FAMILIA É TUDO DIFERENTE | Fofoca Na Calçada
Agradeça ao universo por não ter nascido no berço desses entes desqueridos que narramos hoje. Ou não, sua família pode ser muito pior. E se for, conta tudo pra este humilde podcast!
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É você mesmo fofoqueira, não se pensa não! Pireira, corre aqui! Fofoqueira do céu! Baixaria você! Quebra pau foi grande, né? Foi grande, mas ela vinte e eu de novo.
Gente, para um segundo aí, deixa eu fazer uma pergunta direta. Você ouve esse podcast toda semana? Você manda no grupo? Você ri sozinha, sozinha, sozinha? No ônibus? Você manda áudio para as amigas falando, para elas comentarem esse episódio, para elas ouvirem esse episódio, mas você ainda não nos apoia?
Meu amor, pois hoje é o dia, receba esta sacolinha. Esse programa existe porque tem gente que acredita nele. E eu estou falando de vocês, ouvintes pagãos que estão aqui conosco assistindo, que bancam essa estrutura toda de edição, de hospedagem, de hostes, de equipamentos, de contabilidade. Nada disso é de graça e nada disso acontece por milagre. Então que bom que nós temos os nossos ouvintes pagãos que estão inclusive aqui ouvindo, gravando com a gente essa plateia que é a cara do Brasil.
Então, você pode se tornar um ouvinte pagão indo na descrição desse episódio, escolhendo o seu caminho para apoiar. Tem pelo apoia.se barra hoje tem podcast, com cotinhas que cabem no bolso. Tem também pelo patreon.com barra hoje tem, para quem está ganhando em dólar, em euro, ou qualquer outra moeda que não chora na hora de pagar boleto, tá? Apoiando, você entra para o nosso grupo de Telegram, tal qual os pagãos que estão aqui. E olha, esse grupo é praticamente uma instituição de saúde mental não regulamentada. Inclusive, tem psicólogos ali.
Tem fofoca, tem amizade, tem sorteio, tem a galera boa, né? Tipo os pagãos que estão aqui com a gente hoje. Se o momento, porém, não está permitindo que você contribua financeiramente, não tem problema, você consegue nos ajudar compartilhando esse episódio, mandando nos grupos que você está, de zap, de telegram. Você consegue também nos apoiar mandando nas suas redes sociais, tagueando a mim e a Glaudemias. Quanto mais gente for ouvindo esse podcast, mais ele cresce. É tão simples quanto.
Então segue também a gente, deixa cinco estrelinhas aí, ativa o sininho, isso faz diferença sim no algoritmo, tá? Não tem nada pior do que episódio novo saindo e você ficando para trás sem saber. Quando você ativa o sininho, você recebe na hora, tá? É um crime contra você mesmo, mas tudo bem. Feito isso, a gente pode continuar, não é, Glaudemias?
Podemos sim, amiga. Minha gente, bem-vindos a mais um Fofoca na Calçada, o único podcast gospel do Brasil. Gospel mesmo. Não é porque você ouve, ah, eu escuto café com Deus Pai. Não é gospel. Porque o senhor é um padre de festa junina. É empreendedorismo, é qualquer outra coisa. Gospel é quando Deus fala pela história do outro em teu coração, que é o caso desse programa, onde a gente ora por desconhecidos e ainda entrega os babados deles em detalhes riquíssimos.
E olha, hoje eu preciso que vocês se preparem espiritualmente antes de começar a ouvir, porque o tema é puro gatilho. É família, né, amigo? Família é gatilho, não há jeito. Aquela instituição sagrada, blindada, intocável, que os nossos ouvintes entregaram com tanta riqueza de detalhes que eu precisei tomar água antes de gravar. Família é tudo sim. Tudo de diferente, tudo de absurdo, tudo de digno de oração e tudo de gatilho.
Ah, família brasileira, esse organismo vivo, pulsante, completamente fora de controle que nenhum manual de autoajuda jamais conseguiu domesticar, Amília. A gente fala em laços de sangue, mas ouvinte burro...
Sangue derrama muito nessas histórias que chegaram pra nós, seja no churrasco de domingo, no grupo do WhatsApp às 23 horas, na herança que ninguém merece ou na reunião de fim de ano que termina com alguém dormindo no quintal. Hoje a nossa congregação se debruça sobre o lar brasileiro e eu já aviso, a gente não vai julgar, a gente vai orar muito, muito, muito, muito.
Eu já vi aqui o seu link da rua, amigo. Já estou curiosa, já quero saber. Meu link a vivo da rua é sobre meu tio mecânico, né? Meu tio Reinaldo Giannichini, da novela Belíssima. Eu me lembro que ele era mecânico nessa novela. Meu tio estava sendo mecânico, como todo dia ele costuma ser mecânico. Nesse dia em específico, ele estava lá fazendo as suas coisinhas de mecânico, cuidando dos carrinhos, estava com a mão toda suja de graxa. As coisinhas de mecânico dele.
As coisinhas de mecânico dele, olhando as revistinhas de Mulher Pelada que todo mecânico olha. Tava lá. Tava lá vivendo a sua vidinha. E ele era o dono da oficina, então. Ele era o dono da oficina. Ele tinha, então, aquelas oficinas grandes que tem equipes ou é a oficina que era tudo ele? É uma oficina grande, mas que é apenas ele, sabe? É uma oficina que tem que lidar com muitas coisas, muitos carros, muitas motos. Mas era apenas ele.
Mas aí chegou um dos clientes dele, né? Veio no carro. E geralmente o pessoal deixa o carro e vai embora, né? Se não for algo muito pequeno assim, né? Mas esse cara preferiu ficar lá. E aí meu tio que tava lá consertando as coisas, o escapamento do carro, volta assim e fala... Olha, vai demorar um pouquinho, seu Jamanta. Ok. E aí antes de responder qualquer coisa, o seu Jamanta começa a chorar. Um homem daquele tamanho chamando a frente na cara do meu tio. Ele fala, aconteceu alguma coisa, cara? E aí o Jamanta olha, a minha mulher brigou comigo. E aí
E aí meu tio que tava com a mão toda suja de graxa Falou assim Putz, mas é assim mesmo Essas coisas acontecem Meu tio que tava com a mão toda suja de graxa E com pressa pra poder terminar esse carro Pra pegar o próximo Só que Jamanta, ele tava muito alterado com isso Jamanta não era tão velho É um desses jovens crentes Que casam muito cedo Que tão com vontade de transar
Claro. E aí, meu tio fala, mas essas coisas de relacionamento acontecem, não sei o quê. Ele fala, não, por favor, olha aqui as mensagens. Olha se eu fui errado. Passou pro teu tio, no meio do serviço, avaliar. Ademais essa demanda. Legal. Essa demanda. E aí, meu tio, com a mão toda suja de graça, tendo que ver aquele homem ser claramente humilhado por uma mulher que não ama ele, que não gosta dele. Mas ele não poderia dizer assim, olha, termina.
Porque, bem, meu tio queria garantir o dinheirozinho dele no final do mês. Sim. Então a única coisa que meu tio falou foi, eu acho que a terapia pode fazer muito bem pra você, você tá precisando falar muito. Tá. E aí ele falou, é verdade, eu vou tentar achar isso aqui. E aí meu tio ficava tentando voltar pra debaixo do carro pra continuar o serviço, mas esse homem puxava o meu tio de volta pra ficar falando. Que legal.
E essa, né? São demandas do profissional que o profissional não é preparado pra isso, né? Ele simplesmente é acometido por um homem que está em estado de otarice, né? Homens otários, atrapalhando a vida de muitas pessoas. Esse é meu link ao vivo da rua, amigo. E o seu?
Amigo, eu quero fazer uma denúncia sobre uma loja chamada Pessimissime. Tá. É uma loja que vende... Biquínis. Sim, péssimos. Biquínis péssimos. Os biquínis são ótimos. Eu amo... Os biquínis pessimistas, então. Eu, honestamente, só uso biquínis da Pessimissime.
São os biquinis pessimistas. Eles vêm quando se fala, tipo assim, hoje o sol não vai sair. Vai estar chuva. É, eles falam isso. Vai estar chuva na praia. Na etiqueta tem assim, será que você é boa o suficiente para usar esses biquinis? Será que você está bem? Enfim. Olha, eu queria que existisse essa marca. Você vai ter como pagar? Você vai ter como pagar?
É a parcela desse biquinho? Você tem dinheiro pra isso mesmo? Tu sustenta isso, Rafa. Tu sustenta esse bojo? Que ele não vai te sustentar. Seu fracasso é você mesmo. Então era isso. Eu fui lá comprar na Pessimissime. E amigo, veio a vendedora nova. Eu quero dizer que as vendedoras em geral, elas me atendem super bem. Mas essa vendedora nova, ela me irritou, como dizem lá na minha casa, ela me irritou dentro do meu corpo.
Ela entrou numa espiral de competição de quem sabe mais. Eu simplesmente cheguei e falei assim... Porque lá os sutiãs têm nome de mulher, tá, gente? Você tem o sutiã Fátima? Ah! Aí ela falou assim... Fátima, cara, com o deboche, ela estava determinada a me corrigir. Determinada. Aí assim, eu não lembrava o nome, tá? Aham.
Aí eu falei Fátima porque eu sabia que era com F. Aí eu falei assim, você tem o sutiã Fátima? Acho que é Fátima. Falei numa boa. O que você, vendedor, que me pega falando o nome errado, diria? Você não tá querendo falar essa? Dá uma risadinha e viram amigas, se não tiver ou não. Não, ela fez assim, ó. Fátima?
Aí eu falei, ah, não sei, é um com F. Aí ela, mas Fátima? Aí a minha vontade era falar, caralho, tu não trabalha aqui, sua fudida. Tu deve saber o nome. Aí, mas eu guardei e falei assim, acho que é um com F. O único com F. É um com F. Aí ela, Fátima ou Felícia? Glau já tá puto, Glau já tá puto.
Ai, gente, eu vou dizer uma coisa, tá? Mas ela fez na maldade? Tu sentiu que foi na maldade? Fez, porque você vai ver o decorrer dessa conversa. Fez. Tá, tá. Então vou manter a minha putidade aqui. Aí ela, Fátima ou Felice? Aquela F de fubanga, eu sou fubanga. Não, é... Aí eu falei... De fudida, igual a tua mãe.
Aí eu falei assim, eu ainda não tinha entendido que ela tava numa competição mental solitária comigo, tá? Aí eu falei assim, ah é, o Felícia. Aí ela, tem. Ela, qual o seu tamanho? Aí eu falei, cara, eu não sei porque eu engordei um pouco, então deve ter aumentado, mas meu tamanho era X, eu acho que agora tá Y. Aí ela, mas você tem a fita métrica da gente pra saber? Que? Aí eu...
Ah! Aí eu fiquei... É, caralho, exato. Vocês estão com raiva. Eu tenho agora meus problemas com o varejo nacional. Eu tô tendo. Meu Deus do céu. Você tem a fita métrica da gente pra saber? Porque a nossa fita métrica é muito específica. Aí eu falei, você quer medir? Aí eu ainda estava em crédula. Aí ela medindo, aí ela... É o Y, D. Viu como é diferente?
Aí porque a Tudor falou assim, nossa, realmente, eu jamais ia saber. Eu não sou uma vendedora tão boa, né? O chat está incrivelmente com ódio. Está todo mundo assim, fia a fita no cu, sua arrombada rapariga. Cutruvia, quenga, é catiroba, é fuampa.
A Rose é a ilusão da Leila pra ser demitida. É verdade. Aí, amigo, o meu noivo, ele tava batendo perna no shopping, me mandando mensagem. E eu tava falando com ele, assim, falando, tipo, amor, eu tô aqui na pessimismo. Me dá mais uns minutinhos e tal. Aí, enquanto eu tava falando, ela, vamos lá, amor? Aí, tá. Eu falei, senão eu quero ver. Você tem um meia taça? Porque quando eu fico com o peito maior, eu fico mais bonita em meia taça. Ela, meia taça.
A gente não tem meia taça. Aí eu... Tem meia taça. Eu já comprei meia taça de você. Ela... Qual que tu comprou? Aí eu falei... Aí eu não sei, moça. Você não estava aqui quando eu comprei? Ela... Então deve ser bem antigo. Porque a gente não fabrica meia taça. Aí eu falei... Ai, moça. É um meia taça sem bojo. Com a parte de cima toda de... A Ju está tendo assim cup de ódio. Gente, eu só queria gastar dinheiro e dar dinheiro para ela de comissão. Não é ela estar com raiva de quê, essa mulher?
Se fosse qualquer outra pessoa já tinha saído. Aí eu falei assim, o que eu comprei, ele é meia taça, ele tem aro, só que ele não tem bojo e o tecido era de seda. Aí ela falou assim, seda? A gente nem tem nada de seda. Aí eu falei, por que eu tô dizendo que foi no passado que eu comprei, moça? Aí, vocês estão entendendo? Estão comigo? Que eu queria somente o formato meia taça. E aí eu estava explicando o modelo que eu comprei, porque ela pediu pra explicar. Quando eu entrei no tecido, eu falei, e ele era...
