SÓ PARTILHA BAD VIBE | Fofoca Na Calçada
Alerta pesadão, gatilho, tristeza, bizarrice, código penal, horror, choro, ranger de dentes… você está ciente e deseja continuar? Então vem se constranger, se revoltar e se emputecer com a gente dando o play e compartilhando esse episódio!
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- Vira Casacas Podcast e ApoioPlataformas de apoio (Apoia.se, Patreon) · Grupo do Telegram para apoiadores · Compartilhamento do episódio · Ativação do sininho e algoritmo
- Show da Shakira no RioPerformance de Shakira · Participação de artistas brasileiros (Anitta, Inved, Maria Bethânia) · CGI e vídeos utilizados no show · Repercussão nas redes sociais · Shakira e Piqué · Árvore plantada por Shakira e Piqué
Você mesmo fofoqueira, não se viza não! Mirela, corre aqui! Fofoqueira do céu. Baixaria você! O quebra-pau foi grande, né? Foi grande, mas ela vinte e eu de novo.
Antes da gente se afundar em depressão com as partilhas de hoje, deixa eu passar o pires, ó. Com toda a dignidade que este podcast não tem. Pra lembrar que esse programa tem uma editora trabalhando. Um beijo, Jéssica. Beijo, Jéssica. Tem hospedagem, tem host, tem equipamento que pifa na hora errada, tem trilha, tem sound effect, tem contador, tem post. Então vamos combinar uma coisa.
Se você ouve a gente toda semana, se você já chorou de rir conosco, se você já mandou o episódio pra alguém dizendo Pichuto, precisa escutar isso. Chegou a hora de deixar de ser ouvinte caloteiro e virar um ouvinte pagão de verdade. Como esses queridos que estão aqui, que são essa plateia que é a cara do Brasil.
Beijo pra toda essa plateia. É facinho se tornar um ouvinte pagão. Corre lá no apoia.se barra hoje tem podcast e escolhe a sua cota. Ou, se você mora fora e recebe naquela moedinha forte, tem o patreon.com barra hoje tem te esperando pra você que mora no exterior. Tá tudo no link da descrição desse episódio. Não tem desculpa.
Quem entra firme nas cotas herança de uma tia minha ou sugar daddy garante o seu passaporte VIP para o nosso grupo do Telegram, que é praticamente um culto paralelo. Tem fofoca de bastidores? Inclusive, acabamos de ouvir uma babadeira do querido Valsir Carrasco, como sempre, trazendo maravilhas da Rede Mundo. Ai, Leila, conta pra gente. Não conta, você não é ouvinte pagão. Quem é ouvinte pagão sabe. Estou com as duas últimas faturas pagas.
O melhor networking que vocês podem fazer é nesse grupo, é nessa gravação aqui, galera. Ai, Leila, hahaha, mas pra que eu preciso saber sobre um grande ator famoso e conservador? Porque você precisa formar opinião sobre o mundo. A fofoca serve pra isso, pra você formar opinião e proteger os seus. Você quer ser alienado? Eu não quero ser alienado. Nunca leu Yuval Harari. Nunca leu Sapiens.
Se lesse, seria inteligente saber que a fofoca tem uma função de autoproteção dos seus, do entorno e também da tomada de decisões. Um fofoqueiro sempre sabe que decisão tomar. É isso. Nunca assisti um TV Fama. Aí tu foi realmente... É, eu preciso trazer o outro lado da referência. Realmente, é... A ONU jamais assistiu TV Fama, por isso que tá assim. Por isso que o mundo não vai pra frente, ué.
Bom, no nosso grupo também tem amizades nascendo, tem orcontro, tem sorteinho, tem uma fanbase que não é tóxica nem escrota, e ainda dá pra estar nas gravações ao vivo, tipo essa galera linda que eu já falei que está aqui com a gente hoje. Agora, se a sua conta está no vermelho, calma, a gente entende, porque boleto não perdoa ninguém, mas você ainda pode ser uma bênção em nossas vidas de outro jeito. Compartilhando este episódio, jogue no zap da família, poste nos stories, cada pessoa nova que chega aqui...
É uma alma resgatada das garras do tédio. Ah, e ativa o sininho também aí no seu aplicativo, tá? Porque depender do algoritmo hoje em dia é o mesmo que pedir um milagre pra santo, né, amigo? Quer dizer, católicos dizem que sim, evangélicos dizem que não, enfim. Vai depender do algoritmo e do santo. Quando você aperta seguir, ativa o sininho, você fica sabendo na hora quando tem episódio novo tipo esse aqui, tá bom? Recado dado, conta abençoada. Vamos pro que interessa.
Bom dia, boa tarde, boa noite pra você, ouvinte que escolheu a pior hora do dia possível pra apertar o play. Hoje é dia de fofoca na calçada, vindo assim com cara de delegacia e noite de plantão, tá? O tema do episódio é só partilha bad vibe e eu já lhe aviso. Aqui não tem calzinho leve pra você rir no busão, não. Você vai rir, vez em quando, uma coisa aqui e ali. Mas tem crime, tem contravenção, tem depressão escondida embaixo do tapete.
Tem coisa que mexe com o psicológico de quem já tá pendurado por um fio. Eu não sei, Glaudemias, por que está lotada a gravação de hoje. Alguma coisa tá acontecendo. Por que vocês estão aqui se é um episódio cheio de gatilho? O inverno tá chegando, né? Eu sinto isso desde o episódio passado. O inverno tá chegando. Tão se preparando pro setembro amarelo? Tão querendo motivo? Tão buscando? É isso? Pois terão.
Esse programa é para os fortes. Está entupido de gatilho do começo ao fim. Se você continuar ouvindo, é por sua conta e risco. A gente avisou e Jesus está de testemunha, não é Glau? É isso aí, Irmandade. Hoje a calçada virou cena de crime e a cadeira está rangendo de tanta sombra acumulada. Se você tem calço desses para dividir com a gente...
daqueles que pesam no peito e ainda assim merecem virar partilha, já devia ter mandado. E se você tem fofo... Quer dizer, partilhas em geral, qualquer tema mesmo, briga por macho, briga por vasilha, briga por brigar mesmo, que brigar é sempre bom, manda no nosso e-mail, contato, arrobostitempodcast.com, que a gente lê tudinho com o maior carinho. E quem tá com a gente nessa missão sombria de hoje? Leila e eu, prontos pra te puxar...
pro fundo do poço junto. Se você é daquele que ama uma desgraça alheia bem contada, segura na mão de quem você ama e vem. Porque hoje vai ter geração de emprego e renda pra muitos terapeutas. Bora. Bora, amigo. Inclusive, vieram reclamar. Ai, que absurdo. Que nos comentários, tá, amigo, do post do episódio lá da terapeuta que soltou. Ah, eu vi. Teriais? Supostamente teriais? Ditais? Supostamente?
Um caso de duas pacientes dela. Aí veio gente falar assim, tem que investigar. Cala a boca, nem sabe se essa pessoa existe, se ela tá falando a verdade. Cala a boca, vai tomar no cu. É isso, assim, no mundo da pós-verdade, esse podcast aqui, ele não deveria ser levado a esse nível. E quem vai investigar? Eu não sou detetive. A Leila também não.
eu. Eu trabalho com publicidade. Eu tenho que gastar horas na minha semana manipulando pessoas e você ainda quer me dar mais trabalho? Vai lá, Paulinho Reis. Vai investigar. É isso. Link ao vivo da rua, amigo. Amiga, minha semana ela não teve nenhum ápice. Então, o que eu consigo pensar pra gente falar no link ao vivo da rua foi o evento Todo Mundo no Frio, como falaram aqui no chat. Todo Mundo no Rio, com Shakira. Assistiu? Você assistiu também?
Assisti pelo Instagram, confesso. Assisti pelo Instagram. Porque a Passou a Quem Está Doente, eu tive que ir pro prontinho socorrinho de cachorrinhos e gatinhos. Mas eu assisti do Instagram. Assisti. E o que importa? Porque a Shakira é uma hitmaker. É isso. Botaram lá uns trechos do refrão que eu gosto, e é isso. Melhor do que estar na rua, pegando friagem.
A Shakira, ela é muito brasileira, né? A impressão que eu tive foi essa, assim. E foi muito legal, porque eu tava assistindo pelo Blue Sky também, né? Comentando Blue Sky com todo mundo. E os comentários eram tipo assim, olha, isso é muito SBT. Parece que isso aqui foi tirado de alguma cenografia da Record. E o pior que parecia mesmo, assim. Só que eu achava tudo... Eu não achava isso ruim, não, gente. Eu achava legal, assim, essa coisa meio...
Meia cafoninha, sabe? E eu gosto da Shakira, né? Eu acho que... Eu falei até isso. Todo mundo aqui tem uma relação com a Shakira de ou ela é, sei lá, a sua tia ou ela é a irmã da sua mãe, que no caso é a configura tia também, né? Porque, assim, eu criança, a Shakira já era adulta. Ela não era, tipo, uma jovem adulta. Ela já tinha os seus 30 anos. Então, assim, na minha cabeça... Voz e Carrasco diz aqui, Shakira tem toda a energia de quem já viajou com a forma turismo.
É isso, a Shakira. A Shakira, ela é a primeira... Ela é a primeira mulher, Michelle, da música, né? Só que assim, ela é muito foda também, né? A mulher é muito boa. Ela é. Ela é muito foda. Ela é. Amigo, assim, eu vi as pessoas reclamando nas redes sociais. Eu vi gente fazendo vídeo sério, avaliando, que foi assim, que absurdo. Tudo bem que o pai dela estava pra morrer na véspera do show, assim, na iminência do show começar. Mas que energia é essa, Shakira?
Sabe, assim, meu amor, esse show foi de graça pra você. É, e a pessoa já tá falando desse show como se fosse, assim, uma tradição e não... Tá reclamando. A terceira edição, né, de uma coisa que começou um dia desse. A galera tá forçando a barra. Não, e cada artista traz a estrutura que pode. Sim. A reclamar com a Taylor Swift que não traz nada. A Beyoncé, que não quer saber de ti. A Rihanna, que agora só quer vender Jequiti.
Em compensação, a Shakira foi muito legal, porque ela chamou muita artista brasileira pra cantar com ela. Então, cantou com a Anitta, cantou com o Inved. Foi o Shakira Esperança. Foi o Shakira Esperança. Eu tava vendo a hora, subiu o Didi com as ombreiras ser um amigo. Faltou Xuxa, sinto que faltou Xuxa. Faltou. Por algum motivo deveria ter o Shakira, como a Globo.
ela se chamou ela cantando com Maria Bethânia foi uma coisa assim ou não foi puxado meu apaga isso mas estamos com elas estamos com Shakira estamos com Maria Bethânia e principalmente queria dizer que todo mundo ficou julgando que os vídeos que ela botava eram aí a muito mal feito pessoal meu Deus como é que ela tem coragem de colocar vídeos de ar
Vi hoje no Blue Sky que não era IA. Shakira foi lá, foi no Beve Junior e falou assim, menino, ô Júnior, tu não quer fazer esses vídeos? O Júnior. Júnior. E o Júnior fez. Era uma CGI ruim, gente. Não era IA, não. Ela mostrou a bichinha gravando. Ficou muito ruim? Ficou, mas ela pelo menos deu uma oportunidade pra quem tá começando. Shakira, ó, gerando emprego no Brasil. Tô com ela. O CGI é de cagada, né?
O Piquet, ele não entra aqui no horto do Pá de Cícero de jeito nenhum. Tá totalmente todo mundo contra você. Tem uma placa escrita, não dê nem água, com o roxo do Piquet. É isso. Ontem, duas milhões de pessoas emanaram uma cãibra gigantesca pra...
Piquet, que nunca conseguiu lotar um estágio. Quem conseguiu foi a sua esposa. Eu achei lindo o momento em que ela achou que estava sendo ovacionada pro público e aí todos estavam gritando, ei, Piquet, vai tomar no cu? Dois milhões de pessoas gritando, vai tomar no cu? E ela sorrindo, sem entender direito, essa nossa tradição brasileira, que já foi usada com chefes de Estado, que já foi usada com artistas e jogadores internacionais. Graças a Deus! Aleluia!
É incrível a nossa habilidade de mandar as pessoas tomarem. E assim, não deixa de ser um eu te amo pra Shakira, né? Eu acho muito bonito isso, uma festa. Aline dizendo aqui, Piquet não é bem-vindo em Iguatu. Não é bem-vindo em Iguatu também não. Não é bem-vindo no Icoceará. Não é bem-vindo na Barreira do Vasco. Não é na Barreira do Vasco. Não é bem-vindo lá no Castelão também não. Não vai rolar. João Pedro diz que Piquet não é bem-vindo em Jaguaribe. João Pessoa nem no Benfica. Não é bem-vindo no Acre. Valsir Carrasco diz que ele não é bem-vindo no Projac.
Acabou pra ele. Mas se mamar alguém, se ele mamar alguém ou se ele deixar ser mamado, ele não vai ser bem-vindo no Projac? O mamado é certo. Amiga, as fotos que circulou ontem, que eu não sabia que isso tinha acontecido, e eu tô muito chocado até agora. Que Shakira retirou uma árvore adulta do jardim que ela plantou com o piquê. Você viu isso? Ela mandando um guindaste retirar. Depois que soube de tudo, ela tem a foto da árvore sendo arrastada. Lindo. E as pessoas viram assim, ai, quando é que ela vai superar? Depois que eu vi essa imagem, eu espero que nunca.
Meire do fandom tá dizendo que ela tirou porque o pai dela que deu a árvore é uma oliveira, porque ela é de origem libanesa. É muito preciosa a oliveira pro povo libanês, pro povo árabe. Ela mandou tirar, é importante sim, porque aquela casa, energia ruim. Limpa, limpa, limpa, limpa tudo. Sim. Vai secar a oliveira dele. E sim, é latinidade, Sarah. É latinidade. Esse tipo de pequeno poder é latinidade. Que é um grande poder, porque é cara pra caralho.
O meu noivo hoje, eu fiz ele ouvir a música e eu tive que explicar pra ele a música que ela fez sobre a traição e tal. O meu noivo não sabia disso. Ele sabia que ela fez uma música por conta da traição, mas ele nunca foi atrás. Aí eu explicando, ele ficou perplexo. E o que eu expliquei pra ele é muito cuidado com nós latinas. Porque a mulher não latina, o que ela vai fazer depois de uma traição? Ela pede o divórcio e ela pede milhões de dólares.
