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BAIXARIA NO TRÂNSITO | Fofoca Na Calçada

23 de maio de 20261h23min
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Ao atravessar a rua, lembre-se de olhar para os dois lados e perceber que dentro de um veículo sempre haverá um babado fortíssimo rolando. Que bom que passageiros e motoristas nos enviaram alguns para formar este episódio!

NÃO ESQUEÇA DE APOIAR A GENTE PRA OBRA GOSPE DO FOFOCA NA CALÇADA CONTINUAR EVANGELIZANDO MAIS E MAIS OVELHAS! VEM PELO apoia.se/hojetempodcast

E pelo patreon.com/hojetem se você recebe e quer ajudar a gente em moeda estrangeira

Assuntos10
  • Maldições e lendas urbanasAtriz Mônica e o marido 'Cebolinha' · Uso indevido de vouchers de táxi · Mamada misteriosa como gorjeta · Taxistas envolvidos na prática
  • Quadro Paulo Freire: Golpe do cartão de créditoSolange Duprat e o primo Marcos · Golpe aplicado por Karina · Dívida de R$ 74,20 corrigidos
  • Baixaria no trânsitoComportamento de motoristas · Brigas e discussões no trânsito · Histórias de motoristas e passageiros
  • Ranço literário em romancesMonja Corre e o motorista 'executivo' · Confusão com aplicativo de transporte · Encontro em motel e festa · O 'executivo' era o amigo do paquera
  • Briga entre Malévola e Jojo TodynhoConsumo serial de fofoca · Anúncios de 'tigrinho' · Pronunciamento transfóbico de Jojo Todynho · Jenny Prioli critica Jojo Todynho
  • Nascimento da sobrinha de LeilaMaria Alice · Viagem de madrugada para o parto · Preocupação com a saúde do pai
  • Contaminação de produtos IPÊFalhas na produção e contaminação · Suspeita de perseguição política · Jojo Todynho defende a marca
  • Indicações de conteúdo undergroundBicos Mana (covers musicais) · Influenciadora com filtros criativos · Kelly Fart de Peido 2 (conteúdo de peidos) · Cachorro Crente (lanches evangélicos) · Duarte Lemos Menezes (cabeleireiro anos 80)
  • O Perigo Dentro de CasaSuspeita de lavagem de dinheiro · Clínica high-tech com venda de cerâmica · Advogada como vizinha
  • Traição e ComaMC Loma conta história de amiga · Carlinhos Maia acompanha Geise · Theo é pego em flagrante em orgia · Geise é humilhada e volta a pé
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É você mesmo fofoqueira, não se pensa não! Pirela, corre aqui! Fofoqueira do céu! Baixaria você! Quebra pau foi grande, né? Foi grande, mas ela vinte e eu de novo.

Pera lá, ouvinte, antes de começar afundando nessa vala comum chamada fofoca na calçada, deixa eu fazer aqui aquela pausa comercial, que não é comercial, mas é um pedido de socorro mesmo. Por favor, me ajuda. Manter esta obra de pé custa dinheiro de verdade. Tem editora trabalhando, a Jéssica merece muito. Tem hospedagem que não é gratuita, tem trilha, tem banco de sound effect, tem equipamento que escolhe o pior dia para estragar, tem contadora, tem imposto.

E tem a nossa terapia, que é praticamente um item da planilha mensal neste momento. Sim. Então, se você gosta da gente, a hora de retribuir o carinho chegou. Inclusive, Glaudemia, semana passada gravamos um episódio que nos levou direto pra terapia. Só partilha bad vibe, foi bad vibe mesmo, tá?

Foi uma experiência. Bom, tem dois caminhos, então, para você ser bênção em nossa vida. O apoia.se barra Hoje Tem Podcast para contribuição mensalzinha lá, 10 ou 30. E o patreon.com barra Hoje Tem para você que está fora do Brasil ganhando em moeda gringa, tá? Os links estão todos na descrição do episódio. É só clicar e escolher a sua cotinha. E aí

Assim você vira ouvinte pagão, ganha passe livre aqui pro nosso grupo de Telegram Que é um misto de terapia coletiva, uma coisinha de amigos, uns orcontros, uma congregação E claro, também participa de gravações como essa plateia que está aqui, que é a cara do Brasil

Agora, se a sua conta está no negativo, o que posso fazer? Lhe dar outra alternativa de nos apoiar, claro, sem ter as mesmas regalias dos ouvintes pagãos, mas nos ajuda muito também. Compartilhe este episódio, isso já é uma grande ajuda. Mande no zap do seu trabalho, poste nos seus stories, nas suas redes de vídeos curtos, nas suas redes de textinho, jogue nos grupos de condomínio, de academia, enfim, indica por aí.

Quanto mais gente chegar, mais o algoritmo faz a gente chegar em mais gente. E não esqueça, claro, de ativar o sininho no seu tocador de podcast favorito. Assim você fica sabendo na hora quando sai episódio novo. Recado dado, agora vamos, Glau. E aí, ouvinte rase sem repertório, mas que a gente ama com...

com todo afeto que esse podcast gospel consegue produzir. Mais um culto começa aqui no Fofoca na Calçada. E hoje a calçada virou pista, viu? Ou melhor, a pista não está só salgada, como está amarga e bastante ácida também.

É que hoje o tema do episódio é baixaria no trânsito. Afinal, se tem um lugar onde o brasileiro deixa cair a máscara da civilidade e vira o pior demônio possível, é atrás de um volante. Eu aqui me acuso, eu sou a pior pessoa do mundo. Você também como uma pessoa membro do grau, não é?

É isso. Me torna hipócrita a depender do veículo que eu estiver dirigindo. Então, eu sei que você daria grau em carros, veículos de quatro rodas, se você pudesse. Você daria grau em carro. Sim, sim. Aqueles clipes, geralmente, né, de alguns rappers que eles colocam o carro assim, sabe? Só em dois pneus? Sim. Ele é um sonho pra mim, mas jamais eu vou conseguir fazer. O Valsir Carrasco te chamando de grau da Emias aqui, que é um apelido constante já.

Ou se você tá no banco de trás. Enfim, buzina histérica, dedo médio voador, briga por vaga, mamada misteriosa. Hoje a gente vai partilhar de tudo. Se você já protagonizou ou foi vítima de barracos no asfalto, pode se sentir abraçado por essa congregação, porque aqui ninguém é santo.

Pois é, Irmandade. O programa de hoje é dedicado a você que já mandou alguém tomar naquele lugar pelo retrovisor, já fechou um SUV no semáforo só por pirraça, mesmo seu carro sendo uma bolinha, ou você já apanhou numa rotatória de um motoboy revoltado. E quem tá com vocês nessa carreata gospel? A gente, Glaudemias e eu, prontos pra destrinchar os causos mais escabrosos do trânsito brasileiro. Nunca disse tantos dígrafos numa frase.

Tantos dígrafos numa frase. Olha isso. Se você tem uma história dessas pra dividir, manda o seu relato sem medo pro contato arroba hoje tem podcast ponto com que a gente lê tudinho com aquele carinho de quem também já fez papel ridículo no farol vermelho. Se você tem fofoca sobre outros temas, manda também, caralho. A gente recebe qualquer tema, não importa. Ai, Leila, eu tenho uma muito boa, só que ela é sobre uma pessoa que manteve a outra em carcere privado. Pelo amor de Deus! Manda!

Manda sim E se tem foco Quer dizer, se tem partilha Sobre o que quer que seja Mande, de qualquer maneira A gente guarda para os programas vindouros Com o maior prazer

E o link ao vivo da rua, amigo? Ah, eu sei que você tem um muito especial. Ah, eu tenho, gente. Eu tenho sim. Eu virei titio nessa semana, 27 de maio. Minha sobrinha veio aí, estreou Maria Alice. Maria Alice, você entrou pra família da Virgínia. É, falta a Fluflo agora.

Vamos esperar fofô. Ai, meu Deus. Eu até perguntei a minha irmã. Eu falei, vem cá. Qual é o nome que eu dou pra minha irmã no podcast mesmo, gente? Eu me esqueci. É a Natália Sendil. Natália Sendil, vem cá. Tu escolheu por conta da Virgínia. Ela falou, não, pelo amor de Deus. Aí, Maria é por conta que tem várias Marias na nossa família. E o Alice é Alice no País das Maravilhas mesmo. Muito bem. Era por conta da personagem.

E aí, bem, tô atrás de um coelhão pra dar de presente pra minha sobrinha. Mas o lance não é isso, né? Porque até Maria Alice estrear no mundo, sair de um lugar maravilhoso pra mim pra esse lugar horrível, mas pelo menos eu estou perto dela. Eu vivi momentos de extrema emoção, né? Porque assim, eu estava em uma cidade, que era Quixadá, a cidade que eu trabalho, e minha irmã foi parir no Iguatu, né? Que é uma cidade próxima a nossa.

Então eu tive que fazer um cálculo para sair de madrugada viajando para poder chegar lá na hora. Eu queria muito estar lá na hora dela nascer. Estava eu dirigindo de madrugada, eu estava... Olha aí, tem gente do Iguatu. Um beijo para a nossa audiência do Iguatu. Está aqui no chat falando. Eu estava chegando perto do Iguatu, eu estava em Quichelú, que é uma cidade quase distrito.

de Iguatu, e aí minha mãe manda mensagem, tua irmã acabou de entrar na sala de cirurgia uma hora antes, porque a médica, extremamente responsável, chegou mais cedo e colocou a minha irmã pra ir na frente. E aí, obviamente, isso não tem nada a ver, porque eu comecei a esculhambar a médica de todos os palavrões possíveis, porque ela traiu o combinado.

E ela não tem esse direito. Fica de boa. Relaxa. Que era de eu conseguir chegar na hora. Ah, Gladomias, mas não era sobre você. Não importa. Eu queria chegar na hora. Antes disso, aconteceu um parêntese que eu acho importante de dizer aqui. É que minha irmã chegou e, como toda grávida, ela ficou nervosa. Ela foi lá fazer a cirurgia da cesariana. Ficou nervosa. Só que ela teve que rapidamente conter seu choro. Porque meu pai ficou nervoso com ela nervosa. Nervosa? Gente, a cesariana é um sonho pra mim.

Não é. Gente, você tá relaxada, não sente dor, porém acordada. Que tudo! Sim. E o lance dela é porque era o medo, né, Mi? Cesar e anjo. Exato. Ela nunca fez muitas cirurgias. Então ela tava com medo e tem todo o lance da gravidez. Então assim ela se permitiu se emocionar. Todo mundo foi acolher ela. Inclusive meu pai. Que não conseguiu demonstrar coragem e começou a passar mal. Então ela rapidamente fez...

Não, tá bom, tá bom, tô bem. Estou bem. Subiu pra sala de cirurgia, então meu pai tirou o direito de uma grávida. De sofrer. De se emocionar. Meu Deus. Meu pai, inclusive, deu um cagaço, literalmente, porque ele começou a ter dor de barriga.

E ficou desidratado. E aí minha mãe teve que ficar alternando. Cuidando do meu pai, porque ele tava muito desidratado há quatro dias. De dor de barriga. E o meu cunhado tava lá com a minha irmã. Ah, eu achei que você falou desidratado de chorar. Não, ele realmente deu uma caganeira. Não, foi caganeira. Ah!

Saiu lá por baixo, sabe? Muitas coisas saíram nesse dia. Minha sobrinha e meu pai também saíram. E aí, eu tava no Kichelô. Quando eu recebi a mensagem, esse é meu Kichelô. Se existe uma cidade pequena, Kichelô é muito pequeno.

