. Aí termina com 2 gols, né? O péssimo jogo. Então eu acho que o Henrique que ele, a nação depende dele. Ele tá na idade excelente para ter um ciclo consistente e se fixar. Mas isso não impede da gente procurar também outros camisas 9 aí, outros artilheiros e jogadores dessa posição para ou fazer sombra ou até jogar no lugar dele também. Não é que eu não tô botando ele, não é incontestável, o Wendrick tem que ser o 9 e tal.
Neste momento eu acho que sim, mas eu acho que a gente tem que forçar e procurar esses caras aí.
Não, o Pedro é um jogador de 29 anos, ele chega na Copa com 33 na próxima, mas para mim ele tá na briga, entendeu?
A gente falou, por exemplo, e ao mesmo tempo tem a galera que hoje tem 15 anos, 16, que nem tá no nosso radar, que tem que aparecer também, né? Assim como esses caras têm 19 anos hoje aí.
Eu falo para vocês do Estevão ser meu 10, mas o Rodrigo tem que estar nessa briga, nessa discussão. Porque ele é um cara que já foi o 10 em amistosos, em eliminatórias, já jogou Copa do Mundo e tem 25 anos de idade e joga no Real Madrid.
Rodrigo, tem o João Pedro, João Pedro com 23, 24 anos também, não sei exatamente quanto tempo tem, 24, 24, cara, tá numa idade boa.
Exato, tem jogadores aí nessa briga, por isso que eu acho que é descartável que o Rafinha e o Martinelli estão muito fodidos, que a discussão com eles é muito alta, cara.
E até dito sobre isso, Vidani, o erro de não ter levado o João Pedro no lugar, por exemplo, do Igor Thiago aí, no sentido de ele seria, ele não precisaria nem jogar nesse, até como o Igor não jogou, né, tipo jogou um jogo, porque ele tem idade para chegar no próximo ciclo, tipo com 28 anos, que é o auge físico aí do atleta, e com já experiência de Copa do Mundo na bagagem, né. Se ele chegar, ele vai chegar, enfim, Total, total. E jogando no Chelsea, fazendo 15 gols no campeonato inglês.
Pois é, pois é. Tudo bem, o pior Chelsea dos últimos tempos, mas ele jogou no Chelsea.
Mas é, tudo bem.
Bom, menino Ney, rapaziada, chegamos no momento de falar do bebezinho da seleção brasileira, o bibelô da nação, Neymar. Não precisa nem discussão, é nula, né? Eu acho que se tivesse uma categoria acima do Até Nunca Mais, fosse a categoria Neymar, eu cairia na guria.
Será que não dá mesmo?
Eu caí na besteira de abrir uma, uma, os comentários de um post e a galera falando do Neymar. O primeiro tudo bem, tava falando até nunca mais, tal, não sei o quê. E aí eu caí na segunda besteira de abrir os comentários dos comentários.
Ai, meu Deus.
Aí era o Brasil não valoriza o que tem, Aí, imagina, você vê o Messi aí com 39 anos jogando pra caramba. Dá pra ele fazer muita coisa ainda. Com fisioterapia, hoje em dia, você consegue. Ele tem muito o que dar pra seleção brasileira, tal, não sei o quê. Eu achei que isso era só meme. Mas não, tem gente que acha que o todoido que não consegue andar em linha reta ainda pode ir pra uma Copa.
Eu não acho que ninguém acha isso, Tuca. Eu acho que a galera só torce. É torcida, é uma fé, virou— não existe nada pautado com a realidade. Então não tem um exemplo, né?
Só não vem do cérebro, gente, de outro lugar.
O Neymar junto com Thiago Silva, eles são os únicos jogadores brasileiros que jogaram 4 Copas do Mundo e nunca ganharam nenhuma.
Exato. Eu gostei muito que botaram só, né, o post da Gazeta TV: Neymar iguala Pelé e também faz gol em 4 Copas. Falei, Pelé ganhou 3, né?
