UMA CACHORRADA DESSA! | Fofoca Na Calçada
Fofocas que são a verdadeira ração para a nossa cãogregação! Aqui vai um episódio todo de doguinhos fofinhos substituindo os nomes reais de pessoas que fizeram a maior cachorrada em suas vidas. Mais pet friendly que a gente? Tsc tsc tsc! Não há!
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Leila
Glau
- História de Fracasso de Seu Sapato (Vinícius) - Conclusão do MotelOcorrência policial em motel · Boxer (dono do motel) · Fila Brasileiro e Liaza (hóspedes) · Priscila da TV Colosso e Galga Espanhola (acompanhantes) · Acusação de roubo e revista · Resolução do caso pela polícia · Segunda ocorrência com as acompanhantes · Revelação do envolvimento do Pastor Belga
- Automação de CRM e VendasAmbiente de trabalho tóxico e desorganizado · Schnauzer Gigante (novo chefe) · Comportamento inadequado do chefe (palavrões, piadas sexuais) · Acúmulo de trabalho e delegação para subordinados · Férias simultâneas e confraternização · Reunião com a chefia e reclamações · Roxane Toy (colega odiosa) · Automação do trabalho com IA
- Gravidez contra as oddsCasal Spitz Japonês e mãe da narradora · Descoberta de cartas de amantes · Vingança com Pug · Gravidez e paternidade atribuída ao Spitz Japonês · Nascimento de olhos azuis e mudança para castanhos · Teoria sobre pessoas de olho azul não serem confiáveis
- Pagamento do presente e descoberta do golpeEmpresa de software com funcionários "fazendo papel de trouxa" · São Bernardo (dono da empresa) · Border Collie (assistente com acesso à conta) · Transferência fraudulenta de $26.000 · Golpe do e-mail hackeado · Tentativa de reaver o dinheiro · Segunda tentativa de golpe com cartões vale-presente · Decisão de não contar ao chefe sobre o segundo golpe
- Link ao Vivo: O Açude do CajuzãoVisita a uma obra pública no Ceará · Destruição de cidade para construção do açude · Cachorro Bidu como guia · Comportamento agressivo e xingamentos do Bidu · Interrupções constantes do Bidu à professora Laica · Exigência de 122 perguntas e redução para 12 · Declaração de que o Cajuzão é mais importante que família · Crítica ao Brasil pelo Bidu
- Histórias com animaisUso de aplicativo de encontros (Delivery Amarelo) · Encontro com casal Maltese e Bouterie · Experiência a três e posterior encontro com Maltese · Bloqueio no aplicativo após os encontros · Reencontro com Bouterie e percepção de 'pedágio' · Separação do casal Maltese e Bouterie · Discussão sobre ghosting e relacionamentos abertos
- Fofoca na Calçada: Abertura e ApoioApresentação do podcast e formato · Pedido de apoio financeiro aos ouvintes · Canais de apoio (Apoia.se, Patreon) · Benefícios para apoiadores (Grupo Telegram, gravações) · Formas alternativas de apoio (compartilhamento, 5 estrelas)
- Transição da dança para o exército e a escritaVovô do Dance: coreógrafo · Cringe como vanguarda artística · Dança e longevidade · Miau na Cozinha: produtora de conteúdo ASMR · Conteúdo cozy e comfy · Mãe solo e gatos
- Motoristas e TransporteExperiência com motorista de aplicativo · Motorista encarando pelo retrovisor · Motorista fazendo perguntas invasivas · Elogios com cantada gospel · Resposta assertiva da ouvinte
- Identidade do Médico· SociedadeDoutora Lupita: médica inovadora · Estética e identidade de moda da Lupita · Inspiração em Shakira · Vanessa Varelab: influencer fitness · Reinterpretação de coreografias · Empoderamento feminino
É você mesmo, fofoqueira! Não se vença não!
Mirella, corre aqui!
Fofoqueira do inferno!
Baixaria você!
O quebra-pau foi grande, né?
Foi grande, se ela vir tem outro de novo!
Fofoqueira do inferno!
Traz a cadeira, menino! Pera, pera, pera, pera! Segura o play um minutinho que eu preciso abrir o coração para você poder abrir sua carteira, ouvinte. Porque a gente já tem intimidade para eu nem fazer mais negócio de rodeio sobre o fato de que este podcast tem boleto para pagar. E quem paga esse boleto somos nós, quer dizer, são vocês, ouvintes pagãos, apoiadores, tá? Você, ouvinte raso, raso, mas de cartão de crédito generoso.
Então, se essa congregação faz parte da sua semana, se você já chorou de rir no busão ouvindo a ouvinte. Se você já largou a louça ali pela metade para terminar um episódio, tá na hora de oficializar essa relação. Vá na descrição do episódio, escolha o canal que melhor lhe serve. Tem o apoia.se/hojetempodcast, tem o patreon.com/hojetem para quem quer apoiar aí em outras moedas. Os links estão todos disponíveis na descrição deste episódio, tá?
Para você contribuir, é só escolher o seu e clicar. E o que tu ganha sendo o nosso ouvinte pagão? Tu ganha entrada no grupo de Telegram, nosso culto que nunca acaba. É uma assembleia de fofoca full time, com amizades, encontros pelo Brasil, e ainda a chance de participar de gravação ao vivo, igualzinho essa galera linda que é a cara do Brasil. Agora, se a grana tá apertada, dá para você fortalecer a gente de outro jeito, sem tirar um centavinho do bolso: compartilhando o episódio nos stories, tagueando a gente, mandando nos grupos de Zap, de Telegram que você quiser, postando no Blue Sky ou na bosta do X, no Instagram, onde você tiver uma Presencia Digital, compartilha a nossa palavra, quer dizer, o nosso episódio.
E o mais importante, dando 5 estrelas também no aplicativo que você ouve a gente, ativando o sininho, porque é assim que você mostra para o algoritmo que nós somos relevantes e também você recebe notificação na hora em que o programa é publicado. Bom, a coletinha foi feita, o dízimo já está registrado no céu. Agora vamos para o que interessa, que hoje tem partilha boa.
Bom dia, boa tarde, boa noite, meu ouvinte burro, raso, superficial, sem repertório e acima de tudo vira latinha que eu tanto amo e farejo de longe, mas que a gente fareja com carinho e coloca na coleirinha do afeto. Mais um culto começa aqui no Fofoca na Calçada, o podcast gospel de ética fluidíssima, onde a gente não julga, a gente adestra a partir de fofoca— perdão, a partir de partilhas que vêm para edificar e ensinar. E hoje, segura na guia que o tema é uma cachorrada dessa, porque sim, porque a gente ama nossos cachorros, ama todos os cachorros do mundo. E vocês vão ter que aceitar.
Sim, sim, sim! Pois é, minha gente. E por isso mesmo, a brincadeira do episódio é a seguinte: cada personagem das partilhas que a gente vai contar, desde o protagonista até aquela pessoa mais fuxiqueira ali que tá fazendo figuração, vai receber o nome de uma raça de cachorro. Que cachorro o quê? Não sou cachorro, não! Então pode aparecer um Golden Retriever traindo, uma pincher passando pano pra um macho pastor alemão, um pug surtando, um vira-lata caramelo sendo vítima.
E se você tem um caso da vida alheia, de alguma coisa que não nos diz respeito, mas que pelo amor de Deus você tem vontade, quer compartilhar e você vai, manda pra gente no email contato@hojetempodcast.com. Lembrando sempre de substituir o nome real dos personagens por famosos, celebridades. Hoje a gente tá usando cachorro, mas não é usual não, tá? Gente importante que nem viveu nada daquilo, só pra constar mesmo, tá? É pra despistar.
Hoje a gente trocou por raças caninas pra deixar a congregação de queixo caído. Com a língua de fora e o rabinho abanando. Então vamos lá! Mercado Livre! Opa, opa, opa, gente, pera aí, chegou coisa boa aqui! É do Mercado Livre, Glau! Olha, chegou mais rápido do que eu consigo tomar uma decisão na minha vida. Deixa eu ver o que que tem dentro aqui. Tem o meu batom cor de boca, porque eu não enfrento nada na minha vida sem uma boca bonita.
Tem o sérum, que eu não tô nem aí pro preço, porque o Melly traz bem mais em conta pra mim, mais rápido e sem drama. E além Além disso, gente, depois que eu descobri que o Mercado Livre entrega mercado, meu amor! Agora sou daí, eu comprando por lá. Amaciante, a minha aveia, porque eu sou uma senhora. Meu sabão concentrado, o cafezinho para eu regar meus lábios de fofoqueira. E agora eu e o Brasil temos um motivo a mais pra amar o Mercado Livre.
Porque ninguém mais, ninguém menos do que a Anitta! Anitta! Deu o nome nesse set do set. E todo mundo vai poder fazer uma bela comprinha. Opa, quer dizer, uma comprita. Tá liberado comprar tudo que a gente gosta com até— peraí, não é possível— 70% off. Comprita é se dar aquele recebidinho pago em até 24 vezes sem juros com cartão Mercado Pago sem juros. Comprita é não pagar frete em compras a partir de R$19. Eu preciso mesmo admitir que a vida ficou melhor, mais fácil e com mais oferta boa com o nosso novo parceiro oficial aqui do podcast, Glau. É verdade.
O Mercado Livre.
Aí ele desceu na nossa calçada, puxou uma cadeira também, sentou junto e disse: "Os fofocas merecem o melhor, e o melhor chega antes no Mercado Livre." E como tudo do Mercado Livre sempre pode mudar para melhor, o nosso patrocinador Simplesmente Amigo trouxe um calço daqueles de colecionador antes do tempo. E vocês vão poder ouvir uma fofoca, quer dizer, uma partilha especialíssima agora mesmo, antes da hora da partilha dos ouvintes.
Coisa boa, hein, Glau? Uma partilha de altíssima qualidade escolhida a dedo, embaladinha com plástico bolha de tão preciosa, chegando fresquinha sem atraso.
Pois é, minha irmã, o Mercado Livre já entendeu que ninguém merece esperar pra se divertir. E olha, eu falo isso com propriedade, hein? Porque a minha última leva de compritas no Mercado Livre foi ração pros meus meninos de quatro patas, que sim, eles têm tudo do bom e do melhor. E não, eu não me arrependo de absolutamente nada. E ainda uns brinquedos de pelúcia, porque eles merecem. E eu sou assim. Mas pera aí que agora tem novidade no meu carrinho.
A minha sobrinha nasceu, eu quero contribuir com um enxoval. E quem você acha que tá garimpando item de bebê no Mercado Livre às 11 da noite? Fralda, babador, livrinhos.
Tu?
Eu, que tô sendo, tô sendo o melhor tio. E o Mercado Livre tá me ajudando a não envergonhar a família. E se é pra fazer compritas, o negócio é aproveitar o 777 do Mercado Livre, porque tem até 70% off, 24 vezes sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis a partir de R$19. Gostaram? Pois vocês vão gostar mais, porque começa agora o quadro A Melhor Entrega Chega Antes pelo Mercado Livre, que vai dar aquela encorpada no programa com um caos bem contado, com começo, com meio, fim e ápice incluso, graças a Deus.
Ai, importante!
Obrigada, Mercado Livre, vocês fazendo tudo por nós. Entregue com a rapidez que só o Mercado Livre entrega. Então prepara o ouvido, ouvinte, que o Mercado Livre fez a parte dele. Agora faça a sua, quer aproveitar o set do set do Mercado Livre, fazer suas compritas e ser feliz com essa entrega, que é, amiga, nada mais nada menos do que uma perfeita entrega, uma clássica entrega. Veio de plástico bolha. Ó, vou até estourar aqui. Partilha de Carla Bruni. Ai, que saudade que eu tava!
Meu Deus, tão cedo, tão cedo, tão cedo. Começou tão— ai, obrigada, Mercado Livre!
Trouxe de volta Carla Bruni, que tava algum tempo já um pouco longe. Obrigado por tudo.
É, ou seja, tem entregas internacionais mesmo. Sim, que Carla Bruni está fora do Brasil agora.
Oi, Leliglau, tudo topíssimo? Aqui é Carla Bruni, ou seria se estivesse viva. Hoje trago uma pequena partilha que coletei aqui no Nordeste. Essa partilha se passa na capital de Patrulha Canina e me foi contada por Bacê, uma policial civil. Uma noite, Bacê e seu parceiro policial Pastor Belga foram chamados para atender uma ocorrência em um motel extremamente fino, tão elegante quanto calça de cintura baixa, o Carrapatos Motel.