O Valcí Carrasco aqui tá falando que o Ceará tem uns nomes tudo que parecem coisa do Olodum, ó. Iguatu, Quichelô e Floflô. Floflô não, Floflô, mas Quichelô de fato. Não, Floflô não. É, é nome indígena, né? E aí, quando eu tava lá no Quichelô, que é uma cidade muito pequenininha e é uma via única. Assim, eu acho que o máximo de velocidade, e aí que tem a ver com o nosso tema do episódio, sei lá, era 80, estourando. Eu tirei 120 direto, assim, e buzinando.

No carro, feito maluco. Doido pra morrer, né? Totalmente imprudente. Pra ir de arrasto. Doido. Doido pra morrer. Cheguei no Iguatu nessa velocidade, inclusive buzinando, né? Um cara achou ruim. Eu baixei o vidro e falei, minha sobrinha tá nascendo.

Porque eu tenho criança. Subi o vidro e acelerei ainda mais. Mas tu que levou tua sobrinha? Não. Tu que levou tua irmã? Não. Não. Tu falou como se tu estivesse levando a grávida ali. Sim, mas eu estava. Eu usei essa, eu usei essa. Eu falei, a minha sobrinha tá nascendo e se ele falasse alguma coisa eu ia brigar com ele ou não. Porque eu ia perder mais tempo.

Enfim, tentei chegar lá, entrei em várias contramãos, não me importava mais com placas de trânsito. Se naquele dia tinha sensor, vai chegar a multa. Eu só queria chegar lá pra ver a minha sobrinha, ver minha irmã. Cheguei no hospital, vi meu pai, que até então não sabia que ele tava passando mal. Eu comecei a gritar, pai, pega o carro aqui, vai estacionar, eu preciso subir, não sei o quê. E ele, ele tava olhando assim, conseguia ver o vazio da alma dele. Meu pai não tava lá.

Ele já estava morrendo. Ele desceu junto com as fezes. Aí eu abri o carro, deixei o carro aberto e falei, alguém estaciona o carro e subi para ver a minha irmã. Então, quando eu cheguei lá, eu encontrei minha irmã. É muito estranho, gente. Eu não sabia que após a cesariana, algumas grávidas tremem muito, se batem. Então, foi meio assustador para mim. Eu estava lá, primeiro acalmei muito a minha irmã. Nem compensei a perceber a minha sobrinha.

E aí depois, quando tudo se acalmou, eu vi minha sobrinha e aí foi choro. Tô chorando até agora, né? Ela é a coisa mais linda do mundo, assim, tô muito. Tio babão. Já encontrei o meu papel, assim, dentro dessa nova composição da família, que é ajudar o bebezinho a fazer cocô, porque ela ama cagar na minha mão. Eu já levei três cagadas e várias pessoas seguram ela e ela não caga, ela espera a minha mão pra fazer. Olha a mão do Tidinho, do...

E aí ela caga. Ai, tu é dindo também? Sou, sou sim. Tidindo. Ai, que bonitinho. É, o tidindo ou tidinho, como a gente chama aqui. É isso, gente. Eu tô nas nuvens, né? Maria Alice é linda. Não vou... Já respondendo algumas pessoas, né? Dos nossos seguidores. Amo todos vocês, gente. Nossos ouvintes. Mas algumas pessoas perguntaram. Ai, Cláudia, se eu iria postar foto dela. E não, a gente vai resguardar a imagem da bebê, tá? Não é porque os familiares são famosos que a criança precisa ser. É minha imagem, meu amor.

É a minha imagem que eu tô vendendo. Então, assim, amo muito vocês. Obrigado por todo mundo que rezou, tá? Mas eu não vou fazer isso. Até porque foi a escolha da mãe. A mãe tá cogitando. Já falaram aqui, o morro na Virgínia. Essa Maria Alice será preservada. É isso, é...

É isso. Ai, amigo, que bom. Bonitinho. Muita saúde pra Maria Alice. Lamento, mas eu sou o Close Friends e eu já vi a neném. Ela é linda. E aí? A Leila chorou quando eu mandei a imagem. Chorei, eu chorei. Chorando juntos, né? Eu tava chorando também quando eu mandei aquela imagem. E tu quase foi de arrasta, eu não sabia, né? O ciclo sem fim. Lindo. Poético. A neném saindo do hospital, ele entrando.

Ela já aprendendo o que é luto, né? A criança, que lindo isso. Maria de luta. Galinha de luta não dá, porque galinha é galinha. Pintinho de luta.

E você, amiga? Amigo, só desgraça do meu lado. Ah, coisa boa. Quero dizer a todos os queridos ouvintes que eu vou me mudar. E eu vou me mudar. Vai começar uma saga, amigo. Lembra da tua saga com a tua vizinha, Preta Gil? Lembra, amigo. Vai começar a minha saga, porque eu...

Ah, detalhe, desculpa de interromper. Preta Gil queria visitar a menina hoje, com três dias de nascida. E eu tive que dar um grito do meu que tal, que foi, ninguém vai visitar ela não. E eu só escutando ela falando pra minha mãe, quatro horas eu passo aí. Meu Deus. Gente, é muito folgada. É muito folgada.

A preta Gil tem a noção de um coati. Ela diz assim, ai Deus abençoe, eu vou visitar a mina quatro horas, não vai. Ainda diz a hora, né? Que ela é educada. Bom, amigo, eu vou me mudar, tá? Pagãos e audiência, eu estou em trânsito de me mudar. Fomos olhar o imóvel, amigo.

E o imóvel fica nos fundos Muro Muro com aquele lugar que eu tava desconfiando que era lavagem de dinheiro. Que é um lugar que parece uma clínica high-tech. Sabe aquele, a série 1%? Sim. Sabe o Mar Alto? Aquela coisa assim, uau! Parece o Taquerão.

lindo, moderno, uau, futurista. No meio da favelinha. Estou indo morar ali e eu fiquei muito feliz que eu vou ser vizinha daquela papagaiada que vende cerâmica. Aí eu achava que não vendia, eu tava dando benefício da dúvida. Fui falar com a minha proprietária, serei inquilina. Leio a proprietária. Diz uma coisa, essa curiosidade. O que tem aí? É uma clínica, é? Aí ela com um olhar mais fofoqueiro do que o meu. Tu acredita que eu fui atrás entrar pra ver o que que era?

Aí eu, hum... Eles fazem cerâmica. Eu falei, mentira. Aí não posso fofoca nessa segunda-feira, porque eu tô passando. E aí eu querendo disfarçar. Aí eu, mentira. Aí ela, juro pra você. E aí ela, doida pra acusar de lavagem de dinheiro sem poder. Ela, estranho, né? Eles são muito chiques, assim, no meio desse... Tava tudo no subtexto ali, né? Tudo no sub...

E eu e ela, eu falando Pois é, eu também achava que era É um lugar que pra mim, eu jurava Que era um hospital, e ela Sim, eu entrei assim na inocência Ela falando, tava tendo Uma inauguração, eu entrei assim na inocência Eu entrei na inocência Muito bom, né? E eles fazem umas cumbucas de cerâmica Ai eu, que loucura

Estranho. Aí eu puxei, né? Falei, estranho, né? Aí ela fez uma cara assim, graças a Deus você falou. Para mim é lavagem de dinheiro. Eu sou advogada. Ela, eu sou advogada. Isso daí está com cara de lavagem. Que bom que você falou, porque eu não queria acusar ninguém, mas você falou. E eu falei, tu entrou lá? Ela, eu entro.

Eu entrei, porque eu achei um absurdo. Estava cheio de senhoras na frente, aí eu entrei na fila das senhoras. Aí abriram, falaram, é a inauguração. Quando eu entrei, umas cumbuca de cerâmica, 600, 800 reais cada uma. Copo liso. Aí eu falei, pois tu sabe que obras de arte... Por que o recordista de lavagem de dinheiro é arte? Porque não dá para tabelar o que é arte.

Então trata-se a arte como um artifício para lavagem de dinheiro, ela. E eu não sei, eu sou advogada de...

Aí... Como quem diz bom dia. Com a naturalidade, quem diz bom dia. Como dever o aluguel pra essa mulher? Ela disse que era advogada disso, desse tipo de coisa. E aí ela falou, que pra mim, eu não julgo mais. E ela disse, dinheiro na mão, calcinha no chão. Aí eu falei, qual sua área? Aí ela disse, pra mim, Leila, são comerciantes como qualquer outro. E aí, no meio da conversa, ela solta que tem porte de arma. Agora é trabalhar pra pagar esse aluguel?

Sim, das poucas certezas que você tem, amiga, esse aluguel vai ser um deles. Nunca vou dever a essa mulher. E aí ela disse, ela, eu reconheci esse negócio aí da cerâmica, ó. Tava o meu faro há muito tempo quando tava construindo. Quem que vai abrir um negócio dessa magnitude aqui nesse fim de mundo?

Olha, o João falou uma frase aqui. Ela é advogada do Bagdad. Mas é isso, tá? E aí ela falou que os meus clientes... Você vai ver os filhos tudo lourinho de olho azul, estudante de medicina, de direito. Uns meninos corretos que querem sair disso. Aí eu fiquei... Uns meninos...

correto. Ah, que legal ela. Mas é isso, cara. Eu faço numa boa porque é dinheiro na mão, calcinha no chão. E é assim que a gente mantém os nossos imóveis, não é? Aí eu assim com certeza. E aí uma hora ela falou claramente, Bolsominia, ela falou assim e hoje em dia o mundo tá cheio de mimimi. Hoje tudo com negócio de arma é mimimi. Aí eu assim, uhum. Total, total. Ela, o custo de vida hoje no Brasil tá horrível? Com certeza. Um absurdo. Na frente dessa mulher você rezaria. Na frente dessa mulher eu rezaria por um vidro de IP. É isso.

E assim vamos entrar no próximo assunto. Vamos entrar no próximo assunto. Então, amiga, o que está sendo esse IP? A Anvisa proibiu... Ah, Maria Isabel aqui, forças IP. Você é nossa representante. A Anvisa proibiu o uso do IP. Sabe o detergente IP? Sim. Você está acompanhando isso?

Eu estou acompanhando, eu só não entrei em detalhes, só até agora vi manchetes. Para quem não está entendendo nada, a Anvisa suspendeu produtos da produção da IP, tá? Por quê? Porque teve falhas críticas de etapas de produção e risco e de contaminação microbiológica e isso motivou essa medida cautelar contra os detergentes, os lavar roupas, desinfetantes, absolutamente tudo que a Daniela Mercury já cantou. Dúvida por quê?

Né, então... Maciante é IT. Que loucura, porque a Daniela Mercury, altamente lulista, era a garota propaganda da marca altamente bolsonarista que financiou o Bolsonaro. O que acontece é que descobriu-se que o IP é patrocinador de campanha da direita, do Jair, no caso do Flávio, e aí agora os direitistas estão achando que é uma perseguição da esquerda.

O H. Pylori que tá passando aí pra todo mundo. Tô achando que é fake news da esquerda. E agora já tem pessoas orando, pelo que eu soube aqui. Lindo. O chat me corrige se é isso. Orando pelo IP. É muito importante. É muito importante a reza pra objetos, né? Sim. Porque não querendo aqui atacar religiões, né? Jamais. Mas a gente que vem de uma criação católica, a gente sabe como as imagens das nossas avós latinhas.

Meninas eram muito julgados o santinho do centro, dizendo, por que você está rezando para esse santo? Essa imagem. A gente não cultua imagens, não devemos cultuar imagens. Mas hoje já vimos um pneu e um detergente. Mas o detergente, o pneu pode. Então veja só, né? A imagem de Nossa Senhora das Dores, pelo menos, é uma representação do que a gente acha que é Nossa Senhora, né? E o detergente.

