Ô POVO FÊI | Fofoca Na Calçada
Impressionante como gente feia rende história.
E nosso papel, como congregação, é partilhar todas elas na alegria de uma boa edificação. Se você não se identifica como feio, é melhor ouvir, pra saber do que um feio é capaz. Se você se identifica como feio, ouve porque talvez estejamos falando de você.
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- Inspiração e ExecuçãoHistórias de pessoas feias · Tabu sobre feiura · Feiura como dom · Defasados de feição · Fora do esquadro
- Produção de PodcastsApoia.se · Patreon · Grupo de Telegram · Ativismo contra algoritmos
- Discriminacao e IntoleranciaFila preferencial para homens · Atendimento homofóbico · Misoginia
- Historia do FrevoPlaylist de músicas para bebê · Linnick · Veludo Marrom · Marisa Monte · Novela Três Graças
- Vírus e PandemiasCruzeiro do antivírus · Stephen King · Cruzeiro do cocô · Antivírus · Doutor Germano
O feirão do BV entrou em campo com uma seleção de ofertas imperdíveis. Financie seu veículo, seja moto, carro ou caminhão, com o banco especialista no assunto e receba até mil reais em benefícios na conta BV. Acesse bv.com.br e marque um golaço. Consulte condições do site. É você mesmo, fofoqueira. Não se pensa não. Mirela, corre aqui. Fofoqueira do céu.
Baixaria é você! O quebra-pau foi grande, né? Foi grande, mas ela vinteou de novo. Fofoqueiro do céu. Traz a cadeira, menino!
Vamos combinar uma coisa de adulto pra adulto? Podcast não dá em pé de mangueira. Não brota do solo. Não vem por encomenda do comércio solto. É. Quem mantém o Fofoca na Calçada vivo e respirando por aparelhos toda semana são os nossos ouvintes pagãos, os nossos apoiadores que inclusive estão aqui hoje. Essa plateia que é a cara do Brasil.
Muito bem. Tem host, tem editora, tem equipamento, tem trilha sonora, tem banco de música, tem contadora, tem internet, tem energia e tem o cafezinho que mantém o nosso cérebro funcionando todo fim de semana, depois de ler os e-mails que chegam pra gente, porque, sinceramente, alguns deveriam vir com bula, inclusive com recomendações médicas. E se você tá curtindo, então, rindo, se identificando, por favor, considere fazer parte do nosso rebanho de apoiadores.
Tem dois caminhos pra você. O primeiro é o apoia.se barra hoje tem podcast, com cotinha mensal, que cabe no bolso. Tem também o patreon.com barra hoje tem. É a mesma coisa, só que na moeda estrangeira que você tiver aí ganhando, tá bom? Os links estão na descrição do episódio. Ao apoiar, você ganha o título mais cobiçado de ouvinte pagão e ainda entra no nosso grupo de Telegram, que é uma...
terapiazinha coletiva onde ninguém é normal e isso justamente é o grande charme. Tem fofoca extra, tem fofoca que só os pagãos ficam sabendo que a gente conta aqui e embaça pra não sair, né, explanando o povo. Tem amizade nascendo, orcontros pelo Brasil, sorteinhos e a chance de participar de gravações ao vivo igualzinha essa galera maravilhosa que tá aqui com a gente hoje.
Se a grana tá curta, calma. Existe outro jeito de fortalecer. Espalha o programa por aí, manda no grupo da família, posta nos stories, marcando a gente, joga no zap, indica pra aquela amiga que ama um disse-me-disse, cada ouvinte novo é uma vitória contra o algoritmo das big techs, tá? Assim a gente não precisa pagar anúncio nas plataformas.
Quando vocês espalham ou obrigam o amigo a apertar seguir e ativa o sininho no Spotify do amigo, você está burlando grandes bilionários. Pense nisso como ativismo, né Glau? É isso. É um ativismo. No fim das contas, é um ativismo. É um ativismo, porque aí nós não vamos pagar anúncio para Mark Zuckerberg, nem Daniel Ekme, o ex-patrão, nem outros grandes gigantes do Vale do Silício. E você para de reclamar nos comentários do episódio. Exato. E muito anúncio, então...
Pag. Exato. O anúncio tá caindo pra gente. Pag que vai diminuindo. Inclusive, tem aparecido o anúncio da Havan. Se aparecer o anúncio da Havan, não vem me avisar, não vem avisar pro Glau. É. Deixa estourar. Vida forte brasileiro. Ê.
O velho da Havan está nos pagando. Aí anúncio da IP. Deixa a Torá. É só não comprar a IP e nem comprar a Havan. Inclusive, este é um antipúblico. Não compre a Havan. Esta merda desta loja. Mas a Havan vai anunciar. Porque eles não têm controle sobre isso. Se divirtam quando esses anúncios aparecerem. Olha só, eles estão patrocinando um podcast que fala mal deles. Exatamente. Sei lá, a vida é mais simples. É, gente. Deixa o dinheiro cair.
O Laudemias agora tem uma sobrinha pra comprar brinquedos. Porque eu tenho criança. É, ó, tô dando, mostrando o dedo do meio pra vocês. É, bravão. Ó que bravão. Mas deixa o anúncio torar, tá bom? Ativa o sininho do seu aplicativo de áudio. Não custa nada e evita aquele drama de descobrir se saiu ou se não saiu o episódio. Recado dado, abençoado. Quem chegou até aqui, muito obrigada. E vamos pra zoeira, que tem muito negócio pra gente falar hoje. Bora.
Minha gente, hoje a gente entra num território sensível, delicado, espinhoso e absolutamente necessário. Porque durante séculos a humanidade fingiu que não falava disso. Era um tabu. Era feio falar de feios. Mas cá entre nós, entre amigos, na calçada mesmo, a gente vai abrir o coração. A feiura é um dom.
A feiura é um tema. A feiura é um arquivo vivo de histórias que nenhuma novelista pagaria para inventar. E hoje esse arquivo se abre aqui, no Fofoca na Calçada. E lembrando como sempre os nomes de todos os fei... Quer dizer, de todos os envolvidos nas histórias que vocês vão ouvir aqui foram trocados.
Porque aqui a gente vai proteger a identidade dessas pessoas horríveis, por fora, talvez por dentro também. Mas não a situação. A situação a gente conta. Tá querendo mandar sua foto? Tá querendo mandar sua partilha pra gente? O e-mail é o de sempre. Contato.
Olha, eu preciso ser honesto. Quando a Leila me falou o tema desse episódio, primeiro eu ri, depois eu me emocionei e depois eu fui me olhar no espelho. Foi uma jornada. Jornada do herói. Foi uma jornada de autoanálise. De autoanálise.
Mas assim, gente feia tem história, tem enredo, gente feia construiu impérios, destruiu casamentos e virou protagonista de causas que vão fazer você pausar o episódio, ligar pro seu contato favorito e falar, amor, precisa ouvir isso. Então se ajeita aí, porque a nossa igreja vai edificar hoje com o que a natureza caprichosamente distribuiu de forma criativa.
Amigo, inclusive, muita gente que receber esse episódio, saiba que estão chamando você de feio. É um chá revelação, tá? E aí não fique triste. Mande pra uma próxima pessoa. É, a corrente é igual a Samara dos chamados. Você deixa de ser feio quando você manda pra alguém. Inclusive, tá feito o desafio. Não mandou pra alguém, você vai ser feio pro resto da vida. Passe esse programa pra alguém, senão você vai ser assombrado pela feiura. O Alan da Silva aqui disse um termo maravilhoso. Defasados de feição. Muito bom.
Muito bom. Alguém falou aí, fora do esquadro. Gostei muito. Mariana, fora do esquadro. Mal diagramado. Mal diagramado é o clássico. É, é um clássico. Mas nenhum pagão é feio. Isso é fato. Desinformado quente. Eu gosto muito da pessoa que foi desinformada quente. Não deu pra... O bolinho não ficou pronto. Vamos lá. Link ao vivo da rua.
Vamos lá. Amiga, meu link ao vivo da rua também vai ser igual do episódio passado, vai ser no segmento tio. Monotemático. É o que tá sendo meus dias, né? E aí, eu sou uma pessoa que gosta muito de música, né? Eu escuto... Nossa, a pessoa mais sem personalidade do mundo. Ah, eu quero que você goste. O que tem diferente de você? Eu escuto música.
Mas eu escuto muita música, né? E aí, obviamente, né? Eu idealizava a minha sobrinha e pensava, ah, eu quero que ela tenha, sei lá, que ela conheça muita música por mim. Então é óbvio, né, gente? Eu sou uma pessoa que escuto muito, sei lá, uso muito Spotify, então eu tenho um playlist já aqui, espero quando ela fosse nascer e tal. Sou essa pessoa. E aí tava lá, tocando, né? As que eu, inclusive, já falava pra minha irmã, quando a menina tava na barriga.
E aí a gente tá se revezando aqui nos nossos rodízios, né? Pra quando a mãe tá cansada, alguém pega a criança. Quando o pai tá fazendo alguma outra coisa, alguém pega a criança. Ou alguém fica com a mãe, enfim. A gente tá fazendo a rede de apoio. E aí, dentro das horas do rodízio, estou eu aqui. Eu e minha sobrinha no quarto. Eu falei, ah, vou colocar as musiquinhas. Porque eu já coloquei algumas. E aí, coloquei a playlist. Tava eu lá. Ela tinha acabado de mamar. E tava eu lá apertando aqui. Dando os tapinhos com os dedos, né? Pra ela poder arrotar. E aí, começou a tocar a linique.
primeiro tocou a da Marisa Monte, que eu amo muito e depois começou a tocar a Linnick e eu falei, nossa, que legal, essa cena tava na minha cabeça fazia muito tempo essa neném já tá sendo criada como esquerdista do bairro de Pinheiros não, total, total e aí começou a tocar a Linnick, né, começou a tocar a mais famosa do álbum Caju que é Velo do Marrom, né que inclusive é a música aí da novela Três Graças então, que na minha cabeça eu tava lá na chacrinha eu ia visitar a Joely você era o Júnior é isso, eu sou o Júnior o Júnior
E aí, quando começou a tocar Veludo Marrom, eu acho que minha sobrinha, né? Essa menina já veio mostrar pra que ela veio, né? Ela deixou um Veludo Marrom na minha mão. Que lindo, amigo. Que lindo. Ela mostrou. Ela falou, ah, gosta tanto de Veludo Marrom, então segura essa daqui, gente. De colonial. É.
E esses têm sido os meus dias, assim, lidar com uma criança que caga muito na minha mão. Mas é legal, de alguma forma. De alguma forma é interessante. Tu já normalizou as bostas dela? Total, assim. Inclusive, vou dar um cheirinho na fuga. É, porque eu ainda fico com nojinho. Não.
Vou dar cheirinho no pé dela, aí eu, eita, alguém fez cocôzinho. É, como eu sei que ela fez cocô. Ou então, realmente, quando eu tô segurando, porque tem alguma coisa na minha mão que deixa confortável pra ela soltar uns peidos horríveis de tão alto. Eu não sabia que bebê peidava tão alto. A minha sobrinha, ela peida e peida valendo, assim.
vocês fumam, é. E de repente a fralda tá pesadona assim na minha mão, né? Mas é isso, né? Ela demonstrando o amor, a linguagem do amor dela pra mim é essa, é cagar na minha mão, né? E foi assim que Veludo Marrom ganhou um novo significado pra mim. Que lindo, amigo. Sim. Linnick, era essa pra você. É, Linnick, é essa pra você. E a sua rua, amigo, o que é que tem acontecido? Amém da minha rua!
Eu fui numa loja chamada Cama e Quadros Comprar itens de Cama e Quadros E aí, não tinha ninguém Sabe aquele corredorzinho que vira fila? Tinha ninguém, tava vazio E tinha um caixa, a ilha do caixa E tinha uma véia sendo atendida E como não tinha ninguém na fila, eu seria a próxima Eu já me engatei ali atrás da véia mesmo Fora do ambiente da fila, estava ali esperando As caixas me viram E começou a se formar, do mais absoluto nada Óbvio, uma fila no lugar da fila Mas eu já estava ali, eu seria a próxima E aí
Aí, os próximos dessa fila eram dois machos. Tá. Foram chegando pessoas, né? Foram chegando pessoas e formando a fila. Mas eu já estava ali primeiro. Estão falando aqui, não sabe que loja é essa, eu vou escrever. Aí, tô eu atrás da senhora com a certeza de que eu sou a próxima. Afinal, eu era a próxima e as caixas me viram. Aí, terminou. Chegou a menina e falou assim, próximo. Aí, eu ia dar um passo. Aí, ela virou pros bof, pros machos e fez assim, pode vir. E eles passaram na minha frente.
Meu Deus do céu. Aí eu fiz assim com a mão. Acenei assim. Ei, prostituta! Vem aqui! Ei, sou eu! Ela olhou no meu olho, fingiu que não me viu, olhou na cara dos machos, dois bof, dois ensos e começou a... Uns ensos de uns 20 e pouquinhos anos, aí começou a falar, boa tarde! Toda assim, derretendo. Aí vira jogando cabelo de lado. Aí eu fiquei, não acredito nisso não.
rapariga, Alan, cutruvia, quenga, catrevagem. Aí eu fiquei passada, aí depois uma outra do lado dela abriu o balcão, disse, próximo, e chamou um outro senhor que estava atrás. E me ignorou. Aí eu falei assim, ei, sou eu. Aí ela disse, a fila é bem ali. Eu respirei fundo, porque eu pensei, eu não vou dar um barraco aqui. Eu vou pra fila, e quando chegar a minha hora, porque vai dar o tempo de eu ensaiar o que dizer.