Como o nome sugere, era um ambiente de higiene duvidosa, onde tudo era permitido. A escolha para quem não tinha nenhuma opção, melhor. Quem havia acionado a polícia era o Boxer, dono do Carrapatos Motel. Boxer recebeu os policiais e foi os guiando por um corredor estreito, iluminado por uma daquelas lâmpadas usadas para bater em LGTV em São Paulo.
Meu Deus!
Contra essas coisas não há lei. As paredes com uma ameaça de reboco de cimento e um aroma de sunga molhada esquecida por 5 dias na máquina de lavar roupa fechada no verão. Conforme passavam pelas poucas e finas portas, diferentes e peculiares sons se apresentavam. Basset e Pastor Belga chegaram em um dos quartos onde estavam Fila Brasileiro e sua esposa Liaza, e duas do Tchob. Que horrível isso. Galga Espanhola e Priscila da TV Colosso.
Uma travesti esbelta e bem alta. Eu gostei que a Priscila da TV Colosso virou uma raça de cachorro, né? Porque ninguém sabe o nome da raça, então vamos chamar de Priscila.
Quem é ela? Ninguém sabe o nome da raça. E eu quando vou na rua, esses cachorro tem muito no exterior, quando eu tô em Nova York, algum país frio, eu vejo um maior do que um ser humano, eu digo: "Um Priscila!" Não importa o gênero do cachorro, com qual ele se identifica ou nasceu, eu sempre chamarei: "Olha, um Priscila da TV Colosso!" Você perguntou à Boxe qual era a ocorrência, ao que Ele respondeu: esses fuleiros vieram aqui e agora tão falando que não tem dinheiro para pagar a pernoite.
Bassei para a boxe: e quanto é a pernoite? R$100. Bassei chocada, mas não surpresa pelo valor da pernoite. Então, fabuloso estabelecimento, virou para o fila brasileiro: tu não tem R$100 aí, parceiro? Eu gostei, é uma polícia resolutiva, a polícia conciliadora.
Sim, sim, eu gostei mesmo, porque eles querem o quê? Evitar— cadê a Carla Janja aqui? Evitar a superlotação do judiciário.
"Sim, sim, eu gostei disso, eu gostei, tá? Um beijo pra policial Basset desde já." Fila Brasileiro, que estava apenas de bermuda em seu corpo de maratonista, começou a se explicar: "Eu tenho, dona policial. Sabe o que é? Eu e minha mulher aqui, a Yassa, viemos aqui com as meninas e eu tinha trazido R$100 no bolso, só que agora, na hora de ir embora, os R$100 sumiram. Uma dessas duas roubou." O policial pastor belga interveio: "Calma lá, rapaz.
Tu não pode sair dizendo que as moças te roubaram sem ter prova." Alciliassa reforçou: "Roubaram sim, seu polícia. Que eu mesmo vi que ele tava com o dinheiro no bolso da bermuda quando a gente chegou." Priscila da TV Colosso e Galga Espanhola começaram a ficar nervosas com as acusações injustas, ameaçando descer a mão na cara do casal. "Ah, pronto. Vocês trazem a gente aqui, não pagaram a gente e agora acusam a gente de roubar?" Boxer, querendo resolver logo o problema para liberar o quarto— gente, coitado, né, do dono do Carrapatos.
O pobre do empreendedor do Carrapatos Motel.
Querendo resolver logo o problema para liberar o quarto para os próximos hóspedes, pediu à dupla de policiais que então realizassem uma revista nos presentes. Embora Bassetti tivesse previsto isso, o pedido lhe causou um suspiro profundo, pois segundo ela, fazer revistas é desagradável demais para todo mundo, porque, suas palavras, muitas vezes as pessoas estão fedendo.
Vai ver esse cachorro fedor, ele tá aqui. Eu nunca tinha pensado sobre a ótica do revistador.
Isso explica muita coisa. Isso explica inclusive porque algumas revistas elas são, né, feitas de forma—
nossa, revista de show, meu Deus do céu!
Eu agora entendo. Não é porque as pessoas não são eficientes, é porque as pessoas são seres humanos antes de tudo, né?
São vigilantes e sanitários.
Isso, narizes funcionam.
Eu queria inclusive perguntar aqui para o chat, principalmente as meninas. Quando eu vou em show, amigo, eu abro a bolsa ou no parque de diversão, eu abro a bolsa pra que vejam o que eu tenho.
Sim.
Não é pra eu abrir? É pra eu abrir, eu vou abrir. Mas eu não vou só abrir, eu reviro, ó. Embaixo desse gloss, ó, não tem nada. E eles não querem ver. E quando eles não querem ver, eu fico arrasada!
É a policial quase dizendo assim: "Passa, menina, passa!" É, e eu fico...
Já ajuda, meu. Eu fico arrasada, porque eu fico assim: "Olha aqui". Aí eu fico: "Ó, esse meu mini perfume aqui, Kayali". "Olha esse gloss, que incrível". "Essa fixação". Não querem ver!
Porque, de certa forma, a gente quer a estrelinha na testa de que a gente é uma pessoa...
Revista.
Sim, é para aquele evento. A gente quer.
A Cris disse que é a revista reiki.
Exato, a revista com Darlene. E era o caso. Além do cheiro característico do Carrapatos Motel, gente, tô com pena de policial, havia o aroma de suor de bunda, meu Deus, subaqueira e pós-coito naquele alegre grupo.
Que legal!
Que triste, meu Deus. Basset revistou Lhasa e Galga Espanhola, e Pastor Belga revistou Fila Brasileiro e Priscila da TV pouco cabuloso. Não sei por quê, não me perguntem. Às vezes foi um zero ou um para ou ímpar que aconteceu nos bastidores e vocês não viram. Nenhum dinheiro foi encontrado e fila brasileiro foi ficando muito nervoso. Disse que não tinha cartão nem outro jeito de pagar, que tinha só aquela nota de 100 que sumiu.
Boxer dizendo que ninguém ia sair antes dele receber pela pernoite, e as meninas do job putaças porque estavam perdendo tempo ali. Gente, mas também vou dizer uma coisa, Boxer, eu sei que tá difícil, Mas porra, meu irmão, assim, às vezes R$100 é o valor de você não se estressar, né? Eu pensaria dessa forma também.
Tu liberaria, amigo?
Amigo? O quê? Depois de uma revista eu falar: não, não, gente, ó, dia da promoção maluca.
Eu faço questão de cada centavo, eu faço questão de cada centavo. Não sai ninguém.
Vou enlouquecer, irmão. O policial pastor belga disse à fila brasileira que telefonasse alguém. Alguém, algum amigo, para vir pagar conta por ele, que não queria levar ninguém ali para delegacia.
Caramba, o Pastor Belga, ele realmente estava obstinado a não abrir BO.
Os melhores policiais já vistos na história do Brasil.
É, a gente tem que também enaltecer quando trabalha direitinho.
Gente, deu mil soluções para esse caso e não agrediu ninguém. Não agrediram ninguém.
Eu sou uma mulher casada, eu sou da paz, não quero atrapalhar ninguém, tá bom?
Conclusão: fila brasileiro teve que ligar pra sua mãe, meu Deus, Labrador e Al Carrapatos Motel, às 2 da manhã, pagar não apenas boxe, mas também galga espanhola e Priscila da TV Colosso.
Meu Deus.
Isso é um tipo de... Eu ia falar que é um tipo de pesadelo, mas eu me conheço, não me meteria numa situação dessa. Mas você ter que... Mãe, a senhora tá dormindo? O que foi? A senhora pode vir aqui no motel pagar a minha conta?
Amigo...
Isso é um tipo de humilhação, amiga, que...
Cadê a Renata, o cérebro de titânio? Renata, me liga. Me lembrar na próxima, eu vou até anotar aqui que eu tenho uma história parecida sobre isso, não minha, de outrem, de um amigo meu. E foi pior, foi o pai da menina que ele levou. Vou contar adiante, depois, outro dia.
E assim, não tem um amigo para pagar, tem que ser a mãe? Poxa. Epílogo: uma semana depois, você e Pastor Belga foram chamados para atender uma ocorrência de desordem pública e um risco à faca. Outros dois policiais, Golden e Sabujo, também chegaram junto. Galga Espanhola e Priscila da TV Colosso estavam bastante embriagadas, ameaçando esfaquear um sujeito.
Meu Deus, do nada!
Passei, conteve Galga Espanhola, e Pastor Belga foi conter Priscila da TV Colosso, que ao vê-lo disse em voz muitíssimo alta: Ei, eu lembro de você! Daquele dia no motel, você é o Pastor Belga, não é? Golden e Sabujo olharam surpresos para Pastor Belga, que ficou vermelho.
Por isso que ele não queria abrir B.O.! Por isso ele é hordeiro!
Por isso a eficiência da polícia.
Conciliador!
Enquanto Basset tinha câimbras no rosto tentando segurar o riso frouxo. É, não, é daquela ocorrência que atendemos no estabelecimento, dizia Pastor Belga.
Sim, com certeza, é sobre isso.
Gaguejando, sentindo os olhares de todos os presentes. Enquanto conduziam Priscila da TV Colosso e Galga Espanhola pra fora, Galga, sob influência, virou-se pra Bacê e disse: "Ei, é verdade, eu lembro de você também daquele dia. Posso te contar uma coisa? Foi ela, a Priscila da TV Colosso, ela escondeu R$100 em seu rabo, a banante, kkkkk." Meu Deus, meu Senhor!
Eu amo que elas não iam para delegacia, o policial estava passando todos os panos possíveis. Primeiro que elas começam, um, com: eu sou inocente, para provar minha inocência vou esfaquear alguém.
Elas disseram: sim, e são formas de provar a inocência.
Sim. E aí ele tentou conciliar mais uma vez, aí o que que ela faz? Desacato. Ela quer muito ir "Policial, liberte essa pobre alma.
Leve até o xadrez." Sim, é uma pessoa que flerta com adrenalina de ser presa.
Uhum. É, o Douglas dizendo que ela deixou o dinheiro rendendo na poupança.
Literalmente. "Fim, ninguém foi preso e Pastor Belga teve que se explicar pelos próximos 8 meses. Um beijo a todas as Priscilas da TV Colosso do Brasil." É isso. Como esses cachorros se tornam o melhor amigo do homem, né? Porque aqui tem vários cachorros.
Já vamos edificar. É, eu acho que esse cachorro, eu vou focar em um que é o pastor belga. Ele se torna o melhor amigo do cidadão.
Do cidadão.
Eu acho bom que ele tem vivências e andanças, que as vivências e andanças dele fazem dele este homem tão conciliador. E eu digo mais, quem tem rabo preso tá pronto para ocupar cargos de poder.
Amiga, eu vou indicar aqui como melhor amiga do homem a Priscila da TV Colosso, uma pessoa destinada e obstinada a proporcionar o caos, que não apenas sustenta uma mentira, deixa o dinheiro rendendo, um dinheiro que seria dela e ela prefere...
Já era dela, é verdade, porque ela roubou, era dela.
Mas o que não seria, o que não aconteceria naquela noite era o show, né? Então é uma pessoa que gosta de entreter, né?
Gosta de... Rende muito, rendeu. Artista.
E assim, eu acho que eu também tenho que fazer uma meia-culpa aqui com o nosso querido Fila Brasileiro, porque sem a sua incompetência nada disso teria acontecido. Tinha acontecido. Parabéns, Fila, sabe? Às vezes ser uma pessoa que não tem tanta aptidão na vida, né, rende.
Ele saiu de casa e conseguiu fazer 3 mulheres infelizes em um motel. Incrível, incrível! Todos tristes.
Ele tinha uma missão, ganhou 3 e falhou em todas, né? Isso é legal, isso é muito interessante assim.
Parem com os trocadilhos maravilhosos no chat, não poderei fazer. Este é um programa de família. Link ao vivo da rua, Glau. Posso começar?
Pode começar.
Eu vou começar, eu trouxe muitas coisas aqui.
Tô vendo.
Eu vou tirar logo esse da frente. O Rebull. Mais um Rebull? Mais um Rebull. O cão é muito bem articulado. Porque os meus links ao vivo, o Glau tá vendo aqui. Ou é em comércios ou é em Rebulls. Ou é em comércios ou é em Rebulls. A minha vida é um grande andar de carro de aplicativo e comprar.
Sim.
