ONDE TEM GAY TEM PAZ | Fofoca Na Calçada
Um episódio para os gays! Mas não qualquer gay! Hoje vai ter partilha daquelas yags caóticas, que geram entretenimento, que dão o nome no babado, que causam e viram protagonistas! Vem se divertir com a gente e fazer sua semana mais feliz com esse povo alegre!
E se você tiver fora do Brasil, da pra nos apoiar na sua moeda pelo patreon.com/hojetem
- Produção de PodcastsFinanciamento do podcast · Apoia.se/hojetempodcast · Patreon.com/hojetem · Grupo do Telegram · Compartilhamento nas redes sociais
- Paulo Freire e educaçãoCrítica à educação libertadora · Aurélio Buarque de Holanda · Desvio de verbas em instituições educacionais · Cursos de curta duração e baixa qualidade
- História de apartamento e traiçãoSublocação proibida · Ameaça de agressão física · David Brasil · Carlinhos Maia
- Relacionamentos e traições homossexuaisMarcelo Tass · Neyla Torraca · Festa gay liberal e Dark Room · Namoro com homem e mulher simultaneamente
- Conflito entre vizinhas e homofobiaIris Abravanel · Silva Bravanel · Curso de maquiagem e design de sobrancelhas · Ameaça com arma de fogo · Homofobia velada
- Gatos caros e adoçãoRaça Ashera · Raça Savannah · Raça Bengal · Adoção de animais · Abrigos de animais
- História de Uber e númerosComunicação por números em grupos de WhatsApp · Exposição e fofoca em grupos · Andressa Urach
- Relacionamento em aplicativos e obsessão
Você mesmo, fofoqueira, não se viza não. Mirela, corre aqui. Fofoqueira do céu. Baixaria você. O quebra-pau foi grande, né? Foi grande, mas ela vinte e eu de novo.
Espera lá, calma lá. Antes de eu liberar as partilhas edificantes de hoje, segura esta marimba que a gente precisa ter uma conversa adulta sobre finanças para a nossa capela sonora. Acontece que esse podcast não cai do céu como o maná do deserto, Glaudemias. Ele vem do esforço de gente de carne e osso, que paga conta. E não é barato manter isto no ar? Como vocês sabem, a fé alimenta a alma, mas não paga a fatura da internet.
Então se você escuta a gente toda semana, gosta dessa bagaça aqui e ainda passa vergonha rindo em público, tá na hora de regularizar a sua situação. Vá no apoia.se barra hoje tem podcast. Se você mora lá para as gringas e ganha uma moeda forte, uma moeda estrangeira, patreon.com barra hoje tem. Os links estão tudo na descriçãozinha do episódio, é só clicar. Quem assina as cotas sugar darei herança de uma tia minha, ainda destranca uma porta secada.
que é o grupo do Telegram dos ouvintes pagãos. Um pouquinho de terapia em grupo, um pouquinho de reunião em família que se gosta, um pouquinho de plantão de fofoca 24 horas. Lá tem amizades orcontros pelo Brasil, sorteinhos, e ainda rola participar de gravações aqui, igual essa plateia que é a cara do Brasil.
Hoje mais cheia do que nunca. Mais cheia do que nunca. E vocês vão saber por quê. Vocês saberão por quê. Porque tem uma partilha dos hosts. Que, amigo, eu tô aqui. Será seu conte? Será que eu não conte? Que os pagãos sabem do que que é. Ai, não posso fofoca, né? Tô passando. Eu tô ansioso. Eu tô ansioso pra saber. Mas eu não sei se eu conte. Que é gente muito grande que pode me apagar.
Me apagar na porrada. Enfim, sempre bom apanhar de mulher bonita, diz o Ditaldo. Vamos nessa, estou pronta. Que mais? Quem não vai estar podendo abrir a carteira para virar um ouvinte pagão, tudo bem. Dá para nos ajudar de outras formas. Não entra no grupo, mas também dá para ajudar de outras formas. Para você, saiba que é muito importante quando vocês compartilham o programa no Zap, quando vocês jogam nos Stories e marcam a gente.
fica tão feliz, a gente reposta. Quando vocês mandam no grupo do trabalho, vocês postam no Blue Sky, até na merda do Twitter, no Instagram, em qualquer lugar onde tenha um cristão respirando, cada indicação vale muito em tempos de algoritmo, beleza? E claro, segue a gente no aplicativo que você tá ouvindo agora, ative o sininho, deixe 5 estrelas. Isso é gratuito, ajuda demais a furar bolha. Está feita a coleta, vamos pro programa.
Vamos para o programa, um episódio para os gays. Isso mesmo, ouvinte burro, raso e sem repertório, mas com um coração quentinho e ouvido afiado para a causa o bom. Sejam todos bem-vindos a mais um Fofoca na Calçada, o seu culto semanal de partilhos edificantes, de ética fluida e de pouquíssimo juízo de valor. E hoje a gente vem desmentir o ditado absurdo de que onde tem gay não tem paz.
Porque esse episódio está recheado de causas de alta edificância para a gente sentir a paz de Deus em cada história que foi enviada. Diga não ao conservadorismo e aceite que as Iagues proporcionam as melhores narrativas do universo. Porque enquanto o povo vai pôde e acha que a comunidade só traz confusão, a gente sabe que onde tem viado, tem festa, tem caos, tem reviravolta de novela e tem aprendizado garantido.
E olha, eu juro pelo Pai Celestial que as histórias mais malucas, mais reviradas, mais bichas, se eu falar, sempre vem dessa gente animada, como diz Patrícia Abravanel. Hoje vocês podem esperar fecho, lacre e muito tombo. E no meio de tanta maldade, de tanta guerra, eu nunca esqueço essa frase da meninazinha do Big Brother. No meio... Lembra dela? Da Gabizinha pro Gui Napolitano? No meio de tanta maldade, tanta guerra, eu encontrei você. Ai, ai, eu lembro que sei.
Enfim, no meio de tanta maldade e tanta guerra, a gente vai estrear uma lição, uma edificação que vai ser hoje Como esta IAG trouxe paz para o meu coração? Como sempre, todos os nomes verdadeiros são trocados pelos de celebridades, personagens, gente importante que não tem nada a ver com os causos contados aqui. Isso é pelo bem deles e principalmente pelo bem do nosso Jus Brasil.
E se você tem um babado pra soltar, divide com a gente já aí no e-mail contato arroba hoje tem podcast ponto com, tá? Manda que a gente adora.
Vamos de link ao vivo na rua? Vamos. Pode contar. Amiga, eu tenho dois. Pode ser? Conte. Pode. Eu não tenho nada pra contar hoje, porque eu já tenho um grande, talvez, partilha dos roxos. Eu passei o feriado de Tiradentes em Fortaleza, né? Me programei. O grande truco dos professores é a gente recebe o calendário e aí a gente se...
programa o ano todo em base nesse calendário, né? E aí, quando eu vi que o Tiradentes ia cair na terça-feira desse ano, eu falei, opa, segunda-feira eu vou ter que já ter dado uma aula este é pra estar com essa segunda livre, porque eu não vou na segunda pro trabalho, né? E é assim que o professor vive, então, muito cedo me organizei pra poder ir pra Fortaleza, foi legal, foi muito massa, e aí, em uma dessas... O Glausoft, tadinho querido, não tô só, você está...
Vocês sofrem com o irmão sofrer comigo. É isso. E aí, enquanto eu tava indo pra um restaurante, eu peguei um Uber. E aí, finalmente, eu voltei uma história de Uber pra contar aqui. Uma história maravilhosa. O que é Uber? Não sei, não sei. Jéssica, para de distorcer a minha fala. Fale direito.
Eu peguei um rebu. É um rebu. Ah, entendi. Um rebu. É isso. E aí eu peguei um rebu, né? Uma rebu, tá? E aí tinha que ser uma rebu pra poder entregar tanto. Uma rebu que inclusive tem muito a ver com o tema desse episódio. Veja só a história, né? Estava eu entrando no carro dessa moça. E aí eu vou chamar ela como ela se referiu, tá? Que é cinquentinha.
Não sei se você sabe, amiga, mas os Rebuns, eles se comunicam por números. Não, sabia disso. Então ela era cinquentinha, ou talvez seja só esse grupinho de Rebuns. Mas ela era cinquentinha e estava falando com sua amiga 35 sobre o amigo delas, o quarentinha. Não, calma. Não, mas o que seria? Consiste no quê? Na idade?
Não sei. Fiquei pensando muito como era isso, se isso era o número final do Rebu. Eu não sei. Ah, o Anderson tá falando que é membro do Stranger Things. Tinha Eleven, né? Pode ser. Pode ser. E aí, eu quero que vocês pensem. Putz, ela era muito André Surak. Assim, de atitude, de corpo.
Legal, bacana. Sabe, o mesmo cabelo louro. Eu usava botas brancas, sainhas curtas, top. Eu só não tinha o sotaque, porque ela era claramente de Fortaleza. João, Pedro falando aqui de 50 de grelo. Não, gente. Que é isso? Que é isso, gente? Gente, é claramente. Tem um maçom aqui que eu vi que a foto dele é da maçonaria. Isso é grau da maçonaria, gente. Que é isso, galera? Pelo amor de Deus. Tem um negócio de maçonaria que a pessoa se fala...
número. E aí eu entrei no carro da Cinquentinha, ela falou assim, boa noite seu Claudio Emílio. Eu falei, boa noite dona Cinquentinha. Vamos pro seu destino. Você se importa se eu continuar a ligação? Eu falei jamais. Jamais. Até porque ali eu vi a oportunidade que tanto eu peço a Deus, que é uma história boa envolvendo um repul.
E aí ela continuou. Então, aí ela começou assim. Pois é, 35. E aí eu fiquei muito chateada com a fala do Quarentinha, porque eu sou ADM de diversos outros grupos de WhatsApp. E aí ela falava disso como se ela fosse ADM, assim, eu quero que você pense em uma grande empresa, uma grande multinacional. E quando eu estou na gestão, um comportamento desse não acontece.
Ai, Pequenos Poderes. Sim, Pequenos Poderes. Dizendo isso. E aí ela falava assim, e eu fiquei extremamente chocada com aquele comentário do Quarentinha, porque ele entrou naquele grupo, né, pra ser a DM, apenas pra instaurar o caos e a contenda, ela falava desse jeito. Legal. E aí a 35 lá do outro lado, é verdade, mulher? Eu achei muito grave.
Ela tinha uns comentários mais ou menos assim. E tu não sabia ainda o que ele fez. Não sabia, eu não sabia. Mas tu queria saber. Queria saber como ele faz um comentário desse sobre mim, sobre minha aparência. Gente. Sobre meu corpo. Agora eu quero saber. Sobre quem eu me relaciono nesses grupos.
cheio de outras pessoas, e eu tô muito... Aí ela falou, e eu tô muito chateada com a 25, que aí era a outra pessoa. Porque ela sim era minha amiga, e a 25 em nenhum momento, 35, ela me defendeu do quarentinha. E aí eu já tava assim, extremamente... Incrível, eu estou apaixonada por essa situação.
Eu tava muito assim. O fato é que o Quarentinha fez uma brincadeira sobre a moça Cinquentinha estar ficando com alguém do grupo, só que isso era... E aí eu não me lembro qual era o número do ficante dela. Isso era segredo. E aí eles estavam começando uma amizade. Só que a Cinquentinha não gostou de ser exposta no grupo, porque ela não era DM. E aí depois dela contar essa história, ela começou.
Agora eu acho engraçado. Isso já é cinquentinha. Amigo, vou pedir pra você parar. Porque enquanto você conta isso, o meu cérebro, ele não consegue visualizar pessoas. Ele visualiza números. E essa trilha. Tupanou, tupanou mora.
Pode ser, pode ser. Pra mim é a novela dos números. Eu acho que pode ser, porque inclusive eu só consigo, eu só tenho a imagem da nossa cinquentinha Andressa Urach, porque as outras pessoas eram apenas as vozes, né? E aí eu sabia também que a 25 se chamava Jéssica, e aí a gente pode dizer que é a Jéssica nossa editora, que não defendeu a Andressa Urach Rebu, cinquentinha.