Que é importante. Porque eu amo barraco. Sim. Sabe? Não é Samanta. Eu também achei. Eu pensei, eu não vou me passar aqui. Porque é humilhante eu brigar. Porque elas já venceram. Elas já venceram. Aqui elas venceram. Eu vou pro fim da fila. E eu vou ensaiar o que dizer. E assim eu fiz. Fui pro fim da fila. E ela ficou rindo pros machinhos. Ficou. Ficavam uns três olhando pra mim. Que que que que.
Que que? Falando alguma coisa. Engoli o orgulho. Rapariga. Puta. Puta. Mas eu já estava ensaiando, amigo. Quando chegou a minha vez, aí tava ela e a colega dela. Eu pensei, não, eu quero Deus que eu caia nela. Se for de tua vontade, sim, eu quero cair nela.
Ensaios de Leiliana, exatamente. Coordenadora do resort. Liberou os machos dela, aí ela falou assim, pode vir. Aí fui eu, com meu item de cama e quadro. Botei assim na mesa, na frente dela, falei assim, ih moça, aparentemente você não vai se livrar de mim, mesmo eu não sendo macho.
Gostaram? Falei, mesmo eu não sendo um macho Você vai ter que me atender Falei assim, é escroto? É, mas ela foi É a selva Mas era a guerra Aí eu falei, mesmo eu não sendo um macho Você vai ter que me atender E dei um sorriso, aí ela falou assim Não, é porque é a fila, eu falei assim Você pode me atender? Você me atende, por favor?
Aí eu passei os itens pra ela. Sim! Ai, Leila, que escrota. Sou escrota. Aí eu passei os itens pra ela. Aí a amiga dela disse assim. É, que lindo o seu esmalte. Porque eu fiz esmalte maravilhoso no Rasegawa. Que lindo o seu esmalte. Que linda, meu amor. É, estava eu assim, tal qual aquele mês.
Aí eu falei, obrigada. Você pode passar no débito, querida? E aí ela, não, desculpe qualquer situação. Eu falei assim, não, tudo bem. Mas você vai ter que atender homens e mulheres também. Não é só homem, não. Muito bem. Joguei, mentira, mas em pensamento joguei o Kundalini da minha tireoide pra ela. Joguei a Kundalini. Enfim, saí, desculpe ao caralho. Exato, Carla, a minha vontade era falar, desculpe o caralho. Anote. É.
Mas ela não tinha o que anotar, realmente ela só tinha que passar meu cartão. Sabe um lugar legal pra você me dar desculpas? No seu cu, enfiar essa desculpa no seu cu, vai caber direitinho. Porque a pessoa tem vontade de dizer, mas não pode falar. Enfim, foi o que deu pra ensaiar, porque infelizmente o atendimento foi rápido, mas eu precisei falar isso. Você vai ter que me atender mesmo eu não sendo macho. Tá, querida? Você pode me atender? Foi chique, foi chique. Foi chique. Foi chique.
Então quero dizer que eu tive esse problema, mas na minha cabeça eu venci. Não, venceu, venceu. Todo mundo que não apela pro cu, como eu acabei de fazer, vence. Eu sempre penso, porque eu apelo, sou uma pessoa apelativa. Mas eu também já me perdoei com isso, porque o que eu quero no fim do dia é só ofender mesmo. Eu não quero vencer, eu quero causar incômodo.
Você é chica, amiga. Eu gosto de pensar bem. Eu gosto de entrar na mente. Tem uma pessoa já homofóbica pra caralho. Que veio ser misógina comigo. E essa pessoa... Sabe aqueles héteros que claramente, claramente fazem um sigilo? É um gay no sigilo. Claro. Mas é um hétero homofóbico. Sim. Mas assim, claramente. Eu já disse pra essa pessoa, assim...
Meu amor, quando você se resolver sexualmente, vamos discutir? Porque eu acho que agora você não tem condição. Todo mundo vê, mas você não vai se resolver. Então, quando você se resolver, a gente pode conversar sobre gênero? Porque eu acho que você odeia mulher porque você tem uma questão. Todo mundo vê, mas como pra você ainda não tá resolvido, vamos deixar pra discutir depois? Então, vamos deixar baixo. Então, esse tipo de coisa que não saiu a palavra cu, nem piranho, nem rapariga. Mas a gente entrar na mente é muito bom entrar na mente da pessoa.
É verdade, é verdade. Entrar na mente do homofóbico é muito bom. Quando você se resolver com a sua sexualidade, vamos conversar sério. E é bom que é uma pessoa, eu acho que era uma pessoa instruída pra entender tudo o que você tava falando, né? Porque às vezes, às vezes, por mais que você tente, é difícil entrar na mente de algumas pessoas, porque aquele lugar já é muito vazio. Sim. Aí não tem. Tudo que você joga lá é preenchido com um vamos. A pessoa só entende o vamos. Então, às vezes, tem que ser na agressão.
Importante dizer que eu também perdi nessa discussão. Eu disse isso e bloqueei no WhatsApp.
Putz, bloquear é um pouco de perdimento. Eu perdi, eu perdi um pouco. Mas vale a pena perder, gente. Às vezes vale a pena perder. Sim. Muito bom fazer fechos. Enfim, esse é o link ao vivo da minha rua. Mas eu quero falar que na nossa rua, ouvinte, tem uma pandemia em curso. Ah, o Ranta, né? Jéssica, bota alguma música pra amenizar o clima. Coloca a do Rantaro. Tem uma pandemia em curso. Rantaro, vem aí.
Alegria é o nosso prazer. Me desculpe agora, eu tenho que trabalhar, é o vírus cantando. O Rantaro trabalhava pra caralho, né? Parando pra pensar aqui. Sim, eu sou o Rantaro. É isso, mano. Eles tem tudo manchinho aqui no olho, a gente jura que é da pele, do pelo do Rantaro, não. Às vezes é só olheira mesmo.
Flávia tá dizendo, gente, não tem pandemia em curso. É, eu também queria aproveitar e desmistificar o que a imprensa tá falando, porque aqui em casa eu moro com um médico e ele está me dizendo o tempo todo, ele fica bem atento ao antivírus. Eu tô incrédula que está acontecendo um livro do Stephen King diante de nossos olhos, que são pessoas tomadas por uma doença, isoladas num cruzeiro, e foda-se, as autoridades não querem receber.
Eu acho isso incrível. Que isso, Ishi? Que isso, gente? Quer dizer, eu acho isso horrível. Eu acho isso horrível. O lance do Steve King é um pouco interessante, mas isso é horrível. Carla Jean já tá dizendo, os últimos quatro que serão resgatados do cruzeiro do antavírus, cruzeiro do antavírus, depois do cruzeiro do cocô, veio aí o cruzeiro do vírus. São australianos e um residente permanente. Eu ri horrores. Por quê, Carla?
ó, Guilherme diz, eu acho horrível, mas deixa eles lá eu acho que deve estar passando isso na cabeça de todos vocês que é um pouco assim, meu Deus que horror, isso é desumano, deixa eles lá às vezes a gente tá vendo a formação de um novo arquipélago num navio, às vezes a gente tá vendo uma nova civilização uma nova sociedade, quem sabe dali não vai sair uma solução também a próxima nação tá se criando sabe, a gente tá vendo isso acontecer eu acho que é muito bonito parar pra pensar tá
do Rafael Pessoa, vendo eles lá. Foda, né? Pois é. Eu fico muito triste com a notícia aberta! Bom, é complicado. Mas o que eu queria dizer que o doutor Germano falou foi falaram, ah, foram encontrados casos no Paraná. Falei com o doutor Germano e ele disse o antavírus se desenvolve em locais de lavoura questões rurais. Nessa região do Paraná, é comum já se ter o antavírus. Não tem relação com o negócio do cruzeiro.
Ai, mas hoje morreu lá em Minas Gerais um senhor que também já tinha tido contato com lavoura e com antivírus antes, tá, gente? O antivírus isoladamente existe, tá? É só a questão da pandemia que não vamos a imprensa estar pegando e soltando isso aí. Então estaremos atentos, mas eu vou falar pelo doutor Germano sempre aqui. Doutor Germano, ele vai me dizer quando for a hora de alardear.
Por enquanto, no Brasil, esses casos não têm correlação. Mas, Leila, então não estamos todos em paz? Não, gente, somos seres humanos. Ninguém está em paz? Ninguém está bem? Não. Mas, por enquanto, não tem correlação, tá bom? 70 casos. Doutor Germano, o nosso Atila e a Marino. É isso.
É, mas calma, calma gente Vai piorar, né? Porque agora tá tranquilo Lembra, vocês lembram Ele vai dizer, pensa nisso não Obrigada, Fernando, é isso Uma live de 3 horas Só dizendo assim, menino, pensa nisso não Todas as respostas serão elas Quanto mais a gente pensar, mais energia negativa É, é isso
É isso, Gabriela e dias piores virão. Ai, que legal, né? Clima lá em cima. Coisa boa. Clima lá em cima. Começou com um bebê recém-nascido, evoluímos pra um barraco de loja e agora temos uma pandemia em curso. A gente termina no arquipélago. É isso.
Olha que horas são. São as horas de cobrar o patrono da educação brasileira, porque esse homem prometeu consciência crítica, prometeu libertação pelo saber, prometeu que o conhecimento ia transformar o povo. Gente, é tanta coisa que eu leio de Iá, que eu vi o I e o A, eu ia falar Iá. Eu não sei mais pronunciar Iá, né? O verbo I. Ok. Virou Iá. E o que chegou na nossa caixa de e-mail foi bem diferente.
Um acervo rico, detalhado e constrangedor de gente que estudou, viveu, acumulou experiência e mesmo assim foi passada pra trás de um jeito que dói de ouvir. Bem-vindos ao Paulo Freire, você prometeu e lembrando, todos os nomes verdadeiros foram trocados por famosos e celebridades que não tem absolutamente nada a ver com o que vai ser contado aqui. A gente protege os fracos, inclusive você e sobretudo a gente. Ninguém é mais fraco do que eu e você.
Tirou os ouvintes de fraco. E se você também tem uma história guardada, uma mágoa não processada, um golpe que você ainda não contou pra ninguém, porque você tem vergonha até de lembrar, esse é o seu espaço. Manda pro contato arroba de tempodcast.com, troca os nomes reais pelos de qualquer celebridade, até nome de vírus tá valendo, que vier na sua cabeça. Já pensou, amiga, se a gente faz um episódio sobre doença e só usa o nome de doença? Aí a diarreia... Seria legal.
Aí a diarreia falou pro Antavírus. O Antavírus chamou o Corona pra sair. Não, amei. Vamos fazer. Vamos fazer, vamos fazer. Pra atrair. Coisa boa. Bom, troca os nomes de reais pelos de qualquer celebridade que vier na sua cabeça e deixa a gente transformar o seu vexame em edificação. Porque aqui a gente não julga... Novelinha das doenças. A gente só ora, comenta e repassa pro grupo se edificar com seu vacilo.
Que foi? Caralho. Ah, a Renata falou em novelinha das doenças. E automaticamente vem a música, o tema assim, taram, na minha cabeça da novelinha. Que ótimo. Sonho do oprimido Babu Santana. Olha. Oi, Leila, é Glaudemias. Não sou, não. Não sou, ele é um, é só. Revelação, revelação. Aqui é o mesmo. Leila Germano.
Não era ninguém menos do que Glaudemias. É, tá esse tempo todo falando sozinha. Me programou. Sim. Numa IA. Criou um Instagram e outras redes sociais. Por isso que ela tá cansada. Sim, são duas vidas. É. Aqui não tá nada bem, como já era de se esperar. E aí? Também não. Tamo aqui esperando a próxima pandemia. Eu sempre... Ih, rapaz, e eu vou estar na Europa quando isso estourar. Olha só. Mas é um problema pra Leila do futuro. Vive la France! É.
Sim, amigo. E, sei lá, de tempos em tempos nasce uma pública. É, e eu posso ser a correspondente da Globo News? É isso. Eu vou olhar sempre pelo lado bom. Eu sempre quis contar essa partilha e agora que eu sou pagão, eu espero que vocês leiam, porque o Paulo Freire prometeu muito, mas não cumpriu porque eu fui burro, viu? Meu nome é Babu Santana, do BBB20.
E assim como a Leila, sou publicitário, ator e trabalhava em uma agência produtora de atores aqui na minha cidade. A produtora Big Brother Brasil. Vou trocar os nomes pra ex-BBBs para aproveitar o hype do BBB24. Nossa, você é bem velho. Tadinho. BBB24 era o quê? Era o do Davi Brito, né? É o do Davi Brito? É. É o do Davi Brito. Acho que sim. Acho que sim. É, sim. Não, mas você é o quê, sua profissão?
Como diretor de arte, ator, vocês devem saber que nessa área é muito comum que a gente faça trabalhos por fora para complementar a renda. Diga-se de passagem, mais da metade da minha renda vem disso. E por isso eu sempre vendi meu trabalho como frila também. Quando comecei a trabalhar na Big Brother Brasil, um lugar muito gostoso, com clima muito bom e pessoas legais, lá não tinham aqueles abusos comuns de produtoras de trabalhar até mais tarde e no final do dia ganhar uma...
pizza e cerveja. É realmente um lugar muito legal pra trabalhar. Mas graças a Deus saí e agora estou numa produtora da cidade grande e sou 100% home office. Pare de humilhar a gente! Na nossa área, quando vendemos o trabalho por fora, é muito comum que o cliente precise de alguém que faça as campanhas nas redes sociais comerciais de TV. Não tem pontuação. Realmente você é diretor de arte. Você não é redator. Não tem uma vírgula aqui.
Vamos de Saramaguinhos. Ele tá no home office, menino. Quem fica em casa não estuda mais. Comerciar de TV e isso é uma coisa que eu faço, porém não é a minha área preferida da vida. Faço e gosto, mas atuar tem meu coração. Ponto. Na Big conheci uma garota, a Paula Von Sperling, do BBB19. Já sabemos pra onde vai isso aqui. Puta merda.