Mas esse Rebull é muito curto, amigo, esse que eu vou contar. O Rebull, eu entrei: "Bom dia, bom dia". Aí ele ficou me encarando pelo retrovisor. Eu odeio quando fazem isso. Nós mulheres odiamos motoristas quando vocês fazem isso. Fica encarando a gente pelo retrovisor. Não bastando, ele começou a olhar pra trás e olhar nos meus olhos. Aí ele queria que eu visse que ele tava me vendo pelo retrovisor. E depois fez questão que eu visse que ele tava me olhando pra trás.
Simplesmente eu me maquiando na minha paz. Coloquei lá: "Não quero conversar, temperatura amena". Não colocou amena e conversou. O que ele disse? "Por que você tá se maquiando?". Assim! Que perturbação, sabe? Sabe? 9h, 9h não, que 9 horas eu chegando. 8 horas da manhã, 8 horas da manhã, por que que você tá se maquiando?
Às vezes era um influenciador de maquiagem, não, amiga?
Aí eu, antes de responder, ele disse: Deus te fez bonita assim naturalmente.
Que horas, amiga, da manhã?
8 horas. Olha só, ele é uma moça linda dessa, mas teve isso, teve esses elogios. Aí ele começou a passar uma cantada gospel, amigo. Ele começou a dizer: você é tão linda, você é tão linda, você é um gênio, a voz, você é tão linda. Aí quando ele eu olhei feia, aí ele meteu gospel, falou assim: Deus te fez com a beleza natural.
Deus enquanto a cortina de fumaça.
É, jogou a bomba ninja de Deus. Ele falou assim: Deus te fez assim, não há ferros, nem portas. Aí ele falou assim: Por que que você gosta de se maquiar? Não, por que que você se maquia, moço?
Porque é minha a maquiagem.
Aí eu pensei assim, ele abriu, a partir do momento em que ele é inconveniente, conveniente. Fica essa dica para você, ouvinte: quando alguém é inconveniente, essa pessoa abre o portal, ela abre as APIs do coice. E aí eu falei: porque eu quero, porque eu posso e porque eu não tenho que dar satisfação para ninguém.
É isso.
Não, a Ferro olhou e falou: tá certo, tá certo. E continuamos dirigindo. E aí a temperatura amena não foi respeitada, mas a conversa foi.
É isso. É comunicação. Ai, muito se fala: "A gente tem que ter uma comunicação mais assertiva." Um soco não é um acerto em algum lugar?
É um ponto de vista, é um ponto de vista.
Ai, a minha comunicação... A gente tem que treinar a comunicação não violenta. Mas não esqueça da violenta também. É isso.
Leila, falaram que lacrou.
Lacrei.
Não, eu tive plena certeza que eu lacrei. Inclusive, na hora de dividir com os pagãos, eu lacrei, tive que lacrar. Não houve outra opção senão meter a lacriânia. Porque eu queria encerrar o assunto.
É isso.
Eu quero ser, sim, uma chata, insuportável. Nossa, não dá pra conversar com essa menina. Essa foi a impressão que eu quis passar. Está passada.
Como disse minha aluna no link ao vivo que eu já vou trazer, a gente foi tirar uma foto, ela falou: "Ah, vou soltar meu cabelo, porque agora eu tenho que performar." É isso. Às vezes tem que, amiga. Às vezes tem que. Tem. É isso. Bom, meu link ao vivo da rua, ele vem diretamente desse espaço, mas acontece um pouco antes dessa fotografia. Estava eu na semana dos cursos da construção civil do lugar que eu trabalho. E aí a gente faz toda uma semana de palestra, de oficina, é muito legal, recebe alunos de escola técnica, né?
Então assim, é um evento bem bacana, puxado e bacana. E tenta fazer uma viagem pra galera que tá participando do evento. E aí a gente fez uma viagem, né, pra uma obra muito conhecida no Ceará, que é o Açude do Castelão.
Uhum, não sabia desse não.
O Açude do Castelão, ele tem uma história, né, assim, um pouco controversa, pra não dizer totalmente controversa, porque que enfim foi uma obra para fornecer água, e aí para isso acontecer teve que destruir toda uma cidade. E aí vamos lá, né? Então a pessoa que construiu, que ajudou, né, no projeto, na execução do Castelão, a pessoa ia estar lá, né? Uma pessoa inclusive super consciente que sabe de tudo, né? Porque umas assim, obras de grande impacto são de grandes impactos, né?
Então tem um impacto positivo, mas também também tem impactos negativos, e eu acho que não adianta a gente negar isso, né? Mas a pessoa que tem essa noção e essa maturidade não pode ir, amiga, se adoeceu.
Tô falando do Cajuzão.
O Cajuzão pode ser também.
Agora que chegou essa nova época.
Eu gostei, vou trocar aqui no meio. O açude do Cajuzão. E aí, uma das— e aí a pessoa que ia receber a gente para acompanhar, né, que tem essa maturidade, atender os impactos do Cajuzão.
É o cachorro Gilmar da TV Colosso.
Isso, não pôde receber a gente. Ele falou: não se preocupe, o cachorro Bidu vai estar lá para receber vocês. Ele não participou da execução, mas ele trabalha no Cajuzão até hoje. Então fui eu e a minha colega professora Cachorra Laica, já que a gente tá com cachorros, fomos lá na confiança que o cachorro Bidu ia ia ajudar. Só que o Cachorro Bidu, ele tava com muita raiva e ele não tinha muito discernimento na hora de passar informação.
Então assim, vários alunos estavam lá querendo saber como foi a execução, querendo saber as dimensões do Cajuzão, querendo saber dos impactos negativos, por que não, do Cajuzão. E o Cachorro Bidu dava 10% de informação e 50% de xingo em toda administração. Aí eu amo, tipo um Isso, ele não excluiu ninguém. Ele xingou o diretor, ele xingou o coordenador, xingou os funcionários, xingou as pessoas que tinham sido prejudicadas. Em algum momento ele começou a dissociar, amiga, e xingou ministros, o presidente do Brasil, e xingou o Neymar.
Totalmente aleatório.
Sim. E aí em algum momento eu pensei, mas e o Cajuzão, né? Aí beleza, vamos lá, nós sair desse lugarzinho.
Que nossa, amigo, meu sonho é ser uma, me tornar uma pessoa desprezível assim.
"assim, a ponto de ser tão desprezível que ninguém vai me condenar, todos vão dizer: 'É o jeito dela'." É, e o melhor foi que ele olhou, a primeira coisa que ele fez, ele olhou pra professora Kachurhalayk e falou assim: "Professora, aqui perto de mim ninguém interrompe, então eu vou falar, ninguém vai me interromper." Porque era assim, já era general. "Ninguém vai me interromper e quando você for falar, você levante a mão e ninguém vai interromper ela." E aí Kachurhalayk entendeu, ninguém interrompeu ele quando ele falou, mas quando ela começou a dar suas primeiras falas, Ele entendeu que ele tinha que ser a vírgula dela.
Então ela falava 3% de frase e o restante ele interrompia ela e não deixava ela falar. E assim uma fala dela que tinha que durar 15 minutos virou quase 1 hora, porque ele vivia interrompendo ela. Aí a gente já entendeu que ali tinha alguma coisa que talvez não tenha sido uma boa ideia. Mas vamos nós ver o Cajuzão ao vivo e Sim, tava um sol, né? Ceará está saindo da época da chuva e tá voltando, tá chegando a época do sol, o sol que a gente conhece, um sol de meio-dia.
A Carla dizendo que é o dog interruption.
É isso, dog interruption, amiga. Tava o pingo do meio-dia, um monte de aluno já assustado com o posicionamento do Bidu.
E aí ele chegou xingar o público, vai xingar o público logo mais, xingou o público. Assude.
Não, ele só olhou pro público e falou assim: a gente só sai daqui desse sol porque vocês tão tendo uma experiência incrível, né? Porque assim, ao mesmo tempo que ele xingava tudo, ele amava muito o Cajuzão. Tanto que ele falou assim: primeiro na minha vida é o Cajuzão, segundo a minha mulher e meus filhos.
Nossa, os filhos vêm em terceiro.
Isso.
Lindo. Com certeza a melhor escolha.
E aí, aí ele, ele tava lá nesse sol, todos os alunos assim não sabiam mais o que perguntar porque ele disse que todo Todo mundo tinha que fazer um total de 122 perguntas.
Meu Deus, que inferno!
E aí a gente foi até o trajeto negociando a ele que talvez 122 perguntas é algo um pouco complicado, até pra gente que é professor. E aí ele falou: "Beleza, vocês têm que fazer 12 perguntas pra gente sair daqui." E aí eu vi uma cena linda, linda, linda, linda, que eu acho que é como a gente tem que tratar as pessoas que têm a personalidade do doidinho da rua, né? Que é o quê? O funcionário que tava acompanhando ele, ele fez uma barreira de alunos na frente e aí ele contornava ele falava sem o cachorro Bidu saber, né?
Então é o cachorro Floquinho. Cachorro Floquinho chegava nos nossos estudantes, falava assim: pergunta isso aqui, isso aqui, por favor, vamos fazer essas 12 que a gente tem que sair, o sol tá quente. Aí ele ia em outro, fala: por favor, faz essa pergunta.
A Thaís tá perguntando aqui: saiu de 122 para 12? Sim.
Isso. E aí os alunos foram para sombra. Aí quando tava tipo assim na pergunta 7, ele falou: ah, então vocês estão preferindo ficar na sombra do que saber sobre o "Não, beleza, então vamos fazer mais perguntas." Amigo, desculpa te interromper, mas o Winston Grande Oscarado colocou 122 - 2 é 2, exatamente, porque cortou 2. É isso. E aí, por conta que os alunos estavam tentando se proteger de uma insolação, ele aumentou mais algumas perguntas.
Foi muito legal ver a reação do colega dele de trabalho, que fez uma cara meio de "não, de novo não". A gente entrou no ônibus, meus alunos em completo estado de choque, né, pois vítimas. Minha aluna falando: "Eu não acredito, ele disse que preferia, ele preferiu o Cajuzão do que a mulher e seus filhos." E eu falando: "Pois é." Então é por isso que a gente tem que ter momentos de lazer com a família. Fizemos a visita restante lá no Cajuzão, todo mundo já tava dissociando, ninguém mais tava ali presente, tava só pensando em voltar.
Ele ainda alugou a gente por 30 minutos para falar nada com nada e dizer a seguinte frase: "Todo mundo aqui tem que entender que é Deus no céu e o Cajuzão na terra. Critiquem, porque todo mundo tem que se valer do direito à democracia, mas critique com embasamento e vamos torcer todo mundo contra o Brasil. Obrigado, pessoal." Contra? Contra o Brasil! Ele também era contra o Brasil.
Amigo, eu fiquei com tanta inveja de você em tantos... Primeiro porque a inauguração do Açude Cajuzão. Final.
Sim, que eu queria ter visto.
Segundo, que eu queria ter visto toda essa cena de coreto de novela das 8, de Cidade Pequena.
Eu vou mandar os vídeos lá no grupo da gente, eu vou te mandar de novo para tu enviar para os pagãos, porque eu fui fazendo o vídeo react assim quando eu percebi o material.
Tem grandes momentos. Ai, gente, sim.
E o bom é que assim, gente, nesses vídeos eu mostro qual é a minha personalidade diante de pessoas assim, porque você pode contestar mas eu prefiro aplaudir. Então ele falou isso e todo mundo, quanto o Brasil, que foi que eu fiz? Puxei a palma, falei é isso, e todo mundo seguiu junto comigo. Incrível, incrível, incrível.
O açude tá acima da pátria e da mulher dele e da família. Mas assim, amigo, de verdade, eu acho que se eu fosse ele, o açude estaria acima da minha família, do meu esposo. Por quê? Porque o açude é um lugar, como você falou, que dá para levar sua família para momentos de O que fazer? Agora eu consigo levar o açude até minha família?
É isso.
Não. Se eu me separar, o açude continua existindo e eu posso ir lá refletir, chorar, e de repente encontrar um novo amor? Posso. Se eu não me separar, eu vou encontrar o açude na minha casa?
Não, não.
É, então é isso, gente. Grandes obras e monumentos são mais, realmente, mais importantes do que qualquer ser humano.
Eu acho que ele é uma pessoa muito evoluída. E aí é difícil, né, assim, para a gente que é professor e para aqueles Dantes conseguir concatenar ali aquele momento de educação que ele tava passando, né? Ele tem a própria metodologia dele de pedagogia, né? Então assim, obrigado, seu Bidu, sabe? Se isso chegar até você, eu não sei se eu vou querer te encontrar, mas de fato encontrar você me marcou muito assim. Eu jamais vou esquecer de você.