Então assim, é até nunca mais. E não é nem só pela bola. Vamos supor que ele, vamos supor que ele se recupere e que eu tô chutando tudo para o alto aqui. Eu acho que o problema dele não é, o problema dele é o que a gente viu em campo mesmo, é o cara que fica assim, que briga com o jogador, chuta o cara, toma cartão, fica discutindo com com, como que chama, com goleiro. Isso não vai mudar, não vai mudar. E é isso que a seleção brasileira não precisa nesse próximo ciclo.
Não é o futebol dele sim ou não, é o pacote, o pacote que ele traz ali que a seleção realmente não precisa mais. Essa molecada não precisa, é a molecada que vai surgir não precisa.
Então é meio que limpar mesmo, tipo, acaba com o time, nem ir visitar concentração para não dar um close.
Não, nem que ficar na entrada igual o Gaúcho ficou cumprimentando os cara saindo do túnel, sabe?
Não, nem isso, nada. Pois é, é foda.
Vai jogar pôquer, vai jogar pôquer, fazer filho.
É uma geração, vai, ele tem que encostar no Garrincha, né, no negócio de filho aí também.
Faltam uns 8, né? Mas o ponto para mim crucial é: o Neymar é o rosto de uma geração fracassada e ele tem que ser esse rosto, tá? E aí eu falo isso não para diminuir o Neymar, porque eu acho que ele é um jogador dos melhores que eu vi com bola, cara. Não existe dizer o que o Neymar não jogou. Mas de novo, assim como Felipe Figueiredo falando passado sobre o Casemiro, no Neymar é um passado ainda mais longínquo, porque nesse ano o Casemiro foi um volante no Manchester United que fez uma das melhores campanhas dos últimos anos do United.
O Neymar esse ano, quando jogou, não resolveu contra o Recoleta. Essa frase tem que ser repetida a exaustão, até que as pessoas comecem a entender da ausência de bola do Neymar nos últimos 3 anos e meio, desde o Catar.
E aí, diga aí, analisando as Copas dele, a Copa dele era de 14, é, foi a melhor. Em 14 a gente não tomaria de 7 a 1 com ele em campo. E ele saiu prematuramente num lance, né, criminoso, bizarro e criminoso. Exato, horrível.
Mas 18 para mim 18 seria a Copa dele se ele não tivesse saído do Barça.
E ele foi um meme, você lembra do GIF infinito dele rolando, rolando, rolando, rolando, rolando? Então 18 ele poderia também ter sido, mas aí já foi um problema dele. 14 ele não teve culpa nenhuma, 18 já foi culpa dele.
Escolha. 14 ele tinha 22 anos, cara, 22 anos. Em 18 ele teria 26 se ele não tivesse saído do Barça. Cara, ele foi para o PSG e foi no PSG que começaram as lesões dele, que ele não tinha antes. Começou todo o físico dele a decair, etc. Foi jogando um campeonato inferior, que na época o PSG não era que nem hoje. Estão falando de 10 anos atrás, 9 anos atrás. Ele foi num momento em que ele começou a se envolver em polêmica de socar torcedor.
Foi logo depois também da Olimpíada, que ele ganhou a Olimpíada. Primeira coisa que ele fez na torcida foi mandar torcedor tomar no cu. Foi uma série de decisões de carreira que transformaram Neymar, ele menos de um cara focado em otimizar o potencial físico dele para unir com o talento absurdo, a técnica absurda que ele sempre teve, e sim outras coisas. Então a decadência do Neymar transformou ele no jogador de lampejos do que ele já foi.
Aquela Super Champions de 2020, né, que foi a Champions que foi adiada pela pandemia e o caramba, e aí nós tivemos o Neymar indo para final de Champions, ele só arrebentou naquela Super Champions porque foi um intervalo de um mês Que ele não teve uma temporada inteira pra jogar, ser impactado por lesão como ele foi nas outras, etc. E ele conseguiu entregar naquele mês, ainda com 28 anos. Não era um jogador interessante.
Em 22, ele não jogou mal, mas ele já não conseguiu jogar a Copa inteira.