A celebridade latina, ela pede o divórcio, ela pede milhões de dólares e ela faz milhões de dólares em cima de um grande barraco. Todo mundo vai saber, porque a mulher... Dois milhões de pessoas vão mandar você tomar no cu. Vão mandar você tomar no cu, você vai ser bloqueado em várias regiões. Enfim, somos muito, muito perigosos. Somos irmãs, somos amigas, somos mulheres. Sim.
demais. A imagem da árvore, eu só queria fechar desse jeito, né? A imagem da árvore sendo transportada tá para gente igual o padre do balão, que completou, fez o aniversário esse ano, né? Eu acho que de 20 anos, ou foi 10 anos do padre, que o padre do balão, né? Que saiu aí e... Sim. Virou história, virou estrelinha. Ficou pra história. Ficou pra história.
Agora quero falar sobre uma coisa que não falamos semana passada. Uma grande pena, mas eu vou me redimir. O quê? Como assim o quê? Ah, sim. Precisamos falar sobre a Casa do Patrão. Maior fenômeno televisivo de 2026. Que eu não tô entendendo porque... Ai, o Big Brother Brasil, Ana Paula Renou. Te amo, você é minha amiga. Você é linda, maravilhosa, querida, merece tudo. Cada vez mais milionária, não responde o zap, mas...
Porque agora a vida dela é o estrelato. E eu entendo. Agora, Casa do Patrão vai desbancar. Desculpa. Vai, vai sim. E vai desbancar na pequenez. Na falta. Primeiro reality artesanal. Que eu já vi, né? Acho muito legal isso. Fofo.
forte. Leila, eu tô ouvindo vocês aqui em Chique Chique Bahia, eu não sei o que é Casa do Patrão. O que é Casa do Patrão, Glau? Casa do Patrão é a nova ideia do Boninho, né? A nova execução, não é mais ideia do Boninho, né? Uma execução, inclusive, que é o primeiro ponto a se falar desse programa maravilhoso, que traz a inovação de ser um programa de confinamento numa casa. São 20, 21 participantes, eu acho, né?
Eu não sei quem são. Eu me peguei muito nos detalhes. Eu não... Realmente. 18. Obrigada, Aline. 18, é. A Aline assistindo. Obrigada, Aline, pela fortaleza que você é. É isso. 18 pessoas em Itapertesirica da Serra, que fica a Record. Nunca lembro. Mas é lá. No mesmo lugar onde é gravada a Fazenda, Power Couple.
Só muda alguma coisa da cenografia pra poder começar um novo reality. E... é isso. A execução. A execução, ela é... ela é primorosa, eu acho. Nós temos aí Leandro Hassum. Ah, tem isso também, né? Com toda a sua falta de carisma, traquejo, preparo, técnica, errando. Tem a paciência do Bonil também, que ela chegou ao ápice.
A falta de paciente. Eu amei a cena que o Boninho, ele é isso. Quem é o Boninho, Leila? É João Oliveira Boni, né? O filho do Boni, que é o Boninho. Ele era o diretor do BBB e muitos diziam que gênio, que homem genial. Quando ele deixou a Rede Mundo, todos falaram putz, fudeu, agora sem um Boninho, realmente o que vai ser do Big Brother Brasil? Entrou o Dourado, mordemos nossas línguas, que o Dourado, ele entrega realmente tudo, um grande beijo. Dourado, Samanta e toda a equipe da Globo, que eu gosto, quer dizer, da Rede Mundo, que eu gosto muito.
E aí Boninho foi e falou assim, embaixo do braço, levando uma pasta, estou levando tudo que eu sei. Ele levou, não tá usando, mas ele levou com ele tudo que ele sabe. E agora a gente tá vendo o Boninho com toda a sua falta de verba, patrocínio, paciência. Boninho simplesmente interrompeu pessoas que estavam apenas orando. Você viu isso? Vi.
brigou com as pessoas que estavam orando porque? porque elas estavam orando, ele deu uma bronca ele quis brigar, e ele é totalmente anti-Chayane, né, porque eu me lembro que a mulher foi falar, ô pro pro, produção não sei o que ele falou, atenção fulana você não tem que falar com a produção não, viu o jogo é aí dentro, você não tem que ficar falando com a gente não, rapaz, e sempre com ameaças de se continuar, você vai ser eliminada, então é um reality também que a eliminação pode vir por desejos de boninho o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o o
Primeira prova sendo a dança da cadeira, né? Os damildes, que eu chamo assim, que eles são dames humildes. Os damildes, eles têm roupinha foló do Carreta Furacão, de cetim, de poliuretano comendo no mundo, naqueles tecidos quentes. Os pobezinhos com a carinha toda murcha. Sorridente, né? Sorridente e murcha. É um sorriso que pede uma ajuda. Por favor!
Me ajuda. É. Eles têm o mesmo rosto do Tintin, aquele personagem que era o detetive. Sim, Letantan. Lembra, lembra o Tintin. A casa com pia de 30 reais na telha norte, a casa toda mal acabadinha. Se não me engano, eles dividiram a casa em casa pobre, a casa da... A pobre, a miserável.
E o pior que a pobre. E abaixo da linha da miséria. A pobre, ela é muita casa. A casa média do Brasil. Né? Tem isso. É muito legal, como o Bonil. Eu também me senti... Ele nos ofendeu de tantas maneiras. Bonil ele é precioso. Ele me ofendeu. Ele me ofendeu na minha casa. Que mais? Eu não entendo a dinâmica do programa. Eu amei o começo do programa, né? Que teve o lance do... Ele colocou, Glau...
Um a um pra entrar na casa. E mediante quem entrava, a pessoa assistia o seu vídeo de inscrição. O que eu acho uma coisa incrivelmente sem graça. Não faz o menor sentido eles verem. Porque eles estavam na inscrição. Afinal, era a inscrição deles próprios. Então, a pessoa um entrou e viu o próprio vídeo de inscrição. Whatever. A pessoa dois entrou e viu o próprio vídeo de inscrição com a pessoa em um. Então, ela não viu nada da um.
Ela não conhece aquela 1. E a última pessoa entrou e viu o seu também, não viu dos anteriores. Então duas pessoas entram prejudicadas. E você viu que, de novo, é um programa artesanal, é um programa feito à mão. Talvez apenas as duas, que são a do Boninho.
E aí, quando vai passar de um vídeo pro outro, fica lá o Windows aparecendo, né? Então, tem essa coisa também de... A sensação que eu tenho é que é um reality muito próximo da gente, sabe? É. É isso, assim. Tipo, a gravação é numa câmera. A primeira vez que eu vi a TechPix sendo utilizada, né? Que é o que todo mundo fala. Legal que a gravação já sai num formato ideal pra meme.
Eu tava contando um pouco como é esse programa pro meu noivo. E aí, o que saiu de nossa conversa foi uma frase muito bonita, amigo. Que é assim, poxa, vamos assistir pra ajudar. É, é a sensação, assim. Vamos assistir pra ajudar. É um reality show que tá recebendo a unção dos enfermos, né? Tá naquela de ir a gente tá ali. O Douglas falou uma coisa muito bonita que a resolução é em meio K. Não é 4K, mas é meio K.
Sim, lembra aquelas câmeras da pegadinha do Ivo Landa dos anos 90? 90, começo dos anos 90, que tinha uma cara meio oleosa, todo mundo tinha uma cara de pintura impressionista. É um pouco isso. Por que você tá falando tanto desse reality, Leila? Por que você tá achando ele? Porque ele vem para contrastar, mais uma vez, nós todos mordendo a língua, não só com o Dourado, como fomos injustos com o Davi Brito.
Não, mas você é o que em sua profissão? Davi Brito está apresentando, sem fazer alarde pra ninguém, um reality show chamado Impulsiona House, onde a ideia é impulsionar subcriadores de conteúdo. Na verdade, criadores não, porque eles não criam. Subinfluencers. E ele tá indo bem.
Eu não sei o que dizer, amigo. O Davi Brito está indo bem como apresentador, perto de Leandro Hassum, mas está comendo na porrada, como diria Pedro Pedríssimo. Comendo o Leandro Hassum com farinha na porrada, recogitando e amassando no soco. De carisma, exatamente. Davi Brito está indo bem. Você que tem um sonho, desista, persista.
O Davi, ele precisou transicionar de carreira algumas vezes. Muito rápido, mas uma hora ele achou o seu lugar. Também queria falar aqui sobre a casa do patrão. O Vitor Hugo, sim, o Vitor Hugo. Ele tem feito vídeos mostrando semelhanças da casa do patrão com a bolha, né? Que é o reality dele. Que é dele. Formato original, inclusive. Sim, sim.
E aí eu fico pensando que realmente tem um pouco a ver. Porque uma das provas do Abolha foi aquela prova de que tinha que beber água, né? Quem conseguia beber mais água. E aí as pessoas, inclusive, gofavam, né? Porque estavam com o estômago rústico d'água. E eu vejo isso sendo transportado pra casa do patrão. Eu consigo ver. Ou seja, Abolha e casa do patrão nada mais são do que a reality showsização dos desafios de panelinhas do Discord.
Agora a próxima prova do patrão é taque desodorante no seu bronquio. É isso, é isso. Inclusive isso tem a ver com o meu fofólogo, mas vou deixar pra avastar. Tá bom. A Indemol tá sondando pra comprar o do Vitor Hugo. Tão falando aqui. Bem, eu acho que a gente tem que valorizar mais a bolha, tá? É um programa que com duas... Eu amei. Uma semana, gente, teve três desistências da bolha, porque uma pessoa conseguiu emprego, a outra pessoa... É!
Por que você riu? Foi, tipo, a pessoa falou, olha... Eu não rio, eu não só rio, cuspi minha água de coco. É porque a pessoa diz assim, ah, eu tenho, sei lá, a gente ficar ativendo assim, ó, minha agenda, vai ter muita coisa, sabe quando você diz assim, ó, não vou conseguir, tá muito foda lá no emprego, né? Então o pessoal justificava...
público, mas eu senti que era pro Vitor Hugo, e assim, poxa, VH, ó, eu não vou conseguir mais participar da bolha, porque eu tenho que entregar nesse mês de abril, tá? Então não leva mal não, eu tô aqui desistindo da bolha. E ele falava, é isso, tá pegando fogo a bolha, né, já duas resistências, quem vai ficar no final?
É uma experiência boa, gente. É muito legal, sabe? Eu quero mandar um beijo para o meu novo amigo, VH Vitor Hugo, que passou a me seguir no Instagram. Eu acho isso muito chique. Vitor Hugo, você é um queridinho. Amigo, ele é um queridinho. Gravei um comercial com ele recentemente, que eu mesma escrevi com minha mão. Ele estava divino. Um queridinho fofíssimo, fofíssimo, humilde. Vitor Hugo, você merece todo o amor.
Vitor Hugo, um beijinho pra você. Você merece tudo de bom nesse mundo. Quem é hater que rasga o cu. Vitor Hugo passará, apesar dos latidos. E vou dizer uma coisa. Viu, Boninho? O Vitor Hugo, gente...
Ele foi a nossa primeira tia Milena. Tudo bem, ele não chegou na final. Mas o Vitor Hugo foi a primeira pessoa que a gente lembra que peidou. Não, tudo bem, teve a Vivian. Mas a Vivian disfarçou. O Vitor Hugo, ele não negou o peido. Não, teve a Gisele também. É verdade. Gisele Bicalho, que peidava. Ela foi o Juliano Floss da antiga geração. Que ela peidava nem aí. Na cara do público.
Balci Carraça dizendo que Glau está em crise de alucinação. Não estou, gente. O Vitor Hugo, ele vivia um reality só na cabeça dele. Era legal de acompanhar. Era legal de ver as brigas dele. E quem não se lembra de quando o Vitor Hugo peidou? Peidou na frente do Gui Napolitano. Sabe? O Vitor Hugo fica nervoso.
Porque ele tava afim do Gui e ele acabou peidando na frente que ele tava afim. Eu acho esse peido bem mais... Tem um peso maior do que o da Tia Milena, sabe? Envolve mais camadas. Então, assim, eu tenho esse apego com o nosso querido VH. Estou apoiando... Apoiei ele na carreira de cantor. Apoio ele na carreira dele como apresentador de reality show. VH, estou com você. Também estou. Se não tiver nenhum fã foi porque eu morri. Então você vai ter porque eu não quero morrer tão cedo. É isso.
Falando em peito... Esse foi o gancho. O quadro Paulo Freire Você Prometeu. Olha que delícia. Chegamos naquele cantinho do programa onde a gente convoca o patrono da educação brasileira pra prestar esclarecimento. Sim, é o nosso amado quadro Paulo Freire Você Prometeu, onde vocês mandam relatos pra provar que diploma não cura burrice e que escola não tira título de trouxa. Aqui é assim.
O ouvinte chega, expõe que cometeu por excesso de confiança e a gente acolhe sem julgar. Mentira, a gente julga muito mais com aquele afeto gospel de quem já passou pelas mesmas vergonhas. E o aviso de sempre, antes que apareça a advogada aqui animadinho querendo encher o nosso saco, todos os nomes verdadeiros foram trocados.
Por celebridades, personagens de novela, figuras públicas que jamais teriam estômago pra fazer as coisas que vocês vão ouvir. É proteção jurídica e tem tempero artístico. Se você já confiou em quem não devia, comprou promessa que não tinha lastro, ou caiu numa lábia boba que até uma criancinha desconfiaria, mande a sua tragédia pro e-mail contato arroba hoje tem podcast ponto com, que a gente lê, a gente comenta, a gente...
ora e transforma a sua vergonha alheia em edificação coletiva. Então, vamos ouvir mais um sonho de oprimido querendo virar opressor? Vamos! Sonho do oprimido Olaf derretido em um abraço quentinho. Magnanimus Leila e Glau, espero que estejam vivos, pois quem tem consciência de classe e senso crítico nunca estará bem. É verdade. Sou Olaf derretido em um abraço quentinho e venho trazer uma partilha que demonstra como a educação pode ser muita coisa.