Ó, o Winston tá dizendo aqui: "Hannah, quando esses vídeos chegarem no grupo, você me manda, você me marca." Hannah disse: "Marco." Ou seja, você sabe que o próximo candidato ao Oscar vai ter uma cena.
Ai meu Deus, por Por favor, por favor.
A gente postou lá, mas o Winston vai pegar essa cena e vai reproduzir como easter egg pros fofocas.
Por favor, Winston, a gente conta com você.
E quem que vai ser o intérprete?
Ele quem?
Wagner Montenegro.
É isso.
Grande lição a gente teve aqui, grandes lições no plural. Afinal, se eu falei plural significa que eu passei pela educação básica. E se eu passei pela educação básica significa que eu passei pela educação básica. E se eu passei pela educação básica, significa que eu sei que 122 menos 12 é igual a 2.
Quando esse episódio sair, todo o Brasil vai saber.
Todo o Brasil vai saber dessa forma. E bom, falando em educação, agora congregação, ajoelha aí no milho que chegou a hora mais dolorida desse culto. É o quadro Paulo Freire, você prometeu. Mais um momento de fé desse programa em que a gente olha para o patrono da educação brasileira e pergunta com lágrima em cada canto do olho: cadê o senso crítico que o senhor jurou que ia entregar?
Ajoelhar no milho porque o Paulo Freire fazia educação campesina, então foi ele quem desenvolveu, né, amiga? Os alunos ajoelharam.
Não era qualquer milho, era milho da agricultura familiar.
É isso, é isso. Ó, sempre pensando ele.
Sim, sim. Por que que os nossos ouvintes falharam, Paulo Freire? A gente tem parcela de culpa nesse emburrecimento? Cadê a capacidade básica de desconfiar dessas pessoas? Porque, minha gente, o que não falta na nossa caixa de email é gente formada, alfabetizada, com diploma na parede, caindo em golpe manjado.
É, e como Como sempre, ouvinte burro, a regra da casa segue valendo. Os nomes reais foram trocados por celebridades, personagens de novela, figuras públicas ou qualquer alma que jamais participou dessa perturbação. Porque aqui a gente expõe a burrice, mas preserva o CPF. Se você também foi enrolado, foi ludibriado, passado para trás ou simplesmente confiou demais em quem merecia muito menos, manda sua tragédia para o contato @ogitempodcast@gmail.com. .com.
A gente lê com carinho e com responsabilidade e ora pelo teu desenvolvimento cognitivo na próxima encarnação. Bora ouvir os relatos? Bora! E aí eu já começo aqui, amiga, com o sonho da oprimida Lulu da Bumerangue. É, mas aqui tá Bumerangue, é Bumerangue mesmo, amigo, que o veterinário—
você já viu isso? Veterinário, o veterinário twitteiro fez o post de um print de Zap falando: essa é a melhor parte da minha profissão. Aí ele: qual é a raça do animal? Aí a mulher: Lulu da Bumerangue.
Então a gente já começa com o som da oprimida Lulu da Bumerangue. Boa noite, lindos Glau e Leila. Sim, eu sei que é noite. Achei um pouco stalker. Como estão? Espero que pelo menos saudáveis fisicamente, até porque mentalmente ninguém tá. Podem me chamar de Lulu da Bumerangue. Estou aqui para partilhar com a burra e rasa comunidade de vocês, que faço parte, a história do meu primeiro Primeiro emprego. Eu gostei dessa intro.
Eu sempre gosto de histórias de primeiro emprego, eu sempre gosto, porque a pessoa só precisava de experiência, então ela aceitou a primeira porcaria que tinha na frente dela.
Ai, ai, de tanta necessidade de experiência, a nossa caixa de e-mail nunca vai ficar seca, sabe? Isso é legal, isso é legal. Era uma vez, o ano passado, eu era recém-formado no ensino médio e estava iniciando o cursinho pré-vestibular, período propício para conseguir um trabalho de período que me ajudasse a custear alimentação e o transporte. Um certo dia, enquanto eu desejava e sonhava com um trabalho na volta das minhas aulas, eu vi um senhor que aparentava ter 50 anos sofrendo para carregar uma caixa para dentro de um estabelecimento comercial vago.
Fui logo me oferecer para ajudá-lo, e depois de levar uns itens, o senhor se apresentou como Pastor Alemão e perguntou se eu estava procurando emprego, já que ele iria abrir uma loja de Lucas e precisava de alguém para o caixa somente meio período, recebendo R$600, mas sem carteira assinada. Gente, isso é uma frase só, tá? Não tem ponto. Eu gostei já.
É, a Lulu da Bumerangue não sabe realmente pontuar. É mais uma saramaguinha aqui para nós.
Isso é a frase mais longa do mundo.
Esse podcast, ele precisa mandar um relatório para o MEC, viu? Tem alguma coisa acontecendo nas escolas.
A gente tem que estar lá no próximo relatório para federal. A gente tem que estar lá.
Não adianta os rostos serem alfabetizados se a base de ouvinte não é.
A nossa base, ela não vem tão forte assim, ela ainda não vem forte não, ela vem bem fraquinha, ela tá bem fraquinha.
Muito importante estudar, nunca deixem isso de lado.
Mas sem carteira assinada, o que não me assustou, já que isso para jovens do governo biruleiro é mais lenda que gasolina a R$3. Gente, o primeiro ponto final, vamos todo mundo aplaudir. Pode ir. A frase mais longa. Lindo, parabéns, Lulu.
Deus, eu tenho tantas bênçãos.
Narrei esse primeiro encontro para que vocês percebam como parecia tudo perfeito e enviado como um presente para mim, tão besta. Logo de início, uns detalhes tornaram o trabalho e o pastor alemão bastante estranhos. Com a ausência de um horário certo para abrir a loja, variava entre 9 horas e 3 da tarde. Meu horário sendo das 12 da manhã às 7 da noite, o que me fazia esperar na porta do local durante horas incertas aguardando o meu amado chefe.
Além disso, nas raras vezes em que estava na loja, Pastor Alemão recebia ligações constantes de pessoas cobrando ele com ameaças físicas, situação que ele passava o celular para mim.
Olha que legal!
O que foi?
Não, o teu chefe recebendo ameaça de morte e ele passa para ti o telefone.
Difícil, porque às vezes você não leu as letras miúdas do contrato que não tem. As intenções são muito claras. Situação que ele passava o celular para mim, pedia para que eu dissesse na cara dura que ele estava em uma outra cidade ou que estava muito ocupado vendendo perucas. Aí, cara, como é que você liga para uma pessoa e aí ela passa, ela dá o celular dela para outra pessoa ficar, né? E você escuta a informação de que ela você tá na cidade.
É a pior desculpa do mundo, né? E às vezes é isso, é ter coragem de dar a pior desculpa do mundo. Isso é uma lição muito importante, não ter vergonha.
Estelionatário é um ato de coragem, eu acho, eu acho.
Mesmo com a situação estranha, eu tentei não julgar, afinal era minha primeira experiência e as pessoas são plurais, né?
A bichinha!
Minha única preocupação era a origem do dinheiro do meu lentamente, já que vendas eram raras por conta da constante ausência do Pastor Alemão na loja para indicar as perucas certas para os escassos clientes que procuravam o produto. E o mês já estava chegando ao fim. Foi aí que as coisas começaram a ficar mais esquisitas. No primeiro mês, Pastor Alemão afirmou que não teria como me pagar por conta da adaptação da loja e das poucas vendas.
Difícil abrindo às 3 horas da tarde, né? Mas que no próximo mês com a venda de perucas caras, ele acertaria comigo. No segundo mês, bem na semana de me pagar, a esposa de pastor alemão, a Xiao Xiao, liga avisando que o pai dela havia morrido de ataque cardíaco e que eu deveria avisar o genro do falecido. Tadinho, tadinho, o bichinho caiu e morreu, faleceu, pô. Apesar de inquieta com a conta bancária vazia, não poderia cobrar um homem no dia do arrasta pra cima do seu sogro.
Seria contra a minha ética de Apois isso, pastor alemão foi ficando cada vez mais ausente. É o luto, né, gente? Resolvendo a papelada da suposta herança de 2 milhões da Xiao Xiao e outros trâmites. E nisso, nada do meu salário.
E ela só fazendo favor.
Sim.
Trabalhando e fazendo favor.
Experiência boa, né? Experiência humanitária.
Pegando experiência. Pegando realmente experiência.
Só isso.
Tudo isso é experiência. Chega lá na Eletropaulo, na Coelso, na Cagesse, na Light.
Aí: "Você pode me pagar?" Aí ela: "Eu tenho aqui experiência." Quanto é que tá a flutuação da experiência hoje no mercado, né? É algo que eu não tenho percebido muito. Após mais um mês nisso, eu recebi... Mais um mês.
Falaram que o Luiz Fux é o único cliente da loja.
Bom, após mais um mês nisso, eu resolvi que se não seria no dinheiro, seria na fofoca que eu seria acariciado no trabalho. Ô minha filha, você é tão babaca.
Gente, ela poderia ter dito, né, se não for no dinheiro, é na justiça, é na lei. Não, é na fofoca. Tadinha, que barro!
E ela escreveu isso achando que ela tava saindo por cima. Isso é o que tá me dando um pouco mais de carinho. E passei a ouvir ligações e partilhas atrás da porta, ver e-mails e me fingir de amiga de Chau Chau, que graças aos céus tinham tanta vontade de falar quanto eu tinha de ouvir. Com isso, juntei informações que me confirmaram que Pastor Alemão já havia falido total de 5 lojas de perucas nos últimos 2 anos. E que suas dívidas nos bancos estavam tão altas que ele só poderia receber dinheiro vivo de pagamentos, visto que o banco tomava qualquer centavo que pingava na conta.
Isso tudo por uma dívida de R$70 mil na famosa empresa de telefonia Morto, coisa que até esse dia achei que era impossível. Esse cenário se somou à descoberta de que Pastor Alemão seguia arrisca o mandamento de crescer e se multiplicar, já que o Bonito tinha mais de 8 filhos espalhados pela cidade, os quais as mães proibiam o contato com ele e, por consequência, com o rastro de destruição do mesmo.
Caraca!
Com esse cenário desastroso descoberto e 3 meses sem pagamento, eu resolvi pedir demissão e cobrar o pagamento.
Sim, tu só caiu na real depois de 3 meses sem receber que tu percebeu?
Ah, se não vai ser por experiência, vai ser por fofoca. Ela é muito, ela é muito espertona, ela é inteligente.
Eu não pareço ser uma pessoa pessoa burra. Poderia até ser, mas não sou.
Depois de 3 meses sem pagamento, resolvi pedir demissão e cobrar o pagamento de pelo menos um mês.
Calma, calma, calma, calma, calma. Depois de 3 meses, resolvi pedir. Será que você resolveu pedir demissão? Será que você sequer fora contratada?
Eu não vi nenhum contrato sendo mencionado aqui.
Eu tenho um amigo, Glau, que eu trabalhei com ele na agência, e aí eu falei para ele assim, o apelido dele é Fino. Fino, o meu contrato vai encerrar esse mês, mês. Aí ele: ah, o meu já acabou, tem mais de 7 meses, mas eu fico vindo e emito nota, eles pagam.
Tá vendo? Às vezes você é só o fino da empresa. Mas eu fazia isso também quando eu me formei, eu fazia render para arquiteto, dizia que lá no escritório— eu nem tava no escritório, tava na minha casa. Mas é, a gente precisa fazer isso, eu tô com você, filho. Resolvi pedir demissão e cobrar o pagamento de pelo menos esse mês, exigências atendidas parcialmente, que era conseguir apenas a demissão.
Depois desse dia, resolvi pedir demissão e cobrar o pagamento. As exigências foram atendidas parcialmente porque eu só tive a demissão.
Incrível!
É isso, assim, eu acho que eles nunca te notaram ali, né? Nem te quiseram, é te notaram ali.
Às vezes, para ele, você era só a mesma coisa da voz quando a chamada sabe, que fala assim: deixe seu recado. Às vezes ele achou que você era essa voz.
Sim, sim.
Depois desse dia, achei que nunca mais veria a face de Pastor Alemão. Porém, ao voltar da casa da minha tia com a minha mãe, por volta da meia-noite, avistamos Pastor Alemão esvaziar a loja na calada da noite, colocando todas as perucas na sua caminhonete velha. Posteriormente, descobri que nenhum aluguel e as contas básicas do ponto o Pastor Alemão pagava, e que ele havia sido Desejado. Saudade, Pastor. É isso, beijos em cada um de vocês.
