FIRMA ENERGY | Fofoca Na Calçada
Simplesmente as melhores histórias de empregos para mostrar que um relógio de ponto e uma marmita servem os melhores causos. Edição que tem Mercado Livre vocês sabem, é edição de colecionador!
Chegou o Anittaço do Mercado Livre, são ofertas imperdíveis com até 70% OFF, até 24x sem juros com cartão Mercado Pago e frete grátis nas compras acima de R$19. Corre pro app: https://bit.ly/4gwPmPh
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Análise comparativa independente, baseada em cálculo da média dos prazos de entrega ofertados durante o período 19/03/2026 e 24/03/2026.
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Glau
Leila
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É você mesmo, fofoqueira! Não se beija não!
Mirella, corre aqui!
Fofoqueira do inferno!
Baixaria você!
O quebra-pau foi grande, né?
Foi grande, se ela vir tem outro de novo.
Fofoqueira do inferno!
Mas é cadeira, menino! Ei, ei, ei! Pausa rapidinha antes de continuar a nossa maratona de causas sobre desconhecidos que irão nos edificar. Porque esse podcast não se sustenta só de oração, viu? Servidor, edição, equipamento, contador, tudo isso custa. E infelizmente ainda não inventaram plano de cashback de boa vontade pra pagar boleto. Então, se o Fofoca na Calçada já virou parte da sua rotina, do seu grupo da firma, seu culto, chegou a hora de retribuir esse carinho.
Dá uma olhada na descrição do episódio agora e escolha o seu canal de apoio pra gente. Tem o apoia.se/hojotempodcast ou tem o patreon.com/hojotem pra quem recebe em moeda estrangeira. Quer contribuir com emoção e câmbio? Apoiando você ainda ganha entrada no nosso grupo de Telegram, um point sagrado onde rola muita fofoca, amizade, um bocado de gente igual a você tentando entender este Brasil, maratonando novelas, Glau, que estávamos conversando agora há pouco, onde inclusive a gente marca, cola junto toda gravação, tipo essa daqui que conta com a participação especial dos nossos ouvintes pagãos, que é essa plateia que é a cara do Brasil.
E se o bolso está curto, como uma calça jeans da Diesel, sem problema. Aqui a nossa ética também é fluida para receber todo tipo de apoio. Compartilhe o episódio nos stories. Inclusive, eu quero fazer um apelo pra todos os ouvintes, incluindo os pagãos. O nosso podcast teve uma baixa de audiência por causa da Copa do Mundo. E ela não tem esse direito!
Fica de boa. Por conta daquela bosta.
Esta merda. A Casé TV está sugando a economia da atenção. Fascínoras, Renata! Obrigada. Então eu preciso muito que vocês compartilhem real este podcast pra que as pessoas voltem a se interessar pelo que realmente importa, que é a vida alheia.
É, quem não apoia a gente, já deixa claro que apoia tigrinho, a precarização da sociedade brasileira, né?
Mães perdendo, exposição de crianças.
É isso.
Ai, obrigada, amigo. Jamais pensaria nisso.
E jamais querendo pesar o clima também.
Mas é isso, compartilha aí o episódio nos stories, manda pro grupo da faculdade, da firma, da família, deixa 5 estrelas na plataforma e ativa o sininho, porque Spotify, né, não trabalha com revelação divina, ele trabalha com notificação e algoritmo. Então ele precisa saber que você quer ouvir, que outras pessoas querem ouvir. Agora sim, vamos que o play pode rolar de vez. Fala, meus amores! Sejam bem-vindos a mais um Fofoca na Calçada, o podcast gospel sem juízo de valor, mas com muita partilha pra edificar a congregação.
Afinal, é melhor falar da vida alheia do que ver a nossa vida na boca do povo, não é, amigo?
Com certeza.
Hoje o tema— ai, eu me identifico demais— é firma energy. Estou com as duas últimas faturas pagas. Aquele momento em que a gente investiga as peculiaridades e os inacreditáveis bafafás que só um ambiente corporativo pode nos proporcionar. Porque não tem novela. Desculpa, Valci, mas não tem novela que supere o que rola dentro de uma empresa, entre reunião de resultado, política de escritório e um cafezinho passado com puro veneno.
E aqui dessa vez a brincadeira tem uma regrinha especial: os nomes verdadeiros não vão virar celebridades, não, vão virar cargos. Sim, porque na Firma Energy quem protagoniza é gerente, é analista pleno, é estagiário, é o temido RH. De qualquer forma, Seja sobre firma ou não, se você tem um caso de trabalho pra fazer a congregação se benzer, manda pro nosso email contato@hojitempodcast.com com detalhes e trocando os nomes reais, tá bom? E bora que o expediente da fofoca já começou!
Mercado Livre! Eita, gente! Essa campanha eu conheço, hein, Glau? Olha quem chegou aqui na calçada antes da hora marcada! Mas essa surpresinha a gente gosta, né, amigo?
Ô, se gosta!
Chegaram as nossas compritas do Mercado Livre. A entrega é tão rápida que eu nem lembro mais o que é ficar esperando. Eu simplesmente recebo de muito bom grado. E olha o que veio pra mim. Meus bons livros, que eu nunca leio inteiros, mas eu estou tentando. A sapateira pra caber os meus sapatos novos da viagem. Farinha de amêndoas do mercado, que também tem no Mercado Livre. Sabia disso?
Incrível, eu não sabia não.
É, meu filho, parece que tem novidade também. Deixa eu ver.
Pra mim, chegou também tudo certinho, porque eu sempre peço. Né? Então veio meus itens de cerâmica, umas pastas para o trabalho. Professor sempre tem que ter pasta. As coisinhas de bebê da minha sobrinha, porque eu tenho criança, tá? Tá tudo aqui.
Não se mete com criança não!
Valeu, Mercado Livre! Mas pera, tem novidade também, né? Eu ouvi falar alguma coisa de Anitta. Anitta?
Pois você ouviu certo, Glau. O Mercado Livre fechou a parceria com a Anitta de novo. E olha, um feat desse tamanho só podia ser chamado de quê? De Anittaço, né?
Perfeito, eu gostei, minha irmã. Muito se fala da novela da Anitta, mas pouco se fala da nova era Anittaço do Mercado Livre. E diz que nessa nova era do Mercado Livre é achadinho bom para todo lado, com até 70% off. Isso tudo é Anittaço.
Ah, 70% off é bom, mas Anittaço também é não pagar o frete a partir de R$19. Tu sabia disso?
Mentira! Compra a partir de R$19 sem frete? É não, menina!
Tô falando! E ainda parcela em até 24 vezes sem juros no cartão Mercado Pago.
Não tá brincadeira!
Tá do seu agrado? Você aceita mais esse recebidinho?
Eu aceito e quero continuar, porque além de tudo isso, o Mercado Livre ainda virou parceiro oficial do podcast, sentou na calçada e decidiu que quem é fofoqueiro merece o melhor. E como o melhor chega antes pelo Mercado Livre, eles passaram um caso de colecionador para agora, antes da hora da partida dos ouvintes, e eu tô doido para ouvir.
Que privilégio, hein? Pois já solta a boa, você não vai só ouvir não, amigo, você vai ler o novo caso, porque eu sei que a melhor entrega chega antes pelo Mercado Livre, e eu tenho certeza que que chegou agora.
Chegou agora a partilha da recepcionista. Oi, Leila! Oi, bancada! Nossa, meu nome é assim.
Caraca, ignorou!
Pera ainda, olha o respeito pela gente aqui. Mas tudo bem, quem tá lendo sou eu. A sua sorte é que o Mercado Livre tá junto. Oi, Leila! Oi, bancada! Meu nome é recepcionista, eu tenho 28 anos, sou fotógrafa, Moro em São Paulo e preciso compartilhar a história do homem que transformou a física quântica em um método de relacionamento. O protagonista se chama Contador, ele tem 27 anos, é físico nuclear, mestre e doutorando pelo ITA, natural de Volta Redonda, extremamente inteligente, educado e gentil.
Então tá cheio de defeito também, né? Quem tem 3 qualidades assim seguidas tá lotado, tá assim, ó, a caixa chega, tá cheia de defeito. E aparentemente ele também é especialista em manter várias realidades coexistindo ao mesmo tempo. Então ele é criativo também.
Eu já vivenciei, hein, potências atravessamentos vindo aí.
Antes que vocês imaginem um grande galã, não. O contador era tímido, era inseguro, daqueles que vivem precisando de validação. Ele falava baixo, era educado com todo mundo, tinha cara de menino tranquilo, aquele homem que faz você pensar: jamais faria uma coisa dessas? Pois é, eu também pensei. Conheci ele em julho de 2025 no aplicativo de relacionamento. Saímos em agosto, gostamos um do outro, e pouco tempo depois ele me pediu em namoro.
Aceitei. Nos meses seguintes vivi um relacionamento que parecia maravilhoso: flores, declarações, mensagem fofas, aliança, planos para o futuro, conversa sobre casamento, sobre morar junto, sobre família, sobre cachorro.
Love bomb fortíssimo. Parece que sou eu que tô escrevendo.
Tudo parecia muito sério, sincero, muito verdadeiro, mas existiam os sumiços, horas sem responder, às vezes um dia inteiro, sempre com a justificativa perfeita. Às vezes era o doutorado, problemas familiares, viagens para o Rio, sono e cansaço. E eu acreditava até dezembro.
Amigo, eu tenho uma teoria de que doutorado e mestrado— e você que é mestre sabe disso— É apenas uma desculpa esfarrapada para quem quer trair. Verdade ou mentira?
Olha, porque achei uma afirmação muito forte. Achei uma afirmação muito forte.
Todo mundo que já me traiu tava muito ferrado com doutorado ou mestrado.
Como eu disse, achei uma afirmação muito forte. Não falei a palavra errada em nenhum momento, certo?
Nem mentira. Você não usou a palavra mentira.
Não, não, não. O que eu acho que a gente pode ir além, eu acho que o mestrado e doutorado também é uma ótima uma desculpa, né, que não é uma desculpa, é verdade, pra gente tá sempre, a gente tá sempre muito ocupado, né, é verdade isso. Só que quantas vezes também eu já não estive tão ocupado e falei assim, não vou poder, eu tenho que fazer tal coisa. Porque, né, você tá ali com a faca e o queijo na mão, por que não passar?
É igual filho pequeno. A Ana Cristina, nossa amiga, ela já fala mesmo, agora que eu tenho um menino pequeno de novo, eu uso ele pra tudo de desculpa.
E é por isso que algumas mães não querem que o filho cresça. Ana Cristina, nosso sobrinho, nosso sobrinho com 18 anos e ela vestindo ele igual o Kiko para poder ter a eterna desculpa.
Promete que não vai crescer de estresse.
Em dezembro, uma mulher me procurou. Eu queria saber— ai, tá aqui, foi julho. Então ela ficou de julho até dezembro acreditando nele. Um bom tempo, vai dar muito tempo aí para acabar com sua cabeça. Em dezembro, uma mulher me procurou, descobri uma traição, eu confrontei e ele assumiu, pediu perdão, disse que estava arrependido, que queria mudar, que nunca mais aconteceria. Terminamos passamos um mês sem nos falar. Depois do falecimento do avô dele, voltamos a conversar.
Ele disse que sentia minha falta, que queria ser melhor, estava arrependido, e eu resolvi dar uma segunda chance.
Ah, é claro que sim! Ai, Leila Germano, vai, sai do fake, Leila Germano!
Só que eu não sabia que naquele momento a história já tinha saído completamente do controle. Enquanto eu achava que estava vivendo um relacionamento de 9 meses com um homem solteiro, existia uma namorada oficial no Rio de Janeiro. O nome dela era Copê. Era o doutorado, gente, era isso então. E eles estavam juntos havia 4 anos. Sim, há 4 anos. A ex que ele dizia que tinha terminado quando se mudou para São Paulo não era ex, era atual.
E a Copê começou a desconfiar. Um dia ela mexeu na carteira dele, encontrou fotos minhas na carteira dele. Mas é muito, é muito Zé Mané, né? Como é que pode a pessoa vai trair, tá traindo, e coloca foto da pessoa na carteira. Tem que— aí realmente é depois.
Eu achei diva, eu achei loba. Tu achou loba que deixa vestígios?
Não, mas eu acho que foi ele que colocou.
Não, lê a próxima frase.
Ah, a gata aqui deixava rastros. Não, então aí realmente a gente tem aqui uma pequena Adriana, levando aqui para o contexto da novela. Perguntou quem eu era e o contador resolveu usar criatividade. Segundo ele, eu era uma amiga da igreja. Eu sou gospel. Dá para acreditar, né, que tem uma mulher com a idade próxima da sua na sua carteira e aí você tá usando, você tá, deixou aquela foto ali porque a mulher é crente. E aí você justifica.
O Alan tá dizendo aqui: já teve doutorando que usou o lab do trabalho da faculdade para ficar comigo. A teoria da Leila do doutorado ser desculpa para trair não está errada. Quem mais falou? Teve mais alguém que falou que já trabalhou com uns 2 ou 3 que também traíam e usava o doutorado uma desculpa.
É isso, gente, no fim das contas tudo é desculpa para trair. Segundo ele, era uma amiga da igreja, sou gospel, a gente não tinha nada e eu só queria uma chance com ele. E para melhorar ainda mais a história, ele também disse que eu e outra mulher chamada Natália éramos a mesma pessoa. Eu gostaria de reforçar que eu e Natália não nos parecemos em absolutamente nada, mas aparentemente o homem acreditava que estava participando de um episódio de Scooby-Doo.