E aí ela falou, eu só acho engraçado que o Quarentinha tava querendo ser meu amigo. Tava querendo se aproximar de mim. E eu não falei nada sobre ele ser baitula. Desse jeito. Eu não falei nada. Incrível. Sobre os casos que ele tem com homem casado. Eu nem falei nada, inclusive, quando todo mundo do grupo tava dizendo que ele dava um cu. Que lindo isso. E eu estava lá atrás.
Polido, né? Polido. É um jeito... Assuntos pra se discutir, realmente. Sim. Eu achei muito legal porque... Enfim, eu tava indo pra um date, gente. Primeiro date. A gente sempre fica um pouquinho nervoso. Eu amo que você já tinha assunto pra ter com a pessoa no date. Entendeu?
E aí isso, assim, isso quebrou totalmente. E aí eu já conseguia... Bom, eu falei, caralho, eu não sou o quarentinha, eu não sou o cinquentinha, eu sou apenas a plateia. Eu tô apenas vivendo isso aqui. Que maravilha. Amigo, André, aliade. Porque ela foi muito aliada da comunidade LGBT. Eu achei também. Quando ela fala assim, eu podia muito bem dizer que ele dá o cu, mas não, porque eu respeito. Como diz João Inácio, eu aplaudo essa causa.
Isso. E aí, ela falou. Agora, a 25, ela muito me decepciona. Porque ela, sim, era minha amiga. E eu nunca falei sobre quando ela traiu o marido dela. E eu nunca falei sobre todas as vezes que ela saiu fora do turno dela. Eu amo que ela ofende todos, dizendo que respeita. Que não faria. Eu respeito essa rapariga que dá o cu pra todo mundo. Eu não saio falando por aí que ela tem cheiro de macho dos outros. Não. Porque eu respeito. Ela é uma princesa que não...
E eu fiquei assim, gente, que incrível, que incrível. E pensei o que você disse. Eu falei, eu vou chegar no date, vou falar pra essa menina tudo que eu escutei. Só que eu pensei, não. Porque essa pessoa provavelmente me escuta, vai escutar no podcast como todo mundo. Porque eu acho que todo mundo tem que escutar essa história da primeira vez. Sobre essa grande pessoa que eu espero. Por favor, Deus, me coloque novamente no Rebo da Moça Cinquentinha. Da Cinquentinha.
E aí, parou lá no restaurante, olhou pra mim e disse, muito obrigado, senhor, espero que você tenha gostado. Sabe, assim, mudou totalmente o personagem de uma pessoa profissional. E é por isso que eu entendo ela ser ADM de tantos grupos de WhatsApp. E todos, né, segundo ela, todos dão certo. Não tem contenda, como tinha no do 40. Contenda, muito bom. A frase contenda, pra mim, ela, sabe, ela me pega muito, assim. Carrega um pouco também de preconceito com uma atriz africana. Lá no fundo, ela tem muitas coisas, né?
Ela tem. E aí, bem, saí de Fortaleza direto pra o meu trabalho, fui pra Kshadá e aí, esporadicamente, mas eu acho interessante contar essa história. Em um desses dias, tava chovendo bastante. Eu estava no trabalho, eu tava preso lá no trabalho. E tinha, nesse dia, muitas crianças no meu trabalho. E aí, nada contra a criança, inclusive, ó, vou já ser titio. Provavelmente, quando esse episódio sair, minha irmã já vai ter parido. Já? Já! Meu Deus!
Porque quando eu penso que o tempo, sabe, ó... Mas eu estava na chuva, estava impossibilitado sair do meu trabalho com muitas crianças enérgicas. E eu estava o tempo todo, Deus, por favor, faz essa chuva passar, deixa eu ir pra casa. Eu não tô com tanto saco assim. E realmente eu não estava.
A chuva parou, deu uma amenizada, eu me virei pra sair pra pegar meu rumo. Eu chutei a mochila de Demon Slayer de uma dessas crianças. Ok. E aí eu quero que você imagine uma criança bem magrinha, cabeçudinha, com uma mochilinha de Demon Slayer. Ela olhou pra mim e falou assim, tá cego? E aí eu falei assim.
As crianças educadas pela cultura otaku. Eu falei, desculpa, nenê. Foi sem querer. O tio não viu. Ele falou, vai ter volta. Eu falei, ai, ameaça de criança. O que é que pode acontecer? Eu só não sabia que, na verdade, não era uma criança. Era um erê, né? Eu tinha chutado a mochilinha de um erê. Sim. Porque quando eu botei o pé, na hora que eu botei o pé fora de uma coberta, tava no céu livre, a chuva, ela triplicou de tamanho.
Eu estava com fome Um erenzo Um erenzo Eu quero que você se imagine Ela prometeu e ela cumpriu E eu só aceitei Porque o que eu posso fazer Então é isso amiga Estou muito feliz Foi uma semana de encontros maravilhosos Você tem tantas bênçãos Eu tive muitas bênçãos essa semana Deus eu tenho tantas bênçãos
Lindo. Eu tenho o link da vida rua? Tenho, mas eu tenho. Tô segurando a audiência, amigo. Mas eu tenho uma partilha tão boa dos rostos que eu não vou contar a minha link da rua. Até lá, eu penso se eu solto ou não. Tá. Eu tô pensando, a vida importa tanto assim.
Eu tenho que ver valor na vida? Sim. Ela é isso tudo que pintam? Até o meio do programa eu decido. Se não soltar neste programa, Jéssica guarda o crop e a gente vê num próximo episódio. Lá na frente, né? Se vocês se comportarem e ouvirem até o final, eu solto. É isso. É isso.
Falando em criança com mochila? Falando em chutar mochilas? Hora da gente parar de fingir que confia na humanidade e botar o patrono da educação pra se explicar. Sim, querido, o quadro Paulo Freire, você prometeu, está na área pra destraumatizar nossa assembleia. A partir de agora, vocês vão ouvir um caos de alguém que até conseguiu acesso aos estudos, mas mesmo assim se saiu uma pessoa burra.
E que veio aqui dividir com a gente uma vergonha que ninguém merece passar sozinho. Professor Paulo Freire prometeu consciência crítica, prometeu libertação pelo conhecimento, mas o resultado está aí nas ruas. E pior, amigo, está nas nossas caixas de e-mail. E como sempre antes que algum advogado bem intencionado dê uma escutadinha de fim de semana e queira processar a gente, aviso geral.
Todos os nomes verdadeiros nessa partilha foram trocados por celebridades, por personagens de novela e por figuras públicas que jamais teriam paciência ou criatividade para fazer essas maldades. E se você já caiu em conversinha de crush, em proposta de sociedade, em promessa de cunhado, em curso de coach vendido pelo Instagram, esse quadro...
Vai te abraçar. Hoje, inclusive, tava falando aí com uma amiga minha que tava me contando uma história dela. Eu falei, você não tinha coragem não de mandar essa história pro Paulo Freire? Ela falou, ah, eu vou... Meio que ela não entendeu, né? Mas eu já tava dizendo, essa é a sessão que essa é a sua história cara. Você é burra, Carla. Desculpa.
Manda sua tragédia pro e-mail contato arroba hoje tem podcast ponto com com nomes trocadinhos e a gente acolhe, a gente ora e a gente edifica. Que admitir a otarice é meio caminho andado pra deixar de ser otário. E a gente começa hoje com o sonho do oprimido professor Pasquale. Será que é o mesmo professor Pasquale que enviava lá no começo do podcast? Acho que não, acho que não. Acho que não, né?
Oi Leila, oi Glau. Hoje venho partilhar uma cobrança a Paulo Freire. A história que vou contar não é sobre mim, eu sou apenas um partilhador gosso. É, boa é assim, as melhores são assim. É, são as melhores. Porque vem lotado, intemperado de juízo de valor. Exato, julgamento. Não é? Nos anos 2000 havia um querido, que a gente já sabe que não é querido.
que chamaremos de Aurélio Buarque de Holanda, um querido diretor do Cefete, de um estado famoso por ser o lar dos dois primeiros presidentes do Brasil, além do verdadeiro Aurélio Buarque de Holanda e muitos outros grandes nomes. Qual é o estado que tem os primeiros... Eu vou botar no Gemini agora. Estado... Olha, a Renata falou aqui... É? Já tem? É. Alagoas.
Ou seja, você já entregou o nome do homem. Amigo, eu tive que botar no Google quem é a Aurélio Buarque de Holanda pra saber se era o diretor do Cefete. Mas não é não, é apenas um homem. Pois é, eu só sei quem é o Aurélio Buarque porque foi o nome de um dos colégios que eu estudei na minha vida. Como diretor do Cefete, Aurélio, ele foi responsável pelo sucateamento da instituição em uma época em que o Instituto recebeu verbas pra comprar equipamentos de tecnologia que nunca foram adquiridos. Olha só.
Coincidentemente, na mesma época, a Aurélia abriu um centro de tecnologia conhecido por ser o mais bem equipado da época. A verba era pra tecnologia, ele só não colocou na escola, mas foi pra tecnologia. Eu tô com ele, de verdade. Eu também tô.
Muitos suspeitaram de roubo, enquanto outros diriam que tudo isso é apenas coincidência. Vale ressaltar que Aurélio, junto com outros servidores, fundou em 1996 uma instituição educacional que, mesmo sem autorização do MEC, manteve por anos uma parceria com o atual Instituto Federal.
A Aurélia alegou ser perseguido politicamente pelo presidente Lucas. Olha. Por manter uma parceria entre a sua instituição privada e o Cefete. Ah, sim. O que o... O presidente Lucas dá nada pra fazer. Nada. Eu penso hoje que eu vou perseguir o diretor do Cefete.
É, o diretor Aurélio do Cefete. O que o levou a enfrentar 16 processos por desvio de recursos do Cefete, atual Instituto Federal. Aurélio utilizou recursos do IEF para coxear seu doutorado. Além de outros desvios, lindo isso, a verba para educação sendo desviada também para ensino, pesquisa e educação. Eu não acho que ele errou. Não acho que ele errou. Amigo, eu tenho um CNPJ.
Eu tenho o CNPJ. Que é o CNPJ deste podcast. Inclusive, atuamos você e eu com ele. Sim. Se eu tenho que fazer um exame médico, eu pego do dinheiro da minha empresa. Eu estou desviando da minha empresa pra mim, porque eu sou a empresa. É isso. Aulas de não administração.
vocês ainda tem alas aqui de economia criativa exatamente e se eu vou as vezes no spa fazer drenagem o meu corpo é meu tempo o meu tempo é minha empresa pra você ter voz você precisa de um corpo o corpo precisa estar bem cuidado então isso é investimento é investimento gente Lucas tá falando, adoeceu o CNPJ exatamente tá certo, tá certo você, tá certo o pobre do Aurélio até agora eu tô contra a vítima tá certo
Eu também tô. Graças a promessas de uma educação libertadora por Paulo Freire, Aurélio não foi condenado e apenas foi demitido do serviço público. Erraram. Sua fundação se tornou a segunda maior do Estado, seu centro tecnológico cresceu e virou uma faculdade e, durante a pandemia, um centro universitário. Próspero. Prósperou. Rapaz. Nossa, você deve ter muita inveja dele, Pasquale. Ela tinha inveja que eu comia o galeto, ela tinha inveja que eu comia o ovo.
Demais. Porque você é só um professor que fica corrigindo os outros no Luciano Huck.
Atualmente, ele é reitor desse centro Embora tenha um cargo meramente simbólico Pois quem realmente manda são seus filhos e um sócio Aurélio, um cara família, né? Aurélio agora dedica seus dias a consultorias educacionais Tentando levar uma educação libertadora a municípios pobres Ou, como podemos dizer, enriquecendo seus bolsos com acordos milionários com prefeituras Oferecendo cursos de baixa qualidade Que duram em torno de quatro dias para jovens e adultos
Você tá com recalque. Demais. Metade da frase é a realidade. Metade da frase é Aurelio dedica agora seus dias a consultorias educacionais tentando levar a educação libertadora a municípios pobres. Ou, como podemos dizer, eu vou até fazer... Eu vou fazer a voz do inimigo agora. Eu vou fazer a voz do inimigo.