No passado de seda. Ela, a gente não faz nada de seda. E é mulher!
Eu não sei, não! Eu falei, porque foi no passado que eu comprei, moça. Foi no passado. Eu quero um meia taça. Que mulher implicante, meu Deus. Aí ela, seda? Aí eu, você tem meia taça? Você tem um meia taça aqui? Não precisa ser de seda, ela. Até porque não tem. Você tem... Meu Deus, você tem meia taça? E virou uma competição de conhecimentos gerais sobre a marca. Aí ela, não tem, moça. Aí eu virei pro lado, amigo, e tinha um meia taça.
Aí eu falei, e esse aqui? Ah, ela, esse não é o meia taça, esse é o nosso modelo Joyce. Aí volta para aquele negócio que essa marca tem o nome de mulheres nos modelos. Mas era claramente o meia taça, aquela bosta. Ela, esse é o nosso modelo Joyce. Aí eu, você tem um Joyce no meu tamanho? Ela tem. Gente, como é que pode, né? E tu saiu sem ofender ela, obviamente.
Sem ofender, tu acredita? Eu falei assim, pode você me dê, por favor, um Joyce no YD? Por favor, por favor. Aí ela me deu, aí eu fui vestir, saí e comprei direto. Aí ela veio assim, eu vou lhe acompanhar. Eu falei, preciso acompanhar não. Não precisa me acompanhar. Meu Deus, gente, puta merda. É isso. Habla de como não vender, né? Pessimíssime. Demita esta moça. Eu estou implorando. Ela está implorando, na verdade. Ela está implorando, sim. Ela está implorando. Meu Deus do céu.
É isso, gente. Passei raiva, eu tenho passado muita raiva com vendedores. Mas que falta de educação, né? Ela rindo da minha cara. Fátima? Ai, meu Deus. Cara, amigo, ela gastou uns 5 minutos da vida dela fazendo... Fátima? Não conheço. É um com F, ela. Mas Fátima?
vou tá dizer assim, minha filha, que bom que você é especialista na pessimismo realmente, eu não tenho todos esses conhecimentos nessa coisa tão importante que é nome de biquíni, então por favor é o supra-sumo dos pequenos poderes gente, incrível puta merda, mas é isso né essa vendedora muito mal educada tô fazendo um gancho, então né
Já que a gente tá falando de gente sem educação, chegou a hora mais esperada e mais constrangedora do programa. Sim, minha gente, é o momento em que a gente para tudo, olha pro alto e pergunta em voz alta. Paulo Freire, cadê o que você prometeu? Porque o povo foi pra escola, frequentou, pegou caneta, abriu caderno, teve até professor razoável e ainda assim chegou na nossa caixa de e-mail com um nível de trouxice que desafia qualquer pedagogia conhecida.
Ouvinte burro, seja bem-vindo ao seu quadro, você vai se reconhecer. E se você também tem um desses casos guardado no coração, aquela história que você ainda não contou pra ninguém, porque dói um pouquinho, na verdade, manda pra gente no contato arroba de tempodcast.com. Apenas milhares de plays serão dados na sua história, pessoas, milhares de pessoas vão rir de você. Só lembre de trocar os nomes reais pelos de celebridades.
Ou personagens famosos que não tem absolutamente nada a ver com o ocorrido, tá? Pra tu te proteger e proteger todo mundo. Quem viveu, quem causou e principalmente a nossa segurança jurídica que deve ser protegida. Aqui a ética é fluida, mas o juiz num processo não é, né meu bem? Então vamos pro primeiro caos. Vamos. Sonho da oprimida Renesmi de CGI do Crepúsculo. Quem é Renesmi? Quem é ela? Aquela bebê feia do Crepúsculo, né?
A pessoa fez questão de dizer de CGI do crepúsculo. Tá bom. Caralho, aquela boneca é muito feia. Ah, é a filha da Bela. Estão falando aqui. Sim. Se o diretor tivesse esperado um pouquinho, né? Pra fazer com Iar. Só um pouquinho. É, porque eu vou dizer. A bebê da Joely, antes de encontrar uma criança de verdade, foi feita por Iar. E tava feinha. Tava feia. E foi só um rosto aplicado assim, em 2D. Que isso, Globo?
Ai Boa noite Leile Glau, tudo bem? Não, porque primeiro que tu não tá de noite Porque a gente tá gravando 9 da manhã Pois é, fudeu Sei que não, mas pergunto porque sou educada? Aí ela botou a interrogação Aqui quem vos escreve é a sua ouvinte burra Renesmi de CGI do Crepúsculo E conheci o podcast por recomendação do meu colega de trabalho Nino do Castelo Rá-Tim-Bum E trago minha denúncia de piriguete-fobia Que sofri pro quadro Paulo Freire e você prometeu Pra vocês se deleitarem diante de meu sofrimento Vamos aos fatos Vamos aos fatos
No último dia 18, fui prestar o raio da minha prova prática de carro aqui no pequeno vilarejo de Big Grass City. Big Grass City? Campão. Deve ser campão, é isso? Gramadão. Gramado, é isso? Big Grass? Matão. Campina Grande. Ah, tá.
Vilarejo este que às vezes fede a laranja, pois uma grande empresa de suco de laranja produz seus produtos aqui. Ah, eu não sei, acho que é Campina Grande não, acho que é Campo Grande, que é uma coisa de... Matão! Matão! Obrigada, Valci. O inferno do exame estava marcado para as 8 horas da manhã e eu cheguei com 20 minutos de antecedência e fiquei conversando com os alunos das outras autoescolas.
enquanto esperávamos os examinadores chegarem às oito, como combinado. No local, não havia nenhum lugar para sentar. Tinha somente a sombra de algumas árvores, um sol quente e uma grande quantidade de mato que cercava a área, fazendo jus ao nome do vilarejo. Lá já estavam alguns instrutores que nos avisaram que a prova iria atrasar até, no máximo, nove e meia, pois os cornos examinadores do Tetran estavam em outro local. Tetran é foda, tá?
Estavam em outro local avaliando alunos da aula de moto E por isso continuamos esperando de pé Estavam dando grau, né? No sol ardido e morrendo de ansiedade Não vem não que sol ardido 8 horas da manhã te manca Ah, é depender de onde for, amiga É uma desgraça
Na época, é uma crítica ao aquecimento global. Ah, sim. Eu já fiquei bicuda, aí, afinal, estava morrendo de sono, fome e sede, pois havia acabado de sair do trabalho após 12 horas de turno da noite e só tinha comido pão com ovo entre a saída do trabalho e a ida até a prova. Meus neurônios já não estavam mais fazendo nenhuma sinapse.
É um inferno essa prova mesmo, tá? Depois dessa informação sobre o atraso, os cornos... Eu amo que ela tá chamando assim já. Os cornos dos examinadores apareceram mais tarde do que a Milena atrasada no Enem, querendo viver da sua arte. E só chegaram 10h30 da manhã e começaram a chamar os alunos. Eu, que tinha pedido pra ser uma das primeiras, afinal eu só queria dormir depois de uma longa noite de trabalho, fui chamada somente 11h30 da manhã.
para realizar o exame e ao chegar lá para entregar o meu documento descobri que não poderia fazer a prova pois estava de regata não acredito não não é possível isso não não é verdade isso eu não dirijo eu não sei como é mas como assim não pode estar de regata
Eu não lembrava disso, mas eu acho que é real essa informação. Não é possível. Olha o José Garcia falando que é mentira, que pode sim fazer. Então estavam te boicotando. Gente! Na época que eu tirei, a minha só andava de gola pola. Eu vou perguntar para ele que sabe tudo. O chat GPT. Pode fazer exame de autoescola usando regata?
Aparentemente no Matão, não, né? É o Gemini. Não! Você não pode fazer exame prático usando regata. Os manuais de conduta e diretrizes do Detran proíbem expressamente o uso de camisetas regatas. O que é isso, Brasil? Veja bem, se eu estiver errado, me corrija. O que é que...
O que é isso? Qual é? O que que isso inflê? Eu entendo chinelo, porque pode embaralhar lá nas embreagens. O problema do Detran é que ele não aguenta ver músculos. Não gosta de ver bíceps. Esse é o problema. Tem medo. Como ela disse, só tem corno trabalhando no Detran. O Valsy tá falando porque regata a roupa desse...
Pode ser também. Então eles às vezes estão só organizando. Não diz isso não que eu acredito. Eu acredito. Tá, gente? Então, você que tá ouvindo esse podcast, não use regata. Primeiro que é feio. Segundo, porque não pode na prova do Tetran. Você odeia regata? Todas as regatas, você é da moda. Fala que eu queimava a minha já aqui. Eu odeio. Pois eu estava de regata.
Coisa que na minha autoescola, que vamos chamá-la de autoescola Giant Grass, não me informou e nem as outras alunas. Como eu não havia pensado que ir tal qual Geise Arruda de vestidinho rosa na faculdade seria um impedimento para a prova, eu realmente não imaginei que o meu look faraônico seria um problema, pois só nos disseram que teríamos que ir de sapato fechado e não nos falaram nada sobre a vestimenta.
Não é muito doido pensar que existem crianças que hoje são adultos que não entendem o que foi Geise Arruda vai de vestidinho rosa. A anônima Geise Arruda vai de vestidinho rosa pra faculdade. Amigo, isso foi um grande surto coletivo. E ela, de repente, vira uma pessoa relevante, né? Isso é um negócio que a Geise Arruda, pra mim, tal qual Louro José, são coisas que explicam muito porque o Brasil se difere de todo o restante do mundo. Sim. Sabe? Isso não conseguiria acontecer em outro lugar, não sei aqui. E aí
Amigo, o Twitter, na época, entrou com uns kinkshame bizarro em cima da menina e ela não estava com nenhuma fantasia sexual, ela só estava meio que se vestindo e andando no corredor. E é isso, é um vídeo que ela literalmente só anda, vai no banheiro... E o Brasil começou a chamar ela de puta, de brega, de tudo de ruim. É um negócio que não faz sentido. O Twitter massacrou a menina. O TV Fama fez da vida da Geisa Ruda um inferno, um inferno. Incrível.
Eu invejo também os Gen Zs e os Gen Alpha, porque eles não viveram isso. Eles têm uma vida um pouquinho melhor. A cabeça deles é melhor. Eu sei que vocês não estão acostumados. Bom, e as outras periguetes de Giant Grass, todas com os braços de fora e seios persuasivos para jogo, ficamos indignadas que num calor de 40 graus não poderíamos estar de regata, nem de crópede, ou qualquer outra blusa não recatada. O instrutor que estava lá nos viu e não disse nada sobre o nosso look.
que nos fez esperar três horas além do horário marcado para descobrir que o examinador gongaria o nosso traje ao estilo André Sorak.
De certo, poderíamos ter nos trocado antes, se os instrutores tivessem nos informados. Se ela tem razão, viu? Peraí, o look dela estava estilo André Surak ou o instrutor te humilhou ao estilo André Surak? São duas coisas diferentes. Não, ela está sendo irônica sobre o look dela ser uma coisa André Surak, entendeu? Ah, eu estou muito triste, porque eu achei que o instrutor tinha olhado para ela e falassem vá, sua fudida, com corrosão. Sabe, um negócio assim, bem baixo nível.
Na hora eu fiquei ainda mais bicuda. Senti vontade de chorar, mas eu engoli e perguntei. E agora? Só mês que vem pra fazer de novo? Eu amo que ela tá com ódio por dentro, se corroendo de ódio por dentro. Poderia soltar qualquer xingo. Aí ela constrói a narrativa como se ela fosse dar um fecho, né? Ela fala assim, ó. Sim. Na hora eu fiquei mais bicuda, senti vontade de chorar, mas engoli o choro e perguntei. E agora? Só mês que vem de novo?
Eu tô me identificando um pouco com ela, assim. A pessoa que quer brigar, mas só briga dentro do banheiro, sabe? Brigando com a cerâmica. Sabe aquelas pessoas, amigo? Aquelas pessoas que estão contando história, aí elas querem passar, que foram fodonas na história, aí elas dão uma entonação assim, não, amigo. Aí eu cheguei na cara dela e eu falei assim, pode ser. Pode ser. O meu do Tom, né? Pode, talvez. Ah, amigo, sabe o que é engraçado? A gente é um pouco essa pessoa.
Claro que a gente é! Pode ser. Ah, então tá bom. Eu vou fazer, assim, essa provinha mês que vem. Claro, faço, faço. O tom, assim, na contação, toma, faço. Faço, faço sim. Opa! E saí. E saí. E é porque ela não tava lá, senão eu dizendo a cara dela.