A copeira não acreditou, foi me procurar nas redes sociais me mandou mensagem perguntando se eu conhecia ele e eu respondi, eu conheço, e ela sumiu. Na época eu não entendi, hoje eu entendo. Ela ficou com medo de eu não acreditar nela. Pouco tempo depois ela terminou um relacionamento de 4 anos. E aqui entra um detalhe importante: tudo isso aconteceu em fevereiro, o mesmo fevereiro em que eu e contador voltamos a conversar depois do término, o mesmo fevereiro em que ele dizia estar arrependido, o mesmo fevereiro em que dizia sentir minha falta, e o mesmo fevereiro em que ele pediu outra mulher em namoro. Meu amor, é o mesmo fevereiro que o avô dele faleceu.
Gente, eu não queria.
Incrível, incrível.
Um homem com múltiplas. Daniel Vorcaro, você sim.
E assim, às vezes ele tá só curando o luto dele, né? Não dá para julgar também assim.
Sim, sim.
Bom, essa mulher era analista. Então vamos organizar a linha do tempo, porque nem eu consigo acreditar.
Vamos lá.
A namorada de 4 anos, a copeira, termina. No mesmo período, ele pede analista em namoro. No dia seguinte, está marcando de me encontrar. E semanas depois, volta comigo. E aparentemente acreditava que tudo estava funcionando perfeitamente. Mas aí é que tá, não querendo defendê-lo, mas eu tô só organizando aqui junto com você, minha querida recepcionista. Se a vida dele tinha essas pessoas ocupando esse espaço, eu acho que ele realmente estava reestruturando a vida dele, né?
Eu entendo que era isso que tava acontecendo. Eu acho que de repente você está um pouco obviamente, né, surpresa de ter tantos cargos e de não ter sido avisada do cargo que você ocupava. Mas é isso, ele tinha namorada, ele, ou melhor, ele tinha uma esposa, ele tinha namorada e ele tinha você. Então ele encontrou outra esposa, arranjou outra namorada e faltava quem? Faltava você.
Vou ler aqui o chat. Douglas disse: tese do doutorado dele, o poliamor dos dias atuais.
É isso.
O Lucas diz: o tempo que esse cara tem dava para fazer 2 doutorados. Tá com tempo, né?
É verdade, dava para ter feito uns artigos aí.
Arthur diz: na época do meu doutorado, se perguntassem se eu queria transar ou uma pizza, eu trocava transa pela pizza sem pensar duas vezes, porque quem está estudando mesmo—
isso é verdade, isso é verdade, a gente fica sem libido. Na verdade, a gente fica sem muitas coisas, inclusive passa muitas besteirinhas pela cabeça na época do bacharelado.
E para finalizar, quero relembrar que um termo lindo que Valcir Carrasco nos disse no chat, que que ele estava fazendo, totorando, totorado.
Gostei, gostei. Meses depois, a analista começou a desconfiar, foi para o apartamento dele, resolveu investigar e encontrou o equivalente emocional a uma operação da Polícia Federal. Fotos minhas, cartinhas, alianças, presentes, encomendas, tudo. Ela me procurou. É super fácil me achar nas redes porque meu perfil é aberto. A primeira mensagem foi: oi, recepcionista, Aqui é a analista, namorada do contador, ou amante, já não sei mais.
E assim começou o trabalho em grupo. Analista tinha informações, eu tinha informações, a copeira tinha informações. Cada uma possuía uma parte do quebra-cabeça e juntas descobrimos que o homem estava executando um projeto de pesquisa chamado Como Prometer Casamento para Várias Pessoas Simultaneamente. Gente, eu tô um pouco assustado.
Se eu fosse vocês, Eu deixava rolar. Eu queria entender qual dos três receberia essa grande bonificação de se casar com esse grande presente de Deus. Quero não, tudo pela ciência. É isso, Rafael.
O mais impressionante era o padrão: mesmo discurso, mesmas promessas, mesmo papo de morar junto, de casamento, papo de ter cachorro, papo de futuro. Era praticamente um template, mas ainda faltava o último ato. Ó, se você parar para pensar, o seu relacionamento tá no mesmo, no mesmo lugar da seleção brasileira. É hipotética, né? Então é o que entra e faz o gol, é o Neymar que ergue a taça. É tipo uma ideia maravilhosa.
Amigo, não. Vocês estão rindo, mas não se esqueçam que eu vivi isso com o Zé Gotinha.
Eu tô assustado pela semelhança disso aqui, tá?
É o mesmo modus operandi, gente. Ele dizia as mesmas coisas, as mesmas mensagens, as mesmas presenças, os mesmos planos e mesmo nome de filhos, tá?
Em maio, ele me levou pra buscarmos o cachorro dos sonhos dele em Niterói. Olha aí, o cachorro saiu do sonho. Pelo menos o cachorro se materializou. Já é um ganho, vai, já é um ganho. O cachorro dos sonhos dele em Niterói. E de bônus, ia conhecer a mãe dele depois de 9 meses. 9 meses, cheguei lá, gente, é loucura, né?
Porque essa mãe, ela passou 9 meses com esse cara.
Essa mãe, ela deve, sei lá, tá fazendo alguma coisa de casa, aí olha assim, uma mulher, ela falou oi, fica pensando, meu Deus, mais uma, outra. Eu era amigo de um cara desse e eu conhecia muito a mãe, e toda vida ela chega e fala, meu Meu filho, ele não para. Todo dia uma pessoa diferente, eu não aguento mais. E aí era pior.
Ou seja, não é que a mãe era cúmplice, ela simplesmente achava que era sempre uma menina nova e não mais uma.
Não. E outra coisa, ela tava de saco cheio porque o filho não tomava jeito. Ela já tinha desistido do filho dela. E aí eu acho que ela também tem o direito de desistir dos filhos. A gente tem que falar de mães que desistem, elas existem, são importantes. Mas tadinha, as meninas Com razão, né? Tavam lá sofrendo de uma dependência, conseguiam o número dela e aí ficavam mandando mensagem para ela. Então acabava que ele prejudicava a vida da mãe também nessa brincadeira toda.
Detalhe: nesses 9 meses nunca tive qualquer contato com a mãe dele, nem por ligação ou chamada de vídeo. E quando sugeri fazermos uma chamada para ela me conhecer, ele falava que ela não gostava muito e preferia pessoalmente. E ele sempre falava que a mãe dele era difícil, criteriosa e desconfiada. Ou, gente, é triste, né, pedindo para fazer ligação para mãe dele, né, tipo uma coisa que ele poderia— é isso aí.
Bruno trouxe um ponto muito importante: depois reclamam do valor da bolsa. E se com a bolsa de merreca vocês conseguem administrar 4 namorados, 3 namoradas, levada, presente, cachorro, planos, e pedir 3 casamentos, imagine com a bolsa mais cara.
Vai dar para fazer. E entre grandes cidades e que a passagem é cara. Entrei no carro e fizemos viagem rumo a Niterói. E a primeira coisa que ela me perguntou foi: desculpa, qual é mesmo seu nome? É o mesmo apelido da mãe também. Na época achei estranho. Hoje eu tenho uma teoria, não posso afirmar nada, mas o que eu sei é: no fim de 2025 ele passou as festas com a copeira. Na Páscoa ele levou a analista para conhecer a família.
No mês seguinte me levou para mesmo lugar. Então às vezes eu me pergunto: ela realmente esqueceu meu nome ou só queria conferir qual era a escalação daquele fim de semana? O auge aconteceu quando a analista confrontou ele pessoalmente. Ela me mandou áudio, perguntou quem eu era, perguntou por que tinha fotos e outras coisas minhas espalhadas pelo apartamento, perguntou se ele namorava comigo e ele negou. Até que ela falou: fala oi para recepcionista.
Silêncio. Não vai falar oi para ela? Mais silêncio. Então ela concluiu: recepcionista, desculpa, ele está com vergonha. Depois disso ele me bloqueou. Mas a casa já tinha caído. Ele tinha dois celulares, um com o número daqui de São Paulo e outro com o número de Volta Redonda. Descobrimos que o número de São Paulo era apenas para ele conversar com as mulheres no aplicativo. Descobrimos as histórias paralelas, descobrimos as promessas repetidas, descobrimos as versões diferentes da mesma narrativa.
É por isso, gente, que as pessoas têm que jubilar também no mestrado e no doutorado. Por que tá aqui, ó, tá enrolando entregar a tese? Porque tá, né, traindo. Quando a faculdade ela jubila alguém, vocês têm que entender que é uma forma de reparação, né? A ciência ela tá aí, ó, cerrando os punhos para todas essas mulheres.
Mas eu vou criticar a sua crítica, porque o que que você tá dizendo sobre cobrar tese de um homem que tem para entregar um tesão?
É verdade, a tese dele é amar demais, né?
É um tesão, moço, ele vai levar um tesão com essa bancada.
É verdade, você tem razão, você tem razão. E quando tudo acabou, ele me mandou uma mensagem dizendo que era um lixo, um otário, uma pessoa desprezível, e que o mal voltaria para ele. Não pediu para voltar, não tentou se explicar, só assistiu ao próprio sistema entrar em colapso.
Rafael trouxe uma crítica que se o CEO pode trair, por que um pesquisador não pode? Vamos pensar um pouco, né? Tem esse recorte social também.
Eu acho também assim, aí, qual lugar que essa pessoa tá, né? O que que ela pode, o que ela não pode deixar de fazer, né? Eu acho isso também. Então meu dilema para vocês é: como uma pessoa consegue construir tantas vidas paralelas ao mesmo tempo? Tem que ter muita disposição e dinheiro. O que é estranho, já que esse homem odiava gastar dinheiro com você. É importante deixar, é porque ela acha que ela não é. O com você falta, eu tô completando o seu email, tá?
Era bem mão de vaca com você. E toda vez que a gente saía para comer, ele sempre usava o VR, tá entendendo? No fim, não é sobre quantas mulheres—
é menos VR, é dinheiro. O dinheiro que corre no VR é o mesmo dinheiro que corre na mão do traficante.
Eu acho, eu acho, é, eu acho que você também. Eu gostei, não achei ela classista. E qual o problema de usar VR? Você então não sai com alguém que tem VR?
É isso que você tá dizendo? Você tem preconceito com quem é CLT?
É, gostei muito não. No fim, não é sobre quantas mulheres existiam ao mesmo tempo, Na verdade, é assim, moça, é sobre como todas nós acreditamos que éramos a única. Ele não só mentiu, ele construiu versões suficientes de si mesmo para caber em várias vidas ao mesmo tempo. E eu fico com uma dúvida simples, mas que não me larga: como alguém consegue olhar nos olhos de tantas pessoas diferentes e fazer todas acreditarem que aquilo era a única? Obrigado por ler, recepcionista. Ou moça, mulher, você ia acabar em cima assim.
Termina com a pergunta tão besta sobre ela, a ração homem.
Como é que alguém consegue olhar nos olhos de tantas pessoas?
Como alguém homem, como alguém homem consegue fazer várias pessoas mulheres acreditarem que todas vivem uma coisa única sendo homem?
Te respondi fácil assim, ó. Olha, ele só olha, olhou para você, falou é único, olhou para tu, falou é único também. E aí, amiga? Quem merece uma promoção nessa firma?
Eu acho que contador, inevitavelmente, contou bastante. A contabilidade dele só aumenta nas pesquisas, tal qual Simone Tebet. Contador é um homem que tá preparado para o mercado, né? É um homem que não é muito difícil você demitir alguém que faz toda a diferença na empresa.
Sim, sim, sim, sim, sim.
Esse homem, ele se mostrou necessário assim, né?
Vou te usar como exemplo, você você trabalha com criatividade. E aí eu acho que você mais do que ninguém sabe que pessoas que criam muitas histórias são pessoas que estão sempre resolvendo um problema, são pessoas que estão trazendo várias soluções para aquele problema. Então nessa empresa ele foi a pessoa mais criativa. A gente vai matar a criatividade? Será que é isso que a gente quer falar nesse podcast? Pessoas criativas devem ser punidas?
Eu não sei se eu quero ir para aí, sabe? Eu não sei se é o lugar que a gente tem que ir.
Amigo, hoje você tá muito ético e fluido, amigo. Tô, mas é exatamente. Vou ler aqui o chat também. A opinião de vocês é muito importante para nós. Se ele administra tanta gente, disse Lucas, imagine uma empresa. Bruno disse, só sendo contador para fazer esse orçamento durar 3 relacionamentos de meses, 9 meses. Multidisciplinar, disse Raíssa. Gestor de crise, disse Amanda. Renan Ele é CLT, faz um doc, mantém 3 noivados, é uma máquina.
Enfim. E aí eu queria também pontuar, engraçado, né, assim, sobre pessoas, funções de pessoas em empresas, na empresa traição. A gente leu na semana passada, eu acho, um caso sobre a mulher que fez uma planilha de Excel sobre os chifres que ela levava. Aqui a gente tá vendo um cara organizando uma planilha sobre os chifres que ele passava, né.
Então, feitos um do outro, eu poderia apresentá-los.
E eu acho, ao mesmo tempo, assim, é muito bonito quando a gente vê um setor superaquecido, né? Assim, que funciona, que vai, que traz sempre resultados, né? É muito legal, assim. Vida longa à empresa da traição.
Tem muitas opiniões aqui falando que— e ele nem usou IA, né? Ainda é um homem aliado do meio ambiente, aliado dos valores humanos.
Eu tava na academia esses dias, eu ouvi uma coisa aterrorizante que foi o menino, ele escrever a mensagem do aniversário da namorada dele, ele pediu pro ChatGPT escrever. Esse cara escreveu sozinho todas as mensagens pra vocês. Porque eu sei que você vai repassar isso pra elas também, pra inscritas.
De alguma forma era única, né, amigo? Sim, de alguma forma.
Porque ele fez... Aí a gente respondeu a sua pergunta, né? Como é que aquilo era único? Era único. Era único pra cada um, né?
Ah, a Samanta me inspirou a fazer mais um comentário. Que pode ter sido a Samanta, pode ter sido o Espírito Santo, que é: monogamia, poligamia, pouco se fala sobre a organogramia. Que é você montar o organograma das relações, dos seus chifres. Isso requer muito mais das relações humanas. Organogramia não mata.