O João Pedro aqui, eu tinha acabado de abrir um tics IP. Fiquei triste. É, vai receber o Kundalini da Anvisa. Quem comprar, recebe o Kundalini da Anvisa. Receba! Na dúvida, quem tiver com dúvida, eu acho que tem que molhar a mãozinha, passar na boca e fazer bolinha de sabão para testar. E aí, amigo, a Jojo Todinho se pronunciou... Porque tudo ela tem que se pronunciar, tudo ela tem que se aparecer, tudo ela tem que berrar que ela é de direito. Já entendi, viado. Tu é chata. Já se fuder, sabe? Chata.

Os vídeos dela, né? Tudo é uma coisa só. Ai, tudo ela quer. Ai. Aí o que aconteceu? Ela disse, eu não vou deixar de usar IP. Pra mim é maravilhoso. Essas merda não pega em mim, não. Bem negacionistinha, querendo cumprir o bingo pra com certeza deve se candidatar logo mais e tá causando pra sua candidatura. Enquanto a candidatura não vem, deve tá causando pra vender tigrinho. Então é isso. Mas já que falamos de vojojo todinho, vamos falar sobre a maior collab do ano? Vamos sim. Vojojo Famo é muito importante nessa semana que se passou, né? Que bonito. É um...

Brasil, isso foi Chico Barney que falou, um Brasil em que a gente tá pós BBB 26 e entre a casa do patrão, que não engaja, não engaja, só entre nós, porque a gente gosta de um entretenimento de gosto um pouco duvidoso. E aí a gente fica ófão, então a gente já começa a acompanhar a maior saga de perseguição, eu acho que o road movie mais importante do Brasil, que foi Malévola e Jojo Toddynho, em Bangu, né? Em Bangu, você em algum momento acreditou nisso? Não.

Mas eu tava pela arte. Foi bem feito o collab. Foi bem feito. Porque até tem um videozinho da taça. Que ela quebra a taça. Eu falei, não, isso aqui ainda tá real. Mas o helicóptero, eu já falei, gente, não é possível. Mas ao mesmo tempo eu me lembrei da famosa frase da Glorinha. Que é triste daquele que não sabe dar asas à sua imaginação. Eu sou uma pessoa que gosta de novela. Então tramas assim me conquistam. Eu super naquele momento tava com a população de Bangu. Tava com a Malévola.

Rastafari Gayle tá falando aqui, mas a Jojo vai ficar com fama de arregona? Gente, não é sobre fama de nada. É sobre tigrinho. O que que acontece? Existe, existe um tipo de consumo de entretenimento nas internets que é o consumo serial de fofoca.

Então é como se fosse uma novela a vida dos outros, como se fosse uma novela, não é nenhum reality, é uma novela. Então assim, a Ana Castela brigou com a Virgínia, eu vou no Instagram da Virgínia, ver o que ela falou. Aí ela falou algo, aí eu vou no Dan na Castela, ver o que ela respondeu. Aí ela respondeu algo, aí eu vou no Dan na Virgínia. E fica esse ciclo. Isso é uma constante, isso é muito comum. O que os influenciadores fazem? Eu vou dizer isso porque eu já vi gente querendo combinar até comigo mesmo, de parecer que brigou, para que o povo fique no Instagram de um de outro. E no meio desse conteúdo, eles metem um anúncio de tigrinho.

Nossa, Marroca, o tanto que tinha no dia do helicóptero, no da Malévola, era bizarro. Tinha, é, é uma treta, é um helicóptero, um tigrinho, um helicóptero, um tigrinho, chegou do helicóptero, um tigrinho, chegou em Bangu, outro tigrinho. É isso. Então as pessoas fazem isso, tá? A gente já no grupo já sabia que era collab, terminou na paz, mas a minha parte favorita foi, ó, Jane Prioli, um beijo, você é uma diva.

Porque a Jenny se posicionou. Tava nem entrando tanto na treta envolvendo Malévola, mas como a Jojo foi transfóbica mesmo... Sim. Você acha que até aquilo foi combinado? Ou a partir daquilo elas combinaram? Ah, eu não sei, eu não sei. Mas eu sei que meteu um tigrinho, então foi providente pra ambas. Mas a Jenny meteu um esculacho na Jojo que eu fiquei assim, caralho, ela não é... Não é que a Jenny não foge da briga, ela dobra a aposta da briga. É. Eu amei, ela é uma diva.

Diva aliada. Maravilhosa. E ela falou, Jojo, uma coisa assim, né? Jojo, você também não é a mulher que gesta porque ninguém quis leitar em você. Incrível. Incrível. Fina. Demais, Jenny. Você é a mulher que não gesta também porque ninguém quis.

Incrível! Essa semana... Ai, meu Deus. Essa coisa toda, né? Foi muito o lance de quando o valentão encontra o maluco, né? É mais ou menos isso, assim. Ah, a Jojo é valentona, mas tinham duas malucas. E aí não existe coragem que bata de frente com a maluquice. Não existe.

A Gêni é uma maluca progressista e ainda estava gatíssima no pronunciamento, anti Jojo, toda gata. E aí, assim, é muito ruim quando eu... É muito desleal para uma feia quando uma bonita chama ela de feia, porque é irrefutável. Dói em outros lugares, né? Dói, amigo. Dói.

Porque é uma coisa, aí você assim, haha, sou transfóbica. Pra uma mulher de direita, a direita vai, sou mesmo, haha, mimimi. Mas chamou de feia, Jane, você é um gênio. Porque ela tá em constante tentativa de embelezamento. E você chamou ela de feia, e é um fato incrível. Bela semana.

Gene Prioli é sempre um aprendizado. Lindo gancho. Gene Prioli, com você nós temos o que aprender. E por falar em aprendizado, olha que delícia, meus irmãos. Agora é a hora do programa em que a gente troca o tom e parte para a cobrança séria. Com Deus da Pedagogia Libertadora, é hora do nosso queridíssimo quadro, Paulo Freire. E você prometeu.

onde a gente abre um inquérito coletivo contra o patrono da educação brasileira. Porque é o seguinte, né? O povo foi pra escola, fez ensino médio, tem uns que até tirou diploma, e mesmo assim a gente recebe e-mail todo santo dia, de gente que confiou em quem não devia, acreditou em promessa furada e saiu da história todo cagado com cara de tacho. Cadê a consciência crítica, professor? Tu não era...

E pra preservar todo mundo dessa zona, inclusive agente de uma intimação, o aviso de sempre. Todos os nomes que vocês vão escutar foram trocados por celebridades, personagens de novela e figuras públicas que jamais teriam saco pra fazer as cafunices que serão relatórias.

É proteção jurídica com pitadas de comédia e isso aqui de direção de além. Se você também caiu numa lábia, foi enrolada por boi mentiroso, comprou curso de coach que não entregou nada, a gente fez tanta antipropaganda sobre isso, um dia desse, ou simplesmente confiou demais na bondade humana,

manda sua tragédia pro contato arroba hoje tem podcast.com Aqui a gente lê, a gente ora pelas entrelinhas e transforma a sua altarice em aprendizado coletivo Vamos de mais um sonho do oprimido querendo ser opressor? Bora! Vamos amiga vamos aqui com o sonho da oprimida Solange Duprat, de Vale Tudo

Oi Leila, Glaudemias e fofoca lovers. Aqui quem fala é a Solange Duprat de Vale Tudo. E eu vim expor a tour que me transformou numa idosa financeira aos 18 anos. Seguindo. Meu primo, Marcos, da novela Mulheres Apaixonadas, sim, esse mesmo, um primor de cidadão.

Namorava a Karina da novela A Força do Querer. Relacionamento nível novela das novas. Ele traía, batia, largava, voltava. Um ciclo tóxico, um embalado no ritmo de vai dar bom mundo. Gente, o Marcos era o da raquete ou o Marcos era aquele que a Heloísa perseguiu de forma linda, linda, linda daquele avô? Ah! Rapaz babado viu a história aí já.

Eu, besta e futura credora, fiquei amiga de Karina. Ai, meu Deus. Eis que, no auge da minha maioridade recém-tirada do forno, ela me vem com a ideia. Faz um cartão do mercado no seu nome pra eu comprar as bebidas da minha festa? O traficante vai pagar. Olha que legal a forma de fazer 18 anos. Coisa boa. Bacana. Nessa época, ela já tinha se livrado do meu primo. Porém, trocou seis por meia dúzia.

Eu já tô achando que não é Paulo Freire, porque você não teve escolha, né? É, foi intimada. Uma mistura de Madre Teresa com juros rotativos, aceitei. R$350,00 de limite na era de uma mãe era tipo um carro semi-novo, minha gente.

parcelou em cinco vezes de 74,20. Nos dois primeiros meses, pagou. No terceiro, tive que virar SPC Serasa Ambulante. Ai, ó, mas pelo menos recebeu duas vezes, tá melhor do que muita gente que manda e-mail aqui pra nós, tá? No quarto, atrasou. No quinto, virou fumaça e eu fiquei com a fatura e a cara de palhaça.

Detalhe, meses depois, ela ainda foi na minha festa, comeu, bebeu, levou a torcida organizada e me deu de brinde o calote parcelado em até 5 milhações sem juros. Te chamou de lascada ainda. Quando cobrei, ela fez Gaslight, em versão tráfico de bairro.

Me ameaçou com o namorado bandido falido, que se fosse rico não precisava do meu cartão, né? É. Eu já tava dura, sem mesada, só no feijão com vento. Acabei mandando a real. Chamei os dois de fodidos e disse que... Olha, chamou um bandido de fodido. Você é muito corajosa. Grandona. É. Disse que namorar traficante falido é tipo namorar mendigo com fuzil emprestado. Que frase...

Linda! Hoje, com 28 anos, só quero meus R$ 74,20 corrigidos pelo IGPM, Selic e raiva acumulada. Qual foi o ano? Ela diz, não. Ela tinha 18, hoje ela tem 28, então foi 2016. 2016. Pargãos, alguém pode aí fazer o cálculo rápido desses juros? Quanto ficaria R$ 74,20 corrigidos pelo IGPM, Selic? Por favor. Por favor. Por gentileza.

Enquanto os pagãos aqui estão calculando. E um pedido de desculpa. Porque cartão agora eu só passo pra comprar pão em Olilá. Ô gente. Beijos. Amo vocês. E que essa fofoca sirva de aleta. Amizade é tudo. Menos linha de crédito. Muito forte. Olha só. Eu não vou culpar Paulo Freire. Também não. E também não vou culpar a vítima. Muito raro isso acontecer. Não. Você tinha que abrir um cartão porque um traficante mandou, meu anjo.

Vocês estão todos certos nessa história. O traficante de estar obrigando você a fazer isso, ele está cumprindo o trabalho. É, o trabalho dele. A amiga encostada que está fazendo o papel de amiga encostada. E você de ser uma pessoa que não tinha muitas opções, né? É apenas a vida acontecendo. Não tem muito o que a gente fazer. Às vezes não tem vilão, não tem mocia. Tem só a vida. Isso é uma crônica muito bonita. Valcí Carrasco trouxe aqui a correção. Pague! Pague! 132 reais.

Eu também iria atrás. Mas, né? Não do traficante, só da amiga minha. Vai que dá ruim, né? Ou roubaria o traficante da amiga. Mas eu também culpo o Paulo Freire. Porque Paulo Freire, ele com essa pedagogia do lugar, do acolhimento, da coletividade, eu acho que, de certa forma, ele perpetua o empréstimo.