Mas quase nunca é libertadora. A história aconteceu no ano de 2017, na Universidade Federal de Não Há Rios, Alagoas. Não Há Rios? Ah, tá lá! Alagoas, com certeza. Eu, recém-formada na graduação e já com experiência em iniciação científica, quis continuar no meio acadêmico e ingressar no mestrado. Já sei que vem acadêmico, é sempre desgraça, acadêmico é sempre uns coitados.
Ai, Leila, você da iniciativa privada sou. Não é meu e-mail que estou sendo lido aqui. É isso. Quis continuar no meio acadêmico e ingressar no mestrado. Soube que havia um grupo de pesquisa iniciando em um estudo grande, em uma área do meu interesse, e comecei a participar das reuniões de organização. É assim, Glau? É, você demonstra interesse, né? Tem professor que eu acho que é mais rigoroso. Ai, é assim? Eu achava que era organizado.
Não, mas é, tipo assim, você primeiro mostra o interesse, fala qual é a relação que tem com a sua pesquisa. E no mestrado, na graduação não tanto, mas no mestrado, o seu orientador vai te guiando, sabe? Olha, eu acho que você se encaixa aqui, então você vai sendo direcionado. É igual quando tem menina promotora de supermercado servindo um iogurte novo, um produto novo. A mesma coisa. Aí você chega, fica perto assim, é nova essa geleia? É.
interessante. Aí a mulher fala, você gostaria de provar um pouco? Ou seja, o cara fala, você gostaria de participar dessa pesquisa? É isso. E a nossa ouvinte, ela é o quê? Ela é a pessoa que, ou o ouvinte, né, que é o Olaf, é a pessoa que está empolgada e está querendo trabalhar, porque está pedindo para entrar no grupo de pesquisa. Então, além de estar tomando conta da gôndola dela, está querendo tomar mais outras pessoas, outros nesse supermercado epistemológico.
Os três professores responsáveis eram maga patológica, mandona grossa e com rei na barriga, era a cabeça da equipe, tio Patinhas, respeitoso até então e prestativo, economizava cada centavinho do seu generoso salário, andava em um carro caindo aos pedaços e com um celular que parecia pertencer à outra era.
Spoiler, ele deve ser podre de rico. É assim que os ricos são, né? Mas faz o cosplay de pobre. E por fim, e menos, muito menos importante, Madame Patilda, uma mera coadjuvante, sem personalidade, típica professora concursada que não faz nada e se encosta em algum grupo de pesquisa pra manter as publicações. É, eu tô com ela. O básico.
Havia ainda Tiana, da Princesa e o Sapo, nossa coordenadora de campo. Faz tudo e capaixa o número um de maga patológica. Já tô sentindo um recalque aqui da sua parte. Acabava assumindo a responsabilidade por boa parte da pesquisa por ser a aluna mais antiga do laboratório, enquanto os três patos superiores tinham tempo de viver calmamente suas vidinhas. É problema teu? Sai do teu tempo de vida? Sai.
Sai, é verdade.
Detalhe, antes da seleção, Maga Patalógica deixou claro aos que queriam ingressar em seu estudo três pontos. Ponto 1. Todos precisariam de dedicação exclusiva durante dois anos. Ponto 2. As mulheres do grupo não deveriam engravidar durante o período, para não atrapalhar o planejamento da pesquisa. Ponto 3. Os alunos seriam divididos em duplas para coletar dados em campo, e pelo menos um deveria ter carro próprio para o deslocamento até a cidade vizinha. Mas, caso não houvesse carros em número suficiente, a dupla poderia usar transporte público.
Até então, eu tava falando assim, até agora, até agora é só mais um mestrado comum. Mas assim, o lance da exigência do carro próprio, putz, pra um mestrando, gente, ganhando 2 mil, tá 2 mil? Hoje em dia eu acho que tá 2 mil e alguma coisa, né? Eu fico sempre de cara, amigo, com esse valor. É, gente, detalhe que agora, agora... Agorainha, agorainha. 2.100, diz o Gustavo Balbinotti. Foi permitido ao mestrando...
conciliar o mestrado com alguma outra atividade profissional. E aí você tem como ter bolsa e um outro salário, né? Ter dois empregos. Ah, deixaram agora? Agora é permitido. Mas não pode engravidar. É, não, não, não. Não, engravidar não. Mas dois empregos pode. Tá certo. Legal, bacana. Um ambiente super legal para as mulheres. Tá cada vez mais legal. Mas é no tempo deles que as mudanças estão chegando. Ninguém tá com pressa.
Importante! Os equipamentos de coleta eram pesados, volumosos e muito caros. Cabiam em uma mala tamanho G e outra P. A cidade era cheia de ladeiras e os ônibus só deixavam no centro. E não, a cidade não era pequena. Tinha cerca de 90 mil habitantes. Seria praticamente impossível sem carro.
Vocês estavam pesquisando o que, gente? O Césio 137? É uma cidade grande? Andar com as malas daquele tamanho? Como eu era apenas um jovem e bastante iludido boneco de neve pesquisador, com medo do desemprego e sede de fazer ciência, aceitei o desafio. Cara, eu não entendo vocês da ciência.
Abre um canal no YouTube, menino. Vai falar dos negócios da célula. É, e sede de ciência, né? Melhor, tem tantos vinhos legais, cachaça também é bom. Tanta coisa boa pra você ter sede. Sim, sim. Vamos ter sede de outras coisas também. Junto com a minha amiga Rapunzel de Enrolados, ainda mais ingênua e iludida que eu, estudamos loucamente pra seleção. Porque não passar seria dar de cara com o desemprego. Não seria, não. É.
2 mil reais? Tu consegue emprego numa sapataria? Um negócio assim, cuidador de idoso? É, 2 mil reais. Não é como se você estivesse abdicando de 8 mil e 500 reais. É 2 mil reais. Nem tudo está perdido. Calma. Isso aqui me cheira sabe o quê? Recém-graduado. Não tem ainda noção de...
Do mercado, né? É, de faixas, de nada, de dinheiro. Eu gosto que eles se referem, amigo. É sempre igual. O povo acadêmico, eles se referem à vida na academia, já se explicando, sabe? Eles mandam e-mail já falando assim, eu não tive escolha. Ai, mas dá uma vergonha. Eu tive que ir pro caminho da droga, porque minha mãe virou alcoólatra, meu pai me batia, e eu tive que virar acadêmico. Sabe, é sempre umas histórias assim. Coloque-se na sua vida, garoto. Eu entendo, eu entendo. Dá uma vergonha. Eu fico assim, ai, por que...
O Vinicius aqui, eu tô assim nesse momento, juro. Por livre e espontânea pressão do trabalho. Tá bom, gente. Minha solidariedade aí aos academicers. Bom, apesar de não termos carro, passamos em segundo e terceiro... Ó!
Sede de cês. Vocês são bons mesmo. O que nos garantiu uma bolsa de 1.500 moedas desencantadas por mês. Passou em primeiro e segundo, ganhou 1.500. Provavelmente era o único valor, porque não tinha pra terceiro lugar a menos que isso, não. Isso quando você não tem que dividir a bolsa. Quando o primeiro e o segundo lugar diz, olha, vocês dois vão ganhar uma bolsa de 1.500. Aí, ah, eu e Leila vamos ganhar 1.500? Não. Não, amigo, é mentira que tem esses valores. Você e Leila estão ganhando...
uma bolsa de 1500 e vocês vão ter... Olha, todo mundo aqui. Tem sim, muito ainda. Não, gente. Vocês estão brincando que... Gente, calma, vamos lá. De novo eu vou fazer essa pergunta, porque vocês sabem que eu não sou acadêmica, então vocês me perdoem. A pessoa, ela é aquela crânio da cabeça, aquelas pessoas bem gabaritadas, fodonas intelectuais. Sim, sim, sim, sim. Vai solucionar muitos problemas.
tudo pra caralho, pra cuidar dos rumos da sociedade. Isso. Aí ela faz uma prova, um negócio assim, aí ela tira, ela ganha 1.500 reais? É isso, por dois anos, correndo risco de se o amiguinho dela for tão bom, vai virar 750 pra cá. Tá me zoando. Eu tô dizendo. Tô dizendo porque eu já vi. Olha, gente, não é cuspindo pra cima, não. Por quê?
Mas eu vou dizer uma coisa, não ser bolsista No começo pega Pega inclusive no nosso ego, tá? Vou admitir aqui, eu fiquei, putz, todo mundo vai ter lá No currículo que foi bolsista, eu não consegui Mas gente, te tira de tanta coisa Te tira de...
Tanto enrascada. É mentira. Vocês estão mentindo pra mim. Não. De forma alguma. É mais comum do que você imagina, assim. Por isso que quando a gente ouvir falar da fuga dos cérebros, a gente tem que pensar se isso é uma fuga ou se é realmente uma liberdade, né? A corrida da liberdade deles, né? A emancipação, né? Às vezes... Ei, Lula. Camilo Santana te manca. Gente, né? É assim, dava, dava.
Dava. Dava demais. Dava pra dar um aumentinho. Aí, detalhe, essa bolsa é pra você custear o quê? Congresso, que você é obrigado pelo programa. Não, menina, é mentira. Apagar pra enviar seus artigos. É, não. É 1.500 a mais além do salário. Não, é 1.500 total. Não, amigo. É, amigo. É sim. Ô pobreza miserável que nós temos, Paulo! Aí tu imagina, eu quero que você imagine Fortaleza hoje. A primeira capital do Nordeste. Quantos estudantes que tem que ir pra lá?
Como é que consegue se manter um aluguel de 1.500? Onde é que essa pessoa tem que... Gente, não pode deixar as crianças das escolas saber disso, não. Tem que deixar isso que nem eu tô sabendo agora. É, eu acho que a gente... Tem que deixar eles estudar. Conta isso. A Pacto da Maçonaria, ó.
É, Pia? Não fala, que não compensa, não. Tá bom, vamos lá. Seguindo, que eu tô triste. Tô muito triste. Olha, gente, esse momento triste no nosso programa. Beleza, ok. Primeiro mês oficial de mestrado, início da coleta. Os três patos superiores reuniram todos os alunos para informar que, apesar de terem conseguido dinheiro em um edital de fomento, não havia verba suficiente pra gasolina e alimentação. Mas, como todos tinham bolsa, poderíamos usá-la, pois, de qualquer forma, teríamos que nos deslocar e nos alimentar.
Então, calma. Ele comprovou. Eles estão pagando para trabalhar agora? É muito importante para a gente se resguardar aqui. O nosso ouvinte Arthur Pedro falou, gente, lembrando, dividir é ilegal. Sim, a gente está relatando algo que acontece. Esse podcast não compactua com bolsa dividida. Nós não compactuamos com isso.
Eu tô chocada que tem taxa de bancada. O Arthur tá falando, se você tiver no doutorado e tiver bolsa com taxa de bancada, você é luxo. Taxa de bancada, 500 reais? No doutorado eu não sei, porque eu nunca fiz, né? O André Mari é um investimento em si, gente. Você é burra, Carla, desculpa. Ah, caga!
Não, André Investimento é botar mega ré Ai, ele tá rindo, que bom que ele tá rindo Investimento é isso aqui, ó Minhas unhas, investimento, ó, esculpa Isso é investimento É porque assim, pra o currículo, obviamente Isso conta muito Mas é o que eu tô dizendo pra todo mundo Gente, confia que uma hora vai dar bom
Mas até lá. Até lá. Calma. Os acadêmicos aqui do chat, calma, estão dizendo... Calma. Eu tinha muita fé em vocês, hein? Que vocês são acadêmicos, doutorando, mestrando, PhD. Mas a Júlia tá dizendo que é na expectativa de que um dia isso vai ter retorno. Gente, vocês estão aqui com a galera do Tigrinho, tá? Isso aqui, o Tigrinho, ó. No mundo acadêmico, o Tigrinho é isso aqui. Tigrinho até retorna mais rápido.
É na esperança de que, quem sabe, né? Se der certo, deu. Se não deu, aí tem muito tatuador, né? Tem muito arquiteto que começou no mestrado, colega meu, que hoje é tatuador. Mas a pesquisa, o Jorge, mas a pesquisa pode te mandar pra fora do País do Tigrinho também. Você não vê os blogueiros tudo com carrão? Não, gente. Que absurdo.
Olha aí a Julia falando, eu me formei em arquitetura e sou pintora hoje. É, e todo tatuador que eu conheço eu falo, ei, tudo bem? Você é arquiteto? Eu tenho essa pergunta, porque eu sei que é um destino de muitos arquitetos. E são bem mais felizes, inclusive, tá? Ela perdeu muitos clientes e teve que reformular o seu negócio. Estou chocada. Vamos lá, estou chocada. Ah, é bom falar.
Hoje, escrevendo essa partilha, é muito claro pra mim que isso era um abuso total. Mas o pequeno e o ingênuo Olaf derretido em um abraço quentinho achava que era assim mesmo. E como aquele lugar, o mestrado, a pesquisa, era bem disputado, eu achava que precisava fazer de tudo pra permanecer ali. Até investir minhas poucas moedas em uma pesquisa que geraria frutos principalmente pros três malditos patos.
Infelizmente, o meio acadêmico é um poço de violências normalizadas. E, curiosamente, ou nem tanto, ninguém questionou. Só seguimos o baile. Alunos novos fizeram dupla com antigos e eu fiquei com bela adormecida. Calma, gente boa. E, claro, com carro. O ritmo de trabalho era insano e eu não tinha tempo pra nada. Uma vez, questionaram a maga patológica se poderíamos flexibilizar as coletas, pois havia muitos trabalhos e seminários. E ela respondeu, O que vocês fazem entre meia-noite e seis da manhã? Dormir, gente, não é prioridade. Usem esse tempo. E aí
Olha!
Incrível. Eu tô com raiva, tô ficando com ódio aqui, hein? Sobrevivi ao ano de suplício e soube que haveria uma reunião da agência e de fomento para prestação de contas e apresentação dos resultados. Maga patológica e tio Patinhas pediram pra que eu, Rapunzel de Enrolados e Bela Adormecida fôssemos com Tiana da Princesa e o Sapo para representar o grupo, com as camisas com a logo da pesquisa pra fazer propaganda. Afinal, haveria pesquisadores importantes e networking é tudo. Por que você riu? Porque é tão comum.