E eu acho que é isso assim, eu acho que a gente tem que olhar para as pessoas que traem com olhar um pouco menos de julgamento e realmente pensando em possibilidades. O que é que essa pessoa que administrou tanta coisa por tanto tempo pode fazer aqui para o nosso negócio, né? E é isso, eu acho que é olhar para traição como quem vê ali um Steve Jobs, É isso, eu acho que toda pessoa que traz é um Steve Jobs, sabe? Assim, coloca a mão e faz de uma indústria ser um negócio.
Muita gente aqui perguntando quando ele vai abrir o curso do Hotmart. Gente, esse rapaz vem do ITA, vocês não rebaixem não. Ele provavelmente é um cearense. E aí é só, sinto mais orgulho o fato de ele vir do ITA e que, portanto, ele sendo do ITA, portanto é um cearense.
Escreve, a gente sabe que a escrita cearense é uma escrita muito boa. Todas as suas cartinhas deviam ser maravilhosas, né? Porque, bem, foi um cearense que escreveu.
Cearense vai convencer sim várias pessoas a casar com ele, lamento.
Eu acho, eu acho, eu acho, eu acho. É isso, eu só quero dizer para você parabéns por ter vivido essa experiência tão transformadora, única, né? A gente tá falando tantas coisas únicas, a sua experiência foi única.
E Mercado Livre, obrigada por esse presentão, amei, amei.
Obrigadão, Mercado Livre.
Link à vida da rua, amigo.
Bom, vamos lá, meu link à vida da rua. Eu fiz coisas, né? E na verdade estou aqui me recuperando da ressaca. Eu não tô tão de ressaca, mas acaba que depois dos 25 tudo é ressaca, né? Perto dos 30, aí é que realmente que vai ficar.
Eu passei assim perto dos 40 a sentir dor de cabeça ao beber.
Mas faz inveja, faz inveja para quem não sei, vocês jovens. Pois é, então eu bebi pouquinho, mas na verdade eu acho que é muito mais o ficar à noite acordado, né? O que é que aconteceu? Aconteceu o Forricol, né, que é o grande evento aqui da minha cidade. Só que antes disso é muito importante a gente entender o Icol, a cidade carente, né, gente? Porque antes desse grande evento cultural, que é um evento que já tem aí uma certa idade, é uma das maiores festas do interior de forró.
O segundo grande evento que aconteceu entre junho e julho, amiga, foi a abertura da We Pink, né?
Oi!
Que mobilizou isso, abriu uma loja da We Pink aqui no Ico, mobilizou todas as pessoas porque, bem, era a loja da Virgínia, né? Então eu via senhoras de idade com um texto na mão falando, a gente tem que ir lá na loja da Virgínia. Eu vi as pessoas saindo mais cedo da academia. E aí você pensa, elas vão comprar? Não, elas vão botar reparo. Elas querem passar, tirar foto de frente à loja da Virgínia, gravar um story.
Eu não sabia que o We Pink tinha loja, achei que o We Pink era só quiosque.
Deixa eu ver, loja We Pink e Co. Isso, eu não sei se vai ter imagem, mas eu—
mas procura aí, deve ter, deve ter. Tem!
Pronto, é isso, né? Então essa ogiva atingiu a minha cidade nessa semana, e aí os populares foram lá, né, foram botar reparo. Bem, Teve isso. E aí, por que que eu tô falando? Pra vocês verem, né, minha cidade é aquela cidade que quem escuta podcast há algum tempo já vai saber, né, que os jovens fizeram protesto com cartazes pedindo pra ter um shopping porque eles estavam com tédio.
É verdade.
Então, povo que sofre de tédio crônico, é muito triste. Mas é isso, né, os populares se aglomeram. E aí, quando chega julho e quando chega dezembro, a cidade vira outra coisa porque a gente tem as grandes festas, né. E realmente todo mundo volta e a cidade tá sempre uma loucura. E aí tava tendo forró e eu fui pro forró, né? O forró esse ano ele foi mais curto, mas em compensação foi um lineup assim, ó, maravilhoso. Tá acabando hoje, no dia que eu tô gravando.
Eu escolhi não ir pro dia de hoje porque eu acho que eu já vivi o máximo desse forró. No primeiro dia a gente teve Wesley Safadão, logo depois Zé Vaqueiro, aí ontem teve João Gomes e finalizou com Calcinha Preta, né? E aí assim, eu estou saindo completamente transtornado, ainda mais fã do forró. Eu amo muito Ah, eu tô 100% Juliette no BBB, sabe? Cartaz: amo ser nordestino, amo forró. Foi maravilhoso o final com Calcinha Preta.
De fato, a maior banda do Brasil. Não existe nada que chegue perto da Calcinha Preta. Muitas pessoas, né, a gente tava conversando, se questionando: ai, por que que o João Gomes vai abrir para o Calcinha Preta? Porque nada se compara ao Calcinha Preta no Brasil hoje em dia.
Calma, calma, calma, calma. Não foi o contrário?
Não, não, não.
Eu achei que o Calcinha Preta abriu para o João Gomes.
Não, não. E aí é interessante, sensacional, porque o João Gomes, João Gomes, ó, príncipe do Brasil, amamos você. Porque o João Gomes, ele sabe onde ele tá pisando. João Gomes vai no Rio de Janeiro e São Paulo, ele sabe o que o público dele de Rio de Janeiro e São Paulo espera. João Gomes bota o pé no Icó, no interior, ele sabe que aqui a gente não quer o Caetano Veloso, a gente quer o João Gomes do YouTube. Foi 2 horas de João Gomes da velha guarda, assim, trazendo só os maiores do piseiro.
Cantou música que não era dele, mas que tinha todo o contexto, todo o contexto com Ceará, sabe? Fez até piada com Nada Escapa da Patrulha cantando Eu Quero Me Trepar Num Pé de Cuicô. Foi maravilhoso, foi maravilhoso assim. E eu acho que o próprio João Gomes, ele entende porque ele que tinha que abrir pro Calcinha Preta, porque no Calcinha Preta a cidade brotou, gente. Assim, Daniel Dial, sabe? Meu pai. Eu quero envelhecer como o Daniel Dial, que você olha e pensa assim, ué, este homem parece a minha de 60 anos, eu quero ser essa pessoa.
É isso que eu quero ser, sabe? Uma pessoa que canta a música do Michael Jackson com cover do Michael Jackson. E eu acho que o Michael Jackson, se ele tá vivo, ele tinha que falar mesmo assim: obrigado, Calcinha Preta, pelo que vocês estão fazendo pela minha carreira. Porque ele deve muito ao Calcinha Preta. A música do Michael Jackson com o cover oficial do Michael Jackson é maravilhosa, mas por conta do Calcinha Preta também.
Metallica também.
Sim. E as duas novas cantoras do Calcinha Preta, não tinha nenhuma festa com as duas novas, né, que entraram no lugar da Paulinha Abelha que nos deixou. E a Silvana, que agora tem uma banda, só ela e o Beg Rabelo, né? Então é meio como se a Calcinha Preta tivesse se fundido em novas calcinhas. Elas também são maravilhosas, é um lingerie todo agora. Elas são maravilhosas assim, cantam muito. Uma delas é do Ceará também. Mas gente, o Marlos assim, ele é realmente o espírito do rock do Calcinha Preta, sabe?
Tava amanhecendo, aí ele começou a tocar as versões mais forrozeiras do Scorpion, uma coisa maravilhosa. E o sol surgindo assim lá atrás, maravilhoso.
Ai, que inveja!
Tô com muita inveja, foi bom demais, bom demais.
Calcinha Preta, por favor, por favor, patrão, coloca eles no Rock in Rio!
Eu acho— aí era isso que eu queria chegar. Por que é que o Calcinha Preta não está no Rock in Rio? Eu sei que no passado do Rock in Rio aconteceu o que aconteceu com Carlinhos Brau, né, o pessoal sendo mal educado com Carlinhos e Veroo. Mas eu acho que o Rock in Rio tinha que ter o Calcinha Preta assim no Palco Mundo, gente.
E o Metallica abrindo para eles.
É, mas sabe o que é o mais louco? É porque eu, tipo assim, o Calcinha Preta é uma banda de forró muito antiga, consolidada, mas eu acho que aprendeu a fazer o forró deles inspirado em pessoas que fazem um espetáculo, um show espetáculo assim. Tipo, Zé Vaqueira é maravilhoso, João Gomes é maravilhoso, mas eu acho que eles têm uma linguagem muito dessa época. Eu acho que não tem, por exemplo, uma preocupação como eles têm de coreografia.
E na coreografia que tipo tem, né, as dançarinas lá atrás do calcinho preto fazendo aqueles passozinhos já clássicos. Mas é a coreografia dos próprios cantores, assim, é um negócio de tipo eles têm a marcaçãozinha muito clara, sabe? É um negócio de espetáculo, é um show espetáculo. Eu fico assim, gente, é tipo, por que que isso aqui nunca teve oportunidade no Rock in Rio da vida, amigo?
Eu acho que assim, o Sudeste, como você sabe, manda na cultura do país, né? O Sudeste escolhe o que vai ser a cultura do país. A Isadora Cruz na novela lá, não é? Do cangaço.
Segundo Sol.
É, que todo mundo fica laranja, todo mundo é amarelo.
É isso! Enfim. Guerreiros do Sol, tá todo mundo suado. Segundo Sol.
Essa linguagem, essa linguagem que o Sudeste escolhe de contar qual é a nossa história. Aí vem o João Gomes, que amo, é maravilhoso, é tudo. Mas ele traz um pouco daquele Luiz Gonzaga lá de trás. Com a coisa que o Sudeste quer ver. É isso, que é um querido, ama um príncipe. Mas ele imprime isso. Entre o branco e o preto existem nuances infinitas do que é forró para o Nordeste. E o calcinha preta, ele, ó, era o centro do arco-íris.
E aí, amiga, duas coisas muito interessantes aconteceram nesse forró, que é a união que a minha cidade tem com a mentira de sustentar a mentira do outro. Muito, porque como eu falei, eu fui 2 dias, no primeiro e no segundo dia, né? E aí tem um rapaz que inclusive eu descobri que ele até é do sítio onde minha mãe nasceu, que no Wesley Safadão, né, que foi o primeiro show que eu fui, ele pediu para subir, ele queria mostrar o talento dele.
Falou, pô, me dá essa chance, não sei o quê. Subiu, ele falou, meu nome é Daniel Dial, tô aqui para poder mostrar o meu talento. E aí o Wesley, claro, deixou ele cantar, mostrou o talento dele, a gente aplaudiu, ele desceu. E aí veio então Zé Vaqueiro, que aí é importante dizer, esses artistas de festa do interior, eles não têm tipo um camarotezinho esperando. Eles até têm um camarote, mas como essa galera tá fazendo um circuito de festa nesse momento no interior, eles estão saindo de uma cidade, chegando na outra e já subindo no palco.
Então o Zé Vaqueiro não viu o Daniel de Arro subindo no palco do Wesley Safadão. Então quando o Zé Vaqueiro entrou, tava lá cantando, uma mão é levantada da plateia, fala: olá, tudo bem? Meu nome é Marros, que era Daniel de Arro, e eu queria mostrar o meu talento aqui. E aí E aí o Zé Walker, claro, porque a gente tem que agradar o público, e deixou. E aí todo mundo aplaudiu novamente. Aí beleza, foi esse dia, a gente riu falando, meu Deus, que cara safado, né?
Ele fez isso. Segundo dia, João Gomes, ele tá lá cantando, sobe uma mão, opa, tudo bom? Eu sou Wesley Safadão e eu queria mostrar aqui o meu talento. E ele cantou duas músicas com Wesley Safadão e todo mundo lá na plateia fingindo que não estava há 3 dias tendo um show que não ele. E isso eu achei genial, porque ele não tem estrutura para banda, mas ele tem um show, né? Ele conseguiu montar um show para ele utilizando os maiores cantores do segmento do forró.
E o público foi conjunto. A gente só bateu palma, fingiu que tava acreditando na historinha desse homem. E aí a gente acabou de ler um caso: como é que esse cara consegue fazer tudo, ser tão único? Bem, não é só com mulheres. A gente viu João Gomes, Wesley Safadão e Zé Vaqueiro passando pelo que a que a gente passou. E foi todo mundo muito feliz, inclusive ele. E era, e assim, na cara dura, bancando que eu sou essas pessoas que eu estou te dizendo.
Sei nem se ele era cantor, se ele só, sei lá, perdeu uma aposta. E aí, para terminar, né, quando acabou a festa, a gente tava voltando para casa, tava eu e um casal de amigos meus, que aí, claro que eles escutam a gente. Um beijo para vocês dois. E aí, meu amiguinho, ele é a pessoa que eu mais gosto assim no sentido de cultura popular. Ele é o cara das massas, né? Então a gente tava saindo e aí ele viu uma menina, ele falou assim: ei, olha lá, aquela menina super famosa que é uma das gêmeas do Carlinhos Maia, né? E aí eu não sabia que tinha essas pessoas.
Eu realmente ficarei devendo, só conheço a Patrícia.
E ele falou, aí a gente olhou e disse assim: quem? Ele falou: é, ele é uma dessas, ela é super famosa. E aí, claro que a namorada Ele falou assim, Ian, eu acho que você tá confundindo. Essa menina aí é a Silvana do calcinha preta, é a ex do nosso amigo. Aquele falou, não é essa menina. E começou a apontar para ela, é ela, eu sei que é ela. E a menina super constrangida, e a gente olhando assim, pensando, devia deixar ele, devia deixar.
E na verdade não, na verdade é só porque tanto essa menina, essa gêmea, quanto a Silvana ex, elas têm o mesmo rosto agora, porque elas são mais uma das pessoas que foram vítimas do processo processo de demonização, demonização facial no mesmo médico. Então eu nem culpo ele, eu nem culpo ele. No fim das contas, era realmente as pessoas que ele tava falando, eram exatamente as mesmas pessoas. Mas é isso, forricó maravilhoso. Festa de forró no interior é sempre muito bom.