É que eu me pedi esse dia enriquecendo seus bolsos com acordos milionários, com prefeituras. É isso. Como é que tu sabe? Tu tava lá? Tu tá no sentimento dele? É isso, é isso. Ai, tava vendendo cursos de baixa qualidade. No Instagram é só o que tem. Exato, exato. Ele pelo menos tá levando até a cidade.
Comprei dois no Hotmart recentemente, que eu fui ver, era... Eu comprei um também. Digamos assim, curso... Gente, venha comigo aprender a fazer foguetes. Aí eu baixei o curso no Hotmart, aí tava lá. Bem-vindo à introdução a fazer foguetes. Neste curso, você vai aprender a fazer foguetes. No final, você imprime, recorta e faz um origami, né? O material está anexo. Até a próxima. É isso. Era isso que eu paguei. R$159,00.
Eu fiz um trato comigo de dar uma saídinha do Hotmart. Não tô olhando muito lá, não. A Domestika também, eu tenho dado uma parada. Domestika são bons, só são as vezes um pouco caro. É, eu tava na dúvida entre fazer a Belas Artes e o Hotmart. Eu fiz Hotmart, não sei porquê. Mas na próxima, faço FGV. FGV ou Hotmart? Aí eu fui pro Hotmart. Hotmart, eu entendo, eu entendo. É porque a pessoa vende no Instagram falando assim, todo mundo já sabe o que fazer, menos você. E eu tô aqui pra te contar. Você fala, porra.
Amigo, que despubli nós fizemos agora? Ela perdeu muitos clientes. Não é? Vou desviar. Igual o Aurélio fez. Vou desviar esse percurso longo. Eu vou aqui na Hotmart.
Que lindo. É por isso que a gente só se banca com os pagãos. A gente não tem publicidade. A gente ainda tem edição. Se você quiser segurar a sua mão, a gente corta tudo isso. Não, mas a gente é sincero. É isso, é verdade. EBAC é legal. EBAC é bom. É demais. Belas Artes é bom. Human Academy é foda também. É muito foda. Doméstica é bom. FGV é bom. Realmente, Hotmart, é só vocês.
Inclusive, Domestika, lança mais promoções. A gente ama as promoções de vocês. É. Vale destacar que Aurélio e toda a administração de seu centro universitário são eleitores de Bolsonaro. Inclusive, os funcionários pobres de direita, porque o presidente Lucas...
perseguiu o pobre educador. Como fã que sou do trabalho desse querido gestor, desejo apenas que o Ministério da Educação bata de surpresa em sua porta e seu centro universitário seja rebaixado à faculdade ou mesmo à falência, o que chegar primeiro. Segue abaixo, link dos processos do site da instituição para que vocês possam conhecer o verdadeiro nome do Aurélio Buarque de Holanda, esse educador tão querido. Ele fala o nome, mas eu não vou dar o Juiz Brasil, não. Eu vou dar o da... Ai, droga, eu colei sem querer. Bom... Bom...
Era pra ser o da universidade. Mas enfim. Ninguém acessa, ninguém tem login disso. Hoje é um episódio de riscos. A gente tá correndo riscos aqui. É isso. É enfim. Beijos, eu amo vocês. Depois eu trago mais notícias sobre causas envolvendo esse querido gestor. É isso, e terminou, né?
Eu não vou cobrar Paulo Freire, que ele não tem nada a ver com... Paulo Freire, tadinho. Tá lá. Agora, esse professor aí prosperou. Ele é um bom... Se ele abriu, no meio de um espaço curtíssimo, uma universidade, é mérito dele ou teu? É dele, caralho. É porque eu mereci! Pois é. É dele. Sim, e ó, veja só, saiu de faculdade pra universidade em pouco tempo. Em pouco tempo. Então, assim, um homem próspero, caminhos abertos.
Ai, porque ele faz um acomodado com prefeituras. Política, relacionamento, faz parte. Você acha que ele vai abrir uma universidade como? Com um durex e dois palis de picolé? É com relacionamento. Isso nada mais é do que política pública. Aqui nesse podcast jamais ficaremos contra educadores de caráter pouco duvidoso. Assim, às vezes duvidoso. Exato. É isso. Um beijo, Paulo Freire. Descansa aí. Beijo, Paulo Freire. Obrigada por tudo.
Agora que nós temos um novo ministro, o que é que acontece com o quadro Haddad e você me deixou sonhar? Tivemos que mudar o nome do quadro por conta do presidente Lucas, que fica pensando em ano eleitoral. Ah, ele tá me fudendo, né, meu querido? Tá nos fudendo.
Dario Durigan Você me deixou sonhar Nem combina Não combina não Não combina Eu vou colocar Lula Vai se chamar Lula Lula Mudei agora ao vivo Lula Ah Lula Meu presidente Você me deixou sonhar Eu não quero É isso Falar de Dario Durigan É isso É isso Presidente Lucas Estamos num governo Que tá indo bem a economia Ai não tá Cala a boca Ultra-right Cala a boca Vai tomar no cu Cala a boca Cala a boca
É verdade. É, Ziki. Tá reclamando do iPhone por quê? Tô falando igual eles. Tá reclamando por quê de iPhone, tá? Se tá reclamando que não é no bloco de notas, tá com acesso à internet. Se tá com acesso à internet, tá com dinheiro. Calha a boca. Tem uma estratégia que eu tenho usado, porque, assim, diferente de você, que é uma mulher de coragem, tô falando sério, que quando pega um rebu que você sabe que não é apenas ultra, mas é ultra mega plus, right? Você vai lá em...
enfrenta? Eu não. Eu sei o que eu tenho que fazer. Eu sei quem eu fui no passado naquele momento. Eu também rezo pra um pneu, se for preciso. Porque eu pensei, esta pessoa no veículo e eu aqui atrás estarei nessa trincheira.
Estará confirmando tudo, sim. Sim, não, e balançando a cabeça extremamente assim, com certeza, meu senhor. E aí, nessa ida pra Fortaleza, teve um desses, ultra, ultra, ultra, right, que aí ele foi falando... Não, mas ele foi falar da festa da minha cidade, né? Perguntando se tava forte, eu falei, não, deu um enfraquecido. Ele falou, mas também, né? Ele ia completar, eu olhei, mapeei o ambiente e falei assim, a gasolina tá muito cara, né?
O cheirinho pendurado no retrovisor era uma árvore de Natal com bandeira dos Estados Unidos? E na frente...
concorde, concorde com ele na frente, uma cruz, a cruz sagrada seja a minha luz e aí, ó meteu um São Bento e foi, e ele foi a viagem toda me explicando porque que o preço da gasolina tá alto que não tem a ver com as guerras mundiais mas sim, alguma coisa o Lula fez o Lula tá desviando gasolina o Lula tá provocando o Netanyahu é isso enfim, Lula
Quer dizer, Lucas, você nos deixou sonhar o nome do quadro e hoje nós vamos saber quanto custa, afinal o governo tá muito bom e a gente tá achando que a gente vai poder tudo. Quanto custa um gato mais caro do mundo? Neste programa você já aprendeu a comprar iate, contratar a segurança, já teve o do helicóptero e ainda não, né?
Não, teve dar lancha. Lancha, comprar apartamento no Manhattan. Teve segurança. Hoje você vai aprender o mundo dos pets. Quanto custa o gato mais caro do mundo? Pois é. Hoje nós vamos errar muito na empatia com o rico, mas como este é um laboratório de conhecimento do mundo e faz parte a gente conhecer esse tipo de papagaiada, muito bem, o nome da raça do gato mais caro do mundo já é um nome metido, Glau. Acheira. Acheira.
Ashira, Ashera, Ashera. Ah, mas é um nome bonito, né? Vou até escrever aqui, Ashera. Poderia ser um personagem da novela das seis. Podia, podia também ser o nome de um Thundercat, né? Ashera Kamala. Exato, o gato Ashera Kamala. É isso. Muito bem. E vocês já devem ter visto ele por aí, tá? Ele parece uma oncinha pintada. Ele é uma mini-chita, esse gato.
É o gato do Oruan? É o gato do Oruan. Mini Chita, só que do tamanho e com o shape de um gato. O Ashira foi criado em laboratório, que já tá vacilo, que já tá errado. Ele é um híbrido raro que cruza genes de leopardo asiático, cerval africano e gato doméstico. Resultando, então, em um felino grande, com aparência selvagem, porém um temperamento dócil. Infelizmente, eu fiquei com vontade de falar isso em voz alta.
Essa descrição é muito sedutora Quando eu escrevi eu fiquei Que absurdo, eu tava assim, nossa a esquerda vai amar Olha a tabu sendo quebrada Mas agora eu acho que eu acabei de vender pra mim Enfim, é a miniatura da savana na sua casa Pois o Axira Assim né, Axira Pois o Axira chega a custar 125 mil reais Opa, não, obrigada
Não, não, não. Estou bem, estou bem. Dólares. Tu axera? Depende. Tu axera, é isso aí. Ai, como vocês são bobinhos, pagãos. Então, o axera está uns 500 a 600 mil reais. Olha. É um super gato. Era 160. Ives querendo empurrar o gato tigrado dele da capa do Whistos. Não é o mesmo, Ives.
Não, o seu gato é da raça Whiskas. É diferente. É verdade. O gato a cheira, se tiver lisinha, raspadinha, cheirosinha, esse gato é amarelo com pintinha. Não é tigrado de tigradinho rasguinho. É pintinhas pretas mesmo. É tipo uma minicinha, né? É uma chita pequenininha, entendeu? Então não é 160 mil reais. É dólares.
É, é. É 500 a 600 mil reais. É um super gato que pode pesar até 15 quilos. Amiga, agora imagine o cocô. A bosta do gato. O tamanho do cocô. O gato do tamanho do financiamento que tu fez na caixa. Imagina o cheiro do axera, né? É. E agora, sempre que você olhar pra um desses na casa de um famoso, pode ter certeza que um tigrinho financiou o outro, ou tá rolando uma lavagem de dinheiro por ali.
Ai, Glau, mas eu não tenho 500 mil reais pra dar num gato. Eu tenho só 120 mil. Não tem problema. Existem gatos para rico trouxa de menor poder aquisitivo. A raça Savannah é outro híbrido de alto custo que vale...
e também lembra um lince de pitinhas pelo corpo tem também o bengal que é uma versão sem cara de lince com cara de gato pé duro e corpo de onça também 120 mil gatos amigo né 120 mil gato é 120 mil reais
É aí, 120 mil reais. O DDA dele. Importante lembrar a audiência o seguinte, você é pobre. Você tá escolhendo quem vai ganhar de aniversário um presente da chocolate show na lista de amigos e familiares e quem você vai desligar o celular no dia porque você não tem dinheiro pra todo mundo.
Que eu sei que você faz isso, ouvinte. Porque além de burro, você é pobre. Tá bom? Você não pode ter um gato desse. A Caixa não financia um gato desse. Não. Tá? Além da sua pobreza, é muito mais especial, digno e barato adotar animais. Animal.
Tá cheio de abrigo no Brasil Precidando de doação O valor de um animal desse mantém Um semestre de ração, Glau Num abrigo, tá? Olha o meu lacre Agora a esquerda vai amar Eu quero já indicar o Abrigo São Lázaro Em Fortaleza, no Ceará Abrigo São Lázaro, procurem agora Eles estão...
emergencialmente precisando de ajuda, estão precisando de ração, estão precisando de areia, de coisas pros animaizinhos, não tem só gato, tem cachorro. Além de ajudar, ai Leila, eu não quero ter animal em casa que eu tenho alergia, então financia! É, ajuda de longe, não precisa, às vezes nem um animal quer você. É! Já pensou nisso também? Às vezes o animal não quer você também não, ele quer só ajuda.
Muito bom, amigo. Exatamente. O animal também não quer você. É igual aquelas pessoas que falam Nossa, eu não vejo nada demais no Leonardo DiCaprio pra ele ter a cabeçona. Amado.