É um padrão, né? Isso é muito fubango. É, é legal. É fubango, gente. Mas aí, volto a dizer, né? Eu me fudi todinho. Mas se eu tivesse uma bolsa na época, eu acho que eu tinha ficado mais a bublé das ideias. Porque, inclusive, eu não estaria no emprego que eu tô hoje, né? Porque eu escolhi não ter bolsa pra poder estar já na docência, né? Então foi...
Foi mais puxado, mas ó... Graças a Deus, amiga. Eu não tenho esses depoimentos pra falar, entendeu? Exatamente. Fomos felizes. Afinal, seria em um hotel chique, com almoço grátis, e nós, pobres famintos, teríamos a chance de tirar a barriga da miséria. Mal sabíamos que a sobremesa seria mais valiosa que o prato principal. Assistimos a algumas apresentações, almoçamos e chegou a nossa vez. Maga Patalógica e Tio Patinhas apresentaram a pesquisa. Calma, quem apresenta é quem não trabalhou?
Tem o clássico caso desse podcast no início, quando eu falei da apresentação lá de Portugal. Não, gente. Gente, não compensa de nenhuma frente, em nenhum ângulo, em nenhum nível. Não compensa. Quer saber? E o mais doido é, o nome da pessoa que está apresentando tem um peso. Aí compensa.
Porque é isso também. Vou dizer uma coisa, tá? Eu tô passada. Admitamos todos aqui. A gente sabe onde a gente tá metendo nosso pé. A gente olha aquela bosta e fala... Li os termos e vou pisar. Porque a gente sabe que o nome daquela pessoa que fez e pintou e bordou... Não, ela não precisava ser assim. Mas a gente sabe que em algum nível aquele nome vai... Vai pesar no nosso currículo. Tanto que ninguém aqui vai responder essa história com negativo porque sabe que é verdade isso que eu tô falando.
O Bruno falou, Leila, nunca teve emprego que o teu chefe roubou teu crédito pro cliente? Teve, mas é diferente do mundo acadêmico. Ali ele pode roubar, é só um jingle, sabe? E a Leila falou, teve, eu também ganhava melhor do que vocês. É, eu também ganhava mais do que dois mil reais. Eu acho que eu já ganhava cinco vezes mais de dois mil reais. Então meio que compensa.
Tá. Maga Patalógica e Tio Patinhas apresentaram a pesquisa. Uma senhora distinta e incisiva da comissão avaliadora, Edna Moda, de Os Incríveis, perguntou. Vim aqui no relatório de vocês que vocês não conseguiram verba para o transporte e alimentação da equipe de campo. Como contornaram isso? A universidade deu contrapartida? Calma. Gente, desculpa fazer perguntas que podem ser óbvias para vocês. Mas eu, que não sou do mundo acadêmico, quero saber.
pode fazer essas observações assim fui pobre do início ao fim nesta pesquisa que segue a seguir eu só comi o pão que o diabo amassou pedi 10 centavos e negaram, pode falar isso? não, assim, dessa forma você... ó, o Vinicius tá falando não, ainda tem que agradecer pela bolsa aí a Mary disse, se estiver em ABNT pode
É que eu acho que eles talvez poderiam ser uns agradecimentos, sei lá, tem essa sessão, certo? E aí dá a liberdade. Aqui pelo jeito o agradecimento não foi agradecer, né? Foi dizer assim. É porque às vezes o agradecimento, se eu usar a parte pra você dizer assim, apesar dos pesares, até pra quem torceu contra. Ah! Esse é o momento que o arquiteto...
Eu tive sede e não me deste de beber. Eu tive fome e não deste de comer. Mas apesar disso, estamos aí com a nossa pesquisa. Que legal. Aí no final você fala, agradecemos ao incentivo de não sei o que. Esse textinho tem que ter. Olha, sagaz Olaf, parabéns Olaf. Aí ela perguntou isso. A Edna Modas, os patos ficaram congelados, tal qual os personagens no final de Avenida Brasil. Na minha cabeça tocava...
Oi, oi, oi, no ritmo do Coduro. Tio Patinhas, tão respeitoso e prestativo, respondeu. Ah, os alunos têm usado dinheiro da bolsa de pesquisa, que também é pra isso, não? Edna Moda, de Os Incríveis, surpresa rebateu. Não.
Não, não, não, não, não. O valor da bolsa é para cobrir os custos de vida dos alunos, garantindo que eles permaneçam na pesquisa. Eu voto nele. Não para financiar o estudo. Isso é papel da universidade ou das agências de fomento. Pode até ser dos professores, se quiserem, mas não dos alunos. Estamos com Edna Modas. Edna Modas, salvadora, quebradora de correntes. Existe, tá vendo? Existem esses anjinhos ainda perto da gente. Existe, existe, existe.
grandona! Eu, Rapunzel, e Bela Adormecida nos entreolhamos com perplexidade, tal qual Nazaré confusa fazendo contas de quantas sofridas moedas havíamos investido. Meu raciocínio foi interrompido por Maga Patalógica dizendo, nós vamos providenciar corrigir a situação o quanto antes, senhora Edna Moda de Os Incríveis.
Ao fim da reunião, os patos se despediram rapidamente, sem comentar o ocorrido. No grupo dos alunos, a notícia se espalhou. Estávamos prontos para pegarem armas e formar um motim, mas milagrosamente, no dia seguinte, foi anunciado que havia aparecido uma verba para gasolina e alimentação dos próximos e últimos...
seis meses de campo. A pesquisa foi concluída, defendi o mestrado no tempo certo e, como castigo para pesquisador é pouco, engatei logo o doutorado, dessa vez em uma instituição de grande renome, sediada no mar de fevereiro. Aquela mesma onde maga patológica dizia que eu estava sonhando alto demais.
Mas com o incentivo do Tio Patinhas, tentei e consegui. Tenho muitas outras partilhas do meio acadêmico, mas deixarei para outro momento. Muito obrigada por alegrarem meus dias com fofoca na calçada. Vocês são divos demais. Sempre faço propaganda do podcast por onde passo. Beijinhos. Olaf derretido e um abraço quentinho. Olaf, eu não vou cobrar Paulo Freire. Também não. Eu não vou cobrar ninguém, porque Edna Moda, Dios Incríveis, salvou a educação do Brasil. Paulo Freire estava vindo.
E a Edna fez assim, com licença, senhor, eu resolvo isso aqui. E aí ela foi lá e resolveu. Exatamente. É, assim, boa sorte. Não, eu vi aqui que você já engatou no doutorado, né? É uma opção, né? Na verdade, é a coisa mais lógica a fazer. Foi uma decisão que eu resolvi não tomar. Até porque eu desde...
De que eu entrei na escola, eu engatei tudo, né? Então foi escola, faculdade, especialização, mestrado, né? Então, assim, eu realmente decidi não engatar de vez em um doutorado. E não excluo a possibilidade. Mas isso é uma coisa até que eu já conversei contigo, Leila. E eu acho que é uma coisa legal pra falar pra todo acadêmico. Que às vezes eu sei que a gente, dentro desse meio, tem um pouco... E você fala muito no seu texto, né? Do medo do desemprego.
Mas eu acho que é importante para aqueles acadêmicos que nunca tiveram essa experiência, assim, de... Você precisa ter um pouco da expertise do mercado de trabalho de fato, assim. Não só o conhecimento acadêmico vai te levar para lugares, sabe? Eu acho que, na verdade, não são conhecimentos que se anulam, não. Muito pelo contrário. Então, assim, não demora em arranjar um emprego. Acho que é isso que eu queria dizer.
Vou jogar minha humildade na latinha do lixo, tá? Que a gente que é mulher, a gente é treinada pra não ter humildade na nossa vida profissional. E dizer que eu sou uma profissional muito boa. Eu diria que às vezes eu sou acima da média. Muito, muito sinceramente. E a primeira vez que eu percebi isso foi quando, amigo, eu pedi demissão de um emprego que era dos sonhos, no jornalismo de moda. Eu estava passando por abusos e eu disse, eu estou me demitindo. Aí ela falou assim, você vai pra onde? Você nem conhece ninguém nesse mundo.
Eu falei, exatamente, eu vou ser vendedora de shopping. Fui ser vendedora de shopping, durou três meses, me chamaram pra trabalhar no estilo, porque eu era muito boa. Fui pro estilo, aí eu saí, é isso, amigo, já passei por três passinhos pra trás na vida. Que era eu pedindo demissão, voltava e sempre falava, não, eu vou vender espetinho, eu vou vender um negócio no shopping, eu vou ser camareira. E aí eu me destacava, então assim, às vezes, gente.
Tem gente que é muito bom. E se você é um cara que é um pesquisador bom, é porque eu só tô falando da minha vida, da iniciativa privada. Eu realmente não sei se é assim que funciona. Funciona, funciona, sim. Funciona, sim. Como pessoa que, inclusive, é seu amigo e te observa, eu, muitas vezes, levo em consideração que você fala sobre emprego, assim. Porque, por exemplo, aconteceu algo que a gente não pode falar ainda, mas que em algum momento vem, sobre lidar com coisas como RH. Eu, que nunca tinha trabalhado em empresa, né? Eu sempre trabalho, sei lá, que não tem...
não tem algo como RH. Isso não é ensinado. A gente não tem, não sabia como lidar, não sabia o que era que fazia. Então, existe até mesmo, eu acho, que uma questão de cultura de emprego, quem tá dentro do meio acadêmico, ou são pessoas que veio, como eu, por exemplo, de trabalhos que são pequenas empresas que aí quem é o RH, o dono, é tudo a pessoa só, ou são pessoas que nunca trabalharam porque, enfim, tem condições de vida que proporcionam isso. Então, eu acho que é, sim, muito importante isso quando você fala pras pessoas, elas entenderem onde elas estão metendo os pés delas.
É, às vezes as coisas não são tão horríveis assim. Tem gente que tem vergonha de os chamados subempregos. Tenha vergonha não, gente. É trabalho, tá? Eu larguei um emprego glamuroso que viajava cobrindo semana de moda em um grande veículo de moda para ser vendedora de shopping. Eu escolhi isso. Dei este meu bom passinho para trás porque eu sofria muito assédio moral pesado. Eu larguei o glamour, fui ser vendedora de shopping, durou seis meses. Voltei para o glamour.
Porque às vezes o nosso lugar é um lugar estrelado. E tudo bem a gente escolher dar essas pausas ou sabáticos, ou mesmo ser vendedor de shopping ou de ser subemprego. Tudo bem, é um momento da vida. Assim como hoje eu estou diretora de criação, posso não estar mais amanhã. E vai... é isso, momentos. Vou estar em cima, vou estar embaixo, vou estar em cima, vou estar embaixo. O importante é você não se violentar e ficar com vergonha de ter um outro emprego que você acha que é inferior e se permitir que os outros te violentem.
Tá vendo aí, acadêmico, acadêmico, e nem te obrigou a publicar nenhum artigo pra receber de graça esse conselho aí. É isso aí. É isso mesmo, amiga. Ajuda sim. E se vier algum chato, que eu sei que tem, né? Sempre o chato se falar, porque você não é acadêmico. A Leila nem conhece. Cala a boca, cala a boca. Se você tá falando isso, é porque você já tem um emprego, porque você provavelmente tá no mestrado, porque você já tinha uma vaga. Porque a gente sabe que isso acontece também. E é importante a gente falar pra quem não tem essa perspectiva. Então, ó, cala a boca. Não digite isso. Apaga isso agora.
Ei, tem um acadêmico me defendendo. É isso. Fala, Miriam, cadê tua voz? A Ariane tá falando aqui. Eu já fui diarista pra me manter. Não tenho vergonha nenhuma disso. Exatamente, Ariane. Se eu precisar... Várias vezes eu precisei vender roupas minhas pra poder interar as contas, glautar de prova, vendir imóvel, vendir coisas, pra interar contas. Depois as coisas se estabilizaram, gente. Acontece.
É importante, é importante a gente, inclusive, ter coragem pra fazer essas coisas, né? Porque a gente tem muito medo, mas é importante. Quando eu tava vendendo minhas coisas, não enjoei, tinha seguidor, que eu era influenciadora. Os seguidores falando assim, tá perdendo tudo, Leila? Tô, tô perdendo tudo, agora eu tô mesmo. Valci fez um comentário muito importante.
É isso, é isso. Obrigada, Valcy. O clima tava ficando triste, mas Valcy Carrasco disse. Tem gente da Rede Mundo que já participou do site Garotos com Local. É muito importante. E hoje é uma grande estrela graças ao Garotos com Local. Ah, quem é essa pessoa? Aí você vai ter que pagar. Aí você vai ter que entrar no Garotos com Local. É ou isso, ou isso. Ou você pode assinar. Você pode se tornar pagão. Se tornar um Garotos com Local de fala.
Partilha dos hosts, amiga. Eu tenho. Conte, conte, conte, conte. Eu amo as suas. Pelo seu sorrisinho, você tem uma ótima. Essa partilha aconteceu, amiga, na cidade de Juazeiro do Norte. Tá. Aqui no Ceará. E aí, uma das pessoas envolvidas que me contou, tá bom? Vamos pro nosso elenco. E aí, eu escolhi um elenco muito afetivo da minha infância, que foram os apresentadores da TV Shoptime. Porque meu pai, ele preferia assistir a TV Shoptime do que assistir Globo, SBT. Então, a gente ficava, passava o dia todinho assistindo o pessoal vendendo...
vendendo aquelas máquinas de fazer suco, colocar a fruta e sair o fruto. Isso. Já falaram aqui. Então, os nossos personagens são Ciro Bottini, Carlos Takeshi e Antônio Pedro, tá? Qual é o que eles têm em comum? Além de que eles eram grandes amigos. Eles se apaixonaram ali na adolescência, se apaixonaram naquele momento que todo mundo tá namorando. Então, ah, eu quero também namorar. Vamos namorar, gente? Vamos namorar. Ai, que inferno. Se eu conhecesse a Shakira antes disso. Amiga.
E aí eles começaram a namorar. E começou, assim... Começou primeiro o Ciro Bottini. Falou, gente, eu conheci. Conheci uma mulher. Tô gostando muito dela. Ah, ela é a sua top term? Não. Ela vem já. Tá, tá bom, tá bom. Conheci uma mulher. Ela é muito legal. E aí quero apresentar pra vocês. Não sei o quê. Beleza, beleza, beleza. Carlos Taqueche e Antônio. Ah, beleza. Eu também quero. Eu também quero... Quero sair de casal e tal. E aí, pouco tempo depois, o Carlos chegou falando que também tinha conhecido uma mulher.