Agora vai ter a Expocrato. Boa festa para quem foi. Eu não aguento mais, como eu já fiz alguma vez na vida. E esse foi meu link ao vivo da rua, amiga.
Amei! Por favor, patrão, faz um forró aqui em Rio.
Eu acho, eu acho que tem que ter o dia do forró no Rock in Rio.
Tem que ter o forró aqui em Rio ao menos falquinho. Meu sonho é reouvir, nossa, Magníficos Mastruís e Calcinha e Limão.
Aí também você quer de fato o lineup, mas seria o perfeito.
Arrepiei, aleluia! E Tropicália, né? E Tropicália, pô, como assim não?
E aí, ó, aí vai dar criatividade, faz vários pontos.
Não se esconde mesmo em silêncio. Conheceu, tá bom.
Lagosta Bronzeada, Cavaleiros, é isso, todas as bandas de forró.
É isso, vamos lá.
E o seu link ao vivo da rua, amigo?
Eu vou passar porque o seu não só foi longo, o que eu— não, não, não, não, eu agradeço porque eu tenho medo. Sabe quando a gente tem medo? Eu não tenho mais histórias. Então vou guardar esse, esse meu é preciosíssimo.
Entendi, entendi, entendi.
É o chá revelação de chifre no café que eu vivenciei, que eu vou deixar para o próximo programa.
Deixa plantar, deixa plantar, deixar plantar. Plantadinho. Olha, olha, chegou a hora mais sagrada da nossa liturgia, o momento de cobrar satisfação do patrono da educação brasileira. Porque não adianta, gente, ele prometeu leitura de mundo, ele prometeu análise e consciência crítica, ele prometeu que a gente ia sair da escola sabendo separar o joio, e não foi bem assim que aconteceu, né? Esse é o quadro Paulo Freire, Você Prometeu, onde a fé no ser humano vai para o tribunal e a sentença já sai definida: inocente por culpado por burrice.
E para constar, antes que a polícia da trouxice venha atrás da gente, todo nome citado aqui já foi trocado. E agora, no especial de firma, nós trocamos por nomes de profissões que existem em firmas. É proteção total para o réu, para o autor, e principalmente para nossa saúde jurídica, que a gente já tá cheio de coisa para fazer e não pode se meter em processo uma hora dessa. Então, se você já confiou demais, caiu em papinho, que nem a nossa amiga aí, né, acreditou em promessa vazia ou assinou embaixo sem ler, numa folha em branco.
Essa é a sua vez de virar exemplo. Mande seu caso para o contato @hojitempodcast.com que a gente lê, comenta e ora nessa ordem mesmo. Sonho da oprimida: auxiliar de serviços gerais. Olá, Leila e Glaudemias! Aí, lembrou de ti agora.
Obrigado, diferente da mal-educada, da corna, a corna da recepcionista, sua corna.
A gente sabe que não tá tudo bem, então vamos pular essa parte. Quem vos fala é auxiliar de serviços gerais e venho aqui expor o calote que eu e meu irmão office boy e minha mãe coordenadora de produção tomamos da minha madrasta a ascensorista.
Gente, mas aí antes de ler o caso só queria dizer uma coisa: é meio que papel da madrasta passar um calote na família, né? Eu acho, eu acho que então assim já tô um pouco tendencioso a tá do lado dela, mas vai ver.
Eu geralmente fico sempre do lado de quem é mais É, e assim, se ela tá cumprindo a função, né, eu não vou... Quando minha mãe e meu pai, o CFO, se separaram, meu pai achou que acabando o casamento tinham acabado também as responsabilidades de ser pai e se recusava a fazer coisas mínimas, como ajudar a comprar antibióticos pro meu irmão doente.
É, ficou difícil pra mim agora.
É difícil. É, é. Uma criança! Já tenho criança!
É, ficou difícil agora. Usou muita zona azul, né?
Era o famoso discurso do: se eu der o dinheiro, a sua mãe vai gastar. Porque afinal, toda criança de pais separados vive de luz e se cura com fotossíntese, como todos sabemos.
Ai, que desculpinha merda, né? Se der o dinheiro, vai gastar. E é pra fazer o quê? É pra fazer um quadro?
É pra fazer artesanato de papel machê?
Eu não entendi.
O Pix é pra comprar roupinha pro LOL?
É pra ficar olhando pra ele, lembrando de você?
A recusa dele em fazer o mínimo financeiramente era alimentada pelo fato de que o juiz determinou que a minha mãe minha mãe ficasse morando na casa comigo e meu irmão, enquanto ele teve que voltar para casa da minha avó. No período pós-separação, a minha mãe ficou bem na dela, enquanto meu pai achou que tinha recebido o chamado do anjo Gabriel para povoar a terra. Sim, há um filho bastardo, mas isso também é outra história. Como assim sim? Eu não pensei em nada disso.
Ninguém pensou.
Pouco tempo depois da separação, ele se casou com a sensorista. Afinal, precisava de alguém para lavar as cuecas dele, como todo homem de família. A sensorista nunca despertou a da tia. Eu sempre achei que a fragrância que ela usava tinha cheiro de falsidade. Com o tempo descobrimos que, além de falsa, a sensorista era também trambiqueira e barraqueira, e fez meu pai arrumar briga com mais da metade da família. Um detalhe importante para a história é que depois que engravidou do primeiro filho, eles tiveram dois, a sensorista parou de trabalhar e se é falso se tornou o único provedor da casa.
Olha só, até aí tá no direito. Direito como família de eles viverem como eles bem entenderem, moça. Ele não tá certo de negar remédio, ele não tá certo, tá erradação.
Não é, e até aqui você só queria chamar o seu irmão de bastardo, né?
Não fui eu que disse, foi a Sabrina no chat que você está de recalque. Não fui eu que disse. Douglas já quer culpar a vítima.
Vão aquecendo os dedos, vão aquecendo os dedos, porque é fogo no teclado.
Eis que depois de alguns anos minha mãe se casou novamente também com o CTO. Versão cheia de toque. Ela decidiu então que era hora de vender a casa e com o dinheiro da venda fazer uma poupança pra mim e pro meu irmão. Se Aifood ficou sabendo disso e quase perdeu todos os pelos com o ataque de pelanca que ele deu, pois ainda achava que tinha direitos sobre a casa e vivia com dívidas, já que tinha que manter a casa toda e os gastos de duas crianças sozinho com emprego de motorista.
Um belo dia após a venda da casa, a censorista madrasta liga pra minha mãe, coordenadora de produção, chorando e: 5 aspas, envergonhada, fecha 5 aspas, pedindo dinheiro emprestado para pagar uma dívida de R$2.000 que ela tinha e CFO não sabia sobre. Se ele descobrisse, segundo ela, causaria maior briga na época do presidente Lucas, em que R$2.000 era muito dinheiro. E era, a gente meio que tá na época do presidente Lucas, tá, moça?
É tipo o quê, 2004 aqui?
Deve ser, deve ser. E ela, claro, devolveria em algumas parcelas. Minha mãe trouxa, digo, pessoa do bom coração que é, se compadeceu, convocou uma conversa comigo e office boy e disse, olha, o que que vocês acham da gente tirar R$1.000 de cada poupança de vocês?
Ai, meu Deus!
Não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não, estou com você.
Mas todos sabemos que na democracia de uma casa quem manda é a mãe. Então, na democracia, né, é a mãe-narquia. Sacamos os R$2.000 e emprestamos para ela.
Meu Deus do céu! Pera aí, todo o dinheiro que o pai deu eles sacaram?
Não, muito pior, amigo. Eles venderam a casa. A casa deles foi vendida. Eu vou repetir, venderam a residência. E da residência a mãe decidiu dividir em duas poupanças pros filhos, já que o pai não ajudava aí no futuro.
Gente, tem gente que tá vivendo muito no modo, né, assim, arte-ataque, né? Vamos fazendo aqui, vamos pegando essa folha.
Eu chego a dizer que estou com seu pai. Sim, se der dinheiro ela vai gastar. É isso, seu pai não mentiu. Que ódio! São essas mulheres que estão destruindo os argumentos das mulheres de bem perante o juiz.
Incrível, mais um caso em que a gente tá aí, o quê, tá do lado do opressor. Do opressor. Mas que percebam quem for escutar esse episódio que totalmente por culpa da vítima a gente tá sendo obrigado a estar do lado deles.
Uma semana depois, CFO foi avistado dirigindo uma moto novinha que ele não tinha antes desse empréstimo. A censorista provavelmente adquiriu Alzheimer precoce porque parece que nem lembrar mais do dinheiro que nos deve lembra e nunca tentou justificar ausência da devolução. E nós passamos os últimos anos fazendo a egípcia fingindo que não lembramos dos R$2.000 Pois minha mãe proibiu de tocar no assunto.
É porque dói ser burro, né?
Dói.
Dói, né? Dói assumir pra si que eu fui burrão, eu fui um jumento. Dói.
Inventaram a palavra gatilho? Agora é só dizer assim: não me dá gatilho, não fala disso não.
Não, dói. É ruim assumir, né? Olhar pro espelho e dizer assim: você é a pessoa mais burra dessa casa. Dói fazer isso, né? Mas às vezes é importante, às vezes é importante.
Aí ela bota aqui: moral da história, não tem. Vocês não têm moral nenhuma. Ninguém nessa vida da imune a fazer papel de trouxa.
Tá, tem, tá assim, tá assim.
Um beijo para vocês, espero um dia sair de ouvinte Zé Povinho, que sou para convidada do Hoje Tem, pois melhor podcast. Eu já sei quem foi, eu já sei quem foi. É uma amiga nossa, criadora de conteúdo muito querida.
Amamos você, amamos você, amamos você. Mas aqui, né, aqui é a lei da selva. E aí o que eu tenho a dizer é que a sua madrasta. Nessa selva, a sua madrasta é uma leoa. Que mecanismo incrível de: o pai tava com raiva porque vendeu a casa, achava que tinha um dinheiro, ela precisa de um dinheiro, faz cara de coitada e vocês dão todo o dinheiro da casa para ela, que automaticamente vai para ele também. Gente, vilã perfeita! Se ela for loura, acabou.
Na minha cabeça ela tinha um cabelo longo, liso e escuro.
Gosto também, uma coisa meio malumada ali.
É, o Hugo disse que ela é uma leoba.
É isso, ela meio que— eu acho que assim, tem 130 pessoas aqui, eu não sei se eu posso generalizar, mas eu acho que tá todo mundo meio que assim diva, sabe? Infelizmente ficou chato para você, ficou chato, ficou muito chato para você. Não tenho muito o que fazer assim, eu meio que eu soltei a sua mão, até porque você não tem dinheiro agora, né? Então tá mais fácil. É complicado.
Jéssica, só para os pagãos.
É isso, amiga. Eu não vou cobrar o Paulo Freire.
Nem eu, nem eu. Eu acho que tem que cobrar, não é o Paulo Freire não, é a censorista e a sua mãe que tem que cobrar, não é eu nem o Claudemir.
Eu acho que você tem que olhar quem foi que te vitimizou aí. Foi a madrasta ou foi a sua mãe? Eu acho que a sua mãe foi mais cruel. Eu acho que é uma atitude muito de vilã tirar a poupança.
Sua mãe tirou o antibiótico das crianças, né, mano?
Gente, é muito complicado. E assim, eu não tenho como cobrar o Paulo Freire porque ele tava de certa forma— ele não vai falar desse jeito, que o Paulo Freire tem um monte de vocabulário aí para não chamar ninguém de burro, né? Vai dizer assim, ah, eu quero que as pessoas deixem de ser burra. Ele não vai falar isso, né? Então ele vai, joga uns queixos e a gente cai, acha bonito. E aí, nesse caso, você me apresenta vocês e uma pessoa super inteligente que é a sua madrasta.
Então assim, de certa forma, o trabalho do Paulo Freire surtiu efeito com algumas pessoas, né? Então assim, parabéns, Paulo, que metodologia incrível. Não à toa assim você chegou. Olha, eu quero ver o Paulo Freire no Papo de Segunda com o Gil do Vigor e o cara lá do Porta dos Fundos.
Amigo, ele já faleceu, caiu e morreu.
Ah, meu Deus, eu sempre Esqueço que o Paulo Ferreira não é primo da Juliette, mas tudo bem, dá para fazer alguma coisa. Na época da IA, ih, ó, todo mundo tá vivo, não tem essa mais não. É isso, ó, beijão para o Paulo, beijo para sua madrasta.
Amei! Vamos de fofola?
Vamos de fofola, amiga! Quer começar?
Pode começar.
Eu tô com muito medo. De não conseguir ganhar, mas tudo bem, às vezes a gente tem que perder.
Eu amo que o Fofolo virou uma competição.
Virou, mas é porque o seu primeiro aqui, ele já meio que me destrói muito, né? Mas tudo bem, aqui eu vou perder, mas eu vou perder com honra, eu vou perder com honra.
Tá bom.
O primeiro é o @edvaldo.costurei, né, no TikTok. Eu inclusive peguei essa indicação lá no grupo dos pagãos, né?
Edvaldo com i, né?
Edvaldo. É isso. Ou então vocês podem colocar Edvaldo Costureiro no TikTok, que vai aparecer. Eu procurei ele no Instagram, eu não achei. Não achei ele no Instagram. Que ele é um senhor que ele produz peças de alta costura utilizando saco de ração de cachorro, né? Então, pô, você tem ali uma mochila super legal com um rostinho de um beagle. E ele faz muita mochila, mochila sacola, né? E eu— é muito legal, assim, não deixa— ele é muito criativo, ele é muito bom.
E eu não tô falando que fica uma coisa feia, não. Fica um acabamento muito, muito bom.
Fica chique, fica chique.
Fica chique. Eu super vejo a galera dessa nova geração, vocês Vocês super vão adorar utilizar isso aí, é fã, é divertido, ele é um amor de pessoa.