Observação: eu tenho a teoria de que assim que Pastora Alemão vira a herança do pai de Chau Chau, vai largar dela, levar o dinheiro e montar a futura Sexta Loja falida. É isso.
Ok, eu vou cobrar o Paulo Freire hoje. Eu acho que a gente tá dando muito uma mão com açúcar para ele. Essa moça disse que estava vestibulando, essa moça disse que estava querendo sair sair da escola, entrar na faculdade, tá na área dele, né? Ela é um produto da educação libertadora. E o que que a pessoa que é produto da educação libertadora deveria atrás? Libertação. O que que ela foi atrás? Se prender por 3 meses a um contrato escravocrata, como se não tivesse aprendido nada na escola. Ela foi as próprias correntes, tá entendendo?
Os seus grilhões, né? Ela faz os grilhões dela.
Dela, sim, o autoflagelo. Não contrataram, gente, ela não pode ser demitida porque ninguém contratou. Então ela foi simplesmente uma alma penada. Ela poderia ter sido presa. Se ela chega para mim, se ela tá na minha empresa há 3 meses, chega para mim falar assim: eu me demito, eu exijo todos os dinheiros, eu vou falar assim: sai daqui que você invadiu minha propriedade, que eu nunca te contratei, eu vou chamar a polícia para você.
Ela conseguiu um emprego, amigo, ou foi só uma rotina? Né, porque às vezes é isso, você tá chamando de emprego que é só um hábito, você só conseguiu hábitos, né?
Já viu o filme Ghost, Do Outro Lado da Vida? É o fantasma que tá ali, ele acha que tá na casa dele, não tá, moça. Será que você está viva? Será que esse e-mail não foi psicografado?
Ai, meu Pai do céu, Jesus, eu vou fazer uma oração por ti. É isso, às vezes você é só parasita, sabe, a família que vive ali no sótão e ninguém sabe. Às vezes é isso, moça, você Não tem muito o que exigir direito trabalhista de um lugar que você não trabalhou, né? Assim, experiência você teve, né? Tá com aí a conta recheada, gordona, de muita experiência, né? É isso, né? É legal, legal. Eu espero que você consiga um primeiro emprego depois do emprego zero, né?
O Douglas cantou aqui em inglês, ó: There is no chance. Lindo, Douglas!
Amiga, então vamos pro fofolo.
Vamo!
Gente, a minha primeira indicação dessa incrível, incrível, incrível pessoa que tá revolucionando a medicina é a nossa querida Doutora Lupita. No Instagram: lupita.glamurosa, né? A bio da Lupita: Lupita é uma médica que está inovando a medicina, levando a medicina mensagem do amor com carinho, alegria e diversão. E aí, o que é Lupita, né? Lupita, ela, primeiro que o Instagram dela é uma coisa maravilhosa, é uma estética mães descobrindo a internet, sabe?
Assim, é uma organização de feed artesanal, né? É uma medicina artesanal também, tem um look próprio, né, da Lupita. Assim, uma pessoa que tem uma identidade de moda muito forte.
Que susto! Eu fui beber água enquanto o Glau falava e eu, meu Deus, ainda bem que eu não tava com água na boca. A Lupita, amiga, ela tem uma identidade de moda muito própria assim.
Horas ela tá meio Xuxa, horas ela tá meio cigana, né? É muito interessante assim. E aí ela tá revolucionando a medicina de alguma forma.
Ela é médica, amigo?
É a Doutora Lupita Ponto Glamurosa.
Calma, ela é médica e o nome dela é Lupita Glamurosa?
Isso. Vejam os primeiros vídeos dela, né? O atendimento é lindo assim, a autoexposição do paciente, e aí embaixo ela tem que também tá dentro dos assuntos. Então por que não fazer um AI dela com a Shakira, né, que tem tudo a ver, que tá tudo ali, é incrível. Humanizado, que ela disse isso, humanizou muito Lupita. Mas eu acho incrível, tá? Eu acho que a gente precisa de mais médicos assim.
Eu vou seguir, amigo, a Lupita agora mesmo.
Eu vou seguir junto de você, Lupita. Ó, a sua estética é o que mais me agrada.
Incrível.
É incrível, é incrível, é incrível, é um mundo maravilhoso assim.
E ela vai de odalisca, é isso? Ela faz dança do ventre?
É isso assim, ela tem um look próprio, né?
É porque é odalisca, mas também é Fátima Idjalma noivas ao mesmo tempo, é princesa, ou então também ela anda com lenços nos dedos presos como dançarinas góspéis.
Olha só, Lupita festejando a festa de Iemanjá, rainha do mar. Então assim, ela faz a divulgação da agenda da Lupita também ao longo do ano, né? É muito legal. Especial assim. Cada momento é uma roupa única, né? Eu gostei muito assim.
Médica inspirada, ela posta manchetes que eu não sei se são reais, mas é médica inspirada em Shakira ajuda internados na saúde mental dos pacientes. Calma, calma, que manchete é essa? Agora eu esqueci a Lupita por um momento. Jornalistas: médica inspirada em Shakira ajuda internados na saúde mental dos Ah, então a roupa da Lupita, por isso que tem todas essas referências.
A Lupita, ela é uma... Putz, ela é do fandom da Shakira, né?
Ela é simulacro de Shakira.
É isso.
Ela é "little Lorraine, Lorraine".
É isso. As mulheres já não choram, né? Falturam aqui. Tá aqui a Doutora Lupita. É isso, gente, ó, o que eu quero dizer pra todo mundo aí que tem uma diva, faça isso. Encarne a sua diva no seu trabalho, assim como a nossa Doutora Lupita tá fazendo aqui.
Tá isso aqui de Britney Spears.
Sim. Lupita, ó, beijão.
Beijos, Lupita.
E aí, amiga, nesse mesmo segmento mulheres inspiradoras, eu queria também indicar @vanessavarelab, tá? Tudo como se pronuncia, não tem nenhum Y, nem dois Z, nada.
Vanessa Varelab.
É isso. A Vanessa, ela é uma mulher também que ela é do segmento fitness. Fitness, né? Ela é uma influencer do segmento fitness na dança e é uma pessoa que ela, na minha descrição, foi uma mulher que reinterpreta as coreografias do fit dance ali na hora e não teme, não teme nada, não teme julgamento, não teme ninguém, não teme todas as pessoas que estão ao redor dela olhando para ela. Ela vai lá e ela faz o que ela precisa fazer. É muito bom.
Sabe o que é pior? Ela tem uma aura de gerente de RH ou de gerência de produtos ou de secretaria executiva. Não, não, secretária executiva não, de gente que trabalha ali no prédio da empresa, da fábrica, no escritório. Ela tem aura de escritório e eu tenho medo de talvez eu ser essa pessoa do convívio de alguém, né?
Entendi. Mas amiga, eu acho que essas indicações então elas vêm em um lugar de se empodera, sabe? Abraça mesmo, sabe? Somos mulheres, abraça seja isso, não tenha medo de se tornar isso. Se não se tornou ainda, seja com urgência. Olha como a Vân, ela é feliz, né? Então assim, pessoa incrível. Ela me lembra muito a moça daqui da minha cidade que vende romanel. Então é por isso que eu associo.
Também parece, parece sacoleira.
Isso é maravilhoso assim. E aí ela tem vídeos, inclusive para quem vai lá e quer criticar ela, tá? Quer dizer, eu não me importo, eu tô feliz, eu tô aqui. Incrível, sabe? Eu acho que é isso. Entrem no perfil da Vanessa e da Lupita também para apreciar a arte, né? Porque a arte tá viva aqui.
É o empoderamento de mulheres loiras também, não é?
Isso, isso. Que aí eu acho que é uma pauta que a gente vez ou outra traz aqui de forma cuidadosa. A gente sabe que a lurofobia ela é muito cruel, né? Mas a gente não vai se calar, né, amiga?
Principalmente a mulher loira genérica, né? Quando uma parece com a outra, que a Lupita facilmente poderia ser a Van.
Eu inclusive inclusive deu uma confundida aqui. Sim, poxa, que mais loiras surjam aí, né?
Ai, Leila, mas elas são loiras, são todas iguais, são da mesma idade, fazem coisas parecidas. Sim, sim, sim, é só isso que eu queria falar.
Às vezes a nossa criatividade vai até no sim, né?
É verdade, é verdade. Mas mostra que ela não está sozinha, que há outras dela.
É isso, é isso. Enquanto tiver gente disposta a abraçar o loirismo cultural, elas nunca vão correr sozinhas. Sim, jamais.
E daí, amigo, minha indicação, aproveitando que estamos dentro de uma sala de fit dance, sim, eu quero indicar o Vovô do Dance. O Vovô do Dance é um coreógrafo que elevou o cringe ao status de vanguarda artística também. Eu acho que eu tô sentindo tal coisa acontecendo na mesma faixa de idade aí.
Sim, eu não sei qual é essa geração, mas deve ser o quê, a geração é baby boom?
É X, são X. Geração X que descobriu as danças, o esporte da dança coletiva. Sim, parece o McFly. Sim, parece o MacGyver. Sim, parece várias pessoas dessa época, tá? Parece Bon Jovi. É o Bon Jovi numa sala de fitness, talvez. Enfim, gente, ele dança muito bem, tem ótimo reflexo corporal, tá? Bom senso de tridimensionalidade. A Carla: "Faixa de idade que a demência bate." Não, não. Não, eu acho que é uma faixa de idade, a longevidade, gente. O mundo tá ficando longevo e a gente tem que se acostumar.
Os jovens estão tudo chupando pen drive, os mais velhos estão o quê? Estão dançando e criando conteúdo, né? Vamos aí ver quem é que vai sobreviver, né?
É verdade, nós millennials já estamos burnoutando pelo excesso de trabalho que os Gen Z nos causam e os mais velhos estão fazendo, usufruindo que os millennials não conseguem ainda.
É isso.
Tudo que o millennial queria é se aposentar, amigo. E ele não pode porque os Gen Z eles estão não querendo nada com a hora do Brasil. Então os millennials têm que continuar mantendo a economia funcionando. E o que sobra aí pros X? Viver o que o millennial queria, que é descansar.
E eu não consigo criticar ele porque, bem, eu tô vendo um vídeo aqui que ele tá com um sapato vermelho, calça skinny rasgada nas coxas e blusa vermelha, né?
Uma coisa de um enlace, não é?
Isso. E assim, quem sou eu? Meu passado tá aí pra mostrar que eu era muito skinner, né? Adorava usar uma calça skinny. "até que tiraram isso de mim, não consigo mais". E ao mesmo tempo eu penso que meu futuro tá aí, eu me vejo nele, eu vejo um pouco nisso assim, eu vejo o Glau do futuro já dando esses pequenos passos. Então assim, é um espaço, é uma experiência boa pra mim, tá sendo uma experiência boa.
Pra quem quiser seguir é vovô_dance1974.
É, olha, o Cleiton falou uma coisa interessante que é: "Ele é o inverso do Zac Efron em 17 Outra Vez".
Lembrando que 1974, ele nem é vovô, ele nem é idoso, mas ele tá se chamando de vovô. Do Dance, então vamos respeitar. Vamos. Amei a bio dele também, tá? Sou aquele que tem 51, todavia. Olha a vírgula bem usada, todavia se sente com 17. Mais um homem que eu tenho medo, porque o outro que dizia que tinha 17 era criminoso. É, vamos nessa. Próxima indicação, gente, é essa aqui. É uma gata mãe solo feita de ar, que é produtora de conteúdo de rotina e ASMR.
Vamos seguir, vamos seguir. O nome dela é instagram.com meow, que é M-I-A-W, na cozinha. Miau na cozinha, tá? M-I-A-W na cozinha. Ainda tá pequenininho, gente, é tão bom seguir esse perfil. Ela é mãe solo, é uma gatinha feita de ar que é mãe solo. O conteúdo é todo cozy, todo comfy, é todo fofinho, coisinha assim, chalézinho, dia de chuva, coisas fofinhas, os filhotinhos de gatinho dela tudo fofinho. Ela cozinha, ela costura, aí vem aquele Pãozinho de chuva, uma coisinha ASMR, tá?
Sim, olha que bonitinha!
A Thaísa que fez a crítica, ó, tem gata que não é mãe solo? Ó o lacre, toma, ó o lacre, dá só uma olhada no lacre.