Já foi muita lesão, ele já machucou no primeiro jogo, ficou até o quarto machucado. Então assim, é uma parada pra mim que decisões de carreira fizeram com que o Neymar não fosse o Neymar alto que a gente imaginou que ele seria. Ele foi um pico muito alto e aí ele foi caindo, caindo. E a gente não foi percebendo porque não teve substituto na seleção, não teve ninguém para ocupar aquele lugar. E de fato não teve. Mas, cara, ficou óbvio para quem quisesse enxergar a partir de 22 que o Neymar tinha acabado.
Quem quisesse olhar, tava pronto ali, ó. A partir de 22, de 23 em diante, na lesão do Al-Hilal, que ele rompe o LCA, fudeu, rapaziada.
E assim, e assim, é, outros jogadores que foram tão bons ou melhores do que ele, né, não tiveram as mesmas oportunidades que ele teve.
A cadeira cativa, a cadeira cativa.
Então Ronaldinho Gaúcho não teve, o Kaká não teve, o próprio, o próprio Ronaldo também não teve. Depois de 2006 foi tipo, entrou o Dunga e fez uma limpa, aqueles. E os caras tinham idade ainda, né, tipo tinha jogador ali que dava. O Ronaldinho Gaúcho nunca mais jogou uma Copa, né, depois de 2006. Então assim, Ele já, ele já teve mais privilégios do que esses caras e agora acabou, cara. Tipo assim, realmente acabou, chega. Pro bem, pro bem da próxima geração aí que vai, que vai ficar, vai fazer esse ciclo aí, tem que acabar.
E que quem gosta dele, quem é fã do Neymar e tal, que fique com as memórias, com os lances dele. Tá tudo gravado aí, entra no YouTube aí, DVD, é só assistir, pô.
Bom, Felipe Figueiredo, Neymar.
Eu tenho muitas opiniões e fui contemplado em várias falas de vocês aqui. Eu, o que eu acho na verdade mais chocante em relação ao Neymar é um pouco que vocês falaram no último agora, é o nível de proteção que ele tem dentro do futebol, incluindo aí a mídia especializada do futebol, grupo qual eu não me incluo, né? Mas chega a ser coisas surreais. E por que eu digo isso especialmente? Porque a falta de cobrança também gera um acomodamento.
Ele tem uma— hoje, né, ele é uma marca e tem relações de negócios também extremamente complicadas, lideradas por uma figura muito opaca, né, que é o pai dele. O pai dele tem um nível de influência hoje no futebol brasileiro que eu acho que pouquíssimos empresários tiveram antes, e nenhum deles era porque era o pai de um atleta. E eu devo destacar que assim, muito se fala do, se liga Neymar e lesões, né? O Neymar teve algumas lesões complicadas, sim, porém muitas das lesões do Neymar elas são possivelmente explicadas por profissionais do ramo, por questões musculares, muitas vezes ligadas a baixo rendimento em treinamentos, tá?
Então, o que que eu quero dizer com isso, né? As lesões do Ronaldo Fenômeno, por exemplo, elas são lesões que se um ser humano normal como eu ou vocês tivéssemos, nós estávamos andando de bengala aos 30 anos de idade. O Reinaldo, Ronaldo Fenômeno, era não apenas um excelente, um atleta muito bem fisicamente apto, mas ele também teve todo um aparato médico especializado ao dispor dele. O Neymar, as contusões do Neymar, elas são na maioria das vezes musculares ou derivadas de problemas musculares, e isso muitas vezes tá ligado a poucos treinos, treinos com pouco rendimento.
No período do PSG dele, você teve comentários na imprensa francesa, né, falando que ele consumia, né, quantidades talvez não muito saudáveis de bebidas alcoólicas, o que leva a um prejuízo muscular. Isso não é uma visão moral sobre a bebida, é uma visão fisiológica, tá? É só ver, por exemplo, que o Zé Roberto, que não bebeu uma gota de álcool na vida, hoje, até hoje, ele tem quase 50 anos, é um touro e encheria nós 4 de porrada sozinho, tá?