Eu sempre vejo essa galera da nova geração, disse um Gen Z. É isso, é isso mesmo.
Eu não quero que descubram.
E aí, amigo, como a Sofia disse aqui, esse senhor está pronto pro Corrida das Blogueiras.
É isso, o Dia TV.
Dia TV.
Vai, leva ele lá. Minha outra indicação é o arroba, esse aqui vai ter que prestar um pouco atenção no arroba, esse aqui sim é no Instagram, tá?
Atenção, porque vocês ficam tudo falando, ei, nem tem o link do Agora anote, anote, você é subordinada, anote.
A gente faz isso logo depois do Paulo Freire porque a gente quer de fato que vocês aprendam a escrever aí, né? Vocês não estão sabendo escrever mais, não estão sabendo ler.
Exato, Rafa. Qual é o seu? Natália, boa tarde. Anote o número.
Então vamos lá, @zefinha797_minis. @joelma_calypso.
Não é possível, é uma mini Joelma? Não é possível. Eu acho que você ganhou de mim hoje.
Não, amiga, não ganhei não. Porque aí é que tá, gera essa expectativa de ser uma mini Joelma, mas não é. Poderia ser a cover oficial da Joelma, né? É assim, aquele estético que a gente gosta, sabe? A parede lá atrás tá meio descascada.
Meu Deus, ela não tem nada a ver!
Ela não tem nada a ver com a Joelma, não tem. Não tem nada a ver, mas tem a vontade de ir longe.
É uma mulher lânguida de 1,90m, ela nem é mini.
As roupas não tem nada a ver com a Joelma. A coreografia, ela tá um pouco— tem que ser ajustada. Mas tem muita força de vontade, tem amor. E aí eu acho que vale. Eu acho que é sim também uma indicação super, super, super importante pra vocês estarem apoiando, sabe? Incentivando, fazendo crescer.
Amigo, desculpa, eu vou precisar— eu amei, porque você sabe que você tá dentro do requisito, que é ser um conteúdo underground. Isso, poucos seguidores ela tem. E eu vou precisar que você soletre de novo. Atenção, ouvinte burro, que vamos lá. Eu não sei, eu não guardei. Fala de novo, Glau. @zefinha797_minijoelma_ apocalipse.
O que eu mais gostei, amiga, é que ela também não faz sozinha, né? Ela traz as amigas que também não tem nada a ver com a Joelma, e é tudo perfeito, né? É tudo maravilhoso. O mini Joelma, cara, o mini é muito bom, né?
Eu tava imaginando uma criancinha do Raul Gil. Arrasou! Eu amei que tem esse plot.
É isso, tem esse fator surpresa, né?
A Ju já seguiu ela. Pois Ju, saiba que essa que eu indicarei agora você também já segue.
Os algoritmos da Ju, tá?
Os algoritmos da Ju estão sendo forjados no fofolo. Ela veio antes de mim. Atenção, que eu acho que aqui eu ganho.
Ganha, essa é sua.
Hi Chibiusuda. Vamos para Hi Chibiusuda. É um conteúdo de uma moça cujo trabalho, né, o conteúdo que ela produz é em torno da protuberância da sua pélvis, né, que ela chama de chibiusuda. Então, mentira, tá indisponível? Você quer me calar?
Derrubaram.
Não, não acredito.
Não conseguiram segurar o peso, né?
Ai, eu estou enlutada.
Mas eu acho que, olha se não já tem uma reserva hoje que todo mundo tem um Reserva.
Gente, mas ela não fez nada demais, ela só existiu, literalmente derrubaram. Mas ela tem outro perfil, ela tem outro perfil, @rayhumor. Então sigam, vocês não vencerão, ditadores, não vão. Parem de matar a @shibills. É @rayhumor, amigo. É isso, o conteúdo dela basicamente é baseado na protuberância da sua pele. Alves.
Sim, sim, sim, tá?
Ela é incrível. É Rai com I. Obrigada pela pergunta, Felipe. Rai com I, humor. Estão querendo matar a Xibiu do Alho. Parem, parem, parem com isso. Ela fazendo Kundalini, tá? Então é isso. Eu tô muito triste que a ditadura contra a liberdade de expressão atrapalhou essa mulher de expressão. E era um grande espaço que ela ocupava. Sim, sim, O segundo eu acho que é na linha da sua mini Joelma. Essa aqui foi indicação do nosso amigo Carlinhos, que me mandou isso aqui.
O Carlinhos, ele tem um algoritmo mais doente do que o meu. Sim, é uma moça, gente, que imita, mas assim, chupo, chupo, chupinhado, aquela venezuelana que cozinha bem a estereótipo para pessoas miseráveis e pobres.
A Dua Lipa da cozinha, né?
A Dua Lipa da cozinha. Só que o conteúdo dela é muito humilde, gente, é muito simplinho, é muito pobrinho, é mal feito, não tem luz, a câmera treme, é artesanal, é artesanal. E aí eu queria indicar para vocês todos, por favor, sigam, sigam, sigam Tiara Moraes. Então Tiara é T-H-Y-A-R-A Moiras, tá bom? E ela faz de boa vontade, tá, gente? Não, não é IA. Vamos enaltecer o trabalho dela.
Sim, sim. Não, e assim, algumas pessoas também já conhecem ela aqui. Eu tô vendo, olha só quem já tá, já tá no radar dela. Elisângela Brito Oficial, a mãe de Davi Brito, já conhece a Chiara Mórias. Sim, eu parei nela, mas é aqui.
Ela tá fazendo o quê, amigo? Eu acho que ela se passa muito mais do que a venezuelana, porque a venezuelana, sei lá, ela vê um vídeo de um cara nadando na banheira de cheddar e aí ela pega o cheddar como ingrediente e aloca nas receitas e leva para pessoas pobres. Sim, a Tiara Moiras, ela transcende. Ela não mostra ninguém desperdiçando comida. Um belo dia ela fala assim, e assim, a venezuelana, amigo, leva para pessoas numa comunidade, né, famílias e tal.
A Tiara, ela passa um pouco do ponto. Ela fala assim, vamos fazer sanduíche? Eu tô chutando os ingredientes, mas assim, foie gras com trufas para mendigos. Assim, não é nem sobre matar a fome, sabe?
Não, não, não, é sobrevivência.
É a experiência do ingrediente, que eu acho que é isso, Gabriel, que é dar acessos, tá?
Sim, e é legal também porque mostra que ela entende qual o público dela, né? E as roupas são muito interessantes também, né, amiga? Eu acho ela estilosérrima demais, demais.
Eu acho ela estilosérrima. Ela democratiza caviar, ela democratiza ingredientes carérrimos, leva para pessoas em situação de rua.
E o semblante dela fala com o público povo dela, né, de quem tá feliz.
Sim, e ela sempre tagueia o iFood. Ela não tem a parceria do iFood, ela sempre tagueia o iFood. Ela não sei onde conseguiu uma mochila do iFood. Eu quero mandar um beijo para o meu amigo Clebinho. Vejam ela, vejam ela, Clebinho, vejam ela.
Olha, olha, pegando na bunda dela, gente.
Amigo, sim, teve um dia que ela foi levar umas comidas, sanduíches trufado, comida estrufada, aí morador de rua bateu na bunda dela, ela começou a rebolar e do nada ela falou toda honra e glória a ti, Jesus.
E eu acho que é um pouco, sabe, de verdade. Ontem, ontem, amiga, no For Record tinha uma artista que ela não é muito a minha vibe, só que eu olhava e pensava assim, gente, essa vibe é tão feliz. E é isso, né? Às vezes é uma roupa curta, uma música eletrônica, um tapa na bunda, rebolado, toda honra e glória a ti, Jesus. Isso é o segredo da felicidade. Eu acho que são essas pessoas que eu quero ser.
Ah não, né, desculpa, vou corrigir, amigo. É um tapa na bunda, um rebolado, seguido de tudo com Jesus, nada sem Maria. Precisava fazer essa correção. Mesmo 5 segundos rolou isso.
É isso, 2026 ainda eu serei essa pessoa, seremos. Eu quero que você venha comigo nessa jornada.
Eu creio, eu creio no mistério. É uma mulher barroca que usufrui inclusive o sagrado e o profano. Eu creio. E chegou a hora que a congregação mais ama, né, Glau? No fim das contas, ninguém quer saber da gente, do que a gente acha. O povo quer mesmo esse momento aqui, a nossa partilha dos ouvintes. E hoje, dentro do clima firma energy, vocês vão ouvir casos reais de gente que sobrevive ao ambiente corporativo tentando manter a sanidade entre reunião, metas, política de compliance.
Cada relato veio direto da caixa de entrada, o nome trocado por cargo dessa vez. Porque aqui ninguém expõe a pessoa, a gente só expõe a função, né?
Isso mesmo, amiga. E se você também tem uma peculiaridade ou uma inacreditável para contar de seu expediente, sabe onde mandar: contato@hojitempodcast.com. Mas se tiver fofoca, quer dizer, se você tiver partilhas edificantes sobre qualquer outro tema da sua família, da sua rua, do seu ciclo de amizades, pelo amor de Deus, a gente não vai se fazer de rogado. Manda no mesmo email, só não esquece de trocar o nome verdadeiro pelo de celebridade.
Políticos, personagens ou qualquer outra figura famosa que não tenha absolutamente nada com esse relato, tá bom? Deus me livre de processo, mas bora que eu tô curioso para saber o que o emprego de um monte de desconhecido rendeu. Bora, vamos começar então com a partilha da Menina do Facilities. Oi, gente, Menina do Facilities aqui mandando, como prometido, mais um caos. Esse é longuinho, Mas espero paciência com todas as camadas interpretativas que oferece.
Caso leiam, por favor mandem um beijo para Serafine, ela que incentivou. E aí ela não mandou como afirmação, ela fez uma pergunta, né? Caso leiam, por favor mandem um beijo para Serafine.
Mando responder, mando.
É, eu posso mandar também.
Um beijo, Serafine.
Um beijo, Serafine. Ela que incentivou que eu aprimorasse minha habilidade de partilha e enviasse a vocês. Zelador é um funcionário da equipe de limpeza de onde eu trabalho. Ele é muito tranquilo, risonho, brincalhão. Ó, veio 3 elogios, a gente sabe que vai vir bomba aí. Sim, o típico proletariado que vive em dia com seus boletos, mas trabalha muito e não quer guerra com ninguém. Pois bem, Zelador é casado com esposa do Zelador e seu filho estuda no mesmo lugar que ele trabalha.
Até aí nada fora do comum da família trabalhadora brasileira, não é mesmo? Mas eis que uma bomba surge. Ó meu Deus, zelador fica muito pela área onde trabalho e já me ajudou algumas vezes. E em troca também ajudo ele com assuntos de tecnologia e internet, como pagar boleto ou mexer no celular dele. Sendo assim, zelador fica muito grato e um bom laço se estabeleceu entre nós. Movido por essa ligação, zelador começou a falar de suas particularidades, de sua sua vida, apenas coisas por alto, nada digno de muita atenção, além de uns aham e sério que, longe de demonstrar meu desinteresse, faziam com que ele se sentisse prestigiado.
Quando foi na semana passada, o zelador arteiro, faceiro, moleque— já mudaram os elogios— em corpo de homem começou a me confidenciar que estava mandando mensagens para uma gatinha. E isso acendeu um leve alerta de fofoca à vista, porque nunca ouvi zelador Esposa de zelador assim.
E não, o homem claramente está traindo a mulher dele.
Não, é engraçado, né, que ele tava só esperando a oportunidade de ter isso aqui de aproximação de alguém para poder contar essa frutagem, né?
Ele é muito eu, ele é muito eu, ele é muito eu. Eu também sou assim, eu também sou assim no ambiente de trabalho. Se eu pegar um elevador, se a pessoa me der bom dia, eu falo: tu acredita que eu tenho um câncer?
Pior que é assim, né, às vezes você tá doido para contar. Eu boba que não sou dei uma risada como se não fosse relacionada e agir de forma respeitosa, porque é assim que se arma a arapuca, meus queridos. Primeiro você demonstra interesse e recua para que a pessoa queira desabafar com você. Essa daqui tá desde o episódio 1 do Fofoca na Calçada, que a gente deu esse, esse curso lá, essa aula, sim, no Hotmart. E como apenas um homem hétero que quer contar vantagem quisela do era, ele logo me disse a bomba: a gatinha era uma mulher com quem ele estava alertando e que ela trabalhava perto dele.
Disclaimer importante: esposa de zelador não trabalha aqui. Fiquei chocadíssima, mas quem é o confidente da fofoca e da partilha não pode permitir juízo de valor em voz alta.
Exato.
Portanto, apenas recebi aquele presente em forma de burburinho e guardei com cuidado. Passaram uns dias e infelizmente zelador não estava mais contando nada, mas às vezes eu passava por ele que estava rindo no celular e falava: sua gatinha Ele tá te fazendo bem, hein? Como todo hétero tosco que trai a esposa e acha bonito, concordava e dizia que a gatinha dele era maravilhosa. E a identidade dela continuava um mistério. E tudo mudou hoje, meus queridos, tudo mudou hoje.
Estava eu passando, na minha cabeça veio uma iluminação de Deus falando que talvez, talvez não seja uma gatinha, tá?
Falaram aqui também que a gatinha pode se chamar Gerson.
É, a ver, estava Eu passando pela área do refeitório no horário do lanche quando vejo o zelador muito preocupado preparando uma xícara de café, colocando biscoitinhos que tirou do seu armário pessoal e dois chocolates. E ele olhando o relógio, foi quando me viu e ansioso me fez a seguinte pergunta: minha amiga, você pode levar esse café para minha gatinha?
Cara, ele quer muito que você saiba quem é a gatinha, ele quer demais.