Porque a gente perde a dimensão de até onde vai o coletivo. Às vezes o coletivo é um pão, é uma água que você dá, é um livro que você empresta. Mas até aí quando você vai ver, emprestou o cartão, tirou o moto no nome da pessoa. Porque o Paulo Freire traz essa coisa da bondade, de juntos somos mais fortes. Traz. Tem no livro dele isso? Tu nunca nem leu. Essa frase eu meio que joguei agora. Mas assim, eu sei que a pedagogia do Paulo Freire é muito disso.

Sim, ele tem cara de bom, né? É, então assim, eu acho que o Paulo Freire, no fim das contas, muito perdão aqui pra falange do Paulo Freire, que tá passando pela minha cabeça nesse momento. Eu acho que ele emprestaria também. E as pessoas iriam ficar devendo a ele. E ele mandaria um e-mail pra gente na sessão dele, pedindo pra gente cobrar. Sim, Paulo Freire. Eu acho que ele é essa pessoa. Sim. Sinto muito, tá? Sinto muito aí pra todos os freirianos, os Freires, mas é isso.

Os cactos, né? É, os cactos. Ele é pai da Juliette. É, é isso. Será que ele fez mutirão pra Ju? Na época, eu fico pensando. Eu não participei de nenhum mutirão dele no Twitter. Ele já tava morto. Não me diga isso, como diz Alcine. Ela disse que o espanto tá morto. Não me diga isso. Não me diga isso. Não me diga isso. Aquele vídeo é muito bom. Ela volta chorando por uma pessoa que tá morta há três anos. Que ele seja muito feliz. Aonde ele...

Será que é o conte da fofoca lá? Essa fofoca tá rodando, tem uns roteiros aqui, né? Solta, Jéssica. Solta aquela partilha lá que eu não sei se podia. Solta sim. Parabéns pra todo mundo que esperou.

Oi gente, Jessica Editor aqui. E eu sei que a Leila falou que podia soltar a partilha, só que eu decidi que eu não vou seguir o que a Leila falou. O problema é dela, se ela tem bons advogados, é com ela, eu não tenho. Então eu preferi me poupar dessa história e a gente vê mais pra frente se vai pro ar. Então se vocês querem que essa história vá pro ar, peça, mas peça muito nos comentários, tá bom? Um beijo!

Fofolo. Vamos de fofolo, amiga? Eu trouxe três indicações. Rasga. Tá? Porque eu me viciei em trazer também indicações não tão cultura underground. Eu acho que eu vou colocar dessa forma, porque eu acho que tudo é importante. Então eu vou começar logo com ela, que é essa última aqui. Pra gente ir aquecendo, tá? Que é arroba Bicos Mana. Que são três crianças angelicais que já tem sim muitos seguidores, tá? Mas vai crescer.

Que fazem couvers perfeitos. Que cantam pra caralho. Que são lindas. Mas calma. Você não sou letra. É Bicos com B-I-K. É Bicos com K. B-I-K-O-S. Mana com dois N's. Isso. Eu não vi de qual país eles são. Não sei se são dos Estados Unidos. Mas é isso, gente. Cantam muito bem. Acho que é...

Suspeito que seja nos Estados Unidos Porque geralmente eu tenho essa impressão Que lá todo mundo aprende a cantar desde muito cedo É perfeito, assim O vídeo que eu seleciono aqui pros pagãos É eles cantando a Cup of Minutes Da Olivia Jean Que é uma música muito bonita Então assim, vamos engajar mais essas crianças bonitas Que cantam bem

E aí agora eu vou pra uma curadoria um pouco mais seletiva. Eu queria começar com a arroba, que me deu... Assim, ela me inspira muito, eu queria muito ser ela. Infelizmente, esse caminho que eu traçei na internet, que você também traçou, que todo mundo tá traçando, não dá mais pra voltar atrás. Eu não sei se a idade, ela vai fazer isso com a gente. Ai, não. Porque a arroba... Não, calma, essa daí é a última que você tá selecionando. Tá bom, tá bom. Agora sim, pagãos.

É uma pessoa que usa a internet no pelo. O que seria usar a internet no pelo? Ela não está pensando no engajamento. Ela não está preocupada com a performance. Ela só está preocupada em utilizar filtros e funções que o Instagram possibilita.

Incrível. Eu queria ser ela, porque assim, o que é o vídeo que ela grava? Vou fazer um vídeo falando números. E aí ela faz quatro, ela coloca lá no feed dela quatro telinhas com ela. E aí ela fica se entrometendo, ela começa a brigar com ela. Aí qual é o próximo vídeo? Vai ser sempre essas quatro telas? Não. Ela vai gravar um vídeo com um filtro. Aí ela coloca um filtro todo fofinho. Amigo, era essa a vida que eu queria ter. Eu queria ser ela.

Eu queria ser assim, ninguém me conheceu até agora, que agora ela vai ficar famosa, porque ela tem 2.229 seguidores neste momento desta gravação. Mas vocês vão torná-la famosa. Ela coloca do nada um filtro dela com o Shrek. São pessoas reais, é isso que eu sinto, sabe? A gente tá falando, olha só, queria tanto comer algo especial hoje, eu com TDAH, autismo e ansiedade.

E ela tem um tipo de beleza que não é ainda viralizada. Precisamos tornar padrão, que é a meninas dos cachinhos ultra hidratados com gel. É isso. A extrema definição. O cabelo pingando, cheirando colene. Isso. Isso tem a definição e tem a hiperdefinição, né? Ela... Cabelo extremamente...

Ela tem caixinhos da Maísa mesmo. Pra gente finalizar aqui, né, esse underground, eu queria trazer a minha última indicação, provavelmente, desse semestre de curadoria peido. Te aplaudo. Que é a arroba... Que eu pensei muito se eu ia trazer ela, porque eu vi que ela deu uma crescida.

que é arroba kelly com K e dois L's e Y, ponto, fart de peido 2. Ok. Significa que a 1 já caiu. Mais uma vez, eu não tô acreditando que essa menina peida, não, não, não, não é possível. E dedicatória. Não, não, não, não, não, não. Ela dedica peido. Eu não tô acredito que tenha caixa de perguntas dizendo, manda o peido pra onde? E as pessoas dizem, manda o peido.

manda o peido pra Recife e aí existe muitas e não é só isso, tipo, manda pra Sorocaba, São Paulo aí tem também um que é, tipo, não é pra mandar pra ninguém, é só uma piadinha, cadê o trovão né, que é o peido dela, aquele muito forte olha o trovão, ela vai só com um peidão, né

É por isso que a gente não tem patrocinador, a gente só depende dos apoiadores. Falaram que eu não ia sofrer. Mentiram, viu? E, tipo, tem uns que é tipo a pessoa cobrando. Faz tempo que eu tô pedindo o nosso peiro e ela não solta, né? Ela vai lá e... Ai, meu Deus. E fala, ai, vamos ter paciência. Tem gente da Venezuela seguindo ela. Ela já tá verificada, tá? Ela tá com 33 mil seguidores.

Mas eu acho que ela pode ter mais, porque eu entendo que apesar da quantidade de seguidores, ela não cedeu ao sistema. Ela ainda tá lá, sabe? No underground. Então eu tô aqui divulgando a nossa próxima, sei lá, ministra, talvez. Incrível. Obrigado, amiga. Eu não tenho nada melhor, eu acho que eu vou gastar o meu tesouro de amanhã. Tá.

É uma batalha muito forte aqui o Fofolo, para trazer o underground para vocês. Quero começar aqui, já está ficando famoso, então antes que fique famoso, eu quero trazer o empreendedorismo evangelho dos lanches cristãos da empresa Cachorro Crente.

Siga simplesmente instagram.com.br Cachorro Crente. Cachorro Crente hoje está com 9 mil seguidores. Eles vendem lanches evangélicos. Eu destaco para as decorações. Que tem quadros com emojis. E embaixo dos emojis. Um.

Versículo da Bíblia E aí me pega muito porque tem um lá que é Tessalonicenses, aí tem o emoji da mãozinha Junta, então você sabe que é algo sobre Pedir a Deus, clamar ao Senhor Aí tem outro que é sobre o Sol Aí fala, porque do Senhor é o Sol Do universo, só que Tem um que me pega muito, que é o quadrinho Com cachorro quente, o emoji de cachorro quente Dizendo Coríntios 10, 31 Você foi atrás

Rana, nossa judia, foi atrás. Coríntios 10, 31. Que diz? Vamos ver o que significa que a Bíblia tem pra gente de cachorro-quente? Vamos lá. Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais qualquer coisa, fazeis tudo para a glória de Deus. Tem a ver com cachorro-quente? Tem a ver.

Ou seja, cumpriu o cachorro crente, cumpriu a missão, já vi meu devocional hoje. Graças a Deus, aleluia. Sim. Incrível. Eu acho muito o primeiro, né? Muitas pessoas repostaram esse vídeo falando assim, tudo nesse vídeo é horrível. Eu falei...

Primeiro, o nome cachorro crente é genial. Ai, não gosto, não sei o quê, a expansão evangélica. Problema seu e nosso também no futuro, mas vamos viver o presente. Não, eu gostei. Quem trouxe pra gente foi o Padre Edson, então beijo Padre Edson que tá ouvindo a gente. O Padre Edson que é padre trouxe, o que você tá reclamando? É isso.

Padre Edson, inclusive eu sugeri que ele abrisse uma marca de drinks Chamada Catolicor Tem que bater de frente, Padre Edson Não pode deixar eles ganharem o mundo dos trocadilhos, não É isso E vou dizer mais uma coisa Foram muito inteligentes em abrir um restaurante Seja qual for Próximo a uma igreja evangélica A gente sabe que cultos terminam tarde Começam cedo e terminam tarde Tá todo mundo varado de fundo Isso é negócio inteligentíssimo Gigante, gigante negócio Tá todo mundo varado de fundo Quase é e e e e Quase é e Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é Quase é

E eles não saem pra beber. O Gigabyte dos Crentes é uma mini pizza, é um pastel, é um cachorro quente mesmo. É isso. Genial, ó. O Valsir sugerindo aqui, o Hostia Consalada, que é uma outra empresa também. Jesus Crisp. Jesus Crisp.

Minha próxima, essa aqui é um cabeleireiro. Quem me mandou foi a Tata, a Tata Lopes, roteirista, atriz. Beijo, Tata. Mandou o cabeleireiro Duarte Lemos Menezes, que ele é hiper focado em penteados dos anos 80. Ele só faz penteados e cabelos de duas, três décadas atrás, quatro décadas. Gente, ele parece o pintor do episódio do pica-pau, que passava na recu.

Ele é muito igual a ele. Sim, sim. Sigam, por favor, e ajudem o Duarte Lemos Menezes. Duarte Lemos Menezes. Ele parece uma pessoa de um documentário dos anos 80. Ele é muito cante. Ele serve muito penteados de senhoras dos anos 80, que têm saudade daquela época. Nossa, ele parece que saiu exatamente do Zorra Total também. Parece que ele saiu do vagão do Zorra Total. Ou do show do Kiss.

Ah, sim. É verdade. Eu tô vendo aqui o vídeo dele fazendo o cabelo de um cliente. E o cliente tá muito incomodado por estar sendo gravado e ele tá dançando. Mas ele tá pouco foda-se, né? É isso. Amo... É, Valcie disse aqui que ele franja na frente e pica atrás. Exatamente, esse tipo de penteado. Ah, era o ex dele que ele tá cortando o cabelo. Por isso que ele não tá feliz.