Vamos lá, começar. Será que o Leonardo DiCaprio notaria a sua cabeça uma vez que você sequer existe no mundo pra ele? Enfim, animais precisam de ajuda, abrigos precisam de doação e você não precisa pagar por um. Também quero indicar a ONG Adote um Gatinho aqui em São Paulo, que tem site e tudo. Procure Adote um Gatinho, a paçoca vende lá. Glau, você tem algum pra indicar?
De cabeça, não. Mas se eu lembrar, eu vou fazer um insert. Eu mando pra Jéssica. Muito bem. Não, não precisa. Porque o chat já está mandando. Ótimo. A galera de Recife, quem quiser, a Ana tá dizendo aqui. Tem as meninas do Lar Bola de Pelos. Amei o nome, tá? Maravilha isso. Então, ajudem também o Lar Bola de Pelos, tá bom? Quatro patinhas no Rio de Janeiro. Também precisa. Em Porto Alegre tem os gatos da redenção. Cat Land, São Paulo.
Cat Land em São Paulo Ai, mas eu tenho tanto dinheiro, eu queria tanto ter um gato Faz dia Jumento E pego dinheiro e dou É isso, é isso Estou revoltada, vamos em frente Tô com raiva de ouvinte NFT que nem existe Só pela vontade de lacrar que eu tô É isso, é isso, ela é mais forte, ela é mais forte
Oi, gente. Jéssica, editora de vocês aqui. E, bom, vocês sabem que esse é o momento que a gente faz a partilha dos hosts. E, bem, se eu tô aqui, você já deve imaginar que não vamos compartilhar com vocês a partilha que a Leila tanto falou durante o episódio. O jurídico hoje tem proibido essa partilha de essa semana, só que a gente tem fé.
em nome de Jesus, que poderemos dividi-la mais pra frente. Então é isso. Torça, ore pra que essa partilha seja compartilhada em algum momento. Um beijo, gente!
For follow. For follow. Amiga, eu vou começar aqui, tá? Os meus hoje eu acho que não vão brilhar tantos quanto os seus, porque eu não trouxe peido. Eu fiquei muito triste, porque a menina que eu ia trazer do segmento peido, ela, tipo, cresceu muito nas redes, já apareceu até no saquinho de lixo, e fica difícil...
Pra indicar, né? Não é mais underground, né? Não é mais underground. Que é o nosso objetivo. É trazer nomes underground, né? Sim. Então eu trouxe dentro do segmento underground. Essa eu acho que você vai amar também. Arroba mariadona com dois n dza, que é uma senhorazinha bem vovozinha.
Tá. E aí ela tá descobrindo as maravilhas da tecnologia, então ela tá gravando os vídeos, no meio dos vídeos tem um pouco de bastidores e o resultado de edições maravilhosas que apenas ela consegue fazer. A senhorazinha é gringa, né? Ela não vai escutar o podcast, é tão ruinzinho, mas é tão bonitinho.
Ai, eu achei fofinho. É fofinho, né? Fazendo as coisinhas dela de senhorinha. É muito bonitinho, é muito bonitinho. Six, seven. É. Ei, eu tô viciada em falar assim, qual o problema?
Ela é jovem. E a outra indicação é também na Constituição Civil, que é você, de repente, parou de trabalhar na Constituição Civil, mas está sob trauma dessa área tão maravilhosa que é a Constituição Civil, faça como o arroba Cristiano D. É isso, Cristiano com H, D.
Um homem que faz lanches utilizando ferramenta de pedreiro. Então ele vai passar a pasta de amendoim, ele pega uma espátula desse tamanho, fica fazendo assim como se estivesse passando massa corrida, passa no pão, corta o pão com umas máquinas de construção. Incrível, ele não precisa, mas ele ao mesmo tempo faz.
Eu tô chocada, eu tô vendo, tô hipnotizada. É maravilhoso, é maravilhoso. É o tipo de conteúdo que a gente fica hipnotizado vendo. É isso. Tipo assim, ele não precisava usar uma espátula pra passar o creme de abendoim, né? Mas por que também não utilizar, não é, Cristiano? Na verdade, tá em inglês, então deve ser Christian ou D. É, mas aqui ele vai ser Cristiano. Tá certo, tá certo.
E aí é maravilhoso porque ele não precisa pegar esse negocinho de uva. Não é nem de uva, né? Mas é o que os americanos colocam. É uma geleia que eles comem com... Isso. Hoje eu descobri que o meu noivo comia isso. Hoje eu vi um pote de geleia no lixo. Já tava chakirando da cabeça já. Eu vi um pote de geleia no lixo e eu não como geleia.
Já colocou as mulheres no de ouro. Amor, eu sei que você ouve o podcast. Eu chamei ele e falei assim, Fabiano, vem cá, que geleia é essa? Ele é minha. Desde quando tu come geleia? Aí eu como com pasta de amendoim. Todos os dias. E foi assim que eu descobri que eu acordo três horas depois dele.
E aí, ele não precisa ficar passando a geleia entre uma espátula e outra, como se fosse massa corrida, porque ele não vai tacar na parede, ele não vai usar de chapisco. Mas é isso, é o trauma. Esse homem não consegue mais não fazer esse movimento aqui repetitivo. Lindo isso, é incrível.
Bom, amigo, eu quero agradecer mais uma vez. Eu quero agradecer ou foi eu que mandei pro Kleber para dela? Quero dizer que toda vez que eu cito o Klebinho aqui, o mercado de publicidade inteiro fala que legal, Kleber não só ouve, como colabora. Pois é, Kleber.
Beijo, um dos melhores chefes que eu já tive e sempre terei. Quero indicar o cara de rato. É um influencer de periferia que adota um estilo, como que eu posso chamar? Sem camisa, tatuagens duvidosas expostas, chinela, bermuda de taquitel e um rato de esgoto no ombro, onde ele é sempre acessível, ídolo acessível de crianças na primeira infância. Mandei aqui o link. As crianças pequenininhas tietando ele com o seu rato de esgoto.
Muito legal. Ele é de Recife, né? De Recife. É isso, ó. Tá aqui, ó. Ele já colocou na descrição, né? Ele é um Mestre Sprint, né? Então ele tá num outro nível de rato. Tá na correria, na correria, que é sprint. É isso. O Mestre Sprint. Mestre Sprint. É isso, ó. Shortinho da Seaway. Legal. Só os ratão. Indumentário. Extremamente ratoso, como disse o Calixto. É isso. Ratão de Recife. Exato. Os Recifenses aqui do chat, altamente se identificando. Sim.
Ai, que nojo, que nojo. Mas se fosse em Nova York, no Shake Shack, vocês estariam dizendo, ai, como é lindo os ratos de Nova York, de Manhattan. Eu sou grato pelos ratos de Recife, porque eles deram um boom de novo na Seaway, essa marca de short tactile que fez a nossa infância, criou toda uma geração. E a pena também, a pena. Sim, e ciclone. Ciclone. Verdade, ciclone também. Exato.
A minha segunda indicação, esse cara aqui eu já tenho postado nas minhas redes, mas eu amo o trabalho dele, ele é um ator. Cadê o Valcico Carrasco numa hora dessa? Ele é ator, gente, e ele pega a mesma cena icônica de algum meme e ele divide a tela em quatro, e em cada uma da divisão ele interpreta a mesma coisa de um jeito diferente. Aí ele coloca, no cinema seria assim, na novela seria assim, no teatro contemporâneo seria assim, entendeu? Aí um influenciador seria assim, enfim.
E ele interpreta a mesma fala. Destaque aí pra cenas de Inês Brasil, onde ele faz... Porque no cinema, não sei se vocês sabem, mas no cinema a atuação tem que ser mínima, porque a tela é gigante. Então, quando você vai gritar, você não vai gritar! Você vai gritar assim, sabe? Porque no cinema vai dar um tacto muito maior. E ele faz isso de um jeito magistrado. Eu sou muito fã de você.
Ah, eu acabei não falando o nome do rato, gente. Desculpem. Ou eu disse. Não disse. Que loucura. Cara de rato, não foi, não? É o cara de rato, mas o arroba dele é cara de rato 7, tá bom? Já esse aqui, o ator é instagram.com barra rodrigo nice, N-A-I-C. Sigam o Rodrigo Nice, ele é maravilhoso. Maravilha.
Vamos então pra partilha dos ouvintes, amiga? Vamos. Que eu tô muito anonimada que hoje tá babado. Depois dessa partilha dos hostes, a gente precisa, pelo que eu entendi, ter um episódio. É. Esse episódio é de colecionador. Isso. Onde tem lésbicas, tem pais, né? Já que aí é esse episódio. É onde tem gay, no caso. Mas as lésbicas fizeram uma participação especial. Vão ser contempladas. Sim, sim. Elas merecem. Essa partilha aí, gente.
Partilha dos ouvintes! Pois é, chegou a hora do pau torando no mundo. O povo manda suas histórias pra gente e a gente transforma num momentinho necessário de edificação. E olha, considerando que o tema de hoje é onde tem gay, tem paz, já adianto pro ouvinte, vai ter treta, vai ter baixaria, vai ter vingança. Afinal, não é porque a comunidade sofre preconceito nesse país.
que eles vão deixar de servir veneno e drama a essa altura da vida. E como sempre, eu vou avisar que os nomes verdadeiros foram trocados por celebridades que nada tem a ver com os fatos. A gente não é nem besta de vacilar nisso. Por não é? Por não é? Onde tem gay tem paz, meu amor. Depois que o estrago já tá feito, a gente tem que buscar uma âncora pra ver sentido em nós mesmos e os e-mails que nós recebemos entregam isso muito bem.
Hoje eu trago pérolas que vão te fazer entender por que as Iags são diferenciadas no dono da narrativa. E olha, ouvinte, se você também tem um bafafá pra contar pra gente, ai, mas eu não sou gay, eu sou lésbica. Ai, eu não sou lésbica, eu sou hétero. Foda-se. Só escreva, caralho.
Manda pra gente. Importante vocês já sabem. Mande sua partilha pro e-mail contato arroba hoje tem podcast ponto com caprichando no ápice. Importante. Pelo amor de Deus. E na troca dos nomes por famosos aleatórios. E na escrita também dentro do nosso idioma padrão. Quem que a gente passa a plano? Os Saramagos. É isso.
Eu não sei pontuar, Glau, eu não sei pontuar, Leila, eu não sei a diferença do ponto final pra interrogação e eu vou fazer assim. Deixa, você pode. É isso. De resto, sabe pontuar, mas escreve chato igual aquele menino erudito? Não manda. Do que adianta saber escrever e pontuar se você não sabe trazer emoção, né? Os nossos saramaguinhos, eles trazem a emoção. Exatamente. A confusão também é uma emoção, às vezes, né? Jesus disse, deixai via mim os saramaguinhos. É isso.
Pô, Jesus disse isso mesmo. Vamos rotar a primeira partilha que eu tô esperando, mas Glau, antes eu quero dar um grande beijo de feliz aniversário pra Carla Janja, que é a aniversariante do dia, está aqui conosco na gravação. Carla Janja, mesmo que, ó, está na Austrália, 8 da manhã, tá aqui desde 6 da manhã com a gente, acordada. É ouvinte Pro Max, ó, desde que esse podcast nasceu, Carla Janja estava lá sendo apoiadora. É isso. A gente tem...
Muito orgulho de ter você com a gente. É muita gratidão também, viu, mulher? Parabéns. A gente te ama. Te ama. Eu espero que a partilha dos rostos, que eu não sei se eu soltei ou não, que foi contado aqui, tenha lhe edificado, porque é uma partilha pra você. É isso. Hoje vai ser churrasco de canguru. E escorpião, espetinho escorpião. É isso.
Partilha de Vanessa Jackson Queridíssimos Leila e Glau Resolvi compartilhar esse B.O. Porque se quem tem cu tem medo Pode se dizer que estou igual a Sasha Completamente destemida Meu Deus Não diz isso não, gente Gente, eu tô caminhando pra ter uma amizade com a Sasha Não digam isso Querido Deus, cancela isso Não, diga assim que ela sabe que ela não tem cu Cancela a risada, a gente não achou nada engraçado sobre isso Não deixam o cu da Sasha em paz
Tudo começou anos atrás, quando fiz o combo de mudar toda a minha vida pra fazer faculdade em outro estado, em que não conhecia ninguém. Depois de dividir AP... AP é o que? Apartamento? Tô brincando. Eu ia falar Ana Paula. Tô ainda com saudade do BBB. Depois de dividir apartamento com uma santinha do Pau Oco, que no off fazia todos os casados de paróquia...