O examinador me disse que se eu me trocasse, eu poderia realizar a prova ainda no mesmo dia. Então eu pedi o Uber pra minha casa. Me troquei e voltei com blusas recatadas para as outras piriguetes se taparem, com um grande ato de sororidade. O problema é que na volta da minha casa pro local do exame, eu pedi um meia-meia. Mas o pneu do carro acabou estourando. É, amiga, não era pra ser, não. Não. Acabou estourando no meio do caminho. E eu tive que ajudá-lo a empurrar o carro até uma parte mais segura pra fazer a troca.
O motorista não estava conseguindo tirar a roda, e eu, que já estava sem paciência, paguei a viagem e segui o resto do caminho a pé. Até porque, se eu pedisse outro meia-meia, iria demorar muito para achar outro motorista, e não sabia se daria tempo, pois haviam poucas pessoas aguardando na hora que eu fui chamada.
Após uma caminhada de 15 minutos, cheguei na prova toda suada e me segurando pra não virar camiseta da saudade eterna, pois estava com a pressão baixa e me tremendo igual um pincher bravo. Imagina, amigo, ela chega toda suada, a camisa toda molhada. Fedendo. Fedendo. Não, não. Não sou horrível da moína. Ela com a camisa toda coberta, porém toda molhada, os peitos aparecendo a eles. Ainda bem, não pode.
Não é recatado. Quando cheguei, as outras jovens não recatadas colocaram as blusas e continuei aguardando com uma cara de furico bem perceptível e fiquei rezando para minha quadroeira Geise Arruda para passar na prova. Ao ser chamada novamente, consegui fazer o percurso e a baliza e passei, assim como as outras periguetes que me devolveram as blusas. Em seguida, liguei para minha mãe dizendo, bicha do céu, passei! E fui para casa com muito ódio no coração.
Quando cheguei em casa, chorei um pouco pelo estresse, desfiz meu bico, finalmente pude petiscar e bebericar algo e me deitei em berço esplêndido e quando acordei fiz as unhas. O que tem a ver isso, gente? Eu tô esperando... É lidando com o estresse dela. Amigos, tem aqui mais dois parágrafos. Espero que tenha coisa.
Para deixar claro, essa não foi a primeira vez que esse quiosque da Giant Grass me fez passar nervoso, deixando meus cabelos brancos e acabando com a minha paciência. Por exemplo, eu fiz a prova teórica em novembro de 2024 e só iniciei minhas aulas práticas de carro após quatro longos meses, em fevereiro de 2025.
Depois de muita assistência e reclamação minha, pois nem o telefone ou WhatsApp eles atendiam. Porém, fui burra e já tinha pagado todo o valor da carta. Então continuei nessa autoescola. Eu deveria ter seguido os ensinamentos da Marta Golpista e ter dado um calote, mas enfim, sou burra. Após a periguete-fobia que sofremos, nós conseguimos, pois somos mulheres fortes que brilham em qualquer traje. E fica aqui minha revolta. Somos irmãs. Somos mulheres.
E fica aqui minha revolta com nossa autoescola. Não nos avisa sobre o dress code do babado? Ela tem um ponto. Ficamos sabendo que os outros alunos das outras autoescolas foram informados sobre isso. Só a gente, periguetes da Giant Grass, que não fomos informadas. Mas o que importa é que eu passei e agora eu vou fazer aula de moto rumo ao virar uma motomami de respeito. É isso, Lely Glau. Glau. É isso, Lely Glau.
Fica aqui a minha carta de autoescola de Antigrass. E que nunca nos falte o fútil. Um beijo da sua ouvinte burra, Hannah Smith, CGI do Crepúsculo. Ah, eu gostei. Gostei muito. Eu gostei. Gostei muito. Não acho que você foi boa. Não foi culpa da vítima, não foi culpa do Paulo Freire. Essa é uma história que não deveria nem ser Paulo Freire. É uma história incrível, né? De lei de trânsito. Com ela, aprendemos que tem que evitar regata. Eu não sabia disso também. É isso, amigo. Eu vou cobrar ninguém.
Na verdade, eu acho que você e o Paulo Freire dão as mãos nesse caso. A primeira vez que não é sobre julgar a burrice, é sobre algo maior que é combater a luta anti-regata, né? Amigo, vem cá. Você acha que professor de alta escola entra na cota professor? Porque aí entra em Paulo Freire. Não, né? Até porque...
Pelo menos o meu, da professora da autoescola, ele só passou uns vídeos pra mim. Aí, não sei. Não sei muito não, sabe? Mas tá no nome, né? Tá lá, professor da autoescola, a gente acorde. O chat tá dizendo que não. Que ele não passou pela educação freiriana. Então, não tem o que cobrar pra um freio. Não é freiriana, não.
Ah, é instrutor, não é professor. Ah, então tá. Então realmente não é da cota Paulo Freire, não vou cobrá-los. É, então não tem que cobrar. Se fosse Paulo Freire anos, teriam dito que não pode usar regata. Sim, se fosse freireano... Teriam criticado não usar regata. O Paulo Freire iria de piriguete no meio da sala e empoderava vocês e assim, vai sim. Você vai sim, porque lugar de piriguete é no carro. Vai ter mulher de regata sim.
Vai, vai ter. Corpos livres, corpos livres. Pode entrar, Alexandra. Cara, a gente tá falando de um assunto sério.
Não tem o Partilha dos Rostos. Vamos em frente para o Fofolo. Vamos direto para o Fofolo. Amiga, eu trago duas indicações muito legais, tá? Mas nenhuma no segmento paid ou no segmento repórteres mudos, tá? Estou ainda caçando mais do segmento repórteres mudos. Perceba que foi uma boa... Do segmento.
Um bom segmento de indicações. Eu quero indicar hoje um perfil que é muito fofinho, de uma cearense de lucrato, nossa querida Samara, underline e underline amigos. O I no caso é um E.
A Samara, ela se descreve como uma porquinha diferente e sua dona Ana Paula Amorim. A Samara, no caso, é a porca, né? E aí, você vai acompanhar o dia a dia dessa porquinha com a dona Ana Paula, cuidando dela tal qual se cuida de um bebê. Ela, inclusive, embora... Gente, ela faz mamadeira!
Isso, embora, se vocês olharem no perfil, a Samara, ela tá no tamanho de um pote na horizontal, ela usa roupinhas azuis, mas muito fofinha, ela brinca com os cachorrinhos, ela não vai virar munguzá, porque ela tem uma família. É muito fofinho, é legal de se assistir, sabe? Gente, que fofinha!
Eu gosto também do look da dona Ana Paula Amorim. Eu acho que é legal, assim. Contrasta bem, sabe? Na verdade, casa muito bem a dona Ana Paula com a Samara. Essa é a minha primeira indicação. Então é instagram.com barra... Arroba Samara, underline é... Underline amigo.
Samara e amigos, tá O outro é O Roney de Jesus, no caso É muito legal o trabalho dele, tá Ele transforma frases em desenhos Então o pessoal fica falando Faz um de alguma coisa Sei lá, o menino aqui pediu de Harry Potter, né Aí ele escreve Feliz aniversário, Suelani E aí ele vai e transforma essa frase Em personagem de Harry Potter Ele faz isso com todo mundo, né E aí
É legal. É um trabalho bem artístico. Que demais! Ele fez do Altacompadecida, ele fez do Hobbit, ele faz de tudo, assim. Eu gosto muito das indicações dele. Esses são os meus arrobas da semana, amiga. Não tenho peido pra indicar. É, eu achei o seu safe. Eu tava achando o meu safe, mas eu achei o seu mais safe. O meu tá safe. Mas não é bom. É bom também pra não acostumar demais a audiência. É, tem que ser gradual. É, eu gosto de trazer a surpresa, o efeito surpresa.
Amigo, o meu fofollow é uma senhora que fica mandando indiretas e recados pesados, recheados de discursos de ódio para inimigos NFT, pessoas que não existem. Ela empolga muito, dando fecho, tá? Então é o Instagram, instagram.com.br neguinha9103. Ela tem apenas 6.078 seguidores. Já tô seguindo. Vamos ver um discurso de ódio da neguinha03? Vou pegar um aqui que ela tá mandando um recado pra alguém.
Ô, Folote, sabador, dia de lavachar, que não é, ainda tá, acho que é pra catim, dia de bacalhau. Mulher, tomar um banho, mulher. Nem os mosquitos tão aguentando tua buceta, mulher. Sai de arraba, o azar de cadeia, bucha de gala, boca de merda. Bucha de gala, incrível. Incrível. Folote, folote, sabador, né, hoje o bagulho é louco, o processo é lento e o juiz é noiado.
Obviamente ela é pernambucana, recifense. Ela esculhamba pessoas de diversas situações, origens. Ela não exclui ninguém, né, Juju? Faz parte do recifense brigar, né? Ela tá brigando com alguém, assim. Ela quer brigar. Quem? Não tem. Não tem. É o inimigo imaginário. Então, se você quer ensaiar a ofensa, se você quer ofender alguém, siga por favor, a Neguinha9103 no Instagram, tá?
Agora vamos para a minha segunda indicação. É um garoto que canta... Eu acho que ele já está famoso. Ele canta ópera no meio de frases em situações cotidianas em locais públicos. Então, ele faz assim, por exemplo... E ele está sempre se filmando. Ele chega na Yogoberry, vai comprar um iogurte. Vai falar, oi, moço, por favor, me dê um...
E aí todo mundo no recinto para pra olhar. Ah, eu fico muito triste com esse segmento de pessoas incríveis que ficam famosas rápidas. Porque assim, eu ia indicar que antes de ficar famoso, o negrão cinco estrelas, né? Que ele faz. Que delícia. Ele analisa as comidas com essa, sabe? Ele faz toda a análise. Mas ele ficou muito famoso. Ele já tá fazendo publi. Então não cabe mais aqui. O nosso chat não gosta do menino da ópera. Tá todo mundo falando que ódio desse cara. Ele me irrita. Aí o outro, ele me irrita. Dois. Mas tenha calma.
Gente, vocês não estão sabendo muito aproveitar as belinhas. Ai, porque o CLT tá sofrendo. Mas não é você. Para de se projetar, gente. Ah, o Samuel também não curti, não. Ele, com licença, pode afastar um pouquinho. Eu gosto, eu gosto, eu gosto, sim. A única... Ai, porque o CLT sofre. Não sendo eu. Sim. Tô nem aí. Ai, eu apoio as classes. Apoio nos meus stories. Passou disso. Chegou perto do pontão da minha casa, eu não abro.
É isso, é assim que eu trabalho Com a luta de classes, é virtual Muda Brasil A Carla já mandou uma muito boa Eu fingia ser suda e começava a fazer sinais Só pra ele ficar constrangido É isso que tem que fazer A Carla deu, a gente dobra A aposta Exatamente Gosto disso
Bom gente, chegou o momento mais sagrado deste episódio, a hora em que a nossa congregação abre a boca, ou melhor, nós abrimos o e-mail, e nos entrega o que tem de mais precioso, que são causos da própria família. Nesse caso, né? Nos outros programas pode ser da vida alheia também. E olha, eu li as histórias antes de gravar, eu precisei me preparar espiritualmente, porque família brasileira não é, amor.
Não é uma coisa tranquila. Estamos falando da América Latina. Uma família nunca será igual à outra. Por isso esse programa está falando que família é tudo diferente. Roteiro de novela escrito por Valsir Carrasco. Inclusive tem Valsir Carrasco, tá? Hoje. Tem aqui? Tem. Acabei de ver. Ai, meu Deus, live, hein? Vamos ouvir o que os nossos ouvintes trouxeram para esta calçada?
E como sempre, antes de qualquer coisa, nenhum nome verdadeiro vai aparecer aqui. Quem enviou já sabe o combinado. Troca pelo de uma celebridade, de um personagem de novela, figura pública, qualquer um que jamais teria protagonizado o que você vai contar. É ética fluida em ação, é proteção ao réu e ao inocente. É o nosso contrato gospel com vocês. Quer mandar sua história de família pra essa calçada?
O e-mail é contato.arroba.ogetempodcast.com Porque se tem uma coisa que esse episódio provou, é que nenhuma família é normal. Algumas só escondem melhor. Isso é verdade. E a gente vai começar com a partilha de Isis Valverde. Olá, Leile Glau. Aqui é Isis Valverde, apoiadora do podcast.
Já colocou aqui a safe zone. É, pra ser xingada, é. Ela foi espertíssima, espertíssima. Pra mim, todo apoiador tem que fazer isso. No fundo, eu sei que eu sou inteligente. Não vou perguntar se está tudo bem, pois seria perda de tempo. A partilha que trago pra congregação é sobre o meu vizinho.
Do nada. Do nada. O Tonico Pereira é pai de um deus grego. Enfim.
Família feliz, comercial de margarina e tudo mais. Todos os dias eles sentavam numa caçada com o celular na mão, assistindo o YouTube, o que me entregava bastante, pois poucas pessoas na rua se atrevem a sair com o celular, que dirá ficar dando sopa desse jeito. Ela diz qual é a cidade, porque se for uma cidadezinha do interior, gente, é mais comum. É, se sentou na calçada, é normal. Eu só sento na calçada com o celular.