Quando eu abri, eu vi ela na cozinha, eu pensei, ah, não acredito que é uma trad cat, né? Trad cat wife, ela é uma trad cat wife então. É, a gente solo, que ela veio para unir esquerda e direita, entendo, entendo, tá?
Ela faz, ó, o bife acebolado, nossa, deu vontade de comer, né? Bom dia!
E lindo também o pão na chapa.
Jardim. Se bem que o sexto conteúdo ela tá com o rapaz do iFood aqui, o gatão preto do iFood.
Ela tipo, ele é quem? O entregador?
Que ele não aparece nem outras fotos e ele tá com roupa vermelha.
Eu acho que ela tá se permitindo, né, amiga? Tem isso também, né?
Se permitindo.
E olha ela dando as primeiras vacinas do filhinho dela, que tá parecendo muito com o gato do iFood. Às vezes é o pai.
O gato do iFood ficou fixo, ó, porque no quinto vídeo ela e ele tomando, comendo fundi, tomando um vinho, tá vendo? Ela Provavelmente tá se permitindo viver. Talvez ela é viúva, gente, nós estamos maldando.
É muito fácil julgar, né?
Porque deram chumbinho pro marido dela, deram chumbinho pro pai dos gatinhos. Não, nós estamos maldando mais ainda, porque os gatinhos, os filhotes parecem um coelho e dois coelhos.
É, às vezes ela só é tradicatwife mesmo. E assim, a gente tem que aceitar, gente, né, que as gatas elas podem decidir o que elas querem, sobretudo as que há.
Sim. Nossa, amigo, que lacre!
Eu precisava.
Lugar de gata é na mata.
É isso. E agora a congregação abre o portão do quintal que a Matilha vai entrar. Chegou a hora da partilha dos ouvintes, o nosso momento sagrado em que vocês mandam os causos que vocês consideram que devem ser espalhados, latidos, uivados por aí, pra gente ler aqui sem o menor pingo de juízo de valor. E hoje, fiel ao tema "uma cachorrada dessa", os relatos vêm recheados de gente que agiu pior que cachorro de rua faminto. Gente que entrou no cio e fez besteira, que mordeu a mão que lhe alimentava, que marcou território onde não devia. Lembrando, os nomes reais foram substituídos por raças caninas.
E olha, eu já vou avisando, hoje a edificação vai ser feita de joelhos, com a coleira espiritual bem apertada, porque o nível da cachorrada que chegou no nosso inbox estava baixo. Vai ter traição com requinte de focinhos molhados, vai ter golpe de gente que devia estar usando cinheiro. E vai ter aquele plot twist que só mesmo um border collie— eu ia falar borderline— um border collie esperto consegue arquitetar. E se você ainda não mandou sua partilha ou vinte rasgos, corre lá no contato@hojitempodcast.com, escreve o seu caso com todos os detalhes possíveis, troque os nomes verdadeiros pelo de gente famosa e contribua com essa missão de catalogar as maiores edificações as atrações do Brasil.
Então vamos passear! Vou falar mais alto para o seu cachorro que tá ouvindo aí pela Alexa. Bora passear, passear, vamos passear, vamos passear!
Ai, mas subiu, falhou agora, mas tomara que tenha dado certo.
Passear, que mais de biscoitinho? É o quê? Papá, papai é criança, para deixar o cachorro tangendo o gato. Sai, cachorro velho, daqui! Cachorro não sabendo o que fazer agora. É isso, partilha Vira-lata caramelo. Olá, Leile e Glaudemias, tudo ruim? Sim, espero que sim, pois não é possível que somente eu esteja achando esses últimos tempos uma desgraça. Podem me chamar de vira-lata caramelo. Essa fofoca é de firma, da empresa em que trabalho, a The Jail Management System.
Nos últimos anos, com as mudanças na administração, o setor onde eu trabalho vem sendo sucateado, depenado e enxugado. Eu tô entendendo que você trabalha numa penitenciária, né? É sempre o setor esquecido da empresa. As melhorias sempre chegam a Mas por último, e todo funcionário que nenhum setor quer acaba vindo trabalhar com a gente, pois temos pouco pessoal e não podemos nos dar ao luxo de escolher. Recentemente meu chefe, retriever de pelo liso, foi mandado embora e colocaram Schnauzer Gigante no lugar dele.
Schnauzer Gigante chegou super animado, aparentando ser uma pessoa interessada, dizendo que já tinha experiência em chefia, que havia colocado o antigo setor em que trabalhava nos eixos e que os funcionários gostavam tanto dele que quando ele saiu de tal setor, os que não pediram remanejamento para outros lugares pediram demissão. Sim, autoestima do cachorro branco cis hétero. Meus colegas de trabalho até botaram fé em Schnauzer Gigante, mas o seu jeito bonachão nunca me enganou.
Desde o primeiro dia o achei uma pessoa muito chula e sem noção, mas se a maioria tava achando bom, talvez fosse eu o problema. Desde o final de 2018 eu não tenho muita paciência com certos tipos de cachorro.
É, às vezes a maioria também é problema.
É, É, como não trabalhamos no mesmo turno, o meu turno termina quando começa o turno dos demais. Eu tinha pouco contato com Schnauzer Gigante e achava que todos se davam bem no setor. Mas um dia, conversando com a minha colega de trabalho Mastiff, descobri que eles se davam bem apenas no início da tarde, quando todo mundo chegava com chakras alinhados, pois do meio pro final do expediente os meus colegas perdiam a paciência com Schnauzer Gigante.
Ele não cumpria o horário, falava muito palavrão, fazia muita brincadeira de teor sexual. Ele dizia coisas do tipo: olha a bichão frisée, tá Gostosona com essa saia. Nossa, Griffon Belga, tá cheirosa hoje! Dá uma voltinha aí para a gente ver a roupa.
Que isso?
Ou então: Akita, por que que você não doa sangue? Você tem problema de saúde? Porque peso para doar você tem.
Meu Deus, meu Deus do céu, que escroto! Cachorro nojento.
Resumindo, um show de desrespeito. Até que um dia a Bloodhound superior de Schnauzer Gigante finalmente enxergou que ele tinha muito serviço acumulado e cobrou que ele fizesse. Eu achei que ele ia falar assim: Até que um dia a Bloodhound viu os absurdos e demitiu ele. Não, viu só que ele tinha trabalho devendo trabalho. É o Chernocão, é isso, Amanda. Enfim, cobrou que ele fizesse o serviço porque o Retriever de pelo liso, meu ex-chefe, nunca deixava serviço atrasar.
Nesse dia, Schnauzer Gigante então delegou pra nós servidores tudo que podia delegar. É realmente uma prisão, é realmente uma cadeia. E nos meses seguintes continuou passando o trabalho que era de atribuição dele para gente. Além de tudo, Schnauzer Gigante é um péssimo gestor, porque autorizou vários funcionários a tirar férias ao mesmo tempo, sobrecarregando demais. Imagina, véspera de recesso de fim de ano, serviço chegando aos montes, e Schnauzer Gigante preocupado em fazer confraternizaçãozinha.
Até inventou de doar sangue no dia. Gente, que perfoque é esse em doação de sangue? Eu hein, parece uma campanha para conseguir atestado e poder fazer pizza e sushi. Tudo isso para correr para o trabalho e somente chegar na hora da festa. Ai, se você doa sangue, você folga, é? Eu tô passada, chocada.
Lembrei disso agora, ganhei um dia no dia que você quiser, no dia que tiver tendo, né, campanha. Rapaz, tá entendendo, né?
Tô entendendo. A ver, a ver, tô falando que dói, medula óssea. Sim, gente, doar sangue é salvar vidas, no plural, a de quem recebe e é de quem doa, por um dia pelo menos. Incrível! Salve a si mesmo, dois signs para vocês meditarem em casa. Diante de todo descaso e abuso, nossa colega de trabalho, Clumber Spaniel, nos mobilizou para que conversássemos com a Bloodhound para que ela enxergasse o que continuava acontecendo e resolvesse a situação.
Pois Schnauzer Gigante ficou sabendo da reunião, apareceu de surpresa, o que acabou sendo bom porque ele ouvir tudo que nós, seus subordinados, tínhamos para reclamar. Menção honrosa para Roxane Toy, a pessoa mais odiosa que existe. Racista, machista, homofóbica, gordofóbica, xenofóbica, capacitista e sulista.
Que isso? Meu Deus!
Mesmo sendo tudo de ruim que há na face da terra do planeta, ela soltou ao final da reunião: eu queria pedir também para a gente manter um pouco o nível aqui. Schnauzer gigante, você tem uma linguagem muito chulo, muito baixo, e qualquer assunto que a gente conversa você consegue transformar em nádegas, seios, órgãos genitais, fezes e peido.
Meu Deus do céu, a pessoa...
Vamos manter o respeito até para quem não descobre o processo. Gente, ela é racista, tudo de ruim, gordofóbica, homofóbica, machista, e aí ela vai escolher ser elegante uma hora dessa com chinelo gigante.
Para quem tá ouvindo o programa, né, e tá aí nessa de experiências do trabalho, evita falar de nádegas, seio, órgão genital, cocô, né, peido, não é tão legal assim. Às vezes não é o lugar, às vezes não é o lugar, às vezes, às vezes.
Pois bem, a reunião funcionou? Claro que não. Hoje em conversa com o Russian Toy fiquei sabendo que não só o Schnauzer Gigante continua sendo um vagabundo, ele também está se articulando com o setor de informática da empresa para automatizar e facilitar todo o trabalho que ele conseguir. Mas aí eu achei mérito dele, gente. Tô bem, pra mim depois que ele acertou, se eu pudesse, eu aperfeiçoava uma IA para fazer o meu trabalho, ficava só no tomando um café na copa. É o correto, ele está correto, tá?
Sim.
Aí eu lhes pergunto, para facilitar para ele? Claro que não. Ah, não, é que eventualmente ele vai passar todo esse trabalho para nós, seus subalternos.
Se vocês já estão sendo aí a dele, por que que ele tá fazendo isso?
Por que que você não quer aceitar essa ajuda? Aí vocês também, hein, reclama de tudo. Espero que algum dia leiam essa fofoca Gosto muito do podcast e é incrível como a gente consegue ouvir histórias de gente que a gente nem conhece pelo simples prazer de acompanhar uma fofoca. Beijo grande! P.S., enquanto estou finalizando esse email, recebi uma mensagem de Schnauzer Gigante no WhatsApp cobrando um serviço fora do horário de expediente.
Spoiler: não era atribuição minha, era da IA. Não é sua mais, é da IA. E cuidado, cuidado com a meia-noite! Bom, um beijo para você, Caramelo.
Beijo, Caramelo.
E aí, Glau, por que que esse cachorro é o melhor amigo do homem? Para mim, porque ele ajuda o homem botando a máquina para É isso, né?
Ele tá automatizando tudo, todo o trabalho, facilitando a vida de todos vocês, né? Eu vou ficar só no Schnauzer, ninguém mais é tão interessante assim nessa partida, não. Você só reclamou, você só reclamou. E a sua chefe, você disse que ela gabaritou tudo que o Schnauzer fez, né? Então pelo menos um tá ali fazendo um promptzinho maroto, né?
Tá pensando em vocês, gente. Quanto mais IA, menos trabalho. Ele vai automatizar uma e aí, partilha de poodle.
Olá, Leila e fulano amigo da Leila. Nossa, meu filho, você foi protegido por uma grande cortina de fumaça chamado patrocinador.
Nossa, meu filho, meu amor, quando esse episódio aqui terminar, a gente O poodle vai atrás de você.
Eu vou. Eu quero trazer uma partilha familiar que ao mesmo tempo que é sobre mim, eu sou figurante. Mas você é figurante no seu próprio e-mail?
Bom, todo poodle é meio figurante, né? E encardido.
E fede, a boca fede, né, do poodle. Eram os anos de 1999 em São Paulo, quando a minha mãe casou com o Spitz japonês. Eles eram um casal bem foda, onde os dois ganhavam bem e contavam com o outro para tudo. Aqueles casais que a que você olha e pensa: vão ficar juntos para sempre. Que inveja, amigo!
Não tem ponto final e também não tem letra maiúscula no começo das frases, são apenas vírgulas.
Vírgulas que se encontram, vírgulas que passeiam, vírgulas tal qual eu uso no Blue Sky, que é: foi sem querer, nunca foi o que eu pensei.