E ela tinha uma energia muito boa, de que conversa com todo mundo e tal. E ela era gestora de tráfego, atriz de comerciais e falei, putz, isso complementa muito o meu trabalho. Vou chamar ela para trabalhar comigo nos Freelance. Pois bem, eu estava com dois clientes fixos e confiei 100% nela. Abrimos um CNPJ, conta no banco e ela contratou um contador. Decidimos ficar dois meses sem tirar dinheiro da empresa para poder investir em marketing na empresa. Não entendi, ficaram dois meses sem tirar dinheiro para poder investir?
Sim, todo investimento. Então tiraram dinheiro, caralho. É, todo dinheiro foi pro máximo. Mas eu já quero aqui apontar o Paulo Freirismo que vem pela frente, que é ele quis abrir sociedade com a pessoa que ele acabou de conhecer. É muita ansiedade, né? Sim.
Ah, eu conheci a mina na balada e abri um CNPJ com ela. É, a gente vai abrir uma sociedade aí. Sim, muito legal. Você é muito inteligente. Com certeza estamos já vendo daqui. Depois de uns dois meses trabalhando juntos, eu percebi que Paula Von Sperling, do BBB19, não era tão boa assim no serviço dela. Descobri vários erros em campanhas e descobri também que ela não me passava trabalho para fazer e atrasava a entrega para as empresas.
uma empresa me chamou para conversar sobre as demandas e eu fiquei chocado pelo tanto de coisa que a gente estava devendo e eu nem sabia. Inclusive, essa empresa dispensou nossos serviços. Mas, por sorte, eu consegui segurar para mim. E, modéstia à parte, eu faria sozinha um trabalho sensacional. Decidi terminar a sociedade antes que fosse tarde demais. Mentir, falando que a minha área era mais a questão das artes e eu não queria mais vender os serviços juntos. Por sorte, só tínhamos dois clientes fixos.
clientes que já eram meus, antes de eu dividir com a Paula Sperling do BBB29. Dava uma grana até que boa os dois, mas para evitar maiores desavenças, eu deixei uma das empresas para ela e ela contratou uma moça que trabalhava com a gente para fazer as artes dessa empresa, a Mariana do BBB6. Em menos de um mês, a empresa que ficou com ela cancelou porque ela não trazia resultado. Eu perdi um cliente meu por incompetência dela, porque provavelmente ele não me contratou mais por isso.
Estou um pouco revoltado, eu acho. Meu Deus. Perdi um cliente meu por incompetência dela. A incompetência também é sua. Quando eu falei de dividir o dinheiro, mais de dois mil reais, já que a gente não tinha gastado nada, ela disse que o contador estava segurando o dinheiro e que só... O contador segurando o dinheiro? O contador nem pode fazer. Contador segurando o dinheiro? É.
Se eu fosse com a mão, assim. Ele tava contando. Primeiro, amigo, que o contador não é financeiro, né? O contador não é o seu gestor financeiro. Segundo que o contador... Não, não tem segundo, não. Ele não cuida do dinheiro. Ele não cuida do dinheiro. Ele cuida das suas burocracias de dinheiro, de entrada e saída. Que envolvem dinheiro, mas não necessariamente. Mas ele não vai decidir não te dar seu dinheiro, patrão. Eu não vou te dar, não, patrão.
Eu estou segurando o dinheiro. Tá. Entendi, não. Que o contador estava segurando o dinheiro e que só liberaria dali um mês. Eu sei que eu fui idiota e que contador nenhum segura dinheiro, mas eu decidi fingir que acreditava. Tá vendo? A culpa da incompetência não é essa dela, é sua também.
passado um mês eu fui falar com ela e ela disse que ainda não tinha sido liberado o dinheiro e eu estava puto já discutimos por whatsapp e eu decidi que não ia brigar por pouco dinheiro e dei um desconto pra ela, não, você não deu um desconto, é igual aquela pessoa que diz assim eu não quis ficar com ele depois que o cara te deu um ghost, você não quis não ficar com ele, você levou um ghost e no seu caso aqui Babu Santana, você não decidiu dar um desconto, porque você estava em curso de calote, você estava tomando um golpe E aí
Amigo, eu vou fazer isso então, vou dizer isso também. É uma forma de nunca sair por baixo, né? Eu amei. É. Eu não tomei um golpe, eu dei um desconto. Aham. Eu deixei pra lá. É isso. Eu sou generosa. Eu não fui assaltado, eu cedi o que não me cabia mais. Lindo isso. Eu sou desapegada, é lindo, é lindo.
Já que ela inventou que agora o contador estava querendo cobrar pelos serviços. Eu sou do time que evita briga porque é melhor evitar fadiga. Pedi o número do aspas contador e ela não quis me passar de jeito nenhum, já que ele não existe. A Mariana, do BBB6, que ela contratou, também não recebeu a grana dela. Eu tenho certeza de que ela gastou o dinheiro e não tinha como me pagar e nem pagar a moça. Eu a cobrava semana sim, semana também, e ela sempre ficava dando a mesma desculpa.
Nossa, tem gente que realmente mete mesmo as cara, né? Eu tenho muita inveja de quem tem tanta coragem assim, sabe? Consegue ter um sonho, desista, persista. Enganar. Eu admiro, na verdade. Eu queria ser assim também. Eu queria ser assim. Porque todo enganador, ele sai por cima. Ele consegue o que ele quer.
É muito triste a gente ter crescido aprendendo que ser como essa mulher é errado, né? E na verdade, eu acho que ensinar que o enganador é errado é uma forma de manter poucos enganadores e muitos idiotas, como eu, você, o nosso ouvinte.
Uai, Longhi, eu não levei um soco. Minha cara bateu no punho dele. É isso. E se quiser, tem mais. Já pensou? Todos na Big Brother ficaram chocados quando eu contei a história. Um dia, nós funcionários nos unimos e fizemos um estardalhaço na empresa. Contamos tudo pro patrão Boninho.
Além do que contávamos pra ele, que a gente via que o trabalho dela não era bom, e ele contou pra gente várias coisas. Inclusive, já estava nos planos mandar ela embora, porque ela era super arrogante e chegou a falar diversas vezes que era insubstituível e que ninguém na cidade fazia o que ela fazia.
Eu também acho. Golpista é pouco achar golpista bom aí. Conversamos lá e descobrimos que vários clientes estavam cancelando porque ela era grossa, não explicava direito as coisas e ainda não trazia resultado nenhum para ninguém. Aquele dia foi louco. Foi um dia que todo mundo saiu de alma lavada da empresa depois de armar a demissão dela, já que tínhamos combinado diálogos para trazer este assunto à tona. Obviamente, ela não estava na empresa na hora.
Depois disso, Paula Von Sperling, do BBB19, começou a deixar o clima da empresa pesado. Ninguém ficava confortável do lado dela. Não, amigo, calma, tá floreando muito. A menina saiu de casa, amarrou o tênis dela, o cadastro disse assim, hoje eu vou deixar o clima pesado. Vocês não estavam aguentando o peso de ver a pessoa que fez todo mundo idiota? Vocês não estavam aguentando o peso de vocês serem idiotas?
Ela não tinha culpa nenhuma. Pois é. Olha essa frase na sequência do pesado, ó. Ninguém ficava confortável do lado dela. E é culpa...
É, porque ela é um espelho que mostra como vocês são espíritos. É, exato. Obrigada, amigo. Você tá afiadíssimo. Eu tô amargo. Estava um clima bem ruim. Já tô fazendo a voz do inimigo aqui. Estava um clima bem ruim. Talvez ela estava se sentindo que ninguém ali era mais fã dela.
Será que ela não tava simplesmente ligando pra vocês? Ela tava trabalhando. Será que vocês não tão criando na cabecinha? Ai, ninguém ficava confortável dela. E aí, por isso ela vai, sei lá, se enforcar na comida na casa. Ela não vai, gente. Ela não vai. Ela sabe o que ela fez. Ela é adulta. Ela é golpista. Ela sabe. Ela sabe.
É, mas aquelas pessoas avisando pra uma pessoa gorda que a pessoa gorda é gorda. É. Ela sabe. É uns papos assim de, ah, mas pelo menos eu tô com a consciência limpa. Foda-se! Consciência limpa e conta vazia. É, do que adianta, né?
Ana Flávia, vocês desconfortáveis e ela se mimando com o dinheiro de vocês. É isso. Fica aí, desconfortável. Estava um clima bem ruim. Talvez ela estava se sentindo que ninguém ali era muito fã dela mais. Até que, enfim, ela foi mandada embora e estava impossível encontrar alguém para substituir. Tem um déficit muito grande da área aqui na cidade. Golpista? Pois é. Passei uns dias pensando e me ofereci para a vaga.
Olha aí. Veio aí. O recado era recado. Ela é golpista? Ou você tinha inveja dela? Ela era pesada? Ou você queria a cadeira dela? Ou seu talento era leve demais?
tão leve que nem dá pra ver às vezes é isso mas isso aqui você mandou em 2024 se você ainda for pagã, nós retiramos tudo que nós falamos ela é uma vaca se você for pagão, nossa, erradíssima golpista tem que ir preso e ela é no diavas fala von Spelling
dizia assim, não traga ela aqui na minha casa não, ela é golpista. Negociei o novo salário e acabou que fiquei com o emprego da caloteira e ainda ganhava bem mais que ela, até dar dois meses e eu sair da empresa, haha. Sobre o dinheiro, eu aceitei que não ia receber mais, ela foi mandada embora do Big e eu provavelmente não vou ver nunca mais. Mesmo assim, continuava cobrando semana sim, semana também, e inclusive cogitei processá-la. A Mariana do BBB6, essa eu tô com pena.
que ela contratou foi paga em duas vezes. Acredito eu que porque com ela não tinha como jogar nas costas desse contador. No final eu não recebi nada e desisti de tudo. E essa é a história. Ela tem uma cara de pau sem tamanho e eu um idiotice enorme. Concordo.
Concordo. Aqui você foi lúcido, né? Paulo, de novo, volta. Paulo Freire, volta, descansa. Você contribuiu muito pra educação, essa pessoa que não soube aproveitar os acessos. Tem acessos, essa pessoa escolheu pegar uma aleatória como sócia, tá reclamando que tomou golpe, quando, na verdade, a gente sabe que desde o começo ele queria queimá-la na empresa para pegar a vaga dela. Essa é a verdade.
É aquilo, né? Você vai na padaria pão com merda e reclama que o pão tem gosto de merda. Meu filho, sabe? Colocou a cara na chuva, é pra se molhar. E você foi mais incompetente que ela. Você durou só dois meses, ela passou mais tempo. É verdade. Esse aumento de salário... Realmente ela é insubstituível mesmo, né? Ela é insubstituível. Porque pelo jeito você não rolou. É isso. Então vamos com a raça do nosso apoiador.
É apoiador? Não sei. Você ainda é apoiador? Se você for apoiador, você está coberto de razão. Você está sob o manto de Nossa Senhora da Razão. Sim, sim, sim. E ela é uma golpista mesmo. Tinha que rodar. Uma pena que ela não te pagou. E eu sei que você pegar uma pessoa aleatória como sócia é um salto e para ser empreendedor tem que ter coragem. E você é corajoso. Grandes mentes veem grandes oportunidades. Sim, sim, sim.
Tem coisa melhor do que uma pausa no seu dia para apreciar um café? Passe no Pão de Açúcar mais próximo. Ou acesse o app e descubra uma seleção de aromas, origens e sabores especiais. Tudo de café do clássico ao importado está no Pão.
Meu desejo é ter apoio quando os desafios da maternidade começam a aparecer. Nestlé Materna está com você. Desde o planejamento, apoiando o preparo do corpo para a gestação. Durante a gravidez, ajudando no alívio de náuseas e no funcionamento do intestino. E quando o bebê chegar, segue com você. Apoiando para uma amamentação mais confortável e tranquila. Garantindo que você tenha as vitaminas e os nutrientes necessários para cada desafio. Nestlé Materna. Com você, do seu jeito.
Partilha dos hostes. Eu vou contar então, Jéssica, realmente, eu não vou contar aquela proibidona. Você vai ter que passar pra um próximo programa. Leila, como assim? Mas qual é, afinal, essa proibida? Muito jurídico. Mas os pagãos já sabem porque eles são pagãos. Mas eu vou contar uma outra. Vamos lá. Emily in Paris.
Emily Paris trabalhava na Savoar, uma agência muito famosa. Na Savoar, Emily Paris trabalhava com Zoe Saldanha, que era linda, mas tinha muito complexo porque não era padrão, mas era linda. Zoe Saldanha era azul, tinha 3 metros de altura e tinha um rabo, né? Então ela achava que, ah, eu sou um azul, tenho um rabo e 3 metros de altura, ninguém vai me querer. Mas Emily Paris sempre falava assim, ei! Você tem sangue de Maria bonita!
Olha o mulherão que você é, caralho. Você é gata. Zoe Saldanha e Avatar. Porra, olha pra você. Mulher linda. Mulher não, Avatar lindo. E aí Zoe Saldanha ficava, ai, não sei, sei lá. Enfim, teve uma festa pra lançar os perfumes Pierre Cador. Pierre Cador é um grife da marca Pierre Cador.
Emily ia pra festa do seu cliente, Pierre Cadot. Emily, por mais que seja uma pessoa que gosta muito de Zoe Saldanha de Avatar, Emily falou assim, eu não vou chamar a Zoe Saldanha não, porque ela pesa o clima. Ela faz tudo ser sobre um sofrimento. Tudo é sobre muito sofrimento. E existe o sofrimento. Emily sabe do sofrimento. Mas nem toda ocasião tem que ser sobre o sofrimento.