Um belo dia, Tonico recebeu uma ligação de sua filha, Luzia, da novela Velho Chico. Todos na rua escutaram a felicidade do velho quando a menina anunciou que chegaria na sexta pra passar o final de semana na casa do pai, e assim foi. Fofo.
A menina então apareceu no dia marcado em um carro para ficar durante o sábado e o domingo. Essa visita deixou a família muito feliz durante muito tempo. No entanto, o que era para ser uma coisa pontual, acabou se tornando corriqueira e a presença da menina começou a incomodar Dira Paz, que era a madrasta de Luzia da novela Velho Chico. Era uma coisa muito esquisita. A menina de seus trinta e poucos anos, quando vinha, ficava na calçada com o pai, uma cadeira para ela, para ele e para a madrasta.
Então, nesses momentos, pai e filha ficavam de mãos dadas. Às vezes, ele colocava a mão sobre o joelho dela, acariciava sua cabeça, colocava sua filha em seu colo e etc. Gente, tá virando crime? Não, gente. 30 anos sentando no colo do pai? Isso tudo com dirapaz ao lado dos dois. Mas fazer o quê, né? Eram pai e filha. O Jô aqui, que filha engraçada é essa?
É, eram pai e filha. Ai, que... Dira Paz nunca poderia ficar entre os dois. No entanto, um dia, Dira começou a achar estranho uma cabrocha de 30 a mais estar sentada no colo do pai na calçada na frente de...
todos que passavam na rua. Após esse dia, toda a família sumiu. Dois anos depois, Tonico reaparece com uma nova mulher, muito simpática por sinal. Após uma breve investigação que fizemos, descobrimos que Tonico se separou de Dira Paz na época em que sua filha apareceu, pois a Dira descobrira que Luzia, da novela Velho Chico, era na verdade amante do velho, que vinha passar os fins de semana debaixo dos chifres da madrastra.
Meu Deus. Bem como debaixo dos lençóis do suposto pai. Incrível. Leila, quando soube que ela veio passar o final de semana, falou, Ai, que fofo. Que fofo. Que fofo. Fofinho. Vocês devem estar se perguntando sobre como ela não sabia da existência dessa menina. Pois bem, Tonique, para manter a menina perto, disse a Dira que havia acabado de descobrir a existência da filha. E que queria conhecê-la melhor e recuperar o tempo perdido.
Gente, incrível como o homem... Homem dobra a aposta, né? Homem safado dobra a aposta. A única coisa que me impressiona é de não ter percebido o quão estranho eram duas pessoas que acabaram de se conhecer agirem dessa forma. Beijos. Espero que tenham gostado da história. Eita, como recupera o tempo perdido.
De que maneira, amiga, essa família se diferencia das outras no seu coração? Eu acho que... Que partilha boa, queria só dizer isso. Sim, muito boa. É uma família ousada. Sim. É uma família ousada. É uma família que rompeu com todas as convenções sociais e fazer isso na cara dos vizinhos. Sim. A Carla dizendo que é o café com o meu pau.
Eu acho que é uma família que se diferencia porque ela traz para o papel da amante uma nova categoria. É muito fácil ver a amante como inimiga da família, aquela que vai destruir. Poucas famílias tentaram incluir a amante no seio familiar, fazer da amante filho.
Isso é verdade. E eu acho que isso é bonito de se ver, sabe? É você reinterpretar um papel que é tão estigmatizado, tão marginalizado. Esse homem, ele tá sendo julgado por exercer a paternidade. Aí eu fico pensando, ué, não é o Brasil esse país de homens que não assumem filhas? Ele tá assumindo uma que nem é dele, né? Ah, Carla, é cuidado, é carinho. É isso. Então, eu acho muito bonito, assim, que nenhuma família termine e comece debaixo da ponte.
Lindo, lindo. Eu também acho que aqui eles romperam com o estigma do amante não tem lar. Tem sim. Amante tem lar. Basta você querer. É, Marília. Essa você perdeu.
Partilha de seu boneco. Olá, queridos Leila e Glau. Espero que estejam bem, afinal, quando lerem O Inelegível já deverá estar atrás das grades. Menino, ele já tá com o filme. Menino. As partilhas de 2020 é tão bom, né? Porque o pessoal tá tão sem esperança, já começa assim.
Não tem como não dar errado. Vai dar errado. Podem me chamar de seu boneco. Envia uma história que fico feliz de apenas conhecer os envolvidos. Não tenho nenhum envolvimento com ninguém. Faço a partilha porque é o tipo de história que não poderemos guardar para nós mesmos. Tudo começou quando Bruno Mezenga, rei do gado, um pequeno produtor rural, se apaixonou por viúva pocina de rock santeiro. Ela, 10 anos mais velha, mãe de duas filhas, encontrou em Mezenga um novo começo.
Desse amor marcado por orações, brigas e humilhações públicas, nasceram mais duas filhas e dois filhos. A vida no campo era dura e as dívidas se acumulavam. Para evitar a ruína, a mesenga tomou uma decisão. Partir para o estrangeiro em busca de melhores oportunidades. Eu fico para morrer com esse povo que fala assim, o PT destruiu minha vida, eu não tenho dinheiro. Visto americano, 2 mil reais. Passagem para os Estados Unidos, 4 mil reais. Não faz sentido. Se manter por lá, porque para começar a vida lá tem que ter uma reserva. Mas o PT acabou com a vida.
A minha vida aqui é uma desgraça. Enfim, no campo ele estava passando fome, mas ele foi para o estrangeiro. Deixou para trás esposa, filhos e algumas cabeças de gado, mas nunca os desamparou. Eu não acredito que a mulher continuou casada com ele, ele deixou ela aqui, foi-se embora para os Estados Unidos, deixou ela aqui. Enfim, assim como na abertura da novela, ele virou um cowboy dourado e enviava uma mesada generosa para quase todos. Graças ao câmbio.
No novo país, Mezenga conheceu Tufão, de Avenida Brasil, um jovem trabalhador que sonhava em prosperar longe de casa. A amizade entre os dois cresceu rapidamente. Tufão vivia o esquema clássico. Trabalhava em escala 7x0, casa compartilhada com conterrâneos e cobranças altas para dormir, se alimentar e ter trabalho.
Juntos iam à mesma igreja, conseguiram uma moradia melhor e novas oportunidades de emprego. Com o tempo, foram apresentando suas famílias e histórias. Foi assim que Tufão conheceu Norminha, de Caminho das Índias, uma das filhas do Bruno Mezenga. A paixão entre eles nasceu através de cartas, fotos enviadas pelo correio e demoradas ligações de orelhão. O romance floresceu e, com a bênção do pai da moça, Tufão pediu sua mão em casamento por carta. Gente, que loucura! Eles nunca tinham se visto! Já vão casar? E se ele tiver...
Bibitinha. Mas pra Deus vocês são pequenininhos. Como é que é isso, moça? Perigoso, moço. Ai, meu Deus. De todos os problemas, né, amiga? Esse é o fundamental, né? Amigo, mulheres héteras deste chat, vocês não pensariam isso? Sim, tá vendo? Quando eu tô assim, é isso que a gente pensa, amigo. Quando tinha negócio de MSN e CQ, eu ficava, meu Deus, e aí? E aí?
Se for uma bibitinha, né? Se for uma bibitinha. É bom que isso vai ao ar pra todo mundo aí. Todos os homens têm insegurança com sua bibitinha, sua suposta bibitinha ou a sua bibitinha. Porque você vai no conteúdo de algum médico e ele fala assim, cara, só você tá pensando nisso. Ninguém tá. Não!
Pô, gente, pensa assim. Pensa assim. Você tá certa em pensar nisso assim. Tem outra coisa aqui que a Rafaela falou. Dois pensamentos. Se for pequeno e se ele beija sem língua também. Tem isso também. Beijou sem língua? Eu, de verdade, não sabia que era possível beijar sem língua. Por isso que eu nunca acreditei no beijo técnico. Tem gente que reproduz beijo técnico, juro, e acha que tá arrasando. Gente, como é possível você não enfiar língua junto com beijo? Isso não faz sentido. Samanta diz, é verdade, gringos fazem assim. Gringos beijam sem língua. É horrível. É horrível. Meu Deus.
A Indiara, já beijei gente sem língua É chocante Muito bom ser brasileiro, né? Beijo sem língua é ser língua Não, mas eles viram a cabeça assim Sim, é um ser língua com rotação É estranho, fica com grande vácuo O vácuo entre as bocas Mesmo que estejam as bocas se movendo O vácuo, ele pede língua
A verdade é que gringo não tem coragem. Não tá colocando essa língua aí por quê? Tá escondendo o quê que não coloca essa língua aí? Não faz sentido. E agora fala, Miriam, cadê a tua voz? Ele sonhava em voltar pra consumar o matrimônio e viver o grande amor que tanto idealizou. Ao longo dos anos, Tufão e Mezenga enviavam quantias substanciais pras suas famílias.
Viúva Pocina e os filhos reformaram o sítio, compraram animais de raça e passaram a desfilar pela cidade com carros novos. Quem conhece o interior sabe. Quando um parente envia dinheiro do estrangeiro, a vida da família muda de classe social. Amiga, eu só queria ler o relato breve aqui da Samanta. Meu professor de biologia do ensino médio disse na sala de aula que o melhor beijo da vida dele foi com uma mulher que tirou a chapa e não tinha nenhum dente na frente, cima e baixo.
Incrível. Obrigada por compartilhar, Samanta. É, e agradeço a ele também. Muito legal. A outra, imagina o boquete. Então vamos descer baixo. Tá bom. Tá. Tufão, então, investiu em uma nova vida com Norminha. Ele enviava dinheiro pra Norminha pra construção de uma bela casa.
um sítio, um negócio que garantisse o sustento do casal e, claro, o dízimo para receber bênção do pastor da congregação local. Finalmente retornou para se casar e viver tranquilo. A união foi celebrada com grande festa e a rotina de casal começou.
Nesse período, conheceram Mendonça, de A Grande Família, um empresário local, cristão respeitado na igreja, sempre visto com belos carros, sedãs japoneses, vida luxuosa, roupas caras, sapato social, perfume, relógio, idas a shoppings e churrascaria. E hábitos generosos. Eu gosto muito do lifestyle luxury de interior do Brasil, que é o comum de uma pessoa pobre na cidade. É isso, é voar ao shopping. Mas lá não é o luxo, né? É.
Irá ao shopping, vai ao shopping. Ele tem um sedã. Ele tem o sedã e aí o Uber tem. Em pouco tempo, Mendonça se tornou amigo próximo da família, oferecendo presentes luxuosos para a viúva porcina, televisões de plasma, geladeira de duas portas, notebook, celular que abria e outros mimos que poucos na região possuíam. Aos poucos, o rei do gado se afastava do seu reinado virando uma mistura de guru com patrocinador da família. Falavam dele como um ente sagrado que provia bênçãos e dizia o que era certo e o que era errado.
Ligavam pra pedir conselhos e dinheiro, mas sempre escondiam várias coisas. Compras desnecessárias, animais perdidos por desleixo e luxos exagerados. Então começou a ter luxo mesmo. Pra mim, animal, boi, pra mim é artigo de luxo. Sim. Sedã não, mas boi é.
Principalmente se você não vive só no campo, né? Porque se você vive no campo, é ok. Mas se você não vive no campo... Não, o que eu vou fazer com boi? Boi é caro, exato. Não é? Boi é caro. E um boi perdido é muito mais caro. Enfim, Tufão aproveitava sua nova vida para se reaproximar de amigos e familiares.
Entretanto, era constantemente tratado como folgado por Norminha, que tomava conta do negócio. Ele acreditava que já tinha feito sua parte e merecia descansar. A sua cidade natal ficava algumas horas dali. Ele tentava ir sempre para lá, queria investir em alguma coisa lá, mas a Norminha o impedia e queria que ele vendesse parte do patrimônio dele que ele herdou para investir na fábrica de picolés. Então esse era o negócio deles.
Curiosamente, sempre que recebia visitas ou tentava aproveitar momentos em casa, sentia um cansaço excessivo. Acabava sempre dormindo cedo, mesmo antes das visitas saírem. Consultou médicos, mas nunca encontraram nada de errado na sua saúde. Eu já sei o que vem pela frente, eu imagino. Já imagino.
Do amor entre Tufão e Norminha nasceu uma criança. A vida parecia perfeita. Tufão, um homem realizado, sempre que sua esposa era ignorante com ele, pensava como os antigos, mulher brava é mulher correta. Nos meses seguintes, Mendoza tornou-se ainda mais presente na casa da família. O empresário já frequentava assiduamente a casa de Viva Pocina, chegando no início da noite com lanches, pizzas, refrigerantes e às vezes fazer churrasco e sempre arranjando desculpas para ficar até tarde.
muitas vezes passando a noite por lá. Além disso, passava longas horas na casa de Norminha e Tufão. Quando a noite avançava, levava a viúva porcina de volta para casa, afinal, era perigoso uma senhora ir embora sozinha. Assim, acabava pernoitando lá com frequência. Viúva porcina, uma senhora de meia idade, vivia na região rural e com os filhos jovens adultos, que frequentemente dormiam fora. Mendonça fazia questão. Era um grande favor ele garantir que ela não corresse riscos, passando a noite em uma região afastada, em que era o sítio da família.