Ele tem umas sacadazinhas interessantes, né? Eu não sei se essa é manjado, mas eu tô gostando. Ela, né? A Vanessa Jackson. Ah, é verdade. É ela. E ela já vem com veneno, já. É. E uma borderline maconheira. Ok. Que me deu um tapa enquanto eu dormia. Legal, legal. Olha. Me lembrou a partilha da mãe de santo que agrediu a menina.
Sim, ai eu gosto Ela diz, diz ela que era a entidade Ai, esse caso pra mim é um dos melhores Assim, tá no meu coração Ai vem ouvinte novo e fala assim Leila, que absurdo, você está tendo intolerância religiosa Não, porque quem mandou foi a pessoa do terreiro Que apoiou mesmo
Já estava completamente esgotada de confusão quando um coleguinha me contou que o agora anti-querido David Brasil estava com um quarto vago em um AP que parecia ser perfeito. David Brasil, gay, paulistano, morando na Amazônia, cabeleireiro, especialista em louro do Dorodeolane, drag queen esnobada nas noites de maldade, mas que parecia ser super correto.
O AP era ótimo e bombilhado, o que pra mim seria perfeito, pois não tinha móvel nenhum. Demos super match, até dançamos juntos RBD e as mais marcantes do Well Chan. Nossa, como você se vende barato, hein? Por uma amizade, você já acha que tá tudo feito. Já. Dançou? Já chama de irmão.
Tudo parecia perfeito e as despesas eram divididas meio a meio. Até que David conheceu Carlinhos Maia e um grande amor começou. Carlinhos é drag famosa no bate-cabelo daqui, mas fora isso estava sem job. Em uma semana, Carlinhos já estava não oficialmente morando junto com a gente. Não me encomodei, afinal, gostava muito de Carlinhos e da comida dele.
Mas em pouco tempo, as brigas conjugais deixaram de ser apenas gritos e pratos começaram a voar. Legal. É, tranquilo. Normal. Somando com o fato de nunca saber quantos homens seminus iriam encontrar quando fosse beber água de madrugada porque eles faziam as orgias mais cabulosas possíveis.
Várias vezes esqueciam ou perdiam as chaves e ficavam aos berros na minha janela pra que eu abrisse a porta pra eles. Depois esqueciam de trancar o apartamento e, sem saber, todos dormíamos com a porta escancarada. Olha, que seguro. Sim. Fazer uma ordinha na minha casa, vamos lá, trazer 50 caras desconhecidos pra dar na minha casa, onde eu moro com um roommate.
Você sabe que o dia mais triste quando eu tava dividindo apartamento na minha vida, eu fiquei até 3 horas da manhã fazendo trabalho de faculdade. Tava tudo atrasado. E aí eu cheguei no meu apartamento. E as pessoas que moravam comigo decidiram fazer uma festa. Então aí, pra mim, isso aí já foi triste. Já estava querendo chorar no meio da minha sala. Mas eu fui pra onde? Eu fui pro meu quarto. Eu queria dormir. Eu e minha...
trancar e aquilo dali não iria me incomodar. Quando eu deitei na minha cama, ou melhor, quando eu deitei na minha rede, tinha um casal se pegando na minha rede. Se pegando, o que? Se pegando é um abraço. Se pegando, dando um amasso forte e por pouco eu não vejo uma orgia também acontecendo ali no meu quarto. Aí eu fiz assim, com licença senhoras, vocês poderiam deixar eu dormir na minha rede? Legal.
Essas coisas boas de faculdade, né? Com dois meses de namoro, já estavam na terapia online de casal. E às vezes me obrigavam a participar como se eu fosse o voto de Minerva da relação. Ai, que situação merda. Amigo, segura aí um pouquinho. A orgia com 50 desconhecidos que eles acolheram da chuva, as passivas acolhidas, né? Veio antes de uma terapia de casal? Esse momento da relação? Legal.
Quando tudo começou a ficar insustentável e David já tinha financiado uma moto pra Carlinhos, fui informada que eles iriam sair do AP pra morar numa casa da mãe de Carlinhos. Fiquei muito feliz e me propus a assumir o contrato de locação do AP. Entretanto, David falou que a locatária não deixaria isso acontecer e que eu poderia continuar pagando o aluguel. Dessa vez, o valor integral pra ele e ele iria repassar pra dona do AP. Olha aí você acreditando, né, bichinho? Tudo por conta que eu sou o El-Chan.
Além disso, exigiu que eu pagasse um calção pra ele no valor de um mês de aluguel. E tu pagou. A próxima frase começa com burra e otária. Ok. Burra e otária que era, na época, na época... Estão falando aqui no chat. Vai, dá pra fazer.
Topei sem pensar muito, afinal, David era meu amigo e jamais iria fazer algo de má fé contra mim. Acontece que o aluguel integral era muito caro e não conseguia encontrar ninguém para dividir. No meio do semestre, sem grandes opções, comecei a procurar lugares mais baratos. Nesse meio tempo, Carlinhos e David viajaram e estavam luxando localmente em São Paulo com direito a pedido de casamento no Hopi Rá.
Não, agora você me desculpa. Eu vou pegar toda a humildade do meu histórico de vida e jogar no lixo. Porque não é luxar o Hopi Hari. É um parque pão com ovo. Ô pobreza miserável que nós temos, Paulo!
É, eu não entendi também muito esse luxo, não. Eu acho que foi muito precipitado o seu deve ir luxando. É, foi, foi. Isso me cheirou a... Perdeu tudo vivendo de aluguel. Mas é a história sobre isso. Tem razão. Sempre que tinha algum problema no apartamento, ficava um dia sem me responder. Mas pra cobrar o aluguel, faziam o senhor barriga e me ligavam 50 vezes no dia.
Ai, até aí, uma amiga de advogada me alertou que eu estava em uma situação de sublocação, o que era proibido nos contratos padrão de aluguel. Desesperada e sem grana, finalmente por uma benção do destino, achei um AP com aluguel menos da metade do valor que pagava na época. O Glória. Muito maior e em uma vizinhança mais tranquila. O Douglas tá te chamando de sublocautária.
Como os bonitos não me respondiam, eu comecei a fazer minha mudança quietinha. Fiz o transporte de todos os meus bagulhos e fiz questão de pagar uma diarista pra limpar todo o apartamento. Por conselho de amigas, também fiz vídeos mostrando exatamente tudo do apartamento e o estado que estava quando saí pela última vez. Depois de instalada com minha rede, duas caixas de roupa e um galão d'água, me senti muito mais em paz. Oh, gente.
Mandei... Olha, é muito bom, né? Às vezes tudo que você precisa é de trauma pra você poder encontrar paz no simples.
Não, eu tô pensando em outra coisa, tô pensando em como eu sou privilegiada, né? Não somos nada, né? Olha, gente, esse momento triste do nosso programa. Mandei mensagem informando a David que tinha desocupado o apartamento e que ele poderia usar o valor do calção que eu paguei pra compensar o aluguel do mês. Foi aí que o inferno começou.
Ele fez testão no WhatsApp, me chamando apenas dos adjetivos mais cabulosos possíveis e exigia que eu deveria pagar pelo menos dois meses de aluguel para poder sair do apartamento. Obviamente, eu recusei e comecei a ignorar todas as 150 ligações que me faziam por dia. Uma semana depois, recebi vídeos em que ele mostrava várias coisas quebradas no apartamento, além de mostrar muita sujeira. Obviamente, tudo feito por ele mesmo para me incriminar.
Mandei o vídeo que fiz do apartamento e argumentei que tinha muitas testemunhas de que deixei tudo em uma ordem antes de sair.
Até aí nada estava bem, mas tudo pode piorar. Recebi uma mensagem que logo depois foi apagado com o David prometendo que me daria uma facada. Olha! Legal! Se me visse nova... Começou com eles dançando RBD, Yeltsin? Legal! Se me visse novamente e que eu deveria ficar esperta porque ele iria se vingar. Fiquei apavorada na época. Fiquei apavorada na época. A amizade! Nem mesmo a força do tempo irá destruir. Eu fiquei apavorada na época. Eu só ia pra faculdade e voltava correndo pra casa.
Avisei todos os meus amigos da situação e por um tempo eu soube que ele realmente tentou descobrir meu novo endereço. O tempo foi passando e até hoje evito qualquer lugar que sei que posso esbarrar com eles. Não sei se ainda estão juntos e que fim teve essa história de amor digna de Romeu e Julieta. Hoje em dia, no caso, Romeu e Julieta era você que iria morrer, né?
É, morreu e julieta. É. Hoje em dia eu continuo morando no mesmo apêzinho que me salvou quando precisei e já consegui imobiliar do meu jeitinho. A facada virou piadinha estilo lenda urbana entre meus amigos. Falta pouco pra acabar a faculdade e ser oficialmente desempregada. Foi uma época conturbada, mas depois de tantas outras confusões que aconteceram comigo, acho que quem deveria ter medo de me encontrar é o próprio David. Beijinhos e cuidado com a faca.
Bacana. Edificação, amigo. Como esta gay trouxe a paz ao seu coração? A gay da facada. Olha, é isso que eu já comecei aqui anunciando, né? Que você precisa passar por uma situação humanamente difícil pra poder encontrar a tranquilidade que a gente tanto almeja no simples. Às vezes é só um galão d'água e duas muda de roupa. E você percebe que ali tá a felicidade, né?
Eu ia falar isso. Sem essa gay e a facada dela, você não iria saber o que é uma paz, um novo lar. Você não ia se mexer pra sair daquela situação. Você realmente deve algo pra ele. Eu vi ali um tom de juízo de valor, porque ele fazia ogia com desconhecidos, mas quando teve as passivas na chuva, você tava cacacarejando no Twitter. Agora, quando alguém acolhe as passivas dentro de casa, você também acha ruim? Homofóbica.
É, e tem um lance também de... O David é uma pessoa simples. Aí tudo bem, né? Assim, a facada, né? Você disse que virou piadinha. Então assim, ó. Tô rindo também da facada que é piadinha, né? Então você tá leve também, tá tranquilo. É, tá leve. Então assim, o nosso amigo David, ele é uma pessoa simples. Ele é uma pessoa que acredita no amor. Porque com pouco tempo ele já tira uma moto no nome. Eu acho que isso é a declaração de amor mais linda. Você realmente tem que tirar a moto no nome das pessoas.
E ele é feliz no simples, ele é feliz no hop-hari, né? E, ah, que pessoa pra gente se inspirar, né? Feliz no crime também. Feliz no crime também. Muito bom. É isso.
Partilha de Johnny Depp. Olá, Leila Glau Glau. De Glau Glau. Dessa vez não quero saber se vocês estão bem. Admito que usei A para corrigir o português dessa partilha de hoje. Como sou ouvinte burro e com baixo nível de escolaridade. Então vamos para o que interessa. Aqui as maiúsculas foram com Deus. A tua E.A. tá paga? Você tá pagando? A OpenAI? Nem criou a conta.
Glau, minúsculo, tomou água hoje, cuidado, sem vírgula, cuidado com a pedra. Eu, minúsculo, sou Johnny Depp, do estado de Stop e da cidade onde Jesus nasceu. Ah, entendi. Ah, tá. Essa partilha aconteceu no lojo dos meus 18 anos. Ei, OpenAI, vai quebrar mesmo depois do Cloud. É, eu ia falar do Gypsy, que olha só como eu tô...
Antropic. Obrigada, Ives. Antropic. E faliu mesmo vocês, hein? Olha a entrega. A Mariana gastou uma caixa d'água pra isso?
Paz. Nossa, eu tenho muita vontade de corrigir alguns trabalhos escrevendo isso. Nossa, você gastou tanta água. E é isso aqui? É isso aqui que você gastou. Hoje me vejo um dera e maduro com 40 sem ponto final. Rapaz, se eu te contar o rolo que eu me meti, tu não acredita. Era só o começo da faculdade. Eu ainda meio bobo, achando que o mundo era só estudar, festa e pegar umas e outras.