Mas existe vida além do sofrimento? Existe. E era uma festa. Era a festa do cliente dela. E ela queria ficar pra cima. Pois bem. Na fila da festa. Sabe aquele momento da filhinha da festa que tem uma hostess vendo o nome de cada um? Chega Emily in Paris. E lá ela encontra quem? Três amigos. O primeiro, eu vou pegar nomes aleatórios. Emmanuel Macron. Emmanuel Macron estava lá. E estavam duas amigas bem padrãs. Gisele Bündchen. E Flávia Alessandra.
e Flávia Alessandra. Então, Emily chegou. E aí, Gisele Bündchen, Flávia Alessandra, Emmanuel Macron, tudo bem com vocês? E aí, eles falaram, tudo massa, vai ser um sucesso, hein, Emily Impérez. Realmente, você brilhou no seu trabalho de perfume aqui, do lançamento do perfume. E Emily, toda empolgada, ah, eu tô muito feliz, vai ser muito especial pra mim, porque é a minha primeira festa que eu organizei para o meu cliente. E aí, eis que Gisele Bündchen fala, ai!
Não entra agora não, Emily, que a gente tá esperando aqui a Zoe Saldanha do Avatar. Aí a Emily falou, putz, sério? Quem chamou? E aí a Gisele, eu chamei. Não era pra chamar? Aí a Emily pensou assim, ah, tudo bem, vai. Ah, sim, claro, pode sim. É que não era do núcleo do perfume, ela não trabalhava com esse cliente, aí eu achei que ela não viria mais legal que ela veio. Chegou a nossa querida Avatar Zoe Saldanha, e aí todos falaram, ah, que legal que você veio, e subiram.
As escadarias do grande Teatro Royale de Versalhes. Tá. Vocês estão comigo, né? Estamos, estamos. Estão comigo aqui. Eis que chegaram todos lá no Palácio de Versalhes, amigo. E aí teriam baile. E baile você sabe como é. Baile bem Bridgerton, que tem a hora dos casais dançarem. Amigo, tinha uma fila...
pra dançar no baile, tava gigante. E Emily ia dançar com Emmanuel Macron. Gisele Bündchen, lésbica, ia dançar com sua parceira, Flávia Alessandra, tá? Emily ia dançar com Macron, amigos, mas iam dançar juntos. Flávia Alessandra e Gisele eram um casal aberto e iam dançar juntos. Tinha uma fila. E Zoé Saldanha de Avatar não tinha acompanhante, porque ela não sabia da programação que ia ter um baile de dois em dois em dois.
E aí a Zoe começou a pesar, gente. Ela começou a falar assim. Começou a chorar. E falar, ninguém dança comigo. Só porque eu sou um avatar azul de 3 metros e tenho rabo. Só porque eu não tenho maquinagem de silicone. E aí todo mundo, caralho, você é a fucking Zoe Saldanha. Você é gata pra caralho. Se enxerga. Aí, cara, ela começou.
A chorar. Amiga, você nunca tá bem. É isso. Vai se tratar, garoto. Não, aí ela, meu Deus. Aí começou a chorar real. E começou a beber muito desde a fila da dança. E assim, a gente falando, pega uma pessoa aleatória pra dançar o baile com você. E aí ela...
Ninguém me chamou. E começou a amiga a chorar muito. As padrões, Flávia Alessandra e Gisele Bündchen, se beijaram. Chegou a hora delas dançarem. Elas estavam na nossa frente. Dançaram, arrebentaram no baile. Aí falaram assim, Amor, agora vamos beijar outras bocas. Uhul!
e saíram viver suas vidas de relacionamento aberto lá, beijar bocas e tudo certo. Emily e seu amigo Emmanuel Macron foram checar a fila da vez deles dançarem, amigo. Faltava 120 casais. 120 casais, porque estava muito lotado o Palácio de Versailles.
Então restou ficar ali esperando na fila, enquanto a nossa amiga Avatar estava chorando muito. Só que Macron e Emily estavam irredutíveis. Macron e Emily tinham ido pra dançar. Tinham ido pra dar o nome dançando ali naquele baile. E a dança, Emily disse que era I want it that way de Backstreet Boys, porque tinha toda a coreografia. Um clássico.
E nisso, enquanto esperava Macro e Emily, Zoes Saldanha manguaçando pra caralho. Bebendo atrás de bebendo. Muito líquido, muito álcool, cachaça atrás de cachaça. Mandando bala, Jona. E quanto mais bebia, Zoes Saldanha mais ficava depressiva. Meu Deus.
E Zoe Saldanha começou a se problematizar em partes do corpo. Cada vez mais. Era assim. A minha barriga é muito feia. O meu corpo é feio. Aí começou a dar uns militada errada. Porque o meu corpo é um ato de resistência.
Assuma seu corpão. Gorda, magra e média não precisa ser padrão. Existem poucas mulheres azuis de 3 metros e tranças e rabo. Ela tem um ponto. Que acende ainda. Porque eu sou um avatar. Porque eu sou uma pessoa com rabo. Porque eu sou azul. Porque eu sou resistência. E Macron e Emily já estavam assim. Com certeza, com certeza você é resistência. Do nada da resistência, a pessoa transitou da resistência e começou a chorar os berros.
Ninguém quer me beijar Porque eu sou um avatar azul Ninguém gosta de mim E aí a vontade era a Emily falar assim Não, ninguém quer lhe beijar Porque você está empregada Você está toda cagada Toda suja Toda suja
E o Macron, assim, o que a gente faz, hein, Emily? E a Emily, assim, não sei. Do nada, começou a chorar e abraçar Macron e Emily e falar assim, eu amo vocês, porque vocês cuidam de mim. E depois começou a chorar. Foi um alternar de moods e nada da hora da dança. Essa dança pareceu eterna.
E aí, uma hora, a Emily falou assim, Macrão, fica aqui com ela, por favor. Eu vou dar uma voltinha. Porque o Palácio de Versalhes é muito grande, tinha muitos andares. E a Emily falou, tu fica com ela. Que ela tava... Amigo, Zoe Saldanha estava... Embriagada. Não, já não estava mais no plano material. Era outra coisa se apossando daquele corpo.
É a árvore lá que os avatados ficam em trânsito. Sabe quando a pessoa tá já prostrando assim, quase caindo no chão e só tem que ter um amigo segurando? Estava assim. E aí Emily falou, tu fica aqui, Macron, que eu vou... Tava só o Grut. Que fica aqui, Macron, que eu vou dar uma voltinha. E aí quando eu voltar, eu fico com ela e tu dá uma voltinha. Então foram grandes amigos.
De segurar ali a dignidade dela. Aí, Emily foi. Emily voltou. O Macron tava com ela chorando no ombro dele. Aí, a Emily, assim, eu só queria dançar Backstreet Boys. Aí, a Emily falou assim, vai lá. Vai lá, amigo. Vai lá. Exato, Rebeca. Um grande rodízimo. Vai lá. Eu fico com ela. E aí, no que Emily ficou com ela, ela começou a chorar e, de novo, falou assim... E aí, eu fico com ela assim.
Meu corpo é resistência. E começou a militar cada vez mais errado. Falando que o seu corpo era resistência. Que é a solidão da mulher avatar. E não tinha nada a ver com isso. Era realmente uma pessoa que estava caindo de bêbada. E como avisar? E aí a Emily falava. Amiga, você está caindo de bêbada. Você precisa beber água. Beba água. E começou. Beba água. E começou a grande campanha de beber água. Não beba água.
Foi. Foi uma grande campanha de por favor, beba água, se recomponha, por favor, por mim, por mim. E aí, a Avatar falou, Emily, eu sou horrível. E ela tava muito bonita, ela tava linda. E a Emily virou ela no espelho e falou assim, olha pra esse espelho aqui. Eu tô vendo uma mulher incrível. Três metros de mulher. Avatarzão. Gata. É Zoe Saldanha, caralho. A Zoe Saldanha é gata pra cacete, porra. É verdade.
Olha pra mim, eu sou apenas a Emily Pérez. Olha a Emily Pérez do lado da Zoe fucking Saldanha, porra. Agora beba água e se recomponha que você não tá mais falando nada com nada. E aí ela agradeceu, abraçou a Emily em Pérez, disse muito obrigada, você é um grande amigo. Começou a chorar, engatou no braço da Emily assim e ficou assim apertando aí.
Eu não vou sair daqui. Você é minha melhor amiga. E nem eram. Lembrando, trabalhavam juntas e eram de departamentos diferentes. Amigo. Emily falou assim. Agora que você bebeu um pouco d'água. Você tá mais calma? Tava mais calma a zoia. Ela falou. Agora você vai se levantar. Vai passear. Emily querendo se livrar, né? Vai passear. São 500 quilômetros de Palácio de Versailles.
Você vai ver coisa, você não vai beber mais, já bebeu o suficiente. Vai ver pessoas, vai beijar na boca e vai ser incrível. Você vai beijar na boca hoje, tá bom? Aí a Zoe se empoderou e disse, tá bom. É isso, amiga. A Zoe já estava melhorzinha. Já tinha vomitado. Tinha bebido água. Tinha bebido água, já estava melhorzinha. E falou, tá bom, amiga, é isso que eu vou fazer. Aí a Emily, vai lá!
Beijo na boca. Isso mesmo. Arrasa. Você é linda. Vai lá. Foi. 20 minutos depois... Já tava o Macron ali. Voltou o Macron. Ficou do lado esperando a One Dead Way. 20 minutos depois chega a Zoe Saldanha chorando. Ninguém quis me beijar não. E a Emily ficou vale meu Deus e agora?
Ninguém quis. As pessoas que eu tentava me empurravam. Não queriam isso aqui. Aí a Emily falou. Pra melhorar a situação. Ah, mas é isso mesmo. Hoje em dia a pista tá salgada. É. Muito difícil realmente ter um homem. Um homem pra um mulherão desse. Realmente.
e Emily falou genuinamente assim realmente o povo hoje só sai pros palácios e pros bailes só pra beber ninguém mais fica com ninguém e virou uma piadinha entre eles ali três e ela já tava exato quem casou casou, é isso fica aqui com a gente, vamos só no baile o Macron dança comigo e contigo falamos isso, Emily tinha acabado de falar essa frase, lá vem as duas padrã beijamos
pra caralho! Beijamos horrores, né, amor? Aí outra, é, amor? Juntas aí. Eu beijei 30, é outra. Eu beijei 15, porque eu sou mais tímida. Ah, ah, ah, ah, ah!
Ai, a Zoe Saldanha chorou pra caralho. As outras não sabiam, Samuel. Tô falando aqui, as outras não ajudam. As outras simplesmente não sabiam disso tudo. Elas estavam só vivendo, né? Estavam lá, vivendo. Ai, Zoe começou a chorar de novo. E dizendo, sou eu, o problema sou eu. Enfim. Sim. Neste momento, o Emily segurou nos ombros de Zoe e falou assim, cala a boca.
chega, já chega, tá se passando tá se passando, beba mais água e tá, chegou o momento de dançar, I want it that way coreografia do baile Bridgerton já estava tinindo ensaiadinha, Macron e Emily foram finalmente pro centro do baile da roda dançar Zoe Saldanha chega caindo de trêbada e fala
Como vocês estão dançando com tanta gente passando fome na faixa de Gaza? Eu não estou brincando. A pessoa falou. Eu vi uma pessoa passando fome no Twitter e falando chorando, tá, gente? Tirou Emily e Macron da vibe boa que esperaram 120 pessoas.
Com o celular esfregando na cara dos dois. Falando assim. Posta agora, Emily. Você é influenciadora. Macron, você também é influenciador. Posta agora. Macron e Emily. Vocês são famosos na internet. Eu quero que vocês falem. Estou obrigando vocês a falarem sobre a faixa de gás agora. Vocês estão dançando. E deu um escândalo. É.
Amigo, é isso. Eu sei que terminou nessa situação do posto agora sobre a faixa de gás agora. Tem gente morrendo. Naquela energia, o time nessa situação e o cara almoçando. Já viu esse meme? Enfim, gente, foi isso que aconteceu em meados do século XIX. Com Emily in Paris, Emmanuel Macron, as duas padrões de Lisele Bündchen e Flávia Alessandra, que só queriam ser felizes. E Zoe Saldanha, que cismou, cismou contra si mesma naquela noite.
Gente, eu tenho uma teoria, eu na verdade tenho um trato comigo mesmo, que é o seguinte. Se não der certo no amor, vira monge, sabe? Amigo, ela é uma mulherão.
Mas é melhor virar monge do que ficar uma noite inteira perturbando seus amigos que querem dançar no baile de Versalhes. Porque você não beijou na boca. Gente. Eu viro monge, gente. Eu rapo meu cabelo. De repente a castidade virou uma devoção. E é isso. E acabou. A energia vai pra onde? Vai pro trabalho. Vou ajudar pessoas. Alguma coisa assim. Mas eu não vou atrapalhar ninguém.
perguntaram aqui o que aconteceu depois disso, se Macron e Emily dançaram. Foi na hora da dança. Emily ficou injuriada, que foi na hora da... Emily aguentou tudo só pra dançar sua dancinha. Foi na hora da dança, gente. No meio da dança, ela chegou com tudo, com o celular mostrando a faixa de Gaza. E falando, posta agora! Você é influenciadora! Você também, Macron! Que absurdo! Vocês influenciadores de esquerda! É complicado! Dançando! É complicado!
Emily dançou? Não, gente. Você vai postar. Mas a Emily não dançou, mas a Emily também foi pela última vez, segurou nos ombros assim, falou assim, para, chega. E falou a seguinte frase, eu só queria dançar Backstreet Boys, porra. E tem outra coisa, né? Mais fácil mentir pros amigos dizendo que foi lá e ficou com milhões e voltar e chorar em casa. Chora em casa, é mais fácil. Meu Deus, que perturbação.