Durante uma visita à sua cidade natal, Tufão foi à igreja da família e recebeu uma revelação inesperada de um profeta. Ele era infértil. A dúvida se instalou. Sem avisar ninguém, voltou para casa antes do esperado. O que encontrou foi devastador. Norminha deitada na cama do casal com o Mendonça, enquanto segurava a criança. Ele estava lá de mal e tudo.
A verdade veio à tona. Nesse tempo, Norminha dopava Tufão, garantindo que ele dormisse profundamente, enquanto Mendonça desfrutava de sua companhia, tanto na casa do casal quanto na de Viúva Porcina. Viúva Porcina, além de cúmplice, ajudava a filha a sustentar toda a situação. Tufão perdeu tudo, casa, negócio e sua família. Hoje, Bruno Mezenga segue vivendo o sonho de estrangeiro e pouco sabe do que acontece por aqui.
Sobre o novo casamento da sua filha, pensa que se foi abençoado pelo pastor, tem todo apoio dele. Viúva Porcina continua recebendo sua mesada e vivendo com tranquilidade, mas nunca mais ganhou presente. Mendonça, que antes parecia rico e influente, agora mora na casa de Norminha e passa os dias à toa na loja de picolés, que um dia foi de tufão. Ambos foram expulsos e trocaram de igreja para seguir com sua missão de obreiros e foram perdoados por serem bastante generosos com a congregação. A coitada da criança tem a cara do Mendonça.
Mas pelo menos tem saúde e não faz ideia da história toda. Peço desculpas pelo texto muito grande, mas tem muitas camadas. Se gostarem, posso enviar outras histórias. Gostamos. Abraço de um fã. Vocês são muito queridos. Um beijo. Lindo, lindo, lindo, lindo, lindo. Quem ama a Dopa, exato. É isso. Bom, amiga, primeiro, em um mundo que cada vez a gente vai falando muito sobre privação do sono, né? Sobre problemas com isso. O que você tá rindo?
tô rindo que o Valzinho Carrasco escreveu aqui, quem dorme não sofre. É isso. Que linda frase, eu achei uma verdade muito séria. Sabe, a gente vê cada vez mais dados alarmantes sobre a saúde do sono, sobre o problema com insônia, o trabalhador brasileiro ele tá tendo dificuldade pra dormir, dormir é luxo, né? Então você ter uma companheira que te possibilita dormir, já acha estranho julgar essa mulher.
Segundo, que a mãe, a sogra ajuda a filha na empreitada dela de construir uma nova família. Então não é que ela destruiu uma família. Não, ela construiu. Me esqueci qual é o termo da biologia, quando se divide lá as células. A mitose, não é a mitose? A mitose, sabe? Então assim, é uma família que fez mitose. Pra que a mitose aconteça, um bracinho tem que deixar de existir, né? E esse bracinho, ele não foi arrancado. Ele foi dado um soninho pra ele.
Ela deu uma naninha e ele dormiu Muitas pessoas ficam falando que as mães solo Elas fazem o Brasil As mães solo e tal Mas essa criança tem dois pais Nós vamos julgar, nós vamos reclamar Num Brasil onde os pais Uma criança que nasce woke, exato Um Brasil onde os pais abandonam os lares A criança tendo dois Criança sortuda, exato, José Tem dois pais e uma mãe, gente Tem três pessoas cuidando dele Para parecer um transporte Para parecer um transporte
lindo, e todos com bens todos, um é empresário, o outro veio dos estrangeiros, todo mundo aí garantindo um futuro melhor pra essa criança Oi gente, Jéssica, editora aqui eu sei que vocês estão acostumados quando eu venho pra falar de escatologia e hoje eu tô vindo pra falar de escatologia mas no sentido figurado da palavra, a próxima partilha, ela tá uma bosta
Eu não sei como descrever além disso. A pessoa tentou, tentou, tentou. Reconhecemos o seu esforço, mas o esforço não quer dizer nada quando ele não foi bom. Então, se você pensa em se esforçar sabendo que vai ficar ruim, às vezes é melhor desistir. Então, gente, é o seguinte. A próxima partilha tá difícil, tá cansativa.
Mas eu sei que muita gente limpa banheiro, lava louça enquanto ouve. Então assim, deixa correr, faz uma meditação guiada na voz do Glau, que vocês quiserem, mas saibam que não é pra desistir do episódio, porque logo depois vem uma partilha do nosso queridíssimo Valsir Carrasco. Então é isso, boa sorte, se agarre na sua fé e vá em frente. Um beijo.
Partilha de Livre Andrade, Leila Iglau e ouvinte pagãos e demais. Olá. Olá. Tempos atrás, mandei uma partilha aqui a respeito do meu cunhado. Partilha esta rechaçada pela falta de ápice. Ih, concordo.
Foi péssima. Vou tentar reescrever a partilha toda porque tivemos atualização inusitada e vale o e-mail a princípio. A história versa sobre a família do meu esposo Rafael Portugal. Ele é filho de Paulinho Gogó e Dani Calabresa, irmão mais novo de Whindersson Munes.
Na aurora dos tempos, Dani Calabresa, um então adolescente, saiu de casa e se juntou assim do nada com o palinho gogó. Entre idas e vindas tiveram o primogênito e orgulho da família, o Whindersson, e quase uma década depois, o simpático, porém não tão propalado Rafael Portugal. Uma família muito feliz e engraçada. Eles são feios, né?
O Whindersson, assim que recém-chegado à maioridade, foi aprovado em concurso público concorridíssimo e mudou de residência para outro estado, onde começou a estudar. O casamento de Dana e Paulinho era complicado, pois Paulinho tem personalidade muito peculiar.
Além de, na época do concurso de Whindersson, estar muito envolvido com a galera do futebol e cachaça aos domingos. As brigas passaram a ser frequentes até que o casal se separou e divorciou. Quaisquer eventos em que fosse necessário que Paulinho estivesse no mesmo ambiente que Dani, era fundamental que se preparasse para uma baita logística, para que não houvesse choque de egos provocados especialmente por Paulinho. A formatura de Whindersson foi um baita teste para cardíaco.
Imaginem aquele monte de parente praticamente fazendo escudo humano para que Paulinho não se aproximasse de Dani, senão ia rolar bate-boca feião. Tenso. Entre tretas e afins, Dani e Paulinho milagrosamente fizeram as pazes e se casaram de novo no cartório, com a promessa de que Paulinho iria largar futebol e cachaça e seguir firmemente os passos do nosso Senhor Jesus. Vai sim, vai com certeza. Vai.
Durou seis meses a conversão de Paulinho, que retornou aos esportes. Como uma coisa levava a outra, do futebol ficava para o churrasco, do churrasco para a cervejada e daí para a ebriedade foi apenas um sopro.
Gente, é assim, se você quer ter uma família em Cristo, não pratique esportes. Olha o caso do Neymar. Olha o Vinícius Júnior, que começou um rapaz bom, honesto, um rapaz exemplar. Ontem terminou com o Virginia, Virginia terminou com ele, porque ele trai direto ela. E os amigos, você viu a entrevista dos amigos do Vinícius Júnior falando assim, ele tentou, mas não conseguiu. Não, não era nem nesse tempo verbal, é ele tentava, mas não conseguia.
Aí eu fui ler a matéria, porque isso era chamada. Ser fiel, amigo. Ele tentava ser fiel, mas não conseguia. Sabe assim, você tentar, mas não conseguir. Eu tentava abrir um financiamento na caixa para comprar um imóvel, mas eu não conseguia. Não, no caso, é ser fiel. Ele tentava, mas não conseguia. Então assim, mais essa história, gente. Não pratiquem esporte. É uma porta aberta para o fim do casamento? Sim ou não?
Não, não, não, não, não, não. E fica aí de alerta, né? Pra todo mundo que se envolver com jogador de futebol, prepare a galhada. Vai nascer chifre em cima de chifre. Sim. Ao fim dar daquele ano, mais de 20 anos atrás, o Whindersson foi visitar a família para as festas de Natal e Réveillon. Mas dessa vez, tá escrito Réveillon, tá? É. Mas dessa vez estava acompanhado. A pequena jovem tímida que o acompanhava foi apresentada como namorada. Curiosamente...
O Whindersson, menino criado com vó e na igreja, havia engravidado a pequenina, a quem daremos a alcunha de Viih Tube. Incrível. Gente, não sei se é uma coisa só minha que sou baixa e gentinha, mas adulto virgem tem uma aura diferenciada. Falta o sabor do pecado e da luxúria no repertório facial da pessoa. Pelo jeito, não apenas eu, mas toda a família de Whindersson teve a mesma impressão. Como um virjão como Whindersson pode ter engravidado alguém?
Tem umas pessoas, que eu não vou citar o nome, que elas são até famosas. E pessoas da minha vida também, da minha vida pessoal, que eu realmente olho essa pessoa empurrando o carrinho de bebê, eu falo assim, como é que essa pessoa fez uma criança? É, né? Você nunca nem viu uma teta na cara. A emoção de ver um peito pela primeira vez, né?
A gestação seguiu. A bebezinha de Kay nasceu, os recém-promovidos e avós Dani e Paulinho foram visitar a recém-nascida. Tudo como o mando figurino. Mas o Whindersson não morava com o Vitube e de Kay. Afinal, ter um filho juntos não é o suficiente para fundamentar um casamento, sem ironias. Segundo contaram os pais de Whindersson, o namoro seguiria procurando uma ocasião mais oportuna para celebrar a união entre os papais da pequena de Kay.
Enquanto isso, o relacionamento de Paulinho e Dani envelhecia como leite, mais um divórcio entre os dois. Mas dessa vez, Paulinho e Gogó assumiram a postura de marido traído, dizendo que Dani Calabreso teria enganado aquele papo chato de corno ressentido. Ela se mudou, levou consigo o adolescente Rafael Portugal, o que acumulou ainda mais mágoas em Paulinho e Gogó, já que não tinha nenhum dos filhos com ele. Gente, mas qual filho vai ficar, né?
Algum tempo depois da separação, Dani Calabresa, vivendo em outro bairro, começou a travar uma amizade interessante com Arito Ledo. Meu Deus, do nada. Além de muito mais velho e sem graça, esse idoso comerciante vendia batatas fritas na calçada em frente ao teatro de estandar da Dani.
Semanalmente ao sair do espetáculo Dani ganhava sua pequena porção Cortesia de batatas fritas Temperada de gracejos E cantadas de gosto questionável E logo se apaixonou pelo idoso casado Por causa de uma batata frita, mulher O batata frita é isso aí pra mim
Caralho, tu virar amante de véio Por uma porção de batata frita Essa daí eu achei muito Eu acho que essa daí entra pra aquelas coisas Tipo fazer artesanato de papel higiênico Pra complementar a renda, sendo que tu é concursado É, tipo assim E na escolinha do Rafael Portugal Vamos dizer assim, tua mãe que virou amante por uma batata frita Sim A Carla Janja, subsolo da existência humana Eu gostei, porque assim Qual foi a justificativa dela? Ela tava com fome Sabe o que é pior, amigo? É que eu sei que você e eu A gente faria isso Sim
O Whindersson continuou visitando os seus familiares. Aos finais de agir. Aí quando eu tava no pique de inclusive não tá querendo nada com ninguém. E por muito menos. Por muito menos. Era só um olho na DM e eu tava lá. Eu não acredito que você vai me negar um prato de comida.
Quando perguntavam por VTUBE, a resposta era, ah, está trabalhando muito, não conseguiu vir. Os meninos estão duendes, ela achou melhor não viajar com eles. Porque sim, meus amigos, surgiu mais um filho de Whindersson com VTUBE nesse meio tempo. Olha, você dizendo que ele era virjão, já meteu dois.
A cara de virjão continuou. A família perguntava, questionava e indagava sobre este relacionamento, mas o Whindersson seguia evasivo em suas respostas. Vez ou outra mostrava alguma foto das crianças pixelada e de baixa resolução. É as crianças participando da casa do patrão.
Mesmo com o advento das redes sociais, não havia foto de Whindersson e Viih Tube juntos, nem de Whindersson com as crianças. Membros da família de origem de Whindersson adicionavam os perfis da família de Viih Tube no cara livre.
mas não conseguiam nenhuma informação extra. Isso incomodava muito, especialmente pelo fato de, sendo o Whindersson concursado, funcionário público, nunca ter dinheiro pra nada, sempre estava com o nome sujo, a ponto de pedir cartão de crédito de familiares pra comprar coisas pra si, como videogame e computador. Gente, como é que você é funcionário público e você ainda fica devendo, né? Servidor público. Me perdoe se tem algum servidor público devendo aqui, mas se eu faço um concurso, é pra eu não pedir mais nada emprestado. Parto desse princípio.