Mas, né, assim, eles não se encontravam todos os dias. E aí, sem perguntar como é que tá o seu namoro. Ele falou, ah, tá legal, tá legal. A gente tem conversado bastante, tem evoluído o Ciro Bottini falando, né? Só não tem, ela só não tem muito tempo. E aí, depois, Antônio Pedro também chegou, nova namorada. Então, os três estavam namorando e estavam muito felizes com isso, né?
Só que logo depois do anúncio de Antônio Pedro, assim, pouco tempo depois, Ciro Bottino mandou uma mensagem pros meninos falando que precisava conversar. Por quê? Tava muito preocupado, ele tava ali. É a fase jovem adulto, né? Então ele tá começando a vida adulta. E a sua namorada, que até então não disse o nome dela, mas é a Monique Evans, que também apresentou o TV Shoptime, ela... Ok. Tava grávida. E aí, veja só, ele tava já há algum tempo, inclusive nesse tempo que eles estavam se apresentando,
ajudando ela com essa gravidez. Então, assim, ele dava o dinheiro, né? Porque Monique Evans era uma menina muito nova, mas ela morava sozinha, então ela tinha muitas contas. E, bem, ele queria constituir ali uma vida com ela. E aí o Carlos Takeshi e o Antônio Pedro acharam muito estranho essa semelhança, porque a namorada deles também estava...
Eu já amo essa lobo. Estava grávida. E eles também estavam ajudando a ela, tá? Lindo isso. E aí, né, a matemática é muito simples. Monique Evans tava saindo com os três amigos. E aí você pensa, meu Deus! Cidade pequena, amigo. Isso não é golpe isso daí? É! É! Entendeu? É! Demogra...
E aí começou a ficar Aquele clima tenso Entre os brothers Porque como assim a gente não Não alinhou isso, a gente não percebeu Ela saiu com a gente E falou da gravidez pros três A Miriam aqui, vai, dá pra fazer
E aí os três, eles tinham, além de saber que estavam dividindo a mesma mulher e que eram amigos, eles tinham noção de uma coisa. Que eles eram do time, sem capa, futebol, clube, só no pelo. Então, a chance de ser um dos três era muito grande. E o medo estava instalado. Bem, passou-se os nove meses e você pergunta o que aconteceu. Essas pessoas se separaram, brigaram. O Ciro Bottini se retirou, não tancou.
Mas Carlos Taquetti e Antônio Pedro estavam lá ainda, né? Nas recaídas de amor. Só que prestem atenção. Meu Deus! Ciro Bottini, ele... Tinha certeza que ele era o pai. Porque a Monique Evans chegou e falou assim, olha, eu tô com muito medo de falar pros outros. Porque eu sei. Mentira, que ela fez isso com todos.
O pai é você, eu sei que é você. Eu fiz o tempo, então, pelo tempo eu só tava com você. Então, você é o pai. Eu tô me preparando pra falar pros meninos. Eu sei que é seus amigos, por favor. Assim, não me complique, eu tô com medo. Eu moro aqui sozinha. E ele... Nossa, que perfeita. Ele falou, não, tudo bem, tá? E ela falou, eu tô falando isso aqui porque, tipo... Eu sei que a gente não vai ficar junto, mas eu preciso que você continue ajudando com a criança. Porque é uma criança. Isso, lógico, lógico. E, obviamente, né? Ela fez isso com os outros dois.
Aí passou os nove meses e você se pergunta, né? Cadê essa criança? Cadê essa criança? A Monique Evans, ela perdeu o bebê. Ela perdeu o bebê. Poxa vida. Mas ela... Ela perdeu ou ela tirou do forno? Ela perdeu o bebê. Ela infelizmente perdeu. O bolinho dela... O bolo queimou. Foi o bolinho dela. Não cresceu. Muxou, muxou. Isso, muxou.
mais, amigo. Já estamos entrando no bad vibe aqui no programa. É, o que mais é curioso na história é que nos nove meses o bebê não veio, o bolinho não veio mas a Broz, a a Bis, na verdade, Honda a Honda Bis veio. Veio, é, veio a Bis, Honda, veio também celulares novos, veio também muitas coisas. Veio uma mudança de vida pra nossa grande Monique Evans que no final das contas, terminou com o Tadeu Schmidt.
Lindo isso. Estão perguntando aqui. Veio o silicone? A Maria perguntou. Veio muitas coisas, gente. Veio o silicone, a Honda Biz. Ei, meninas! Meninas! Prestem atenção, né? Se inspirem. O que mais marcou na cidade foi assim, é porque ficou a grande piada. Gente, o teu bebê era uma biz, né? As pessoas falavam isso pra os três, né? Ah, a criança, então, é uma biz. Então, assim, a figura da biz, ela tá muito na minha cabeça, aquela biz vermelha. E eu acho muito linda ela vindo nas ruas do Juazeiro buzinando.
É, a Motomami mesmo, a Motomami 2. É isso, assim, ó, um beijo pra Monique Evans, que hoje tá muito bem casada. Hotmart, alô Hotmart. É esse tipo de curso que eu quero. Ah, o curso de inteligência artificial, prompts, engenharia de... Foda-se a engenharia de prompts. É isso. Eu quero esse tipo de engenharia social, eu quero. Obrigada, amigo. Eu tô edificada, eu tô inspirada. Inspirada.
E vamos pro Fofó, Lu? Vamos pro Fofó. Eu trouxe três. Triga, triga. O primeiro arroba é o arroba Super Jogos, que eu descobri eles pelo YouTube, o Shorts do YouTube, mas eu já vi que eles estão no Instagram também. Que basicamente, amiga, é o Luciano Huck do Instagram. Então ele faz provas dinâmicas, sabe? É uma mistura de Luciano Huck com o Celso Portioli. E só fazem essas provas, só participam dessas provas adultos.
ou então idosos, certo? Então é uma comunidade, eu não sei qual é o nome do cara do apresentador, então eu tô chamando ele de Luciano Huck, da classe C ele faz jogos legais e os prêmios são mais legais ainda, então é um quilo de moela, dois refrigerantes que legal! chocolate
ou liquidificado. Não é nem um quilo de fraldinha, assim. Não, não. É moela, são miúdos. Tem uns frangão também que ele faz, né? Galeto. É muito legal você ver a terceira idade se dedicando tanto porque aquilo ali já é uma economia na feira, né?
Amigo, eu não vou dar play. Eu tô vendo aqui os thumbs dos posts porque eu tenho medo de a minha mãe aparecer. É o tipo de conteúdo que claramente a minha mãe vai participar. Leila, muita gente fala assim, Leila, você tem tanto brilho. Você poderia ser uma creator muito grande. Por que você ser a pequena? Por que você não vai pro vídeo? Porque se eu ficar isso aqui mais famosa, eu vou ser a Vanessa Camargo, cujos pais vão fazer ela passar vergonha. É complicado.
Então eu não posso ficar tão famosa, porque eu sei que a minha mãe vai aparecer brigando por um quilo de moela nos Superjogos. É isso, né? Então, assim, o conteúdo de jogos está em alta demais, né? Todo mundo está fazendo joguinhos, mas o Superjogos, ele vem com diferencial, porque ele dá uma feira. Gabriela está perguntando qual. Arroba, arroba é instagram.com.br superjogos. Isso.
Essa indicação do meio, ela é super séria, como Superjogos também. Mas é um ilustrador que eu já segui no Instagram. Que nesses dias ele me seguiu também. Que é o arroba Willy com W. W-I-L-L-I. Logia, tudo junto. Ele é um ilustrador e biólogo. E ele tem muito pouco seguidor pro talento dele. Então aqui é uma indicação pra todos vocês irem lá conhecer o trabalho do menino. Muito bom, vale a pena, tá? Willy, quero que você cresça muito. Mas aqui é a indicação que eu acho que você vai se emocionar.
Hoje nós vamos disputar, tá? Que eu tô trazendo dois grandes... Amiga. Duas grandes indicações. É arroba urnasbignoto. Bignoto. Ai, eu já falei deles. Já falei das urnasbignoto. Ai, não. Mentira. Já, porque é o funerário que tem mascote. É. Já trouxe aqui. Ai, que ódio. Eu não lembro. Ainda olhei se tu seguia. Se fordinho.
se fudeu. Me fudeu demais. Eu não sei, eu não preciso seguir. Eu não sigo os meus tesouros. Ai, gente, mas é isso, né? São lugares que fazem caixões personalizados e temáticos, né? Tem o do Super Mario, tem o dos Padrinhos Mágicos, então o caixão verde, o caixão rosa.
amigo, as urnas Big Noto, quando eu tava famosa no Twitter, na época do Nerdcast, eles já me ofereceram caixão, tá? Eu tenho um crédito de um caixão colorido, com uns respingos assim, de tinta, uma coisa também impressionista. E tu não aceitou? Eu não morri, né, ainda. Quando chegar... Ah, tá. Mas tá lá, né, a promessa? Tá lá. Tá lá meu crédito. Olha, é uma boa com caixão. É minha parceria, né, que não dá pra fazer parceria agora, que eu entendo também. Caixão é caro, gente. Gente, caixão é 13 car...
um básico, tá? 13 mil, 14, 15 mil. Pois é isso. Numa próxima, hoje eu já entendi que você ganhou. Hoje eu ganhei, mas não por conta das urnas Big Noto. Eu ganhei por causa das indicações que eu trarei. Atenção aqui.
A primeira é uma senhorinha loba diva que não diz uma palavra sequer. Ela simplesmente adentra os ambientes, dando close. E ela é hiperfocada em inaugurações, tá? É uma senhora que vai para inaugurações de estabelecimentos usando roupas elegantes. Ela chega toda faceira, mostra a inauguração. É uma coisa de chego, dou close, saio.
inauguro, inauguro, saio, tá? Então, a arroba dela é... Ela tem 8.486 seguidores. Vocês, ouvintes, vocês têm a obrigação de fazer essa mulher chegar em 10k. Instagram.com.br Fashion Paradisi. D-I-S-I, tá? Fashion Paradisi. Eu quero receber mais pessoas como ela.
Sigam a Diva em instagram.com.br fashionparadise com D-I-S-I. Diva senhora que inaugura. Ela inaugura no negócio de cílio. Ela inaugura loja. Ela inaugura onda bis. Ela inaugura banquinha de rua, de sobrancelha. Caralho, que legal, né? É um tipo de profissão, um segmento. Olha ela de vaquerona.
É, amigo. Renata pergunta, ela inspira cuidados? Não. Não acho. Eu acho que ela inspira It Girls. É isso. Cansei da medicina. Todo de jaleco aqui na foto dizendo, estou seguindo ela, quero ir pra essa área. Cansei da medicina.
Você sabe, eu sei que eu já trabalhei numa grande empresa de medicina, eu sei que não compensa mais. Falei isso pro doutor Germano. Quem medicinou, medicinou. Quem não medicinou agora vai só cuidar de pagar dívida. É só dívida, amigo, agora. Porque tá cheio de fafifó de esquina formando médico. Aí eles tudo têm que pagar porque a fafifó custa uma fortuna.
E aí eles ficam pegando o plantão e burnoutando pra poder pagar. E aí o plano compra os hospitais e não tão dando mais um tostão pros médicos. E aí eles tão todos se fodendo. Então, recomendo, você que está estudando medicina, saia. E faça o que a nossa amiga Fashion, como é? Paradis. Que faz. Que é se vestir com a sua melhor roupa, entrar no estabelecimento e sair. Cara, e é muito legal, né? Porque você vai se desafiar a se vestir bem, assim, né? Se vestir de forma que... Pitoresca, eu acho. É uma palavra pra, né?
Sim. Minha segunda indicação agora, Glaudemias vai correr com a cara no chapisco. Perdi muito. Que isso? Eu achei que já teria derrubado. Ensanguentado. Quero mandar um beijo pra Tata Lopes, roteirista, atriz, diretora maravilhosa, que ela, o White, ela reclamou.
que eu não mostro as coisas pra ela de fofoca, aí eu tô usando, lembra Glau, que eu usava você de bloco de nó do fofoa? Eu tô usando a Tata. E aí a Tata, eu mandei isso pra ela, né, aí ela tomou um susto, ela é amiga, pelo amor de Deus. Então eu vou mandar pra vocês sem delongas, simplesmente muita atenção aqui, porque eu estou falando de um salão de beleza gringo com Brazilian Wax que ela tá cobrindo o rosto de chocada.
É um salão de beleza que tem conteúdos sobre Brazilian walks explícito. Não derrubados pelo Instagram. Você vai ver muitas xerecas sendo depiladas. Incrível. Sem blã. Sem blã. Sem truque de câmera.
Eu tô amando os pagãos no chat. Meu Deus. Todos eles. Tô passada. Lindo, gente. Por susto. Lucyborn e vibes. Exatamente. É um desprendimento pra deixar a xereca livre, né? Isso é legal. Isso é bonito. Tem uma mensagem legal por fora, né?
Eu amo. Eu tô entendendo, agora eu vou falar de text, tá? Cadê Lucas Blascioli nesse chat agora? Quem é da tecnologia, por favor, comente. Eu acho que todo o conteúdo sobre divulgação científica, que tem vaginas, que tem mamas, esse conteúdo o Instagram não derruba. E geralmente esse conteúdo...
ele é colocado com a pessoa em posição meio deitada, que é uma posição médica. Então, eu acho que é uma burlada do algoritmo colocar pessoas depilando deitadas, porque o algoritmo não derruba assim. Eu acho que ele entende que é divulgação científica. Então, fica aí. Exatamente, José Garcia é anatomia. Então, fica aí a dica, meninas do OnlyFans.
Olha. Conteúdo, faz numa maca, deitado, que muito provavelmente a plataforma vai entender como divulgação científica. Que legal. Amiga, é o segundo Instagram de depilação que passa por isso e não derruba a plataforma. Lindo isso, incrível, né? É 2026, ó, o ano de deixar ali, acaba com as amarras, acaba com as amarras do algoritmo. Vamos botar pra Ju.