Emily falou sincera Você tá se passando Chega Pra mim acabou Coisa chata Se passou E aí ela entendeu Aí ela falou Desculpa Começou a chorar Aí Emily falou Não, tá tudo bem Não, que isso É, não Emily chamou o Uber A carruagem Pagou a carruagem pra ela E pagou a sua própria E foi-se embora Irritadíssimo A Flávia já fez um adendo aqui Eu como lésbica Não beijava ela
Mas nenhuma lésbica realmente quis beijar também. É isso, gente. Vamos ver a questão do budismo? É legal, é legal. Eu tô falando, tem muita coisa legal. Gente, agora só pros pagãos, Jéssica. Gostasse, amigo? Linda mensagem? Detestei, eu tô com ódio.
Eu tô com ódio, eu tô com ódio, mas uma ótima história. Mas me deu raiva daqui, da minha casa, que nem tava. É, Emily realmente passa por muitas coisas. Gente, não queiram que as pessoas tenham pena de você. Às vezes as pessoas só querem dançar. É, e ser coitado não é legal, não é legal. Você pode ser muitas coisas, menos coitado. Ou coitado, ou coitade.
Guilherme aqui imagina ela semi chorando na pista com os olhos inchados tentando beijar alguém. Foi isso. Só que caindo em cima das pessoas. E vomitada. Ó, com a frase de Vitória, ficaria com o feio, mas não com o coitado. A gente segue pro fofolo. Vamos de fofolo.
Eu tenho aqui duas indicações maravilhosas que eu achei que ele não iria conseguir para esse episódio de hoje, mas consegui. A primeira é o arroba lump, L-U-M-P underline C-W-B que é um cara de Curitiba, se não me engano.
Que ele tem um hiperfoco em luminárias públicas. Legal. E aí ele tem várias luminárias em casa. Ele, inclusive, deu uma viralizada. Sinto que ele deu uma viralizada por agora. Então, quando esse episódio sair... Deu, amiga, ele tá muito famoso. E assim, as pessoas viralizaram porque, sei lá, é curioso. Ou então, porque estavam zoando. Mas, gente, o conteúdo dele é muito bom.
do ponto de vista histórico, ele conta a história daquela luminária, como ela foi utilizada no contexto urbano, assim, é muito legal. É engraçado ver uma luminária do tamanho de um cachorro na casa? É, é engraçado. Parece o cenário da TV Cultura? Parece, mas assim, o conteúdo dele é muito legal. Eu tava vendo um hoje e aí o nome de luminária, não me pergunte, que é tudo LW4, sei lá o que, sei lá o que.
Que ele tava contando, que foi utilizada quando estavam fazendo projetos urbanos de modernização de Curitiba. Então, assim, o cara, além de tudo, ele traz uma pegada histórica bem legal. Sim. Gostei muito do conteúdo dele, tá? E é ao mesmo tempo curioso. Exato. O Tiago tá falando energia de busólogo. Você sabe o que é busólogo, amigo? Sim. E eu queria muito ser um busólogo. Você é um busólogo. Não, mas você é um busólogo de intermunicipais.
Então, eu tenho essa dúvida. Eu sou um busólogo ou eu sou uma pessoa que está utilizando ônibus? Porque eu entendo que busólogos não são só quem utilizam, mas assim, quem, sei lá, tem um amor, tem uma paixão. E eu não amo tanto assim. Ah, então tá bom. É que você sempre falava das estampas, dos bancos. Você tem uma curadoria? É, mas assim, eu tô fazendo aquilo porque eu amo ou porque eu tô em cativeiro? Tem uma diferença, percebe? Tem, tem mesmo. E aí é que eu tô tentando decifrar ainda, mas eu amo os busólogos.
E como os busólogos levam a sério, inclusive eu andei sabendo que tem preconceito dos busólogos mais antigos com os mais novos, porque eles não têm muita paciência pra quem tá... O Chico Barney, inclusive, que fez essa entrevista, né? Não sei se você já chegou a ver. Não. Por favor, assiste o Chico Barney, entrevista busólogos.
Ai, Chico, eu te amo. Eu também te amo, Chico. E a segunda, amiga, essa sim, é uma indicação daquele nível de curadoria, de cultura, subcultura, underground que a gente gosta, que é a Arroba, e aí também nova influência que tem tudo pra bombar, né? Não tem nem 10K ainda, mas eu acho que depois desse episódio tem que bater, que é a Arroba Graciette 200, tá? Ela é uma influência do segmento fitness, ela faz, assim...
execuções de treinos. Mentira! Ela seria minha próxima semana! Ah, não vai ser mais! Que ódio! Ela faz execuções maravilhosas.
De flexões. De, sei lá, de qualquer tipo de exercício. Ela vai ter o jeitinho dela de fazer. Droga. É maravilhoso. Extremamente ergonômico. E ao mesmo tempo, ela divide a conta dela com exercícios. E vídeos dela hoje no Dia das Mães. A gente tá gravando no Dia das Mães. Então ela faz o conteúdo dela. A maior inimiga do Cref. Isso. Não só do Cref.
Do CRM também. Também, também. Do SUS e do INSS também. Ela é incrível, ela é incrível mesmo. A cara do Galisto, ela não executa nenhum exercício corretamente. E mais do que isso, ela faz de propósito a maneira mais dolor. É, todos os exercícios dela são hiper extensões da lombar. Até quando ela tá treinando.
Até quando ela tá treinando, o bíceps, de alguma forma, tem uma hiperextensão da lombar. É maravilhoso. Eu ia usar esse, amigo, mas você foi mais rápido. Enfim, desgraciete, 200. Graciete, a gente quer muito que você bume. Eu amo o chat, totalmente em choque. Gente, a graciete é perfeita. É isso, gente. Cofito também. Gustavo, kkkkk. O que o Gustavo disse? 12 falhas até a execução. Exatamente.
Bom, gente, o meu fofollow, eu quero divulgar primeiro uma turminha que faz e coreografa parabéns e felicitações para pessoas aleatórias. Sabe a menina do peido que manda um peido aqui pra Recife? Sim. No caso, eles mandam coreografias de parabéns e felicitações para pessoas famosas.
Então o arroba é instagram.com Barra New New Dance Underline Com Tá? Eles já são famosos Eles fazem vídeos de É isso De felicitações E de Das mães Como presente Então você paga Faz uma encomenda E eles dançam Um ensaio Uma dança Pra essas pessoas Ultimamente ninguém tem pago Então eles tem feito de graça Não apenas pessoas Né amiga? É Tem também pro Goku Por exemplo Bom
Tô vendo aqui a Widowmaker do Overwatch Eles dançam Parabéns pro Goku Eles dançam pra Sabrina Carpenter Eles dançam para um Pokémon Eles dançam pra quem mais? A Liza, eles dançam Enfim, Katy Perry E também pra alguém da sua família Se você quiser pagar, eles vão dançar Uma coreografia nova de parabéns
Aí é sempre Happy Birthday. Kiss Kids. E aí começa a coreografia. É. Incrível isso, incrível. Incrível. Sigam os divos. Minha segunda indicação... Não, era ela. Era a Graciette. Mentira. Coloquei aqui, idosa fitness. Então ficou a Graciette pra gente. Grande vencedora do dia. Eu coloquei, ó. Idosa fitness com exercícios totalmente equivocados. Tá vendo?
Graciette, amamos você. Diva, tenho muito a aprender com você. E não para não. Mais do que esses professores de academia, velho. É isso, não para não. Fortalece muito essa lombar, que o futuro é seu, garoto. Sim. Muita gente fala, eu malho pela saúde, outro eu malho pela estética, outro eu malho pra poder limpar minha bunda quando eu tiver 80 anos. A Graciette não malha por nada disso. Ela não vai conseguir provavelmente limpar a bunda.
mas ela malha é a primeira pessoa que malha contra a saúde e eu acho que é importante também a gente abordar esse tipo de treino ela malha simplesmente, ela não malha por nada ela malha eu gosto muito da cara dela, eu queria muito fazer uma figurinha da Graciette quando ela tá sendo espremida assim um cara assim com zoial incrível
E chegamos ao momento mais aguardado da nossa programação, aquele em que a gente abre o confessionário e deixa o povo falar. Sim, a partilha dos ouvintes. E olha, hoje o tema é delicado, é sensível, é visual. Porque a gente pediu histórias e o...
que chegou no contato arrobaogitempodcast.com, nosso e-mail. Foi um arquivo humano de tirar o fôlego devido a tanta gente feia. Gente, a feiura inspira, a feiura movimenta relacionamentos para o bem e para o mal, dissolve amizades, gera decisões que nenhum terapeuta consegue explicar. Muita gente se apaixona por feio. Incrível!
Como sempre, todos os nomes reais foram substituídos por personalidades famosas que não têm absolutamente nada a ver com os fatos narrados, né, Glaudemias? É isso, Leila. E eu só quero reforçar que esse programa não julga a feira alheia. A gente acolhe, edifica e tira uma lição. Porque somos góspeis em Cristo.
E tamanha edificação que hoje vamos tentar achar beleza nos causos enviados pelos nossos ouvintes burros, sem repertório e sem nada de melhor pra fazer do que enviar e-mail pra gente. E sem beleza também. E por falar em e-mail, se você também tem um caos guardado sobre qualquer tema que seja, já sabe onde mandar. Contato, arroba, hoje tem podcast ponto com. Troca os nomes, preserva os envolvidos e deixa fofoca, quer dizer, a partilha fluir. Então, vamos às histórias.
A Hannah tá dizendo aqui, amigo, antes de começar, que a mãe dela morre de medo de os famosos processarem a mocinha do podcast. Até agora... Ô, meu Deus. Até agora, dona Greenhalgh, nada. Juro pra você. Nem o ministro. A bichinha. Nem o Vorcaro. Ninguém. Mas obrigado, dona Greenhalgh, pela preocupação.
Um beijo pra senhora. Reza por nós. Pra continuar, né? Vai que... Na verdade, Dona Grinhaldi, o que tá acontecendo é as pessoas mandarem, as pessoas famosas descobrirem o podcast e mandarem causos, viu? Graças a Deus! Aleluia! Graças, graças, graças, graças. Sim. Essa graça de Deus.
Blindados, né? Em Cristo. É um programa gospel. Um programa gospel é isso. É Cristo tocando. Partilha de Marilda da Grande Família. Olá, Leliglau. E quem mais possa interessar, espero que este e-mail lhes encontre bem e com bastante cabelo na cabeça. Aqui tem bastante cabelo na cabeça. Inclusive, tenho que admitir que estava cogitando cortar meu cabelo. Tô vendo, tô vendo.
Me chamo Marilda, da grande família, moro numa cidade do interior da bacia, banhada não por belos mares, mas por rebanhos de gado e monoculturas de sol. Ai, meu Deus. E é sobre esse pano de fundo que encontramos nenê. Eu e nenê estudamos juntas durante boa parte de nossa vida, e foi assim que engatamos numa amizade sincera. Nas férias, ia quase todos os dias pra casa dela, e ficávamos deitadas descobrindo os piores artistas da época, o orgulho de ser jovem e índio torano.
Nenê vivia metida com os caras bem medianos. Veja, ela era, e ainda é, uma mulher muito bonita, com seu cabelo bem penteado sobre os ombros, vestidinho midi e uma constante cara de coitada. Um sonho. Um dos primeiros namorados de Nenê foi um sujeito terrível de feio. Torto pra direita, politicamente falando, eu achei que ele realmente era uma pessoa que...
Eu também, achei que ele era em itálico. É, e com o carisma de uma chave de fêmea. Ele ainda tinha tempo de ser um babaca aqui e ali, mas isso são águas passadas. Certa manhã, eu passei mal depois de merendar um cuscuz, obrigado, IEF, e no caminho para o banheiro, acabei colocando tudo pra fora no meio do corredor, bem aos pés do dito cujo. Não intencional, mas os planos de Deus são perfeitos e misteriosos. Depois dele, Nenê passou um tempo namorando um colega da turma. Ele era Ancap.
Mas, pasmem, foi o date menos insuportável da nossa querida dona de casa. Eu sempre era a primeira a saber que neném estava de namorado novo, mesmo se ela não me contasse diretamente, porque a frequência com que nos víamos ou conversávamos caía de forma drástica. Eu me incomodava bastante no início, ficava triste por ter meu tempo com ela roubado por um homem feio, de moral duvidosa, mas com os anos parei de me importar tanto.
Com a vida adulta chegando quase 10 anos depois de nos conhecermos, nos falávamos com menos frequência ainda, mas fazíamos questão de marcar alguma coisa sempre que possível. E colocavamos o papo em dia. Nenê, em seu jeitinho meigo e sensível, era uma ótima ouvinte. E engatávamos conversas de dar inveja a Valcy Carrasco. Meu namorado e meus amigos também gostavam muito dela.
Minha família também. Romântica incurável, nossa querida matriarca começou a traçar limites e exigir certas coisas de seus companheiros com mais carinho e palavras doces. Ou seja, e ela tinha todo o meu apoio. Afinal de contas, ela merecia um bom romance pelo menos uma vez na vida.
As coisas começaram a ficar esquisitas na época do pandemônio, quando o caos mundial e o medo constante nos levavam a tomar bastante chá de bolo e suco de cevada clandestinamente pela cidade. Numa dessas ocasiões, Nenê me abordou muito sorridente e cambaleante e disse Amiga, eu acabei de beijar o homem mais lindo do mundo. Oh meu Deus, vai ser a pessoa mais feia que essa mulher que escreveu aqui pra gente já viu.
Soltei uma risada sincera lembrando dessa cena, pois o marmanjo tinha a mesma cara de todos os estudantes de engenharia civil da cidade. Depois de um tempo, os dois começaram a namorar, mas não deu certo, porque como esperado, o coitado não tinha carisma algum e não conseguia chegar aos pés de uma mulher romântica como o Nenê. Ela me disse que lhe deu várias chances, deixou claro o que ele esperava num relacionamento, mas ele não mudava mesmo e ainda era um babaca. Sendo assim, Nenê tomou a única medida possível diante de uma situação dessas.
traiu ele com um careca ainda pior. É aqui que o primeiro livro acaba e o segundo começa. Nenê começou a namorar essa ferramenta de traição careca, vamos chamá-lo de Paulo Cogos. Sabia! Eu sabia! Paulo Cogos é um advogado, caps lock aí no gado, recém-formado, beirando-o aos 30 anos, que ainda mora na casa dos pais. Nunca gostei dele, mas antes desse nunca, já demos match no Tinder. E ele me convidou pra ir na casa dele. O cara tinha uma lista de opções de date salva que me encaminhou pelo WhatsApp e eu achei tendência na era.