Mas tinha mulher que fazia artesanato de papel higiênico? É, verdade, né? A gente não sabe o que passa na vida dessas pessoas, amigo. Se coloca no lugar dela cinco segundos. É verdade, é verdade. Paulinho Gogol conseguiu recomeçar sua vida ao lado de Nair Belo, que conseguia controlar e contornar a personalidade.
peculiar de Paulinho. E assim seguem até hoje, juntos e sossegados. Não mencionei antes, mas Paulinho também era servidor público e ganhava coisas de salário mínimo, bem menos glamouroso do que o concurso concorridíssimo que o Whindersson havia passado e que pagava bem mais, coisas de uns 6 a 7 salários mínimos.
Mas era frequente que, ao se despedir, Paulinho Gogó desse um ajudinho para o filho para inteirar o valor da passagem do ônibus de volta para casa. O bêbado tem coração. A gente julga, mas ele tem coração. O não tão propalado filho, Rafael Portugal, também passou no mesmo concurso concorridíssimo que o Whindersson havia sido aprovado uma década antes. Sua vaga foi designada para a mesma localidade de Whindersson.
Assim, Dani Calabresa viu a oportunidade de morar novamente com os dois filhos e ajudá-los em suas rotinas. Ao chegar na nova cidade, foram procurar uma casa para alugar, mas o Whindersson e seu nome sujo impediam de que ele entrasse na composição da renda. Assim, o recém-formado e mal pago Rafael Portugal precisou quitar as dívidas do irmão mais velho para que, na composição de renda, conseguissem alugar uma residência adequada para os três, o que parecia eventual se tornou...
tornou regra. Rafael Portugal virou fonte de empréstimos recorrentes para o Whindersson Nunes. Nem podemos chamar de ajotagem porque o coitado não recebia nem os juros da inflação quando o irmão mais velho vinha, a conta gotas, pagar as suas dívidas. Enquanto isso, Dani Calabresa mantinha seu relacionamento com Ari Toledo. Pra ele, era extraconjugal. As viagens e sumiços de Dani para se encontrar com esse idoso execrável consequentes, apesar da reprovação silenciosa de Rafael Portugal.
Por que é execrável? Só porque é idoso? Olha o etarismo. Ninguém provou as batatas fritas pra estar julgando ela. Ninguém provou as batatas fritas. O Whindersson não tinha moral nenhuma pra se opor à mãe, visto que quando ele veio morar com o primogênito, descobriu que o Whindersson sustentava não apenas dois, mas quatro filhos de Viih Tube, alegando serem seus. Mas por que pra família de origem eram apenas dois filhos? Por que não assumir os quatro? Porque quatro filhos sem um relacionamento assumido entre os dois.
Por que quatro filhos sem fotos em redes sociais? Muitas perguntas, nenhuma resposta. Rafael Portugal acabou conhecendo uma mocréia. Aí ela coloca entre parentes eu, namorou, noivou e se casou sem enrolação como mando figurino.
Continuarei a narração em terceira pessoa e me darei a alcunha de Tata Werneck, apenas para manter os nomes no núcleo comediante. Tata, à época do casamento, já tinha uma filha de relacionamentos anteriores, Clara Maria. Ela vai usar o nome da filha da Tata Werneck de verdade.
Carai! Rafael Portugal não apenas se casou com Tatar, como também colocou seu nome e sobrenome na certidão de nascimento de Clara Maria. Foram morar juntos num condomínio especial relativamente longe de Dani e de Whindersson. Então temos Paulinho Gogó com seu jeitinho especial, morando com Nair Belo, lá longe em outro estado, encafifado como é que funcionava, se é que funcionava, a vida de Whindersson Nunes, odiando Dani Calabresa mortalmente, especialmente por ter de ainda pagar pensão pra ela.
Dani Calabresa em seu namoro monogâmico com Ari Toledo, que por sua vez seguia em casamento aberto, mas só do lado dele. O Whindersson com seus filhos de... eu nunca sei falar esse nome. Schrödinger, né? Eu também não sei, eu sempre falo Schrödinger. Os filhos de Samuel, que pra um são quatro, pra outros dois no fundo do coração de muita gente nenhum. E vida sentimental totalmente obscura. Vitube, cadê?
Rafael Portugal, o menos enrolado, casado com Tata Werneck e com Clara Maria, como filha, morando em seu condomínio e sendo banco improvisado para seu irmão, que ainda permanecia com o nome sujo. Spoiler, não vai limpar o nome até o final da história. Vamos dizer que depois do casamento de Rafael Portugal, ficou feio para Dani Calabresa e Whindersson continuarem seus relacionamentos fluidos. Lembremos sempre que estamos falando de uma família gospel que vive aos pés do Senhor Jesus e busca viver a vida com consonância com as Sagradas Escrituras.
Tanto que Dani Calabresa falava emocionada para sua Nora Tatá que o senhor está preparando o melhor momento para que eu e a Ari nos casemos. E queremos que vocês sejam nossos padrinhos de casamento. Você, Tatá e Rafael. Tatá, infelizmente, precisou responder. Minha sogra, eu te amo. Vou na festa. Ajuda a organizar e tudo. Mas não me peça para ser madrinha porque esse casamento de vocês é todo errado e eu não aceito não.
Nossa, como você é moral Nossa senhora Eu tô com a mulher da batata frita, tá? Eu tô com ela sim Eu também, não, e assim, nunca vi ninguém negar Um pedido pra ser madrinha Um pedido pra ser madrinha Eu não apoio a traição, teu marido não tá nem te traindo Pelo menos é o que você acha, né?
Plantou a semente. Plantou a semente. Plantou a semente. É. A negativa era julgando a sogra. Sim, mas o motivo principal foi a chatice do véio Ari. Ah, tá. Perdão, então retiro tudo que eu falei. Mas a gente não pode ser madrinha só de gente que casou com pessoa legal. A gente, a maioria das vezes quando a gente é madrinha, o cônjuge da pessoa que a gente vai madriar é só um acessório. E geralmente a pessoa é chata.
A gente tá lá, seja o esposo ou pelo lado que nós conhecemos. Geralmente é uma pessoa escrota, feia, chata. É assim. É isso. O Whindersson pediu novamente uma quantia especial de dinheiro pra Rafael. Porque dessa vez ele estava montando uma casa pra morar com o Viih Tube. E daria certo. Montou o apartamento. Só o Viih Tube que pareceu não estar muito afim e não foi morar com ele. Vendeu os móveis e fez festão de 15 anos da GK. A família do outro estado.
veio em peso e acabou assistindo o Viih Tube sentada o tempo todo na festa acompanhado de um amigo que alisava suas coxas. Meu Deus, vocês maldão demais. Enquanto o Whindersson apenas dançou a primeira valsinha com o GK, ao som das risadinhas abafadas de boa parte dos presentes.
O negócio que corria a boca miúda era que a mãe de Viih Tube não concordava com o tanto de dinheiro que a filha extorquia de Whindersson, em nome dos filhos e dos empreendimentos que ela montava às custas dele. Teoricamente, tinha rolado exame de DNA no off e Whindersson não era pai de nenhuma das crianças de Viih Tube. Mas como o pai é quem cria e paga, ele frequentava a casa e visitava as crianças, bancando cursos, motos, carros, estruturas e lojas e revenda de produtinhos para Viih Tube trabalhar.
Coisa de gentinha comentar. E aqui comento que as crianças jamais chamaram Whindersson de pai, papai, ou Whindersson, ou Win, chamavam ele tal qual o peão de obra pelo sobrenome, Nunes. Tua assada! Modo muito peculiar de se referir a uma família tão próxima, mas enfim. A única certeza que tivemos é que sim, a amante virou titular. Arito Ledo divorciou-se da sua então esposa.
E veio morar na casa que Dani... Meu Deus, essa pessoa escreveu um livro! Não é possível. Amigo, você viu a quantidade de páginas? É, sim, amiga. Vem sim. Vamos com tudo. Vamos com tudo. Porque agora eu estou feliz. Cadê? A nossa dona Batatinha divorciou-se da sua então esposa e veio morar na casa que Dani alugava com o Whindersson.
A princípio era tudo lindo, mas uma pessoa pra dividir as contas, Dani em seu happy ending com o homem pelo qual esperara por quase 20 anos, tudo ótimo. Imagine como era uma casa feliz, essa casa com três comediantes. O Whindersson, a fim de conseguir uma vaga no condomínio de Rafael e Tata, foi ao cartório e finalmente registrou Jiquê como filha, aos 18 anos da pimpulha. Deu entrada no processo e conseguiu uma residência próxima de seu irmão.
Mas de quem não viria morar com o pai, afinal, estudava e trabalhava próximo à casa de sua mamãe, Vitube, que continuava sugando o dinheiro de Whindersson. Numa das empreitadas, ela estaria na Europa e precisava de dinheiro para concluir um curso que, assim que finalizado, daria um baita emprego mega bem remunerado e que seria capaz de quitar todas as dívidas que Whindersson contraiu por ela. Jesus.
Tudo parece lindo, né? Só que Arito Ledo não estava assim bem disposto a bancar uma vida recomeçada, só ele e Dani. Afinal, ele também pagava pensão para a ex-esposa em outro estado. Viu que era conveniente continuar com a vida de morador de república dividindo gastos. Quando Whindersson se mudou para a casa nova no condomínio de Rafael e Tatar, levou a mãe e o padrasto juntos.
Risos. Por pressão de Tatar e Rafael, Dani Calabresa fez união estável com Ari Toledo. Vai que esse véio morre e te deixa na mão. Pelo menos, como há união estável, a senhora tem como garantir metade da pensão dele. Diziam. É muito bonito o amor. Mas sem abrir mão de outra pensão, vinda do magoado Paulinho Gogol.
Eu acho assim, mulher que explora homem com grana, muita grana, se o cara tá dando, amigo, se ele é esse banco sem fim, já tem algo de errado com ele. Porque tem que negar. Você pode financiar, você pode pagar uns luxos aqui e acolá. Mas se você tá sempre dando, tá sem fim, um, você autoriza, você tá dando. Dois, de onde vem esse dinheiro? Então, se esse dinheiro vem de uma coisa errada, bem feito pra você.
É isso. Mas Ari Toledo, vejam bem, era tão ou até mais difícil de lidar do que Paulinho Gogol. Além de também ser totalmente sem graça, tem o fato de ser de uma geração anterior, ainda mais machista e antiquada. Dani, que sempre foi muito carismática, via-se sufocada por Ari, que não tolerava que ela conversasse com outras pessoas do condomínio, em especial outros homens.
A Arim implicava com o Whindersson que não se casava nunca com o Vitube. A Arim implicava com tudo e todos. Nada estava bom. Implicava tanto que tentava colocar os próprios familiares de Dani Calabresa contra o Whindersson Nunes, se colocando como eterna vítima. Afinal, eu vim de outro estado para me casar com o Dani. E quando chega aqui, esse filho, o Whindersson dela, não dá rumo na vida?
Mas naquelas, o dono da casa era o Whindersson, Ari que vivia de favor, não é mesmo? Se isso fosse realmente uma questão, Ari alugaria uma casa pra ele e Dani, mas o conforto do condomínio era demais para que Ari abrisse mão. Colocava ainda a desculpa nos filhos de Tata e Rafael. Dani é uma avó muito apegada aos netos, ela não conseguiria morar em outro lugar. Enfim, as brigas se intensificaram ao ponto de Ari voltar pra casa da ex-esposa em outro estado e desfazer a união estável que tinha feito com Dani.
É pra valer, né mãe? Perguntava Rafael Portugal. Ao mesmo tempo que o celular de Dani se enchia de mensagens entre ela e Ari. Não, não era pra valer. Tanto que poucas semanas depois, Ari voltou pra casa de Whindersson e ele e de Dani Calabresa fizeram de novo a união estável. Dessa vez é estável. É preciso dizer que apesar de extremamente complicado, Whindersson apresenta-se como um homem bom partido.
Tanto que nunca faltaram pretendentes, especialmente as solteironas da igreja, querendo se aproximar dele. O Whindersson também tem uma formação específica que auxilia muito o corpo eclesiástico da igreja, das quais faz parte, sendo frequentemente convidado para participar como obreiro. Mas, queridos ouvintes, para ser obreiro, conforme as Sagradas Escrituras, exige-se que seja marido de uma mulher só. Oficialmente,
Whindersson nunca teve uma mulher nenhuma, apesar de muitos filhos, o que sugere uma vida promíscua e de fornicação. Gente, ele exala virgindade e falta de sexo, na moral. Olha, a partir de agora eu declaro que eu sou sua inimiga, não a ápice. E como dito o Samuel aqui, saiu da falta de ápice e foi direto para a prolixidade. Está sendo prolixo e a partir de agora estarei obstinada e obcecada em gongar cada parágrafo. Já são sete páginas e tem mais sete.