Sempre fui daquele jeitinho. Na frente, héterosão. Mas tinha uns pega com uns caras escondidos. Nada mais. Travessão de 5 quilômetros. Agora, ó, a Iá entrou pra se acusar. Foi. A Iá te prejudicando duas vezes. Ela não corrigiu teu texto e meteu uma faca... Um travessão deste tamanho pro J.
É o travessão do Projota, vamos chamar assim. É o travessão do Projota. Enfim, sabotou mesmo. Só uns testes de curiosidade, entende? Então ele queria saber como era o outro mundinho, o mundo invertido dos héteros, né? Sim. Até que um dia aparece o tal do Marcelo Taz. Não tô acreditando que o seu crush vai ser... Você vai usar pra sua primeira experiência homossexual ser Marcelo Taz.
Eu tenho vergonha de falar isso. Muito forte, amigo, isso aqui. É um mundo que tem Rick Martin, é um mundo que tem Idris Elba, é um mundo que tem muita gente bonita. Mas ele foi pro professor do Castelo Ratinho. É, o falado é que o Tiburcio... Professor Tiburcio. Você foi fantasiar com o professor Tiburcio, rapaz? Vamos lá, gay. Marcelo Taz, bonito, simpático, meigo.
A gente começou a conversar, dar uns pega. E quando vi, já tava envolvido. Era só ficar, nada sério. Mas rolava aquele clima. Só que o detalhe é que ele vivia na casa de um tal de Neyla Torraca, amigo dele. Achei normal no começo, ué. Quem nunca teve um brother de confiança? Não é?
O problema é que depois descobri o babado. Ney era ex dele. Sim, meu amigo. Ex. Ex de quase dois anos. E eu ali, inocente, indo na casa do cara, transando com o atual na cama do ex. Clima de novela mexicana. Eu acho que aqui o Chá de EPT é antropico. O Chá de EPT toda vez tenta forçar a barra com novela mexicana. Tudo deles é... Hum, novela mexicana isso aí, hein? Muito novela mexicana.
Ou seja, ele não apenas usou pra corrigir o português, como também o chat tá tentando dar um ápice. O chat quer se aparecer mais do que você. Esse seu estrela, não brilhe na mão, não deixe apagar a minha. Mas enfim, seguindo a minha. Até que um dia Marcelo Thais vira pra mim e diz que queria parar de ficar. Que não tava mais confortável.
Beleza, né? A gente respeita. Fiquei meio borocochô, mas segui a vida. Só que aí, do nada, quem aparece? O próprio Neila Torraca. Me mandou mensagem, perguntou como eu tava. Se podia passar na facul pra me ver e tomar um sorvete. Achei isso gospel, achei crente isso. Vamos tomar um sorvete, irmã Carlos? Vamos tomar, irmã Ney? Achei estranho, mas aceitei. O papo foi bom, falamos da vida, dos passados, demos risada. E no final, ele me deu um selinho. Um beijinho. Simples.
Mas, meu amigo, aquilo ali foi o estopim da Terceira Guerra Mundial. Não sei como, mas o Marcelo descobriu. E o pau que quebrou entre os dois foi de fazer vizinho olhar pela janela. Mas, ó, mesmo com toda a treta, o Ney continuou me procurando. Dizia que curtia a minha vibe, que queria continuar saindo comigo. E a gente voltou a se ver. Ficava indo na casa dele. Mas a casa dele não é a mesma casa do outro? É.
Ficava indo na casa dele, ele me pegava no carro, rolava de tudo. Só que tinha uma regra. Eu não podia estar lá quando o Marcelo estivesse. E o Marcelo não podia estar quando eu estivesse. Um revezamento sexual, praticamente. Passou-se o tempo, a gente ficava, transava, vivia no sigilo, até que um dia eu tô lá de boa e recebo uma ligação. Era o Marcelo Tass. Falei que podia falar ali mesmo por telefone. E o homem tava possesso.
Tinha recebido uma mensagem do Ney por engano. Mensagem que era pra mim. Aqui está entre 50 quilômetros de travessão.
duas facas deste tamanho, dizendo Johnny Depp, vamos sair hoje? Tô com saudades. Só que mandou pro Marcelo Tais. E aí o barraco foi feito. Marcelo começou a me interrogar no telefone, como se eu fosse testemunha de crime. Queria saber onde a gente ia, em que carro, se os amigos em comum sabiam. E eu, que não devo nada a ninguém, contei tudinho. Logo depois, recebo uma mensagem do Ney. Nunca mais quero falar com você!
Simples assim. Como se ele não tivesse mentido e me deixado no escuro. Aí tu acha que acabou? Que nada. Passaram três meses e quem volta? O próprio Neila Torraca, com a cara lavada, pedindo aquele famoso chá de pica. A gente conversou, ele contou que naquele dia da mensagem o Marcelo tava lá do lado dele, e depois da briga o homem até ameaçou se jogar na frente de um ônibus. O negócio tava virando capítulo extra de novela das nove. Olha aí o chá de GPT de novo. É.
Mesmo assim, adivinha? Voltamos a ficar. Só que dessa vez foi mais fundo. Transas mais intensas, encontros mais frequentes. E de repente o homem me solta um pedido de namoro. Ele queria oficializar o babado. Só que tinha um detalhe. Eu já tava namorando uma menina. Realmente, onde tem gay não tem pais. Eu retiro tudo que eu disse em defesa.
Ai, meu Deus. Expliquei, recusei, mas, claro, seguimos nos pegando escondido. Cinquentinha, a Mariana comentou aqui, ó, cinquentinha. Incrível. A revu cinquentinha, é isso mesmo. Incrível, incrível. Isso foi escrito por alguém da CCB? Porque, né? Quando o corpo chama, o juízo tira férias. Aí veio o grande finale. Tô lá na sala da casa dele, no meio do ralo e rola, nu e suado. E quem aparece na porta?
queria tanto que fosse a menina crente Marcelo Taz de novo o homem nos pegou no flagra em pleno ato eu e Ney igual Adão e Ivo largados do sofá parecia cena de filme pornô interrompido por uma novela dramática a gritaria começou e eu vesti minha roupa com a calma de um monge tibetano sem tremer, sem gaguejar olhei pros dois e disse vocês que se resolvam na loucura de vocês falou e fui embora
E assim terminou. Gente, eu tô com tanta pena dessa menina. O monge te botando.
Ai, Douglas. Ai, ai. Gente, a menina. A irmãzinha. Esta gay trouxe paz? É o seu caso. Vocês sabem quem que eu tô visualizando nesse casal gospel aqui. Vocês sabem, aqueles lá do Instagram. Aqueles famosos lá. Eu tô imaginando essas duas pessoas. Gente, a irmãzinha. Enfim. Como essa gay trouxe a paz no meu... Essa gay me trouxe perturbação.
Eu não gostei dessa gay. Cara, e eu vou dizer, eu nunca vi uma pessoa tão fria e calculista, porque assim, ele só... Ele não tá nem aí, nem pro Thais, nem pro Ney, nem pra menina. A menina aparece muito mais que as vírgulas que ele não conseguiu escrever no texto e o chat de EPT que escreveu. E aí tinha essa menina que eu namorava aí. Amigo, ele não tá nem aí pro sentimento de nenhum dos três. Eu tô em choque. Você é psicopatinhas.
É... Enfim, mande mensagem, mande mais e-mails pra gente A gente sempre recebe, parabéns É isso, é parabéns, a sua cabeça deve ser muito boa Assim, uma coisa, pronto, tá aí Como a Stegay trouxe paz, ela traz inveja A gente queria ser um pouco mais egoísta Como você, e a gente não consegue tanto Então, eu acho que você tem muita paz Na sua cabeça, é assim, o máximo que eu conseguir A Hannah tá dizendo, ele não tá nem aí pra vírgula Ele vai tá aí pra alguém, exato É verdade, Hannah
Partilha de Clodovil. Olá, Leliglau. Acredito que a chance de estarem bem é bem baixa.
Eu sou alguém cheio de partilha. E finalmente resolvi mandar um e-mail pra vocês. Desculpem ter ficado meio grande. Prometo tentar resumir mais nas próximas partilhas. Se for legal, deixa sim. Ato 1. O perigo ao lado. Podem me chamar de Clodovil. Era início de 2019. Eu vivia bem e em paz com os meus vizinhos. Em especial uma senhora ao meu lado. Chamada Iris Abravanel. Iris era uma setentona. Ou dessa palavra.
Com a típica voz da sociedade brasileira de senhoras fumantes de derby. O melhor timbre de voz é da mulher que já teve a... É, a iremar fumante. Totalmente carcomida pelo derby. Se liga, hein? Nós nos dávamos bem, pois eu sou o típico gay das plantas e sempre compartilhamos mudas, adubos e conhecimentos de jardinagem. E cigarro não? Aí você falhou. Só não era mais próximo porque eu não gostava de lidar muito com a sua filha, a Silva Bravanel.
Uma mulher de 40 e poucos anos, que tinha uns papos estranhos, defendia a igreja, os bons costumes e fazia questão de falar como o PT destruiu o país e o bolo de milho ia consertar as coisas, trazendo a moral e os bons costumes às terras tupiniquins na época. Aí era pra ser um ponto, né?
O que é o bolo de milho, gente? É o Bolsonaro. Mas por que tá Bolsonaro? Eu também não entendi por que bolo de milho. Eu fiquei na esperança que alguém entendesse. Ponto. Na época, não odiava mais, pois Silva, em sua casa, tinha um salão de beleza. E eu e minhas irmãs, Erika Marco...
Gostava de ver os clientes chegando lá, felizes e faceiros, pra ajeitar sua aparência e saindo de lá, os próprios cães vindos do inferno. Pra mim, esse entretenimento era impagável. A vida seguia bem. Elas lá com o salão de horrores e eu cá cuidando das minhas plantas. Ato 2. Aulas com o demônio. No meio pro final de 2009, eu e minha amiga Nani People estávamos desempregadas e ociosas. Então, nos inscrevemos num curso de design de sobrancelhas e maquiagem da cidade de Valfenda.
Visto que ambas nos montávamos para sair e frescar nas noites de Erebor. Mas faz sentido, amigo. Em 2019, a IA não era nem um cheiro de esperança. É verdade. Então ninguém sabia o que era cláudico. Ninguém sabia o que era assistente de criação hoje e a generativa. Ou você entrava... Design de sobrancelha. No Hotmart para aprender design de sobrancelha. Ou nada.
Será que tem curso de design de sobrancelha lá, hein? Vamos ver agora. Vamos ver agora. Agora ao vivo. Design de sobrancelha Hotmart. Curso Sobrancelhas Perfeitas. Aí tu clica, aí vai estar lá. Essa é a introdução do curso Sobrancelhas Perfeitas. Aqui você vai aprender a fazer sobrancelhas perfeitas. E para aprender a fazer sobrancelhas perfeitas, você precisará muito desse curso. Até lá. Segunda aula.
Ai, meu Deus. Chegamos felizes para a primeira aula do curso de maquiagem e design de sobrancelhas e nos deparamos com o improvável Silva Bravanel se apresentou como a professora. Mas meus irmãos gospeis se perguntam como alguém tão incompetente, brutalmente feio.
despreparado e de sobrancelhas tão tortas, ganhou o cargo de professora de maquiagem? Eu não me perguntei isso não, não vou mentir. Eu digo a vocês. Acontece que o jurado, Regis Tadeu, era vereador da prefeitura de Valfenda e sentia simpatia pela amiga Silva Bravonel, dando o cargo de professora para a desprendada maquiadora e autoproclamada de design de sobrancelhas.