Na época ele tinha cabelo, mas ainda assim esse rolê não deu em nada. Nunca saímos e nunca ficamos. Eu só perdi o interesse. Acontece que pouco menos de um ano depois, fiquei sabendo por terceiros que durante as calls naquela rede do capeta que Gameuza, ele espalhava que eu era uma vadia e que tinha dado pra ele. Gente, o Discord, olha, o Discord. Eu não quero ser indelicado.
Deus abençoe as falsas amizades entre homens. A partir daí, meu respeito por ele passou de muito baixo para inexistente. Nenê, minha melhor amiga de anos, sabia dessa história, mas não foi suficiente para fazê-la enxergar através do brilho ofuscante da careca de Paulo Colgos. Nenê e Paulo Colgos passaram por uma crise de relacionamento alguns meses atrás. Eles terminaram. Sinceramente, não lembro o motivo.
Mas voltaram pouco tempo depois. No início desse ano, fiz um rolê com minha família e amigos próximos para comemorar uma conquista muito importante para mim. Paulo Cogos passou por lá para deixar Nenê e me deu um abraço e os parabéns e saiu para outro evento, algo de família. Em algum momento da noite, Nenê me confidenciou que estava pensando em terminar, que ultimamente Paulo Cogos andava frio, só queria saber de jogar seu RPG, se vestir para as cruzadas e falar mal do PT, que ela sentia que merecia mais e que estava cansada de aceitar pouca posta.
Conversamos muito mesmo, ela me contou uma série de situações ridículas que aquele homem a fazia passar. Os dois fizeram uma viagem recente para uma cidade badalada, e Paulo Cogos a tratou como uma criança burra que não sabe ter responsabilidade e tomar decisões de adulto. Nenê estava indo para essa cidade realizar seu sonho, então não esperava que fosse chorar num táxi, porque o careca do seu namorado não parava de reclamar de tudo o que ela fazia. Nenê me contou também de uma situação em que ela queria muito comer churros.
Gente, é muito humilhante. Então, eles pegaram o carro e foram até o lugar que vendia. Chegando lá... A Vanessa tá falando aqui que a Pobbi achou a Xana no lixão da mãe Lucinda. Chegando, às vezes... Às vezes, se fosse lá, tava um pouco melhor. Chegando lá, ela disse que Paulo Cogos abriu a porta do seu lado do carro e disse Vai lá, você tem que aprender a fazer suas coisas sozinha.
Meu Deus, que perturbação! Além disso, o pobre coitado também cobrava por cada centavo que era gasto com ela. Exigia que ela colocasse gasolina sempre que fosse dar carona pra ela. Enfim, e ele sempre ganhou bem mais que ela. Nenê também me contou de um dia que ela acordou na casa dele e seu celular não estava na cama. Na verdade, estava trancado no banheiro nas mãos de Paulo Colgo, que vasculhava o aparelho em busca de provas que ela o traía com um amigo de longa data.
Quando não conseguiu encontrar nada, disse que estava planejando comprar uma aliança pra eles e que pegou o celular pra procurar o número do dedo dela nas mensagens. Enfim, foi nesse dia que Nenê pediu o término pela segunda vez. Ela pediu, né? Engraçada, ela não decide. Ela pede, aí ele não acende. Será que eu posso? Eu posso terminar com você? Posso terminar com você? Você me autoriza? Alguns dias depois, ela me confirmou que realmente havia acabado.
tinha passado o último mês inteiro com o coração muito apertado, mas que agora se sentia leve e tinha certeza que havia tomado a decisão certa. O pobre do Paulo Cogos passou a ser carinhoso de um jeito que ele nunca havia sido. Se oferecia pra buscá-la no trabalho e queria conversar toda hora. Passou também pela fase de aparecer do nada nos locais em que ela estava, uma dessas vezes indo até a casa dela à noite pra ficar conversando titica no portão.
Nenê é uma mulher desenrolada e bem resolvida. Já estava de olho em outros homens, mas ainda assim atendia aos apelos de Paulo Cogos para vê-la porque sentia pena do rapaz. É, realmente ela achou na rampa do lixo essa buceta. Conversei muito com Nenê sobre o poder de persuasão dos homens, ainda mais dos feios, e como ele ia tentar vencê-la pelo cansaço. Nenê me garantiu que não ia acontecer nada.
que continuava conversando com o rapaz porque não queria guardar a inimizade e, sinceramente, não havia mais sentimentos por parte dela. E ela realmente agia como tal. O André tá chamando de possésio. 137! Algum tempo depois, eu e Nenê fomos para uma noitada com os amigos. Nenê pacata como sempre, não é de beber muito, e eu tive que controlar suas latas de cerveja e doses de pinga.
Ainda mais quando Paulo Cogos apareceu no meio do rolê pra variar. Acontece que Nenê passou muito mal mesmo e não estava em condições de ir pra casa ou dormir sozinha naquele estado. Então conversei com meu namorado e ele concordou em levarmos ela pra sua casa. Encerramos o rolê mais cedo. Pegamos o carro e fomos pra casa, com Nenê quase desacordada no banco de trás. Chegando em casa, todos se mobilizaram pra cuidar de Nenê, inclusive a família do meu namorado. Fiquei triste por estar dando trabalho, mas eles me falaram que não tinha problema algum e que o que eu estava fazendo era muito nobre. Cuidar de bêbado.
Nenê tomou café da manhã com a gente e à tarde já aparecia uma nova pessoa. Voltamos juntas para casa e eu passei o restante do dia com ela, já que ela disse que estava se sentindo ansiosa e culpada. Nesse dia, ela me colocou num grupo de leitura que ela dividia com alguns amigos da faculdade e me emprestou um livro que eu queria ler há muito tempo. Poucos dias depois desse fim de semana turbulento...
Nenê me manda a seguinte mensagem. Marilda, quão brava você ficaria se eu dissesse que quero voltar com Paulo Coelho? Sério. Disse a ela que eu ficaria muito brava. Meu Deus. Que eu não achava uma boa ideia, mas que no fim a vida era dela e ela fazia o que quisesse. Parece eu, né, amigo? É. Parecia uma época aí.
Parece. Refresquei sua memória sobre tudo que ela havia dito sobre não ter mais sentimentos e estar cansada de ser tratada igual merda. Ela me disse que os dois conversaram e que agora ele estava realmente disposto a mudar e que ela podia sentir isso. Disse também que agora ele estava comprometido a ser mais próximo dos amigos dela, ao que eu prontamente respondi meu mesmo. Isso é um amigo de verdade.
Encerramos o assunto e meu último posicionamento se manteve igual. Você que sabe. Continuamos conversando normalmente por um tempo até eu perceber que seu perfil no TikTok e no Instagram havia desaparecido. Bom, eu pensei, ela deve estar dando um tempo das redes. Ela já fez isso antes. Mandei mensagem no WhatsApp, que estava da mesma forma, sem foto e sem receber mensagens, checando se estava tudo bem. Mandei um SMS. KKKKKKKKK.
e tentei ligar. O empenho dela, ai, vou mandar pro SMS que é pra não ter risco de ver, mas aí também passar que eu me interessei. Me preocupo, é. Mas caía na caixa postal. Mandei mensagem, então, pra uma amiga dela da faculdade, dizendo, oi, eu vi que a Nene sumiu das redes, você tem visto ela? Ela tá bem? E ela me disse que estava tudo bem sim, curta e grossa. Torci pra que estivesse tudo bem mesmo e parei de pensar nisso.
No dia seguinte, fomos conversar no grupo de leitura sobre o livro do próximo mês. Conversa vai, conversa bem. Percebi que Nenê não só estava recebendo as mensagens no grupo, como estava lendo. Eu gelei. Tentei mandar mais uma mensagem no privado de Nenê, mas a situação continuava a mesma.
Sem foto e sem receber. Que medo de ser um feminicídio na nossa cara. Eu acho que era isso que ela tava pensando, né? Tipo assim, poderia ter acontecido um crime. Ela não percebeu ainda que a pop foi bloqueada. Sim. Me senti fraca, como quem acabava de descobrir que foi corno. Pedi pra uma amiga checar o Instagram e ela viu que o perfil de nenê continuava lá, como sempre. Só que agora com a seguinte bio. Fechado para amigos e família.
Senti o choque gelado de perceber que você não conhece ninguém e que nem 10 anos são suficientes. Mulher, tu não tá feliz não com esse livramento? É uma chata. É. Eu tinha sido bloqueada em todas as redes e na operadora.
Pela minha melhor amiga de infância. Provavelmente por não gostar do namorado careca dela. Reliei nossa última conversa pra me certificar que eu não tinha sido rude ou dito algo que possa tê-la machucado, mas não havia nada. Antes de cair a ficha sobre o bloco, cogitei em ir no prédio dela e pedi para o porteiro entregar uma cartinha e um mimo pra mostrar que eu estava preocupada, mas entendi a sua decisão de sumir das redes por um tempo.
Nunca me senti tão otária. Sinto pena dela, porque acredito que ela não faria isso sem a influência de um homem. Se ao menos fosse um homem bonito, imaginei isso. Fique imaginando o que ele poderia ter inventado sobre mim, pois eu já deixei muito claro pra ambos que eu não gosto dele. Eu não fui a única vítima. Minha irmã e meu namorado também foram barrados virtualmente. E eu fiquei com pena do bichinho que abriu as portas de sua casa pra essa mesma nenê bêbada e vomitada.
Seu livro continua comigo e eu não pretendo devolver. Estou contando esse caso porque agora eu consigo achar graça na situação, mas no início eu fiquei absurdamente triste. É, compreensível. Hoje eu quero que ela se foda de novo e venha atrás de mim de novo. Olha só a nossa leoa saindo aí. Não me preocupo muito sobre a toxicidade de Paulo Cogos. Ele nunca foi violento com ninguém. Seu traço mais perigoso é a sua personalidade e a pior coisa que ele pode fazer é estar na sua presença.
Não sei até onde Nenê pretende levar isso, mas tenho certeza que uma hora a água vai bater na bunda e eu não vou estar aqui pra dar a descarga. Obrigada pelo tempo e me perdoem se ficou muito grande. Espero que tenham se divertido com essa partilha, porque eu não me diverti não quando aconteceu. O André aqui. Vai amiga, reage nove anos depois, mas reage.
Amo vocês e amo o programa. Com carinho. Um beijo. Marilda da grande família. É, Marilda. Você me pegou numa frase muito forte aí, que é... Se fosse ao menos um bonito te manipulando e sendo tóxico... Mais um feio. Bateu em algum lugar.
bateu em alguns lugares comigo. É. Um feio. Eu realmente estou usando da empatia com a nenê. Bom, amigo, edificação. Qual a coisa mais bonita que esse feio proporcionou? Olha, no fim das contas, foi livramento sim pra Marilda e da grande família.
Porque assim, quando acontece de seu amigo ou sua amiga, enfim, a amizade sua está em um relacionamento bosta, se aquela pessoa tem noção da amizade, eu acho que ela não... Vou jogar tu pros loucos, né? Então, por exemplo, o Leila disse que já aconteceu isso com ela. Mas uma coisa que a gente sempre reparava é que ela escutava no sentido de não achar que a gente estava torcendo contra você. É, eu não terminava. Eu terminava e voltava, né? Mas a gente estava lá, né?
No fim das contas, tinha o perigo de tu bloquear as redes da gente, assim, e parar de falar, entendeu? É, jamais, jamais, jamais. Isso é uma coisa. E aí eu acho que um amigo, uma amiga, tem que estar lá. Você tem que realmente estar lá, tem que escutar seu amigo, tem que trazer a lucidez quando for preciso, faz parte.
Agora, se essa piranha, porque eu fico com o ponto também, te bloqueia porque tu tá tentando ajudar ela, aí assim, dá graças a Deus, vai curtir seu namorado, faz piada com ele, dá a casa dele vomitada, entendeu? E deixa que o tempo cura tudo. No fim das contas, você também teve um livramento bom aí, porque no fim do dia, só era chato conviver com ela.
Sim. Amigo, pra mim, a coisa mais bonita que esse feio proporcionou foi o feed que a Marilda vai ter. Imagina um feio não aparecer nas suas fotos do seu Instagram. Você ir no aniversário, no batizado, no casamento e não ter aquela pessoa feia, distoando. Isso também é muito importante.
Tem gente feia do meu convívio que eu fico assim... Você tinha que me pedir desculpa por estar na minha frente. A gente só anda com feio se for pra ficar mais bonito, né? Sim, mas se for pra enfiar o meu feed, cara... Se for pra enfiar, não dá, não dá. Não, que horror. Aquelas fotos no feed mostrando só uma metade da pessoa...
Ai sim, é horrível. Quando você trova a foto pra ficar só isso aqui. Explicar uma pessoa feia no seu convívio. Você fala, não, é que eu sou uma pessoa plural. Eu gosto de todas as pessoas. Não gosto de feio, não. Não gosto, não. Fico revoltada, essa mulher feia ganhando. Sou inclusiva. Exatamente. Corpos reais. Que é louco.
Ai gente, na época do Monjaro não dá Vamos pros corpos e reais Corpos e reais, agora é corpos e reais Mas é isso, eu acho que você ganhou Um feed legal
Partilha de Emily em Iguaçu. Oi, Leila e Glau, tudo bem? Se não, melhorem. Veio contar a história da primeira vez... Caralho, ela fracionou as frases aqui. Da primeira vez que fui enganada por um feio. Podem me chamar de Emily em Iguaçu. O ano era 2010. E eu estava no último ano do ensino médio.