E a legenda extremamente Explanativa e explicativa E depois, sou muito bem resolvido Com meu passado afetivo Tá bom, um pronunciamento Ele mostra o trabalho dele e se pronuncia Ao mesmo tempo, entendeu? Incrível, incrível Que bom, não vai ser como a menina que manda peidinhos

Ah amigo, mas é tão legal quanto Hoje você venceu totalmente Realmente Os peidos eles tem um peso muito forte Eu percebo isso É porque ela sensualiza, o personagem dela é sensual E ela sensualiza e quebra Essa expectativa da audiência Peidando, interessante

Fica aí de dica para quem está pensando em criar conteúdo, né? Não está dando certo. Às vezes já peidou. Às vezes peidar pode te ajudar. Ai, eu quero abrir um mesa cast. Quer mesmo? Não já está cheio, não? Às vezes um reelzinho mais curtinho. Solta um peidinho para um estado, para uma cidade, uma região metropolitana. Eu também vejo dessa forma.

Agora chegou a hora mais aguardada dessa congregação que vai e que vem. De moto, de bike, de ônibus, de carro, de metrô, não importa. Nesse Brasil de estradas distintas, todos os caminhos nos levam pra partilha dos ouvintes. Liguem o Piscalerta, apertem o cinto e preparem o coração.

Porque o que vem por aí é causa de cair o queixo no painel. Tem até gente famosa sendo exposta. Tem. Por isso, usaremos outra gente famosa pra despistar. Porque o que importa não é o nome do santo, mas o brasileiro no trânsito, sendo uma figura tão folclórica quanto saci. Só que muito mais perigosa.

E já é tradição sagrada lembrar os senhores que todos os nomes verdadeiros foram substituídos por celebridades, famosos, personagens lúdicos, figuras públicas que provavelmente têm motorista particular, jamais passariam por esse tipo de situação. Mais ou menos, que tem um aí que enfim vocês vão ver.

Meu Deus, vai e vem. Se você também tem na bagagem um caos bizarro sobre a vida alheia, já dispare no e-mail contato arroba hoje tem podcast ponto com que a gente acolhe, partilha, edifica. Agora se ajeite aí na sua poltrona, no seu banco de trás, no seu ônibus, no banco alto ou mesmo em pé no ônibus, confie no nosso volante imaginário e bora pra primeira partilha porque hoje o tráfego está congestionado de muito absurdo, Glau.

A gente já começa, amiga, com a partilha dela, da Monja Corre. Gosto, gosto. Será que ela vai amaldiçoar o gênero de uma criança num chá de bebê? Ah, é verdade, né? Essa Monja Corre tem um lugar especial no meu coração. Olá, Leili Glaudemias. Tudo péssimo por aí também? Sim.

Aqui estou sendo derrotada por um leão por dia. Então hoje minha fofó, minha partilha, é sobre uma situação que ocorreu comigo há alguns anos. Eu moro numa cidade do interior do Rio de Nárnia. E na época eu trabalhava numa grande empresa da cidade. Apesar de ser do interior, é uma cidade muito conhecida e famosa no país. Portanto, frequentada por muitos turistas do mundo todo.

O app Rebo tinha acabado de chegar na cidade. E como sou pobre e soberba, já é menos interior do que o meu interior. Porque aqui não tem Rebo não, tá? Ai não, amigo. Tem não, amiga. Tem aplicativos específicos. Tá. Que às vezes só tem aqui. E como sou pobre e soberba, no dia do meu pagamento...

Quis ostentar e pedi um carro executivo. Eu parada, aguardando na calçada, chega um carrão preto tipo SUV. Aqui preciso ressaltar que tem um pequeno déficit. Entrei no carro e dei boa noite para o motorista. Vamos chamá-lo de executivo. Eu gosto que ela escolhe. Cansada de ser feliz no simples, ela foi feliz no carro. Foi. No lúdico, né? Na escrita ela pode ser o que ela quiser. Isso, é isso. Executivo sorriu e respondeu meu boa noite.

Perguntou meu nome e eu disse monja Me perguntou pra onde eu ia Achei estranho Pois tinha colocado no app, porém respondi Eu vou pra casa da minha amiga Sabe, ali no bairro da pequena Quintana Ela mora atrás do castelo Ele falou, beleza, te levo lá Aí eu já fiquei bolada, pensei Claro que vai me levar, eu tô pagando Ai meu Deus Meu Deus, não, não é possível, não é possível É, esse bairro era meio longe Então ele me perguntou qual o melhor caminho Que ele poderia pegar Si Si

Eu fiquei mais puta porque achei estranho o cara não saber. Eu indiquei a ele e o executivo foi puxando o papo até lá. Eu não estava muito afim de conversa, então... Ela tinha colocado no aplicativo para não ter conversa, né? Mas, putz, sempre acontece, né? Então só dizia, aham, e é... Mas ele insistia em me perguntar se eu era dali há muito tempo. O que eu fazia da vida. E começou a me contar que ele era da cidade de Executivo Holândia. Uma capital próxima. E que estava a passeio com amigos na cidade.

Que estava doido pra conhecer pessoas daqui e viver coisas inesquecíveis. Olha, uma mão lava a outra. Tentei ser simpática, mas já estava achando aquele papo muito estranho. Quando de repente ele para o carro em frente a um motel e pergunta se poderia entrar. Meu Deus, escalonou? Deus, eu tenho... Você viu que tocou no casamento da Kelly, de Três Graças, nossa música? Ah, é tão legal estar lá, né? Um pouquinho de dói. Eu não vi, mas eu fui marcada em tantos posts. Sim.

É isso, gosto de pensar que foi algum ouvinte do fofoca que tá lá. Amigo, muita gente da sala de roteiro da Rede Mundo ouve este podcast. Da sala de roteiro das novelas. Obrigado, gente. Um beijo, amo vocês. O trabalho de vocês é incrível. Voltando ao motel. Meu Deus. Fiquei com medo e nervosa. Perguntei que tipo de motorista ele era pra achar que uma passageira iria com ele do nada num motel, sem conhecer. Ele disse, mas eu não sou motorista de rebus. Isso foda-se! Isso dá direito a ele agora? Tá doido, bandido.

Eu, chocado sem entender, abri o aplicativo e tamanho foi minha surpresa quando vi que meu motorista era um total desconhecido e que o Real Carro Executivo, perdi, estava no local ainda me aguardando. Entrei em pânico, mas fingi inaturalidade. Pedi desculpas dizendo que ele havia entendido errado, que eu só queria uma carona. Ele me pediu desculpas por ter entendido errado, me deu seu telefone e me levou na casa da minha amiga.

agradeci, ele me deu seu telefone e eu fingi ter salvo no celular. Chegando na casa da minha amiga, lhe contei a história e ela ficou chocada com minha calma em continuar ainda no carro e acreditar que ele realmente ia me levar pra lá e não me matar e me jogar numa vaga. E com toda a desplicência de uma jovem, naquela noite, fomos numa festa muito conhecida no tal castelo perto da casa dela. Chegando lá, ela já se enrosca com um carinha de fora bem bonitinho.

Quando ela me chamou e disse que o amigo dele queria me conhecer. Não, não, não. Impossível. Isso é filme, hein? Isso é roteiro. Ô, Valcica, rasgo. Aqui o argumento de filme. Aqui é novela das sete. Se tiver um pouco de cuidado, filho das nove também, né? Meio crime. Nesse momento, olho pro grupinho de rapazes perto do paquera dela. E qual não foi a minha surpresa quando vejo o amigo do carinha? Era o executivo. Incrível. Rimos muito, conversamos e acabamos a noite no motel onde ele queria ter me levado antes. Risos.

Ai, gente. Deus, eu tenho tantas bênçãos. Eu shipei. Demais. Eu shipei. Demais. Porque olha só o que é, o que que é um consentimento. Sem consentimento, eu tava bandido, safado, vagabundo. Prostituto, raparigo, quengo, cutruvio. Sim. Virou um dorama por cinco centavos e eu já tô assim, ai, que lindo.

Cara, começou a tocar Vanessa da Mata Que ainda bem Que você fique comigo Que lindo isso Como seria a vida no IML Então, lindos Eu tô shippando demais, virou um dorama no meu coração Um consentimento, gente

É isso. É lindo, é lindo. Ainda ficamos de rolo uns anos, mas nada sério. E depois perdemos contato. Porém, sempre lembro daquele dia e das voltas que um rebu dá. Obrigada por ler minha fofó, minha partilha. Amo Leila, mas amo mais o Glaudemias. Beijos. O chat aqui. Eu queria viver um romance creepy desses. Beijo, minha linda. Aí o Valsi, ela no carro dizendo assim, eu não quero ir no motel, mas se eu quisesse... É.

Que lindo isso. Sando ali, I see. É, vamos lá. É, gatas. Edificação, então. Você daria sinal verde, vermelho ou amarelo para essa partilha? Está meio ouro, né? Para mim, eu daria super sinal verde para essa partilha. Essa partilha ganhou meu coração. Eu assistiria o filme dessa partilha. Cadê, roteiristas? Cadê? Aqui é a inspiração para vocês. Queremos histórias de amor no Fofoca também, com toques de humor. Queremos sim. Olha que bonito isso.

Ô, Valci, quando foi escrever um negócio pro audiovisual, bota uma cena assim, um personagem aí. Essa moça escreveu muitas coisas. Gostei muito. Gostei demais. É comédia romântica, é comédia romântica. Em Nova York, no Rio de Janeiro, né? Ali no Rio das Ostras, é babado. Daria também sinal verde, tô com você. E digo mais, a gente dá sinal verde porque o cara deu o sinal amarelo quando ela falou epa, epa, epa, não vão entrar aí não.

Depois ela deu o sinal verde pra ele. Que lindo isso. Muito bonito. Muito bonito. Partilha. Nossa, Jéssica, tem que ter uma intro aqui. Que essa aqui, meu amigo. É especial, né? É especial. Partilha de Valsir Carrasco.

Que por sinal está entre nós no chat. Beijo, Valci. Beijo, Valci. Como sempre, saiba que somos seus fãs. Sim. Estaremos com você nas trincheiras, no bom e no ruim. Se você não tiver nenhum fã, Valci, é porque a gente morreu. Sim, é isso. É isso.

Tem título essa partilha que se chama Bandeira a Dois. Olá, Leile Glau, meus retumbantes narradores da vida que nos tiram no taciturno vazio de nossas rotinas para rirmos da desventura alheia. Eis-me aqui novamente, Valsir Carrasco, tentando edificar nossos ouvintes com mais uma partilha.

A que contarei hoje, porém, é mais do que algo que vivi ou que ouvi dizer. Trata-se de uma verdadeira lenda urbana da zona sul do Rio de Janeiro, a qual angariiei um punhado de testemunhas, umas passivas, mais duas oculares, umas passivas é a testemunha depois que eu pedi, mais duas oculares, daquele que se tornou um dos maiores folclores da noite elitista carioca. O Bezerro do Voucher. Pra vocês meditarem em casa. Incrível. Lindo.

Mas essa partilha é mais do que um diz que me diz. Trata-se de um texto de foro jornalístico, pois sim, eu fui atrás da verdade. Dedicado que sou aos nossos ouvintes, então dividirei a partilha em duas partes. O boato e os relatos.

Lembrando que da última vez que ele dividiu em duas partes, a gente teve aquela história épica. Sim, sim, sim. O boato. Estava eu há 17 anos atrás indo fazer um trabalho no Japroc. Famoso estúdio por onde passam uma miríade de famosos e núcleos dos mais diversos fins, como esportes, jornalismo, entretenimento e cultura convivem e interagem, especialmente no famigerado refeitório, onde a prática comunista se instala, e de William Bonner ao assistente de produção, todos comem e conversam.

divididos em mesas. Não vamos utopizar também. Estava lá eu almoçando quando uma produtora do programa que fui fazer acompanhamento de roteiro me alcançou e disse, Valsir, já te deram seus vouchers de táxi? Não tinha o Rebu ainda, então não era uma prática.