Questões como vida extracampo, etc. E aí algum ouvinte pode falar assim, mas pô, Felipe, vocês falam, por exemplo, do Romário. Romário também aproveitava para caramba extracampo. Romário tem uma famosa frase, né, que o problema dele não era bebida, o problema dele não era esse, não era aquele, o problema dele era o negócio dele era mulher só, né? E quando você olha, por exemplo, Por exemplo, para o Ronaldinho Gaúcho, né, o Ronaldinho Gaúcho foi um cara que teve a carreira abreviada pela farra, isso ninguém nega, nem ele mesmo.
Sim, sim.
Só que ele abreviou essa carreira depois de, por ali um período de 4 anos, apenas 4 anos, ter sido um dos maiores jogadores já vistos em um campo de futebol. O Neymar abreviou essa carreira por dinheiro e ego quando ele troca o Barcelona para ser o PSG. Pra ser o cara do PSG, um projeto esportivo que ainda tava começando, muito girava basicamente em torno da grana, etc. Então, o Neymar tá nessa categoria pra mim de adeus, nunca mais.
Só que eu acho que o mais incrível pra mim é o nível de proteção que ele tem, inclusive sobre erros e decisões dele, da carreira dele, e num estágio da vida que talvez já não sejam mais justificados. Não é justificado que um atleta de 34 anos de idade, que é pai de várias crianças, ao descontar o placar de 2 a 0 batendo um pênalti, se preocupe mais em discutir com o goleiro do que em pegar a bola e correr logo para o meio-campo incentivar os companheiros dele.
Essa cena emblemática é quando se fala em 2022 que o Brasil foi eliminado porque os caras decidiram atacar no último minuto. Isso falta, isso passa pela falta de liderança em campo. E aquela zona jamais ocorreria com uma referência como Ronaldo Fenômeno. Ronaldo Fenômeno falaria: taca a bola para mim, eu prendo a bola aqui na frente, vocês ficam aí atrás e acabou, a gente enrola o tempo, ganha o jogo, tá? Denilson fez isso numa Copa do Mundo.
Denilson teve a liderança e a maturidade que o Neymar não teve numa Copa. Isso é absolutamente surreal.
Felipe, só um exemplo disso que você falou, que até aqui no programa a gente falou: puta, nem comemorei gol de pênalti do Neymar, porque, puta, ali não dava mais e tal, não sei o quê, né, pelo jeito que tava jogando. Mas assim, na final de 22, o Mbappé faz um gol de pênalti aos 80 minutos, ele corre para o gol, pega a bola, leva para o meio-campo, aos 81 ele faz o segundo gol, ele empata com a Argentina. É só olhar aí o scout do jogo, vocês vão ver.
Um minuto depois a gente teria essa chance, a gente teve na verdade, né. Então daria para ele de ter tido o mesmo ímpeto de um cara que na época tinha 23, que era o Mbappé, 23 anos, e com um cara com 10 anos a mais não teve esse.
Então assim, realmente é um fim lamentável, melancólico para o jogador que ele poderia ter sido. E mais do que nunca, o Neymar hipotético, ele é muito maior do que o Neymar por conta de coisas.
O que eu acho foda, o que eu acho foda assim é o seguinte: o Ronaldo Ronaldinho Gaúcho, é, a galera fala assim, ah, carreira foi muito curta, ele podia ser muito mais, tal, não sei o quê. Ele falou assim, a minha carreira foi o bastante para eu realizar todos os meus sonhos. E foi campeão de uma Copa do Mundo, eu fui o melhor do mundo, eu fiz tudo que eu queria. Então, e quando, quando ele deixou de ser convocado e tudo mais, ele simplesmente largou que é diferente de um cara que 3 anos sem jogar bola, ele volta porque ele, eu quero jogar mais uma Copa do Mundo.
Para quê?
E aí, por sua causa, por causa do Brasil, eu quero ajudar o Brasil a ser campeão, ou eu quero vaidade?
É a vaidade dele, né? E botar os parça todo, né, os influencers aí, os jornalistas todos para fazer pressão.