Eu entrego para ela todo dia, mas hoje estou na Gente, eu fiquei por um segundo em choque e com trombeta soando ao fundo. Então hesitei por um segundo para fingir que eu era uma mulher ocupada, mas logo sorri e respondi: claro, zelador, onde eu devo deixar? E ele prontamente respondeu: sala 205, e diz para ela que amanhã levo. E saiu correndo. Essa, meus amigos, é a confiança que se quer ter com quem partilhamos. Pois bem, fui eu com a xícara, os biscoitinhos e chocolate subindo as escadas até a sala 205.
Finalmente iria descobrir quem era a gatinha. Bati duas vezes e abri a porta e quase deixei a xícara cair no chão. Quem estava ali sentada na mesa com suas roupas de nada mais nada menos que Chanel era a diretora. Diretora é uma diretora poderosa, todo mundo acha medíocre, mas ela tem contatos fortíssimos e sempre acaba ficando. Inclusive ficou de atestado 4 semanas porque estava um pouco anêmica e precisou fazer tratamento. Um tapa na cara de nós, proletariado.
Era meu sonho, era.
Cujo tratamento para anemia é prego no feijão. Pois bem, dei bom dia, entrei na sala e coloquei a xícara em cima da mesa. E eu vi no rosto da diretora todas as perguntas que ela queria fazer. Vi o cílio postiço tremendo na pestana. É para mim? Ela perguntou com um sorriso viperino. Quem mandou foi zelador. E naquele momento eu vi o medo, gente. Eu vi o medo naquele rosto de maquiagem cara, mas é passada de forma tosca e fica horrível.
Naquela lente de olho para deixar mais claro e que por algum motivo está torta. Naquele cabelo brilhando que na realidade é fruto de um creme da Ciclóreas Vicret que ela passa na cabeça antes de fazer o penteado e fica retocando o dia inteiro, encebando mais o cabelo. Ele pediu e eu sorri e falei sim. Ele disse que hoje não iria mas que amanhã estará aqui.
Tu ainda é sádica, né? Tu é sádica, tu fez de propósito.
Então ela ficou mais chocada ainda. Eu sabia e ela sabia que eu sabia. Então eu dei bom dia, ela respondeu: estou trabalhando aqui há 6 meses e é a primeira vez que ele responde. E saí da sala. E é essa situação, meus amores. Eu esbarrei com o pessoal da limpeza na volta da sala e eles me fofocaram mais coisas. Aparentemente zelador é mão de vaca com a família e filho, mas já consertou, botou gasolina e levou carro de diretora na manutenção, está sempre ajudando.
Inclusive ontem ele estava na sala dela enquanto esposa de zelador ligava porque o filho do zelador tinha passado mal.
Plot twist, ele é o pai da menina do Paulo Freire.
É, e dizendo zelador aos quatro ventos, o casamento dele acabou e vai separar da esposa de zelador. Agora fica o questionamento: será ilusão de zelador ou diretora realmente teve coração roubado pelo plebeu? O que vocês acham? Obrigadíssimo pela atenção de novo. Povo. Um beijo em vocês e um beijo no melhor grupo de partilha desse mundo que me faz sorrir todos os dias. Vocês são incríveis!
Olha, Pagãos falou com vocês, gente. Assim, eu quero dizer que você tem a obrigação de trazer o desfecho disso. Sim, sim, porque esse homem dos serviços gerais, esse zelador, porque ele é zelador mesmo, ele vai se separar para ficar com a CEO do emprego? Que eu só não chamei de CEO, gente, que eu usei o nome CEO no muito negócio, eu tive que chamar a diretora. A CEO está iludindo este homem ou ela está com amor avassalador pelo zelador da empresa? Eu quero respostas.
Eu também quero respostas, quero respostas, eu preciso dessas respostas. Bom, amiga, quem merece uma promoção nessa firma?
Você, você merece. Não, você não, você que mandou é o caos. Quem mandou o caos? Deixa eu ver o nome dela. Menina do Facilities. A menina do Facilities merece uma promoção.
É, até porque o zelador provavelmente ele pode estar recebendo uma promoção, a gente não sabe, né? Aguarda desfecho. Mas eu acho que a diretora, se tiver mais uma promoção, ela pode. Eu acho muito bonito quem olha para toda a organização da empresa sem distinção, que era muito fácil para ela arranjar um amante que fosse, sei lá, tivesse abaixo dela, ao lado dela. Não, ela foi, ela foi onde ninguém vai. Eu acho isso muito bonito, né?
O amor, ele tá aí realmente, na camada mais baixa, mais baixa, mais baixa. Isso para mim, nos Dalits, isso para mim mostra que líder, sabe assim, que líder humana vocês têm.
Nossa, amigo, é verdade, tem razão. O amor foi promovido. Que lindo, Sabrina! É verdade, amigo. E outra, e outra, a gente acha bonito, acha comédia romântica, acha dorama. Se fosse asa, ela a menina do café e o dono da empresa. Você veja a novela do Walcyr Carrasco. Sim, é. Ai, meu Deus, o multimilionário vai dar toda a fortuna para meninazinha da fisioterapia. Por que que aqui a CEO não pode dar para— sim, não pode dar literalmente para o zelador?
É. E aí a gente que tá tanto defendendo o homem nesse episódio, por que que ele não pode ser um gigolô, né? Por que que o sonho da vida dele não pode ser gigolô? Eu não entendo também porque a gente aponta tanto os dedos assim, né? Deixa um jogadores em paz. Tá, é isso.
Caraca, amigo, que forte, que específico! É como se alguém não estivesse deixando eles em paz.
É uma pauta que tá sempre se falando muito, né? Todo dia estão atacando o Gigolô aí. E eu acho que a gente tem que parar.
Tá insuportável. Tá, tá bom.
O silêncio, né? Ninguém fala sobre isso, né?
Talvez seja a paz.
O silêncio tá insuportável.
Oi gente, Jéssica Editora aqui. Só aquele recadinho básico para quem tiver almoçando, que vem gore por aí. E é sério, não coma enquanto você ouvir o que vem pela frente.
Beijo!
Partilha de estagiário. Queridos Glau e Leila, eu amo vocês.
Ah, mas vai ser descartado se merecer.
Não adianta botar o papelzinho das É, não adianta não. Venho finalmente compartilhar uma história que aconteceu alguns anos atrás em bairros específicos. Essa partilha começa quando eu era uma recém-formada nas artes das leis e ainda sem a famigerada ABO. Podia atuar como escraviária. Um colega meu me indicou no escritório da região metropolitana de feio vertical, com 3 sócios muito diferentes entre si. O primeiro, vamos chamá-lo de CEO pobre, que mantinha uma postura de milionário, mas usava sapato social sem meias uma calça social apertada.
João Dória, calcinha apertada. Eu vou te falar um negócio, eu adoraria xoxar, mas infelizmente esse é um estilo que os parialimas adotam porque parece com os italianos. O segundo, fumódromo, que ficava com o grosso do trabalho e fumava mais que chaminé. O terceiro, investidor perdido, homem mais velho que nunca se compromete com nada, mas sempre tem uma história duvidosa para contar. Ele contou uma vez que transou com uma freira no metrô.
Monroe. Sim, eu era obrigada a ouvir isso. Pois bem, poderia contar todo o período que fui feita de trouxa, mas preciso cortar para parte do maior babado acontecido nesse lugar. Como pode perceber, nunca tive boa percepção do primeiro sócio. Sempre achei egocêntrico, feio, mal vestido, e ainda por cima cheio de amor próprio sem motivo algum. Eu amo a expressão cheio de amor próprio sem motivo algum.
Muito obrigada, vou usar também. É um jeito muito elegante de dizer que a pessoa É tosca, é tosca, e ao mesmo tempo é tudo que eu quero ser também. Sim, é isso, é uma frase maravilhosa.
Ele sempre foi muito desagradável, sexista, e pagava de coach, e eu percebia que ele não sabia ser advogado. Logo tive mais identificação com o fumódromo, o qual eu trabalhava diretamente. Eu tenho uma leve mania de falar o que eu penso, e eu acho que isso incomodava o desquerido CEO pobre. Porém, o desquerido pediu a minha demissão porque eu nunca babava o ovo dele. Depois de muitas reuniões meu chefe direto teve que me demitir, alegando que tava completamente contrariado.
O golpe foi difícil, fiquei arrasada porque implementei várias melhorias nos processos do trabalho de consultoria que prestávamos aos clientes, ainda estagiária. Trouxa, eu sei. Corta para 3 meses após a minha demissão e já advogada, recebo uma mensagem de fumódromo me perguntando se eu poderia voltar a trabalhar com ele porque ele precisava de alguém da sua confiança. E eu, eu fiquei em choque sem entender o que que tava rolando.
Eu disse, olha, não trabalho mais com CEO pobre. E ele A nossa sociedade está se dissolvendo. Fui encontrar com o fumódromo e comecei a descobrir o que aconteceu nesses 3 meses dos quais eu estava longe. Senta que lá vem história. O CEO pobre tentou reestruturar a equipe toda, já que não existiam mais pessoas que babavam ovo dele e ele não suporta seu ego não ser massageado diariamente. Ao contratar uma nova recepcionista, começou um burburinho estranho.
A nova recepcionista, que vamos chamar de atendente, falava aos quatro cantos que faz o possível para acabar com relacionamentos. Não me admira que começou começou a se envolver com um CEO pobre que era casado e sua esposa estava grávida. Nesse meio tempo, o CEO pobre, com muita invejinha de fumódromo, começou a comprar funcionários com aumentos indiscriminados para que eles supervisionassem o sócio. Começou-se então um clima terrível entre os brothers.
Nesse clima gostoso, começou a rolar umas saídas com esses funcionários para eventos privadinhos. Funcionários tirando foto no carrão importado do chefe, que pasmem, Excelência, não podia ser parado pela PM porque tava cheio de dívidas e um mandado de recolhimento. Lembra da atendente? Pois então, a querida não escondia que estava entrelelé com o CEO pobre, mas também não se limitava a ele. Se mostrava com roupas sensuelen e ainda se oferecia aos outros estagiários e funcionários.
Ai, mas aí é problema dela, aí ela está no direito, ela está no direito, ela é solteira. Eu sou rapariga. Foi descoberto que CEO pobre chamou um funcionário colorido para Oliver. Há fortes indícios de que ele ofereceu mais do que um aumento para o querido. Mas não acaba aí. Eles fizeram festinhas entre os migos, festas que a atendente fez questão de tirar o cesso de um dos estagiários que usava o suspensório e roupas de velhos europeus. E sim, tudo na presença de CEO pobre.
Gente, Epstein Files, né?
Epstein Files, exatamente. Sai do fake, Oprah. A esposa do CEO pobre desassistida totalmente e sabendo dos zumzumzum, no encontro de fim de ano que foi num clube. Até hoje eu não entendi esse conceito. Para ser batizada como trouxa efetivamente. Entendi nada dessa frase, mas vamos lá. Ela foi colocada para andar no banco de trás do carro enquanto a atendente ia na frente com o CEO pobre. Ah, mas ela não era corna cuscuz? Às vezes é isso.
Falaram que a empresa brasileirinhas é isso, às vezes é isso. O que me deixou gag foi o pessoal me contar que a atendente contou na mesa do almoço que tinha pegado sífilis. Muito forte a partida aqui. E contou os detalhes das secreções, como textura e cheiros. Mas é, pera aí, não seguiu a dica do marido da Sandy, não botou alho? Tô brincando, tô brincando.
Na mesa do almoço, na mesa do almoço, do nada um programa agora.
Meu Deus. Mas aparentemente nenhum dos migos do Trumpo se importava com isso, mantendo as atividades sexuais dela em dia. Com esse clima insustentável de contenda fofocar, amiga, isso não é contenda não, isso é outra coisa, gente. Isso aí já passou muito da contenda já.
Às vezes a gente dá uma amenizada, né? Isso chama mecanismo de defesa da sua cabeça.
A Rafaela aqui no meio da minha janta, gente, ela não tinha esse direito. Desculpem. Com esse clima insustentável de contenda no ar, fofoca e muitos rostos retorcidos, o querido CEO pobre resolveu viajar com um dos seus clientes para Dubai. Botou caixa alta em Dubai aqui, a gente sabe o que Dubai significa. Esse podcast aqui, ele presta um serviço educacional para você que é tonhão e não sai inocente. Foi para Dubai, ou você vai fazer escala, conexão do voo, ou você tem investimentos, ou você é do job. Não tem mais nada para fazer lá.
Não, não, não, não, não, não, não.
Quando se é brasileiro, quando se é brasileiro, porque a gente sabe que existe todo um esquema de serviços prestados, a.k.a. job, entre celebridades, influenciadores e tudo mais, tá bom? Mas ele foi provavelmente investir, ele é advogado, então ele vai investir.
Sim, vamos lá.
O que espantou os outros dois sócios que resolveram finalmente avaliar as finanças do escritório. E barulho de tambores, descobriram que o desquerido efetuou um rombo de mais de R$100 mil para ir para Dubai com o cliente, além de todo o caixa 2 que fez ao longo de 4 anos de sociedade para bancar a suposta vida de rico que vivia. Então ele realmente foi investir, olha só. No período em que ele estava em Dubai, a atendente que fazia tudo menos o seu papel de recepcionista foi demitida pelos demais sócios diante do péssimo trabalho.
O descrito ligou lá de Dubai falando que assim que voltasse iria readmiti-la, o que fez. A sua volta não foi amistosa e o homem surtou mesmo estando errado e começou a tentar expulsar o fumódromo da sociedade que nem sabia o que tinha feito. O desquerido quis expulsar funcionárias que, segundo ele, estavam contra sua amada e as puxou pelo braço. Ela botou aqui vários as, fazendo hematomas inclusive. Bandidinho! Isso numa empresa de direito, de advocacia, de juristas.