Exato. O negócio é comprar uma maca ginecológica pra promover o seu privacy. Com certeza. Olha, o Jorge já tá falando aqui, ó. Papai e mamãe pode, então, na maca. O Jorge que tá falando. É, tem isso também. Tem que ver, tem que ver isso aí. O arroba dessa obra de arte, instagram.com elenajsterix. Esse é o perfil, se você quiser ver depilações de cera fria em bursas. Tá bom?
Pois então, irmãos e irmãs, chegou o momento mais aguardado desta congregação, a partilha dos ouvintes, e hoje, como eu avisei na abertura, a coisa está feia, está muito feia. A caixa de e-mail está pesada, está com cheiro de trauma, está com cara de prontuário psiquiátrico, notas de crime prescrito, Glaudemias. Eu reforço, então, o aviso. Há absurdos, há contravenções, há depressão nas entrelinhas, gatilho para tudo quanto é lado. Você quer mesmo ouvir? Certeza? Sua conta é risco, ouvinte.
Se você tá num dia delicado, é melhor pular pro final e voltar quando o sol brilhar na sua vida, meu irmão. E quem ficar é porque gosta, então não venha chorar depois nos comentários. E como manda a tradição gospel desse tempo da fofoca, todos os nomes verdadeiros foram trocados por celebridades, personagens e figuras públicas que jamais cometeriam as atrocidades que vocês vão escutar agora. É preservação jurídica, é cuidado com o réu primário, é ética fluida funcionando no automático.
Se você também tem na manga um caos ou bad vibe daqueles, daqueles que você não conta nem na terapia porque o profissional pediu pausa. Gente, o profissional pediu pausa é um negócio que me assusta. Muito sério. Manda para o nosso e-mail contato arroba hoje tem podcast.com que aqui a gente acolhe, part...
Partilhe e edifica sem juízo. Mas, de preferência, não traga crimes pra gente, beleza? Traga fofocas, partilhe as situações de cotidiano que são um bom bafão pra sair espalhando no bairro. Tá dado o recado? Agora respira fundo, segura na mão de quem você ama e bora descer pro porão junto com a gente.
Oi, gente, editora de vocês aqui. E eu sei que a Leila já deu vários avisos que esse tá pra baixo, esse tá no submundo, eu diria, esse tá abaixo da linha do desespero. Só que ela falou sem saber o que viria pela frente. Então eu, Jéssica, venho do futuro, ou do passado, quer dizer...
do futuro, pra te falar que a parada tem gatilho. A parada tá tão podre que teve uma história que eles não terminaram. Então vá por sua conta e risco. Qualquer coisa, deixa tocando aí no fundinho do trabalho, só pra gente não perder o play. Mas ó, só os fortes devem continuar, hein?
Partilha de Dina Sfat. Olá, Leili Glodemia. Sei que está tudo péssimo, mas temos esperança para a volta do presidente Lucas em outubro. Esta pessoa mandou muito provavelmente essa história em 2022. Esse caso é longo, mas vale muito a pena. Eu me chamo Dina Sfat e vou te contar essa história tenebrosa que teve seu início lá pelo final dos anos 80. Minha vizinha Joelma do Calypso tinha duas filhas, a Mara Maravilha, de 15 anos, e a Angélica, de 9 anos.
Um dia ela foi chamada na escola da Mara Maravilha pela diretora para avisar que um homem que aparentava mais de 20 anos estava a esperar pela Mara Maravilha todos os dias na porta da escola.
Calma, já pesou o clima aqui. Já pesou o clima aqui. Em menos de três parágrafos. Minha Nossa Senhora, um homem de 20 foi buscar uma criança. De 15. Estava a esperar por Mara Maravilha todos os dias na porta da escola, escandalizando toda a tradicional família local. Vale pontuar que Mara Maravilha sempre teve fama de piranha. Gente, é uma criança. A Mara é de 15 anos.
15 anos. Gente. Meu Deus, galera. Gente. Felca! Sempre teve fama de piranha, mas dessa vez era demais. Que isso? Das outras também deveria sair. Que isso, Dinas Fati? Então, tomada pelo instinto protetor de mães separadas, Joelma do Calypso resolveu de tocaia ficar e encontrar o dito cujo que vou chamar de Telbecker gripado. Muito específico isso aqui.
Depois do encontro, ela fez a filha prometer que nunca mais iria encontrar o Telbecker. Então, como numa novela de Manuel Carlos, depois de alguns meses, Joelma do Calypso assumiu a relação amorosa com o Telbecker e eles começaram a morar juntos. Como é que é? O cara ia atrás da menina. E isso já está criminoso. O cara de 20 anos namorava, aspas, na verdade ele estuprava, uma pessoa de 15.
A mãe foi tirar a satisfação? Passa um tempo, a mãe namora o cara? Eu falei pra vocês que esse episódio era bad vibe. Que horror! Que horror! Assume a relação amorosa com Thelbecker e eles começam a morar juntos, arrepiando o cabelo de todas as carolas da vizinhança, já que Thel tinha quase a metade da idade dela. Além de sereis a mãe de secreto da filha. Não!
Ele é um estuprador. Amigo, eu tô ficando com ódio. Eu estou ficando com ódio. Cadeia nele. E nela também, que levou esse macho pra dentro de casa. E quando tudo parecia que tinha se acertado... Não, Dines Fati, nada está certo aqui. Não tá. Amigo, vim passar raiva aqui na minha casa.
Ela digitou isso pra poder gerar ode. Eu tô passando ode na minha casa. Domingo de noite. Que isso? Outro escândalo. Joelma descobre que Mara e Theo estão tendo um caso amoroso dentro da própria... Vai se fuder! Amigo! Eu achei que a pasta Bad Vibe fosse menos Bad Vibe.
É, tipo, eu achei que a gente ia ter só coisa leve. Morte, alguma coisa do tipo. Mas isso aí já tá demais. A menina de 15 anos. Estão tendo casos amorosos. Eu mesma vou pular. Eu falei assim, quem não for preparado, pula. Eu vou pular. Estão tendo um caso. Ela então decide expulsar os dois. Que mãe merda.
De casa. Fazendo os alicerces da igreja local tremerem com tamanha fofoca. Mara e Theo alugam uma casinha, menina de 15 anos, e vão viver por lá. Ainda sendo sustentado por Joelma, já que nenhum dos dois trabalhava. Até porque ela era uma estudante, né? O outro é vagabundo. O outro é bandido e vagabundo. Tô ficando com raiva, mas... Mara e... Ah...
Ai, meu. Mara engravida e perde o bebê. Meu Deus, só piora. Eu vou terminar o domingo em depressão. É uma cadeia de merda acontecendo aqui. Engravida e perde o bebê. Compadecida com a situação, Joelma decide cuidar da filha e aceita os dois em casa para o período de convalescência. E para surpresa de ninguém, Thelbecker é flagrado na cama com Joelma, partindo o coração de Mara Maravilha, que decide sair de casa e passar um tempo com a tia do outro lado da cidade. Exato, Carla. Cordilheira de Merda.
Valcí Carrasco fez um comentário aqui muito sagaz, mas eu não vou ler, porque ele é muito errado, mas muito bom, muito errado, mas muito bom o seu comentário. Daime Fortes, Deus. Meu, apaga isso! Família restabelecida. Daí a Joelma do Calypso engravida, do Telbecker. De novo? A mãe? Não, agora é a mãe. Ah, a mãe engravidou do pai do filho da filha. Meu Deus do céu! Formalizando assim a posse do Mancebo. O que é Mancebo? Não é negócio de pendurar roupa? Mancebo?
Não, é tipo de amancebado. A essa altura já existia uma comissão na paróquia pra atualização dessa partilha, com constantes interrogatórios aos vizinhos próximos e até mesmo na pobre de Angélica, criança, que estava crescendo nesse mundo livre de amarras sociais e sexuais. Ah, não, cara! Pelo amor de Deus! Meu Deus, aconteceu alguma coisa com a menina de 9 anos? Não, né? Eu não quero saber! Que ódio! Ah!
O tempo passa e nasce uma linda menininha Todos vivendo felizes para sempre Nada disso quando Angélica está Para completar 15 anos Mas o escândalo aparece na família Joelma do Calypso chega em casa mais cedo do trabalho Encontra o Théo Becker na... Eu tô... parou Eu estou pela primeira vez encerrando aqui a partilha Ninguém dando chat nos pagãos Quer saber Jéssica, pararemos a partilha aqui Eu não quero saber o desfecho, amigo É a edificação Como você vai se reerguer depois dessa partilha Eu não quero saber
Com a morte de Thelbeck, né? Estou com ódio. Não há como se reerguer, João Pedro, não há. Rivotril, código penal, denúncia... Já, deixa aí. E que merda de vizinho você é? É verdade. Que você não fez uma denúncia? E que que que que na paróquia? Foda-se a paróquia! Você tinha que ligar no Conselho Tutelar desde a primeira menina. Quando a menina era na escola ainda.
Toda denúncia é anônima, gente. Ninguém vai correr risco de, sei lá, de ter seu nome divulgado, não. Se você tem medo, alguma coisa. E, né, se for esse o caso, se for só pra fazer fofoca, aí eu não sei como é que a gente explica pra adultos que esse tipo de cor não é fofoca, né? A gente é responsável por crianças e adolescentes também, né? Exatamente. Como Samanta disse aqui, vocês não são fofoqueiros, vocês são cúmplices. Isso é durante anos.
Que horror! Eu acho que o grande lance aqui é aguentar contar história. Eu aguentei e foi muito e tô arrasada. E foi simpática. Partilha de Jorge Messias da AGU. Meu Deus. Olá, Lely e Glaudemias, tudo bem com vocês? Podem me chamar de... Não. Podem me chamar de Jorge Messias da AGU. Vim fazer uma partilha sobre minha amiga de trabalho, a Bianca Della Fence. Super a ver o Jorge Messias com Bianca Della Fence.
Bianca é uma mulher casada, tem uma filhinha linda e ela frequenta um terreiro de Umbanda desde sempre por conta de seus familiares que fazem parte da corrente. Até aí, ok, tá tudo bem. Partilha que segue um rumo aí religioso que preste. Depois de muitas vivências no Axé, Bianca quis expandir seus horizontes e conhecer novas religiões e assim começou a frequentar uma igreja evangélica. Na igreja, ela se encantou e se encontrou na unção.
Unção essa que foi tão grande que ela começou a ter um caso com o pastor de lá. Um homem casado com dois filhos. Eu tinha comemorado demais. Que ele falou que era da Macumba. Eu falei, ah, finalmente, uma religião aí, de boa. Não, a menina foi pra unção. Ela queria expandir, aí foi expandir na unção. O romance aconteceu. Ela seguiu firme na igreja e assim as coisas fluíram. Até que seu marido descobriu a traição. Logo, ele decidiu contar tudo pra família do pastor e o escândalo estava feito. Isso aconteceu em uma sexta-feira e a pior parte vem agora.
O pastor ficou extremamente mal com a exposição, sem estrutura pela sua imagem sendo difamada e com muito receio de sua carreira ungida na igreja ruim e seu casamento também. Sábado, então, o improvável acontece. O pastor é encontrado morto. Graças a Deus! Graças a Deus! Eu tava aqui igual o Fábio Cicarrasga, que não seja criança, que não seja criança, que não seja criança. Graças a Deus. Obrigada, Deus. Deus, eu tenho tantas bênçãos.
Inicialmente se especulava Obrigada, pastor. Obrigada, pastor. Que o pastor havia se matado, pois ele tomava alguns remédios tarja preta. Porém, na autópsia, não encontraram nenhum composto de remédio. O resultado foi um infarto fulminante. Graças a Deus. Assim, com todo respeito, a família... É, é um caso extremamente natural. A gente tava só com medo dele, sei lá, ter matado a mulher. Graças a Deus, assim, com todo respeito.
Bianca ficou em choque no meio do luto, ainda fugiu para Santos ficar com alguns parentes que ela tem por lá, pois estava com muito medo de ser perseguida pela família do pastor que queria culpá-la pelo ocorrido. O marido de Bianca está afastado dela, não sei ao certo se eles vão ficar juntos, porque é um acontecimento recente. Eu particularmente torço pelo perdão, afinal, Bianca está traumatizada e não iria insistir nesse tipo de erro fatal novamente. Ou iria? Assim, deixo aqui minha partilha para que possamos nos edificar.
Um beijo pra vocês e pra todos os ouvintes superficiais e rasos desse podcast maravilhoso. É isso, é um dropzinho, é um chorinho. Graças a Deus, eu tô feliz. Como você conseguirá se reiguar após essa partilha? Como disse aqui Arthur, sem ápice, mas teve morte de pastor, achei val... Não, não. Sem ápice, mas me deixou melhor.
É, e curou da passada, né? Curou um pouco, assim, curou muito não, amigo. Ainda tô tristona aqui. É, assim, pra mim, pra você é fácil reerguer, difícil é pro pastor. Acho que essa é a minha edificação. Sim, sim. Sim, foi encontrar o patrão dele, como disse o Douglas. Partilha de Tina da Turma da Mônica. Ai, meu Deus, pessoal, a Turma da Mônica envolvida com isso.
Vai. Oi, Leila e Glau. Nem vou perguntar se está tudo bem. Não está, não está, não está. Pois sobreviventes num planeta cada vez mais quente dominado pelo nazifascismo. Ah, e também coisas mais pessoais, né? Às vezes é um dedo que você bate na quina. É muito pouco também pra poder destruir meu...
Você, carraço, que está aqui também, que não tenha criança, que não tenha criança, que não tenha criança. Tu se meter com uma criança! Não se mete com criança, não! Me chamo Tina, da turma da Mônica, venho trazer uma fofa... Ops! Partilha de uma conhecida, a Natasha da Vagabanda de Malhação. Natasha é adulta, que mesmo com todo o carinho e educação recebidos pelos zelosos pais, falhou miseravelmente com o nosso querido patrono Paulo Freire. Pois bem, Natasha da Vagabanda, ainda muito jovem, começou a namorar Gustavo Lima, filho de Paulinho Gogó e Dona Bela da Escolinha do Professor Raimundo. Gente!