Pô, hoje, desculpa, gente, eu vi um vídeo do Fui Clear Ontem, eu vi um vídeo do Sormani ontem, eu até compartilhei, que eu fiquei horrorizado. Os caras falando que o Ancelotti é o culpado porque ele forçou o Neymar fisicamente a se preparar. Falou, se o Ancelotti chega no Neymar em janeiro e fala, você já tá na Copa, só se prepara fisicamente, acho que é melhor. Veja bem, os fãs, os defensores do Neymar, porque não são jornalistas pra mim, são fãs, eles estão dizendo que o Ancelotti exigiu que um jogador de futebol profissional jogasse futebol profissionalmente.
Totalmente. E esse foi o crime do Ancelotti, esse foi o problema. A partir do momento que ele tem essa proteção, inclusive midiática, mas que vai muito além da mídia, vai dos caras da bola, dos ex-jogadores, Romário falando ele tem que estar lá, ele é o diferente, ele é o cara. Toda essa proteção que ninguém teve, essa carcaça, é o que levou a gente a esse momento.
O povo fechou o Luxemburgo falando que o Ancelotti errou, errou muito, porque ele tinha que ter usado muito mais o Neymar.
Então, mas aí, aí, o ponto do Romário é que eu acho que é o, quando ele fala que tem que estar lá porque ele é diferente, é meio que um, uma defesa dele mesmo lá atrás, quando que ninguém fez para ele, entendeu? Então, como ninguém fez para ele, ele tá, eu até entendi, sabe?
Muito mais do Romário quando ele se colocava no patamar de Pelé primeiro, ele segundo, e era isso aí, porque fazia muito mais sentido. Porque não é sobre o Neymar, é sobre o Romário. Se for sobre o Romário fala, não, Neymar não pega no meu pé, pô, eu sou muito melhor que o Neymar.
O Romário acabou quando fala, você ou Messi, ele empate. Aí é foda, não dá.
E já que estamos palpitando sobre o futuro da seleção brasileira, por que não eu deixar um palpite aqui sobre um jogador que eu acho que vai ser crucial na reconstrução da nossa amada seleção? Eu não consigo imaginar que a seleção brasileira não passe por ele. Então já vou emprestar junto com a Netshoes aqui no Bloco do Bigode o meu bigode pra ele, o garoto que pra mim tem a missão de reconstruir a armação das jogadas do Brasil.
Eu tô falando dele, o meu candidato à camisa 10, substituto de Neymar, Estevão, ex-Palmeiras, atualmente jogador do Chelsea. Tem as características pra mim essenciais de um camisa 10. Dribla bem, corre bastante, passa muito bem e é imprevisível, criativo. Eu não consigo vislumbrar uma seleção brasileira que não passe pelo Estevão como o centro da criação das jogadas. Então, Estevam, se vira, meu garoto. Você tá com meu bigode, assume essa responsa e se transforme nessa peça importante para a seleção brasileira.
E para você que tá acompanhando a Copa e ainda não garantiu a camisa da sua seleção favorita, presta atenção nessa dica da Netshoes. Se você ainda não comprou na Netshoes, tem cupom para você, o cupom NERD10. Com ele, os novos clientes ganham 10% de desconto na primeira compra. E sim, óbvio, desconto também vale para as camisas do Brasil e das outras seleções que estão disputando o torneio. É só entrar no site ou aplicativo da Netshoes, escolher a tua camisa, e aí na hora de fechar o pedido aplicar o cupom NERD10.
Lembrando, o cupom é válido para primeira compra de novos clientes e ainda tem parcelamento em até 10 vezes sem juros no cartão nas camisas do Brasil. Aproveita, tem QR code na tela e tem link na descrição. Já garante o seu manto e espalha essa dica para galera. Valeu, Netshoes! Bom, gente, a gente já tá com um programa longuíssimo nessa, é, O xadrez verbal de duração foi do Felipe.
Eu sabia que a culpa ia ser minha, sabia.