Pra contextualizar, eu morava em uma cidade e estudava em outra. Ia e voltava todos os dias. O Glau sabe bem como é isso, pois essa história se passou na melhor região do Ceará, o Centro-Sul. Ai, meu Deus. Foi do Igor. É, meu Deus. Imagina se é do Oroi, se é do Igor.
É tua vizinha? É da minha terra. É tua vizinha? Vamos lá. Pois bem, depois de uma pré-adolescência bem certinha, acho que quis descontrair, aí ela botou aspas aqui, um pouco neste último ano. Transar. Pois não ia estar lá pra ver as consequências no ano seguinte. Eu pensava assim, viu? Emily em Iguaçu. Eu pensava assim, quando eu vim pra São Paulo, eu meti o louco no meu primeiro ano. Era homem casado atrás de homem casado.
Fiquei bem sucedida na minha profissão. Tenho que lidar com eles no dia a dia. Faz parte.
Tenho que fazer reuniões com os ex-peguete. Não compensa meter o louco. Não compensa. Não compensa. Tem a idade, né? Acho que tem a idade. Tem a idade, amigo. Mas as pessoas todas... Exato, Tiago. Olhar pras pessoas com a cara séria. Tipo assim, eu já vi você pelado, né? Tem isso. Hoje em dia, não. Hoje essas pessoas não estão no meu círculo. Mas uns anos atrás eu tive que encontrar essas pessoas que eu já vi peladas. É complicado. Por essas e outras que eu tenho muita relutância em ficar com gente do trabalho.
Caralho, o André meteu uma pesada. O André escreveu, já vi seu ânus. Não, André, também não. Também não é assim. Mas sabia, amigo, que é por essas outras que eu tenho certa dificuldade em ficar com gente do trabalho. Justamente por conta disso, assim, que, putz, vou ter que encontrar. Mas é, faz parte.
É difícil. O que que tá falando? Obrigada, João. O João disse, eu me inspiro em pessoas como você, Elaine. Por quê? A Elaine disse o quê? Eu tô ficando uma quarentona fogosa. Ok. Tá tendo uma conversa aqui no chat. Vamos seguir. Tá acontecendo. A gente tá vendo a história sem feita.
ser feita. Tá, e aí ela tava nessa coisa de que não ia tá lá pra ver as consequências? Vai sim, vai sim. Iria pra Fort Louddale, que é Fortaleza provavelmente, seja pra fazer faculdade ou cursinho, sim, foi uma burguesa safada da ilusória classe média do interior. Pois bem, no último ano passamos a ter aulas extras à noite, em alguns dias de semana, o que me obrigou a escolher a casa de uma amiga pra dormir.
acontece que próximo à casa dessa minha amiga tinha uma padaria. E nessa padaria tinha o filho do dono, com sua altura mediana e uma moto bróis. Risos. Eu sei que isso é chama... Sim, no interior, gente, a bróis é uma coisa. A bróis, ela é uma coisa. Ela é uma coisa. Porque todo mundo geralmente tem o quê? Tem uma bis. Aí as pessoas se diferenciam às vezes com a YBR. A bróis, ela tem uma presença.
Sim. Vamos chamá-lo de Solimões da dupla Rio Negro e Solimões. Esse é o seu crush? Vamos ver quem é o crush, vai. Solimões cantor. Ah, é o baixinho! É aquele baixinho, o seu crush. A Elane tá dizendo, meu pai. É teu pai o Solimões, Elane? Tu é filha do Solimões?
Não, não é. Então não minta, Elaine. O André fala, olha o kink shaming. Tudo vocês milita pelo kink shaming. Tá bom. Depois de alguns dias dormindo na casa da minha amiga, comecei a reparar no rapazinho que se fazia presente sempre que eu estava por lá. Costume do interior de ficar na calçada, jogando conversa fora até altas horas.
De forma bem rápida, Solimões começou a demonstrar interesse e a se portar como um verdadeiro gentleman. Eu estava naquela fase que quase toda adolescente fútil tem que é de querer ter um namorado. Não por estar necessariamente apaixonada, mas só para se amostrar mesmo, eu acho.
Desta forma, eu me rendia aos encantos, entre aspas, de Solimões, que de fato me tratava com verdadeira adoração. Em março, já estamos namorando oficialmente, com direito a pedido, flores e muitos presentes. Confesso que estava adorando toda aquela situação, mesmo não nutrindo um sentimento mais profundo. E sabia que no ano seguinte...
Já não estaria mais na minha cidade. Me orgulho dessa parte, pois em nenhum momento pensei em mudar meus planos futuros por causa de macho. Enfim, estava curtindo o momento. Eu sou você, Emily. Eu namorava, amigo, na adolescência, sabendo que assim, ó, seis meses.
Sem prazo. Tic-tac, tic-tac. Tinha. E eu terminava porque sim. Ela possui alma de anjo e de demônio. Olha, eu era um adolescente totalmente oposto, porque eu tinha uma autoestima maravilhosa. E quando eu virei uma jovem adulta, que é aquele momento da faculdade, pós-adolescência também, eu tinha a questão do eu vou namorar essa pessoa, eu vou terminar o contrato dele.
Por que eu preciso da oportunidade pra outro? Eu sou maravilhosa pra ficar só com um. Incrível isso, incrível. E eu tinha isso na minha cabeça. E eu presenteei muitas pessoas. É que tem tanto me bonito na cidade. E eu comemorava quando beijava.
Nossa, amigo! Mentira! É, eu era muito vergonhoso, muito timidozinho. Na adolescência. Aí, quando jovem adulto, eu já fui mais enrolado. Não, gente. Eu sou um monumento. Eu era um monumento, né? Eu tinha certeza, consciência de que seis meses, meu querido, espero que tenha sido uma experiência incrível pra você. Aqueles gourmet, né? Isso não é um namoro, isso é experiência.
que agora outros precisam ter a chance. Foi muito bom. Fica a dica, meninas. A Leila fazendo currículo. E fez currículo mesmo. Fiz mesmo. Vamos lá, é uma imersão. Esse namoro é uma imersão. Solimões fazia questão de me esperar diariamente na entrada do colégio. Ai, que horror!
Um feio! Antes das aulas começarem. E na saída também. Pois depois de um tempo eu parei de fazer as aulas noturnas. Logo não dormia mais na cidade dele. Escrevendo agora parece meio esquisito. Mas na hora eu só achava tudo muito fofo viver esse romance intermunicipal.
E pensava, nossa, ele realmente gosta de mim. Mais risos. Meu ego estava nas alturas. Vale citar um episódio em que ele não conseguiu chegar a tempo de me ver na saída da aula. Pois assim que ele chegou, o ônibus estava saindo. Ele então decidiu nos seguir com sua bela motobrois só para me ver, nem que fosse pela janelinha. Aviso o momento cinematográfico. Eu juro que não é fique, infelizmente.
Eis que o ônibus para em um semáforo muito demorado logo na saída da cidade. Eu desço do ônibus e dou um beijo nele debaixo de um sol de 40 graus, ao som de gritos e comemorações de toda a turma de alunos e do julgamento de transeuntes. Que vergonha!
Ai, meu Deus do céu. Esse amigo atuou no Oronhas, eu tenho certeza. Então não é só risos. A gente sabe que teve a Bahia Cearense. Teve. O Ceará? Alguém beija em público? É, teve. Eis que chega o fatídico dia dos namorados. Eu estava muito empolgada, afinal seria o meu primeiro dia dos namorados namorando. Quando desci do ônibus, lá estava ele com um buquê de flores e um presente que seria um lindo colar de uma loja famosinha da cidade. É a Romanel.
Fiquei nas nuvens e pensei, nossa, que história bonitinha pra contar de como foi meu primeiro namoro e primeiro dia dos namorados, não é mesmo? Ela é muito eu, amigo. Você viu que ela não falou pra contar pros nossos netos. Essa é a palavra de como foi meu primeiro, né? Ah, KKK, foi um feio, vou mandar pra um podcast. É isso, era assim que eu pensava também. Ai, meu Deus. Te entendo, Emily. Tudo é portfólio.
Poucos dias depois, recebo a ligação de um número desconhecido. Era uma mulher que, aos gritos, começou a me xingar de tudo que era nome e a dizer que era a noiva de Solimões há muitos anos e que eu não tinha o direito de atrapalhar o relacionamento deles. Sim, ouvintes, fui amante sem saber. Fiquei em choque, mas na hora até consegui responder que eu não sabia de nada, mas que eu também não fazia questão de ficar com feio e que ela podia enfiar ele inteirinho no rabo dela. Me orgulho muito dessa parte.
Bloqueei os números e juntei todos os presentes pra devolver no dia seguinte. Por quê? O que tem a ver? Ele gastou com você e o presente é seu. Eu, hein? Não, fez errado aqui. Tinha que ter ficado. Tinha que ter ficado com os presentes. Ele é feio, é o mínimo que um feio tem que fazer. É presente ao bonito. Só porque ele fez um bonito olhar na cara dele. Muito bem.
que a gente tá hoje muito ético fluido, amigo. Sim. Mas o feio, ele tinha que pedir desculpa por estar aqui no mesmo solo. Que um bonito. Indenização, é exato, Nayane. Exatamente. Bom, inclusive o belo colar que descobri depois ter sido o estopim pra ela descobrir a traição. Um amigo dela viu Solimões entrar na loja de joias e já foi fofocar pra ela.
que ela ganharia algo de lá. Como a joia não veio, ela foi fuçar no celular dele, achou a conversa com a bonita aqui. No dia seguinte, estava lá o safado tentando se justificar pessoalmente. Mas de alguma forma, eu consegui ignorar ele todas as vezes, rasgando as cartas que ele trazia e dizendo que se ele não sumisse, eu iria chamar a polícia. Afinal, eu ainda era menor de idade.
Nunca me senti ameaçada, mas eu queria pôr um ponto final nessa história toda. Eu amei. Amei, amei, amei. Você é muito... Seria muito minha amiga. Minha patotinha. Minha patotinha. Tô querendo terminar. Eu vou chamar a polícia, viu? Coisas que eu faria na adolescência. Vocês também devem estar se perguntando, ou não, como Solimões conseguiu manter ambos os relacionamentos. A resposta é simples. Cada um de nós era de uma cidade diferente. A noiva não era da cidade dele também. Glau já fez a triangulação. É igual a tu.
Ela falou Iguaçu, então deve ser Iguatu Ah, é Iguatu É Emelie em Iguatu Cada uma de nós era de uma cidade diferente A noiva não era da cidade dele também Lembram do dia que ele seguiu o ônibus pra me ver? Na verdade, ele tava indo pra cidade dela
Hoje eu rio de tudo isso, pois tem certa graça uma patricinha de cidade do interior ter sido rapariga sem saber e ainda mais para um feio. E independente de ter ou não o ápice, eu posso dizer que moldou um pouco o meu caráter e me deu um choque de realidade logo cedo, de que a escrutidão masculina não tem limites, principalmente quando há fronteiras entre cidades em jogo. PS, soube que a corna mansa não terminou com ele, casou e inclusive teve uma grande prole. Faltou detalhe que a gente quer saber.
O Instagram, né? Não, se as crianças são feias também. Ah, sim. Nossa, eu precisaria muito do Instagram. Porque vai que era alguém que eu conhecia, né? Tô com muita raiva de tudo isso. Sim. Opa, ela tá aqui. Ela tá aqui? Tá. É você? Ela tá aqui. Cadei. É você mesmo? Ela sim. Acabei de ver no e-mail. Ela sim.
Meu Deus! Picha! E tu é de qual cidade? Tu é do Iguaçu mesmo ou tu é de alguma cidade? Do Iguaçu. O Glau assumindo aí a personalidade da cidade. Ela não pode falar que ela é patricinha. Enfim, menina Emily em Iguaçu. As crianças são feias? É isso que a gente quer saber. Obrigada, Elane. Querendo saber se as crianças são feias. Você devolveu os presentes? A gente pode nem ver foto deles. Me diz só uma coisa. Algum deles era da equipe. Ela falou, acho que não eram feias. Então não tenho certeza se é bonito.
Ela devolveu os presentes. Você foi otária. Você tinha que ter ficado. Colarzinho, pô. Reparação histórica. Indenização de feio. É presente. É isso. Vocês são muito importantes pra mim. Cada episódio do fofoca é como uma terapia. Beijos. Beijos. A gente que manda um beijo, um agradecimento. Ainda mais sabendo que você está aqui como pagã. Ó.
parabéns, me identifiquei muito com você, viu, Emily Iguaçu? Me identifiquei demais. É totalmente coisas que eu faria, amigo. Vejo, vejo. Vai dar o tempo dele, vou terminar, vou chamar a polícia. Bom, a coisa mais bonita que esse feio proporcionou, cara, foi esse momento na rua.
Pra mim, a coisa mais bonita que esse feio proporcionou foi essa minha visita à Leilinha do passado. A Leilinha que faria tudo o que a nossa querida Emily Iguaçu fez. Tudo. Era só menino feio. Namorava por sentimento? Não. Só queria porque na Capricho tava namorando e eu tinha que namorar também. Era de bom tom. Ah, mas ele é feio. Mas é um namorado. O cargo vem antes da beleza, né? Quando a gente é adolescente. É isso. É isso.
Pronto pra sentir a energia de Nescau? Então entre no jogo com Ana Castelli e Pedro Sampaio, o maior feat do ano. Se preparar igual eu nunca vi, você vai gostar mais que como do Brasil. Chama a galera e dá o play, que eu quero ver você jogar.
E se prepara que esse hit não vai sair da sua cabeça. Vem, que é agora ou nunca. Nescau. Energia que dá jogo.