Nos conformamos e pensamos, ah, pelo menos vamos ter acesso a maquiagens gratuitas e alguma experiência do que não fazer. As semanas foram se passando e Nani People, uma pessoa muito competente no que tange a maquiagem, muitas vezes não seguia os passos a passos e ensinamentos de Silva Bravanel e a confrontava no meio da aula. Silva ficava pé da vida com Nani, porém...
quase nunca tinha argumentos, já que sempre ao final da aula, os alunos que seguiam as dicas de Silva saíam a cara da barruada. Menino, tu é esse menino do Ceará. Esse menino do Ceará quis falar a cara da barruada, ele é daqui. E os que seguiam Nonny People saíam decentes, e digo decentes, pois Silva dizia que devíamos fazer maquiagens com os dedos e não forneciam pincéis. Meu Deus. Caralho. Depois de muito atrito, inclusive... Meu Deus, Hotmart?
inclusive uma queixa em grupo dos alunos para a diretora do local do curso que não deu em nada terminamos o curso em pé de guerra e cheio de tretinhas com Silva ao ponto de todos os alunos desrespeitarem e não aguentarem a personalidade insuportável de Silva e saindo um a um no final das contas se criou uma guerra fria entre eu e Silva visto que nos víamos sempre e sua mãe Iris me adorava e sempre me chamava pelo muro para conversarmos sobre as plantas que tínhamos e aí
Ato 3, o confronto em cima do muro. Amigo, eu quero dar uma pausa pra mostrar a importância da síndrome do pequeno poder. Tu se inscrever num curso de design de sobrancelha, criar confusão... Tá querendo? Sim. 2019, o pau torando no primeiro ano do governo Bolsonaro. E essa pessoa tava com a saúde mental melhor. Essa pessoa tava com a saúde mental ótima. Às vezes eu acho, é por isso que às vezes eu fico pensando se nós tomamos muitas decisões certas, amiga. Sim.
Por quê? Pelos relatos que a gente recebe, as pessoas têm uma vida mais simples, têm problemas mais simples, né? E, ó, é desenho de sobrancelha. Naquela época, você lembra o que aconteceu. Brigando pra mostrar que tem mais técnica que a professora do curso que ele pagou pra ouvir. Cara, a vida realmente deve ser mais divertida.
Assim, eu sinto falta de quando eu era assim, poucas responsabilidades. Eu também, eu também. Tô com ele, tô com essas gays, me ganharam. Ato 3, eles estão fazendo paz. Ato 3, o confronto em cima do muro. O tempo passou. Era final de 2021. Estávamos em pandemia e na época estava deprimido em casa e passando por uma fase muito difícil. Eu tinha acabado de sair de um emprego na área da saúde que custou muito do meu mental.
E assim que saí, internei com covid grave e ainda estava de recuperação. Em paralelo, Iris e Silva estavam contaminadas, sem sintomas, então eu e minha irmã, Hebe Camargo, fazíamos compras de insumos para mãe e filha, visto que ambas não podiam sair. Nani People às vezes vinha me ver, visto que morávamos relativamente perto e ela estava preocupada comigo. A Nani People é amiga, não a senhora idosa, né?
No final de semana, estava sozinho em casa e do nada apareceu no meu quarto Nani. A mesma diz que pulou o muro, pois ficou preocupada que eu tivesse feito alguma coisa ou estivesse sozinho em casa. A pessoa se isolando contra o vírus. A outra veio do meio do mundo pulando o muro com doença. Vamos saber se tu tá bem.
Aquela cena da série do César, em 37, e a mulher não abre uma porta pra outra. Você vai pro lavoura pra saber se tu tá vendo.
E detalhe, ela tava em quarentena porque ela já tava internada, tinha ficado internada gravemente. Então... É, o Jonathan falando aqui, os espanhóis chegando na América Latina. É meio que isso. Ai. Ai, Jonathan, eu amo essas piadas inteligentes de gente que estudou, obrigado. Eu disse pra Nani que só não a ouvi chamar. Então ela ficou mais aliviada e me contou... Ela respirou, tirou a máscara e fez assim, ó. Ufa!
ela fez o quem ama cuida com o Vic que coisa
E ela me contou que enquanto pulava o muro, Silva vinha na direção da padaria gritando com Nani People e querendo arranjar a confusão. Dizia que Nani não deveria estar ali, que o muro era parte do dela, o que é mentira. Gritava aos quatro ventos e com todo o rancor, ofensas, aquela é a primeira vez que Silva via Nani desde o curso. Então devia estar com sangue nos olhos e surtou. Depois...
Tinha um tempo conversando amenidades. Nani foi embora. Minutos depois ouço o meu nome sendo chamado pelo muro. Clodovil. Era a pulha da Silva. Não sei o que é pulha. Gritando coisas sem sentido. Que não era pra deixar os meus amigos pulando o meu muro. É, ela mesmo que tá certa aí. Que toda semana alguém pulava o muro.
Disse que tinha gravado pessoas pulando o muro. Gravações que ninguém nunca viu, mesmo ela dizendo que ia mostrar pra polícia. Gritava que lá era a casa de uma senhora e isso era uma falta de respeito e ainda chamou Nani e eu de viadinhos e etc. Claro que não fiquei quieto. Disse que nunca reclamei dos gatos dela que invadem minha casa e roubam comida.
Nem da bagunça que os pedreiros que ela contratava pra fazer obras intermináveis na casa dela faziam no meu terreno. Depois de um tempo aparece atrás dela a gloriosa Iris com cara de interrogação. E falando para a Silva dela entrar e parar de arranjar confusão. Que eu estava com razão e que ela nunca viu alguém pular o muro. Mas revoltada com a desaprovação da própria mãe, ela ameaçou de atirar em mim e na minha família. Com a arma de seu namorado.
Do nada, mais uma vez aí, uma ameaça de morte. Leve, né? Realmente. Pra vocês meditarem em casa. Leve. Será que essa daqui vai virar piada também, igual a facada? Deus queira que sim. Com a arma de seu namorado, Cabo Daciolo. Chega de gays mortas. Exatamente, Jana. Tem que ter as gays do outro lado da arma. Sim. GCM que namorava o molde mestre de maquiagens feias.
Então falei pra ela, pois quer atirar coisas, então eu começava. Olha, tá vendo? Peguei um pobre de um dos meus cactos na fúria e joguei nela. Meu Deus! Felizmente errei. É a morte vegana. A mesma disse que ia me processar e eu respondi que ia denunciar ela por estar na rua, sabendo que está contaminada por me ameaçar e cometer homofobia. A mesma entrou pra dentro e desde então continuamos numa guerra fria sem trocar muitos olhares e esperando o primeiro erro do outro pra denunciar.
Ou fazer um errinho. Sim, a treta ainda está em curso. Epílogo. Nani se mudou recentemente e perdemos o contato. Mas quando nos falamos, ainda damos risada da tosca da Silvia. Ó, e virou piada. Silvia foi demitida do curso de maquiagem e design de sobrancelhas. Os boatos são de que ela furtava materiais do curso. Ah, então era por isso que o povo tinha que fazer com o dedo. Porque o restante ela tinha roubado.
É o cefete dela. Pra usar em seu salão. Lembro que o curso não tinha pincéis para usarmos e ela nos obrigava a se maquiar com os dedos. Iris sofre com a presença de Nani, que desde então cria tretas com vários vizinhos da rua. Semana sim, semana não. E não aguenta mais sustentar a filha de 40 anos, já que o salão de sua progenitora tem andado em crise. Paulo Guedes, você prometeu pra ela. O Douglas falou agitadora cultural.
É um bom termo. Primeiro lugar, eu gosto de inovar e também quebrar tabu. Eu estou recuperado e melhor da saúde mental e física. Ainda tenho passado por barras bem pesadas devido a trabalho, pois tenho segurado nas costas a única instituição que ainda funciona nesse país, o gay do telemarketing. Inclusive, queria agradecer Leila, Glau e toda a família Hoje Tem. Vocês me ajudam muito a segurar a barra com seus conteúdos nas minhas quatro horas de trajeto de ida para o trabalho. Consigo dar boas risadas.
Você é muito guerreirinho. Não, é. A gente te ama. Espero algum dia ter tempo e talento pra fazer um podcast como o seu. Te acompanho desde que te vi... Faz, faz, faz, faz. Te vi, o primeiro momento no Nerdcast. E desde então tem sido uma honra me identificar com alguém tão especial e fantástico como você, Leila. Obrigado por tudo e até... Ai, que legal. O menino que deixa pular o muro da casa dele tá se identificando comigo. Que bacana!
Que fofo. Obrigado por tudo. E até a próxima partilha. Aí ele deu os Instagram dos envolvidos. Meu Deus. Caralho. Do nada. Segue Instagram dos envolvidos e fotos photoshopadas que Cão Sem Luz chama de maquiagem e a logo da sua marca.
Ah, eu quero... Não, eu acho que eu quero ver. Vamos ver. A gente quer ver. Eu vou compartilhar a tela. Nós vamos ver juntos. Ah, mas só tem cabelo, ó. Ah, aqui é maquiagem bonita. É, aqui ela, ele apontou pra uma ilustração em IA. É, gente. Legal. E essa gay, hein? Como trouxe paz pro nosso coração? Eu vejo nela e na Nanny People a figura de Gerluce Viviane, de Três Graças.
Eu vejo também. Sabe, amigas inseparáveis. Isso, uma coisa assim. Que estão ali juntas, que, sabe, pulam o muro juntas, roubam juntas, jogam o cacto na inimiga. A amiga dele estava errada, mas ele defendeu para brigar com a véia. Eu acho que é isso. Pabllo e Luizão LGBT. Eu estou com elas, eu acho que é isso. Uma amizade que traz paz. Amiga, independente de você furar a quarentena e vir me matar.
Eu tô com você. É isso. Eu também. Eu tô muito impactada ainda por isso. Do pulou o muro pra saber se tava bem na era do celular. Sim. Porque em nenhum momento na história ele conta. Tentou várias chamadas. Mandou várias mensagens. Achou simplesmente por bem pular o muro. Porque é isso. Estar perto. É aquela lição, né? Pra que a gente se manter distante se a gente tem um vínculo tão forte que pode ser vivido com a presença, né?
É isso. Numa época que não se pedia tanta presença, ele foi lá e fez diferente, né?
Sim, ele destruiu muros, construiu murros. É isso, lindo. Muito bonito.
Partilha de Lucas Sanz. O que é Lucas Sanz? Quem é ela? Lucas Sanz. É um cantor gospel? Não, é do jiu-jitsu? Lucas Sanz, é alguém... Lucas Sanz. Blue belt jiu-jitsu. Quem é esse? Aqui tá falando que é... Apareceu cor de fonte. Tipografia. Ah, não. Vai chamar de outra coisa. Partilha de presidente Lucas.
É isso. Presidente Lucas. Não quero saber nome de não famoso, não. Jéssica, tira até do Lucas Sanz anterior, porque é um menino desconhecido, tadinho. Partilha de Presidente Lucas. Boa noite, Leile Glau. Joia? Eu não. Nem nós. Como essa é uma história de baixíssimo calão... Já gostei. Irei usar nomes de atores pornôs pelos quais tenho memória afetiva. Ah!
caralho, caralho, caralho, meu Deus do céu. Ai, gente, sinceramente, a nossa audiência é muito boa. Ela é muito boa. Os melhores estão com nós.
Jéssica, não tira nada, nada disso que aconteceu. Deixa, deixa a gente ver. Tipografia, presidente Lucas, jogador de jiu-jitsu. Até pra eles verem que eu poupei o rapaz inocente que não era inocente. O povo vê que a gente, que a gente poupa as pessoas, que a gente tem ética.
Que incrível, né? Eu tô rindo igual a fumante. Portanto, me chamem de Presidente Lucas. Ambientação. Presidente Lucas Sanos.
Difícil. Ai, meu Deus. A próxima frase. O pobre do Cristiano na UTI. Portanto, me chamem de Presidente Lucas. Sou um viadinho. Ai, meu Deus. Jéssica vai se divertir tanto editando esse episódio. Gente, a Lélia tá chorando. Alguém printa aí. E marca a gente no Instagram.
Ai meu Deus. Eu vou conseguir, eu vou conseguir. O Vinícius Alun, que paz essa gay te trouxe?
Ai, meu Deus. Só um viadinho, pão com ovo, que mora em uma das três grandes capitais do Sudeste. E aí ele disse, Espírito Santo, o que tem a ver? Uma cidade cheia de tcholas safados. Por ter pais religiosos, sempre foi muito preso. Então, quando tive uma enorme eslumbre de liberdade, botei pra lascar. Desculpa, Lula. Quando essa história começou, eu estava saindo da pandemia. Cara, incrível. As gays na pandemia.