Corta para os outros dois sócios indo na calada da noite no escritório pegar os todos os computadores, servidor, etc., porque descobriram que ele pretendia fazer isso no fim de semana para sumir com todos os pertences do escritório e deixar os sócios a Deus dará. CEO pobre montou o escritório com todos os migos comprados antes da separação e os outros sócios ficaram na merda tentando resolver os problemas com os clientes. Voltei a trabalhar com fumódromo e um belo dia descobrimos no antigo servidor uma pasta de CEO pobre nomeada Garotas. Meu Meu Deus, que partilha boa!
Que é, que partilha boa! Em que empresa compromissada, né, com o seu arquivo?
Eles organizam os arquivos.
Sim, sim, sim, sim, sim, sim, tem me ensinado muito.
Eu espero que não tenha crime, que não tenha crimes, que não tenha crimes, que não tenha crimes. Nessa pasta existia várias fotos do desquerido pelado nas dependências do escritório, vídeos dele em momentos íntimos com uma antiga advogada nas dependências do escritório, prints de conversas sexuais com as amantes, incluindo a E pasmem, Excelência, sem nenhuma senha. Me deu nojo ver que ele fazia as coisas nos lugares que eu sentava nos intervalos.
E baduei, eu amei o baduei, o amiguinho dele era bem mínimo mesmo, tanto que nem em foto que ele mesmo tirou no espelho, a caneca com o logo do escritório escondeu completamente o Elonzinho. Observação: e o querido ainda tinha ejaculação precoce. Partilha para outra hora. Meu Deus, meu Deus, meu Deus, os vídeos sendo nos Shorts do YouTube. Eu amei você denunciando ele nas pequenas causas. O processo da dissolução do escritório corre até os dias de hoje.
Eu já não trabalho mais com o Fumódromo, apesar de continuar sua amiga, mas tenho mais informações sobre o CEO pobre. Sim, até a última partilha que eu saiba, sua esposa trouxa ainda continua com ele. Ele mesmo sendo católico subiu o monte com legendários e lá encontrou um amigos clientes que continuavam com relacionamento com fumódromo e pediu perdão por suas ações, falando que havia mudado, mas jamais se desculpou com os ex-sócios e ex-amigos.
Foi processado por conduta sexual inadequada por uma advogada e ex-funcionária que o denunciou diante do disquerido sugerir que ela se ajoelhasse e o agradasse em ambiente de trabalho. Hoje trabalha em um escritório mínimo desaplaudido e às custas de outros advogados, porque nem saber escrever direito ele sabe. Sabe, os emails que ele escrevia aos clientes eram pavorosos. Depois de 3 anos, descobri que ele me ouviu falando mal dele e o jeito como ele se vestia.
Isso aconteceu depois de ele ter feito uma palestrinha para funcionárias dizendo que elas deveriam se vestir como advogadas e dando como exemplo uma funcionária que ia trabalhar com roupa transparente mostrando os peitos de silicone. Fiquei indignada porque, modéstia à parte, eu sei me vestir e adoro moda. Então eu comentei: ele quer falar de roupa quando ele nem usa meia com sapato social. Observação: nada contra ela, eu tinha contra ele mesmo.
Não me arrependo de nenhuma das respostas que dei ao longo do tempo que trabalhei com ele, porque eu fazia questão de falar como ele era desprezível, sempre num tom de brincadeira, arrematando com: você sabe que eu tô brincando, né, chefe? Kkkkk, tava nada. Não sei se essa partilha divertiu vocês, se teve ápice, mas eu fiz o meu melhor. Beijos dessa advogada cansada que quer largar tudo porque não aguenta mais se lascar e Adorei, adorei, adorei demais. E aí, amigo, quem merece uma promoção nessa firma?
Putz, acho que ela.
Eu acho que você. Hoje todos os seus líricos estão de parabéns.
Quem passa por experiências assim, consegue sair com esse grau de evolução, mostra como sabe aproveitar as experiências, né, para se tornar um funcionário melhor, sabe, para poder nesse caso não ajudar firma, né? Mas melhorar nas próximas firmas, na firma que ela for, sei lá, de repente criar ou trabalhar. Então eu tô com ela, eu tô com ela. Eu acho que você entendeu que uma das maiores habilidades que a gente tem que ter no ambiente corporativo é xingar a pessoa que a gente acha detestável de uma forma que ela não vá denunciar a gente no RH.
Você tem todas as skills, tipo assim, você, meu Deus do céu, por que é que não te demitem? Sabe, é importante você ter essas habilidades assim, é importante fazer esse tipo de coisa. Parabéns, parabéns, parabéns!
É, eu diria tudo isso, mas reforçaria que você merece uma promoção, mas quem merece crescimento, como disse aqui a Sara, é o Elonzinho. Ele merece todo o crescimento nessa empresa, ele ainda não chegou no seu potencial.
É verdade, é verdade. Partilha de especialista em experiência do cliente. Olá, Leila, Glau e milhares de ouvintes burros! Aqui quem fala é o ouvinte burro especialista em experiência do cliente, trazendo mais uma partilha para edificar o dia ou a noite de vocês. Alguns detalhes podem estar um pouco nebulosos, já que ouvi essa história depois de algumas taças de vinho. Uma vez por mês, eu e minha prima executiva de contas abrimos garrafas e fofocamos como atendimento de terapia.
Em uma dessas noites, ela me contou uma pérola vinda das primas dela do outro lado da família. Nossa protagonista é auditora interna, rica, mimada e, digamos, brega. Não estou exagerando. Cresceu cercada de dinheiro, mas se veste com vestidos colados de oncinha, faz permanente e já repuxou demais a cara para alguém ainda considerada nova.
Até aí ela está só vivendo, você, você Você tem inveja.
Até agora tô achando você invejosa.
Ela tinha inveja que eu comia o galeto, ela tinha inveja que eu comia o ovo.
E assim, ah, puxou demais a cara para alguém considerada nova. As pessoas hoje querem ter a cara puxada, né?
É um novo normal, sinônimo de status e dinheiro.
Sim. Formada em auditoria interna, auditoria interna, trabalha na empresa do pai, uma lucrativa fábrica de plásticos. Mas a empresa não era só dele, havia também um sócio, o irmão. Nota do ouvinte: não vou nomear os sócios porque eles não importam na história. Entre os funcionários estava sua prima, menina do RH, filha do outro sócio, rica e mimada também, porém elegante e sabe dosar o botox para parecer natural. Auditor interna e menina do RH nunca se deram bem, mas mantinham uma convivência minimamente pacífica na empresa, embora recheada de pequenas rusgas.
Auditor interna era controladora e queria saber de tudo, o tempo todo. Menina do RH, por outro lado, só passava o necessário, até que aconteceu algo estranho. Auditora interna comentou sobre uma informação confidencial conhecida apenas por menina do RH e um rapazinho que chamaremos de subordinado. Nota da ouvinte: nesse momento, a quantidade de vinho no sangue se faz presente e eu não lembro exatamente o que foi dito, mas era algo técnico de dentro da empresa, não era nenhum babado.
Subordinado jurou de pés juntos que não contou. Subordinado então uma hipótese: e se seu celular corporativo tivesse sido hackeado? Chamaram então o técnico de informática, que confirmou a suspeita. O celular estava sendo espionado. Segundo ele, havia um computador conectado ao celular. Nota da ouvinte: minha prima executiva de contas contou a versão que menina do RH contou para ela, e nenhuma das duas entende nada de tecnologia e acha que instalaram um programa espião no celular.
Traduzindo: basicamente, alguém abriu o WhatsApp Web modulado subordinado em um computador. Meu Deus do céu, mas aí também é muito não saber nada mesmo, né? Não consegui fechar um WhatsApp Web. Técnico de informática foi lá, olhou no dispositivo conectado e encontrou um computador com as especificações. Fim da nota. Menina do RH exigiu que todos os computadores da empresa fossem vistoriados. Auditora interna entrou em pânico e inventou mil desculpas para adiar a inspeção até que conseguiu empurrar para o dia seguinte.
Mas quando chegou no dia seguinte, da empresa. O computador de auditora interna havia sumido. Não foi formatado, não foi restaurado, simplesmente desapareceu. Nota do ouvinte: na real, acho que só desconectar o WhatsApp Web já resolvia, mas enfim. As câmeras de segurança mostraram que a auditora interna voltou à empresa naquela noite acompanhada de sua assistente, chamada assistente da auditora interna. Não foram filmadas levando o computador, mas curiosamente resolveram retirar do escritório de auditora interna um frigobar no qual caberia com folga a máquina Descida.
Detalhe: as duas têm 1,60 cada uma, carregando aquele trambolho pesado, escada baixa, e a auditora interna ainda estava de salto alto. Quando questionada, ela disse que levou o frigobar para manutenção e o computador, segundo a auditora interna, havia queimado sem chances de reparo. Menina do RH fez algumas ameaças caso o computador não aparecesse, mas a história morreu aí. Frigobar e o notebook nunca mais foram vistos. Aposto que o fim deles, amarga no fundo de algum rio, porque a dona não sabia restaurar a configuração da fábrica.
Pois é, eu tava pensando, era só isso, era só restaurar a configuração de fábrica.
Espero que tenham se divertido, beijos, obrigado por melhorar meus fins de semana e até a próxima.
Aqui o Eu Lírico está dizendo no chat que era um desktop, não era um laptop não, era o desk. Bom, quem nessa firma merece um aumento? Eu acho que a brega, a perua aqui, Delfim, por ter tido iniciativa. Para mim isso é iniciativa, é proposição, é uma pessoa que é proativa. Eu vou essa madrugada, teve atitude de dona, se apropriou do seu computador como se fosse dela e deu fim como se fosse dela. Isso para mim é muito comprometimento com o trabalho.
E vou além, né? Sabe queimar arquivos no sentido que eu tô falando, de você tem que eliminar os arquivos que são lixo, né, para não atrapalhar o fluxo da empresa. É, trabalha bem em equipe, chamou a ajudante para poder queimar o arquivo e não pediu extra, né, por esse trabalho da madrugada. Isso eu acho uma atitude, o que tá errado, tá errado, tá errado.
Mas aí foi erro da empresa de não reconhecer esse trabalho dela, atrapalhando.
Eu acho, amiga, que não tira o brilho dessa pessoa tão destinada, sabe assim, que tipo, putz, sabe, ela poderia ter feito um caso, mas não. Eu acho que é uma pessoa até que entende que em firmas existe um jogo, um jogo dos tronos, né. E aí eu acho que ela tá sabendo jogar. Parabéns.
E é isso assim queimar arquivos né para poder fluir melhor sim partilha de gerente de marketing olá leiliglau meus mais lindos podcasters da podasfera podem me chamar de gerente de marketing oi gerente de marketing olá gerente espero que estejam pelo menos com dinheiro já que bem ninguém nunca vai estar né me tornei um ouvinte pagão há pouco tempo porque o governo do presidente Lucas melhorou muito mas sou ateu do grupo do Telegram e não consigo acompanhar acompanhar tudo.
Adoro o podcast e comecei a acompanhar há muito tempo por ser um dos poucos da época daqui da terrinha. Moro no sertão do Ceará, mas vamos deixar a cidade em off. Eita, de qualquer forma, a fofoca que eu tenho para contar é pequena e só uma nota de rodapé nas falcatruas dessa empresa da qual eu já não faço mais parte, mas essa é tão absurda que vale a pena ser contada. Eu e engenheiro trabalhamos juntos em quase todos os projetos.
No começo, ele era educado, pontual, sempre disponível. Mas logo descobri que a gente tinha uma vibe parecida e começamos a desenvolver uma mania. Ficávamos horas e horas a fios com a ligação aberta no Teams, no status não incomodar, criando uma bolha para não sermos chamados o tempo todo por gerentes ou pelo comercial para esclarecer dúvidas que o ChatGPT ou uma pesquisa rápida no Google resolveriam. Quero abrir aqui um elogio público, um feedback elogioso para você de que eu gostei muito dessa ideia de abrir uma ligação com colega pelo Teams e deixar em silêncio no não incomodar.
Vou aderir. Tô brincando, patrão, gostei muito, mas quero elogiar. A Dani dizendo: faço isso sempre. Eu não sabia disso.
Agora todo mundo sempre faz, é muito fácil, é muito fácil depois que expôs todo mundo dizer que faz, né? Ninguém, ninguém assume antes, ninguém assume antes.
É importante contextualizar aqui que essas ligações eram só áudio, não ficava gravávamos com a câmera aberta, às vezes até com o microfone fechado. Falávamos apenas o relevante, contando uma piada, comentando sobre o clima ou reclamando daquele cliente chato que não para de encher o saco com aperfeiçoamentos tão pequenos que não afetariam em nada a entrega final. Passamos pelo menos 3 meses fazendo isso e já tinha virado um costume.
Mas isso acabou ganhando rumos inesperados quando o período de experiência dele acabou. Descobrimos que alguns dos nossos outros colegas abusavam um pouco do home office e das ligações apenas por áudio. Muitos deles faziam reuniões da praia, direto do carro, da rua ou do meio do mundo. Até mesmo ligações importantes com feedback dos clientes sobre os sistemas ou fechamentos de vendas. Diferente de mim, o engenheiro era extremamente— ele botou caixa alta— extremamente maluco.
O cara simplesmente não tinha filtro. Em reuniões comuns com cliente, ele chegava a fazer elas no supermercado enquanto fazia as compras da semana, ou então enquanto jogava no computador da empresa. Sendo possível ouvir barulhos de tiro ou os efeitos de COD. Um dia, em uma reunião com um cliente importante, tivemos esse diálogo. Vamos lá, o chefe diz: engenheiro, você tá aí? E o engenheiro responde: sim, sim, tô ouvindo tudo. Mas no fundo, quando ele abriu o microfone, eu claramente ouvi o barulho de carrinhos de supermercado e uma locução de promoção sendo gritada: patinho lagarto por apenas R$29,90!