Partilha de Cadela Priscila da TV Colosso. Legal. Olá, Leiligal, tudo bem? Já sei que vão dizer que não, pois vivemos dias de luta. Isso aqui deve ser na época da pandemia, na época do Bolsonaro. Deve ser. Hoje vim partilhar a história de terceiros, pois nada melhor do que ser apenas espectador dos problemas alheios. Amo. Pra esquecer os meus próprios problemas. E perceber o quão pequenos eles são. Gosto de fazer isso também. Eu tenho uma amiga conhecida como Solineus, lerda igual a personagem. Solineus tinha um relacionamento longo com Supla.
Um homem que não tinha nem beleza, nem carisma, nem coragem pra trabalhar. Eles namoravam, tinham muito tempo, e a família dela não gostava dele por motivos óbvios. Só olhar pra cara de supla que você vê que é um encosto. Ela era muito esforçada e trabalhava muito, mas sempre chegava contando que tinha brigado com supla por coisas tipo ela pedia supla pra ele comprar um queijo, pra ela no mercado, coisa de 10 reais e ele pedia o dinheiro pra ela. Isso porque eles moravam no local em que ela pagava o aluguel. Ele ajudava quando queria.
Não tinha emprego fixo, ela mesma dizia que ele não gostava de ter patrão, mas pelo visto gostava de ser sustentado KKK. Um dia ela chegou comentando que eles brigaram e que ela não queria mais, que iria procurar um lugar para ela e esperar ele voltar para a casa da família dele. Mais tarde, Supla aparece com um waffle e uma coca e sim, ela perdoou ele, pois aparentemente um waffle e uma coca para um desempregado é demonstração de muito amor.
Vida que segue, ela tem aquela brilhante ideia de todo casal apaixonado que quer morar junto no seu próprio espaço, construir no quintal da sogra. Meu Deus! Como supla não tinha dinheiro, ela pegou o dinheiro dela e... Veja o que a Shakira fez. É claro, é claro. A Shakira, depois que terminou, tirou uma árvore adulta com guindage. Pense sempre nisso antes de construir no quintal da sogra. Como supla não tinha dinheiro, ela pegou o dinheiro dela e com a ajuda do sogro, construíram um puxadinho pra viver esse lindo amor. Que legal!
Não foi por falta de conselho, é óbvio que não ia dar bom. Tempos depois, ela descobre que o Bonito tinha uma conta no app de namoro e flertava com mulheres. Só faltava ele pegar o carro dela pra ir sair com outra. Soleneus acordou pra vida e ele começou a fazer ameaças contra a própria vida pra eles não terminarem. Afinal, quem iria sustentar ele, né?
Eu tô ficando com raiva das mulheres, cara. A minha sororidade tá na lata do lixo nesse programa. Porque ela tinha que responder a vai. Ela não tinha como sair da casa naquele momento, então decidiu continuar com ele e ser vista como otária. Porque quando a gente passa certas humilhações, a gente gosta de compartilhar, né? Pra entender que aquilo é real. E foi o que ela fez. Então todo mundo julgou ela. Mas Solineuza já tinha seus planos. Ficou lá com ele mais uns três meses e avisou pra ele na noite anterior que no outro dia iria embora.
Abrazou. É. Pegou suas coisinhas e se mudou. Solineus agora percebeu que aquele trapo velho que ela namorava não era ninguém. Não era futuro. E que ela tinha dependência emocional dele. E ele dependência financeira dela. Agora ela tá mais leve. Cantou mesmo aquela música de aviões. Pintei o meu cabelo e me valorizei.
E agora sai com bofs que nem em 35 reencarnações aquele eixo dela seria parecido. É isso. Minha partilha é além de uma edificação, é também um lembrete que sempre tem algo melhor, que o apego não dura pra sempre, e que um dia você aí ouvinte que tá emocionalmente dependente de alguém vai olhar pra trás e ter vergonha de si mesmo por aceitar esses machos alá. Agostinho Carrara te tratando mal. Espero ter edificado o dia de vocês.
Amigo, qual a coisa mais bonita que esse feio lhe proporcionou? O wafel e a coca. Pior que foi. Alimentou ali, sei lá. Pra mim, esse feio me trouxe a certeza de que se eu, quando eu... Porque eu vou embarangar alguma vez, algum momento. Todos nós embarangamos de vez em quando. Às vezes nos largamos um pouco e nos embarangamos. Sim.
E é uma mensagem muito bonita, de esperança, de que quando é embarangar de vez, eu posso ter um puxadinho na casa dos meus pais, porque um bonito sempre haverá a tampa da minha panela. Sempre vai ter um feio seduzindo um bonito, isso é fato. Aquele casal que você vê a mulher bonitona e o namorado feio, ou o namorado bonitão e o outro namorado feio, você vai dizer assim, caramba, como essas duas pessoas totalmente distoantes se encontraram no amor?
E significa que o bonito, geralmente, ele é o trouxa da relação. E ele vai sustentar o feio. Então, feios, ó, põe isso errado com vocês aqui, nesse momento. Vai dar tudo certo. Seduzam um bonito. Se um bonito olhou pra você, ele é otário o suficiente pra te tirar uma moto no nome dele. Vai dar tudo certo pra quem é feio também. Fiquem firmes.
Partilha de Dantalion. Olá, Leili Glaudemias. Melhoras. Me chamo Dantalion. E por favor, só procurem o significado depois de ler o relato.
Dantalion? É Dantalion que fala esse nome? É, Dantalion. Ou é Dantalion? Que diabo é Dantalion, o Dantalion? Quem é ela? Misterioso ele. Fica mais interessante. Não sei a que data comemorativa essa partilha melhor encaixaria, mas como faz muito tempo do ocorrido, pode ser até que se encaixe no dia de finados ou carnaval, vá saber. Estava eu naquela fase da vida em que um centavo é um milhão e que quando a oportunidade passa na esquina, o correto é correr...
atrás. Ou seja, duro e jovem. A internet já existia e aplicativos e sites como ICQ e Orkut eram usados como radioamadores, onde o que interessava era falar com quem estava disponível e, se possível, ainda arrumar uma boca para beijar. Não existiam aplicativos dedicados a isso ainda.
Segundo esse script, eu conheci Perséfone. É coisa, negócio da Grécia. Dantalion e Perséfone. É coisa de negócio de grego, de filósofo, de ninfa, não sei. Perséfone, de amor à vida. Ah não, já é de novela mesmo. Eu tô daquela no secult, caralho. Tive que pesquisar no Google. E um dia, após muito conversarmos por chat de texto, e eu comentar que iria visitar meus primos em Crystal River, ela me convidou a ir à sua cidade, que era vizinha.
para nos conhecermos pessoalmente. Na data combinada, cheguei em Crystal River e Persephone me aguardava com um scooter, mais uma pessoa de moto, mais um romance intermunicipal. Não me fiz de rogado e com mochila nas costas e tudo, pegamos uma estrada que liga as duas cidades. No meio do caminho, tinha um motel. Tinha um motel no meio do caminho. E Persephone bicou garagem adentro. Foi a primeira vez que vinha uma recepção com cortina e gaveta para entregar a chave do quarto. Tudo pelo sigilo. O sigilo.
por que, gente? Eu não tô entendendo. Não estou entendendo. Até agora eu entendi que são todos solteiros, não? Sim, por que o sigilo? Não me alongarei contando o que aconteceu. Mas após o acontecido, aproveitamos o lugar para alongarmos um pouco. Persephone me contou, então, que havia brigado, novamente, com o namorado. Então, ela era comprometida recentemente. E que, desta vez, ela havia se permitido aproveitar um pouco mais a vida.
Inclusive, uma amiga havia chamado ela Para uma boate gay que teria na região E que embora ela não fosse gay Queria saber o que eu achava disso Gente, até agora Acabou de transar, já quer saber o que outra pessoa acha Tá parecendo um sonho bizarro Estranho
Respondi que eu frequentava algumas em Hell of Summer e que achava bastante divertido. Eram bons lugares para dançar e ninguém perturbava. E se ela tinha curiosidade, que fosse? Na pior das hipóteses, se alguém que não interessasse a ela fosse inconveniente, era só pedir para se afastar sem ter que explicar nada, como em qualquer lugar civilizado.
Fim do horário, ela não queria passar a noite fora. Pegamos a scooter e, ao invés de voltarmos para Crystal River, fomos para a casa dos pais dela, sob o argumento de que ela não queria voltar pela estrada sozinha e queria a companhia de um amigo ou dois na volta.
encontramos Amarilles e Aaron para ficar na mesma novela. A coisa de dois quarteirões da casa de Persephone. E, enquanto ela ia trocar a scooter pelo carro do pai, ficamos os três conversando. Até agora não vi nenhum feio. E agora fala, Miriam, cadê a tua voz? Persephone voltou alguns minutos depois e, conforme a conversa passou a incluí-la, notei que Amarilles havia se tornado mais distante. Calada mesmo. Eu e Aaron ficamos no banco traseiro. Persephone e Amarilles nos dianteiros.
Parece que havia algum código comportamental no interior da locomotiva do Brasil que regrava as posições nos assentos dos automóveis pelos sexos de seus ocupantes. Em certo momento, ao me segurar no banco dianteiro, acabei por encostar no ombro de Amariles e ela saiu do silêncio com um grito de não era para encostar em mim! Ficamos todos mudos e assustados, enquanto eu lentamente tirava a mão do encosto. Interpretem como quiserem.
Me reclinei no assento e voltamos ao papo, como se nada houvesse acontecido. Exceto que, em minha mente, um turbilhão havia se formado. Amariles não era amiga de Perséfone. Perséfone que era amiga de Amariles. A amigainha que ela gostava da cidade leva, aspas, junto...
Pra realçar a sua beleza e humildade. Como se dissesse, olha como eu sou boazinha. Até trago a minha amiga feia pro rolê. Ela, a Mariles, estava puta inconformada. Como assim alguém vem de Hell of Summer pra encontrar a Persephone? O que ela tem de tão interessante? Amigo, eu tô muito perdido nesse caso. Você também tá? Não. Tá. Aparentemente a Mariles é bonita. E Persephone é feia. Persephone é feia. Tá, e a Mariles anda com Persephone pra poder...
Pra mostrar que ela é a bonita das amigas. E a Marilis viu com a pessoa, foi encontrar a Persephone. É o que eu estou entendendo. E aí a Marilis se ofendeu, ficou com raiva porque a Feia tá se destacando. Exato, André. A Feia conseguiu alguém e veio se exibir pra mim. É o que eu acho. Entendi. Tá realmente contra a natureza das coisas.
É. Como ela conheceu ele? Ela bufava e quase dava pra ver a fumaça saindo pelas orelhas. Chegamos em Crystal River. Indiquei o caminho pra casa dos meus primos, com cuidado pra não encostar no banco do carona. Vai que morde. E quando chegamos na porta, me despedi de Aaron com um aperto de mão e de Bethsephone com um beijo bem gostoso, que deve ter enfurecido ainda mais a Amarilis, que nem olhava pro meu lado. Aqui terminam o primeiro e o segundo atos, mas não a partilha.
Aliás, acho que ela começa de verdade agora. Pernoitei em Crystal River com meus primos, conversamos um bocado, ajudei com a instalação de uma rede de computadores numa escola e uns dois dias depois, retornei para Hell of Summer, bem a tempo de Persephone me ligar para contar que 1. No domingo após o nosso encontro na igreja, Amarille subiu ao púlpito para ler uma passagem e no embalo emendou Cuidado com o demônio que vem pela internet!
Me senti lisonjeado. 2. Lembram do namorado agora ex de Persephone? E da amiga que a chamou pra boate gay? Então, Persephone foi a tal boate. Dançou, se divertiu, conheceu gente e saiu de lá cansada, sem beijar na boca mais feliz. Já o ex, bem, esse foi atrás dela e saiu de lá acompanhado, beijando horrores seu novo peguete. É isso mesmo. Como epílogo, encontrei Persephone uma vez.
Mas, anos depois, rimos bastante dessas histórias. Ela me disse que Eron estava bem e que tinha ido para uma faculdade em outra cidade, mas eu esqueci de perguntar de Amarilles se ela já havia casado com algum agroboy ou fugido. Um abraço grande. Espero não ter me alongado ou encurtado demais a partilha. Atenciosamente, Dantalion. E a explicação de Dantalion? Eu não entendi nada e o nome...
E aí eu vim procurar... Boa parte da partilha, não vou mentir. Já estava procurando o que significava Dantalion. Dantalion é o 71, não sei falar esse número, o espírito da Goetia e um poderoso grão-duque do inferno, conhecido por governar 36 legiões de demônios. Sua aparência é descrita como a de um homem com múltiplos rostos, de homens e mulheres. E um livro na mão direita, simbolizando seu domínio sobre o conhecimento oculto e a mente humana. Nossa, tu é chatão!
Ai, ai, ai. Não teve ápice? Não teve. Quase não teve feio. A coisa mais bonita que esse feio me proporcionou? Nada. Perda de tempo. Raiva. É isso. Até a partilha que eu fui buscar nas profundezas do e-mail da nossa querida Emily salvou. Olha só. A partilha é feia. Muito feio. O feio é a partilha. Você é o feio. É isso, Fabiano. É isso. Você é o feio. Meta linguística. É isso. Por aqui ficamos e encerramos este podcast com raiva. Sim. E eu desejo a vocês uma boa noite.
E se for ficar com feio, não esqueça. Não esqueça. O lugar que locura. Um beijo a todos. A gente se vê no próximo programa. Obrigada, pagãos, por financiarem isso aqui. Valeu, pagãos. É isso, Sara. Não alimente um feio. Esse é o meu lembrete. Um beijo. Beijo, gente. Tchau, tchau. Tchau, tchau. É você mesmo, fofoqueira. Não se desa, não. Pireira, corre aqui. Fofoqueira do céu.