E quero agradecer mandando o nosso fim de jogo nesse momento. A pito árbitro, fim de jogo! Hoje, dia de lançamento desse programa, tem França e Marrocos, 4:45 na Twitch do Jovem Nerd. Quem quiser assistir comigo lá transmitindo, manda bala. Lembrando, tá gostando do Jovem Nerd Esporte Clube? Quer que a gente continue depois da Copa ou algo assim? Por favor, engaje numa parada importante que a produção do Jovem Nerd preparou um form, né, uma pesquisa na descrição do episódio sobre o Jovem Nerd Esporte Clube.
O link tá na descrição desse programa aqui. Façam isso por nós, que a gente quer muito que esse programa tenha longevidade, que ele não pare no fim da Copa. Vocês têm sido incríveis como audiência, mas essas informações vão ser muito importantes para a galera do nosso time comercial e para nossa produção, para a gente ter as melhores informações possíveis para pensar no futuro para gente. Então tem QR code na tela que eu coloquei aqui na edição. Por favor, ajudem a gente preenchendo essa pesquisa.
Marcelo, de volta aqui para trazer os outros convidados também e novos convidados.
Boa! Tem trivia hoje, Marcelo?
Lógico, porra! Que isso?
Opa!
Ó, em cima do que a gente falou hoje aqui também, falamos bastante do Pedro hoje, né, joga no Flamengo, não sei o quê. Eu quero saber dos senhores quais foram os 5 últimos gols que o Brasil fez em Copas com jogadores que estavam jogando por times brasileiros no período, né, que foram convocados estando em times brasileiros, chegaram na Copa e fizeram um gol. Rapaz, não tem 54 É o guia da trivia.
Fred, Fred em 2014.
Fred em 2014 é o jogador mais recente, ele tava pelo Fluminense, ele é o jogador mais recente em 2014 a fazer um gol estando como jogador de um time brasileiro. Aí agora tem que voltar mais para trás, tem que, tem que voltar.
Ai, caralho, 2002 só Ronaldo e Rodolfo Rivaldo fizeram os gols, e Ronaldinho não tem. Edmilson fez um, não lembro se Luizão ou Edilson fizeram gol em 2002? Acho que não, cara. Luizão fez gol em 2002? Eu não lembro.
Não, não, não, não tem ninguém em 2002, mano.
98, 98 tem.
Essa é difícil, hein? É difícil. 98, o Bebeto tava no Botafogo.
Bebeto, Nossa Senhora, eu nem lembrava disso.
Ele tá em terceiro lugar. Em segundo lugar tem o Robinho. Em 2010 ele tava jogando no Santos.
Ele já tava no Santos em 2010? Achei que ele tava no Milan.
Tava no Santos. E aí, aí os os outros dois, o quarto e o quinto, é mais para trás, vai, volta mais, são da mesma Copa, Copa de 86.
Josimar, Josimar tava no Botafogo?
Não, não, não tá na minha lista aqui, desculpa.
Então tá furada a tua lista.
Pode ser, mas é de 86.
Quem são os da sua lista aí, Marcelo? Quem são os da sua lista?
O Careca tava no São Paulo em 86 e o Sócrates, Doutor Sócrates, tava no Flamengo em 1986 também são os últimos 5 gols aí na Copa de 54. Tem um aqui para você também, Tucano, que eu sei que você é negacionista dessa Copa.
Aí já tem vários, né?
Aí, porra, não, não tem um só. Pelé, todos, ó, tem um aqui na minha lista. Julinho Botelho jogava na Portuguesa, tá bom?
Josimar jogou, jogou no Botafogo de 81 a 89, portanto em 86 ele tava no Botafogo e ele fez fez não um, mas dois gols nessa Copa.
Tucano é o vencedor da trivia. Parabéns, Tucano.
Não, mas agora posso falar, posso fazer um mea culpa aqui, que agora que eu fiz errado a trivia, porque não era, eu sabia, eu sabia, não era, era o último gol de cada time. Então do Fluminense foi em 14, o do Santos foi em 2010, Entendeu? Foi assim que essa que é a data da Copa. É, mas o mais recente é do Fred mesmo, em 2014. E aí, tipo, mais recente do Santos é em 10, o do Botafogo é em 98, do Vasco deve ser o Dinamite, 78. O do Vasco é Dirceu, Dirceu, Dirceu em 78 também, mesmo ano, né?