Eu disse que nem sabia que aquilo existia e ela me entregou um talãozinho de voucher dizendo é pra você usar pra ir e voltar. Fica mais fácil. Só pediu o táxi e entregar o voucher que eles já sabem um combinado. Ela saiu e eu comentei que achei a prática chiquérrima. Alguns atores comigo comentaram que era prática comum pras pessoas que iam passar um curto período. A maioria tinha a van ou ônibus da empresa. Um outro nome grande tinha motorista pago pela emissora e alguns optavam pelo voucher de táxi.

Eis que um me solta e tem aquela do voucher amigo e os outros riram. Eu, partilheiro que só questionei o que se tratava. E um ator, a quem chamarei de franjinha, me contou. Então, menino, tem um atriz que dizem pegar esses vouchers, mas...

Chega sempre com um motorista pago particularmente por ela. Só que ela pega voucher de táxi numa quantidade de quem vai e volta todo dia, de segunda a sábado. Como não é a emissora que paga o motorista dela, eu acho que eles fazem vista grossa e deixam passar porque ela tem direito ao voucher de qualquer jeito. Ok, mas pra que ela pega os vouchers? Perguntei inocentemente. Pro bezerro do voucher. Respondeu Franginha, fazendo os demais colegas da mesa rirem. Que diabos é bezerro do voucher? Incitei.

É o marido dela. Vamos chamá-la de Mônica. Tá tomando a Mônica. É muito bom, porque aqui a gente tá falando da alta elite da dramaturgia brasileira, tá? Pra vocês saberem. É alto. Os artistas grandes, famosos, nível nacional. E aí, Valsir Generoso, que é...

trouxe pro mundo lúdico da Turma da Mônica. Que eu acho que é humilde da parte dele. Você não exclui ninguém, né, Jojo? Não, não esfregaram a nossa... Como que eu vou cobrir o nome de um famoso, se eu nome pra pessoa é o famoso, não é? Enfim. A revistinha Turma da Mônica vai ao Japroc.

Ela pega o voucher para o marido usar, não é correto, mas eu não vejo nada demais. Falei, falei, falei, no que o Franginha me corrigiu. Mas a lenda dele ser o bezerro do voucher é porque ele não usa para ir para lugar nenhum. Dizem que ele chama o motorista, sempre revezando, entrega o voucher com uma nota de 100 reais e mais um voucher e diz para o cara que não vão longe.

Ele vai para um lugar perto, faz a extração de leite que tanto tem sede e volta para casa. O motorista nessa ganha 2 vouchers de uma corrida bem cara, coisa de 100 reais na época, na ida e 100 reais na volta, para fazer uma corrida de 20 e mais 100 de caixinha, desde que mantivesse o sigilo e ainda ganhava uma mamada misteriosa. E dizem, completou franjinha, que a prática é antiga. Incrível, incrível.

Agora vamos para os relatos. Passados 13 anos, e agora estamos no retorno da pandemia, a vida tentando se encaixar e eu sou chamado para outro trabalho no Joproc. Gente, nós pagãos, eles estão comentando muito assim, gente, o combustível, tem carro hoje elétrico, por que não pode ter também carro movido a leite, né, amigo? Estou entendendo por que o pessoal está tão escandalizado. Eu amei a Clarissa, isso não é um bezerro, é uma mãe.

Vocês estão muito... Sei lá, gente. Vocês têm que acompanhar a tecnologia. Exato, Vanessa. É o 69 táxis. Ah, Vanessa. Carro leitérico. É isso.

Isso, Cíntia, uma homenagem ao Dia das Mães, gravamos hoje no Dia das Mães. Eu dou uma mamada, aí café da manhã, outra mamada, hora do banho, outra mamada, almoço. Continuando, agora vamos para a fase 2, os relatos. Passados 13 anos, agora estamos no retorno da pandemia, a vida tentando se encaixar e eu sou chamado para outro trabalho no Japroc. Chego lá de Uber e no meio da tarde me oferecem os vouchers. Questionei porque não apenas reembolsavam o Uber. Uber não, gente, que Uber? Rebu. Rebu.

Rebu, Rebu. Questionei por que não apenas reembolsavam o Rebu e a resposta foi Temos uma parceria antiga com empresas de rádio táxi e ainda usamos os vouchers bastante porque táxi aqui na Zona Sul é muito fácil de achar. O Rebu a gente recorre quando precisa só.

Caralho, agora parando pra pensar, né? Mas peraí, o voucher funcionava com Rebu também, então. Não, amigo, era só táxi. Não tinha Rebu naquela época antiga. Não, mas nessa época... Não, nessa... O que ele tá dizendo aqui é que a empresa continua usando táxi. Na era do Rebu.

É porque é isso que eu ia dizer, o Rebu está atingindo a cultura da Japroc, que é matar a entidade, o Bezerro. A cultura leiteira. É um ataque à cultura. Sim, a manufatura está sendo diretamente atingida pelas Big Techs. Sim, é exatamente isso.

Naquele dia, voltei usando um voucher e papeando com o motorista. O trajeto do Japroc para a Copacabana é chatinho e longo. Papo vai, papo vem, eu peço o contato dele para chamá-lo quando precisasse. Assim, daria preferência para ele e ele garantia a corrida costumeira nesses dias.

E ele brincou dizendo, mas não vai fazer igual Cebolinha não, né? Eu, que na hora não liguei os pontos, havia se passado mais de uma década, né? Questionei, que Cebolinha? O marido daquela atriz, a Mônica. Ele usa os vouchers dela pra mamar taxista dia sim, dia não. Gorjeta boa, dizem. Incrível. A Sabrina dizendo que o Japrox está mantendo o programa Viva Leite. Não, é o programa Tome Leite. É isso? É Tome Leite o programa. Bebe em casa, bebe em casa o programa.

Nossa, eu ouvi isso, mas tem muito tempo Ele faz isso até hoje? Faz, disse o taxista Rapaz, tem taxista que fornece o leite desde 98, 96 Um negócio assim Quando o trabalho dele era mais conhecido Cebolinha também é artista, tá gente?

Mas até hoje ele tem voucher? Questionei. Porque a mulher dele não tá mais no ar com a mesma frequência? Rapaz, eu não sei qual que é o combinado lá não, mas eu... O voucher não falta. Retrucou o taxista. Tem um colega nosso, o Mike Tyson, um armário de homem, que diz fornecer leite pra ele desde aquela época até hoje. Aí ó, cliente fiel, caralho! Vai!

E ano passado entrou outro no ponto, o Eminem. Mulaquinho, marrento, que não demorou um mês, já estava fazendo a tal corrida boba toda semana. Corrida boba? Porque os caras dão a volta no bairro e estacionam na garagem. Incrível. Estou em choque. É um contrato vitalício, Amanda, exatamente. É isso. Incrível o cartão. O cartão infidelidade, na verdade, né? Como é que pode ser fidelidade através da infidelidade?

Como Deus é uma grande Ana Paula Renault e gosta de ver o circo pegar fogo, no dia seguinte peço o táxi e vem um taxista negro de uns 60 anos, enorme. Pensei, Mike Tyson, dito e feito. Conversa vai, conversa vai. A gente saiu da Mônica direto para os ringues. Box, é.

Conversa vai, conversa vem, soltei um Fica tranquilo que eu não sou tipo Tal bezerro do voucher não, tá? Já ouviu falar? Mike Tyson gargalhou e disse Mas rapaz, aquele mama Que é uma beleza, e hoje em dia Deu pra querer usar as perucas da Mônica E calcinha, deixa ele, né? Como diz a Xuxa Se todo mundo tá feliz, tá feliz Incrível, incrível isso Estou encantada O pastor de calcinha, ele Olha só, né? Também tá no Geopraque E aí

Encantada estou. Mais uma canetada de Valcer Carrasco. Seguimos aqui. Quem está se dando bem nessa é o Eminem, que tira uns milzinhos a mais por mês na maciota. Incrível. Esses são os verdadeiros trabalhadores do prazer. E dois dias depois, finalmente, cruzei com o Eminem. Um rapaz que não aparenta nem 30.

Fui o caminho conversando, fazendo piada, e ele com papo torto de tô sabendo que é artista que tudo gosta de uma putariazinha, puxando o papo pra sacanagem. Eis que antes de eu perguntar, ele ofereceu, olha, se sobrar voucher essa semana, eu posso fazer uma corrida sem sair do lugar, se é que você me entende. Na brincadeira gostosa. Tem um que faz sempre, mas tá nos Estados Unidos essa semana, então eu tô livre. Gente, ele tá tal qual o Raquel Bruto, agenda aberta. É isso.

E empreendedor, pensei, já quer garantir a caixinha. Eu recusei, não por ser pudico, mas porque eu entendi que quem mama vira lenda e eu não queria ser o assunto do refeitório. Além de achar feio e roubar papel dos outros. E o papel do bezerro do voucher já tem um protagonista.

Na hora de ir embora do Rio, chamei o primeiro motorista para me despedir e contar que havia cruzado com seus amigos. Ele ainda me revelou alguns detalhes. Aqui ele numerou, vamos lá, Glaudemias. Mônica sabe. E muitas vezes o pix da caixinha vem com o nome da empresa dela. Cebolinha já contou que ela prefere isso do que ele em casa melancólico. Só isso cura a depressão do bezerro. Caralho, o amor é forte, né?

O amor venceu aqui, amiga. Ao amor tudo pode. Sim. É um contentamento descontente, né? Sim. Incrível. 2. A prática já foi experimentada por um ex-marido de outra famosa, também famoso, a quem chamarei de Bidu. Mas Bidu parou porque é muito mais famoso do que o Cebolinha e foi chantageado. Já, eu quero saber quem é. 3. Dois taxistas já pediram para trocar de ponto e saíram por se apaixonarem por nosso dedicado Cebolinha.

Que podcast vocês encontram essa história? Não é isso. E é muito complicado. Valci, muito obrigado. A social o Cebolinha à imagem do bezerro do Valci. Sim, eu não... Tá difícil. Pra mim, no meu cérebro, ele fez um bezerro com as cabelinhas do Cebolinha.

e camisetinha verde. 4. A lenda diz que é a melhor mamada do lio de janelo. Cebolinha segue sendo conforto e investimento a um transporte tão ameaçado pela crítica social do nada. Tão ameaçado pelos aplicativos. E é o tabernáculo da generosidade em tempos em que ninguém mais dá nem gojeto. Ele dá tudo.

Divo! Espero que tenham gostado da partilha e que meu trabalho de investigação tenha valido vosso entretenimento. Obrigado por tudo e por tanto, Valsir Carrasco. Eu, antes de ir pra edificação, vou revelar uma coisa que só os pagãos vão ver. Só os pagãos vão saber graças à generosidade de nosso patrono Valsir Carrasco. Mais uma vez, muito obrigado por tudo. Ah, eu não vou olhar não. Eu vou fazer o reate junto com os pagãos.

Tá, pagãos, atenção. Eu vou mostrar pra vocês. Parem os emojis que eu quero ler. Parem os emojis, parem os emojis. Vamos lá, gente. Atenção, quem não é pagão vai ficar querendo saber quem foi. Lamento, só pagãos têm acesso.