Sério, eu sei que a gente tem muitos ouvintes em Brasília, não só nos governos como nas Nações Unidas. Sim, vamos marcar um papo com É que com o Unicef, vamos falar sobre o futuro da educação?
Uma das propostas da ONU para 2030 era melhorar a educação, né, do sul global. Veja só, né?
Vocês deviam ter visto a cara que o Glau fez.
Olha aí, mas vamos lá. Mas assim como tudo na vida, a ladeira abaixo chegou. Esse pitty japonês era marinheiro daqueles que fica semanas e semanas no barco de vez em quando, e minha mãe vasculhando as coisas dele Ele exercendo a pessoa tóxica que ela é, achou várias cartas de várias amantes que sabiam que ele era casado. Mas se ela era amante, ela tem minimamente saber que ela tá, né, amante, ela tá exercendo profissão. De acordo com as palavras dela, ele parecia mágico, toda hora tirando uma do job da cartola.
Primeiramente, se ele guardou as cartas, aí ele já tem a culpa. Sim, porque uma coisa é as mulheres interessadas nele mandar carta, outra coisa é o destinatário receber e guardar.
Chifruda.
E outra, e outra, se amante que mandou as cartas, ou as amantes no plural, começa a frase com letra maiúscula e pontua corretamente, já tem mais crédito comigo e com o Glaudo que você.
É verdade.
Pudo, véi, pôde.
É, a tua mãe infelizmente é uma chifruda. Eis que ela, sendo muito sensata, foi não trair, mas se vingar, e transou com o Pug. Porém, a lei de Murphy foi exercida como nunca e ela engravidou do Pug.
Eita!
Ela abriu o jogo e gastou horrores ligando o Interurbano, já que Spitz Japonês estava em Salvador, Bahia, na época, para contar tudo para ele. Ele resolveu assumir essa criança, que por acaso sou eu.
Meu Deus, você é filho do Pug!
Tu é o filho do Ricardão, menino!
Menino, você é o Nepo Richard!
É, é tipo isso, né?
Amei, amei que você, como filho do Ricardão, Mandou a mensagem passando pano para sua mãe.
Essa diva! É isso, é isso que tem que fazer mesmo. Entendo o papel de escroto que ele começou fazendo e organizaram a viagem dela para Bahia para fingir que foi nessa época que minha mãe engravidou. Mas como ela já estava um mês grávida e apenas eu, minha mãe, Speed japonês que sabem dessa história toda, todo mundo acha até hoje que eu nasci de 8 meses. Eu, e assim, ai Deus, que é porque todo mundo que fala que nasce de 8 meses são crianças, né, um pouco mais complicadas, tiveram complicação, né?
É verdade, todo mundo é a criança vem imensa.
Meu filho, se tão acreditando que tu nasceu de 8 meses, ainda tão falando da tua aparência, né?
Tão acreditando, será? É isso. Vão acreditar que estão acreditando.
Eu considero o auge dessa história na parte onde esse pitty japonês e minha mãe tem olhos castanhos e Puggy tem olhos azuis. Eu nasci de olhos azuis e depois de muito mais tarde que o normal eles foram ficando castanhos. Minha mãe acha até hoje que foi porque ela rezou muito e acendeu muita vela para os meus olhos escurecerem.
Pera, calma, cadê os cientistas daqui? Existe uma pessoa que nasce de olho azul e ao longo da vida o azul vai ficando Espanha existe. Doutor José falou, Hanna falou, Mariel falando, ele nasceu de olho azul, gente. Não, calma, gente, nascer de olho azul, o bebê ficar de olho azul e ainda bebê muda assim. Agora ele tá falando que ao longo da vida, no fim agradeça. Eu tenho uma teoria, sim, bebê eu sei, eu quero saber mais velho.
Eu tenho uma teoria, quem tem olho azul e dente muito branco não é uma pessoa confiável, então agradeça.
O Doutor José tá dizendo aqui que é médico, provavelmente descendente de galego da Galícia, Espanha. Olha, Homem loiro também não é confiável.
É isso, é isso. É importante a gente pontuar isso. Loira sofre lorofobia, homem loiro, reparação histórica, não confie em loiro.
Primeiro que homem loiro nem tem que ter chamado de homem loiro, é galego. É, no Nordeste é galego.
Sim, e se vem de rei, daí ele tá sendo galego duas vezes.
Porque a gente fazia, nós indígenas nordestinos fazíamos essa xenofobia reversa.
É isso.
Só um detalhe, meus pais e todos os avós têm olhos claros e eu e meus irmãos castanhos, e não tem uma pessoa que não diga que eu não pareço com meu pai, que ele é—
tá vendo?
Coisas estão sendo reveladas.
É bonito ver sinapses sendo feitas, né? Eu gosto.
Eu vou colocar aqui no Google para mim porque eu tô curioso para saber se existe Pug de olho azul. Pug de olho azul, porque se existir é muito feio. É lindinho! É lindo! Que fofinho! Eu achei que ia ser horrível.
Não era, no fim das contas.
Amigo, você viu? Pug de olho azul! Ai, gente, é muito fofinho! Ai, a Hannah tá dizendo, duvido que seja bonito. É lindo!
É bonitinho sim, é bonitinho sim.
É que pug já é um defeito genético, e olho azul também. Olho azul é defeito genético. Genético? O olho azul é defeito genético?
Ah, eu já ouvi falar isso. Inclusive, tem mais disposição, né, para ter problemas de visão, as pessoas com a visão mais fraca.
Gente, bem feito!
Gente, é isso, ó, ó, na dúvida, viu alguém com olho azul vindo até você, confia não, confia não.
Bem feito aí para quem tem. É, enfim. Tem mais oportunidades, Zé? Até quando?
Enfim, encerro aqui a partilha Lembrando que minha mãe tem problemas sérios com ansiedade, pois apesar de ser uma grande gostosa, é meio desprovida de conhecimentos dos livros. Já Pug é muito inteligente, mas tem problemas com depressão por causa da autoestima. Eu acabei perdendo na roleta da genética e nasci feio, burro, ansioso e depressivo. Ninguém gosta de mim, tô com depressão, ei! Bom, amigo, por que esse cachorro é o melhor amigo do homem, né? No caso, a sua mãe, né? Ela é a única pessoa.
Eu vou pegar a sua mãe também, a cadela da sua mãe.
É, a cachorra da sua mãe é a única.
Eu acho que ela é a melhor amiga de dois homens, né? Isso, ela foi melhor amiga de três homens, você também tá incluído. Eu acho que a cachorra da sua mãe é a melhor amiga do homem, porque, porque ela conciliou. Sim, eu acho que esse é um programa muito sobre conciliação, amigo. Partilha de Toy Terrier inglês preto e castanho. Ok, já temos detalhes aqui. Olá, Leila e Glau, tudo bem? Claro que não, porque viver tá cada dia mais caro, mas fazer o quê?
Hoje trago uma partilha das minhas desventuras como um jovem adulto com tesão em uma cidade do interior. Me chame de Toy Terrier inglês preto e castanho, e essa partilha aconteceu há alguns anos atrás no interior de Manaus, casos específicos. Numa cidade onde eu morava com minha família antes de ir para a capital em busca de problemas novos na minha cabeça, e como jovem gay solteiro e com tesão, eu usava bastante o Delivery Amarelo, aplicativo muito usado para encontros casuais.
Depois de me mudar, fui passar alguns dias na casa de minha mãe nessa cidade porque ainda tinham algumas coisas que precisava arrumar e resolver antes de mudar de vez para capital. Quando estava lá, os hormônios falaram mais alto e dentro de 2 dias já estava no delivery amarelo procurando aventuras com desconhecidos que no fim das contas acabaram não sendo tão desconhecidos porque em cidade pequena todo mundo meio que se conhece.
Quando eu encontrei um casal que vou aqui chamar de Maltese e Bouterie. Na época que eu ainda morava com a minha mãe já tinha trocado alguns olhares com Bouterie no ônibus, pois o mesmo ia para o trabalho no mesmo horário que eu, mas nunca tivemos um interação fora a troca de olhares. Então, quando ele me respondeu no aplicativo, fiquei animado logo de cara. Ele falou que o encontro seria com ele e o marido Maltese, e fiquei mais animado ainda, pois seria a minha primeira experiência a três, além de ser com alguém que eu já achava bonito anteriormente.
E dentro de uma hora para depois, Maltese veio me buscar de moto para irmos para casa deles. A partir daqui, o papo fica meio quente, então eu vou me esforçar para deixar o mais family friendly possível. Pet friendly, moço. Pet friendly.
Pet friendly.
Chegando lá, a experiência foi incrível. Uma bebida pra se soltar e quase 2 horas depois o casal já tinha feito tudo o que queria, mas infelizmente eu teria que terminar a festa sozinho em casa mesmo. Mas pra mim tudo bem, a experiência como um todo tinha sido maravilhosa. Maltese então falou que iria me levar de volta pra casa na moto. E assim fomos. No caminho ele falou que eu poderia abraçar ele pra ficar mais seguro, mas no estado que eu me encontrava, eu só queria queria mais.
E assim que chegamos em casa, rolou dessa vez apenas com Maltese. E graças a Deus eu não precisei terminar a festa sozinho. Maltese voltou para casa e eu fui dormir tranquilo depois de duas experiências maravilhosas. Acontece que no dia seguinte o casal tinha me bloqueado no aplicativo, o que é relativamente normal acontecer. É normal, gente, quando vocês saem com alguém no Grindr. Normal, super. Calma, gente, qual que é a lógica de bloquear? Mas qual que é a lógica?
Foi ótimo, que experiência boa! Chega lá, block.
Todos os gays dizendo sim, pente e rala, super normal. Não querer ver novamente, às vezes tem nojinho. Que nojinho, gente?
Praticamente obrigatório, gente. Mas que isso, galera?
Gente, por que vocês passam a odiar como abelhas que matam os seus zangões? Não gostaram da comida do restaurante, do cardápio. Mas por que que consumiu? Para mim só faz sentido medo se o date for ruim. Amiga, depois fica te stalkeando. É medo de stalking? Mas vocês nunca conheceram um amor, um romance nesse aplicativo amarelo?
É tipo assim, medo de stalking.
Eu fui comprar vinho naquela marca Pequeno Cozido, que vende vinhos. Sim, eu fui na Pequeno Cozido e eu voltei com stalker. O gerente da loja consultou, você sabia disso, amigo? Consultou meus dados, violou LGPD, consultou meus dados no cadastro, me procurou no Instagram e disse: Oi, sou gerente da Pequeno Cozido e eu achei você linda e agora sei onde você mora.
Olha que abordagem legal, né, para se fazer com alguém que você tem interesse, né?
Bizarro, bizarro, bizarro. Tive que chamar a Pequeno Cozido no Instagram, falei com a diretora de marketing.
Meu Deus, foi uma história. Então, gente, você vai ter medo do aplicativo de conhecer gente que você já teve, né, um ápice, não ápice da intimidade, amizade, mas assim, pô, vocês transaram, né? Só virar história.
O Jeff aqui: eu me impressiono como os héteros não entendem o mundo das gays. Não entendo, gente, não entendo.
Uma frase ali que foi muito legal, que foi: ghosting é super normal, ghosting é super normal. E de fato, né, ghosting é uma coisa super normal.
Mas é, a Luciane: viu pelado, não quer mais ver vestido. É por aí. Tá bom, mas eu vou Eu vou aceitar. Como é que o João Inácio diz, ó, eu aplaudo esse povo colorido.
Eu aplaudo.
Olha eu aqui de arco-íris, a minha roupa. Eu sou aliada.
E eu vou dizer mais uma coisa, ó, os aplicativos aí, vocês têm que automaticamente bloquear, que não é para eles não perderem tempo, sabe? Faça isso pelo usuário. Já deu a opção de bloquear depois.
Normal, até aí normal, né, bloquear. Então não pensei nisso muito tempo depois. Uns 2 anos após me estabelecer na capital, minha mãe precisou se mudar para outro estado e me pediu para voltar para cidade do interior para arrumar o restante das coisas necessárias após a mudança dela, coisa de uma semana ou duas, o que na época não seria problema para mim. Chegando lá, eu tive dois encontros com duas pessoas diferentes: meu ex-professor, que tudo que aconteceu com ele daria outra história à parte, e com outro cara que chamarei aqui de Griffon Belga.
Saí com esse cara algumas vezes e a conversa com ele era maravilhosa, o que rendeu várias horas contando histórias, e em uma delas conversamos sobre como era complicado encontrar pessoas do interior. E ele prosseguiu a contar de como um casal de amigos que ele conheceu se separou. Até aquele momento não tinha pensado no que a maioria que tá ouvindo essa história pensou. É, já pensei aqui já. Então eu pedi uma foto desse casal de amigos dele.