E vou te dizer uma coisa, vocês estão duvidando muito de pessoa sonsa. Porque assim, tem gente que realmente parece que nunca transou, tem gente que parece, mas tem gente que parece que nunca transou e é sonsa, tá? Você também precisa transar mais com pessoas diferentes pra saber que existe gente assim. Chegamos ao ano presente.
Na semana que antecedeu ao carnaval, decidiu-se entre Rafael e Tata fazer um churrasquinho de aniversário para a Dani, tão sofrida e desanimada com esse relacionamento dementador com Aritolido. Churrasqueiro de condomínio alugado, listas e preparativos sendo organizados para o evento no início de abril. Ainda em fevereiro, Dani confidenciou a Rafael que o Whindersson estava namorando. Oxe, mas com quem?
Você se lembra da Filó, aquela mocinha meio doidinha que era da igreja, que sempre tentou namorar com seu irmão? Então, eles estão se acertando pra se casar ainda esse ano. Bem, como o relacionamento começando em fevereiro, Rafael e Tata esperavam que se tivesse pressa, Whindersson e Filó se casariam em junho ou julho, no meio do ano, tendo pelo menos uns mesezinhos para se conhecer, ambientar a Filó com esses pormenores da família e organizar uma eventual recepção. O ideal mesmo, pensaram, seria que o casamento acontecesse final do ano.
com a possibilidade de Filó ir ao outro estado conhecer Paulinho Gogó e Nair Belo, assim como os demais integrantes da família de Whindersson. Mas o mal de ser humano, amigos, é criar expectativas. Na semana da Páscoa, final de março, Whindersson e Filó foram à casa de Rafael e Tatar para convidá-los para serem testemunhas de casamento civil. Tudo certo. E quanto à data do casamento? Então, vai acontecer no início de abril, no mesmo dia do churrasco de aniversário de Dani Calabresa.
Gente, são problemas tão nano, tão micro, não tem nada interessante aqui, mas vamos seguir. Aquele misto de sentimentos sem saber o que sentia eu expressar, afinal, o combinado era dar uma festinha pra Dani, já tão desanimada pelos desmandos de Ari. Whindersson e Filotti tirariam o pouco protagonismo de sua mãe, de sua própria festa de aniversário, e fariam um evento já combinado, ser sobre eles mesmos.
Tudo bem. Clara Maria, adolescente, neta de criação de Dani, ficou absolutamente indignada com a proposta, mas tendo o aval de aniversariante, nada poderiam fazer. Amigo, o chat está desesperado pedindo pra gente ler as causas do Bolsonaro. Eu não vou fazer o Claudemias ler tudo isso e parar aqui, não. Por favor, gente. O Claudemias vai... Vamos passar pra essa jornada. Próximo é Val Cicarrasco. Aguentem firme. Põe o cerrado. Eu não aguento mais! Mas e a Ari com o casamento?
Filó e o Whindersson conversaram abertamente com o Dan e a Rick e poderiam continuar na casa. Eram muito bem-vindos ali, tinham toda a liberdade de continuar a vida deles como sempre antes. Apenas Filó que passaria a morar com o Whindersson, os dois casais na mesma casa. Gente, povo burro. Numa das poucas visitas ao imóvel, antes... Tu tá prestando atenção? Eu tô.
Pior que eu tô. Tá bom, tá bom. Numa das poucas visitas ao imóvel antes do casamento, Filó viu que precisariam de um guarda-roupas de casal. Entrou em sua conta da loja online das Casas Ceará, pegou o cartão de crédito de Dani, pois lembrem, nem o Whindersson e nem Filó tinham cartão de crédito muito menos com limite, e tentaram realizar a compra. Não autorizado e cartão bloqueado.
O Whindersson foi a Rafael Portugal pedir ajuda porque não entendia como um cartão com limite poderia ter a compra recusada. Rafael explicou que como a conta da compra era um CPF e o titular do cartão tinha outro CPF, era possível que isso fosse mediado de segurança e que o ideal seria que o CPF do cartão e do cadastrado na loja fossem o mesmo. Então, Rafael, você tem cadastro nas Casas Ceará, certo?
Não tem como você comprar esse guarda-roupa aqui, frente da tela, nem para ser o link no seu cartão. Ao que Rafael responde, então, Dani, tem contas na Casa Ceará. Já que vocês vão usar o cartão dela, entrem na conta dela para fazer a compra. Mas a gente já tentou recuperação da senha, mas não chega e-mail para ela com o código que a página está pedindo. A gente não está conseguindo acessar a conta de Dani para poder fazer a compra.
Essa conversa aconteceu por ágil de WhatsApp. Tatá Veneck estava dirigindo o carro. Quando ouviu a proposta de Whindersson, instigou tanto, mas tanto, mas tanto, que Rafael Portugal respondeu ao irmão. Espera aí que eu vou resolver isso quando chegar em casa. Acontece que o celular de Dani não estava com a caixa de entrada do e-mail sincronizada desde setembro do ano anterior. E, portanto, não chegava e-mail nenhum pra ela. Gente.
Acrescenta-se aqui a informação de que Dani é recém-chegado à terceira idade, e como a maioria dos seus contemporâneos sofre um bocado para mexer em artefatos tecnológicos. Bloqueios e desbloqueios de cartão de crédito ainda aconteceram, mas por fim, comprou-se o guarda-roupa na conta de Dani Calabresa no cartão de crédito de Dani Calabresa.
E aconteceu o bendito casamento no civil no dia do churrasco de aniversário da pobre sofrida matriarca. Churrasco esse que, por conta do casamento, ganhou convidados extras, a família Danura. Rafael passou para o Whindersson a estimativa de gastos de churrasco e o Whindersson respondeu com o Pix, que não cobriu 20% dos despêndios. Mas foi casar sem dinheiro e desgramado.
Desculpa, o chat tá maravilhoso. Tô me sentindo uma criança. A Carla perguntando se falta muito. A família. Gente, falta só uma página. Pessoal, pelo amor de Deus, acaba de uma vez. Ai, que merdão. O outro, fui na lavanderia, voltei. Vocês ainda estão se partilhando. O outro, fiz o almoço, tô preparando um pudim. Já tô terminando a partilha. Ainda tá na partilha. Moço, preste atenção. Sei não, tá? Mas eu desistiria, sei não, moço.
Não teve ápice, e não é escrevendo mais que vai ter ápice, moça. Não é assim. Apenas meu silêncio pra você. A família da noiva não interagiu com ninguém. Comeram, beberam, partiram antes mesmo que se cantasse os parabéns pra Dani. Aquela torta de climão esquisitíssima, mas enfim. A celebração voltou ao contexto original, que era o aniversário e não o casamento. Todos bem alimentados, família de Dani do outro estado, hospedada na residência dos agora pombinhos. Por conta de CLT e demais preocupações, os recém-casados saíram em lua de mel no dia seguinte.
No dia seguinte, a família de Duny também voltaria para o outro estado. Em reunião em casa, Rafael Portugal, Tata Werneck e Clara Maria, essa é uma criança, ficaram repassando todas as estranhezas daquele casamento civil com churrasco. Onde estavam os filhos de Whindersson? Os filhos de Whindersson sabiam do casamento do seu pai? Paulinho Gogó tinha sido informado do casamento do primogênito? Por que será que o pastor da igreja de Whindersson fizera pelos noivos uma oração tão cheia de indiretas com frases como Whindersson vai ter que assumir seu papel como homem e ter uma vida simples?
Por que a família de Filó estava com cara de quem chupou o limão azedo durante a cerimônia e depois, durante o churrasco, adotaram uma postura tão evitativa a ponto de saírem bem cedo? Perguntas, muitas perguntas. Não nos interessa, não queremos saber, não tem a menor graça, não é interessante. Prossiga.
Parte destas viriam a ser respondidas assim que a priminha pequena Lorde, Whedersson e Rafael, entrassem no ônibus de viagem e, ociosa, relatasse os acontecimentos que se sucederam ao churrasco à Clara Maria. Ao perceber que seus familiares estavam se retirando, Filó saiu correndo e praticamente implorou para que ficassem.
A líder do bonde e da mágoa, a irmã de Filó, foi irredutível. Era contra aquela palhaçada que chamaram de casamento. Olha só, eles também achavam isso. Disse ainda que... Então pra que foram? Se achavam que era palhaçada, não deviam ter ido. Eu tô encantada que você tá prestando atenção. Eu tô encantada, porque todos nós dissociamos, amigo.
Disse ainda que o combinado entre as irmãs era envelhecerem juntas para que juntas cuidassem da mãe idosinha, mas que Filó era uma traidora e a tinha abandonada na vida. Muito dramático. Em casa, Filó assumiria que entregou uma certa quantia em dinheiro para sua irmã, dizendo que aquilo era a ajuda que ela poderia dar, servindo como um calabouca, mas que a partir de então seguiria com seu propósito de casar.
Os demais integrantes da família de Filó concordavam com a postura da irmã, que ainda teria feito muito em presencial o casamento civil. Enfim, pareceu uma ruptura. Ari Toledo, o véu safado que se fazia de vítima, em momento algum saiu da casa para participar do churrasco. Dani, como de costume, fez a marmitinha de quitudes do churrasco e foi servir seu amado, que temava em afirmar que nenhum dos filhos de Dani a respeitavam. E teria como, Rafael sempre repetia, se Ari largou a ex para ficar com Dani, a próxima a ser trocada vai ser Dani.
O Glau de Vista lendo como se estivesse chegando se arrastando. É, mas eu tô... Gente, não é que eu tô prestando atenção. É só esforço. É só esforço. Logo depois que os nubentes, sim, assim que se chamam os recém-casados... Gente, você é chata. Ninguém quer saber disso aqui.
Saíram pra sua lua de mel de dois dias, Aritoledo arrumou seus três sacos de tralha, se despediu de Dani e disse que iria alugar um quartinho pra ter um canto pra chamar de seu. Dani não teve tempo nem de reclamar. Essas foram as informações trazidas pela pequena Lô em sua troca de mensagem com Clara Maria. Você nem quer pequena Lô, foda-se. Chata também.
O Valsir falando, a tua sobrinha já fez um ano e tu tá aqui. Ai, meu Deus. Ficam os questionamentos. Por que o Whindersson se apresou tanto pra casar? Era fuga de agioto? Era pra virar o... Enfim, era pra expulsar definitivamente? Como o Whindersson pagou a lua de mel? Filó sabe da história passada de Whindersson com o Vitube? Além do guarda-roupa... Eu não acredito. Eu não acredito. Que a gente tá chegando e vai ficar dúvidas.
Além do guarda-roupa e das alianças, o Whindersson gastará mais no cartão de Dani Calabresa? Será que o velho Arito Leda não poderia morrer agora pra deixar Dani Calabresa com uma boa pensãozinha e aliviar o lado de Paulinho Gogol? Muitas perguntas, mas a única certeza é... O cartão de crédito de Dani Calabresa é um adicional que Rafael Portugal deu pra ela gastar em emergência. E caso o Whindersson não honra esse pagamento, eu tô lendo já como quem tá... viveu um trauma. Não, eu tô lendo as mensagens. Alívia. Leila, bloqueia esse e-mail. Não queremos mais partilha dessa pessoa.
A dívida não será nem dele, nem de Filó, nem de Dani Calabresa, mas sim dos poucos aclamados Rafael Portugal, o mais novo com menor salário dentre os filhos. Essa foi realmente longa, mas espero que a reescrito e a sequência de acontecimentos possam tê-los entretido. Abrações dessa ouvinte pagã, que já ganhou o Airfryer da Leila.
Devolva a minha airfryer. Que coisa horrorosa! Você não... Ó, obrigada por ser pagã, obrigada por apoiar o podcast, parabéns pela sua airfryer. Você não sabe cativar, você não tem carisma, você não é da galera, você não tem o dom da escrita, do entretenimento. Pare! Você tem um sonho, desista, persista.
Assim, a minha edificação é que essa família se diferencia porque ela vai me fazer sair direto daqui pro próximo livro da Socorro Racioli, que escreve bem, que fala das coisas corriqueiras como ninguém, lia Cabeça de Santo e agora eu vou começar a oração pra desaparecer. Obrigado. Excelente. Eu também vou ler meus bons livros também. Obrigado.
Schopenhauer. Eu preciso. Que tá me fazendo me sentir mais alegre, Schopenhauer, do que ver o que você tem a dizer. Por favor, com todo o coração, da minha mais profunda sinceridade, não escreva mais. É. Não escreva mais. Mas se possível, continua pagando.
Não, pode ser pagã, sim. Eu amo o seu apoio. Mas se não quiser, se eu te irritei também, não precisa apoiar. Se você não gosta da gente. Mas é que tá chato. Não tem o A. Não é escrevendo mais que tem Aps. Aps não tem a ver com... Ontem a gente leu, né, Glau? Uma partilha bem curtinha, um Aps gigante. Ontem foi um drop.