A sensação que esse episódio passa é que todas as gays nasceram na pudeira. Sim, o mundo era hétero. Exato. Começando a faculdade presencialmente e começando a trabalhar e ter meu próprio dinheiro. Ou seja, o auge da pseudo-liberdade.
História. Eu trabalhava em um bairro extremamente industrial e afastado da grande cidade. Das três monetes que tinham naquele bairro, duas trabalhavam comigo, sendo que um se tornou meu melhor amigo e outro me ameaçou de morte. Incrível. Pela estatística, gays do chat.
Pela estatística, todo gay sofreu, na verdade fez, né? Porque as histórias todas, uma gay fez uma ameaça de morte. Toda gay tem seu casca de bala e alguma outra gay o ameaçou. Pelo que eu estou vendo na nossa amostra de pesquisa aqui. Incrível. O Instituto hoje tem. Mas um dia normal, que José está dizendo 100%. José é a amostra de uma unidade de gay que está dizendo 100%. Olha, Cristiano, todo gay tem isso mesmo? Só a prova disso? Cristiano está na UTI agora. É.
Cadê seu casca de bala? Manda ele pular esse muro agora. Calisto, não, porque você está em Paris, Calisto. Você foi pra Paris. Vive la France! Você está longe do Brasil profundo, como dizem. Você está falando sobre Latinoamérica. É, esse é realismo fantástico. Muito bem. Um belo dia, estava dando aquela boa cagada remunerada e pra me distrair, resolvi abrir o aplicativo mais sujo e podre da internet, o Grindr.
Pra quem não conhece, é um Tinder, teoricamente exclusivo para gays, em que as pessoas realmente transam ao invés de só dar match metafórico. Nossa, pra que humilhar os héteros? Mas o pior que o Tinder tá isso mesmo, né? É. Ah, quer dizer, tu não sabe, né? Não, mas na minha época era isso, era só... Oi, linda! Já era isso, né? Qualquer dia eu abro meu Tinder pra tirar um print e te mandar... São todos assim, todos iguais, o Chassi.
Oi, linda! Oi, linda! Oi, linda! Oi, linda! É um inferno, o Tinder, gente, é um inferno. Parecia que eu tava dando moral pro Vorcaro. E aí
Não esperava encontrar nada devido à escassez de viado nas indústrias. Crítica social aqui. Mas não foi o caso. Tinha um cara muito gostoso, com um corpo magro, malhado, bronzeado, que vou chamar de Marcelo Mastro. E que eu nunca tinha visto antes. Já me adiantei e chamei logo na DM. Mandei pedir foto de rosto, já que eu não tinha foto nenhuma e ele só tinha uma do corpão. E após ele me responder e eu ver aquele rosto angelicaldo de Marcelo Mastro, quis logo desenrolar algo.
Passamos pro WhatsApp e conversa vai, conversa vem, trocamos nudes vídeos e tudo mais.
Ele realmente era muito lindo e gostoso. Sua neca era incrível. Não foi à toa que eu o nomeei de Marcelo Mastro. E por isso, não entendia por que ele me dava ideia. Eu era uma bichinha raquítica. Eu era uma bichinha raquítica. Branquela, fraca de feição. Vou adotar o fraca de feição. Fraca de feição é muito bom.
Todavia, não me deixei abalar e continuei tietando Marcelo Castro. Como a alegria de feio dura pouco, com o tempo Marcelo Mastro começou a demorar dias para me responder. Parecia não estar mais interessado. Então, com muito pesar, desisti de ficar com ele. Você desistiu de ficar com ele?
Porque, pelo que você conta, ele desistiu de ficar com você. Ah, é. É isso. Ai, ai. Cerca de seis meses se passaram. Mudei de emprego para uma empresa no centro da cidade. Estava ficando com outras pessoas. Até que um dia qualquer, futricando na ala da promiscuidade do Asilo Banana Preta, vulgo o Twitter, encontro um perfil 18+, que me chama muita atenção.
Uma jeba fenomenal. Quando entro no perfil, à medida que vou descendo as fotos, vou proporcionalmente franzindo a sobrancelha. Aquela giromba me era inconfundível. Era o Marcelo Mastro. Depois de muito trabalho investigativo, stalking, achei uma conexão entre o perfil 18+, e o perfil normal do Twitter dele. E, consequentemente, o Instagram, confirmando o que já me era sabido.
A partir daí, passou-se um mês de completa obsessão. Meu Deus. Eu segui no Instagram, ficava atentíssima aos stories, não o segui no Twitter por culpa do Elon Musk, já que muitas vezes, quando você segue alguém ou curte algo, pode aparecer no For You de algum mútuo, e eu não queria uma trolha aparecendo na For You das minhas amigas mulheres cis, né? Mas entrava religiosamente em seus dois perfis pra ver as atualizações de vida e de nudes.
Acompanhar aquilo tudo começou a me deixar louco das ideias, porque a partir de Marcelo Mastro... A partir do mês de maio...
Eu comecei a acompanhar outros perfis e se deixasse eu passava o dia no Twitter vendo promiscuidade. Tu é da igreja, é menino? Que fala promiscuidade? Quer que fala promiscuidade com menos de 70 anos? Em função disso, uma madrugada solitária fez com que o pior acontecesse. Eu resolvi criar o meu perfil de Twitter 18+, e começou a dar certo.
Aparentemente as pessoas me consideram bem dotado E alguns tem fetiche em magrelos Em um mês já tinha mil seguidores Muito pra mim que mal tinha 200 na conta real Que tem quase 10 anos Mas eu não estava satisfeito Pois Marcelo Mastro ainda não havia me notado Depois desse mês resolvi interagir Com a conta principal de Marcelo Mastro Comentando coisas de baixo nível Mas ele nem curtiu O José comentou Vai ativar o empreendedorismo
Caralho, o Marcelo Mastro não curtiu ele, amigo. Duas vezes você foi ignorado. De rosto e de corpo. Ai, meu Deus. Uma semana depois, abro minha DM e tá lá minha surpresa. Marcelo Mastro havia me chamado. Trocamos elogios e fomos pro WhatsApp. Aparentemente, ele não lembrava de mim. Então, segui conversando como se não lembrasse dele e nem tivesse feito toda uma trama de meses pra tê-lo.
Dessa vez deu certo. Marcelo Mastro queria me encontrar. Logo, já me adiantei. Sabia que naquela semana iria rolar uma festa gay liberal que ele frequentava. Perguntei o que ele iria fazer naquele dia e ele comentou da festa. Então disse, vamos? O melhor foi que, após decidirmos que íamos naquele roteador de IST, ele queria sair comigo antes, para aproveitarmos sozinhos. Emoji de beijo.
Chegou o dia, bebi umas pra esquentar e fui, né, encontrar o bendito. Pessoalmente, ele era realmente muito gostoso, apenas um pouco mais baixo do que eu esperava, e digamos que ele era muito fotogênico, ou seja, as fotos eram melhores, mas ele continuava bem gato. Não vou dar detalhes do sexo, pois esse é um programa cristão.
mas foi bem bom. Depois disso, fomos pra festa. Era a minha primeira vez em uma festa gay liberal com Dark Room e etc. Porém, como estava bêbado e com uma companhia legal, eu gostaria de exaltar que, além de bonito e gostoso, ele era bem gente boa. Curti muito dançando e, depois de um tempo, fomos pro inescrupuloso Dark Room. O Dark Room estava lotado.
Mal dava pra andar. Mas ninguém quer ir lá pra andar também, né amiga? Ninguém vai pôr no Dark Room pra andar. Vamos andar no Dark Room? Vamos passear? Ele já começou a ficar e transar com outras pessoas na hora que entramos. Como ele era bem gostoso e famosinho, muitos já cotavam ele. Eu, embora um gay safado, sou mais tranquilo. Ele entrou no Dark Room e todo mundo... Batendo palma. Já era cotado. Sou mais tranquilo. Só dei alguns beijinhos e mamadas. Suavão. Tranquilo. Suavão.
No fim das contas, ele deve ter transado com uns 20 lá e eu com uns 3. Ah, ele é chai, ele é tímida. Ele é muito tímida. Eu sou com 3. Sou pequeno demais. Boba.
Ao fim dar da noite, já estava morto de cansado e ele continuava lá animadíssimo. Mas fomos embora às quatro da manhã. Ele me levou pra casa e eu, bêbado burro, contei toda a minha história da obsessão e perseguição. Mas ele só riu e aparentemente não se intimidou com a loucura.
Quando cheguei em casa, tivemos o seguinte diálogo. Ele, gostou da festa? E eu, gostei. E ele, também gostei bastante, mas gostei mais de ficar com você. E eu, também. E nos beijamos. Depois desse diálogo, imaginei que íamos pelo menos nos encontrar mais vezes. Então chamei ele pra sair no outro dia e ele animou. Mas chegando a hora do rolê, ele simplesmente não me respondia.
Depois me disse que estava bêbado e passou mal, então dormiu. Eu não me importei porque não tinha nada com ele e acredito que era verdade pelo histórico dele, kkkk. Porém, dois dias depois, acordo com ele assumindo o namoro nos stories do Insta e no Twitter, kkkkkk. Ri bastante e deixei pra lá. Mas ele ainda segue meu Twitter 18+, né? Enfim, essa é a história sem ápice. Meu Twitter 18+, ainda existe e está bem famosinho aqui na bolha. Mas eu não irei divulgá-lo.
Ah, vai divulgar sim. Você vai divulgar sim. As gays estão aqui na chuva esperando as passivas. As ativas não. Carta aberta a Marcelo Mastro. Ih, ele foi tirar satisfação. Se você ouvir essa história e saber que é você, me desculpe estar expondo. Mas eu adoro essa história. E não tem nada de ruim. Adorei viver isso tudo contigo. Inclusive, se quiser repetir, você sabe onde me encontrar. Beijos. Um beijo grego, Leila e Glau.
É muito ruim ler o final Um Beijo Grego, porque eu já li depois, então eu já sinto que ele já beijou meu cu. É, meio que isso, né? Já rolou. Não tem o que fazer. É igual o final Cude Curioso, aí você... Droga! Merda! É, entendo. O André comentou aqui, ri bastante, deixei pra lá, igual a pegou da pressão.
É verdade. Eu senti isso também. Senti, senti. Senti um pouco disso. Senti que a história saiu de uma lena de Manuel Carlos naquela fase que ela tá sem planos pra vida. Ela tá apenas lá no Nebun, vislumbrando o mar, pensando na vida, no amor, né? Como foi que ela trouxe paz pro seu coração?
Amigo, eu não senti paz em nenhum momento. Eu não senti paz, mas eu tô muito feliz de ter imaginado tudo isso com o presidente Lucas. Eu acho que é isso. Ano eleitoral, sabe? A risada espontânea... Ano eleitoral. Que essa pessoa nos causou, eu acho que é maior que a paz. Acho que é maior do que qualquer paz, sabe?
Ai, dá pra fazer várias piadas. Eu me sinto, assim, agraciado. Porque eu acho que a gente tem o quê? Três minutos só de risada, provavelmente, né? Incrível isso. Anos leitoral. Enfim, leitoral. Dá pra muitas piadas aqui. Sim. Você não me trouxe paz, mas você me trouxe uma das melhores risadas que eu dei esse ano, tá bom? É isso, é isso. Eu também tô com a Leila nessa.
Eu tô vendo maldade em tudo, Alan. Presidente Lucas larga governo para trabalhar na Hot Boys. Aí a primeira coisa que eu vejo, presidente Lucas é largo. Meu Deus, que horror! Chega, está na hora de terminar este programa. Claramente eu não irei para a segunda posse. Um beijo a todos vocês. Já sabem, esse ano é ano de eleições. Não façam merda. É isso.
Vocês não vão pra festa roteador de doença? Cada voto importa É, e o título de vocês Não é legalizar a palavra, regularizar Não é título, é bem facinho e rápido E a Dot Gatos É isso, a Dot Gatos, tchau pessoal Tchau pessoal É você mesmo, fofoqueira Não se pensa não Fofoqueira do céu