Anos se passaram e tudo corria lindamente com o jovem casal, até que desiludido com a falta de oportunidades no nosso lindo país tropical, Gustavo Lima resolveu fazer um intercâmbio em Dublin. Mesmo com promessas de amor eterno e de que Gustavo Lima estaria de volta ao final do curso,
Em, no máximo, um ano e meio, Natasha da Vagabanda não aceitava a partida do seu grande amor. Foi aí que, negando toda a instrução e conselhos recebidos, Natasha da Vagabanda tomou a decisão mais burra e velha de todos os tempos. Parou secretamente de tomar anticoncepcional para engravidar de Gustavo Lima e impedi-lo de viajar.
Eu tô feliz. Eu sei que vai dar merda, mas eu ainda sei que não vai ter, eu acho, desgraça como a primeira. Tá bom, vamos lá. Porém, manchando mais uma vez a bandeira da pátria educadora, Natasha da vagabanda fez uns cálculos errados e só descobriu a gravidez depois da partida. Caralho, bunda!
Olha, eu também não. Não estudou matemática, deu no que deu, não aprendeu a contar, que é o básico. Sabe o que é pior, amigo? Eu faria isso.
É a minha cara. Amigo, quando eu jogava contra, eu preparava o meu boneco, eu farmava o boneco todo e tal, aí na hora de dar um pulo, eu farmava tudo, pegava velocidade, eu pulava no abisminho e caía ele. Era um pouco isso que ela fez. Sou muito eu. Descobriu a gravidez depois da partida de Gustavo Lima, que, surpreso com a paternidade em tão tenra idade, disse que estava muito confuso, que não poderia voltar tão cedo.
mas que honraria todos os seus deveres de pai, mesmo que de longe. Um beijo, querida. Em terras brasileiras, Paulinho Gogó e Dona Bela da Escolinha do Professor Raimundo, desesperados com o infortúnio do seu filho mais novo, mas ao mesmo tempo felizes por terem seu primeiro netinho, deram todo apoio à Natasha da Vagabanda e se comprometeram a ajudar financeiramente em tudo o que fosse preciso, tranquilizando os pais de Natasha, Lucinha e Ivan Lins.
dizendo que trariam Gustavo de volta o mais rápido possível para que se casasse com Natasha da Vagabanda, ideia bosta, e desse o fim às maledicências na cidade pequena. Até agora tá tranquilo, gente. Não tá bad vibe, não. Inconformado depois de se ver sem curso e sem dinheiro, pois Paulinho Gogó interrompeu o pagamento, Gustavo Lima voltou ao Brasil, sendo obrigado a arranjar emprego e casar com Natasha da Vagabanda, em nome da tradicional família brasileira. Gente, se o rapaz some, vocês reclamam. Se o rapaz volta, vocês reclamam.
É, estão reclamando demais. O rapaz voltou para assumir o menino, ué. Eu achei o pai correto. Não é para casar com ela, mas é para acompanhar a criança de perto. Tá certo. No entanto, o jovem Gustavo Lima alegou não ganhar o suficiente para montar uma casa e viver com Natasha e sua filhinha que estava por vir, sugerindo a Pauline Gogó que fossem morar no apartamento de dois quartos da família.
Nesse momento, entra em cena Boca Rosa, irmã mais velha de Gustavo Lima, que se recusa veementemente a sair do quarto que dividia com o irmão no apartamento da família. Dona Bela e Paulinho Gogó tentam pôr panos quentes, oferecendo mundos e fundos para Boca Rosa, que mesmo sendo escolhida madrinha da criança, se recusa a abandonar o seu quarto para dar lugar a Gustavo Lima e Natasha da vagabanda. Lucinha e Ivan Lins, então, propõem que a nova família passe a morar com eles, reformando o quarto de Natasha para abrigar o bebê, já que estava para nascer.
Resolvido o problema da moradia, Gustavo Lima começa a trabalhar na cidade vizinha, maior e com mais oportunidades, e mesmo ganhando muito pouco, se dedica muito ao trabalho, fazendo infinitas horas extras que o impedem de voltar pra casa todos os dias, deixando Natasha da vagabanda no puerpério e com a bebê recém-nascida aos cuidados dos pais. Um filho da puta mesmo, né? Era melhor deixar no exterior... Era melhor ter ficado lá. ...e pegar esse dinheiro dos véio. Mas, por enquanto, não está bad vibe.
Será que a inteligência artificial errou essa distribuição? O tempo passa, Gustavo Lima fazendo cada vez mais horas extras, e Natasha da vagabanda, cansado das puladas de cerca do marido, o coloca para fora de casa. Mas com a desculpa de ver a filha, Gustavo Lima continua frequentando a residência dos Lynx, e matando as saudades da apaixonada Natasha da vagabanda. E é esse ponto que a nossa heroína comete o seu segundo deslize, engravida de novo. Não há ferroios!
Aqui eu fiquei bad vibe. Aqui potências atravessamentos, viu? Sua burra. Burra demais. Segundo as mais línguas, de propósito novamente. Só que nesse ponto, Gustavo não quis mais continuar com Natasha e disse que assumirá o filho, mas não continuará o relacionamento.
Natasha descontrolada ameaça tirar a criança, sendo demovida da ideia por Lucinha e Ivan Lins. Aqui ficou bad vibe um pouquinho, que ela quis tirar o bolo do forno então. Viciada em errar, talvez? Talvez. A vida segue.
Natasha, da vagabanda, mesmo passando perrengue com dois filhos, consegue terminar a faculdade e continua a trabalhar no comércio da família. Só que Gustavo Lima começa a se ausentar, não pegando os filhos nos finais de semana combinados e falhando no pagamento de uma pensão miserável combinada de boca com Natasha. Um pai. Um pai tradicional. Sim. Um pai qualquer. Porrando os papéis que a gente espera de um pai. De um homem. Masculino, exato. E agora casos de família passam a cidade alerta. Puta que pariu.
Eu já estava nervosa, estava achando... A inteligência... Errei não, filha. Errei não. É, a Yá falando assim, apes, me respeite. Viu, minha florzinha?
Natasha da vagabanda chateada com as faltas de Gustavo Lima o chama pra conversar e diz que vai colocá-lo na justiça. Transtornado, Gustavo Lima acaba agredindo... Natasha. Mais um crime aqui. Que imediatamente vai dar parte na polícia sobre a agressão sofrida. Abalados, Paulinho, Gogó e Dona Bela imploram a Natasha que retire a queixa. Meu cu, meu senhor!
Ai meu Deus, pelo amor de Deus Correta Natasha que deu queixa Corretíssima, tinha que dar queixa E tinha que dar na cara dele também Tinha que dar na cara desses véi também Na queixa e no queixo Natasha sempre apaixonada, faz o que pedem E perdoa Gustavo, que é agradecido Promete que isso nunca mais vai se repetir E que será um pai mais presente Aff
Só que a promessa fica por isso mesmo. Gustavo Lima engata outro relacionamento e fica cada vez mais afastado, ignorando todas as súplicas e tratando cada vez pior a mãe dos seus filhos. Natasha, da vagabanda revoltada, faz um expose de Gustavo Lima nas redes sociais com direito a fotos e prints de tudo que passou na mão do sujeito. Gustavo Lima, tomado pelo ódio, diz que vai acabar com a vida de Natasha e diz que irá mandar churrasco do TikTok. Ah, tá, é falso. Eu tava realmente achando que era churrasco do TikTok.
churrasco do TikTok namorado de Boca Rosa envolvido com a criminalidade da cidade ter uma conversinha com ela é um arrombado mesmo, né? meu Deus do céu apavorada, Natasha vai à delegacia e relata tudo o ocorrido correto, Natasha? correto conseguindo uma medida protetiva ela erra tanto e acerta pouco, né? mas vamos lá
Diz que não vai desistir e que dessa vez vai expor todos os podres da família de Gustavo Lima, inclusive o envolvimento de Boca Rosa e até Paulinho do Gogó, com atividades ilícitas de churrasco. É claro que eles tinham a ver com o crime. E assim permanece a história, que continua desenrolando e aguardando as decisões judiciais. Esperamos que nossa heroína não cometa mais nenhuma burrice e faça uso da educação libertadora. Paulo Freire, você... Ah, não, você mandou pro Paulo Freire? É.
Pois aí, a mandou você pro Bad Vibe, meu amor. É isso. Não vai ter Paulo Freire, não, pra você. Vai ter... É o da Atena mesmo. Vai ter o da Atena. É. Me desculpem pelo texto longo, nem foi longo. Espero que seja lido e gostem da partilha. Assim que souber atualizações, volto pra contar. Beijos, Tina da Turma da Mônica. Um beijo, Tina. Tina, ó, amigo, aqui diz, como você conseguirá se reerguer após essa partilha? Eu estou até um pouco melhor em relação ao anterior. Sim, sim. Falar pra vocês. A primeira, né, você diz.
Sim, é, a primeira. Essa aqui me tirou um pouco mais da dor. Sim, eu acho que eu vou conseguir me reerguer pensando na partilha, porque assim, gente, eu não sei se eu digo isso, mas é porque como você falou que o churrasco tem um poder de influência, né, e que tem a família toda envolvida, eu acho que eu vou conseguir me reerguer quando a Natasha for ir embora pra bem longe, pra um lugar bem seguro, assim, sabe? Ela e a filha, os filhos dela, e ela começar a vidinha dela longe de todo mundo. Eu acho que...
É assim que eu fico em paz, porque eu não sei o quanto... É isso, o André falou agora. Natasha virou corretora de riscos. É, eu acho um pouco arriscado. Espero que dê tudo certo, Natasha. Aqui, meu amigo, para desopilar um pouco, eu estava aceitando comentários na ferramenta de podcasts.
Recebo aqui, Luiz Monteiro disse, gosto de ouvir o podcast de vocês durante o banho, pois o podcast é o tempo certinho de uma chuca de noiva. Olha! Que legal, né? Que bacana saber. Nesse momento agora, ele tá fazendo a chuca e escutando a gente. E escutando a gente. Bacana o momento de estar presente, né? O melhor presente é estar presente, né? É isso, né? Será que tem gente que escuta a gente enquanto transa? Eu me pergunto. Sim, e já me falaram. Ah, que legal, então. Ah. Legal.
Partilha de surquista Gabriel Medina. Boa noite, Lely e Gaudemias. Eu não pergunto se estão bem. Não estamos mesmo. Hoje não estamos mesmo. Com três anos e meio de governo Bozo. Ih, meu filho, pera. Já foi. A gente não tá bem por outras coisas agora. Tamo indo é por Bozo 2. Ah, Lula, meu presidente.
Essa é uma história de família. Contém barraco, traição, briga entre mãe e filha. E uma pergunta. Temos que perdoar uma megera sabendo do seu passado e o presente sofrido? Gente, a gente não tem que perdoar ninguém. Nunca, esqueci. Ninguém. Hoje eu não quero perdoar ninguém nesse episódio. A história se passa em um grande estado do norte brasileiro.
Onde o sobrenome do governador rima com baralho A fofó, quer dizer, partilha Começa quando a minha avó, Andréa Beltrão Conheceu João Kleber lá no final dos anos de 1960 Entre vai e vem, constituíram um relacionamento Juntaram as escovas, mas não se casaram nem no civil nem na igreja Coisa que minha bisavó desaprovava E tiveram minha mãe Letícia Spiller Bom, João Kleber alugou uma casa em um outro bairro Longe de minha bisavó Hebe Que já não gostava de sua filha Andréa Beltrão Por algo que ninguém na família ainda não descobriu correctly correctly
Os anos se passaram, João Kleber constituiu uma frota de cinco táxis. Tudo ia bem, até a primeira bomba cair, através de cartas que Andréa Beltrão teve a sorte de pegar, pois o carteiro passou e ela estava em casa e João Kleber não. Descobriu que João Kleber era casado de papel passado e tudo, em outro estado, onde um dos cartões postais tem o nome de uma rede de supermercado. Esse foi o primeiro baque que nossa malévola Andréa Beltrão sofreu, que contribuiu ainda mais para a sua megerice.
Após o Bach e descobrir que ele tinha lhe enganado e que era casado e ainda por cima tinha cinco filhos e que sem saber ela era a outra, André Beltrão girou a baiana e estapeou o João Kleber, que disse que era casado, mas que não amava mais a mulher, por isso saiu. Foda-se. E veio pra outro estado. Aí assim, cinco filhos, foda-se também, né?
Largando cinco filhos para trás, André Beltrão podia ter largado ele, mas optou por perdoar o varão que Deus lhe deu. Meu Deus! Porém, a cada ano que passava a vivência entre os dois ia ficando cada vez mais insuportável. E quem sofria era minha mãe Letícia Spiller, que tinha que ficar guardando as facas de casa.
Olha. Aí começou. Começou a baixaria. A gente vai ver o nascimento do trauma. Ficar vendo a mãe empurrar o pai da escada, bem nazarete desco, entre outras coisas. Até no soco os dois entravam. Meu Deus. Até que quando minha mãe fez 10 anos, João Kleber deu a famosa desculpa que ia comprar carne e um maço de cigarro e demorou somente 3 anos pra voltar. Acho que ele esperou o boi nascer e engordar. Nesse tempo, João Kleber voltou pra esposa, que o aceitou normalmente, assim como a igreja mandava.
Nesse tempo de três anos, ao invés de Andréa Beltrão culpar o macho escroto que ela tinha escolhido e tinha perdoado, culpou Letícia Spiller pelo pai ter ido embora. Não culpou as brigas, o ambiente tóxico e o macho triste que ela tinha escolhido. Passaram três anos... Meu Deus, mais uma criança traumatizada. Mais uma criança traumatizada. Passaram três anos, minha avó e minha mãe tiveram que sair de casa e foram morar no terreno de minha bisavó e do meu bisavô. Três anos difíceis. Minha avó vendia o almoço pra comprar o jantar.
Passava fome pra dar de comer pra minha mãe e pra minha bisavó. Porém, ainda culpava Letícia Spiller pelo varão ter ido embora. Eis que um belo dia, João Kleber aparece pedindo pra voltar e Andréa Beltrão aceita, pois estava difícil manter sozinha a casa, com filha, a mãe e o pai dela.