O quê? Peraí, calma que eu vou pesquisar aqui a imagem, eu não tô... Gente... Gente... Ele tem uma cara de quem tá com depressão mesmo. Gente, mas a Mônica... Gente, a Mônica... Ela deixa... Meu Deus, a Mônica... Mas o pior é que é a cara da Mônica dizer assim, melhor do que depressão em casa.

Sim, e ele tem cara de mamador. Ele tem cara de mamador. Muita cara de mamador, maricona. Franginha tem cara de fofoqueiro. Tem cara de fofoqueiro. Eu já amo o Franginha, tá? Sim. O Franginha, grande aliado da esquerda brasileira. Ele é um grande aliado da esquerda brasileira. Um lindo também.

E que loucura! O Bidu eu já imaginava. O Bidu, gente... O Bidu, o próprio Valcy já falou pra gente. Mas a atual ex-esposa do Bidu, ela também é casada com outra pessoa do Vale, não é? Do Valsh. Do Valsh. O Valsh é dos homossexuais.

Gente! Valcí está dizendo que já pegou o atual marido dela. Mas ele é... Eu olho para eles porque eu conheço o trabalho do atual marido dela há muito tempo. Na minha cabeça ele era gay. Dela de quem vocês estão falando? Ah, sim, sim, da ex do Bidu. Talvez seja o tipo da ex do Bidu. Ela goste de gays. Talvez seja isso. Eu também. Se eu pudesse, eu casaria com gays. É que não rola. Mas eles são muito mais interessantes. Viva a Jopar. É isso que eu tenho a dizer. Viva a diversidade. Viva, viva, viva, viva.

Viva Valsir! Não, aí é dois vivas pro Valsir. Valsir é voer, você é tudo pra gente. É isso. Incrível. Amiga, assim, eu não daria sinal algum, eu faria uma via expressa de 80km livres, sem nenhuma barreira, apenas pra essa partilha voar e caminhar, sabe? Porque nada pode interromper isso. É isso, assim, que lindo.

Eu daria sinal vermelho pra essa partilha, porque eles funcionam paradinhos. Entendi. Então, pra mim, é sinal vermelho pra que eles continuem atuando. Pra que o bezerro não morra, né? Graças ao bezerro do voucher, esse tipo de negócio não acabou. Não adianta Vale do Silício. Você não pode acabar com toda uma cultura.

A gente é do estado em que a capital elegeu um bode, então a gente também tem esse apoio, né? A gente tá aqui se compadecendo com a luta, a luta de classes do bezerro. Aqui a gente já chama de quê? Gargalo de luta. É isso. A gente vai sempre modificando os nossos militantes da base. Esse é o gargalo de luta. Bom, ficou difícil para as outras partilhas, a gente deseja boa sorte para todos, né? E vamos lá.

Partilha de MC Loma. Olá, Lely Glau. Eu já passo direto porque ninguém nesse podcast quer saber se a gente tá bem ou não. A gente quer ouvir fofoca. Vou logo pedir perdão pela história longa, mas acho que vocês vão gostar. Aqui a MC Loma. Sim, aquela da família frouxa que tem um tio trambiqueiro que trabalha, entre muitas aspas, em terras estrangeiras. Quando, na verdade, tenta, miseravelmente, vencer com o piseiro. Ou qualquer outro tipo de música. Ai, eu amo, eu amo esse. Lembra desse? Sem nível de afinação.

Oupdates, ele está em um novo país agora. Pois bem, hoje eu vim contar uma história que aconteceu com um amigo meu e que nos faz tremer de tanto rir. E achar bem empregado, já que ele é bem filho da puta, com a gente às vezes também. Vamos chamá-lo de Carlinhos Maia. Carlinhos Maia, apenas pra contexto, é alguém que lá...

Ah, no fundo é do bem, mas é aquele tipo que quer tirar vantagem em tudo. E quando eu falo em tudo, é tudo mesmo. Já se envolveu com todo tipo de gente, adora enrolar pra não pagar conta, pra receber hospedagem grátis, fila a bebida de qualquer um no rolê sempre que possível e...

Em uma das últimas saídas, ele até roubou a garrafa de loló, meu Deus, de um recém-chegado, que é bem rico, no grupo, alegando que o outro tava apagado e que o loló ia se perder. Aham. É isso, a pessoa roubar loló, pra mim, é um nível muito baixo de roubo. Mostra que essa pessoa roubaria tudo. Por quê? O loló é barato? Amiga, porque você roubar uma garrafa de loló, como a Racha Farigrel falou aqui, que é vapor...

Ah, eu não sei nada de Lolo. É isso. Carlinhos Maia tinha uma amiga, até o acontecido que irei contar, da qual iremos chamá-la de Geisy Arruda, que é importante dizer, era da mesma Laia dele. Você odeia muito eles dois, né? Na verdade, ela é um pouco pior, mas pelo menos ela não é problema do nosso grupo. Viviam falando mal um do outro. Um dia estava bem, outro estava mal, enfim. A amizade dos dois era um verdadeiro cabaré, que só estava bem quando eles conseguiam ser oportunistas juntos.

Até que Jayce, quando já tinha passeado por todos os relacionamentos tóxicos que podia, decidiu amarrar seu jegue no bueiro, com um rapaz já conhecido por alguns de nós e com as piores referências possíveis. Vamos chamá-lo de Telbeck. Grande nome. Tel era o bueiro em carne e osso. Bombado de farmácia. Bombado de farmácia é um xingamento muito bom.

Tatuado com tatuagens dignas de presídio, mas que ele julgava muito estilosas e original. Família com dinheiro de origem duvidosa, abusador e ainda tinha uma faminha de que comia gays no off. Enfim, um merda. Mas até que no fim das contas combinava com Geise Arruda. Caralho, diz que quem come gays no off é um merda. Nossa, homofóbica.

Acabou de escutar o maior apoiador das lutas de classe aí, né? Que é o Bezerro, o Duval, e fala um negócio desse. Se você acha a sua opinião própria, eu tenho que respeitar. Sim. O namoro dos dois foi uma surpresa, pois não sabíamos o que poderia sair daqueles dois juntos batidos no liquidificador.

Vale salientar, inclusive, que o relacionamento com Théo iniciou fruto de um chifre. Não é uma informação relevante, mas vale para complementar a má índole. Surpreendendo ainda mais a todo o público que acompanhava eles no Instagram, todo mundo ficava bem atento imaginando o que eles poderiam entregar, Jayce e Théo alugaram uma casa e foram morar juntos e até criaram pets juntos.

tornando a relação ainda mais séria, o que foi uma grande surpresa e muito material de fofoca para o nosso grupo, que sabia que não ia demorar muito para esse esgoto estourar. Tô esperando o trânsito aqui, abaixar. Também. Certo final da semana, Carlinho, é porque ela disse que é longa a partilha, ou seja...

É a demora que eu trouxe. Certo final de semana, Carlinhos Maia foi até o interior visitar a família na mesma cidade em que Theo e Geise moravam. Geise e Carlinhos, apesar dos altos e baixos, se encontraram e rolezaram um pouco como bons amigos, falsos e tóxicos do interior, e depois foram cada um para suas casas.

Porém, lá pelas duas da manhã, o Carlinhos recebe uma ligação de jeito. Ei, Carlinhos, tá acordado? Tô sim, amiga, o que foi? Carlinhos, eu tô rastreando o celular do Theo e tá dando lá no lote dos calangos, onde o pai do Theo tem casa. Carlinhos, já ávido por uma fofoca e por um caos, mostrou-se interessado. Eita, menina, essa hora? E aí? E aí? E aí que eu quero ir lá rasgar a cara dele, mas não quero ir só porque não me confio em pilotar a moto sozinha de noite. Tá aí o trânsito.

Começou e é de moto. Rasgar alguém de moto também exige uma disposição muito grande. As maiores pessoas vão brigar com outra pessoa de moto. Porque de carro é muito fácil, porque se atropela. De moto existe coragem. Informação. A moto havia sido um presente de Theo Love para Jayce Love. Fofos demais. Carlinhos, como um bom fofoqueiro, pronto e à disposição para um babado, logo se prontificou para acompanhar a amiga e apilotar sua moto. Logo chegaram até o local. Quando chegaram na entrada, Jayce Arruda quis arregar.

Mas Carlinhos, seu amigo fiel, a encorajou. Não, amiga. Vamos, você já chegou até aqui, você não merece estar sendo enganada. Tudo bosta. Ele queria ver o que ia rolar. Geise e Carlinhos logo de cara perceberam a movimentação da casa. Tinha carro, moto e som alto. Típico de um lugar que tava rolando putaria. Geise logo adentrou a casa e Carlinhos seguiu sua amiga pra não perder nada e assim que entraram...

Já deu pra ver que a putaria não era pequena. Eram os três machos e umas dez fêmeas. Peito, pipiu e bingolinho na canela. E o Theo lá, fazendo valer sua madrugada de domingo. Quando viu Jayce, teve que interromper sua festa particular. Que merda você tá fazendo aqui? Theo perguntou. Você é um safado, seu merda. Você disse que ia voltar pra casa e tá comendo rapariga no mundo? Eu como quem eu quiser. Saia daqui.

Brigaram por mais alguns minutos até que Theo perdeu a paciência e percebeu a presença de Carlinhos Maia. Ah, você veio com Carlinhos Maia. Gezi estava chorando e atenta. Engraçado, esse é o mesmo Carlinhos Maia que você fala mal? Que diz que não presta? Que você já disse até que roubou coisa da sua loja? Rapaz! Foi esse amigo aí que você chamou pra vir com você? Modéstia à parte, gente, aqui eu queria dizer que ele jogou muito bem. Jogou baixo e jogou bem. Jogou baixo e jogou bem.

Enfim, passou uns 5 minutos descascando em detalhes tudo o que a Geise falava de Carlinhos pra ele. O Carlinhos Maia, totalmente despreparado pra ser metido na situação de adultério, olha pra Geise Arruda. Isso é verdade, Geise Arruda. Geise Arruda balança a cabeça confirmando.

E vocês vieram como? Teuber que pergunta. Na minha moto, seu imbecil. Sua moto um caralho. Eu que pago aquela moto. Mas a moto é minha. Não é. Tomando a chave das mãos de Carlinhos Maia. Xingou Jayce por mais um tempo e mandou ela ir embora a pé. Ou seja, ela foi humilhada. Coitada. Gente, ela cavou a própria desgraça. Ela foi. Viu que é corna. Tá rindo porque ela é corna? Sofreu esposed e voltou a pé.

E foi chamada de Lisa, né? Chamada de Lisa. Nem a moto era dela. É importante dizer que o local... Muitas pessoas perderam, mas ninguém como o Jez Arruda. É importante dizer que o local do qual eles estavam era no mínimo a 8 quilômetros da cidade. Ai, meu Deus. Em resumo, Carlinhos Maia começou a chorar, pois não esperava ser humilhado no meio da putaria. E Jez Arruda...

É muito forte, amigo. É muito forte você chegar numa orgia e o que sobrou pra você é ser humilhado. Caralho, é muito pesado isso. Quem é você na suruba, né? Geis e Carlinhos voltaram brigados no escuro e a pé.

A humilhação na suruba é todo mundo pelado, assim, de você, né? Apontando aqui pra você, que tá de roupa. É, todo mundo, caralho, ela falava mal de ti. Caralho, que triste. E aí, Jayce, quem é o verdadeiro pelado agora? Quem te tá nu? É isso. Ao final do relato, Carlinhos nos confessou que chorava muito. Mas não pela humilhação e pelas palavras de Theo. E muito menos pela amizade com Jayce. Mas porque estava voltando a pé. E ele odiava andar a pé.