Do Cruzeiro, Anelinho em 78, do Inter, Valdomiro em 74, do Palmeiras Vavá em 62. Minha avó que sempre defendeu o Vavá aqui na minha família.
Exato, do cara à metade, pô, tá louco.
Esse mesmo, esse mesmo. Bom, beleza, muito obrigado Marcelo Bassoli. Para a gente liberar nosso convidado, vamos de Top Fans rapidinho. Vamos, Top Fans do Marcelo Bassoli.
Ó, queria mandar um abraço aqui para o Gui Fernandes, que ele veio me dar um deu um conselho aqui. Ele veio falar que o ódio é um sentimento muito forte e deve ser contido. E esse ódio contra a seleção da Argentina tá mais que certo. Se tiver um jogo da Argentina contra a fome mundial, ele é a favor da fome.
Então é isso aí.
E também, e também a Natsumi Saito Tomishige, que ela mandou aqui, que ela disse que o ela trouxe aqui a questão do Cavaleiro dos Sete Reinos, né, que ela disse que o Baelor Targaryen lutando no Julgamento dos Sete é tipo o Messi, assim, não tem nada, ele é o protegidinho da luta aí, da guerra.
Então um grande abraço, cara, excelente.
O meu top fãs vai para toda a equipe de arbitragem do jogo de amanhã, França e Marrocos, de hoje, de hoje, de hoje, é de hoje, de hoje, França e Marrocos, é representado aqui pelo, pelo Telo, né, que são Facundo Telo, nome dele, não, Texo, que é a primeira vez que vamos ter aí jogo de Copa do Mundo, todo mundo é argentino.
Legal demais, zero problemas, faz parte da vida adulta.
Argentina já foi eliminada inclusive, né?
Arbitragem contra Egito era da França, arbitragem era da França.
Exato, arbitragem contra Egito era da França.
Que delícia. Bom, então um beijo também para o Infantino.
Exato, um abraço, Infantino, um abraço. Gente boa, gente finíssima.
Esse é o Top Ifans do Dani.
Ana Maria Moura mandou: você é tão foda que tá merecendo um programa eterno no Grupo Jovem Nerd. Me dane já! Atenção, contrato vitalício, é agora, Magalu! Só fechar. Grande abraço! Um abraço para o nosso querido Felipe Figueiredo, nosso convidado que chegou aqui, topou demais. Seu top fãs, Felipe, manda seus abraços.
Esse é o top fãs do Felipe Figueiredo.
Eu não tenho um top fãs, acho, no momento. Apenas agradecer o convite, agradecer o papo e convidar os ouvintes aqui do Jovem Nerd Esporte Clube a quem sabe acompanharem um programa que o Tucano já, já foi gentil demais de mencionar aqui, que é o Fronteiras Invisíveis do Futebol, que é o nosso podcast de história e esporte no xadrez herbal, que voltou nesse ano de 2026, né, uma nova temporada.
Maravilha! Pô, isso aí é Vira primo aqui do Jovem Nerd. Não tem jeito, xadrez verbal, fronteiras invisíveis.
Só tem uma crítica a esse programa, que é vocês não acreditaram no Cabo Verde.
Tá aí, ó, como assim?
Fica a reclamação, porque vai sair, vai sair episódio de Cabo Verde, vai terça-feira.
Olha aí, você que queimou largada.
Não, foi bom, serviu de spoiler. Olha aí que maravilha. Então, olha aí, gente, é com grande prazer que encerro Eu encerro por aqui a transmissão do Jovem Nerd Esporte Clube, trago o nosso apito final. Espero todos vocês no nosso próximo episódio. Alegria e tranquilidade, até amanhã! Esse episódio do Jovem Nerd Esporte Clube é mais um episódio editado por mim, Príncipe Vidani. Ai, em pleno feriado, episódio de 2 horas. Hoje foi foda, mas alegria, tamo junto, amanhã tem mais!
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Mantos da seleção brasileira