Não demorou muito tempo para que João Kleber a aprontasse novamente. Perto dos 15 anos de Letícia Spiller, Andréa Beltrão estava voltando do trabalho quando uma amiga dela, a Nair Belo, que morava umas três ruas depois, chamou ela e perguntou, tu mora com teu inimigo e nem sabes. Toma conta do teu marido, mulher. Olha tua cunhada, é a tua maior inimiga e tu nem sabes.
Com aquela fofoca incompleta e um espírito de polícia federal que a acompanhava, começou a perceber que quando o João Kleber sai, não demorava muito, sua cunhada Antônia Fontenelle, que morava no mesmo terreno, aparecia toda arrumada. Um dia, André Beltrão seguiu. Até agora, amiga, é só uma coisa de chifre. Foi uma coisa rápida ali a partir do trauma. É, ou o crime a gente já viu, né? Foi uma coisa mais novela. Foi até lúdica pra criança. Sim. Amigo, eu tava falando aqui, que lindo episódio pro Dia das Mães.
É, bem fofoca na calçada, é a nossa forma. Desculpa a audiência, desculpa. É. Um dia André Beltrão seguiu e viu que João Kleber só dobrava a esquina com um carro e Antônia Fontenella entrava nele. E depois descobriu que eles iam a um motel do bairro, onde João Kleber já era mais do que conhecido. O Alan, desculpa, o povo fala, muda, manda outro. Não tem outro jeito, não tem o gaveta. Vai ser, ou isso aqui eu não tenho programa. E vai ter. Aí o Alan, é bom que a gente valoriza as nossas, né? Não.
É verdade, é uma forma de você valorizar a sua mãe. É verdade. A festa de 15 anos de Letícia Spiller... Ai, meu Deus, tadinho. Ou não. A festa de 15 anos de Letícia Spiller foi tiro, porrada e bomba. O corno do irmão de André Beltrão e André Beltrão baixaram o barraco. Antônia Fontenelle foi expulsa de casa e João Kleber saiu correndo, pois o marido de Antônia Fontenelle disse que se o visse de novo, ia furar o bucho dele com uma peixeira e cortar o pau dele. Lindo. João Kleber voltou para o Estado que elegeu Bolsonaro.
Andrea Beltrão, mesmo com o varão dado por Deus, sendo um macho escrovo, ainda culpava a filha Letícia e a filha. Ai, que mãe chata do caralho. Inferno, vira o disco. Maxiane. Vai procurar um outro homem, cara. Às vezes tu encontra, com certeza tu encontra coisa melhor que isso aqui. Porque ela não fazia nada. Porque o pai se assumiu. Agora, o que a menina pode fazer? No fim, ela tinha era ciúme da filha dela. É verdade.
Sua doente. Porque o pai se assustava com a responsabilidade de criar uma filha. E que era culpa dela porque ela era uma mulher e devia ajudar na casa. Letícia sofria na mão da mãe, sendo surrada dia sim, dia não. Eita. Meu Deus. Por motivos que nem faziam sentido. Não podia namorar, não podia sair na rua. Letícia Spiller era sempre a culpada de tudo de ruim na vida de André Beltrão.
Até disse um dia pra Letícia Spiller que ela tinha sorte de ter nascido, porque ela já tinha abortado três vezes antes de ter Letícia. E que só não abortou ela porque o médico do hospital em que ela trabalhava não quis fazer. Anos se passaram, Andréa Beltrão e João Kleber nunca mais se encontraram. Andréa Beltrão, no fundo, ainda o amava. E esse amor, que foi correspondido com traição e uma convivência tóxica, tornava ela cada dia mais ranzinza e sem amor. Não tinha amor à filha, amor à mãe, amor ao pai. Passou a amar o dinheiro, coisa que mais ama até hoje.
Mas o roteirista da vida de André Beltrão estava meio louco. E por motivo de briga por terreno, sempre briga por terreno, André Beltrão pegou minha bisavó, Hebe, e bateu na porta de minha mãe, Letícia Spiller, que já tinha se livrado do lar tóxico que vivia. Meu Deus, a mulher é em paz e essa porra ainda vai lá.
e já tinha se juntado com meu pai, o seu Jorge, e já tinham tido minha irmã, Isis Valverde. Após aparecer de supetão na porta dos dois, e os dois serem trouxas, e ao invés de dizer, resolva seus problemas, e por Letícia Spiller amar muito a sua avó Hebe, aceitaram Andréa Beltrão e Hebe em sua casa. O que era pra ser dias viraram semanas, meses, anos,
E até hoje, Andréa Beltrão mora com Letícia Spiller. Que inferno! E até 2020, moravam com meu pai, que faleceu. Pois, devido à Covid, que o genocida já enegou, o SAMU está sobrecarregado e não tinha uma ambulância para levar meu pai infartado para o hospital. Sinto muito. Sinto muito, viu? Sinto muito meus sentimentos.
Após essa bad vibe, o Rafael Gama que a mãe, quando eu morrer, a filha prometa. Andréa Beltrão fez o inferno por 20 anos. Dizia pra minha mãe se separar do, alerta gatilho, neguinho do meu pai. Que ele não merecia que ela tinha que ficar com a mãe. Quando Letícia Spiller foi dar a luz a Minton Holland, Andréa Beltrão invadiu a sala de cirurgia.
é muito engraçado, né? Todo mundo aí, que era Gabriel Medina lá em cima, já mudou a personalidade. Todo mundo aí é brasileiro e tu é o Tom Holland. Engraçado, é verdade.
André Beltrão invadiu a sala de cirurgia, nasci de cesariana, e disse que era pro médico fazer laqueadura nela, que ela não ia tomar conta de mais um neto, que filho não era futuro. E o médico amigo dela fez sem o consentimento de Letícia Spiller. Gente, pelo amor de Deus. Meu Deus! Que tava em defesa e sem forças pra negar. Meu pai chegou tarde pra impedir...
Ele tava no trabalho quando recebeu a informação Meu Deus, meu Deus E era os tempos FHC Ninguém da classe trabalhadora tinha condições De ter um celular Até encontrar ele pra avisar que a mulher tava no trabalho de parto Foi muito tempo Gente, pelo amor de Deus Se essa mulher não morrer até o fim da partida Gente, uma violência obstetrícia Terror de mãe, um horror de mãe Meu Deus do céu Meu Deus
Bom, André Beltrão reclamava de seu joio, mas era ele e Letícia Spiller que a sustentava. André Beltrão mora há 29 anos na casa de Letícia e não dá o dinheiro nem pra comprar pão. E se der, ela cobra no fim do mês. Não sabe quanto custa um arroz.
André Beltrão ia além. Quando faltava leite, arroz, feijão. Quando faltava comida e ainda o salário não tinha caído na conta de Letícia Spiller e de seu Jorge. André Beltrão pegava sua bolsa e ia embora pra casa de uma amiga dela. E só voltava quando tinha comida na mesa. E Letícia, por que voltava, né? E Letícia Spiller reclamava, mas era a mãe dela.
Na cabeça dela, não podia expulsar de cara. Mas toda vez que André Beltrão pressentia que iam precisar dela em casa, ela pegava sua bolsa e se mandava. Bom, os netos nasceram. Ela gostava mais de minha irmã do que de mim, então me tratava muito mal. Dizia que era penoso cuidar de mim, pois eu era muito doente quando criança e que ela tinha palavras dela, pois ela disse uma vez na minha frente que tem horror à criança que tosse e espirra que se pudesse mandava pra longe. Me chamava de analfabeto. Eu me lembro, pois tinha seis anos, lia devagar.
Meu Deus! Seis anos, desgraçada! De esquisito, de doente, coitado, de tudo de ruim que possa imaginar. Atrapalhava a convivência do casal Letícia Spiller e seu Jorge, pois toda vez que meu pai ligava pro telefone fixo que ficava no quarto de Andréa Beltrão, ela fala que minha mãe Letícia Spiller não estava em casa, que tinha saído não sei pra onde, tinha deixado os filhos pra ela cuidar, só pra ver os dois brigarem, quando ela chegava do trabalho... Gente, que narcisista do caralho!
Incrível. Quando que ela morre? Vamos ver se ela morre. Foram anos assim. André Beltrão fazia um inferno na vida dos dois e dos netos também. Era briga generalizada todos os dias. André Beltrão brigava com Letícia Esfilha, que brigava com seu Jorge, que brigava com André Beltrão. Bom, até que pra seu Jorge atingiu o ápice quando descobriu que André Beltrão estava dando golpe na Previdência Social. Sim.
É claro. A Andrea Beltrão, lá em 97, não deu baixa na certidão de óbito da minha bisavó, Ebi. E por 13 anos recebi a aposentadoria de Ebi, e a sua. E não era besta. Não ia receber na boca do caixa. Ensinou a minha irmã Isis Valverde a mexer no caixa eletrônico, para que ficasse na gravação do caixa eletrônico minha irmã de 10 anos, pegando o dinheiro dela.
Gente, que velha pilantra. Descobriu-se tudo, só que não só seu Jorge descobriu, mas a Polícia Federal e o INSS também descobriram. Saudades do tempo em que se investigava alguma coisa nesse país. Em 2010, no fim da era Presidente Lucas, começo da era Dilmã, chega em nossa casa dois agentes da Polícia Federal e um servidor do INSS, pedindo que Hebe e André Beltrão comparecessem à sede do INSS do Estado.
Minha avó, que não é besta, não foi sozinha. Levou minha mãe Letícia Spiller. Abby não foi por motivos de estar morta. Ok. Morreu a idosa errada. Letícia Spiller só foi porque queria garantir que sua mãe não colocasse culpa nela. E quando chegaram lá, adivinha só. Mostraram as filmagens de caixa eletrônica e tudo.
Lá estava minha irmã com 13 anos recebendo dinheiro. André Beltrão estava com cagaço de ir presa. Letícia Spiller com cagaço da mãe culpar ela. E a agente da Polícia Federal perguntou para André Beltrão, já com seus 60 e poucos anos, se alguém tinha a obrigada a fazer isso. André Beltrão fez uma pausa, olha para Letícia Spiller, olhou para a cara da agente, pensou, pensou. Ai meu Deus. A agente perguntou a mesma coisa pela segunda vez e Andréa disse que não. Ela fez por ela mesma. Letícia Spiller disse que quase teve um infarto.
Olha, gente, eu não costumo acreditar em karma, mas esse aqui veio em retrocesso. Ela primeiro viveu o karma antes de começar a fazer as maldadezinhas dela. Por isso que ela pagou tanto no passado.
Porra, que mulherzinha escrota. Esse caos se passou. Meu pai quase expulsou o André Beltrão de casa. E ela ficou uma santa por um tempo, mas voltou com as suas implicâncias e um pouco de racismo com o seu Jorge. Ele tinha... É um pouco de racismo, né? O que é um pouco de racismo? Ele tinha que aguentar em sua própria casa.
André Beltrão, que tinha medo de doenças e não tratava de um glaucoma que havia descoberto em 1990. Gente, se prepara aí. Eu tô sentindo que tá vindo, viu? Ai, tá vindo. Vem aí. A partir do segundo ano da Era de Humãe, foi perdendo sua visão e sem tratar o glaucoma direito, foi ficando cega. E com isso, foi esquecendo convenientemente das coisas absurdas que fez no passado. E hoje, a totalmente cega cobra amor. Ah, não!
Não, cara, só vou pra Letícia Spiller cuidar dela cega. E tranquilidade de Letícia Spiller, que sofre 50 anos de culpabilização, tortura psicológica de Andréa Beltrão. Letícia Spiller cuida dela, nem pensa colocar em algum asilo nem nada, mas essa raiva da mãe a deixa conflitante, pois tem que lidar com isso tudo.
Lógico, tadinha, cara Aí vem as perguntas dessa forma Partilha Letícia Spiller Tem que praticar o amor ao próximo Ela já praticou demais Esquecer o passado e passar esse pano pra mãe Só porque ela ficou cega Temos que passar pano pra André Beltrão Só pelo seu passado corno e sofredor Ai, gente, pelo amor de Deus Quantas histórias de mulheres brasileiras A gente não vê de homem safado fazendo isso E não matou ninguém Amigo, primeiramente Que mulher brasileira nunca foi corna? É isso correctly
Esse é o ponto. Se eu ter sido corneada, justificar que eu cometa crimes, aí fudeu. Virei uma serial killer. Termino com a frase que Letícia Spiller proferiu há alguns anos. Tem gente que é tão ruim em vida que Deus não espera a morte pra punir. Já pune logo aqui. Pratiquem a ética fluida. Não acho que foi punida não, viu? Não, bem não, gente. Ela ficou... É causas naturais. Ela ficou cega. Ela tá velha. Ela tá velha? Não, isso roubou pra tua mãe. Quem tá sendo punida é tua mãe. Coitada da tua mãe. Isso ela tá se culpando a tua mãe.
Este episódio me deixou com raiva na minha casa, amigo. Como você conseguirá se reerguer após essa partida? Com um novo e-mail falando das atualizações na família, talvez com um integrante a menos. Eu tava me reerguendo com as duas anteriores, aí vocês me puxaram pro fundo do posto de novo. Que mãe desgraçada de fazer uma laqueadura forçada. Isso aí me deixou mal. Eu tô malzona também. Isso me deixou muito mal, gente. É nível filme de terror, tá?
Sim, essa é uma pilã, uma rampeira, uma vagabunda, desgraçada. É sua avó, mas assim... Rapariga, cutruvia. É uma praga. Vadia. Tá tadinho da sua mãe. Domingo, 20h45, estamos aqui sentindo rancor, ódio por pessoas que sequer conhecemos. Eu falei, pagãos, eu falei pra vocês. É isso, amigo, vamos então pra casa. Esse programa provavelmente tá indo ao ar no feriado do Dia das Mães. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, porque mãe também é...
É, fiquem aí com a lição do que não fazer, de que tipo de mãe vocês não vão querer ser, sabe? É isso. E aproveitar sua mãe, se sua mãe for boa. Sim. Eu queria muito que todas as bad vibes partissem somente de homens, mas aqui temos mulheres com bastante bad vibe para dar. Ocupando lugares, né? Ocupando lugares horríveis. Enfim, um grande beijo a quem nos aturou até aqui. Se você aguentou até o último segundo, você é muito forte. É isso. A gente se vê no próximo programa. Tchau, tchau, pessoal. Tchau, tchau.
Não se pensa não! Mirela, corre aqui! Fofoqueira do inferno.