Ó, os pagãos estão dizendo que querem fazer bullying recreativo com você. Se for você, se identifique. Fala assim, gente, tudo bem? Eu sou a pessoa que não tem ápice e também escreveu e foi vocês perderem o domingo de vocês. Fala lá no grupo que a galera quer descontar o sentimento primitivo deles em você.
E eu não sei porque as pessoas não mentem. Gente, mentir é tão bom. De verdade. Se a realidade é chata, vocês mentem. Aprendam mais a mentir. Eu inventaria qualquer coisa. Porque eu achei que você ia dizer, por exemplo, que o Whindersson tinha um caso com o Aridoledo. Olha como tinha mudado tudo. Que bonitinho. O Glau prestou atenção. Que bonitinho. Eu prestei. É muito triste, amigo. Porque a gente não prestou atenção porque tava chato. Você prestou atenção e concluiu que era chato. É. E assim, eu prestei atenção porque não tinha outra escapatória.
Não tinha essa condição. Enfim, me irritou, me irritou. Vamos para a próxima. Vamos. Partilha de Valsir Carrasco. Olá, Leili Glau, a Gênesis e o Apocalipse que abraçam o tabernáculo bíblico das fofocas brasileiras. Eis-me aqui novamente, Valsir Carrasco, trazendo hoje uma fofa... Digo, partilha, que envolve uma salada de assuntos que já abordamos em outras partilhas minhas. Hoje teremos artistas, audiovisual e interior do estado de arco-íris.
Como já citei anteriormente, minha família é da cidade de Frozen, interior de arco-íris, famosa por ter um clima mais let it go. E junto a isso, uma população psico-europeia daquelas que a gente olha e pensa, Mona, francamente, lá vive um primo de minha mãe que entrou pra política defendendo aquele lado enxofrento da pátria. Adeus, família. Vamos chamá-lo de Fulvio Stefanini. Fulvio é daqueles que se inflamaram. O Glau tá pesquisando quem é Fulvio Stefanini. Tô, não lembro, não lembro.
Claudemias não sabe quem é Fulvio Stefanini. Cada vez mais nós temos um abismo entre nós, amigo. Eu não lembrava, eu não lembrava dele. Perdão, perdão. Mas eu sei quem é um Fulvio. Ele morreu, inclusive, né? Morreu? Agorinha, agorinha. É chocolate com pimenta, não é? Não, tá vivo, tá vivo. Perdão, seu Fulvio. Queremos você aqui nesse podcast. Fulvio é daquele, queremos?
Tá bom, queremos. Fúvio é daqueles que se inflamaram na campanha de 2018 e começou a ser extremista com toda a família, carregando no peito a honra de ser evangélico, ter um filho macho, uma filha decente, um esposo subserviente e ser ele mesmo, um pastor de respeito e que movimenta a sua comunidade.
Primo Fulvio, inclusive, me ofende sempre que pode, questionando minha profissão artística, provocando minha sexualidade com piadinhas e ridicularizando o que São Paulo fez comigo, segundo ele, que sempre acusa minha mãe de ter perdido a mão no casamento dela. Ou seja, um merda.
Eu não falo com o primo Fulvio faz anos, mas lembro que a última dele foi se vangloriar em publicações do seu filho, Malvino Salvador, que havia entrado no exército e ia defender nosso país. Malvino, inclusive, veio para o Rio de Janeiro, segundo dizia o Post, para assumir um batalhão específico e era o orgulho do pai, mesmo o rapaz tendo deixado uma moça grávida na igreja antes de partir. Fulvio disse que ajudaria a criar o neto, mas que um homem precisa seguir sua carreira enquanto a mulher se vira com as crianças. Êêê!
Que homem é correto Eis que semana passada um grupo de amigos meus Inventa de ir numa casa que irei chamar de cueca frouxa Um clube onde você se senta, toma drinks Enquanto rapazes de sunga besuntados em óleo dançam E em algum momento essas sungas caem Revelando o impávido colosso de cada um E qual não foi minha surpresa Quando ao entrar o terceiro performer da noite Vejo um rosto familiar Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer Para parecer um pouco para parecer
É malvino, vestido de marinheiro, se esfregando nos colos e passando a pélvis na cara de gays de todas as idades, até chegar em mim e, repentinamente, sua pele clarear três tons. Ao perceber que ele me reconheceu, eu discretamente sussurrei em seu ouvido. Tá tudo bem. Você tá seguro comigo. Vai trabalhar.
Isso é broxante, hein, Valci? Vai trabalhar é foda, cara. A pele clareou três tons e o pinto diminuiu 30 centímetros. Sim, vai trabalhar é foda. Porque passou que ali não era um ambiente de prazer, mas era um ambiente de pagar boleto. Ai, que triste. É um retoque de maldade muito boa, muito boa. Nossa, que pensamento rápido, Valci. Você é um gênio. Porque eu só iria fazer mentira.
É, eu ia falar assim, bicha, pelo amor de Deus. Mas assim, tá tudo bem, vai trabalhar? Ele piscou e acenou agradecido. E voltou nitidamente tenso pro seu trabalho. Pro seu trabalho. Serviço. Ele piscou o cu.
Ele piscou, não disse por onde. Durante o restante da noite, Malvino passeava nas mesas e desviava da minha como Deus foge de um conservador. Eu amei esse trecho. Na saída, porém, ele nem sequer passou pelo salão. Vazou fugido, provavelmente pra não ter que falar comigo. Eu entendi toda a vergonha e constrangimento e segui. Porém, no dia seguinte, estou eu no aplicativo de delivery de girombas amarelo, quando reconheço um dorso e umas tatuagens.
Chamo já perguntando. Malvino? Ele responde. Valci, deixa quieto. E eu insisto. Calma, não precisa me bloquear. Eu te entendo. Vamos tomar uma cerveja e conversar? Um lado meu queria entender como estava a vida do meu primo. O outro queria mesmo era a partilha. E fomos.
Malvino me confessou que não durou dois meses no exército e foi dispensado por mau comportamento, que odiou aquela vida e inventou a transferência para picar a mula de Frozen, que lá em Frozen ele já estava recebendo propostas de amigos do pai para transações intensas e que o dinheiro lhe chamou a atenção. Perguntei se era só pelo dinheiro, se ele sentia algo por homens e ele disse que lutou por muito tempo, mas que sente sim e que gosta do que faz e se sente atraente fazendo seu serviço.
Não julgo. Ele também disse que estava conseguindo mandar dinheiro para o bebê que deixou para trás, o que reforcei ser o mínimo, mas que ele teve medo ao me encontrar porque sabia o quanto seu pai havia me atazanado e imaginou que eu ia dar com a língua nos dentes. Eu disse que jamais iria fazer isso porque prejudicaria ele, que ele nunca me fez mal. Porém, eu falei que redes sociais são...
perigo. Tudo chega rápido e a farsa dele ser um herói do exército, tal qual Roxanteiro, poderia cair rápido. Malvino é lindo, é charmoso, é simpático, é muita coisa. Mas inteligente não dá pra colocar no combo. Ele se desespera, se atrapalha, começou a chorar e dizer ai Valcy, me ajuda, se meu pai descobre eu tô lascado.
E eu decidi que ia intervir, fazendo Fúvio provar do próprio mal. Fúvio adora espalhar fake news que prejudiquem a esquerda. Então eu sugeri de alimentarmos ele com fake news que o fizessem de trouxa. Malvino não sabia fazer. Então eu fiz algumas fotos dele em IA de uniforme no quartel pra ele mandar pro pai.
Faremos isso periodicamente. Já nas redes, ele usa um nome artístico e tem um perfil privado. O resultado é que ontem, Primo Fubio postou uma das fotos morrendo de orgulho, dizendo, fazer filho homem dá nisso, orgulho. E nós vimos a publicação enquanto Malvino batia sua escopeta na cara do meu maravilhado amigo lá no Cueca Frouxa. Que bonito a união entre os primos, né?
Eu vou mostrar pra vocês a foto. Isso aqui é ele de verdade, né, Valci? Infelizmente, quem não é pagão, não vai ver. Quem é pagão, tá vendo. Tem gente dizendo, Beth Faria, gato mesmo. Uau. Aqui ele, ó. Achei pouco volume. Mas... Ai, meu Deus. Cadê o Valci? O Valci... Eu não acredito que o Valci foi abatido pela partilha anterior. O Valci tá aqui, tá dando com a mãozinha.
Valci, vou fazer uma pergunta. Essa foto é de verdade. Essa foto é de verdade. Sim, essa é de verdade. Agora vamos ver a de IA.
Eu amo que Valsir pegou um uniforme claramente do Exército de Israel, meteu a bandeira do Brasil, esse batalhão ali atrás. Valsir, desculpa todo respeito a sua IA, mas tá bem fake. Mas eu acho que pro idoso tá de bom tamanho. Tá ótimo. Tá de bom tamanho. O que foi que a Ariane disse? Ele é grower que meu marido. O que é grower que meu marido? Que nem, deve ser que nem meu marido? Grower é o pauzinho pitininho que cresce muito? Sim.
Isso é grower? Ah! Preciso que todos saibam! Ok, tá bom. É, gente. Tá aqui ele com o batalhãozão dele. O pau dele é a língua de sogra. A sopra que cresce. Legal. Bacana. Meu Deus. Bom, vamos lá. Ai. É isso, meus amigos.
Como Bom Lar Conservador, Casa de Ferreiro, Espeto de Pix. Espero que tenham gostado. Se tiver atualizações, eu mando. E para os pagões, seguem uma das fotos que acabamos de ver do meu primo e a montagem em que o pai dele caiu. Abraços, Varonis, Valsir Carrasco. É isso. É isso que a gente espera.
É. Entretenimento não precisa ser quilométrico. Incrível, valsinho. Mais uma canetada de valsinho carrasco. É uma partilha grower, né? Grower, exato. É porque o ápice cresce. Veja só. Exatamente. Eu tenho que ter cuidado de não usar o termo grower no meu trabalho, porque eu gostei de como você aplicou agora, amigo. Gostou? Mas eu sei que se eu usar no meu trabalho, alguém entendido vai falar, hum, tá.
Como essa família se diferenciou, amigo, pra você? Cara, a união entre primos é a coisa mais ancestral que existe em qualquer família, né? Não, na minha não. Que bonito. É verdade. Às vezes é. Às vezes é. Não tem nenhumzinho que diz assim, ah, eu gosto desse. Não, né? Tá. Em quase todas as famílias. Então.
Muito bonito isso É verdade, eu lembro agora que sua prima Não é só aquela prima não, os outros também Ninguém se fala, ninguém se fala Faz parte também, né? Por isso que eu abri um podcast Que bonito, que bonito a união entre primos Que forma bonita De se unir ao seu primo que não Pra ser contra o seu tio chato Porque a presença do tio chato Essa sim é universal em qualquer forma
Sim, essa é, essa é. Esse papel, ele é garantido. Não se preocupem, não se preocupem. É isso, assim, Valci, que belo exemplo pra se mostrar pra nossa partilha anterior como é que se escreve, né? Exatamente. Mas aí Valci é professor, né? Aí você quer comparar um professor, um mestre Sim. com uma estopa?
Tô brincando, Pagana, tô brincando. É, mas é isso. Bom, pra mim, essa família se diferencia exatamente por esse cuidado, que pra mim não é comum, essa união. E assim, me deixa feliz que o Vals em nenhum momento deixou o tio infeliz. O tiozão, é primo, sei lá. Ele realmente fez o Fulvio Stefanini se manter, se segurar naquela balsa que ele tem, né? Ele tem aquela boia ali, que é a imagem de machão do filho, sendo ridicularizado nas redes, mas no coração dele ele tá certo, que é isso que o véio de direita quer tá. Ele quer tá certo.
Eu acho que o Valci, eu comecei cantando nesse episódio, eu acho que o Valci, ele traz uma reinterpretação LGBT, QIAPN+, para o clássico do Padre Zezinho, Oração da Família, né? Porque é isso, a família se manteve unida, todo mundo fazendo suas coisas, nenhuma família terminou sem saber para onde vai.
O tio sabe, pelo menos a Iá não tá mostrando. A Iá tá mostrando a imagem. E o primo tá vivendo a vida que ele sempre quis. E Valci se deliciando. Sim. Rindo do tio. Então, assim, tá todo mundo bem. Era isso que o Padre Zezinho tava falando esse tempo todo. E tinha também a linda frase que eu nunca vou esquecer, que é Vai trabalhar. Vai trabalhar.
Muito pesado. Vai trabalhar. Bom, lindas histórias familiares tirando a terceira. Um grande beijo aos pagãos que estão aqui conosco neste domingo. A gente se vê semana que vem. Tchau, tchau. Tchau, tchau. É você mesmo, fofoqueira. Não se pensa, não. Mirela, corre aqui. Fofoqueira do céu.