Eu tava enchendo ele no preocupado e recebi o seguinte. Aí a gente recebeu aqui um print, tá, gente, que os pagãos estão vendo. Cara, pelo amor de Deus, você tá no mercado? Relaxa, tá tudo sob controle, tô só pagando umas coisas aqui rapidinho. Puta que pariu, vai para casa! Aí ele diz aqui o nome do cliente, que é uma empresa gigante. Tu precisa disso. Outra vez ele estava claramente jogando LOL durante uma apresentação de resultados para um cliente.
O ranking, né, tem que manter Dava para ouvir os barulhinhos do jogo e em um momento de silêncio na reunião todo mundo ouviu ele soltar um bem alto quando morreu no jogo.
Não, mas aí é a experiência de qualquer pessoa jogando essa droga, né? Faz parte, faz parte. A empresa tem que entender.
Farmando XP.
É, a empresa tem que entender.
Ele tentou disfarçar dizendo que era o cachorro que tinha derrubado uma coisa. O cliente comprou por ser um gringo burro. Eu não. Engenheiro levou várias advertências. Frequências, mas nunca foi demitido. Ele me contava que vendia bem, entregava nos prazos, e que da nossa equipe ele era o que tinha mais alto desempenho, o que não era mentira. Mas todo mundo meio que cansava das coisas que ele fazia. Eu sempre acabava dizendo: macho, não faça isso, você vai acabar sendo demitido por justa causa.
E ele sempre me respondia: claro que não, pessoal daqui da empresa não tem essa coragem. Até que chegou dezembro e o nosso chefe, que eu vou chamar de superintendente de operações, falou que as coisas iriam mudar. Superintendente de Operações soltou o verbo numa reunião geral: acabou a mamata! Todo mundo que mora na região perto da cidade ou a menos de 50 km vai trabalhar presencial. Todo mundo que trabalha home office vai obrigatoriamente participar de todas as reuniões com câmera aberta, sem ligações por áudio.
Ele instalou um software no computador de todos os funcionários com a lista uma lista completa do que podia ser acessado ou instalado. Qualquer coisa fora dessa lista teria que render uma solicitação com justificativa para o RH e para o próprio superintendente de operações. Tudo isso vindo das atrocidades do engenheiro. Depois disso, ele acabou se aquietando mais. Ainda fazíamos as nossas sessões de ligações enormes durante horas, agora com a câmera aberta e sob a mira do RH.
Se você fizesse uma coisinha no computador fora da risca, levava uma advertência. 3 advertências, rua. Até que chegou um projeto novo onde o superintendente de operações mandou eu e o engenheiro trabalhar. Não íamos trabalhar nas nossas próprias máquinas, íamos trabalhar nas máquinas do cliente. Ou seja, iríamos usar apenas o nosso computador para acessar remotamente as máquinas do cliente. Eu, como sensual que sou, só entrava na máquina, acessava, fazia o trabalho e saía dela.
Nada além disso. Até porque a máquina tinha uma segurança muito alta, não dava para você fazer nada além do que era esperado. Mas quando ele foi acessar aquela máquina, a primeira coisa que ele percebeu é que não tinha o maldito programa de controle que tinha nos nossos computadores. Eu vi os olhos dele brilharem com ideias erradas. Isso foi para ele como descobrir que o paraíso existe. Engenheiro passou a usar todas as redes sociais, jogar alguns jogos, baixar música, filme, meme, e até mesmo fazer da máquina do cliente quase uma máquina pessoal.
Já cheguei em dias de acessar a máquina e ver fotos dele baixadas na pasta de download. O chat tá incrível, o chat tá aqui: meu Deus, montou servidor de torrent, Senhor, socorro! Claramente um engenheiro de software, um programador.
Sim, sim, sim.
Fotos de viagem, o cara tava usando o computador do cliente de backup pessoal. Eu sempre alertava: macho, essa máquina não é sua, é do cliente. Se ele ver isso, ele vai reclamar, vai dar problema para você. O chat aqui, ó: o desgraçado é um gênio. Esse é o Elliot do Mr. Robot. E ele respondia: ah, relaxa, eu vou apagar tudo antes de sair. Até que um dia eu acabei o projeto e eu fui realocado em outro. Ele disse que estava tudo bem, que ia se manter sozinho naquele projeto.
Ele não queria acabar com a mordomia de ter um computador bom só para ele de novo. Devido ao novo projeto que eu tava iniciando, eu acabei não conseguindo mais conversar com o engenheiro, nem fazer novas reuniões longas com câmera aberta em silêncios mortais. Até que um dia, numa quarta-feira à tarde, uma reunião emergencial baixou na agenda de todo mundo da empresa. O título era: Boas práticas no uso de equipamentos da empresa.
E eu pensei: lá vem! Achei que ia ser mais uma daquelas reuniões chatas do RH sobre como não usar senhas suspeitas, não logar com contas pessoais, ou que o histórico era monitorado. Mas aí eu fui buscar o chat do engenheiro para fazer uma piadinha do tipo, olha aí, reunião para sua causa. E o usuário havia sumido. Clássico de quando alguém é demitido. O meu coração gelou. Tentei mandar mensagem no WhatsApp dele, nada. Tentei ligar direto para caixa postal.
Achei muito estranho, mas nem deu tempo de pensar porque superintendente de operações entrou na reunião e já chegou falando sem dar um oi. Um dos nossos clientes nos ligou reclamando que um computador estava sendo usado para ver pornografia. Fotografia.
Meu Deus do céu, lindo! Aí foi moleque!
A sala da reunião virtual ficou imediatamente muda. Dava para sentir todo mundo segurando a respiração. O Cuxate: é, gata, não é possível, meu Deus!
Será que ele triplicou a aposta? Triplicou mesmo.
Superintendente de Operações continuou, e eu juro que dava para ouvir o ódio na voz dele. O cliente do projeto projeto, pipipi, pó pó pó, pediu demissão imediata de engenheiro que era responsável por este projeto. E como todos sabem, ele era responsável por uma grande quantidade de projetos aqui dentro da empresa. Então esta reunião é para notificá-los oficialmente, falar do bom uso dos equipamentos dos clientes, dos nossos, e redistribuir essas atividades entre vocês.
A gente foi perguntando, tirando dúvidas, aproveitando o áudio que ele deixou, e foi aí que ele soltou detalhes que fazem essa história valer a pena. Mas vamos lá, a questão toda é que o computador em questão ficava na sala principal do escritório do cliente e não em uma sala de servidores isolada. Ninguém nunca deu fé do que o engenheiro fazia porque o computador ficou o tempo todo sem monitor conectado enquanto eu e ele trabalhávamos de lá.
Quando eu saí do projeto e dei ele por concluído, colocaram novamente o monitor no computador, e a primeira coisa que viram quando o que o computador ligou foi um pornozão enorme gritando a toda altura na sala da empresa do cliente. E por esse computador ser um servidor muito importante, ele não podia ser simplesmente desligado, o que resultou em pelo menos 5 minutos de gemidos na sala da empresa. Bom, 5 minutos de gemidos na empresa até que alguém se tocasse que poderia desligar o monitor de novo.
Conversei com o engenheiro mais tarde naquele dia, depois que o choque passou. Estava visivelmente abalado, mas ainda tentando manter o humor do fodido brasileiro. Parafraseando ele, ele disse: foi puramente acidental, eu não vi que estava em outro computador, achei que era meu. Tipo, eu tinha várias janelas abertas, sabe? Tava trabalhando várias coisas ao mesmo tempo, só me toquei aí quando o RH me ligou. A moça nem deixou eu explicar direito, ela só disse: engenheiro, você está demitido por justa causa, e por favor desligue o que está entrando no computador do cliente agora.
Fui demitido por uma, por uma. O pior é que ele tinha razão. De todas as coisas absurdas que ele fez durante o tempo que trabalhou lá, reunião no mercado, jogando Call com cliente, baixando filme pirata na máquina da empresa, foi justamente um descuido de 5 minutos que acabou com ele.
Descuido também não é o adjetivo, né? Não, descuido, descuido é eu tacar a mão aqui, de repente tirar o gel que eu para minha sobrinha. Isso é um descuido. Você usar o computador da empresa para o prazer, para o prazer, aí não é descuido. Aí exige um pouco de coragem, um pouco de loucura, um pouco de: não é mesmo? Pois vamos ver então. É isso, essa é a palavra. Bora ver então.
Hoje em dia já estou em outro trabalho, ainda converso com engenheiro de vez em quando. Ele agora trabalha presencialmente em uma empresa tradicional com horário fixo, supervisor olhando mão por cima do ombro e uma política rígida de uso de equipamentos. Ele me disse que às vezes sente saudade da liberdade do home office, mas que nunca mais quer passar pelo constrangimento de ter que explicar para família pelo que foi demitido.
É isso, Leile e Glau. Desculpem se não foi tudo isso, foi tudo isso e muito mais, foi demais. Mas essa é minha partilha. Espero que vocês e a congregação possam orar pelo meu amigo engenheiro que aprendeu da pior forma possível que computador de trabalho não é computador pessoal. Que linda mensagem para fechar esse programa! Beijo, amo vocês!
A gente que ama você, a gente também ama você.
E vamos edificar! Quem merece ser promovido nessa firma?
O engenheiro, né? Eu acho, eu acho. Tá todo mundo balançando a cabeça, não entendendo, me julgando já, né? Bem, gente, eu acho que tá— grandes ideias nascem do risco. É muito fácil, é muito fácil você ficar no cômodo. É muito simples, é muito se você só ser a pessoa que faz o uso racional do computador da empresa. Quem se arrisca pode viver o extraordinário, merece viver o extraordinário, sim, né? E as empresas, as firmas precisam de pessoas mais corajosas, precisam de pessoas que vão olhar para aquilo que, ah, eu posso usar esse computador para trabalhar, posso, mas e se de repente eu amalgamar a minha vida pessoal com trabalho? Quais benefícios, isso vem para firma.
O Ivis tá dizendo assim, o extraordinário igual ao desemprego.
É, mas é assim, infelizmente é os riscos, né? Então eu acho que a gente não pode punir pessoas que não têm medo. Eu estou do lado das pessoas corajosas. Talvez eu esteja não tão do lado, talvez eu esteja assim um pouquinho atrás, mas assim, meu punho serra.
Sim, Alan tá apontando uma coisa muito importante aqui. Hoje o chat está parceirão nos comentários. Comentários. Alan disse: vejam que não houve nenhum apontamento sobre o rendimento e as entregas dele. Inclusive falaram que ele era responsável por quase todas as entregas.
Isso é o que me pegou assim, é um cara que tipo ele quis ver até onde ia, até onde ele podia. Então ele aprendeu, teve uma bela lição sobre limites. Às vezes realmente para você crescer você precisa sair do lugar que você trabalha, né? E hoje ele tá aí alçando voos lindos É como, é como Raíssa tá falando aqui, entregava tudo isso com uma mão, uma mão, a outra tava ocupada sempre, sempre, sempre, sempre.
Incrível, multifacetado. O que subiu na empresa não vou falar. É, não dá. Bom, ao contrário de você, eu reconheço tudo isso, tá? Mas eu gosto de empoderar mulheres. Eu queria dar destaque para o profissionalismo da menina do RH que teve o insalubre trabalho de demitir este monstro da produtividade. Sim, sim, sem Sem rir e simplesmente falando com elegância: você tá demitido por justa causa, tá? E aí a única justificativa, porque o certo do outro lado da linha, a pessoa falar: por quê?
E ela na sequência já engatou sem dar espaço para a vítima. Ela já disse: só vou pedir para você desligar o que tá tocando no computador do cliente, por gentileza.
Explicou tudo, explicou tudo.
Uma mulher carbon free em suas atitudes.
Ela é o próprio haikai.
Sim, ela é um high-tech.
E passa uma mensagem tão bonita, né? Concordo também. Acho que essas duas pessoas moveram essa empresa, né? Devem muito a eles.
E André também disse aqui que eram vídeos de corpos reais. Isso a gente nunca questiona, nunca fala. Eram corpos reais ali na tela.
Eu acho que em tempos que a gente fala muito sobre a desumanização, a humanização também ela pode ser um acesso que a gente tem que evitar. Eu acho que é isso. Eu acho que ele abre possibilidades de teste do que a gente pode, não deve fazer.
A mensagem que ele passou para esse cliente, um homem que é da engenharia da computação falando sobre humanos em tempos de IA, sobre como nada substitui o humano como objeto de inspiração para quem trabalha com a máquina.
E assim, ao mesmo tempo, ele foi na coisa do corpo, do fluido, e os excels também foi várias muitas vezes, né? E aí a gente sempre aplaude o Zé Celso.
Sim, a gente aplaude. Sim, não, Botero, corpos reais, Botero, grande escultor, que fazia corpos reais, é uma obra de arte. E por que que o engenheiro na salinha dele não pode ser trazendo isso para ele levar para o cliente uma reflexão sobre precisamos somente de IA para viver?
Eu acho que inclusive isso era muito mais uma provocação de até onde a IA ela pode superar o ser humano, né? Assim, quais coisas que o ser humano pode fazer que a IA não pode? Eu acho que ele demonstrou isso de certa forma. Então bem, é isso, né? Os corajosos serão punidos, mas esquecidos não. E por mim serão defendidos também.
E como a história será sempre escrita pelos covardes, já que os heróis e corajosos morrem em guerra ou são demitidos, estamos aqui, Glaudemias e eu, dois covardes contando a sua história. História. Sim, testemunho na minha boca, testemunho. É isso, você morre cedo, mas fica para a eternidade, fica para a eternidade nesse podcast. Encerramos aqui esse programa agradecendo aos ouvintes pagãos maravilhosos que viabilizam essa baixaria, que estão sempre com a gente toda gravação.
Um cheiro, muito obrigada, infinitos obrigados a vocês. Isso, Renata Mente de Titânio, obrigada por também conduzir a gente sempre no Prumo. E a gente se vê no próximo programa, né, Glau?
É sim, com certeza. Tchau, gente!
Tchau, tchau!
É você mesmo, fofoqueira! Não se beija não!
Irena, corre aqui!
Fofoqueira do inferno!
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