Nós rimos e fingimos pena, mas achamos bom porque ele nunca paga a cota do Rebu quando saímos por aqui. Foi uma delícia a gente relembrar ao gato que ela só teve coragem de entrar na casa encorajada por ele. E que antes disso tudo, ele já estava prontinho para dormir. Ai ai, as surpresas da vida.

Bom, foi isso. Espero quem goste e depois volto com muito mais partilhas de amigos vindos direto do bueiro. Porque a gente passa raiva, mas escuta muita fofoca boa. Tchau pra vocês e obrigada pelo grande serviço prestado à sociedade com esse nobre podcast. Beijos da Loma.

Amei, Loma, como sempre, você é maravilhosa. É. Nossa, foi uma partilha muito boa. Muito boa. Amigo aqui, eu daria sinal amarelo. Sim. Porque acho que tem que se prestar atenção. Quando a gente é muito amigo de alguém, eu iria... A puta que pariu com essa pessoa no meio de um barraco, cavar briga. É isso. E se essa pessoa fala de mim, refletir. Eu trouxe aqui um ensinamento pra mim mesma. Eu tô...

com você. Também vou dar um sinal amarelo. Eu acho que até onde se vai por uma boa fofoca, até onde se vai pra rir da desgraça dos outros, né? Eu acho que você foi muito... O Carlinhos Maia, no caso, né? Foi muito obstinado pra rir da cara da pessoa, saiu humilhado no meio de uma suruba e, no fim das contas, quem ficou em casa cuidando da própria vida era quem tava rindo, né? Sim.

Acho que é isso. Às vezes a gente tem que só esperar o negócio cair no nosso colo. Muitos aprendizados bons hoje aqui. Sim, sim, sim. Hoje eu tô saindo muito edificada. Hoje tá muito bom o nosso culto. Partilha de Carmen Sandiego. Olá, Leliglau, tudo bom? Eita!

Eu amo as saudações de vocês, tá? Eu amo. Sim. Mas pelo menos a gente não tá sofrendo por ficante. Vale por você e por mim, não é, Glaudemias? Glaudemias não respondeu. Não vou falar nada. Tá bebendo ar. Me chamo Carmen Sandiego e estou aqui para contar uma história que investiguei na empresa de ônibus Chacrinha, em um reino muito distante chamado Três Desgraças. Isso aqui é atual. É, atual.

Gernus era uma jovem, inocente, cobradora de ônibus. Eu amei que hoje a gente teve carro, táxi, moto e ônibus. Lindo! É isso. Se contar com o começo, a gente teve até helicóptero da Malévola. Hoje a curadoria da minha IA brilhou. Brilhou. Brilhou demais. Eu não tô acreditando que eu programei uma IA pra achar fofocas em temas. Incrível. Incrível.

Era cobradora de ônibus que um dia conheceu o motorista Ferretti. Ele, um rapaz muito espirituoso e gentil, ou seja, feio. Também era funcionário novo da chacrinha. E rapidamente os dois se tornaram amigos. Ele ficava mandando memes, puxando assunto. E como de vez em quando os dois trabalhavam juntos, pintou um clima e começaram a ficar. Até aí, todo mundo solteiro e tudo bem. Gerluce é aquela trouxa...

Aquela romântica sonhadora, que não só acha virtuoso ser fiel e aficante, como também se acha ainda mais iluminada e austera por não exigir nada em troca nem fazer barraco por causa de macho. É, amigas, nem sempre a educação é libertadora. Bem, um belo dia, depois de muitos meses ficando em juras de amor, Ferretti desabafa e diz estar muito triste, pois perdeu uma grande amiga por fofoca. Gerluce, já com um paninho pronto para passar para macho, pediu mais informações, e ele acabou dizendo que tinha ficado com Zenilda.

Mas nada sério. E deu umas voltinhas de ônibus com a Arminda também. A Arminda descobriu, contou pra Zenilda, e agora as duas pararam de falar com ele. Coitadinho. O típico homem que se apresenta pro date dizendo Eu sou um homem diferente dos outros. Seguido de A minha ex era louca. Nossa, sim. Nota. Todas as três desgraças eram cobradoras da mesma empresa onde ele trabalhava. Se proibissem relacionamentos no trabalho, não sairia um ônibus desse país.

Gerluce respirou fundo e até tentou defender um pouco, já que ele disse que não tinha nada sério com nenhuma das duas. Nem contigo, né, Gerluce? Mas, como até burrice tem limites, mandou a real. Mesmo se estiver tudo muito certo e ético do lado de lá, o que te leva a pensar que eu ficaria à vontade sabendo dos seus rolos? Tá aqui pagando terapia, por acaso? Olha! Uma faísca de razão. A vida é pra quem sabe viver.

Ferretti fez um super drama, disse que realmente é um homem terrível, que não sabia amar, que não merece alguém tão bom como Gerluce e a trouxa ficou. Mas dessa vez conseguiu deixar claro, agora é só nós dois ou acabou. E ele concordou. Mas a pulga ficou atrás da orelha e nunca mais saiu. Cara, o que me choca é porque você disse que o Ferretti era feio. E aí eu fico me perguntando a petulância dessa pessoa de não ter um queixo bom.

não saber conversar num date, porque você jogar o negócio, falar dos seus outros relacionamentos na primeira vez que você está conversando com uma pessoa, você tem que se garantir muito na face para a pessoa estar querendo ficar muito com você, porque não tem nada mais broxante do que escutar alguém falando dos seus antigos relacionamentos.

Eu acho que eu fazia isso. Ai, não, hein? Fazia isso. Mas você se garante na face, amiga. Você se garante na face. Tá me vindo um flashback de um monte de date que não vingou. E aí eu fiquei, por que, gente? Eu falava dos outros atuais. Mas você se garante na face, você não é feia. É, eu acho que foi por isso que eu tomei uns ghostings.

Tá muito explicado, muita coisa. É lamentável. Muita baldeação depois, com uma terra redonda, todas as estradas se cruzam e o mesmo ônibus vai parar no mesmo ponto em algum momento. Meus serviços de detetive foram contratados. Liguei minha rádio patrulha e consegui colocar todos os pingos em todos os is. Ferretti, na verdade, era namoradíssimo de Zenilda. Quase moravam juntos.

Arminda, apesar de ser dona cobra, estava apaixonada também e por veneninho, não só por sororidade, contou para Zenilda. Ela ficou muito chateada, mas também era trouxa e acabou ficando com mais raiva de Arminda do que de Feret e os dois voltaram. Em minhas investigações, encontrei histórias em andamento de pelo menos outras duas cobradoras de outras empresas de ônibus e muitas mais do passado obscuro de Feret, inclusive uma ex-noiva que nunca soube que deixou de ser noiva.

Rapaz, como que esse rapaz dava conta, gente? Com essa frase, eu volto aqui para o que minha amiga Leila leu no início dessa partilha, que foi você chamando a Gelúce por ela ser fiel a ficante. Às vezes a pessoa não é fiel a ficante, às vezes a pessoa só passou dos 23. Porque chega uma hora, gente, que dá preguiça de administrar mais de umas pessoas. É muito chato, é muito chato. Então, às vezes ela só quer... É isso, é muito chato você administrar muitas pessoas. Tem horas que pesa.

Entreguei para Gerluce a investigação completa com datas e provas. Eu tenho certeza que essa trouxa ficou, quer ver? Gerluce desiludida e sem mais nenhum paninho para passar para macho, se apresentou para Zenilda com o dossiê em mãos. Como boa advogada que é, Zenilda providenciou uma acariação. É isso mesmo. Ferretti foi não apenas desmascarado, mas foi massacrado ao vivo e a cores por Gerluce e Zenilda, prova em cima de prova, com direito à luz de interrogatório e tudo.

Ooooooooh! Queria dizer que houve um grande barraco e Ferretti foi parar no pronto socorro, com a cara toda quebrada, mas infelizmente faltou subúrbio no sangue. As duas são muito entedi... civilizadas, e ele sofreu apenas uma humilhação grave. Mas foi sim grave. Ele foi expulso de casa, teve o nome arrastado na lama e a empresa inteira ficou sabendo. O desgraçado ainda pagou de garanhão. Ser homem é muito fácil mesmo.

Queria dizer que acabou aí, mas infelizmente o motorista de ônibus quase sempre merece a fama que tem. Passaram-se muitos anos, entre idas e vindas, até que Zenilda conseguisse despachar esse ebó... Concluir o término definitivo desse relacionamento tóxico. Hoje as três desgraças vivem felizes, sem ferete, que está dirigindo ônibus na casa do capeta, de onde nunca deveria ter saído. Espero que essa partilha, apesar de longa, tenha nos oferecido algum ensinamento. Além de nunca passar pano pra macho que fala mal de ex.

Um dia desses, apareço com mais investigações dos barracos por trás das cortinas dos ônibus desse Brasil. Parabéns pelo podcast, vocês salvam a minha sanidade e me arrancam muitas risadas. É muito bom ouvir as histórias dos ouvintes e ver que tem gente mais burra do que eu. Espero que a economia melhore para que eu virei a ouvinte pagã em breve. Vocês merecem. Beijos de luz, Carmen Sandiego. Nota, agora todo o texto que eu leio mentalmente é narrado pela voz do Glau. Devo buscar ajuda? Ih, mulher!

E depois de agora vai ser por a voz da Leila. Ganhou uma barraca, Juliette. Ela ganhou só uma barraca. Mas eu solicitando você, dando a minha voz na sua cabeça, provavelmente eu procurarei ajuda. Nem eu queria ter a minha, às vezes. Amigo. Eu vou dar um sinal... Eu queria muito achar um sinal vermelho, porque eu não dei nenhum sinal vermelho nessa partilha, mas eu acho que eu vou dar sinal verde. Porque no fim das contas...

No fim das contas, elas conseguiram se livrar do ferete. Elas conseguiram deixar esse cara pra lá. Então é um sinal verde pra elas. Sinal vermelho pra ele, então. É, eu daria um sinal vermelho para as empresas de ônibus. Entendo. Ah, eu também. As pessoas estão se reproduzindo em cativeiro, como gerinos. Gerinos não, peixes. Gerinos não são em cativeiro. Ninguém cria sapo, né? Enfim, vocês entenderam.

É muita gente ficando com o mesmo cara. Mentira, sinal verde. Por quê? São sete mulheres para cada homem nessa história. Significa que a empregabilidade com mulheres é maior nas empresas de ônibus. E eu quero aqui dar meu sinal vermelho, tirar meu chapéu, mandar um beijo para a empresa Chacrinha. Todas as empresas de ônibus que contratam mais mulheres do que homens. E é isso que acontece.

É uma empresa de mobilidade, né? O homem, ele tá sempre movendo ali entre algumas mulheres. Muito legal isso. Sim. Muito legal. Valcer Carrasco tá dizendo, sou muito mais o bezerro do voucher. Sim, porque ele é um investidor anjo, né? É. É um investidor anjo. É. Pequenos, médios e grandes negócios ele investe. Não importa o tamanho, ele tá lá investindo. Bom.

Bom, amiga. Edificados estamos, edificados ficaremos. Quero agradecer os ouvintes pagãos que financiam essa putaria. Toda semana estão aqui com a gente. Muito obrigado. Um cheiro. Mais uma vez entregamos aí mais um culto, né? Pra quem precisa se edificar nesse Brasil. Espero que vocês tenham aprendido bastante. Eu fico por aqui com o meu amigo Glaudemias. Até a próxima semana. Até a próxima, pessoal. Tchau, tchau. Tchau, tchau.

É você mesmo fofoqueira, não se pensa não. Mirela, corre aqui. Fofoqueira do inferno.