E sim, meus queridos, eram Maltese e Bouterier. Eu não contei logo de cara que conheci os dois. Então ele prosseguiu a contar como eles se separaram. Bouterier tinha contado para Griffon Belga que eles tinham chamado alguém para ou a 3. E mesmo que ele não fosse muito fã da ideia inicialmente, ele topou depois de alguma insistência do marido. Falou que a experiência tinha sido bacana, o que amaciou meu ego, mas que eles não tinham um relacionamento aberto.
O que significava que a experiência que eu tive com o Maltese foi uma pulada de cerca na cara dura. O que foi o estopim para uma série de brigas entre o casal, culminando no término algumas semanas depois. Porque pelo que parecia, eu não tinha sido o primeiro que o Maltese resolveu transar, sozinho, sem a participação do namorado, mas que eu fui o primeiro que o Bull Terrier descobriu ou percebeu.
E seu ego continua, está maciado, né?
Não mandou até para o podcast. Eu não comentei com Griffon Belga que tinha sido eu que tinha participado desse rolê todo, e ele me contou que depois do término ele e Bull Terrier tiveram um lance que durou alguns meses, mas que mantiveram amizade no fim das contas. E quanto a mim, rezei chorei horrores para que pudesse ter um repeteco com Maltese, ou Bouterrier, no tempo em que ainda fiquei na cidade, mas não aconteceu. O máximo foi que em um dos dias que eu peguei o ônibus da capital para o interior, eu ainda vi o Bouterrier lá.
Aí você pensa assim, né, me bloqueia agora da parada de ônibus? Tu não me bloqueou no aplicativo? Me bloqueia aqui no ponto de ônibus? Não bloqueia, né? Não tem carro, vai continuar pegando a minha linha. Mas sem troca de olhares, enquanto o mesmo fez questão de ir para um lugar bem gostado de mim, e eu só entendi o motivo depois. Espero que tenham gostado da partilha e gostaria de parabenizar o podcast que faz a minha alegria toda segunda de manhã indo para o trabalho no metrô lotado encontrando com o Buterri.
Prometo me tornar um ouvinte pagão e ouvir as partes exclusivas em primeira mão em breve. E aí?
E aí?
Por que esse cachorro é melhor amigo do homem? Eu acho que ele é o melhor amante.
É, eu acho que amigo é uma terminologia que não tá muito, muito "Não tem amizade, não tem amizade." É, bom, é isso. Tão rápido, tão rápido como vocês resolveram a situação, a gente também entendeu que talvez é isso, né? Não é o melhor amigo. Olha só, Leila, o Bruno mandou mensagem aqui: "A Leila já foi introduzida no termo de pedágio?" Eu fui introduzida no quê, menino?
Quem disse isso?
O Bruno. Ah, aí o Jeff em cima explicou aqui.
O que que é pedágio?
Meu namorado diz: quando você pega um casal, você sempre paga o pedágio. Um é o gato e o outro é feio, quase sempre.
Olha só, mentira que tem isso no mundo, Marmiter!
Para todos vocês que se submetem a um A3, pense: você é o pedágio? Você já foi o pedágio?
Eu tô chocada o quanto que eu falo assim: mentira que tem isso! Aí primeiro eu falei assim, né, primeiro eu falei: ah, gene recessivo, não sei o quê, é verdade que o olho azul é "Sim, sim, sim, sim, é verdade." Aí eu: "Nossa, que linda audiência nós temos, não é, Cláudio?" Todos os estudantes. Aí eu coloquei: "É verdade que quando você é marmita, um é feio, outro é bonito, chama de pedágio?" Todos eles: "Sim, tem, sim, sim." Então assim, pessoas resolutivas demais, né?
Assim, eu gosto disso.
Você tem que escolher quem te atrai mais e levar outra pessoa no pacote. Aqui tem informação, é isso, Lana.
Leila de Shih Tzu. Olá, Leila e Glaudemias, tudo mal com vocês? Eu espero que sim. Me chamo Shih Tzu e estou escrevendo de Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos. Vou contar para vocês uma fofoca, digo, uma partilha do meu local de trabalho. Apesar de sermos uma pequena empresa de software, a verdadeira vocação do povo aqui é fazer papel. Sim, papel de trouxa. O dono da empresa é o São Bernardo e a sua assistente é Bordecoli trabalha aqui há alguns anos e tem acesso à conta bancária da empresa, pois é responsável por fazer os pagamentos dos funcionários e de fornecedores.
Há mais ou menos um ano atrás, Bordecoli recebeu um e-mail de São Bernardo pedindo para fazer urgentemente uma transferência de $26.000 para uma conta bancária da Flórida.
Tá.
Bordecoli, como uma ótima funcionária, cumpriu a ordem prontamente, fez a transferência. Não lhe passou pela cabeça questionar o motivo da transferência, ou o fato de não termos nenhum fornecedor na Flórida, ou a quantidade ser extremamente alta comparada às demais movimentações da empresa. Para surpresa de todos, o e-mail de São Bernardo havia sido hackeado e aquela mensagem havia sido enviada por um golpista.
Ó, tá, manda aqui no chat: burra eles, inteligência minimalista eu, pros vídeos.
Então é isso, gente, eu vi.
Eu entendo a crítica, eu sou obediente.
É tipo isso. Ai, você é uma pessoa que raciocina? Não, eu sou uma pessoa que faz o que eu tenho que fazer.
Exatamente.
Você colocou lá que eu tenho que identificar golpes.
Amigo, eu raciocino porque se eu não faço o que meu chefe manda, ele me demite. Esse é o raciocínio.
É isso. Ah, eu tô com ela, eu tô com ela. Ah, ela é burra, pois seremos burros juntos.
Se isso é ser burra, eu sou burra. Eu sou burra. Sim, isso é ser burro.
São Bernardo, que estava em viagem na época, quase teve um ataque cardíaco ao ver o rombo na conta bancária da sua empresa. Às vezes eu fico pensando, dar golpe às vezes é muito fácil, né? Deve ser fácil, não sei.
Eu acho que não, porque o golpe ele é um profissional que tem que estar sempre se reinventando.
É verdade, né?
Ele tinha que estar no South by Southwest, Cannes Lions, esses festivais de criatividade e inovação. Tem que ter um golpista sempre, tem que ter um painel sobre golpe.
É isso, amiga. É fácil, talvez seja fácil, mas definitivamente efetivamente é trabalhoso, né? Dá muito trabalho.
Tem que ter um quadro no Pequenas Empresas, tem que ter um negócio no Você S.A. Concordo.
Tem que virar pelo menos curso técnico, né? Sim. Imediatamente liga para Bordecolli perguntando o que houve. Bordecolli, se dando conta de que havia sido um golpe, cai em prantos ao telefone. São Bernardo disse que iria resolver a situação no dia seguinte, quando voltasse de viagem. Demissão, no caso. No dia seguinte, Bordecolli vai à sala de São Bernardo logo pela manhã. Todo o escritório estava em absoluto silêncio para tentar ouvir a conversa.
Bodecoll volta a chorar, fazendo aquela careta que todos conhecemos, implorando para não ser demitido.
Aquela cara assim, ah.
Disse que tinha entrado em contato com o banco para tentar reaver o dinheiro. E São Bernardo, que também tem um dom de fazer papel de trouxa, ficou com o coração mole e resolveu não demitir decole, quis dar a ela uma segunda chance. Tchê, mas não é ser trouxa, né? Assim, foi uma pessoa boa.
Ele é uma pessoa boa, é.
Depois de algumas semanas, eis que a polícia, juntamente com o banco, conseguem enfim devolver o dinheiro à conta da empresa. Como aqui não é a terra de Pix, transferências bancárias podem levar de 1 a 2 dias para serem efetivadas. Foi tempo suficiente para interromper a transação.
Aí, final feliz.
É. Nesse momento você deve estar pensando que devido ao desfecho dessa história, São Bernardo estava certo Certo, ao dar uma segunda chance ao Border Collie. Sim, pois bem, semana passada a Border Collie chega ao escritório e me diz: esse nosso chefe enlouqueceu de vez. Hoje me mandou um e-mail pedindo para comprar $1.200 em cartões vale-presente da loja online de aplicativos de celular. Pronto, raspar os cartões e mandar os códigos para ele. Chatões. Vale presente nas lojas.
Perdemos o Glau.
Ai, meu Deus do céu, gente. Meu pai é a border collie.
Eu sou a border collie. Ai, Leila, mas você erraria de novo? Errar? Obedecer de novo, você quer dizer?
Errar é humano e eu sou super humano. Eu amo a minha humanidade.
E é isso. Em tempos de IA, importante, ser humano.
É isso, é isso. Sim, era novamente um golpe. Pobre da Colleen. Aqui nos Estados Unidos é bem comum esse tipo de golpe. Eles mandam o trouxa comprar esses códigos de vale-presente e depois vendem os códigos na internet. Dessa vez ela resolveu não contar para São Bernardo, pois o valor foi baixo. Eu, como não sou fofoqueira, também não contei ao nosso chefe. E como eu sou ético e fluido, vou tentar usar isso quando precisar de algo de bordo Você é muito esperto.
É isso.
Bom, essa é minha partilha. Espero poder sair daqui antes que meu salário seja enviado a um príncipe nigeriano. Um beijo para vocês dois. Ai, por que esse cachorro é o melhor amigo do homem? Porque ele é meu melhor amigo, o Shih Tzu. É isso.
Estamos falando do Shih Tzu ou da Borderline?
Não, eu vou falar dos dois. O Shih Tzu primeiro, porque ele é mau-caráter.
O Shih Tzu é o melhor amigo porque ajudou a amiga, passou pano, vai ameaçá-la quando precisar e ela é burra, vai ceder. E o História contou pro podcast, ó. Muito rendimento.
A Border Collie, bem, ela é humana. Ela, antes de tudo, é uma ser humana.
Na verdade, ela é uma cachorra.
Ela é uma inteligência emocional, né? Ela é visceral, ela é 100% viciada em cair em golpes. Eu tô com ela também, assim, é outra experiência de vida, né? Eu tô com ela de longe, eu não quero estar vivendo isso.
E eu penso assim, amigo, o que seria— olha como é um ecossistema que se retroalimenta. O que seria do golpista golpista, que tem que estar sempre se reinventando, inovando, buscando novas alternativas de movimentar a economia, se não fosse o trouxa. Sim, trouxa vai cair no golpe, aí vai vir um amigo do trouxa, vai ajudar o trouxa, pegar na mão, vem cá trouxa, é por aqui. E aí esse melhor amigo vai mudar os sistemas, isso vai forçar o golpista a se reinventar.
Então o trouxa, ele tem um papel muito importante na economia, é, ele é o elo de dois mundos.
A frase, esse nosso Enlouqueceu de vez e eu comprei, né? Ai, meu Deus do céu, que maravilha, que maravilha incrível!
Bom, assim terminamos esse programa bem canino, balançando o rabinho com todos vocês, mandando lá um beijos não só para vocês, mas principalmente para os nossos tutores, que são os ouvintes pagãos. É isso, tem a nossa tutela, a nossa que nos guarda. São eles os responsáveis pela nossa ração, pelos nossos passeios, as vacinas em dia, pelas nossas roupinhas, a vacina em dia. Então um grande beijo para os ouvintes pagãos que estão aqui com a gente até agora.
E eu quero também mandar um beijo para você que está nos ouvindo. Não esqueça de compartilhar este programa, é assim que a gente cresce.
Faça uma arte, eu, Leily e Jéssica de cachorro. É isso, conto com os artistas do grupo.
Sim, sim, eu queria ser, se eu puder escolher uma raça, um focinho nem tão pontudo, que eu não gosto, mas também não queria ser achatado como o Puck.
É, eu quero um cachorro que respira, gente.
E eu gosto de orelhas molotes, sabe? Não quero pra cima, eu quero elas molotes, caídas pra baixo, tá bom?
Eu posso ter dente de portão igual o meu cachorro Neto, que tem aqui no fim. Tem aqui no babu.
O do Babu Santana tem o dentinho pra frente.
Tem, tem.
Bom, é isso. Um beijo.
Um beijo, gente.
Até o próximo programa, tchau tchau.
É você mesmo, fofoqueira? Não se vença não.
Mirella, corre aqui!
Fofoqueira do inferno.
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